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CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO Alexandra Preto – 2011/2012
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO Alexandra Preto – 2011/2012
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO Alexandra Preto – 2011/2012
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO Alexandra Preto – 2011/2012
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO Alexandra Preto – 2011/2012
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO, PRODUÇÃO E SUA VALORIZAÇÃO

Alexandra Preto 2011/2012

RESÍDUO “Qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção
RESÍDUO “Qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção
RESÍDUO “Qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção
RESÍDUO “Qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção
RESÍDUO
RESÍDUO
RESÍDUO “Qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou

“Qualquer substância ou

objeto de que o detentor se

desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer.

Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de Setembro

Figura 1 Exemplos de resíduos.

“Os resíduos (quando não são valorizados) representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a
“Os resíduos (quando não são valorizados) representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a
“Os resíduos (quando não são valorizados) representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a
“Os resíduos (quando não são valorizados) representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a

“Os resíduos (quando não são valorizados) representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a forma de materiais, como sob a forma de energia”.

CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS RESÍDUOS Quanto às Quanto à suas origem características Sólidos Industriais
CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS RESÍDUOS Quanto às Quanto à suas origem características Sólidos Industriais
CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS RESÍDUOS Quanto às Quanto à suas origem características Sólidos Industriais
CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS RESÍDUOS Quanto às Quanto à suas origem características Sólidos Industriais
CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS
CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS
RESÍDUOS Quanto às Quanto à suas origem características Sólidos Industriais Agrícolas Hospitalares
RESÍDUOS
Quanto às
Quanto à
suas
origem
características
Sólidos
Industriais
Agrícolas
Hospitalares
Perigosos
Não perigosos
Urbanos
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI) Resíduo proveniente da atividade industrial e das atividades de produção e distribuição
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI) Resíduo proveniente da atividade industrial e das atividades de produção e distribuição
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI) Resíduo proveniente da atividade industrial e das atividades de produção e distribuição
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI) Resíduo proveniente da atividade industrial e das atividades de produção e distribuição
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI)
RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI)

Resíduo proveniente da atividade industrial e das atividades de produção e distribuição de eletrici- dade, gás e água.

e das atividades de produção e distribuição de eletrici- dade, gás e água. Figura 2 –

Figura 2 Resíduos industriais.

RESÍDUOS HOSPITALARES (RH) Resíduo resultante de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de
RESÍDUOS HOSPITALARES (RH) Resíduo resultante de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de
RESÍDUOS HOSPITALARES (RH) Resíduo resultante de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de
RESÍDUOS HOSPITALARES (RH) Resíduo resultante de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de
RESÍDUOS HOSPITALARES (RH)
RESÍDUOS HOSPITALARES (RH)

Resíduo resultante de atividades

médicas desenvolvidas em unidades de prestação de cuidados

de saúde, em atividades de

prevenção, diagnóstico,

tratamento, reabilitação e investigação, relacionada com seres humanos ou animais, em farmácias, em atividades médico-

legais, de ensino e em quaisquer

outras que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens.

que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens. Figura 3 – Resíduos hospitalares.

Figura 3 Resíduos hospitalares.

Resíduos Não Perigosos Resíduos Perigosos Figura 4 – Classificação dos resíduos hospitalares de acordo com
Resíduos Não Perigosos Resíduos Perigosos Figura 4 – Classificação dos resíduos hospitalares de acordo com
Resíduos Não Perigosos Resíduos Perigosos Figura 4 – Classificação dos resíduos hospitalares de acordo com
Resíduos Não Perigosos Resíduos Perigosos Figura 4 – Classificação dos resíduos hospitalares de acordo com
Resíduos Não Perigosos Resíduos Perigosos
Resíduos
Não
Perigosos
Resíduos
Perigosos

Figura 4 Classificação dos resíduos hospitalares de acordo com o Despacho n.º 242/96,

RESÍDUOS AGRÍCOLAS Resíduo proveniente de exploração agrícola e/ou pecuária ou similar. Figura 5 – Resíduos
RESÍDUOS AGRÍCOLAS Resíduo proveniente de exploração agrícola e/ou pecuária ou similar. Figura 5 – Resíduos
RESÍDUOS AGRÍCOLAS Resíduo proveniente de exploração agrícola e/ou pecuária ou similar. Figura 5 – Resíduos
RESÍDUOS AGRÍCOLAS Resíduo proveniente de exploração agrícola e/ou pecuária ou similar. Figura 5 – Resíduos
RESÍDUOS AGRÍCOLAS
RESÍDUOS AGRÍCOLAS

Resíduo proveniente de

exploração agrícola e/ou

pecuária ou similar.

AGRÍCOLAS Resíduo proveniente de exploração agrícola e/ou pecuária ou similar. Figura 5 – Resíduos agrícolas.

Figura 5 Resíduos agrícolas.

RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Resíduo proveniente de habitações, bem como, outro resíduo que, pela sua
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Resíduo proveniente de habitações, bem como, outro resíduo que, pela sua
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Resíduo proveniente de habitações, bem como, outro resíduo que, pela sua
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Resíduo proveniente de habitações, bem como, outro resíduo que, pela sua
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)

Resíduo proveniente de

habitações, bem como, outro resíduo que, pela sua natureza ou composição,

seja semelhante ao resíduo proveniente de habitações.

ou composição, seja semelhante ao resíduo proveniente de habitações. Figura 6 – Resíduos sólidos urbanos.

Figura 6 Resíduos sólidos urbanos.

Plástico; 11% Outros; 21% Papel e Cartão; 24% Matéria Orgânica; 36% Metal; 2% Vidro; 6%
Plástico; 11% Outros; 21% Papel e Cartão; 24% Matéria Orgânica; 36% Metal; 2% Vidro; 6%
Plástico; 11% Outros; 21% Papel e Cartão; 24% Matéria Orgânica; 36% Metal; 2% Vidro; 6%
Plástico; 11% Outros; 21% Papel e Cartão; 24% Matéria Orgânica; 36% Metal; 2% Vidro; 6%
Plástico; 11% Outros; 21% Papel e Cartão; 24% Matéria Orgânica; 36%
Plástico; 11%
Outros; 21%
Papel e
Cartão; 24%
Matéria
Orgânica; 36%

Metal; 2%

Vidro; 6%

Figura 7 Composição física dos resíduos sólidos urbanos (2005).

 Para além da composição dos resíduos , também a sua produção é função do
 Para além da composição dos resíduos , também a sua produção é função do
 Para além da composição dos resíduos , também a sua produção é função do
 Para além da composição dos resíduos , também a sua produção é função do

Para além da composição dos resíduos, também a sua produção é função do aglomerado (rural ou urbano) e do seu nível de vida.

do aglomerado (rural ou urbano) e do seu nível de vida.  Poder-se-á dizer que quer

Poder-se-á dizer que quer a composição quer a produção de resíduos têm tido importantes variações ao longo dos anos, acompanhando o desenvolvimento económico do

país.

Figura 8 – Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.
Figura 8 – Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.
Figura 8 – Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.
Figura 8 – Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.
Figura 8 – Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.

Figura 8 Mapa de produção de RSU em 2005 em Portugal.

 Em 2005, a produção de RSU em Portugal Continental atingiu 4,5 milhões de toneladas,
 Em 2005, a produção de RSU em Portugal Continental atingiu 4,5 milhões de toneladas,
 Em 2005, a produção de RSU em Portugal Continental atingiu 4,5 milhões de toneladas,
 Em 2005, a produção de RSU em Portugal Continental atingiu 4,5 milhões de toneladas,

Em 2005, a produção de RSU em Portugal Continental atingiu 4,5 milhões de

toneladas, ou seja, cerca de 1,24 kg por habitante e por dia.

ou seja, cerca de 1,24 kg por habitante e por dia. Figura 9 – Evolução da

Figura 9 Evolução da produção de RSU e da capitação diária em Portugal continental

(1995-2005).

FACTOS…  Os países desenvolvidos representam apenas 20% da população mundial e produzem 75% dos
FACTOS…  Os países desenvolvidos representam apenas 20% da população mundial e produzem 75% dos
FACTOS…  Os países desenvolvidos representam apenas 20% da população mundial e produzem 75% dos
FACTOS…  Os países desenvolvidos representam apenas 20% da população mundial e produzem 75% dos
FACTOS…
FACTOS…

Os países desenvolvidos representam apenas 20% da população mundial e produzem 75% dos resíduos.

Na Europa a produção de resíduos urbanos quase duplicou em 30 anos e

atinge agora uma média de 522 kg/habitante/ano, ou seja, 10 kg por semana

e 1,43 kg por dia.

Actualmente cada habitante português produz por ano, em média, cerca de 450 kg, o que perfaz um volume anual de 22,4 milhões de m3 de lixo urbano

(volume suficiente para cobrir 2250 campos de futebol com 1 m de altura).

Recentemente, a enorme quantidade de resíduos produzidos, bem como, os impactes ambientais e para a saúde pública que advinha da sua descarga em lixeiras, levou à necessidade de uma nova gestão dos resíduos.

Figura 10 – Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).
Figura 10 – Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).
Figura 10 – Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).
Figura 10 – Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).
Figura 10 – Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).

Figura 10 Destino final dos RSU em Portugal continental (1999-2005).

“Os resíduos sólidos não são mais um recurso a encaminhar a um destino final, mas
“Os resíduos sólidos não são mais um recurso a encaminhar a um destino final, mas
“Os resíduos sólidos não são mais um recurso a encaminhar a um destino final, mas
“Os resíduos sólidos não são mais um recurso a encaminhar a um destino final, mas

“Os resíduos sólidos não são mais um recurso a encaminhar a um destino final, mas um recurso que deve ser valorizado e integrado numa cadeia económica”

Levy e Cabeças (2006)

Destino Vantagens Desvantagens Quadro 1 . Algumas vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de destino
Destino Vantagens Desvantagens Quadro 1 . Algumas vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de destino
Destino Vantagens Desvantagens Quadro 1 . Algumas vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de destino
Destino Vantagens Desvantagens Quadro 1 . Algumas vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de destino
Destino Vantagens Desvantagens
Destino
Vantagens
Desvantagens

Quadro 1. Algumas vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de destino dos RSU’s.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Campos, C & Delgado, Z. (2007). Sistema Terra – Sustentabilidade na Terra.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Campos, C & Delgado, Z. (2007). Sistema Terra – Sustentabilidade na Terra.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Campos, C & Delgado, Z. (2007). Sistema Terra – Sustentabilidade na Terra.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Campos, C & Delgado, Z. (2007). Sistema Terra – Sustentabilidade na Terra.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Campos, C & Delgado, Z. (2007). Sistema Terra Sustentabilidade na

Terra. Lisboa: Texto Editores.

Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de Setembro

Levy, J. & Cabeças, A. (2006). Resíduos Sólidos Urbanos: Princípios e Processos. Lisboa: Associação das Empresas Portuguesas.

FIM