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INSTALAÇÃO PREDIAL A GÁS

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Published by: tacao2010 on Jul 28, 2012
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INSTALAÇÃO PREDIAL A GÁS

PROJETO E EXECUÇÃO

CONSIDERAÇÕES GERAIS
De acordo com as características arquitetônicas da edificação e os usos pretendidos, o projeto deve estabelecer a tipologia construtiva mais adequada para a rede de distribuição interna de gás natural, as pressões da rede e os materiais das tubulações.

CONSIDERAÇÕES GERAIS
A escolha da tipologia construtiva deve ser feita em função da finalidade do imóvel (edifícios, casas e comércios) e das características locais.

– enterrada.CONSIDERAÇÕES GERAIS • A tubulação da rede de distribuição interna pode ser instalada das seguintes formas: – aparente (imobilizada com elementos de fixação adequados). – embutida em paredes ou muros. .

TUBULAÇÃO APARENTE • A tubulação aparente não pode passar por espaços fechados que possibilitem o acúmulo de gás em caso de vazamento. . ou que dificultem inspeção e manutenção.

sendo envolta com revestimento maciço. – espaço suficiente para que não haja propagação de calor. evitando-se a transmissão de energia elétrica para o tubo de gás. .TUBULAÇÃO EMBUTIDA • A tubulação embutida deve ser instalada sem vazios. – espaço suficiente para garantir que não haja contato. • A tubulação embutida deve manter afastamentos mínimos de modo que garanta as seguintes condições para a tubulação de gás: – espaço suficiente para permitir a manutenção.

. tubulações e estruturas suficiente para permitir sua manutenção. • Quando os tubos forem assentados diretamente no solo.TUBULAÇÃO ENTERRADA • A tubulação enterrada deve manter um afastamento de outras utilidades. o fundo da vala deve ser plano e o reaterro deve ser feito de modo a não prejudicar o revestimento da tubulação.

água pluvial. . – dutos de ventilação de ar condicionado (aquecimento e resfriamento). – dutos de compartimentos de lixo ou de produtos residuais em atividade.CONSIDERAÇÕES GERAIS • Segundo a norma NBR 14570. – Poços de elevadores. esgoto e chaminés. – Compartimentos destinados a dormitórios. as tubulações de gás não podem passar em: – Dutos de ar condicionado.

– locais que contenham recipientes ou depósitos de combustíveis líquidos. – Poços de ventilação capaz de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. quando consolidada a estes. – elementos estruturais (lajes. – cisternas e reservatórios de águas. .CONSIDERAÇÕES GERAIS – dutos de exaustão de produtos da combustão ou chaminés. vigas). – compartimentos de equipamento ou dispositivo elétrico (painéis elétricos. pilares. subestação).

compartimentos destinados exclusivamente a equipamentos e aparelhos elétricos. .CONSIDERAÇÕES GERAIS Recomenda-se que as instalações não passem por forros falsos. compartimentos inadequadamente ventilados e poços de ventilação.

as tubulações deverão ser envolvidas por dutos ou tubos-luva.CONSIDERAÇÕES GERAIS Nos casos em que alguma dessas condições seja inevitável. .

Fale um pouco sobre tubulação aparente. 2. Por que devemos utilizar tubos-luvas? . Em quais locais não se devem passar as tubulações de gás? 3.ATIVIDADE DE REVISÃO 1. embutida e enterrada.

VENTILAÇÃO DO AMBIENTE .

. que pode ficar asfixiado.VENTILAÇÃO • A ventilação do ambiente é um aspecto muito importante na instalação de aparelhos a gás. • A chama do queimador necessita de ar para combustão. O ar utilizado é o próprio oxigênio do ambiente. a queima vai utilizar o oxigênio do ambiente e colocar em risco o eventual ocupante. • Se não houver ventilação.

INTRODUÇÃO A ventilação do ambiente está relacionada ao(s) tipo(s) do(s) aparelho(s) a gás instalado(s) ou que será(ão) instalado(s) em um determinado ambiente e podem ser: – Sem ventilação permanente. . – Ventilação inferior permanente. – Ventilações inferior e superior permanentes.

• A área especificada deve corresponder no mínimo à área livre de passagem de saída do ar. ou prisma de ventilação. • Deve comunicar-se com o exterior da edificação.50 m do piso acabado. diretamente por meio de uma parede ou indiretamente por meio de um duto exclusivo.VENTILAÇÃO SUPERIOR Utilizada para a saída do ar ambiente propiciando a sua renovação. ou local considerado como área externa. devendo atender aos seguintes requisitos: • Localizada a uma altura mínima de 1. .

– Uma distância mínima de 0. . caso seja realizada por meio de duto. janelas ou vitral de local que não seja o ambiente do motivo da ventilação.VENTILAÇÃO SUPERIOR • A área da saída de ventilação deve estar localizada a: – Uma distância mínima de 0.40 m de quaisquer portas.40 m de qualquer abertura de entrada de ar. – A saída de ventilação. deve estar conforme a tabela abaixo.

VENTILAÇÃO SUPERIOR .

VENTILAÇÃO SUPERIOR .

deve ser realizada através de passagem pela parede (ar do exterior) e a entrada da • ventilação deve estar sempre localizada a: – Uma distância mínima de 0. • A área especificada deve corresponder no mínimo à área livre de passagem de entrada de ar.VENTILAÇÃO INFERIOR Utilizada para fornecer ar para o ambiente propiciando sua renovação.80 m do piso acabado. – Uma distância mínima de 0.40 m de qualquer abertura. devendo atender aos seguintes requisitos: • Estar localizada a uma altura máxima de 0. . janelas ou vitral de local que não seja o ambiente do motivo da ventilação. • No caso de ventilação direta.40 m de quaisquer portas.

. – Duto coletivo. – Entrada de ar proveniente de outros ambientes. que propicie renovação do ar.VENTILAÇÃO INFERIOR No caso de ventilação indireta. deve ser realizada através de uma das alternativas: – Duto individual. exceto de dormitórios. É necessário que estes ambientes também possuam ventilação permanente sempre que tiverem volume inferior a 30 m³.

VENTILAÇÃO INFERIOR .

VENTILAÇÃO .

VENTILAÇÃO .

garantindo a renovação do ar em seu interior. Quando os produtos de combustão forem conduzidos para o prisma de ventilação (através de chaminés de aparelhos a gás). este deve possuir conexão na parte inferior com a área externa da edificação. .PRISMAS DE VENTILAÇÃO Os prismas de ventilação são os espaços situados no interior do volume da edificação. em comunicação direta com o exterior. utilizados para promover a ventilação nos locais onde existam aparelhos a gás instalados. devendo atender aos requisitos estabelecidos no Código de Obras do Município.

PRISMAS DE VENTILAÇÃO .

ALERTA • As referidas aberturas terão que estar permanentemente abertas. Recomende ao usuário para que não feche ou obstrua. torna-se perigoso mediante algum escapamento no interior das dependências desprovidas de ventilação permanente. Sendo invisível. . qualquer centelhamento provoca sua combustão. como para o funcionamento do aquecedor. pois por ser altamente inflamável. • O gás é nocivo ao ser humano se for inalado diretamente durante um intervalor de tempo. isto é importante não apenas para a segurança.

. • Na queima completa do gás é liberado o CO² que causa asfixia. devido ao monóxido de carbono.ALERTA • Quando inalado por pessoas ou animais. dependendo da concentração dos mesmos. entorpece os sentidos. provocando desta forma a morte por envenenamento. deixando-os sem poder de reação. • Na queima incompleta ocorre a liberação tanto do CO como também do CO² causando uma asfixia e/ou intoxicação.

de forma a garantir a permanente segurança dos usuários de compartimentos providos de instalações de gás. .ALERTA • O gás metano (CH4) também causa asfixia. a CEG / GÁS NATURAL determina que: – Não poderão ser instalados aparelhos a gás em dependências com cubagem (volume ambiente) inferior a 6m³. • Assim sendo.

ALERTA – Todo ambiente provido de aparelhos permanente de seção mínima igual a 600 cm² na parte superior em cozinhas e banheiro e de 200 cm² de ventilação permanente inferior. e a inferior.50m de altura.2 e 8. .3.80m de altura e em direção oposta (quando possível) com seção entre 200 e 400 cm². abaixo de 0. em comunicação direta com o ar livre ou prima de ventilação e acima de 1. – A ventilação superior. conforme as figuras 8. de forma a permitir a circulação do ar ambiente.

ALERTA .

ALERTA No ambiente onde a renovação do ar se fizer valer através de exaustão mecânica. a área mínima de ventilação inferior deverá ser de 600cm². .

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