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Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior Gestão das Organizações Desportivas Saúde Pública e Actividade

Física

PROGRAMA VIVEM – “Viver e Interagir na Vida com Esclerose Múltipla”

Docente | Xavier Melo

Turma | 9 Nomes | Alejandro Pinto João António Silva Vanessa Silva

Índice
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 3

OBJECTIVOS ................................................................................................................................ 4

METODOLOGIA ............................................................................................................................ 5

REFERÊNCIAS METODOLÓGICAS ............................................................................................ 7

EXECUÇÃO DO PROGRAMA ...................................................................................................... 8

CALENDARIZAÇÃO ................................................................................................................... 11

RESULTADOS ............................................................................................................................ 12

CONCLUSÃO .............................................................................................................................. 14

BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................ 15

ANEXOS ...................................................................................................................................... 16 PANFLETO/CARTAZ ........................................................................................................... 16

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Introdução
Este programa foi feito no âmbito da disciplina de Saúde Pública e Actividade Física, disciplina esta que engloba dois conceitos fundamentais que a definem, nomeadamente, o de Saúde Pública, que visa transmitir conhecimentos relacionados, ou não, com medicina, com o intuito de promover a organização de sistemas e serviços de saúde e actuar em factores que dizem respeito ao processo saúde-doença, evitando assim a incidência de doenças nas populações através do controlo e intervenção dos governos, e o de Actividade Física, que se define como qualquer gesto corporal produzido pelo músculo-esquelético que ultrapasse os níveis normais de energia dispensados em repouso. Todo o nosso programa e suas ideias centrais baseiam-se na Esclerose Múltipla, que se define como uma doença inflamatória crónica situada no SNC, acompanhando assim o portador ao longo da sua vida, podendo no entanto atrasar o aumento do seu grau de incapacidade, através de vários factores, tais como, exercício físico, tratamentos, prescrição de medicamentos, etc.. Como irá ser falado posteriormente, o programa consiste fundamentalmente em três fases: 1ª Apresentação do Programa “VIVEM” na Sessão de Esclarecimento Múltipla (Gang da EM); 2ª Aplicação do Programa “VIVEM” (apoio SPEM); 3ª Apresentação dos Resultados e Conclusões do Programa. sobre Esclerose

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Objectivos
A realização deste programa teve em conta os seguintes objectivos:  Melhorar a qualidade vida dos portadores da doença, através da diminuição de surtos e do atraso da progressão do grau de incapacidade;   Criar auto-iniciativa e incentivar os portadores da doença a organizarem encontros futuros; Alargar e transmitir alguns dos conhecimentos adquiridos em relação ao tema (com base no Estudo EMCoDe: Esclerose Múltipla – Conhecer e Desmistificar);  Interesse de Entidades para o Apoio de iniciativas idênticas no futuro, de modo a dar continuidade ao programa.

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Programa “VIVEM - Viver e Interagir na Esclerose Múltipla”
Metodologia
Desde o início tomamos conhecimento através da comunicação social, da aproximação do Dia Mundial da Esclerose Múltipla (25 de Maio) e foi com esta informação que decidi-mos pesquisar sobre a doença e sobre a percentagem de população em Portugal que tem conhecimento da doença. Como resultado desta pesquisa encontrámos o primeiro estudo nacional sobre a incidência e percepção da doença, de nome EMCoDe: Esclerose Múltipla – Conhecer e Desmistificar, uma investigação coordenada pelo Dr. Joaquim Pinheiro, Neurologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e Presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM), em parceria com a Key Point e com o apoio da Merck Serono. Em suma este estudo diz que 81% dos cidadãos nacionais afirma já ter ouvido falar da EM. No entanto, quase 65% não sabe o que é a doença e 67% não tem ideia de quais são as suas causas. Foi com esta base que reflectimos e elaborámos um programa de nome “VIVEM - Viver e Interagir na Esclerose Múltipla”.

Em primeira tarefa procurámos Associações, Sociedades e/ou grupos que estivessem ligados a esta doença tão pouco conhecida. Encontrámos então a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla e o Gang da Esclerose Múltipla, habituados a realizar acções de sensibilização, encontros e a estar presente em alguns eventos. Foi com esta base que decidimos falar com estas duas entidades e contribuindo para a mesma causa poder ajudar a dar a conhecer o que é a Esclerose Múltipla, quais os sintomas, como evolui e como se diagnostica. Disseram-nos que estavam muito contentes pela ideia de um programa assim e que acreditavam no sucesso do programa. Disseram-nos inclusive que já estavam a organizar uma Sessão de esclarecimento (1ª parte do nosso programa) e que a segunda parte do nosso programa já tinha sido pensada mas que neste momento não existiam pessoas disponíveis

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para a realização da mesma, oferecendo-nos assim a possibilidade de trabalho embora temporário na Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla a receber um salário fixo e de acordo com os nossos objectivos proveniente de algumas marcas que financiam a SPAM. Colocaram-nos então à disposição de toda a ajuda e apoios necessários para a realização deste programa.

Começámos por nos organizar como equipa/grupo e começar a dividir tarefas relativamente à execução do nosso programa, extinguindo assim a Sessão de Esclarecimento, passando para primeiro plano a apresentação do nosso Programa numa sessão de esclarecimento sobre a Esclerose Múltipla, já a ser organizada pelo Gang da EM. Pedimos então aos nossos parceiros que nos fosse fornecido as zonas do país em que existisse um bom número de doentes com EM. A resposta que obtivemos é que apenas existiam estimativas não exactas, mas mesmo assim não desistimos e neste caso decidimos ir até uma zona mais no centro de Portugal, mais especificamente a cidade de Rio Maior, isto porque uma das entidades que nos apoia, o Gang da EM, já tinha um compromisso com a Câmara Municipal de Rio Maior para a realização de uma sessão de esclarecimento sobre a EM, ficou então decidido que Rio Maior seria a cidade escolhida para a 1ª fase do nosso programa. Pedimos ao Gang da EM para que estabelecesse alguns contactos com a Câmara Municipal de Rio Maior no sentido de lhes podermos apresentar o nosso Programa VIVEM e assim assegurar se possível o seu apoio. Após garantirmos com sucesso o apoio da CMRM e através da mesma, o apoio da empresa municipal DESMOR - instalações, fomos procurar através dos nossos parceiros oficiais (SPEM e Gang da EM) entidades que já fossem seus patrocinadores de modo a poderem-nos também ajudar. Neste sentido podemos contar com o patrocínio da Mapfre Seguros, parceiro de à muitos anos do Gang da EM, de modo a garantir a cobertura de um seguro de acidentes pessoais para os participantes, durante o decorrer do Programa. Também para o decorrer do Programa pedimos com sucesso o apoio de entidades como o Continente modelo de Rio Maior - produtos alimentares, o Ginásio Boa Forma (Rio Maior) instalações e monitores e finalmente a Santa Casa de Misericórdia de Rio Maior instalações, 3 fisioterapeutas, 1 hidroterapeuta e 1 Médico Neurologista.

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Foi então realizada a apresentação do Programa VIVEM, no Cineteatro de Rio Maior, em que a partir dessa mesma data (2 de Abril de 2011) foi aberto oficialmente o período de inscrições, que durou até ao dia 31 de Maio, para o qual são necessários alguns documentos (ficha de inscrição e atestado médico em que indique o grau de incapacidade física), expressamente apresentados nesta sessão e ao longo da divulgação para a participação no nosso. Durante o mês de Junho foi então momento para contactar os 30 participantes seleccionados, informando-lhes o dia, hora, local e material necessário para o 1º encontro a realizar no dia de 25 de Junho de 2011.

Referências Metodológicas
Duração / Calendarização: 6 meses, de Julho a Dezembro de 2011 Local: Rio Maior, Concelho de Santarém. População alvo: portadores de Esclerose Múltipla com forma surto-remissiva. Critérios de selecção e caracterização da amostra: 30 utentes de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 20 e os 40 anos, moradores no conselho de Santarém (proximidade entre os participantes), grau 6 de incapacidade (segundo a Escala Expandida do Estado de Incapacidade de Kurtzke (EDSS)). Recursos humanos: 1 médico neurologista e 3 fisioterapeutas (todos da Santa Casa de Misericórdia de Rio Maior) para a realização das avaliações físicas e elaboração do plano de exercícios, 1 professor de Yôga (Ginásio Boa Forma) e 1 hidroterapeuta (Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior). Recursos logísticos: Instalações do Departamento de Fisioterapia da Santa Casa de Misericórdia de Rio Maior, Ginásio Boa Forma de Rio Maior, Piscinas Municipais de Rio Maior 25 m (CMRM - DESMOR), locais ao ar livre referentes aos dias das caminhadas e jogos tradicionais. Recursos materiais: passadeiras de fitness, analisador de gases (VO2) e pesos (2Kg). Recursos financeiros: apoios da Sociedade Portuguesa da Esclerose Múltipla, Câmara Municipal de Rio Maior.

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Recursos Secundários: Seguros de Acidentes Pessoais (Mapfre Seguros), Produtos Alimentares (Continente modelo de Rio Maior).

Execução do Programa
Na 1ª sessão, que se realizou nas instalações da Santa Casa de Misericórdia de Rio Maior, houve uma pequena explicação aos 30 participantes, quanto aos critérios que foram utilizados para a selecção dos mesmos, nomeadamente:    Ter EM com forma surto-remissiva Localização (proximidade entre os participantes) Grau 6 de incapacidade (segundo a Escala Expandida do Estado de Incapacidade de Kurtzke (EDSS))  Idade entre 20 e 40 anos

Procedeu-se então à recolha do historial de surtos, seguindo-se de uma avaliação física e individual, com a ajuda dos 3 fisioterapeutas e de 1 médico neurologista. Esta avaliação física decorreu segundo os seguintes exercícios:   Testes de esforço - Cálculo de VO2máx (analisador de gases) Bicípites - Nº máximo de repetições durante 1 minuto (Carga máx. 2kg)

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Perante esta avaliação foi então elaborado um plano de treino de 1hora/dia para o grupo que inclui:

Tempo (minutos)

Actividade

10

Corrida lenta

20

Levantamento de 2 garrafas de água de 1,5lts

10

9

Agachamentos de pernas sem barra e/ou pesos

10

Alongamentos (especial atenção membros inferiores e costas)

10

Foi então posto em prática este plano durante os 6 meses da duração do nosso Programa. É de salientar que além da avaliação física inicial também foi realizada uma avaliação intermédia e final, tal como indica a calendarização do plano de actividades.

10

Calendarização

DATA 25 de Junho 9 de Julho 16 de Julho 23 de Julho 30 de Julho 6 de Agosto 13 de Agosto 20 de Agosto 27 de Agosto 3 de Setembro 10 de Setembro 17 de Setembro 24 de Setembro 1 de Outubro 8 de Outubro 15 de Outubro 22 de Outubro 29 de Outubro 5 de Novembro 12 de Novembro 19 de Novembro 26 de Novembro 3 de Dezembro 10 de Dezembro 17 de Dezembro 24 de Dezembro 31 de Dezembro

HORA 11:00 às 13:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 11:00 às 13:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas

LOCAL Santa Casa da Misericórdia - Dep. Fis. Rio Maior Parque Desportivo de Rio Maior Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior Jardim de Rio Maior Praia da Foz do Arelho Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior Jardim de Rio Maior Castelo de Santarém Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior Jardim de Rio Maior Santa Casa da Misericórdia - Dep. Fis. Rio Maior Barragem de Castelo de Bode, em Tomar Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior Jardim de Rio Maior Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior

CAMINHADA

EQUIPAMENTO Ténis + Fato de treino*

Caminhada Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais Caminhada Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais Caminhada Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais Caminhada Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais Caminhada Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais Caminhada

Ténis + Fato de treino* Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino* Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino*

15:00 às 16:00 horas 15:00 às 16:00 horas 11:00 às 13:00 horas

Piscinas Municipais de Rio Maior Ginásio Boa Forma, em Rio Maior Santa Casa da Misericórdia - Dep. Fis. Rio Maior

Aulas de Hidroterapia Aula de Yôga Jogos Tradicionais

Chinelos + Fato de balho + Touca Ténis + Fato de treino* Ténis + Fato de treino*

Avaliação Física dos Participantes Actividades Organizadas pelos Participantes *Também são aceites calções ou t- shirts, desde que sejam próprias para a prática de actividade física

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Resultados
Informação Gráfica e Tabelar

Distribuição da doença por sexo no estudo

Feminino Masculino

27%

73%

Gráfico 1

Idade dos Participantes
100 Número de Pessoas % 90 80 70 60 50 40 30

20
10 0 [20-25[ 6 20 ]26-30[ 7 23.3 ]31-35[ 10 33.3 ]36-40[ 7 23.3 Total 30 100

Frequência Percentagem

Gráfico 2

12

Quantidade de surtos ocorridos nos participantes
Nº de Participantes

12 10 8 6 4 2 0 1 2 3 4 Número de Surtos Ocorridos até ao início do Programa Gráfico 3

N=30
Participantes (quantidade)

Evolução da capacidade aeróbea através da medição do Vo2 máximo
50 45 Vo2 máx. mL.kg-1.min-1 40 35 30 25 20 15 10 5 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Participantes Gráfico 4 1ª Avaliação 2ª Avaliação 3ª Avaliação

Evolução da capacidade muscular através dos bícipetes
25 Nº máx. repetições em 1 min. 20 15 1ª Avaliação 10 5 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Participantes Gráfico 5 13 2ª Avaliação 3ª Avaliação

Conclusão
Em relação às variáveis que utilizámos para avaliar a prestação dos participantes envolventes no programa e a sua evolução, desde o início até ao final das actividades que constam na calendarização demonstrada, chegámos ao seguinte desfecho:  No nível de VO2máx podemos verificar que na 1ª avaliação o seu valor é mais baixo, devido à ausência da prática de exercício físico com regularidade, pouca flexibilidade e pouca coordenação motora. Já na 3ª avaliação existe um aumento de 22% do nível de VO2máx, devido ao desenvolvimento da preparação física, resultante das actividades desempenhadas ao longo de todo o projecto, proporcionando assim uma evolução bem visível nos participantes, tendo em conta as variáveis referidas no primeiro ponto.

No Número de repetições durante um minuto de Bicípites, existiu um aumento de 30% entre a 1ª avaliação e a 3ª avaliação. Na 1ª avaliação o número de repetições durante um minuto teve valores baixos devido a à baixa condição física dos participantes. Na 3ª avaliação, os resultados foram mais altos, pois houve um aumento significativo da prática de exercício regular, causando uma maior resistência, aumento dos reflexos e maior agilidade.

Em conclusão final apelamos à capacidade de eficácia nos resultados, tanto na redução de fadiga, depressões, mobilidade e aparecimento de surtos, como ao aumento de capacidade física, prevenção, e autonomia na realização de actividades semelhantes às organizadas no programa. É de salientar que foram cumpridos os objectivos pretendidos do programa (referidos após introdução do mesmo), e que é visível a sua viabilidade para que no futuro se organizem projectos de carisma idêntico.

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Bibliografia
Livros: • SÁ, João Correia de; CORDEIRO, Carlos. Esclerose Múltipla. Porto, Ambar, 2008, pp.15.

Internet: • • • Http://www.spem.org/ Http://gangem.blogspot.com/ PT; Ciência. (2011). 65% dos portugueses não sabe o que é Esclerose Múltipla. Consultado em: 27/05/2011. No site: http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=103256&Ite mid=279 http://pt.wikipedia.org/ - palavras-chave: ”Saúde Pública”; “Actividade Física”; “Esclerose Múltipla”. • http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page - palavras-chave: “Expanded Disability Status Scale”

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Anexos Panfleto/Cartaz

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