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Conceitos básicos de informática

Sistemas de computação

Entende-se por sistema um conjunto de elementos interconectados que trabalham independentemente, visando alcançar um objetivo comum.

O computador é um conjunto de subsistemas distintos que traba- lham juntos para solucionar os problemas a ele destinados. Os dois subsiste- mas aqui tratados são os hardwares e os softwares.

Os sistemas podem ser abertos ou fechados. Sistemas abertos são aqueles que têm interação com o meio ambiente através de entradas e saí- das, adaptando-se às condições desse meio ambiente. Já os sistemas fecha- dos são aqueles que têm comportamento determinístico e que produzem saídas invariáveis.

Softwares

Os softwares constituem os componentes lógicos dos sistemas, ou seja, trata-se de um conjunto de instruções que permite o funcionamento do hardware. Também chamados de programas de computador, fazem com que

o computador e seus periféricos funcionem adequadamente.

Os softwares podem ser categorizados como softwares de sistema ou softwares aplicativos.

Os softwares de sistema abrangem todos os programas relacionados com as funções operacionais do computador, incluindo os sistemas operacio- nais, os compiladores de linguagens de programação e vários programas uti- litários. Os sistemas operacionais, também chamados de softwares de segun-

do plano ou ocultos, servem de intermediários entre o software aplicativo e

o

hardware, funcionando como um controlador de acessos entre o hardware

e

o software. Na verdade, o sistema operacional é composto por um conjunto

de programas responsáveis por manter os recursos do computador com a CPU

e memórias, estabelecer interface com os usuários e possibilitar o acesso aos

softwares aplicativos. Os softwares aplicativos são aqueles utilizados normalmente pelo usuário para a execução de suas tarefas. Esses softwares podem ser perso- nalizados ou comercializados em forma de pacotes. Os mais comuns são os softwares orientados a tarefas ou softwares de produtividade; são eles: as planilhas eletrônicas, os editores de texto, os aplicativos de comunicação, as agendas eletrônicas e outros aplicativos que têm a função de facilitar a vida do usuário e tornar suas tarefas mais rápidas. Os softwares são adquiridos de formas distintas, podendo ser fre- eware, de domínio público, open-source, shareware ou comerciais. Software gratuito ou freeware é aquele que o autor disponibiliza a utilização gratuitamente para todos os usuários. Esses softwares são protegi- dos por direitos autorais, permitindo que o autor tenha propriedade legal, o que permite a ele impor restrições de uso. Os softwares de domínio público são aqueles que não são protegi- dos por direitos autorais e podem ser utilizados e alterados sem restrições. Geralmente, os softwares desenvolvidos por universidades e instituições de pesquisa subsidiados pelo governo são de domínio público. Open-source ou softwares de código aberto são variações do sof- tware gratuito. Porém, o software é disponibilizado como código-fonte, per- mitindo que qualquer pessoa possa utilizá-lo e modificá-lo. Um exemplo de software de código aberto é o sistema operacional Linux. O shareware costuma ser confundido com freeware, uma vez que também é distribuído gratuitamente. Entretanto, sua utilização tem caráter experimental. Ou seja, tem período de ativação determinado pelo fabricante; a continuidade de utilização está condicionada à compra de licença de uso. Softwares comerciais são aqueles protegidos por direitos autorais

e disponibilizados aos usuários através de licenças de acesso ou aquisição completa do produto. A utilização ilegal desses tipos de softwares pode ser trazer punições penais legais aos infratores.

2.3 Hardware

Compõem o hardware todo e qualquer componente físico do com- putador, independentemente se são componentes internos ou externos. Dividem-se em quatro categorias: dispositivos de entrada, processadores, dispositivos de saída e dispositivos de armazenamento.

Imagine quando estamos trabalhando com o computador, mais es- pecificamente com a digitação de um texto. Ligamos o computador em um botão específico do gabinete, abrimos o editor de textos por meio do mou- se, digitamos o texto no teclado e as informações ficam mantidas na tela enquanto as editamos. Essas informações podem ser salvas (guardadas para uso posterior) ou descartadas. Caso o computador desligue antes do salva-

mento das informações digitadas, todo o trabalho será perdido. E como é perdido, se você estava visualizando-o no monitor enquanto estava digitan- do? Bem, o computador consegue armazenar informações temporariamente em uma memória primária, chamada memória RAM. Caso tivesse sido salvo, utilizaria um espaço reservado que complementa a memória primária, são os discos rígidos, pendrives, CDs, DVDs. Ao digitar o texto, estamos tra- balhando com os periféricos de entrada (mouse e teclado), periféricos de armazenamento (memórias), periféricos de saída (monitor) e processador.

(memórias), periféricos de saída (monitor) e processador. Memória RAM – Random Access Memory (Memória de Acesso

Memória RAM – Random Access Memory (Memória de Acesso Randômico)

2.3.1 Dispositivos de entrada

Dispositivos de entrada são aqueles que permitem ao usuário inte- ragir com o computador, inserindo dados a serem processados. Ou seja, são dispositivos que permitem a inserção de dados externos na máquina. Ao digitar um texto no Microsoft Word, você utiliza o teclado para escrever, o mouse para formatar, talvez um scanner para inserir uma ima- gem ou um texto. Esses elementos são dispositivos de entrada. Você está in- serindo seus dados no computador com o auxílio de um desses componentes. Como exemplos de dispositivos de entrada, podemos citar: joysti- ck (Figura 1), microfone (Figura 2), scanner (Figura 3), leitora de código de barras (Figura 4), leitores biométricos (Figura 5), teclado (Figura 6), mouse (Figura 7) e mouse touchpad (Figura 9).

(Figura 6), mouse (Figura 7) e mouse touchpad (Figura 9). Figura 1: Dispositivo de entrada -

Figura 1: Dispositivo de entrada - joystick.

Fonte: Disponível em: <http://www.infomaniaco.com.br/games/teclado-sem-fios-para-o- playstation-3-chega-em-dezembro/>. 2010.

Figura 2: Dispositivo de entrada - microfone. Fonte: Disponível em:

Figura 2: Dispositivo de entrada - microfone.

Fonte: Disponível em: <http://poseducacao.wordpress.com/2010/03/20/16-multimidia/>. 2010.

2010. Figura 3: Dispositivo de entrada - scanner. Fonte:

Figura 3: Dispositivo de entrada - scanner.

Fonte: Disponível em: <http://susanasousa.wordpress.com/2010/10/31/desenho-e-pintura-digitais- scanner-camara-fotografica-digita/>. 2010.

scanner-camara-fotografica-digita/>. 2010. Figura 4: Dispositivo de entrada – leitora de código de

Figura 4: Dispositivo de entrada – leitora de código de barras.

Fonte: Disponível em: <http://www.submarino.com.br/produto/10/225131/ leitor+de+codigo+de+barras+-+minyscan+home>. 2010.

Figura 5: Dispositivo de entrada – leitor biométrico. Fonte: Disponível em:

Figura 5: Dispositivo de entrada – leitor biométrico.

Fonte: Disponível em: <http://www.thebest.blog.br/frequencia-digital-na-rede-publica-das- escolas-de-sao-paulo/>. 2010.

escolas-de-sao-paulo/>. 2010. Figura 6: Dispositivo de entrada – teclado. Fonte:

Figura 6: Dispositivo de entrada – teclado.

Fonte: Disponível em: <http://forum.tecnologia.uol.com.br/Onde-posso-achar-um-teclado-Dell- pra-vender-+link+13_t_45993>. 2010.

pra-vender-+link+13_t_45993>. 2010. Figura 7: Dispositivo de entrada – mouse. Fonte:

Figura 7: Dispositivo de entrada – mouse.

Fonte: Disponível em: <http://carcmex.com/tecladosymouse.aspx>. 2010.

Figura 8: Dispositivo de entrada – mouse touchpad. Fonte: Disponível em:

Figura 8: Dispositivo de entrada – mouse touchpad.

Fonte: Disponível em: <http://www.mousearena.com/ergonomic-mouse-touchpad/>. 2010.

De uma forma mais simples, podemos entender os dispositivos de entrada como sendo aqueles dispositivos que nos permitem introduzir dados e instruções diretamente na máquina.

2.3.2 Dispositivos de saída

Dispositivos de saída são aqueles que retornam as informações tra- balhadas na máquina para o usuário. Ou seja, externalizam as informações contidas no computador. Ao digitar um texto no Microsoft Word, você utiliza o monitor para visualizar as informações contidas no documento, ou as que estão sendo inseridas naquele instante. Ou seja, você está utilizando um dispositivo que te permite interagir com a CPU, visualizando o que está sendo trabalhado. Mas podemos visualizar essas informações também de forma impressa; uti- lizamos, então, a impressora. Enquanto utilizamos o computador, gostamos de ouvir música; podemos ouvi-las utilizando as caixas de som do próprio computador. Assim, todas as informações externalizadas pelo computador dependem de um dispositivo de saída. São exemplos de dispositivos de saída: impressora (Figura 10), caixa de som, monitor (Figura 9) e plotter (Figura 11).

Figura 9: Dispositivo de saída - monitor. Fonte: Disponível em:

Figura 9: Dispositivo de saída - monitor.

Fonte: Disponível em: <http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2008/01/20/cuidados-na- escolha-de-um-monitor-lcd/>. 2010.

escolha-de-um-monitor-lcd/>. 2010. Figura 10: Dispositivo de saída - impressora. Fonte:

Figura 10: Dispositivo de saída - impressora.

Fonte: Disponível em: <http://kilobyte.com.br/drivers/driver-impressora-hp-d1360/>. 2010.

Figura 11: Dispositivo de saída - plotter. Fonte: Disponível em: <http://www.dflektor.com/blog/?p=2621>. 2010.

Figura 11: Dispositivo de saída - plotter.

Fonte: Disponível em: <http://www.dflektor.com/blog/?p=2621>. 2010.

Observe que, ao contrário dos dispositivos de entrada, os dispositi-

vos de saída nos permitem visualizar os dados e as informações armazenadas

e processadas internamente pela máquina, como a impressão de um texto,

a visualização de uma imagem no vídeo ou uma música que pode ser ouvida por intermédio do computador.

2.3.3 Dispositivos de armazenamento

Assim como dependemos dos dispositivos de entrada e de saída para inserir ou visualizar informações contidas no computador, precisamos também de dispositivos que mantenham essas informações guardadas na máquina. Isso permite que os dados inseridos tenham um lugar certo para armazenagem e que possam ser manipulados e visualizados quando for ne- cessário. Os dispositivos que guardam essas informações, como o pendrive, o disco rígido, o CD, o DVD, a fita dat, o disquete, os cartões de memória e a memória RAM são os dispositivos de armazenamento. Dispositivos de armazenamento são as memórias, que estão dividi- das em memória principal e secundária. Memória secundária é aquela que armazena dados ou programas de modo permanente ou até que o usuário julgue necessário, além do sistema operacional e dos programas utilizados no computador. São elas: disco rígido (Figura 13 e Figura 14), pendrive (Figura 12), disquete, CD (Figura 15), DVD, cartão de memória ou qualquer dispositivo de armazenamento, independen- temente de se está ou não dentro do computador.

Figura 12: Memória secundária - pendrive. Fonte: Disponível em:

Figura 12: Memória secundária - pendrive.

Fonte: Disponível em: <http://info.abril.com.br/dicas/hardware/notebooks/programas-no- netbook-veja-como-instalar.shtml>. 2010.

netbook-veja-como-instalar.shtml>. 2010. Figura 13: Memória secundária – HD externo. Fonte:

Figura 13: Memória secundária – HD externo.

Fonte: Disponível em: <http://7informatica.com/loja/>. 2010.

em: <http://7informatica.com/loja/>. 2010. Figura 14: Memória secundária – disco rígido. Fonte:

Figura 14: Memória secundária – disco rígido.

Fonte: Disponível em: <http://todoespacoonline.com/post.php?id=738>. 2010.

Figura 15: Memória secundária – CDs. Fonte: Disponível em: <http://www.lexxa.com.br/ecommerce.aspx>. 2010.

Figura 15: Memória secundária – CDs.

Fonte: Disponível em: <http://www.lexxa.com.br/ecommerce.aspx>. 2010.

Memória primária ou memória central pode ser RAM (Figura 16) ou ROM. A primeira, armazena os dados temporariamente, essa memória é volátil, , ou seja, o conteúdo é perdido com o desligamento do computador. Já a segunda é não volátil. Desse modo, o conteúdo é mantido mesmo após o desligamento do computador. Esse tipo de memória é definido pelo fabri- cante da máquina e pode ser lido ou usado pela CPU para fins específicos do equipamento.

ou usado pela CPU para fins específicos do equipamento. Figura 16: Memória primária – memória RAM.

Figura 16: Memória primária – memória RAM.

Fonte: Disponível em: <http://www.ferapositivo.com.br/dicas/como-colocar-mais-de-4gb-no- windows/>. 2010.

A memória ROM ou ROM-BIOS (Read-Only Memory Basic Input/Ou- tput System – Sistema Básico de Entrada/Saída em Memória Somente de Lei- tura), conforme apresentada na Figura 17, é um grupo de programas residen- te no computador e é responsável por realizar operações de controle e de supervisão nos processos de nível mais básico da máquina. Fundamentalmente, o ROM-BIOS é um tradutor entre o hardware e os softwares executados nos computadores. Os softwares armazenados per- manentemente nos circuitos de ROM recebem o nome de firmware.

nos circuitos de ROM recebem o nome de firmware. Firmware é o conjunto de instruções operacionais

Firmware é o conjunto de instruções operacionais programadas diretamente no hardware, ou seja, nos circuitos dos equipamentos eletrônicos.

ou seja, nos circuitos dos equipamentos eletrônicos. Figura 17: Memória primária – memória ROM-BIOS. Fonte:

Figura 17: Memória primária – memória ROM-BIOS.

Fonte: Disponível em: <http://www.clubedohardware.com.br/dicionario/termo/94>. 2010.

2.3.3.1 Capacidade de armazenamento da memória

As memórias têm capacidades de armazenamento medidas em Ki- lobytes. Essa capacidade de armazenamento é que define a quantidade de informações que podem ser guardadas ou trabalhadas simultaneamente no computador. Isso quer dizer que, quanto mais bytes a memória tiver, mais informações poderão ser armazenadas. Um byte equivale a 8 bits. As demais medidas são múltiplas de 1024, ou seja, múltiplos de 210 (dois na base 10). Observem, na Tabela 2, as unidades de medida baseadas em bytes.

Tabela 2 - Unidades de medidas das memórias

Unidade de medida

Equivalência

1 byte

 

8 bits

1 kilobyte

(KB)

1024 bytes

1 megabyte (MB)

1024

kilobytes

1 gigabyte

(GB)

1024 megabytes

1 terabytes (TB)

1024

gigabytes

1 petabyte (PB)

1024

terabytes

Fonte: Própria, 2010.

1024 megabytes 1 terabytes (TB) 1024 gigabytes 1 petabyte (PB) 1024 terabytes Fonte: Própria, 2010.

2.3.4 Processador

O processador é considerado um dos principais componentes do

computador, pois ele é responsável por executar todas as operações. O pro- cessador precisa do auxílio dos dispositivos de entrada, de saída e de ar- mazenamento para receber os dados do usuário, processá-los e retornar os resultados. Todos os procedimentos realizados pelo computador são proces- sados por ele.

O processador (Figura 18) ou CPU é composto por um conjunto de

circuitos eletrônicos que manipula os dados de entrada, transformando-os em informação. Na verdade, o processador é responsável por executar ins- truções específicas do computador para possibilitar a resolução dos proble- mas a ele especificados ou atribuídos.

dos proble - mas a ele especificados ou atribuídos. CPU - Central Processing Unit (ou UCP

CPU - Central Processing Unit (ou UCP - Unidade Central de Processamento) - é responsável por comandar periféricos através de comandos específicos da máquina.

periféricos através de comandos específicos da máquina. Figura 18: Processadores. Fonte: Disponível em:

Figura 18: Processadores.

Fonte: Disponível em: <http://www.publival.pt/loja/index.php?cPath=489_26>. 2010.

Os processadores possuem relógios (clocks) de sistemas que produ- zem pulsos, definindo taxas fixas para a sincronização das operações execu- tadas pelo computador. Esse relógio de sistema é um chip distinto para essa função, não tendo relação com o relógio da máquina. Cada modelo de processador trabalha com conjuntos específicos de instruções, como adicionar e mover. Essas instruções são armazenadas na memória e localizadas através do endereçamento de memória.

2.4 Barramento

Para que os componentes contidos na máquina interajam, é neces- sário fazer uma conexão entre eles; para isso, utilizamos os barramentos. Desse modo, podemos definir os barramentos como sendo uma via interna de tráfego responsável por transmitir sinais elétricos entre os diversos compo- nentes do computador. Esses barramentos são classificados como barramen- tos de sistemas e barramentos de expansão.

2.4.1 Barramento de sistema

Os barramentos de sistema geralmente são revestidos de cobre so-

bre a superfície da placa-mãe, transportando dados entre a CPU e as me- mórias. A quantidade de bits transmitidos simultaneamente por esses barra- mentos são definidos pela largura de barramento.

A largura de barramento depende do projeto da CPU, que pode

permitir maior quantidade de dados a serem transmitidos simultaneamente, números maiores de endereçamento de memória e maior número de instru-

ções trabalhadas.

O barramento, afeta o desempenho do sistema. Quanto maior a

largura de barramento, mais rápida é a transmissão dos dados através do

sistema.

Placa-mãe ou placa principal de circuito impresso é composta por um conjunto de chips e conexões que centralizam as atividades do computa- dor, vinculando componentes como o processador e as memórias.

2.4.2 Barramento de expansão

Barramentos de expansão ou placas de extensão, geralmente, são conectados a slots (encaixe) de expansão na placa-mãe. Também são co- nhecidos como cartões de interface ou cartões adaptadores, que podem ser conectados aos slots ou em conectores externos (portas). As portas podem ser seriais ou paralelas; a primeira transmite dados utilizando um bit por vez. Já a segunda transmite grupos de bits em conjunto. A Figura 19 apresenta uma placa-mãe com quatro slots de memória, sendo que apenas um está ocupado. Isso permitiria que outros três dispositi- vos de memória pudessem ser incorporados ao hardware.

Figura 19: Slots de memória. Fonte: Disponível em: <http://www.coltec.ufmg.br/~helena/word_1/boot.html>. 2010.

Figura 19: Slots de memória.

Fonte: Disponível em: <http://www.coltec.ufmg.br/~helena/word_1/boot.html>. 2010.

Os mais comuns barramentos de expansão são os apresentados a seguir. 1) Barramento ISA (Industry Standard Architecture), apresentado na Figura 20, é o mais antigo barramento de expansão. Utiliza 8 ou 16 bits e é utilizado para dispositivos mais lentos, como o mouse e o modem.

para dispositivos mais lentos, como o mouse e o modem. Figura 20: Slot ISA. Fonte: Disponível

Figura 20: Slot ISA.

Fonte: Disponível em: <http://www.oficinadanet.com.br/artigo/834/barramentos>. 2010.

2) Barramento PCI (Peripheral Component Interconect), apresenta- do na Figura 21, é usado para conectar dispositivos de alta velocidade, como discos rígidos e placas de rede.

de alta velocidade, como discos rígidos e placas de rede. Figura 21: Slot PCI. Fonte: Disponível

Figura 21: Slot PCI.

Fonte: Disponível em: <http://www.gdhpress.com.br/hmc/leia/index.php?p=cap4-6>. 2010.

3) Barramento AGP (Accelerated Graphics Port), mostrado na Figura 22, possui função principal de melhorar o desempenho do vídeo, pois não interfere em outros dispositivos, apenas estabelece conexão individual entre a memória e a placa gráfica AGP.

individual entre a memória e a placa gráfica AGP. Figura 22: Barramento AGP. Fonte: Disponível em:

Figura 22: Barramento AGP.

Fonte: Disponível em: <http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/jorgeasantos/ montagemconfiguracaopc012.asp>. 2010.

4) Barramento USB (universal Serial Bus), ilustrado na Figura 23, é um barramento de expansão externo. Os dispositivos que utilizam esse barramento podem estar interligados em série, eliminando a necessidade de placas de expansão. Podem ser conectados ou desconectados a qualquer instante, sem a necessidade de desligar o computador.

instante, sem a necessidade de desligar o computador. Figura 23: Barramento USB. Fonte: Disponível em:

Figura 23: Barramento USB.

Fonte: Disponível em: <http://pontuakinet.blogspot.com/2008/11/padro-usb-de-conexo-chega- verso-30-e.html>. 2010.

Resumo

Nesta aula, você aprendeu que:

os sistemas computacionais são divididos em subsistemas que visam trabalhar de maneira independente e interconectados para garantir o funcionamento do computador e os problemas a ele impostos;

hardwares são os elementos físicos do computador;

softwares são os arquivos lógicos, também chamados de progra- mas;

os hardwares são divididos em dispositivos de entrada, de saída

e

de armazenamento;

os dispositivos de armazenamento possuem regras de endere- çamento que facilitam a localização dos espaços de memória dentro do dispositivo;

o

processador ou CPU é um conjunto de circuitos eletrônicos res-

ponsável por comandar periféricos através de comandos especí- ficos da máquina, manipulando os dados e gerando informação;

barramentos transmitem sinais elétricos entre os diversos com- ponentes do computador;

os barramentos são divididos em barramentos de sistema e bar- ramento de expansão.

Atividades de aprendizagem

1)

O que é um sistema computacional e por que ele se utiliza de subsistemas?

2)

Cite exemplos de softwares aplicativos e as suas aplicações.

3)

Qual a diferença entre memória primária e memória secundária? Cite

exemplos.

4)

Qual a diferença entre software gratuito e de código aberto?

5)

Quais os sistemas operacionais que você conhece?

6)

Se considerarmos 6144 GB (gigabytes), qual será a sua equivalência em TB

(terabytes)?

7) Crie um esquema de endereçamento de memória para um computador

que usa palavras de 16 bytes.

8) O que é a ROM-BIOS e qual a sua importância?

9) O que é um barramento? E como eles são classificados?

10) Cite exemplos de:

a) cinco dispositivos de entrada;

b) quatro dispositivos de saída;

c) três dispositivos de armazenamento.

AULA 1

Computadores e linguagens de programação

3.1 Os computadores e o desenvolvimento de algoritmos e sistemas

Os computadores foram criados com o objetivo de auxiliar o usuário em seus trabalhos, diminuindo esforços e economizando tempo. O compu- tador é capaz de executar várias tarefas, mas não tem iniciativa própria e necessita de instruções detalhadas para que possa executá-las. Essas instru- ções são os algoritmos.

Os algoritmos são as instruções detalhadas passo a passo, mas não é uma linguagem entendida pelo computador. Para que esse entendimento seja possível, os algoritmos são convertidos em linguagens de programação e transformados em programas.

em linguagens de programação e transformados em programas. Segundo ASCENCIO (2007), um programa é a codificação

Segundo ASCENCIO (2007), um programa é a codificação de um algoritmo em uma determinada linguagem de programação.

Ao desenvolver um software, deve-se escrevê-lo em uma linguagem que tanto o computador quanto o desenvolvedor entendam. Essa linguagem é chamada de linguagem de programação.

Para desenvolver o software, é necessário passar por três etapas básicas: análise, algoritmo e codificação.

• Fase de análise: estuda o enunciado do problema para definir os dados de entrada, o processamento e os dados de saída.

• Elaboração do algoritmo: utiliza ferramentas específicas para descrever o problema e as suas possíveis soluções.

• Codificação: é a transformação do algoritmo em códigos pela linguagem de programação escolhida pelo desenvolvedor.

Para HOLLOWAY (2006), aprender a projetar e implementar algoritmos aperfeiçoará a sua habilidade em pensamentos

Para HOLLOWAY (2006), aprender a projetar e implementar algoritmos aperfeiçoará a sua habilidade em pensamentos lógicos; isto lhe dará uma base para avaliar os resultados e simulações realizados por computador (

3.2 Algoritmos

Há três tipos de algoritmos: descrição narrativa, fluxograma e pseu- docódigo. Descrição narrativa é um método algorítmico baseado na análise do enunciado do problema e na sua escrita, utilizando linguagem natural

(ou seja, seu próprio idioma). Aqui, são definidos os passos a serem seguidos para a resolução de um determinado problema.

O fluxograma utiliza-se de símbolos gráficos pré-definidos, permi-

tindo decidir os passos a serem seguidos para a resolução do problema.

O pseudocódigo ou portugol utiliza-se de regras pré-definidas para

a resolução do problema. Para exemplificar os tipos de algoritmos, temos o seguinte enuncia- do: crie um algoritmo que imprima a soma de dois números.

Resolução em descrição narrativa:

Passo 1: ler dois números. Passo 2: somar os dois números. Passo 3: imprimir a soma.

Resolução em fluxograma:

Passo 1: ler dois números. Passo 2: somar os dois números. Passo 3: imprimir a soma.

Resolução em português estruturado:

Início. Declare. Numérico: número1, número2, soma. Leia: número1, número2. Soma: número1 + número2. Imprima: soma. Fim_algoritmo.

As três resoluções referem-se ao mesmo enunciado. Todas resolvem

o mesmo problema utilizando estruturas algorítmicas distintas. A estrutura algorítmica mais utilizada é o português estruturado, pois a sua estrutura é muito semelhante à estrutura de algumas linguagens, como a Pascal e a C. Para criarmos um algoritmo, é necessário definir variáveis. Essas variáveis nada mais são do que a definição de um espaço de memória onde serão gravados e manipulados os dados trabalhados no algoritmo. Voltemos ao algoritmo feito em pseudocódigo ou portugol.

Início Declare Numérico Numero1, Numero2, Soma; Leia Numero1, Numero2; Soma Numero1 + Numero2; Imprima Soma; Fim_algoritmo.

Observe que temos várias instruções indicando o que deve ser fei- to: declare, leia e imprima. Porém, temos alguns elementos que não são ins- truções, que são as variáveis. São esses elementos que receberão os dados inseridos pelo usuário e guardarão os resultados da operação. O algoritmo, aqui exemplificado, imprime a soma de dois números. Imagine que o usuário digite 3 e 4, de modo que o resultado seja 7. Como

o computador saberá quais números ler? E onde essa soma será calculada? Você se lembra de quando estudamos os dispositivos de entrada, saída e armazenamento? Então, o usuário digitará os dados por meio de um dispositivo de entrada. Esses dados serão guardados nos dispositivos de ar- mazenamento para serem processados, e retornam o resultado utilizando-se dos dispositivos de saída. Então, fica fácil; se preciso armazenar esses dados, temporaria- mente ou de forma permanente, precisarei de memória (dispositivo de ar- mazenamento). Sendo assim, darei nomes àqueles espaços de memória que serão utilizados pelo meu algoritmo e, sempre que precisar daquele dado, saberei onde ele está, independentemente do valor armazenado nele.

Se somaremos 3 e 4 para obter 7, precisaremos declarar três vari -

áveis.

Declare Numérico Numero1, Numero2, Soma;

Desse modo, o primeiro número digitado será armazenado na vari- ável Numero1, o segundo será armazenado na variável Numero2 e, por fim, o cálculo da soma será armazenado na variável Soma. Se o nosso algoritmo pretendesse encontrar o resultado da expres-

são X=((N+K)*Y)/2, precisaríamos de quatro variáveis para armazenar N, K,

Y e X.

Se precisássemos calcular a média aritmética de três números, po- deríamos montar a expressão Media=(Num1+Num2+Num3)/3. Então, declara- ríamos quatro variáveis: Media, Num1, Num2 e Num3. Essas variáveis deveriam ter um tipo, ou seja, a que esse dado se refere. É um texto? É um número? É uma condição? Por isso, antes de decla- rar as variáveis, informamos que elas eram do tipo numérico.

3.3 Linguagem de programação

Linguagem de programação nada mais é do que a codificação dos algoritmos de modo que a máquina entenda aquilo que foi especificado pelo programador. Formalmente, pode-se definir linguagem de programação como um conjunto de termos (vocabulários) e regras (sintaxe) que permite a formulação de instruções ao computador. São muitas as linguagens de programação, dentre elas, podemos

citar: Pascal, C, C++, Delphi e Java. As linguagens de programação são classificadas segundo o seu modo estrutural. Essas estruturas foram surgindo a partir dos avanços tecnológicos

e da necessidade de linguagens mais robustas e adequadas a determinados

tipos de utilização. A classificação delas pode ser: linguagem de baixo nível, linguagem não-estruturada, linguagem estruturada, linguagem procedural, linguagem funcional, linguagem orientada a objetos, linguagem específica, linguagem visual ou de quarta geração.

3.3.1 Linguagens de baixo nível

São linguagens que possuem instruções muito próximas dos códigos

de máquina. A quantidade e tipos de instruções correspondentes a essa lin- guagem variam de acordo com o processador, ou seja, a sua estruturação e

a quantidade de linhas e comandos estarão diretamente vinculadas ao har-

dware que a executará. Um exemplo desse tipo de linguagem é o Assembly.

3.3.2 Linguagens não-estruturadas

As linguagens não-estruturadas não estão vinculadas a um proces- sador, como no caso das linguagens de baixo nível; isso garante maior fle- xibilidade no seu uso. A forma em que seus termos são escritos é genérica, podendo ser utilizada em diferentes plataformas sem alteração da sintaxe. São linguagens não-estruturadas o Cobol e o Basic.

3.3.3 Linguagens procedurais

Essas linguagens possuem estrutura de controle, organizando de forma mais eficiente e clara a sintaxe de um programa. Essa sintaxe é defi- nida por meio de espaçamentos específicos e por outras regras particulares das linguagens, tornando o seu entendimento e a sua manipulação mais fáceis para os desenvolvedores. A exemplo dessas linguagens, pode-se citar:

Pascal, C, Fortran, Ada, Modula2 e Modula3.

3.3.4 Linguagens funcionais

Esse tipo de programação tem, como forma funcional, não apenas a estruturação de comandos ou das regras de linguagem. Seu objetivo prin- cipal é a avaliação de expressões formadas com a utilização de funções que procuram combinar valores básicos, e não simplesmente executar comandos, como as linguagens estruturadas. Exemplos: Prolog, Lisp e Scheme.

3.3.5 Linguagens orientadas a objetos

A programação orientada a objetos baseia-se em princípios da pro- gramação estruturada combinados a novos conceitos, que permitem que os programas sejam decompostos em subgrupos ou subprogramas inter-relacio- nados; esses subgrupos são chamados de objetos. Estes podem ser imple- mentados individualmente e incorporados ou retirados de um sistema maior sempre que necessário.

3.3.6 Linguagens específicas

São aquelas implementadas para atividades específicas, como a SQL (Structure Query Language), utilizada em bancos de dados, e o Matlab, para simulações matemáticas.

3.3.7 Linguagens de quarta geração ou visuais

São linguagens desenvolvidas especificamente para os novos siste- mas operacionais dotados de interface gráfica, como o Windows Xp, Windows

7 e Umbuntu. Esses sistemas operacionais são robustos e apresentam aos usuários telas amigáveis e interativas. As linguagens evoluíram junto com os sistemas operacionais para poder atender a esses recursos gráficos, intera- tivos, e também a outras necessidades mais especificas, como as aplicações de rede e as conexões aos bancos de dados.

AULA 1

Alfabetização Digital

Instruções e modos de endere -

çamento de memória

4.1 A memória

Como visto na Aula 2, o computador utiliza-se de dispositivos de armazenamento para guardar seus dados e informações. Mas não podemos guardar essas informações de forma aleatória e sem organização. Para isso, utilizamos os endereçamentos de memória.

A memória fornece à CPU um espaço para o armazenamento e a manipulação de dados e programas. A característica principal da memória é que ela permite que a CPU acesse e manipule as instruções e os dados de forma rápida e eficiente. Isso se dá por meio dos endereçamentos de me- mória.

Esse endereçamento pode ser comparado aos nossos endereços de correspondência. Servem para facilitar a localização de um determinado ob- jeto ou imóvel. Imagine localizar uma casa, em uma cidade de 300 mil ha- bitantes, sem ter em mãos o endereço correto? Quanto tempo você levaria para localizá-la? Por isso, é importante o endereçamento. Um dado armaze- nado na memória do computador também fica mais fácil de ser encontrado quando se define o endereço de armazenamento.

4.2 Endereçamento de memória

Cada posição da memória é constituída por um grupo de oito ele- mentos. Cada uma delas é numerada, sempre iniciando em zero.

Os endereços são permanentes e já vêm definidos de fábrica, não podendo ser modificados pelo programador. Quando o computador usa pala- vras de 4 bytes, os endereços serão: 0-4-8-12-16-20, e assim sucessivamente. Ou seja, cada bloco terá 4 bytes. Para melhor entendimento, observe o es- quema apresentado na Figura 24.

Figura 24: Blocos de endereçamento. Fonte: Adaptado de Velloso(2004), 2010. O endereçamento tem o objetivo

Figura 24: Blocos de endereçamento.

Fonte: Adaptado de Velloso(2004), 2010.

O endereçamento tem o objetivo de criar uma estrutura para a

organização do funcionamento do computador, de modo que os dados arma- zenados nos blocos de memória possam ser alterados, mas o endereçamento deles não. Capron e Johnson (2004) comparam o endereçamento de memória com as caixas postais na entrada de apartamentos. Os endereços permane- cem os mesmos, mas o conteúdo delas pode mudar.

permane- cem os mesmos, mas o conteúdo delas pode mudar. Memória virtual é a técnica utilizada

Memória virtual é a técnica utilizada pela memória principal e auxiliar para otimizar a utilização dos sistemas.

4.3 Memória virtual

Memória virtual é a técnica que visa melhorar os recursos do sis-

tema, especialmente da CPU e da memória principal. Velloso (2004) define memória virtual como endereços virtuais mapeados em endereços reais. Isso ocorre quando o conjunto de endereços da memória principal, disponíveis para um ou mais programas, passa a ser maior do que a capacidade real de endereçamento nessa memória.

O espaço de endereço virtual é dividido em unidades chamadas

páginas, e as unidades correspondentes a elas, na memória física, são ca- madas de memória principal. As páginas e a memória principal devem ter o mesmo tamanho. Mas, para que possamos manipular essa memória virtual, é necessário um terceiro dispositivo, o dispositivo de acesso direto ou memória auxiliar, conforme apresentado na Figura 25.

ou memória auxiliar, conforme apresentado na Figura 25. Figura 25: Acesso à memória virtual. Fonte: FEDELI;

Figura 25: Acesso à memória virtual.

Fonte: FEDELI; Ricardo Daniel. Introdução à Ciência da Computação, 2003.

O trânsito de páginas e a conversão dos seus respectivos endereços

virtuais em reais são feitas por meio da tradução dinâmica de endereços (DAT – Dynamic Addess Tranlation). Quando não é possível reconhecer o endereço virtual na memória

principal, a DAT guarda o endereço virtual na memória auxiliar, até encon- trar na memória principal uma página disponível para alocar esse endereço. Depois disso, o endereço real é liberado para ser preenchido pela página requisitada.

A maior parte dos programas será armazenada na memória auxiliar,

mesmo durante a sua execução. Na memória principal, estarão apenas as instruções e os dados que estão sendo executados naquele momento. Os programas são executados por meio de endereçamento virtual, independentemente de suas posições físicas. A DAT tem a responsabilidade de identificar esse endereço virtual e guardá-lo na memória principal. Isso é feito através de tabelas executadas pela DAT. Essa operação é chamada de paginação de demanda. Vale ressaltar que a performance do sistema de paginação está di- retamente ligada aos fabricantes de computadores e aos modelos de dispo- sitivos escolhidos.

de computadores e aos modelos de dispo- sitivos escolhidos. Vale lembrar que a memória principal sempre

Vale lembrar que a memória principal sempre se reporta à CPU, e as instruções executadas pela CPU estão gravadas na memória principal. Já a memória auxiliar refere- se aos dispositivos de acesso direto, sendo utilizados para guardar informações que não são necessárias para o uso imediato. Os programas armazenados na memória auxiliar somente poderão ser processados se chamados para a memória principal antes de qualquer outra providência.

4.3.1 Paginação

A técnica de paginação é um método de criação de endereços vir-

tuais, mesmo em computadores sem memória virtual. Ao utilizar a memória virtual, utiliza-se a unidade de gerenciamento de memória (MMU – Memory Management Unit), que é composta por um chip ou por um conjunto de chips responsável por mapear os endereços virtuais para os endereços de memória físicos, como pode ser observado na Figura 26.

de memória físicos, como pode ser observado na Figura 26. Figura 26: Unidade de gerenciamento de

Figura 26: Unidade de gerenciamento de memória.

Fonte: Adaptado de Tanenbaum, 2000.

O espaço de endereço virtual é dividido em unidades chamadas páginas, e as unidades correspondentes a elas na memória física são cama- das de molduras de página. As páginas e as molduras de página devem ter o mesmo tamanho. Quando não há mapeamento de página, ocorre uma interrupção (como visto na Figura 27). Essas interrupções são chamadas falhas de pá- ginas. Caso isso ocorra, o sistema operacional seleciona uma moldura de página pouco utilizada para gravar o seu conteúdo no disco e a instrução interrompida é reiniciada.

no disco e a instrução interrompida é reiniciada. Figura 27: Mapeamento de página. Fonte: TANEMBAUM; Andrew,

Figura 27: Mapeamento de página.

Fonte: TANEMBAUM; Andrew, Sistemas Operacionais Modernos, 2003.

Paginação é a movimentação de blocos de tamanhos constantes entre a memória principal e a auxiliar.

4.3.2 Tabela de endereços virtuais

A tabela de endereços virtuais e as tabelas de segmentos de página são mantidas pelo sistema operacional na memória principal e são usadas pelo hardware para traduzir endereços virtuais referenciados nos endereços reais.

As tabelas são criadas por um programa responsável por instituir os designadores de segmento e de página, identificando, assim, o endereço virtual. As entradas de endereçamento possuem 8 bits, sempre os primei- ros, expressando símbolos que indicam a condição da página: está reservada ou não, está gravada na memória principal ou não, está sendo acessada ou transcrita, entre outras ações referentes ao endereçamento de memória. O processo de tradução é feito pelo hardware através de recursos lógicos. Esse processo requer aproximadamente quatro ciclos de memória para gerar um endereço real. A Figura 30 apresenta o processo de tradução.

real. A Figura 30 apresenta o processo de tradução. Figura 28: Tabelas de endereçamento. Fonte: FEDELI;

Figura 28: Tabelas de endereçamento.

Fonte: FEDELI; Ricardo Daniel, Introdução à Ciência da Computação, 2003.

Ao iniciar o processo de tradução, há uma pesquisa nas tabelas procurando obter o endereço-base na tabela de segmento. O endereço-base é inserido nos bits reservados aos segmentos virtuais, preenchendo, assim, a entrada da tabela de segmento, que contém o endereço-base na tabela de páginas.

Assim que o endereço é localizado, é gerada uma interrupção, pos- sibilitando a paginação.

4.3.3 Memória cache

A memória cache tem a função de identificar e armazenar quais

posições de memória são mais solicitadas pelo processador. Ela pode ser in- terposta entre o processador e a memória principal ou inserida diretamente no processador.

A cache contém um subconjunto de posições equivalente à me-

mória principal; pode ser obtida através de índice de bloco, mapeamento associativo ou mapeamento de conjunto.

4.3.4 Tempo de acesso e ciclo de memória

Neste item, será apresentado o tempo necessário para que um sistema de computador seja capaz de localizar uma posição de memória e transferir informações para esse endereço. A fórmula para calcular esse tempo é:

para esse endereço. A fórmula para calcular esse tempo é: O ciclo de memória é o

O ciclo de memória é o intervalo mínimo entre dois acessos sucessivos à memória.

T ac = T loc

+ T tr

O tempo de latência ou de localização (Tloc) deve ser utilizado

apenas para as memórias secundárias, sendo desprezível para a memória principal.

O tempo de transferência (Ttr) varia de acordo com a natureza da

operação a ser processada, que é múltipla de um valor básico, chamado de ciclo de memória; este tem valor especifico, de acordo com o equipamento.

AULA 1

Alfabetização Digital

Caracterização das interfaces

paralelas e seriais

Objetivos

Caro aluno! Seja bem-vindo à quinta aula de Arquitetura de Com- putadores. Nesta aula, estudaremos o modo como os dispositivos de entrada, de saída e de armazenamento compartilham dados para que as tarefas dese- jadas sejam executadas de forma satisfatória pelo computador.

5.1 Interfaces de transmissão

Como visto na aula 2, o computador contém dispositivos que per- mitem a interação do usuário com a máquina. São os dispositivos de entrada e os dispositivos de saída. Esses dispositivos transmitem os dados por meio de interfaces distintas, paralelas ou seriais. O tipo de interface é que define como os dados serão transmitidos. Esses dados são transmitidos como bits. Observe a Figura 29; ela apresenta os modelos de portas de inter- face serial e paralela.

os modelos de portas de inter- face serial e paralela. Figura 29: Portas seriais e paralelas.

Figura 29: Portas seriais e paralelas.

Fonte: Disponível em: <http://www.laercio.com.br/cursos_web/MONTAGEM-2001/mont-06/hard- 055.jpg>, 2011.

5.2 Interface serial

A interface serial transmite os dados em série, ou seja, bit por bit, um a um, isto é, um após o outro até que o dado seja completamente transmi- tido. A implementação dessa interface é barata, uma vez que a remontagem

dos dados transmitidos ocorre de forma comparativa. Observe a Figura 30; ela mostra como os bits são remontados. Eles são agrupados de 8 em 8, re- constituindo os bytes originais. Isso faz com que o controle e a remontagem serial sejam mais simples e mais baratos do que a paralela.

serial sejam mais simples e mais baratos do que a paralela. Figura 30: Interface serial. Fonte:

Figura 30: Interface serial.

Fonte: Disponível em: <http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/rmano/interfac.html>. 2011.

Todos os bits são transferidos por intermédio do mesmo meio físico, fazendo com que haja uma transmissão mais lenta. Outro problema é que, se houver qualquer anomalia, todos os bits serão igualmente afetados.

qualquer anomalia, todos os bits serão igualmente afetados. Figura 31: Mouse serial. Fonte: Disponível em:

Figura 31: Mouse serial.

Fonte: Disponível em: <http://liquidationonly.com/5507/serial6.JPG>. 2010.

A Figura 31 apresenta uma das aplicações da interface serial; por

ser um processo de transmissão lento, não é indicado para dispositivos mais rápidos. Deve ser utilizado apenas em periféricos lentos, como teclados, mouses e modems.

A transmissão serial possui apenas duas linhas para o envio de men-

sagem, sendo uma delas reservada à referência (ground) e outra reservada à linha de sinal. Isso faz com que os bits sejam transmitidos individualmente, um por vez, dependendo, assim, de um protocolo entre transmissor e recep- tor. Essa transmissão pode ser síncrona ou assíncrona, como visto a seguir.

5.2.1 Transmissão serial assíncrona

Na transmissão serial assíncrona, enviam-se os bytes um a um, utili- zando-se de caracteres especiais que marcam o início e o fim do byte, como se observa na Figura 32.

o início e o fim do byte, como se observa na Figura 32. Figura 32: Transmissão

Figura 32: Transmissão serial assíncrona.

Fonte: Própria, 2011.

O bit inicial, ou bit star”, é a referência de que os próximos bits serão os dados a serem transmitidos. Um bit final, ou bit stop, identifica o término da transmissão do byte. Essa transmissão tem como característica bits adicionais para cada byte enviado para que haja reconhecimento correto dos dados transmitidos. Nessa aplicação, utilizamos conceitos de paridade. Isso significa que, ao en- viar 8 bits de dados, pode-se utilizar 10 bits para a paridade desligada e 11 bits para a paridade ligada. A paridade objetiva detectar erros no byte.

5.2.2 Transmissão serial síncrona

Na transmissão serial síncrona, os bits de dados são enviados em forma de blocos. Não há bits start nem stop. Podemos visualizar essa trans- missão observando a Figura 33.

visualizar essa trans- missão observando a Figura 33. Figura 33: Transmissão serial síncrona. Fonte: Própria,

Figura 33: Transmissão serial síncrona.

Fonte: Própria, 2011.

O bloco sincronizador é responsável por identificar que a transmis- são dos dados poderá ser iniciada. O bloco de dados é o conjunto de bits a ser transmitido; esses bits têm, anexados a eles, cabeçalhos. Por fim, o BCC identifica o final da mensagem, verificando se houve ou não a ocorrência de erros durante a transmissão. Algumas das vantagens da transmissão serial síncrona: garantia de uma maior eficiência de transmissão, maior segurança na sincronização, me- lhores métodos de detecção de erros e maior velocidade de transmissão. Por outro lado, tem o custo alto e apresenta maior índice de erros de sincroni- zação ou transmissão.

5.3 Interface paralela

A interface paralela transmite os bits em blocos, ou seja, vários bits ao mesmo tempo. A Figura 34 mostra um exemplo de cabo paralelo para impressora.

34 mostra um exemplo de cabo paralelo para impressora. Figura 34: Cabo paralelo de impressora. Fonte:

Figura 34: Cabo paralelo de impressora.

Fonte: Disponível em: <http://www.gebecom.com.br/images/cabo%20paralelo%20im

jpg>. 2010.

O processo de transferência na interface paralela é mais complexo do que na serial. Isto o torna mais caro. A propagação dos sinais no meio físi- co, ou seja, a conexão entre o dispositivo e a interface deve permitir que os bits correspondentes a cada byte cheguem simultaneamente à extremidade oposta do cabo, onde então serão reagrupados em bytes. Observe a Figura 35; ela representa a transferência de dados por meio da interface paralela.

a transferência de dados por meio da interface paralela. Figura 35: Interface paralela. Fonte: Disponível em:

Figura 35: Interface paralela.

Fonte: Disponível em: <http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/rmano/interfac.html> 2010.

Esse tipo de interface pode sofrer diferenciação na velocidade de propagação de acordo com os meios físicos que transmitirão os dados. Há fios que conduzem sinais de forma rápida e outros de forma lenta. Isso pode causar problemas na transmissão, como bits fora de ordem, o que corrom-

peria a informação. A solução para isso é limitar o tamanho do cabo. Até 1,5 metros de comprimento, o tempo de perda (throughput) não comprometeria

a transmissão dos dados. Geralmente, a interface paralela é utilizada em aplicações que de-

mandam taxas altas de transferência, como os discos rígidos, as impressoras

e os drives de CD e DVD.

A transmissão serial utiliza uma estrutura de 10 linhas para poder executar a transmissão dos dados; oito linhas são reservadas para a trans- missão dos dados, uma linha para cada bit, isto porque oito bits equivalem

a um byte. Uma linha é reservada para as instruções de referência, são as

grounds. Por fim, mais uma linha: strobe (STB). O strob é responsável por identificar e validar a tensão correta (1 ou 0) de todas as linhas, permitindo que o receptor leia as informações transmitidas. Por necessitar de grande quantidade de linhas, a transmissão torna-se onerosa, mas rápida, pois pos- sibilita a transmissão do byte de uma só vez e por completo.

5.4 Comparativo entre interface serial e paralela

Ao comparar as interfaces paralelas e seriais, podemos observar que elas têm aplicações distintas, sendo utilizadas de acordo com a neces- sidade de cada dispositivo. Para comunicações de alta velocidade, com dis- tância curta, deve-se utilizar a interface paralela. Já para distâncias longas, com velocidade menor, utiliza-se de interface serial. Observe alguns itens apresentados na Tabela 3.

Tabela 3: Tabela comparativa de transmissão serial e paralela

 

Serial

Paralela

Tipo de Dados

Dados simples

Dados complexos

Comunicação

Utiliza apenas um canal de comunicação

Utiliza mais de um canal de comunicação

Velocidade de transmis- são

Menor velocidade de transmissão

Maior velocidade de transmissão

Fonte: Própria (2010)

Esta tabela comparativa não tem o objetivo de qualificar uma trans- missão como melhor do que a outra, e sim apresentar, de forma resumida, a diferença entre elas. É esse comparativo que nos permite identificar qual delas é mais adequada para cada tipo de dispositivo.

AULA 1

Alfabetização Digital

Caracterização de arquiteturas

RISC e CISC

6.1 Arquitetura RISC

Inicialmente, o conceito da arquitetura RISC (Reduced Instruction Set Computer) era utilizar um conjunto reduzido de instruções de linguagem de máquina. Porém, os primeiros processadores necessitavam de programa- dores altamente especializados para escrever os programas, uma vez que era necessário conhecer o processador e escrever códigos em linguagem de máquina pura.

Por essa razão, os projetistas de hardware desenvolveram a técnica de microprogramação, ou seja, foi possível introduzir funções específicas diretamente no hardware. Os processadores passaram a utilizar o número excessivo de funções, inviabilizando a utilização da microprogramação. Isso fez com que fosse criada a arquitetura CISC, capaz de trabalhar um conjunto de instruções complexas.

Com o passar do tempo, aumentou-se a velocidade da memória e a sua capacidade de armazenamento. Isso permitiu a utilização de softwares para substituir a microprogramação. Por outro lado, apresentou desvanta- gens, como problemas de cálculos em ponto flutuante e em execução de multiplicações.

A primeira máquina moderna a utilizar a arquitetura RISC foi o IBM

801, por volta de 1975. Em 1980, foram criados processadores com arquite- tura RISC, batizados como RISC I, RISC II e MIPS. Esses processadores foram testados e utilizados pela IBM e pela Sun Microsystems.

A arquitetura RISC favorece a utilização de um conjunto simples e

pequeno de instruções, além de alta velocidade de execução. Alguns dos pro-

cessadores modernos que utilizam essa arquitetura são: DEC Alpha, SPARC, MIPS e PowerPC. São usados também em videogames.

A arquitetura RISC possui as seguintes características:

conjunto de instruções reduzido e simples;

instruções regulares e em formato simples;

utiliza sempre registros para a sua execução;

modo simples de endereçamento de memória;

operação elementar por cclo de via de dados; e

utiliza princípios de pipeline.

A arquitetura RISC trabalha, ainda, com três princípios básicos: ci-

clo da via de dados, LOAD/STORE e pipeline. O ciclo da via dos dados é a uti- lização dos recursos e das instruções de máquina para aumentar o desempe- nho do processamento, fazendo bom uso dos dados. O ciclo de via dos dados depende de diversos recursos da CPU, como a memória cache, o gerenciador de memória e os coprocessadores de ponto flutuante. O LOAD/STORE é uma arquitetura responsável por referenciar a memória. O pipeline é a utilização de instruções baseada em ciclos, isto é, uma instrução só pode ser executada quando a anterior tiver sido finalizada. É a realização de tarefas por estágios.

6.2 Arquitetura CISC

No início da década de 1970, havia uma grande limitação nos com- putadores por causa dos processadores que não suportavam executar deter- minados softwares. O desenvolvedor tinha que ter domínio sobre as funções

do processador e desenvolver seus programas baseados nele, ou seja, escre- ver seus programas em linguagem de máquina pura; isso limitava as funcio- nalidades do software. Para que as instruções escritas em linguagem de alto nível pudes- sem ser convertidas em Assembly, necessitar-se-ia de compiladores mais fá- ceis de escrever. O que pouparia tempo e esforço para os programadores, reduzindo os custos com o desenvolvimento de softwares, e tornaria o códi- go mais compacto, economizando espaço na memória. Em razão disso, foi desenvolvida uma nova técnica pelos projetis- tas de hardware, a microprogramação, possibilitando que instruções sejam inseridas diretamente no hardware, permitindo, assim, que o programador do software não se preocupe com o equipamento e desenvolva aplicações independentes. Por outro lado, o excesso de microcódigos sobrecarregava os processadores, tornando-os mais lentos. Isso faz com que o processa- dor necessite de maior velocidade de processamento, e essa velocidade fica atrelada ao meio físico, ou seja, não há como aumentar a velocidade sem aumentar o tamanho do processador.

A arquitetura CISC (Complex Instruction Set Computer) tem como

alguns dos seus objetivos:

• simplificar a escrita dos compiladores;

reduzir os custos de desenvolvimento de software;

melhorar a semântica entre linguagens de programação e a má- quina;

melhorar a compactação do código;

facilitar a utilização de linguagem de alto nível; e

possibilitar a detecção e a correção de erros.

A arquitetura RISC fez parte de algumas das gerações anteriores de processadores, como os da família M680x0, da Motorola, e os da ix86, da Intel.

6.3 Comparativo entre as arquiteturas RISC e CISC

Não há como afirmar qual das duas arquiteturas é a melhor. Esse é um assunto que causa polêmica entre os desenvolvedores de softwares e os projetistas de hardware. Na década de 1980, a tendência era a utilização de processadores com instruções complexas, ou seja, o CISC. Entretanto, essa

ideia não agradava a todos e alguns fabricantes preferiram utilizar instruções simples, seguindo o padrão RISC . As duas arquiteturas são contrárias; a CISC utiliza estruturas com- plexas e a RISC executa apenas poucas instruções simples. Os processadores baseados na tecnologia RISC possuem poucos cir- cuitos internos, podendo receber frequências mais altas. Além disso, a baixa quantidade de instruções possibilita a otimização dos processos, resultando em melhor desempenho. Os processadores baseados na arquitetura CISC são capazes de executar diversas instruções distintas, porém poucas são recorrentes. Desse modo, várias instruções não são executadas ou são executadas poucas vezes.

É fato que algumas tarefas são mais bem executadas em CISC do que em

RISC, pois elas contêm mais instruções, possibilitando uma maior diversidade de recursos. Com isso, foram desenvolvidos os processadores híbridos, que

são criados em arquitetura CISC, mas utilizam recursos da arquitetura RISC.

O inverso também pode ocorrer.

Atualmente, a maior parte dos processadores é híbrida. Exemplos:

MIPS R10000, HP PA-8000 e os processadores da família x86 (Pentium II, Pen- tium III e AMD Athlon). Uma vantagem da arquitetura CISC é que muitas instruções são armazenadas no processador, facilitando o trabalho dos programadores. Já na arquitetura RISC, o programador tem disponível somente as instruções simples, sendo necessário combinar várias instruções para executar tarefas mais complexas. Os processadores CISC costumam utilizar modos de endereçamento

de memória para facilitar a tarefa dos compiladores. Isso facilita a execução dos mais diversos tipos de operação dos dados armazenados na memória. Como visto anteriormente, os processadores RISC utilizam dois ti- pos de instruções: LOAD/STORE, para acesso à memória, utilizando somente

o modo direto, e demais operações matemáticas do processador. Essas ins-

truções fazem com que o desenvolvimento do projeto e a implementação das instruções sejam simplificados, reduzindo os ciclos de via de dados. O pipelining é utilizado em larga escala na arquitetura RISC. Isso facilita a exe- cução das instruções referentes ao ciclo de via de dados. Outra comparação entre os processadores RISC e CISC é a de que os processadores RISC possuem instruções simples e tendem a consumir mais instruções em um programa do que os processadores CISC.

Pacote BrOffice

O BrOffice.org é uma versão brasileira do OpenOffice.org, traduzido, organizado e mantido por programadores brasileiros, preservando todas as características originais do OpenOffice.org. Além de gratuito, o BrOffice é também um “software livre”. Tal definição se aplica ao programa cujos usuários têm a liberdade de usá-lo com qualquer propósito; estudar seu funcionamento e adaptá-lo às suas necessidades; redistribuir cópias suas de modo a ajudar outras pessoas; e aperfeiçoá-lo e liberar seus aperfeiçoamentos para que toda a comunidade se beneficie. Foi justamente por ser um software livre que o BrOffice pôde ser traduzido do original em inglês para o nosso idioma, aqui mesmo no Brasil, por um grupo de técnicos que trabalharam voluntariamente, com a coordenação necessária para se garantir a qualidade exigida. Dentro desse mesmo espírito de liberdade e colaboração, este manual foi feito para poder ser compartilhado por todos, conforme os termos constantes da página anterior. O BrOffice.org é um pacote de escritório que reúne vários programas, dentre os quais destacamos:

Writer – Documento de Textos: Processador e Editor de Textos;

Calc – Planilha Eletrônica: Planilhas Eletrônicas;

Impress – Apresentação: Gerenciador de Apresentações;

Draw – Desenho: Criação e Edição de Desenhos Vetoriais;

Math – Fórmula: Construtor de Fórmulas Matemáticas;

Base – Banco de Dados: Construtor de Banco de Dados;

Documento HTML – Editor de Html: Construtor de Páginas para a Internet.

Muitas empresas estão adotando o BrOffice.org, pois o mesmo se enquadra em programas chamados Softwares Livres. Estes programas possuem licenças como a LGPL (General Public Licence – consulte www.softwarelivre.gov.br para maiores informações) e pode ser instalado em quantos computadores sejam necessários. A economia é bastante significativa, já que o líder de mercado, não possuindo esta licença, quase que obriga aos seus usuários adquirirem outras cópias do seu pacote ou licenças para dar o direito de quem compra usar em mais de um computador. Em várias outras partes do Brasil e do mundo, o BrOffice.org vem conquistando cada vez mais espaço. Seja nas empresas públicas, empresas privadas, Ong´s, governos de todo o mundo, todos comprovam que além de economicamente viável, o BrOffice.org é seguro e muito fácil de usar.

Convenção

Neste material irá ser adotada a seguinte convenção:

Quando Indicado

 

Fazer Isto

 

Clique no Menu Formato/Caractere –

Guia Fonte

Clicar na Barra de Menu na opção Formatar.

 

Levar

o

cursor

do

mouse

até

a

opção

Caractere e clicar. Na janela que surgirá,

clicar

na

aba

(guia)

Fonte.

Realizar

os

comandos descritos.

 

ou

pressione Ctrl + S

Localize e mantenha pressionada a tecla Ctrl (Control) em seu teclado e sem soltá-la, pressione tecla de letra “S”. Após isto, solte ambas as teclas. Você não precisará pressionar as duas ao mesmo tempo. Basta pressionar a primeira e sem soltar, pressionar a segunda.

As alterações mais comuns serão aplicadas em sua maioria, através dos comandos existentes na Barra de Formatação ou através dos botões existentes na Barra de Ferramentas – veremos a posição das mesmas mais adiante. Isto dará ao usuário, uma maior velocidade na produção do seu material.

Writer – Processador e Editor de Textos

O que é o Writer – Documento de Texto

O BrOffice.org Writer é um programa de criação e edição de textos, sendo portanto uma ferramenta

indispensável para empresas de qualquer porte. O mesmo poderá ser usado para produzir documentos simples com uma carta, currículos, memorandos, recibos, ou até documentos mais complexos como este manual de treinamento. Para saber mais sobre os programas do pacote, visite a página do projeto nacional no endereço:

http://www.broffice.org.br/.

O sistema operacional aqui mostrado junto com o BrOffice.org é o Windows XP, não por ser melhor

que o Linux – muito pelo contrário - apenas por ser a versão mais comum nos computadores – mas é só por enquanto.

Iniciando

Podemos iniciar o BrOffice.org Documento de Texto de várias maneiras como descritas a seguir:

Utilizando o caminho: Iniciar/ Todos os Programas/ BrOffice.org 2.0/ BrOffice.org Writer (Documento de Texto). Através do botão "Quick Start - Início Rápido" disponível na Barra de Tarefas, próximo ao relógio. Ao dar um duplo clique neste botão, é aberta a Janela Modelos e Documentos. Note que, nesta janela, você pode solicitar a abertura de qualquer tipo de arquivo do BrOffice.org, não apenas textos do Writer. Outra maneira é clicar com o Botão Direito do mouse sobre o Início Rápido e escolher a opção desejada.

A Tela do Writer

Mostramos a seguir, a tela do Writer:

A Tela do Writer Mostramos a seguir, a tela do Writer: Tela do Writer – Documento

Tela do Writer – Documento de Texto

01 – Barra de Título: nome do arquivo e do programa;

02 – Barra de Menu: vai de Arquivo até Ajuda;

03 – Barra de Ferramentas ou Botões - Principal: reúne os comandos mais usados nos

“menus”;

04 – Barra de Formatação: serve para dar formas ao texto e/ou objetos;

05 – Régua Horizontal e Vertical: para indicar as configurações página;

06 – Página: para receber a digitação;

07 – Cursor de Texto: indica onde o texto irá ser digitado;

Apostila do BrOffice.org 2.0.1

4

08 – Limite de Texto: indica a área que o texto irá ocupar;

09 – Barra de Rolagem Vertical: para se movimentar na página verticalmente;

10 – Barra de Rolagem Horizontal: para se movimentar na página horizontalmente;

11 – Navegação: reúne comandos para se locomover dentro do documento.

Barra de Ferramentas

Possui vários botões que são usados para a realização das tarefas mais rotineiras de maneira mais

rápida.

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Barra de Ferramentas padrão

(1) - Novo documento: Pressionando a seta preta (não soltando), abre-se uma caixa de seleção de outros tipos de documentos

(2) – Abrir documento

(3) – Salvar documento

(4) – Enviar documento diretamente por e-mail

(5) – Ativar/desativar modo Editar do arquivo

(6) – Exportar/criar arquivo PDF

(7) – Imprimir documento atual

(8) – Visualização de página

(9) – Fazer verificação ortográfica

(10) – Ativar/desativar auto verificação ortográfica

(11) – Recortar texto selecionado

(12) – Copiar texto selecionado

(13) – Colar texto selecionado

(14) – Ferramenta pincel de estilo

(15) – Desfazer ação realizada

(16) – Restaurar ação realizada

(17) – Operações de hiperlink

(18) – Criar tabela

(19) – Exibir/Ocultar funções de desenho

(20) – Localização e substituição de texto

(21) – Navegador de documento

(22) – Galeria de imagens

(23) – Exibir/Ocultar Fonte de Dados

(24) – Exibir/Ocultar caracteres não imprimíveis

(25) – Ferramenta de Zoom

(26) – Ajuda do BrOffice.org

(27) – Personalização da barra de ferramentas

OBS. Os botões que estão selecionados, como por exemplo em (10), mostram que as opções estão ativadas.

Barra de Formatação

Possuem vários botões/opções que são usados para a realização das formatações de texto mais rotineiras de maneira mais rápida.

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17
18
19

Barra de Formatação padrão

(1) – Exibir/Ocultar Estilista (Estilos e formatação)

(2) – Estilo atual do parágrafo

(3) – Nome fonte atual do texto

(4) – Tamanho da fonte atual do texto

(5) – Aplicar negrito a seleção/digitação

(6) – Aplicar itálico a seleção/digitação

(7) – Aplicar sublinhado a seleção/digitação

(8) – Alinhar parágrafo à esquerda

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(9) – Alinhar parágrafo ao centro

(10) – Alinhar parágrafo à direita

(11) – Alinhar parágrafo justificado

(12) – Ativar/desativar numeração

(13) – Ativar/desativar marcadores

(14) – Diminuir recuo do parágrafo

(15) – Aumentar recuo do parágrafo

(16) – Definir cor da fonte

(17) – Definir cor de realce da fonte

(18) – Cor do pano de fundo

(19) – Personalização da barra de formatação

Digitando

Ao digitar um texto devem-se tomar alguns cuidados básicos:

Evitar utilizar entre as palavras mais que um espaço, caso contrário algumas

formatações/alinhamentos podem não sair como o esperado. Nunca utilizar espaços para iniciar o recuo esquerdo de parágrafo. Utilizar sempre a tecla TAB ou as opções de recuos do parágrafo no menu Formato/Parágrafo – Recuos e Espaçamento.

O BrOffice.org possui muitos recursos que facilitam a digitação, entre os quais, dois recursos se

destacam: AutoCompletar e AutoCorreção.

AutoCompletar

Por exemplo, digite a frase como mostrada a seguir:

universidade Estadual de Maringá. divisão de Treinamento.

Pressione Enter e digite: uni – olhe para a sua tela – observe o recurso de Completar palavra lhe sugerindo a palavra Universidade e para confirmar, pressione Enter. As opções que controlam este recurso estão no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/Completar Palavra.

no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/Completar Palavra . Tela padrão do recurso Completar Palavra O recurso de

Tela padrão do recurso Completar Palavra

O recurso de Completar Palavra, ao estar ativado, vai memorizando as palavras digitadas e

posteriormente as sugerindo a partir do pressionamento da 3ª letra. Por isso, ao se digitar uni o Writer sugere a palavra Universidade. Por padrão, somente as palavras com 10 letras ou mais são memorizadas, mas pode-se alterar essa configuração a qualquer momento, como pode ser visto na tela acima. Na tela acima, existem outras configurações que são importantes:

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Ativar recurso de completar palavra: Com essa caixa de opção pode-se ativar/desativar o recurso de completar palavra. Acrescentar espaço: após o pressionamento do Enter, para aceitar a palavra sugerida, é acrescentado um espaço após a palavra sugerida. Mostrar como dica: a palavra sugerida será mostrada em forma de dica (balão) e não junto com o texto. Reunir palavras: Estando essa opção selecionada todas as palavras digitadas (com a quantidade de letras iguais ou maiores que o tamanho mínimo) serão memorizadas. Caso contrário, o processo de memorização será suspenso, mantendo-se as palavras memorizadas até o momento. Ao fechar um documento, salve a lista para uso posterior em outros documentos: com essa opção selecionada ao se abrir um novo documento (mesmo em branco) as palavras memorizadas em outros documentos serão reconhecidas para esse novo documento. Aceitar com: representa a tecla que deverá ser pressionada para aceitar o recurso Completar Palavra. Outras opções de teclas são: End, Space (barra de espaço) e Right (seta para direita). Tamanho mínima de palavra: tamanho mínimo para que a palavra seja memorizada. Número máximo de entradas: tamanho máximo de palavras memorizadas. Na área à direita ficam as palavras memorizadas em ordem alfabética. Selecionando a(s) palavra(s) e pressionado o botão Excluir Entrada, esta(s) serão retiradas da memória. Ao abrir um documento com palavras já digitadas, o Writer executa uma varredura para proceder a memorização das palavras encontradas, com base no Tamanho mínima de palavra. Percebe-se que esse recurso é muito útil para a digitação de textos, longos ou pequenos, pois diminui os erros e o tempo de digitação.

AutoCorreção

Recurso pelo qual são corrigidos os erros corriqueiros no processo de digitação de um texto. As opções que controlam este recurso estão no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/Opções.

estão no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/Opções . Tela padrão Opções do recurso AutoCorreção Na tela

Tela padrão Opções do recurso AutoCorreção

Na tela acima são mostradas para a maioria das opções duas caixas de seleção: [S] e [D]. Por

uma falha no processo de tradução do BrOffice, pode-se dizer que [S] = [M] e [D] = [T]. A opção marcada na caixa [S] significa que as correções serão realizadas no processo de modificação de um texto previamente digitado. A opção marcada na caixa [D] significa que as correções serão realizadas no processo de digitação do texto. Entre outras configurações da tela acima, podemos destacar:

Corrigir DUas INiciais MAiúsculas: nesse caso ao ser digitado “MAringá", ao digitar Enter ou a barra de espaço, a palavra será corrigida para Maringá.

Capitalizar a primeira letra de cada frase: como aconteceu na frase: universidade Estadual de Maringá. divisão de Treinamento. – depois de digitada divisão a mesma será corrigida para Divisão, pois é a primeira palavra de uma frase.

para Divisão , pois é a primeira palavra de uma frase. • Substituir 1/2 por ,

Substituir 1/2 por , entre outras.

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AutoSubstituição

Recurso pelo qual são substituídas certas palavras, geralmente escritas incorretas por outra correta. Por exemplo: ao se digitar “assenção” a mesma é substituída por ascenção. Existem no BrOffice, por padrão, diversas palavras pré-configuradas para a realização das autosubstituições. As opções que controlam este recurso estão no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/.Substituir.

estão no Menu/ Ferramentas/ AutoCorreção/ . Substituir . Tela padrão Substituir do recurso AutoCorreção Acima

Tela padrão Substituir do recurso AutoCorreção

Acima se pode ver duas colunas (Substituir e Por), logo abaixo se tem a caixa com a lista das substituições inseridas. A palavra à direita (coluna substituir) é a palavra a ser substituída, e a palavra à direita (coluna Por), é a palavra que será a substituta. Ex. quando se digitar a palavra aqeule a mesma será substituída por aquele. O recurso de AutoSubstituição é altamente configurável, as substituições já inseridas podem ser excluídas e outras podem ser adicionadas. Para excluir basta selecionar as substituições inseridas e pressionar o botão Excluir. Para Adicionar novas substituições deve-se preencher as caixa de Substituir e Por, no alto da tela, e pressionar o botão Novo.

Navegação pelo texto

Você pode navegar pelo texto utilizando o mouse ou o teclado.

Utilizando o Teclado

Para navegar

Pressione

Uma letra para direita

Seta para direita

Uma letra para esquerda

Seta para esquerda

Uma palavra para direita

Ctrl + seta para direita

Uma palavra para esquerda

Ctrl + seta para esquerda

Até o final da linha

End

Até o início da linha

Home

Até o final do texto

Ctrl + End

Até o início do texto

Ctrl + Home

Uma tela para cima

Page Up

Uma tela para baixo

Page Down

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Utilizando o mouse - Barra de rolagem

Utilizando o mouse - Barra de rolagem

Para navegar

Página anterior

Próxima página

Qualquer página

Pressione

Ícone com seta dupla para cima

Ícone com seta dupla para baixo

Arraste o botão da barra de rolagem

Seleção de texto

Para aplicar qualquer tipo de formatação no documento, é necessário selecionar a região onde será aplicado o efeito. Você pode selecionar partes do texto, utilizando o teclado ou o mouse. A seguir, você terá uma lista das formas mais usadas para selecionar.

 

Utilizando o Teclado

Para selecionar

Pressione

Um caracter para a direita

Shift + seta para direita

Um caracter para a esquerda

Shift + seta para esquerda

Até o final de uma palavra

Ctrl + Shift + seta

Até o final de uma linha

Shift + End

Até o início de uma linha

Shift + Home

Uma linha para baixo

Shift + seta para baixo

Uma linha para cima

Shift + seta para cima

Uma tela para baixo

Shift + Page Down

Uma tela para cima

Shift + Page Up

Até o final do documento

Ctrl + Shift + End

Até o início do documento

Ctrl + Shift + Home

Uma célula preenchida

Com o cursor dentro da tabela, pressione Ctrl + A

Tabela inteira

Com o cursor dentro da tabela, pressione Ctrl + A 2 vezes

Documento inteiro

Ctrl + A

 

Utilizando o mouse

Para selecionar

Pressione

Seleção alternada

Ctrl + 2 cliques no botão esquerdo do mouse sobre a palavra

Uma palavra

2 cliques com o botão esquerdo do mouse sobre a palavra

Uma linha

3 cliques com o botão esquerdo do mouse em qualquer palavra da linha

Diversas linhas

Arraste o mouse com o botão esquerdo pressionado

Parágrafo

Para um único parágrafo, basta estar clicado em algum lugar dele. Para mais de um parágrafo, deve-se clicar no primeiro parágrafo e arrastar o mouse até o último parágrafo desejado.

Apagando um Texto

Para apagar um texto digitado basta seguir o esquema abaixo:

Utilizando o Teclado

Para apagar

Pressione

Letra errada à esquerda do cursor de texto

Backspace

Letra errada à direita do cursor de texto

Delete

Palavra errada à esquerda do cursor de texto

CTRL + Backspace

Palavra errada à direita do cursor de texto

CTRL + Delete

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Trabalhando com blocos de texto

Para copiar uma ou mais palavras, sentenças ou parágrafos observe os procedimentos a seguir:

Copiar

Onde encontrar esse comando

Menu

Editar/Copiar

Tecla de Atalho

Ctrl+C

Botão

Botão

Cópia Convencional

- Selecione o texto desejado.

- Clique no menu Editar/Copiar ou clique no botão Copiar.

- Posicione o cursor no local onde deseja a cópia do texto.

- Clique no menu Editar/Colar ou clique no botão Colar.

Cópia Rápida

- Selecione o texto desejado.

- Clique, com a tecla Ctrl pressionada, sobre a seleção e arraste até a posição desejada,

soltando primeiramente o botão do mouse e, em seguida, a tecla Ctrl.

o botão do mouse e, em seguida, a tecla Ctrl . Mover Onde encontrar esse comando

Mover

Onde encontrar esse comando

Menu

Editar/Recortar

Tecla de Atalho

Ctrl+X

Botão

Botão

Movimentação Convencional

- Selecione o texto desejado.

- Clique no menu Editar/Recortar ou botão Recortar.

- Posicione o cursor no local desejado.

- Clique no menu Editar/Colar ou botão Colar.

Movimentação Rápida

- Selecione o texto desejado.

- Clique sobre a seleção e arraste o ponteiro do mouse até a posição desejada.

e arraste o ponteiro do mouse até a posição desejada. • Movimentação de parágrafos utilizando o

Movimentação de parágrafos utilizando o teclado

- Posicione o cursor no parágrafo que deseja movimentar. Se for mais de um, selecione-os.

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- Com a tecla Ctrl+ALT pressionada clique na seta para cima ou para baixo. O parágrafo ou os parágrafos selecionados mudaram de posição com o próximo de cima ou de baixo, conforme tecla utilizada.

Apagando bloco de texto

Para apagar uma ou mais palavras, sentenças ou parágrafos observe:

- Selecione o texto desejado.

- Pressione a tecla Delete.

Formatando Caracteres

Quando se trabalha com um processador de textos, após a digitação você sentirá a necessidade de dar uma aparência melhor ao seu documento. No Writer, você pode usar uma grande variedade de tipos e tamanhos de letras.

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Caractere

Ícone no Menu

Ícone no Menu

Guia Fonte

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Caractere - Fonte

encontrar esse comando Menu Formato/Caractere - Fonte Tela de formatação de caractere – guia Fonte .

Tela de formatação de caractere – guia Fonte.

Fonte

Apresenta as fontes disponíveis no sistema e que podem ser utilizados em seu documento.

Tipos de fonte

Nesta caixa estão disponíveis os tipos para a fonte selecionada. Para escolher, basta dar um clique sobre o tipo desejado e verificar o exemplo.

Tamanho

Na caixa de Listagem Tamanho, surgirá a lista de possíveis tamanhos para a fonte selecionada.

Idioma

Pode-se escolher o idioma para a fonte selecionada.

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Guia Efeitos de fonte

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Caractere – Efeitos de fonte

comando Menu Formato/Caractere – Efeitos de fonte Tela de formatação de caractere – guia Efeitos de

Tela de formatação de caractere – guia Efeitos de fonte

Sublinhado

Esta caixa apresenta vários estilos de sublinhados. Escolha um estilo e observe o efeito na Caixa de visualização. Você pode escolher a cor de seu sublinhado, pressionando o botão ao lado da caixa de listagem Cor.

Tachado

Esta caixa possui algumas formas de tachado. Para melhor visualização experimente alguns e veja como fica na Caixa de visualização.

Cor da fonte

Esta caixa possui algumas cores pré-definidas para se aplicar ao texto.

Efeitos

Além do sublinhado e cor, pode-se aplicar efeitos na fonte. Para isso, clique sobre a opção do efeito desejado.

Maiúsculas Altera o texto selecionado para todas as letras maiúsculas.

Minúsculas Altera o texto selecionado para todas as letras minúsculas.

título Aplica A Formatação De Maiúscula Na Primeira Letra de cada palavra da seleção.

Caixa alta (versalete) Aplica Caixa alta para todas as palavras selecionadas.

Relevo

O Writer também traz a possibilidade de acrescentar relevo no texto (Alto Relevo e Baixo Relevo) podendo ainda combiná-los com Estrutura de Tópicos, Sombra, Intermitente e Oculto. Com a exceção dos comandos Intermitente e Oculto, as demais alterações aparecem na Caixa de visualização.

Caso você não queira utilizar o menu, várias das opções vistas anteriormente podem ser encontradas na Barra de Formatação.

podem ser encontradas na Barra de Formatação . Universidade Estadual de Mari ngá - Divisão de

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Guia Posição

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Caractere – Posição

Nas formatações de Posição as opções mais importantes são:

Posição

Define a posição que o caractere ficará em relação aos outros caracteres. As opções podem ser:

Sobrescrito, onde os caracteres ficam acima dos caracteres padrões (ex. Texto sobrescrito ); Normal, onde os caracteres ficam na posição padrão de caractere; e Subscrito, onde os caracteres ficam abaixo dos caracteres padrões (ex. Texto sobrescrito ).

Rotação/dimensionamento

Define o grau de rotação que o caractere fica dentro da linha do parágrafo. A opção Ajustar à linha faz com que o texto a ser formatado caiba todo na altura da linha, caso seja necessário este será reduzido em tamanho.

Caracteres não imprimíveis

Onde encontrar esse comando

Menu

Exibir/Caracteres não imprimíveis

Tecla de Atalho

Ctrl+F10

Botão

Botão

Existem caracteres que apesar de não serem impressos, fazem parte do documento e podem ou não ser visualizados. Para tanto, clique no botão Caracteres não imprimíveis. Abaixo apresentamos alguns desses caracteres.

Símbolo

Tecla

Significado

Enter Marca de fim de parágrafo

Enter

Marca de fim de parágrafo

.

Barra de espaço

Espaço em branco

Tab Tecla de Tabulação

Tab

Tecla de Tabulação

espaço Espaço em branco Tab Tecla de Tabulação Formatando Parágrafos Onde encontrar esse comando Menu

Formatando Parágrafos

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo

Ícone no Menu

Ícone no Menu

Alinhamento é a posição do texto em relação às margens. Existe alinhamento à esquerda, à direita, centralizado e justificado. Para defini-lo, acesse o menu Formato/Parágrafo. Na guia Alinhamento, escolha o formato desejado. Não se esqueça de selecionar a região onde quer aplicar o alinhamento.

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Guia Alinhamento

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo – Alinhamento

esse comando Menu Formato/Parágrafo – Alinhamento Tela de formatação de parágrafo – guia Alinhamento •

Tela de formatação de parágrafo – guia Alinhamento

Alinhamento à esquerda

Neste parágrafo, podemos observar que a preocupação do alinhamento se concentra apenas do lado esquerdo. O final de cada linha deste parágrafo é ajustado automaticamente pelo Writer.

Alinhamento à direita

Neste parágrafo, ao contrário do anterior, a preocupação é com o alinhamento à direita da linha. Este alinhamento é bastante comum quando se trata de uma pequena mensagem em cartões.

Alinhamento ao centro

Este é um exemplo de texto centralizado. Não existe preocupação com as margens e sim, em centralizar o texto em relação a largura da linha.

Alinhamento Justificado

O parágrafo justificado alinha-se tanto a direita como a esquerda da linha, por isso aparecem alguns

espaçamentos entre as palavras. O Writer apresenta a possibilidade de definir o alinhamento da última linha

do parágrafo justificado.

O alinhamento de parágrafos também pode ser feito através da Barra de Formatação. Selecione o texto desejado e pressione um dos seguintes botões:

o texto desejado e pressione um dos seguintes botões: Guia Recuos e Espaçamento Onde encontrar esse

Guia Recuos e Espaçamento

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo – Recuos e Espaçamento

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Apostila do BrOffice.org 2.0.1 14 Tela de formatação de parágrafo – guia Recuos e Espaçamento Aqui

Tela de formatação de parágrafo – guia Recuos e Espaçamento

Aqui você define o recuo, espaçamento do parágrafo e entrelinhas. É possível observar modificações no visualizador do lado esquerdo.

Recuo

Essa seção trabalha com avanço de parágrafo da esquerda e da direita, recuo específico para a primeira linha, inclusive com valores negativos.

Antes do texto Caixa que define a margem esquerda do parágrafo a partir da margem esquerda da página. Essa configuração também pode ser feita através da Régua horizontal só que de maneira menos precisa, como a seguir:

só que de maneira menos precisa, como a seguir: Depois do texto Caixa que define a

Depois do texto Caixa que define a margem direita do parágrafo a partir da margem direita da página. Essa configuração também pode ser feita através da Régua horizontal só que de maneira menos precisa, como a seguir:

configuração também pode ser feita através da Régua horizontal só que de maneira menos precisa, como

Primeira linha Caixa que define a margem esquerda da primeira linha do parágrafo a partir da margem do parágrafo (Antes do texto). OBS. Caso a margem seja à esquerda da margem do parágrafo (Antes do texto), o seu valor é negativo. Caso a margem seja à direita da margem do parágrafo (Antes do texto), o seu valor é positivo. Essa configuração também pode ser feita através da Régua horizontal só que de maneira menos precisa, como a seguir:

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Apostila do BrOffice.org 2.0.1 15 • Espaçamento Utilize essa opção para determinar o espaço antes e

Espaçamento

Utilize essa opção para determinar o espaço antes e depois do parágrafo onde se encontra o cursor.

Espaçamento de linhas

Define o espaço entre cada linha do mesmo parágrafo. Existem várias configurações pré-definidas que você pode optar ou mesmo definir outros valores.

Guia Capitulares

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo –Capitulares

Uma letra capitulada é tradicionalmente a primeira letra de um parágrafo em tamanho e formato diferente do restante do texto, com o objetivo de destacá-la do conjunto para um efeito visual mais agradável. Você pode capitular uma letra, uma palavra ou um conjunto de texto, mas o usual é capitular apenas a primeira letra do parágrafo principal.

capitular apenas a primeira letra do parágrafo principal. Tela de formatação de parágrafo – guia Capitulares

Tela de formatação de parágrafo – guia Capitulares

Exibir Capitulares

Inicialmente, marque essa opção. É ela que vai lhe permitir visualizar o efeito.

Palavra Inteira

Caso você queira que toda a palavra seja capitulada, marque essa opção.

Número de Caracteres

Define quantos caracteres serão capitulados.

Linhas

Quantas linhas (de altura) serão utilizadas para capitular.

Espaço entre o texto

Defina qual será o espaço entre o texto e a(s) letra(s) em destaque.

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Conteúdo

Aqui, você pode optar por digitar o texto a ser capitulado e ainda definir o estilo de caracteres.

Guia Bordas

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo –Bordas

Nesta guia define-se se o parágrafo terá borda ou não, define-se a espessura da borda, sua cor e se vai ter sombra ou não nesse parágrafo, entre outras formatações.

sombra ou não nesse parágrafo, entre outras formatações. Tela de formatação de parágrafo – guia Bordas

Tela de formatação de parágrafo – guia Bordas

Disposição de linhas

Em padrão, já existem algumas configurações pré-definidas para serem utilizadas. Já em Definido pelo usuário, pode-se clicar nas laterais do quadrado (em cinza) para se colocar as bordas manualmente.

quadrado (em cinza) para se colocar as bordas manualmente. • Linha Em Estilo , define-se a

Linha

Em Estilo, define-se a espessura e tipo da linha a ser aplicada. Em Cor, define-se a cor da linha.

Espaçamento do conteúdo

Define-se o espaço entre o texto e a borda em cada um de seus lados.

Estilo de sombra

No estilo de sombra define-se a Posição, a Distância e a Cor que a sombra terá em relação ao texto do parágrafo.

Guia Plano de fundo

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo –Plano de fundo

Nesta guia define-se a cor de fundo do parágrafo.

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Guia Fluxo de Texto

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo –Fluxo de Texto

Nesta guia as opções mais importantes são:

Não dividir parágrafo

Com essa caixa de opção selecionada, se o parágrafo não couber todo na mesma página, o mesmo será posicionado próxima página.

Manter com o próximo parágrafo

Com essa caixa de opção selecionada, o parágrafo atual sempre será mantido junto com o próximo parágrafo, mesmo quando houver quebra de página.

Controle de linhas órfãs

Com essa caixa de opção selecionada, o Writer fará o controle de linhas órfãs, ou seja, a quantidade de linhas especificada em linhas que deverá ficar no início do parágrafo em caso de quebra de página.

Controle de linha viúvas

Com essa caixa de opção selecionada, o Writer fará o controle de linhas viúvas, ou seja, a quantidade de linhas especificada em linhas, que deverá ficar no final do parágrafo em caso de quebra de página.

Guia Tabulações

Onde encontrar esse comando

Menu

Formato/Parágrafo –Tabulações

Define a posição da tabulação dentro do parágrafo. Você pode escolher entre vários tipos (esquerda, direita, centralizado e decimal) e pode definir um caracter que antecede a tecla Tab. Como alternativa você pode usar a régua para criar a tabulação, embora esse método não seja tão preciso.

Posição

Neste campo você define a posição da sua tabulação, digitando o número da posição desejada. Confirme o valor, clicando em Novo. Para eliminar uma tabulação ou todas, pressione Excluir ou Excluir tudo.

Tipo

Define o tipo de tabulação que será utilizado. Observe a opção Decimal, logo abaixo se encontra um campo denominado Caractere é aí que se define o caractere separador de decimal. No Brasil, utiliza-se a vírgula.

Caractere de preenchido

Aqui você define qual caractere será utilizado para preenchimento que antecede a tela Tab. O Writer apresenta três opções de preenchimento, mas você pode optar por outro no campo Caractere.

2 1 3
2
1
3

Observe os mesmos símbolos da tabulação no lado esquerdo da Régua (1), a cada clique você altera o tipo. Clicando em qualquer posição na Régua (2), você criará uma tabulação. Para alterar a unidade de medida basta clicar com o botão direito do mouse sobre a marca de tabulação (3) na régua e selecione a sua opção.

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Desfazer, Refazer e Recarregar

Para Desfazer algo que você tenha feito errado, basta clicar no Menu Editar/ Desfazer. Se preferir você pode usar o teclado e pressionar Ctrl + Z, ou ainda clicar no Botão Desfazer da Barra de

Ctrl + Z , ou ainda clicar no Botão Desfazer da Barra de Botões . Caso

Botões

. Caso tenha usado o comando Desfazer e gostaria de voltar ao que era antes de desfazer, basta usar o comando Refazer clicando no Menu Editar/ Refazer. Se preferir use o teclado, Ctrl + Y, ou ainda o

Refazer . Se preferir use o teclado, Ctrl + Y , ou ainda o Botão Refazer

Botão Refazer da Barra de Botões

. Por padrão, o Writer oferece 100 oportunidades para desfazer ou refazer. Isto quer dizer que você pode fazer 100 coisas erradas que o Writer poderá ir voltando à medida que você usar o comando Desfazer ou Refazer. Se a sua intenção é após muito alterar o seu documento, quiser que ele volte ao que era até a última vez que o mesmo foi salvo, basta clicar no Menu Arquivo/ Recarregar e na mensagem que surge, clicar em Sim. Os botões Desfazer e Refazer ao serem pressionados e não apenas clicados, exibem uma lista com os comandos que podem ser desfeitos ou refeitos. Porém não podemos “pular” a ordem desta lista.

Configurando a Página

Para indicar qual o tamanho e as margens da página, siga o processo. Clique no Menu Formato/ Página – Guia Página. Na janela que aparece teremos:

Página – Guia Página . Na janela que aparece teremos: Janela Estilo de Página – Configurar

Janela Estilo de Página – Configurar Página

01 – Formato do Papel: para indicar tamanhos pré-definidos, ou usando as caixas Largura e Altura, indicar o tamanho certo do papel. Em Orientação indicamos se a página será Retrato (em pé) ou Paisagem (deitada);

02 – Margens: indica o limite que o texto terá em relação às bordas da página;

03 – Visualização: podemos visualizar as alterações nesta janela através desta figura.

Usando o Zoom

Para ampliar ou reduzir, devemos clicar no Botão Zoom

Botões.

ampliar ou reduzir, devemos clicar no Botão Zoom Botões . existente no final da Barra de

existente no final da Barra de

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Apostila do BrOffice.org 2.0.1 19 Janela Zoom • 01 – Zoom Pré-definido : mostra a página

Janela Zoom

01 – Zoom Pré-definido: mostra a página por inteiro (Página Inteira), na sua largura (Largura da Página) e ajusta a tela em relação ao limite do texto (Ideal);

02 – Opções de Zoom: são valores em % pré-definidos;

03 – Variável: podemos indicar um valor para o zoom caso não tenhamos gostado de nenhuma das opções.

Salvando um Arquivo

Para Salvar um arquivo aja da seguinte maneira. Clique no Menu Arquivo/ Salvar ou pressione

.
.

Ctrl + S, ou ainda clique no Botão Salvar da Barra de Ferramentas

, ou ainda clique no Botão Salvar da Barra de Ferramentas Janela Salvar Como • 01

Janela Salvar Como

01 – Salvar Em: escolhemos o local que desejamos salvar o nosso arquivo;

02 – Nome do arquivo: nome a ser dado ao nosso arquivo;

03 – Salvar como tipo: a extensão 1 que o nosso arquivo terá. Clicando nesta caixa podemos escolher, entre outros formatos, o formato – Microsoft® Word ®97/2000/XP (.doc) – esta opção fará com que o seu arquivo possa ser aberto no Office da Microsoft;

04 – Botões Salvar e Cancelar: o botão Salvar confirmará as informações. Já o Cancelar cancela a operação de salvamento do arquivo.

1 Extensão: Imagine como se fosse um código no qual quando formos abrir um arquivo, o programa que o está abrindo, irá saber através de sua extensão, se poderá ou não abrí-lo para então podermos fazer alguma alteração.

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Importante:

É importante salientar que alguma perda de formatação poderá ocorrer na abertura de um

arquivo feito no Writer e aberto no Word. Caso o arquivo não precise ou não deva ser modificado por quem irá recebê-lo, clique no botão Exportar Diretamente como PDF - sexto botão da Barra de Botões – ao finalizar o documento. Isto fará com que o documento possa ser aberto, mas não editado em qualquer computador com um visualizador de arquivos tipo .PDF, que praticamente acompanha os Cd’s de impressoras, CD’s de revistas e etc. O BrOffice.org guarda o local do Cursor de Texto no ato do salvamento. Isso quer dizer que, ao salvar um documento com o curso no final do texto, ao abrir novamente o arquivo, o mesmo será aberto no ponto onde estava o Cursor de Texto no ato do salvamento.

Salvar Como

Esta é uma das maiores dúvidas que existe por parte dos usuários de computadores em geral. O comando Salvar Como aparece na primeira vez que salvamos um arquivo, pois o computador precisa de três informações sobre o arquivo: o Local (Salvar em); o Nome (Nome do arquivo) e a Extensão (Salvar como tipo). À medida que formos fazendo alterações em nosso arquivo, devemos então ir salvando o mesmo usando o comando Menu Arquivo/ Salvar ou pressionando Ctrl + S, ou ainda clicando no Botão Salvar da Barra de ferramentas. Utilizaremos então o comando Salvar Como quando desejarmos fazer uma cópia dos nossos arquivos em um outro local como, por exemplo, em um disquete, ou quando desejamos fazer uma cópia com outro nome ou outra extensão. Pois só com este comando, depois de salvo, é que a Janela Salvar Como irá aparecer para darmos outro nome, outra extensão ou outro local para o nosso arquivo.

Salvando arquivo com senha

Uma senha pode conter no mínimo 5 e no máximo 16 caracteres, podendo incluir letras, números, símbolos e espaços. À medida que a senha for digitada, o Writer exibirá um asterisco (*) para cada caractere inserido. Se você atribuir uma senha, ela deverá ser usada sempre que o documento for reaberto. Certifique-se de digitar as letras maiúsculas e minúsculas exatamente como foram inseridas na primeira vez. Para impedir que outros usuários possam abrir um documento é necessário utilizar o comando Salvar Como e marcar a caixa de Salvar com Senha. Uma caixa de diálogo, conforme abaixo surgirá, em seguida digite uma senha, confirme a senha, digitando no campo Confirmar e pressione o botão OK. Somente as pessoas que conhecerem a senha poderão abrir o documento.

pessoas que conhecerem a senha poderão abrir o documento. Tela para digitação de senha de arquivo

Tela para digitação de senha de arquivo

Na próxima vez que você abrir o documento, será solicitada a sua senha. Se você entrar com uma senha errada, o documento não será aberto. Portanto, muito cuidado com os arquivos com senha, pois é praticamente impossível descobrir senhas de arquivos do BrOffice. Para eliminar a senha de um arquivo, basta utilizar o comando Salvar como novamente e não marcar a opção Salvar com senha.

Abrir um Arquivo

Para abrirmos um arquivo podemos clicar no Menu Arquivo/ Abrir, pressionar Ctrl + O ou

clicar no Menu Arquivo/ Abrir , pressionar Ctrl + O ou da barra de ferramentas. Quando

da barra de ferramentas. Quando fizermos isto, surgirá a Janela Abrir como

clicarmos no Botão Abrir mostrada a seguir:

Apostila do BrOffice.org 2.0.1

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Apostila do BrOffice.org 2.0.1 21 Janela Abrir • 01 – Examinar : escolhemos o local onde

Janela Abrir

01 – Examinar: escolhemos o local onde se encontra o nosso arquivo. O nome do local onde se encontra o nosso arquivo deverá aparecer em Examinar;

02 – Nome do Arquivo: podemos também digitar o nome do arquivo que estamos procurando;

03 – Arquivos do Tipo: escolhemos qual tipo de arquivo queremos abrir;

04 – Abrir e Cancelar: o botão Abrir abrirá o arquivo após ter sido selecionado e o botão Cancelar, cancelará a Janela Abrir.

Importante:

Quando temos arquivos de tipos (extensões) diferentes em um mesmo local, podemos demorar muito procurando pelo arquivo em questão principalmente se em Arquivos do Tipo estiver em Todos os Arquivos (*.*). Para evitar esta demora, podemos optar em alterar em Arquivos do Tipo para Documentos de texto. Fazendo assim, somente os arquivos de texto serão exibidos.

Novo Arquivo

Para termos um novo arquivo, o BrOffice.org traz uma grande facilidade. Se você abriu o Writer e

traz uma grande facilidade. Se você abriu o Writer e quer um novo arquivo também do

quer um novo arquivo também do Writer, você pode simplesmente clicar no Botão Novo . Mas se deseja um documento de outro programa do pacote, basta usar o Menu Arquivo/ Novo e escolher que tipo de novo documento deseja. E se ao invés de clicar, você pressionar o Botão Novo, o mesmo menu aparecerá para a escolha do documento.

Inserir Arquivo

Inserir um arquivo significa juntarmos em um único arquivo, vários outros. Como, por exemplo, vários capítulos de um livro ou de uma monografia que foram feitos separados e depois de todos os capítulos prontos, juntam-se estes arquivos em um só. Para isto clique no Menu Inserir/ Arquivo. Surgirá a Janela Inserir conforme abaixo: