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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

1

ORIGEM

1

IMPORTÂNCIA DA AGRICULTURA

2

ECONOMIA AGRÁRIA

2

SISTEMAS AGRICOLAS

3

EVOLUÇÃO

4

Por que essa evolução?

4

Atualmente quais as principais inovações para com a agroindústria e como está o “modo de pensar empresarial”?

4

Desafios considerando a sustentabilidade

5

Agricultura

Antiga

5

Agricultura Medieval

5

Agricultura Moderna

6

Agricultura Contemporânea

6

POLÍTICA AGRICOLA

6

REFORMA AGRÁRIA

7

CONSIDERAÇÕES FINAIS

8

REFERÊNCIAS

9

INTRODUÇÃO

A organização de domínio da espécie humana na Terra seria inacreditável se não lhe tivesse ocorrido, desde suas primeiras experiências de vida em grupo, sistematizar e ampliar a extração de alimentos que a natureza voluntariamente lhe dava. O surgimento de técnicas de plantio e, a seguir, de criação de animais foi à base central da formação de sociedades estáveis em que o homem passou de coletor, ou predador, a construtor engenhoso da sobrevivência grupal. O conjunto dessas técnicas deu forma a mais antiga das artes, que iria transformar-se, ao passar dos séculos, numa ciência de leis codificáveis e em renovação permanente: a agricultura, conjunto de técnicas utilizadas para cultivar plantas com o objetivo de obter alimentos, fibras, energia, matéria- prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas, ou apenas para contemplação estética.

ORIGEM

O início das atividades agrícolas separa o período neolítico do imediatamente anterior, o período da idade da pedra lascada. Todas as evidências apontam que a agricultura surgiu independentemente em várias regiões do planeta. No referente ao cultivo das principais espécies, acredita-se que tenha aparecido em três grandes áreas: a China, o Sudeste Asiático e a América tropical. Povos europeus e africanos podem ter iniciado por conta própria o cultivo de algumas plantas, com que complementariam a caça e a pesca. No Velho Mundo, a agricultura surgiu em zonas áridas ou semi-áridas, tirando partido das margens úmidas dos rios, para lutar contra a escassez das chuvas. Na América, a agricultura desenvolveu-se principalmente em planaltos pouco chuvosos onde hoje estão a Bolívia, o Peru, o México e o extremo sul dos Estados Unidos. Entre dez e doze mil anos atrás, durante a pré-história, no período do neolítico ou período da pedra polida, alguns indivíduos de povos caçadores- coletores notaram que alguns grãos que eram coletados da natureza para a sua alimentação poderiam ser enterrados, isto é, "semeados" a fim de produzir novas plantas iguais às que os originaram. Os primeiros sistemas de cultivo e de criação apareceram em algumas regiões pouco numerosas e relativamente pouco extensas

do

planeta. Essas primeiras formas de agricultura eram certamente praticadas perto

de

moradias e aluviões das vazantes dos rios, ou seja, terras já fertilizadas que não

exigiam, portanto, desmatamento. Todo esse processo acarretou mudanças profundas na vida humana, que

passou a orientar-se, cada vez mais, pelos ciclos agrícolas. A necessidade de registrar

a duração dos períodos de semeadura, crescimento e colheita estimulou o

desenvolvimento da astronomia e do calendário, assim como a medição dos campos contribuiu para que se fixassem princípios de geometria e matemática. Os fatos relacionados à agricultura adquiriram significado religioso e festivo, dando origem a tradições e ritos.

IMPORTÂNCIA DA AGRICULTURA

A agricultura detêm uma grande importância e influências para o mundo. Além

de possuir a função de nutrir a população ao longo dos anos, ela é igualmente importante do ponto de vista de avaliar o padrão do desenvolvimento de um país, baseando-se na capacidade os fazendeiros. No quesito humanitário, a agricultura é essencial. Segundo dados da FAO, 870 milhões de pessoas no mundo sofrem de subnutrição e em 2050, quando os 7 bilhões de pessoas que habitam a Terra aumentarem para 9 bilhões, será preciso duplicar a produção alimentar. A produção agrícola entra como uma resposta e uma forma de erradicação da fome e da pobreza. Não é só no quesito alimentação e economia que a agricultura é importante, ela produz mercadorias tão diferentes como flores e plantas ornamentais, fertilizantes orgânicos, produtos químicos industriais (látex e etanol), fibras (algodão, linho e cânhamo), combustíveis (madeira para lenha, etanol, metanol, biodiesel). Além de que ela produz matérias primas para a produção de álcool, combustíveis e eletricidade já que, a eletricidade pode ser gerada de gás metano a partir de resíduos vegetais processados em biodigestor ou da queima de madeira especialmente produzida para produção de biomassa (através do cultivo de árvores que crescem rapidamente, como por exemplo, algumas espécies de eucaliptos). Apesar de apresentar importâncias visíveis para a sociedade mundial, alguns críticos acreditam que a agricultura foi um dos maiores erros dos seres humanos. Defendem esse ponto de visto, afirmando que ouve a formação, através da agricultura, de uma sociedade agrícola que causava desmatando na vegetação nativa para implantar a monocultura, na procura de maior quantidade com menor variedade, posteriormente passando a utilizar pesticidas e outros elementos químicos, causando um grande impacto no solo, na água, na fauna e na flora da região. As grandes explorações agrícolas empregam trabalhadores para empreender os vários trabalhos em relação ao cultivo das colheitas e ao cuidado de animais de exploração agrícola, somando isso a todas as importâncias citadas, a agricultura é responsável por grande parte da economia de uma país, influenciando fortemente no desenvolvimento do mesmo.

ECONOMIA AGRÁRIA

Segundo a história, no período neolítico, a agricultura gerou a sedentarização, a aglomeração do homem e invenção de novas tecnologias, em que o homem se “acomodou”, melhorando seu padrão de vida. Essas transformações, com o tempo,

propiciou o acúmulo de bens e de capital, em que tornou a prática nos campos não só como uma atividade de obtenção de alimentos, mas como outros produtos: flores e plantas ornamentais, fertilizantes orgânicos, produtos químicos industriais etc.

A economia mundial, em seus primórdios, começou com a agricultura. Na Idade

Antiga, cidades começam a surgir, em que se tornam centros de comércio de

materiais, animais e alimentos. Porém, como as atividades agrícolas exigiam muita mão de obra, a maioria da população vivia nos campos, deixando centros urbanos apenas como forma de comercialização.

A Idade Média, a economia feudal desenvolveu-se após a queda do Império

Romano. A utilização do feudo era levada em conta pela obtenção do próprio sustento,

causada pelo arrendamento de terras. A desvalorização das atividades comerciais por parte dos povos germânicos também contribuíram para a consolidação da economia agrária. A era medieval foi caracterizada pela redução da comercialização, em que o desenvolvimento de técnicas agrícolas de baixa produtividade impedia a obtenção de excedentes possivelmente utilizados na realização de atividades comerciais. A disponibilidade de terras férteis era baixa naquela época e de preocupação constante entre os camponeses. Era necessário que houvesse uma espécie de rotação de culturas. Nesse sistema, dois terços da terra era utilizada e um terço recuperava-se das colheitas anteriores. Dessa forma, o cultivo de plantações garantia segurança de alimentação. Porém, a situação de escassez de terra fértil muda após a descoberta da América, por Cristóvão Colombo, tendo como consequência a exploração do Novo Mundo. Mesmo com um dos objetivos sendo a exploração de minério para a venda na Europa, esse tipo de recurso se extingue com o tempo, e houve a exploração de terra

e a implantação das monoculturas, em que é usado o terreno para o cultivo de apenas

um tipo de plantação. Isso acarreta em exportação de produtos agrícolas, fortalecendo

a economia da nação. Relembrando que a economia agrária permitiu que o homem ocupasse seu tempo dedicando às outras áreas, como a invenção de tecnologias, foi no século XX, com a Segunda Guerra Mundial, que surgiu a Revolução Verde. Revolução Verde foi um programa para a incentivo de produção agrícola em massa, usando equipamentos e novas tecnologias, para realizar estudos sobre as sementes e criar métodos que aumentem a produtividade de alimentos. Apenas que, esse programa foi financiado pelo grupo Rockefeller, sediado em Nova Iorque. Utilizando um discurso ideológico de aumentar a produção de alimentos para acabar com a fome no mundo, o grupo Rockefeller expandiu seu mercado

consumidor, fortalecendo a corporação com vendas de verdadeiros pacotes de insumos agrícolas, principalmente para países em desenvolvimento como Índia, Brasil

e México. Porém, mesmo que o objetivo seja eliminar a fome no mundo, este não foi alcançado, pois a produção em massa de produtos agrícolas foi, e inda é, mais destinada à países ricos e industrializados, que importam mercadorias, deixando os países do continente africano com fome.

SISTEMAS AGRICOLAS

Os sistemas agrícolas, são métodos empregados para cultivação de determinado produto de subsistência humana, para fins comerciais ou próprio. Esses sistemas se distinguem de acordo com a área de cultivação e produtividade, possuindo duas formas: agricultura intensiva e agricultura extensiva. Na agricultura intensiva utiliza-se insumos com objetivo de preparar o solo para cultivação, técnicas e tecnologias, a exemplo da mecanização, os tratores, colheitadeiras, plantadeiras e etc, sementes imunes a pragas do solo e adequadas ao tipo de clima, herbicidas, inseticidas e outros. Para uma boa cultivação é necessário um acompanhamento técnico de um agrônomo. Esta forma também é conhecida como agricultura moderna e seus produtos são destinados à exportação.

A agricultura extensiva é mais rudimentar, são usados elementos encontrados na natureza sem utilização de tecnologias, em consequência tem baixa produtividade. Ela ocupa grandes áreas de cultivo e depende da fertilidade do solo. É o tipo de agricultura de roça tropical ou itinerante. Seus produtos podem ser destinados a consumo próprio ou comerciário.

EVOLUÇÃO

Nesse contexto de métodos e evolução, consta-se um subtema muito importante referente ao desenvolvimento agrícola pois envolve implementos, maquinarias, estratégias, competitividade, assim como as principais empresas na atualidade para então entender a atual estrutura do mercado e as perspectivas para o seu futuro. Faz-se uma discussão sobre a importância do progresso técnico para competir neste ambiente. Estuda-se a concorrência e o progresso técnico nesta indústria, focando nas trajetórias tecnológicas e, também, no levantamento de informações. Partindo disso, o grupo procurou artigos diversos sintetizando o assunto

Por que essa evolução?

O surgimento do setor de máquinas e implementos para a agricultura mudou definitivamente a trajetória das técnicas de produção e oferta de produtos agrícolas no mundo, assim como a necessidade de envolvimento de mão-de-obra na produção agrícola, pois os aumentos da produtividade do setor levaram à substituição do homem nesta atividade, possibilitando o acesso a novas e melhores práticas de produção na agricultura. A crescente demanda por mecanização e equipamentos que utilizam tecnologias cada vez mais avançadas, assim como o aumento da concentração do mercado nas mãos de algumas empresas são elementos importantes a serem estudados para o entendimento das tendências do setor.

Atualmente quais as principais inovações para com a agroindústria e como está o “modo de pensar empresarial”?

Atualmente, a indústria da agro-pecuária conta com a intervenção e apoio das mais diversas áreas e domínios: genética, evolução tecnológica (ex.: a nível de maquinaria e sistemas de irrigação e drenagem), desenvolvimento de produtos químicos para o combate a pragas e para a fertilização dos solos, entre outros, que contribuem para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo. Percebemos que o modo de pensar agro-industrial se resumia em duas palavras:

domínio e dinamismo. As empresas direcionaram seu foco para a competição na vida útil dos equipamentos e no desempenho. Outro diferencial das vendas é o foco na distribuição dos produtos. As inovações não eram radicais, mas o setor apresentava um dinamismo próprio de evolução por meio de seus projetos de produção e distribuição. Uma prova desse dinamismo é que temos uma disponibilidade de alimentos que nunca fora vista, fruto do uso de tecnologia e técnicas agrícolas, do desenvolvimento da logística de transporte e armazenamento; da incorporação de

novas áreas agricultáveis produtivas; além da economia de mercado robustecida pela urbanização crescente no mundo (maior demanda exigindo maior oferta)

Desafios considerando a sustentabilidade

Considerando a sustentabilidade ambiental, sintetizamos alguns desafios:

aumentar a produtividade agrícola minimizando impactos negativos no meio ambiente; utilizar fontes de energia renováveis e menos poluentes; diminuir os padrões de consumo para poupar recursos naturais; tornar equânime a distribuição de alimentos; aumentar a disponibilidade de terras agricultáveis sem prejudicar o meio ambiente; prover moradia e saneamento básico, minimizando impactos negativos no meio ambiente; diminuir desperdício de alimentos e recursos naturais.

Agricultura Antiga

Se caracteriza por utilizar força humana e animal nas plantações, geralmente para subsistência e não aplicava-se métodos científicos de organização. Os povos pré-colombianos, como os Astecas e os Maias, eram os praticantes dessa agricultura, ele não empregavam arados, enxadas e nem foices, apenas com suas mãos e um arado primitivo. A produtividade deles era bastante baixa. No Império Romano dos séculos I e II, passou-se a utilizar técnicas na agricultura, como pesticidas, rotação de culturas, fertilizantes químicos e biológicos, e colheitadeiras movidas a burro. Embora ela geralmente não seja uma agricultura com técnica capaz de produzir regularmente grandes safras, ela é muito difundida em diversas partes do mundo, especialmente entre os países subdesenvolvidos tropicais. Isso porque as tecnologias empregadas são simples e de baixo custo. Alguns exemplos desse tipo de agricultura são hoje em dia: a roça de origem indígena (Brasil), a milpa (América Central) e a chitemenê (África).

Agricultura Medieval

O mesmo problema da agricultura antiga, baixo desempenho produtivo que limita a ocorrência de trocas naturais no comercio. A baixa subsistência é caracterizada pela má qualidade das sementes utilizadas e os poucos instrumentos da época. Nesse período medieval os camponeses empregavam sistema de rotação de culturas, uma técnica, em que o lote era dividido em três porções equivalentes. Nas duas primeiras porções o servo estabelecia a plantação de duas culturas distintas. Já o lote restante não era aproveitado para que, assim, o lote de terras não fosse completamente desgastado. No ano seguinte, um terreno que foi cultivado é colocado em descanso. O campo que continua a ser explorado troca de cultura, e o campo que esteve em repouso recebe a plantação do lote que agora está descansando. No terceiro ano, o terreno que ainda não descansou não é usado e os outros dois lotes recebem uma plantação distinta da que fora empregada no segundo ano. Dessa forma, percebemos que um terço das terras era excluído da colheita de todos os anos.

Agricultura Moderna

Surgiu após a primeira fase da Revolução Industrial, situada entre o século

XVIII e XIX, com base na utilização da energia a vapor e eletricidade. Sendo

caracterizada pela maior regularização das sagras e o aumento da produção agrícola devido a utilização de tratores, colheitadeiras, semeadeiras e alguns novos implementos agrícolas. Com isso houve o ofereciemnto de matéria prima por um abaixo preço. Do ponto de vista de diversos historiadores, essa invenção contribuiu

mais para a extinção da escravatura na América do Norte, que todas as teorias que pudessem incentivá-lo na época.

Nesse período houve também um grande desenvolvimento do conhecimento científico e a criação de novos tratos culturais, que foram introduzidos nas lavouras. Contudo, o principal fator de estímulo ao desenvolvimento e a modernização da agricultura foi a acumulação de bens de capital, que proporcionaram um aumento da capacidade de financiar máquinas modernas e, assim, a produtividade agrícola aumentou. Isso porque a Revolução Industrial provocou uma grande acumulação de capital. Como a produtividade agrícola aumentou rapidamente, e como a demanda por produtos agrícolas não aumentou, já que a quantidade de alimentos que uma pessoa pode consumir é limitada em função da capacidade do seu estômago, a porcentagem da população que trabalhava na agricultura se reduziu drásticamente e foram buscar empregos nas cidades, gerando um grande processo de urbanização.

Agricultura Contemporânea

Caracterizada pela grande utilização de meios tecnológicos, que ampliaram a quantidade e a qualidade da produção. Com máquinas potentes, e usufruindo de inovações tecnológicas, boa parte dos trabalhadores tiveram seus postos de trabalho realocados, ou seja, deixaram de empregar sua força de trabalho diretamente no trato da terra, e agora exercem outras funções, tais como operar máquinas agrícolas, consertá-las e gerir a propriedade. Uma das maiores conquistas da agricultura contemporânea foi a invenção dos transgênicos[carece de fontes?], que permitem aumentar a produção, diminuir os custos, facilitar o manuseio ou então produzir alimentos com melhores qualidades. Além da modernização e mecanização ocorre a informatização. A agricultura contemporânea gerou o surgimento de novas profissões, tais como: administração

rural, biotecnologia, engenharia de alimentos, engenharia de computação para a

agropecuária, engenharia agrônoma, entre outros. A produção é direcionada tanto para o mercado interno quanto para o externo.

POLÍTICA AGRICOLA

Um conjunto de ações voltadas para planejar o financiamento e o seguro da produção. Constitui a base da Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Por meio de estudos na área de gestão de risco, linhas de créditos, subvenções econômicas e levantamentos de dados, o apoio do estado acompanha todas as fases do ciclo produtivo. Essas ações se dividem em três grandes linhas de atuação: gestão do risco

rural, crédito e comercialização. As políticas de mobilização de recursos viabilizam os ciclos do plantio. O homem do campo tem acesso a linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização. Vários programas financiam diversas necessidades dos produtores, desde a compra de insumos até a construção de armazéns.

A política agrícola brasileira envolve distintos ministérios, tais como: Ministério

da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Ministério do

Meio Ambiente. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é, entretanto, o mais importante Ministério na condução da política agrícola, pois é ele quem define os parâmetros a serem observados na implementação dos instrumentos da política agrícola, bem como é o próprio Ministério que operacionaliza, por meio de suas secretarias e órgãos, as diretrizes do Plano Agrícola e Pecuário.

A Política Agrícola Comum (ou PAC) europeia foi criada em 1962, tendo como

objetivos principais assegurar o abastecimento regular de géneros alimentícios, manter um equilíbrio entre a cidade e o campo, valorizar os recursos naturais e preservar o ambiente, e garantir aos agricultores um rendimento em conformidade com os seus desempenhos. Os princípios básicos da PAC são: a criação de um único grande mercado, dentro do qual os produtos agrícolas possam circular livremente; a preferência pelos produtos agrícolas produzidos na União Europeia; e o financiamento comunitário da política agrícola comum. Os objetivos da PAC foram concretizados mas geraram problemas: incentivaram a criação de excedentes (cereais, carne de bovino e leite, nomeadamente) e levaram a uma queda significativa dos rendimentos dos agricultores. A situação tornou-se de tal modo preocupante que em 1992 foi lançada uma revisão da PAC (assinada em Lisboa quando Portugal detinha a presidência do Conselho Europeu). Objetivos da Política Agrícola Comum são também agora a redução dos excedentes e a regulação dos preços junto dos consumidores.

REFORMA AGRÁRIA

Reforma Agrária é um processo de divisão de terras. Na verdade, existem muitos latifúndios particulares, porém improdutivos por parte de seus donos, então o governo resolve comprá-los para distribuir entre pessoas que possam plantar e usufruir dessas terras.

A Reforma Agrária, em geral tenta proporcionar:

A desconcentração e a democratização da estrutura fundiária;

A produção de alimentos básicos;

A tentativa da geração de ocupação e renda;

A tentativa de combate à miséria e à fome;

A diversificação do comércio e dos serviços no meio rural;

A interiorização dos serviços públicos básicos;

A redução da migração campo-cidade;

A democratização das estruturas de poder;

A tentativa da promoção da cidadania e da justiça social.

Esta reforma se torna necessária por fatos vindos desde o período colonial, já que neste, houve muitas divisões injustas de terras. O sistema de Capitanias Hereditárias é um exemplo disso, já que pouquíssimas pessoas, os donatários,

receberam grandes propriedades de terras, pedaços comparados a alguns estados atuais em tamanho, para explorar e colonizar. Desde então, o acesso a terras é complicado para a maioria da população. Com isso, a reforma agrária veio como uma tentativa de minimizar toda esta falha secular. Embora lento, já tem demonstrado bons resultados. Os trabalhadores rurais organizaram o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que pressiona o governo, através de manifestações e ocupações, para conseguir acelerar a reforma agrária e garantir o acesso à terra para milhares de trabalhadores rurais. Cabe ao governo todo o processo de reforma agrária através de um órgão federal chamado INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Ao contrário do que muitos pensam, a reforma agrária é realizada em nosso país dentro das leis vigentes, respeitando a propriedade privada e os direitos constituídos. Não visa apenas distribuir terras, mas sim garantir, aos pequenos agricultores, condições de desenvolvimento agrário e produtividade, gerando renda e melhores condições de vidas para as famílias assentadas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conforme foi descrito no trabalho, sobre o desenvolvimento da agricultura no mundo, podemos compreender que a evolução se deu de modo primeiramente para subsistência pessoal, ao longo do processo foi tomando um caráter mais comercial. Isso deve-se a acumulação de propriedade, crescimento populacional e desenvolvimento de técnicas. A posse de grandes latifúndios pelas pessoas, impossibilitaram que outras pudessem produzir para se mesmo, tendo então que realizar trocas para garantir sua subsistência. O crescimento possibilitou que mais tomadas de terra. E as técnicas contribuíram para produção em grande escala, devido a revolução industrial, mas a demanda não foi suficiente, tendo então pessoas partindo para cidades, ocorrendo a urbanização. Devido ao crescimento populacional, houve uma desvantagens da divisão de terras mundialmente. E, para a resolução desse problemas, percebeu-se que é necessário uma reforma agrária, visando a redistribuição de terras para que haja uma melhor aproveitamento das terras. Também que a invenção de tecnologias propiciou o avanço de produção agrícola, porém esse avanço da produção não alimentou toda a população do planeta, deixando os países ricos usufruírem desses investimentos no cultivo, e países subdesenvolvidos sendo prejudicados. Apreendermos que existe duas formas de agricultura a extensiva, para pequena agricultor e a intensiva para o grande agricultor. Sendo que assegurar o agriculto de baixo capital existem políticas agrarias, em que o governo financiam para que estes possam cultivar.

REFERÊNCIAS

CLICK ESCOLAR. Origens da Agricultura. Disponível em:<

http://www.clickescolar.com.br/origens-da-agricultura.htm>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014. CULTIVARES. Evolução da Agricultura. Disponível em:< http://www.cultivares.com.br/noticias/index.php?c=2110>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014. FOODWEWANT. Importância da Agricultura. Disponível em:<

2014.

AGRICULTURA. Política Agrária. Disponível em:<

http://www.agricultura.gov.br/politica-agricola>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014. INCRA. Reforma Agrária. Disponível em:< http://www.incra.gov.br/index.php/reforma- agraria-2/questao-agraria/reforma-agraria>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014.

Economia Agrária. Disponível em:<

CERNAS.

http://www.esac.pt/cernas/economia_agraria.htm>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014. MUNDO EDUCAÇÃO. Sistemas Agrícolas. Disponível em:< http://www.esac.pt/cernas/economia_agraria.htm>. Acesso em: 27 de janeiro de 2014.