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TORRE METEREOLOGICA

T-135
SSE-VALE
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OFICINA MECANICA
TORRE METEREOLOGICA T-135

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REVISÕES
TE: TIPO
EMISSÃO
A - PRELIMINAR
B - PARA APROVAÇÃO
C - PARA CONHECIMENTO
D - PARA COTAÇÃO
E - PARA CONSTRUÇÃO
F - CONFORME
COMPRADO
G - CONFORME CONSTRUÍDO
H - CANCELADO
Rev. TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data
0 C PARA CONHECIMENTO - EMISSÃO INICIAL MG 26/05/14




















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ÍNDICE

ÍTEM DESCRIÇÃO PÁGINA

1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................................... 3
2 DESENVOLVIMENTO ............................................................................................................................................... 3
3 NORMAS ADOTADAS .............................................................................................................................................. 4
4 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS E METALÚRGICAS DOS MATERIAIS ..................................................................... 4
5 CRITÉRIO PARA DIMENSIONAMENTO ..................................................................................................................... 8
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS : ...................................................................................................................................... 21



































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1 Introdução

O presente memorial de calculo verificará a resistência mecânica dos componentes
estruturais da Torre meteorológica EAMA T-135, instalada em Itabira – MG.

A escada é composta por perfis tubulares com seções de Φ 31,75 x dois mm e Φ
19,05 x dois mm, fabricados em alumínio ASTM-1145.

O presente calculo está simplificado por solicitação do cliente.

Esta estrutura é uma treliça espacial com seção triangular, composta de 3 módulos,
sendo o primeiro fixo ao solo, cada um medindo 3,660 metros. O terceiro modulo quando
abaixado se encaixa dentro do segundo modulo, e o segundo modulo se encaixa dentro do
primeiro.

Para efeito de calculo consideraremos que os módulos 2 e 3 estão recolhidos, a
instrumentação meteorológica ficará então a aproximadamente 4 metros do piso, e será
acessível através da escalada de uma pessoa utilizando um trava quedas e demais EPIs
específicos e necessários para está função / tarefa ( foto 3 – posição da torre com os
módulos 2 e 3 recolhidos).

Por simplificação dos cálculos adotaremos a estrutura bidimensional treliçada com
altura de 3,66 metros, conforme poderá ser vista no modelo computacional.

Não serão considerados efeitos de fadiga e cargas dinâmicas.

Sobrecarga forma calculados considerando-se todos os componentes apresentados nos
desenhos de referência.


2 Desenvolvimento

Para desenvolvimento e parâmetros pra cálculos utilizaremos dados de campo e
desenho conforme indicado.



Tabela 1 - Documentos de Referência
Nº Documento Título
XXXX Torre EAMA T-135 - fotografias
yyyyy Croqui .dwg




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3 Normas adotadas


ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

AISC - American Institute of Steel Construction

AISE - Association of Iron and Steel Engineers

AISI - American Iron and Steel Institute

VALE – Normas internas




4 Características geométricas e metalúrgicas dos materiais

Valores de sobrecarga na estrutura: Norma VALE CP-S-501



Materiais utilizados na fabricação da estrutura:



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Fatores de segurança:






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Tabela de tubos em alumínio :



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Tabela de coeficientes de flambagem:



5 Critério para dimensionamento

Os critérios de cálculo que utilizaremos são conhecidos e aceitos no meio da
engenharia.
Tanto a plataforma quanto a escada foram modeladas, carregadas e tiveram os dados
de saída apresentados neste memorial.
Para a estruturam foi utilizado método de deslocamento dos pontos das estruturas, já
para os pinos e olhais foram utilizados métodos empíricos conforme normas apresentadas.
As características metalúrgicas dos materiais foram apresentadas nas figuras do item
4.





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Foto 1



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Diagrama 1



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Foto 2




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Foto 3



Croqui da torre







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5.1 CÁLCULO DA SEÇÃO LONGITUDINAL DA TORRE :


5.1.1 CARREGAMENTO

Sem estais

Com estais



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5.1.2 FORÇAS NORMAIS

Sem estais

Com estais



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5.1.3 FORÇAS CORTANTES


Sem estais


Com estais



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5.1.4 MOMENTOS FLETORES


Sem estais


Sem estais





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5.1.5 DEFORMAÇÃO



Sem estais - Deflexão máxima no topo de 0,23 mm.




Com estais - Deflexão máxima no topo de 0,13 mm.



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5.2 CÁLCULO DAS TENSÕES DE FLEXÃO :


Serão utilizados os valores dos momentos fletores obtidos nos cálculos computacionais.
Para otimização apresentaremos apenas os casos mais extremos de tensão.


σ = M / W ≤ σ


5.2.1 PERFIL DA TORRE – seção longitudinal

Perfis tubulares com seções de Φ 31,75 x 2 mm e Φ 19,05 x 2 mm


Propriedades geométricas:

Φ 31,75 x 2 mm Φ 19,05 x 2 mm

J = 2,077 cm
4
J = 0,3912 cm
4


W = 1,30 cm
3
W = 0,4118 cm
3


S = 1,87 cm
2
S = 1,07 cm
2




Momento fletor máximo:

Mf = 0,27 tf.m (conforme diagrama de momentos)

Cálculo das tensões oriundas do momento fletor:

σ = 0,27 tf.m / 1,30 cm
3
≤ σ = 0,6 x 700 Kgf/ cm
2
(LIGA ALUMINIO ASTM-1145)

σ = 207 Kgf / cm
2
≥ σ = 420 Kgf/ cm
2


OK, o perfil passa no critério de flexão COM estais






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5.3 CÁLCULO DAS TENSÕES ORIUNDAS DAS FORÇAS CORTANTES:

Serão utilizados os valores dos esforços cortantes máximos obtidos nos cálculos computacionais.
Para otimização apresentaremos apenas os casos mais extremos de tensão.
σ = F / S ≤ σ

5.3.1 PERFIL DA TORRE – seção longitudinal:

Esforços cortantes:

F = 0,02 tf

Área da seção:

S = 1,87 cm
2


σ = 0,02tf / 1,87 cm
2
≤ σ = 0,36 x 700 Kgf/ cm
2


σ = 10,69 Kgf / cm
2
< σ = 252,0 Kgf/ cm
2


OK, o perfil passa no critério cisalhamento


5.4 CÁLCULO DAS TENSÕES ORIUNDAS DAS FORÇAS AXIAIS – FLAMBAGEM :



5.4.1 PERFIL DA TORRE – sem estais:

Estes perfis estão submetidos apenas à compressão axial, portanto serão verificados à flambagem

Tabela de coeficientes de flambagem:








Comprimento de flambagem:

Lf = β . L = 1,0 x 20 = 40 cm


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β = 1,0 (ver tabela de coeficientes flambagem)

Índice de esbeltez:

λ = Lf / i = 40 cm / 1,05 cm = 38,09


i = √ J / S = √ 2,077 / 1,87 = 1,05 cm

Perfil tubular de Φ 31,75 x 2 mm (para os perfis verticais da torre)


Propriedades geométricas:

J = 2,077 cm
4


S = 1,87 cm²

Força crítica de flambagem:

Fcr = π² . E . J / l² = π² x 7000 x 2,077 / 40² = 89,68 Kgf

Comparação de forças:

F at ≤ Fcr => 190 Kgf ≥ 90,00 Kgf

NÃO OK , o perfil NÃO passa no critério de flambagem SEM estais


5.4.2 PERFIL DA TORRE – com estais:

Estes perfis estão submetidos apenas à compressão axial, portanto serão verificados à flambagem

Tabela de coeficientes de flambagem:








Comprimento de flambagem:

Lf = β . L = 1,0 x 20 = 40 cm


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β = 1,0 (ver tabela de coeficientes flambagem)


Índice de esbeltez:

λ = Lf / i = 40 cm / 1,05 cm = 38,09


i = √ J / S = √ 2,077 / 1,87 = 1,05 cm

Perfil tubular de Φ 31,75 x 2 mm (para os perfis verticais da torre)


Propriedades geométricas:

J = 2,077 cm
4


S = 1,87 cm²

Força crítica de flambagem:

Fcr = π² . E . J / l² = π² x 7000 x 2,077 / 40² = 89,68 Kgf

Comparação de forças:

F at ≤ Fcr => 90 Kgf = 90,00 Kgf

OK , o perfil passa no critério de flambagem COM estais



6 Considerações finais :

Os perfis tubulares Φ 31,75 x 2 mm e Φ 19,05 x 2 mm que formam a estrutura da
torre passaram nos critérios de flexão e força cortantes apresentados anteriormente.
Os perfis tubulares Φ 31,75 x 2 mm mm que formam a torre passaram no critério de
flambagem apresentados anteriormente, porem deve manter os estais de cabo de aço Φ
1/8”.
Para simplificar e resumir o presente estudo foram apresentados apenas as situações
mais críticas em relação aos esforços atuantes.
O presente projeto atende às especificações técnicas para o qual foi projetado.