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ManualTCCProjetodeconsultoriadeMarketing

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FATEC – IVAÍ Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí

ELABORAÇÃO DE PROJETO DE CONSULTORIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING ELABORAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO

ABRIL 2007

A. MODELO DA ESTRUTURA DA CAPA

FATEC – IVAÍ – FACULDADE DE TECNOLOGIA DO VALE DO IVAÍ

Nome: Nome: Nome: Nome:

TECNOLOGIA EM MARKETING ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA EM MARKETING

IVAIPORÃ – PR 2007

B. MODELO DA ESTRUTURA DA FOLHA DE ROSTO

FATEC – IVAÍ – FACULDADE DE TECNOLOGIA DO VALE DO IVAÍ

Nome: Nome: Nome: Nome:

TECNOLOGIA EM MARKETING ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA EM MARKETING
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Tecnólogo em Marketing, Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí – FATEC. Orientador: Profº Silvestre Eduardo Torelli

IVAIPORÃ – PR 2007

C. MODELO DA ESTRUTURA DO TERMO DE APROVAÇÃO

TERMO DE APROVAÇÃO

TECNOLOGIA EM MARKETING ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA EM TECNOLOGIA EM MARKETING

Trabalho de Conclusão de Curso aprovado para obtenção do título de Tecnólogo em Marketing, Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí – FATEC.

Orientador: Profº. Silvestre Eduardo Supervisor TCC Profª. Flávia F. P. Casa Grande Orientadora Pedagógica

Ivaiporã,______ de ________________ de 2007.

D. MODELO DA ESTRUTURA DE DEDICATÓRIA

Dedico à minha estimada esposa e aos meus filhos.

E. MODELO DE AGRADECIMENTOS

AGRADECIMENTOS

A Deus por ter nos dado perseverança e equilíbrio para realização desse estudo. Ao Prof.. ........................... pela contribuição com seus conhecimentos e sugestões na orientação desta dissertação. Aos .........................., colegas de classe, pelo apoio, incentivo e dedicação na elaboração deste trabalho. Ao Prof. .........pela amizade e colaboração com informações que auxiliaram na concretização deste estudo. À bibliotecária .................... que nos atendeu sempre com muita dedicação.

F. MODELO DE EPÍGRAFE NAS PÁGINAS PRÉ-TEXTUAIS

Sempre há uma razão para viver Podemos nos elevar sobre nossa ignorância, Podemos nos descobrir como criaturas de perfeição, inteligência e habilidade Podemos ser livres! Podemos aprender a voar!!! Richard Bach

Há muito tempo atrás fiz um pacto com o destino: tornei-me meu próprio destino – um destino em ação. Pablo Picasso

G. MODELO DE RESUMO RESUMO

O presente trabalho tem, como objeto, a formação docente, com especial ênfase nas séries iniciais. Visa a compreender a formação docente, especialmente a formação continuada, como aquela que possibilita reflexões e inovações sobre a prática cotidiana. O currículo foi assumido, no decorrer da investigação, enquanto fio condutor do trabalho pedagógico. O instrumento norteador da pesquisa foi o currículo de História das séries iniciais. O trabalho desenvolveu-se em uma escola da Rede Pública Municipal de Ponta Grossa, envolvendo um grupo de cinco profissionais do turno vespertino. Caracterizou-se como um estudo exploratóriodescritivo, envolvendo uma pesquisa bibliográfica, análise documental em fontes primárias e, para a coleta de dados, foi realizado um grupo de estudos com os professores da escola. Inicialmente, o trabalho apresenta uma reflexão acerca da formação docente, buscando pontuar elementos referentes à formação inicial, como também à formação continuada. Porém, destacamos a formação continuada, por entendermos que esta possibilita reflexões e inovações acerca da prática cotidiana do professor. No segundo momento, abordamos a temática do currículo e do ensino de História, tal reflexão procurou pontuar aspectos acerca do currículo e as várias polêmicas que o mesmo causa, visto que atinge todos os profissionais da Educação, especialmente os docentes. Com esse intuito, abordamos especificamente o currículo de História. Na seqüência, estabeleceu-se uma análise do Currículo de História da Rede Municipal de Ponta Grossa e registrou-se o trabalho referente ao grupo de estudos, procurando traçar as possíveis articulações entre o plano curricular de História e o cotidiano da escola. Por fim, a pesquisa suscitou algumas conclusões que confirmaram a importância da formação continuada, especialmente no ambiente escolar, visto que há, na dinâmica cotidiana da escola, elementos significativos, capazes de desencadear importantes reflexões acerca da prática cotidiana. Palavras-chave: formação docente; formação continuada; currículo de história.

H. MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES

LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 - Lombada de um livro.................................................................. 12 - Diagrama de dispersão das áreas de pesquisa......................... 15 - Fluxograma do processamento técnico de publicações............ 25

GRÁFICO 1 - Disponibilidade de redes nas bibliotecas................................... 26 FIGURA 4 FIGURA 5 - Esquema da estrutura física de redes da instituição.................. 28 - Fachada da Universidade Estadual de Ponta Grossa............... 32

GRÁFICO 2 - Cursos x acesso aos bancos e bases de dados........................ 60 MAPA 1 - Distribuição geográfica dos terminais da internet nas bibliotecas.................................................................................. 63

I. MODELO DE LISTA DE QUADROS

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 QUADRO 2 QUADRO 3 QUADRO 4 QUADRO 5 QUADRO 6 QUADRO 7 QUADRO 8 - Competências das empresas....................................................... 12 - Redes de acesso.......................................................................... 15 - Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados das instituições............................................................. 25 - Hardwares disponíveis................................................................. 28 - Uso de bases de dados................................................................ 32 - Bases de dados em CD-ROM...................................................... 54 - Bases de dados on line................................................................ 60 - Distribuição das redes pelas instituições participantes do sistema de bancos de dados de pesquisa.................................. 63

EXEMPLO DE QUADRO QUADRO 1 – Competências das Empresas
AS EMPRESAS PRECISAM SER Inovadoras em produtos e serviço Orientadas para o mercado – conhecimento Planas – menor número de níveis gerenciais Rápidas e desburocratizadas Conscientes do valor da qualidade Internacionalistas - mesmo sendo pequenas Participativas - distribuir parte dos ganhos Preocupadas com a comunidade Preservadoras do meio ambiente Atentas aos sinais de mudanças Integradas pela informação AS EMPRESAS PRECISAM TER Processos flexíveis Ciclos operacionais curtos Alta capacidade de previsão da demanda Baixo custo operacional / customização Consistência nos serviços e promessas Cobertura abrangente do seu mercado Gerenciamento por processos x funções Baixo índice de ajustes / retrabalho Processo de comunicação eficiente Funcionários preparados e informados Ética Inflexível Políticas Eficazes

FONTE: RODRIGUES, Nilton Vanderlei; GODOY, Leoni Pentiado. A Logística como um diferencial na qualidade de Vendas. Santa Maria: UFSM. Centro de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, jul. 2003. p. 54.

J. MODELO DE LISTA DE TABELAS

LISTA DE TABELAS TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 TABELA 5 TABELA 6 TABELA 7 TABELA 8 - Apoio à implantação e melhoria da infra-estrutura turística – 12 1996/2001 (em R$ mil)................................................................. - Redes de acesso.......................................................................... 15 - Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados das instituições............................................................. 25 - Hardwares disponíveis................................................................. 28 - Uso de bases de dados................................................................ 32 - Bases de dados em CD ROM...................................................... 54 - Bases de dados on line................................................................ 60 - Distribuição das redes pelas instituições participantes do sistema de bancos de dados de pesquisa.................................. 63

EXEMPLO DE TABELA TABELA 1 – APOIO À IMPLANTAÇÃO E MELHORIA DA INFRA-ESTRUTURA TURÍSTICA – 1996/2001 (EM R$ MIL) Nº DE RECURSOS ANO EMBRATUR TOTAL PROJETOS PRÓPRIOS 1996 8 821,84 2.086,48 3.008,32 1997 56 4.007,56 20.990,75 24.998,31 1998 71 6.016,11 20.629,97 26.646,08 1999 140 4.963,83 31.950,43 36.914,26 2000 137 69.995,04 142.960,10 212.885,14 2001 330 9.871,40 63.173,32 73.044,72 FONTE: EMBRATUR

L. MODELO DE LISTA DE SIGLAS

LISTA DE SIGLAS BBS BITNET CD-I CD-ROM CD-WORM CPD FTP HTTP LAN NPD RNP WAIS WWW - Bulletin Board System - Because It’s Time Network - Compact Disc Interative - Compact Disc – Read Only Memory - Compact Disc – Write Only Read Many - Centro de Processamento de Dados - File Transfer Protocol - Hyper Text Transfer Protocol - Local Area Network - Núcleo de Processamento de Dados - Rede Nacional de Pacotes - Wide Area Information Service - World Wide Web

M. MODELO DE SUMÁRIO COM NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

SUMÁRIO (exemplo) RESUMO 8

FONTE: EMBRATUR.........................................................................................11 1 PESQUISA E PROJETO DE CONSULTORIA...............................................15 1.1 O QUE É PESQUISA E POR QUE SE FAZ UMA PESQUISA?..................15 1.2 O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA PESQUISA?.........................15 1.3 POR QUE ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?............................16 O. ELEMENTOS QUE COMPÕEM UM PROJETO DE PESQUISA.................17 1 TEMA...............................................................................................................17 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA............................................................................17 2 PROBLEMA.....................................................................................................17 3 OBJETIVO.......................................................................................................17 4 JUSTIFICATIVA...............................................................................................17 5 METODOLOGIA..............................................................................................17 6 CRONOGRAMA..............................................................................................17 7 PLANO DE CONSULTORIA EM MARKETING..............................................17 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................17 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................17 APÊNDICES E/OU ANEXOS.............................................................................17 1 TEMA...............................................................................................................18 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA............................................................................19 2 PROBLEMA.....................................................................................................19 3 OBJETIVO.......................................................................................................20 3.1 OBJETIVO GERAL.......................................................................................20 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS........................................................................21 4 JUSTIFICATIVA...............................................................................................22 5 METODOLOGIA..............................................................................................23 6 CRONOGRAMA..............................................................................................27 ATIVIDADES.......................................................................................................27 7 PLANO DE CONSULTORIA EM MARKETING..............................................28

7.1 DADOS DA EMPRESA.................................................................................28 7.2 ANÁLISE DO NEGÓCIO..............................................................................28 7.3 ANÁLISE DOS ASPECTOS INTERNOS......................................................29 7.4 ANÁLISE DO SETOR DE ATIVIDADE.........................................................30 7.5 ANÁLISE DO MACROAMBIENTE...............................................................31 7.6 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O QUADRO ATUAL DA EMPRESA. ............................................................................................................................31 7.7 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS....................................................................31 7.8 AVALIAÇÃO FINAL DA EMPRESA...............................................................32 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................32 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................33 APÊNDICES E/OU ANEXOS.............................................................................34

N. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE CONSULTORIA 1 PESQUISA E PROJETO DE CONSULTORIA

1.1 O QUE É PESQUISA E POR QUE SE FAZ UMA PESQUISA?

Pesquisa é um procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Desenvolve-se ao longo de um processo que envolve inúmeras fases, desde a adequada formulação do problema até a satisfatória apresentação dos resultados. (GIL, 2002) Faz-se uma pesquisa por razões de ordem intelectual, que decorrem do desejo de conhecer pela própria satisfação de conhecer, ou por razões de ordem prática, que decorrem do desejo de conhecer com vistas a fazer algo de maneira mais eficiente ou eficaz. (GIL, 2002).

1.2 O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA PESQUISA?

a) qualidades pessoais do pesquisador: O êxito de uma pesquisa depende fundamentalmente de certas qualidades intelectuais e sociais do pesquisador, entre as quais, estão as seguintes: − conhecimento do assunto a ser pesquisado; − curiosidade; − criatividade; − integridade intelectual; − atitude auto-corretiva; − sensibilidade social; − imaginação disciplinada; − perseverança e paciência; − confiança na experiência. b) recursos humanos, materiais e financeiros.

1.3 POR QUE ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

O planejamento da pesquisa concretiza-se mediante a elaboração de um projeto que é o documento explicitado das ações a serem desenvolvidas ao longo do processo. A pesquisa exige que as ações desenvolvidas ao longo de seu processo sejam efetivamente planejadas. Além da equipe pesquisadora, o projeto interessa ao contratante do serviço, pois esclarece acerca do que será a pesquisa e apresenta a estimativa dos custos; interessa à empresa patrocinadora, pois permite verificar suas diretrizes e estimativas da relação custo/benefício; interessa aos potenciais beneficiários de seus efeitos e conclusões.

O. ELEMENTOS QUE COMPÕEM UM PROJETO DE PESQUISA

É importante salientar que não há regras estanques, pois as variações quanto à escolha desses itens ocorrem conforme a proposta do trabalho. Este é um dos motivos que faz do orientador uma figura importante no papel da construção do trabalho. Habitualmente, os seguintes elementos são exigidos num projeto de pesquisa: 1 TEMA 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA 2 PROBLEMA 3 OBJETIVO 3.1 OBJETIVO GERAL 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 4 JUSTIFICATIVA 5 METODOLOGIA 6 CRONOGRAMA 7 PLANO DE CONSULTORIA EM MARKETING 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES E/OU ANEXOS

1 TEMA

A escolha do tema é uma tarefa difícil, que envolve a análise das variáveis que podem ajudar ou dificultar a execução da pesquisa. É importante nessa definição conciliar o aspecto prático e de desejo de quem irá desenvolver a pesquisa. De nada adianta ter todas as facilidades práticas (empresa disponível, literatura acessível, logística de orientação etc.) sem que haja o engajamento e a vontade de trabalhar tal tema. Assim, é importante: a) definir o tema o quanto antes; b) escolher o tema relacionado aos conteúdos teóricos que tiveram ou estão tendo no curso; c) desenvolver o trabalho onde há facilidade de acesso aos dados (empresa); d) fazer o trabalho na área de interesse do(s) pesquisador(es); e) evitar questões polêmicas; f) utilidade do tema; g) disponibilidade de tempo, recursos financeiros, RH e materiais. Algumas das áreas possíveis de serem estudadas podem ser: a) Administração de Recursos Humanos: recrutamento e seleção; treinamento; plano de cargos e salários; remuneração; sistemas de avaliação de desempenho; desenvolvimento de executivos; liderança; motivação; burocracia; b) Administração planejamento de Marketing: comportamento propaganda; do consumidor; direto; mercadológico; marketing comportamento organizacional; cultura organizacional; sociologia do trabalho; relações de trabalho; relações de poder;

desenvolvimento de produto; desenvolvimento de mercado; c) Administração de Finanças: impacto econômico; orçamento; análise de investimento; desenvolvimento financeiro de plano de negócio; mercado de capitais; administração de risco; planejamento financeiro; d) Administração da Produção: técnicas atuais de gestão; gestão da qualidade; processo produtivo; elaboração de indicadores de

desempenho; desenvolvimento e utilização de modelos e métodos produtivos; novas tecnologias; e) Administração Estratégica: elaboração de novas estratégias; análise dos concorrentes; análise de mercado; f) Administração da Informação: sistemas de informação; prospecção tecnológica; desenvolvimento de sistemas de informações gerenciais; aspectos ligados ao conhecimento.

1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA

Explicitar o que fica no estudo e o que fica fora. a) localização espacial: onde a pesquisa será desenvolvida; b) temporal: em que período ocorrerá o levantamento de dados ou a projeção de estudo. c) personagens: quem participará da pesquisa ou responderá aos questionários; d) enfoque: estudo sociológico, administrativo, humanístico, histórico, planejamento estratégico, marketing, recursos humanos, produção, financeiro etc.

2 PROBLEMA

É uma questão fundamental que se pretende responder. É uma questão não resolvida, que se pretende solucionar via pesquisa. Sua formulação tem que ser estratégica. Interrogações básicas: a) porque a pesquisa deve ser realizada? b) quais decisões devem ser tomadas? c) quais as possíveis respostas a serem obtidas para problemas ou oportunidades definidas?

Partindo dessas respostas, chega-se ao problema ou à oportunidade de negócio a ser investigada. Como elaborar o problema: a) deve ser formulado como pergunta; b) deve ser redigido de forma clara, precisa e concisa; c) deve estar delimitado a uma visão viável: não deve abranger temas muito amplos; d) o problema deve ser empírico: baseado em fatos ou coisas, ‘palpável’, que seja exeqüível, que tenha solução, que possa ser respondido. Após concluir a formulação de um problema, é pertinente que você se pergunte: tenho como encontrar a solução?; e) evitar problemas de valor. Exemplos de problema de pesquisa: (a) Como os processos e as práticas pedagógicas dos programas de qualificação profissional de trainees das instituições financeiras contribuem para o estranhamento (alienação) e a aceitação da ideologia dominante? (b) Como desenvolver e implantar um planejamento estratégico para a empresa XY a fim de atingir a liderança de mercado até o ano 2008? (c) De que forma o imaginário dos grupos que constituem uma organização de futebol (jogadores, comissão técnica, diretoria) e seu ambiente direto (imprensa e torcedores) formata as relações de poder entre os mesmos, quando estimulados por uma seqüência de sucessos ou fracassos na realização de um objetivo?

3 OBJETIVO

3.1 OBJETIVO GERAL

O objetivo geral define o propósito central da pesquisa, ou seja, o que se pretende alcançar com a pesquisa. É o que responde e soluciona o problema. Normalmente, é a pergunta de pesquisa (o problema) em forma de afirmação, sempre expressando uma ação, por isso começa com verbo. Exemplos em relação aos problemas apresentados:

(a) Identificar como os processos e as práticas pedagógicas dos programas de qualificação profissional de trainees das instituições financeiras contribuem para o estranhamento (alienação) e a aceitação da ideologia dominante. (b) Desenvolver e implantar um planejamento estratégico para a empresa XY a fim de atingir a liderança de mercado até o ano 2008. (c) Verificar de que forma o imaginário dos grupos que constituem uma organização de futebol (jogadores, comissão técnica, diretoria) e seu ambiente direto (imprensa e torcedores) formata as relações de poder entre os mesmos, quando estimulados por uma seqüência de sucessos ou fracassos na realização de um objetivo.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Os objetivos específicos circunscrevem o objetivo geral, que é mais genérico. Os objetivos específicos cumprem etapas que necessitam ser cumpridas para alcançar o objetivo geral. São todas as afirmações que levarão o pesquisador a cumprir o objetivo geral. Também são redigidos com verbo no infinitivo, expressando uma ação. Exemplos em relação aos objetivos gerais apresentados: Caso (a): delimitar o conceito de qualificação profissional de trainees, de estranhamento (alienação) e de ideologia dominante; verificar os elementos constitutivos valorizados pelas organizações presentes nos programas de qualificação profissional de trainees; identificar quais os processos e as práticas pedagógicas utilizados nos programas de qualificação profissional de trainees; identificar a relação entre qualificação profissional de trainees e o processo de estranhamento (alienação) e aceitação da ideologia dominante. Caso (b):

definir os objetivos e as metas da organização a curto, a médio e a longo prazo; fazer a análise da situação estratégica atual; elaborar a análise interna, identificando os pontos fortes e os pontos fracos da organização; elaborar a análise externa, identificando as variáveis (ameaças e oportunidades) que afetam a organização; identificar os cenários possíveis que podem afetar o negócio; desenvolver o plano estratégico da empresa; elaborar os indicadores que servirão de controle no processo de implementação; Caso (c): identificar quais as principais características que compõem o imaginário de cada grupo; verificar quais os padrões de discursos, distintos a cada grupo, estabelecidos nas seqüências de resultados obtidos; identificar quais são os principais acontecimentos que influenciam no imaginário dos grupos antes do início de cada competição; verificar o comportamento e desempenho dos grupos relacionados ao clube de futebol frente às dificuldades encontradas e suas repercussões frente aos demais grupos; identificar os sentimentos presentes dentro da dinâmica interna e externa nos grupos estudados.

4 JUSTIFICATIVA

A justificativa é a apresentação dos motivos ou razões para a existência do projeto. Justifica-se um projeto pela sua relevância, importância, viabilidade e contribuições prática e teórica que pode trazer. Neste item do trabalho, o pesquisador pode escrever de forma mais livre, evitando, inclusive, a utilização da linguagem extremamente culta.

Dica: justificativa é a resposta que o autor dá à seguinte indagação do leitor: em que o estudo é importante para a área na qual você está atuando, ou para a área na qual busca formação acadêmica, ou para a sociedade em geral? Exemplos de justificativa do caso (c): “Futebol é superação dos limites, sociabilização, cooperação, disputa, emoções, sentimentos ambivalentes, esperança, decepção, etc., ou seja, é um universo simbólico que vai além das relações concretas. O campo da Psicossociologia tem muito a contribuir com os estudos relacionados ao imaginário grupal e coletivo, estudando a dinâmica dos grupos que compõem um ambiente organizacional e os comportamentos que regem as relações estabelecidas entre eles diante das expectativas relacionadas à seqüência de resultados obtidos por um clube de futebol. Assim, espera-se que essa pesquisa seja um incremento teórico a respeito da influência das perspectivas imaginárias dos grupos nas relações de poder entre os diversos grupos que compõem a rede organizacional ligada a um clube. Na expectativa de contribuir com o futebol, mesmo que fora do campo profissional e longe da posição de direção de instituições ligadas a ele, espera-se proporcionar uma melhora interpretativa das relações sociais que estão sendo praticadas na sociedade”.

5 METODOLOGIA

Neste capítulo, descreve-se como a pesquisa será realizada. É a operacionalização da pesquisa, que visa a relacionar os pontos teóricos levantados na fundamentação com a realidade que se pretende analisar. A metodologia deve estar em conformidade com a proposta do objetivo geral e dos objetivos específicos. Desta forma, visa a responder às ações anunciadas nos mesmos. Propõe uma classificação quando aos tipos de projetos, métodos e técnicas utilizadas na metodologia. A. PESQUISA QUANTITATIVA A pesquisa quantitativa é a escolha da abordagem de quantificação da coleta de informações, do tratamento dos dados e do uso estatístico nas análises. A

princípio, o método tem como objetivo garantir precisão aos resultados, isenção do subjetivismo do pesquisador, evitar distorções nas interpretações, assegurando uma margem de segurança às inferências. As análises consistem no levantamento de variáveis. Um dos métodos utilizados é o experimento de campo. O objetivo deste estudo é verificar a relação entre causa e efeito. Indicadores são medidos (produtividade, desempenho, satisfação etc.) e os resultados são avaliados mediante testes. Pesquisa descritiva ou pesquisa de levantamento tem como característica coletar dados de toda ou parte de uma população, a fim de avaliar a incidência relativa, distribuição e inter-relações de fenômenos que ocorrem naturalmente. Procura, assim, responder às questões de fato e determinar a distribuição das características da população escolhida. As variáveis não são manipuladas ou casualizadas pelo pesquisador. Sua força está na validade externa. A pesquisa exploratória possibilita ao pesquisador aumentar sua experiência em torno de determinado problema. Assim, o pesquisador planeja um estudo exploratório para encontrar elementos necessários que lhe permitam, em contato com determinada população, obter resultados que deseja. Um estudo exploratório, por outro lado, pode servir para levantar possíveis problemas de pesquisa. As técnicas de coletas de dados das pesquisas quantitativas são várias. Cada uma apresenta vantagens e desvantagens. São elas: A entrevista é utilizada nas pesquisas de opinião e mercado. Sua utilização é visível quando, no questionário, existe uma série de perguntas abertas. Quando há necessidade de interação entre duas pessoas, a entrevista constitui-se no melhor método. Entretanto, cabe ressaltar que o entrevistador não pode direcionar ou influenciar a resposta do entrevistado. Na entrevista estruturada, as perguntas são formuladas e é apresentada ao entrevistado uma série de respostas possíveis. Na semi-estruturada, há uma variação entre perguntas fechadas e perguntas abertas. Na não estruturada, é utilizada a técnica de conversa guiada, onde há apenas a existência de um tema geral. Existe uma série de técnicas de entrevistas que precisam ser respeitadas: ausência de expressão decorrente de julgamento de valor do pesquisador, respeito ao tempo do pesquisado, formulação da pergunta de forma adequada.

O questionário é um instrumento de coleta de dados que procura mensurar alguma coisa. Sua atribuição é de descrição de características do objeto analisado e de medição das variáveis. As perguntas de um questionário são: perguntas fechadas (alternativas de respostas fixas ou estabelecidas) e perguntas abertas (respostas por frases ou orações). Naturalmente, as perguntas de questionário procuram responder aos objetivos específicos da pesquisa. Assim, devem estar em conformidade com o restante do trabalho. A observação, normalmente, está casada com outra forma de coleta de dados: observação e entrevista, observação e questionário, por exemplo. A observação científica é válida quando é sistematicamente planejada, com critérios definidos e sistematização de registros. A observação é muito eficiente, porque atende pontualmente os interesses do pesquisador. Os testes procuram medir como um sujeito pensa ou o que ele pensa. A comparação entre a resposta dada e as respostas passadas é uma forma de identificar e de estabelecer critérios. É muito utilizado pelos psicólogos em análises de comportamento nas organizações. A análise de índices e de relatórios escritos é comum no levantamento de dados para elaboração de hipóteses que necessitam ser comprovadas. É uma fonte de dados importante e, conforme sua coleta e seu levantamento, serve para comprovar hipóteses testadas. É importante, no entanto, verificar se, nos relatórios escritos, não há a visão subjetiva daquele que o elaborou. Se isso ocorrer, os relatórios são tendenciosos e, portanto, perdem sua confiabilidade. Outra observação importante é a fidedignidade dos índices levantados. B. PESQUISA QUALITATIVA Na pesquisa qualitativa, o uso da estatística é fundamental para análise dos resultados. Não basta definir adequadamente o delineamento da pesquisa e aplicar corretamente a coleta de dados se a análise estatística não for bem feita. A pesquisa qualitativa caracteriza-se pela tentativa de uma compreensão detalhada dos significados e características situacionais apresentadas pelos entrevistados, em lugar da produção de medidas quantitativas de características de comportamentos. Argumenta-se que essa forma de pesquisa é aplicável para o levantamento de hipóteses e que seus métodos de coleta de dados e análise são apropriados para a pesquisa exploratória.

Entre as formas de delineamento, o estudo de caso é amplamente utilizado na administração, podendo utilizar tanto métodos qualitativos quanto quantitativos. Possibilita, ainda, a adoção de vários modelos de coleta de dados e, conseqüentemente, de tratamentos dos mesmos. O estudo de caso, como uma estratégia de pesquisa, pode ser utilizado de modo exploratório (visando levantar questões e hipóteses para futuros estudos por meio de dados qualitativos), descritivo (buscando associações entre variáveis, normalmente com evidência de caráter quantitativo) e ainda explanatório (objetivando simples entendimento e descrição do caso analisado). A pesquisa-ação permite conhecer a realidade social empírica. A ênfase, nesse tipo de delineamento, é a relação teoria e prática. A preocupação do pesquisador desta forma de pesquisa é construir teoria para a prática. Essa forma de delineamento de pesquisa é amplamente utilizada por alguns consultores. Muitos pesquisadores não vêem com bons olhos sua aplicação, pois acham que se gera teoria para atender interesses particulares, ou seja, há um comprometimento ideológico com a organização contratante. A pesquisa-participante caracteriza-se pela participação do pesquisador no interior da pesquisa. Para que haja efetividade nessa forma de condução de pesquisa, é importante que o pesquisador tenha experiência e controle da dinâmica do processo de pesquisa. Ela é encontrada em muitas pesquisas desenvolvidas pela psicologia. As técnicas de coleta de dados, nas pesquisas qualitativas, devem ser bem compreendidas. As possibilidades de análises tendenciosas pela má aplicação dessas técnicas e pela análise dos dados com contradições são os principais problemas que um pesquisador pode enfrentar. Entre tais técnicas, estão as seguintes: A entrevista em profundidade é considerada o principal instrumento da pesquisa qualitativa. É uma técnica que requer habilidade do entrevistador, que procura identificar a compreensão dos pesquisados em relação às perguntas feitas. As entrevistas semi-estruturadas ou não estruturadas são os principais instrumentos de coleta de dados. Na primeira, são utilizadas questões abertas que permitem captar o entendimento do entrevistado. Na segunda, o entrevistado fala livremente. Esta não é muito recomendada, pois há tendência de que o entrevistado se disperse do tema proposto.

O uso de diários é pouco utilizado nas pesquisas. O pesquisador distribui vários diários entre os participantes e estes registram os acontecimentos do dia-adia. A vantagem é que as anotações são feitas no momento em que o fato ocorre. Todavia, se os participantes não estiverem motivados a participarem da pesquisa, podem fazer considerações e anotações sem a preocupação do rigor que um trabalho científico exige. A observação participante tem como pressuposto a participação do pesquisador no grupo pesquisado. É importante, assim, o pesquisador ter bom relacionamento com o grupo ao qual está integrado. O controle do pesquisador sobre os processos da pesquisa é fundamental. Além disso, é necessária a boa comunicação entre os integrantes do grupo. Entrevista em grupo é amplamente utilizada em pesquisas nas quais o pesquisador tem capacidade de coordenar uma dinâmica de grupo. É utilizada, ainda, nas pesquisas de marketing para a definição sobre preferência de produto e comportamento do consumidor. É importante ressaltar a necessidade de identificar as lideranças que surgem nos grupos e que podem utilizar o discurso coletivo para impor suas vontades. Conhecer os sentimentos ambivalentes que se manifestam no interior dos grupos é essencial para o domínio do andamento da pesquisa. Os documentos são importantes fontes de informações, dizem muito sobre o passado da empresa e dos problemas que ela enfrentou bem como os resolveu. Os documentos são fontes de levantamento de hipóteses ou de confirmação delas. As técnicas projetivas ou histórias de vida são utilizadas pela psicologia e pelas ciências humanas no geral. São pouco utilizadas nas análises dos problemas das organizações. Sua aplicação requer entendimento da dinâmica de grupo.

6 CRONOGRAMA Quadro com descrição detalhada das atividades a serem executadas para a elaboração do TCC e indicação dos respectivos períodos de execução, normalmente indicados em meses. O cronograma deverá permitir uma visão ampla de todo o estudo. Exemplo:
ATIVIDADES
Mar./ 2007 Abr./ 2007 Maio/ 2007 Jun./ 2007 Jun./ 2007 Ago./ 2007 Set./ 2007 Out./ 2007

Levantamento bibliográfico Leitura para Revisão de Literatura Primeira apresentação do TCCo Visita/viagem à empresa Redação/Digitação do TCC Entrega do TCC Apresentação à Banca

7 PLANO DE CONSULTORIA EM MARKETING

É um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas para uma análise correta de viabilidade do negócio pretendido, proporcionando uma avaliação antes de colocar em prática a nova idéia, reduzindo, assim, as possibilidades de se desperdiçarem recursos e esforços em um negócio inviável. Também é utilizado para a solicitação de empréstimos e financiamentos junto a instituições financeiras, bem como para expansão de sua empresa.

7.1 DADOS DA EMPRESA

Nome da Empresa: Breve Histórico: Missão da Empresa: Objetivos da Empresa:

7.2 ANÁLISE DO NEGÓCIO

Organograma Funcional da Empresa (exemplo)

7.2.1 Descrição dos: a) produtos; b) preços; c) canais de distribuição; d) equipe de vendas 7.2.2 Posicionamento de Mercado (Imagem perante os consumidores) 7.2.3 Principais Clientes (Público-Alvo) 7.2.4 Principais Mercados (Geograficamente) 7.2.5 Principais Concorrentes (Diretos ou indiretos) 7.3 ANÁLISE DOS ASPECTOS INTERNOS

Identificação dos principais concorrentes: a) concorrente A; b) concorrente B; c) concorrente C; d) concorrente D;

FATORES CRÍTICOS DE ANÁLISE Produto (embalagem, design etc.) Preço Distribuição Força de vendas Recursos tecnológicos Propaganda Departamento de marketing Localização Credibilidade Durabilidade Atendimento Satisfação dos clientes Interação com a comunidade Relação com fornecedores Organização interna

COMPARAÇÃO ENTRE OS PLAYERS (PIOR / IGUAL / MELHOR) A B C D

7.3.1 Resumo, em uma frase, dos pontos fortes e fracos da sua empresa a) pontos fortes: ----b) pontos fracos: -----

7.3.2 Possíveis Estratégias para Reduzir os Pontos Fracos e Ressaltar os Pontos Fortes 12... 910-

7.4 ANÁLISE DO SETOR DE ATIVIDADE

FORÇAS DE PODER

COMPARAÇÃO COM OS SETORES

DEFINIR NOTAS DE 1 A 5

Poder de negociação com clientes Poder de negociação com fornecedores Concorrência Dificuldade de entrada de novos concorrentes Facilidade de entrada de produtos ou serviços substitutos

Muito pequeno (1) a muito grande (5) Muito pequeno (1) a muito grande (5) Grande rivalidade (1) a pequena rivalidade (5) Muito baixa (1) a muito alta (5) Vários produtos (1) a Inexistência (5)

7.5 ANÁLISE DO MACROAMBIENTE

VARIÁVEIS POLÍTICAS E ECONÔMICAS SIGNIFICATIVAS Economia Política Tecnologia Demografia Valores Sócio-Culturais Leis Ecologia e Consumismo

TENDÊNCIAS

CONSEQÜÊNCIAS PARA EMPRESA (OPORTUNIDADES E AMEAÇAS)

ITEM Poder de negociação com clientes Poder de negociação com fornecedores Concorrência Dificuldade de entrada de novos concorrentes Facilidade de entrada de produtos ou serviços substitutos

EXCELENTE

MUITO BOM

BOM

REGULAR

RUIM

7.6 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O QUADRO ATUAL DA EMPRESA.

Descrever situação global sobre o microambiente e o macroambiente da empresa.

7.7 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS

Descrever o objetivo geral do planejamento de Marketing

OBJETIVOS VIGENTES DA EMPRESA 1234567891012345678910-

ESTRATÉGIAS ADOTADAS

7.8 AVALIAÇÃO FINAL DA EMPRESA

O Plano de Negócios desenvolvido por você não representa somente um instrumento de planejamento formalizado em um papel. Ele deve, sim, estar integrado a toda a empresa, difundido e retro alimentado permanentemente com novas informações que possam contribuir para o sucesso organizacional. O planejamento também deve ser flexível a novas realidades, adaptável a novos paradigmas, sob pena de tornar-se um instrumento ultrapassado e não efetivo. Empreender é sempre um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. O plano de negócios, apesar de não ser a garantia de sucesso, irá ajudá-lo, entre outras coisas, na tomada de decisões, assim como a não se desviar de seus objetivos iniciais.

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este capítulo não é um resumo do trabalho, mas das conclusões obtidas no estudo, apresentadas de forma objetiva e concisa. Basicamente, repete, organiza e reforça os resultados da análise e discussão. Neste capítulo, deverão ainda ser descritos, objetivamente, se foi ou não encontrada resposta ao problema proposto e ainda, também de modo breve, se os objetivos específicos propostos foram atingidos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS A lista de referências é estreitamente relacionada à revisão de literatura. Deve também incluir os trabalhos de onde foram extraídos dados, figuras, tabelas, textos, etc. Todas as referências citadas no texto devem ser incluídas na lista de referências. Por outro lado, a lista de referências não deve incluir trabalhos não citados no texto.

Exemplo de lista de referências ALVES-MAZZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999. AMARAL GURGEL. José Alfredo. Segurança e Democracia. 2. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1976. BISI, G. P. Modelo de gestão da Bacia do Alto Iguaçu. In: PISANI, Elaine M. Manual para elaboração de plano de manejo e gestão para bacia de mananciais do Estado do Paraná. 2. ed. Curitiba: SANEPAR, 1996. Cap. 2, p. 73-87. BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional. 13. ed. São Paulo: Malheiros, 2003. ____; ANDRADE, Paes de. História constitucional do Brasil. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1991. GIL, C. A gestão ambiental no setor de papel e celulose. 1989, 109 f. Dissertação (Mestrado em Gestão Ambiental) – Faculdade de Administração – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1989. JUCHEM, P. A. Balanço ambiental para empresas. In: ________. gestão, auditoria. 3. ed. Curitiba: FAE/CDE, 1995. p. 75-87. Introdução à

LOPES, I. V. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1996. 377 p. MACHADO, Hugo de Brito. Motivação dos atos administrativos e o interesse público, Revista da AJUFE. Estudos em homenagem a Jesus Costa Lima e Hugo de Brito Machado. Fortaleza: Gráfica LCR, 2001.

MOURA, G. A. C. Citações e referências para documentos eletrônicos. Disponível em: <http://www.elogica.com.br/users>. Acesso em: 9 dez. 1997. NICOLETTO, U. A evolução dos modelos de gestão de resíduos sólidos e seus instrumentos. In: CONFERÊNCIA SOBRE MERCOSUL, MEIO AMBIENTE E ASPECTOS TRANSFRONTEIRICOS, 2., 1997, Campo Grande. Anais... Campo Grande: SEMADES, 1997. p. 89-105. SOUZA, T. M. de. Meio ambiente e gestão participativa. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 32, n. 1, p. 159-162, jan./fev. 1998. WARAT, Luís Alberto. Mitos e teorias na interpretação da lei. Porto Alegre: Síntese, 1979.

APÊNDICES E/OU ANEXOS

Inserção de documentos, no final do trabalho, que visam a esclarecer algum ponto nela apresentado. APÊNDICE: elaborado pelo(s) autor(es) do trabalho. ANEXO: não elaborado pelo(s) autor(es) do trabalho.

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