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Olá Mª José!

Resolvi espreitar o teu “Diigo” e já é um “Senhor Diigo”.


Apresenta vários endereços com interesse que, de facto, podem servir não só
aos professores bibliotecários, mas também aos outros professores e alunos.
As descrições parecem-me claras e ajudam a decidir, numa primeira
abordagem, se será ou não, um sítio de interesse para o que o utilizador
procurava. As etiquetas já cobrem um número significativo de temas e achei
interessante colocares algumas em inglês (à partida, não me lembraria disso).
O uso da mesma etiqueta, no singular ou no plural, é que não me convenceu
muito. Compreendo que a procura possa ser feita das duas formas, mas será
que não acabará por resultar em alguma confusão? Embora não havendo um
“critério uniforme” para a escolha das etiquetas (como é referido no texto de
introdução a esta sessão) penso que podemos adoptar algumas das normas
sugeridas por Ulises Ali Mejias, por exemplo, “utilizar o plural em vez do
singular” ou “seguir a convenção de tags iniciada por outros”. Seja como for,
realmente o que importa é que elas sejam úteis para os utilizadores e penso
que esse é o caso das tuas.
Acho que fizeste muito bem manter o que já tinhas no teu “Diigo”, eu também
fiz uma formação (se calhar a mesma…) e nunca mais explorei este recurso.
Agora dou-me conta do que andei a perder.
Continuação de bom trabalho!

Olá Dora!
Como eu te compreendo…
De facto, ao fazer a minha pesquisa também me coloquei algumas das
questões que levantaste e ainda outra: será que ao querermos definir um
determinado endereço que achámos interessante com o máximo de etiquetas
possível, não acabaremos por dificultar a recuperação do próprio endereço?
Isto ainda se complicará mais se o fizermos com todos.
Sendo este um recurso a colocar à disposição de tantos utilizadores deve ser
“construído” com cuidado.
Relativamente a algumas questões que colocas deixo-te aqui a minha opinião
resultado de alguma reflexão que fiz. Eu também acho que a etiqueta “site” me
parece pouco adequada (não serão, no fundo todos?), mas “blogue”, se for
acompanhada de outras designações talvez seja pertinente. Em relação à
língua em que aparecem expressas as etiquetas, acabei de dizer à Mª José
que tinha achado interessante o facto de ela utilizar algumas etiquetas em
inglês. Porque não? As nossas sugestões poderão interessar a utilizadores que
se expressem noutras línguas. Certo?
De qualquer modo penso (e não podemos esquecer que sou uma simples
iniciada), em última análise, que nos cabe a nós (a equipa da BE e seus
utilizadores, como aliás referiste) seleccionar o que nos parece mais adequado
e significativo para figurar no “Diigo” das nossas BE, tendo em conta os
utilizadores que pretendemos servir. E como a Teresa muito bem disse, temos
de discutir estas questões e encontrar os equilíbrios necessários de forma a
não bloquear as nossas acções.
Continuação de bom trabalho!