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A Entrevista Inicial = Motivo Da Consulta ,,

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06/07/2011

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A entrevista inicial => motivo da consulta

pg.29 

Deve-se discriminar entre motivo manifesto e latente.  Manifesto => sintoma que preocupa a quem solicita a consulta; sinal de alarma. O receptor desse sinal pode até ser uma terceira pessoa.  Grau menor de insight em relação a doença.  Sintoma menos ansiógeno, mais fácil ou conveniente de ser dito ao psicólogo.  Psicólogo => enquanto escuta e pensa sobre o caso, pode elaborar algumas hipóteses sobre o verdadeiro motivo que traz o pct a consulta.

o motivo é outro. resistências muitos fortes. .  Durante o processo psicodiagnóstico: prognóstico melhor.Geralmente.  Este é o que denominamos motivo latente. mais sério e relevante do que o invocado em primeiro lugar. => se nega totalmente a reconhecê-la como própria. observar => se recebe a informação e aceita como possível.  Se incluir esta informação na entrevista de devolução.  Momento da tomada de consciência em relação ao motivo latente.

a menos que o psicólogo possa detectar e esclarecer essa situação. .  Devolução de informação: oportunidade de se dá ao paciente para que integre o que aparece dissociado entre o manifesto e o latente.  Psicólogo => não fazer tal dissociação também. Material recolhido e informe final.. ficando oculto o verdadeiro foco do problema.Esta discrepância surge como conseqüência do processo de dissociação intrapsíquica que ocorreu no paciente. o grau de dissociação é tal que o membro que trazem à consulta é o menos doente.  Em algumas famílias.

mãe. cônjuge.Importante saber:  Se o sintoma trazido é egossintônico ou egodistônico para o paciente e seu grupo familiar. que não veio se consultar.  Saber se o paciente trazido à consulta sente que sofre pelo sintoma ou se este não o preocupa nem o faz sofrer. => se o que acontece é que ele se converteu no depositário dos conflitos de outro.  Caso não sofra => investigar se é devido a sua patologia especial ( projeção do conflito e sentimentos dolorosos em outro membro do grupo que os assume). . ou veio como pai.

 Recomenda-se: escutar o paciente. quanto mais intensos forem os sentimentos de culpa. recalque.  A dissociação é tanto mais acentuada e mais resistente à melhora. ansiedade. influirá no tempo e na quantidade de energia necessários para o processo de integrá-los conscientemente. o aspecto mais doente do paciente. mas não ficar ingenuamente com a versão que ele lhe transmite. Este conta sua história como pode. . que tal conflito mobiliza no paciente e que funcionam como responsáveis por essa dissociação.O grau de dissociação. centra o ponto de urgência onde lhe parece menos ansiógeno.

Diante de um dado que não se encaixa com o esquema inicial.. eliminado a possibilidade de existência de outros conflitos mais sérios. limite-se a investigar a dificuldade pedagógica.  Ex: Se a história do caso é muito sinistra.  Se . (.. surpreende-se muitas vezes pela aparente incoerência.  Ex: jovem trazido porque não podia estudar sozinho. esforçar-se-á para achar todo tipo de transtorno. ante um caso apresentado como simples problema de aprendizagem. .) gostava de passear nu e de se encostava na mãe cada vez que o fazia. tendo certo que ficou uma grave seqüela.

.. Comia muito. até que ponto!!!!!  Comunicam um motivo real.Investigar se o paciente funciona como terceiro excluído ou incluído em relação ao motivo da consulta.  Conseqüências de não se intervir nisso: .  Se é incluído. mas este também é o que mais preocupa-os??  Ex: menino com características homossexuais.

mas percebe a incongruência ou o engano e o transmite ou projeta no material que nos comunica.  O paciente controla melhor o motivo apresentado por quem o trouxe.complica-se a tarefa de estudo do material recolhido na hora do jogo e dos testes.O processo se inicia com um enquadramento em que se deslocou o verdadeiro ponto de urgência. 2 . .1 . de acordo coma capacidade egóica dos envolvidos.Criam-se dificuldades muito serias quando o psicólogo precisa dar sua opinião na entrevista de devolução. mas não falar claro / falar a verdade. Optar por não falar / atitude ambígua sem calar totalmente. 3 .

ou franqueza dosada. Pode-se pensar que a carga de ansiedade foi deslocada para um sintoma leve. ao psicólogo.4 ± O destino de uma possível terapia futura => clima de ocultamento ou distorções. mas que provém de outro mais sério do qual os pais não tomaram consciência ou que não se ( Caso pag.  Na medida em que o vínculo esteja viciado predispõe o paciente a trabalhar coma fantasia de que a mesma experiência se repetirá com o futuro terapeuta. 36) atrevem a encarar.  Alguns pais relatam com muita ansiedade um sintoma que. . Experiência de não verdades. parece pouco relevante.

como e quando dizem. o diálogo e os elementos não verbais do encontro.‡ Na primeira entrevista é importante registrar o que diz cada um dos pais. . As amnésias são muito significativas porque supõem um grande volume de ansiedades que determinou uma inibição no processo mnêmico. com maior fidelidade possível. o que esquecem. o que lembram e como o fazem. de maneira a poder reconstruir posteriormente.

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