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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios .Desenhos (27 a 50). contidas em : . .Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV.1 .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .cpfl.Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia.GED 2859 .2 .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Normas da ABNT .Volume 3 – Anexos.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução. . . . .GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora.Projeto Elétrico.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio. INTRODUÇÃO 1.Decretos .GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição.GED 2858 . . .GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X.Volume 4. .GED 2856 . disponíveis site da Internet www.GED 4101 . .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1.GED 2861 . Caso necessite de alguma orientação.GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda.GED 3978 .Volume 4. .GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares.As seguintes normas. .GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL. consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120. 1. . Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados. disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet.1.Volume 2 – Tabelas.2.GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais. . . devem ser consultadas como complemento a esta: .Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Portarias e editais do CREA . .GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) .3. . .Desenhos (1 a 26).GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil.GED 3668 .Resoluções da ANEEL .GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T.com. .GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição. 1. . N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes.Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto. quando aplicáveis.br.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. .

.ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors.NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação.0kV até 36.GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária. .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . estabelece diretrizes para cálculo de demanda. ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga. . .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo . .GED 4621 .NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1. .NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995).NBR-5597 . .NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores. .GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36.NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão.GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem. .2kV – Especificação.Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição. . . bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo. com rosca NBR-6414.GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U. Além disso. .NBR-5598 . .GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W. 2. .GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V.NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios.1.NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão. na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz. N. . .2kV). OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas. respectivamente.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com rosca ANSI/ASME B1. .Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor. .Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor. .20. dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos.GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo.

7) A entidade mencionada em "a". se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b.6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação. referida no item anterior. considerados como uma só unidade consumidora. assuma as obrigações regulamentares e contratuais. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo. b. a qualquer tempo. b. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária. b. N. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto.1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes. freqüência de 60Hz.5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo. comerciais ou mistos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sujeito à homologação da ANEEL. b. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas.3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais.2) Que a entidade.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW. b. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias. devendo ser considerado uma só unidade consumidora. b. b.9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico. não pode interromper.8) A entidade de que se trata em "a" . b.

11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras. de característica não usual e. com unidades consumidoras individuais. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. 2858. receber o ramal de entrada. DEFINIÇÕES 4. N.3. respeitando-se.Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores. sempre que as condições técnicas permitirem. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b. 2856.1.10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto. portanto. documento GED 3735.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. b. 2859 e 2861. depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. caracterizando um loteamento.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4. Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais. não abrangida por esta norma. 4. instalada após a medição. 4. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição. da concordância da concessionária. Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas.2. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento.

9. bifásicas ou trifásicas. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio.Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos.4. 4. em kVA ou kW. e que. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. com ou sem área comum (condomínio).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. por essa razão. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas. legalmente constituído.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma.8.Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição. do ramal de distribuição principal. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. interligados ou agrupados. 4. N. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. Em qualquer um dos casos. pode ser utilizado o documento GED 4621.7. de uso comum e com acesso controlado. Podem ser prédios isolados.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. 4. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva. 4.Demanda É a potência. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição.5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. com demanda total calculada de até 76kVA. requisitada por determinada carga instalada. pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem.6.

Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos. incluindo o conector. Vide o desenho 1.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. N. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. 4. com a redação dada pela Lei no 9785. Vide desenho 1.10. modificação ou ampliação das vias existentes. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra. 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com abertura de novas vias de circulação. dentro dos parâmetros técnicos desta norma.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular. ou Distrito Federal. de 29 de janeiro de 1999.13. nos termos do art. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. 4. de logradouros públicos ou prolongamento. 5/7. folhas 3/7 e 4/7 . ambas tomadas na mesma unidade. folhas 1/7. 2o da Lei no 6766.Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal.13.12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 6/7 e 7/7. Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 2/7.13. 4. o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4. quando for o caso. de 19 de dezembro de 1979.11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente. com participação ou não nos investimentos necessários.

em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.13. 4. deve-se consultar à COMGÁS (site www. 4. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.com.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor. Vide o desenho 2.comgas.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.3. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis. não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”.com. 4. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.br e/ou cadastroderede@comgas. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.13.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. Sendo que.1.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. Sendo que. ou seja.br e/ou cadastroderede@comgas.com.com. Vide GED 2855. Em particular. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão. deve-se consultar à COMGÁS (site www. 4. no caso das linhas elétricas de energia. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação.3.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. N.2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .comgas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.13.

Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora. cada escritório.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si. 4.19.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 4. 4. 5. individualizado pela respectiva medição de energia. não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120.17. sala. 4.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios. bem como o atendimento ao pedido de ligação. loja.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.15. instalados pelo cliente.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição.18.16. N. chaves de proteção em média tensão. pára-raios e demais acessórios.Ramal de Entrada São os condutores e acessórios. Vide desenhos 12. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP). 4. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador. 5. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual.2. 13 e 14. apartamento. instalados no interior de um recinto fechado (cabine).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário.1.

8. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. alterações no seu sistema elétrico.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. que. providenciará às expensas do consumidor. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma. após o dispositivo de proteção geral.Os consumidores. 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 5.Mesmo quando. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras.7. somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso.3. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. a observância da norma NBR-5410 . a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição. com intertravamento mecânico. devendo. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis. apresentar o respectivo projeto. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. comprovadamente. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. 5. Recomenda-se ainda. separando os circuitos N.Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.6. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.5. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.4. em caso de haver geração própria.Os materiais e equipamentos. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora.2kV”.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5.Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo. 5. 5. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área.

ventilação e condições de segurança adequadas. 5.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor. b) Construir um circuito interno independente. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição. em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. 5. é passível de correção no seu todo ou em parte. N.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. conforme Anexo I do documento GED 3668.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes.A entrada de serviço que. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. 5. com exceção das cidades de Lins e Piratininga.Qualquer parcela do conjunto.12. 5.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora. 5. cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular. com iluminação.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros.16. do gerador particular. de acordo com o estabelecido no capítulo 7. com neutro solidamente aterrado.11.13. freqüência de 60Hz. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. neutro solidamente aterrado. 5. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6.10. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33. e na freqüência de 60Hz.9– Os consumidores autoprodutores. cujo fornecimento é em 380/220V.14. 5. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso. e a cada unidade consumidora.15.

devem atender a uma espaçamento entre si. se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado.22. e detalhes do acesso às chaves reversoras. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma. O neutro. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.A instalação será definitivamente energizada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. 5. não especificados nos desenhos constantes desta norma. 5. sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante. 5. nas extremidades. e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado.24.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.De um modo geral.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado. de no mínimo 150mm.19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2. no caso de existir geração própria. quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita. 5.Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal. 5. Outros detalhes por ventura existentes. 5. desde o ponto de entrega. instalações elétricas das unidades consumidoras. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N. 5. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis). a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. tais como.17. até o barramento do quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte. habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão.23.Casos especiais. por cores distintas.21– Sempre.18.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9. tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78. deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”.

5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW. 5. N.com. documento este disponível no endereço internet www.com. conforme disposto no item 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados.2.3. Devem também ser afixadas em local bem visível. com ramal de entrada subterrâneo. conforme disposto no item 6.26.2. 6. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . seguindo os critérios do item 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.25.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV. sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo.br.br.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV. c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6.cpfl.2. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública. documento este disponível no endereço internet www. 5. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo.cpfl.

esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. na propriedade particular.2. g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. com condutores e acessórios de sua propriedade. informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio. deverá ser feita a identificação. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. entrar pela frente do edifício. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente. c) Preferencialmente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. conforme disposto no item 6. sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”. constante do documento GED 6120.1. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão. deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição. h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW. e executado conforme desenho 3. junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s). d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT.3. 6. Tal identificação deve ser legível e indelével. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . b) Não cortar terrenos de terceiros. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão. no alto do poste.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. gravado em baixo relevo. através de placa de alumínio.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1. N. Nota: No caso acima. com tipo de altura de 30mm.

quando o cabo for nu. para amarração da escada. no ponto de flecha mais baixo. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio. h) Obedecer ao vão máximo de 30m. 6.. dimensionados conforme a tabela 11. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste. citadas neste item. sacadas. o ramal de ligação deve situar-se. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686.60m acima deste e.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .20m desses pontos na horizontal. i) Poste.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação.1. No caso do ponto de ancoragem na fachada. deve ser instalado olhal chumbado na parede. e uma distância vertical igual ou superior a 2. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). próximo ao eletroduto/tubo de entrada. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas. telhados.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo. Nos casos de postes/colunas moldados no local. a 0.2. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente. f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que. N. devem possuir isolação mínima para 750V.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não.50m abaixo do piso da sacada. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade. e limitados a cabos de até 185mm2. 6. a partir de poste particular. coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio. devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1.5m no cruzamento de ruas e avenidas. deve atender às premissas de instalação do mesmo.1. a 1. entrar pela frente do edifício.2. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7). deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. etc.50m acima ou 0. para o ramal de ligação. o responsável técnico. no mínimo.00m. b) Condutores: Cabos singelos de cobre.1.

três fase e neutro. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597. h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. para evitar a entrada de água. todos os quesitos citados no item 6. etc. N. e podem ser de PVC rígido. com circuito único. i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. ou terminal externo (cabeçote).). na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus. triplicado.2 devem ser atendidos. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. NBR 5598 ou NBR 5580. isolação. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas. etc. rosqueável. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos. j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem. A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. salvo garantia expressa dos fabricantes. duplicado. ter a mesma bitola do cabo de fase. devem conter circuitos completos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores.1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. classe A ou B. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

e limitados a cabos de até 185mm2. deve-se consultar à COMGÁS (site www. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. para drenagem de água. dimensionados conforme tabela 11. isolados para 0.br e/ou cadastroderede@comgas. é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6.1. deve-se consultar à COMGÁS (site www.com. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. de seção circular.com. Ramal de entrada subterrâneo.2.2. Para até 4 cabos de até 95mm2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.comgas. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2.com. d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto. Vide desenho 4. ou tubo corrugado flexível de polietileno. N.com.1.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.1. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água.6/1kV.comgas. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto.60m. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre. com altura de 200mm. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6.3.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.br e/ou cadastroderede@comgas.2. O diâmetro mínimo interno é de 40mm.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.1-h.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto. além das diretrizes citadas no item 6.1.

• O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. • Preferencialmente. todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. N. • Não cortar terrenos de terceiros. através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares. a mesma pode ser construída pelo cliente. • No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores.1. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • Partir de um poste da rede de distribuição.1. e executado conforme o desenho 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo.2. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2. sendo de sua propriedade. salvo garantia expressa dos fabricantes. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. Após definição através do estudo de viabilidade. instalados em eletrodutos distintos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento. entrar pela frente do edifício.

em número de 3. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. e envelopada em concreto. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N. isolados para 0. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro). Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. ambos envelopados em concreto. de igual diâmetro. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser. no máximo. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste. Para até 4 cabos de até 95mm2. conforme NBR 5597. NBR 5598 ou NBR 5580. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. • utilização de poste que tenha instalado religador.6/1kV. c) Condutores • Cabos singelos de cobre. Vide desenho 4. Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. insetos e etc.60m.3.1.1-h. conforme tabela 11. de seção circular.0mm no mínimo. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. com altura de 200mm. A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. para evitar a entrada de água. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.

Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública. deve-se consultar à COMGÁS (site www. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos. 6. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias. Notas: 1. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA.3 . conforme item 6. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária. Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular. quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais.br e/ou cadastroderede@comgas.1 . 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus. 6.comgas.com. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0.3. N. sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. 3) dentro da propriedade particular.1.com.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA.Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea. quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2.

• Identificar as fases dentro e fora da cabine.1 . portanto. • Não cortar terrenos de terceiros. em condomínio. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. num total acima de 1000kVA e. a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo. visando uma agilização do processo de interligação a rede. nos ditames da resolução 456 da ANEEL. sendo de sua responsabilidade. e executado conforme documento GED 2855. entrar pela frente do edifício. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. N.1. b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. não abrangida por esta norma. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico. ou um ramal de entrada subterrâneo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW. devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855.3. d) Um ramal de ligação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. para os seus postos de transformação. o projeto deverá prever a construção de cabine mista. • Preferencialmente. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4318.Monofásico . Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. conforme desenho 4.1. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV. Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. conforme padronização disposta no GED 3978.1 . de seção circular.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste.2. de acordo com a situação local. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%.1 . devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. • Derivação em poste com transformador. Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica).60m. 7. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado. f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV). haverá a cobrança da diferença de preço do medidor.Dois Fios (Fase e Neutro) N.0mm no mínimo. com diâmetro conforme a tabela 15. ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença. 7. a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior. devendo ser calculada conforme o item 14. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto.Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. 4345 e 4742. O condutor reserva deverá ser mantido energizado. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0. religador. ambos envelopados em concreto.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Para efeito de definição do tipo de fornecimento.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V.Trifásico .1. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7. com potência superior a 1500W.2 . Não é permitida a ligação de: N. Para esse tipo de fornecimento.1. está indicada na tabela 19 ou 20.1. 7.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V. acima de 15kW até 25kW. e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga. para tensão de fornecimento 220/380V. ou da classe 220V com mais de 10kVA.3 . Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista.1.Bifásico . nesse caso. Também está incluída neste tipo de fornecimento. sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V. e nas cidades de Lins e Piratininga. sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. • aparelhos de Raio X da classe de 220V. exclusivamente. basta o cliente relacionar as cargas. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador. sendo que para os apartamentos e/ou lojas. exclusivamente. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13. Basta o cliente relacionar as cargas instaladas. está indicada na tabela 19 ou 20. e nas cidades de Lins e Piratininga. 7.Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V.

o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão. está indicada na tabela 19 ou 20. e na freqüência de 60Hz. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA. e 7. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8. com potência superior a 30kVA. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação. conforme disposto no documento GED 2855. • Para transformador particular acima de 300kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária.2 . a medição é efetuada na média tensão. deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. para a tensão de 220/127V. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. com condições adequadas de iluminação. conforme anexo I do documento GED 3668. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. ou trifásicos com potência superior a 20kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. indireta. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. Para a partida de motor trifásico. o mesmo deve ser executado pelo cliente. 8. inclusive. ventilação e segurança. adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N. a medição pode ser na baixa tensão.5CV para tensão de 380/220V. 7. Acima de 75kW de carga instalada.1 . a ligação da unidade consumidora é trifásica.Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA. com partida direta. conforme disposto no documento GED 2855. em local de fácil acesso.

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg). ou em outro ponto próximo conveniente. no máximo a 3. com autonomia mínima de 2 horas. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. fora da cabine. a cabines em condições adversas.0m. onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção. Para possibilitar o acesso de transformadores. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária. com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados.0m. deve ser pintada na porta da mesma. disjuntores e transformadores. com proteção contra intempéries. conforme desenho 20. N. c) conforme NBR-14039. devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas. devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . as cabines devem ser providas de iluminação de segurança. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. este acesso deverá ter altura de 1. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta. junto à porta. com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. com resistência mínima de 3 toneladas.USO EXCLUSIVO DA CPFL . quando cabines com compartimentos para os equipamentos. É obrigatória a fixação em local visível. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA .EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga). quando ao tempo. b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. à altura máxima de 2. para transformadores até 500kVA. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores.80m. que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. Toda cabine deve ter iluminação artificial.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. O interruptor deve ficar fora da cabine. estão indicadas na tabela 8.

com dimensões de 2. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm. Não havendo necessidade de degraus. para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine. quando houver esta última.2 . O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. 8. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm. do lado externo. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. não sendo permitido o uso de solda.3 .20m. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. na posição definitiva do transformador. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm. a ser usada somente em casos de emergência. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. Todas as emendas. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio. com duas folhas abrindo para fora. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência. anti-derrapante e removíveis. vedada na sua parte frontal com vidro transparente. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8.00m por folha. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. Como alternativa.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039. Quando forem utilizados disjuntores N.4. O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. É obrigatória a instalação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. Vide desenho 21.2). e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado. acima da porta da cabine. é obrigatória a construção de uma base de concreto. 8.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão. de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. para apoio dos mesmos. estes devem ser de ferro.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas.10m x 1. devem ser feitas através de conectores apropriados.4. no mínimo. e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais.

efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA.0/20. com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW. Para transformação acima de 300kVA. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador.0/11. 9. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. em caso de fogo no interior da cabine.8/13.1 .sistema 25kV: 24. É permitida a abertura para o interior do mesmo. Vide detalhes no desenho 15. a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável. b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .8/13.9kV: 13. Para transformadores particulares.4/10.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis. em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855. Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo.8kV: 13.Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.8/10.2/12. através de critérios próprios. Nesse caso.1 .1/22. TRANSFORMADORES 9. Não será permitido o uso de askarel como isolante.0kV .sistema 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com fechamento automático e dispositivo para travamento. recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.sistema 13. o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone.2 .2.2kV .6/12. desde que seja área de garagem ou outra área ampla.Características dos Transformadores Particulares 9.9kV N.2/23. 9.6/12.2/12. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

dependendo.neutro aterrado. 10.2 .Proteção em Baixa Tensão 10. por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios. deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição. é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.220/127V . Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 10. desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.NBI: 95kV . admitem-se outras tensões secundárias. ou .380/220V .2.Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855. uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada.1 . nestes casos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários .NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9. admite-se tensão de 440/254V.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão. PROTEÇÃO 10.1 .ESTRELA com neutro acessível • Isolamento .Sobrecorrente N. de transformador a seco.classe: 15kV .Transformador a Seco A utilização. de consulta prévia.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2.Primária . portanto. são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste.Secundária . dispensa a construção da cabine à prova de fogo. Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido. pelo cliente.2 . Tratando-se de medição em média tensão.classe: 25kV . • Ligações .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.TRIANGULO (Delta) .

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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conforme padronização dos documentos GEDs 6262. 12. a cada 3m linear de quadro. QUADRO E CAIXAS 12. no mínimo. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso. resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio. Todas as caixas. N. com interruptor junto ao mesmo.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono.1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo neste caso. Quando o fornecimento se der através de cabine. não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso.2. O ponto luminoso deve ser de no mínimo. proximidade de máquinas. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. quando possuir portas. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora. devidamente fixadas. configurando um sistema PEN. deve ser pintado através de gabarito.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. dispensadas as portas externas. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e. conforme NBR-5410. estas devem ser do tipo veneziana. tais como: copas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. depósitos. banheiros. cozinhas.Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores. 12. Pode também. área entre prateleiras.Caixa de Distribuição 12. 150 Watts. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo. com tinta a óleo ou esmalte sintético. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista. 6263 e 6264.1. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s). interior de vitrines. ambientes sujeitos a gases ou inundações. não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie. o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma.2.

As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7. O barramento do neutro deve ter.Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. 12. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre. 8 e 9.3 – Quadro de Medidores N. No caso de caixa de chapa de aço carbono. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição. A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação. conforme normas da ABNT. 24 e 25.2. Quando houver mais de um centro de medição. ou zincada a quente. a mesma secção dos barramentos das fases. Nos desenhos 23. porcas.2. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o. A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. 12. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. buchas e arruelas. no mínimo. O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

conforme desenho 18. vide desenho 16.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. justapostos ou não. A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível. Antes do barramento de cada quadro de medidores. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. 12. o máximo de 30 medidores e. Devem conter também. os disjuntores e os quadros de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”. com o número do apartamento e faseamento. dimensionado conforme tabela 12. não sendo permitido o uso de tampas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . no mínimo. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. cada um. no máximo. calculadas conforme tabela 12. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável. No quadro de medidores. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. pintado nessas portas. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. sem a violação deste lacre. É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. também. É necessário. contendo. conforme desenho 22. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores. o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. a mesma seção dos barramentos fases. 200kVA de demanda calculada. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros. O barramento do neutro deve ter.

W.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . bem como. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. N. excluídas as projeções de paredes. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima). A medição é única e individual para cada unidade consumidora. a sua retirada ou substituição. deve possuir dispositivos para lacres. sala. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível. varanda. sem a violação deste lacre. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica. etc. a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto.C. cozinha. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto. Para efeito de liberação do projeto e da ligação. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. 300mm de largura e 250mm de profundidade. conforme NBR-5410. 14. quando considerada conveniente.. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP). conforme capítulo 7. Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos. pilares e demais elementos construtivos.). 14. 13.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1.1.

etc. pilares e demais elementos construtivos. • hidromassagem. b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas.2. copas e áreas de serviço.1.) excluídas as projeções de paredes. • aquecedor elétrico central. piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração. Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores. 14. 14. por unidade de consumo. estas devem prevalecer. considerar até 3 tomadas de 600W. • fogão elétrico.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14. salão de festas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. considera-se a carga total declarada. Para utilização geral. considerar 100W por tomada. conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). • condicionador de ar. N.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. Conjuntos poliesportivos.2 . como mínimas. e 100W para as excedentes. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW. Nesses casos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. a quantidade e a potência dos pontos de luz. casa de máquinas. • aquecedor de água de passagem.

1. deve ser calculada conforme segue: .3. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. a potência de acordo com a placa do fabricante.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.3. 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . uma vez que a concessionária admite.3. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. corrente de partida. número de fases. tipo de dispositivo de partida e sua finalidade.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral. 14.Industrial: demanda de 100% . indicados na tabela 1. Para efeito da soma da carga instalada. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. 14.2 .Comercial: demanda de 75% N.Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral. não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W). deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. para efeito de cálculo de demanda. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.2 . d) Motores Devem ser relacionados a quantidade. para as unidades consumidoras e entrada consumidora. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.

Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos. no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar.. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores. Os valores indicados nessas tabelas. 14. As correntes de partida podem ser utilizadas. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. Para fornos elétricos industriais. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento.4. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos. utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. em kVA. para qualquer quantidade de aparelhos. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. de CV ou HP para kVA. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.5 . pias. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem. a serem utilizados em lavatórios. b) Aplicar o fator de demanda de 100%. a demanda deve ser de 100%. N. utilizando-se as tabelas 4 e 5. para os demais motores. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes. Na tabela. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para o motor de maior potência e. ser no mínimo. etc.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. 50%.

746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0.Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais. é calculada como segue: kVA = HP × 0.Fator de Potência η . Existindo motores que. extrusores de plásticos. fornos elétricos de indução. N.736 cos ϕ × η Onde: HP / CV . máquinas injetoras. o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos.Potência do Motor cosϕ . Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil. para efeito da somatória de suas potências. quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. etc. obrigatoriamente. Para motores especiais e/ou de grandes potências. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores). a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. em kVA.7. os aparelhos de raios X. retificadores e equipamentos de eletrólise. e o(s) outros(s). ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial.Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%. 14. A potência aparente. máquinas de solda.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Rendimento 14. deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores).Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais. devese considerar apenas um como o maior. fornos elétricos a arco. como segundo(s) em potência.

14. Se os maiores equipamentos forem iguais.62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) .0m2 Área útil do apartamento tipo: 47.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: .220W 1 Chuveiro: 4. como segundo(s) em potência.400W 1 Máquina de lavar louças: 2.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2.8. com os fatores utilizados.89kW = 35.000W Carga total do apartamento: 9.710. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma.00kW N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3.89kW = 17. relacionados na tabela 7.0m2 Área útil da administração: 5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1. de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação. do maior equipamento. excluindo-se a Administração. 14. dos demais equipamentos.713.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12.9. deve-se considerar apenas um como o maior. o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda. em kVA.Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. para efeito da somatória de suas potências.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1. em kVA. e o(s) outros(s). Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12. e 60% da potência.Exemplos: Exemplo 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .01kVA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.56kVA 2 .22 1 D2a = 144.55kVA .42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.29 1 D2b = 86.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .4kW × 0.0 × 0.40kW Total de Carga da Administração: 72.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.

24kVA Total: 74.00 + 43.5 D3 = (11. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.54 = 63.01 + 230.54kVA Potência dos demais motores: 74.11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230.40kVA 10.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.0HP x 2 = 2. conforme tabela 4 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0HP x 6 = 11.00) x 0.65 + 0. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28. em kVA.09 N.55 + 0.10kVA D3 = Pot.64kVA Maior Motor: 11.64 .5) 4 .50 Dapt = 132. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.65kVA 3 .Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.Demanda Referente a Motores Converter as potências. Portanto. excluindo-se a administração do edifício.54 x 1.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.09kVA Dadm = 71.54kVA x 6 = 69.0) + (63. de HP ou CV. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14.70kVA x 2 = 5.10 x 0. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35.

0CV: 8.500W Carga Total do Apartamento: 19.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.500 W 01 Máquina de secar roupa: 2.0CV: 17.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.78kW 01 elevador de 7. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.930W 01 Chuveiro: 4.64 Dg = 204.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.Administração 01 portão elétrico 1.084m2 Área útil da administração: 2.26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .0CV: 4.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .400W 01 Máquina de lavar louça: 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: 119 Procedimento 2.5CV: 6.3000W cada: 6.400W cada: 22.884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .Apartamento Tipo: Iluminação: 3.51kW 05 chuveiros – 4.00kW 02 elevadores de 10.00kW 02 torneiras elétricas .89kW 01 bomba de piscina 5.0CV: 1.05kW 01 bomba d’água 10.130 W Tomadas: 1.57kW Total de Carga da Administração: 66.83 + 71.

56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.42kVA 2 .42 1 D2b = 20.88 + 5.16kVA D2a = 22.40 1 20 × 2 .0 × 0.26 5 × 4.5 × 0.4 × 0.26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.72 + 1.26 2 × 3.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.00kVA .42kVA .16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.5 × 0.4 × 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.26 + + 1 1 1 D2a = 30.00 D2 = 71.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.

00 + 63.81kVA Maior Motor: 11. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.Demanda Referente a Motores Converter as potências. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos. em kVA.5CV x 1 = 8.54 = 39.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71.52kVA 5.0CV x 1 = 6.18kVA N.00) x 0.50kVA D3 = 31.27kVA D3 = Pot. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme tabela 4 1.16kVA – 7.65kVA 10.02kVA x 1 = 6. Portanto.02kVA 7.65kVA x 1 = 8.0) + (39.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial. D3 = (11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5.11. de HP ou CV.27 x 0.72kVA + 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5.81 .54 x 1.54kVA Potência dos demais motores: 50.5) 4 .88 + 0.62kVA Total : 50.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum.0CV x 1 = 1. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.52kVA x 1 = 1.0CV x 3 = 11.88kVA 3 .28kVA = 63. excluindo-se a administração do edifício.54kVA x 3 = 34.56kVA = 7. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.

em função da limitação citada no item 14.400W: 17.0CV: 17.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.05kW 01 bomba d’água 10.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N.57kW Carga Total da Administração: 66.89kW 01 bomba de piscina 5.3000W cada: 6.884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .78kW 01 elevador de 7.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .88kVA Concluindo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14.42 + 7.51kW 05 chuveiros – 4.0CV: 1.200W Tomadas: 3.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.000W Total de Iluminação e Tomadas: 4.38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.28 + 31.500W Carga Total do Apartamento: 29.50 + 52.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. obtendo-se a categoria de atendimento.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2.400W cada: 22.600W 01 Torneira elétrica: 3.0CV: 4.484m2 Área útil da administração: 2.000W 01 Máquina de secar roupa: 2.0CV: 8.Administração 01 portão elétrico 1.00kW 02 torneiras elétricas .200W 04 Chuveiro de 4.1. deve-se calcular a demanda conforme GED 13.88 Dg = 122.00kW 02 elevadores de 10. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.5CV: 6.) .18 Dadm = 52.

40kVA D2a = 80.0 × 0.5 × 0.96 + 5.06 + 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .23 2 × 3.42kVA 2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.40 1 D2b = 20.4 × 0.Documento: 119 Procedimento 2.42kVA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.23 + + 1 1 1 D2a = 87.00kVA .23 D2a = 80 × 4.42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.5 × 0.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.4 × 0.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.23 5 × 4.

65kVA 10.81 . de HP ou CV.0) + (39. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.5CV x 1 = 8. Portanto. D3 = (11.40kVA – 6.87 N.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.44kVA = 121.96 + 0. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos. em kVA.96kVA 3 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0CV x 1 = 1.40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18.5.27 x 0.5) 4 .65kVA x 1 = 8.27kVA D3 = Pot.Demanda Referente a Motores Converter as potências.38kVA = 6.81kVA Maior Motor: 11. excluindo-se a administração do edifício.52kVA 5.00 + 121.Documento: Categoria: Versão: D3 = 31.54 x 1.18kVA Dapt = 121.02kVA 7.54kVA Potência dos demais motores: 50.54 = 39.11.44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128.54kVA x 3 = 34. conforme tabela 4 1.62kVA Total : 50.06kVA + 1.52kVA x 1 = 1.0CV x 1 = 6. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.0CV x 3 = 11.00) x 0.02kVA x 1 = 6.

a ligação deve ser independente das demais ligações. com medição própria.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .04kVA Concluindo. do Corpo de Bombeiros. de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum..80kVA 15. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121.76 + 52.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW.18 Dadm = 52.2 . devem ter meios de combate a incêndio. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.42 + 6. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado.1 . através de extintores manuais. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão. o fornecimento é em baixa tensão.Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”. hidrantes com utilização de bombas de recalque. N. conforme mostrado na figura 1.04 Dg = 173.44 + 31. 15. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. etc. estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m.

No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. Nesse caso. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio. A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. conforme o capítulo 7. para transformadores até 300kVA. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual. conforme GED 2855. corrente de partida. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. O circuito do sistema de incêndio. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. potência. o fornecimento é em média tensão. para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade. para efeito de determinação da sua forma de ligação. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio. Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o cliente deve providenciar. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora. No caso de cabine mista. N. número de fases. conforme estabelecido na NBR5410. 16. não pode ser interligado com outros circuitos. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. além das instalações normais do prédio.

00 1. TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios.00 para os primeiros 12kW 0.75 1.20 para o que exceder a 50kW 1.00 1.00 1.00 N.00 para os primeiros 20kW 0. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.00 0.00 1. salões para exposição e semelhantes Bancos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.00 0.5 para o que exceder a 12kW 1.70 para o que exceder a 20kW 1. lojas e semelhantes Barbearias.40 para os primeiros 50kW 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.

Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec. Indiv. Aquec.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét. Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa.

400 2.000 2.000 4.500 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.500 1.000 N.500 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

77 0.9 3.76 0.8 98.5 12.75 0.9 6.77 0.74 0.05 1.1 44.2 2014.3 16.52 4.0 33.39 0.7 1.72 0.6 65.29 370.85 0.95 2.85 0.0 120.3 9.0 422.05 307.23 95.09 141.95 4.83 1.54 2.1 10.09 37.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0. os dados de placa dos motores.8 1619.1 3458.03 30.51 6.1 1.7 33.3 1.83 67.57 8.73 127.0 Fator de Potência Médio 0.69 0. por 1.72 5.02 15.93 48.7 157.73.61 0.3 40.89 11.58 0.66 0.4 4.3 2.9 0.77 0.54 30. N.84 0.86 0. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.65 43.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2.3 201.56 250.92 25.01 22.7 61.1 8.42 58.66 0.0 100.82 0.85 0.1 0.7 7.38 39.7 1288. preferencialmente. Utilizar.1 20. 3.52 80.77 0.6 1095.74 104.6 17.03 13.85 1.2 74.87 2.70 7.81 0. dividir os valores.18 499.1 566.82 16.10 58.85 14.6 25.73 0.84 0.15 152.04 10.8 2521. em 220V.5 49.7 340.65 1.65 190.0 270.9 915.8 477.26 3.71 0.3 717.44 72.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .67 117.65 22. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.17 5.28 189.0 20.85 0.7 161.0 81.

2.1 3.35 21.0 18.58 14.84 40.5 132 68 3.9 260 11.72 16.4 10.34 12.1 68 35 1.51 0.42 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. preferencialmente.64 52.56 14. Utilizar.79 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS .11 6.77 7.5 31 16 0.2 6.80 0.5 220 110 5.0 408 Fator de Potência Médio 0.94 77.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.1 63 33 1.0 27 14 0.73 0.94 67.6 5.78 0.2 210 9.9 3.0 145 7.83 0.07 8.9 330 13.17 2. os dados de placa dos motores. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .97 27.81 1.7 96 48 2.16 28.71 0.80 0.67 0.90 1.66 0.31 11. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.67 0.2 7.07 37.63 0.14 1.4 47 24 0.22 4.73 0.67 2.66 5.0 13.79 0.18 11.

62 0.58 0.63 0.65 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.97 0.91 0.95 0.74 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.50 0.72 0.70 0.77 0.66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.76 0.52 0.71 0.64 0.61 0.79 0.54 0.96 0.59 0.87 0.84 0.53 0.73 0.57 0.89 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .50 N.60 0.51 0.68 0.75 0.55 0.67 0.56 0.69 0.98 0.81 0.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ. fornecidos pelos fabricantes. EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112. 2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV. N. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112. Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco. arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior. Para demandas calculadas. 2. conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1. N. de até 308kVA. pode ser aplicada esta tabela.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

0kV 0.00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15. e eletroduto embutido em alvenaria. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.6/1. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V. N. (B) Eletroduto aparente.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0.50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13. calha.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) .50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES .PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6.50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23.50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente. (C) Fixação direta à parede ou teto. (E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta). e bloco alveolado. embutido direto em alvenaria.6/1. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e canaleta aberta ou ventilada.50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11.0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V . moldura. calha. moldura. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos. eletroduto embutido em alvenaria.

6. refere-se a cabos compactados. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado. Para tensão de 380/220V. 5.cm/watt (terreno normal). deve ser adotada a tabela do fabricante. para instalação em eletroduto diretamente enterrado. N. 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 9. 2. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. utilizar tabela do fabricante. 8. Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. Para condutores com outro tipo de isolação.5oC.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Para cálculo do eletroduto. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1. Temperatura ambiente de 30oC. 7. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1.cm/watt. e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. para instalação não enterrada. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar. A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. em bancos de dutos envelopados em concreto. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção. não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. inclusive.73. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC. ou com maneira de instalar diversa da especificada. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável. 4.

55 0.85 0.70 0.00 0.45 0.90 0.00 0.65 0.85 0.60 0.60 0. N.75 0.85 0.85 0.55 0.85 0.60 0.95 0. 2.90 0.45 0. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo.85 Notas: 1.90 0. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1.90 0.85 0.70 0.80 0.70 0.70 0.85 0.85 0.90 0.70 0.70 0.60 0. OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.70 0. uniformemente carregados.70 0.80 0.50 0.90 0.00 0. 3.65 1.85 0.95 0. não é necessário aplicar nenhum fator de redução.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .90 0.60 0.60 0. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.85 0.85 0.90 0.80 0.95 0.90 0.90 0.65 0.65 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.50 0.55 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.40 1.70 0.50 0.65 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.90 0.70 0.75 0.85 0.

XLPE ou PVC. sem cobertura. 2.90 0.85 0.90 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0. Para espaçamentos inferiores.75 0. os fatores devem ser reduzidos. isolados em XLPE.85 3 0. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada.85 0. ou cabos unipolares.80 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .90 2 0. para a aplicação desta tabela. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras. prateleiras ou suportes.92 0.80 0. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo).85 0.95 0. como mostrado acima.80 Notas: 1.85 0.95 0. isolados em EPR.90 0. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas.80 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS. conforme prescrição da NBR-5410. dotados de cobertura.95 0. 3. cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito. Para instalação em bandejas ou prateleiras. somente devem ser usados cabos unipolares. N. 4.

1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1.0 16. N.0 48.225 .3 2.400 .150 – 160 . multiplicar os valores da demanda calculada por 1.0 7.1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 . O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112.0 32.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1. 3.300 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Os barramentos e os disjuntores acima.500 .450 .250 .350 .0 65.23 4.16 Notas: 1.0 Z% CONSIDERADO 3.73.5 4.200 .1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2.1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1.0 10. A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V. Para tensão de 380/220V. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases.5 15.0 12.0 20.175 . 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . indicados na coluna de carga instalada. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. 450/750V. 5. 3. A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. fase-fase. Quando em fornecimento monofásico. Se a carga predominante for motor. 2. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. 4. dois fios. 8. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. N. 6.CONDUTORES EM mm2. situação não padronizada. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. 7. 9.BAIXA TENSÃO .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. e o fornecimento será feito por sistema monofásico. considerando-se as cargas equilibradas. poderão indicar bitolas maiores. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível. DE PVC . Os demais deverão ser cabos.1/4”) 50 (1. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW. Os valores entre parênteses.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. Os demais deverão ser cabos.1/4”) 50 (1.1/2”) Notas: 1. 4. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados.BAIXA TENSÃO . 7. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.CONDUTORES EM mm2. Se a carga predominante for motor. 2. 3. considerando-se as cargas equilibradas. A previsão de desequilíbrio de cargas. DE PVC .TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 5. ou os cálculos de queda de tensão. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. 450/750V. 6. poderão indicar bitolas maiores.

2.8kV E 11. 13.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA. temperatura do condutor 90oC. podendo ser adotado bitolas menores. 5. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes. os condutores devem ser de cobre. Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23. um em cada duto.1kV. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases. com os diâmetros indicados na tabela. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste. parede 3. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. N. 4. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre. sendo que a seção dos mesmos. 3. tripolares ou monopolares. cabo reserva e o neutro.1kV.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. não pode ser inferior a 25mm2.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno.9kV.

e na base de 50% do limite térmico. com elevação de temperatura de 20oC.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13. VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5. Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: .IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N.8kV 11.7mm.35 0.70 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.085 6. 2.290 0.680 0.16 0.342 12.IPS 3/8 : diâmetro externo de 17.35 0.10mm.3mm.8kV E 11.74mm.53 0.535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23.192 9.281 9.2mm. seção útil de 76.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23.1kV 13.1kV.634 12. seção útil de 160mm2 e parede de 2. .28mm. . O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112.960 3/8 1/2 0.53 0.70 1.5mm2 e parede de 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .87 0. seção útil de 107mm2 e parede de 2. 13.187 6.127 15.9kV .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.38 0.30 0. de acordo com a NBR-5410.40 0. n = número de cabos no eletroduto N.31 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0. no mínimo. Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto.35 1.53 0. devem ser. A instalação dos eletrodutos.40 0. a distância entre caixas e outros detalhes.40 0.40 0. t = taxa de ocupação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Dc = diâmetro do cabo.55 0.

5 10 40 7. à máquina de solda a motor.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7. TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR . também. à máquina de solda a motor. N.220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7.5 12 40 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 12 50 OBS: Aplica-se.5 30 7.5 15 50 OBS : Aplica-se. também.5 25 5 7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

1 3. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV.5 3.6 3.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos. altura) 2 2. de acordo com o projeto. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO. brita. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1.3 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18.2 3.6 1.1 1.3 2. Folga no cabo.9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1.1 2. braço de iluminação e derivações 1.2 1.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza. Distâncias dos cabos em relação à rede secundária.10 Eletroduto (características. massa calafetadora e bucha nos dutos .8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto.5 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.2 2. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL.3 1. Circuito completo em um só duto.4 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Alça da tampa.7 3. Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine.4 1. 1. Identificação dos cabos de entrada.4 3 3. 3.

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ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

17 6.7 6. fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6. versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento.16 6.6 6.4 6.9 6.12 6.5 6.11 6.18 6.1 6.19 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 6. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento.15 6.8 6.3 6.14 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .10 6.13 6.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .33 6. Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico).39 6.38 6.21 6.40 6.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete). Identificação dos quadros (quando houver mais de um).22 6.28 6.42 6.30 6. Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos.35 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.32 6.26 6.34 6. bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.23 6. Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1.41 6.36 6. Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade.29 6.25 6.31 6.37 6.27 6.43 Fixação e especificação dos cabos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6.24 6.

DESENHOS DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19.

1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

20 3.20 1.50 0.50 0.50 0.20 1.50 0.50 1.50 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.20 Página: 119 Procedimento 2.50 1.50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0. 1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.50 3.50 0.50 Data Publicação: 2.50 0.

2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N. 3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.

esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. DIMENSÕES EM MILÍMETROS N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno.

5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local. 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. VISTA SUPERIOR N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. projetado para esforço igual ou superior a 500daN. 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1. um de cada lado do poste/coluna.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín . Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 7 – 1/2 .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N.

ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 7 – 2/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .

Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 8 – 1/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 .ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 . 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . 8 – 2/2 .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL N. 9 – 1/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .ENTRADA POR BAIXO N. 9 – 2/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.

abreviadamente. 5. 4. Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1. Deverá ser instalado pelo particular. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres. 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela. colocar em seguida aos número. 8. Quando a ligação for através de outra rua.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A numeração deverá ser com gabarito número 6. 6. afixada na cruzeta que sustenta as muflas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 3. escrever o nome da rua. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL. N. Tinta recomendada: tinta à óleo. antes do número. 2. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. 12 – 1/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

COM BARRAMENTO OPCIONAL N. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. 12 – 2/2 .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. 13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. 2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

N. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. ATÉ 2 TRANSFORMADORES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ABAFADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .ABAFADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.DETALHES .

15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

N. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação. conforme desenho acima. Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo. a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens. 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4".20 metros.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2. 3. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega. 4.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2) Material: chapa de aço galvanizada. Cor: preto Munsell N1.5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. margem – preto Munsell N1. Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. Fonte “Univers / Univers Bold” . tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1. Tamanho mínimo de 30 mm. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9. outros tipos de materiais. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado.7mm). texto branco padrão Munsell N9. Tamanho mínimo de 30 mm.amarelo Munsell 5Y-8/12.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. caracteres/ margem – preto Munsell N1. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados. Fonte “Univers / Univers Bold”. Espessura: 1 mm. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala. Unidade: mm. alternativamente as chapas de aço galvanizada. Cor: fundo .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. 22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO. N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

As chapas lateral. 4. 5. Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. superior e traseira são fixadas com parafusos. 24. 20. 14.90mm) com trilho para fixação dos medidores. Isolador botijão e castanha Epóxi. 8. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. Chapa de aço carbono14MSG (1.4mm) Fixação dos cabos. 26. 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1.Instalada com rebite Pop. Fecho tipo triângulo. Compartimento para medidores. Compartimento para barramento. Barra de cobre seção retangular.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos . Compartimento para TC´s e medição da administração. Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico. Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1. 16. Proteção plástica para fixação dos cabos. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 17. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. com 5mm de espessura. Conector vertical 90o (detalhe 3). 23. 3. 28. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm. 13. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha. 18. Medidor padrão CPFL. 12. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm. 9. 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 21. Compartimento para chave geral. 25. Sistema de dobradiça inviolável. 27. 11. 10. 19.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. 22. N. Compartimento para distribuição da administração. 15. Compartimento para cabos de entrada. 2.52mm). 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Niple bitola conforme cabos.

Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s. As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas. 5. eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo. após o disjuntor geral. 8.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. traseiro e divisórias . a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos. 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 6. . O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral. Se para a medição.Portas. N.16MSG (1. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2. 3. fechamento superior. quando necessário. laterais. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal.Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm.Todos os perfis . através de porta apropriada. sistema de combate à incêndio. 7. As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura. etc). Para condutores de secção menor de 35mm2. para possibilitar a instalação dos mesmos. em baixa tensão. sobre portas. Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição.14MSG (1. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm.90mm). Espessura das Chapas de Aço Carbono: .52mm). em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. 23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. N.

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. N. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA.

com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. N. Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. 25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. N. é permitido 3%.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

N. 27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

no mínimo. Item 10. Item 6. Item 4.14.3. pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2.0 03/05/2007 N.Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20.14. Item 12.1 . Item 12.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2.Inserção de texto complementar.2. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.Inserção de texto complementar.1 .14.Inserção de texto complementar.4 (Nota 2) .3 . Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4. Item 6. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.4 .2.3 . Item 10.1 (f) .2 . informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Item 4. Item 8.1.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos.Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação. REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia.2(a) .4.Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular.Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines.Documento: Categoria: 119 Procedimento 2. a mesma secção.3.2 .Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono.4.

Desenho 26: Eliminação deste desenho. Item 6. Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004.1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter. pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento.2. Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício. etc).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. N. Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores.1 03/01/2008 medição em alvenaria.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Item 6.2. a mesma secção.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. sistema de combate a incêndio. Item 6. de 35mm² para 50mm². no mínimo.1. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2 . Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.