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Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso

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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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disponíveis site da Internet www.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . .GED 4101 .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .GED 2861 . sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes. .GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora.GED 2856 . quando aplicáveis.Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) . devem ser consultadas como complemento a esta: . INTRODUÇÃO 1. .3.GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais.Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Volume 2 – Tabelas. .GED 2858 .GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.2.Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV.GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição.Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia. . . .cpfl.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . 1.Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto.2 . .GED 3978 .GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1. .GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL.GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T. . N. Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados.GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem. .GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X.Desenhos (27 a 50). .Volume 4. .Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.com.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1. disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Portarias e editais do CREA . .Volume 3 – Anexos. .Desenhos (1 a 26).A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio. . . contidas em : .As seguintes normas. .br.Volume 4.Resoluções da ANEEL .GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução. .GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares.GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil. .1 .Normas da ABNT .GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda.Decretos .GED 2859 . consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120.GED 3668 . Caso necessite de alguma orientação.GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição.1. 1.Projeto Elétrico.

. . com rosca ANSI/ASME B1.GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem. dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos. . . . . ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. estabelece diretrizes para cálculo de demanda.NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995). .NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas. .NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão.20.NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36. 2. Além disso.1.GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.2kV).GED 4621 . .GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W.Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor.NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios. .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz.Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição.NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores. .ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors.GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V. .NBR-5598 . com rosca NBR-6414.GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo. .NBR-5597 .Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor.0kV até 36. .GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U.2kV – Especificação. . . .GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo . .NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação.NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. N. . respectivamente. bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo.

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais. freqüência de 60Hz.6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . considerados como uma só unidade consumidora.8) A entidade de que se trata em "a" . b.2) Que a entidade. b. b. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária.9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias. b. assuma as obrigações regulamentares e contratuais. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto.1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes. referida no item anterior. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto. a qualquer tempo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3. b. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW. não pode interromper. b. sujeito à homologação da ANEEL.5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo. se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b. N. devendo ser considerado uma só unidade consumidora.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.7) A entidade mencionada em "a".3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica. comerciais ou mistos. b. b.

Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores.10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto. não abrangida por esta norma. 2858.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. 4.11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855. Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4. instalada após a medição. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. N. de característica não usual e. 2856. sempre que as condições técnicas permitirem. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento. documento GED 3735. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente.1. DEFINIÇÕES 4.2.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. com unidades consumidoras individuais. caracterizando um loteamento. portanto. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. respeitando-se.3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição. da concordância da concessionária. 2859 e 2861. Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas. receber o ramal de entrada.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. b.

de uso comum e com acesso controlado. com demanda total calculada de até 76kVA. interligados ou agrupados. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio. e que.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. N.Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca.5.4. 4. Em qualquer um dos casos.7. Podem ser prédios isolados. 4. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado. por essa razão. com ou sem área comum (condomínio). 4. em kVA ou kW.8.Demanda É a potência.6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma. 4.9. requisitada por determinada carga instalada. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição. pode ser utilizado o documento GED 4621. do ramal de distribuição principal.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos. legalmente constituído. pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem. bifásicas ou trifásicas. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada.

Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 4.13. folhas 3/7 e 4/7 . dentro dos parâmetros técnicos desta norma.13. 6/7 e 7/7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos.Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública.10. de logradouros públicos ou prolongamento.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. com participação ou não nos investimentos necessários. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros. 5/7. o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4. Vide o desenho 1. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. ambas tomadas na mesma unidade. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. folhas 1/7.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. com abertura de novas vias de circulação. 2o da Lei no 6766.11. de 19 de dezembro de 1979. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal. Vide desenho 1. nos termos do art. 2/7. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais. com a redação dada pela Lei no 9785. modificação ou ampliação das vias existentes. 4. 4.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada.12.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular. 4.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de 29 de janeiro de 1999. N.13. quando for o caso. incluindo o conector. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. ou Distrito Federal. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra.

3. Vide GED 2855. 4. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada). o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.comgas.br e/ou cadastroderede@comgas. 4. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão. 4.13.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Sendo que.com. 4. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.com. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico. Sendo que.13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento.1. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor.com. no caso das linhas elétricas de energia. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis.com. ou seja. deve-se consultar à COMGÁS (site www. não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.2.13. Em particular.3. N.br e/ou cadastroderede@comgas.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. deve-se consultar à COMGÁS (site www.comgas.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. Vide o desenho 2.

Ramal de Entrada São os condutores e acessórios. 4. Vide desenhos 12. instalados no interior de um recinto fechado (cabine). individualizado pela respectiva medição de energia. instalados pelo cliente. 4. pára-raios e demais acessórios.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios. apartamento.Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora.1.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. chaves de proteção em média tensão. bem como o atendimento ao pedido de ligação.15. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada.2. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição.16. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si. 4. cada escritório. 13 e 14.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. DISPOSIÇÕES GERAIS 5. administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sala. não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares.18. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. 5. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120. loja.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora. N. 4. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4.19.17.

Os materiais e equipamentos. comprovadamente. a observância da norma NBR-5410 .Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2kV”.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. Recomenda-se ainda. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico.7. 5.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis.Mesmo quando. 5. alterações no seu sistema elétrico.6. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. 5. 5. em caso de haver geração própria. devendo. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo.8.5.Os consumidores. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO. apresentar o respectivo projeto. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios. providenciará às expensas do consumidor.Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. após o dispositivo de proteção geral."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora.4. 5. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. que. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. com intertravamento mecânico. separando os circuitos N. a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso.3. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora.

A entrada de serviço que. com neutro solidamente aterrado. conforme Anexo I do documento GED 3668.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.9– Os consumidores autoprodutores.Qualquer parcela do conjunto. com exceção das cidades de Lins e Piratininga.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. 5. em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. 5.12.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício.11.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com iluminação.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.14. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33. cujo fornecimento é em 380/220V. e a cada unidade consumidora. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros. 5. 5.16. é passível de correção no seu todo ou em parte. ventilação e condições de segurança adequadas.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes. do gerador particular. 5. N.10. neutro solidamente aterrado. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido. freqüência de 60Hz. 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e na freqüência de 60Hz.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora. a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor. 5. de acordo com o estabelecido no capítulo 7. b) Construir um circuito interno independente.13. 5. cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular.15.

nas extremidades. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis). e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado. Outros detalhes por ventura existentes.23. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5.18. no caso de existir geração própria.17. devem atender a uma espaçamento entre si. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita.22.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9. e detalhes do acesso às chaves reversoras. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente. tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro.Casos especiais. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.21– Sempre.24.Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal. habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão. a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). tais como. quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita.19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de no mínimo 150mm. 5. 5.De um modo geral. deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”. instalações elétricas das unidades consumidoras. 5. 5. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. desde o ponto de entrega. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado. não especificados nos desenhos constantes desta norma. 5. até o barramento do quadro de medidores. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N. por cores distintas. após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma.A instalação será definitivamente energizada.5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte. sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante. O neutro.

documento este disponível no endereço internet www.com.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária. documento este disponível no endereço internet www.Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo.2.cpfl. Devem também ser afixadas em local bem visível.2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .com.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112.br. 6. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5.2. conforme disposto no item 6. N. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV. conforme disposto no item 6. com ramal de entrada subterrâneo. c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6. seguindo os critérios do item 6.25.3.26. deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120.cpfl. 5.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112.1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV.br.

N. na propriedade particular. com condutores e acessórios de sua propriedade. deverá ser feita a identificação. com tipo de altura de 30mm. sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”. constante do documento GED 6120. b) Não cortar terrenos de terceiros. entrar pela frente do edifício. e executado conforme desenho 3. informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio. gravado em baixo relevo. junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s).3. c) Preferencialmente. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. através de placa de alumínio.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Tal identificação deve ser legível e indelével. h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 6.1.2. conforme disposto no item 6. Nota: No caso acima. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição.1. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente. d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”. no alto do poste.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo. g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão.

5m no cruzamento de ruas e avenidas. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não. para amarração da escada. N. b) Condutores: Cabos singelos de cobre.1. Nos casos de postes/colunas moldados no local.. entrar pela frente do edifício.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a partir de poste particular. o responsável técnico. e limitados a cabos de até 185mm2. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5.1.50m abaixo do piso da sacada.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686. para o ramal de ligação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que.1. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7). no ponto de flecha mais baixo. 6. i) Poste. sacadas.2. a 0. devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1.00m. citadas neste item. h) Obedecer ao vão máximo de 30m.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente. deve ser instalado olhal chumbado na parede. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. devem possuir isolação mínima para 750V. e uma distância vertical igual ou superior a 2. No caso do ponto de ancoragem na fachada. dimensionados conforme a tabela 11. a 1. o ramal de ligação deve situar-se. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). próximo ao eletroduto/tubo de entrada. 6.50m acima ou 0. telhados. etc. coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio.2.20m desses pontos na horizontal. no mínimo. deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos. deve atender às premissas de instalação do mesmo. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.60m acima deste e. quando o cabo for nu. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. ou terminal externo (cabeçote). j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. etc. três fase e neutro. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597.2 devem ser atendidos. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem. triplicado. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria.1. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. rosqueável.2. etc. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. isolação. NBR 5598 ou NBR 5580. duplicado. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. salvo garantia expressa dos fabricantes. com circuito único. classe A ou B. ter a mesma bitola do cabo de fase. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2. para evitar a entrada de água. k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos. devem conter circuitos completos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. todos os quesitos citados no item 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3. e podem ser de PVC rígido. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus.). N. A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular.

devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.2.1.comgas. Para até 4 cabos de até 95mm2.1-h. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água.com. e limitados a cabos de até 185mm2. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto.comgas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. dimensionados conforme tabela 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1.1.com. Vide desenho 4. para drenagem de água. de seção circular. deve-se consultar à COMGÁS (site www. 6.2.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. deve-se consultar à COMGÁS (site www. N. além das diretrizes citadas no item 6. isolados para 0. d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo.com. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. Ramal de entrada subterrâneo. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2.com.6/1kV.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. O diâmetro mínimo interno é de 40mm.br e/ou cadastroderede@comgas. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus.3. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto. é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm.2. ou tubo corrugado flexível de polietileno. com altura de 200mm. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto.60m.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.1.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.br e/ou cadastroderede@comgas.

através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares. • No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. N. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. • Partir de um poste da rede de distribuição. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora. Após definição através do estudo de viabilidade. e executado conforme o desenho 4.1. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo de sua propriedade. • O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • Não cortar terrenos de terceiros.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . instalados em eletrodutos distintos. entrar pela frente do edifício. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2. todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos. • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. salvo garantia expressa dos fabricantes. • Preferencialmente. a mesma pode ser construída pelo cliente.1. • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento.2.

Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. para evitar a entrada de água. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto.0mm no mínimo. insetos e etc. ambos envelopados em concreto. Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. • utilização de poste que tenha instalado religador. conforme tabela 11. no máximo. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. Para até 4 cabos de até 95mm2. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. de igual diâmetro.1. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. conforme NBR 5597.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água. de seção circular. NBR 5598 ou NBR 5580. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. e envelopada em concreto. Vide desenho 4. com altura de 200mm. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste. O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno.60m. A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. c) Condutores • Cabos singelos de cobre. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N.1-h. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. em número de 3. isolados para 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6/1kV. • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro).3.

br e/ou cadastroderede@comgas.com. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. deve-se consultar à COMGÁS (site www. 6. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA.1.Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea.1 . sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária.3 . quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias. 3) dentro da propriedade particular.com. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA.3.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos. 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos. 6. 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus. Notas: 1. quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais.comgas.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto. Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular.Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410. conforme item 6. N.

1. devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855. • Não cortar terrenos de terceiros. para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. ou um ramal de entrada subterrâneo. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. portanto. visando uma agilização do processo de interligação a rede. d) Um ramal de ligação. O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.3. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos. e executado conforme documento GED 2855. para os seus postos de transformação. • Identificar as fases dentro e fora da cabine. em condomínio. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. entrar pela frente do edifício. sendo de sua responsabilidade. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • Preferencialmente.1 . havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. não abrangida por esta norma. nos ditames da resolução 456 da ANEEL. num total acima de 1000kVA e. o projeto deverá prever a construção de cabine mista. b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico.

de acordo com a situação local. sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento.Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7. devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. devendo ser calculada conforme o item 14. ambos envelopados em concreto. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto. religador. conforme padronização disposta no GED 3978.1 . 7.2. ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença.Monofásico . Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica). com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV.Dois Fios (Fase e Neutro) N.60m.1.1 . com diâmetro conforme a tabela 15. Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV).0mm no mínimo. de seção circular.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste. O condutor reserva deverá ser mantido energizado. a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior. devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. haverá a cobrança da diferença de preço do medidor. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. 4318. 4345 e 4742. conforme desenho 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 7. • Derivação em poste com transformador.

Para esse tipo de fornecimento. está indicada na tabela 19 ou 20. Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. exclusivamente. acima de 15kW até 25kW. ou da classe 220V com mais de 10kVA. Não é permitida a ligação de: N.1. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V. e nas cidades de Lins e Piratininga.Bifásico . 7.1.2 . o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista. está indicada na tabela 19 ou 20. nesse caso.Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13.1. exclusivamente.3 . • aparelhos de Raio X da classe de 220V. Basta o cliente relacionar as cargas instaladas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 7.1. sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . basta o cliente relacionar as cargas.Trifásico . sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V. e nas cidades de Lins e Piratininga. sendo que para os apartamentos e/ou lojas. para tensão de fornecimento 220/380V. até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V. e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga. Também está incluída neste tipo de fornecimento. com potência superior a 1500W.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V. Para efeito de definição do tipo de fornecimento. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7.

conforme disposto no documento GED 2855. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. está indicada na tabela 19 ou 20. ventilação e segurança. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. inclusive.2 . em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. com condições adequadas de iluminação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão. deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. Para a partida de motor trifásico. para a tensão de 220/127V.5CV para tensão de 380/220V. indireta. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA.Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento. conforme anexo I do documento GED 3668.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. a medição é efetuada na média tensão. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. 8. a medição pode ser na baixa tensão. a ligação da unidade consumidora é trifásica. em local de fácil acesso. 7. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. ou trifásicos com potência superior a 20kVA. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária. e 7. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. o mesmo deve ser executado pelo cliente. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W. adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9. com partida direta. conforme disposto no documento GED 2855. • Para transformador particular acima de 300kVA. e na freqüência de 60Hz.1 . com potência superior a 30kVA. Acima de 75kW de carga instalada.

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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com proteção contra intempéries. as cabines devem ser providas de iluminação de segurança.USO EXCLUSIVO DA CPFL . c) conforme NBR-14039. onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção.0m. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores. O interruptor deve ficar fora da cabine.0m. fora da cabine. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. à altura máxima de 2. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. com autonomia mínima de 2 horas. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas. no máximo a 3.80m. com resistência mínima de 3 toneladas. devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto. conforme desenho 20.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. É obrigatória a fixação em local visível. com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados. Para possibilitar o acesso de transformadores. junto à porta. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. deve ser pintada na porta da mesma. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta. É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg). estão indicadas na tabela 8. ou em outro ponto próximo conveniente. quando cabines com compartimentos para os equipamentos. N. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária.EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga). com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. disjuntores e transformadores. Toda cabine deve ter iluminação artificial. este acesso deverá ter altura de 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a cabines em condições adversas. para transformadores até 500kVA. quando ao tempo. que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas. na posição definitiva do transformador. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.2). e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado. O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre. devem ser feitas através de conectores apropriados. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm. Como alternativa. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão.3 . deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. a ser usada somente em casos de emergência. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio. quando houver esta última.10m x 1.2 . fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. Todas as emendas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. é obrigatória a construção de uma base de concreto. e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais.4. É obrigatória a instalação.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício. Não havendo necessidade de degraus. vedada na sua parte frontal com vidro transparente. do lado externo. estes devem ser de ferro.20m. anti-derrapante e removíveis. de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm. acima da porta da cabine. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. 8. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm. para apoio dos mesmos. no mínimo. somente é permitido o emprego de transformadores a seco.00m por folha. 8. para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. não sendo permitido o uso de solda.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039. com dimensões de 2.4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Vide desenho 21. com duas folhas abrindo para fora. Quando forem utilizados disjuntores N.

2/12. Nesse caso.8/10. desde que seja área de garagem ou outra área ampla. Vide detalhes no desenho 15. Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. através de critérios próprios.0kV .1/22. 9. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA.0/20. a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável.8/13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .6/12.sistema 13.2 .2kV . com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW. Não será permitido o uso de askarel como isolante. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação.8kV: 13. Para transformadores particulares. o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.0/11.Características dos Transformadores Particulares 9. efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador.Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.8/13.2.4/10.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone. com fechamento automático e dispositivo para travamento. TRANSFORMADORES 9. Para transformação acima de 300kVA.1 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis. em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855.6/12.9kV N. 9. em caso de fogo no interior da cabine. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.9kV: 13.sistema 11.2/23. b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .1 .sistema 25kV: 24. É permitida a abertura para o interior do mesmo. recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10.2/12.

dependendo.2 .Primária .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários . 10.2 . Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.neutro aterrado.1 . de transformador a seco.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão.classe: 15kV . PROTEÇÃO 10. ou .NBI: 95kV . desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste.Transformador a Seco A utilização. pelo cliente.2.Proteção em Baixa Tensão 10. 10.Sobrecorrente N. admitem-se outras tensões secundárias.220/127V .TRIANGULO (Delta) . portanto. deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição. • Ligações . nestes casos. uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada.2. Tratando-se de medição em média tensão. de consulta prévia.380/220V . Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido. por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios. é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ESTRELA com neutro acessível • Isolamento .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Secundária . admite-se tensão de 440/254V.1 . dispensa a construção da cabine à prova de fogo.classe: 25kV .Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855.

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. O ponto luminoso deve ser de no mínimo. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso. conforme padronização dos documentos GEDs 6262.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. 150 Watts. estas devem ser do tipo veneziana.2. interior de vitrines.Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores.Caixa de Distribuição 12. devidamente fixadas. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e. no mínimo. conforme NBR-5410. 6263 e 6264. N. Todas as caixas. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista.2. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s). não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso. o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma. ambientes sujeitos a gases ou inundações. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. com interruptor junto ao mesmo. 12. tais como: copas. deve ser pintado através de gabarito. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio. Quando o fornecimento se der através de cabine.1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 12. com tinta a óleo ou esmalte sintético. quando possuir portas. área entre prateleiras. dispensadas as portas externas. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. cozinhas. Pode também. a cada 3m linear de quadro. proximidade de máquinas. banheiros. sendo neste caso. depósitos.1. configurando um sistema PEN. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono. QUADRO E CAIXAS 12.

A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. 8 e 9. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o. 12. buchas e arruelas. 24 e 25. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição. No caso de caixa de chapa de aço carbono. conforme normas da ABNT.2. Nos desenhos 23. no mínimo. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina. O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação.3 – Quadro de Medidores N. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre.Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes. a mesma secção dos barramentos das fases. porcas.2. Quando houver mais de um centro de medição. ou zincada a quente.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 12. As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7. A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação. O barramento do neutro deve ter.

A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. O barramento do neutro deve ter. No quadro de medidores. com o número do apartamento e faseamento. conforme desenho 18. o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável. a mesma seção dos barramentos fases. dimensionado conforme tabela 12. Antes do barramento de cada quadro de medidores. sem a violação deste lacre. calculadas conforme tabela 12. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. vide desenho 16. contendo. Devem conter também. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. o máximo de 30 medidores e. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. também. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. conforme desenho 22. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. cada um. pintado nessas portas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. 200kVA de demanda calculada. não sendo permitido o uso de tampas. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. no máximo. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. os disjuntores e os quadros de medidores. 12. no mínimo. justapostos ou não. estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”. É necessário.

etc. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica. varanda.1.C. quando considerada conveniente. A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos. excluídas as projeções de paredes. 14. pilares e demais elementos construtivos. 300mm de largura e 250mm de profundidade. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo. 14. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. conforme capítulo 7. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente.. a sua retirada ou substituição.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP). conforme NBR-5410. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima). bem como. sem a violação deste lacre. Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente.). A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária. Para efeito de liberação do projeto e da ligação. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura. A medição é única e individual para cada unidade consumidora. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . deve possuir dispositivos para lacres. 13. cozinha. W. sala. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo. copas e áreas de serviço.) excluídas as projeções de paredes. e 100W para as excedentes. • aquecedor elétrico central. piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração. considerar até 3 tomadas de 600W. como mínimas. por unidade de consumo. Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). Conjuntos poliesportivos.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. • hidromassagem.1. casa de máquinas. a quantidade e a potência dos pontos de luz. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW. etc. • fogão elétrico. • aquecedor de água de passagem.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14. estas devem prevalecer.2. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração. 14. pilares e demais elementos construtivos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores. salão de festas. • condicionador de ar. considera-se a carga total declarada. N. Nesses casos. b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas. Para utilização geral.2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 14. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . considerar 100W por tomada.

2 . Para efeito da soma da carga instalada.3.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. 14. para as unidades consumidoras e entrada consumidora.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W). 14. tipo de dispositivo de partida e sua finalidade. para efeito de cálculo de demanda. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. número de fases.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Industrial: demanda de 100% . deve ser calculada conforme segue: . d) Motores Devem ser relacionados a quantidade.2 .Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. uma vez que a concessionária admite.3. 14. a potência de acordo com a placa do fabricante. que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.2. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.Comercial: demanda de 75% N. corrente de partida. indicados na tabela 1.1. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.3.

Para fornos elétricos industriais. Os valores indicados nessas tabelas. no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas. b) Aplicar o fator de demanda de 100%. em kVA. para os demais motores. pias. a demanda deve ser de 100%.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. As correntes de partida podem ser utilizadas. utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 50%. 14. N. a serem utilizados em lavatórios.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. utilizando-se as tabelas 4 e 5. para qualquer quantidade de aparelhos. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores. Na tabela. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. de CV ou HP para kVA. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes..5 .4.Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos. para o motor de maior potência e.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ser no mínimo. 14. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. etc. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e o(s) outros(s). Para motores especiais e/ou de grandes potências. retificadores e equipamentos de eletrólise. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6. máquinas injetoras. A potência aparente.7. Existindo motores que. em kVA. como segundo(s) em potência. ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial. fornos elétricos a arco. etc.6.Rendimento 14. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores).Potência do Motor cosϕ . é calculada como segue: kVA = HP × 0. quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. 14. extrusores de plásticos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais.Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%.746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0.Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais. devese considerar apenas um como o maior.736 cos ϕ × η Onde: HP / CV . o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos. para efeito da somatória de suas potências. Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil. os aparelhos de raios X. fornos elétricos de indução.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.Fator de Potência η . deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores). obrigatoriamente. a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. máquinas de solda.

como segundo(s) em potência. deve-se considerar apenas um como o maior. em kVA.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1. 14. e o(s) outros(s). dos demais equipamentos.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: . Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma. em kVA.400W 1 Máquina de lavar louças: 2.00kW N.89kW = 17.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3.8.9. com os fatores utilizados. o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda.Exemplos: Exemplo 1. para efeito da somatória de suas potências. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais.710.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) . 14. excluindo-se a Administração. relacionados na tabela 7. e 60% da potência. Se os maiores equipamentos forem iguais.0m2 Área útil do apartamento tipo: 47.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0m2 Área útil da administração: 5.Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação.220W 1 Chuveiro: 4.000W Carga total do apartamento: 9.713.89kW = 35. do maior equipamento.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12.56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8.

29 1 D2b = 86.4kW × 0.22 1 D2a = 144.55kVA .42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.01kVA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .56kVA 2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.40kW Total de Carga da Administração: 72.64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.0 × 0.

65 + 0.64kVA Maior Motor: 11.10 x 0. de HP ou CV.40kVA 10. Portanto.55 + 0.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5) 4 .83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.10kVA D3 = Pot.09kVA Dadm = 71.Demanda Referente a Motores Converter as potências.01 + 230.65kVA 3 .0HP x 2 = 2. Maior Motor x Fator Demanda + Pot. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.11.00) x 0.64 .70kVA x 2 = 5.54 = 63. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28. conforme tabela 4 2.24kVA Total: 74.5 D3 = (11.0) + (63.54kVA x 6 = 69. excluindo-se a administração do edifício.50 Dapt = 132.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35.09 N.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14.54 x 1.0HP x 6 = 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . em kVA.54kVA Potência dos demais motores: 74.00 + 43.

Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.0CV: 17.130 W Tomadas: 1.3000W cada: 6.64 Dg = 204.500W Carga Total do Apartamento: 19.05kW 01 bomba d’água 10.00kW 02 torneiras elétricas .78kW 01 elevador de 7.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.500 W 01 Máquina de secar roupa: 2.930W 01 Chuveiro: 4.Administração 01 portão elétrico 1.0CV: 4.89kW 01 bomba de piscina 5.Apartamento Tipo: Iluminação: 3.00kW 02 elevadores de 10. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.0CV: 1.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .51kW 05 chuveiros – 4.084m2 Área útil da administração: 2.400W cada: 22.5CV: 6.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .57kW Total de Carga da Administração: 66.0CV: 8.Documento: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .400W 01 Máquina de lavar louça: 2.83 + 71.

Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.42kVA 2 .26 + + 1 1 1 D2a = 30.4 × 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.88 + 5.42 1 D2b = 20.72 + 1.26 5 × 4.00 D2 = 71.5 × 0.26 2 × 3.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.5 × 0.4 × 0.40 1 20 × 2 .0 × 0.00kVA .16kVA D2a = 22.42kVA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.

54kVA x 3 = 34. conforme tabela 4 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5.18kVA N.0CV x 1 = 1.88kVA 3 . em kVA.56kVA = 7. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.5) 4 .0CV x 3 = 11.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .72kVA + 1.65kVA x 1 = 8.27 x 0.81kVA Maior Motor: 11. D3 = (11.54kVA Potência dos demais motores: 50. excluindo-se a administração do edifício.52kVA x 1 = 1.5CV x 1 = 8.65kVA 10.0) + (39.28kVA = 63.00) x 0.54 x 1.16kVA – 7. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.52kVA 5. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.62kVA Total : 50.Demanda Referente a Motores Converter as potências.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71.02kVA x 1 = 6.5.88 + 0. de HP ou CV.54 = 39.0CV x 1 = 6. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Portanto.11.02kVA 7.50kVA D3 = 31. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.27kVA D3 = Pot.81 .Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.00 + 63.

484m2 Área útil da administração: 2.Administração 01 portão elétrico 1.78kW 01 elevador de 7.000W 01 Máquina de secar roupa: 2.400W cada: 22.0CV: 4.28 + 31.00kW 02 torneiras elétricas .0CV: 1.89kW 01 bomba de piscina 5.57kW Carga Total da Administração: 66.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.500W Carga Total do Apartamento: 29.1.5CV: 6.200W Tomadas: 3. deve-se calcular a demanda conforme GED 13.42 + 7.0CV: 17.3000W cada: 6.38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.2. em função da limitação citada no item 14.0CV: 8.600W 01 Torneira elétrica: 3.88 Dg = 122.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.18 Dadm = 52.00kW 02 elevadores de 10.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .88kVA Concluindo.) . obtendo-se a categoria de atendimento.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .000W Total de Iluminação e Tomadas: 4.50 + 52.200W 04 Chuveiro de 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14.05kW 01 bomba d’água 10.400W: 17.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.51kW 05 chuveiros – 4.

23 5 × 4.40kVA D2a = 80.40 1 D2b = 20.4 × 0.42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.0 × 0.Documento: 119 Procedimento 2.06 + 1.00kVA .5 × 0.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .23 2 × 3.23 + + 1 1 1 D2a = 87.5 × 0.42kVA .23 D2a = 80 × 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.4 × 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.42kVA 2 .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.96 + 5.38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.

deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.06kVA + 1.62kVA Total : 50.40kVA – 6.44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.18kVA Dapt = 121.65kVA x 1 = 8.54 = 39.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.54kVA x 3 = 34.00 + 121.0CV x 3 = 11.52kVA x 1 = 1.27 x 0.96kVA 3 .54kVA Potência dos demais motores: 50.54 x 1.38kVA = 6. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14. Portanto.Documento: Categoria: Versão: D3 = 31.65kVA 10. de HP ou CV.27kVA D3 = Pot.11.Demanda Referente a Motores Converter as potências.5. D3 = (11.00) x 0. conforme tabela 4 1. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18.81kVA Maior Motor: 11.40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5.5CV x 1 = 8.0) + (39. em kVA.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.52kVA 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .81 .96 + 0. Maior Motor x Fator Demanda + Pot. excluindo-se a administração do edifício.0CV x 1 = 1.0CV x 1 = 6.02kVA 7.5) 4 .44kVA = 121.87 N.02kVA x 1 = 6.

hidrantes com utilização de bombas de recalque. do Corpo de Bombeiros.1 .04 Dg = 173. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121. a ligação deve ser independente das demais ligações.2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum. de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão. com medição própria. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.04kVA Concluindo. 15.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m..76 + 52.42 + 6.80kVA 15. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico. etc.44 + 31. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. devem ter meios de combate a incêndio. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado. N. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14. conforme mostrado na figura 1. através de extintores manuais. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça.Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”.18 Dadm = 52.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o fornecimento é em baixa tensão.

Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio. O circuito do sistema de incêndio. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. corrente de partida. conforme GED 2855. para transformadores até 300kVA. além das instalações normais do prédio. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual. o cliente deve providenciar. N. não pode ser interligado com outros circuitos. conforme estabelecido na NBR5410. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor. desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade. o fornecimento é em média tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio. número de fases. para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. 16. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. No caso de cabine mista. No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. potência. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão. Nesse caso. conforme o capítulo 7. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. para efeito de determinação da sua forma de ligação.

00 0. lojas e semelhantes Barbearias.00 0.00 1.00 1.40 para os primeiros 50kW 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.20 para o que exceder a 50kW 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.70 para o que exceder a 20kW 1.5 para o que exceder a 12kW 1.00 N.00 para os primeiros 12kW 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . salões para exposição e semelhantes Bancos. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.00 para os primeiros 20kW 0.75 1. TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios.00 1.00 1.

Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Aquec. de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N. Indiv.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .400 2.000 2.000 N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.500 1.500 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.000 4.500 1.

73.0 33.3 717.87 2.69 0. Utilizar.1 0.51 6.56 250.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.8 477.09 37.74 0.70 7.66 0.3 40.8 1619.4 4.09 141.03 30.65 43.23 95.7 1288.72 0.15 152.85 0.67 117.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0.75 0.72 5.3 1.7 61.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .01 22.29 370.17 5.61 0.0 20.05 1.95 4.3 2. por 1.81 0.39 0.77 0.1 20.44 72.1 44.86 0.1 8.0 81.73 127.7 157.92 25.38 39.42 58.5 12.95 2.65 190.28 189.18 499.8 2521.6 25.3 9.85 0.52 4.77 0.2 74.5 49.65 1.2 2014. os dados de placa dos motores.76 0.54 2.7 33.10 58.3 16.9 0.77 0.57 8.9 6.02 15. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.1 566.7 161.6 65.65 22.83 1.05 307.73 0.6 17.0 422.9 3.9 915.3 201. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.77 0.82 0.03 13.1 10.89 11.85 0.71 0.84 0.1 1. 3.74 104.1 3458. 2.6 1095.0 100.7 7. preferencialmente.0 Fator de Potência Médio 0. N. em 220V.85 14.82 16.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .7 1.83 67.0 120.0 270.52 80.85 0.26 3.58 0.7 340.54 30.93 48. dividir os valores.8 98.04 10.66 0.84 0.85 1.

5 220 110 5.2 210 9.1 3. Utilizar.0 18.0 27 14 0.51 0.94 67.81 1.4 10.22 4.64 52.97 27.18 11.42 0.73 0.4 47 24 0.94 77.11 6.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.9 330 13.07 37.67 2.90 1.63 0.73 0.0 13.79 1.14 1.79 0.07 8.80 0.80 0.9 3.84 40.56 14.35 21.31 11. os dados de placa dos motores.67 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.66 0.7 96 48 2. N.0 145 7.67 0.16 28. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.58 14.5 132 68 3.2 6.1 68 35 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS .0 408 Fator de Potência Médio 0.17 2.71 0.2 7. 2.66 5.5 31 16 0.6 5. preferencialmente.83 0.78 0.1 63 33 1.72 16.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .34 12.77 7.9 260 11.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.55 0.64 0.62 0.73 0.79 0.91 0.81 0.60 0.75 0.59 0.66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.51 0.67 0.84 0.97 0.61 0.74 0.56 0.50 N.69 0.76 0.70 0.87 0.58 0.77 0.98 0.50 0.54 0.52 0.53 0.96 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .71 0.89 0.63 0.65 0.68 0.72 0.57 0.95 0.

N. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir. EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND. VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos. fornecidos pelos fabricantes. 2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Para demandas calculadas. arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior. pode ser aplicada esta tabela. Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1. de até 308kVA. 2. conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

calha. embutido direto em alvenaria. moldura. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) .00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20. e eletroduto embutido em alvenaria.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18. (C) Fixação direta à parede ou teto.0kV 0.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. calha. e canaleta aberta ou ventilada.50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6/1.6/1. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos. eletroduto embutido em alvenaria.PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6. moldura. (B) Eletroduto aparente.50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9.TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V.0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V .50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente.50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11. e bloco alveolado.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16. (E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta).

inclusive. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável. Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. para instalação em eletroduto diretamente enterrado.cm/watt (terreno normal). 7.5oC. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. Para condutores com outro tipo de isolação. Para tensão de 380/220V. 4. Temperatura ambiente de 30oC. Para cálculo do eletroduto. para instalação não enterrada. sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. ou com maneira de instalar diversa da especificada. utilizar tabela do fabricante. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado. 8.cm/watt.73. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1. 2. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1. 9. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. 5. não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. deve ser adotada a tabela do fabricante.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. em bancos de dutos envelopados em concreto. 3. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar. refere-se a cabos compactados. 6. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

85 0.85 0.50 0. não é necessário aplicar nenhum fator de redução.70 0. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo.65 0.85 0.60 0.00 0. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.70 0.90 0.60 0.90 0. 3.90 0. N.90 0.50 0.90 0.90 0.55 0.60 0.85 0. 2.85 Notas: 1.70 0.85 0.60 0.80 0.85 0.90 0.70 0.55 0.40 1.70 0.85 0.45 0.50 0.65 0.90 0. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1.70 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.45 0.85 0.60 0.95 0.85 0.70 0.85 0. OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.60 0.65 0.70 0.90 0.95 0.75 0.90 0.65 0.90 0.85 0.95 0.75 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .00 0.70 0.70 0.00 0.85 0.65 1.55 0.80 0.80 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. uniformemente carregados.

80 0.90 0.80 0.85 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 3. os fatores devem ser reduzidos.90 2 0.85 3 0. isolados em XLPE. isolados em EPR. N. sem cobertura. Para instalação em bandejas ou prateleiras.95 0. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado. prateleiras ou suportes. 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS. conforme prescrição da NBR-5410. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada. para a aplicação desta tabela. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0.85 0. ou cabos unipolares.80 Notas: 1.90 0. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas. XLPE ou PVC. como mostrado acima. somente devem ser usados cabos unipolares.95 0. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras. 4. cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito.80 0.90 0.95 0.85 0. dotados de cobertura.85 0. Para espaçamentos inferiores.92 0.75 0.

O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.0 Z% CONSIDERADO 3.500 .3 2.600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112. 2.0 7.225 .1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1.300 .1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1. A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V.350 . 3. multiplicar os valores da demanda calculada por 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .16 Notas: 1. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases. N.450 . Os barramentos e os disjuntores acima.250 .5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1.0 65.5 4.5 15.0 16.1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 .73.0 10.1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2. Para tensão de 380/220V.0 20.175 .0 12.200 .0 32.23 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0 48.400 .150 – 160 .

2. Quando em fornecimento monofásico. Os valores entre parênteses. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . dois fios. poderão indicar bitolas maiores. N. A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão.1/4”) 50 (1. situação não padronizada. 6. 7.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. e o fornecimento será feito por sistema monofásico. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 450/750V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .BAIXA TENSÃO . DE PVC . Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. 3. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível. considerando-se as cargas equilibradas. fase-fase. 9.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores. Se a carga predominante for motor. 8. 5. Os demais deverão ser cabos. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL.CONDUTORES EM mm2. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. indicados na coluna de carga instalada. 4.

6. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. ou os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. Os demais deverão ser cabos. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. considerando-se as cargas equilibradas. 450/750V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4.BAIXA TENSÃO .TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. 3. Se a carga predominante for motor. 2.1/2”) Notas: 1. A previsão de desequilíbrio de cargas.CONDUTORES EM mm2. N. poderão indicar bitolas maiores. DE PVC . Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. 5. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . 7.1/4”) 50 (1.

N. um em cada duto.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4. temperatura do condutor 90oC. podendo ser adotado bitolas menores. 5.9kV. não pode ser inferior a 25mm2. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno. com os diâmetros indicados na tabela.1kV. Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23. sendo que a seção dos mesmos.8kV E 11. 13.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23. tripolares ou monopolares. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo. 3. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste. 2. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1.1kV. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. os condutores devem ser de cobre. parede 3. cabo reserva e o neutro.

53 0.2mm.35 0. .085 6.9kV .634 12.960 3/8 1/2 0.IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.187 6.281 9.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N. Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: .74mm.35 0.87 0.3mm.8kV 11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23.680 0.342 12.7mm.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112. com elevação de temperatura de 20oC.5mm2 e parede de 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 13. seção útil de 160mm2 e parede de 2.IPS 3/8 : diâmetro externo de 17. VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5. .8kV E 11.290 0. O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.1kV 13.28mm. 2.53 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . seção útil de 107mm2 e parede de 2. e na base de 50% do limite térmico.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13.535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0.70 0.16 0.5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112. seção útil de 76.192 9.127 15.70 1.10mm.1kV.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0. a distância entre caixas e outros detalhes. no mínimo.40 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. A instalação dos eletrodutos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .30 0. de acordo com a NBR-5410. Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto.40 0. t = taxa de ocupação.53 0.55 0.35 1.38 0. n = número de cabos no eletroduto N.40 0. Dc = diâmetro do cabo.40 0. devem ser.31 0.

5 30 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 10 40 7.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7. à máquina de solda a motor.5 15 50 OBS : Aplica-se.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .5 25 5 7.220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7. TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR . também.5 12 50 OBS: Aplica-se. N.5 12 40 7. à máquina de solda a motor. também.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18. Distâncias dos cabos em relação à rede secundária. Circuito completo em um só duto.4 3 3.8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto.6 3.1 2. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV.1 3.1 1.3 2. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1. massa calafetadora e bucha nos dutos .2 3. brita. 1. 3.3 3. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL.7 3.4 3. altura) 2 2.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza. Alça da tampa.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 1.10 Eletroduto (características. braço de iluminação e derivações 1. Folga no cabo.6 1.2 2.5 1. Identificação dos cabos de entrada. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO.3 1.5 3. de acordo com o projeto.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos.2 1.9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.

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ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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Nome do Empreendimento: Endereço:
ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

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)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento.18 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6.7 6. fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral.9 6.11 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.12 6.10 6. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .16 6.15 6.14 6.2 6.17 6.13 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.6 6.1 6.4 6.19 6.5 6.8 6.3 6. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento.

27 6.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete).23 6.22 6.26 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6.24 6.37 6.30 6.38 6.29 6.25 6.32 6.41 6.28 6.34 6.21 6.33 6. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .40 6. Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.42 6. Identificação dos quadros (quando houver mais de um). Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico). Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade.39 6. Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1.43 Fixação e especificação dos cabos.36 6. bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.35 6.31 6.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N. DESENHOS DES.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0.50 0.50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.50 0.50 0.20 1.20 Página: 119 Procedimento 2.20 3.50 Data Publicação: 2.50 1.20 1.50 0. 1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.50 1.50 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.50 0.50 0.50 0.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N. 3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . DIMENSÕES EM MILÍMETROS N. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.

projetado para esforço igual ou superior a 500daN. VISTA SUPERIOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. um de cada lado do poste/coluna.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas. a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U . Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2. 7 – 1/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 7 – 2/2 .

podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2. 8 – 1/2 .ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .

ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 . podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2. 8 – 2/2 . 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ENTRADA LATERAL N. 9 – 1/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ENTRADA POR BAIXO N. 9 – 2/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. A numeração deverá ser com gabarito número 6. 2. 6. 5. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Quando a ligação for através de outra rua. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela. 3. Tinta recomendada: tinta à óleo. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres. escrever o nome da rua. N. antes do número. 4. 7. abreviadamente. Deverá ser instalado pelo particular. afixada na cruzeta que sustenta as muflas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 8. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL. colocar em seguida aos número. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. 12 – 1/2 . N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

COM BARRAMENTO OPCIONAL N. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 12 – 2/2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA. N. 13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.

N. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL. ATÉ 2 TRANSFORMADORES.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N. 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA.

15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ABAFADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

DETALHES . 15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ABAFADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

20 metros.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega. 3. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação. Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo. N. a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1. conforme desenho acima. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4". 2.

18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.

Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. N. texto branco padrão Munsell N9. 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9. Fonte “Univers / Univers Bold” .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Espessura: 1 mm. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. caracteres/ margem – preto Munsell N1. outros tipos de materiais. desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional.5.amarelo Munsell 5Y-8/12.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Cor: preto Munsell N1. Tamanho mínimo de 30 mm. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. 2) Material: chapa de aço galvanizada. Tamanho mínimo de 30 mm.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . margem – preto Munsell N1. tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1. OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados.7mm).Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala. Fonte “Univers / Univers Bold”. Unidade: mm. alternativamente as chapas de aço galvanizada. Cor: fundo .

21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

N. 22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

4. Compartimento para medidores. Compartimento para TC´s e medição da administração. Sistema de dobradiça inviolável.Instalada com rebite Pop. Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. 26. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm. 12. Compartimento para cabos de entrada. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. 17. Compartimento para chave geral. 8.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. 11. 16. Proteção plástica para fixação dos cabos. 9. 28. 7. Barra de cobre seção retangular. 13. As chapas lateral. 23.90mm) com trilho para fixação dos medidores. 6. Niple bitola conforme cabos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico. 19. N. 15.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Medidor padrão CPFL. superior e traseira são fixadas com parafusos. 20. 22. Conector vertical 90o (detalhe 3). 5. 14. 24. 21. com 5mm de espessura. 2. 3. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 18. Chapa de aço carbono14MSG (1. Compartimento para distribuição da administração.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 27.52mm). Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. 10. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm. Fecho tipo triângulo. Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1.4mm) Fixação dos cabos. Compartimento para barramento. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos . 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha. 25. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). Isolador botijão e castanha Epóxi.

As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura. quando necessário. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. . As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas.90mm). N.Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm. 7. laterais. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição.14MSG (1. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal. 3. Para condutores de secção menor de 35mm2. após o disjuntor geral. Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores.Todos os perfis . a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios. sistema de combate à incêndio. 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1. fechamento superior.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Espessura das Chapas de Aço Carbono: .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 6. Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos. O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral. para possibilitar a instalação dos mesmos. 8. 5. em baixa tensão. etc). eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo. através de porta apropriada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4. .16MSG (1.52mm). sobre portas. traseiro e divisórias . os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor.Portas. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2. Se para a medição.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. N.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação. N. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.

Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.

Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. N. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.

conforme NBR-5410:2004.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. N. 25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004.

com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. N. conforme NBR-5410:2004. é permitido 3%.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.

N. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. conforme NBR-5410:2004. é permitido 3%.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. 27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

1 (f) .Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga. REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia. Item 4.3.2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20.4 . Item 6. Item 12.Inserção de texto complementar. Item 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Item 10.Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular.2 . pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2.2. no mínimo.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos.1 .3 .14.14.Inserção de texto complementar.1 .1.3 .Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação.4 (Nota 2) . Item 10.4.0 03/05/2007 N. Item 12. a mesma secção.Inserção de texto complementar. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Item 4.2 .14. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.Documento: Categoria: 119 Procedimento 2.2(a) . Item 8.Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.4.2.3. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4.Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines.

2 .1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2.1 03/01/2008 medição em alvenaria. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004. N.1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004. Desenho 26: Eliminação deste desenho. Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento. Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter. sistema de combate a incêndio. de 35mm² para 50mm².2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Item 6.1. no mínimo. etc).2. a mesma secção. Item 6. Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício. Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.

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