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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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As seguintes normas. .GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X. . consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120.GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução. . sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes.Portarias e editais do CREA . .2 . .GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem. . .Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios . .2.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio. Caso necessite de alguma orientação.Normas da ABNT .GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.GED 3668 .GED 2858 . . .Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto.1 . contidas em : . .GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.Projeto Elétrico.Desenhos (27 a 50).Volume 4. . disponíveis site da Internet www. disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T.GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1.GED 3978 .GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares.Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.br.Volume 3 – Anexos.GED 2856 .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . . .Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV. INTRODUÇÃO 1. 1.GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição.cpfl.GED 2859 . Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados. .GED 2861 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1.Desenhos (1 a 26).GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .GED 4101 . devem ser consultadas como complemento a esta: .GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil. .Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia.Volume 2 – Tabelas. N.com. .GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL. . . 1. quando aplicáveis.Decretos .Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) .Resoluções da ANEEL .GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora. .GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição.1.Volume 4.3.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .

OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas. estabelece diretrizes para cálculo de demanda.GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo.GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária.GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem. . . . com rosca NBR-6414.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. .NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação. . .GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 4621 . .NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores. .Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor.20. . 2.NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão.NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1.ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors. .GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo . N. Além disso.GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U. . ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga. . .2kV).NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36.NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão.GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W.GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995). .NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios.NBR-5597 . . . dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos.Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor. .2kV – Especificação.1. .Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição. . com rosca ANSI/ASME B1. na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz. respectivamente. bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo.NBR-5598 .0kV até 36.

6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação.5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo. b. freqüência de 60Hz. b.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2) Que a entidade. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto. se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto. considerados como uma só unidade consumidora. b.7) A entidade mencionada em "a".1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias. referida no item anterior. b. N. sujeito à homologação da ANEEL. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais. a qualquer tempo. b. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais.3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica.8) A entidade de que se trata em "a" . b. assuma as obrigações regulamentares e contratuais. b. devendo ser considerado uma só unidade consumidora. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo. comerciais ou mistos.9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico. não pode interromper. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas. b.

caracterizando um loteamento. instalada após a medição. 4.11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855. DEFINIÇÕES 4. da concordância da concessionária.10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto. b.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo. documento GED 3735. de característica não usual e. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 2856. 4. 2859 e 2861.1.3. 2858. com unidades consumidoras individuais. 4. Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais. não abrangida por esta norma. portanto.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras.2. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. sempre que as condições técnicas permitirem.Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores. respeitando-se. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. receber o ramal de entrada. N.

Em qualquer um dos casos.Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca. 4. 4. 4. de uso comum e com acesso controlado. interligados ou agrupados. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. e que. legalmente constituído. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição.4.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos. em kVA ou kW. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. 4. com ou sem área comum (condomínio).7. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas. com demanda total calculada de até 76kVA. por essa razão.Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. N.8. pode ser utilizado o documento GED 4621. requisitada por determinada carga instalada.9. 4. Podem ser prédios isolados. bifásicas ou trifásicas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. do ramal de distribuição principal. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda É a potência.5.6.

o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal. Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 4. folhas 3/7 e 4/7 . de 19 de dezembro de 1979. 4. folhas 1/7. Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.13. 2/7.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular. N.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada. nos termos do art. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. de 29 de janeiro de 1999.12.13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente. ou Distrito Federal.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública. 4. com a redação dada pela Lei no 9785.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. ambas tomadas na mesma unidade.13. Vide o desenho 1. dentro dos parâmetros técnicos desta norma.11. modificação ou ampliação das vias existentes. de logradouros públicos ou prolongamento. 6/7 e 7/7.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. 2o da Lei no 6766. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais. 5/7. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros. incluindo o conector.10. Vide desenho 1. com abertura de novas vias de circulação. com participação ou não nos investimentos necessários.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. quando for o caso.

comgas. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária.3. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4.13. 4. Sendo que.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão.13.13.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. no caso das linhas elétricas de energia.com.com. o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. ou seja. 4. N. deve-se consultar à COMGÁS (site www.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada.com. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade.com. 4. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada).3. deve-se consultar à COMGÁS (site www. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”. Vide GED 2855. Sendo que. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis.comgas. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico. Em particular.1.br e/ou cadastroderede@comgas. Vide o desenho 2.2.br e/ou cadastroderede@comgas.

administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário. sala.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora. bem como o atendimento ao pedido de ligação. cada escritório. Vide desenhos 12.2. 13 e 14. loja. 4. instalados no interior de um recinto fechado (cabine).17.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual.1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. instalados pelo cliente. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120. 4. 5. 4. apartamento. pára-raios e demais acessórios.Ramal de Entrada São os condutores e acessórios.Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora. não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares. N. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição.19. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP). 4. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .15.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios. individualizado pela respectiva medição de energia.18. 4.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador. chaves de proteção em média tensão.16.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si.

Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5.Os materiais e equipamentos. após o dispositivo de proteção geral. que. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. providenciará às expensas do consumidor. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. alterações no seu sistema elétrico.7. Recomenda-se ainda.6.Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. com intertravamento mecânico.2kV”.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devendo. separando os circuitos N. comprovadamente. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma. a observância da norma NBR-5410 . somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico. em caso de haver geração própria. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Mesmo quando.4. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. apresentar o respectivo projeto.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5.5. a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo.3. 5."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36. 5.Os consumidores.8. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.

5. N. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros. de acordo com o estabelecido no capítulo 7. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33.Qualquer parcela do conjunto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. é passível de correção no seu todo ou em parte.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. freqüência de 60Hz.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. com iluminação. 5.9– Os consumidores autoprodutores. 5.14.16.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício. 5.12. e na freqüência de 60Hz. 5.11. 5.10.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica. e a cada unidade consumidora.A entrada de serviço que. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes. b) Construir um circuito interno independente. com exceção das cidades de Lins e Piratininga. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição.15. do gerador particular. cujo fornecimento é em 380/220V.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora. ventilação e condições de segurança adequadas.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular. a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor. em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .13. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. neutro solidamente aterrado. com neutro solidamente aterrado. conforme Anexo I do documento GED 3668. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6. 5.

5.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9. tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro. tais como.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”. a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita.22. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado.24. de no mínimo 150mm. 5. sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante.A instalação será definitivamente energizada. não especificados nos desenhos constantes desta norma. no caso de existir geração própria.17. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N.Casos especiais.De um modo geral. 5. devem atender a uma espaçamento entre si. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado. até o barramento do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis). 5. 5. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2. 5. nas extremidades. 5. se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita. por cores distintas.5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte.18.21– Sempre. Outros detalhes por ventura existentes. e detalhes do acesso às chaves reversoras. instalações elétricas das unidades consumidoras. após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.23.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal. O neutro. desde o ponto de entrega.19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados. habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma.

5. conforme disposto no item 6.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV. 6.com.2. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5.3. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112.br.cpfl.Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW. documento este disponível no endereço internet www.com.2.5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120.br.26.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Devem também ser afixadas em local bem visível.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. documento este disponível no endereço internet www.25. deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados. seguindo os critérios do item 6. conforme disposto no item 6.1. com ramal de entrada subterrâneo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo. c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar.2. N.cpfl.

junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s). b) Não cortar terrenos de terceiros. com condutores e acessórios de sua propriedade. A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo.1.3. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio. conforme disposto no item 6. esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. Nota: No caso acima.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . no alto do poste. entrar pela frente do edifício. constante do documento GED 6120. N. com tipo de altura de 30mm. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”. deverá ser feita a identificação. 6. g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. através de placa de alumínio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. Tal identificação deve ser legível e indelével. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente. e executado conforme desenho 3. na propriedade particular.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1. gravado em baixo relevo. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão. c) Preferencialmente.2. h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW. deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição. sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”.

00m.1. etc. e uma distância vertical igual ou superior a 2.1. i) Poste. no mínimo.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não. e limitados a cabos de até 185mm2. 6. b) Condutores: Cabos singelos de cobre.2. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5.20m desses pontos na horizontal. a partir de poste particular. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade.60m acima deste e. Nos casos de postes/colunas moldados no local. deve ser instalado olhal chumbado na parede. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.. quando o cabo for nu. para amarração da escada. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686. a 1. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. telhados. deve atender às premissas de instalação do mesmo. para o ramal de ligação. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. no ponto de flecha mais baixo. h) Obedecer ao vão máximo de 30m.5m no cruzamento de ruas e avenidas. citadas neste item. próximo ao eletroduto/tubo de entrada.2. 6.1. deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos. dimensionados conforme a tabela 11. sacadas. devem possuir isolação mínima para 750V. coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente. f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que. o ramal de ligação deve situar-se.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a 0. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). entrar pela frente do edifício.50m abaixo do piso da sacada.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio. No caso do ponto de ancoragem na fachada. N.50m acima ou 0. devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação. o responsável técnico.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. todos os quesitos citados no item 6. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular. classe A ou B. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. etc. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas.1. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. isolação. k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos. j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . rosqueável. com circuito único. NBR 5598 ou NBR 5580. ter a mesma bitola do cabo de fase. na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus. duplicado.2 devem ser atendidos. e podem ser de PVC rígido. devem conter circuitos completos. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. etc.2. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria.). triplicado. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. salvo garantia expressa dos fabricantes. N. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. ou terminal externo (cabeçote). três fase e neutro. para evitar a entrada de água.

60m. deve-se consultar à COMGÁS (site www.3. devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre. Ramal de entrada subterrâneo.com.2.com. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6.1.1-h.1. d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo. N. isolados para 0.1. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto. Vide desenho 4.com.2. com altura de 200mm.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto.br e/ou cadastroderede@comgas. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.comgas. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. além das diretrizes citadas no item 6. dimensionados conforme tabela 11. deve-se consultar à COMGÁS (site www.2. ou tubo corrugado flexível de polietileno.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.1. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6.com. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus. para drenagem de água.6/1kV. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2. Para até 4 cabos de até 95mm2. de seção circular.br e/ou cadastroderede@comgas.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. e limitados a cabos de até 185mm2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.comgas.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. 6.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.

1. salvo garantia expressa dos fabricantes. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores.2. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo.1. entrar pela frente do edifício. • Preferencialmente. • No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos. Após definição através do estudo de viabilidade. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora. instalados em eletrodutos distintos. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. a mesma pode ser construída pelo cliente. N. todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos. através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares. e executado conforme o desenho 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • Partir de um poste da rede de distribuição. sendo de sua propriedade. • Não cortar terrenos de terceiros. • O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e envelopada em concreto. • utilização de poste que tenha instalado religador. conforme NBR 5597. A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto.60m. de igual diâmetro. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água. Para até 4 cabos de até 95mm2. devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora. Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. de seção circular. • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. Vide desenho 4. conforme tabela 11. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm.3. c) Condutores • Cabos singelos de cobre.1. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro). no máximo. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC.1-h. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. com altura de 200mm. ambos envelopados em concreto. insetos e etc. isolados para 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste. em número de 3. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. NBR 5598 ou NBR 5580.6/1kV. para evitar a entrada de água.0mm no mínimo. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N.

Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos. 6. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública. sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos. 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação.3. deve-se consultar à COMGÁS (site www. quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA. 2. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1.br e/ou cadastroderede@comgas. Notas: 1. quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA.Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea. conforme item 6.com. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias.com.3 .1 . 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .comgas. 3) dentro da propriedade particular. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA. N. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. d) Um ramal de ligação. • Não cortar terrenos de terceiros. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. e executado conforme documento GED 2855. a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo. em condomínio. para os seus postos de transformação.3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. entrar pela frente do edifício.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. • Preferencialmente. N. ou um ramal de entrada subterrâneo. num total acima de 1000kVA e. visando uma agilização do processo de interligação a rede. b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo. nos ditames da resolução 456 da ANEEL.1 . O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação. sendo de sua responsabilidade.1. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. portanto. havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. • Identificar as fases dentro e fora da cabine. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW. o projeto deverá prever a construção de cabine mista. não abrangida por esta norma.

4318. a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior.0mm no mínimo. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença. Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0. • Derivação em poste com transformador. conforme padronização disposta no GED 3978. Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva.Monofásico . chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. 7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste. religador. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. ambos envelopados em concreto. devendo ser calculada conforme o item 14. com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%.Dois Fios (Fase e Neutro) N. sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento.1 . devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. de seção circular. 4345 e 4742. conforme desenho 4. com diâmetro conforme a tabela 15.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 . f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV).Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7. Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica).60m. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV. O condutor reserva deverá ser mantido energizado. 7. de acordo com a situação local.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. haverá a cobrança da diferença de preço do medidor.1.2. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado.

1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V.Trifásico . está indicada na tabela 19 ou 20.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Basta o cliente relacionar as cargas instaladas. o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista. sendo que para os apartamentos e/ou lojas.Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V. e nas cidades de Lins e Piratininga. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13. ou da classe 220V com mais de 10kVA.1. Não é permitida a ligação de: N. Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V. sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador. nesse caso. está indicada na tabela 19 ou 20.2 . A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.1. Também está incluída neste tipo de fornecimento. sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V. para tensão de fornecimento 220/380V. Para efeito de definição do tipo de fornecimento. 7. e nas cidades de Lins e Piratininga. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7. com potência superior a 1500W. basta o cliente relacionar as cargas.3 . e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga. 7.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V. • aparelhos de Raio X da classe de 220V. exclusivamente. Para esse tipo de fornecimento. Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA.1.Bifásico . exclusivamente. acima de 15kW até 25kW.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N. a ligação da unidade consumidora é trifásica. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. com partida direta. a medição pode ser na baixa tensão. inclusive. Para a partida de motor trifásico. o mesmo deve ser executado pelo cliente. destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária. conforme disposto no documento GED 2855.2 . está indicada na tabela 19 ou 20. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. para a tensão de 220/127V. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ventilação e segurança. conforme anexo I do documento GED 3668. a medição é efetuada na média tensão. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. Acima de 75kW de carga instalada. indireta. • Para transformador particular acima de 300kVA. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9. 8. em local de fácil acesso. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA.5CV para tensão de 380/220V.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e 7. o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão.1 . deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. ou trifásicos com potência superior a 20kVA. 7. com potência superior a 30kVA.Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. com condições adequadas de iluminação. conforme disposto no documento GED 2855.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA. e na freqüência de 60Hz. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação.

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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junto à porta. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA . N. quando cabines com compartimentos para os equipamentos. no máximo a 3. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores.0m.EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga). com autonomia mínima de 2 horas. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. Toda cabine deve ter iluminação artificial. fora da cabine. É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg).USO EXCLUSIVO DA CPFL . c) conforme NBR-14039. disjuntores e transformadores. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas. conforme desenho 20. onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária. que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos. ou em outro ponto próximo conveniente. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Para possibilitar o acesso de transformadores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. a cabines em condições adversas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. à altura máxima de 2. este acesso deverá ter altura de 1. b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. O interruptor deve ficar fora da cabine. devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto. deve ser pintada na porta da mesma. com proteção contra intempéries.80m. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. quando ao tempo.0m. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas. É obrigatória a fixação em local visível. para transformadores até 500kVA. com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados. estão indicadas na tabela 8. as cabines devem ser providas de iluminação de segurança. com resistência mínima de 3 toneladas.

com dimensões de 2.2 . O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm. não sendo permitido o uso de solda. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio. fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão. vedada na sua parte frontal com vidro transparente. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. devem ser feitas através de conectores apropriados. Todas as emendas. Não havendo necessidade de degraus.00m por folha. de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm. na posição definitiva do transformador. estes devem ser de ferro. acima da porta da cabine. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. com duas folhas abrindo para fora.20m. Vide desenho 21.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício. Como alternativa. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm. É obrigatória a instalação.4.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039. no mínimo. do lado externo. Quando forem utilizados disjuntores N. para apoio dos mesmos. para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine.2). 8. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais. deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. anti-derrapante e removíveis. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.3 .4. a ser usada somente em casos de emergência. quando houver esta última. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência. é obrigatória a construção de uma base de concreto. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre.10m x 1. 8. e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

9. Para transformadores particulares.sistema 25kV: 24.2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6/12. em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855. TRANSFORMADORES 9. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador.2/12. efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador. Nesse caso. Para transformação acima de 300kVA.8/13.6/12.sistema 13.sistema 11. Não será permitido o uso de askarel como isolante. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.8/10.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis. b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .9kV N. É permitida a abertura para o interior do mesmo.0/11.2/23.Características dos Transformadores Particulares 9.0kV .2/12. Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo.1/22. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.0/20.2kV . recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação. com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW.8kV: 13.2 .Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.1 .4/10. a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável. através de critérios próprios. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA. Vide detalhes no desenho 15. 9.8/13.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone.9kV: 13. o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.1 . com fechamento automático e dispositivo para travamento. desde que seja área de garagem ou outra área ampla. em caso de fogo no interior da cabine.

10. 10.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios.classe: 15kV .NBI: 95kV .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários . de transformador a seco. dispensa a construção da cabine à prova de fogo. PROTEÇÃO 10.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão. Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido.Sobrecorrente N. admite-se tensão de 440/254V. Tratando-se de medição em média tensão. dependendo. • Ligações . pelo cliente. ou .Transformador a Seco A utilização. são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste.2.Secundária . nestes casos. de consulta prévia.neutro aterrado.1 .2 .NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9.2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855.380/220V . deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição.TRIANGULO (Delta) . uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada.2. admitem-se outras tensões secundárias.220/127V .ESTRELA com neutro acessível • Isolamento . portanto.1 .Proteção em Baixa Tensão 10. Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.classe: 25kV .Primária . é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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12. resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio. conforme padronização dos documentos GEDs 6262. proximidade de máquinas. área entre prateleiras.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. com tinta a óleo ou esmalte sintético. sendo neste caso. 6263 e 6264.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono. estas devem ser do tipo veneziana. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora. dispensadas as portas externas. N. tais como: copas. 12.2. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista. cozinhas. conforme NBR-5410. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e. não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie.2.1.1. QUADRO E CAIXAS 12. não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso. ambientes sujeitos a gases ou inundações. configurando um sistema PEN. depósitos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. no mínimo. quando possuir portas.Caixa de Distribuição 12. Pode também. o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma. 150 Watts. a cada 3m linear de quadro. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. O ponto luminoso deve ser de no mínimo. Todas as caixas. deve ser pintado através de gabarito. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso. Quando o fornecimento se der através de cabine. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. devidamente fixadas. com interruptor junto ao mesmo. interior de vitrines. banheiros.

A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação.3 – Quadro de Medidores N. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina. porcas. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o. 12. buchas e arruelas. conforme normas da ABNT. ou zincada a quente. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação.Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. 8 e 9.2. Quando houver mais de um centro de medição. 24 e 25.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. no mínimo. a mesma secção dos barramentos das fases. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Nos desenhos 23. No caso de caixa de chapa de aço carbono. O barramento do neutro deve ter. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega. A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7.2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre. 12.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . os disjuntores e os quadros de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. vide desenho 16. conforme desenho 18. dimensionado conforme tabela 12. conforme desenho 22. O barramento do neutro deve ter. o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. justapostos ou não. contendo. estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”. o máximo de 30 medidores e. no máximo. 12. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. no mínimo. a mesma seção dos barramentos fases. pintado nessas portas. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. sem a violação deste lacre.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. No quadro de medidores. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. também. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável. calculadas conforme tabela 12. Antes do barramento de cada quadro de medidores. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. É necessário. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores. 200kVA de demanda calculada.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. Devem conter também. com o número do apartamento e faseamento. É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. cada um. não sendo permitido o uso de tampas. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima.

a sua retirada ou substituição. A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. bem como. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. cozinha. excluídas as projeções de paredes. W. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura. conforme capítulo 7. etc. Para efeito de liberação do projeto e da ligação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível. A medição é única e individual para cada unidade consumidora. pilares e demais elementos construtivos. A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos. sem a violação deste lacre.C. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária. 14. 14. 13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sala. quando considerada conveniente. Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente. a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo.. 300mm de largura e 250mm de profundidade. N. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre. deve possuir dispositivos para lacres. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica. varanda. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima).1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos.). conforme NBR-5410. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP).

salão de festas. 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. por unidade de consumo. e 100W para as excedentes.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14. copas e áreas de serviço. 14.) excluídas as projeções de paredes. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3. estas devem prevalecer. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW. Conjuntos poliesportivos. considera-se a carga total declarada. conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo. • fogão elétrico. casa de máquinas. etc. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração.2. Nesses casos.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. como mínimas. pilares e demais elementos construtivos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1. • aquecedor de água de passagem. Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). • hidromassagem. a quantidade e a potência dos pontos de luz. N. considerar até 3 tomadas de 600W. Para utilização geral. considerar 100W por tomada. • condicionador de ar. • aquecedor elétrico central. Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores.2 . piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração. b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas.

14. para efeito de cálculo de demanda. uma vez que a concessionária admite.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. Para efeito da soma da carga instalada.3. 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . indicados na tabela 1. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Comercial: demanda de 75% N. 14.3.2 . d) Motores Devem ser relacionados a quantidade.3.2.Industrial: demanda de 100% . deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda. para as unidades consumidoras e entrada consumidora.2 . corrente de partida. número de fases.Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral. deve ser calculada conforme segue: . A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W). que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral.1. tipo de dispositivo de partida e sua finalidade.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. a potência de acordo com a placa do fabricante.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Na tabela. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar. para o motor de maior potência e. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores.Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem. para os demais motores. pias. 14. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores.4. Os valores indicados nessas tabelas. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. ser no mínimo.. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. 14. Para fornos elétricos industriais. utilizando-se as tabelas 4 e 5. 50%. a demanda deve ser de 100%. N. etc.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas.5 . deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. b) Aplicar o fator de demanda de 100%. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. As correntes de partida podem ser utilizadas. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. para qualquer quantidade de aparelhos. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento. de CV ou HP para kVA. em kVA. a serem utilizados em lavatórios.

máquinas de solda.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6. N. como segundo(s) em potência. 14. fornos elétricos de indução.Potência do Motor cosϕ . deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores).7.Fator de Potência η .746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0.Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais. a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. etc. devese considerar apenas um como o maior. Existindo motores que. fornos elétricos a arco. para efeito da somatória de suas potências. A potência aparente. Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil. o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos. máquinas injetoras.Rendimento 14. ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial. extrusores de plásticos. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores).Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%.6. Para motores especiais e/ou de grandes potências. e o(s) outros(s). quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. em kVA. retificadores e equipamentos de eletrólise. os aparelhos de raios X.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. é calculada como segue: kVA = HP × 0. obrigatoriamente.736 cos ϕ × η Onde: HP / CV .

o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda.400W 1 Máquina de lavar louças: 2.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) . Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12.Exemplos: Exemplo 1.0m2 Área útil do apartamento tipo: 47.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1.56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8.Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. relacionados na tabela 7. e 60% da potência.9. de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .220W 1 Chuveiro: 4.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: . em kVA. para efeito da somatória de suas potências.8.713. e o(s) outros(s). como segundo(s) em potência. Se os maiores equipamentos forem iguais.710. do maior equipamento.89kW = 35. deve-se considerar apenas um como o maior.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12.00kW N.000W Carga total do apartamento: 9.89kW = 17. 14.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais.0m2 Área útil da administração: 5. em kVA. com os fatores utilizados. excluindo-se a Administração.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3. 14. dos demais equipamentos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência.

40kW Total de Carga da Administração: 72.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.0 × 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.56kVA 2 .23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.01kVA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.29 1 D2b = 86.22 1 D2a = 144.64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .55kVA .Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .4kW × 0.

54 x 1.10 x 0. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.5) 4 .40kVA 10.00 + 43.0HP x 2 = 2.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. excluindo-se a administração do edifício.Demanda Referente a Motores Converter as potências.50 Dapt = 132.00) x 0.0HP x 6 = 11. conforme tabela 4 2.70kVA x 2 = 5.55 + 0.11.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos. em kVA. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35. de HP ou CV. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28.5 D3 = (11.65kVA 3 .09 N.01 + 230.64kVA Maior Motor: 11.0) + (63.54kVA x 6 = 69.54kVA Potência dos demais motores: 74. Portanto.10kVA D3 = Pot.54 = 63.64 .09kVA Dadm = 71.65 + 0.24kVA Total: 74.

930W 01 Chuveiro: 4.89kW 01 bomba de piscina 5.83 + 71.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.00kW 02 elevadores de 10.0CV: 1.084m2 Área útil da administração: 2.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.0CV: 17.0CV: 4.57kW Total de Carga da Administração: 66.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .Administração 01 portão elétrico 1.Documento: 119 Procedimento 2.5CV: 6.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.500 W 01 Máquina de secar roupa: 2.0CV: 8.26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .3000W cada: 6.130 W Tomadas: 1.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.400W 01 Máquina de lavar louça: 2.78kW 01 elevador de 7.884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .51kW 05 chuveiros – 4.400W cada: 22.05kW 01 bomba d’água 10.64 Dg = 204.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Apartamento Tipo: Iluminação: 3.500W Carga Total do Apartamento: 19.00kW 02 torneiras elétricas .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.00 D2 = 71.16kVA D2a = 22.42kVA .56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.0 × 0.4 × 0.26 2 × 3.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.88 + 5.5 × 0.16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.5 × 0.42 1 D2b = 20.42kVA 2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .72 + 1.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.00kVA .26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.40 1 20 × 2 .26 5 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.26 + + 1 1 1 D2a = 30.4 × 0.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.

02kVA 7.81 .62kVA Total : 50.72kVA + 1.54kVA x 3 = 34. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.0) + (39. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.50kVA D3 = 31. de HP ou CV.16kVA – 7. D3 = (11.00) x 0.0CV x 3 = 11.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.88kVA 3 .88 + 0.81kVA Maior Motor: 11.0CV x 1 = 6.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.52kVA 5. Portanto.00 + 63.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5.5) 4 . Maior Motor x Fator Demanda + Pot.27 x 0.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71. em kVA. conforme tabela 4 1.65kVA x 1 = 8.0CV x 1 = 1.54kVA Potência dos demais motores: 50.5CV x 1 = 8. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.18kVA N.5.56kVA = 7.54 = 39.11.27kVA D3 = Pot.28kVA = 63.65kVA 10.02kVA x 1 = 6.52kVA x 1 = 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente a Motores Converter as potências.54 x 1. excluindo-se a administração do edifício.

50 + 52.88kVA Concluindo.57kW Carga Total da Administração: 66.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.51kW 05 chuveiros – 4. obtendo-se a categoria de atendimento. deve-se calcular a demanda conforme GED 13.89kW 01 bomba de piscina 5.484m2 Área útil da administração: 2.0CV: 4.200W 04 Chuveiro de 4.18 Dadm = 52.200W Tomadas: 3.0CV: 17. em função da limitação citada no item 14.00kW 02 torneiras elétricas .05kW 01 bomba d’água 10.00kW 02 elevadores de 10.0CV: 1.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.88 Dg = 122.5CV: 6.0CV: 8.1.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .78kW 01 elevador de 7.600W 01 Torneira elétrica: 3.28 + 31.) .38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14.42 + 7.500W Carga Total do Apartamento: 29.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3000W cada: 6. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.000W Total de Iluminação e Tomadas: 4.Administração 01 portão elétrico 1.000W 01 Máquina de secar roupa: 2.2.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.400W: 17.884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .400W cada: 22.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.

42kVA .4 × 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.40 1 D2b = 20.0 × 0.40kVA D2a = 80.Documento: 119 Procedimento 2.5 × 0.00kVA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.42kVA 2 .23 5 × 4.42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.06 + 1.38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.23 2 × 3.4 × 0.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.5 × 0.96 + 5.23 D2a = 80 × 4.23 + + 1 1 1 D2a = 87.

de HP ou CV. D3 = (11.96 + 0.02kVA x 1 = 6. conforme tabela 4 1.44kVA = 121. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.0CV x 1 = 6.81 .11.54kVA x 3 = 34.40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.38kVA = 6.00) x 0.5) 4 .Documento: Categoria: Versão: D3 = 31. em kVA.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.52kVA x 1 = 1.62kVA Total : 50.81kVA Maior Motor: 11.06kVA + 1.5CV x 1 = 8.27kVA D3 = Pot.27 x 0.54 x 1.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.96kVA 3 .44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128.40kVA – 6.02kVA 7.65kVA 10. Portanto.0) + (39.0CV x 1 = 1. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.54kVA Potência dos demais motores: 50. excluindo-se a administração do edifício.65kVA x 1 = 8.54 = 39.0CV x 3 = 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .87 N.5.18kVA Dapt = 121.52kVA 5. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18.00 + 121.Demanda Referente a Motores Converter as potências.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.

de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio. o fornecimento é em baixa tensão.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW.44 + 31. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14. estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m.42 + 6.2 . hidrantes com utilização de bombas de recalque. através de extintores manuais. 15. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça.Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”. com medição própria. a ligação deve ser independente das demais ligações.1 . devem ter meios de combate a incêndio. conforme mostrado na figura 1..Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. etc.18 Dadm = 52.04kVA Concluindo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121.76 + 52. do Corpo de Bombeiros.04 Dg = 173.80kVA 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.

devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. não pode ser interligado com outros circuitos. 16. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. corrente de partida. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. conforme o capítulo 7. A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. Nesse caso. conforme estabelecido na NBR5410. desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida. além das instalações normais do prédio. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão. conforme GED 2855. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora. para efeito de determinação da sua forma de ligação. número de fases. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. potência. o fornecimento é em média tensão. o cliente deve providenciar.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para transformadores até 300kVA. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio. No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores. O circuito do sistema de incêndio. N. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor. No caso de cabine mista.

00 para os primeiros 12kW 0.00 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .70 para o que exceder a 20kW 1. lojas e semelhantes Barbearias.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.00 N. salões para exposição e semelhantes Bancos. TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.40 para os primeiros 50kW 0.5 para o que exceder a 12kW 1.00 1.75 1.00 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.20 para o que exceder a 50kW 1.00 1.00 para os primeiros 20kW 0.00 1.00 0.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét. Indiv.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N. de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec. Aquec.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .400 2.500 1.000 4.500 1.000 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.000 N.500 1.

3 9.0 Fator de Potência Médio 0.61 0.3 16.1 10.7 1.95 4.10 58.7 33.54 2.09 141.1 3458. 2.56 250.1 0.02 15.7 161.15 152.5 49.65 43.73.69 0. Utilizar.77 0.74 104. dividir os valores.8 98.0 100.66 0.82 16.01 22.84 0.17 5.6 1095.95 2.05 307.7 157.26 3.73 127.54 30.38 39.77 0.23 95.9 3.44 72.3 2.74 0.93 48.39 0.67 117.3 201.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .04 10.65 1.83 1.9 0.6 25.7 340.84 0.0 20. N.29 370.77 0.3 717. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .76 0.8 1619.58 0.7 1288.3 40.65 22.09 37.6 65. 3.2 74.85 14.92 25.73 0.51 6.0 81.89 11.1 44. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.85 0.71 0.3 1.57 8.28 189.9 6.8 477. em 220V.52 80.7 61.82 0.72 0.70 7.85 1.86 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0 33.72 5. os dados de placa dos motores.1 566.0 120.77 0.1 8.42 58.66 0. por 1.4 4.18 499.9 915.1 1.03 13.0 270.6 17.85 0.65 190.83 67.81 0. preferencialmente.0 422.87 2.7 7.85 0.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0.5 12.52 4.8 2521.85 0.1 20.75 0.2 2014.03 30.05 1.

18 11.07 8.83 0.67 0.1 68 35 1.0 408 Fator de Potência Médio 0.84 40.0 145 7.1 3.07 37.97 27. preferencialmente.94 67.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.9 330 13.72 16.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.79 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS .42 0.0 18.51 0.14 1.22 4.79 1.0 27 14 0.5 132 68 3.35 21.58 14.2 6.73 0.66 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .31 11.78 0.73 0. N. Utilizar.90 1.11 6.64 52. os dados de placa dos motores.4 47 24 0.2 7. 2.17 2.0 13.81 1.63 0.80 0.67 2.56 14.7 96 48 2.1 63 33 1.67 0.66 5.80 0.9 260 11.5 31 16 0. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.6 5.77 7.71 0.34 12.9 3.16 28.94 77.2 210 9.4 10.5 220 110 5.

63 0.75 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.53 0.69 0.64 0.91 0.89 0.73 0.60 0.77 0.51 0.55 0.79 0.72 0.97 0.58 0.54 0.62 0.50 N.70 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.68 0.87 0.61 0.98 0.52 0.96 0.56 0.67 0.65 0.59 0.81 0.95 0.71 0.57 0.84 0.74 0.76 0.50 0.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir. fornecidos pelos fabricantes.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ. VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos. 2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112.

N. Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855).5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112. Para demandas calculadas. arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior. de até 308kVA. 2. pode ser aplicada esta tabela.

50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13. e canaleta aberta ou ventilada. moldura.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) . eletroduto em canaleta aberta ou ventilada. e bloco alveolado. moldura.50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . eletroduto embutido em alvenaria.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES . (B) Eletroduto aparente. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada. e eletroduto embutido em alvenaria. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6/1.00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20. (E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta).0kV 0.TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0.50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente. embutido direto em alvenaria.PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V.50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23.6/1.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada. calha. N.0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V . calha. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos.50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8. (C) Fixação direta à parede ou teto.

cm/watt. refere-se a cabos compactados. em bancos de dutos envelopados em concreto. Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. ou com maneira de instalar diversa da especificada. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC. Para tensão de 380/220V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 7. A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. 5. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. inclusive. 4. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1.cm/watt (terreno normal). Para condutores com outro tipo de isolação. e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. deve ser adotada a tabela do fabricante. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar. 3. Para cálculo do eletroduto. 9. para instalação em eletroduto diretamente enterrado. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. 2. utilizar tabela do fabricante. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1. para instalação não enterrada. N. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável.5oC. sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 6. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Temperatura ambiente de 30oC.73. 8. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado.

55 0.80 0.95 0. uniformemente carregados.60 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. não é necessário aplicar nenhum fator de redução.45 0.90 0.85 0.75 0.85 0.65 0.00 0.65 1.60 0.95 0.70 0.60 0.95 0.90 0.65 0. 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .90 0.90 0.50 0.85 Notas: 1. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo. N.55 0.45 0.90 0.75 0.90 0.80 0.00 0. OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.40 1.90 0.85 0.70 0.55 0.70 0.80 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.70 0.70 0.85 0.85 0.85 0.60 0.90 0.90 0.70 0.60 0.70 0.70 0.85 0.70 0.60 0.85 0.65 0.50 0. 3.90 0. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.85 0.65 0.85 0.85 0.85 0.50 0.90 0.00 0.70 0.

85 0. os fatores devem ser reduzidos.85 0. conforme prescrição da NBR-5410.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS. N. dotados de cobertura. isolados em EPR. isolados em XLPE. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0.85 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.80 0. 2.80 Notas: 1. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada. Para instalação em bandejas ou prateleiras. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras.80 0.90 0. Para espaçamentos inferiores.90 0. ou cabos unipolares.95 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito.85 0.85 3 0. sem cobertura. 3. 4.80 0. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo). para a aplicação desta tabela.75 0. XLPE ou PVC. somente devem ser usados cabos unipolares. como mostrado acima. prateleiras ou suportes. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas.90 0.92 0.95 0.95 0.90 2 0.

73.5 4. 3.450 . O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.0 12.0 7.0 Z% CONSIDERADO 3. Os barramentos e os disjuntores acima.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112.500 .1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2.0 32.225 .1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1.1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 .1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1. multiplicar os valores da demanda calculada por 1. Para tensão de 380/220V. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases.200 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1.5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1.175 . A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V.5 15.0 10.350 .3 2.250 .0 65. 2.0 16.150 – 160 .300 .23 4.0 48.400 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0 20.16 Notas: 1. N.

450/750V. 8. fase-fase.CONDUTORES EM mm2. 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. dois fios.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. situação não padronizada. A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão.BAIXA TENSÃO . 5. DE PVC . 4.1/4”) 50 (1. Se a carga predominante for motor. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. 3. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW. considerando-se as cargas equilibradas. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores. Quando em fornecimento monofásico. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. 2. Os valores entre parênteses. Os demais deverão ser cabos. N. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. e o fornecimento será feito por sistema monofásico. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . 9. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. 7. indicados na coluna de carga instalada.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. poderão indicar bitolas maiores. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

3. 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.CONDUTORES EM mm2. ou os cálculos de queda de tensão. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases.BAIXA TENSÃO . As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. 5. 450/750V. considerando-se as cargas equilibradas. 4. Se a carga predominante for motor. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Os demais deverão ser cabos.1/2”) Notas: 1. poderão indicar bitolas maiores.1/4”) 50 (1. N. DE PVC . Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo.TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. A previsão de desequilíbrio de cargas. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. 7. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL .

Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .9kV. podendo ser adotado bitolas menores. com os diâmetros indicados na tabela.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno. os condutores devem ser de cobre.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23. parede 3. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo. N.1kV. um em cada duto. sendo que a seção dos mesmos. 4. tripolares ou monopolares. não pode ser inferior a 25mm2. 3. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido. 2. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos.8kV E 11. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases. cabo reserva e o neutro. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre. 13. 5.1kV.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste. DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes. temperatura do condutor 90oC.

535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0.87 0. Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: .53 0.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13.1kV 13.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23.2mm.IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.8kV E 11. .342 12.35 0.53 0.70 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23.281 9.7mm.127 15. 13. VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5.74mm.192 9.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.960 3/8 1/2 0.3mm.8kV 11. seção útil de 160mm2 e parede de 2.1kV.5mm2 e parede de 2.10mm. seção útil de 107mm2 e parede de 2.187 6.IPS 3/8 : diâmetro externo de 17.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2. e na base de 50% do limite térmico. . seção útil de 76.35 0.9kV .16 0.680 0.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N.290 0.28mm.085 6. com elevação de temperatura de 20oC. O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.70 1.634 12.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112.

t = taxa de ocupação.40 0. devem ser.40 0. no mínimo.55 0.53 0. A instalação dos eletrodutos. Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto.35 1. a distância entre caixas e outros detalhes. Dc = diâmetro do cabo. n = número de cabos no eletroduto N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de acordo com a NBR-5410.38 0.40 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.40 0.31 0.30 0.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 10 40 7.5 12 50 OBS: Aplica-se. à máquina de solda a motor.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR . também.5 15 50 OBS : Aplica-se.5 30 7. à máquina de solda a motor.5 25 5 7. também.220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7. N.5 12 40 7.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.

9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N. brita.3 3. Alça da tampa. Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18. Distâncias dos cabos em relação à rede secundária.4 3 3.6 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 2.8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV.2 2. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO. massa calafetadora e bucha nos dutos .6 1. de acordo com o projeto.10 Eletroduto (características.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos. 3. Identificação dos cabos de entrada.2 1. braço de iluminação e derivações 1.3 1. 1.1 3.3 2.9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1.4 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 1. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza. altura) 2 2. Folga no cabo.7 3. Circuito completo em um só duto.2 3.5 3.5 1.1 1.

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Nome do Empreendimento: Endereço:
ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento.5 6.14 6.15 6.3 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6.12 6.8 6.17 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento.1 6.11 6.18 6.13 6.19 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.10 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral.7 6.6 6.2 6.16 6. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.9 6.4 6.

21 6.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete).26 6.27 6.39 6.24 6.36 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.37 6. Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade.43 Fixação e especificação dos cabos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6.34 6.29 6.25 6.31 6.28 6.38 6. Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico).22 6.41 6. Identificação dos quadros (quando houver mais de um).33 6.42 6.23 6.35 6.32 6.40 6. Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1.30 6.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19. 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N. DESENHOS DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

20 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .50 0.50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.50 0.50 0.50 3.50 1.50 0.20 1.50 0.50 Data Publicação: 2.20 Página: 119 Procedimento 2. 1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.50 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0.50 1.50 0.20 1.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno. DIMENSÕES EM MILÍMETROS N. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.

um de cada lado do poste/coluna. 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas. VISTA SUPERIOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. projetado para esforço igual ou superior a 500daN. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1.

Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U . 7 – 1/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 7 – 2/2 .ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

8 – 1/2 . Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 . podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.

ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . 8 – 2/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2.

9 – 1/2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .ENTRADA LATERAL N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 9 – 2/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ENTRADA POR BAIXO N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

7. 8.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 3. Tinta recomendada: tinta à óleo. Quando a ligação for através de outra rua.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Deverá ser instalado pelo particular. 2. escrever o nome da rua. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL. 5. N. afixada na cruzeta que sustenta as muflas. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres. antes do número. colocar em seguida aos número. 4. 6. abreviadamente. A numeração deverá ser com gabarito número 6.

POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 12 – 1/2 .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA. 12 – 2/2 . COM BARRAMENTO OPCIONAL N.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA. N. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. N. ATÉ 2 TRANSFORMADORES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.

ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ABAFADOR N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ABAFADOR N.DETALHES .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1. 4. conforme desenho acima. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens. N. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4".2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1.20 metros. Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo. 3. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Cor: fundo . 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9. N. tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1.5. OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) Material: chapa de aço galvanizada.amarelo Munsell 5Y-8/12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Cor: preto Munsell N1. caracteres/ margem – preto Munsell N1. alternativamente as chapas de aço galvanizada.7mm). Espessura: 1 mm. Tamanho mínimo de 30 mm. desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. Tamanho mínimo de 30 mm. margem – preto Munsell N1.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Fonte “Univers / Univers Bold” . Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Unidade: mm. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. outros tipos de materiais.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Fonte “Univers / Univers Bold”. texto branco padrão Munsell N9.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

90mm) com trilho para fixação dos medidores. As chapas lateral. 6. Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico. 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1. Medidor padrão CPFL. 16. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos . Barra de cobre seção retangular. 15. Compartimento para cabos de entrada. 22. Compartimento para medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 9. Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1. Chapa de aço carbono14MSG (1. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. 27.52mm). 20. 19. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). Compartimento para barramento. 8. 3. Compartimento para chave geral. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm. 28. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. Niple bitola conforme cabos. 11. 12. Conector vertical 90o (detalhe 3). 23. 24. Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. 13. 26. com 5mm de espessura. 17. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm. 14. Compartimento para distribuição da administração.4mm) Fixação dos cabos. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 25. 7. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 21. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha. 5.Instalada com rebite Pop.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. Compartimento para TC´s e medição da administração. superior e traseira são fixadas com parafusos. Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. Sistema de dobradiça inviolável. 2. Isolador botijão e castanha Epóxi. 10. 18. Proteção plástica para fixação dos cabos. Fecho tipo triângulo.

. sobre portas. para possibilitar a instalação dos mesmos. Se para a medição. 8. Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores.52mm). 5. As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas. etc).Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s. 6. As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura. quando necessário. eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo.16MSG (1. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos. após o disjuntor geral. O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. 3. traseiro e divisórias . através de porta apropriada. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal. laterais. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2. fechamento superior. em baixa tensão. 7. sistema de combate à incêndio.Portas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm. N.90mm).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição. Para condutores de secção menor de 35mm2. em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4. a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios. .14MSG (1.Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm.Todos os perfis . os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor. Espessura das Chapas de Aço Carbono: .

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com limite máximo de 1% no quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação. N.

Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. conforme NBR-5410:2004.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. N. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

conforme NBR-5410:2004. 24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. é permitido 3%. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES.

Item 8.2.3 .1 (f) .2.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.14.Inserção de texto complementar.3. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. no mínimo.4.4. Item 10.Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga.14.Inserção de texto complementar. Item 10.2 .2(a) .1 .3 .14. a mesma secção.1 . Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4. Item 12.Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular. Item 6. Item 12.Inserção de texto complementar. Item 4.Documento: Categoria: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20.Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines. REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia.Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.0 03/05/2007 N.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono. Item 6.4 (Nota 2) . Item 4.4 . pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2.3.1.2.2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2.1. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter. Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. N. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 26: Eliminação deste desenho. no mínimo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2. de 35mm² para 50mm². Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício.1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. a mesma secção.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária. Item 6. sistema de combate a incêndio.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2.1 03/01/2008 medição em alvenaria. Item 6. etc).1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6. Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004. pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004.2 .

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