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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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.Desenhos (27 a 50).Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia.3.1.GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1. .GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .GED 2861 .Volume 2 – Tabelas.Projeto Elétrico.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . quando aplicáveis.Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios .GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda. Caso necessite de alguma orientação. .Volume 3 – Anexos. consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120. sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes.Resoluções da ANEEL .Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. . INTRODUÇÃO 1. .Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto.br.Normas da ABNT .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .2 .1 . .A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio.GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora. Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados.GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição.As seguintes normas. contidas em : .GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil.GED 4101 .GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução. 1.Portarias e editais do CREA .Decretos . . 1.GED 3978 .GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição.GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X.Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV.GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T. .GED 2858 .GED 2856 . . .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares. . .Volume 4. devem ser consultadas como complemento a esta: .Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) .cpfl. .Volume 4. .Desenhos (1 a 26). . disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet. .GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . . .GED 2859 . N.GED 3668 . disponíveis site da Internet www.2.com. . .

Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor.NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação. .Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor.GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo. . ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga. . .ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors. respectivamente. .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária. dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos.NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995).NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios. .GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição. N. .NBR-5598 . .20.2kV). com rosca NBR-6414. estabelece diretrizes para cálculo de demanda.NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36.NBR-5597 .NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1. 2. . OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas. Além disso. . na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz. . .GED 4621 . bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo.GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W.0kV até 36.GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V. . .GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo . .2kV – Especificação. .1.GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U.NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores.NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão. com rosca ANSI/ASME B1. . .GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem. .

8) A entidade de que se trata em "a" . b.1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes. a qualquer tempo. sujeito à homologação da ANEEL. b. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária. b. b. devendo ser considerado uma só unidade consumidora.7) A entidade mencionada em "a".9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação. N. comerciais ou mistos. referida no item anterior. não pode interromper. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais. b.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW. considerados como uma só unidade consumidora. se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b.2) Que a entidade.5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo. assuma as obrigações regulamentares e contratuais.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias. b. b.3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica. b. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais. freqüência de 60Hz. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com unidades consumidoras individuais. receber o ramal de entrada. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. da concordância da concessionária.3. de característica não usual e. Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais.10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. b. instalada após a medição. 4. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. N. 2858. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição.Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. DEFINIÇÕES 4. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo. caracterizando um loteamento. Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas.2.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b. documento GED 3735. portanto.11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855. respeitando-se. 2859 e 2861. sempre que as condições técnicas permitirem. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers.1. depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. 2856. não abrangida por esta norma. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento.

8.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos.7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio. por essa razão.Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. 4.Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma. em kVA ou kW. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. legalmente constituído. Podem ser prédios isolados. 4.Demanda É a potência. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas. 4.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição. Em qualquer um dos casos. do ramal de distribuição principal. pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem.4. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva. e que. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. com ou sem área comum (condomínio). 4. de uso comum e com acesso controlado. com demanda total calculada de até 76kVA.6. bifásicas ou trifásicas. requisitada por determinada carga instalada. 4. pode ser utilizado o documento GED 4621. interligados ou agrupados.9. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5.

folhas 1/7. ou Distrito Federal. Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Vide desenho 1. de 29 de janeiro de 1999. 4. ambas tomadas na mesma unidade. Vide o desenho 1. nos termos do art. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública. de 19 de dezembro de 1979. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4.11.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular. com participação ou não nos investimentos necessários. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. quando for o caso.Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros. com a redação dada pela Lei no 9785. N.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada.13. 2/7.13. 5/7.10. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais. 4. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. 4. com abertura de novas vias de circulação.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.12. modificação ou ampliação das vias existentes. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4.13. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. incluindo o conector. folhas 3/7 e 4/7 . 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2o da Lei no 6766. Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos. dentro dos parâmetros técnicos desta norma. de logradouros públicos ou prolongamento. 6/7 e 7/7.

3.com. deve-se consultar à COMGÁS (site www.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.13. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .com. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. deve-se consultar à COMGÁS (site www. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. 4. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.3.com. Vide GED 2855. 4. N. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. no caso das linhas elétricas de energia.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. Sendo que.2. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. Sendo que. não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”. o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.com. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão. 4. Em particular. ou seja.1. Vide o desenho 2. 4. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada). em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.br e/ou cadastroderede@comgas.br e/ou cadastroderede@comgas.comgas.13.13. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação.comgas. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.

4. não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares. sala. instalados no interior de um recinto fechado (cabine). 13 e 14.Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.19. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.18.2. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios. apartamento. N.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. loja. 4. instalados pelo cliente. pára-raios e demais acessórios.Ramal de Entrada São os condutores e acessórios. 4.16.1.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora. individualizado pela respectiva medição de energia.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador. chaves de proteção em média tensão. administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário. bem como o atendimento ao pedido de ligação.17. 5. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .15. cada escritório. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual. Vide desenhos 12. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si. 5.

5.Mesmo quando. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo. apresentar o respectivo projeto. a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição. que.3. devendo.Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2kV”.4.8. 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . após o dispositivo de proteção geral.Os consumidores. alterações no seu sistema elétrico. a observância da norma NBR-5410 . comprovadamente.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras.Os materiais e equipamentos. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. Recomenda-se ainda. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma. 5. somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. separando os circuitos N. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área.Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.6. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. 5.7. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores.5."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. com intertravamento mecânico. em caso de haver geração própria. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. providenciará às expensas do consumidor.

5.9– Os consumidores autoprodutores. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício. com neutro solidamente aterrado. com iluminação. b) Construir um circuito interno independente. e a cada unidade consumidora. a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor. do gerador particular.14. conforme Anexo I do documento GED 3668.Qualquer parcela do conjunto. 5.A entrada de serviço que. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido. 5. 5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica. 5.10.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. neutro solidamente aterrado.16. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes. cujo fornecimento é em 380/220V. freqüência de 60Hz.13. e na freqüência de 60Hz.15. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. é passível de correção no seu todo ou em parte.11. 5. 5. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6. ventilação e condições de segurança adequadas. de acordo com o estabelecido no capítulo 7.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora.12. 5. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição. com exceção das cidades de Lins e Piratininga.

5. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita.De um modo geral. 5.5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. 5. nas extremidades.23. sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante. 5.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado. após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. e detalhes do acesso às chaves reversoras. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.24. de no mínimo 150mm. 5. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma. deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”. tais como. não especificados nos desenhos constantes desta norma.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2.A instalação será definitivamente energizada. Outros detalhes por ventura existentes. instalações elétricas das unidades consumidoras. por cores distintas. desde o ponto de entrega. se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente.22. quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9. devem atender a uma espaçamento entre si. tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro. 5. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N.17. 5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. no caso de existir geração própria. O neutro. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78.21– Sempre. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis).19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados.Casos especiais. a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações. até o barramento do quadro de medidores. e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado.18.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal.

deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar. c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. 5.3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV. conforme disposto no item 6. seguindo os critérios do item 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .cpfl.br. N. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo.2. documento este disponível no endereço internet www.cpfl. com ramal de entrada subterrâneo. 6.com. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV.5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. 5. documento este disponível no endereço internet www. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW.br. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112. sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo. conforme disposto no item 6. Devem também ser afixadas em local bem visível. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública.26.1.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.com.2.25.

informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2.3. d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. Nota: No caso acima.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. Tal identificação deve ser legível e indelével. com tipo de altura de 30mm. b) Não cortar terrenos de terceiros. N. conforme disposto no item 6. através de placa de alumínio. deverá ser feita a identificação. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente. entrar pela frente do edifício. sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”. na propriedade particular. e executado conforme desenho 3. junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s). h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW. deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição.1. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”. no alto do poste. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão. c) Preferencialmente.1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 6. esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. constante do documento GED 6120. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão. com condutores e acessórios de sua propriedade. gravado em baixo relevo. A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo.

coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio.50m acima ou 0. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação.60m acima deste e. a 1. quando o cabo for nu. N. e uma distância vertical igual ou superior a 2. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. no mínimo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas. o ramal de ligação deve situar-se. citadas neste item.50m abaixo do piso da sacada.. e limitados a cabos de até 185mm2. 6. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade. próximo ao eletroduto/tubo de entrada. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7).1. Nos casos de postes/colunas moldados no local.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo. deve ser instalado olhal chumbado na parede. para o ramal de ligação. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio. entrar pela frente do edifício.1. i) Poste. a 0. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686. f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não. b) Condutores: Cabos singelos de cobre.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. No caso do ponto de ancoragem na fachada. o responsável técnico. telhados.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2. no ponto de flecha mais baixo. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5. deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos. deve atender às premissas de instalação do mesmo. devem possuir isolação mínima para 750V.1. a partir de poste particular.2. h) Obedecer ao vão máximo de 30m.20m desses pontos na horizontal.5m no cruzamento de ruas e avenidas. 6.00m. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1. para amarração da escada. sacadas. etc. dimensionados conforme a tabela 11.

etc. devem conter circuitos completos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1. isolação. classe A ou B.). com circuito único. três fase e neutro. e podem ser de PVC rígido. NBR 5598 ou NBR 5580. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. triplicado. N. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. salvo garantia expressa dos fabricantes. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ou terminal externo (cabeçote). todos os quesitos citados no item 6. duplicado. na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus. i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. ter a mesma bitola do cabo de fase.2. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. para evitar a entrada de água. etc. rosqueável. k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos.2 devem ser atendidos. j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas.

devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2.1. além das diretrizes citadas no item 6.60m. dimensionados conforme tabela 11.1. deve-se consultar à COMGÁS (site www. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. e limitados a cabos de até 185mm2. deve-se consultar à COMGÁS (site www.1.comgas. é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm.comgas.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. de seção circular. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.com. com altura de 200mm. para drenagem de água. isolados para 0. d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região.com. N. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto.6/1kV. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto.3.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.com. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Para até 4 cabos de até 95mm2. A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto.2. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6.2. Ramal de entrada subterrâneo.1. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.br e/ou cadastroderede@comgas. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.com.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ou tubo corrugado flexível de polietileno. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus. Vide desenho 4.br e/ou cadastroderede@comgas.2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6.1-h. 6.

todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos. • Partir de um poste da rede de distribuição. sendo de sua propriedade. • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento. • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores.1. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • Não cortar terrenos de terceiros. Após definição através do estudo de viabilidade. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares. e executado conforme o desenho 4. entrar pela frente do edifício. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2.2.1. a mesma pode ser construída pelo cliente.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • Preferencialmente. salvo garantia expressa dos fabricantes. N. • No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. • O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. instalados em eletrodutos distintos. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores.

com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. no máximo. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6/1kV.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste.1. conforme NBR 5597. A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. em número de 3. Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro). • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. para evitar a entrada de água. • utilização de poste que tenha instalado religador. com altura de 200mm.60m.0mm no mínimo. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . instalados conforme a construção indicada no desenho 4. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. insetos e etc. c) Condutores • Cabos singelos de cobre. e envelopada em concreto. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas.1-h. Vide desenho 4. ambos envelopados em concreto. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água. de seção circular. Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. conforme tabela 11. isolados para 0. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. NBR 5598 ou NBR 5580. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora.3. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. Para até 4 cabos de até 95mm2. de igual diâmetro.

com. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410. 6. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos. quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA.3 . quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária. 6. Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos.com. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista. 3) dentro da propriedade particular. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA.Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública. conforme item 6. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855. sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto. Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular. N. Notas: 1. 2.1.1 .Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias.comgas. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA. deve-se consultar à COMGÁS (site www.3.br e/ou cadastroderede@comgas.

• Não cortar terrenos de terceiros. não abrangida por esta norma.3. • Identificar as fases dentro e fora da cabine.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. visando uma agilização do processo de interligação a rede. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico.1 . a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo. • Preferencialmente. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. N. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. em condomínio. d) Um ramal de ligação. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. sendo de sua responsabilidade. e executado conforme documento GED 2855. ou um ramal de entrada subterrâneo. O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição. o projeto deverá prever a construção de cabine mista.1. para os seus postos de transformação. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo. nos ditames da resolução 456 da ANEEL. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. portanto. para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW. entrar pela frente do edifício. num total acima de 1000kVA e.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 7. a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste. conforme padronização disposta no GED 3978.0mm no mínimo. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV. 4318. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0.1 . f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV). ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. de seção circular.Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7. de acordo com a situação local. com diâmetro conforme a tabela 15. 7. Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva.1. haverá a cobrança da diferença de preço do medidor. devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra.2. sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto.1 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O condutor reserva deverá ser mantido energizado. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica). • Derivação em poste com transformador.60m. ambos envelopados em concreto. com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%. Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. 4345 e 4742. conforme desenho 4. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855. devendo ser calculada conforme o item 14.Dois Fios (Fase e Neutro) N. ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença. devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3.Monofásico . TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. religador.

e nas cidades de Lins e Piratininga.Bifásico . nesse caso. sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V.2 . Não é permitida a ligação de: N. exclusivamente. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador. exclusivamente. basta o cliente relacionar as cargas. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13. sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.1. ou da classe 220V com mais de 10kVA. • aparelhos de Raio X da classe de 220V.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7. para tensão de fornecimento 220/380V. acima de 15kW até 25kW. sendo que para os apartamentos e/ou lojas. está indicada na tabela 19 ou 20.1. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.Trifásico .Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V. 7. Basta o cliente relacionar as cargas instaladas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V. Para efeito de definição do tipo de fornecimento.3 . Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA. Também está incluída neste tipo de fornecimento. Para esse tipo de fornecimento. está indicada na tabela 19 ou 20.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. 7. o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista.1. e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga.1. com potência superior a 1500W. e nas cidades de Lins e Piratininga.

ou trifásicos com potência superior a 20kVA. a medição é efetuada na média tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme anexo I do documento GED 3668. conforme disposto no documento GED 2855.1 . com potência superior a 30kVA. Acima de 75kW de carga instalada. em local de fácil acesso. 7. e 7.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação.Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento. com condições adequadas de iluminação. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N. com partida direta. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária. e na freqüência de 60Hz. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. a medição pode ser na baixa tensão. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. ventilação e segurança. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. está indicada na tabela 19 ou 20. o mesmo deve ser executado pelo cliente. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. Para a partida de motor trifásico. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. para a tensão de 220/127V. deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. indireta. conforme disposto no documento GED 2855. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. 8. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • Para transformador particular acima de 300kVA. inclusive. a ligação da unidade consumidora é trifásica. o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão.5CV para tensão de 380/220V.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA. em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão.2 .

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga). Toda cabine deve ter iluminação artificial. devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. fora da cabine. disjuntores e transformadores. conforme desenho 20. a cabines em condições adversas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. junto à porta. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores. N. É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg). com resistência mínima de 3 toneladas. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. no máximo a 3. As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas. ou em outro ponto próximo conveniente. b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. com autonomia mínima de 2 horas. O interruptor deve ficar fora da cabine. Para possibilitar o acesso de transformadores. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA . onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção. quando ao tempo. estão indicadas na tabela 8. para transformadores até 500kVA. este acesso deverá ter altura de 1. deve ser pintada na porta da mesma. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta. à altura máxima de 2.80m. com proteção contra intempéries. com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. as cabines devem ser providas de iluminação de segurança. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas. quando cabines com compartimentos para os equipamentos.0m. c) conforme NBR-14039.USO EXCLUSIVO DA CPFL . devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto.0m. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. É obrigatória a fixação em local visível.

de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm. a ser usada somente em casos de emergência. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. é obrigatória a construção de uma base de concreto. Vide desenho 21. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm.20m. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. vedada na sua parte frontal com vidro transparente. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência. devem ser feitas através de conectores apropriados. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio.4. Não havendo necessidade de degraus.4.2 . no mínimo. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas. estes devem ser de ferro.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício. Como alternativa. O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. do lado externo. e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado. quando houver esta última. com dimensões de 2. e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais. acima da porta da cabine.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039. 8. Quando forem utilizados disjuntores N. Todas as emendas.00m por folha.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com duas folhas abrindo para fora. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8.2). na posição definitiva do transformador. fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre. anti-derrapante e removíveis. 8.10m x 1.3 . para apoio dos mesmos. somente é permitido o emprego de transformadores a seco.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . não sendo permitido o uso de solda. É obrigatória a instalação.

sistema 25kV: 24. 9. 9.6/12.0/20.0/11.2. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.9kV: 13. Nesse caso.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone. É permitida a abertura para o interior do mesmo.Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2/12. através de critérios próprios. Não será permitido o uso de askarel como isolante.9kV N. Para transformação acima de 300kVA. Vide detalhes no desenho 15. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador.8/13.1 .2/23. desde que seja área de garagem ou outra área ampla. b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .1/22.sistema 13.8/10.8/13. TRANSFORMADORES 9.2kV .1 . a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável. recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10. com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW.6/12. Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo. com fechamento automático e dispositivo para travamento.0kV . o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2 .sistema 11.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .8kV: 13.2/12. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855. Para transformadores particulares.Características dos Transformadores Particulares 9.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador. em caso de fogo no interior da cabine.4/10.

Tratando-se de medição em média tensão.ESTRELA com neutro acessível • Isolamento .Primária . admite-se tensão de 440/254V. PROTEÇÃO 10.Proteção em Baixa Tensão 10. de transformador a seco. ou . uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada. é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9. de consulta prévia. desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição.2 .Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente N.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão. dispensa a construção da cabine à prova de fogo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.TRIANGULO (Delta) . portanto. pelo cliente.classe: 15kV .1 . 10.NBI: 95kV . admitem-se outras tensões secundárias. • Ligações . 10.380/220V . Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. nestes casos. são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste. Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido.1 .2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários . dependendo.classe: 25kV .2 .Secundária .neutro aterrado.220/127V .2. por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios.Transformador a Seco A utilização.

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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configurando um sistema PEN. ambientes sujeitos a gases ou inundações. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O ponto luminoso deve ser de no mínimo. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo.2. área entre prateleiras. banheiros. Quando o fornecimento se der através de cabine. 12. deve ser pintado através de gabarito. 150 Watts. com interruptor junto ao mesmo. quando possuir portas.1. conforme padronização dos documentos GEDs 6262. dispensadas as portas externas.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono. no mínimo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. 12. estas devem ser do tipo veneziana. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso.1. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora.Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores.2. a cada 3m linear de quadro. cozinhas. tais como: copas. N. depósitos. não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie. 6263 e 6264.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410. proximidade de máquinas.Caixa de Distribuição 12. resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio. interior de vitrines. Pode também. com tinta a óleo ou esmalte sintético. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s). o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e. não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso. Todas as caixas. sendo neste caso. devidamente fixadas. QUADRO E CAIXAS 12.

porcas. no mínimo. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente.2. a mesma secção dos barramentos das fases. ou zincada a quente. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina. A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. 12. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes. Nos desenhos 23. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o. 24 e 25. conforme normas da ABNT. buchas e arruelas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12. Quando houver mais de um centro de medição.Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. No caso de caixa de chapa de aço carbono.3 – Quadro de Medidores N. 12. O barramento do neutro deve ter.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre. 8 e 9. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação. As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação.

estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”. não sendo permitido o uso de tampas. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. os disjuntores e os quadros de medidores. justapostos ou não. No quadro de medidores. 200kVA de demanda calculada. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. no mínimo. também.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . contendo. o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores. O barramento do neutro deve ter. no máximo. É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. o máximo de 30 medidores e. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros. a mesma seção dos barramentos fases.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. com o número do apartamento e faseamento. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. calculadas conforme tabela 12. vide desenho 16. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. cada um. Devem conter também. pintado nessas portas. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima. Antes do barramento de cada quadro de medidores. sem a violação deste lacre. conforme desenho 18. conforme desenho 22. A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. É necessário.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N. 12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. dimensionado conforme tabela 12.

pilares e demais elementos construtivos. excluídas as projeções de paredes. A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos. A medição é única e individual para cada unidade consumidora. Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre. quando considerada conveniente. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível. varanda. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima). A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP). 14.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. conforme NBR-5410. bem como.1. Para efeito de liberação do projeto e da ligação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto. deve possuir dispositivos para lacres. 300mm de largura e 250mm de profundidade. etc. cozinha. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária. sala.. N. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura. W.). CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto. 14. conforme capítulo 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. a sua retirada ou substituição. sem a violação deste lacre. 13. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente.C. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica.

estas devem prevalecer.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. considera-se a carga total declarada.1. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • hidromassagem. • fogão elétrico. por unidade de consumo. a quantidade e a potência dos pontos de luz.2 . salão de festas. conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo. piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3. • condicionador de ar. pilares e demais elementos construtivos. e 100W para as excedentes. Nesses casos. Conjuntos poliesportivos.2. Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores. • aquecedor elétrico central. etc. como mínimas.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. 14. • aquecedor de água de passagem. N. considerar até 3 tomadas de 600W.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14.) excluídas as projeções de paredes.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. casa de máquinas. copas e áreas de serviço. b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas. considerar 100W por tomada. Para utilização geral. 14. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . tipo de dispositivo de partida e sua finalidade. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. d) Motores Devem ser relacionados a quantidade. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. número de fases. 14. para efeito de cálculo de demanda.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 14. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral. não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W). indicados na tabela 1. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. corrente de partida.3. a potência de acordo com a placa do fabricante. que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral. para as unidades consumidoras e entrada consumidora.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.2. Para efeito da soma da carga instalada.Comercial: demanda de 75% N. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.1. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. 14.3.2 . deve ser calculada conforme segue: . uma vez que a concessionária admite. deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda.2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W.Industrial: demanda de 100% .3.

a demanda deve ser de 100%. Os valores indicados nessas tabelas.. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem. para o motor de maior potência e.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ser no mínimo.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 . Na tabela. As correntes de partida podem ser utilizadas. no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. pias. em kVA. etc. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. 50%. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores. a serem utilizados em lavatórios. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes. para os demais motores. utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. 14. utilizando-se as tabelas 4 e 5. N.4.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento. b) Aplicar o fator de demanda de 100%.Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. para qualquer quantidade de aparelhos. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. Para fornos elétricos industriais. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos. 14. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores. de CV ou HP para kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar.

736 cos ϕ × η Onde: HP / CV . Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil.Rendimento 14. máquinas injetoras. devese considerar apenas um como o maior. é calculada como segue: kVA = HP × 0.6. em kVA.Fator de Potência η . Para motores especiais e/ou de grandes potências. Existindo motores que. extrusores de plásticos.Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%. 14. os aparelhos de raios X. A potência aparente. obrigatoriamente. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores). quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. fornos elétricos de indução. retificadores e equipamentos de eletrólise. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e o(s) outros(s).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Potência do Motor cosϕ . para efeito da somatória de suas potências.7. máquinas de solda. o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos. ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial. etc.Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais.746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0. a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. como segundo(s) em potência.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais. N. fornos elétricos a arco. deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores).

62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) . de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação. em kVA.89kW = 35. o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1.0m2 Área útil da administração: 5.89kW = 17.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: .56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12.0m2 Área útil do apartamento tipo: 47.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . dos demais equipamentos.00kW N. Se os maiores equipamentos forem iguais.8.220W 1 Chuveiro: 4.400W 1 Máquina de lavar louças: 2.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8. para efeito da somatória de suas potências. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais. como segundo(s) em potência.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1. Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12. 14.9.Exemplos: Exemplo 1. relacionados na tabela 7. e 60% da potência.713.000W Carga total do apartamento: 9. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma.Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. excluindo-se a Administração. com os fatores utilizados. em kVA.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3. do maior equipamento. e o(s) outros(s). deve-se considerar apenas um como o maior.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência.710.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2. 14.

22 1 D2a = 144.56kVA 2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.01kVA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.29 1 D2b = 86.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .0 × 0.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.4kW × 0.42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.55kVA .Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.40kW Total de Carga da Administração: 72.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.

64 .65kVA 3 .0) + (63.54 x 1.09 N.65 + 0.54kVA Potência dos demais motores: 74.40kVA 10.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28. de HP ou CV.5 D3 = (11.5) 4 . conforme tabela 4 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230.64kVA Maior Motor: 11. excluindo-se a administração do edifício.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.0HP x 6 = 11.50 Dapt = 132. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.11.24kVA Total: 74.00 + 43.01 + 230.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.Demanda Referente a Motores Converter as potências.10kVA D3 = Pot.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial. Portanto.70kVA x 2 = 5. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.00) x 0.10 x 0.09kVA Dadm = 71.54 = 63. em kVA.55 + 0.54kVA x 6 = 69. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14.0HP x 2 = 2.

64 Dg = 204.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.0CV: 4.3000W cada: 6.500 W 01 Máquina de secar roupa: 2.83 + 71.5CV: 6.0CV: 8.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.51kW 05 chuveiros – 4.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.00kW 02 elevadores de 10.400W cada: 22.0CV: 1.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .0CV: 17.Administração 01 portão elétrico 1.930W 01 Chuveiro: 4.Apartamento Tipo: Iluminação: 3.05kW 01 bomba d’água 10.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.89kW 01 bomba de piscina 5.57kW Total de Carga da Administração: 66.084m2 Área útil da administração: 2.500W Carga Total do Apartamento: 19. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .Documento: 119 Procedimento 2.400W 01 Máquina de lavar louça: 2.78kW 01 elevador de 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .00kW 02 torneiras elétricas .26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .130 W Tomadas: 1.

5 × 0.4 × 0.42kVA 2 .16kVA D2a = 22.40 1 20 × 2 .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.72 + 1.4 × 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.00 D2 = 71.5 × 0.26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.26 5 × 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.88 + 5.26 2 × 3.42kVA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.26 + + 1 1 1 D2a = 30.00kVA .Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.42 1 D2b = 20.0 × 0.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.

deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.52kVA x 1 = 1.81kVA Maior Motor: 11.0CV x 3 = 11.62kVA Total : 50.72kVA + 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .02kVA x 1 = 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.54 = 39.0CV x 1 = 1.00 + 63.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71.5. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.88kVA 3 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5.65kVA x 1 = 8.52kVA 5.28kVA = 63.11.27kVA D3 = Pot. D3 = (11. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.65kVA 10.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum. excluindo-se a administração do edifício.54kVA Potência dos demais motores: 50.56kVA = 7. de HP ou CV.16kVA – 7.0) + (39.88 + 0. Portanto.00) x 0. conforme tabela 4 1.02kVA 7.54 x 1.Demanda Referente a Motores Converter as potências.27 x 0.5CV x 1 = 8.81 .50kVA D3 = 31.18kVA N.54kVA x 3 = 34. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14. em kVA.5) 4 .0CV x 1 = 6.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.

obtendo-se a categoria de atendimento.51kW 05 chuveiros – 4.50 + 52.000W Total de Iluminação e Tomadas: 4.05kW 01 bomba d’água 10.400W cada: 22.57kW Carga Total da Administração: 66.0CV: 8. em função da limitação citada no item 14.1. deve-se calcular a demanda conforme GED 13.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.00kW 02 torneiras elétricas .600W 01 Torneira elétrica: 3.78kW 01 elevador de 7.500W Carga Total do Apartamento: 29.2. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .88 Dg = 122.88kVA Concluindo.200W Tomadas: 3.400W: 17.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N.38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.3000W cada: 6.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.Administração 01 portão elétrico 1.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .) .200W 04 Chuveiro de 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0CV: 17.884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14.18 Dadm = 52.0CV: 1.5CV: 6.000W 01 Máquina de secar roupa: 2.89kW 01 bomba de piscina 5.42 + 7.00kW 02 elevadores de 10.0CV: 4.484m2 Área útil da administração: 2.28 + 31.

23 + + 1 1 1 D2a = 87.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.40kVA D2a = 80.0 × 0.96 + 5.23 5 × 4.5 × 0.00kVA .4 × 0.38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.4 × 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.Documento: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.40 1 D2b = 20.42kVA .23 D2a = 80 × 4.06 + 1.42kVA 2 .00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .5 × 0.23 2 × 3.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .02kVA x 1 = 6.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.54 x 1.81 . deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.27 x 0.54kVA Potência dos demais motores: 50.52kVA 5.0CV x 3 = 11.00) x 0.52kVA x 1 = 1.11.96kVA 3 .40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5.Demanda Referente a Motores Converter as potências.18kVA Dapt = 121.02kVA 7. de HP ou CV.06kVA + 1. Portanto.44kVA = 121.44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128. excluindo-se a administração do edifício.38kVA = 6.81kVA Maior Motor: 11. em kVA.40kVA – 6.27kVA D3 = Pot.54kVA x 3 = 34.87 N.96 + 0.0) + (39.5CV x 1 = 8. D3 = (11.5.0CV x 1 = 6.00 + 121. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.5) 4 .62kVA Total : 50.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.54 = 39. conforme tabela 4 1. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.Documento: Categoria: Versão: D3 = 31.0CV x 1 = 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.65kVA 10.65kVA x 1 = 8.

Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”.76 + 52. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. 15. estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m. o fornecimento é em baixa tensão. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14.42 + 6. a ligação deve ser independente das demais ligações. N. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado.44 + 31. do Corpo de Bombeiros.80kVA 15. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão.04kVA Concluindo.1 . com medição própria.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça.18 Dadm = 52. hidrantes com utilização de bombas de recalque.2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. através de extintores manuais. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121. devem ter meios de combate a incêndio.04 Dg = 173. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.. conforme mostrado na figura 1. de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio. etc.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum.

além das instalações normais do prédio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. corrente de partida. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio. Nesse caso. número de fases.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. conforme o capítulo 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . potência. A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio. 16. conforme estabelecido na NBR5410. No caso de cabine mista. No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. N. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio. para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores. conforme GED 2855. O circuito do sistema de incêndio. não pode ser interligado com outros circuitos. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. para efeito de determinação da sua forma de ligação. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor. Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida. o cliente deve providenciar. para transformadores até 300kVA. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora. desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. o fornecimento é em média tensão.

40 para os primeiros 50kW 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.00 para os primeiros 20kW 0.00 para os primeiros 12kW 0.00 1. TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios.5 para o que exceder a 12kW 1.00 0.75 1.70 para o que exceder a 20kW 1.00 N. salões para exposição e semelhantes Bancos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .00 1. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.00 1.00 0.20 para o que exceder a 50kW 1.00 1. lojas e semelhantes Barbearias.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N. Aquec. de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét. Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa. Indiv.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

000 2.000 4.400 2.000 N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.500 1.500 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.500 1.

7 157.54 30.74 0.6 1095.05 1.73 0.92 25.1 20.1 3458.84 0.17 5.7 7.7 1288.38 39.2 74.4 4.6 65. em 220V.9 0.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0.04 10.3 40.0 81.5 12.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 0.02 15.70 7.05 307.74 104.66 0.8 98.09 37.18 499.95 2. Utilizar.2 2014.0 120.85 0.1 44.72 0.8 1619.15 152.95 4.1 8.85 0.82 0.58 0.81 0.8 2521.9 915.3 16.3 1.56 250.7 161.28 189.71 0. preferencialmente. 2.3 2.7 33.1 10.77 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .83 67.0 Fator de Potência Médio 0.77 0.85 0.3 717.51 6.65 22.72 5.01 22. por 1.77 0.89 11.65 1.23 95.1 1. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.03 30.8 477.85 14.54 2.7 61.76 0.0 422.0 33.77 0. dividir os valores.10 58.87 2.26 3.73 127.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.52 80.6 17.39 0.65 190.9 6.42 58.09 141.67 117. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.69 0.93 48. 3.9 3.57 8.0 100.0 270.29 370.66 0.73.61 0. os dados de placa dos motores.1 566.3 9.65 43. N.86 0.83 1.75 0.82 16.3 201.44 72.6 25.0 20.5 49.7 1.7 340.03 13.85 1.52 4.84 0.85 0.

94 77.9 330 13.64 52.80 0.63 0.07 37.0 145 7.83 0.73 0.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.31 11.0 18.7 96 48 2.72 16.14 1.56 14.79 0.4 47 24 0.2 7.66 0.9 260 11.4 10.5 132 68 3.2 6.66 5.16 28.07 8.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .35 21.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS . Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.0 408 Fator de Potência Médio 0.0 13.79 1.58 14.22 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.11 6.73 0.34 12.1 3. N.51 0.71 0. os dados de placa dos motores.80 0.5 220 110 5.77 7.78 0.18 11.2 210 9.1 63 33 1.17 2.67 0.67 2.67 0.1 68 35 1.84 40.94 67.42 0.6 5. 2.97 27. preferencialmente.9 3.0 27 14 0.81 1.5 31 16 0.90 1. Utilizar.

59 0.52 0.60 0.70 0.91 0.97 0.69 0.72 0.64 0.58 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.62 0.50 0.55 0.53 0.61 0.68 0.63 0.57 0.67 0.76 0.87 0.77 0.89 0.71 0.74 0.51 0.65 0.75 0.56 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.84 0.50 N.54 0.98 0.81 0.66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.95 0.96 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .79 0.73 0.

N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos. EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112. 2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND. fornecidos pelos fabricantes. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir.

2. de até 308kVA. arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. pode ser aplicada esta tabela. conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855). Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Para demandas calculadas.5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1.

e canaleta aberta ou ventilada. eletroduto embutido em alvenaria.PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20. (E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta).6/1.50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9. moldura.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada.0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V . N. (C) Fixação direta à parede ou teto. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada. (B) Eletroduto aparente. moldura.TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0. calha.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) .6/1. e bloco alveolado. e eletroduto embutido em alvenaria. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8.00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18. calha.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES .50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente.50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto.0kV 0. embutido direto em alvenaria. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos.50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11.

Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. 6. Para condutores com outro tipo de isolação. Temperatura ambiente de 30oC. 8. e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. para instalação em eletroduto diretamente enterrado. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%. Para tensão de 380/220V. para instalação não enterrada.73. N.5oC. em bancos de dutos envelopados em concreto. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. 5. inclusive. utilizar tabela do fabricante. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção. deve ser adotada a tabela do fabricante. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar.cm/watt (terreno normal).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ou com maneira de instalar diversa da especificada. 7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1. 9. A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. Para cálculo do eletroduto.cm/watt. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado. sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável. não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. 3. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC. 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4. refere-se a cabos compactados.

80 0.65 0.95 0.85 0.65 0.70 0.90 0.70 0.65 1.85 0.80 0.40 1.00 0.60 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .70 0.70 0. 2.95 0.90 0.90 0.70 0.55 0. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1.85 0.90 0.45 0.90 0. OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.80 0.85 0.60 0.70 0.50 0.00 0.85 0.90 0.50 0.45 0.65 0.95 0.85 0.85 0. não é necessário aplicar nenhum fator de redução.60 0.70 0.70 0.55 0.85 0.85 0. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo.90 0. 3.75 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.70 0.85 Notas: 1. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.85 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.60 0.00 0. N. uniformemente carregados.65 0.90 0.70 0.90 0.50 0.60 0.85 0.75 0.90 0.90 0.60 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.55 0.85 0.

prateleiras ou suportes.85 0. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras. os fatores devem ser reduzidos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .90 2 0.80 0. para a aplicação desta tabela.80 Notas: 1.90 0. dotados de cobertura. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS.80 0.95 0. 3. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo).95 0. Para espaçamentos inferiores. isolados em XLPE. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0. como mostrado acima. 4.92 0.90 0. somente devem ser usados cabos unipolares. XLPE ou PVC. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas.90 0. N. sem cobertura. ou cabos unipolares. conforme prescrição da NBR-5410.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.85 3 0.80 0. cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito. Para instalação em bandejas ou prateleiras.85 0.75 0. 2. isolados em EPR. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado.95 0.85 0.85 0.

250 .300 . A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V.1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1.0 32.0 7.73.0 10.175 .3 2. 2.0 12.23 4.0 16. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0 65.600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112.350 .0 48.0 Z% CONSIDERADO 3.5 15.500 .225 .1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1. Para tensão de 380/220V. N.400 .16 Notas: 1. O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.5 4.1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2.0 20. multiplicar os valores da demanda calculada por 1. Os barramentos e os disjuntores acima.5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1.450 .200 .1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 .150 – 160 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 3.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1/4”) 50 (1. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. 5. 8. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW. 3. N. 2. DE PVC . fase-fase. situação não padronizada.CONDUTORES EM mm2. Os valores entre parênteses. indicados na coluna de carga instalada. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. e o fornecimento será feito por sistema monofásico. poderão indicar bitolas maiores. 450/750V. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores. Se a carga predominante for motor. A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão.BAIXA TENSÃO . os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. 9. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. considerando-se as cargas equilibradas. 4.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Quando em fornecimento monofásico. dois fios. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Os demais deverão ser cabos.

Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo.CONDUTORES EM mm2. 450/750V. N.TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . Os demais deverão ser cabos. DE PVC . os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. 3. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. 6.1/4”) 50 (1.1/2”) Notas: 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. 5. Se a carga predominante for motor. 4. 7. considerando-se as cargas equilibradas. poderão indicar bitolas maiores.BAIXA TENSÃO .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A previsão de desequilíbrio de cargas. 2. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. ou os cálculos de queda de tensão.

N. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA. 2. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo. com os diâmetros indicados na tabela. 5. podendo ser adotado bitolas menores. cabo reserva e o neutro. tripolares ou monopolares.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre.1kV.9kV. parede 3. 3. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido. os condutores devem ser de cobre. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. não pode ser inferior a 25mm2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23.8kV E 11. DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1. temperatura do condutor 90oC.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste.1kV. 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo que a seção dos mesmos. 13. um em cada duto.

5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112.IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.187 6.3mm.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .127 15.35 0.1kV 13.535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0. seção útil de 107mm2 e parede de 2.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23.8kV 11.28mm.342 12.10mm.70 0.53 0. com elevação de temperatura de 20oC. seção útil de 76.192 9.IPS 3/8 : diâmetro externo de 17.680 0. seção útil de 160mm2 e parede de 2.085 6. VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5.74mm.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13.281 9. 2.5mm2 e parede de 2.634 12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.9kV . Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: . .16 0.70 1.2mm.290 0.8kV E 11.1kV.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N.87 0.960 3/8 1/2 0.7mm.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.53 0.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112. 13. . O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.35 0. e na base de 50% do limite térmico.

55 0. t = taxa de ocupação. no mínimo.38 0.40 0. Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto. n = número de cabos no eletroduto N.31 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0.40 0. A instalação dos eletrodutos. Dc = diâmetro do cabo. a distância entre caixas e outros detalhes.40 0.35 1.40 0.53 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de acordo com a NBR-5410. devem ser.30 0.

5 25 5 7. também. à máquina de solda a motor.5 10 40 7.220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7.5 12 50 OBS: Aplica-se. também. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 12 40 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 30 7. à máquina de solda a motor. TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .5 15 50 OBS : Aplica-se.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18.4 1. Folga no cabo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. massa calafetadora e bucha nos dutos . altura) 2 2.2 1.6 3.9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.6 1. Identificação dos cabos de entrada.9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO. de acordo com o projeto.2 2.5 1. Circuito completo em um só duto.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza.3 3. brita. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1.4 3 3. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL.3 1. Alça da tampa. 3. 1.8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto. braço de iluminação e derivações 1.10 Eletroduto (características.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Distâncias dos cabos em relação à rede secundária.1 1.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos.4 3.2 3.1 2.3 2. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV.5 3.1 3. Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine.7 3.

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Nome do Empreendimento: Endereço:
ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

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)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento. fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral.10 6.17 6.3 6.4 6.14 6. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento.8 6.11 6.5 6.16 6.2 6.1 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.15 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.6 6.9 6.7 6.19 6.13 6.18 6.12 6.

22 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N. Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico).41 6.40 6.37 6.32 6.38 6.33 6.31 6.35 6.30 6.29 6.39 6.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete). Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1.21 6.36 6.26 6.42 6. Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos.23 6. Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.43 Fixação e especificação dos cabos.28 6.25 6.24 6. Identificação dos quadros (quando houver mais de um).27 6.34 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19. DESENHOS DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.50 0.50 3.50 Data Publicação: 2.50 0.50 0.50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .20 3.50 0.50 1.50 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.50 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0.20 1.20 1.50 0.20 Página: 119 Procedimento 2.50 0.

2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

DIMENSÕES EM MILÍMETROS N. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1. projetado para esforço igual ou superior a 500daN.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. VISTA SUPERIOR N. a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas. 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. um de cada lado do poste/coluna. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo.

7 – 1/2 . Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín .

ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U . 7 – 2/2 .

Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 . 8 – 1/2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2.ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 . 8 – 2/2 .

ENTRADA LATERAL N. 9 – 1/2 .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ENTRADA POR BAIXO N. 9 – 2/2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

afixada na cruzeta que sustenta as muflas. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 8.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2. 6. Deverá ser instalado pelo particular. escrever o nome da rua. 7. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A numeração deverá ser com gabarito número 6. 3. colocar em seguida aos número. Tinta recomendada: tinta à óleo. antes do número. abreviadamente. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela. N. Quando a ligação for através de outra rua. Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. 4. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres. 5. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. 12 – 1/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . COM BARRAMENTO OPCIONAL N. EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA. 12 – 2/2 .POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.

EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. ATÉ 2 TRANSFORMADORES. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.

15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ABAFADOR N.

15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.DETALHES .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ABAFADOR N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.

16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

3. N. a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme desenho acima. 4.20 metros.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega. 2. 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4". Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.

alternativamente as chapas de aço galvanizada. outros tipos de materiais. N. caracteres/ margem – preto Munsell N1. desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Unidade: mm. Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9. tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1. Espessura: 1 mm. 2) Material: chapa de aço galvanizada. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. texto branco padrão Munsell N9. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala. Cor: preto Munsell N1. OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados. Tamanho mínimo de 30 mm.amarelo Munsell 5Y-8/12.5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Tamanho mínimo de 30 mm. Fonte “Univers / Univers Bold” . margem – preto Munsell N1. Fonte “Univers / Univers Bold”.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Cor: fundo .7mm).Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado.

21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. 22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO. N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. 9. Medidor padrão CPFL. Chapa de aço carbono14MSG (1. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos . 5.4mm) Fixação dos cabos. superior e traseira são fixadas com parafusos. Compartimento para barramento. 16. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. Proteção plástica para fixação dos cabos. 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1. 13. Compartimento para cabos de entrada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 12. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm. com 5mm de espessura. 27. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 19. 6. As chapas lateral.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. 21. Compartimento para distribuição da administração. Compartimento para TC´s e medição da administração. 10. 15. 22. 4.52mm).90mm) com trilho para fixação dos medidores. 24. 23. Sistema de dobradiça inviolável. 20. 25. 26. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). 17. N.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. Isolador botijão e castanha Epóxi. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha. 3. 11. 18. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm. Fecho tipo triângulo. Compartimento para medidores. Compartimento para chave geral. 8. Niple bitola conforme cabos. 14. Barra de cobre seção retangular. Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1. 28. Conector vertical 90o (detalhe 3). 2. 7.Instalada com rebite Pop.

7. O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral. Espessura das Chapas de Aço Carbono: .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. após o disjuntor geral.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .14MSG (1. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm. 5. 6. através de porta apropriada. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal. Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores. a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios.Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm. N. eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo. Se para a medição. Para condutores de secção menor de 35mm2. . 3. 8. sistema de combate à incêndio.90mm). para possibilitar a instalação dos mesmos.Todos os perfis .52mm). As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas. em baixa tensão. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2. laterais. traseiro e divisórias . Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s. em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4. 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1.16MSG (1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos.Portas. . fechamento superior. etc). quando necessário. As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura. sobre portas. os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com limite máximo de 1% no quadro de medidores.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. N. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.

N. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.

Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004.

conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

conforme NBR-5410:2004.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.

25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. N. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. é permitido 3%.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N. 26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Item 6.Documento: Categoria: 119 Procedimento 2.Inserção de texto complementar. Item 10. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.14.2.Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação. Item 12. Item 10. a mesma secção. Item 12.2 .3 . Item 6. no mínimo. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga. REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20.14. Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos.Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular.Inserção de texto complementar.0 03/05/2007 N.14.3.2(a) . pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2.1 .2 . Item 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3 .1 (f) .Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines. Item 8.2. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Item 4.Inserção de texto complementar.3.4.4 (Nota 2) .4 .4.1.2.1 .

no mínimo. etc). Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004.2. de 35mm² para 50mm². sistema de combate a incêndio.2 . Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento. Item 6.2. N.1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Item 6. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004. Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.1 03/01/2008 medição em alvenaria. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. a mesma secção.1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores.1. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício. Desenho 26: Eliminação deste desenho. Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.

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