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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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contidas em : .Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV.GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .2. .As seguintes normas.GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . .com.Volume 3 – Anexos. consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120.GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.3.1 . .Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia. .Projeto Elétrico. .GED 3668 .GED 2859 .GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução. .Volume 2 – Tabelas. INTRODUÇÃO 1.2 .GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T.GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL.GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares.Volume 4.Desenhos (1 a 26). . .GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1.Normas da ABNT .GED 2861 . sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes. .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1.Desenhos (27 a 50). N. disponíveis site da Internet www. . Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados.Volume 4.GED 4101 . Caso necessite de alguma orientação.Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) .cpfl. quando aplicáveis.Decretos . 1.GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição. . . .GED 2856 .1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio. .GED 2858 .br.Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios .Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet.GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição.GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X.Resoluções da ANEEL . . . .GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora. .Portarias e editais do CREA .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . .GED 3978 .GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda.GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais. devem ser consultadas como complemento a esta: . 1. .

NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios. . . . Além disso.0kV até 36.NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas.2kV – Especificação. . 2.GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V.NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995). ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga. .NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação.GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária.GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo. .NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1. . .NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão. dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos. estabelece diretrizes para cálculo de demanda.ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors.Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor.20. . . com rosca ANSI/ASME B1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo .GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. . . . com rosca NBR-6414. N. .GED 4621 .GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.NBR-5598 .GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W.2kV). .NBR-5597 .Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor.GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo.NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores.1. . .Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição.NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36. na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz. respectivamente. . .

b. não pode interromper.3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica.2) Que a entidade. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto. assuma as obrigações regulamentares e contratuais.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. devendo ser considerado uma só unidade consumidora. b. b. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias. b. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo. comerciais ou mistos. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais. considerados como uma só unidade consumidora. a qualquer tempo.9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW.7) A entidade mencionada em "a".Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3.8) A entidade de que se trata em "a" .5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo. se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b.6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação. freqüência de 60Hz. b. b. sujeito à homologação da ANEEL.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . b. b. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária. referida no item anterior.1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes.

2859 e 2861. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente. não abrangida por esta norma. N.Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 4. 4. b.2.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras. 2858. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers. 2856. DEFINIÇÕES 4. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento. depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. instalada após a medição.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais.10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto.1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b.11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855. sempre que as condições técnicas permitirem. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição. 4. da concordância da concessionária. respeitando-se. de característica não usual e. caracterizando um loteamento. Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.3. portanto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. documento GED 3735. receber o ramal de entrada. com unidades consumidoras individuais.

por essa razão. pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem. 4. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva. bifásicas ou trifásicas. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. em kVA ou kW.5. requisitada por determinada carga instalada.9. pode ser utilizado o documento GED 4621. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. com demanda total calculada de até 76kVA. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos. Em qualquer um dos casos.4. interligados ou agrupados. com ou sem área comum (condomínio).Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas.8. 4. N.Demanda É a potência. e que. 4. Podem ser prédios isolados.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição. 4. de uso comum e com acesso controlado.7. legalmente constituído. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca. do ramal de distribuição principal. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma.

2/7. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros. de logradouros públicos ou prolongamento. N. 2o da Lei no 6766. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais.Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. dentro dos parâmetros técnicos desta norma. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública. com abertura de novas vias de circulação. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. 5/7. incluindo o conector. com a redação dada pela Lei no 9785.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.11.13.13. folhas 3/7 e 4/7 . quando for o caso. de 29 de janeiro de 1999. ou Distrito Federal. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada.12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente. o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4. 4.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. nos termos do art. 4. Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra. de 19 de dezembro de 1979.10. ambas tomadas na mesma unidade. modificação ou ampliação das vias existentes. Vide o desenho 1.13. com participação ou não nos investimentos necessários. Vide desenho 1. 4. folhas 1/7. 4. 6/7 e 7/7.

Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária.com.com. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Vide o desenho 2.2.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.13. 4.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. no caso das linhas elétricas de energia.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. 4. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão.3.com. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor. deve-se consultar à COMGÁS (site www.br e/ou cadastroderede@comgas. Sendo que. deve-se consultar à COMGÁS (site www.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis. ou seja. Vide GED 2855. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada.com. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. 4.br e/ou cadastroderede@comgas.13.3.1.comgas. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.13.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.comgas. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão. N.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. Sendo que.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Em particular. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada). 4.

4. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP).Ramal de Entrada São os condutores e acessórios.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. instalados pelo cliente. cada escritório. sala. administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário. chaves de proteção em média tensão. loja.15. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .17. 4. instalados no interior de um recinto fechado (cabine). N.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. DISPOSIÇÕES GERAIS 5. apartamento. pára-raios e demais acessórios.1. 13 e 14. individualizado pela respectiva medição de energia.16. 4.19. 5.Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios.2.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. 4. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual. Vide desenhos 12. bem como o atendimento ao pedido de ligação. não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares. 4.18. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada. 5.

visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área.Os consumidores. 5.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora.Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso. 5.Os materiais e equipamentos. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. comprovadamente.3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4. devendo. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . que. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora. a observância da norma NBR-5410 .8. separando os circuitos N. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36. 5. 5.Mesmo quando. com intertravamento mecânico. 5. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO.6. providenciará às expensas do consumidor. alterações no seu sistema elétrico. em caso de haver geração própria. após o dispositivo de proteção geral. apresentar o respectivo projeto. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios. Recomenda-se ainda. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores.2kV”.7. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores.5. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo.

e na freqüência de 60Hz.13. com exceção das cidades de Lins e Piratininga. conforme Anexo I do documento GED 3668.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. com iluminação. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6. 5. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33. cujo fornecimento é em 380/220V.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora. de acordo com o estabelecido no capítulo 7. 5. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido. 5. 5.14. do gerador particular. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com neutro solidamente aterrado. a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor.10. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular.15.11. b) Construir um circuito interno independente.9– Os consumidores autoprodutores.A entrada de serviço que. e a cada unidade consumidora.12. freqüência de 60Hz.16. é passível de correção no seu todo ou em parte. neutro solidamente aterrado.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso. 5. 5. ventilação e condições de segurança adequadas.Qualquer parcela do conjunto.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica. em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. 5.

tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78.A instalação será definitivamente energizada.17.23. instalações elétricas das unidades consumidoras. no caso de existir geração própria.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de no mínimo 150mm. Outros detalhes por ventura existentes. 5.21– Sempre. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente. 5. 5.22. e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado. quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita. por cores distintas.Casos especiais.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.24. O neutro. até o barramento do quadro de medidores. se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado. a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 5.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado.Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis). deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”. devem atender a uma espaçamento entre si.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e detalhes do acesso às chaves reversoras. sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante. habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações. nas extremidades.19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma. desde o ponto de entrega. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2.De um modo geral.18. não especificados nos desenhos constantes desta norma.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9.5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5. tais como. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita. 5.

sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo.2. seguindo os critérios do item 6. documento este disponível no endereço internet www.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112.5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária.2.com.25.br.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV.26. com ramal de entrada subterrâneo. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Devem também ser afixadas em local bem visível. N.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6. conforme disposto no item 6.com. 6.1. conforme disposto no item 6. documento este disponível no endereço internet www.Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120.br. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV. 5. deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2.cpfl.cpfl.3. 5.

entrar pela frente do edifício.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição.1. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. na propriedade particular. h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW. b) Não cortar terrenos de terceiros. 6. gravado em baixo relevo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”. com tipo de altura de 30mm. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão. no alto do poste. sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”. conforme disposto no item 6. Tal identificação deve ser legível e indelével. constante do documento GED 6120. com condutores e acessórios de sua propriedade. esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. N. e executado conforme desenho 3. Nota: No caso acima. g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6.2. informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio.1. d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT.3. deverá ser feita a identificação. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. através de placa de alumínio. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. c) Preferencialmente.

e limitados a cabos de até 185mm2.2. etc. telhados.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e uma distância vertical igual ou superior a 2. a partir de poste particular.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas. coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio. a 1.5m no cruzamento de ruas e avenidas. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686. o ramal de ligação deve situar-se. f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. devem possuir isolação mínima para 750V. citadas neste item. para o ramal de ligação. 6. i) Poste. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação.1. o responsável técnico. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7). dimensionados conforme a tabela 11.50m abaixo do piso da sacada.50m acima ou 0.2.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo. sacadas.1. no ponto de flecha mais baixo. próximo ao eletroduto/tubo de entrada.00m. 6. quando o cabo for nu. deve atender às premissas de instalação do mesmo. No caso do ponto de ancoragem na fachada. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos.20m desses pontos na horizontal. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não. no mínimo. Nos casos de postes/colunas moldados no local. deve ser instalado olhal chumbado na parede. a 0. N. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14.. para amarração da escada. entrar pela frente do edifício. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente.1.60m acima deste e. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5. b) Condutores: Cabos singelos de cobre. devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1. h) Obedecer ao vão máximo de 30m. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio.

A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos. salvo garantia expressa dos fabricantes. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. três fase e neutro. duplicado. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine.2. rosqueável. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2.). etc. classe A ou B. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular. devem conter circuitos completos. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3.1. etc.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. isolação. ou terminal externo (cabeçote). N. com circuito único. ter a mesma bitola do cabo de fase. triplicado. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas. todos os quesitos citados no item 6. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597. j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. para evitar a entrada de água. e podem ser de PVC rígido.2 devem ser atendidos. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria. NBR 5598 ou NBR 5580.

d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo.2.2.br e/ou cadastroderede@comgas.comgas.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre.com. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. para drenagem de água.1. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. deve-se consultar à COMGÁS (site www. A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto.com.3. ou tubo corrugado flexível de polietileno. com altura de 200mm.br e/ou cadastroderede@comgas.1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6.comgas.1. isolados para 0.60m. Vide desenho 4. é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto. além das diretrizes citadas no item 6.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. dimensionados conforme tabela 11.2. Para até 4 cabos de até 95mm2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus.1-h.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .com. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. e limitados a cabos de até 185mm2. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.com. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2. N.6/1kV.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. Ramal de entrada subterrâneo. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. de seção circular. 6.1.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. deve-se consultar à COMGÁS (site www.

• No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. • Não cortar terrenos de terceiros. • O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo. a mesma pode ser construída pelo cliente. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. salvo garantia expressa dos fabricantes. • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. N. sendo de sua propriedade. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora.1. e executado conforme o desenho 4. • Preferencialmente. Após definição através do estudo de viabilidade.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1. instalados em eletrodutos distintos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos. todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos.2. entrar pela frente do edifício. • Partir de um poste da rede de distribuição. • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. ambos envelopados em concreto.60m. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. Vide desenho 4. Para até 4 cabos de até 95mm2. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. no máximo. de seção circular.1-h. • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.0mm no mínimo. conforme tabela 11. para evitar a entrada de água. Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. em número de 3. conforme NBR 5597. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser. insetos e etc. com altura de 200mm.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. c) Condutores • Cabos singelos de cobre. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro).6/1kV. de igual diâmetro. Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. NBR 5598 ou NBR 5580.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. • utilização de poste que tenha instalado religador. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N.1. isolados para 0. e envelopada em concreto. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. O diâmetro mínimo interno é de 40mm.3. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto.

1 . conforme item 6. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .com. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410. 2. Notas: 1. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA. 3) dentro da propriedade particular. 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855.Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública. N. deve-se consultar à COMGÁS (site www.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto.3. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação.com. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA.1. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária. Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular.br e/ou cadastroderede@comgas.3 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista. 6.comgas. quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias.Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea. 6. Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos. quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais. sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada.

N. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos.3. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. entrar pela frente do edifício. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW. o projeto deverá prever a construção de cabine mista. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • Preferencialmente. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. portanto. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico. nos ditames da resolução 456 da ANEEL. havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. ou um ramal de entrada subterrâneo. não abrangida por esta norma. em condomínio. e executado conforme documento GED 2855. O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação. visando uma agilização do processo de interligação a rede. d) Um ramal de ligação. • Não cortar terrenos de terceiros. • Identificar as fases dentro e fora da cabine. sendo de sua responsabilidade. b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855. a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW.1. num total acima de 1000kVA e. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição.1 . para os seus postos de transformação.

Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva. Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica).Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7. com diâmetro conforme a tabela 15.60m. de acordo com a situação local. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. 4345 e 4742. Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste. devendo ser calculada conforme o item 14. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV. conforme desenho 4. ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença.0mm no mínimo.1 . TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3.2.1. de seção circular. conforme padronização disposta no GED 3978. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV). a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior. sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento. devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. haverá a cobrança da diferença de preço do medidor.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O condutor reserva deverá ser mantido energizado. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855.1 . • Derivação em poste com transformador. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado.Dois Fios (Fase e Neutro) N. ambos envelopados em concreto. 7. 4318. religador.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0. 7. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%.Monofásico .

acima de 15kW até 25kW. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13. Não é permitida a ligação de: N. exclusivamente.2 . A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.1. Basta o cliente relacionar as cargas instaladas. sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. com potência superior a 1500W.Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V. 7. Para efeito de definição do tipo de fornecimento.Bifásico . e nas cidades de Lins e Piratininga.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V. ou da classe 220V com mais de 10kVA. para tensão de fornecimento 220/380V. e nas cidades de Lins e Piratininga. exclusivamente. • aparelhos de Raio X da classe de 220V. basta o cliente relacionar as cargas. Para esse tipo de fornecimento.1. sendo que para os apartamentos e/ou lojas. sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . está indicada na tabela 19 ou 20. nesse caso. Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista. até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V. Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA. Também está incluída neste tipo de fornecimento.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V.3 .1. está indicada na tabela 19 ou 20. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7. 7.Trifásico .1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga.

com potência superior a 30kVA. 7. conforme anexo I do documento GED 3668. e 7. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W.Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento. com partida direta. em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • Para transformador particular acima de 300kVA. a medição é efetuada na média tensão. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. inclusive. está indicada na tabela 19 ou 20. indireta. Acima de 75kW de carga instalada. para a tensão de 220/127V. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária. Para a partida de motor trifásico. conforme disposto no documento GED 2855.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ventilação e segurança.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação.5CV para tensão de 380/220V. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9. e na freqüência de 60Hz. destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. ou trifásicos com potência superior a 20kVA. o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão.2 . conforme disposto no documento GED 2855. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8. em local de fácil acesso. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. com condições adequadas de iluminação.1 . a ligação da unidade consumidora é trifásica.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. 8. a medição pode ser na baixa tensão. deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. o mesmo deve ser executado pelo cliente.

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. com resistência mínima de 3 toneladas. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA . O interruptor deve ficar fora da cabine.EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga). devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto. no máximo a 3. a cabines em condições adversas. deve ser pintada na porta da mesma. com proteção contra intempéries. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. com autonomia mínima de 2 horas. É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg). As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas. quando cabines com compartimentos para os equipamentos.80m. com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. este acesso deverá ter altura de 1. onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária. c) conforme NBR-14039.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ou em outro ponto próximo conveniente.USO EXCLUSIVO DA CPFL . b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. para transformadores até 500kVA. com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. estão indicadas na tabela 8. quando ao tempo. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta.0m. conforme desenho 20. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. à altura máxima de 2. É obrigatória a fixação em local visível. disjuntores e transformadores. Para possibilitar o acesso de transformadores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. fora da cabine. N. Toda cabine deve ter iluminação artificial. que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos.0m. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. junto à porta. as cabines devem ser providas de iluminação de segurança.

O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre.2).20m. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. Não havendo necessidade de degraus. estes devem ser de ferro. do lado externo. para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine. é obrigatória a construção de uma base de concreto. com dimensões de 2. É obrigatória a instalação. com duas folhas abrindo para fora. para apoio dos mesmos.3 . 8. somente é permitido o emprego de transformadores a seco.4. quando houver esta última. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. vedada na sua parte frontal com vidro transparente. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. na posição definitiva do transformador. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm. Como alternativa.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício.2 . de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm. 8. Todas as emendas. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm. fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. devem ser feitas através de conectores apropriados.4. O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. a ser usada somente em casos de emergência.10m x 1. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm. Quando forem utilizados disjuntores N. Vide desenho 21. não sendo permitido o uso de solda. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. anti-derrapante e removíveis. deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. no mínimo. e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência.00m por folha.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . acima da porta da cabine.

sistema 13.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis. efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação.8/13.9kV N. Nesse caso. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. 9.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone.9kV: 13. desde que seja área de garagem ou outra área ampla. Não será permitido o uso de askarel como isolante.0kV .2/23. Para transformação acima de 300kVA. o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2/12.2/12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4/10.0/20.Características dos Transformadores Particulares 9.6/12. com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo.8kV: 13. 9. através de critérios próprios. É permitida a abertura para o interior do mesmo. em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855.2kV .2 . Vide detalhes no desenho 15. recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10.1 .1 .Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2. em caso de fogo no interior da cabine.8/13.8/10.1/22.0/11. com fechamento automático e dispositivo para travamento. TRANSFORMADORES 9. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA. a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável.6/12. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Para transformadores particulares.sistema 11. b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .sistema 25kV: 24.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.2 . ou .NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9. pelo cliente. dependendo.1 .2. 10.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2. PROTEÇÃO 10.1 .Proteção em Baixa Tensão 10.Primária .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários .Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855.TRIANGULO (Delta) . admite-se tensão de 440/254V. Tratando-se de medição em média tensão. 10.2 .Secundária . de consulta prévia. é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.ESTRELA com neutro acessível • Isolamento . portanto. por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão. Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido. nestes casos.Transformador a Seco A utilização. • Ligações . são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste. uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada.classe: 15kV . de transformador a seco.neutro aterrado.380/220V . admitem-se outras tensões secundárias. dispensa a construção da cabine à prova de fogo.classe: 25kV .NBI: 95kV . deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição.Sobrecorrente N.220/127V .

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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Quando o fornecimento se der através de cabine. não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie. no mínimo.2. sendo neste caso. Todas as caixas. 12. 150 Watts. banheiros. tais como: copas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. interior de vitrines.1. devidamente fixadas. N. depósitos. ambientes sujeitos a gases ou inundações. Pode também. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. quando possuir portas. QUADRO E CAIXAS 12. 6263 e 6264.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. cozinhas. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono.Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores. configurando um sistema PEN. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso. proximidade de máquinas. resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio. O ponto luminoso deve ser de no mínimo. conforme padronização dos documentos GEDs 6262. 12.Caixa de Distribuição 12.2. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s). dispensadas as portas externas. estas devem ser do tipo veneziana. com interruptor junto ao mesmo. o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma. com tinta a óleo ou esmalte sintético.1. conforme NBR-5410. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . área entre prateleiras. não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. deve ser pintado através de gabarito. a cada 3m linear de quadro.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre. 12. Quando houver mais de um centro de medição. 12. No caso de caixa de chapa de aço carbono. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina. Nos desenhos 23.2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a mesma secção dos barramentos das fases.2. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. conforme normas da ABNT. O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição. 8 e 9. A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega.Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. no mínimo. porcas. A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação. 24 e 25. buchas e arruelas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o.3 – Quadro de Medidores N. As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7. ou zincada a quente. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente. O barramento do neutro deve ter. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes.

Antes do barramento de cada quadro de medidores. não sendo permitido o uso de tampas. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima. também. o máximo de 30 medidores e. justapostos ou não. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível. A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. contendo. vide desenho 16. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. a mesma seção dos barramentos fases. O barramento do neutro deve ter. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável. conforme desenho 22. no máximo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. dimensionado conforme tabela 12. 12. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. Devem conter também. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. É necessário. calculadas conforme tabela 12. conforme desenho 18. É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. sem a violação deste lacre. no mínimo. 200kVA de demanda calculada. cada um.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. os disjuntores e os quadros de medidores. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. pintado nessas portas. No quadro de medidores. com o número do apartamento e faseamento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros.

Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica.. 300mm de largura e 250mm de profundidade. W. Para efeito de liberação do projeto e da ligação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 13. sem a violação deste lacre. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto. 14.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura. pilares e demais elementos construtivos. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima). quando considerada conveniente. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.). etc. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre. excluídas as projeções de paredes. a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo. conforme NBR-5410. 14. A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente. cozinha.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. conforme capítulo 7. N. a sua retirada ou substituição. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP).1. bem como. A medição é única e individual para cada unidade consumidora. varanda.C. A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos. sala. deve possuir dispositivos para lacres.

2. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração. • condicionador de ar. Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores. pilares e demais elementos construtivos. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3. 14. como mínimas. etc. e 100W para as excedentes.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW. considerar até 3 tomadas de 600W. • aquecedor elétrico central. • fogão elétrico. Para utilização geral. a quantidade e a potência dos pontos de luz. por unidade de consumo. Conjuntos poliesportivos. N. 14. salão de festas. Nesses casos. piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.) excluídas as projeções de paredes. considera-se a carga total declarada.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo.2 . Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). • hidromassagem.1. casa de máquinas. • aquecedor de água de passagem. b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14. copas e áreas de serviço. considerar 100W por tomada.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . estas devem prevalecer.

14.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. 14. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. para efeito de cálculo de demanda. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.2 . 14. corrente de partida.Comercial: demanda de 75% N. Para efeito da soma da carga instalada.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais.Industrial: demanda de 100% .3. a potência de acordo com a placa do fabricante. número de fases. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. indicados na tabela 1. para as unidades consumidoras e entrada consumidora.2. uma vez que a concessionária admite. tipo de dispositivo de partida e sua finalidade.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . d) Motores Devem ser relacionados a quantidade. deve ser calculada conforme segue: . não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W).1.2 .3.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W. deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda.Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.3.

de CV ou HP para kVA. para os demais motores. para qualquer quantidade de aparelhos. Os valores indicados nessas tabelas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores. ser no mínimo. 50%. N. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. Para fornos elétricos industriais. em kVA.. utilizando-se as tabelas 4 e 5. a serem utilizados em lavatórios. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. pias. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores.5 . utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. 14. no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas. 14. etc.Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. a demanda deve ser de 100%. Na tabela. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. para o motor de maior potência e.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar. As correntes de partida podem ser utilizadas.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. b) Aplicar o fator de demanda de 100%.

fornos elétricos a arco. quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. máquinas de solda.Rendimento 14. 14. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais. e o(s) outros(s). etc. fornos elétricos de indução. A potência aparente. extrusores de plásticos. obrigatoriamente. Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil. é calculada como segue: kVA = HP × 0. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores).746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0.Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%.Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais.Fator de Potência η . devese considerar apenas um como o maior. deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores). ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial. para efeito da somatória de suas potências. Existindo motores que. os aparelhos de raios X.6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . retificadores e equipamentos de eletrólise. máquinas injetoras.736 cos ϕ × η Onde: HP / CV .7. em kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos. como segundo(s) em potência.Potência do Motor cosϕ . a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. Para motores especiais e/ou de grandes potências. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6.

em kVA.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2. e 60% da potência.56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8. 14.710. relacionados na tabela 7.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1. de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação. Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12.62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) .000W Carga total do apartamento: 9. para efeito da somatória de suas potências. excluindo-se a Administração.400W 1 Máquina de lavar louças: 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência. do maior equipamento.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: .Exemplos: Exemplo 1.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12. com os fatores utilizados.Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. em kVA.713.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 14.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma.220W 1 Chuveiro: 4.8.9. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Se os maiores equipamentos forem iguais. deve-se considerar apenas um como o maior.0m2 Área útil do apartamento tipo: 47.00kW N.89kW = 35.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8. como segundo(s) em potência. o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda.0m2 Área útil da administração: 5. dos demais equipamentos.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3. e o(s) outros(s).89kW = 17.

Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.55kVA .29 1 D2b = 86.56kVA 2 .64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.22 1 D2a = 144.01kVA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.4kW × 0.40kW Total de Carga da Administração: 72.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.0 × 0.

54kVA x 6 = 69.65kVA 3 . Maior Motor x Fator Demanda + Pot.01 + 230.11.64kVA Maior Motor: 11.70kVA x 2 = 5. Portanto.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.54 x 1.83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.64 .0HP x 2 = 2. excluindo-se a administração do edifício. de HP ou CV.00 + 43.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0HP x 6 = 11.54kVA Potência dos demais motores: 74. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28. conforme tabela 4 2.0) + (63. em kVA.65 + 0.00) x 0.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.10 x 0.24kVA Total: 74.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.10kVA D3 = Pot.09kVA Dadm = 71.50 Dapt = 132.54 = 63.40kVA 10.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.Demanda Referente a Motores Converter as potências.5) 4 .09 N.55 + 0. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35.5 D3 = (11.

0CV: 4.89kW 01 bomba de piscina 5.084m2 Área útil da administração: 2.64 Dg = 204.78kW 01 elevador de 7.Apartamento Tipo: Iluminação: 3.0CV: 17.51kW 05 chuveiros – 4.884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.500W Carga Total do Apartamento: 19.00kW 02 elevadores de 10.57kW Total de Carga da Administração: 66.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.0CV: 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .500 W 01 Máquina de secar roupa: 2. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.400W cada: 22.400W 01 Máquina de lavar louça: 2.0CV: 8.Administração 01 portão elétrico 1.3000W cada: 6.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.Documento: 119 Procedimento 2.83 + 71.00kW 02 torneiras elétricas .5CV: 6.930W 01 Chuveiro: 4.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.05kW 01 bomba d’água 10.26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .130 W Tomadas: 1.

5 × 0.26 + + 1 1 1 D2a = 30.72 + 1.4 × 0.5 × 0.16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.00kVA .0 × 0.88 + 5.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.42kVA .16kVA D2a = 22.4 × 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.42 1 D2b = 20.26 2 × 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.26 5 × 4.40 1 20 × 2 .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.00 D2 = 71.42kVA 2 .

Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.27 x 0.5. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.0CV x 1 = 1. excluindo-se a administração do edifício.65kVA 10.27kVA D3 = Pot.50kVA D3 = 31. de HP ou CV.81 .5) 4 .0CV x 1 = 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.52kVA 5. Portanto.88 + 0.54kVA Potência dos demais motores: 50.00 + 63.02kVA x 1 = 6.28kVA = 63.0CV x 3 = 11.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71.Demanda Referente a Motores Converter as potências.81kVA Maior Motor: 11. conforme tabela 4 1.56kVA = 7.00) x 0.62kVA Total : 50.88kVA 3 .54 = 39.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum. D3 = (11. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.02kVA 7. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.54 x 1.54kVA x 3 = 34.18kVA N.11.0) + (39. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.65kVA x 1 = 8. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.72kVA + 1. em kVA.16kVA – 7.52kVA x 1 = 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5.5CV x 1 = 8.

28 + 31.00kW 02 torneiras elétricas .38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .000W 01 Máquina de secar roupa: 2.0CV: 17.05kW 01 bomba d’água 10.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.88kVA Concluindo. deve-se calcular a demanda conforme GED 13.78kW 01 elevador de 7.200W 04 Chuveiro de 4.400W: 17.3000W cada: 6.88 Dg = 122.600W 01 Torneira elétrica: 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2.) .42 + 7.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N.5CV: 6.1.200W Tomadas: 3.18 Dadm = 52.50 + 52. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.0CV: 8.000W Total de Iluminação e Tomadas: 4. obtendo-se a categoria de atendimento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.51kW 05 chuveiros – 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14. em função da limitação citada no item 14.00kW 02 elevadores de 10.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.484m2 Área útil da administração: 2.0CV: 1.500W Carga Total do Apartamento: 29.400W cada: 22.89kW 01 bomba de piscina 5.Administração 01 portão elétrico 1.57kW Carga Total da Administração: 66.884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .0CV: 4.

38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.Documento: 119 Procedimento 2.23 D2a = 80 × 4.42kVA .00kVA .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .42kVA 2 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.96 + 5.5 × 0.23 + + 1 1 1 D2a = 87.0 × 0.4 × 0.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.4 × 0.40kVA D2a = 80.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.40 1 D2b = 20.5 × 0.42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.23 2 × 3.23 5 × 4.06 + 1.

5.81kVA Maior Motor: 11.Demanda Referente a Motores Converter as potências.62kVA Total : 50.Documento: Categoria: Versão: D3 = 31.06kVA + 1.00 + 121.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.65kVA 10.40kVA – 6.02kVA 7.65kVA x 1 = 8.5CV x 1 = 8. D3 = (11. excluindo-se a administração do edifício.18kVA Dapt = 121.5) 4 .52kVA x 1 = 1.96kVA 3 . deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.54 = 39.11.87 N.81 . Maior Motor x Fator Demanda + Pot.52kVA 5. Portanto.02kVA x 1 = 6.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.54kVA Potência dos demais motores: 50.54kVA x 3 = 34. em kVA. de HP ou CV.0CV x 1 = 6.96 + 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .27kVA D3 = Pot.54 x 1.0CV x 1 = 1.0) + (39. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18.00) x 0.27 x 0.44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128. conforme tabela 4 1.0CV x 3 = 11.40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5.38kVA = 6.44kVA = 121.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.

42 + 6. a ligação deve ser independente das demais ligações.2 . do Corpo de Bombeiros. conforme mostrado na figura 1. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW. devem ter meios de combate a incêndio. etc.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado.76 + 52. de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio. estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15. hidrantes com utilização de bombas de recalque. o fornecimento é em baixa tensão. N. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão.04 Dg = 173.80kVA 15. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121. 15.. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico. através de extintores manuais. com medição própria.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .04kVA Concluindo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum.1 .44 + 31.18 Dadm = 52.Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”.

para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores. conforme GED 2855. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. além das instalações normais do prédio. conforme o capítulo 7. não pode ser interligado com outros circuitos. para efeito de determinação da sua forma de ligação. o fornecimento é em média tensão. o cliente deve providenciar. conforme estabelecido na NBR5410. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. N. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. potência. corrente de partida. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. 16. para transformadores até 300kVA. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão. Nesse caso. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão. No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio. Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. No caso de cabine mista. número de fases. O circuito do sistema de incêndio.

lojas e semelhantes Barbearias.00 1.00 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.00 0.00 para os primeiros 12kW 0.00 1. salões para exposição e semelhantes Bancos. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.00 1.40 para os primeiros 50kW 0.00 1.75 1.00 N.70 para o que exceder a 20kW 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 para o que exceder a 12kW 1.00 para os primeiros 20kW 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .20 para o que exceder a 50kW 1. TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios.

Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa. Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec. Indiv. Aquec.

000 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.000 2.000 N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .500 1.500 1.400 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.500 1.

77 0.44 72.73 0.65 1.65 190.18 499.1 8. 2.1 44.73.67 117.0 33.77 0.92 25.1 1.10 58.7 33.7 61.74 0.85 0.1 10.75 0.29 370.28 189.58 0.0 Fator de Potência Médio 0.65 22. preferencialmente.85 1.89 11.61 0.7 157.2 74.01 22.72 5.83 1.02 15.3 1.86 0. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.3 9.3 2.0 422.0 270.8 1619.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0.05 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .74 104.3 717.1 20.7 7.3 16.8 98.85 0.77 0.56 250.70 7.9 3.0 81.1 3458.9 6.7 1.85 0.2 2014.84 0.4 4.76 0.8 477.95 4.95 2.3 40.52 80.6 17.39 0.03 30.7 340.1 0.15 152.0 120.7 1288.84 0. os dados de placa dos motores.65 43.93 48.73 127.81 0.85 0.9 915. por 1.03 13.0 20. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .54 2.83 67.85 14.87 2.26 3. Utilizar.6 25.38 39.51 6.5 12.71 0.72 0.66 0.6 65.09 141.57 8.82 0.77 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 49.82 16.05 307.23 95.3 201.52 4. dividir os valores.66 0. 3.0 100.42 58. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.7 161.17 5.09 37.9 0.6 1095. em 220V.1 566.69 0.04 10.54 30.8 2521.

84 40.9 260 11.2 7.67 0.5 220 110 5. os dados de placa dos motores.66 5.97 27.4 47 24 0.1 63 33 1.0 13.90 1.18 11.0 18.5 132 68 3.56 14.67 2.11 6.0 145 7.2 210 9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 31 16 0. Utilizar.66 0.78 0.1 68 35 1.79 1.16 28.51 0.0 27 14 0.94 77.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.94 67.07 8.42 0.14 1.63 0.34 12.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.6 5.71 0. N.73 0. preferencialmente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS .1 3. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.0 408 Fator de Potência Médio 0.58 14.64 52.2 6.22 4. 2.80 0.35 21.72 16.31 11.79 0.9 330 13.7 96 48 2.67 0.83 0.4 10.81 1.9 3.73 0.07 37.77 7.80 0.17 2.

63 0.96 0.74 0.57 0.71 0.73 0.75 0.56 0.81 0.98 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.55 0.59 0.70 0.69 0.64 0.52 0.84 0.77 0.91 0.72 0.61 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.87 0.54 0.95 0.51 0.76 0.60 0.53 0.68 0.97 0.50 N.89 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.67 0.58 0.79 0.62 0.50 0.65 0.

EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112. 2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ. fornecidos pelos fabricantes. VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

N. de até 308kVA. Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco. Para demandas calculadas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1. conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855). pode ser aplicada esta tabela.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112. 2.

50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23. eletroduto embutido em alvenaria.6/1.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16.PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6. calha.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . moldura. e eletroduto embutido em alvenaria. e canaleta aberta ou ventilada.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18. (E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta).0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V . (B) Eletroduto aparente. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos.50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto.50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11. N.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) . (C) Fixação direta à parede ou teto.50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9. embutido direto em alvenaria.TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8.00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15. moldura.6/1. e bloco alveolado. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada. calha.0kV 0.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES .50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.

2. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. 5. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. 9.cm/watt (terreno normal). A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. 3. refere-se a cabos compactados. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1. sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. em bancos de dutos envelopados em concreto. e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável. 6. utilizar tabela do fabricante. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%. para instalação em eletroduto diretamente enterrado. Temperatura ambiente de 30oC. Para condutores com outro tipo de isolação. 8. ou com maneira de instalar diversa da especificada.cm/watt. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.73. 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado. Para tensão de 380/220V. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção. inclusive.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1. Para cálculo do eletroduto.5oC. N. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar. deve ser adotada a tabela do fabricante. para instalação não enterrada.

55 0.85 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.50 0.90 0.60 0.70 0.85 0.90 0.85 0.70 0.90 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .85 0.65 0.80 0.70 0.75 0.85 0.40 1.90 0.95 0.70 0.85 Notas: 1.95 0.85 0.70 0. 2.65 0. 3. não é necessário aplicar nenhum fator de redução.80 0.90 0.70 0.45 0.60 0.85 0.00 0. N. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1.90 0.50 0.85 0.70 0.90 0. uniformemente carregados.00 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.60 0.90 0.80 0.85 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.65 1.60 0. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo.65 0.85 0.55 0.65 0. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.55 0.70 0.75 0. OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.95 0.70 0.85 0.85 0.90 0.00 0.50 0.90 0.60 0.90 0.60 0.70 0.45 0.

90 0. 3. cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito.95 0. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras.90 0.90 2 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.85 0. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0.80 0. conforme prescrição da NBR-5410.80 0. para a aplicação desta tabela.85 0.85 0. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado. Para espaçamentos inferiores. 4.95 0. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo). somente devem ser usados cabos unipolares. Para instalação em bandejas ou prateleiras.85 3 0. XLPE ou PVC. dotados de cobertura.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS. isolados em XLPE.90 0.80 Notas: 1. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada. ou cabos unipolares.75 0. como mostrado acima. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas. isolados em EPR.85 0.80 0. os fatores devem ser reduzidos. 2.92 0. prateleiras ou suportes.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .95 0. sem cobertura.

2.450 .3 2.0 32.5 15.1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1.1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.200 .0 65.300 .0 20.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1.1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 . O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.250 .0 10. 3.5 4.0 12.73.16 Notas: 1. Para tensão de 380/220V.400 .0 48.0 16.5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1.1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1.150 – 160 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Os barramentos e os disjuntores acima. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases.0 Z% CONSIDERADO 3.0 7.350 .23 4.500 .600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112.175 . multiplicar os valores da demanda calculada por 1. A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V.225 .

As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. Os valores entre parênteses. Quando em fornecimento monofásico. 450/750V. 7.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1.1/4”) 50 (1. dois fios. 2. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores.BAIXA TENSÃO . Os demais deverão ser cabos. considerando-se as cargas equilibradas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. 5.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. 6. 3. 9. N. 8. fase-fase. DE PVC . O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. 4. poderão indicar bitolas maiores. indicados na coluna de carga instalada. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Se a carga predominante for motor.CONDUTORES EM mm2. para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. situação não padronizada. e o fornecimento será feito por sistema monofásico.

As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. Os demais deverão ser cabos.TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases.1/4”) 50 (1. DE PVC . poderão indicar bitolas maiores. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. 6.1/2”) Notas: 1. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. 450/750V. 7.CONDUTORES EM mm2. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Se a carga predominante for motor. A previsão de desequilíbrio de cargas.BAIXA TENSÃO . O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. 3. 2. N. ou os cálculos de queda de tensão. 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. considerando-se as cargas equilibradas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. 5. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas.

sendo que a seção dos mesmos. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA.8kV E 11. podendo ser adotado bitolas menores.9kV. 4. 13. parede 3. temperatura do condutor 90oC. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno. tripolares ou monopolares.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1kV. Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. cabo reserva e o neutro.1kV. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases. N. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes. DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1. um em cada duto. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste. 2. 5. 3. não pode ser inferior a 25mm2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido. com os diâmetros indicados na tabela. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23. os condutores devem ser de cobre.

28mm.16 0.1kV.192 9. seção útil de 76.8kV 11.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112.281 9. .87 0. 13. O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.53 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .085 6.342 12.8kV E 11. e na base de 50% do limite térmico.7mm.290 0.3mm.53 0. seção útil de 160mm2 e parede de 2. seção útil de 107mm2 e parede de 2.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N.127 15. VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5.5mm2 e parede de 2.35 0.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13.10mm.70 1.5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112.960 3/8 1/2 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23. 2.9kV .IPS 3/8 : diâmetro externo de 17.187 6. com elevação de temperatura de 20oC. .1kV 13.634 12.IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.680 0.535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0.2mm.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23. Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: .70 0.74mm.35 0.

40 0. Dc = diâmetro do cabo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0. t = taxa de ocupação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. A instalação dos eletrodutos.31 0.38 0. a distância entre caixas e outros detalhes.55 0.35 1. Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto.40 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . de acordo com a NBR-5410. devem ser. n = número de cabos no eletroduto N.53 0. no mínimo.40 0.30 0.40 0.

5 12 40 7.5 30 7.5 12 50 OBS: Aplica-se. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7. também. à máquina de solda a motor.5 10 40 7. TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR .5 15 50 OBS : Aplica-se.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . também. à máquina de solda a motor.5 25 5 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Alça da tampa.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO.7 3.2 1. Identificação dos cabos de entrada. massa calafetadora e bucha nos dutos .3 1. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV.5 1.9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1.4 3.2 3. 3. Folga no cabo. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL. braço de iluminação e derivações 1.3 2.5 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .6 3. Distâncias dos cabos em relação à rede secundária. de acordo com o projeto.2 2. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1.1 2.3 3.1 1.8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto. 1.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos. Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18.1 3. altura) 2 2.4 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 3 3. Circuito completo em um só duto.9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N. brita.6 1.10 Eletroduto (características.

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Nome do Empreendimento: Endereço:
ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

19 6.3 6.18 6.9 6.8 6.2 6. versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento.12 6. fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.16 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.5 6. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.14 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .13 6.6 6.11 6.17 6.15 6. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento.4 6.1 6.7 6.10 6.

30 6.40 6.35 6.43 Fixação e especificação dos cabos. Identificação dos quadros (quando houver mais de um).31 6.41 6.26 6. Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete).27 6.36 6. Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos.39 6. Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico).32 6.38 6.37 6.29 6.24 6. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.34 6.33 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.28 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6.23 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .21 6.25 6. Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1. bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.42 6.22 6.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. DESENHOS DES. 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.50 0.50 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .50 Data Publicação: 2.50 3.50 0.50 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0.20 Página: 119 Procedimento 2.50 1.50 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.20 1.50 0. 1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.20 3.20 1.50 0.50 0.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2. DIMENSÕES EM MILÍMETROS N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.

VISTA SUPERIOR N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo. 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. um de cada lado do poste/coluna. projetado para esforço igual ou superior a 500daN.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín .ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N. 7 – 1/2 . Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .

ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N. 7 – 2/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa. 8 – 1/2 . Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 .

ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 8 – 2/2 .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 . 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2.

MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 9 – 1/2 .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ENTRADA POR BAIXO N. 9 – 2/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2. A numeração deverá ser com gabarito número 6. colocar em seguida aos número. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela. Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. 3. N. escrever o nome da rua.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. afixada na cruzeta que sustenta as muflas. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Tinta recomendada: tinta à óleo. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL. Deverá ser instalado pelo particular. 4. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1. 5. 6. 8. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres. Quando a ligação for através de outra rua. abreviadamente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 7. antes do número.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. 12 – 1/2 .POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA. 12 – 2/2 . COM BARRAMENTO OPCIONAL N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL. 2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA. 13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL. ATÉ 2 TRANSFORMADORES. 13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N. 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ABAFADOR N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.ABAFADOR N.DETALHES . 15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .

15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo.20 metros. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4". 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme desenho acima. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega. 3. 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens. a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1. 2. N.

18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

alternativamente as chapas de aço galvanizada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. outros tipos de materiais. Fonte “Univers / Univers Bold” . Fonte “Univers / Univers Bold”. Unidade: mm.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Espessura: 1 mm. 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . caracteres/ margem – preto Munsell N1. Tamanho mínimo de 30 mm. margem – preto Munsell N1. desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. texto branco padrão Munsell N9.amarelo Munsell 5Y-8/12. Tamanho mínimo de 30 mm.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. 2) Material: chapa de aço galvanizada.7mm). Cor: preto Munsell N1. N. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala.5. Cor: fundo . OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

21. superior e traseira são fixadas com parafusos. Medidor padrão CPFL. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Instalada com rebite Pop. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos .4mm) Fixação dos cabos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Compartimento para cabos de entrada. 14. Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico. 12. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. Chapa de aço carbono14MSG (1. Niple bitola conforme cabos. 15. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. 10. com 5mm de espessura. Compartimento para barramento. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm. Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. Compartimento para medidores. Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1. 26. Proteção plástica para fixação dos cabos. 24. 27. 6. 23. 5. 3. 28. As chapas lateral. Fecho tipo triângulo. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. 16. 11. 17. 8. 7. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). N. 20. Sistema de dobradiça inviolável. 18. 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1.90mm) com trilho para fixação dos medidores. 2. 9. Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. Isolador botijão e castanha Epóxi. 25. Compartimento para distribuição da administração. Compartimento para chave geral. Barra de cobre seção retangular. 22. Compartimento para TC´s e medição da administração. 4. Conector vertical 90o (detalhe 3). Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 19.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .52mm). 13.

O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral. laterais. Para condutores de secção menor de 35mm2. a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios.90mm). 6. eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo.16MSG (1.14MSG (1. Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores. . sistema de combate à incêndio. 3.Portas. em baixa tensão. quando necessário.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 8. Espessura das Chapas de Aço Carbono: . os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor. Se para a medição. etc). fechamento superior. . 7. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos.Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm. sobre portas. Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2.52mm). N. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. através de porta apropriada. após o disjuntor geral. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal. em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4.Todos os perfis . 5. para possibilitar a instalação dos mesmos. As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas. traseiro e divisórias .

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. conforme NBR-5410:2004.

com limite máximo de 1% no quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004.

conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. N. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. N. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. conforme NBR-5410:2004.

26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES.

Item 6. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .4 .Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular.1 .2. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Item 12.14.14.0 03/05/2007 N. a mesma secção.2 .2.3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20. Item 8. pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2.Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines.2. Item 4.Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.4.Inserção de texto complementar.4 (Nota 2) . Item 10. Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4.4.2 .Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação.2(a) .1 .14.1. no mínimo. Item 4. Item 6.3. REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia.Inserção de texto complementar. Item 12.3 .Documento: Categoria: 119 Procedimento 2.1 (f) .3 . Item 10.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos.Inserção de texto complementar.

pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter.1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento.2. no mínimo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2. Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6. Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004. a mesma secção. etc). sistema de combate a incêndio.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício. Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. de 35mm² para 50mm².1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2.1 03/01/2008 medição em alvenaria. Desenho 26: Eliminação deste desenho. Item 6. N. Item 6.

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