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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 4. DEFINIÇÕES 4.1- Cabine Mista 4.2- Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras 4.3- Caixa de Distribuição 4.4- Caixa de Proteção e Manobra 4.5- Carga Instalada 4.6- Condomínio Fechado Horizontal 4.7- Demanda 4.8- Edifício de Uso Coletivo 4.9- Entrada de Serviço 4.10- Fator de Demanda 4.11- Loteamento 4.12- Lote 4.13- Ponto de Entrega 4.14- Ponto de Entrada 4.15- Posto de Transformação Abrigado 4.16- Quadro de Medidores 4.17- Ramal de Entrada 4.18- Ramal de Ligação 4.19- Unidade Consumidora ou de Consumo 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.1- Alimentação a Partir da Rede Secundaria com Ramal Aéreo 6.1.1- Ramal de Ligação 6.1.2- Ramal de Entrada 6.2- Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 6.3- Alimentação a Partir da Rede Primária 6.3.1- Entrada de Serviço

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7. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA 7.1- Fornecimento em Baixa Tensão 7.1.1- Monofásico - Dois Fios (Fase e Neutro) 7.1.2- Bifásico - Três Fios (Duas fases e Neutro) 7.1.3- Trifásico - Quatro Fios (Três Fases e Neutro) 7.2- Fornecimento em Média Tensão 8. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga 8.1- Condições Específicas 8.2- Localização 8.3- Tipos 8.4- Características Construtivas 8.4.1- Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais 8.4.2- Cabines Não Integrantes do Edifício 8.4.3- Cabines Integrantes do Edifício 9. TRANSFORMADORES 9.1- Dimensionamento 9.2- Características dos Transformadores Particulares 9.2.1- Transformador a Isolante Líquido 9.2.2- Transformador a Seco 10. PROTEÇÃO 10.1- Proteção em Média Tensão 10.2- Proteção em Baixa Tensão 10.2.1- Sobrecorrente 10.2.2- Subtensão 10.2.3- Sobretensão Temporária 10.2.4- Sobretensão Transitória (Surtos) 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO 11.1- Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista 11.2- Quadro de Medidores e Caixas 12. QUADRO DE MEDIDORES 12.1- Considerações Gerais 12.2- Caixa de Distribuição 12.2.1- Características Construtivas 12.2.2- Instalação de Caixas de Distribuição 12.3- Quadros de Medidores

13. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
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14. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA 14.1- Definições Gerais 14.2- Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora da Carga Instalada 14.2.1- Cálculo da Carga Instalada 14.2.2- Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW 14.3- Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14.3.1- Edificação de Uso Residencial 14.3.2- Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial 14.4- Aparelhos 14.5- Motores Elétricos 14.6- Aparelhos de Ar Condicionado 14.7- Equipamentos Especiais 14.8- Coeficiente de Simultaneidade 14.9- Exemplos 15. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.1- Considerações 15.2- Instalação da Medição 16. PARTIDA DE MOTORES 17. TABELAS 18. ANEXO 19. DESENHOS 20. REGISTRO DE REVISÃO

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consultar os dias e horários de atendimento através do 0800 010 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 010 25 70 (CPFLPiratininga) ou através do documento GED 6120.GED 4144 – Caixa de Medição Tipo T. .GED 239 – Critério para Atendimento a Aparelho de Raio X.GED 3668 . sendo que seu cumprimento exige a observação das disposições vigentes.br.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1.1.GED 1511 – Placa para Numeração de Postos da Rede de Distribuição.Desenhos (27 a 50). 1.GED 33 – Ligação de Autoprodutores em Paralelo com o Sistema de Distribuição da CPFL. .GED 4101 .GED 3978 . Os atendimentos são realizados via telefone ou pessoalmente nos locais determinados.Desenhos (1 a 26).2.3. . . N. . . quando aplicáveis.As seguintes normas. . 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 4 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . .GED 2686 – Poste de Concreto Armado para Entrada Consumidora.Volume 4.GED 4263 – Rede Primária Compacta 15kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 4103 – Rede de Distribuição Subterrânea – Simbologia para Projeto.GED 3735 – Projeto – Loteamentos e Núcleos Habitacionais. .GED 1509 – Placa para Identificação de Estruturas de Chaves Particulares. devem ser consultadas como complemento a esta: . .Outras normas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. .Volume 3 – Anexos. .Decretos .Volume 2 – Tabelas.Cabo Multiplesado Isolado para 15kV e 25kV.com.Normas da ABNT .GED 2856 .2 .Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Esta norma substitui as normas anteriores referentes ao assunto. INTRODUÇÃO 1.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV . . . .GED 2859 .Portarias e editais do CREA .Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios .Projeto Elétrico. . contidas em : .GED 237 – Critérios de Atendimento a Motores Elétricos de Indução.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Projeto de Rede de Distribuição – Terminologia. disponíveis site da Internet www.GED 238 – Critério para Atendimento a Máquina de Solda.GED 4102 – Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Civil.Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTbE) .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.GED 2858 . .cpfl.Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV .Resoluções da ANEEL .GED 2861 . disponibilizando uma cópia atualizada da mesma no site da empresa na Internet.1 . . Caso necessite de alguma orientação.GED 2855 – Fornecimento em Tensão Primária 15kV e 25kV – Volume 1.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se reserva o direito de alterar esta norma sem aviso prévio.Volume 4.GED 3842 – Numeração de Postos da Rede de Distribuição. . .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo . respectivamente. . .GED 4742 – Rede Primária Condutores Nus 15kV – Entrada de Cliente – Montagem. . .NBR-6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1kV até 36.GED 4345 – Rede Primária Condutores Nus 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.2kV – Especificação. . com rosca ANSI/ASME B1.GED 4318 – Rede Primária Compacta 25kV – Entrada de Cliente – Montagem.GED 6263 – Caixa de Distribuição Tipo V.NBR-14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1. 2. ambas designadas como CPFL-Paulista e CPFL-Piratininga.NBR-5598 . dimensionamento de equipamentos e requisitos mínimos para os projetos. bem como uniformizar os procedimentos para fornecimento de energia elétrica em tensões primária e secundária de distribuição a edifícios de uso coletivo. na área de concessão da Companhia Paulista de Força e Luz e Companhia Piratininga de Força e Luz.GED 6264 – Caixa de Distribuição Tipo W. Além disso.ANSI/NEMA CC3 – Conetors for use between aluminum or aluminum copper overhead conductors. .NBR-5597 . estabelece diretrizes para cálculo de demanda. com rosca NBR-6414.1.Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor.GED 4732 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento em Tensão Primária.0kV até 36. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo fixar as condições técnicas mínimas. .NBR-5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluídos – Requisitos e ensaios. .GED 4621 . .NBR-5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. .NBR-5361 – Disjuntores de baixa tensão. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 5 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . . .GED 6120 – Sistema CPFL de Projetos Particulares Via Internet – Fornecimento a Edifícios de Uso Coletivo. .GED 6262 – Caixa de Distribuição Tipo U. .2kV).NBR-NM-60898 – Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC 60898:1995). .Medição Agrupada para Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição.20.NBR-5370 – Conectores de cobre para condutores elétricos em sistema de potência – especificação. . .NBR-IEC-60947-2 – Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disjuntores.Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor. . .

7) A entidade mencionada em "a". devendo ser considerado uma só unidade consumidora.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.3) Que a propriedade imóvel de todas as parcelas do conjunto seja de uma pessoa física ou jurídica. b. considerados como uma só unidade consumidora. b.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 3. sujeito à homologação da ANEEL. deve manifestar a opção pelo fornecimento nas condições previstas neste artigo. b. a qualquer tempo. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica às instalações consumidoras de edifícios de uso coletivo residenciais.1) Que o conjunto esteja sob a responsabilidade administrativa centralizada da entidade incumbida da prestação de serviços comuns a seus integrantes. freqüência de 60Hz. não pode interromper.4) Que a demanda contratada para o conjunto seja igual ou superior a 500kW.2) Que a entidade. comerciais ou mistos. N. b. assuma as obrigações regulamentares e contratuais. b. prédios ou edificações residenciais ou comerciais não coletivas.9) O fornecimento nas condições acima depende da celebração de contrato escrito específico. referida no item anterior.6) Que as instalações internas de utilização de energia permitam a colocação. a serem ligados nas redes aéreas de distribuição em tensão secundária ou primária. b. suspender ou interferir na utilização de energia elétrica por parte dos integrantes do conjunto. se atendidas cumulativamente as seguintes condições: b. b) Fornecimento a conjunto com predominância de estabelecimentos comerciais. b. de aparelhos de medição individualizados para cada parcela do conjunto. b. Excluem-se desta norma: a) Fornecimento a indústrias.8) A entidade de que se trata em "a" .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 6 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5) Que o valor da conta relativa ao fornecimento ao conjunto seja rateado entre seus integrantes sem qualquer acréscimo.

deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. caracterizando um loteamento.Cabine Mista Cabine destinada a abrigar transformadores de propriedade tanto do consumidor quanto da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Nestes casos devem ser seguidas as diretrizes para atendimento a condomínios horizontais. c) Instalação em edifício coletivo comerciais ou misto e shoppings centers. 2859 e 2861. documento GED 3735.2.Caixa de Distribuição Caixa destinada a facilitar a execução das derivações de condutores. ou cabos oriundos de cabine primária com transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Deve ser exigido o cumprimento da presente norma em todas as instalações novas. com unidades consumidoras individuais. 2858. receber o ramal de entrada. as instalações existentes e que foram executadas seguindo normas anteriores. 4. 4.Caixa de Disjuntores das Unidades Consumidoras Caixa destinada a alojar os disjuntores das unidades consumidoras.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 7 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .10) O fornecimento de energia elétrica em um só ponto. 4. d) Edificações horizontais de uso residencial/comercial com via de acesso interno no empreendimento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. b. da concordância da concessionária. instalada após a medição. a conjunto de estabelecimentos comerciais varejistas com parcelas já ligadas individualmente. 2856. de característica não usual e. N. não abrangida por esta norma. sempre que as condições técnicas permitirem. portanto. DEFINIÇÕES 4. respeitando-se.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo b.1. depende além do preenchimento dos demais requisitos previstos nesse item. A aplicação desta norma deve obedecer a um critério progressivo. e alojar os disjuntores termomagnéticos tripolares e os barramentos de distribuição.3.11) As instalações devem ser projetadas conforme documentos GED 2855.

7. de uso comum e com acesso controlado. do ramal de distribuição principal.Demanda É a potência. 4. com ou sem área comum (condomínio). legalmente constituído. interligados ou agrupados. pode ser utilizado o documento GED 4621. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. podem ser considerados em conjunto ou isoladamente para aplicação desta norma. e que.6.Condomínio Fechado Horizontal Lotes ou residências de um local fechado por muro ou cerca. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga até a medição. bifásicas ou trifásicas.Edifício de Uso Coletivo Para aplicação desta norma. qualquer edificação que abrigue duas ou mais unidades consumidoras. em kVA ou kW. requisitada por determinada carga instalada. Em qualquer um dos casos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. 4.Entrada de Serviço São os conjuntos de equipamentos. 4. é considerado como edifício de uso coletivo e referido neste texto simplesmente como edifício ou prédio. N. Nota: Para edificações com até 12 unidades consumidoras (classificadas pelos critérios de carga instalada como consumidores a serem atendidos em baixa tensão) monofásicas. 4. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. do ramal alimentador da unidade de consumo e do ramal de entrada quando houver apenas uma caixa de medição coletiva.5.8.4.Caixa de Proteção e Manobra Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra do ramal alimentador da caixa de distribuição.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. por essa razão.9. com demanda total calculada de até 76kVA. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência.Carga Instalada É a soma das potências nominais em kW das cargas a serem ligadas ao sistema considerado. 4.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 8 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . pertencem à totalidade dos proprietários que ali residem. Podem ser prédios isolados.

de logradouros públicos ou prolongamento.2– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Secundária: É o ponto de conexão do ramal de entrada na rede de distribuição da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. Vide desenho 1. 4. 4.Ponto de Entrega É o ponto até o qual a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga se obriga a fornecer energia elétrica a consumidores em caráter permanente.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 9 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Vide o desenho 1. 5/7. com participação ou não nos investimentos necessários.Fator de Demanda É a relação entre a demanda máxima e a carga instalada. 4. ambas tomadas na mesma unidade.13. com a redação dada pela Lei no 9785. folhas 3/7 e 4/7 . ou Distrito Federal. condomínios fechados horizontais e loteamentos de prédios verticais.11.Lote Terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal.1– Entrada de Serviço Aérea em Tensão Secundária: É o ponto de fixação do ramal de ligação no(s) isolador(es) fixo(s) na fachada do prédio ou poste particular. devendo estar situado no limite da via pública ou recuado no máximo a 1(um) metro do limite da propriedade do consumidor com a via pública. nos termos do art. dentro dos parâmetros técnicos desta norma. folhas 1/7. O ramal de ligação não poderá atravessar propriedade de terceiros. Em conformidade com a Resolução da ANEEL no 456 de 29/11/2000. N. quando for o caso. modificação ou ampliação das vias existentes. com abertura de novas vias de circulação. Quando a conexão for no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.13. 6/7 e 7/7. de 29 de janeiro de 1999. Nesse contexto incluem-se os loteamentos urbanos. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. conforme legislação e prática de atendimento de mercado da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Loteamento Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação. o ponto de entrega tem a seguinte localização: 4. 2o da Lei no 6766.13. 4. incluindo o conector. de 19 de dezembro de 1979. tendo em vista que os mesmos são definidos pelo projetista/responsável técnico da obra.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 4. 2/7.10.12.

Vide o desenho 2. N. 4.3.14– Ponto de Entrada (numa edificação) Ponto em que uma linha externa penetra na edificação. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico. o “ponto de entrada” pode ser considerado como o ponto em que a linha penetra no compartimento de acesso à edificação (hall de entrada).com.com.Em cabines mistas com transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e de particulares. b) Para unidades consumidoras atendidas em média tensão. 4.com.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 10 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1. Sendo que.13. 4.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. deve-se consultar à COMGÁS (site www.comgas.br e/ou cadastroderede@comgas.3. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada. em função dos cabos utilizados pelo projetistas/responsável técnico.2. 4. Vide GED 2855. há dois pontos de entrega: a) Para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão.com. o ponto de entrega é no borne secundário do transformador da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. no caso das linhas elétricas de energia. ou seja. não se deve confundir “ponto de entrada” com “ponto de entrega”. sendo a mufla de entrada de responsabilidade do consumidor. Sendo que.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. No caso de edificações com pavimento em pilotis (geralmente o térreo) e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento em pilotis. o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade.13. deve-se consultar à COMGÁS (site www.comgas.br e/ou cadastroderede@comgas. Em particular. Nota: Não será permitida entrada de serviço aérea em tensão primária. A referência fundamental do “ponto de entrada” é a edificação. o ponto de entrega é na conexão do ramal primário subterrâneo de entrada na rede de distribuição da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.Em cabines com somente transformadores da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga: o ponto de entrega é no borne secundário deste equipamento. o empreendedor deverá fornecer os terminais/conetores adequados aos cabos do ramal de entrada.3– Entrada de Serviço Subterrânea em Tensão Primária: Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.13.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 11 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . DISPOSIÇÕES GERAIS 5. 4. 13 e 14. o interessado deve seguir os procedimentos apresentados no documento GED 6120.1. instalados pelo cliente.Ramal de Ligação São os condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de conexão na rede da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e o ponto de entrega. pára-raios e demais acessórios. sala. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. 4. Vide desenhos 12. outra referência indissociável de “ponto de entrada” é o “barramento de eqüipotencialização principal” (BEP). 4. localizado junto ou bem próximo do ponto de entrada.A liberação do projeto pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.15.Quadro de Medidores Quadro destinado à instalação de medidor de energia e acessórios.16. loja.17. individualizado pela respectiva medição de energia. 4. administração ou conjunto destes elementos de um só proprietário. 5. apartamento.2.19.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Além da edificação em si.Unidade Consumidora ou de Consumo Nos edifícios é considerado como unidade consumidora.Posto de Transformação Abrigado É o conjunto constituído pelo transformador. instalados no interior de um recinto fechado (cabine). não transfere a responsabilidade técnica a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga quanto ao projeto e execução das instalações elétricas particulares. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. cada escritório. bem como o atendimento ao pedido de ligação. 4.Ramal de Entrada São os condutores e acessórios.Para dar início ao processo de ligação da unidade consumidora. chaves de proteção em média tensão. Esta responsabilidade técnica é regulamentada e exigida pelo CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. bem como dos dispositivos de proteção geral e individual.18. 5.

5."Instalações Elétricas de Baixa Tensão" e NBR-14039 – “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1kV a 36. providenciará às expensas do consumidor. que. à revelia da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.6. a serem utilizados nas instalações elétricas até a primeira proteção após a medição. for constatado que determinados aparelhos ou cargas ocasionam perturbações não toleráveis ao serviço regular de fornecimento a outras unidades de consumo. Recomenda-se ainda. não serão ligados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.8. bem como autorizações ou aprovações dos órgãos públicos nos casos aplicáveis. é facultado à concessionária exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: a) a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. ou se o consumidor utilizar na unidade consumidora. devem atender às normas NBR vigentes e possuir certificação INMETRO. separando os circuitos N. obedecendo a uma das condições seguintes: a) Instalar uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico.Em tensão secundária de distribuição não é permitido o paralelismo de geradores de propriedade do consumidor com o sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Mesmo quando.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5.2kV”. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. 5.Os consumidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 12 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. com intertravamento mecânico. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. e b) o ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. devendo. somente pode ser ligada após a prévia concordância da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que neste caso. a observância da norma NBR-5410 .3.4.Os materiais e equipamentos.Toda obra civil e/ou elétrica somente deve ser iniciada após o projeto receber o visto e liberação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. apresentar o respectivo projeto.5. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. comprovadamente. destinadas à correção dos efeitos desses distúrbios.7. cujas instalações não estiverem em conformidade com esta norma. em caso de haver geração própria. 5. 5. depois de efetuada a ligação da unidade consumidora. após o dispositivo de proteção geral. 5. alterações no seu sistema elétrico.Toda instalação ou carga que ocasionar perturbações ao serviço regular de fornecimento a outras unidades consumidoras.

Qualquer parcela do conjunto. a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e sob responsabilidade do consumidor.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 13 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . em tensão primária nominal padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. 5.A ligação do edifício a partir da rede secundária é trifásica na tensão nominal de 220/127V. e a cada unidade consumidora.16. conforme Anexo I do documento GED 3668.A entrada de serviço que. com exceção das cidades de Lins e Piratininga.12. em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento do terreno ficar em propriedade de terceiros. b) Construir um circuito interno independente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo alimentadores do sistema da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.10. 5. de modo a impossibilitar o paralelismo entre a geração particular e o sistema da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. pode ser atendida diretamente pelo concessionário desde que haja pedido neste sentido.A área de administração do edifício (incluindo o sistema de prevenção e combate a incêndio) é considerada uma única unidade consumidora. é passível de correção no seu todo ou em parte. e que sejam satisfeitas as condições regulamentares e técnicas pertinentes.11. freqüência de 60Hz. 5. são instalados por ela em quadro de medidores adquiridos e montados pelo consumidor em local de fácil acesso. e na freqüência de 60Hz.15. 5. ventilação e condições de segurança adequadas. de acordo com os critérios de fornecimento estabelecidos no capítulo 6. com potência instalada superior ao limite mínimo estabelecido para atendimento em tensão primária de distribuição. interessados em paralelismo com o sistema 15kV ou 25kV devem consultar o documento GED 33.A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga fornece energia elétrica a cada edifício. de acordo com o estabelecido no capítulo 7. 5. com neutro solidamente aterrado.9– Os consumidores autoprodutores.14.A ligação do edifício a partir da rede primária é trifásica. N. 5. do gerador particular.Os medidores e equipamentos de medição de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.13. 5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 5. neutro solidamente aterrado. cujo fornecimento é em 380/220V. com iluminação. cujas cargas sejam alimentadas unicamente pelo gerador particular.

sendo imprescindível o uso de luvas de borracha isolante. O neutro. no caso de existir geração própria. Outros detalhes por ventura existentes. classe 1 em instalações de 15kV e de classe 3 em instalações de N. 5. 5.5PB-4/10) Fase “B” – cor branca (antiga fase C) (MUNSELL N9.A instalação será definitivamente energizada. e se coberta por ART de execução assinada por responsável técnico habilitado. conforme NR-10 da Portaria 3214/Mtb/78. 5.21– Sempre. nas extremidades. deve-se estanhar suas pontas ou utilizar terminais tipo “ilhós”.20– Os afastamentos dos barramentos de baixa tensão. 5. a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga examina o projeto das instalações até à proteção instalada após a medição (cabine e quadro de medidores). habilitado e autorizado pelo responsável técnico das instalações. conforme abaixo: Fase “V” – cor vermelha (antiga fase A) (MUNSELL 5R-4/14) Fase “A” – cor azul escuro (azul Royal) (antiga fase B) (MUNSELL 2. não são examinados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.5) Os barramentos devem ser identificados com faixas de tinta a óleo ou esmalte.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 5.19– Os cabos e barramentos de fase devem ser identificados.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 14 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . se for executada de acordo com esta norma e projeto liberado. 5. após vistoria da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.24. por cores distintas.Recomenda-se cuidados especiais na observância das normas de segurança de pessoal. 5.Casos especiais.A operação de equipamentos de proteção ou manobra deve ser feita por pessoal técnico qualificado. não especificados nos desenhos constantes desta norma. até o barramento do quadro de medidores. 5. ficam condicionados à liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. e detalhes do acesso às chaves reversoras. prevendo condições diferentes das mínimas exigidas por esta norma. quando em cabo deverá ter sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro e em barramento deverá ser identificado através de fita.22. desde o ponto de entrega. instalações elétricas das unidades consumidoras. quando da utilização de cabos com classe de encordoamento superior a 2 (extra-flexíveis).De um modo geral. proteção das instalações contra agentes externos e de preservação do meio ambiente. tinta a óleo ou esmalte na cor azul claro. devem atender a uma espaçamento entre si.18.23. tais como. e os cabos através de sua própria cobertura ou fita. de no mínimo 150mm.17.

Edifício com Demanda Calculada superior a 300kVA e todas as unidades consumidoras do prédio possuírem carga instalada inferior ou igual a 75kW. seguindo os critérios do item 6. conforme disposto no item 6. o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. conforme disposto no item 6.Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal Aéreo A alimentação de edifícios de uso coletivos preferencialmente será a partir da rede secundária da via pública.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.3. e) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 112.Edifício que possua unidade(s) consumidora(s) com carga instalada superior a 75kW e alimentado a partir da rede primária. as instruções para operação das chaves e disjuntores de 15kV ou 25kV.2. c) Edifícios residenciais com Demanda Calculada superior a 400kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. CRITÉRIOS DE FORNECIMENTO 6.5kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. documento este disponível no endereço internet www. b) Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 200kVA até 400kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.5kVA até 225kVA: neste caso o atendimento será através de 2 ramais de ligação aéreo em paralelo ou ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. para os quais o responsável técnico deve realizar Consulta Preliminar.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 15 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .br.com.26. d) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada igual ou inferior a 112.2. N. 5. deve consultar o documento GED 4732 e verificar os limites estipulados. e bastões adequados para trabalhos em 15kV ou 25kV conforme a tensão da instalação.br.cpfl. Devem também ser afixadas em local bem visível. Abaixo apresentamos as condições para atendimento com ramal aéreo: a) Edifícios residenciais com Demanda Calculada igual ou inferior a 200kVA: neste caso o atendimento será através de um ramal de ligação aéreo. 5. sendo que o projetista particular poderá optar por atendimento através de ramal de ligação aéreo. 6.2.1. documento este disponível no endereço internet www. com ramal de entrada subterrâneo.25.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 25kV.com.cpfl.

sendo que os circuitos internos da instalação deverão ser independentes e deverá ser preenchido pelo responsável técnico e proprietário das instalações “Termo de Responsabilidade Consumidor do Grupo A”. com tipo de altura de 30mm. esta(s) recebe(m) em tensão primária através de ramal de entrada subterrâneo e as demais em tensão secundária. entrar pela frente do edifício.2. constante do documento GED 6120. g) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada superior a 300kVA: neste caso o projetista particular deverá solicitar atendimento através de ramal de ligação subterrâneo em tensão primária e atender as diretrizes do item 6. h) Edifícios de uso coletivo para atendimento a clientes em baixa tensão em que haja uma ou mais unidades de consumo com carga instalada acima de 75kW.3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 16 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . deve ser localizada de modo a obedecer as seguintes condições: a) Partir de um poste da rede de distribuição. com condutores e acessórios de sua propriedade. através de placa de alumínio. junto ao(s) ramal(is) de entrada subterrâneo(s). no alto do poste. gravado em baixo relevo. Devem tais entradas estarem situadas no mesmo logradouro em postes contíguos. d) Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT.1. na propriedade particular. Nota: No caso acima. b) Não cortar terrenos de terceiros. N. deverá ser feita a identificação.Ramal de Ligação São dimensionados e instalados pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. sendo um em tensão primária para atendimento a cliente(s) em média tensão e outra em tensão secundária para atendimento a cliente(s) em baixa tensão. informando da existência de outra alimentação do edifício/prédio. Neste caso haverá uma segunda entrada em média tensão. 6. com os dizeres: “ATENÇÃO: HÁ OUTRA ALIMENTAÇÃO À EDIFICAÇÃO”. A fixação do ramal de ligação em baixa tensão aéreo. c) Preferencialmente. conforme disposto no item 6. Tal identificação deve ser legível e indelével.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1. O edifício será atendido por no máximo 2 ramais de entrada em pontos distintos e isolados elétrica e fisicamente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo f) Edifícios comerciais ou mistos com Demanda Calculada maior que 225kVA até 300kVA: neste caso o atendimento será através de ramal de entrada subterrâneo à partir de poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. e executado conforme desenho 3.

e uma distância vertical igual ou superior a 2. a partir de poste particular. h) Obedecer ao vão máximo de 30m.20m desses pontos na horizontal. o ramal de ligação deve situar-se.2. no mínimo. c) Os cabos devem ser sempre dimensionados e instalados pelo cliente. terraço ou varanda (Vide desenho 1 – 7/7). f) Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma que. deve atender às premissas de instalação do mesmo.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 17 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .50m abaixo do piso da sacada.. próximo ao eletroduto/tubo de entrada. g) Havendo cruzamento com cabos e fios isolados de comunicação.1. deverá apresentar a devida ART pelo projeto e construção dos mesmos.1. a 1. telhados. para amarração da escada.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.5m no cruzamento de ruas e avenidas. Nos casos de postes/colunas moldados no local.1. coluna/poste particular moldado no local ou fachada do prédio. citadas neste item.Ramal de Entrada A instalação do ramal pode ser subterrânea ou não. dimensionados conforme a tabela 11.00m. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. N. No caso do ponto de ancoragem na fachada. sendo os mesmos e os acessórios de sua propriedade. entrar pela frente do edifício. deve ser instalado olhal chumbado na parede. o responsável técnico. etc.Ramal de Entrada Não Subterrâneo Ramal de entrada não subterrâneo.50m acima ou 0. devendo manter sempre um afastamento mínimo de 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo e) Não ser acessível de janelas. quando o cabo for nu. 6. i) Poste. para o ramal de ligação. sua altura mínima em relação ao solo ou piso seja de 5. e limitados a cabos de até 185mm2. 6. Coluna/Poste Moldado no Local e Fachada do Prédio: A altura do poste. Os postes e colunas/postes moldados a serem utilizados devem atender à tabela 21 e ao especificado no documento GED 2686. b) Condutores: Cabos singelos de cobre. sacadas. devem possuir isolação mínima para 750V. bem como posicionar o ponto de entrega à altura mínima de 6 metros com relação ao solo (vide desenho 1). a 0.60m acima deste e. no ponto de flecha mais baixo. coluna ou ponto de ancoragem na fachada do prédio. deve obedecer as seguintes condições mínimas: a) Preferencialmente.

NBR 5598 ou NBR 5580. f) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. classe A ou B. etc. triplicado.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 18 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . k) Não é permitido emendas dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos. todos os quesitos citados no item 6. m) Não é permitido curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo.1. ter a mesma bitola do cabo de fase.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo d) O cabo de neutro deve ser isolado. e podem ser de PVC rígido. com circuito único.2. salvo garantia expressa dos fabricantes. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. para evitar a entrada de água. na coluna/poste particular moldado no local ou na fachada do prédio deve possuir curva de 135 ou 180 graus. Em fachadas do prédio devem ser embutidos na alvenaria. rosqueável. l) Não é permitido qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos/tubos e caixas de passagem. A extremidade do eletroduto/tubo no topo do poste particular. i) Os eletrodutos/tubos de descida podem ser instalados externamente ao poste/coluna ou embutidos nos mesmos. e) O ramal de entrada será limitado a cabos de até 185mm2. três fase e neutro.2 devem ser atendidos. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente conforme NBR 5597. duplicado. eqüidistantes e no mínimo 3 bandagens. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada nos desenhos 5 e 6. ou terminal externo (cabeçote). h) Os eletrodutos/tubos são dimensionados conforme a tabela 18. g) No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores. A curva ou terminal externo (cabeçote) deve ser instalado na posição indicada no desenho 3. observando-se que os cabos devem ser de mesmas características (bitolas. N. j) O eletroduto/tubo externo deve ser preso ao poste/coluna através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. devem conter circuitos completos. etc. isolação.).

A interligação do eletroduto/tubo de descida à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC de igual diâmetro ao do eletroduto/tubo e envelopada em concreto.1. deve-se consultar à COMGÁS (site www.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.comgas. com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2.1-h. O diâmetro mínimo interno é de 40mm.60m.1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 19 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 6. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água.2– Alimentação a Partir da Rede Secundária com Ramal de Entrada Subterrâneo a partir de Poste da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. b) Caixa de Passagem: Em cada curva dos eletrodutos/tubos superior a 30 graus.com. baseados nos cálculos da demanda conforme o capítulo 14. d) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo. c) Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0.com. N.comgas. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6.com.Ramal de Entrada Subterrâneo Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas. ou tubo corrugado flexível de polietileno. devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: a) Condutores: Cabos singelos de cobre.1. dimensionados conforme tabela 11.1. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. com altura de 200mm.com.3. para drenagem de água. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. e limitados a cabos de até 185mm2. podendo ser de tubo de PVC envelopado em concreto. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto.br e/ou cadastroderede@comgas.2.br e/ou cadastroderede@comgas.2. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. Vide desenho 4. de seção circular.6/1kV. deve-se consultar à COMGÁS (site www.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. é obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. além das diretrizes citadas no item 6. Ramal de entrada subterrâneo. Para até 4 cabos de até 95mm2. isolados para 0. com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC.2.

• Partir de um poste da rede de distribuição.1. salvo garantia expressa dos fabricantes. indicado pela CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. • emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. • No caso de existir trecho de ramal de entrada subterrâneo instalado conforme item 6. pela adoção de entrada subterrânea para a instalação consumidora. entrar pela frente do edifício.2. todos os quesitos citados no presente item devem ser atendidos. com limite máximo de 1% entre o ponto de entrega e o quadro de medidores. N. a mesma pode ser construída pelo cliente. exceção se faz quando o edifício é atendido por ramal de entrada subterrâneo partindo de poste da concessionária e ligado diretamente ao borne do transformador ou atendido por transformador da concessionária instalado em cabine. devendo obedecer as seguintes condições mínimas: a) Geral • O atendimento está limitado a uma Demanda Calculada de até 400kVA para edifícios residenciais e 300kVA para edifícios comerciais ou mistos. instalados em eletrodutos distintos. e executado conforme o desenho 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Toda a solicitação de alimentação através de entradas subterrâneas do poste da concessionária deverá ser submetida à apreciação da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. sendo de sua propriedade. Após definição através do estudo de viabilidade. • Não cortar terrenos de terceiros. através de pedido de estudo de viabilidade via site de projetos particulares.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 20 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . • O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão em referência à tensão nominal de fornecimento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. • Preferencialmente. neste caso é permitida queda de tensão de 3% entre o ponto de entrega (borne do transformador) e o quadro de medidores.1. duplicado ou triplicado de cabos será limitada a cabos de até 240mm2. b) Não é permitido: • instalação de cabos diretamente enterrados no solo. • O atendimento através de entrada subterrânea com circuito único. • curvas dos cabos com raio inferior a 12 vezes o seu diâmetro externo.

com isolação de polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno propileno (EPR) ou cloreto de polivinila (PVC especial) dotados de cobertura de PVC. e deve ter declividade mínima de 1% entre caixas para permitir escoamento de água. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm. Deve ser preso ao poste na posição indicada no desenho 4. no máximo.3. c) Condutores • Cabos singelos de cobre. Para até 4 cabos de até 95mm2. em número de 3.6/1kV. Devendo também serem atendidas as seguintes condições: N. conforme NBR 5597. O eletroduto/tubo deve ser de aço-carbono zincado por imersão a quente. NBR 5598 ou NBR 5580.1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. podendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3.0mm no mínimo. isolados para 0. O diâmetro mínimo interno é de 40mm. instalados conforme a construção indicada no desenho 4. d) Eletroduto e Caixa de Passagem: • Eletroduto/Tubo Externo: O eletroduto/tubo de descida junto ao poste da CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga pode ser.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de três eletrodutos num mesmo poste. ambos envelopados em concreto. • utilização de poste que tenha instalado religador. haverá a exigência de construção de banco de dutos conforme indicado no item 6. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra.60m. para evitar a entrada de água. e envelopada em concreto. A interligação desse eletroduto à caixa de passagem deve ser feita com curva de PVC. Nota: Em caso de necessidade de utilização de mais de um duto. Os eletrodutos/tubos externos devem ser dimensionados conforme a tabela 18. de 2 em 2 metros e no mínimo 3 bandagens. • Duto Enterrado: deve ser instalado à profundidade mínima de 0. Todos os cabos do mesmo circuito (fases e neutro) devem ser instalados no mesmo duto. Vide desenho 4. conforme tabela 11. com altura de 200mm. insetos e etc. de seção circular. através de cintas ajustáveis ou amarração com arame zincado no 12BWG e bandagens de 5 voltas. de igual diâmetro.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 21 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . devendo as extremidades serem vedadas com massa calafetadora. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. • Caixa de Passagem: É obrigatória a instalação de caixas de passagem com dimensões internas mínimas de 800mm x 800mm x 1200mm. e cada eletroduto deve conter circuitos completos (três fases e neutro). com tampa de concreto ou metálica e fundo falso com pedra britada no 2 para drenagem de água.1-h.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 1) a 0. quanto à possibilidade de atendimento a partir da rede secundária. 6.br e/ou cadastroderede@comgas. Sugerimos que sempre que for ser realizado ou programado um serviço de escavação ou construção em vias públicas.br) e/ou empresa fornecedora de gás encanado de sua região. Edifícios residenciais com Demanda Calculada maior que 300kVA até 400kVA.1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.comgas. conforme item 6. 2. a partir da divisa com a via pública deve ser instalada uma caixa a no máximo a cada 50m de duto. 6. podem ser atendidos a partir da rede primária em função da opção do projetista. quando a Demanda Calculada for superior a 400kVA. quando a Demanda Calculada for superior a 225kVA.Alimentação a Partir da Rede Primária A alimentação do edifício será a partir da rede primária da via pública.3 .com.com. Caso hajam clientes com carga instalada superior a 75kW deverá ser construída cabine mista ou cabine exclusiva para o transformador particular.Entrada de Serviço A entrada de serviço deve ser subterrânea. 3) dentro da propriedade particular. b) Em caso de edifícios comerciais ou mistos.1 . 2) nos pontos em que houver ângulos nos dutos iguais ou superiores a 30 graus. exceto para edifícios contendo cabine exclusiva para atender consumidor(es) com carga instalada acima de 75kW e que não seja parte integrante da edificação. Em caso de Demandas Calculadas superiores e próximas aos limites acima estabelecidos.3. Em casos em que não seja possível a instalação desta caixa devem ser atendidas às prescrições da NBR-5410.50m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea. exceção se faz quando houver implicações com determinações de prefeituras ou autarquias. Notas: 1. o projetista particular deve realizar Consulta Preliminar conforme procedimento constante do documento GED 6120. a qual também pode ser aérea atendendo ao documento GED 2855. deve-se consultar à COMGÁS (site www.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 22 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. sendo nestes casos a obrigatoriedade das caixas dentro da propriedade do cliente próximo ao seu limite com a calçada. quando atendida uma ou mais das seguintes condições: a) Em caso de edifícios residenciais.

• Não cortar terrenos de terceiros. ou um ramal de entrada subterrâneo.3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Entrada de Serviço Subterrânea a) Para edifícios com demanda calculada até um total de 1000kVA. num total acima de 1000kVA e. para atendimento aos clientes individuais com carga igual ou inferior a 75kW. • Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo internamente aos eletrodutos. • Identificar as fases dentro e fora da cabine. em que haja consenso com a CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga. entrar pela frente do edifício. nos ditames da resolução 456 da ANEEL. para tanto o projetista deve atender aos critérios estabelecido pelo GED 2855 para dimensionamento e instalação deste ramal. em condomínio. não abrangida por esta norma. o projeto deverá prever a construção de cabine mista. a CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga instala o ramal de ligação subterrâneo. • Respeitar as leis dos poderes públicos e ABNT. e havendo interesse em compartilhar o mesmo espaço físico. e executado conforme documento GED 2855. visando uma agilização do processo de interligação a rede. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 6. deve obedecer as seguintes condições: • Partir de um poste da rede de distribuição. deve ter tratamento especial e liberação prévia da Engenharia Centralizada da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. c) No caso de unidades consumidoras com carga instalada acima de 75kW.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 23 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . devendo o projeto deste trecho ser elaborado conforme documento GED 2855. b) No caso de edifícios com demanda calculada para atendimento aos clientes com carga igual ou inferior a 75kW. • Preferencialmente. d) Um ramal de ligação. havendo também a hipótese de compartilhamento de transformadores entre clientes alimentados em média tensão. portanto. O empreendedor tem a opção de instalar o ramal de ligação.1 .1. e) Não é permitido: • Instalação de cabos diretamente enterrados no solo. • O ramal deverá constituir-se de apenas um condutor por fase. sendo de sua responsabilidade. Deve possuir um ramal de entrada (entrada de serviço) subterrâneo exclusivo. para os seus postos de transformação.

ficando a liberação da ligação condicionada a quitação da referida diferença. conforme desenho 4. Para efeito da determinação do tipo de fornecimento. com diâmetro conforme a tabela 15. religador. g) Eletrodutos e Caixa de Passagem conforme GED 2855.Dois Fios (Fase e Neutro) N. se distinguem os tipos de fornecimento indicados a seguir. chave de manobra em carga ou outro equipamento de manobra. • Derivação em poste com transformador.2. Para cada duto utilizado com um circuito alimentador deve ser previsto um duto reserva.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • mais de dois eletrodutos num mesmo poste. h) Bancos de Dutos Subterrâneos: Devem ser instalados à profundidade mínima de 0.1 . haverá a cobrança da diferença de preço do medidor. 7. de acordo com a situação local.60m. de seção circular. conforme padronização disposta no GED 3978. a carga instalada deve ser sempre arredondada para a unidade em kW superior.Fornecimento em Tensão Secundária (Baixa Tensão) 7.1 . devendo ser de tubo de PVC rígido com parede de 3. em que somente será permitido um ramal por poste e portanto apenas um duto. TIPOS DE FORNECIMENTO A UNIDADE CONSUMIDORA Dependendo da carga instalada e das características de cada aparelho. O condutor reserva deverá ser mantido energizado. 7. devendo também ser instalado condutor reserva de mesma característica e instalação em poste conforme GEDs 4263. f) Condutores de 35mm² ou 70mm² (para conexões às redes de distribuição de classe 15kV) e 50mm² (para conexões às redes de classe 25kV).1. devendo ser instalada placa de advertência na mufla de entrada na cabine informando sua condição de cabo energizado.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ambos envelopados em concreto.0mm no mínimo. devendo ser calculada conforme o item 14. 4345 e 4742. Caso haja solicitação/projeto de atendimento em padrão superior ao fixado pelos limites estabelecidos por esta norma (exemplo: carga aptos = 10 kW e medição bifásica). sendo que a mesma deverá ser paga pelo proprietário do empreendimento. ou tubos corrugados flexíveis de polietileno. exceção se faz em redes de distribuição de classe 25kV.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 24 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Monofásico . com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%. 4318.

Também está incluída neste tipo de fornecimento. o dimensionamento deve ser feito conforme GED 13.Três Fios (Duas fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 12kW até 25kW para tensão de fornecimento 127/220V.Quatro Fios (Três Fases e Neutro) Aplicado à instalação com carga instalada acima de 25kW até 75kW para tensão de fornecimento 127/220V.2 . Para esse tipo de fornecimento.Trifásico .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 25 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo que a limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. até 15kW para tensão de fornecimento 220/380V. está indicada na tabela 19 ou 20. 7. exclusivamente. sendo que para os apartamentos e/ou lojas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Aplicado à instalação com carga instalada até 12kW para tensão de fornecimento 127/220V. 7. unidade consumidora com carga inferior a estipulada no item 7. com potência superior a 1500W. basta o cliente relacionar as cargas. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor. acima de 15kW até 25kW. Para efeito de definição do tipo de fornecimento. nesse caso. para tensão de fornecimento 220/380V. que possua aparelhos de Raio X ou máquina de solda a transformador. ou da classe 220V com mais de 10kVA.1.1. e exclusivamente na tensão de fornecimento 220/380V nas cidades de Lins e Piratininga. exclusivamente.1. Não é permitida a ligação de: N.1. está indicada na tabela 19 ou 20. o cliente deve relacionar as cargas e fornecer o cálculo da demanda prevista. • aparelhos de Raio X da classe de 220V. Não é permitida a ligação de máquina de Raio X ou máquina de solda a transformador. sendo que a somatória das mesmas deve ser inferior ou igual a 12kW para tensão de fornecimento de 127V e de 15kW para tensão de fornecimento de 220V. e nas cidades de Lins e Piratininga. Basta o cliente relacionar as cargas instaladas. e nas cidades de Lins e Piratininga.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Não é permitida a ligação de: • máquina de solda a transformador classe 127V com mais de 2kVA.Bifásico .3 .

Fornecimento em Média Tensão Neste tipo de fornecimento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. e 7. ventilação e segurança. o fornecimento à unidade consumidora será em média tensão. e na freqüência de 60Hz. ou trifásicos com potência superior a 20kVA. em local de fácil acesso. na área de concessão da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga. da classe de 220V com mais de 10kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. destinada à instalação de equipamentos de transformação e outros. Para a partida de motor trifásico. está indicada na tabela 19 ou 20. 8.1 . deve ser usado dispositivo que limite a corrente de partida a 225% de seu valor de corrente nominal. com partida direta. com potência superior a 30kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 26 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . em tensão primária padronizada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para cada município de sua área de concessão. POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM EQUIPAMENTO DA CPFL-PAULISTA OU CPFL-PIRATININGA 8. inclusive. para a tensão de 220/127V. pertencentes à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. a medição é efetuada na média tensão.5CV para tensão de 380/220V. indireta. Para dimensionamento da área/espaço destinado a alojar o(s) transformador(es) da concessionária. • Para transformador particular acima de 300kVA. e a medição obedece a um dos critérios abaixo: • Para transformador particular até 300kVA. a medição pode ser na baixa tensão. A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor.Condições Específicas Em caso de construção de posto transformação. com capacidade superior aos limites acima estabelecidos. a ligação da unidade consumidora é trifásica. conforme disposto no documento GED 2855. o mesmo deve ser executado pelo cliente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • máquina de solda a transformador da classe 127V com mais de 2kVA. 7. conforme disposto no documento GED 2855. sendo o dimensionamento dos transformadores definido no capítulo 9.2 . com condições adequadas de iluminação. adotar a potência do equipamento igual à demanda em kVA de projeto para atendimento às N. Acima de 75kW de carga instalada. Permite-se a ligação na rede secundária de distribuição. de motores elétricos trifásicos de potência individual até 5CV. • aparelhos de Raio X da classe 220V com potência superior a 1500W. conforme anexo I do documento GED 3668.

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unidades consumidoras com carga instalada inferiores ou igual a 75kW, cujo cálculo é de inteira responsabilidade do projetista, ou seja, o transformador previsto deve ser considerado para atender a própria demanda calculada. Esta sistemática aplica-se exclusivamente para dimensionamento dos cubículos dos transformadores da concessionária, sendo que a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga utiliza transformadores de no máximo 500kVA. Se uma ou mais unidades de consumo tiverem cargas instaladas superiores a 75kW, estas unidades devem ter transformadores e instalações particulares que podem ou não ser localizadas dentro do mesmo posto de transformação, ao lado dos transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga que alimentam as demais unidades consumidoras. Nesse caso os equipamentos devem ser instalados em compartimentos individuais. Cabines com os transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem possuir pelo menos, um compartimento individual de 2,0m x 2,6m além do necessário, para futuros aumentos de carga. Vide desenho 14. No caso de unidades consumidoras com transformação própria, essa previsão ficará a critério do particular. 8.2 - Localização A localização deve atender as premissas a seguir, sendo que em qualquer caso, é obrigatória a facilidade de acesso para o pessoal da CPFL-Paulista ou CPFLPiratininga e para eventual troca de transformador com potência prevista de até 500kVA: a) Sendo isolada do edifício principal a, sua localização deve ser no máximo a 6,0m da via pública, com acesso fácil a partir desta. b) Fazendo parte integrante do edifício principal, a cabine deve se localizar no limite do edifício, o mais próximo possível da via pública, locada no andar térreo. 8.3 - Tipos 8.3.1 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 1 transformador de 500kVA; dimensões conforme desenho 12, ficando opcional a construção de um barramento, dimensionado conforme a tabela 12 no interior da cabine. Esse barramento é alimentado pelos condutores de ligação ao transformador e que, por sua vez, alimenta a caixa de distribuição ou quadro de medidores. 8.3.2 - Cabine exclusiva para transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, com potência nominal de até 2 transformadores de 500kVA; com divisões internas e dimensões conforme o desenho 13.
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8.3.3 - Cabine mista (com equipamentos particulares e transformadores da CPFLPaulista ou da CPFL-Piratininga). a) O desenho 14 ilustra um exemplo de dimensões da cabine com os compartimentos exclusivos da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga para capacidade de transformação até 500kVA, inclusive, e os compartimentos para os equipamentos do particular. b) Para capacidade de transformação acima de 500kVA, os compartimentos de transformadores da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga devem ser conforme os itens 8.3.1 ou 8.3.2. c) Para capacidade de transformação particular até 300kVA, inclusive, não são necessários os compartimentos do disjuntor e da medição em alta tensão, porém, deve ser previsto um quadro de medição indireta em baixa tensão, conforme GED 2855. d) A alimentação é feita por cabos classe 15kV ou 25kV distintos. 8.3.4 - Cabine exclusiva do particular deve ser construída conforme GED 2855. 8.3.5 - O pé direito mínimo e outras dimensões recomendadas para cabines, constam na tabela 8. Compartimentos destinados a transformadores ou outros equipamentos de proteção e manobra, cujas dimensões forem diferentes das indicadas nesta tabela, devem possuir dimensões mínimas, de forma a manter um espaçamento mínimo de 0,30m em todos os lados. 8.4 - Características Construtivas – Considerações Gerais Para projeto e construção das cabines, devem ser obedecidas as seguintes condições mínimas: 8.4.1 - Cabines em Alvenaria – Considerações Gerais Devem ser construídas com paredes de alvenaria ou concreto, com teto e piso em concreto armado, para qualquer potência de transformador até o limite previsto por esta norma, e apresentar características definitivas de construção, conforme os desenhos 12, 13 e 14. As cabines devem ter, pelo menos, duas aberturas para iluminação natural e circulação de ar e sua instalação deve obedecer aos critérios abaixo indicados: a) tanto a abertura de entrada de ar como a de saída deverá ter área livre mínima de 1,0m2 ou 0,002m2/kVA, adotando-se o critério de maior valor;

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b) 40cm do piso, e as de saída, o mais próximo do teto, ambas com acesso direto para o ar livre. Somente em casos em que isto for totalmente inviável, se admite ventilação para dentro do edifício; c) devem ser protegidas, pelo lado de fora, com tela de arame no 18BWG, de malha 13mm e vitraux fixo na posição aberta, ou por chicana, no caso de janelas ao alcance de pessoas, conforme desenho 15; d) para ventilação e iluminação natural, devem ser utilizados vitraux fixos, sem a existência de laterais fixas na posição aberta e, externamente ao vitraux deve ser instalada uma tela de proteção de arame zincado no 18BWG e malha de 13mm de abertura livre. Vide o desenho 15; e) para ventilação apenas, pode ser utilizada, no lugar do conjunto acima, uma chicana feita de cantoneira, com as condições indicadas no desenho 15; f) a área livre da abertura para iluminação natural e/ou circulação de ar acima citada, se refere à área efetivamente livre, isto é, deve-se descontar a área ocupada pelas laterais do vitraux, pelos arames da tela e pelas cantoneiras da chicana. Vide o coeficiente de utilização do desenho 15; g) caso não seja possível a instalação de abertura, conforme os itens acima, deve ser feita a instalação de dutos de ventilação, inclusive com ventiladores comandados por relé térmico (se necessário); h) quando houver acesso pelo lado de fora da cabine, as aberturas de ventilação devem contar com venezianas tipo chicana, conforme o desenho 15; i) o piso não deve conter ressalto para fixação da grade, que venha a dificultar a movimentação do(s) transformador(es). Todas as partes metálicas não energizadas da cabine, devem ser interligadas ao sistema de terra da mesma, através de fio ou cabo de bitola mínima de 25mm2 de cobre nu, e conectores adequados (tipo terminal) para conexão de cabo-ferragens e tipo parafuso fendido para conexão cabo-cabo. Quando as paredes estiverem externamente em contato com o solo, elas devem ser convenientemente vedadas à umidade e, no caso da possibilidade de surgimento de pressão hidrostática, ser de concreto armado calculada para resistir a esta pressão. Para separar as áreas de circulação das áreas energizadas com pontos em alta tensão, deve-se colocar telas de proteção com malha máxima de 13mm de arame de aço no 12BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura de 1,70m.
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Para possibilitar o acesso de transformadores. com resistência mínima de 3 toneladas. este acesso deverá ter altura de 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Em cabines mistas em alvenaria em que a medição do cliente for em média tensão. de placa de advertência com os dizeres “PERIGO MÉDIA TENSÃO”. fora da cabine. conforme desenho 20. onde já estão incluídos os afastamentos mínimos do equipamento das paredes e grades de proteção. com proteção contra intempéries. c) conforme NBR-14039. à altura máxima de 2.80m.0m. com lâmpadas de potência mínima de 150 Watts. no máximo a 3. Quando a cabine for de uso exclusivo da concessionária. devem ser instalados mais pontos de luz devendo os mesmos estarem distanciados entre si. quando cabines com compartimentos para os equipamentos. a seguinte inscrição: PROIBIDA A ENTRADA . deve ser pintada na porta da mesma. instalado do lado de fora da cabine e junto à porta. nos cubículos da mufla de entrada e de medição. quando ao tempo. ou em outro ponto próximo conveniente. b) os pontos de luz devem ser colocados na parede lateral do corredor de acesso às pessoas. O interruptor deve ficar fora da cabine. devendo a(s) luminária(s) ser(em) à prova de explosão: a) nas cabines com as dimensões mínimas estabelecidas no desenho 12 basta um ponto de luz colocado sobre a porta. junto à porta. É obrigatória a instalação de sistema de proteção contra incêndio (extintor CO2-6kg ou PQS-Pó Químico Seco 4kg). com espaçamento livre mínimo de 30cm em todos os lados. devem-se colocar telas de proteção instaladas a uma altura máxima de 10cm em relação ao piso da cabine e ter altura até o teto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devem ser instalados ganchos nos tetos ou vigas para instalação de talhas. N. a cabines em condições adversas. com autonomia mínima de 2 horas. as cabines devem ser providas de iluminação de segurança.USO EXCLUSIVO DA CPFL . para transformadores até 500kVA. Cubículos destinados a transformadores particulares devem possuir as dimensões de acordo com o transformador adquirido. tanto no lado externo da porta como na grade de proteção dos transformadores. devendo a parte superior ser fixada na alvenaria e a parte inferior móvel. Toda cabine deve ter iluminação artificial. estão indicadas na tabela 8. As dimensões mínimas dos compartimentos individuais das muflas.0m. É obrigatória a fixação em local visível.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 30 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . disjuntores e transformadores. que possibilite sua remoção para manutenções dos equipamentos.EMERGÊNCIA FONE 0800 0 10 10 10 (CPFL-Paulista) ou 0800 0 10 25 70 (CPFL-Piratininga).

e possuir trinco tipo ferrolho com cadeado. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos. com dimensões de 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 31 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . acima da porta da cabine.20m. quando a cabine fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial. O sistema de proteção geral e/ou a medição em média tensão. 8.2 . O espaço situado em frente à porta da cabine deve ficar sempre livre. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.4. no mínimo. e sua instalação deve obedecer às exigências mínimas constantes do documento GED 2855 para instalações industriais. Quando forem utilizados disjuntores N. fazer rampa bem suave e com largura mínima de 1. do lado externo. podem ser usados dois perfilados (palets) de ferro U. estes devem ser de ferro. quando houver esta última.2). para a guarda de uma chave reserva de abertura da porta da cabine.Cabines Não Integrantes do Edifício Quando a cabine não for parte integrante do edifício.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devem estar em cubículos com as mesmas condições de localização das cabines (item 8. para apoio dos mesmos. É obrigatória a instalação. Não havendo necessidade de degraus.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Para transformadores não dotados de rodas. para facilitar o acesso de pessoas ou equipamentos em situações normais ou de emergência. largura mínima de 200mm e comprimento de 500mm. Vide desenho 21. chapa 3/8” com as seguintes dimensões: altura livre de 100mm. vedada na sua parte frontal com vidro transparente.Cabines Integrantes do Edifício Conforme NBR-14039. com dimensões de 600mm x 900mm x 50mm. Os barramentos de média tensão das cabines devem ser constituídos de preferência de vergalhão ou tubo de cobre nu ou alumínio. a ser usada somente em casos de emergência. deve ser provida de porta metálica ou inteiramente revestida de chapa metálica. com duas folhas abrindo para fora. 8.3 .4. de uma caixa metálica com as dimensões 100mm x 100mm x 50mm. devem ser feitas através de conectores apropriados. é obrigatória a construção de uma base de concreto. na posição definitiva do transformador. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. Caso o piso da cabine seja inferior ao piso externo e haja a necessidade de degraus. O barramento de média tensão é dimensionado conforme a tabela 16. não sendo permitido o uso de solda. Como alternativa. anti-derrapante e removíveis. Todas as emendas.00m por folha.10m x 1.

2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 9.2/23. É permitida a abertura para o interior do mesmo. efetuará o dimensionamento e a instalação do transformador. obedecer à norma pertinente da ABNT e ser de fabricante cadastrado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.0/20. Para transformadores particulares. com exceção dos casos em que a carga instalada da unidade consumidora supere 75kW.2/12. o transformador deve ser novo ou possuir o laudo técnico de oficina cadastrada pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo com líquidos isolantes não inflamáveis. O(s) transformador(es) deve(m) ter as seguintes características mínimas: a) para transformadores até 300kVA.8/10. ou ainda outro fluído similar no caso de cabine que não faz parte integrante da edificação.sistema 13.0kV .8/13. desde que seja área de garagem ou outra área ampla.8kV: 13.Características dos Transformadores Particulares 9. Para transformação acima de 300kVA. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.6/12.Dimensionamento A CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. com fechamento automático e dispositivo para travamento.2 . 9.4/10.0/11. Não será permitido o uso de askarel como isolante.sistema 11. através de critérios próprios.sistema 25kV: 24.Transformador a Isolante Líquido Os transformadores particulares podem ter isolação a óleo mineral ou silicone.9kV: 13. TRANSFORMADORES 9. a situação de cadastramento passa ser uma condição apenas desejável. recomenda-se que possuam as capacidades definidas na tabela 10.9kV N.1 . em função da demanda calculada conforme o capítulo 14 desta norma ou de acordo com o documento GED 2855.1 . b) possuir as seguintes características técnicas: • Taps Primários .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 32 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2/12. em caso de fogo no interior da cabine.2kV . Nesse caso. Vide detalhes no desenho 15. Caso a previsão por parte da concessionária seja o uso de transformadores isolados à óleo (possível situação em função da indisponibilidade de transformador a seco e urgência de interligação por parte do cliente) todas as aberturas devem ter abafadores ou vedadores corta-fogo.1/22.8/13. são de responsabilidade do cliente o dimensionamento e instalação do transformador.6/12.

neutro aterrado.380/220V .Secundária .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.classe: 25kV .Sobrecorrente N. desde que haja equipamentos de medição disponíveis na CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. dependendo.1 .NBI: 125kV • Freqüência: 60Hz 9. • Ligações . dispensa a construção da cabine à prova de fogo.2. deve ser instalado em local bem visível na caixa ou quadro de medição e no quadro de distribuição.classe: 15kV . portanto. admite-se tensão de 440/254V.TRIANGULO (Delta) .2 . nestes casos. Os transformadores a seco de propriedade da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.1 . por se tratar de um equipamento que confere às instalações elétricas uma grande segurança contra incêndios.neutro aterrado Tratando-se de medição na baixa tensão.Transformador a Seco A utilização.NBI: 95kV . Tratando-se de medição em média tensão. ou . 10.ESTRELA com neutro acessível • Isolamento . 10.2 .2. de transformador a seco.220/127V . Estes transformadores devem atender as características padronizadas para transformadores de distribuição a isolante líquido. PROTEÇÃO 10. de consulta prévia. são protegidos por chaves fusíveis instaladas em poste.Proteção em Baixa Tensão 10.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • Taps Secundários .Primária .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 33 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . admitem-se outras tensões secundárias.Proteção em Média Tensão A localização e tipo de proteção normalmente utilizados em média tensão estão indicados no GED 2855. uma placa ou pintura indicativa da tensão utilizada. pelo cliente. é obrigatório o seu uso nos edifícios em condomínio no caso de cabines que são parte integrante da edificação.

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Quando da utilização de caixas de distribuição, deverá ser instalado disjuntor tripolar geral no ramal de saída da caixa. No quadro de medidores, deve ser instalado antes do barramento do mesmo (desenhos 22), um disjuntor termomagnético, tensão de isolamento nominal mínima de 380V, de corrente nominal maior ou igual à demanda do quadro de medidores e menor ou igual à capacidade de condução de corrente dos condutores, conforme NBR-5410. Na tabela 12, constam as correntes nominais padronizadas de disjuntores de baixa tensão, sendo que para edifício atendido pela rede de distribuição secundária, o disjuntor deverá ter capacidade de interrupção mínima de 20kA; em edifícios atendidos por cabine interna, a capacidade de interrupção mínima (kA), esta definida na tabela 12 em função do transformador da concessionária. Para a administração, deve ser instalada uma chave blindada de abertura com carga, exceção se faz quando a medição da administração estiver junto com as demais medições das unidades consumidoras, sendo que para tal situação a administração deve ser atendida com cabeamento igual ou inferior a 35mm² e não possuir cargas especiais (elevadores, bomba de incêndio, etc). A proteção geral para cada unidade consumidora, deve ser localizada depois do medidor e executada pelo consumidor, de acordo com a tabela 13 ou 14, e com o que estabelece esta norma. A proteção individual para ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas, deve ser feita respectivamente, por disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares, instalados após os medidores. Além da proteção individual após a medição, recomenda-se que a unidade consumidora possua, em sua área privativa, um ou mais quadros de distribuição com proteção para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme recomendação da NBR5410. Até a proteção individual (disjuntores das unidades consumidoras) incluindo esta, instalados no quadro de medidores, o condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando-se assim, sua continuidade. Segundo as recomendações do item 5.1.3.2 da norma NBR-5410, poderá ser necessária à instalação de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade (DR) nos quadros de distribuição da unidade consumidora para a proteção das pessoas contra choques elétricos. O condutor neutro somente poderá ser seccionado pelo dispositivo DR, o qual possui terminal próprio para a sua conexão e seccionamento. Não deverá existir nenhum outro dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10.2.2 – Subtensão

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A proteção contra subtensão não é exigida pela CPFL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção devem localizar-se, preferencialmente, junto às cargas. 10.2.3 – Sobretensão Temporária Sobretensão temporária é causada por situações eventuais como falta de fase ou perda do neutro na instalação ou parte dela. A sua proteção é garantida pelas prescrições do capítulo 11 (Sistema de Aterramento), através do aterramento do PEN na entrada da instalação e da equipotencialização de todos os elementos metálicos no aterramento. Em atenção à norma NBR-5410, caso o consumidor julgue imprescindível alguma proteção complementar contra sobretensões, a instalação dos equipamentos de proteção devem localizar-se junto às cargas. 10.2.4 – Sobretensão Transitória (Surtos) A proteção contra sobretensão transitória (surtos) deve ser feita através da instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), conforme disposto no item 6.3.5 da norma NBR-5410. O objetivo deste item é garantir a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitida pela linha externa de alimentação bem como de descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades e também a proteção contra sobretensões de manobra. Os DPSs devem ser instalados, no ponto de entrada da linha na edificação conforme orientações contidas no item 12 desta norma. Devemos entender como ponto de entrada de uma edificação como o ponto em que uma linha externa penetra na edificação (conforme item 3.4.4 da norma NBR 5410). A referência fundamental de “ponto de entrada” é a edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma propriedade. Para atender as prescrições acima, os DPSs devem ser instalados em caixa, com dispositivos para lacres, com cabeamento derivando dos barramentos (no caso de utilização de caixa de distribuição) ou dos bornes de entrada do disjuntor geral ou barramento de entrada (no caso de um único quadro de medidores). Não sendo permitido o acesso à energia não medida. As alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos, devem estar conforme figuras 14(a) ou 14(c) e 15 da NBR-5410. A aquisição, instalação e manutenção do sistema de proteção contra surtos, são de responsabilidade do consumidor e/ou condomínio da edificação, sendo que o acesso ao trecho lacrado, deverá ser solicitado à CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga.

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Até ao quadro de medidores, incluindo este, proteções contra subtensão e sobretensão, exceto os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) citados, não são permitidas pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga, conforme indicado nos itens 10.2.2 e 10.2.3. 11. SISTEMA DE ATERRAMENTO As hastes de aterramento devem ter comprimento mínimo de 2,40m, sendo aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, 25mm x 25mm x 5mm; - haste de aço zincado de diâmetro de 5/8” (16mm); - haste de aço revestido de cobre ou haste de cobre de diâmetro de 5/8” (16mm); As conexões haste-cabo devem ser feitas com conexão mecânica (conectores ou grampos adequados) ou com solda exotérmica. Conexões mecânicas embutidas no solo devem ser protegidas contra corrosão, através de caixa de inspeção com diâmetro mínimo de 250mm que permita o manuseio de ferramenta. Esta exigência não se aplica a conexões entre peças de cobre ou cobreadas, com solda exotérmica. 11.1 - Posto de Transformação da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga e Mista Os sistemas de aterramento para cabines devem ser projetados e construídos conforme orientações contidas no documento GED 2855. 11.2 - Quadro de Medidores e Caixas Junto ao quadro de medidores, quando alimentado diretamente pela rede secundária, deve ser executado o aterramento através de malha constituída de cabo de cobre nu, sem emendas, de no mínimo 50mm2 e eletrodo(s) de terra, conforme desenho 19. A malha deve ser conectada ao neutro do barramento com condutor de cobre nu de 35mm2, e o valor da resistência de aterramento não deve exceder a 25 ohms, sob quaisquer condições. Quando da utilização de caixa de distribuição o aterramento será feito conforme parágrafo anterior, devendo ser instalada uma barra de aterramento (barra terra-neutro) no interior da caixa. Nesta barra de aterramento deverá ser interligado o neutro, sendo que este por sua vez se interligará com os quadros de medidores e com o eletrodo de aterramento da caixa. Vide desenhos 7, 8 e 9.

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estas devem ser do tipo veneziana. no mínimo. devidamente fixadas. no subsolo ou outro local conveniente e de fácil acesso. ser localizado em recinto exclusivo com quadros à vista. N.2. com tinta a óleo ou esmalte sintético. 150 Watts. O ponto luminoso deve ser de no mínimo.Considerações Gerais Para a instalação de caixas e quadros de medidores. a cada 3m linear de quadro. depósitos. dispensadas as portas externas. proximidade de máquinas. quando possuir portas. com interruptor junto ao mesmo. banheiros. 12. 12.1. o número do apartamento ou unidade consumidora correspondente. ambientes sujeitos a gases ou inundações. cozinhas. interior de vitrines.2. Pode também. deve ser pintado através de gabarito. Quando o fornecimento se der através de cabine. Também podem ser utilizadas plaquetas metálicas gravadas ou esmaltadas a fogo. Todas as caixas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 37 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou alumínio.Caixa de Distribuição 12. QUADRO E CAIXAS 12. tampas ou portas metálicas devem ser aterradas ao neutro por condutor de cobre de 10mm2. sendo neste caso. devendo ser ventilado e devidamente iluminado e. Recintos para instalação de quadros de medidores devem ser exclusivos para esta finalidade. área entre prateleiras. de tal forma que facilite a leitura e serviços internos ao(s) quadro(s). conforme padronização dos documentos GEDs 6262. tais como: copas. 6263 e 6264.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O aterramento dos quadros/caixas deve ser interligado ao barramento de equipotencialização principal (BEP) do sistema de aterramento do prédio/instalação. não sendo permitida sua utilização para depósito de qualquer espécie. conforme NBR-5410. No quadro junto à proteção individual de cada unidade consumidora. configurando um sistema PEN. o quadro de medidores e/ou caixas não poderá ser instalado dentro da mesma. não são aceitos locais sem condições de segurança ou de difícil acesso.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1.Características Construtivas As caixas de distribuição podem ser de chapa de aço carbono.

Instalação de Caixas de Distribuição Determinação do tipo da caixa de distribuição será obtida mediante consulta à tabela 9. estão indicadas as alternativas de posições relativas das caixas de distribuição.3 – Quadro de Medidores N. A caixa quando instalada externamente deve estar sob pingadeira e ser provida de porta suplementar com venezianas para ventilação. No caso de caixa de chapa de aço carbono. buchas e arruelas. A porta suplementar deve permitir a abertura simultânea das portas da caixa de distribuição no mínimo à 90o. O barramento do neutro deve ter. ou zincada a quente. As sugestões de montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos desenhos 7. Quando houver mais de um centro de medição. Deverá ser instalado anteparo em material acrílico transparente. no mínimo. porcas. conforme normas da ABNT.2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Devem possuir portas dotadas de dispositivo para lacre. a caixa de distribuição ou caixa de distribuição principal (no caso de houver duas ou mais caixas) deverá localizar-se no centro mais próximo ao ponto de entrega.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. O dimensionamento dos barramentos e disjuntores termomagnéticos tripolares utilizados na montagem das caixas de distribuição estão indicados na tabela 12. 12. A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos. de modo a evitar o contato acidental nos barramentos instalados nesta caixa. Nos desenhos 23. a mesma deve ser decapada e receber pintura de fundo e de acabamento resistentes. 12. 8 e 9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 38 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 24 e 25. dobradiças invioláveis e venezianas para ventilação. a mesma secção dos barramentos das fases.2. Para emprego em zona litorânea a pintura deve ser efetuada com tintas resistentes à atmosfera salina.

Devem conter também.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. justapostos ou não. Nota: Exclusivamente para a região litorânea. o máximo de 30 medidores e. no máximo. O quadro de medidores deve ser constituído de um ou mais quadros. conforme desenho 22. Os condutores de ligação do barramento às unidades consumidoras devem ter identificação através de cinta plástica com etiqueta de identificação durável.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 39 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 12. É necessário. cada um. Caso se utilize cabos com classe de encordoamento superior a 3. o barramento em caixa lacrada é de barras de cobre. os dizeres “USO EXCLUSIVO DA CPFL”. A alavanca de acionamento desse disjuntor deve ser acessível. Antes do barramento de cada quadro de medidores.4 – Caixa para Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O quadro de medidores deve ser construído conforme o desenho 22. calculadas conforme tabela 12. deve ser instalado um disjuntor tripolar para manobra e proteção. No quadro de medidores. O barramento do neutro deve ter. As portas do compartimento do barramento devem ter dobradiças e dispositivos para lacre. pintado nessas portas. com o número do apartamento e faseamento. identificar os circuitos de alimentação dos quadros de medidores. a mesma seção dos barramentos fases. vide desenho 16. 200kVA de demanda calculada. estanhar suas extremidades ou utilizar terminais tipo “ilhós”. Para ligação dos cabos aos bornes secundários do transformador. dimensionado conforme tabela 12. os disjuntores e os quadros de medidores. e estar alojado num compartimento com dispositivo para lacre. A derivação dos condutores do barramento às unidades consumidoras deve ser feita através de conector tipo 90o vertical. É localizado junto ao ponto de entrega na entrada do edifício ou em outro ponto conveniente de fácil acesso. sem a violação deste lacre. não sendo permitido o uso de tampas. conforme desenho 18. será permitido a implementação de quadros de medidores em resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (Noryl BZN024) com 3mm de espessura mínima. no mínimo. contendo. também.

A caixa também deverá apresentar viseira que possibilite a identificação do estado de operação do dispositivo de proteção contra surtos.C. 14. As dimensões mínimas exigíveis são: 500mm de altura. bem como. sendo que a alavanca de acionamento desse dispositivo deve ser acessível. ou resina poliéster reforçada com fibra de vidro ou policarbonato (ambos com 3mm de espessura mínima). a concessionária aceitará no mínimo o dimensionamento resultante da metodologia descrita nos critérios abaixo. Deve ser instalado um dispositivo para manobra e proteção contra sobrecorrente. W.52mm) devendo a mesma receber tratamento anti-corrosivo e pintura à pó por sistema eletrostático. EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Os medidores e equipamentos de medição são fornecidos e instalados pela CPFLPaulista ou CPFL-Piratininga.). A caixa deverá ser confeccionada em aço carbono de espessura 16MSG (1. cozinha. 300mm de largura e 250mm de profundidade. sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido a pessoal autorizado pela CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. varanda. A medição é única e individual para cada unidade consumidora. Abaixo desta caixa deve ser instalado o barramento de equipotencialização principal (BEP).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 40 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A caixa para instalação do dispositivo de proteção contra surtos. conforme capítulo 7. O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos mantidos sob lacre. a sua retirada ou substituição. 13.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1. Definições Gerais Área Útil do Apartamento: é a medida de superfície da área privativa da unidade consumidora (quarto.. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA A determinação da carga instalada e demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto. sem a violação deste lacre. 14. N. Fica a critério da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga a instalação da medição que julgar necessária. conforme NBR-5410. deve possuir dispositivos para lacres. quando considerada conveniente. Para efeito de liberação do projeto e da ligação. e devem ser obedecidos os tipos de fornecimento de energia elétrica. pilares e demais elementos construtivos. excluídas as projeções de paredes. sala. As caixas de distribuição e os quadros de medidores devem ser fornecidos e montados pelo cliente. etc.

• condicionador de ar. considera-se a carga total declarada.2. Conjuntos poliesportivos. • hidromassagem. 14.Cálculo da Carga Instalada O cálculo da carga instalada é básico para a determinação do tipo de fornecimento para a unidade consumidora. Aparelhos com potência indicada pelo fabricante: • aquecedor elétrico de acumulação (boiler). b) Tomadas Para utilização não específica em cozinhas. Quando for prevista a instalação de aparelhos com potências superiores. • aquecedor de água de passagem. O cálculo de demanda não é necessário para os casos em que a carga instalada seja menor ou igual a 25kW.2 . copas e áreas de serviço.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Área Útil da Administração: é a medida da superfície das áreas de uso coletivo (corredores. conforme critério descrito a seguir: a) Iluminação Devem ser discriminados o tipo. a quantidade e a potência dos pontos de luz. • fogão elétrico. considerar 100W por tomada. Nesses casos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. pilares e demais elementos construtivos.1.Definição do Tipo de Fornecimento à Unidade Consumidora Após definição da carga instalada e/ou demanda deverá ser utilizada a tabela 13 ou 14. estas devem prevalecer. casa de máquinas.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 41 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . salão de festas. e 100W para as excedentes. considerar até 3 tomadas de 600W. como mínimas. Para utilização geral. piscinas e jardins iluminados devem ser considerados na área útil da administração. Área Útil da Edificação: é a soma das áreas úteis dos apartamentos e das áreas úteis da administração. c) Aparelhos Eletrodomésticos Fixos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados na tabela 3. por unidade de consumo.) excluídas as projeções de paredes. • aquecedor elétrico central. etc. N. 14.

d) Motores Devem ser relacionados a quantidade.2 . que estes aparelhos e/ou equipamentos têm suas cargas consideradas na somatória das cargas de tomadas de uso geral.Iluminação e Tomadas de Uso Geral 14. a potência de acordo com a placa do fabricante. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. não serão considerados os aparelhos e/ou equipamentos elétricos de pequeno porte (com potência inferior a 1000W). deve ser calculada conforme segue: .Comercial: demanda de 75% N. Para efeito da soma da carga instalada. para efeito de cálculo de demanda. 14. 14.Edificação de Uso Residencial Para o cálculo da demanda geral referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. indicados na tabela 1. deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda.Industrial: demanda de 100% . para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. 14.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo • outros com potência igual ou superior a 1000W.2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 42 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . corrente de partida. número de fases.3.1.3. uma vez que a concessionária admite.2. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.Edificação com Finalidade Comercial ou Industrial A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral.Cálculo da Demanda para Carga Instalada Acima de 25kW A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. tipo de dispositivo de partida e sua finalidade. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado.3. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. de cada uma das unidades consumidoras da edificação de uso comercial ou industrial. para as unidades consumidoras e entrada consumidora.

no memorial técnico descritivo os tipos de lâmpadas. utilizando os fatores de demanda constantes na tabela 2. deve ser calculada tomando-se como base somente as áreas úteis da edificação e considerando 5W por metro quadrado. As correntes de partida podem ser utilizadas. 14. torneiras elétricas e aquecedores elétricos de passagem. em kVA. Para fornos elétricos industriais.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar.5 . 14. para qualquer quantidade de aparelhos. para o dimensionamento da entrada consumidora em edificações residenciais. deve ser determinada conforme segue: a) Converter as potências de motores. pias. ser no mínimo. quando não se dispuser das mesmas nas placas dos motores. deve-se somar as quantidades de aparelhos e aplicar o fator de demanda correspondente à somatória de suas potências. Os valores indicados nessas tabelas. Na tabela. bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores. A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral. a demanda deve ser de 100%. 50%. de CV ou HP para kVA. utilizando-se as tabelas 4 e 5. foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.Motores Elétricos A demanda em kVA dos motores elétricos. b) Aplicar o fator de demanda de 100%.. iguais às potências individuais indicadas na tabela 3. a serem utilizados em lavatórios. sendo que as potências individuais dos aparelhos devem.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 43 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.4. foram considerados valores médios usuais para fator de potência e rendimento.Aparelhos A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada. para os demais motores. etc. para o motor de maior potência e. Para o cálculo de demanda de chuveiros elétricos.

Para motores especiais e/ou de grandes potências. etc. ou uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial. N. a demanda desse dispositivo deve ser de 75%. A potência aparente.7. máquinas injetoras. 14. os aparelhos de raios X. Existindo motores que. retificadores e equipamentos de eletrólise. b) Tipo Janela A determinação da demanda deve ser feita de acordo com a tabela 6.736 cos ϕ × η Onde: HP / CV . é calculada como segue: kVA = HP × 0. fornos elétricos de indução.Potência do Motor cosϕ .Fator de Potência η . o cliente deve fornecer o fator de potência e o rendimento dos mesmos. em kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Se os maiores motores forem iguais. deve-se somar suas potências e considerá-los um só motor (excluídos os motores de elevadores). devese considerar apenas um como o maior.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 44 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Equipamentos Especiais Consideram-se equipamentos especiais.Aparelhos de Ar Condicionado a) Tipo Central Aplicar a demanda de 100%. e o(s) outros(s).6. partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores).746 cos ϕ × η ou kVA = CV × 0. quando se tratar de um aparelho para toda a edificação. para efeito da somatória de suas potências.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. máquinas de solda. fornos elétricos a arco. como segundo(s) em potência. obrigatoriamente.Rendimento 14. extrusores de plásticos. Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil.

Coeficiente de Simultaneidade Os coeficientes de simultaneidade. excluindo-se a Administração. relacionados na tabela 7.0m2 Quantidade de apartamentos: 149 Cargas: . dos demais equipamentos.710.56kW 02 Bombas de recalque de 10HP cada (trifásicas): 2 x 8.0m2 Área útil do apartamento tipo: 47. Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesta norma.000W Carga total do apartamento: 9. o responsável técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda.400W 1 Máquina de lavar louças: 2. e o(s) outros(s). para efeito da somatória de suas potências.713.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda em kVA desses equipamentos deve ser determinada como 100% da potência.95kW 01 Bomba de piscina de 2HP (trifásica): 1.Apartamento Tipo: Iluminação: 620W Tomadas: 2. em kVA.220W 1 Chuveiro: 4.Administração: 01 Portão automático de 2HP (trifásico): 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.78kW Iluminação: 200 lâmpadas incandescentes 60W: 12.8.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 45 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Se os maiores equipamentos forem iguais. Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 12. em kVA.0m2 Área útil da administração: 5. e 60% da potência.00kW N. do maior equipamento. de acordo com a quantidade de unidades consumidoras da edificação. 14.Exemplos: Exemplo 1.89kW = 17.600W Total de Iluminação e Tomadas: 3.62kW Tipo de Fornecimento: monofásico (capítulo 7) . como segundo(s) em potência.89kW = 35. com os fatores utilizados. deve-se considerar apenas um como o maior. 14.95kW 04 Elevadores de 10HP cada (trifásicos): 4 x 8.9. somente devem ser aplicados na determinação da demanda de edifícios residenciais.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4kW × 0.29 1 D2b = 86.22 1 D2a = 144.55kVA .Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros: D2a = 149 × 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Tomadas: 4 de 600W e 10 de 100W: 3.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 28.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso geral D1 = A Apto × W m2 FP + A Adm × W m2 FP m2 + 5710m2 × 5 W 1 m2 D1 = 47m2 × 149aptos × 5 W 1 D1a = 35.01kVA .56kVA 2 .0 × 0.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 =D1a + D1b = 63.40kW Total de Carga da Administração: 72.42kVA Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 46 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .23kVA b) Máquina de Lavar Louças D2b = 149 × 2.64kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .

54 x 1. a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (35.5) 4 . de HP ou CV. conforme tabela 4 2.0HP x 6 = 11. Portanto. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D2 = 230.00 + 43.65kVA 3 .10 x 0.5 D3 = (11.Documento: Categoria: Versão: D3 = 43.0HP x 2 = 2.54 = 63.09kVA Dadm = 71.65 + 0.01 + 230. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.64kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.11.40kVA 10.54kVA Potência dos demais motores: 74.55 + 0.50 Dapt = 132. demais motores x Fator Demanda Fatores de Demanda de acordo com o item 14. excluindo-se a administração do edifício. em kVA.64 .64kVA Maior Motor: 11.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.10kVA D3 = Pot.24kVA Total: 74.09 N.70kVA x 2 = 5.0) + (63.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 47 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 28.54kVA x 6 = 69.83kVA A demanda total da administração será: Demanda de ilum.Demanda Referente a Motores Converter as potências.00) x 0.

05kW 01 bomba d’água 10.0CV: 1.0CV: 17.78kW 01 elevador de 7.47kVA Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.51kW 05 chuveiros – 4.400W 01 Máquina de lavar louça: 2.00kW 02 torneiras elétricas .400W cada: 22.0CV: 8.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .0CV: 4.00kW 02 elevadores de 10.83 + 71.500 W 01 Máquina de secar roupa: 2.130 W Tomadas: 1.57kW Total de Carga da Administração: 66.89kW 01 bomba de piscina 5.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 48 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: 119 Procedimento 2.884m2 Área útil do apartamento tipo: 160m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .500W Carga Total do Apartamento: 19. a Demanda Geral de Entrada será Dg = Dapt + Dadm Exemplo 2 Dg = 132.26kW Tipo de Fornecimento: bifásico (capítulo 7) .Apartamento Tipo: Iluminação: 3.5CV: 6.084m2 Área útil da administração: 2.64 Dg = 204.930W 01 Chuveiro: 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Concluindo.Administração 01 portão elétrico 1.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral D1 = A apto × W m2 FP Categoria: + A adm × W m2 FP Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N.3000W cada: 6.800 W Total de Iluminação e Tomadas: 4.

26 5 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.40 1 20 × 2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 119 Procedimento 2.56 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.72 + 1.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 30.42 1 D2b = 20.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 49 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .26 2 × 3.4 × 0.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 01 chuveiro: 20 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 27 unidades 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = 160m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 16.0 × 0.5 × 0.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = D2c = 21.16kVA D2a = 22.00 D2 = 71.26 + + 1 1 1 D2a = 30.4 × 0.42kVA .16kVA Data Publicação: Página: Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c N.42kVA 2 .5 × 0.88 + 5.00kVA .26 Fator de demanda obtido na tabela 2: D2a = 20 × 4.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 50 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .18kVA N.5CV x 1 = 8.62kVA Total : 50.16kVA – 7. Portanto.27 x 0.52kVA 5.54 x 1. excluindo-se a administração do edifício.0CV x 1 = 6.54kVA x 3 = 34.88kVA 3 . a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (16.00 + 63.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.0) + (39.54kVA Potência dos demais motores: 50.28kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 71.0CV x 1 = 1.5.72kVA + 1. de HP ou CV.65kVA x 1 = 8.88 + 0.00) x 0. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dapt = 69.56kVA = 7.27kVA D3 = Pot.81 .52kVA x 1 = 1.02kVA x 1 = 6.5) 4 .50kVA D3 = 31. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.81kVA Maior Motor: 11. Maior Motor x Fator Demanda + Pot. em kVA.65kVA 10. D3 = (11.0CV x 3 = 11.11.02kVA 7.Demanda Referente a Motores Converter as potências.54 = 39.28kVA = 63.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de aparelhos da administração: 5. conforme tabela 4 1.87 A demanda total da administração será: Demanda de ilum. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.

38kVA Exemplo 3 Edifício residencial com as seguintes características: Área útil do edifício: 6.51kW 05 chuveiros – 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral N.57kW Carga Total da Administração: 66.0CV: 8.000W Total de Iluminação e Tomadas: 4.200W Tomadas: 3. obtendo-se a categoria de atendimento. deve-se calcular a demanda conforme GED 13. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 69.1.000W 01 Máquina de secar roupa: 2.5CV: 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Dadm = 14.2.0CV: 17.400W: 17.200W 04 Chuveiro de 4.00kW 02 elevadores de 10.50 + 52.884m2 Área útil do apartamento tipo: 180m2 Quantidade de apartamentos: 20 unidades Cargas: .484m2 Área útil da administração: 2.28 + 31. em função da limitação citada no item 14.Administração 01 portão elétrico 1.88 Dg = 122.89kW 01 bomba de piscina 5.400W cada: 22.Apartamento Tipo: Iluminação: 1.000W 01 Máquina de lavar louça: 2.600W 01 Torneira elétrica: 3.18 Dadm = 52.78kW 01 elevador de 7.) .00kW 02 torneiras elétricas .3000W cada: 6.42 + 7.80kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) Cálculo da Demanda Geral da Entrada 1 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.30kW Tipo de Fornecimento: trifásico (capítulo 7) (Neste caso.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 51 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .500W Carga Total do Apartamento: 29.05kW 01 bomba d’água 10.0CV: 1.88kVA Concluindo.0CV: 4.

38 b) Máquina de Secar Roupa D2b = 20 × 2.00kVA c) Máquina de Lavar Louça D2c = 20 × 2 .00kVA .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 52 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .42kVA .40 1 D2b = 20.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral da Administração D1 = D1a + D1b = 32.23 D2a = 80 × 4.00kVA Aprovado por: Data Publicação: Página: N.42kVA 2 .23 2 × 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo D1 = A apto × W m2 FP + A adm × W m2 FP D1 = 180m2 × 20aptos × 5 W 1 m2 + 2884m2 × 5 W 1 m2 D1a = 18.0 × 0.06 + 1.Documento: 119 Procedimento 2.4 × 0.40kVA D2a = 80.23 + + 1 1 1 D2a = 87.Demanda Referente a Aparelhos D2 = N Aparelhos × POTAparelho × FDemanda (tabela 3) FP a) Chuveiros e Torneiras Elétricas: 20 apartamentos com 04 chuveiro: 80 unidades 01 administração com 05 chuveiros: 05 unidades 01 administração com 02 torneiras: 02 unidades TOTAL: 87 unidades Fator de demanda obtido na tabela 2 : 0.23 5 × 4.Demanda Referente à Iluminação e Tomadas de Uso Geral dos Apartamentos D1b = 14.4 × 0.5 × 0.42 1 Categoria: Versão: D2c = 21.5 × 0.96 + 5.

27kVA D3 = Pot. em kVA.00 + 121.54kVA Potência dos demais motores: 50.0CV x 1 = 1.52kVA x 1 = 1.54kVA x 3 = 34.06kVA + 1.54 = 39.5) 4 .54 x 1.Demanda Referente a Motores Converter as potências. Portanto.02kVA 7.0) + (39.87 N.40kVA Demanda de aparelhos da administração: 5.38kVA = 6. deve-se aplicar o coeficiente de simultaneidade sobre a demanda dos apartamentos.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 53 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a demanda total dos apartamentos será: (Demanda de iluminação e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas) x coeficiente de simultaneidade Dapt = (18.62kVA Total : 50. conforme tabela 4 1.40kVA – 6. demais motores x Fator Demanda Fatores de demanda de acordo com o item 14.Documento: Categoria: Versão: D3 = 31.65kVA x 1 = 8.0CV x 1 = 6.18kVA Dapt = 121.96 + 0.11.44kVA = 121.44kVA Demanda de aparelhos dos apartamentos: 128.81 . de HP ou CV.5. Maior Motor x Fator Demanda + Pot.5CV x 1 = 8.76kVA Data Publicação: Página: Aprovado por: 119 Procedimento 2.00) x 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Demanda de Aparelhos: D2 = D2a + D2b + D2c D2 = 128.02kVA x 1 = 6.81kVA Maior Motor: 11.0CV x 3 = 11.96kVA 3 . excluindo-se a administração do edifício. D3 = (11.Demanda Geral da Entrada Tendo em vista tratar-se de edifício residencial.27 x 0.65kVA 10.52kVA 5.

1 . com medição própria.42 + 6.80kVA 15. • as bombas podem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão. de forma a permitir o desligamento de energia elétrica das unidades de consumo do prédio.. e tomadas + Demanda de aparelhos + Demanda de cargas trifásicas Dadm = 14. devem ter meios de combate a incêndio.18 Dadm = 52.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 54 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. etc.76 + 52. estabelecem que: • as edificações com área de construção superior a 750m2 e/ou altura superior a 12m.44 + 31. FORNECIMENTO DE ENERGIA AO SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 15.04 Dg = 173.Instalação da Medição Quando a potência instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for inferior a 75kW. hidrantes com utilização de bombas de recalque. • No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico. através de extintores manuais. a ligação deve ser independente das demais ligações.2 .04kVA Concluindo. o fornecimento é em baixa tensão. conforme mostrado na figura 1. do Corpo de Bombeiros. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça.Considerações As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção contra Incêndio”. ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça. 15. a Demanda Geral de Entrada será: Dg = Dapt + Dadm Dg = 121.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo A demanda total da administração será: Demanda de ilum. a contar do piso do pavimento mais baixo ou do piso mais elevado.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

No caso de cabine mista. em média tensão para transformadores superiores a 300kVA e em baixa tensão. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. bem como o tipo de dispositivo de partida utilizado. PARTIDA DE MOTORES Os motores devem possuir dispositivos de proteção. corrente de partida. para efeito de determinação da sua forma de ligação. A demanda de prevenção e combate a incêndio ligado em baixa tensão não deve ser adicionada à demanda calculada do prédio. o fornecimento é em média tensão. Nesse caso. O circuito do sistema de incêndio. A carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio não deve ser adicionada à do prédio. em compartimento anterior ao disjuntor geral da média tensão e com medição exclusiva. conforme GED 2855. N. para transformadores até 300kVA. conforme estabelecido na NBR5410. devendo ser preparado local para a instalação dos medidores e equipamentos para medição na alta ou baixa tensão. conforme o capítulo 7. não pode ser interligado com outros circuitos. devem ser relacionados os seguintes dados: quantidade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. tendo como base a placa de identificação do fabricante do motor.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Figura 1 Quando a carga instalada do sistema de prevenção e combate a incêndio for superior a 75kW. No memorial de cálculo da carga instalada deverá ser indicada a finalidade de cada motor e. 16. conforme o capítulo 6: vale apenas para determinação da forma de ligação da unidade consumidora. deverá ser instalado transformador exclusivo para atendimento ao sistema de prevenção e combate a incêndio atendendo ao disposto no GED 2855. Os dispositivos de partida de motores sob tensão reduzida. da mesma forma que as demais unidades consumidoras com medição individual. potência. desde que essa demanda não ultrapasse a 30% da demanda calculada do edifício. número de fases. além das instalações normais do prédio. o cliente deve providenciar. a construção de um posto de transformação independente e exclusivo para o sistema de prevenção e combate a incêndio.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 55 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para efeito de dimensionamento do transformador e do circuito secundário até o quadro de medidores.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 56 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . TABELAS TABELA 1 FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DESCRIÇÃO Auditórios. salões para exposição e semelhantes Bancos.40 para os primeiros 50kW 0. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Igrejas e semelhantes Indústrias Restaurantes FATOR DE DEMANDA 1.00 para os primeiros 20kW 0.00 1.5 para o que exceder a 12kW 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 17.20 para o que exceder a 50kW 1.00 1. lojas e semelhantes Barbearias.70 para o que exceder a 20kW 1.00 1.00 N.75 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.00 1.00 0.00 para os primeiros 12kW 0.00 0.

Sauna Xerox Hidromassagem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 a 11 12 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 35 36 a 40 41 a 45 46 a 55 56 a 65 66 a 75 76 a 80 81 a 90 91 a 100 101 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 350 351 a 450 451 a 800 801 a 1000 100 68 56 48 43 39 36 33 31 30 29 28 27 26 26 25 25 24 24 24 23 23 22 22 21 21 20 20 20 20 100 72 62 57 54 52 50 49 48 46 44 42 40 38 36 35 34 33 32 31 31 30 29 29 28 27 26 25 24 23 100 71 64 60 57 54 53 51 50 50 50 47 46 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 100 60 48 40 37 35 33 32 31 30 28 26 26 25 25 24 24 24 24 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 100 100 100 100 80 70 62 60 54 50 46 40 36 32 26 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 100 56 47 39 35 25 25 25 25 25 20 20 18 18 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 N. de Passagem Máquinas Lavar Louça Aquec.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 2 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS Fator de Demanda % Nº de Aparelhos Chuveiro Torneira Elét.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Indiv. Central de Acumulação Aquecedor Central de Passagem Fogão Elétrico Forno Microondas Secadora de Roupa. Aquec.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 57 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

500 1.000 4.500 1.400 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 3 POTÊNCIAS MÍNIMAS E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS Finalidade Torneira Elétrica Chuveiro Elétrico Máquina Lavar Louça Máquina Secar Roupa Forno de Microondas Forno Elétrico Ferro Elétrico Potências Mínimas (W) 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 58 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.500 1.000 2.000 N.

9 6.65 43.3 40.10 58.7 1288.5 49.0 120.72 0.05 1.54 30.57 8.61 0.8 2521.05 307.58 0.02 15.18 499.56 250.92 25.74 0.65 190.8 98.1 44. Utilizar.6 25.42 58. em 220V.38 39.15 152.1 10.86 0.7 1.93 48.67 117.7 7. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.73.66 0.85 1.17 5.09 141.1 566.3 201.9 915.69 0.7 61.66 0.54 2.1 0.0 100.89 11.3 2.0 Fator de Potência Médio 0.85 0.3 1.3 16.2 2014.70 7.83 1.75 0. N.0 422.95 4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 4 MOTORES TRIFÁSICOS .CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 4 5 7 1/2 10 12 1/2 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 0.85 0.7 157.82 0.77 0. Para obter os valores das correntes na tensão de 380V.76 0.1 20.51 6.29 370.85 0.72 5.52 4.77 0.52 80. dividir os valores. por 1.8 1619.6 1095.1 8.0 33.82 16.85 14.39 0.3 717.77 0.84 0.74 104. 3.1 1.7 340.3 9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 59 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0 81.04 10.95 2.0 20.03 13.6 65.1 3458.01 22. 2.77 0.9 0.84 0.03 30. preferencialmente.83 67.73 127.73 0.23 95.44 72.0 270.9 3.26 3.87 2.6 17.7 33.2 74.7 161.65 22.5 12. os dados de placa dos motores.09 37.8 477.81 0.85 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 4.71 0.65 1.28 189.

80 0.2 210 9. Os valores foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.0 27 14 0.83 0.0 13. preferencialmente.58 14.5 31 16 0.9 260 11.34 12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.79 0.1 3.9 3. 2.67 0.17 2.67 0.84 40.31 11.35 21.63 0.73 0.2 6.4 10.11 6.67 2.16 28.1 68 35 1.51 0.07 8.5 220 110 5.56 14.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 60 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .77 7.22 4.42 0.CONVERSÃO DE CV OU HP PARA kVA Potência CV ou HP 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1 1/2 2 3 5 7 1/2 10 12 1/2 15 Notas: Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de da Rede Carga (A) Partida (A) kW kVA 127V 220V 127V 220V 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 5 MOTORES MONOFÁSICOS .4 47 24 0.1 63 33 1.7 96 48 2.66 0.6 5.90 1.73 0.72 16.94 77.0 145 7.80 0. N. Utilizar.9 330 13.0 18.66 5.79 1.97 27.07 37.2 7.81 1.71 0.0 408 Fator de Potência Médio 0.5 132 68 3.18 11.14 1.78 0. os dados de placa dos motores.94 67.64 52.

50 N.77 0.75 0.54 0.59 0.65 0.66 Nº Apartamentos 79 a 87 88 a 96 97 a 102 103 a 105 106 a 108 109 a 111 112 a 114 115 a 117 118 a 120 121 a 126 127 a 129 130 a 132 133 a 138 139 a 141 142 a 147 148 a 150 150 acima Fatores 0.51 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 6 FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA Nº de Aparelhos 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 acima de 75 Fator de Demanda % Comercial Residencial 100 100 90 86 82 80 80 78 77 75 75 73 75 70 TABELA 7 COEFICIENTES DE SIMULTANEIDADE Nº Apartamentos 02 a 03 04 a 06 07 a 09 10 a 12 13 a 15 16 a 18 19 a 21 22 a 24 25 a 27 28 a 30 31 a 33 34 a 36 37 a 39 40 a 45 43 a 45 46 a 48 49 a 51 52 a 54 55 a 57 58 a 63 64 a 69 70 a 78 Fatores 0.76 0.73 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.72 0.52 0.74 0.64 0.98 0.91 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 61 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .87 0.50 0.57 0.95 0.70 0.97 0.63 0.84 0.56 0.53 0.96 0.55 0.79 0.68 0.58 0.60 0.89 0.61 0.67 0.81 0.69 0.71 0.62 0.

2) As dimensões indicadas entre parênteses devem ser observadas para instalações de classe 25kV. VOLUME DE ÓLEO PRATELEIRA PARA TP E TC MUFLAS Notas: 1) Dimensões e peso dos equipamentos.5 150 225 300 500 750 1000 1500 1225 1410 1455 1705 1770 2000 1730 1730 (1860) 1810 (2030) 845 1300 - 825 905 905 1070 1270 1250 1600 1950 2050 660 450 - 1040 (1190) 1060 (1220) 1150 (1260) 1250 (1340) 1320 (1425) 1420 (1485) 2250 2350 2570 1560 (1580) 1400 - 505 640 765 1090 1250 1780 3065 3650 4885 150 (210) - TRANSFORMADOR (KVA) 2000 x 2600 3150 (4000) 2500 x 2600 1400 x 2600 (2000) x 2600 1000 x 2600 4000 4000 4500 - DISJUNTOR PEQ.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 8 DIMENSÕES DOS EQUIPAMENTOS E COMPARTIMENTOS INDIVIDUAIS ESPAÇO MÍNIMO DO COMPARTIMENTO INDIVIDUAL (mm) LARGURA X PROFUND.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 62 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. fornecidos pelos fabricantes. EQUIPAMENTO ATÉ DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO LARGURA ALTURA PESO COM ÓLEO (kg) PÉ DIREITO MÍNIMO (mm) 75 112. 3) Nas cabines particulares as medidas dos compartimentos devem ser de acordo com os equipamentos que o particular adquirir.

Para demandas calculadas.5 150 225 300 A critério do cliente (medição em média tensão) Notas: 1. N. pode ser aplicada esta tabela. de até 308kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 9 DIMENSIONAMENTO DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U V W NÚMERO MÁXIMO DE CIRCUITOS ENTRADA SAÍDA 2 2 3 3 4 4 TABELA 10 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES DEMANDA CALCULADA kVA até 33 34 a 49 50 a 82 83 a 124 125 a 165 166 a 250 251 a 308 Acima de 308 TRANSFORMADOR RECOMENDADO kVA 30 45 75 112. arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior. conforme o capítulo 14 desta norma (ou de acordo com o documento GED 2855).2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 63 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Podem ser adotados outros limites de demanda calculada para transformadores do tipo a seco. 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

(E) Cabos contíguos ao ar livre (fixação direta).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.50 91 119 123 91 151 102 91 99 77 122 85 150 18.00 79 103 106 80 130 88 79 85 68 105 74 120 16.0kV EM PVC ESPECIAL EPR ou XLPE SEM DE ISOLAMENTO COM COBERTURA DE PVC SEÇÃO COBERTURA (kVA) 450/750V .50 42 55 56 46 67 48 42 45 39 54 41 50 11. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 64 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . (B) Eletroduto aparente. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada.90 26 34 37 30 40 30 26 29 26 32 25 25 8.0kV 0. e eletroduto embutido em alvenaria. e canaleta aberta ou ventilada. calha. eletroduto em canaleta aberta ou ventilada. eletroduto embutido em alvenaria. embutido direto em alvenaria.00 65 85 87 68 106 72 65 70 58 86 61 95 15. (D) Eletroduto diretamente enterrado no solo e canaleta fechada.50 51 67 68 55 82 58 51 55 464 66 49 70 13. (F) Eletroduto subterrâneo em bancos de dutos envelopados em concreto.50 141 187 191 134 240 155 141 154 113 192 130 MANEIRAS DE INSTALAR : (A) Eletroduto aparente.6/1.TENSÃO CABOS UNIPOLARES 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 11 CAPACIDADE EM kVA DE CABOS UNIPOLARES DE BAIXA TENSÃO (3 CONDUTORES CARREGADOS) .6/1.PVC 70 oC NOMINAL (kVA) mm2 DIÂMETRO kVA (B) (C) (D) (E) (F) (B) (C) (D) (E) (F) EXTERNO (A) mm 16 6. e bloco alveolado.50 120 159 162 116 202 132 120 130 98 162 111 240 23. calha.TENSÃO 220/127V CABOS UNIPOLARES CONDUTORES .50 34 45 45 38 54 40 34 37 32 43 33 35 9. moldura. moldura. OBS: Condutores isolados em PVC 450/750V. não devem ser instalados em locais sujeitos a umidade e/ou diretamente expostos. (C) Fixação direta à parede ou teto.50 105 140 141 103 176 115 105 112 88 141 97 185 20.

4. 8. Para instalação em eletrodutos subterrâneos. sem prévia consulta a CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. para se saber o diâmetro externo do cabo a ser utilizado.cm/watt (terreno normal).cm/watt.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Notas: 1.73. Para condutores com outro tipo de isolação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. N. 6.5oC. utilizar tabela do fabricante. 9. Para tensão de 380/220V. deve-se multiplicar os valores da tabela por 1. não podendo as bitolas calculadas para o projeto serem alteradas na execução para outra marca ou fabricação. 5. para instalação não enterrada.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 65 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e pressupõe que as cargas estão igualmente distribuídas entre as fases. em bancos de dutos envelopados em concreto. A tabela deve ser aplicada para o dimensionamento de condutores até a medição e proteção. refere-se a cabos compactados. considera-se a temperatura ambiente do solo de 25oC e resistividade térmica do terreno de 90oC. 2. ou com maneira de instalar diversa da especificada. O diâmetro externo nominal dos condutores isolados 450/750V. A tabela foi montada de acordo com os critérios estabelecidos pela IEC-287 e NBR-5410. as capacidades em kVA devem ser determinadas para a condição mais desfavorável. inclusive. Quando os condutores são instalados num percurso ao longo do qual variam as maneiras de instalar. 3. Temperatura ambiente de 30oC. para tensão de fornecimento 220/127V e fator de carga 100%. deve ser adotada a tabela do fabricante. 7. para instalação em eletroduto diretamente enterrado. Temperatura ambiente do solo de 20oC e resistividade térmica do terreno de 2. Para cálculo do eletroduto.

OU AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE DISPOSIÇÃO DOS CABOS 1 AGRUPADOS SOBRE UMA SUPERFÍCIE OU CONTIDOS EM ELETRODUTO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.90 0.80 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 66 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .70 0.85 0.60 0.65 0.70 0.55 0.90 0. Esses fatores são aplicáveis a grupos uniformes de cabos.65 0.85 0.90 0.85 0.70 0.55 0. 3.95 0.40 1.65 0.90 0.60 0. 2.85 0.65 1.80 0. A indicação espaçados significa uma distância igual a um diâmetro externo entre superfícies adjacentes.00 0.70 0.90 0.85 Notas: 1.90 0.85 0. N.85 0.85 0.80 0.90 0.75 0.90 0.90 0.70 0.70 0.70 0.50 0. CALHA OU BLOCO ALVEOLADO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA EM PARALELO ESPAÇADOS OU PISO CAMADA CONTÍGUOS ÚNICA ESPAÇADOS NO TETO FATORES DE CORREÇÃO NÚMERO DE CIRCUITOS OU DE CABOS MULTIPOLARES 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 14 ≥16 1.70 0.45 0.85 0.00 0.85 0.70 0.85 0.55 0.50 0.00 0.60 0.50 0.65 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA AGRUPAMENTO DE MAIS DE UM CIRCUITO INSTALADOS EM ELETRODUTO OU CALHA OU BLOCO ALVEOLADO.85 0.60 0. não é necessário aplicar nenhum fator de redução. Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo.60 0.95 0.75 0.95 0.85 0.70 0.60 0.90 0.45 0. uniformemente carregados.90 0.

isolados em EPR. XLPE ou PVC. Para espaçamentos inferiores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo FATORES DE CORREÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE CABOS UNIPOLARES EM BANDEJAS OU PRATELEIRAS CONTÍGUOS BANDEJAS NÃO PERFURADAS OU PRATELEIRAS ≥ 20mm N DE BANDEJAS. Para circuitos que tenham mais de um cabo por fase (em paralelo).90 0.90 2 0. ou cabos unipolares.75 0.92 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 67 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .85 0.95 0. dotados de cobertura. É considerado um espaçamento vertical de 300mm entre bandejas. 3. e não se aplicam quando os cabos estão instalados em várias camadas encostadas umas nas outras. sem cobertura. para a aplicação desta tabela. os fatores devem ser reduzidos.85 0. somente devem ser usados cabos unipolares.80 0. N.85 0. 2.95 0. Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados numa única camada.95 0. conforme prescrição da NBR-5410. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado. Para instalação em bandejas ou prateleiras. como mostrado acima.90 0. cada grupo de cabos deve ser considerado como um circuito.80 0. prateleiras ou suportes.85 3 0. isolados em XLPE.85 0.80 0.80 Notas: 1. PRATELEIRAS OU CAMADAS DE SUPORTE o N DE CIRCUITOS TRIFÁSICOS USAR COMO MULTIPLICADOR PARA CAPACIDADE EM KVA DA MANEIRA DE INSTALAR (E) DA TABELA 2 o BANDEJAS PERFURADAS CONTÍGUOS ≥ 20mm 1 2 3 1 2 3 1 0. 4.90 0.

Para tensão de 380/220V.450 .5 4. A tabela foi concebida para tensão de fornecimento de 220/127V. são dimensionados para cargas igualmente distribuídas nas três fases.1/2” x 1/2” 80mm x 10mm ou 3” x 1/2” 100mm x 10mm ou 4” x 1/2” 120mm x 10mm ou 5” x 1/2” DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO CORRENTES NOMINAIS PADRONIZADAS (A) : 100 -125 .5 150 225 250 300 500 750 1000 CAPACIDADE INTERRUPÇÃO (kA) 1.16 Notas: 1.23 4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.0 20.400 .600 CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO: TRANSFORMADOR 15 30 45 75 112.200 .1/4” x 1/4” 40mm x 5mm ou 1.0 12. O disjuntor deve estar de acordo com a norma NBR-IEC-60947-2 ou NBR-5361.175 .0 10.350 . N.5 15. Os barramentos e os disjuntores acima.0 Z% CONSIDERADO 3.1/2” x 1/4” 50mm x 5mm ou 2” x 1/4” 40mm x 10mm ou 1. multiplicar os valores da demanda calculada por 1. 3.1/2” x 1/2” 50mm x 10mm ou 2” x 1/2” 60mm x 10mm ou 2.225 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 12 BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO DAS CAIXAS E DO QUADRO DE MEDIDORES E DA CABINE E DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO A SECO DO QUADRO DE MEDIDORES DEMANDA CALCULADA (kVA) até 60 61 a 120 121 a 150 151 a 200 201 a 250 251 a 300 301 a 350 351 a 450 451 a 550 551 a 700 BARRA RETANGULAR 25mm x 5mm ou 1” x 1/4” 30mm x 5mm ou 1.0 65.300 . 2.3 2.250 .150 – 160 .0 48.0 32.0 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 68 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .500 .0 16.73.

1/4”) 50 (1. são os fatores de demanda considerados para o dimensionamento dos condutores. indicados na coluna de carga instalada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 13 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. Os demais deverão ser cabos.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.CONDUTORES EM mm2. Quando em fornecimento monofásico. 3. 7.TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) kW C≤6 C ≤ 12 12< C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) kVA CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 10 16 D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 25 16 25 35 50 70 95 DISJUNTOR (A) 50 70 60 70 60 80 100 125 150 200 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1. Os valores entre parênteses. 8. para redes de distribuição na qual o neutro não está disponível.1/2”) 60 (2”) TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 Notas: 1. 9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 69 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . considerando-se as cargas equilibradas. poderão indicar bitolas maiores. 6. ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL . A previsão de desequilíbrio de cargas ou os cálculos de queda de tensão. DE PVC . dois fios. 4. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. 450/750V. fase-fase. e o fornecimento será feito por sistema monofásico. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. situação não padronizada. Se a carga predominante for motor. 5.BAIXA TENSÃO . os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. N. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo. a carga instalada máxima é 18kW ou 25kW. 2.

Os demais deverão ser cabos. os condutores e sua proteção devem ser verificados em função do tipo de partida dos motores. N. 2. O condutor neutro é isolado e sempre na mesma bitola que as fases. considerando-se as cargas equilibradas. Apenas o condutor de bitola 10mm2 poderá ser de fio singelo.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1/4”) 50 (1. O diâmetro interno mínimo dos eletrodutos foi calculado para condutores compactados. Os disjuntores foram dimensionados para a temperatura máxima de operação de 40oC.BAIXA TENSÃO . As correntes nominais de proteção indicadas são os valores máximos admissíveis em função dos condutores indicados. 3. 450/750V.CONDUTORES EM mm2. Se a carga predominante for motor.TENSÃO DE FORNECIMENTO 380/220V CARGA DEMANDA TIPO DE INSTALADA CALCULADA FORNECIMENTO (C) kW (D) kVA C ≤ 10 MONOFÁSICO C ≤ 15 BIFÁSICO 15< C ≤ 25 D ≤ 26 26 < D ≤ 40 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 CABO DE COBRE EM ELETRODUTO 2 mm 10 16 25 10 16 25 35 50 DISJUNTOR (A) 50 70 70 50 60 70 100 125 ELETRODUTO mm (pol) 32 (1”) 40 (1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 14 CONDUTOR DE LIGAÇÃO DO BARRAMENTO DO QUADRO COLETIVO AOS MEDIDORES E DOS MEDIDORES À PROTEÇÃO INDIVIDUAL. As bitolas indicadas são as mínimas exigidas. poderão indicar bitolas maiores. DE PVC . 4.1/2”) Notas: 1. 5. 6. 7. A previsão de desequilíbrio de cargas. ou os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 70 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ELETRODUTOS E PROTEÇÃO INDIVIDUAL .

3. devendo-se instalar dois cabos de neutro de 2AWG ou 35mm2 de cobre. 4. temperatura do condutor 90oC.0mm no mínimo ou tubo corrugado de polietileno. Cabos unipolares: Os cinco cabos (3 fases. podendo ser adotado bitolas menores. DEMANDA CALCULADA (kVA) até 1000 1001 a 1900 1901 a 2500 ALUMÍNIO CONDUTOR (AWG) ELETRODUTO NO POSTE (pol) COBRE CONDUTOR (mm) ELETRODUTO NO POSTE (pol) DUTO SUBTERRÂNEO TUBO PVC mm (pol) TUBO CORRUGADO mm (pol) 2 1/0 2/0 4” 5” 5” 25 35 50 4” 5” 5” 100 (4”) 150 (6”) 100 (4”) 125 (5”) Notas: 1. este de 2AWG ou 35mm2) são lançados no mesmo eletroduto no poste. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. cabo reserva e o neutro. A bitola é válida para cabos tipos EPR ou XLPE 15kV-NA e 25kV-NA. parede 3. 5. Os dutos subterrâneos devem ser de PVC rígido.9kV.1kV.1kV. sendo que em trecho subterrâneo o neutro segue em duto exclusivo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 15 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM TENSÃO DE 23. 2. os condutores devem ser de cobre. com os diâmetros indicados na tabela. 13. sendo que a seção dos mesmos. tripolares ou monopolares. um em cada duto.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 71 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .8kV E 11. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Cabos tripolares são instalados em dutos diferentes. não pode ser inferior a 25mm2. Para ramal de entrada subterrâneo em tensão de 23.

VERGALHÃO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ mm ∅ mm 5.IPS 1/4 : diâmetro externo de 13.8kV 11. 2.9kV 1H 1H 1H 2H 2H 2H 2H 3H 5H 3H 5H 5H 5H 8K 8K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 15K 25K 25K 3H 5H 5H 5H 5H 6K 5H 6K 8K 6K 10K 15K 6K 10K 15K 8K 15K 15K 12K 25K 25K N.USO INTERNO BARRAMENTO DEMANDA (kVA) até 1300 1301 a 1800 1801 a 2500 2501 a 5000 Notas: 1.535 TUBO COBRE ALUMÍNIO kg/m kg/m ∅ IPS ∅ IPS 1/4 3/8 0.28mm.960 3/8 1/2 0.35 0. 13.IPS 1/2 : diâmetro externo de 21.53 0.53 0.70 0.IPS 3/8 : diâmetro externo de 17.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 72 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e na base de 50% do limite térmico.87 0.5 2 x 150 2 x 225 FUSÍVEL DE EXPULSÃO 23.342 12. seção útil de 107mm2 e parede de 2. O barramento foi dimensionado para temperatura ambiente de 30oC.35 0.085 6.634 12. com elevação de temperatura de 20oC.5mm2 e parede de 2.281 9.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 16 BARRAMENTO PARA TENSÃO DE 23.192 9.290 0. seção útil de 76.2mm.680 0. seção útil de 160mm2 e parede de 2.127 15. Os tubos com diâmetro IPS correspondem a: .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.1kV 13.3mm.440 TABELA 17 DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS DE EXPULSÃO CAPACIDADE DO TRANSFORMADOR (kVA) 30 45 75 112. .187 6.1kV.16 0.10mm.5 150 225 300 500 2 x 45 3 x 45 2 x 75 3 x 75 2 x 112.9kV . .74mm.7mm.70 1.8kV E 11.

Cálculo do Diâmetro Interno Mínimo do Eletroduto De = √ [(Dc2 x n) / t] Onde: De = diâmetro interno mínimo do eletroduto. t = taxa de ocupação.38 0.30 0.40 0.31 0.40 0. no mínimo. A instalação dos eletrodutos.53 0.55 0. n = número de cabos no eletroduto N.40 0.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 73 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. devem ser.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 18 TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DOS ELETRODUTOS POR CABOS ISOLADOS NÚMERO DE CABOS 1 2 3 4 MAIS DE 4 Notas: TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO (t) SEM COBERTURA DE COM COBERTURA DE CHUMBO CHUMBO 0. a distância entre caixas e outros detalhes. de acordo com a NBR-5410.40 0.35 1. Dc = diâmetro do cabo.

220/127V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C≤6 C ≤ 12 12 < C ≤ 18 18 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 23 23 < D ≤ 30 30 < D ≤ 38 38 < D ≤ 47 47 < D ≤ 57 57 < D ≤ 76 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 1 -2 2 3 2 5 2 3 15 2 5 20 3 7.5 15 50 OBS : Aplica-se.5 25 5 7.380/220V TIPO DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO BIFÁSICO CARGA INSTALADA (C) (kW) C ≤ 10 C ≤ 15 15 < C ≤ 25 DEMANDA CALCULADA (D) (kVA) D ≤ 26 26 < D ≤ 40 40 < D ≤ 46 46 < D ≤ 66 66 < D ≤ 82 TRIFÁSICO 25 < C ≤ 75 MAIOR MOTOR (CV) FN FF FFFN 3 -5 5 10 3 5 20 3 5 30 5 10 30 7.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 19 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR . à máquina de solda a motor.5 10 40 7.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 74 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . TABELA 20 LIMITAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE MOTOR . à máquina de solda a motor.5 12 50 OBS: Aplica-se. N. também.5 12 40 7.5 30 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. também.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo TABELA 21 ENTRADA AÉREA DIMENSIONAMENTO DO POSTE DE ENTRADA Tensão de Fornecimento 127/220V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 23 90 23 < D ≤ 47 200 47 < D ≤ 100 300 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 400 700 Tensão de Fornecimento 220/380V Demanda Calculada (D) Poste de Concreto kVA daN D ≤ 40 90 40 < D ≤ 100 200 Demanda Calculada (D) kVA 100 < D ≤ 150 150 < D ≤ 400 Poste de Concreto ou Coluna/Poste Moldado daN (mínimo) 300 500 N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 75 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

3. de acordo com o projeto. Circuito completo em um só duto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.4 3.10 Eletroduto (características.1 2. altura) 2 2.3 2. Ligação da mufla à chave Placa de identificação do edifício na cruzeta da mufla Aterramento e espaçamento das muflas Interligação neutro-terra CPFL.8 ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO Identificação dos cabos de entrada Massa Calafetadora e bucha no Eletroduto Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) Características do Eletroduto ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )s ( )s ( )n ( )n ( )n ( ( ( ( )s )s )s )s ( ( ( ( )n )n )n )n CAIXAS DE PASSAGEM Dimensionamento Limpeza. QUADROS DE MEDIÇÃO E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 1 1.5 1.2 2.8 Massa Calafetadora e bucha na entrada do Eletroduto.3 3.2 1.9 Bandagem (mínimo 3 com 5 voltas cada) 1.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 76 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .6 1.4 3 3.4 1. Profundidade dos dutos Encaminhamento dos cabos e dutos até a cabine. Distâncias dos cabos em relação à rede secundária. Alça da tampa.1 3. Cabo neutro cobre nu 35mm2 (mínimo) no mesmo duto dos cabos de 15kV ou 25kV. braço de iluminação e derivações 1.1 1. 1. ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CABINE DE TRANSFORMAÇÃO.7 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Corta Circuito e Garras de Linha Viva abertos.6 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 18.9 Faltam materiais para ligação ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n ( )s ( )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N. brita. massa calafetadora e bucha nos dutos . Identificação dos cabos de entrada. Folga no cabo.5 3.7 3.3 1.2 3.

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Nome do Empreendimento: Endereço:
ITEM 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 DESCRIÇÃO CABINE Localização Ferrolho com cadeado Placa de advertência na porta (caveira) Distância entre piso e porta (entre 0,5 a 1cm) Nível entre piso de garagem e cabine (entrada de água na cabine). Interruptor no lado de fora da cabine. Extintor (CO2 ou PQS-4kg) Caixa para guarda da chave reserva acima da porta da cabine Iluminação da cabine (emergência e normal) Identificação da porta corta-fogo. Aterramento da porta corta-fogo. Suporte das grades de proteção removíveis. Grades de proteção, aterramento, altura piso e placa de advertência Placa de advertência: "Não operar sob carga" p/ chaves de MT, abertura s/ carga Suporte das muflas - altura e aterramento Fixação da muflas e proteção dos cabos. Aterramento das muflas. Identificação do faseamento nos cabos das muflas Especificações dos cabos de alta tensão Vedação dos dutos de entrada dos cabos de alta tensão CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30 4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 DESCRIÇÃO CONFORMIDADE Especificações da chave geral ( )s ( )n Ligação da chave geral (faca da chave do lado carga) ( )s ( )n Acionamento da chave geral. ( )s ( )n Aterramento do suporte e da chave geral ( )s ( )n Especificações, identificação ( cor ) e espaçamento dos vergalhões ( )s ( )n Faseamento de acordo com o transformador ( )s ( )n Isoladores 15kV ou 25kV ( )s ( )n Aterramento do suporte dos isoladores. ( )s ( )n Fusíveis limitadores – dimensionamento e fabricante ( )s ( )n Aterramento da base dos fusíveis limitadores ( )s ( )n Interligação do neutro ao aterramento do transformador ( )s ( )n Espaçamento e esforço dos cabos secundários na saída do transformador ( )s ( )n Especificações e identificação dos cabos secundários ( )s ( )n Aterramento da calha ou bandeja e tampas. ( )s ( )n Aterramento suporte dos cabos secundários quando existir ( )s ( )n Caixas de inspeção da malha de aterramento, massa calafetadora e brita ( )s ( )n Anel de aterramento. ( )s ( )n Valor da medição do aterramento na caixa de inspeção da interligação do ( )s ( )n neutro da rua com a malha de terra 4.39 Trava, acionamento e aterramento dos abafadores (em caso de trafo à óleo) ( )s ( )n 4.40 Vidro, dimensões, tela de proteção e aterramento do vitraux. ( )s ( )n 4.41 Dimensões, disposição da cabine, abafadores (em caso de trafo à óleo), ( )s ( )n aberturas p/ entrada de ar, chicanas e vitraux de acordo com projeto.

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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ITEM 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.15 5.16 5.17 5.18 5.19 5.20 5.21 DESCRIÇÃO CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Aterramento da caixa Capacidade dos disjuntores Dimensionamento da caixa de distribuição. Dimensionamento dos dutos de saída dos cabos. Distância entre barramentos. Disposição dos cabos de entrada e saída Especificações e dimensionamento do barramento Especificações e dimensionamento dos cabos de entrada Especificações e dimensionamento dos cabos de saída para os quadros Especificações dos dutos Fixação e esforço dos cabos de entrada Fixação e capacidade dos disjuntores Identificação dos cabos de saída Identificação dos quadros de medidores junto aos disjuntores Identificação das fases: entrada e saída do disjuntor Identificação das fases dos barramentos. Não deve existir iluminação no interior da caixa. Placa com dizeres “NÃO OPERAR SOB CARGA” Placa de advertência na porta Vedação dos dutos de saída Verificar a necessidade de placa de advertência, no caminhamento dos dutos entre caixa de distribuição e outros centros de medição CONFORMIDADE

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

)n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n

(assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA:

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 80 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .16 6. Fixação da tampa e dispositivos para lacre Especificações e posicionamento do disjuntor geral Aterramento do compartimento do disjuntor geral Vedação da chave geral (moldura) Faseamento. versão exclusiva da CPFL Aterramento Aterramento do suporte do barramento Vedação dos dutos de entrada dos cabos Faseamento e fixação dos cabos Especificações dos barramentos Faseamento.13 6.4 6.15 6.8 6. cabo de entrada e saída do disjuntor geral CONFORMIDADE ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.9 6.10 6.17 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM 6 6.6 6.14 6.12 6.20 DESCRIÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Fixação e dispositivo para o lacre da tampa.19 6.5 6. fixação e espaçamento das barras Faseamento e ligação dos cabos da administração Especificação das chaves e disjuntores Dispositivo para lacre da chave da administração Aterramento da chave da administração Identificação chave da administração Materiais para ligação dos TC’s Identificação das chaves de serviços Identificação do disjuntor geral.3 6.18 6.1 6.2 6.7 6.11 6.

23 6. Dizeres “Uso exclusivo da CPFL” Ligação dos apartamentos ao barramento Identificação dos apartamentos nos cabos de ligação Aterramento do quadro Iluminação Posicionamento dos batentes em relação aos medidores Especificações dos cabos de ligação dos aptos. Identificação dos quadros (quando houver mais de um).43 Fixação e especificação dos cabos.25 6.37 6.28 6. bitola e massa calafetadora ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s )s ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n )n (assinatura do responsável técnico) Nome legível: Número da ART de Execução: Número do CREA: N. antes e depois do disjuntor Buchas de entrada e saída Identificação das fases junto às buchas de entrada Identificação do neutro Capacidade dos disjuntores Identificação dos aptos acima dos disjuntores.24 6.33 6. Limpeza Acabamento Fixações (aperto) Conferência do faseamento dos apartamentos Malha de aterramento – profundidade. Abertura e fechamento da porta do quadro Distância do quadro à parede oposta (1.40 6.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 81 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .29 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Identificação das fases de entrada e saída dos disjuntores (trifásico).31 6.39 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo Nome do Empreendimento: Endereço: ITEM DESCRIÇÃO CONFORMIDADE 6.32 6.35 6.27 6.36 6.30 6.22 6.21 6.38 6.42 6.34 6.26 6.20m no mínimo) Proteção para os quadros quando necessário (cavalete).41 6.

DESENHOS DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 1 – 1/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 19.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 82 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

1 – 2/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA ENTRADA DE SERVIÇO – PONTO DE ENTREGA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 83 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 84 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 3/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE SECUNDÁRIA N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 85 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1 – 4/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 86 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 1 – 5/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 1 – 6/7 – FORNECIMENTO A PARTIR DO BORNE SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 87 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

50 3.50 1.50 0.20 3.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 88 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: 0.50 0.20 1.50 LEGENDA: LOCAL ONDE NÃO É PERMITIDA A FIXAÇÃO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NA FACHADA Dimensões em metros N.50 0.50 1.50 0.50 Data Publicação: 2.50 0. 1 – 7/7 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA FIXAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO 0.20 1.20 Página: 119 Procedimento 2.50 0.50 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2 – FORNECIMENTO A PARTIR DA REDE PRIMÁRIA – ENTRADA DE SERVIÇO PONTO DE ENTREGA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 89 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

3 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.RAMAL DE LIGAÇÃO CONEXÕES E AMARRAÇÕES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 90 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 91 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 4 – 1/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 92 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com luvas de emenda e envelopada em concreto Nota: Para até 4 cabos de até 95mm2. 4 – 2/2 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Adaptador e curva de PVC ou tubo corrugado flexível em polietileno.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. DIMENSÕES EM MILÍMETROS N. esta caixa poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 93 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 5 – FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO – RAMAL DE ENTRADA NA FACHADA N.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 94 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) Altura mínima do ramal de ligação conforme desenho 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 6 – COLUNA/POSTE MOLDADO NO LOCAL NOTAS: 1) As conexões e amarrações do ramal de ligação podem ser executadas conforme desenho 3. projetado para esforço igual ou superior a 500daN. 4) Para até 4 cabos de até 95mm2. 3) A exigência da caixa de passagem se aplica a ramal de entrada subterrâneo. deve ser instalado 2 suporte para 4 isoladores roldanas. a caixa de passagem poderá ter suas dimensões reduzidas para 500mm x 500mm x 1000mm 5) Para poste de concreto ou poste/coluna moldado no local. um de cada lado do poste/coluna.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. VISTA SUPERIOR N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: R5 0 0 m ín .ENTRADA LATERAL Barramentos de cobre 250 Disjuntor Barra de cobre Neutro 400 650 1450 400 300 Eletroduto Caixa de inspeção de aterramento Nível do piso acabado Eletroduto de aterramento Dimensões em milímetros N. 7 – 1/2 .MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 95 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2600 Disjuntor 475 2000 Barramentos de cobre ou Cabos 250 725 Eletrodutos de entrada . Data Publicação: 600 Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 7 – 2/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 96 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 300 475 2000 250 .ENTRADA POR BAIXO 1450 Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Barra de cobre Disjuntor Neutro 650 400 400 A 600 Eletroduto Nível do piso acabado Eletrodutos de entrada Caixa de inspeção de aterramento Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO U .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

8 – 1/2 . Eletroduto Eletroduto de saída Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.ENTRADA LATERAL A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa. podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 Neutro 475 250 Página: 119 Procedimento 2. 2000 Eletrodutos de entrada Barramentos de cobre 725 Barramentos de cobre ou Cabos 250 Barra de cobre Disjuntor Disjuntor Disjuntor 400 600 600 400 600 Nível do piso acabado R5 00 m ín .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 97 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 .

8 – 2/2 .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA 2000 Página: 98 de 147 .ENTRADA POR BAIXO 2000 A distribuição dos cabos ao longo dos barramentos é apenas ilustrativa. 725 Barramentos de cobre Barramentos de cobre ou Cabos 250 Disjuntor Disjuntor Disjuntor Neutro 400 600 600 400 400 a 600 Eletrodutos Eletrodutos de entrada Nível do piso acabado Barra de cobre Caixa de inspeção de aterramemto Eletrodo de aterramento Dimensões em milímetros N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: 300 475 250 119 Procedimento 2.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO V . podendo o projetista reposicioná-los (cabos) para uma melhor distribuição da corrente elétrica.

9 – 1/2 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W .2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 99 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ENTRADA LATERAL N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 100 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .ENTRADA POR BAIXO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.MONTAGEM DE CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO TIPO W . 9 – 2/2 .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 101 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 10 – 1/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 10 – 2/2 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 102 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. A numeração deverá ser feita em placa de folha de alumínio ou flandres.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 103 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 7. afixada na cruzeta que sustenta as muflas. 2. antes do número. N. 6. 8.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. O fundo com dimensões indicadas no desenho deverá ser preto e a numeração de cor amarela. 11 – FORNECIMENTO EM MÉDIA TENSÃO – ENTRADA DE SERVIÇO – NUMERAÇÃO Notas: 1. 4. escrever o nome da rua. colocar em seguida aos número. A numeração deverá ser com gabarito número 6. Tinta recomendada: tinta à óleo. Tratando-se de muflas da CPFL-Paulista ou CPFL-Piratininga. 3. Toda entrada de serviço subterrânea deverá ser identificada com o número do prédio a que pertence. com mesmo tamanho de letra a sigla CPFL. Deverá ser instalado pelo particular. 5. Quando a ligação for através de outra rua. abreviadamente.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 104 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. 12 – 1/2 . EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500kVA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 105 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 12 – 2/2 . EXCLUSIVA PARA 1 TRAFO CPFL DE ATÉ 500KVA.POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. COM BARRAMENTO OPCIONAL N.

13 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 106 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N. 2 TRANSFORMADORES DE ATÉ 500kVA. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

13 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE NA SUPERFÍCIE. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 107 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ATÉ 2 TRANSFORMADORES.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. EXCLUSIVA PARA EQUIPAMENTOS DA CPFL.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 108 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N. 14 – 1/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 500kVA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. ENTRADA PRIMÁRIA SEPARADA N. 14 – 2/2 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO ABRIGADO – CABINE MISTA COM TRANSFORMADOR CPFL ATÉ 1000kVA.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 109 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

15 – 1/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 110 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 15 – 2/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES .ABAFADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 111 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

15 – 3/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.DETALHES .ABAFADOR N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 112 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 113 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 15 – 4/4 – POSTO DE TRANSFORMAÇÃO – DETALHES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 114 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 16 – CONEXÃO DE CABOS AO TERMINAL SECUNDÁRIO DO TRANSFORMADOR SUGESTÃO N.

Se a medição for colocada em um só lado do corredor ou se os medidores estiverem instalados em um quarto exclusivo. a distância mínima entre o quadro e a parede ou entre os quadros será de 1. instalar proteção com cano de aço zincado 3/4". 17 – QUADRO DE MEDIDORES – SUGESTÃO DE LOCALIZAÇÃO Notas: 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.20 metros. conforme desenho acima. Poderá ser desdobrado em vários painéis para efeito de melhor acomodação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 115 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 4. Quando o quadro de medidores estiver localizado próximo a garagens. 2. 3. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. O quadro de medidores deverá ser o mais próximo do ponto de entrega.

18 – QUADRO DE MEDIDORES – DETALHES N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 116 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 19 – ATERRAMENTO – QUADRO DE MEDIDORES N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 117 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

desde que devidamente submetidos a qualificação técnica da Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. Tamanho mínimo de 30 mm. 3) Fundo: pintura branca padrão Munsell N9.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 118 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .amarelo Munsell 5Y-8/12. margem – preto Munsell N1. Unidade: mm. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 5) Pictograma: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. 6) Perigo: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado. Fonte “Univers / Univers Bold”.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. caracteres/ margem – preto Munsell N1.5/ 4) Textos: Com aplicação de Vinil Adesivo Plotado.5. Cor: preto Munsell N1. Cor: fundo – vermelho Mansell 5R 4/14. 2) Material: chapa de aço galvanizada. outros tipos de materiais. Cor: fundo . Espessura: 1 mm.7mm). texto branco padrão Munsell N9. 20 – PLACA DE PERIGO PARA SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA A TERCEIROS 480 15 450 15 15 135 15 330 300 MÉDIA Raio = 7 140 7 121 15 NOTAS: 1) Desenho sem escala. Tamanho mínimo de 30 mm. OBSERVAÇÃO: Poderão ser adotados. Fonte “Univers / Univers Bold” . alternativamente as chapas de aço galvanizada. tais como Alumínio e Copoliester (PET – 1.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 119 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 21 – CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE PARA GUARDA DA CHAVE RESERVA DA CABINE – USADA EM EMERGÊNCIAS N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 120 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 1/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.

22 – 2/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 121 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 122 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 22 – 3/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

22 – 4/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO ADMINISTRAÇÃO COM MEDIÇÃO INDIRETA.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 123 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 124 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 5/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO DIAGRAMA DE MEDIÇÃO.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 125 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 22 – 6/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

22 – 7/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 126 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 127 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 22 – 8/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/16” (~5mm) x 3/4" (~19mm) Fixação dos Medidores. 6. Porca losangular c/ mola e parafuso cabeça panela 3/8” (~10mm) x 1” (~25. Fecho tipo triângulo.90mm) com trilho para fixação dos medidores. Sistema de dobradiça inviolável. 15. As chapas lateral. Proteção plástica para fixação dos cabos. Compartimento para cabos de entrada. 3. Compartimento para medidores.4mm) Fixação dos cabos. LEGENDA: Compartimento para disjuntores. Trilho para fixação dos medidores – 38mm x 19mm metálico. Medidor padrão CPFL. 9. Barra de cobre seção retangular. 8. Niple bitola conforme cabos. 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 23. Compartimento para chave geral. 17. Suporte para fixação dos disjuntores chapa 16MSG (1. 20. Fecho rápido tipo standard com lingueta padrão. 22. 18. Visor de vidro liso de 150mm x 150mm.52mm) para proteção dos contatos elétricos dos disjuntores. com 5mm de espessura. Conector vertical 90o (detalhe 3).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Sobre placa para TC´s 200mm x 500mm x 20mm.Instalada com rebite Pop. 27. Isolador botijão e castanha Epóxi. 28. 24. 19. Espelho em chapa de aço carbono 16MSG (1. 13.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 128 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Compartimento para distribuição da administração. 14. Compartimento para TC´s e medição da administração. 7. 12. superior e traseira são fixadas com parafusos. 16. Plaqueta de alumínio com no dos apartamentos . Chapa de aço carbono14MSG (1. 2.52mm). 11. Dispositivo para lacre padrão CPFL (pino passante). 22 – 9/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO 1. 10. 21. 25. 26. N. 4. Conjunto braçadeira plástica tipo Hellerman e presilha tipo unha. Compartimento para barramento.

Trilho perfilado para fixação dos medidores – 38mm x 19mm. Espessura das Chapas de Aço Carbono: . Para condutores de secção menor de 35mm2. Anexar caixa adicional para facilitar a ligação dos cabos. a largura do QM da administração deverá ser de 900mm. 7. a mesma poderá ser ligada diretamente no barramento principal. poderá ser feita diretamente dos bornes de entrada do disjuntor geral. 8. . após o disjuntor geral. sobre portas. fechamento superior. através de porta apropriada. através de jateamento/limpeza/pintura a pó por sistema eletrostático 2. Se para a medição.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 129 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a derivação para atendimento a administração e/ou sistema de combate a incêndios. em baixa tensão.16MSG (1.52mm). eliminando-se os barramentos anteriores ao mesmo. etc). Caso não haja na administração cargas especiais (elevadores. sistema de combate à incêndio. da administração forem utilizados TC´s (transformadores de corrente) de medição. As portas do lado esquerdo devem possuir travas internas. laterais. traseiro e divisórias . 22 – 10/10 – QUADRO DE MEDIDORES TOTALMENTE METÁLICO Notas: 1. 5. . 3. Abaixo tabela com os parâmetros físicos dos cabos para definição da necessidade ou não do uso de TC´s.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. O consumidor deverá ter acesso ao disjuntor geral.90mm). 6. quando necessário.Todos os perfis . os parâmetros elétricos estão limitados a corrente de 200A (capacidade máxima do medidor. em caso de medição direta): Encordoamento Até classe 2 Superior a classe 2 (extra-flexível) Isolação 750V 1kV 1kV 750V 1kV 750V 1kV Cabo (mm2) Até 95 Até 70 Maior que 70 Até 70 Até 70 Maior que 70 Maior que 70 Usa TC´s ? Não Não Sim Não Não Sim Sim 4. N. para possibilitar a instalação dos mesmos.14MSG (1. As chapas de aço carbono utilizadas devem receber um tratamento anti-corrosivo e pintura.Portas.

com limite máximo de 1% no quadro de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 130 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Eletroduto do ramal de entrada BEP limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Caixa de passagem Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 23 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. N.

Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores BEP Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 23 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA AÉREA.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 131 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.

23 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 132 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. com limite máximo de 1% no quadro de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. N. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos BEP Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 23 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADRO DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 1 QUADRO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Quadro de Medidores Limite da propriedade com a via pública BEP À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no quadro de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 133 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Poste particular Ponto de entrega Eletroduto do ramal de entrada Caixa de distribuição limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 134 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 24 – 1/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. N. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. Ponto de entrega Poste particular Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. 24 – 2/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA AÉREA. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública BEP Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada Limite da propriedade com a via pública Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores BEP Quadro de Medidores Notas: 1) Nesta situação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 135 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 24 – 3/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite de propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 136 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. não sendo objeto de análise da concessionária por se localizar após o quadro de medidores. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.

24 – 4/4 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES CENTRO DE MEDIÇÃO ÚNICO COM 2 OU MAIS QUADROS – ENTRADA SUBTERRÂNEA. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 137 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Limite da propriedade com a via pública À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Limite da propriedade com a via pública BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Notas: 1) Nesta situação.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 25 – 1/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 138 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 25 – 2/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. conforme NBR-5410:2004. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. N. Poste particular Ponto de entrega Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica Eletroduto do ramal de entrada BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de passagem Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 139 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

25 – 3/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA AÉREA. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Ponto de entrega na fachada Eletroduto do ramal de entrada limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores BEP Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. conforme NBR-5410:2004.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 140 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. 25 – 4/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 141 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004. N. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do quadro de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. é permitido 3%. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição Caixa de distribuição BEP limite de propriedade com a via publica Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. N. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. conforme NBR-5410:2004.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2. 25 – 5/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo instalado em poste da CPFL é permitido 3%. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 142 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação. conforme NBR-5410:2004. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores.

o dispositivo de proteção contra surtos é instalado no ponto de entrada da linha na edificação. 25 – 6/6 – POSIÇÃO RELATIVA DAS CAIXAS E QUADROS DE MEDIDORES VÁRIOS CENTROS DE MEDIÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. conforme NBR-5410:2004. é permitido 3%. N. Quando o ponto de entrega for no borne secundário de trafo da CPFL instalado em poste ou em cabine. sendo exigido na análise da concessionária por se localizar antes do(s) quadro(s) de medidores. com limite máximo de 1% no(s) quadro(s) de medidores.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 143 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 2) O projeto deve conter os cálculos de queda de tensão. Caixa do dispositivo de proteção contra surtos Caixa de distribuição limite de propriedade com a via publica BEP Quadro de Medidores Quadro de Medidores Caixa de distribuição Quadro de Medidores Quadro de Medidores À rede da concessionária ou cabine Centro de Medição 1 (mais próximo ao ponto de entrega) Centro de Medição 2 Notas: 1) Nesta situação.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES. 26 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DA CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO. Barramentos de cobre DPS Disjuntor Barra de cobre BEP Neutro Disjuntor Vai ao eletrodo de aterramento da edificação Nível do piso acabado N.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 144 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.

27 – INSTALAÇÃO DE DPS AO LADO DO QUADRO DE MEDIDORES. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo DES.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 145 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 146 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3 . REGISTRO DE REVISÃO Este documento foi revisado com a colaboração dos seguintes profissionais das empresas da CPFL Energia.3.Alteração de texto orientando sobre a construção de cabine particular. pois os mesmos eram aplicados em quadros de Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2. Empresa CPFL Piratininga Colaborador Rogério Macedo Moreira Alterações efetuadas: Versão Data da versão anterior anterior Alterações em relação à versão anterior Item 4. Item 10.4.2(a) .2. Item 10.0 03/05/2007 N.3. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. Item 6.1 (f) .14.Eliminação do parágrafo que informava sobre a exigência de eletrodutos rígidos de PVC ou de aço carbono. Item 4. a mesma secção.2.Alteração do parágrafo que orienta sobre a utilização de abafadores em cabines.2 . Item 12.Inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter. Item 8.Inserção de texto complementar.2 .1 .Inserção de texto complementar.4 .4 (Nota 2) .14.1. Item 4.1 .Inclusão de texto no final do parágrafo orientando sobre a utilização de chave blindada de abertura em carga.Inserção de texto complementar. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação. no mínimo.14. Item 6.4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 20.2.Alteração de parágrafo orientando sobre as alternativas de arranjo para instalação dos dispositivos de proteção contra surtos. Item 12.3 .Alteração de texto informando sobre os cabos primários permissíveis para o ramal de ligação. informando da responsabilidade de fornecimento de terminais/conetores pelo empreendedor da instalação.Documento: Categoria: 119 Procedimento 2.

etc). Desenho 23-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.1 – Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6. de 35mm² para 50mm². Desenho 24-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.2 Paulo Ricardo Bombassaro 30/09/2008 147 de 147 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Desenho 24-3/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. no mínimo. Desenho 19: Alteração da secção do cabo de cobre nu da malha de aterramento.2 . Desenho 26: Eliminação deste desenho. N. Desenho 22-10/10 (Nota 6): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração do edifício.1(d) e (e)– Revisto critérios em função de novas diretrizes do item 6. Desenho 23-4/4: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Item 6. Item 6. Desenho 25-4/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. Desenho 22-10/10 (Nota 7): Alteração de texto informando sobre a derivação para atendimento à administração de edifício que não possua cargas especiais (elevadores.2. a mesma secção.2. E inclusão de parágrafo informando que todos os barramentos (fase e neutro) deverão ter. pois a norma orienta utilizar os desenhos da NBR-5410:2004.1 03/01/2008 medição em alvenaria. Item 11 – Revisados conforme diretrizes da NBR5410:2004. Desenho 25-5/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária.Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária e de instalação de até 3 eletrodutos no poste da concessionária.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 119 Procedimento 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de uso Coletivo 2.1. Desenho 25-6/6: Permissão de queda de tensão de 3% em borne de transformador da concessionária. sistema de combate a incêndio.