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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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BT Novembro de 2007 4/186 .1 .2 .2 .1.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.3 .Medição de agrupamento 7.Influências de campos magnéticos 7.2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.2.Ligações temporárias 6 .7 .Casos não previstos 5 .Medição 7.4 .Entrada coletiva 4.1 .Entrada individual 4.Vigência desta Regulamentação 4.5 .8 .2.4 .Rede subterrânea 4.3 .Proteção contra sobrecorrentes 6.Em entrada coletiva 5.4.9 .2 .Dados fornecidos à Light 5.7 .Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .Medições especiais RECON .Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.3 .Dados fornecidos pela Light 5.Suspensão do fornecimento 4.2 .11 .2 .Ligações provisórias 5.4 .6 .Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.Medição totalizadora 7.9 .Condições não permitidas 4.1 .Tensões de fornecimento 4.4.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.6 .Em entrada individual 5.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.1 .Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.5.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.5.12 .Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.5 .Prazo de validade do projeto 5.10 .5 .4.Proteção contra sobretensões 6.Medição individual 7.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.3 .Medição de serviço 7.1 .6 .4 .8 .3 .

CSM 600 (Fig.CSM 200 (Fig.Caixas de inspeção de aterramento (Fig.4.2 . 3B) 9.Caixa para seccionamento e medição indireta .3 .Aterramento do condutor neutro 8.1.1.1 .Caixa para disjuntor tripolar .Caixas para medição 9. CM 200 e CSM 200 9.CS 9.Caixas para medição direta .Caixa para seccionador .Entrada de energia elétrica coletiva 8.Caixa para proteção geral .Caixa transparente monofásica .1. medição indireta e proteção .3.5.5. 5B) 9.1 .1.3 .3.CSMD 9.1.CTM (Fig.Caixa transparente polifásica .5.2 kVA 8. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .3 .1 .Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Materiais padronizados 9. 6) 9.Caixas para seccionamento e medição indireta .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. 8B) 9.3.6 .CSMD 600 (Fig.CDJ 1 (Fig.1 . 4) 9.1.Entrada de energia elétrica individual 8.1 . CTP.2 .2 .1 . 6) 9. 6) 9.1 .3 .CDJ 9.Caixa para proteção geral . 6) 9.Aterramento das instalações 8. 8A) 9.CTM.1.5.1.3.1.1.Número de eletrodos da malha de terra 8.4 .CPG (Fig.BT Novembro de 2007 5/186 .Caixa para seccionamento.2.CM 200 (Fig.CTP (Fig.Caixas para proteção geral .CSM 1500 (Fig.CS-100 (Fig.Eletrodo de aterramento 8.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .4 . 2) 9.Caixas para seccionamento.8 .2 .Caixa para seccionamento e medição indireta .2 .5. 1) 9.CSMD 1500 (Fig. 4) 9.3 .1.CS-200 (Fig.2.2 .1 .CDJ 3 (Fig.5.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.1.2 .7) 9.CSMD 3000 (Fig. medição indireta e proteção .4.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8.1.7) 9.2.1 .CSM 9.2 .3.2 .1.2 .2.2.1.Caixa para disjuntor monopolar .1 .1 .Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.3.Caixa para seccionador .1.1.3 .Caixas para seccionador .3 .2.CPG-1000 (Fig.Caixa para seccionamento.Caixa para seccionamento. 8A) 9.Caixas para disjuntor .Caixa para proteção geral .Ligações à terra e condutor de proteção 8. 10B) RECON .5 .10A e Fig. 3A) 9.5. medição indireta e proteção . medição indireta e proteção .1 .CPG-600 (Fig.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .CPG-225 (Fig.2 .Caixa de passagem 9.5 .2 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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(UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. TOMÓGRAFOS.SEÇÃO A) .CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N.SEÇÃO B) .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .BT Novembro de 2007 9/186 .A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 .SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X.SEÇÃO A) .SEÇÃO B) . SPLIT E FAN-COIL.º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL.B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .

BT Novembro de 2007 10/186 . BASES FUSÍVEIS.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .

1 . com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes.CONDIÇÕES GERAIS 1 . medição e proteção. somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora. 2.5 .Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega.Terminologias e definições 2.Consumidor Pessoa física ou jurídica.Unidade consumidora Instalação de um único consumidor. 2. 2. 2.2 .3 .Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação. Ao sistema de distribuição da Light. das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento. 2. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL.Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.BT Novembro de 2007 11/186 . RECON . 2 . caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. com medição individualizada.6 .4 .

bem como operar e manter o seu sistema elétrico. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação. RECON . considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte). a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral). d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. na fachada. relativamente a viabilização do fornecimento. resoluções e regulamentos aplicáveis. O trecho interno do ramal. a partir do limite de propriedade. observadas as condições estabelecidas na legislação.2. b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega. o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. da operação e da manutenção. g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública.BT Novembro de 2007 12/186 . deve ser considerado como o “ramal de entrada”.8 . 2. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. por conveniência do Consumidor. o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional. Entretanto. situado no limite da propriedade com a via pública. tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular.Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora.7 .

além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica. quadros. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores. localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização.11 .BT Novembro de 2007 13/186 . 2.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega. 2. caixas.º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem. atendendo todas as condições de ventilação.5 desta Regulamentação. expressa em quilowatts (kW). no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. chaves.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública. sistema de medição e outros equipamentos da Light.10 . interligação com eletrodutos etc. 2. 2.14 . aterramento. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada.Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega. de fácil acesso. a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação.13 . definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. iluminação.Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação. disjuntores.12 . 2.Espaço físico Ambiente apropriado.15 . conforme item 9. 2. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação. RECON . 2. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa.9 .

detecção. bem como outras normas aplicáveis.Decreto n. e. 3.6 .1 . combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros. determina o cumprimento das normas da ABNT.5 .3 .Resolução da ANEEL n. 4 . atualizadas. a partir da porta de acesso da edificação. consideradas as sua revisões e atualizações. bombas de recalque.Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica.BT Novembro de 2007 14/186 .4 . referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores. de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas.Limites de fornecimento de energia elétrica 4. 3. resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ.Dispositivos legais 3. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados.º 456.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País. entre outras providências. 3. através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. consideradas as suas revisões e atualizações. 3. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica.Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros.Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 .5 kVA (380/220 V).2 . 3.3 .Leis. decretos.019 de 26 de fevereiro de 1957. RECON .1 . Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC).º 41. circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção. atinentes a leis.3 kVA (220/127 V) ou 114.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT. Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica.

4. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna. dependendo da conveniência técnica.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota). Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade. poderá ser aéreo ou subterrâneo.3 .2 . podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo. instalada conforme a seguir: 4. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.1.2. a critério da Light e em comum acordo com o consumidor. No caso de não atendimento dessas exigências. NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição. Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias.2 . o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. 4.1.2. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores. O ramal de ligação.BT Novembro de 2007 15/186 .1.Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora. dependendo da conveniência técnica. Em função de aspectos técnicos. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT. RECON . objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga. implicando na poluição visual e na agressão ambiental.Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). está limitado para demandas até 300 kVA.2.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede. em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas.2.1 . 4.1.

Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V . seja em tensão 13. O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação. alínea “ b” . bem como ao sistema de medição.BT Novembro de 2007 16/186 .Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão.2.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA. nas condições estabelecidas no item 4.1.Sistema subterrâneo dedicado .Urbanas 230 . Entretanto.2.duas fases + neutro .2 .1. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade.2 kV. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL.Urbanas / Rurais 220 / 127 V .1. 4. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade.115 V . a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V. a qualquer tempo.2 desta Regulamentação. 4.uma fase + neutro .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.4 . artigo 3º.2. quando inexistir a condição para instalação interna.1 .3 . bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento.4. O local físico destinado à cabina de transformação.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.Rurais 380 / 220 V . o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade.2 e 4.Redes aéreas monofásicas a 3 fios . Neste caso.três fases + neutro RECON .2. Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada. quando solicitado pelo consumidor.3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados. ao nível da rua. na frequência de 60 Hertz. não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo. o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA. e deve sempre estar localizado no pavimento térreo. nas seguintes tensões nominais: . inciso II. 4. aéreo ou subterrâneo.Redes subterrâneas a 4 fios . 4.Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios . deve permitir livre acesso pela Light.2.1.

4 D > 13. Trifásico especial RECON .0 < D ≤ 6.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.4. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro).0 4.0 D ≤ 5. Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.6 < D ≤ 8.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3. Urbano monofásico especial.0 < D ≤ 14.0 < D ≤ 8. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V.7 D ≤ 7. 4.BT Novembro de 2007 17/186 .0 D > 8.0 8.0 D ≤ 3.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .4 (n. Urbano monofásico.7 7. 3 D ≤ 4.2 .0 D ≤ 4.0 6. 4 4. Rural monofásico.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada. Trifásico.5 11.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 .5 .4 < D ≤ 6. Urbano bifásico.três fases + neutro 4.0 D ≤ 8.5 < D ≤ 13.6 6.7 < D ≤ 11.

ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. aquecedor etc. a inundações (subsolos). 4. dispositivos de compensação e outros. h . f .Condições não permitidas a .Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. em função da demanda calculada.4 kVA. em ambientes não validados e mal iluminados. c .07. 2 . 4. podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V.Instalação de filtros.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados. Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor.Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas. distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. estão definidas nas TABELAS 10-A. 3 .Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.7 .Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição. para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. afundamentos de tensão. e .NOTAS: 1 .) com potência superior a 4. em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos. item 13 . fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação.Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço. sem prévia consulta e autorização da Light. sobretensões. b . desequilíbrios.A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light.Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light.As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico.Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. d . excedentes reativos. sem prévia consulta e autorização da Light. cintilações. (ver item 10 desta Regulamentação).00 desta Regulamentação. RECON . 10-B. a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações.Avaliação de demandas.BT Novembro de 2007 18/186 .6 . a qualquer tempo. oscilações. torneira. 11-A e 11-B. 4 . g .

proteção. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. quando esse for exigido.). o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. de acordo com o sistema de geração projetado. devem prever.Construção de circuito de emergência. absolutamente independente da instalação normal.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico.8 . NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente. uma das seguintes condições: .i . alimentado pelo gerador particular. a qualquer tempo.9 .Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador. 4.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição. com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. RECON . k .Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir.BT Novembro de 2007 19/186 . cabinas de transformação quando houver etc. Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência.Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida. deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. . 4. j . o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes.Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação. .Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light. distribuição Obs.

endereço completo do local. bem como com as normas brasileiras atinentes. RECON .Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação. carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento. ramal subterrâneo.3 desta Regulamentação. na devida oportunidade.º 456 da ANEEL. 5. constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. torna-se fundamental a prévia consulta à Light. em conformidade com as determinações da ANEEL. 5 . tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações.Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. nível de tensão. os seguintes elementos: .1 .07. deve ser apresentado pelo interessado. 4.BT Novembro de 2007 20/186 . Dessa forma. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5.12 .2 . croquis de localização. 4.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n.00 desta Regulamentação. comercial.10 . tipo de atividade (residencial.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá.11 .Cópia dos padrões de ligação. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo. 5. com esta Regulamentação e padrões vigentes. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis. consideradas as eventuais revisões e atualizações. sempre que ocorrerem modificações.4. Para tanto.

. cabinas telefônicas. quando necessários. com carga instalada até 15. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . . .BT Novembro de 2007 21/186 .3 .Tensão de fornecimento.0 kW (demanda avaliada até 14.Condições estabelecidas para o atendimento. por profissional credenciado pelo mesmo. devem ser sempre monofásicas. .115 V. tais como.3 kVA). quando existente. se desejado. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. destinadas exclusivamente ao atendimento residencial.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. com demanda avaliada até 4.Entradas individuais isoladas.Formulários padronizados. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas. quiosques.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados).Tipo de atendimento.4 kVA. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. mobiliário urbano. NOTA: As entradas individuais de baixa renda. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea.Entradas individuais isoladas situadas em via pública. situadas em via pública. . Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light. ou. . b .Pequenas unidades consumidoras (barracas. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. se desejado. . exclusivamente residenciais.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 .) monofásicas em 127 V ou 115 V.Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a .4 kVA.. bancas de jornal. boxes etc. bancos 24 horas. 5. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.Entradas individuais isoladas.3 desta Regulamentação.0 kVA). nas tensões 127 V ou 115 V. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural. aérea e subterrânea. com carga instalada até 15. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. RECON . São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . com demanda avaliada até 4. localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. exclusivamente residenciais.0 kW (demanda avaliada até 13.

As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03.5 . executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.00 desta Regulamentação. c . ou. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis.4 . com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra.5.3 kVA.BT . Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. Planta de localização.1 . contendo: Diagrama unifilar. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. 5. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. Avaliação da demanda.3 desta Regulamentação. Novembro de 2007 22/186 RECON . se desejado. juntamente com diagrama unifilar.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. exclusivamente em 220/127 V.00 desta Regulamentação. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. desenhos de detalhes técnicos. 5. da proteção geral de entrada. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). para tratar dos serviços técnicos junto à Light.07. Quadro de cargas.07. juntamente com diagrama unifilar. equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc. desenhos de detalhes técnicos. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição.terminais rodoviários. Características técnicas dos equipamentos e materiais. com demanda avaliada superior a 13. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.

todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5.BT Novembro de 2007 23/186 . 5. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo.3 desta Regulamentação.Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light.3 e 5. a necessidade de extensão de prazo. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários.2 .5. da proteção geral de entrada. Tensão de atendimento.7 . é obrigatória a apresentação da ART .6 . através do programa normal de obras. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida.4 desta Regulamentação. o Consumidor. em tempo hábil e quando solicitado.Durante a fase de análise do projeto apresentado.1 kVA. Cabe destacar que.Anotação de Responsabilidade Técnica. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação. Planta de localização. é de até 18 meses. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33. oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. devidamente atualizados.Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada. Características técnicas dos equipamentos e materiais. Quadro de cargas. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição. contendo: Diagrama unifilar. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. relacionando todos os serviços sob sua RECON . 3 .Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas. Avaliação da demanda. a partir da data de validação do projeto apresentado. Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.5.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. 5. NOTAS: 1 . 2 . findado o prazo em questão. Para todos os demais casos contidos nos itens 5.

os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição. exposições etc.9 . idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. no ponto de instalação. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso. quando for o caso.1 . trifásica e simétrica. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento.BT Novembro de 2007 . 24/186 RECON . com disponibilidade de bobina de disparo. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. Deve ser feita consulta prévia à Light. 5.).). caracterizada como responsabilidade do Consumidor. edificações diversas etc. circos. 6.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica. obras públicas. em conformidade com as normas da ABNT. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). 5. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto. 6 . Nas entradas individuais. Para tal. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e. feiras. Deve ser feita consulta prévia à Light.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. parques.Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios.8 .Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica.responsabilidade e os dados técnicos da instalação.

Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR. Outra alternativa para a proteção diferencial. de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. capacidade de interrupção etc. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. 6. a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante.Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. simétrica. devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos. NOTAS: 1 . O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização.Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. mantidas as suas atualizações. DDR ou dispositivo diferencial acoplado). A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga). RECON . tensão nominal. 2 .A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. no ponto de sua instalação.) a partir de catálogo do fabricante. já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito). A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. Quando empregado disjuntor ajustável. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção).2 .BT Novembro de 2007 25/186 . Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito). faixas de atuação temporizada e instantânea.

Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões. o responsável técnico deve prever. RECON . Deve ser proporcionada a segurança de pessoas.1.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos. instalações e equipamentos.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes. 6. 2 . Nesse sentido.Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. também se aplicam às proteções diferenciais. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. 6. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL .Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores. caixa especial para abrigar os componentes. seja em regime permanente ou transitório. quando forem os casos.NOTAS: 1 . dispositivos de controle. 7. que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos.5410 da ABNT. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR . estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica.3 . tanto em regime permanente quanto em regime transitório.As notas 1 e 2 do item 6. consideradas as suas atualizações. quando necessário. bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação. motores e outros).BT Novembro de 2007 26/186 .4 . Quando da utilização de DPS’s.DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. equipamentos ou instalações sensíveis.

e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes.5 . por conveniência do Consumidor.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição.00 1.). 7.3 . Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio.50 2.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que. lojas.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva). comerciais.Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado. prédios residenciais. mistos e outros. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades.80 1. a boxes. A Seção 03.2 .07. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação. boxes.60 0. elevadores etc. 7.40 0.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes. salas.7. 7.1. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular.4 . devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0. galpões. bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação. bombas d’água. 7. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras.50 0. 27/186 RECON .00 NOTA: As TABELAS 17 e 18. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública). desde que caracterizado como ligação coletiva. lojas. residências individuais.BT Novembro de 2007 .Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos.

quando for o caso. O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora.entradas individuais e coletivas). 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais . bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral). sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. deve contemplar proteção diferencial residual. o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido.7. é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo). desde que previamente definido e acordado com a Light.1 . O condutor de proteção deve ser em cobre.Aterramento das instalações 8. de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção.6 .Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. junto à proteção geral de entrada que também. devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção.BT Novembro de 2007 28/186 .2 . todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação. à qual deve ser permanentemente interligados. RECON . 8. 8 . como parte integrante da instalação. As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação. isolado na cor verde ou verde e amarela. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL.Medições especiais Outras modalidades de medições. de acordo com as prescrições atualizadas da NBR .5410.2 a seguir. Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro.Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. 10-B.

OBS.1 . 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção).Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8.1 e 8. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão. a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento. uma haste de aço cobreada. no mínimo. sendo que o valor máximo da resistência de aterramento.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.Entrada individual de energia elétrica 8.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4". conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A. Na proteção geral de entrada. Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes.4 . deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido.5. Contudo. 10-B.5410. 8. Não devem conter emendas. Contudo. A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. 8. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8.3 desta Regulamentação.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23. havendo possibilidade. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação.5 .5. para qualquer das condições a seguir.2 desta Regulamentação. de forma a evitar processos corrosivos. somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre.1. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica. não deve ultrapassar 25 ohms.BT Novembro de 2007 29/186 . ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção.: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. 8.8.1 . RECON . Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral.3 . o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais. bem como também interligadas entre si internamente à caixa. deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .

de seção não inferior a 25 mm². 8.5.1.1 . O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização. no mínimo. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. de espessura mínima de 3 (três) mm.2. 8. quando existentes (caso das caixas metálicas). postes etc.BT Novembro de 2007 30/186 . de seção não inferior a 25 mm².2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas. além de dispositivo para instalação de selos. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.5. painéis.1.3 .Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta.Entrada coletiva de energia elétrica 8.2 .2 .Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo. 9 . 8. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável.2.5.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas.2 . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light.1 . de seção não inferior a 25 mm². interligadas entre si por condutor de cobre nu. 6 (seis) hastes de aço cobreadas. Os visores. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. devem ser em policarbonato incolor e transparente. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light.8.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. de seção não inferior a 25 mm². 9.5. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. interligadas entre si por condutor de cobre nu.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas. As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.5.

NOTA: Todas as caixas devem ser montadas. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente). A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9.2.Caixas para medição direta . 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.1 .caixa para medição direta até 200 A.CM 200 (Fig. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57. 9.1. 9. em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente).CTP (Fig.BT Novembro de 2007 31/186 . CTP.CTM.caixa para seccionamento e medição indireta. com medição direta e demanda até 14.Caixa transparente monofásica . até 8. RECON . 9.1 kVA. nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.1.1.caixa transparente polifásica.1. pintura eletrostática em epóxi ou similar.Caixa transparente polifásica .CSM 200 (Fig.1.CTM . CSM 200 .2 .2. CM 200 . CSMD . ou ainda.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A. exclusivamente.caixa transparente monofásica.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). CTP .0 kVA no atendimento rural (230/115 V). ou ainda. exclusivamente.0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13.3 . com medição direta e demanda até 33.1 . 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão.1.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente. medição indireta e proteção. principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças).CTM (Fig.1.2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.caixa para seccionamento. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. 9. que em geral são dispostos através de venezianas. A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas. CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta. CSM .

3 kVA no atendimento urbano (220/127 V).Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33. o sistema de medição indireta (medidor trifásico. o barramento de neutro e terra independentes.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente.1.3 kVA até 198.2. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. ver Anexo D desta Regulamentação. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. Deve estar associada a uma CPG .5 kVA.3 desta Regulamentação. NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. e ainda com medição direta e demanda superior a 57. unidades em entradas coletivas e outros).2 .1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A.0 kVA na classe de tensão (220/127 V).3 desta Regulamentação. pintura eletrostática em epóxi ou similar. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras.1.1 .Caixa de Seccionamento e Medição indireta .8 kVA na classe de tensão (220/127 V). onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). com demanda superior a 198.1.CSM 600 (Fig.Caixa de Seccionamento e Medição indireta .1kVA até 66.600 (caixa de proteção geral para 600 A). O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. 9. 9. deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.Caixas para seccionamento e medição indireta .BT Novembro de 2007 32/186 .8 kVA até 497.2 . 9. com demanda superior a 66. OBS. Deve estar associada a uma CPG . Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. RECON .2 kVA até 114.CSM 1500 (Fig.1.1.2.: Para valores de demanda maiores que 497. Devem conter o dispositivo de seccionamento. Para os cuidados com a operação de seccionamento.0 kVA. chave de aferição etc). transformadores de corrente. no sistema urbano especial (380/220 V).

estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. a até 3.2 .Caixa para Seccionamento.1.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114. com demanda superior a RECON . barras para TC. 9. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. com demanda superior a 66. pintura eletrostática em epóxi ou similar. ver Anexo D desta Regulamentação.9. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.3. sistema de medição indireta (medidor trifásico.5 kVA até 343. Devem conter um dispositivo de seccionamento.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal.Caixas para Seccionamento.3 kVA até 198. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. Medição indireta e Proteção .). 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.1.Caixa para Seccionamento. 9. onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). Para os cuidados com a operação de seccionamento. 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas.3 . a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. transformadores de corrente.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento.1. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.4 kVA na classe de tensão (380/220 V). barramentos de neutro e terra independentes. Medição indireta e Proteção .1 .CSMD 1500 (Fig. chave de aferição etc). Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes. Medição indireta e Proteção .BT Novembro de 2007 33/186 . ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.3. unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte). Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente.CSMD 600 (Fig. lojas etc. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.

exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação. devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento. pintura eletrostática em epóxi ou similar.5 kVA até 1717. em ambiente selado.2 .1.CS Devem abrigar. Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A.: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM.1 kVA na classe de tensão (220/127 V). 9. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis).198.0 kVA até 994. mesmo quando derivado da rede aérea. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação. Medição indireta e Proteção .Caixas para Seccionador . com demanda até 33. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo.Caixa para Seccionador . ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.CS 200 (Fig. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. CTP.BT Novembro de 2007 34/186 .0 kVA na classe de tensão (380/220 V). à montante da caixa CM 200.2.4 kVA até 858. 9.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858.CS 100 (Fig.8 kVA até 497.2 .3.2.CSMD 3000 (Fig.Caixa para Seccionamento.1 . com demanda superior a 497.1 kVA até 66. em instalações com demanda superior a 33. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.Caixa para Seccionador .) e alta capacidade térmica. OBS. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais.3 kVA na classe de tensão (220/127 V). 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 9. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. articuláveis ou removíveis.3 . RECON .5 kVA na classe de tensão (380/220 V). 9. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio. noril etc.

Caixa para Proteção Geral .6 kVA até 198.8 kVA na classe de tensão (380/220 V).Caixa para Proteção Geral . Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor.Caixa para Proteção Geral . 9.3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light.8 kVA até 343. 9. NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 9B).3 . uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A.3 . tipos “ L ” (Fig.Caixa para Proteção Geral . Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes). antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral.CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial.9.2 . além das barras auxiliares de cobre.CPG 1000 (Fig. 6) Aplicada em demanda superior a 33. às barras de neutro e de proteção quando for o caso. a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.4 kVA na classe de tensão (380/220 V). 6) Aplicada em demanda superior a 198.3 kVA até 128.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128. ou ainda em entrada coletiva como proteção geral. 9A) e “ Z ” (Fig. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 6) Aplicada em demanda superior a 74. através de janela com travamento por cadeado particular. 9.3.6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57.4 kVA até 572.8 kVA até 331.CPG 600 (Fig.1 .3.CPG 225 (Fig. bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte).1 kVA até 74.BT Novembro de 2007 35/186 . consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade. RECON . impedindo o acesso interno. com a finalidade de permitir a derivação.3 kVA na classe de tensão (380/220 V).3. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.

) e alta capacidade térmica. Deve ter as dimensões mínimas de 0. 9.Caixas para Disjuntor . CTP.0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais.4. 9.80 x 0. NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . o projeto da caixa deve prever.BT Novembro de 2007 36/186 .80 x 0.2 .CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. com demanda até 33.Caixa para Disjuntor Tripolar . 9. em pelo menos uma de suas dimensões. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). com demanda até 8.9.4.Caixa para Disjuntor Monopolar .5 .0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade.1 . valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado. um acréscimo de 0.Caixa de Passagem A caixa de passagem. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ. noril etc.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) . NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica.CDJ 1 (Fig. 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ.20 m para cada conjunto adicional. centro a centro. em alvenaria.80 m para 1(um) conjunto de cabos. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção.CDJ 3 (Fig. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light.4 .

que permita. PPGP: Painel de proteção geral e parcial. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel.7 . contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel. podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. diretamente posicionado em baixo do muro principal. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo. quanto o de proteção geral-parcial quando existir.no limite da sua propriedade.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. através de seu responsável técnico. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. 9. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. também. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. tanto os individuais das unidades consumidoras. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. sendo que para segunda opção o Consumidor. os disjuntores inerentes ao painel em questão.BT Novembro de 2007 37/186 . 9. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. RECON . com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular.6 . recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual.10A e Fig.

de seção 16 mm². instalados. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior. 11A) e PMD 2 (Fig. principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 38/186 . pintura eletrostática em epóxi ou similar. RECON .Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. em Cu. 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. As barras internas (fases. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos. Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. nas cores preta (fase A). As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. A seguir. devem ser submetidos previamente à Light para análise. Os visores. Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . medição direta e proteção individual. PSMD: Painel de seccionamento. no mínimo. neutro e proteção) aos painéis. branca (fase C). impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. medição direta e proteção individual.7. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda. vermelha (fase B). PDMD: Painel de proteção geral. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A).Painéis de medição direta e proteção individual . Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. Os condutores devem ser.terra). quando existentes (Painéis de medição). 9. que em geral são através de venezianas.PMD 1 (Fig.1 .

13A) e PSMD 2 (Fig.PPGP.7. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. o dispositivo IDR.Painéis de proteção geral. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito.BT Novembro de 2007 39/186 .2 . 9.7. a partir do qual devem derivar. RECON . uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. conforme descrito no item 9.4 desta Regulamentação. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. os alimentadores dos painéis de medição.7.Painéis de seccionamento. 9. O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. devidamente protegidos pelas proteções parciais. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. deve ser utilizado. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento.4 desta Regulamentação. deve ser utilizado. 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento.3 .7. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. um novo painel de proteção geral e parcial .PPGP. A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante. já que possui dois estágios para disjuntores em série. além do disjuntor termomagnético. e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. um novo painel de proteção geral e parcial . o dispositivo IDR. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). 12A) e PDMD 2 (Fig.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. conforme descrito no item 9. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A.

Quando a interligação for feita em cabo armado. na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.BT Novembro de 2007 40/186 . o eletroduto poderá ser dispensado. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo. deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC.7. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. já que possui dois estágios para disjuntores em série. para receber o ramal de ligação. o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. 9. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva.Painel de proteção geral e parcial . sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição .25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado.9 .O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. aparente.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor.4 . Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente). de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação.Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo. Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD. o dispositivo IDR.8 . 9.Banco de dutos RECON . através de eletroduto rígido de PVC. 9. padrão Light. Em entrada de energia elétrica individual.

Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1. devem ser utilizados. 9. Nos trechos internos à edificação. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação.0 (cinco) centímetros. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução. contemplando. que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON . definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. CPG etc. Qualquer que seja a opção adotada.6/1 kV. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação.10 . Na impossibilidade de construção de banco de dutos. 9. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas. dois dutos vagos como reserva técnica.11 . além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1. Independentemente do tipo de eletroduto. classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0. junto ao limite externo da propriedade com a via pública. esta deve ser previamente validada pela Light.Para a instalação de ramal subterrâneo. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. obrigatoriamente. O tipo de isolamento (PVC. utilizando. pelo menos.5 desta Regulamentação.0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. de diâmetro não inferior a 100 mm. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama. o banco deve ser envelopado em concreto. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410. e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas.BT Novembro de 2007 41/186 .Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados.0 m entre bancos. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária. Entretanto.). somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica.

o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A.Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo.11. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. Obs. ou então. 10 B.BT Novembro de 2007 42/186 . queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos.1. A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. também instalados em dutos. 11 A e 11 B desta Regulamentação. atendidas as condições de ampacidade. a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação. Ultrapassados os referidos limites. 9. a critério da Light. bandeja totalmente vedada etc).7 desta Regulamentação. 9. 10-B. a critério da Light.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. e a 6 (seis) circuitos. em cabo armado. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. estabelecidos pela NBR . Portanto. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. 11-A e 11-B). A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição. devem ser utilizados cabos singelos de cobre. RECON . os limites de queda de tensão e perda técnica. compatíveis com as características do circuito. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. instalados em dutos.1 .11.1 . de neutro e de proteção correspondentes. em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG. Todavia. quando o limite de demanda não for atendido. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light.: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio.condições ideais de confinamento (banco de dutos.

deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. 9.CD e a respectiva medição. deve ser utilizado cabo concêntrico. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). 3) A critério da Light. bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . 10B. a critério da Light.2 . PSMD ou PDMD).1. de acordo com as características da carga. 11A e 11B). linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A.Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. Não atendidas as citadas condições. Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. proteção. Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light.2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição . eletrodutos.12 . Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento). deve ser empregado cabo singelo ou armado. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . armado ou singelo.11. 9. no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. Nas entradas coletivas. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada. painéis de medição. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida.CPG (entradas coletivas). em cabo concêntrico ou multiplex.Barramento blindado (Bus way) RECON . limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea. a critério da Light. deve ser a continuidade do ramal de ligação. além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados. 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. de acordo com o nível de carregamento. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. fornecido e instalado pela Light.BT Novembro de 2007 43/186 . Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. a partir do ponto de ancoragem .

A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. Unidades ou bancos de capacitores fixos. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. negativa e zero). Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. A aquisição. nível de curto-circuito máximo admissível. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. pelo menos. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. a fim de possibilitar o processo de validação. por tensão e/ou corrente. dimensão das barras etc). de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. desenhos de diagramas unifilares. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. impedâncias de sequência (positiva. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. perdas máximas em kW.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. podem ser empregados. instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. nível de isolamento para o qual foi projetado.BT Novembro de 2007 44/186 . Dessa forma.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. Nesse caso. por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. distâncias entre barras. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado. associados a funções temporizadas. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. exclusivamente. RECON . incluindo documentação legal. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. de potência máxima até 25 kVAr. 10 .

todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante). RECON .) Obrigatório . por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção). ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 .) Obrigatório Obrigatório OBS. ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância.) Recomendado (ver obs. seja por fuga.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática.) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada. bancos de capacitores automáticos e/ou controlados.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 . A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora. devem ser imediatamente desconectados.) Recomendado (ver obs.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual.) Recomendado (ver obs.Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs.

RECON / BT SEÇÃO 01.Determinação da carga instalada RECON .BT Novembro de 2007 46/186 .00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.07.

considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12.BT Novembro de 2007 47/186 . Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B. aproximadas.24 kVA 0. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva.92.) deve ser expressa em kW (CI kW).8 kVA 4.28 kVA x 0. conforme Resolução nº 456 da ANEEL. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos.0 kVA 0. No cálculo para determinação da carga instalada. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL. recomenda-se a utilização da TABELA 9. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0.Avaliação de demandas RECON .52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12.04 kVA 0. Para determinação da potência de motores em kVA.3 kW 13 .09 kVA 0. Quando não for possível essa verificação. demais resoluções e legislação atinentes. dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.4 kVA 0.45 kVA 3.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos. onde 0. dos principais equipamentos e aparelhos.4 kVA 1.07.04 kVA 1.3 kVA 0. que fornece as potências médias.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas.92 = 11. a carga instalada em kVA (CI kVA.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.

em função da utilização diversificada dessas cargas. sugestivamente.Método de avaliação . geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto. qualquer que seja o seu valor. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. sala etc. considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. o que pode implicar. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. (residencial e não residencial). desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. Avaliação e dimensionamento de entrada individual. Entradas coletivas . RECON . . que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. em entrada coletiva mista. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B). isolada. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado. o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento.) derivada de ramal de entrada coletiva.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação. Cumpre todavia ressaltar. A seguir. .1 . com atendimento através de ramal de ligação independente. loja. um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . 13. inclusive.BT Novembro de 2007 48/186 . com até 4 (quatro) unidades consumidoras. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança. verifica-se que. Nesse caso. .

Previsão de carga RECON .BT Novembro de 2007 49/186 . 13. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. Fan-coil).1. em entrada coletiva não residencial. . Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios . em entrada coletiva residencial. torneiras etc. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X. d2 aquecedores. calculada conforme TABELA 2.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras.). para uso residencial e não residencial. calculada conforme TABELA 6. considerando o fator de potência igual a 1. d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. calculada conforme TABELAS 5A e 5B.0. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1. d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador.. o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. considerando o fator de potência igual a 1.1 . Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio.0.

Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .1.Demanda da proteção geral da entrada .1.Demanda do único agrupamento de medidores .1.1.07. devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo.00. 13. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s).1 desta Seção 01.1 . das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica. no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação. motores e outras cargas.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada.1. ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado. considerando o disposto no item 13.1. indicadas conforme a seguir: 13. chuveiros.Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds). 13.3 . DPG = DAG RECON . da atividade do imóvel.2 . como aparelhos de ar condicionado. da localização.No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1.BT Novembro de 2007 50/186 .3.1.Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR . em função do tipo de construção. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação.

Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .Demanda do ramal de ligação DPG .80. a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.BT Novembro de 2007 51/186 . sendo o resultado multiplicado por 0. DPG = kVA (Aeq.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.3. geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG). Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR .80 13.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR).1.2 .80 RECON .A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).80. No caso de entrada exclusivamente residencial.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13. sendo o resultado multiplicado por 0.80.1. No caso de entrada mista (residencial e não residencial).Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR . a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” . ) ( ver item 13.Demanda da proteção geral da entrada DAGR . DR = (DAG + DS) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0.) x Fd ( Nº total de Aptos.Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR .

sendo o resultado multiplicado por 0. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B. onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil. RECON . compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . condomínios horizontais e vilas). compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) .A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso.4 kVA). condomínios horizontais e vilas).4 kVA).BT Novembro de 2007 52/186 .80.Método de avaliação . que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. demandas da proteção geral (DPG). . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.80 13. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais.2. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais.2 . 13. do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0.1 .

0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial.0 8. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água.895075 RECON . deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança. A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água.4 kVA). com potência nominal superior a 4. é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A. aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades.BT Novembro de 2007 53/186 .0 < P ≤ 10. 4 kVA. onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq.034939 x S 0. exclusivamente.0 < P ≤ 8. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².4 < P ≤ 6.A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4. conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4.0 6. Em seguida. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis.

44 = RECON .44 (TABELA 8) 51. (S2) x S2 ] + . ( Nº total de Aptos. A eq = Onde: [ Nº de Aptos. (Sn) Nº de Aptos. DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento.)] DPG = kVA (Aeq. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq. Nº de Aptos. 7-B e 8.BT Novembro de 2007 54/186 . (Sn) x Sn ] Nº de Aptos. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA. todos os apartamentos com chuveiros de 4. (S2) + Nº de Aptos.”) e do F. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2.d.93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos. (S1) + Nº de Aptos. + [ Nº de Aptos. . (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. .4 kVA.) x Fd ( Nº total de Aptos. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2.93 x 17. S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento.

Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo.52 kVA (TABELA 7 . 7B e 8.DAGR (Aptº 70 m²) = 2.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo.2.12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores. ) RECON .) x Fd ( Nº total de Aptos.52 x 29.1 “ Método de avaliação . (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº. deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.39 kVA 13.2 “ Método de avaliação .44 = 36.12 x 17.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2. às cargas de serviço do condomínio.1 “ Método de avaliação . A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2.1 .A) x Fd (40 Aptos) = 29. composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2.52 = 74. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.Seção B”. deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.Seção A” . Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.BT Novembro de 2007 55/186 .1.

as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.2. a demanda de serviço DS deve ser determinada. de um mesmo agrupamento de medidores. através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.Seção A”.Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes. deve ser determinada.1 “ Método de avaliação . à carga instalada de cada unidade consumidora. RECON .1 “ Método de avaliação . (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC).80.BT Novembro de 2007 56/186 . DR = ( DPG + DSR ) x 0. sendo o seu resultado multiplicado por 0. a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras.Seção A” à carga instalada do serviço.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR). através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.1.1 “ Método de avaliação . residencial ou não residencial.2 . a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial).80 13. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação. onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo.

DPG = (DAGR + DAGNR) x 0.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.BT Novembro de 2007 57/186 .Seção B” estabelecido no item 13. DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio.1.Seção B”. sendo o resultado multiplicado por 0. escritórios e outros) deve ser determinada. através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.Seção A”.Seção A” estabelecido no item 13. através da aplicação do critério estabelecido no item 13. ao conjunto de cargas residenciais. deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0.2 “ Método de avaliação . Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0. A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada.2.1 “ Método de avaliação .Seção A” estabelecido no item 13.80.80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras). ao conjunto de cargas não residenciais.80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio.1. determinada através do “Método de avaliação .80 RECON . DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial).

Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos .2 x 3/4 CV .0 kVA Sauna RECON .2 x 1/4 CV (1 reserva) . 13.9. calculada através da aplicação do “Método de avaliação . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.2 x 1 CV .3 x 4. DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.6.1. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .5 kVA .Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada. DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.1.Seção A” estabelecido no item 13. = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais.1.Seção B” estabelecido no item 13.1 x 1/2 CV .Seção A” estabelecido no item 13.0 kVA . determinada através do “Método de avaliação .BT Novembro de 2007 58/186 .1 x 1 CV .4 kVA .Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).2 x 2.3 . área útil de 300 m². determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Seção A” estabelecido no item 13.2.

5) x 0.4) + ( 2 x 2.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.52) + ( 2 x 1.40) + (1 x 0. B .5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.2 + 5.92 = 41.81 x 0.26)] + [ (1 x 1.0 + (3 x 4.030 x 300 = 9.4) + (2 x 2.45) + (1 x 0. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.52) + (2 x 1.0 Carga instalada (CI) = 9.5) + [(2 x 1.0 Carga instalada (CI) = 44.4) + (2 x 2.52) + (1 x 0.66 + 9. é necessário avaliar a demanda da instalação. a partir da carga instalada.1 “Método de avaliação .35) + (1 x 0.87) + (1 x 0. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.5) + (1 x 9.60) + (1 x 0.75) + (1 x 0.81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.56 kVA RECON .0 d2 = 21.0) x 1.A .Seção A” .50) + (1 x 0.52 + 0.52 + 1.BT Novembro de 2007 59/186 .04 + 2.66 )] + 9. ou seja.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.0 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 9.0 + 13.87 + 0.75 + (1 x 9.65) + (1 x 0. maior que o valor declarado (6.0 kVA).30) d1 = 4.0 + 3.80) + (1 x 0.70 + (2 x 2.26)] x 1 = 5.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0) d2 = (3 x 4.4) x 0. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.0 kVA.

3.2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) . da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada.3.1 x 4.0 kVA .1 bomba recalque de esgoto de 3 CV .4 kVA . atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.28 kVA A entrada individual deve ser trifásica.56 + 1.93 D total = 34. em tensão 220/127 V. Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos .4 kVA .1 x 4. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m².87 + 0.BT Novembro de 2007 60/186 .Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.87 kVA = 0.33 % d5 = [1.52 kVA = 0. RECON .0 kVA .1. um único agrupamento de medidores (4 apartamentos).99 + 5. estabelecido no item 13. 52 + 0.93 kVA C .1reserva = 3 Logo.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras. Caso 2 Edificação de uso coletivo. composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).8 + 21.66 kVA Nº de motores = 4 . FD = 63.Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4.Seção A” .6333= 1.66] x 0. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação .

menor que o valor declarado (3.88 kVA.4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.0 kVA d1 = (1 x 0.0 + 4.26) = 9.0 + (1 x 4.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA.0 kVA). sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora.1. Carga instalada ( CI ) = [3.1.4 = 4.0 + (1 x 4.4 + (2 x 1.4 x 1 = 4.4 kVA d2 = 4.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14.92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.04) = 14.A .80) + (1 x 0. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento).BT Novembro de 2007 61/186 .4 + (1 x 2. à carga instalada.70) +(1 x 4.65) = 2. ou seja. à carga instalada.0 kVA). menor que o valor declarado (3. 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4. B . Carga instalada ( CI ) = [3.92 = 9.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3. logo o valor a ser considerado deve ser 3.45 kVA.0 kVA.92 x 0. estabelecido no item 13. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.030 x 96 = 2.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” . logo o valor a ser considerado deve ser 3. estabelecido no item 13.4 kVA RECON .75) + (1 x 0.0 + 4. ou seja. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes.005 x 90 = 0.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .14 x 0.

4 + 4.4 x 1.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.75 = 5. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11. 80 = 2.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2.0 = 4.4 kVA d2 = 4.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.04 kVA d5 = (2. RECON .4 + 2. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2.52 = 9.70 + 4.4 + 5.BT Novembro de 2007 62/186 .26) x 1 = 2.06 kVA Nº de motores = 2 Logo.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2.70 kVA 3 CV = 4.0 x 0. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).04) x 0.0 kVA d1 = 3.Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9.06 = 11. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio.2 + 4.

06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.75) + (1 x 0. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que. logo: DPG = DAG = 24.4 kVA = 17.6 kVA d2 = 17.65) + (1 x 0.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.62 + 7.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.40) + (1 x 0.Seção A”.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3.55 + 11.26) x 0.06 = 24.66 = 11.45) + (1 x 0.70 = 7.80) + (1 x 0.27) + (2 x 0.1 “Método de avaliação .60) + (1 x 0.30) + (1 x 0.BT Novembro de 2007 63/186 . na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação. a demanda do ramal de ligação será: RECON .6 x 0.0 kVA = 12.35) + (1 x 0.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.0 kVA d1 = (1 x 0. Conforme estabelecido no item 13.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada.50 ) + (1 x 0.24) d1 = 5. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5. todas as cargas estarão envolvidas.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.

1 x 4. Sistema de serviço único com área útil de 600 m².2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".2 bombas de 5 CV (1 reserva) .DR = ( DAG + DS ) x 0. Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.BT Novembro de 2007 64/186 .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .2.1 x 4.1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas . materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva.1 x 4. 80 DR = (24.2 elevadores de 10CV .2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas .86) x 0.87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28. um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .0 kVA Aparelhos de aquecimento .1.8 kVA Aparelhos de aquecimento .1 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .8. em 220/127 V. Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas .1 x 1 CV .23 + 11.80 = 28.87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores. do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON .

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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10 apartamentos de 70 m².44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20. Conforme “Método de avaliação . e. 64 DAGR1 = 2.64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.64 DAGR2 = 2.64 = 20. estabelecido no item 13.. Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4.. RECON .2. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 .66 x 9.BT Novembro de 2007 68/186 .Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.. Fator de Diversidade = 9. Fator de diversidade = 9.64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25. Agrupamento 2 .66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²).Seção B”. dedicado às unidades consumidoras residenciais.64 = 25. Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2. Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²).4 kW)..12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .10 apartamentos de 90 m².12 x 9.

) = 2.38 x 17.44 = 41.09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57. através das TABELAS 7A. ou seja.80 = 57. o Fd = 17.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41. 7B e 8. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). ela não é considerada neste trecho coletivo.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.50 + 29.44 para 20 apartamentos.38 Pela TABELA 8. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq.86) x 0. Aeq. à toda entrada coletiva. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).80. RECON .80 DR = (41. DR = ( DPG + DSR ) x 0.BT Novembro de 2007 69/186 .50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada. DPG =2.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. sendo o resultado multiplicada por 0. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo. = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.

9. 12 lojas com área útil de 30 m². Dois agrupamentos de medidores.IN = 100 A ( cos ϕ = 0. 20 apartamentos com área útil de 60 m².4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas . sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .2 bombas de 5 CV (1 reserva) . deve ser feita conforme a seguir: RECON .BT Novembro de 2007 70/186 .1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).0 kVA .1 x 4. do serviço residencial. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.0 kVA .8.Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.1 x 4.4 kVA (chuveiro) .2 kVA Aparelhos de aquecimento .3.4 kVA (chuveiro) . Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas . 90 ) .2 elevadores de 10 CV .1 x 4. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.2.0 kVA Motores trifásicos .2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos .

Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .0 + 4. logo o valor a ser considerado deve ser 3.BT Novembro de 2007 71/186 . estabelecido no item 13.2 + 4.92 = 6.26 = 7.2 kVA). menor que o valor declarado (2.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .2: .030 x 60 = 1. Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .8 kVA. estabelecido no item 13.4 + 1.Seção B”.0 kVA). maior que o valor declarado (3.1: .92 = 7.Pelo “Método de avaliação .4 = 7.99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial.2 kVA.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. ou seja. Carga instalada (CI) = 2. ou seja. logo o valor a ser considerado deve ser 2.66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.Avaliação e dimensionamento individual das lojas . Carga instalada (CI) = 3.Seção A”.60 x 0.0 kVA.6 kVA.60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.66 x 0.020 x 30 = 0.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A . RECON .

Seção A”.0 + (2 x 11. estabelecido no item 13.0 kVA.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.005 x 200 = 1.04) = 45.0 kVA). logo o valor a ser considerado deve ser 9. estabelecido no item 13.80) + (1 x 0. B .0 kVA d1 = (1 x 0.0 kVA). ou seja.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço.0 + (1 x 4.BT Novembro de 2007 72/186 .4 x 1.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.0 + 4. menor que o valor declarado (8.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57.75) = 1.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2.92 = 52.4) kVA d2 = 4. Carga instalada (CI) = 9.1.02) +(2 x 4.4 kVA RECON .Seção A”.02) = 57.0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.54) + (1 x 6.1. A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .005 x 240 = 1.92 = 41.0 = 4.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.0 kVA. ou seja.2 kVA.4 + 38.11 + (1 x 6.0 kVA.53 x 0. Carga instalada (CI) = 8. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação .18 x 0.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. logo o valor a ser considerado deve ser 8. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. menor que o valor declarado (9.

26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.55 + 4.2 x 0. já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.80 = 2.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . equipamentos e materiais dos circuitos individuais. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).4 x 1.26 x 1. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. estabelecido no item 13.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4.4 + 1.4) kVA d2 = 4.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela.0 = 1. FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.BT Novembro de 2007 73/186 .4 = 6. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.2 kVA d1 = 3. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). D total = d1 + d2 = 2.56 + 4.0 = 4.Seção A”.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1.1.26 = 7. RECON .26 kVA d3 = 1.

02 = 55.4 x 1 = 4.11 + 6.0 kVA d1 = 8. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .02 = 6.11 kVA d4 = 38.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .0 kVA d1 = 9.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.20 + 4.11 x 1 = 38.11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6.0 x 0.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.02 kVA d5 = 1 x 6.BT Novembro de 2007 74/186 .73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V.Seção A” . estabelecido no item 13. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.0 x 0.80 = 7.4 + 38.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7.4 kVA d2 = 4.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.1. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).73 kVA DSNR = 55.8 = 6.

BT Novembro de 2007 75/186 . composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos).48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.1.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26..09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. com a seguinte composição: Agrupamento 1 . estabelecido no item 13.54) + (1 x 6.09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.44 DAGR = 1.d5 = [(2 x 11.04)] x 0. nas cargas das lojas. 02) + (2 x 4.44 = 32.08= 26. Fator de Diversidade = 17..54 = 20. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). RECON . Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1. equipamentos e materiais. equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). estabelecido no item 13.20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 .Seção B”. deve ser aplicado o “Método de avaliação . 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos .2.Seção A” . Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.4 + 20. 84 x 17.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores. deve ser aplicado o “Método de avaliação .

8 = 30.26 kVA = (32.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.72 + 23.BT Novembro de 2007 76/186 . DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0.80 kVA d2 = 52.09 + 54. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).48) x 0. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).76 DAGNR = 54. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30.40 x 0. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3.40 kVA d1 = 38.80.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".80 x 0.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.80 DPG = 69.4 kVA = 52.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4. RECON . sendo o resultado multiplicado por 0.45 = 23.80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).2 kVA = 38.1.1.3.3.

1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas . 7 lojas com área útil de 180 m².BT Novembro de 2007 77/186 . Dois agrupamentos de medidores.DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.Cos ϕ = 0.18 kVA DR = 121.26 + 26. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m².6. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva. sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas.8. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2.2 kVA .80 = 121. 10 apartamentos com área útil de 300 m².48 + 55.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil .5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON .IN = 55 A . Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V.80 = (69.18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121.73) x 0.18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .0 + 20. deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação . estabelecido no item 13.0 kVA.030 x 300 = 9.0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.9.96 Carga instalada (CI kW) = 29.Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . 82) Motores . Carga instalada (CI) = 9.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .92 = 27.BT Novembro de 2007 78/186 .96 = 29. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . logo o valor a ser considerado deve ser 9.0 kVA.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.1: .Avaliação e dimensionamento individual das lojas .96 x 0. do serviço residencial. a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).2 kVA). ou seja.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. maior que o valor declarado (6. estabelecido no item 13.Seção B”.IN = 130 A (cos ϕ = 0.0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) .2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial).Iluminação e tomadas .Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .2: . Por loja (180 m²) RECON .Seção A”.

40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas). B . a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação . Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.6 kVA.2 kVA.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64.Seção A”.005 x 400 = 2. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação .0 + 49.92 = 41. menor que o valor declarado (7.02) = 64. estabelecido no item 13.2 + (1 x 3 CV) = 8.1. estabelecido no item 13. Carga instalada (CI) = 8.1.020 x 2180 = 3.04 = 12. logo o valor a ser considerado deve ser 7.68 x 0.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).92 = 11.2 kVA). ou seja. à carga instalada. ou seja.2 + 4.02) + (2 x 4.24 x 0.56 x 0.BT Novembro de 2007 79/186 .2 kVA.54 + (1 x 6. menor que o valor declarado (9.0 kVA.04) Carga instalada (CI) = 8. ou seja.5 kVA).68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Avaliação das demandas (kVA) RECON .0 kVA.5 kVA.Seção A”. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.005 x 240 = 1.92 = 59. logo o valor a ser considerado deve ser 9.54) + (1 x 6.0 kVA).24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12. menor que o valor declarado (8.5 + (2 x 11.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).04) = 44. Carga instalada (CI) = 7. logo o valor a ser considerado deve ser 8.5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7. Carga instalada (CI) = 9.2 + (1 x 4.0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9.

60 x 1) + ( 0.40 x 1) + (0. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.BT Novembro de 2007 80/186 .96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25.96 kVA d4 = 20.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.65 x 1) + ( 0.8 + 20. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.0 kVA d1 = (0.56 + 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.04 kVA d4 = 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .45 x 1) + (0.2 x 0.35 x 1) + (0.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.04 x 1.50 x 1) + (0.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.80 = 6.0 = 4.80 x 1) + (0.30 x 1) = 4. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas).8 kVA d1 = 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).96 x 1.75 x 1) + (0.96 = 25.04 = 10.2 kVA d1 = 8.0 = 20.

Seção A”. Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6.02 = 62.8 = 7.1. 0 kVA d1 = 9. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7.5 x 0.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.8 = 6.54 x 1 = 49. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .5 kVA d1 = 7.BT Novembro de 2007 81/186 . equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).Seção A”. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal). Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.Deve ser aplicado o “Método de avaliação .76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62.54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.1. 02 kVA d5 = 6.54 kVA d4 = 49. estabelecido no item 13. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . estabelecido no item 13. 20 + 49. 0 x 0.54 + 6.

equipamentos e materiais.10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 . do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos).91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos)..54 = 20.08 = 26. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.2 x 10 CV = (2 x 11.04)] x 0. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”..64 DAGR = 6.64 = 66.91x 9.08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26.2.04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11. com a seguinte composição: Agrupamento 1 . estabelecido no item 13. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.61 kVA RECON .61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.0 + 20. 02) + (2 x 4. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores. Fator de Diversidade = 9.7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais.54) + (1 x 6.BT Novembro de 2007 82/186 .54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.

80.1.0 = 28.3.4 x 0. estabelecido no item 13.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. RECON .65 kVA = (66.4 kVA d1 = 57.61 + 74. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.28 kVA d3 = 28.80 DPG = 112.28 x 1.65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4.2 = 57. nas cargas das lojas.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.1. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0.92 + 28. sendo o resultado multiplicado por 0. Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8.28 = 74.80 = 112.8 = 45.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.04) = 28.2) x 0.BT Novembro de 2007 83/186 .28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45. deve ser aplicado o “Método de avaliação .Seção A”. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.1.80 = (112.65 + 26.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161. RECON .3. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).19 kVA DR = 161.80 = 161.08 + 62. sendo o resultado multiplicado por 0. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".76) x 0.BT Novembro de 2007 84/186 .80. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.

BT Novembro de 2007 85/186 .RECON / BT SEÇÃO 02.07.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .

instalado em eletroduto embutido. no muro ou no muro ou na fachada. na fachada. no muro ou na fachada. instalado em eletroduto embutido. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. a critério da Light. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 23. com CPG-225 interna. medição. pontalete ou fachada. gabinete no recuo técnico. em gabinete no recuo técnico. ou na fachada. a critério da Light. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex. sobreposto. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. indo direto até o medidor. materiais etc. no muro ou na fachada. semi-embutidas no muro ou na fachada.3 ou. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. do ponto de ancoragem até a medição. com CPG 225 interna. com CDJ 3 interna. singelo ou armado. no muro no muro ou na fachada.. em gabinete no recuo técnico.BT Novembro de 2007 86/186 .0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. singelo ou armado a critério da Light.1 < D ≤ 66. D ≤ 8. Caixa CS 100 e CTP. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. pontalete ou fachada. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico. RECON . pontalete ou fachada.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. do ponto de ancoragem até a medição. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. com CDJ 1 interna. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou. pontalete ou fachada. instalado em eletroduto embutido.1 em poste.2< D ≤ 33. indo direto até o medidor. em cabo singelo ou armado. a critério da Light. com CDJ 3 interna. com CDJ 3 interna. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada.0< D ≤ 23. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. em cabo singelo ou singelo ou armado. 33. aterramento. armado. A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. 8.14 . com CDJ 3 interna. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. com CDJ 1 interna. a critério da Light. a critério da Light.

conforme nota 4 a seguir. em cabo singelo ou armado. Caixa CSM 1500. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. semi-embutida em gabinete no recuo técnico.8 Por conveniência técnica do consumidor. instalado em eletroduto embutido. A descida poderá ser. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. Alternativamente. Alternativamente. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500.0 NÃO SE APLICA RECON . com CPG 1000 interna ou CPG especial. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. no muro ou fachada. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado. com CPG 1000 interna ou CPG especial. gabinete no recuo técnico. Alternativamente. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 300 < D ≤ 497. com CPG 600 interna. A descida poderá ser. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. a critério da Light. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. embutido. a singelo ou armado. com CPG 600 interna. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno. a critério da Light. conforme nota 4 a seguir. pontalete ou fachada. no muro ou fachada. poderá ser empregada Caixa CSM 600. Por conveniência técnica do consumidor. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. conforme nota 4 a seguir. a critério da Light. 198. conforme nota 4 a seguir. critério da Light. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado. pontalete ou fachada. a critério da Light.BT Novembro de 2007 87/186 .TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. do ponto de ancoragem até a medição. no muro ou na fachada. no muro ou na fachada. 150 < D ≤ 198. do ponto de ancoragem até a medição. 66. em cabo singelo ou armado.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto.

em muro ou fachada. instalada em gabinete interno. sob consulta prévia à Light. por conveniência do consumidor. 497. a critério da Light. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico. a partir de projeto apresentado para validação. RECON . com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado.BT Novembro de 2007 88/186 .0 < D ≤ 994. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. medição e proteção. a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. Caixa especial de seccionamento. 2) Em região de rede aérea.0 NÃO SE APLICA D > 994. instalado em eletroduto embutido. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. respectivamente.

Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal.CPG (entradas coletivas). mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. pontalete ou fachada) na propriedade particular.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. eletrodutos envelopados em concreto etc. 14. além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados. a partir do ponto de entrega. À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA.1. a estrutura civil (caixas de passagem. RECON .Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea.1 .) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. da rede de distribuição até o ponto de entrega. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.14. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.BT Novembro de 2007 89/186 . o ramal de ligação deve ser aéreo. pontalete ou fachada) na propriedade particular. o ramal de ligação deve ser aéreo. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega. em cabo concêntrico ou multiplex. NOTAS: 1 . em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. a partir do ponto de ancoragem. o Consumidor deve deixar preparada.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. instalado em eletroduto sobreposto em poste. a critério da Light. o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação.1 . Não atendidas as citadas condições. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto. 2 . A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . fornecido e instalado pela Light. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. da rede de distribuição até o ponto de entrega. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral .

O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0. consideradas nas estruturas de ancoramento: . Nesse sentido. Postes .2 < D ≤ 49.Para o atendimento com entrada individual. o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 .3 .BT Novembro de 2007 90/186 . Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 . o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de.Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega.75 / 100 / 150 daN . quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.75 daN .6 kVA Trifásico 74.Os comprimentos acima somente são aplicáveis.7 kVA Trifásico 49. considerando o vão máximo de 30 m. 2 . A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0. RECON . Pontalete . 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0. ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0.5 m.7 < D ≤ 74.Resistências mecânicas a tração.50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23.5 m.50 daN. 3 . 2 kVA Trifásico 23. no mínimo.

4. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação.60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia.. . A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. anexos. terraços etc. dispositivo de ancoramento e alvenaria. Alternativamente. RECON . Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. 1. saídas de incêndio. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir). sacadas. 2. 4. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação. fixada por parafusos chumbados na fachada.00 m do piso acabado. desde de que as condições físicas permitam. escadas.Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. . os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento. garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. A resistência mecânica à tração do conjunto. . . 5. 0. .4 . não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. no limite de propriedade com a via pública. Não for possível. quando: . na passagem de veículos (travessia de logradouro). . Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: . ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação.50 m do piso acabado. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . na passagem de pedestres. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. terraços ou varandas (na projeção vertical). Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação. no limite de propriedade com a via pública.50 m acima do piso de sacadas. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. 0. não deve ser inferior a 50 daN. sinalização e congêneres. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete.20 m quando passar junto à janelas.50 m do piso acabado. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos).BT Novembro de 2007 91/186 . em sua propriedade. pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. . terraços ou varandas (na projeção vertical).50 m abaixo do piso de sacadas. na passagem de veículos (entradas particulares).

a critério da Light. considerada a definição do item 2. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .3 . Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.7 alínea “d”. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. RECON .7 alínea “d”. através de cabo armado ou cabo singelo. através de cabo armado ou cabo singelo. além da capacidade dos disjuntores.CS / medição. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.7 alínea “d”.1. 14. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.2 . havendo conveniência técnica do Consumidor. considerada a definição do item 2.Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA.2 . através de cabo armado ou cabo singelo. a critério da Light. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .CS / medição.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo.. chaves etc. 14. Nesse caso. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.CS / medição.7 alínea “d”. 3.CS / medição. através de cabo armado ou cabo singelo. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular.00 m do piso acabado. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. a critério da Light. na saída de eletroduto. 14.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. considerada a definição do item 2. havendo conveniência técnica do Consumidor. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. seção dos condutores etc. Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. a critério da Light.BT Novembro de 2007 92/186 .1. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . considerada a definição do item 2.

o Consumidor.Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. o responsável técnico pela instalação deve informar à Light. RECON .3 desta Regulamentação.3 .Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais.1 desta Regulamentação. através de seu responsável técnico pela instalação. etiquetas e parafusos de segurança.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento. 14. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias. 14. bem como a instalação de novos lacres e selos.5. a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação. que providenciará a inspeção do local. Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga. a própria Light retira os selos. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. 14.2 .3 e 5. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5.2. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos.1 . a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5.5. que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.1.BT Novembro de 2007 93/186 . Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação.2.

BT Novembro de 2007 94/186 .2 kVA < Demanda ≤ 66. e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . até a medição.3 kVA . através do próprio ramal multiplex. VISTA FRONTAL RECON . 1A . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada. a critério da Light.Caixa para medição CTM. 23.2 kVA . CDJ 3 ou CPG 225 interna.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. Demanda ≤ 23. em cabo singelo ou armado.

1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. Entretanto. por conveniência do Consumidor. nesse caso. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. interna. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 95/186 .3 kVA.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. o ramal de ligação. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. pode ser subterrâneo e. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. RECON .

2A . com descida. CDJ 3 ou CPG 225 interna.BT Novembro de 2007 96/186 .Caixa para medidor CTM. Demanda ≤ 23. até a medição. VISTA FRONTAL RECON . através do próprio ramal multiplex.2 kVA < Demanda ≤ 66.3 kVA . em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . 23.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ex.2 kVA . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. a critério da Light.

interna. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. pode ser subterrâneo e.3 kVA.BT Novembro de 2007 97/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. RECON .7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. nesse caso. Entretanto. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. o ramal de ligação. por conveniência do Consumidor. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON . até a medição. através do próprio ramal multiplex. CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA < Demanda ≤ 66. em cabo singelo ou armado.Ex. Demanda ≤ 23.2 kVA .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. CDJ 3 ou CPG 225 interna. a critério da Light. 3A .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. 23.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. no muro Rede aérea de distribuição .Caixa para medidor CTM.3 kVA .BT Novembro de 2007 98/186 .

por conveniência do Consumidor.3 kVA. o ramal de ligação. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 99/186 . deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. Entretanto.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. nesse caso. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. pode ser subterrâneo e. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON . interna.1 kVA e inferior ou igual a 66. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.

no poste particular.Ex. CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA .Caixa para medidor CTM. VISTA FRONTAL RECON . até a medição.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.BT Novembro de 2007 100/186 . 23. CDJ 3 ou CPG 225. através do próprio ramal multiplex. a critério da Light. Demanda ≤ 23. em cabo singelo ou armado. 4A .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.3 kVA .

pode ser subterrâneo e. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. por conveniência do Consumidor.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. interna.BT Novembro de 2007 101/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66. o ramal de ligação.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. RECON . nesse caso. Entretanto.3 kVA. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.

66.3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA . até a medição. através do próprio cabo multiplex. 5A . de cabo singelo ou armado. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. VISTA FRONTAL RECON .Ex.BT Novembro de 2007 102/186 .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. a critério da Light.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.

por conveniência do Consumidor.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. através do próprio cabo multiplex. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.7 desta Regulamentação. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição. internas. pode ser subterrâneo e. Entretanto. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. nesse caso. medição e disjuntor CSMD. devem ser fornecidos e instalados pela Light. em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 103/186 . RECON . Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. o ramal de ligação. a critério da Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida.

Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. CDJ 3 ou CPG interna. VISTA FRONTAL RECON .Caixa CS. singelo ou cabo armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico. Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.3 kVA . CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. caixa do medidor CTM. 1B .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. 23.2 kVA . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .BT Novembro de 2007 104/186 .

1 kVA e inferior ou igual a 66. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.7 desta Regulamentação.3 kVA. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.BT Novembro de 2007 105/186 . RECON . devem ser fornecidos e instalados pela Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.

3 kVA .Ex. no muro Rede subterrânea de distribuição . em gabinete no recuo técnico.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.Caixa CS. caixa do medidor CTM. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. 2B .BT Novembro de 2007 106/186 . VISTA FRONTAL RECON . CDJ 3 ou CPG interna.2 kVA < Demanda ≤ 66. 23.2 kVA . com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico. no muro. Demanda ≤ 23. CTP ou CSM 200 semi-embutidas. singelo ou cabo armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico.

VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. RECON . devem ser fornecidos e instalados pela Light. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.3 kVA. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 107/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.

Ex. no muro. VISTA FRONTAL RECON . e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.BT Novembro de 2007 108/186 .3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA . no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 3B . 66.Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico.

pode ser subterrâneo e.7 desta Regulamentação. RECON . todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. nesse caso. o ramal de ligação. Entretanto. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. devem ser fornecidos e instalados pela Light. por conveniência do Consumidor. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 109/186 .

com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. Demanda > 66. a partir de projeto apresentado para validação.BT Novembro de 2007 110/186 . 4B .Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. devem ser fornecidos e instalados pela Light.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação.Ex. RECON . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. Rede subterrânea de distribuição .3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.7 desta Regulamentação.

BT Novembro de 2007 111/186 .07.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .RECON / BT SEÇÃO 03.

As condições técnicas de atendimento.1. montados em painel de proteção. iluminado. com leitura centralizada e sistema de telemetria.Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. sistemas de medição. conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. envolvendo a proteção geral de entrada. ventilado. Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. havendo conveniência técnica do Consumidor. RECON . tipo do ramal. a medição será obrigatoriamente eletrônica. são fornecidos e instalados. com participação financeira pelo interessado no custeio. Nesse caso. aterramento. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências. localizados em ambiente seco.1 . Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. Dessa forma.). nível de tensão. pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. Normalmente. Dessa forma. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo.1 .15 . é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. materiais e outros. não inundável. 15. que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. Entretanto. cabina de transformação.BT Novembro de 2007 112/186 . tipo de padrão de entrada etc. distribuição e medição (Figuras 11 a 13).Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light.Medição 15.

15. salas etc. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo.CPG.BT Novembro de 2007 113/186 . pontalete ou fachada) na propriedade particular. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral. a ser definido em comum acordo com a Light.1. é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação.2.3 . 15. ou ainda.2 .1 . Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório. 15. 15. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral . em RECON . formando agrupamentos específicos para cada classe (residências.). junto e à montante da CPG e da medição de serviço. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada. quando necessário.1. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. NOTA: Devem ser utilizados. o ramal de ligação deve ser aéreo.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA. lojas.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos.2 . Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. nos agrupamentos. ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção.

Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. considerada a definição do item 2.2 . a partir do ponto de entrega.BT Novembro de 2007 114/186 .3 . 2 . ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. Entretanto. 15. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. da rede de distribuição até o ponto de entrega.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. chaves etc.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação. 15. o ramal de ligação deve ser aéreo.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.2. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light. eletrodutos envelopados em concreto etc. a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). Nesse caso. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. o ramal de entrada pode ser. conforme acordo prévio e a critério da Light. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. NOTAS: 1 . pontalete ou fachada) na propriedade particular.CPG. a critério da Light. em caso de inviabilidade técnica comprovada. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA.). a estrutura civil (caixas de passagem. ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. o Consumidor deve deixar preparada.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. através de cabo armado ou cabo singelo.7 alínea “d”. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada. a critério da Light.

Entretanto.3 .4. O sistema de medição deve atender ao item 15.4 .Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.3 (três) metros.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único).Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15.1. 15.2 .1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais).5 .1 .Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação.Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. 15. 15. 15.1.4 .Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. portanto.1. conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais.1. 15. deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.4.1. 15. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo.4. em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras. 15.4.1 .BT Novembro de 2007 115/186 . A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento.1.4.4. desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação. nas mesmas condições de atendimento do RECON . podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15.1. o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso. NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.1.1 desta Regulamentação.4.1.4.4. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente. não residenciais ou mistos). este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.

Nesses casos. além da capacidade dos disjuntores.1. deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga. se necessária.Instalações com medição existente em painéis a . Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado.BT Novembro de 2007 116/186 .2. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light.4. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais. através de seu responsável técnico pela instalação. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light.Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor. no caso de atendimento subterrâneo. seção dos cabos etc. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis.2 . deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis. A Light providenciará.1.item 15.4. devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. com acesso para a Light em qualquer momento. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes. de forma a viabilizar o atendimento. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. a própria Light retira os selos. avaliação da demanda. etiquetas e parafusos de segurança. b . Havendo necessidade. 15.4.1 . Nesse caso. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. RECON .

novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. quando for o caso. através de seu responsável técnico pela instalação. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. a substituição do barramento principal.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de. parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. serão informados previamente ao interessado. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. além do eletroduto do ramal de entrada. em comum acordo e sob orientação da Light. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição.2 . bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. ou ainda. caixa de medição etc. 15.4. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. seção dos condutores. para a viabilização do aumento de carga. capacidade dos disjuntores. quando solicitados. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. Todos esses serviços. instalação aparente. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. RECON . avaliação da demanda. 50% das unidades consumidoras existentes no PC.2. independente da quantidade de unidades envolvidas.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. Dependendo das condições de carregamento do painel. além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. O Consumidor. no máximo. que providenciará a retirada de lacres. deve ser obrigatório o emprego de painéis. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor. a Light julgar tecnicamente necessário.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a .Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.) para análise e validação prévia da Light.c . b .BT Novembro de 2007 117/186 . diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo.

PMD. PSMD ou PDMD.) para análise e validação prévia da Light. Após realizar todas as alterações necessárias. de forma a viabilizar o atendimento. bem como a instalação de novos lacres e selos. ou ainda. e instalados pela Light. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light. quando solicitados.BT Novembro de 2007 118/186 . bem como a instalação de novos lacres e selos. bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. Todos esses serviços. que providenciará a retirada de lacres. em comum acordo e sob orientação da Light.5 .Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. que providenciará a inspeção do local. c . NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário. Após realizar todas as alterações necessárias. quando for o caso. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. distribuição e medição . Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. RECON . 15.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação. que providenciará a inspeção do local. serão informados previamente ao interessado. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. para a viabilização do aumento de carga.

3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 119/186 . 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . RECON . de dimensões compatíveis para abrigar a medição. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. em ambiente selado etc. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. 2) Os condutores dos circuitos de saída.5410 da ABNT.

o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. RECON . têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Os condutores dos circuitos de saída. em ambiente selado etc.BT Novembro de 2007 120/186 . até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão.5410 da ABNT.

3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. RECON .5410 da ABNT.BT Novembro de 2007 121/186 .NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Os condutores dos circuitos de saída. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.

RECON BT FIGURAS RECON .BT Novembro de 2007 122/186 .

Fig.CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON .BT Novembro de 2007 123/186 . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig. 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .

BT Novembro de 2007 124/186 .Fig.CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .

3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR . 3A e Fig. 3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig.BT Novembro de 2007 125/186 .CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON .Fig.CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR . 3A Fig.

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL . 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .BT Novembro de 2007 129/186 .Fig. 6 .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225.CPG Fig.

8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros. 7 CSM 1500 RECON .CSM CSM 600 Fig. CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig.BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 . 7 .Fig.

8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . 8 A CSMD 1500 RECON .CAIXA PARA SECCIONAMENTO.CSMD CSMD 600 Fig. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig.BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .

8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm.Fig. RECON .BT Novembro de 2007 132/186 .

9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos.Fig. já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor. 9B RECON . Fig. bem como do tipo de terminal utilizado. 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig.BT Novembro de 2007 133/186 . 9A e Fig.

2. 10A e Fig. em alto ou baixo relevo. 10A POLIMÉRICA Fig. 10B Notas: 1.Podem ser quadradas ou cilíndricas.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries. UV etc. aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima.Fig. respeitando. RECON .. 10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig.BT Novembro de 2007 134/186 .As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”. 3.

PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig. 11. 2 .A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 11A 220 50 1.BT Novembro de 2007 135/186 . 11.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 11. 11.A3 Fig. A FIGURAS Fig.A1 Fig.A2 Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.A4 Fig. 11.

11B 220 220 50 Obs. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.BT Novembro de 2007 136/186 . 11A podem ser aplicados nesta Fig.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. A RECON . 11B.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.

2. A FIGURAS Fig.A2 Fig.A3 Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1.A4 Fig.BT Novembro de 2007 137/186 . 12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. 12. 12. 12.Fig.A1 Fig. 12. 12.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.

12B. RECON . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.BT Novembro de 2007 138/186 A . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs. 12A podem ser aplicados nesta Fig. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.

A3 Fig. 2. 13. 13.A1 Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . A FIGURAS Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1.A2 Fig. 13.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 13.Fig.A4 Fig. 13.BT Novembro de 2007 139/186 .

onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 13B 220 220 A 50 Obs. 13B.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.PAINEL DE SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. 13A podem ser aplicados nesta Fig.BT Novembro de 2007 140/186 . Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. RECON .

RECON BT TABELAS RECON .BT Novembro de 2007 141/186 .

030 0. a carga seja utilizada simultaneamente.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens.015 0. lanchonetes e semelhantes 0.BT Novembro de 2007 142/186 .020 0. motéis e semelhantes Igrejas.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .020 0. bares. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis. apartamentos etc.050 0.015 0. RECON .005 0.020 0. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%.050 0.020 0.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas. salas de vídeo e semelhantes Bancos.020 NOTA: Instalações em que. áreas de serviço e semelhantes Hospitais.) Restaurantes. pela sua natureza.020 0. postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias. salões para exposições.

TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . RECON .. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora. separadamente..BT Novembro de 2007 143/186 . fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho.

SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .BT Novembro de 2007 144/186 .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .

TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .03 5 6.28 100 95.54 12 ½ 14.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.65 10 11.73 60 58.10 25 25.17 2 2.04 4 5.56 125 117.77 ½ 0.70 3 4.52 40 39.05 150 141.09 15 16.29 200 190.02 7½ 8.87 ¾ 1.BT Novembro de 2007 145/186 .18 RECON .52 1½ 2.74 50 48.15 75 72.65 20 22.83 30 30.66 1/3 0.26 1 1.

Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B. para o exemplo em questão. tanto de carga instalada.02) + (1 x 4.0 3 63. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv.06 kVA.00 OBS.00 6 50. totalizando 7 motores. onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.04) + (1 x 2. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. D = 48.33 4 57.02) x 0.25 kVA D = 15.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada. logo a demanda total a ser considerada é D = 48.SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100. 1 motor trifásico de 2 cv.73 kVA RECON .7) + (1 x 1.00 9 43.75 = 41. quanto demandada.14 8 45.BT Novembro de 2007 146/186 .: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos. ou seja. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.4714 = 15.52 ) ] x 0. 1 motor trifásico de 3 cv.0 2 75.06). D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B. temos: D = [ (4 x 6. Logo.73 < 41. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.33 ≥ 10 42. 1 motor trifásico de 1 cv.73 kVA.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .73 + 6.50 5 54. temos: D = (48.00 7 47.

TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO . deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto.BT Novembro de 2007 147/186 . RECON . MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto. TOMÓGRAFOS.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X.

37 4.07 2.36 8.94 7.27 7.44 3.84 1.88 9.62 6.35 1.55 8.98 5.89 4.77 7.15 4.48 3.80 3.35 1.97 4.03 10.87 2.36 7.42 1.01 7.32 8.91 5.27 8.49 6.35 1.73 1.24 9.36 9.35 1.99 10.76 9.73 2.07 3.52 2.02 9.13 5.09 8.99 2.90 9.32 7.18 8.78 6.25 5.35 1.76 1.88 7.86 5.80 6.90 5.39 1.92 9.54 3.42 8.15 7.29 4.59 4.47 4.66 8.81 9.58 2.24 2.46 2.35 1.10 7.02 4.13 3.30 3.44 6.77 5.94 6.84 4.67 5.41 2.79 1.66 6.57 1.90 1.86 1.96 6.53 9.63 1.37 2.BT Novembro de 2007 148/186 .35 1.46 6.60 7.76 8.63 5.35 1.32 2.58 8.40 5.35 1.10 5.70 5.46 7.25 7.22 5.90 3.01 6.62 4.62 3.88 8.65 1.38 9.33 5.42 6.35 1.71 1.04 5.58 9.85 6.69 8.96 2.06 5.89 6.94 2.10 3.71 2.11 5.11 6.15 2.67 9.75 6.83 4.18 2.89 2.18 9.56 5.39 7.57 7.08 10.71 8.72 9.61 9.76 7.23 3.57 4.35 1.03 8.31 6.02 5.92 6.21 3.36 3.06 10.42 9.53 5.93 5.38 5.55 6.97 8.05 9.36 5.99 7.49 8.26 2.65 5.76 2.85 2.20 7.35 1.52 4.79 4.97 5.24 4.84 3.93 7.95 8.00 4.99 6.35 7.70 7.09 9.68 2.74 3.36 1.81 2.05 4.46 5.19 5.32 4.52 8.67 7.56 3.33 6.06 7.50 7.42 4.09 7.54 6.25 9.34 6.08 4.05 3.12 2.59 3.44 4.38 8.29 8.71 4.89 8.84 5.59 1.52 6.25 6.16 7.43 8.68 4.86 7.25 8.28 3.59 8.49 9.35 4.31 9.56 9.95 4.35 1.37 6.45 9.64 8.45 8.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .15 9.05 2.35 8.59 6.97 4.81 1.07 8.83 8.63 9.60 2.12 6.96 8.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .62 7.12 9.20 4.51 1.97 9.22 9.35 1.55 4.35 1.79 9.85 9.64 7.23 8.39 9.79 2.41 3.61 6.11 9.41 7.74 9.03 7.81 7.71 7.39 3.58 5.94 3.55 7.81 5.77 4.50 8.53 7.09 4.35 9.20 6.28 2.38 2.70 4.78 8.94 9.08 6.97 1.41 4.46 1.35 1.15 6.22 6.27 6.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.72 5.35 1.71 6.46 9.64 3.47 5.06 6.44 5.88 3.51 9.20 2.62 2.83 7.17 4.66 2.74 5.75 4.44 7.29 5.50 5.23 4.35 1.25 3.33 3.29 7.93 2.20 8.00 8.91 3.14 8.82 3.16 8.48 7.35 1.92 4.76 3.49 1.90 7.34 2.03 6.80 5.92 8.81 6.44 2.10 RECON .10 8.65 9.03 9.98 9.83 9.01 2.99 3.23 5.67 3.71 3.29 9.47 3.15 3.72 8.87 6.16 5.67 1.81 8.35 1.85 8.27 4.93 1.68 6.13 7.50 4.35 1.64 4.02 8.62 8.74 7.35 1.86 4.54 1.59 5.19 9.19 3.22 7.72 6.31 5.18 6.02 3.35 1.49 2.40 6.50 3.70 9.11 4.54 2.70 3.01 10.10 2.

60 1.59 4.03 4.83 5.75 7.72 2.62 4.34 1.36 1.43 8.16 4.90 8.74 1.19 5.28 5.64 8.85 6.65 4.70 4.10 7.67 3.28 8.38 3.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.80 5.22 7.16 8.82 3.36 7.14 7.94 4.28 2.70 8.48 7.81 7.20 1.64 3.87 3.80 8.89 5.06 4.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.41 4.62 2.37 2.20 1.90 3.28 6.59 7.13 8.81 1.44 2.20 1.68 4.22 3.46 3.61 3.92 8.02 6.77 7.72 3.04 5.95 4.32 2.51 6.78 5.61 5.66 5.44 5.65 7.48 4.95 7.19 8.44 1.03 6.72 7.54 4.17 5.08 5.37 6.91 3.20 1.13 5.13 3.33 4.75 3.77 5.98 4.50 5.56 1.72 4.07 3.34 7.04 8.18 3.58 3.08 6.42 7.87 4.70 5.00 2.20 1.89 7.54 2.25 6.36 5.60 2.45 3.87 7.54 7.53 5.76 6.23 1.63 7.64 5.40 2.85 3.93 3.00 4.45 6.38 4.50 6.20 1.83 7.47 5.66 7.56 8.10 8.65 2.39 7.19 8.74 8.32 7.12 8.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.50 8.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.78 1.16 7.04 4.48 6.BT Novembro de 2007 149/186 .82 8.56 6.62 6.20 7.59 2.20 2.20 1.69 7.78 3.32 5.06 6.36 8.13 2.71 7.58 6.84 8.94 5.91 6.52 4.67 2.63 1.24 7.64 6.35 4.72 5.90 2.45 7.11 7.34 6.39 1.57 7.04 3.66 8.42 8.60 5.07 8.28 4.84 2.38 5.62 8.35 2.49 2.22 4.48 8.43 6.18 2.96 6.02 5.76 1.97 6.89 4.46 1.40 3.20 1.80 7.87 6.41 5.70 6.95 1.21 1.88 1.17 4.93 7.41 1.88 6.24 8.46 7.25 5.01 8.81 6.34 8.62 3.20 1.78 4.25 3.73 6.20 1.52 2.40 7.88 8.58 1.28 3.93 1.53 1.10 3.20 1.46 8.30 4.90 1.20 1.20 1.20 1.70 2.55 5.14 6.74 6.52 7.91 5.94 RECON .08 3.20 1.72 8.98 5.49 3.48 1.24 4.54 3.18 8.77 2.06 8.22 6.25 2.42 2.92 7.39 6.08 7.96 3.46 4.20 1.76 8.28 7.63 4.80 3.20 1.19 6.83 4.12 6.51 4.76 4.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.79 2.20 1.06 5.52 8.58 5.36 3.57 4.95 2.79 6.33 3.20 1.02 7.23 2.31 6.97 6.56 2.09 4.99 7.05 2.92 2.27 4.69 3.60 6.81 4.02 2.20 6.42 5.74 4.54 6.33 6.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .54 8.11 4.98 2.20 1.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.68 6.68 1.82 6.30 2.10 6.92 4.27 3.68 8.22 8.10 2.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .99 8.00 3.97 3.32 1.74 5.51 3.20 1.20 4.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.84 4.51 7.88 2.47 2.74 2.83 1.42 6.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.86 2.95 5.30 8.00 5.40 4.11 5.58 8.65 1.86 7.93 6.26 7.30 5.29 1.03 7.17 7.98 7.86 5.51 1.85 5.14 5.05 7.78 8.07 2.74 3.49 5.23 5.00 6.86 8.66 6.11 2.20 1.44 4.31 3.60 8.20 1.15 3.34 5.56 3.43 3.68 5.71 1.16 2.82 2.16 6.37 8.60 7.40 8.26 1.20 3.

34 80.04 79.74 44.14 80.39 82.89 82.24 81.09 65.09 66.98 60.00 83.10 61.19 72.66 62.47 82.17 82.19 78.59 65.90 36.59 82.00 83.50 42.08 24.54 81.25 19.04 81.76 7.70 53.72 8.74 77.71 28. 80.19 75.19 71.92 29.49 81.02 51.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.69 76.54 47.00 83.74 80.33 31.92 82.26 39.74 81.76 13.85 82.06 42.14 79.84 68.49 75.84 78.34 64.58 52.87 82.69 81. DIV.99 74.94 81.94 76.24 82.00 83.59 71.19 74.34 68.09 67.14 77.59 72.34 78.59 66.64 78.79 70.67 82.12 30.59 63.54 80.64 81.02 37.14 82.44 81.99 77.90 50.09 81.30 44.83 82.84 65.54 76.84 64.04 80.84 67.54 78.84 5.09 68.74 79.12 82.79 81. DIV.34 75.00 83.62 43.66 17.50 56.86 82.19 70.09 76.09 82.94 80.46 21.30 58.74 82.00 83.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.82 54.22 82.24 80.04 18. DIV.90 26.62 57.74 74.20 11.54 14.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.59 70.99 70.84 69.34 81.09 69.68 9.34 79.79 72.73 31.39 71.89 81.79 71.59 77.00 83.95 82.66 48.50 27.93 82.27 82.00 83.69 82.39 81.86 45.39 70.82 82.98 12.22 48.00 83.00 83.59 68.00 83.94 82.38 40. DIV.54 61.94 32.86 59.99 81.00 83.70 35.00 6.42 45.04 82.79 82.14 81.44 78.94 41.04 75.26 53.00 83.94 55.00 83.66 34.81 82.74 78.46 37.00 83. DIV.98 46.58 38.79 75. 74.70 39.09 64.10 15.00 83.22 34.52 82.39 74.38 54.64 82.42 59. 63.34 66.39 73.00 83.29 77.57 82.88 82.59 81.00 83.14 38.54 33.32 15.84 76.78 82.06 21.34 82.86 20. ---3.97 83.00 RECON .90 82.69 25.59 64.80 82.00 83.74 58.49 82.14 52.77 82.24 79.19 73.10 47.44 18.00 83.64 79.34 49.54 79.94 80.99 72.89 78.19 82.27 22.59 67.44 80.00 83.42 82.32 82.75 82.44 79.99 71.78 49. 35.64 80.78 63.44 82.73 82.99 73.94 79.84 66.31 28.84 82.29 25.10 27.79 69.29 81.46 51.10 33.06 56.48 24.00 83.44 77.34 69.82 40.65 19.64 10.59 69.67 22.88 23.89 75.37 82.18 57.39 76.54 82.96 82.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .89 16.84 81.BT Novembro de 2007 150/186 .00 83.79 73.24 76.34 67. 82. DIV.76 82.89 80.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.29 82.22 62.62 82.52 30.64 75.39 72.91 82.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.19 81.84 79.00 83.59 73.34 65.88 4.42 11.04 78.18 43.99 82.

1 HP Ar condicionado .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .20 polegadas TV em cores .até 80 litros Aquecedor de água .3/4 HP Ar condicionado .BT Novembro de 2007 151/186 .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .

3Φ 125 .7 < D ≤ 58.4 4.BT Novembro de 2007 152/186 .3Φ 100 . (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.1Φ 30 .4 41. (9).1 < D ≤ 41.3Φ 150 .3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.2 < D ≤ 33.1Φ 70 .TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).9 < D ≤ 23.0 < D ≤ 66.3Φ 200 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .3Φ 60 .2Φ 30 .1 33.1Φ 40 .3 < D ≤ 4.1Φ 60 .2Φ 70 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.2 23.4 < D ≤ 6.1Φ 40 .7 49.3 < D ≤ 19.2Φ 40 .1Φ 30 .9 19.3Φ 70 .0 58.3 13.4 < D ≤ 49. a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .3Φ 40 .3 3.3Φ 175 .6 6.

2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. portanto cabe ao Consumidor. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola.BT Novembro de 2007 153/186 . do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 6) É obrigatória. em eletroduto e instalado pela Light. e. em cabo concêntrico ou multiplex. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada.1 kVA). de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral). através de seu responsável técnico.NOTAS: 1) O ramal de entrada. uma condição que sempre deve ser considerada. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. A critério da Light.3 kVA). do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção). RECON . providenciando as alterações cabíveis se for o caso.

o custo (cabos.) é integralmente do Consumidor. 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. mão-de-obra etc. construção da linha de dutos do ramal de ligação. acessórios etc. em vez de aéreo pode ser subterrâneo.BT Novembro de 2007 154/186 . incluindo eletrodutos. entretanto. licença de obra. nesse caso. RECON . são fornecidos e instalados pelo Consumidor. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. por conveniência técnica do Consumidor. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. os respectivos disjuntores de proteção geral. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. o ramal de ligação derivado da rede aérea. 11) Opcionalmente.

8 < D ≤ 231.3Φ 800 .3Φ 700 .3 < D ≤ 74.1 265.8 < D ≤ 99. (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6). RECON .5 < D ≤ 165.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) . opcionalmente. dependendo das condições do circuito.8 198.7 165.3Φ 600 .7 < D ≤ 198.: Na coluna referente aos condutores de proteção.9 < D ≤ 265.3Φ 1000 .TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.9 231. (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.3Φ 500 .3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .3Φ 400 .3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132.4 99.6 74. e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2.8 82. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .3Φ 350.3Φ 250 .5 132.6 < D ≤ 82.1 < D ≤ 331.3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado.

sempre que possível. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima.BT Novembro de 2007 156/186 . Portanto. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). Cuidado especial. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. RECON . considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção). 3) Deve ser utilizado eletroduto de. A critério da Light. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. 100 mm de diâmetro interno. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. no mínimo. uma condição que sempre deve ser considerada. em cabo multiplex. no ramal de entrada. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. em eletroduto e instalado pela Light. 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto.NOTAS: 1) O ramal de entrada.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). e. Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado.

através do responsável técnico pelas instalações. que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. o que pode ocasionar incêndio na edificação. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). os respectivos disjuntores de proteção geral. Portanto. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral.BT Novembro de 2007 157/186 . verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular.) é integralmente do Consumidor. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. entretanto. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). em algumas situações. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. construção da linha de dutos do ramal de ligação.6) É obrigatória. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. lembrando contudo. licença de obra. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. o custo (cabos. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 10) Opcionalmente. RECON . por conveniência técnica do Consumidor. mão-deobra etc. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. Este tipo de proteção diferencial. nesse caso. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. o ramal de ligação derivado da rede aérea. cabe ao Consumidor.

9 22.1Φ 70 .8 < D ≤ 100.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.5 < D ≤ 13.1 < D ≤ 57.3 < D ≤ 19.1 40.1Φ 40 .9 19.3Φ 125 .4 D ≤ 17.3Φ 150 .2 17.3Φ 100 . (6). PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3 < D ≤ 40.2 < D ≤ 71.1Φ 70 .3Φ 150 .1Φ 60 .2 23.3Φ 70 .4 4.3Φ 70 .3 3. (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.5 71.2 < D ≤ 33.TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .4 < D ≤ 49.BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).3 < D ≤ 4. (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .1Φ 30 .1 33.3Φ 125 .5 11.3Φ 40 .2 57.3Φ 60 .3Φ 175 .3Φ 40 .1 < D ≤ 41.3Φ 30 .6 6.7 5.3 D ≤ 5.4 41. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 200 . bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .9 < D ≤ 34.7 7.3 34.2 < D ≤ 22.9 < D ≤ 23. se em média tensão ou baixa tensão.3Φ 100 .7 < D ≤ 11.3Φ 200 .1Φ 40 .8 85.2 < D ≤ 114.4 < D ≤ 6.5 < D ≤ 85.1Φ 30 .3Φ 175 .2 100.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.7 < D ≤ 7.3 13.1Φ 60 .7 49.3Φ 60 .5 220 1Φ 380 3Φ 30 .

cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. se aéreo ou subterrâneo. O ramal de ligação coletivo. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. por se tratar de sistema de medição coletiva. a Light deve informar a opção de atendimento. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. Deve ser dimensionado. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. junto a proteção geral coletiva.). envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. classe de tensão etc. RECON .da edificação em “kVA”. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. nos apartamentos. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada. nas salas. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. 5) Para a medição de serviço da edificação. Todavia. incluindo a medição de serviço. também com proteção diferencial. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). quadros de proteção internos às unidades consumidora. pode ser em cabo singelo. ou seja. Nesse caso. como nas tabelas para entrada individual.BT Novembro de 2007 159/186 . a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. utilizando cabos singelos. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. a critério da Light. nº de circuitos.

caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. RECON . O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. deve ser tratado caso a caso junto à Light. 12 e 13 com suas variações. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. medição e proteção. que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG. Uma opção é calcular a demanda em kVA. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. inicialmente desejados por painel. o que pode ocasionar incêndio na edificação. contidas nesta Regulamentação. mas que contemplem em seu conjunto de atendimento.5 kVA na classe 380/220 V. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). As Figuras 11. As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. em algumas situações.BT Novembro de 2007 160/186 .3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral).Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores. 7) É obrigatória. portanto. inclusive o estabelecimento de arco à terra. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). Este tipo de proteção diferencial. 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado.

contudo. se houver disponibilidade na edificação.BT Novembro de 2007 161/186 . ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada. a barra de proteção. a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial. pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes.: Conforme já explicado. ou seja.Obs.

BT Novembro de 2007 162/186 .ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .

4 4.3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição . RECON .3Φ 60 .3Φ 60 .6 6.5 71.3Φ 125 .1 33.1Φ 70 .5 < D ≤ 13.3 34.3Φ 125 .1Φ 70 .7 < D ≤ 11.1 < D ≤ 41.9 22.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .7 5.1Φ 40 .1Φ 30 .3Φ 40 .3Φ 70 .2 17.9 19.3Φ 175 .4 41.3Φ 100 .3Φ 175 .5 < D ≤ 85. se em média tensão ou baixa tensão.3 < D ≤ 40.3 < D ≤ 19.TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .7 49.2 < D ≤ 22.1 < D ≤ 57.3Φ 100 .2 < D ≤ 114.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.2 100.1Φ 40 .2 < D ≤ 71.1Φ 30 .1Φ 60 .3Φ 200 . considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.5 11.3 D ≤ 5.1Φ 60 .3 3.4 < D ≤ 6.8 85.9 < D ≤ 34.3Φ 30 .2 < D ≤ 33.1 40.9 < D ≤ 23.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 70 .4 D ≤ 17.3Φ 150 .3 13.7 7.7 < D ≤ 7.CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).2 57.8 < D ≤ 100.BT Dezembro de 2006 .3 < D ≤ 4.2 23.4 < D ≤ 49.3Φ 40 .3Φ 200 . Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.3Φ 150 . (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.

todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado. Este tipo de proteção diferencial. O seu dimensionamento.. os respectivos disjuntores de proteção geral. classe de tensão etc. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos.). a Light deve informar a opção de atendimento.) com base na legislação específica em vigor. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. por se tratar de sistema de medição coletiva. Todavia.O ramal de ligação coletivo. a critério da Light. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. o que pode ocasionar incêndio na edificação. como nas tabelas para entrada individual. além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. 4) É obrigatória. utilizando cabos singelos. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. incluindo eletrodutos. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. em algumas situações. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. se aéreo ou subterrâneo. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. acessórios etc. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. inclusive o estabelecimento de arco à terra. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. pode ser em cabo singelo.BT Novembro de 2007 164/186 . em função dos valores solicitados de demanda. mão-de-obra etc. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). RECON . cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. nº de circuitos. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor.

2 < D ≤ 33.0 150 7. postes.0 < D ≤ 66.6 < D ≤ 82.0 D ≤ 4.6 74.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados.8 < D ≤ 99.9 < D ≤ 23.1 da Seção 02.3 3.0 10.1 < D ≤ 41.1 33.0 8.00.4 4.0 6.0 < D ≤ 14.7 < D ≤ 58.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.3 13.0 58.9 19.0 1.0 D ≤ 10. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.4 99.BT Novembro de 2007 165/186 . bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ.3 < D ≤ 4. 0 1. 3) Devem ser rigorosamente observados.3 < D ≤ 19. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.0 < D ≤ 13.3 < D ≤ 74.6 6.1.3 66.0 < D ≤ 6. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.6 < D ≤ 8.4 < D ≤ 6.2 23.4 < D ≤ 49.0 < D ≤ 8.0 4. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento. RECON .8 82.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.0 D ≤ 3.07.4 41. devem ser apresentadas à Light para análise. conforme estabelecido em 14.7 49.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC. classe A. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas. tipo rosqueável.BT Novembro de 2007 169/186 . deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. em milímetros. conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono .5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos.5 2.5 2.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. em milímetros. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono.equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1. tipo leve. RECON . só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC.TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2.

Temperatura do barramento – 65° C’ RECON . Nesta tabela foram consideradas: .Temperatura ambiente – 35° C’ .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.BT Novembro de 2007 170/186 .

esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. 3.BT Novembro de 2007 171/186 . RECON . 5.2. devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. 4. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que. Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm.

70 0.65 4 RECON .80 0.75 0.70 0.TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.80 0.BT Novembro de 2007 172/186 .75 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.

BT Novembro de 2007 173/186 .RECON BT ANEXOS RECON .

.....(Rua / Av.......................... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na .........A........ .nome do profissional .... / Nº / Bairro / Município / Estado)............................................ de minha propriedade......BT Novembro de 2007 174/186 ... de de À Light Serviços de Eletricidade S...........................).......................Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro............. Atenciosamente......... legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº ... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (..... (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON .

O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção . Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas. Nas caixas a jusante da CSMD. seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. mecânico por meio de alavanca. Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante. Figura “ A” RECON . daquele disjuntor que possa ter falhado. de forma seletiva.CSMD indicada para a demanda solicitada. Porém o rearme deve ser manual. Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. ou seja. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação.BT Novembro de 2007 175/186 . O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA).

nesse caso. OBS. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON .Opcionalmente. quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação. entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito). 2) O arranjo dessa Figura “ B” . podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). podem ser utilizados.BT Novembro de 2007 176/186 . tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético. 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga.: 1) Também nesse arranjo. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. todavia nessas proteções. somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. bem como o arranjo da Figura “ A” . pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. principalmente. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais.

NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. que já possuem. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. em sua maioria. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. ou seja. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. com agravo para os circuitos longos. Na escolha do dispositivo diferencial. que funciona em série com o disjuntor termomagnético. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado.BT Novembro de 2007 177/186 . só podem ser aterrados no condutor de proteção. máquinas de lavar roupas.5 V. o que pode ocasionar incêndio na edificação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. Entretanto. RECON . dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. com base no estabelecido na NBR 5410. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção).. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. por cargas monofásicas de grande porte. Portanto. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. em algumas situações. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. Apenas como esclarecimento. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção).jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. geladeiras. o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. tanto para os disjuntores termomagnéticos. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. fogões etc. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil).

pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON .Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR. que além de enxergar as correntes de fuga. possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.BT Novembro de 2007 178/186 .

em geral. além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s.BT Novembro de 2007 179/186 . RECON . não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que. ou seja. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. ou seja.somente enxerga as correntes de fuga. Logo. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito.

Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. PDM. em qualquer hipótese. CDM. inferior. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo. Dimensões em mm. estas deverão ser do tipo interna. superior. b . CD. principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. Não serão aceitas dobradiças externas. PSMD. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal. a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. RECON . c . CDE.No caso de portas frontais com dobradiças. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light.). CM. sem nenhuma saliência ou indicação externa. PDMD.Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a .BT Novembro de 2007 180/186 . CPG etc. lateral ou traseiro.As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. CSMD. medição e proteção geral. CSM.

Portanto.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. primeiros socorros. que não foram concebidos para operar em condição de carga. BASES FUSÍVEIS. -x-x-x-x-x- RECON . sem tensão. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. que o disjuntor a montante também esteja desligado. Nesse sentido. Nesse caso. além das verificações visuais citadas acima. rigorosamente. sem carga e. Nesse caso. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. considerando as situações de medição indireta. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. se possível.BT Novembro de 2007 181/186 . se possível. 3) Verificar. estejam realmente abertos ou desligados e. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). sem corrente e sem tensão). Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. ou seja. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. através. onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. chaves etc. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. por exemplo. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. através de amperímento “alicate”. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. preferencialmente. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir.

BT Janeiro de 2007 182/182 .OBSERVAÇÕES: RECON .

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