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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .1 .Entrada coletiva 4.3 .5.5 .Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.1 .Em entrada coletiva 5.4.4 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.10 .8 .Medição 7.3 .Rede subterrânea 4.5 .3 .Entrada individual 4.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.1 .7 .Dados fornecidos à Light 5.Proteção contra sobretensões 6.2.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.6 .Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.2 .1 .4.Influências de campos magnéticos 7.1 .2 .Tensões de fornecimento 4.9 .Ligações provisórias 5.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.Medição de agrupamento 7.Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.4 .Dados fornecidos pela Light 5.Vigência desta Regulamentação 4.Condições não permitidas 4.Em entrada individual 5.1.3 .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.9 .Suspensão do fornecimento 4.Medição totalizadora 7.BT Novembro de 2007 4/186 .4.6 .Medições especiais RECON .4 .Prazo de validade do projeto 5.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.5.4 .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.5 .2 .2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.12 .Ligações temporárias 6 .8 .11 .6 .Medição individual 7.2 .2.2 .3 .Medição de serviço 7.7 .Casos não previstos 5 .Proteção contra sobrecorrentes 6.

5.CDJ 3 (Fig.1.2 .2 .Caixa para seccionador .3. 4) 9.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.CSM 200 (Fig. medição indireta e proteção .Caixas para proteção geral .BT Novembro de 2007 5/186 .2.1 .2 .4.1 .CPG-225 (Fig.Caixa para seccionador .CSMD 3000 (Fig.5.2 .2. 8A) 9.5.1 . CM 200 e CSM 200 9.Caixa para seccionamento.1. 1) 9.2 .1 . 6) 9. medição indireta e proteção .CPG (Fig.CS-200 (Fig.2 .1 . 8A) 9.Caixa para seccionamento.Número de eletrodos da malha de terra 8.1.CTM.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8.Caixa para disjuntor tripolar .5.1.3.3 .10A e Fig.3 .Caixa para proteção geral .Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .1.5. 10B) RECON .1 .1. 6) 9.2.4 .3.3 .8 .3 .CSMD 1500 (Fig.1 .Caixas para medição 9.Materiais padronizados 9.1.Entrada de energia elétrica individual 8.2 .2.CSM 600 (Fig.6 .4 .5. 8B) 9.CPG-1000 (Fig.2 .2 kVA 8.1.2 . 3A) 9.CM 200 (Fig.Caixas para seccionamento e medição indireta . 4) 9.Caixa transparente monofásica .Caixa de passagem 9. 3B) 9.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. 6) 9.Caixas de inspeção de aterramento (Fig.Eletrodo de aterramento 8. CTP.Caixas para seccionamento.CS-100 (Fig.1 .Caixa para proteção geral .CDJ 1 (Fig.4.Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.Aterramento do condutor neutro 8.Caixa para disjuntor monopolar .1 .1.Caixas para medição direta .CSMD 600 (Fig.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Caixa para seccionamento e medição indireta .Caixa transparente polifásica .1 .1.3 .1. medição indireta e proteção .Caixas para disjuntor .1.5.1.Ligações à terra e condutor de proteção 8. medição indireta e proteção .CPG-600 (Fig.CDJ 9.Caixa para seccionamento.CSM 1500 (Fig.3 .CSM 9.Caixa para proteção geral .Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.3.1.2 . 6) 9.CTP (Fig.2.Caixas para seccionador . 5B) 9.Caixa para seccionamento e medição indireta .Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .CSMD 9.1 .1.2.CS 9.Entrada de energia elétrica coletiva 8.3 .2 .1.2 .7) 9.5 . 2) 9.3.3.5 .1.Aterramento das instalações 8.CTM (Fig.7) 9.1 .

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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SEÇÃO B) .FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X.SEÇÃO A) . MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 .FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .BT Novembro de 2007 9/186 .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N. SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . TOMÓGRAFOS.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .SEÇÃO A) .TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) . (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO B) . SPLIT E FAN-COIL.SEÇÃO A) . (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .SEÇÃO A) .CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO A) . SPLIT E FAN-COIL.

MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .BT Novembro de 2007 10/186 . BASES FUSÍVEIS.

2.5 . somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light. Ao sistema de distribuição da Light.Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega. 2.Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.6 . 2.2 . 2.Terminologias e definições 2. medição e proteção. 2. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes. das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento.BT Novembro de 2007 11/186 .4 . 2 .Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. com medição individualizada. RECON . que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação.Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora.1 . que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL.Consumidor Pessoa física ou jurídica.Unidade consumidora Instalação de um único consumidor.3 . caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto.CONDIÇÕES GERAIS 1 .Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras.

2. o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado.BT Novembro de 2007 12/186 . em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega. o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL. observadas as condições estabelecidas na legislação. RECON . da operação e da manutenção. bem como operar e manter o seu sistema elétrico. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública. 2. b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. resoluções e regulamentos aplicáveis. a partir do limite de propriedade.7 . o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. relativamente a viabilização do fornecimento. tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral). considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte).8 . apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação. Entretanto. na fachada.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. por conveniência do Consumidor. g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). O trecho interno do ramal. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular. situado no limite da propriedade com a via pública. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica.Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora.

de fácil acesso. quadros. sistema de medição e outros equipamentos da Light.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores.11 .Espaço físico Ambiente apropriado. obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização. disjuntores. 2. 2. 2.BT Novembro de 2007 13/186 . devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.15 .Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação. 2. a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação. caixas.5 desta Regulamentação. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública. conforme item 9.12 .No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos.º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes.14 . expressa em quilowatts (kW). RECON .Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega.Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação. além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada.10 . localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. aterramento. 2.13 . atendendo todas as condições de ventilação. 2. interligação com eletrodutos etc. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. 2.Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega. iluminação.9 . o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem. chaves.

1 .3 . Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC). bombas de recalque.Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 . 3. de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas. 3. consideradas as sua revisões e atualizações.3 . bem como outras normas aplicáveis. detecção. atinentes a leis. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados. 3. 3.º 41. atualizadas.Limites de fornecimento de energia elétrica 4. referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores.019 de 26 de fevereiro de 1957.Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica.Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros. resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ. circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção.1 .6 . consideradas as suas revisões e atualizações.3 kVA (220/127 V) ou 114. RECON .Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT. combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros.4 . através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. decretos.Leis.Resolução da ANEEL n. 4 . Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica.5 . e. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País.Dispositivos legais 3.5 kVA (380/220 V).º 456. 3. a partir da porta de acesso da edificação. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica.BT Novembro de 2007 14/186 . entre outras providências.Decreto n. determina o cumprimento das normas da ABNT.2 .

a critério da Light e em comum acordo com o consumidor.1 . não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA. 4.1. instalada conforme a seguir: 4. Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias.Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). O ramal de ligação. 4. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade. implicando na poluição visual e na agressão ambiental. RECON .1. poderá ser aéreo ou subterrâneo. dependendo da conveniência técnica. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).BT Novembro de 2007 15/186 .2. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT. dependendo da conveniência técnica.Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4. NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição.2 .2 . o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo.2. está limitado para demandas até 300 kVA.1.3 . Em função de aspectos técnicos. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede. No caso de não atendimento dessas exigências. em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas.2.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local.2.4.Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota).1.

nas seguintes tensões nominais: .1.2 e 4. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL.Redes subterrâneas a 4 fios .Urbanas 230 . seja em tensão 13. quando solicitado pelo consumidor. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade. inciso II. deve permitir livre acesso pela Light.2 .Urbanas / Rurais 220 / 127 V .3 .Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios . O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação.duas fases + neutro .BT Novembro de 2007 16/186 .uma fase + neutro .Rurais 380 / 220 V . 4.Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade. Neste caso. Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público. bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento.2. o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade.1. não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V .2.2 desta Regulamentação.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA. a qualquer tempo. 4.1. a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V. o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA.4.3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados. bem como ao sistema de medição.1.2. e deve sempre estar localizado no pavimento térreo.4 . na frequência de 60 Hertz.1 .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4. alínea “ b” . 4.Sistema subterrâneo dedicado . artigo 3º.2. quando inexistir a condição para instalação interna. Entretanto. ao nível da rua.115 V . nas condições estabelecidas no item 4.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada.2 kV. aéreo ou subterrâneo.Redes aéreas monofásicas a 3 fios .três fases + neutro RECON . O local físico destinado à cabina de transformação. 4.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.2.

0 < D ≤ 8. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V. 3 D ≤ 4.5 < D ≤ 13.0 8.6 < D ≤ 8.0 < D ≤ 6.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada. 4 4. 4.4 (n. Urbano bifásico.6 6.7 D ≤ 7. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro). Urbano monofásico especial.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .4.2 .4 D > 13.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão.três fases + neutro 4.0 D ≤ 3.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 . Trifásico especial RECON .4 < D ≤ 6.0 4.0 < D ≤ 14. Urbano monofásico. Rural monofásico.0 D ≤ 4.5 .0 D ≤ 5.0 6.0 D > 8.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3. Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.7 < D ≤ 11.5 11.7 7.0 D ≤ 8. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.BT Novembro de 2007 17/186 . Trifásico.

4 . oscilações.Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro. f . distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. excedentes reativos.NOTAS: 1 . desequilíbrios.00 desta Regulamentação. em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos.Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição.Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. a qualquer tempo.A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional. estão definidas nas TABELAS 10-A. sobretensões.07. b . sem prévia consulta e autorização da Light.Instalação de filtros.BT Novembro de 2007 18/186 .Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas.Avaliação de demandas. para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. d . 10-B. c .4 kVA.6 . podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V. item 13 . a inundações (subsolos). ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. 4. torneira. h .Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light. RECON .Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação. sem prévia consulta e autorização da Light. aquecedor etc. em função da demanda calculada. g . fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação. cintilações. 4. dispositivos de compensação e outros. (ver item 10 desta Regulamentação).Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor.As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico.Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço. a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. em ambientes não validados e mal iluminados.) com potência superior a 4.7 . afundamentos de tensão.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados. e . 2 . 3 . 11-A e 11-B.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light.Condições não permitidas a .

deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência. k . j .Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida. com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo. quando esse for exigido. absolutamente independente da instalação normal. a qualquer tempo. NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente. alimentado pelo gerador particular.8 . .9 .i . uma das seguintes condições: .BT Novembro de 2007 19/186 .Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light. .Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador. proteção.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição.).Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico. o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica. devem prever. distribuição Obs.Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. cabinas de transformação quando houver etc. RECON .Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. 4. 4. de acordo com o sistema de geração projetado. Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade.Construção de circuito de emergência.

carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento. 5. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes. bem como com as normas brasileiras atinentes. endereço completo do local.12 . tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n.º 456 da ANEEL.3 desta Regulamentação.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light. croquis de localização.4.11 .Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis.00 desta Regulamentação.2 .Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá.1 . 4. comercial. tipo de atividade (residencial.Cópia dos padrões de ligação. ramal subterrâneo.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. em conformidade com as determinações da ANEEL. com esta Regulamentação e padrões vigentes. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5. os seguintes elementos: . Para tanto. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. consideradas as eventuais revisões e atualizações. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo. deve ser apresentado pelo interessado. Dessa forma. 5 . torna-se fundamental a prévia consulta à Light.07.10 . nível de tensão. na devida oportunidade. RECON .Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias. constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. 4. 5.BT Novembro de 2007 20/186 . sempre que ocorrerem modificações.

São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 . executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.Entradas individuais isoladas situadas em via pública.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. b . . NOTA: As entradas individuais de baixa renda.3 desta Regulamentação. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: .0 kVA). quando necessários. Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados). quando existente. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. situadas em via pública. .0 kW (demanda avaliada até 13. se desejado.115 V. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ.Condições estabelecidas para o atendimento. .Pequenas unidades consumidoras (barracas. com carga instalada até 15.Tipo de atendimento. exclusivamente residenciais. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.3 kVA). com demanda avaliada até 4.. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural. com demanda avaliada até 4.Entradas individuais isoladas. sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. com carga instalada até 15.0 kW (demanda avaliada até 14. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. mobiliário urbano. nas tensões 127 V ou 115 V. bancos 24 horas. . . . com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. ou. se desejado. exclusivamente residenciais.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.BT Novembro de 2007 21/186 . . 5. cabinas telefônicas.Tensão de fornecimento.Entradas individuais isoladas.) monofásicas em 127 V ou 115 V. destinadas exclusivamente ao atendimento residencial. bancas de jornal.3 . tais como. aérea e subterrânea. por profissional credenciado pelo mesmo. boxes etc. RECON .4 kVA.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. quiosques. devem ser sempre monofásicas.Formulários padronizados.4 kVA. localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas. localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural.Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a .

autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. juntamente com diagrama unifilar. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02. Características técnicas dos equipamentos e materiais. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. desenhos de detalhes técnicos. c . para tratar dos serviços técnicos junto à Light. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta.5 . da proteção geral de entrada. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado.00 desta Regulamentação.00 desta Regulamentação. desenhos de detalhes técnicos. equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. se desejado. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03. 5. ou. Quadro de cargas. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação.4 .5. 5.3 kVA.1 . Planta de localização. Avaliação da demanda. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light.07. com demanda avaliada superior a 13. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra. exclusivamente em 220/127 V. Novembro de 2007 22/186 RECON .terminais rodoviários. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). contendo: Diagrama unifilar. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ.BT . que devem ser preenchidos pelo responsável técnico.3 desta Regulamentação.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.07. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. juntamente com diagrama unifilar. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.

devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo. o Consumidor. 5.2 . contendo: Diagrama unifilar. em tempo hábil e quando solicitado. findado o prazo em questão.BT Novembro de 2007 23/186 .Anotação de Responsabilidade Técnica. todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. 2 . 5. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. é de até 18 meses. é obrigatória a apresentação da ART .3 desta Regulamentação.Durante a fase de análise do projeto apresentado. da proteção geral de entrada. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ.Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas.6 . relacionando todos os serviços sob sua RECON .4 desta Regulamentação. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.7 . Para todos os demais casos contidos nos itens 5. devidamente atualizados. Cabe destacar que. através do programa normal de obras. a necessidade de extensão de prazo. 3 . oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem.5. Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light. Quadro de cargas. Avaliação da demanda. Características técnicas dos equipamentos e materiais.1 kVA. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição. Planta de localização. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33.3 e 5. NOTAS: 1 . Tensão de atendimento. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários.Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada.5. a partir da data de validação do projeto apresentado. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação.

Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). exposições etc.). o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso. no ponto de instalação.8 . obras públicas. com disponibilidade de bobina de disparo.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e. Deve ser feita consulta prévia à Light. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. parques.Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. circos.responsabilidade e os dados técnicos da instalação. edificações diversas etc. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito.1 . 5. quando for o caso.). Para tal.9 . feiras. 6. 6 . Deve ser feita consulta prévia à Light. caracterizada como responsabilidade do Consumidor. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). Nas entradas individuais.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica. trifásica e simétrica. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. 5. 24/186 RECON . em conformidade com as normas da ABNT.BT Novembro de 2007 .

A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga).Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. no ponto de sua instalação. A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito).) a partir de catálogo do fabricante. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção). a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante. O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. NOTAS: 1 . já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito). deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. DDR ou dispositivo diferencial acoplado). 2 .Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR.BT Novembro de 2007 25/186 .2 . O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas. de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização. devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos.Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. Quando empregado disjuntor ajustável. tensão nominal. Outra alternativa para a proteção diferencial. capacidade de interrupção etc. 6. RECON . faixas de atuação temporizada e instantânea. mantidas as suas atualizações. simétrica.

o responsável técnico deve prever. que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . Nesse sentido. tanto em regime permanente quanto em regime transitório.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos. 2 .DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. 7. devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos.As notas 1 e 2 do item 6.Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores.BT Novembro de 2007 26/186 . bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). quando forem os casos. equipamentos ou instalações sensíveis. Deve ser proporcionada a segurança de pessoas. também se aplicam às proteções diferenciais.Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. consideradas as suas atualizações. seja em regime permanente ou transitório. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR . 6.3 . caixa especial para abrigar os componentes. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões.1. preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação. motores e outros). dispositivos de controle. instalações e equipamentos. quando necessário.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. 6. Quando da utilização de DPS’s.5410 da ABNT.4 . estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica.NOTAS: 1 . RECON . em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL .

bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição. prédios residenciais. Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio. 7.80 1.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva). por conveniência do Consumidor. desde que caracterizado como ligação coletiva.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que.7. residências individuais. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular.4 .60 0.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública).BT Novembro de 2007 . A Seção 03.00 NOTA: As TABELAS 17 e 18. lojas. mistos e outros. bombas d’água. 7. a boxes.3 . salas. lojas. e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras.Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado. boxes.40 0.2 .).50 2. 27/186 RECON . elevadores etc.50 0.Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos.00 1. comerciais. 7. 7. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação. galpões.5 .07. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0.1.

As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação.7. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. desde que previamente definido e acordado com a Light. RECON . 10-B. de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. junto à proteção geral de entrada que também. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL. 8 .entradas individuais e coletivas). o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido. O condutor de proteção deve ser em cobre. quando for o caso. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação. à qual deve ser permanentemente interligados.BT Novembro de 2007 28/186 . como parte integrante da instalação. 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais .Aterramento das instalações 8. isolado na cor verde ou verde e amarela. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção. O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada. 8. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados.Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos.2 .Medições especiais Outras modalidades de medições.2 a seguir. Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro.Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. de acordo com as prescrições atualizadas da NBR . devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. deve contemplar proteção diferencial residual.5410. é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo). sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora.6 . que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral).1 .

de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais.5 . deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .4 . a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento.Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8. Contudo. conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8. Contudo.1.1 e 8. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410. havendo possibilidade.: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral.Entrada individual de energia elétrica 8. o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. 8.3 desta Regulamentação.1 . Não devem conter emendas.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.BT Novembro de 2007 29/186 . Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre.5410.5.5. OBS. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. não deve ultrapassar 25 ohms. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4". somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. Na proteção geral de entrada. no mínimo. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção). uma haste de aço cobreada. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção. para qualquer das condições a seguir. RECON . 10-B.3 . sendo que o valor máximo da resistência de aterramento. A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. de forma a evitar processos corrosivos.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. bem como também interligadas entre si internamente à caixa. 8.2 desta Regulamentação.8. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação.1 . 8.

Os visores.2 . painéis.5. 8. de seção não inferior a 25 mm².Entrada coletiva de energia elétrica 8.2 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. de seção não inferior a 25 mm². fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light.1.2. 6 (seis) hastes de aço cobreadas.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.5. de seção não inferior a 25 mm².5. quando existentes (caso das caixas metálicas).1 . 8. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.5. devem ser em policarbonato incolor e transparente. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON .Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light.Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.2 . de seção não inferior a 25 mm². 9 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.1. 8.1 . interligadas entre si por condutor de cobre nu.2. no mínimo. além de dispositivo para instalação de selos. O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas.3 .5. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. postes etc. de espessura mínima de 3 (três) mm. interligadas entre si por condutor de cobre nu.8. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.BT Novembro de 2007 30/186 . 9.

caixa para seccionamento.caixa transparente monofásica.2 .caixa para medição direta até 200 A. com medição direta e demanda até 33. 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.CTP (Fig. 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.1.Caixas para medição direta .Caixa transparente monofásica .1. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57.1 .2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). CTP.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).1 kVA. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. 9. exclusivamente. A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas.1.2.0 kVA no atendimento rural (230/115 V).caixa transparente polifásica.1 .1.CTM (Fig. 9. NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33. principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças). 9. NOTA: Todas as caixas devem ser montadas.0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13. pintura eletrostática em epóxi ou similar. A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9. até 8.2.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A.CSM 200 (Fig. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS. ou ainda.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .CM 200 (Fig. que em geral são dispostos através de venezianas. CSM . exclusivamente. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. RECON . CM 200 . CTP . 9.3 . em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente). em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente). nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.1.1. CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta.CTM .Caixa transparente polifásica .BT Novembro de 2007 31/186 .1. ou ainda. com medição direta e demanda até 14. CSMD .caixa para seccionamento e medição indireta.CTM. medição indireta e proteção. 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. CSM 200 .

onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. unidades em entradas coletivas e outros). Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada.Caixas para seccionamento e medição indireta .8 kVA até 497.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.1.1. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. e ainda com medição direta e demanda superior a 57. transformadores de corrente.CSM 600 (Fig.3 kVA até 198.2 kVA até 114. 9. no sistema urbano especial (380/220 V). O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.3 kVA no atendimento urbano (220/127 V). Para os cuidados com a operação de seccionamento.1.Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. RECON .1 . com demanda superior a 66. pintura eletrostática em epóxi ou similar.2. o sistema de medição indireta (medidor trifásico.8 kVA na classe de tensão (220/127 V). Deve estar associada a uma CPG . NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. Devem conter o dispositivo de seccionamento. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.3 desta Regulamentação.0 kVA na classe de tensão (220/127 V).3 desta Regulamentação.: Para valores de demanda maiores que 497.1kVA até 66. chave de aferição etc). o barramento de neutro e terra independentes. 9. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras.0 kVA. ver Anexo D desta Regulamentação.1. deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.Caixa de Seccionamento e Medição indireta .600 (caixa de proteção geral para 600 A).1. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.5 kVA.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente. com demanda superior a 198. 9.2 .CSM 1500 (Fig. OBS.BT Novembro de 2007 32/186 .1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A.Caixa de Seccionamento e Medição indireta .2. Deve estar associada a uma CPG .2 .

1.CSMD 600 (Fig.1 . devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes.3. 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas. sistema de medição indireta (medidor trifásico. onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). Medição indireta e Proteção .Caixa para Seccionamento. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. barramentos de neutro e terra independentes. ver Anexo D desta Regulamentação. estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. Medição indireta e Proteção . ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão.BT Novembro de 2007 33/186 . a até 3. pintura eletrostática em epóxi ou similar.).3 . lojas etc. transformadores de corrente. barras para TC. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114.9.Caixa para Seccionamento.3.Caixas para Seccionamento. unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte).5 kVA até 343. 9. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.4 kVA na classe de tensão (380/220 V). 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. chave de aferição etc).CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.1. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. com demanda superior a 66. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.1. Devem conter um dispositivo de seccionamento. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente. Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. Medição indireta e Proteção . Para os cuidados com a operação de seccionamento.3 kVA até 198.CSMD 1500 (Fig. 9. com demanda superior a RECON .2 .

em instalações com demanda superior a 33.2 . ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.8 kVA até 497. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM.BT Novembro de 2007 34/186 .1 kVA até 66. 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 9.2. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. 9.2.: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A.Caixas para Seccionador .CSMD 3000 (Fig. RECON . Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual. com demanda superior a 497.1 kVA na classe de tensão (220/127 V). 9.0 kVA até 994. com demanda até 33. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo.198.1 . pintura eletrostática em epóxi ou similar. exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200.5 kVA até 1717. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis). CTP.5 kVA na classe de tensão (380/220 V).CS 100 (Fig.CS 200 (Fig. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343.2 . Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A. mesmo quando derivado da rede aérea. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas. Medição indireta e Proteção . 9. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858.) e alta capacidade térmica. OBS. noril etc.Caixa para Seccionamento.4 kVA até 858. à montante da caixa CM 200.0 kVA na classe de tensão (380/220 V). em ambiente selado.Caixa para Seccionador .3. articuláveis ou removíveis. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.3 .3 kVA na classe de tensão (220/127 V). devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento.CS Devem abrigar.Caixa para Seccionador .1.

6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. impedindo o acesso interno.1 kVA até 74. 9. consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. com a finalidade de permitir a derivação.6 kVA até 198.3 kVA na classe de tensão (380/220 V).3.Caixa para Proteção Geral . antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral.CPG 225 (Fig. tipos “ L ” (Fig. 9. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial.8 kVA na classe de tensão (380/220 V). 9. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes). bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte). a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light.CPG 1000 (Fig. através de janela com travamento por cadeado particular.2 .Caixa para Proteção Geral . do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade.1 . As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado.8 kVA até 343. RECON . 6) Aplicada em demanda superior a 74.3 .4 kVA até 572. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 9A) e “ Z ” (Fig.BT Novembro de 2007 35/186 . às barras de neutro e de proteção quando for o caso.3 kVA até 128.Caixa para Proteção Geral .3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343.CPG 600 (Fig.3 .CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.3. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A. uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.9. NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128. Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor. pintura eletrostática em epóxi ou similar.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).3.8 kVA até 331. ou ainda em entrada coletiva como proteção geral. 6) Aplicada em demanda superior a 198.Caixa para Proteção Geral . 6) Aplicada em demanda superior a 33. além das barras auxiliares de cobre. 9B).

BT Novembro de 2007 36/186 . NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica.80 x 0. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON .0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais.80 x 0.80 m para 1(um) conjunto de cabos. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica. o projeto da caixa deve prever. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ.1 .5 . em pelo menos uma de suas dimensões.Caixa de Passagem A caixa de passagem. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado. 9. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ.4 . NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo.CDJ 3 (Fig.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) .) e alta capacidade térmica.4. 9. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção.20 m para cada conjunto adicional. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. com demanda até 8. em alvenaria. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. Deve ter as dimensões mínimas de 0.Caixa para Disjuntor Tripolar . com demanda até 33.CDJ 1 (Fig.4. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light. centro a centro. noril etc.9. 9. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade. CTP.2 .CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais. valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. um acréscimo de 0.Caixas para Disjuntor .Caixa para Disjuntor Monopolar .

RECON . bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. que permita.10A e Fig.7 . 9. PPGP: Painel de proteção geral e parcial. Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual.no limite da sua propriedade.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). quanto o de proteção geral-parcial quando existir. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. diretamente posicionado em baixo do muro principal. 9. contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel. com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento. também. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. através de seu responsável técnico. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. sendo que para segunda opção o Consumidor. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. os disjuntores inerentes ao painel em questão. tanto os individuais das unidades consumidoras.6 .BT Novembro de 2007 37/186 .

quando existentes (Painéis de medição). Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. instalados. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos.Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. no mínimo. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . neutro e proteção) aos painéis. Os visores. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior. Os condutores devem ser. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 38/186 . isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A). 11A) e PMD 2 (Fig. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.1 . 9. Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. RECON . 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. que em geral são através de venezianas. vermelha (fase B). As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. medição direta e proteção individual. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light.PMD 1 (Fig. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda. pintura eletrostática em epóxi ou similar. Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. em Cu. de seção 16 mm². PDMD: Painel de proteção geral. nas cores preta (fase A). As barras internas (fases. principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição.terra). branca (fase C). A seguir.Painéis de medição direta e proteção individual . medição direta e proteção individual. PSMD: Painel de seccionamento.25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. devem ser submetidos previamente à Light para análise. Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel.7.

um novo painel de proteção geral e parcial .7. o dispositivo IDR.Painéis de proteção geral. conforme descrito no item 9. conforme descrito no item 9.7. e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). deve ser utilizado. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 12A) e PDMD 2 (Fig. além do disjuntor termomagnético.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora.Painéis de seccionamento. 9.7.7.PPGP.2 . A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante. Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig.4 desta Regulamentação. O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento.PPGP.4 desta Regulamentação. devidamente protegidos pelas proteções parciais. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito. o dispositivo IDR. um novo painel de proteção geral e parcial .BT Novembro de 2007 39/186 . 9. deve ser utilizado. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. 13A) e PSMD 2 (Fig. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. RECON . medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. os alimentadores dos painéis de medição. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A. já que possui dois estágios para disjuntores em série.3 . e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. a partir do qual devem derivar. uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais.

A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais.4 .25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado. o eletroduto poderá ser dispensado. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. Em entrada de energia elétrica individual.O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora.9 . Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente). Quando a interligação for feita em cabo armado. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1. Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição . através de eletroduto rígido de PVC. na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção. já que possui dois estágios para disjuntores em série. deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC. o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. aparente. padrão Light.7. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva.Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo.Banco de dutos RECON . Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo.BT Novembro de 2007 40/186 . 9. o dispositivo IDR.Painel de proteção geral e parcial . Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase. 9.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor.8 .PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD. 9. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação. para receber o ramal de ligação. Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva.

quando o ramal for através de cabos singelos em cobre.6/1 kV. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. Qualquer que seja a opção adotada. devem ser utilizados. CPG etc. de diâmetro não inferior a 100 mm. dois dutos vagos como reserva técnica. obrigatoriamente. Independentemente do tipo de eletroduto. Na impossibilidade de construção de banco de dutos. junto ao limite externo da propriedade com a via pública.5 desta Regulamentação. O tipo de isolamento (PVC.11 . classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama.0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. o banco deve ser envelopado em concreto. 9. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal.BT Novembro de 2007 41/186 . Entretanto.Para a instalação de ramal subterrâneo. utilizando. este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1. esta deve ser previamente validada pela Light. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados.10 . quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON .0 m entre bancos. contemplando. somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica.0 (cinco) centímetros. Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1.). e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. 9. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação. pelo menos. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. Nos trechos internos à edificação.

11. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. Ultrapassados os referidos limites. os limites de queda de tensão e perda técnica. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e.condições ideais de confinamento (banco de dutos.1 . estabelecidos pela NBR . em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG. 9.: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima. também instalados em dutos.11. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. compatíveis com as características do circuito. queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos. atendidas as condições de ampacidade. 10 B. 10-B.7 desta Regulamentação. quando o limite de demanda não for atendido. ou então. a critério da Light. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. devem ser utilizados cabos singelos de cobre. em cabo armado. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. Todavia. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. RECON .Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase. e a 6 (seis) circuitos. instalados em dutos.BT Novembro de 2007 42/186 . 9. Portanto. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. a critério da Light.1. 11-A e 11-B). a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação.Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo. bandeja totalmente vedada etc). de neutro e de proteção correspondentes.1 . condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição. Obs. 11 A e 11 B desta Regulamentação.

3) A critério da Light. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). eletrodutos.Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido.BT Novembro de 2007 43/186 . Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. a partir do ponto de ancoragem . de acordo com as características da carga. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. proteção.1. a critério da Light. Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento.Barramento blindado (Bus way) RECON . PSMD ou PDMD). fornecido e instalado pela Light. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento .CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral .2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada. deve ser empregado cabo singelo ou armado. a critério da Light. de acordo com o nível de carregamento. 9. 10B. 11A e 11B). painéis de medição. 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. Nas entradas coletivas.11. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. deve ser a continuidade do ramal de ligação. em cabo concêntrico ou multiplex.2 . deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente. armado ou singelo. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento). no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição . deve ser utilizado cabo concêntrico.CPG (entradas coletivas).CD e a respectiva medição.12 . linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A. Não atendidas as citadas condições. 9. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.

por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. nível de isolamento para o qual foi projetado. perdas máximas em kW. dimensão das barras etc).BT Novembro de 2007 44/186 . desenhos de diagramas unifilares. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. exclusivamente.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. Unidades ou bancos de capacitores fixos. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. impedâncias de sequência (positiva. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. 10 . associados a funções temporizadas. Dessa forma. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. podem ser empregados. por tensão e/ou corrente. Nesse caso. distâncias entre barras. de potência máxima até 25 kVAr. incluindo documentação legal. A aquisição. nível de curto-circuito máximo admissível. pelo menos. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado. A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. a fim de possibilitar o processo de validação. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. RECON . relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc. negativa e zero).

BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs. bancos de capacitores automáticos e/ou controlados. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada.) Recomendado (ver obs. A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora.) Obrigatório .) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática.) Recomendado (ver obs.) Obrigatório Obrigatório OBS. RECON .) Recomendado (ver obs. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante). por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção).: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 . seja por fuga. ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância.) Recomendado (ver obs.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light.Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs. devem ser imediatamente desconectados. todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 .

00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.07.Determinação da carga instalada RECON .BT Novembro de 2007 46/186 .RECON / BT SEÇÃO 01.

dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.8 kVA 4.4 kVA 1. dos principais equipamentos e aparelhos. recomenda-se a utilização da TABELA 9.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL.BT Novembro de 2007 47/186 . considerar os valores das TABELAS 5A e 5B. No cálculo para determinação da carga instalada.24 kVA 0.3 kVA 0. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.4 kVA 0. onde 0.) deve ser expressa em kW (CI kW).04 kVA 1. conforme Resolução nº 456 da ANEEL.0 kVA 0.09 kVA 0. Para determinação da potência de motores em kVA.07. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12.3 kW 13 .28 kVA x 0. demais resoluções e legislação atinentes. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.92 = 11.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos. a carga instalada em kVA (CI kVA. Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01.92.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação. Quando não for possível essa verificação.Avaliação de demandas RECON . que fornece as potências médias. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas.45 kVA 3. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12. aproximadas.04 kVA 0.

Método de avaliação . . em função da utilização diversificada dessas cargas. qualquer que seja o seu valor.1 . o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. . Nesse caso. . o que pode implicar. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B). com atendimento através de ramal de ligação independente. 13. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. loja. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. A seguir. inclusive. Entradas coletivas . Avaliação e dimensionamento de entrada individual. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação.) derivada de ramal de entrada coletiva. verifica-se que. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. (residencial e não residencial). considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação.BT Novembro de 2007 48/186 . Cumpre todavia ressaltar. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. sugestivamente. isolada. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. sala etc. em entrada coletiva mista. que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. RECON . Quando um determinado conjunto de cargas é analisado.

Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split.BT Novembro de 2007 49/186 . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras.). aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. calculada conforme TABELA 6. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros. d2 aquecedores.. Previsão de carga RECON . considerando o fator de potência igual a 1. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1.0.0. . em entrada coletiva não residencial. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X. Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios . torneiras etc. para uso residencial e não residencial. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes. considerando o fator de potência igual a 1. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. 13. calculada conforme TABELAS 5A e 5B. Fan-coil).Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção.1.1 . calculada conforme TABELA 2. em entrada coletiva residencial. d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador.

ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s).Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds).1. das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica.1. no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação. 13. indicadas conforme a seguir: 13.Demanda da proteção geral da entrada .BT Novembro de 2007 50/186 . motores e outras cargas.1.1.No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1.Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR .Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.00.1. da localização. como aparelhos de ar condicionado.1. 13.2 .1 desta Seção 01.Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .3 .1 . devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada.1. chuveiros.3. em função do tipo de construção. considerando o disposto no item 13. DPG = DAG RECON .07. da atividade do imóvel.Demanda do único agrupamento de medidores . Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação.

geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG).Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13. a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” .80. Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).BT Novembro de 2007 51/186 . DPG = kVA (Aeq.Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .1.80. sendo o resultado multiplicado por 0. No caso de entrada exclusivamente residencial. DR = (DAG + DS) x 0.Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR .Demanda da proteção geral da entrada DAGR .) x Fd ( Nº total de Aptos.80.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.1. sendo o resultado multiplicado por 0.80 RECON . ) ( ver item 13. sendo o resultado multiplicado por 0.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR).Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR . a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.2 .80 13.3. No caso de entrada mista (residencial e não residencial).Demanda do ramal de ligação DPG .Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR .

Método de avaliação . condomínios horizontais e vilas).4 kVA).2. condomínios horizontais e vilas). que não utilizem equipamentos para aquecimento de água.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) .1 . deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B. demandas da proteção geral (DPG). do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0. . compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. 13. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. sendo o resultado multiplicado por 0. RECON . que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais.A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso.2 .4 kVA). que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos).BT Novembro de 2007 52/186 .80. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.80 13.

0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial. com potência nominal superior a 4.0 < P ≤ 8. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq.4 kVA). aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis. A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências.895075 RECON . é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A.4 < P ≤ 6. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0. conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água.0 6.0 8. 4 kVA. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4.BT Novembro de 2007 53/186 . deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança.034939 x S 0. Em seguida. onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança. exclusivamente.0 < P ≤ 10.

+ [ Nº de Aptos. todos os apartamentos com chuveiros de 4. S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. (S2) x S2 ] + . (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos. A eq = Onde: [ Nº de Aptos. . . (Sn) x Sn ] Nº de Aptos. (Sn) Nº de Aptos. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2.)] DPG = kVA (Aeq. Nº de Aptos. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA.93 x 17.44 (TABELA 8) 51. ( Nº total de Aptos. Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento. (S1) + Nº de Aptos.) x Fd ( Nº total de Aptos. DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq.”) e do F.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2.BT Novembro de 2007 54/186 .4 kVA. 7-B e 8.44 = RECON . ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2. (S2) + Nº de Aptos.93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial.d. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes.

44 = 36.2.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2. 7B e 8.52 x 29.97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2. Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.Seção B”.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2.12 x 17.52 kVA (TABELA 7 .DAGR (Aptº 70 m²) = 2.) x Fd ( Nº total de Aptos.1.BT Novembro de 2007 55/186 . deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13. deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.Seção A” .1 “ Método de avaliação . Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. às cargas de serviço do condomínio.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo.1 .39 kVA 13.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.52 = 74.2 “ Método de avaliação . composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais.A) x Fd (40 Aptos) = 29.1 “ Método de avaliação . (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº. ) RECON .12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17.

a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial).2. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras. RECON . à carga instalada de cada unidade consumidora. residencial ou não residencial.Seção A” à carga instalada do serviço. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação.1 “ Método de avaliação .2 .Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC). a demanda de serviço DS deve ser determinada. sendo o seu resultado multiplicado por 0.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos. de um mesmo agrupamento de medidores. Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes.1 “ Método de avaliação .Seção A”. (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.1 “ Método de avaliação . as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.80.1. DR = ( DPG + DSR ) x 0. através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR).BT Novembro de 2007 56/186 . deve ser determinada.80 13. onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo.

2 “ Método de avaliação .80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).1 “ Método de avaliação .BT Novembro de 2007 57/186 .Seção B”.1. ao conjunto de cargas não residenciais. escritórios e outros) deve ser determinada.Seção A”.80. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0.Seção B” estabelecido no item 13. através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.2. DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial. ao conjunto de cargas residenciais. através da aplicação do critério estabelecido no item 13.80 RECON . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial). determinada através do “Método de avaliação . A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada. deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0.Seção A” estabelecido no item 13. Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0.Seção A” estabelecido no item 13.1. sendo o resultado multiplicado por 0. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio.80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio.

6.2 x 1/4 CV (1 reserva) . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada.2 x 1 CV .Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).Seção A” estabelecido no item 13.Seção B” estabelecido no item 13. DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.1.Seção A” estabelecido no item 13.1 x 1/2 CV .1 x 1 CV .BT Novembro de 2007 58/186 .2.2 x 3/4 CV . DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.1. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . 13. determinada através do “Método de avaliação . calculada através da aplicação do “Método de avaliação .0 kVA Sauna RECON . determinada através da aplicação do “Método de avaliação .2 x 2.1.5 kVA .0 kVA . Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos .3 x 4. = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais. área útil de 300 m².Seção A” estabelecido no item 13.9.4 kVA .3 .

4) + ( 2 x 2. é necessário avaliar a demanda da instalação.0 + (3 x 4. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.81 x 0.0) d2 = (3 x 4.5) + [(2 x 1.30) d1 = 4.5) + (1 x 9.66 )] + 9. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.4) + (2 x 2.80) + (1 x 0. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.75 + (1 x 9.0 kVA.BT Novembro de 2007 59/186 .0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.52) + (2 x 1.0) x 1.5) x 0.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.0 + 3.56 kVA RECON .52 + 0.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.35) + (1 x 0.50) + (1 x 0. a partir da carga instalada. ou seja.A .1 “Método de avaliação .0 d2 = 21. B . logo o valor a ser considerado deve ser 9.45) + (1 x 0.26)] x 1 = 5.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.0 kVA.52) + ( 2 x 1.92 = 41.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.40) + (1 x 0.030 x 300 = 9.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.Seção A” .75) + (1 x 0.0 + 13.0 Carga instalada (CI) = 44.66 + 9.87 + 0.04 + 2.26)] + [ (1 x 1.2 + 5.0 kVA).52 + 1.60) + (1 x 0.4) + (2 x 2.87) + (1 x 0.52) + (1 x 0.65) + (1 x 0.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4) x 0.70 + (2 x 2.0 Carga instalada (CI) = 9. maior que o valor declarado (6.

cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m².3.93 kVA C .6333= 1. composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).28 kVA A entrada individual deve ser trifásica. 52 + 0.Seção A” .52 kVA = 0.4 kVA . RECON . da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação .87 + 0.8 + 21.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras. em tensão 220/127 V. estabelecido no item 13.1.Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4.BT Novembro de 2007 60/186 . atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.66] x 0.99 + 5. FD = 63.1reserva = 3 Logo.33 % d5 = [1.87 kVA = 0.Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.1 bomba recalque de esgoto de 3 CV .4 kVA . um único agrupamento de medidores (4 apartamentos). Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos .66 kVA Nº de motores = 4 .2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) .1 x 4.0 kVA .3.1 x 4.56 + 1.0 kVA .93 D total = 34. Caso 2 Edificação de uso coletivo.

14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14. estabelecido no item 13.88 kVA. à carga instalada.4 + (1 x 2.0 kVA.92 x 0. ou seja. B .0 kVA).75) + (1 x 0.0 kVA). Carga instalada ( CI ) = [3. à carga instalada.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.0 + (1 x 4.0 + 4. menor que o valor declarado (3. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento).80) + (1 x 0.4 + (2 x 1.030 x 96 = 2.65) = 2.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.0 + (1 x 4.26) = 9. sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora. Carga instalada ( CI ) = [3.0 + 4. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.70) +(1 x 4. ou seja.14 x 0.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” .04) = 14.0 kVA.4 kVA d2 = 4. menor que o valor declarado (3. logo o valor a ser considerado deve ser 3. 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.005 x 90 = 0.92 = 9.4 x 1 = 4.4 = 4.BT Novembro de 2007 61/186 .13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9. estabelecido no item 13.A . logo o valor a ser considerado deve ser 3.4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes.1.0 kVA d1 = (1 x 0.1.45 kVA.4 kVA RECON .

06 = 11.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.52 = 9. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).0 = 4. RECON .4 x 1.0 kVA d1 = 3.26) x 1 = 2.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio.04) x 0. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.BT Novembro de 2007 62/186 .06 kVA Nº de motores = 2 Logo.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.4 kVA d2 = 4.2 + 4.75 = 5. 80 = 2.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2.04 kVA d5 = (2.4 + 4.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9.0 x 0.70 + 4.70 kVA 3 CV = 4.Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.4 + 5.4 + 2.

30) + (1 x 0.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.70 = 7.24) d1 = 5. logo: DPG = DAG = 24.75) + (1 x 0.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.60) + (1 x 0. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3.66 = 11.Seção A”.0 kVA = 12.62 + 7. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).65) + (1 x 0. na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação.4 kVA = 17.40) + (1 x 0.55 + 11.26) x 0.45) + (1 x 0. Conforme estabelecido no item 13.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1.27) + (2 x 0.6 x 0.35) + (1 x 0. todas as cargas estarão envolvidas. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5.BT Novembro de 2007 63/186 .50 ) + (1 x 0. a demanda do ramal de ligação será: RECON .23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.6 kVA d2 = 17.80) + (1 x 0. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada.1 “Método de avaliação .0 kVA d1 = (1 x 0.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.06 = 24.

8.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .1 x 4.1 x 4.1 x 4.BT Novembro de 2007 64/186 . materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva.2.0 kVA Aparelhos de aquecimento .23 + 11.80 = 28.1 x 1 CV .1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas . a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.2 elevadores de 10CV .87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28. 80 DR = (24. um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).1. Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.DR = ( DAG + DS ) x 0.87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores. em 220/127 V.1 kVA Aparelhos de aquecimento . do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON .4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .8 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela . Sistema de serviço único com área útil de 600 m².86) x 0.2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas . Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas .2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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RECON .2.Seção B”.64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25. estabelecido no item 13. e.Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio.64 DAGR2 = 2..64 = 25. dedicado às unidades consumidoras residenciais. Fator de diversidade = 9. Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.64 = 20. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²). Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4..66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .10 apartamentos de 70 m².12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²). 64 DAGR1 = 2. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 . Fator de Diversidade = 9.BT Novembro de 2007 68/186 .10 apartamentos de 90 m².4 kW).64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum. Agrupamento 2 ..44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20.66 x 9.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.12 x 9.. Conforme “Método de avaliação .

7B e 8. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq.38 Pela TABELA 8.09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57.50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). DR = ( DPG + DSR ) x 0.86) x 0.80 DR = (41. RECON . ela não é considerada neste trecho coletivo.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2.50 + 29. à toda entrada coletiva. ou seja. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41.44 para 20 apartamentos. Aeq. o Fd = 17. sendo o resultado multiplicada por 0.80 = 57.38 x 17. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo. através das TABELAS 7A. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio. DPG =2.44 = 41.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos.80.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.) = 2. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.BT Novembro de 2007 69/186 .

2 bombas de 5 CV (1 reserva) .2. do serviço residencial.4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas .1 x 4.1 x 4.Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V. sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas. Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas .BT Novembro de 2007 70/186 .2 elevadores de 10 CV .1 x 4.2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos .IN = 100 A ( cos ϕ = 0.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .9. 20 apartamentos com área útil de 60 m². deve ser feita conforme a seguir: RECON . Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.3.4 kVA (chuveiro) . 12 lojas com área útil de 30 m².0 kVA Motores trifásicos . 90 ) .0 kVA .2 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) . do serviço não residencial e dos trechos coletivos. Dois agrupamentos de medidores.0 kVA .1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).8. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.

2: .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA. estabelecido no item 13.6 kVA.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial. logo o valor a ser considerado deve ser 3. maior que o valor declarado (3.99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.26 = 7.92 = 7.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .030 x 60 = 1.0 kVA).Seção A”.Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . estabelecido no item 13.2 + 4.60 x 0. Carga instalada (CI) = 3.020 x 30 = 0.BT Novembro de 2007 71/186 .2 kVA). Carga instalada (CI) = 2. RECON .Seção B”. menor que o valor declarado (2.Pelo “Método de avaliação .4 + 1. logo o valor a ser considerado deve ser 2.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.66 x 0.Avaliação e dimensionamento individual das lojas . ou seja.2 kVA.4 = 7.60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.0 + 4.8 kVA. ou seja.92 = 6.1: .

logo o valor a ser considerado deve ser 9.54) + (1 x 6.92 = 52.4 x 1.02) +(2 x 4. estabelecido no item 13.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação . B .0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8.0 kVA.0 kVA).92 = 41.0 + (2 x 11. ou seja. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.0 kVA).55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.0 kVA d1 = (1 x 0. Carga instalada (CI) = 9.005 x 200 = 1.02) = 57.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço.2 kVA.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4 + 38.1.1.005 x 240 = 1.4) kVA d2 = 4.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada. ou seja.53 x 0.75) = 1.0 kVA.11 + (1 x 6. Carga instalada (CI) = 8.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2. menor que o valor declarado (8.18 x 0.0 kVA.0 + 4. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4 kVA RECON .0 + (1 x 4. logo o valor a ser considerado deve ser 8.Seção A”. estabelecido no item 13. menor que o valor declarado (9.BT Novembro de 2007 72/186 .80) + (1 x 0.Seção A”. A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .04) = 45.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.0 = 4.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.

96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6.4) kVA d2 = 4.4 + 1.4 x 1.2 kVA d1 = 3. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores.26 x 1.2 x 0. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas).Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1. já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela. D total = d1 + d2 = 2. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.26 kVA d3 = 1.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).56 + 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.26 = 7. RECON . ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.1.55 + 4.21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.4 = 6.0 = 1. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.80 = 2. Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.Seção A”.0 = 4.BT Novembro de 2007 73/186 . estabelecido no item 13. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.

06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7. estabelecido no item 13. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).4 + 38.20 + 4. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.80 = 7.0 kVA d1 = 9. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .11 kVA d4 = 38.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.1.02 kVA d5 = 1 x 6.11 + 6. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6.4 x 1 = 4.8 = 6.02 = 6.0 x 0.02 = 55. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6.Seção A” .4 kVA d2 = 4.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6.73 kVA DSNR = 55.11 x 1 = 38.0 kVA d1 = 8.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V.BT Novembro de 2007 74/186 .0 x 0.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.

Seção B”. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). 84 x 17. com a seguinte composição: Agrupamento 1 . estabelecido no item 13.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. nas cargas das lojas. deve ser aplicado o “Método de avaliação . Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.1.. equipamentos e materiais.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. deve ser aplicado o “Método de avaliação . Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.2. RECON . 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos . estabelecido no item 13.Seção A” . Essa demanda serve para dimensionar os condutores.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores.d5 = [(2 x 11.4 + 20. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Fator de Diversidade = 17.04)] x 0. Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.44 = 32.BT Novembro de 2007 75/186 .08= 26.09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.54) + (1 x 6. equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos)..54 = 20.20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 .44 DAGR = 1. 02) + (2 x 4.

45 = 23.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". sendo o resultado multiplicado por 0.80 x 0.3.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3.2 kVA = 38.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR). sendo o resultado multiplicado por 0.BT Novembro de 2007 76/186 .26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0.40 x 0.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.09 + 54.26 kVA = (32. RECON . a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).3.80.80 DPG = 69.72 + 23. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.1.76 DAGNR = 54.48) x 0. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR). considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.40 kVA d1 = 38.1.4 kVA = 52. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69.76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo.80. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.80 kVA d2 = 52.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.8 = 30.

26 + 26.BT Novembro de 2007 77/186 .80 = 121.8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil . sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas. Dois agrupamentos de medidores. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m².Cos ϕ = 0.80 = (69. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2.5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON .18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .8. Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V.18 kVA DR = 121. 7 lojas com área útil de 180 m².6.48 + 55.2 kVA .IN = 55 A . 10 apartamentos com área útil de 300 m².DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.73) x 0. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas .18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

do serviço não residencial e dos trechos coletivos.2 kVA). logo o valor a ser considerado deve ser 9.1: .2: .57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.Iluminação e tomadas .96 Carga instalada (CI kW) = 29. Por loja (180 m²) RECON .Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).030 x 300 = 9. deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação .Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .IN = 130 A (cos ϕ = 0.BT Novembro de 2007 78/186 .0 kVA.2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial).0 kVA. estabelecido no item 13.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.96 x 0.9.0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9. 82) Motores . ou seja.96 = 29.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial . estabelecido no item 13.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) .Seção A”. Carga instalada (CI) = 9.Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .0 + 20. maior que o valor declarado (6.Seção B”.Avaliação e dimensionamento individual das lojas .92 = 27. do serviço residencial.

24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12.54) + (1 x 6.2 kVA.BT Novembro de 2007 79/186 . Carga instalada (CI) = 7.0 kVA.5 kVA).Avaliação das demandas (kVA) RECON .54 + (1 x 6.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação . ou seja. Carga instalada (CI) = 8.02) + (2 x 4. estabelecido no item 13.02) = 64.2 + (1 x 3 CV) = 8.24 x 0.0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9. a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação .5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7. à carga instalada. Carga instalada (CI) = 9.2 kVA).1.Seção A”.1. ou seja.04 = 12. logo o valor a ser considerado deve ser 8.68 x 0.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64. menor que o valor declarado (9. ou seja.0 + 49.92 = 11.005 x 240 = 1.2 + 4.92 = 41.6 kVA.5 + (2 x 11.Seção A”.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).2 + (1 x 4.0 kVA).Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA. estabelecido no item 13. logo o valor a ser considerado deve ser 7. menor que o valor declarado (7. Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. B .005 x 400 = 2. menor que o valor declarado (8.5 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 9.020 x 2180 = 3.40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas).04) = 44.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).56 x 0.92 = 59.04) Carga instalada (CI) = 8.

60 x 1) + ( 0.40 x 1) + (0.30 x 1) = 4.2 x 0.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4.0 = 4. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.8 kVA d1 = 4.04 kVA d4 = 4.04 x 1.35 x 1) + (0.0 = 20.2 kVA d1 = 8.45 x 1) + (0.56 + 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).04 = 10.8 + 20.50 x 1) + (0.75 x 1) + (0.0 kVA d1 = (0.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.80 = 6.96 kVA d4 = 20. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .80 x 1) + (0.65 x 1) + ( 0. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.BT Novembro de 2007 80/186 . dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). equipamentos e materiais dos circuitos individuais.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.96 x 1.96 = 25. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

02 kVA d5 = 6. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .1.BT Novembro de 2007 81/186 .54 + 6. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal).8 = 6. 0 kVA d1 = 9.Deve ser aplicado o “Método de avaliação .54 kVA d4 = 49.02 = 62.5 x 0.5 kVA d1 = 7. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. estabelecido no item 13.Seção A”. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.Seção A”.54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor. 20 + 49.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON . Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas). 0 x 0. estabelecido no item 13.8 = 7.1.54 x 1 = 49.

7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.61 kVA RECON .08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores. do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6..04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11.08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26.. estabelecido no item 13. Fator de Diversidade = 9. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.08 = 26.64 = 66.54 = 20.91x 9.61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.2 x 10 CV = (2 x 11.10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 . 02) + (2 x 4. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.BT Novembro de 2007 82/186 .64 DAGR = 6.91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .2. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.0 + 20.04)] x 0. equipamentos e materiais.54) + (1 x 6.

1.4 x 0.8 = 45. 80.28 = 74. nas cargas das lojas.4 kVA d1 = 57.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.61 + 74. RECON .28 x 1.2) x 0.65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112. deve ser aplicado o “Método de avaliação .92 + 28.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4.80 = 112. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).BT Novembro de 2007 83/186 . estabelecido no item 13.3. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0.65 kVA = (66. sendo o resultado multiplicado por 0. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.2 = 57.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.Seção A”.0 = 28.1. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45.28 kVA d3 = 28.80 DPG = 112.04) = 28.

65 + 26. RECON . equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80 = 161.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).80 = (112.3. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).76) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0.19 kVA DR = 161.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.80.08 + 62.BT Novembro de 2007 84/186 .1.

RECON / BT SEÇÃO 02.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .07.BT Novembro de 2007 85/186 .

com CDJ 3 interna. instalado em eletroduto embutido. com CDJ 3 interna. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. em gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou armado. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. no muro ou na fachada. do ponto de ancoragem até a medição. no muro no muro ou na fachada. em cabo singelo ou singelo ou armado. em gabinete no recuo técnico. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. a critério da Light. com CDJ 3 interna. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. singelo ou armado a critério da Light.BT Novembro de 2007 86/186 . pontalete ou fachada. pontalete ou fachada. com CDJ 1 interna.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. armado. no muro ou na fachada. singelo ou armado. aterramento. pontalete ou fachada. sobreposto. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex.0< D ≤ 23. a critério da Light. instalado em eletroduto embutido. no muro ou no muro ou na fachada. do ponto de ancoragem até a medição. com CDJ 1 interna.2< D ≤ 33. 23. 8. indo direto até o medidor.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico.14 . a critério da Light. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. a critério da Light. D ≤ 8. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. pontalete ou fachada. gabinete no recuo técnico. 33. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou. instalado em eletroduto embutido.1 < D ≤ 66.3 ou. ou na fachada. indo direto até o medidor. na fachada. com CPG-225 interna. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. com CPG 225 interna. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. a critério da Light. Caixa CS 100 e CTP. materiais etc. medição. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico..1 em poste. RECON . A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. com CDJ 3 interna. semi-embutidas no muro ou na fachada.

no muro ou na fachada. a singelo ou armado.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. do ponto de ancoragem até a medição. no muro ou fachada. conforme nota 4 a seguir. a critério da Light. a critério da Light. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno.8 Por conveniência técnica do consumidor. Alternativamente. em cabo singelo ou armado. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 87/186 . pontalete ou fachada. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. critério da Light. em cabo singelo ou armado. 66. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. do ponto de ancoragem até a medição. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. no muro ou na fachada. com CPG 1000 interna ou CPG especial. com CPG 600 interna. 198. gabinete no recuo técnico. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Por conveniência técnica do consumidor.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. A descida poderá ser. conforme nota 4 a seguir. embutido. Alternativamente. conforme nota 4 a seguir. 300 < D ≤ 497. pontalete ou fachada. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. com CPG 600 interna. A descida poderá ser. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno. Alternativamente. Caixa CSM 1500. conforme nota 4 a seguir. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado. 150 < D ≤ 198. com CPG 1000 interna ou CPG especial.0 NÃO SE APLICA RECON . poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. a critério da Light. poderá ser empregada Caixa CSM 600. instalado em eletroduto embutido. a critério da Light. no muro ou fachada.

respectivamente. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos. sob consulta prévia à Light. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. instalado em eletroduto embutido. a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. 2) Em região de rede aérea. a critério da Light. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico. Caixa especial de seccionamento.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. medição e proteção. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. por conveniência do consumidor. instalada em gabinete interno. a partir de projeto apresentado para validação. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo.0 < D ≤ 994. 497. RECON . Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido.0 NÃO SE APLICA D > 994.BT Novembro de 2007 88/186 . 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. em muro ou fachada.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado.

pontalete ou fachada) na propriedade particular. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.BT Novembro de 2007 89/186 .1 . instalado em eletroduto sobreposto em poste. a critério da Light. fornecido e instalado pela Light. À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação.1 . o ramal de ligação deve ser aéreo. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega. a partir do ponto de ancoragem. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. Não atendidas as citadas condições. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento .CPG (entradas coletivas). em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. da rede de distribuição até o ponto de entrega.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. em cabo concêntrico ou multiplex. pontalete ou fachada) na propriedade particular. a partir do ponto de entrega. RECON . da rede de distribuição até o ponto de entrega. a estrutura civil (caixas de passagem. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA. eletrodutos envelopados em concreto etc. o Consumidor deve deixar preparada. 2 . o ramal de ligação deve ser aéreo. além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados.1. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. 14. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral .14. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto. NOTAS: 1 . mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.

75 / 100 / 150 daN . o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de. no mínimo.5 m. considerando o vão máximo de 30 m. 3 .Resistências mecânicas a tração. o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores.75 daN .6 kVA Trifásico 74.Para o atendimento com entrada individual.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 . Postes . A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.50 daN. 2 kVA Trifásico 23. ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0.7 < D ≤ 74. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 . RECON .3 . 2 . quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23.2 < D ≤ 49. consideradas nas estruturas de ancoramento: .BT Novembro de 2007 90/186 .50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0.Os comprimentos acima somente são aplicáveis.Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega. O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0. Pontalete .5 m. 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0. Nesse sentido.7 kVA Trifásico 49.

50 m do piso acabado. Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação.50 m abaixo do piso de sacadas.50 m acima do piso de sacadas. 0. terraços ou varandas (na projeção vertical). anexos. 0. desde de que as condições físicas permitam.. sinalização e congêneres. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. 5. pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador.Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação. terraços etc.60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. . na passagem de veículos (entradas particulares). sacadas. em sua propriedade. . 2. não deve ser inferior a 50 daN. considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento. A resistência mecânica à tração do conjunto. quando: . conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. saídas de incêndio. não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada.00 m do piso acabado. os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento.BT Novembro de 2007 91/186 . Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. . Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. dispositivo de ancoramento e alvenaria.20 m quando passar junto à janelas. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir). Não for possível. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. . devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. escadas. Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: . . garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . 1.4 . Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. no limite de propriedade com a via pública. 4. na passagem de veículos (travessia de logradouro). na passagem de pedestres. terraços ou varandas (na projeção vertical). Alternativamente. no limite de propriedade com a via pública. 4. . . RECON .50 m do piso acabado. fixada por parafusos chumbados na fachada.

2 .Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA. na saída de eletroduto.BT Novembro de 2007 92/186 . fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .7 alínea “d”.00 m do piso acabado. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. 14. Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. seção dos condutores etc.7 alínea “d”.1. considerada a definição do item 2. através de cabo armado ou cabo singelo. Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . havendo conveniência técnica do Consumidor.CS / medição. havendo conveniência técnica do Consumidor.CS / medição. o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo.2 . através de cabo armado ou cabo singelo. considerada a definição do item 2.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. Nesse caso.7 alínea “d”.7 alínea “d”. através de cabo armado ou cabo singelo. a critério da Light. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. chaves etc. a critério da Light. através de cabo armado ou cabo singelo. 14. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. considerada a definição do item 2.. 14.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. a critério da Light. o ramal de ligação pode ser subterrâneo.3 .CS / medição.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL. 3. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . considerada a definição do item 2. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores.1. a critério da Light. além da capacidade dos disjuntores. RECON .CS / medição.

a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga. etiquetas e parafusos de segurança.1 desta Regulamentação.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5. o responsável técnico pela instalação deve informar à Light.2 . Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação. RECON . Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga. 14. que providenciará a inspeção do local. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias. através de seu responsável técnico pela instalação.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento. o Consumidor. 14.5. Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação.2.5.3 . a própria Light retira os selos.2. bem como a instalação de novos lacres e selos. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5.1. a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários.Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais.3 desta Regulamentação.1 .BT Novembro de 2007 93/186 .Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção. que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.3 e 5. 14. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos.

EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.Caixa para medição CTM. até a medição. CDJ 3 ou CPG 225 interna. 23. em cabo singelo ou armado. 1A .BT Novembro de 2007 94/186 .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada. Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.3 kVA . e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . VISTA FRONTAL RECON . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. através do próprio ramal multiplex. a critério da Light.2 kVA .

BT Novembro de 2007 95/186 .VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. RECON . 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. Entretanto.3 kVA. interna. por conveniência do Consumidor. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. nesse caso. o ramal de ligação.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.1 kVA e inferior ou igual a 66. pode ser subterrâneo e.

com descida. em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 96/186 . VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem. até a medição. 2A .2 kVA .Caixa para medidor CTM. a critério da Light.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ex. Demanda ≤ 23. através do próprio ramal multiplex. CDJ 3 ou CPG 225 interna. 23.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.3 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66.

interna. pode ser subterrâneo e. Entretanto. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 97/186 . o ramal de ligação.3 kVA. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON .1 kVA e inferior ou igual a 66. nesse caso.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. por conveniência do Consumidor. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.

2 kVA . Demanda ≤ 23. VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON . a critério da Light.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. 23.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.Ex. CDJ 3 ou CPG 225 interna.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Caixa para medidor CTM. através do próprio ramal multiplex. no muro Rede aérea de distribuição . CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. em cabo singelo ou armado. até a medição.BT Novembro de 2007 98/186 . 3A .3 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66.

BT Novembro de 2007 99/186 . pode ser subterrâneo e.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. Entretanto. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. RECON . o ramal de ligação.1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. interna.3 kVA.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor. nesse caso. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.

CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. no poste particular.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66. VISTA FRONTAL RECON . 4A .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 23. em cabo singelo ou armado.Caixa para medidor CTM. através do próprio ramal multiplex.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição .2 kVA . até a medição. a critério da Light.Ex.BT Novembro de 2007 100/186 .3 kVA . CDJ 3 ou CPG 225.

RECON . interna. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. pode ser subterrâneo e.3 kVA. por conveniência do Consumidor.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. nesse caso. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. Entretanto. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 101/186 . o ramal de ligação.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light.1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.

3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA . 5A .Ex. de cabo singelo ou armado. VISTA FRONTAL RECON . até a medição. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. através do próprio cabo multiplex. 66.BT Novembro de 2007 102/186 . a critério da Light.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.

7 desta Regulamentação. através do próprio cabo multiplex. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. medição e disjuntor CSMD.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição. Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. nesse caso. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. o ramal de ligação. devem ser fornecidos e instalados pela Light. por conveniência do Consumidor. Entretanto. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. em cabo singelo ou armado. a critério da Light.BT Novembro de 2007 103/186 . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. internas. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. RECON . pode ser subterrâneo e.

caixa do medidor CTM.Caixa CS. VISTA FRONTAL RECON . CDJ 3 ou CPG interna.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.BT Novembro de 2007 104/186 . CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. 1B .Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .3 kVA . singelo ou cabo armado.2 kVA < Demanda ≤ 66. 23.Ramal de ligação em cabo concêntrico. Demanda ≤ 23.2 kVA .

3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.3 kVA. RECON . deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.1 kVA e inferior ou igual a 66. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. devem ser fornecidos e instalados pela Light. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.BT Novembro de 2007 105/186 .

em gabinete no recuo técnico.Ex.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico. no muro. 23. no muro Rede subterrânea de distribuição . Demanda ≤ 23. VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico. CTP ou CSM 200 semi-embutidas. CDJ 3 ou CPG interna. caixa do medidor CTM.Caixa CS. singelo ou cabo armado. 2B .3 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA .BT Novembro de 2007 106/186 .

VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. RECON . 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.7 desta Regulamentação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.3 kVA. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. devem ser fornecidos e instalados pela Light.BT Novembro de 2007 107/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66.

Ex.Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 108/186 . VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. 66. e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 3B .3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA . no muro.

ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. nesse caso. Entretanto. por conveniência do Consumidor.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 109/186 . o ramal de ligação. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON . com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. devem ser fornecidos e instalados pela Light. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. pode ser subterrâneo e.

BT Novembro de 2007 110/186 .Ex.7 desta Regulamentação. Demanda > 66. Rede subterrânea de distribuição . 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. devem ser fornecidos e instalados pela Light. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. RECON . Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação.3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. 4B .Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. a partir de projeto apresentado para validação.

00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .07.RECON / BT SEÇÃO 03.BT Novembro de 2007 111/186 .

1 . Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada. a medição será obrigatoriamente eletrônica. Nesse caso. tipo do ramal. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências. que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. Dessa forma.BT Novembro de 2007 112/186 . As condições técnicas de atendimento. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light.). ventilado. com leitura centralizada e sistema de telemetria. Entretanto. com participação financeira pelo interessado no custeio.Medição 15. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. iluminado. Dessa forma. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento.15 . conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. RECON . A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light. são fornecidos e instalados. Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. tipo de padrão de entrada etc. distribuição e medição (Figuras 11 a 13). havendo conveniência técnica do Consumidor. não inundável. sistemas de medição. materiais e outros. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. envolvendo a proteção geral de entrada.Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). montados em painel de proteção.1 . antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. 15. cabina de transformação. a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. aterramento. nível de tensão. localizados em ambiente seco. pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor.1. Normalmente.

15.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.2. quando necessário. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada. junto e à montante da CPG e da medição de serviço.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. 15.2 . situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral . em RECON . junto e à montante da CPG e da medição de serviço.CPG. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. nos agrupamentos. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. o ramal de ligação deve ser aéreo. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo. Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. 15.2 .Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada.1 .). é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. ou ainda. 15. formando agrupamentos específicos para cada classe (residências.BT Novembro de 2007 113/186 . ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. salas etc.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral.1. pontalete ou fachada) na propriedade particular. a ser definido em comum acordo com a Light. NOTA: Devem ser utilizados.1. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. lojas.3 .

localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral. considerada a definição do item 2. chaves etc.CPG.).) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. o ramal de ligação deve ser aéreo. o ramal de entrada pode ser. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. 15. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. a partir do ponto de entrega.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 114/186 . da rede de distribuição até o ponto de entrega.7 alínea “d”. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. 15. a critério da Light. Nesse caso. a estrutura civil (caixas de passagem.3 . Entretanto.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. eletrodutos envelopados em concreto etc. em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. conforme acordo prévio e a critério da Light. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light.2 . Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA. pontalete ou fachada) na propriedade particular. 2 . a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . o Consumidor deve deixar preparada. a critério da Light.2. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. através de cabo armado ou cabo singelo. NOTAS: 1 . em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. em caso de inviabilidade técnica comprovada.

1 . 15. 15.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15. em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras.3 (três) metros.4.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.1.1.4. podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.4.1. NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. 15. o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso.1.4. Entretanto.4.1.4 .1.Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais. O sistema de medição deve atender ao item 15.Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único).1. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo.4. desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação.3 .2 .4. 15. A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento. 15.4.5 .Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.4. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.1 . 15. não residenciais ou mistos).1. nas mesmas condições de atendimento do RECON .1. 15.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente.1 desta Regulamentação.4 .BT Novembro de 2007 115/186 . deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais). portanto.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.

Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). se necessária. Havendo necessidade.Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor.1. A Light providenciará. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes. no caso de atendimento subterrâneo. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.BT Novembro de 2007 116/186 . deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga. de forma a viabilizar o atendimento. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis.4.2. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. além da capacidade dos disjuntores.4. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. Nesse caso. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso. RECON . devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. com acesso para a Light em qualquer momento. avaliação da demanda.item 15.4.1. etiquetas e parafusos de segurança.1 . através de seu responsável técnico pela instalação.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.Instalações com medição existente em painéis a . deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas.2 . 15. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada. a própria Light retira os selos. seção dos cabos etc. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. Nesses casos. b . e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado.

parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a . RECON . em comum acordo e sob orientação da Light.Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. seção dos condutores. 15. além do eletroduto do ramal de entrada. para a viabilização do aumento de carga. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição. avaliação da demanda.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. quando for o caso. serão informados previamente ao interessado. que providenciará a retirada de lacres. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. b . a substituição do barramento principal.2 . deve ser obrigatório o emprego de painéis. no máximo. Todos esses serviços. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes. O Consumidor. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de. 50% das unidades consumidoras existentes no PC.BT Novembro de 2007 117/186 . devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.4. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor.) para análise e validação prévia da Light. Dependendo das condições de carregamento do painel. caixa de medição etc. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados.c . capacidade dos disjuntores.2. além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. a Light julgar tecnicamente necessário. ou ainda. independente da quantidade de unidades envolvidas. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. através de seu responsável técnico pela instalação. instalação aparente. quando solicitados.

NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. quando solicitados. em comum acordo e sob orientação da Light. que providenciará a inspeção do local. 15.BT Novembro de 2007 118/186 . bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. bem como a instalação de novos lacres e selos. Todos esses serviços. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. quando for o caso. que providenciará a inspeção do local. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light. e instalados pela Light. PSMD ou PDMD. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento.PMD. ou ainda. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. Após realizar todas as alterações necessárias. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. Após realizar todas as alterações necessárias. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light.) para análise e validação prévia da Light.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. bem como a instalação de novos lacres e selos. para a viabilização do aumento de carga. serão informados previamente ao interessado.5 . RECON . a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários. c . distribuição e medição . de forma a viabilizar o atendimento. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. que providenciará a retirada de lacres.

BT Novembro de 2007 119/186 . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. 2) Os condutores dos circuitos de saída. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. RECON .5410 da ABNT. em ambiente selado etc. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão.

4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. em ambiente selado etc. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação.BT Novembro de 2007 120/186 . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. RECON . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. 2) Os condutores dos circuitos de saída.5410 da ABNT.

até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 2) Os condutores dos circuitos de saída. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. RECON .5410 da ABNT. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light.BT Novembro de 2007 121/186 . em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação.

RECON BT FIGURAS RECON .BT Novembro de 2007 122/186 .

CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON .BT Novembro de 2007 123/186 .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.Fig. 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .

CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .BT Novembro de 2007 124/186 .

3A e Fig.CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR . 3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig. 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR . 3A Fig.CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON .BT Novembro de 2007 125/186 .Fig.

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL .BT Novembro de 2007 129/186 . 6 .CPG Fig.CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225.Fig. 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .

CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig.Fig. 7 CSM 1500 RECON . 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros.CSM CSM 600 Fig. 7 .BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 . CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .

8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig.BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .CAIXA PARA SECCIONAMENTO.CSMD CSMD 600 Fig. 8 A CSMD 1500 RECON .

RECON . 8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO.BT Novembro de 2007 132/186 .Fig. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm.

BT Novembro de 2007 133/186 . Fig. já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor. bem como do tipo de terminal utilizado. 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 9B RECON . 9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos.Fig. 9A e Fig.

10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig.Podem ser quadradas ou cilíndricas. 10B Notas: 1. RECON . 3. 10A POLIMÉRICA Fig.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries. 10A e Fig. respeitando..Fig. aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima.As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”. UV etc. em alto ou baixo relevo. 2.BT Novembro de 2007 134/186 .

A4 Fig.A2 Fig.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig. 11. 11A 220 50 1. 11. 2 .A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A1 Fig. A FIGURAS Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 11.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 11.BT Novembro de 2007 135/186 . 11.A3 Fig.

: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.BT Novembro de 2007 136/186 . Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 11A podem ser aplicados nesta Fig. 11B 220 220 50 Obs.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig. A RECON . 11B.

12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.A2 Fig. 12. 12.Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A4 Fig. A FIGURAS Fig. 2.A3 Fig.BT Novembro de 2007 137/186 .A1 Fig. 12. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1. 12.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 12.

MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. RECON .BT Novembro de 2007 138/186 A . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.Fig. 12B. 12A podem ser aplicados nesta Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.

A FIGURAS Fig. 13. 13. 13.A4 Fig.Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A3 Fig. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1. 13.A2 Fig. 13.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.BT Novembro de 2007 139/186 .A1 Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 2.

BT Novembro de 2007 140/186 . 13B 220 220 A 50 Obs.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.PAINEL DE SECCIONAMENTO. RECON . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. 13A podem ser aplicados nesta Fig. 13B. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.

BT Novembro de 2007 141/186 .RECON BT TABELAS RECON .

020 0. salões para exposições.050 0.005 0. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas. a carga seja utilizada simultaneamente.030 0.050 0. áreas de serviço e semelhantes Hospitais.020 0. apartamentos etc. pela sua natureza. centros de saúde e semelhantes Hotéis. motéis e semelhantes Igrejas. postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias.015 0.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .020 NOTA: Instalações em que. salas de vídeo e semelhantes Bancos.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios.020 0.020 0.BT Novembro de 2007 142/186 . bares. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%. RECON .030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0.) Restaurantes.020 0. lanchonetes e semelhantes 0.015 0.

separadamente.TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + ..BT Novembro de 2007 143/186 .. RECON . fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora.

SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.BT Novembro de 2007 144/186 . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .

SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.74 50 48.15 75 72.54 12 ½ 14.04 4 5.05 150 141.77 ½ 0.02 7½ 8.10 25 25.56 125 117.52 40 39.26 1 1.28 100 95.18 RECON .29 200 190.87 ¾ 1.65 20 22.52 1½ 2.09 15 16.65 10 11.66 1/3 0.03 5 6.17 2 2.73 60 58.TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .83 30 30.BT Novembro de 2007 145/186 .70 3 4.

33 4 57. tanto de carga instalada. totalizando 7 motores.50 5 54. Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B.25 kVA D = 15.0 2 75.00 OBS. 1 motor trifásico de 2 cv.52 ) ] x 0.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos. 1 motor trifásico de 3 cv. quanto demandada.BT Novembro de 2007 146/186 .4714 = 15. onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada.00 7 47.14 8 45. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.02) x 0. Logo. D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .73 < 41.02) + (1 x 4.00 9 43.00 6 50.06).73 kVA.33 ≥ 10 42. temos: D = [ (4 x 6. logo a demanda total a ser considerada é D = 48. para o exemplo em questão. D = 48.04) + (1 x 2.0 3 63.SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv. ou seja. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor. temos: D = (48. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48.06 kVA. 1 motor trifásico de 1 cv.73 + 6. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv.7) + (1 x 1.73 kVA RECON .75 = 41.

BT Novembro de 2007 147/186 .TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO . TOMÓGRAFOS. deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto. MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X. RECON .

76 2.54 2.71 8.89 8.95 8.71 1.00 8.42 8.71 2.99 2.53 9.20 2.81 1.10 5.03 7.70 5.16 8.19 5.08 6.35 1.12 9.57 4.08 10.48 3.50 3.28 2.97 5.50 8.28 3.61 6.42 9.20 6.33 6.36 8.39 9.36 5.02 5.55 4.27 7.11 4.35 1.58 8.44 4.06 10.97 4.37 4.07 2.25 8.11 6.25 7.75 6.81 6.33 5.06 6.87 6.78 8.88 8.32 4.67 7.19 9.32 7.92 6.49 8.48 7.92 4.05 4.15 9.74 7.90 7.06 7.88 3.47 4.26 2.47 3.08 4.35 7.64 7.35 1.77 4.70 7.41 2.19 3.35 1.81 2.81 7.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .55 7.25 5.97 9.33 3.83 7.07 8.66 2.80 3.01 6.56 3.50 7.46 1.55 8.86 1.35 1.75 4.84 3.46 9.97 1.59 5.79 4.73 1.54 6.35 1.29 7.34 2.35 9.21 3.46 2.37 6.92 8.35 1.36 3.32 8.85 6.76 9.76 1.01 2.63 1.52 4.53 7.54 3.31 9.71 3.85 2.62 6.11 9.94 3.43 8.25 3.44 6.04 5.49 1.77 7.53 5.10 3.18 8.18 9.15 7.41 7.62 3.35 1.35 1.83 4.24 4.98 9.23 5.93 5.45 9.88 9.85 8.25 6.29 9.32 2.29 5.20 4.71 6.63 5.09 4.89 4.35 1.01 7.35 1.84 1.89 2.22 7.09 9.12 6.68 6.96 2.02 3.38 8.81 9.01 10.64 3.60 2.18 2.05 3.86 5.65 1.56 5.90 5.77 5.05 2.70 3.50 4.09 7.46 7.55 6.20 7.40 5.78 6.80 6.57 1.90 3.52 8.68 2.36 7.62 2.38 9.39 3.02 9.36 9.11 5.66 8.58 2.49 6.81 5.62 7.82 3.79 2.24 2.94 6.31 6.35 1.22 5.18 6.64 4.76 7.10 RECON .59 1.83 8.66 6.23 4.59 8.64 8.52 6.58 9.22 9.35 1.31 5.63 9.91 3.35 1.13 3.07 3.65 9.70 9.03 10.93 1.84 4.15 2.35 1.49 9.35 1.46 5.16 5.94 9.44 3.00 4.24 9.42 6.68 4.72 8.35 1.03 9.35 1.58 5.99 10.06 5.15 4.16 7.41 3.BT Novembro de 2007 148/186 .12 2.42 4.35 1.36 1.90 9.41 4.13 7.86 4.98 5.59 3.76 8.35 1.27 6.92 9.96 8.97 8.29 8.23 3.61 9.99 3.67 1.67 9.22 6.27 4.76 3.05 9.47 5.97 4.71 7.40 6.87 2.35 4.02 4.42 1.99 7.88 7.71 4.15 3.60 7.74 9.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .20 8.56 9.52 2.99 6.46 6.35 1.59 6.27 8.51 9.39 7.35 8.44 7.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.35 1.51 1.91 5.79 1.81 8.89 6.74 5.57 7.09 8.10 2.94 2.38 5.03 6.72 6.17 4.50 5.39 1.23 8.02 8.84 5.79 9.93 2.49 2.94 7.14 8.62 4.67 3.70 4.65 5.69 8.13 5.96 6.30 3.35 1.34 6.44 5.37 2.45 8.44 2.90 1.54 1.25 9.73 2.93 7.85 9.38 2.10 7.62 8.83 9.95 4.72 9.29 4.10 8.80 5.59 4.67 5.15 6.03 8.74 3.86 7.72 5.

18 2.95 1.20 1.74 8.62 3.34 7.99 8.20 1.28 5.92 2.95 5.62 6.46 1.20 1.20 7.73 6.13 2.77 5.20 1.72 4.31 3.68 1.86 8.02 2.70 4.28 6.14 5.12 8.97 3.93 1.81 6.20 1.17 7.88 1.69 3.57 4.67 3.63 7.51 6.59 7.44 1.20 1.53 5.54 3.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.64 3.87 6.22 4.65 4.72 3.16 7.20 3.46 7.81 7.51 3.93 7.11 2.30 5.66 6.23 2.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.47 2.82 2.28 4.79 2.85 6.45 7.61 3.86 2.86 5.44 2.88 8.94 4.34 8.98 7.56 3.27 4.98 2.91 3.96 3.13 3.63 1.08 6.55 5.20 1.20 1.72 8.36 5.07 3.19 6.03 6.10 6.87 3.40 8.00 2.38 5.18 8.68 4.50 8.20 1.10 2.56 6.36 7.28 8.49 5.22 6.45 3.20 1.02 6.59 4.58 6.32 5.70 2.12 6.79 6.81 1.14 7.20 1.25 2.58 3.37 8.74 5.51 7.56 1.30 8.23 1.20 2.36 3.64 8.80 3.54 8.40 2.60 8.78 8.38 4.43 6.28 3.56 8.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.40 3.65 1.54 7.20 1.22 3.74 4.10 7.06 8.88 2.83 4.95 2.16 6.98 5.69 7.07 2.20 1.51 1.20 6.59 2.BT Novembro de 2007 149/186 .44 5.98 4.90 8.05 7.92 8.25 3.83 7.19 5.41 5.96 6.11 5.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.71 1.15 3.02 7.10 3.67 2.68 6.21 1.77 7.82 8.20 1.61 5.74 2.89 5.06 5.66 8.27 3.64 6.76 1.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.72 2.42 2.90 2.75 3.35 4.18 3.00 4.85 5.33 3.93 6.62 2.34 5.94 5.16 8.32 7.37 2.48 1.54 6.85 3.87 4.90 1.19 8.48 4.29 1.74 6.57 7.16 4.82 6.68 8.20 1.58 8.60 7.80 5.32 1.74 1.81 4.05 2.22 7.71 7.97 6.74 3.30 2.03 4.39 7.63 4.51 4.48 7.06 4.20 1.17 5.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .68 5.80 7.91 6.76 6.13 5.86 7.58 1.26 7.97 6.00 3.28 2.50 6.06 6.20 1.66 7.49 2.93 3.33 6.39 1.88 6.77 2.11 4.00 5.92 7.53 1.24 4.20 1.70 5.20 1.54 4.32 2.00 6.07 8.89 7.52 8.66 5.28 7.40 7.48 6.95 4.22 8.90 3.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .04 8.72 5.56 2.78 5.42 8.08 5.78 4.60 5.46 3.87 7.60 6.52 4.49 3.84 8.42 5.31 6.70 8.75 7.03 7.50 5.42 7.34 1.38 3.52 2.23 5.37 6.60 1.84 4.45 6.08 7.11 7.70 6.20 1.13 8.20 1.34 6.54 2.76 4.43 3.02 5.65 2.62 4.47 5.04 3.24 8.48 8.65 7.35 2.10 8.25 5.92 4.78 1.43 8.58 5.80 8.91 5.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.60 2.04 4.25 6.72 7.30 4.41 4.33 4.39 6.26 1.24 7.17 4.16 2.83 1.20 1.44 4.52 7.20 1.09 4.89 4.19 8.94 RECON .95 7.99 7.42 6.78 3.36 1.14 6.76 8.64 5.04 5.20 4.01 8.36 8.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.84 2.08 3.62 8.40 4.83 5.46 8.82 3.46 4.41 1.

34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.00 RECON .94 82.24 82.09 76.59 77.06 21.69 82.14 77.64 10.44 77.54 76.39 76.79 69.29 81.22 48.66 62.00 83.57 82.14 38.85 82.00 83.34 69.09 68.34 78.79 72.44 79.00 83.71 28.22 82.79 70.32 15.47 82.59 69. DIV.64 81.00 83.90 36.00 83.04 18.59 71.26 53.76 13.89 82.09 65.88 82.54 61.34 82.42 59.52 82.09 69.84 79.84 76.38 54.31 28.33 31.52 30.94 41. 82.59 65.80 82.39 81.67 22.27 82.00 83.59 67.09 81.99 71.86 20.59 82.73 82. DIV.22 62.84 64.69 76.34 49.59 72.00 83.10 61.00 83.19 71.99 73.24 76. 35.02 51.54 81. 80.92 82.86 45.50 56.04 78.74 78.58 38.09 66.09 82.74 81.39 70.38 40.90 82.59 63.69 25.99 82.62 57.94 81.90 50.19 82.10 15.46 21.94 55.59 73.14 82.84 67.30 44. DIV.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.29 77.73 31.34 66.99 70.95 82.00 83.12 30.91 82.84 68.75 82.42 45.88 23.84 65.39 72.BT Novembro de 2007 150/186 .90 26.12 82.14 80.97 83.87 82.14 79.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.64 79.00 83.48 24.00 83.64 78.86 82.66 34.04 81.50 27.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.09 64.94 76.24 80.54 82.78 49.62 43.86 59. DIV.24 81.70 53.44 81.84 5.89 75.34 65.19 72.94 80.00 83.42 11.64 82.79 81.44 82.44 80.18 43.82 54.39 73.34 79.54 14.74 58.04 79.78 82.19 70.62 82.46 37.94 79. DIV.89 16.06 56.39 74.00 83.59 70.84 82.00 83.02 37. 74.76 82.00 83.10 27.58 52.66 17.19 74.00 83.10 47.44 18. DIV.00 83.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.59 64.24 79.82 82.72 8.89 78.89 81.00 83.00 83.00 6.25 19.84 81.34 68.00 83.98 46.39 71.06 42.34 81.29 25.83 82.74 80.00 83.08 24.70 39.79 82.99 81.19 75.26 39.42 82.50 42.49 75.74 82.76 7.18 57.00 83.81 82.64 80.49 81.88 4.79 75.14 81.09 67.19 81.32 82.74 74.19 73.98 60.94 80.04 75.96 82.84 78.74 44.17 82.54 47.34 67.84 69.39 82.29 82.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .30 58.59 81.89 80.00 83.69 81.99 77.98 12.37 82.79 71.54 33.54 79.59 68.10 33.84 66.54 78.49 82.22 34.70 35.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.04 80.19 78. 63.20 11. ---3.34 80.99 74.65 19.77 82.54 80.67 82.44 78.92 29.74 77.14 52.82 40.93 82.99 72.74 79.04 82.66 48.27 22.79 73.94 32.34 75.34 64.78 63.00 83.59 66.64 75.46 51.68 9.

20 polegadas TV em cores .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .até 80 litros Aquecedor de água .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .3/4 HP Ar condicionado .BT Novembro de 2007 151/186 .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .1 HP Ar condicionado .

6 6.3 < D ≤ 4.3Φ 70 .2Φ 70 .1Φ 60 .2 < D ≤ 33.3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 152/186 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .2Φ 30 .3Φ 60 .7 < D ≤ 58.9 19. a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .3Φ 125 .0 < D ≤ 66.3Φ 40 .TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).2 23. (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.1 < D ≤ 41.1 33.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.1Φ 40 .3Φ 150 .4 < D ≤ 6.3 < D ≤ 19.3Φ 175 .4 41.9 < D ≤ 23.3 13.0 58.2Φ 40 .7 49.3 3.1Φ 30 .1Φ 70 .1Φ 30 .3Φ 100 .1Φ 40 .3Φ 200 .4 4. (9).4 < D ≤ 49.

de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. 6) É obrigatória.NOTAS: 1) O ramal de entrada. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola. e. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação.BT Novembro de 2007 153/186 . do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). RECON . 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção).1 kVA). uma condição que sempre deve ser considerada. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). providenciando as alterações cabíveis se for o caso. em cabo concêntrico ou multiplex. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. portanto cabe ao Consumidor. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado.3 kVA). considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. em eletroduto e instalado pela Light. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral). Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. A critério da Light. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. através de seu responsável técnico. 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410.

11) Opcionalmente. 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral.BT Novembro de 2007 154/186 . os respectivos disjuntores de proteção geral. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. mão-de-obra etc. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. incluindo eletrodutos. acessórios etc. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. entretanto. construção da linha de dutos do ramal de ligação. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. licença de obra. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. RECON . nesse caso.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º.) é integralmente do Consumidor. o custo (cabos. por conveniência técnica do Consumidor. o ramal de ligação derivado da rede aérea.

1 265.4 99. RECON . (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.9 < D ≤ 265.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) .1 < D ≤ 331.3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.3Φ 400 .5 132.6 74.6 < D ≤ 82.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132.3Φ 700 .8 198.5 < D ≤ 165. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2.3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado. opcionalmente.8 82.3Φ 350.8 < D ≤ 99. e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.: Na coluna referente aos condutores de proteção.3Φ 500 .3Φ 1000 .9 231.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).8 < D ≤ 231. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .7 165.3 < D ≤ 74. (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).7 < D ≤ 198.3Φ 250 . dependendo das condições do circuito.3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .3Φ 600 .3Φ 800 .

as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. em cabo multiplex. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). A critério da Light. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. 3) Deve ser utilizado eletroduto de. em eletroduto e instalado pela Light. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. sempre que possível. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. no ramal de entrada. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA).NOTAS: 1) O ramal de entrada. Portanto. no mínimo. e. 100 mm de diâmetro interno. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. RECON . Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. uma condição que sempre deve ser considerada. Cuidado especial. Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.BT Novembro de 2007 156/186 . do ponto de ancoragem até o ponto de medição. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção). Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410.

10) Opcionalmente. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. o que pode ocasionar incêndio na edificação. por conveniência técnica do Consumidor. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. construção da linha de dutos do ramal de ligação. através do responsável técnico pelas instalações. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. RECON . que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra. Este tipo de proteção diferencial. Portanto. lembrando contudo. o ramal de ligação derivado da rede aérea. 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. licença de obra. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral).) é integralmente do Consumidor. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. mão-deobra etc. entretanto. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. em algumas situações. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. o custo (cabos.BT Novembro de 2007 157/186 . nesse caso. inclusive o estabelecimento de arco à terra. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. cabe ao Consumidor.6) É obrigatória. os respectivos disjuntores de proteção geral.

6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.9 22.3Φ 150 .3Φ 40 .1Φ 40 .3 < D ≤ 4.3 34.1Φ 60 . PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.1Φ 40 .7 < D ≤ 7.2 < D ≤ 33.3 < D ≤ 40.5 < D ≤ 13.3Φ 70 .BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).9 < D ≤ 34.3 13.2 100.2 23. (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .4 < D ≤ 49.1 40. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.1Φ 70 .2 < D ≤ 71.7 5.3Φ 30 .1Φ 60 .8 < D ≤ 100.2 57.7 < D ≤ 11.4 41.3Φ 70 .2 17.1 < D ≤ 57.3Φ 60 .3Φ 150 .3Φ 175 .5 71. se em média tensão ou baixa tensão. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .3Φ 125 .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 175 .5 < D ≤ 85.8 85. (6).7 7.4 < D ≤ 6.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.9 19.3Φ 100 . (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.5 11.2 < D ≤ 22.5 220 1Φ 380 3Φ 30 .1Φ 30 .3Φ 60 .4 4.3 3.3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.1 33.2 < D ≤ 114.3Φ 125 .3 < D ≤ 19.1Φ 70 .3Φ 200 .3Φ 40 .9 < D ≤ 23.6 6.TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .1Φ 30 .3 D ≤ 5.4 D ≤ 17.3Φ 200 .7 49.1 < D ≤ 41.3Φ 100 .

utilizando cabos singelos. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. por se tratar de sistema de medição coletiva. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. quadros de proteção internos às unidades consumidora. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. Todavia. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). incluindo a medição de serviço. nas salas. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. como nas tabelas para entrada individual. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. pode ser em cabo singelo. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. nº de circuitos. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. se aéreo ou subterrâneo. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. também com proteção diferencial. que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. Nesse caso. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. Deve ser dimensionado. nos apartamentos. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. ou seja. RECON . cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. junto a proteção geral coletiva. a critério da Light.da edificação em “kVA”. O ramal de ligação coletivo. 5) Para a medição de serviço da edificação.BT Novembro de 2007 159/186 . sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. classe de tensão etc. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor.). a Light deve informar a opção de atendimento.

Uma opção é calcular a demanda em kVA. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta.5 kVA na classe 380/220 V. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. portanto. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. contidas nesta Regulamentação. que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. em algumas situações. onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD.Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. inclusive o estabelecimento de arco à terra. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. o que pode ocasionar incêndio na edificação. PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores.BT Novembro de 2007 160/186 . medição e proteção.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). 12 e 13 com suas variações. mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. As Figuras 11. deve ser tratado caso a caso junto à Light. várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. inicialmente desejados por painel. 7) É obrigatória. Este tipo de proteção diferencial. RECON . onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG.

a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial. ou seja.Obs. pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes. contudo. as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada. a barra de proteção. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . se houver disponibilidade na edificação.BT Novembro de 2007 161/186 .: Conforme já explicado.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

1Φ 70 . RECON .3Φ 175 .5 < D ≤ 85.BT Dezembro de 2006 .3Φ 40 .7 7.3Φ 40 .3 < D ≤ 4.2 < D ≤ 33.3Φ 150 .3Φ 70 .3Φ 100 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3 < D ≤ 40.2 57.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.4 < D ≤ 49.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .3Φ 70 .3Φ 30 .1 < D ≤ 57.1Φ 40 .3 13.CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).5 11. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.2 23.3 3.2 < D ≤ 114.3Φ 125 .3Φ 100 . bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.1Φ 70 .3Φ 60 .TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .8 85.3 D ≤ 5.9 19.9 < D ≤ 34.7 5.5 < D ≤ 13. se em média tensão ou baixa tensão.2 < D ≤ 22.1Φ 40 .3Φ 175 .3Φ 60 .1Φ 30 .3 < D ≤ 19.2 100.5 71.1Φ 30 .3Φ 200 .3Φ 125 .3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.1 40.4 4.6 6.9 < D ≤ 23.4 < D ≤ 6.3Φ 150 . (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.1 33.4 D ≤ 17.9 22.7 < D ≤ 11.3Φ 200 .4 41.3 34.2 17.1Φ 60 .1 < D ≤ 41.2 < D ≤ 71.8 < D ≤ 100.7 < D ≤ 7.7 49.1Φ 60 .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição .

RECON . 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. a Light deve informar a opção de atendimento. se aéreo ou subterrâneo. inclusive o estabelecimento de arco à terra.BT Novembro de 2007 164/186 . Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. Todavia. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. como nas tabelas para entrada individual. todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado.). Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. incluindo eletrodutos. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. a critério da Light. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. mão-de-obra etc. pode ser em cabo singelo. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. por se tratar de sistema de medição coletiva. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. utilizando cabos singelos. o que pode ocasionar incêndio na edificação. classe de tensão etc. os respectivos disjuntores de proteção geral.O ramal de ligação coletivo. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. nº de circuitos. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. em função dos valores solicitados de demanda. O seu dimensionamento.) com base na legislação específica em vigor. acessórios etc. em algumas situações. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual.. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. 4) É obrigatória. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. Este tipo de proteção diferencial.

1.1 da Seção 02.3 < D ≤ 4.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.0 D ≤ 10.4 < D ≤ 49.0 < D ≤ 66.2 23.0 < D ≤ 8.07.0 4.7 49.00. conforme estabelecido em 14.9 < D ≤ 23.6 < D ≤ 8.0 < D ≤ 13.0 < D ≤ 14.0 D ≤ 3.1 < D ≤ 41.0 < D ≤ 6.0 58. RECON .6 6.4 < D ≤ 6.9 19. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados. devem ser apresentadas à Light para análise.0 6.8 < D ≤ 99.0 10. 3) Devem ser rigorosamente observados.8 82. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento.3 < D ≤ 19.1 33.0 D ≤ 4.4 41. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.BT Novembro de 2007 165/186 .6 < D ≤ 82.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.6 74.0 150 7.3 < D ≤ 74.4 99.0 1.4 4.7 < D ≤ 58. postes.0 8.3 3.3 13.2 < D ≤ 33.3 66. 0 1. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

RECON - BT

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1.5 2.equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1.BT Novembro de 2007 169/186 .5 2. conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono . RECON . 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas. em milímetros. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. classe A. deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2. tipo leve.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos. em milímetros. só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC. tipo rosqueável. conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC.

Temperatura do barramento – 65° C’ RECON . Nesta tabela foram consideradas: .Temperatura ambiente – 35° C’ .BT Novembro de 2007 170/186 .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.

exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm. esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. 3. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura.2. devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo. 4. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que. 5.BT Novembro de 2007 171/186 . Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. RECON .

70 0.TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.75 0.70 0.65 4 RECON .º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.BT Novembro de 2007 172/186 .80 0.75 0.80 0.

RECON BT ANEXOS RECON .BT Novembro de 2007 173/186 .

............BT Novembro de 2007 174/186 ..... legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº ..........)......................nome do profissional ............ Atenciosamente......................... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na .... (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON ..... de de À Light Serviços de Eletricidade S......................A...... / Nº / Bairro / Município / Estado)...... de minha propriedade.Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro.... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (................................. ....(Rua / Av................

seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. ou seja. Figura “ A” RECON . de forma seletiva. mecânico por meio de alavanca. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas. Nas caixas a jusante da CSMD. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA).CSMD indicada para a demanda solicitada. Porém o rearme deve ser manual.BT Novembro de 2007 175/186 . a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante. Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. daquele disjuntor que possa ter falhado. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção .

pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção.: 1) Também nesse arranjo. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. todavia nessas proteções. o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON . somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. nesse caso. quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação. entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito).BT Novembro de 2007 176/186 . principalmente. 2) O arranjo dessa Figura “ B” . o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. podem ser utilizados.Opcionalmente. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético. OBS. bem como o arranjo da Figura “ A” . ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético.

fogões etc. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil).BT Novembro de 2007 177/186 . sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. que já possuem. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. o que pode ocasionar incêndio na edificação. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. geladeiras.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. RECON . torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. inclusive o estabelecimento de arco à terra. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. Portanto. em sua maioria.5 V. Na escolha do dispositivo diferencial. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. tanto para os disjuntores termomagnéticos. só podem ser aterrados no condutor de proteção. que funciona em série com o disjuntor termomagnético. com agravo para os circuitos longos. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção). Apenas como esclarecimento. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. em algumas situações. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. ou seja. com base no estabelecido na NBR 5410. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. por cargas monofásicas de grande porte. Entretanto. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção). o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. máquinas de lavar roupas. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e..

que além de enxergar as correntes de fuga. possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.BT Novembro de 2007 178/186 . pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON .Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR.

RECON . no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito. não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. ou seja. ou seja. além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. Logo. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que.BT Novembro de 2007 179/186 . cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. em geral.somente enxerga as correntes de fuga.

Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . CM. b .No caso de portas frontais com dobradiças. superior. PSMD. estas deverão ser do tipo interna.BT Novembro de 2007 180/186 . CD. CPG etc. Não serão aceitas dobradiças externas. RECON . PDMD. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo. lateral ou traseiro.). CDM. CDE. PDM.As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. c . inferior. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. CSMD. medição e proteção geral. principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. sem nenhuma saliência ou indicação externa. Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal. CSM. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light. a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. em qualquer hipótese. Dimensões em mm.

que não foram concebidos para operar em condição de carga. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. ou seja. 3) Verificar. Portanto. Nesse sentido. BASES FUSÍVEIS. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. por exemplo. sem tensão. se possível. preferencialmente. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. que o disjuntor a montante também esteja desligado. sem carga e. através. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. Nesse caso.BT Novembro de 2007 181/186 . além das verificações visuais citadas acima. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. considerando as situações de medição indireta. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir. se possível. Nesse caso. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. estejam realmente abertos ou desligados e. chaves etc. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). rigorosamente. sem corrente e sem tensão). 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). primeiros socorros. -x-x-x-x-x- RECON . deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. através de amperímento “alicate”.

OBSERVAÇÕES: RECON .BT Janeiro de 2007 182/182 .

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