RECON - BT

Novembro de 2007

1/186

APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

RECON - BT

Novembro de 2007

2/186

ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

RECON - BT

Novembro de 2007

3/186

9 .4.3 .2 .Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.1 .Proteção contra sobretensões 6.4 .Condições não permitidas 4.BT Novembro de 2007 4/186 .Medição individual 7.6 .5 .1.12 .Entrada coletiva 4.5.1 .Dados fornecidos à Light 5.Medição de serviço 7.2.9 .Medições especiais RECON .3 .Em entrada coletiva 5.Em entrada individual 5.Proteção contra sobrecorrentes 6.Rede subterrânea 4.2 .Tensões de fornecimento 4.Medição totalizadora 7.3 .Entrada individual 4.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.Medição de agrupamento 7.4 .Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.Casos não previstos 5 .8 .2 .Medição 7.Influências de campos magnéticos 7.6 .Vigência desta Regulamentação 4.2.4 .Prazo de validade do projeto 5.1 .1 .Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.Dados fornecidos pela Light 5.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.Ligações temporárias 6 .1 .5 .5.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.4 .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.Suspensão do fornecimento 4.11 .4.5 .2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.3 .10 .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.7 .Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.7 .Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.2 .Ligações provisórias 5.3 .6 .Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .4.2 .8 .

CSMD 600 (Fig.CSMD 9.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .CTM.2 .Caixa para proteção geral .CDJ 3 (Fig.Caixa transparente monofásica .5. 4) 9.1 .2 . CTP.1. 6) 9.Caixas para proteção geral . 4) 9.3 .Caixas para medição direta .Número de eletrodos da malha de terra 8.2 .3 .CS-200 (Fig.5 .2. 6) 9.3.1 . 3A) 9.3.CS-100 (Fig.Caixa para disjuntor tripolar .8 .1.1.CTP (Fig.5.1.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Caixas para disjuntor .4. 10B) RECON .CS 9.1 .CPG (Fig.1 .CSM 600 (Fig.1 .Materiais padronizados 9.Aterramento das instalações 8. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .Caixas para seccionador .3.1.3 .3 .1.2.CSMD 1500 (Fig.2. 2) 9.3 .1 .2 . 8B) 9.5.4 .Eletrodo de aterramento 8.Entrada de energia elétrica individual 8.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8. 5B) 9.CPG-1000 (Fig.1.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.3.Caixa para seccionador . medição indireta e proteção .5.Caixa para seccionamento e medição indireta .Caixa para seccionamento e medição indireta .2 .1 .Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 . 6) 9.CSM 200 (Fig.Entrada de energia elétrica coletiva 8.Caixas para medição 9.5. medição indireta e proteção .5 .7) 9. 1) 9.2 .Caixa para proteção geral .3.Ligações à terra e condutor de proteção 8.1.Caixa para seccionamento.2 .1.6 .10A e Fig.Caixa para proteção geral .CSM 9.4.1.Caixa transparente polifásica .CPG-225 (Fig.Caixa para seccionamento. 6) 9.1.BT Novembro de 2007 5/186 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.1.3.2.5.2 kVA 8.1.2 .2 .Caixas de inspeção de aterramento (Fig.Caixas para seccionamento.1.1.CSM 1500 (Fig.Caixa para seccionamento. medição indireta e proteção .2 .5.1 . 8A) 9.4 .1 .Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.Caixa de passagem 9.Aterramento do condutor neutro 8.CDJ 9.CTM (Fig.Caixas para seccionamento e medição indireta .2 .1.1.CSMD 3000 (Fig.CM 200 (Fig.Caixa para seccionador .1 .1 .1 . CM 200 e CSM 200 9.3 .2.2.CPG-600 (Fig.2 .CDJ 1 (Fig.Caixa para disjuntor monopolar .7) 9. medição indireta e proteção . 8A) 9.3 . 3B) 9.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

RECON - BT

Novembro de 2007

6/186

SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

RECON - BT

Novembro de 2007

7/186

FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

RECON - BT

Novembro de 2007

8/186

SEÇÃO A) . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SPLIT E FAN-COIL.SEÇÃO B) .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N. MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 .SEÇÃO A) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SPLIT E FAN-COIL.SEÇÃO A) . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA. (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON .FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X.BT Novembro de 2007 9/186 .SEÇÃO A) . TOMÓGRAFOS.FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .SEÇÃO A) .

BASES FUSÍVEIS.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .BT Novembro de 2007 10/186 .

3 . medição e proteção.Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora. 2.Terminologias e definições 2. Ao sistema de distribuição da Light. 2. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. 2.Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.Consumidor Pessoa física ou jurídica. caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto.CONDIÇÕES GERAIS 1 .Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega. que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. com medição individualizada.5 . RECON .Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras.6 .2 . com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes.BT Novembro de 2007 11/186 . 2.Unidade consumidora Instalação de um único consumidor.1 . 2 . das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento. 2. somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.4 .

o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação.8 .2. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. relativamente a viabilização do fornecimento. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. da operação e da manutenção. considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte).7 . situado no limite da propriedade com a via pública. na fachada. Entretanto. d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega.Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. bem como operar e manter o seu sistema elétrico. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular. apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional.BT Novembro de 2007 12/186 . observadas as condições estabelecidas na legislação. o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor. b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. O trecho interno do ramal. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública. a partir do limite de propriedade. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral). g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. por conveniência do Consumidor. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. resoluções e regulamentos aplicáveis. RECON . 2.

disjuntores.Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega. RECON .11 .15 . 2. caixas.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação.BT Novembro de 2007 13/186 . iluminação. além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica.13 . conforme item 9.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento. 2.12 . aterramento. de fácil acesso. 2.14 . sistema de medição e outros equipamentos da Light. 2.º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes.5 desta Regulamentação. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública. expressa em quilowatts (kW). quadros.9 . que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa. localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. 2. 2.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada. chaves. a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação.10 . obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização.Espaço físico Ambiente apropriado. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. atendendo todas as condições de ventilação.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega. interligação com eletrodutos etc. no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem.Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação. 2.

referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores.Dispositivos legais 3.º 456. entre outras providências. 3.Resolução da ANEEL n.6 . 3. a partir da porta de acesso da edificação. consideradas as suas revisões e atualizações. 3.1 .2 .5 . decretos. 3. atinentes a leis.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT.º 41.Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica.Decreto n. consideradas as sua revisões e atualizações. bem como outras normas aplicáveis. resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ.3 kVA (220/127 V) ou 114.5 kVA (380/220 V). Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica.1 .019 de 26 de fevereiro de 1957.3 .Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 .Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros.4 . do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País. e.BT Novembro de 2007 14/186 . considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica. detecção. bombas de recalque.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66. atualizadas. através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. determina o cumprimento das normas da ABNT. combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros.3 . 3. RECON . de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas.Limites de fornecimento de energia elétrica 4. Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC).Leis. 4 . circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção.

No caso de não atendimento dessas exigências. O ramal de ligação.BT Novembro de 2007 15/186 . implicando na poluição visual e na agressão ambiental.1. RECON . NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição. o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada.2.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota). podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo. 4. poderá ser aéreo ou subterrâneo.2 . Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT.2. instalada conforme a seguir: 4.4. Em função de aspectos técnicos. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA.1. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga.Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora.2. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).2. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna.1.1.3 . dependendo da conveniência técnica. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede. está limitado para demandas até 300 kVA.Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2 . em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade.1 .Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). 4. dependendo da conveniência técnica. a critério da Light e em comum acordo com o consumidor.

Redes subterrâneas a 4 fios . O local físico destinado à cabina de transformação. 4.Urbanas / Rurais 220 / 127 V . seja em tensão 13.2. nas seguintes tensões nominais: .3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL.1. aéreo ou subterrâneo.Sistema subterrâneo dedicado . bem como ao sistema de medição. a qualquer tempo.2 e 4.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA.Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios .três fases + neutro RECON . ao nível da rua. quando solicitado pelo consumidor. 4.4. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade. Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público.Redes aéreas monofásicas a 3 fios . quando inexistir a condição para instalação interna. deve permitir livre acesso pela Light.1.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V .2 kV. a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V.Rurais 380 / 220 V .2. o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade. Neste caso. e deve sempre estar localizado no pavimento térreo.duas fases + neutro .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4. nas condições estabelecidas no item 4.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada. inciso II. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade.115 V .2 . Entretanto.2 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 16/186 .Urbanas 230 .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão.2. não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo.1 .2.2.uma fase + neutro . bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento. artigo 3º. o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA.1.1. 4. na frequência de 60 Hertz. O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação.3 .4 . 4. alínea “ b” .

5 < D ≤ 13.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .7 D ≤ 7.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3.0 D ≤ 4.três fases + neutro 4. 4.0 6.0 < D ≤ 6.2 . Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.0 D ≤ 8. Rural monofásico.0 < D ≤ 14. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro). 4 4.4.5 11.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 .5 .0 D ≤ 5. Trifásico.0 4.7 7. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V. Urbano monofásico especial.6 6.0 D > 8.6 < D ≤ 8. 3 D ≤ 4.4 (n.0 8.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.0 < D ≤ 8. Urbano monofásico.4 D > 13.BT Novembro de 2007 17/186 .4 < D ≤ 6. Trifásico especial RECON . Urbano bifásico.0 D ≤ 3.7 < D ≤ 11.

11-A e 11-B. h . em ambientes não validados e mal iluminados. para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. afundamentos de tensão. item 13 . g . sem prévia consulta e autorização da Light.) com potência superior a 4.Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. cintilações. Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação. estão definidas nas TABELAS 10-A.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados.Avaliação de demandas. a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V. 4 .A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional. c . oscilações. excedentes reativos. sobretensões. aquecedor etc.Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição. RECON . 2 .Instalação de filtros. distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras.BT Novembro de 2007 18/186 . sem prévia consulta e autorização da Light. em função da demanda calculada.6 . b .Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light. 4. ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. 10-B.07.Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. 3 . 4.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor.NOTAS: 1 . d .Condições não permitidas a .Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço.00 desta Regulamentação.4 kVA. torneira.As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico. (ver item 10 desta Regulamentação). dispositivos de compensação e outros. desequilíbrios. fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação.7 .Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light. f . a inundações (subsolos). em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos. e .Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas. a qualquer tempo.Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.

k . sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica. 4. distribuição Obs. cabinas de transformação quando houver etc. absolutamente independente da instalação normal. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. uma das seguintes condições: .).Construção de circuito de emergência. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes. a qualquer tempo.BT Novembro de 2007 19/186 . Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade. alimentado pelo gerador particular. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência. .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo.Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação. devem prever. deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição.Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida. RECON .Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador.9 .Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. 4.i . NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente. com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.8 . j . quando esse for exigido.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. de acordo com o sistema de geração projetado.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico. . proteção.

4. endereço completo do local.Cópia dos padrões de ligação. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas. os seguintes elementos: . constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá.07.12 . ramal subterrâneo.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light. Para tanto.1 .4.BT Novembro de 2007 20/186 . tipo de atividade (residencial. 5. carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes.º 456 da ANEEL. nível de tensão.Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo. deve ser apresentado pelo interessado. croquis de localização. bem como com as normas brasileiras atinentes. em conformidade com as determinações da ANEEL.11 . Dessa forma. consideradas as eventuais revisões e atualizações. comercial. 5.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n. RECON . 5 . torna-se fundamental a prévia consulta à Light. com esta Regulamentação e padrões vigentes.Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias. 4.2 .3 desta Regulamentação. na devida oportunidade. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis. sempre que ocorrerem modificações. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5.00 desta Regulamentação. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento.10 .

com demanda avaliada até 4.. b .0 kW (demanda avaliada até 13.0 kVA). 5.0 kW (demanda avaliada até 14. aérea e subterrânea.Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a . Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. com carga instalada até 15. boxes etc. devem ser sempre monofásicas. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. por profissional credenciado pelo mesmo. bancos 24 horas. . cabinas telefônicas. se desejado.4 kVA. exclusivamente residenciais. nas tensões 127 V ou 115 V. se desejado. bancas de jornal.3 desta Regulamentação. monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 . situadas em via pública. quiosques. destinadas exclusivamente ao atendimento residencial.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados). RECON .Entradas individuais isoladas situadas em via pública. com carga instalada até 15. quando existente.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. ou.BT Novembro de 2007 21/186 . mobiliário urbano. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . quando necessários.) monofásicas em 127 V ou 115 V. sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. tais como. . conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. NOTA: As entradas individuais de baixa renda.115 V. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.Formulários padronizados. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. .Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.Tensão de fornecimento.4 kVA.Entradas individuais isoladas. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . .Pequenas unidades consumidoras (barracas. . com demanda avaliada até 4.Tipo de atendimento. .Condições estabelecidas para o atendimento. exclusivamente residenciais.Entradas individuais isoladas. . localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.3 .3 kVA). localizadas em região de rede de distribuição aérea rural. localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea.

5. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.5 . juntamente com diagrama unifilar.00 desta Regulamentação. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra. com demanda avaliada superior a 13. Quadro de cargas. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. desenhos de detalhes técnicos.00 desta Regulamentação. exclusivamente em 220/127 V. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. contendo: Diagrama unifilar. se desejado. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. ou.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta.3 desta Regulamentação.BT . equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. c . com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. Avaliação da demanda.3 kVA. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. 5. Características técnicas dos equipamentos e materiais.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.5. desenhos de detalhes técnicos.1 . memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. da proteção geral de entrada.terminais rodoviários.4 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. Novembro de 2007 22/186 RECON . devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). Planta de localização.07. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. para tratar dos serviços técnicos junto à Light. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. juntamente com diagrama unifilar. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação.07.

Planta de localização.2 .Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada. 2 . NOTAS: 1 . todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5. Tensão de atendimento. em tempo hábil e quando solicitado.4 desta Regulamentação.Durante a fase de análise do projeto apresentado. contendo: Diagrama unifilar.6 .3 e 5. a partir da data de validação do projeto apresentado. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo. oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação.Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light. da proteção geral de entrada. 5. Características técnicas dos equipamentos e materiais. 5.7 . o Consumidor.Anotação de Responsabilidade Técnica.1 kVA. Quadro de cargas. Para todos os demais casos contidos nos itens 5. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33. devidamente atualizados. a necessidade de extensão de prazo. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação. relacionando todos os serviços sob sua RECON . findado o prazo em questão. Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.5. 3 .BT Novembro de 2007 23/186 . através do programa normal de obras. é obrigatória a apresentação da ART .Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas.3 desta Regulamentação. Avaliação da demanda. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição.5. é de até 18 meses. Cabe destacar que. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações.

idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. exposições etc. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. 5.BT Novembro de 2007 . obras públicas. 6.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento.).responsabilidade e os dados técnicos da instalação. os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição. 24/186 RECON .8 . Nas entradas individuais. caracterizada como responsabilidade do Consumidor.1 .9 . Para tal. quando for o caso. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica. parques. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito. Deve ser feita consulta prévia à Light. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). 5.). o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso. 6 .Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. no ponto de instalação. feiras. edificações diversas etc. Deve ser feita consulta prévia à Light. circos. em conformidade com as normas da ABNT. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. com disponibilidade de bobina de disparo. trifásica e simétrica.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica.

A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. 6. de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. no ponto de sua instalação. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação.Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR.Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. 2 . faixas de atuação temporizada e instantânea. mantidas as suas atualizações. tensão nominal. Quando empregado disjuntor ajustável. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção). já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito).2 . RECON . de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos. O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas.) a partir de catálogo do fabricante.BT Novembro de 2007 25/186 . capacidade de interrupção etc. A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada.Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante. A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga). Outra alternativa para a proteção diferencial. NOTAS: 1 . DDR ou dispositivo diferencial acoplado). simétrica. Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito).

1. instalações e equipamentos. também se aplicam às proteções diferenciais. estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes.3 .BT Novembro de 2007 26/186 . bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL . dispositivos de controle.4 . 7. 6. 6. devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos. caixa especial para abrigar os componentes. Deve ser proporcionada a segurança de pessoas.NOTAS: 1 .5410 da ABNT. preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação. tanto em regime permanente quanto em regime transitório. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. quando necessário. RECON . 2 . bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR . motores e outros). consideradas as suas atualizações.Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. Nesse sentido. o responsável técnico deve prever.Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores. seja em regime permanente ou transitório. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos.As notas 1 e 2 do item 6. equipamentos ou instalações sensíveis.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos. quando forem os casos. Quando da utilização de DPS’s. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões.DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista.

caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação.50 0. 7.60 0. comerciais. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação.4 . Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras.2 . Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio.).Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos. por conveniência do Consumidor.00 1. bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo. 7.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que. mistos e outros.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes.50 2. galpões.7. desde que caracterizado como ligação coletiva. lojas.80 1. lojas. 7.5 . e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes. elevadores etc. salas. residências individuais. boxes. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva).40 0.00 NOTA: As TABELAS 17 e 18.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição.BT Novembro de 2007 . 7. prédios residenciais. bombas d’água. a boxes.1. 27/186 RECON . pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular. A Seção 03. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública).3 .Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado.07.

que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral). como parte integrante da instalação. sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos.Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. isolado na cor verde ou verde e amarela. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. deve contemplar proteção diferencial residual. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação. junto à proteção geral de entrada que também.entradas individuais e coletivas). é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo). 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais . quando for o caso. de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A.2 a seguir. 8. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção.7. RECON .Aterramento das instalações 8. devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. 10-B. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora. de acordo com as prescrições atualizadas da NBR . assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. O condutor de proteção deve ser em cobre.Medições especiais Outras modalidades de medições. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva.6 .5410. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido. Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. 8 . também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro. desde que previamente definido e acordado com a Light. O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada.1 . à qual deve ser permanentemente interligados.Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 28/186 .2 .

conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A. bem como também interligadas entre si internamente à caixa. sendo que o valor máximo da resistência de aterramento. Na proteção geral de entrada. Contudo. Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica.5.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4".3 desta Regulamentação. 8.4 .Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre. no mínimo. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8. uma haste de aço cobreada.BT Novembro de 2007 29/186 . a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento.2 desta Regulamentação. 8.5410. não deve ultrapassar 25 ohms. deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .1. Não devem conter emendas.Entrada individual de energia elétrica 8. OBS.8.: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. de forma a evitar processos corrosivos. 10-B. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.1 . havendo possibilidade.1 . barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação. Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. para qualquer das condições a seguir.5.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.3 . 8.1 e 8.5 . de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais. RECON . A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção. o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção). Contudo.

2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas.8. quando existentes (caso das caixas metálicas). de seção não inferior a 25 mm². interligadas entre si por condutor de cobre nu.5. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. no mínimo. O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização. 8.Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo.1. de espessura mínima de 3 (três) mm.5.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light. devem ser em policarbonato incolor e transparente.2. As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.2 . 8.2 . postes etc.1 . interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. 9 . 8. além de dispositivo para instalação de selos.5. painéis. de seção não inferior a 25 mm². além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON . interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.1 .2 .Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável. de seção não inferior a 25 mm².5.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas.3 . Os visores.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas. fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light. interligadas entre si por condutor de cobre nu.BT Novembro de 2007 30/186 . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. de seção não inferior a 25 mm². 6 (seis) hastes de aço cobreadas.1.5. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.2.Entrada coletiva de energia elétrica 8. 9.

1.Caixas para medição direta . Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.caixa para seccionamento e medição indireta.2 . que em geral são dispostos através de venezianas. exclusivamente. 9. 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão.1 kVA.1.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A.1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57.Caixa transparente monofásica . CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta.1. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. NOTA: Todas as caixas devem ser montadas.CSM 200 (Fig. 9.caixa para seccionamento.BT Novembro de 2007 31/186 .CTM (Fig.2. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS. CSMD .1 .1.2.1 . exclusivamente.CTM . CTP . NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33. A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9.0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13. CM 200 . Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.caixa transparente monofásica. CTP.0 kVA no atendimento rural (230/115 V). RECON .CM 200 (Fig.caixa transparente polifásica.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . medição indireta e proteção. CSM 200 . em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente).CTM. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente).1. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A . 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.Caixa transparente polifásica . ou ainda. com medição direta e demanda até 14. 9. com medição direta e demanda até 33. principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças).CTP (Fig. até 8. CSM .2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas.caixa para medição direta até 200 A.1. 9.1.3 . ou ainda.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).

600 (caixa de proteção geral para 600 A). chave de aferição etc).CSM 1500 (Fig.0 kVA. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada. Devem conter o dispositivo de seccionamento. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. com demanda superior a 66.2 .5 kVA. Para os cuidados com a operação de seccionamento. Deve estar associada a uma CPG . e ainda com medição direta e demanda superior a 57.8 kVA na classe de tensão (220/127 V).CSM 600 (Fig.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. RECON .3 desta Regulamentação. o sistema de medição indireta (medidor trifásico.1.3 kVA no atendimento urbano (220/127 V). deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.BT Novembro de 2007 32/186 .3 desta Regulamentação.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . 9. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.1kVA até 66.2.Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente. Deve estar associada a uma CPG . 9. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras.1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.Caixas para seccionamento e medição indireta . OBS. pintura eletrostática em epóxi ou similar.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).: Para valores de demanda maiores que 497.0 kVA na classe de tensão (220/127 V). transformadores de corrente. unidades em entradas coletivas e outros). Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão.2 .1. o barramento de neutro e terra independentes.3 kVA até 198.8 kVA até 497. 9.1.1.1 . com demanda superior a 198. no sistema urbano especial (380/220 V). NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.2 kVA até 114. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. ver Anexo D desta Regulamentação.2.1.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.

base com barras de seccionamento ou barras desligadoras.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento.1. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral.3 . Devem conter um dispositivo de seccionamento. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes.BT Novembro de 2007 33/186 . a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte). Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.3.3 kVA até 198. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. barramentos de neutro e terra independentes.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal.9. Medição indireta e Proteção . a até 3.CSMD 1500 (Fig. 9.3.).Caixas para Seccionamento.CSMD 600 (Fig. barras para TC. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. chave de aferição etc).2 . Medição indireta e Proteção . onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas. ver Anexo D desta Regulamentação.Caixa para Seccionamento. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. transformadores de corrente. Medição indireta e Proteção .1. lojas etc. com demanda superior a RECON .8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114. 9. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. com demanda superior a 66.1.5 kVA até 343. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.Caixa para Seccionamento.1 . 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. pintura eletrostática em epóxi ou similar.4 kVA na classe de tensão (380/220 V). Para os cuidados com a operação de seccionamento. sistema de medição indireta (medidor trifásico.

CSMD 3000 (Fig. com demanda até 33.5 kVA até 1717. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio. devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento.2.3 .1.) e alta capacidade térmica. 9. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais. à montante da caixa CM 200.8 kVA até 497.CS 100 (Fig.0 kVA na classe de tensão (380/220 V).0 kVA até 994. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. noril etc.CS 200 (Fig. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.5 kVA na classe de tensão (380/220 V).3.1 kVA na classe de tensão (220/127 V). exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200.1 .0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. 9.4 kVA até 858. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação.2 . mesmo quando derivado da rede aérea. 9.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858. Medição indireta e Proteção . RECON . Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis). 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM.2 . um dispositivo para o seccionamento geral da instalação. em ambiente selado.3 kVA na classe de tensão (220/127 V).Caixa para Seccionador .Caixa para Seccionador . em instalações com demanda superior a 33. articuláveis ou removíveis.CS Devem abrigar. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.1 kVA até 66. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas. OBS. 9. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão.2.Caixa para Seccionamento. com demanda superior a 497.BT Novembro de 2007 34/186 .198. CTP.: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A.Caixas para Seccionador . 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.

3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light. consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado.1 .CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão.CPG 1000 (Fig.3 kVA na classe de tensão (380/220 V). uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada. antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral.8 kVA até 343. 6) Aplicada em demanda superior a 74.3 . Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A. Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor.BT Novembro de 2007 35/186 .Caixa para Proteção Geral . ou ainda em entrada coletiva como proteção geral.9.3 .6 kVA até 198.CPG 600 (Fig.3 kVA até 128.1 kVA até 74. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.2 . devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. 9. 6) Aplicada em demanda superior a 33.Caixa para Proteção Geral .6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. além das barras auxiliares de cobre.Caixa para Proteção Geral . RECON . impedindo o acesso interno. 9B). com a finalidade de permitir a derivação. às barras de neutro e de proteção quando for o caso.3.4 kVA até 572. pintura eletrostática em epóxi ou similar.8 kVA na classe de tensão (380/220 V).3. através de janela com travamento por cadeado particular. a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.3. 9. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes). 9. 6) Aplicada em demanda superior a 198. NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. tipos “ L ” (Fig.Caixa para Proteção Geral . bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte). deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial. 9A) e “ Z ” (Fig.CPG 225 (Fig.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).8 kVA até 331.

NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato.4 .) e alta capacidade térmica. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ.4.BT Novembro de 2007 36/186 . em pelo menos uma de suas dimensões. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).80 x 0.2 . 9. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . centro a centro.80 m para 1(um) conjunto de cabos. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção.Caixa de Passagem A caixa de passagem.0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais.5 . valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. Deve ter as dimensões mínimas de 0.20 m para cada conjunto adicional. com demanda até 33.Caixa para Disjuntor Tripolar .CDJ 3 (Fig. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light. em alvenaria. 9. CTP.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14.CDJ 1 (Fig. noril etc.CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica. com demanda até 8. NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ.80 x 0.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) . 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ.Caixas para Disjuntor . o projeto da caixa deve prever. um acréscimo de 0.4.Caixa para Disjuntor Monopolar .9.1 . 9. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos.

10A e Fig. RECON .7 . diretamente posicionado em baixo do muro principal. que permita. bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. também. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. sendo que para segunda opção o Consumidor.BT Novembro de 2007 37/186 . quanto o de proteção geral-parcial quando existir. 9. contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel.no limite da sua propriedade. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig.6 . podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular. através de seu responsável técnico. os disjuntores inerentes ao painel em questão. 9.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. tanto os individuais das unidades consumidoras. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel. PPGP: Painel de proteção geral e parcial.

devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. medição direta e proteção individual. Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. em Cu. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda.Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. A seguir. Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . instalados. PDMD: Painel de proteção geral. que em geral são através de venezianas. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior.PMD 1 (Fig. isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A). NOTA: Todos os painéis devem ser construídos. neutro e proteção) aos painéis. RECON .1 . vermelha (fase B). Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. nas cores preta (fase A).Painéis de medição direta e proteção individual . Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. pintura eletrostática em epóxi ou similar. Os condutores devem ser.7.BT Novembro de 2007 38/186 . medição direta e proteção individual. devem ser submetidos previamente à Light para análise. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. quando existentes (Painéis de medição).terra). Os visores. no mínimo. impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light.25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. 11A) e PMD 2 (Fig. branca (fase C). de seção 16 mm². PSMD: Painel de seccionamento. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. 9. Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel. As barras internas (fases.

PPGP.4 desta Regulamentação. deve ser utilizado.PPGP. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A. o dispositivo IDR. 9.7.3 . uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. o dispositivo IDR. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. os alimentadores dos painéis de medição. além do disjuntor termomagnético. deve ser utilizado.7. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante. um novo painel de proteção geral e parcial . O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. RECON . já que possui dois estágios para disjuntores em série. 13A) e PSMD 2 (Fig. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR).4 desta Regulamentação. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais.7. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. 12A) e PDMD 2 (Fig. conforme descrito no item 9. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.Painéis de seccionamento. a partir do qual devem derivar.Painéis de proteção geral. um novo painel de proteção geral e parcial . Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral.2 .7. 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. conforme descrito no item 9. 9. devidamente protegidos pelas proteções parciais. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento.BT Novembro de 2007 39/186 . e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição.

Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição . deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC. Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase.Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo. Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1. o eletroduto poderá ser dispensado. 9. Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente).Painel de proteção geral e parcial .7. aparente. padrão Light. 9. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção.8 . já que possui dois estágios para disjuntores em série.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor. 9. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade.25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado.4 . o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC.BT Novembro de 2007 40/186 . Quando a interligação for feita em cabo armado. o dispositivo IDR. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo.9 . Em entrada de energia elétrica individual.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação. para receber o ramal de ligação.O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. através de eletroduto rígido de PVC.Banco de dutos RECON .

além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light.Para a instalação de ramal subterrâneo. junto ao limite externo da propriedade com a via pública. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1.BT Novembro de 2007 41/186 . este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. de diâmetro não inferior a 100 mm. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação. 9. Independentemente do tipo de eletroduto. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. Entretanto.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução. devem ser utilizados. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre.0 m entre bancos. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON . Qualquer que seja a opção adotada. o banco deve ser envelopado em concreto. Na impossibilidade de construção de banco de dutos. classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0.10 . Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. utilizando. contemplando.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados.5 desta Regulamentação.11 . pelo menos. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas. 9.0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. obrigatoriamente. CPG etc. Nos trechos internos à edificação. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. esta deve ser previamente validada pela Light.6/1 kV.). somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica.0 (cinco) centímetros. e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. O tipo de isolamento (PVC. que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal. dois dutos vagos como reserva técnica. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9.

a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. bandeja totalmente vedada etc). considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos. ou então. Portanto. de neutro e de proteção correspondentes. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio. estabelecidos pela NBR .condições ideais de confinamento (banco de dutos.Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase. o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. devem ser utilizados cabos singelos de cobre.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores.11. em cabo armado.11. instalados em dutos. 11-A e 11-B). Ultrapassados os referidos limites.BT Novembro de 2007 42/186 .: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima. Obs. 9.1. e a 6 (seis) circuitos. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. a critério da Light. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. 9. quando o limite de demanda não for atendido. queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. 11 A e 11 B desta Regulamentação. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. RECON . Todavia. em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG. também instalados em dutos. 10-B. compatíveis com as características do circuito. atendidas as condições de ampacidade.1 . A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. os limites de queda de tensão e perda técnica.1 . a critério da Light. 10 B.7 desta Regulamentação. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição.

CD e a respectiva medição. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. 11A e 11B).CPG (entradas coletivas). 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. proteção. bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. a critério da Light. 9. a critério da Light. limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea. armado ou singelo. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. eletrodutos. deve ser a continuidade do ramal de ligação.BT Novembro de 2007 43/186 . considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. 3) A critério da Light.12 . NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. 9. deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente.11. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido.2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. Não atendidas as citadas condições. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. PSMD ou PDMD). será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada. Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição . no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. a partir do ponto de ancoragem .Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. deve ser empregado cabo singelo ou armado. fornecido e instalado pela Light. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). de acordo com o nível de carregamento. linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. em cabo concêntrico ou multiplex. deve ser utilizado cabo concêntrico. de acordo com as características da carga. 10B.2 . painéis de medição.1. além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento).Barramento blindado (Bus way) RECON . Nas entradas coletivas. Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente.

associados a funções temporizadas. incluindo documentação legal. nível de isolamento para o qual foi projetado. perdas máximas em kW. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. pelo menos. exclusivamente. RECON . instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. nível de curto-circuito máximo admissível. desenhos de diagramas unifilares. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. Unidades ou bancos de capacitores fixos. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. podem ser empregados. A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. 10 . o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. dimensão das barras etc). de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. Nesse caso. impedâncias de sequência (positiva. A aquisição. distâncias entre barras. por tensão e/ou corrente. a fim de possibilitar o processo de validação. negativa e zero). a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado.BT Novembro de 2007 44/186 . bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. Dessa forma. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. de potência máxima até 25 kVAr.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas.

) Recomendado (ver obs.) Obrigatório Obrigatório OBS. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada.) Recomendado (ver obs. todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição.) Recomendado (ver obs. A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora.) Recomendado (ver obs. bancos de capacitores automáticos e/ou controlados. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 . ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância. seja por fuga.) Obrigatório .Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual.) Recomendado (ver obs.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 . RECON .115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light. por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção).) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs. devem ser imediatamente desconectados. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante).

BT Novembro de 2007 46/186 .07.00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.RECON / BT SEÇÃO 01.Determinação da carga instalada RECON .

04 kVA 1.3 kVA 0. demais resoluções e legislação atinentes.BT Novembro de 2007 47/186 . conforme Resolução nº 456 da ANEEL. dos principais equipamentos e aparelhos.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos.24 kVA 0. dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.0 kVA 0.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL. recomenda-se a utilização da TABELA 9.) deve ser expressa em kW (CI kW).04 kVA 0.09 kVA 0.92 = 11. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12.45 kVA 3.Avaliação de demandas RECON .3 kW 13 . a carga instalada em kVA (CI kVA.4 kVA 1.07. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva. Quando não for possível essa verificação. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0. onde 0. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.8 kVA 4. Para determinação da potência de motores em kVA.28 kVA x 0. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas. No cálculo para determinação da carga instalada.92. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12. que fornece as potências médias.4 kVA 0. aproximadas. Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01.

A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação. qualquer que seja o seu valor. considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. A seguir. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light.Método de avaliação . Nesse caso. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. Entradas coletivas . 13. o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B). Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. . (residencial e não residencial). Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto. o que pode implicar.1 . com atendimento através de ramal de ligação independente. sugestivamente. .BT Novembro de 2007 48/186 . em entrada coletiva mista. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado. loja. em função da utilização diversificada dessas cargas. verifica-se que. . Cumpre todavia ressaltar. inclusive. Avaliação e dimensionamento de entrada individual. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. isolada.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação.) derivada de ramal de entrada coletiva. RECON . sala etc.

. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador. considerando o fator de potência igual a 1. considerando o fator de potência igual a 1. calculada conforme TABELA 2.1 .0.0. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. Fan-coil). Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios . d2 aquecedores. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros.. calculada conforme TABELA 6. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X. em entrada coletiva residencial. Previsão de carga RECON . torneiras etc. calculada conforme TABELAS 5A e 5B.BT Novembro de 2007 49/186 .). em entrada coletiva não residencial. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras. o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos.1. para uso residencial e não residencial. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. 13.

como aparelhos de ar condicionado.1. ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado. 13.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada.1. DPG = DAG RECON .Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds). no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação.2 . da localização. considerando o disposto no item 13.1 desta Seção 01.Demanda do único agrupamento de medidores .Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR . em função do tipo de construção. das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica.1. chuveiros.BT Novembro de 2007 50/186 .1. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação.Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .1.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado.1. motores e outras cargas.00. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s). da atividade do imóvel.1. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.3 .No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1. devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo.3.1 . indicadas conforme a seguir: 13. 13.07.Demanda da proteção geral da entrada .

a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” .80. ) ( ver item 13.Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR . geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG).80 13.Demanda do ramal de ligação DPG .1. a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.BT Novembro de 2007 51/186 .Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR .Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13.80 RECON . No caso de entrada exclusivamente residencial.Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR). DPG = kVA (Aeq.80.80.) x Fd ( Nº total de Aptos.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.Demanda da proteção geral da entrada DAGR . sendo o resultado multiplicado por 0.Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR . sendo o resultado multiplicado por 0. No caso de entrada mista (residencial e não residencial). DR = (DAG + DS) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0. Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.1.2 .A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).3.

onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). que não utilizem equipamentos para aquecimento de água.80 13.4 kVA). que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.2. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. condomínios horizontais e vilas). Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) . composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais. 13. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4.2 . condomínios horizontais e vilas).Método de avaliação . sendo o resultado multiplicado por 0. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos).A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” .BT Novembro de 2007 52/186 .1 . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. demandas da proteção geral (DPG). deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B.80. Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . .4 kVA). composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. RECON .

895075 RECON .BT Novembro de 2007 53/186 . exclusivamente. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis.0 8.4 kVA). onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. Em seguida. com potência nominal superior a 4.4 < P ≤ 6. deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança.0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0.0 < P ≤ 8. aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades. A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água. 4 kVA. conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água.0 6.0 < P ≤ 10. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq.034939 x S 0. é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança.

+ [ Nº de Aptos.)] DPG = kVA (Aeq. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. Nº de Aptos. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. (Sn) x Sn ] Nº de Aptos.BT Novembro de 2007 54/186 .44 = RECON . a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2. (Sn) Nº de Aptos.93 x 17.”) e do F. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. (S2) x S2 ] + .93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn.44 (TABELA 8) 51.d. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq. DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos. (S2) + Nº de Aptos.4 kVA.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2. todos os apartamentos com chuveiros de 4. (S1) + Nº de Aptos. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial.) x Fd ( Nº total de Aptos. . . 7-B e 8.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA. A eq = Onde: [ Nº de Aptos. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1. Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento. ( Nº total de Aptos.

deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.) x Fd ( Nº total de Aptos.2.12 x 17.A) x Fd (40 Aptos) = 29. (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº. 7B e 8.52 kVA (TABELA 7 . ) RECON .39 kVA 13.97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2.DAGR (Aptº 70 m²) = 2. deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2.2 “ Método de avaliação .1 .Seção B”.12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.52 = 74.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2. composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais.1 “ Método de avaliação .44 = 36.1 “ Método de avaliação . às cargas de serviço do condomínio. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo.BT Novembro de 2007 55/186 .1. Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.Seção A” .52 x 29.

BT Novembro de 2007 56/186 . deve ser determinada.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos. sendo o seu resultado multiplicado por 0. a demanda de serviço DS deve ser determinada.1 “ Método de avaliação .1 “ Método de avaliação . (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.2 . a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras.80.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR). à carga instalada de cada unidade consumidora.1.Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. residencial ou não residencial. através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. de um mesmo agrupamento de medidores. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação. DR = ( DPG + DSR ) x 0.1 “ Método de avaliação . Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes.2.Seção A” à carga instalada do serviço. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC). as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.80 13.Seção A”. a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial). onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo. RECON .

determinada através do “Método de avaliação .1.Seção A”. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Seção A” estabelecido no item 13.80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras). DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial. ao conjunto de cargas residenciais. DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio. A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada. através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .2 “ Método de avaliação . através da aplicação do critério estabelecido no item 13. sendo o resultado multiplicado por 0. escritórios e outros) deve ser determinada.Seção B”. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0.80.80 RECON .Seção A” estabelecido no item 13. Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0.80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio.1 “ Método de avaliação . Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial). deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.BT Novembro de 2007 57/186 . ao conjunto de cargas não residenciais.2.Seção B” estabelecido no item 13.1.

0 kVA Sauna RECON . determinada através do “Método de avaliação .2 x 1 CV . = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais.6. área útil de 300 m². DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.1 x 1 CV .3 x 4.1. Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos .Seção A” estabelecido no item 13.BT Novembro de 2007 58/186 .1.5 kVA .2 x 1/4 CV (1 reserva) .Seção A” estabelecido no item 13. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . calculada através da aplicação do “Método de avaliação .9.3 . 13.Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada.1.2 x 3/4 CV .Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).2.2 x 2.1 x 1/2 CV . DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.Seção A” estabelecido no item 13.0 kVA . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.4 kVA .Seção B” estabelecido no item 13.

23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.0 Carga instalada (CI) = 44.04 + 2. ou seja.30) d1 = 4.A . B .26)] + [ (1 x 1.75) + (1 x 0. a partir da carga instalada.5) + (1 x 9.40) + (1 x 0.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.92 = 41.030 x 300 = 9.26)] x 1 = 5.56 kVA RECON .BT Novembro de 2007 59/186 .87 + 0.5) x 0.Seção A” .0 + 3.5) + [(2 x 1.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.0 kVA.0) x 1.4) + (2 x 2.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.75 + (1 x 9.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.50) + (1 x 0. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.0 Carga instalada (CI) = 9.70 + (2 x 2. logo o valor a ser considerado deve ser 9.65) + (1 x 0.0 d2 = 21.66 + 9.81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44. maior que o valor declarado (6.80) + (1 x 0.4) + ( 2 x 2.0 + (3 x 4.60) + (1 x 0.0 kVA).0) d2 = (3 x 4.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.66 )] + 9.52 + 1. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.0 + 13.52) + (1 x 0.81 x 0. é necessário avaliar a demanda da instalação.52) + (2 x 1.4) + (2 x 2.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.35) + (1 x 0.52) + ( 2 x 1.0 kVA.2 + 5.4) x 0.87) + (1 x 0. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.45) + (1 x 0.1 “Método de avaliação .52 + 0.

Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4. RECON .8 + 21. um único agrupamento de medidores (4 apartamentos).3.56 + 1. Caso 2 Edificação de uso coletivo.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras.66] x 0.2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) .BT Novembro de 2007 60/186 .93 D total = 34. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação .99 + 5.6333= 1. estabelecido no item 13.Seção A” . FD = 63.87 + 0.0 kVA .33 % d5 = [1.0 kVA .4 kVA .52 kVA = 0. em tensão 220/127 V. composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).93 kVA C .Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.1 x 4.1 x 4.4 kVA . da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada.28 kVA A entrada individual deve ser trifásica.87 kVA = 0. Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos .3. 52 + 0. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m².1reserva = 3 Logo.66 kVA Nº de motores = 4 .1 bomba recalque de esgoto de 3 CV .1. atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.

à carga instalada.0 kVA d1 = (1 x 0. menor que o valor declarado (3.92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9. ou seja.45 kVA.4 + (1 x 2. à carga instalada.0 + 4.1.65) = 2.030 x 96 = 2.4 kVA RECON . estabelecido no item 13. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.70) +(1 x 4.0 kVA.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.A .4 + (2 x 1.0 + (1 x 4.1.0 kVA).0 kVA). menor que o valor declarado (3. ou seja. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes.BT Novembro de 2007 61/186 .14 x 0.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” .92 x 0.0 + (1 x 4. Carga instalada ( CI ) = [3.0 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 3.88 kVA.04) = 14.4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.0 + 4.4 x 1 = 4.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14. Carga instalada ( CI ) = [3.92 = 9. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento). sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora.80) + (1 x 0.005 x 90 = 0.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3. logo o valor a ser considerado deve ser 3.75) + (1 x 0. 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4. estabelecido no item 13. B .4 = 4.26) = 9.4 kVA d2 = 4.

4 kVA d2 = 4. 80 = 2.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. RECON .Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.06 kVA Nº de motores = 2 Logo. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.4 x 1.52 = 9. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).BT Novembro de 2007 62/186 .4 + 4.2 + 4.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.4 + 2.70 kVA 3 CV = 4.0 = 4.0 kVA d1 = 3.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2.70 + 4.06 = 11.04) x 0.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2.04 kVA d5 = (2. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2.26) x 1 = 2.0 x 0. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio.75 = 5.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9.4 + 5.

23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.60) + (1 x 0. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada.24) d1 = 5.26) x 0.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.1 “Método de avaliação . Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3.66 = 11. a demanda do ramal de ligação será: RECON .30) + (1 x 0.6 x 0. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que.BT Novembro de 2007 63/186 . na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio.50 ) + (1 x 0.55 + 11.06 = 24.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).0 kVA = 12.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.65) + (1 x 0.Seção A”.6 kVA d2 = 17.27) + (2 x 0.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.45) + (1 x 0.4 kVA = 17.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.75) + (1 x 0. logo: DPG = DAG = 24.62 + 7. todas as cargas estarão envolvidas.40) + (1 x 0.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.35) + (1 x 0.0 kVA d1 = (1 x 0.80) + (1 x 0.70 = 7. Conforme estabelecido no item 13.

1 kVA Aparelhos de aquecimento .80 = 28.1 x 4. 80 DR = (24.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .8.87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores. materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva.DR = ( DAG + DS ) x 0.23 + 11.4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .1 x 4.8 kVA Aparelhos de aquecimento .2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".86) x 0.0 kVA Aparelhos de aquecimento .2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas . do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON . Sistema de serviço único com área útil de 600 m².1. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais. Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas .87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28.1 x 4. um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .BT Novembro de 2007 64/186 .2 elevadores de 10CV .1 x 1 CV . Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas .2. em 220/127 V.4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
65/186

RECON - BT

Novembro de 2007

Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

RECON - BT

Novembro de 2007

66/186

Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

RECON - BT

Novembro de 2007

67/186

64 DAGR2 = 2.. RECON .BT Novembro de 2007 68/186 ..66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . dedicado às unidades consumidoras residenciais. Agrupamento 2 .. Fator de Diversidade = 9. estabelecido no item 13.Seção B”. Fator de diversidade = 9.66 x 9.4 kW). dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²).64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25.12 x 9. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 . dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²). Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4.10 apartamentos de 70 m². 64 DAGR1 = 2. Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2.2.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.64 = 25..12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum. Conforme “Método de avaliação .64 = 20.10 apartamentos de 90 m². e.Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio.44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20. Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.

09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.38 Pela TABELA 8. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).44 para 20 apartamentos. através das TABELAS 7A. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41.80 = 57. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.BT Novembro de 2007 69/186 .) = 2.80 DR = (41.38 x 17. à toda entrada coletiva. sendo o resultado multiplicada por 0. = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2. o Fd = 17.44 = 41.86) x 0.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada.80.50 + 29. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio. DPG =2. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo. ela não é considerada neste trecho coletivo. ou seja. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq. RECON . 7B e 8. Aeq. DR = ( DPG + DSR ) x 0.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57.

4 kVA (chuveiro) . sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas.8. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.3.1 x 4. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .0 kVA . 12 lojas com área útil de 30 m².1 x 4. do serviço residencial. 20 apartamentos com área útil de 60 m².2 kVA Aparelhos de aquecimento .0 kVA Motores trifásicos .2.2 bombas de 5 CV (1 reserva) . deve ser feita conforme a seguir: RECON .4 kVA (chuveiro) . Dois agrupamentos de medidores.Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V.IN = 100 A ( cos ϕ = 0.2 elevadores de 10 CV .0 kVA .1 x 4. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).9. Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas . 90 ) .4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas .2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos .BT Novembro de 2007 70/186 .

Seção A”.92 = 6.2: .60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.0 kVA).6 kVA.020 x 30 = 0. estabelecido no item 13.Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . logo o valor a ser considerado deve ser 3.0 + 4. Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. Carga instalada (CI) = 3.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial . maior que o valor declarado (3.Seção B”. logo o valor a ser considerado deve ser 2. menor que o valor declarado (2.66 x 0. ou seja.Avaliação e dimensionamento individual das lojas .4 + 1.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .030 x 60 = 1.BT Novembro de 2007 71/186 .1: .92 = 7.26 = 7.2 kVA.60 x 0.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial.2 + 4.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .4 = 7.66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7. Carga instalada (CI) = 2. estabelecido no item 13.0 kVA. RECON .99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.Pelo “Método de avaliação .8 kVA. ou seja.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA).

ou seja.4 + 38.Seção A”.92 = 41.0 + (1 x 4.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço.80) + (1 x 0.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.11 + (1 x 6.0 kVA).55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA d1 = (1 x 0.54) + (1 x 6. B .75) = 1.1.02) = 57.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.0 + (2 x 11. menor que o valor declarado (9. menor que o valor declarado (8.0 = 4. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.02) +(2 x 4. A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .BT Novembro de 2007 72/186 .04) = 45.4 kVA RECON .0 + 4.Seção A”. Carga instalada (CI) = 9.4) kVA d2 = 4. logo o valor a ser considerado deve ser 9. ou seja.0 kVA.005 x 200 = 1. estabelecido no item 13.1.53 x 0.0 kVA. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. Carga instalada (CI) = 8.005 x 240 = 1.92 = 52.2 kVA.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada.0 kVA). A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação .Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2.0 kVA.0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8.4 x 1.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57. estabelecido no item 13.18 x 0. logo o valor a ser considerado deve ser 8.

Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.4 = 6. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.26 x 1. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.56 + 4.2 x 0. RECON .BT Novembro de 2007 73/186 .21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.Seção A”. FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .1.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1. já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.80 = 2.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores.26 = 7.2 kVA d1 = 3.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos). ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.55 + 4.26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas).56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4.4 x 1.0 = 1. estabelecido no item 13. D total = d1 + d2 = 2.26 kVA d3 = 1.4) kVA d2 = 4.0 = 4.4 + 1.

4 kVA d2 = 4.4 x 1 = 4. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).1.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6.11 + 6.73 kVA DSNR = 55.02 = 6.0 x 0.20 + 4.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.4 + 38. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.0 x 0.11 kVA d4 = 38.BT Novembro de 2007 74/186 .20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.0 kVA d1 = 8.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38.02 = 55.02 kVA d5 = 1 x 6.8 = 6. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .80 = 7.0 kVA d1 = 9.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.11 x 1 = 38.02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7. estabelecido no item 13. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.Seção A” . Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6.

Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).08= 26. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.4 + 20.Seção B”.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.d5 = [(2 x 11.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores..20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 .BT Novembro de 2007 75/186 .04)] x 0.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .54) + (1 x 6. estabelecido no item 13.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.2. deve ser aplicado o “Método de avaliação . deve ser aplicado o “Método de avaliação .Seção A” ..1. RECON . 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos . equipamentos e materiais. estabelecido no item 13.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.44 DAGR = 1. 02) + (2 x 4. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos).44 = 32. Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1. 84 x 17.54 = 20. Fator de Diversidade = 17. nas cargas das lojas.09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.

a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas). Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.09 + 54.48) x 0.80.26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.1. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.40 kVA d1 = 38.2 kVA = 38.3.1.26 kVA = (32. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30. sendo o resultado multiplicado por 0. DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0.45 = 23.8 = 30.80.40 x 0.76 DAGNR = 54.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.80 x 0.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4.72 + 23.BT Novembro de 2007 76/186 .2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". RECON . sendo o resultado multiplicado por 0. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.4 kVA = 52.76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo.3. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).80 DPG = 69.80 kVA d2 = 52.

BT Novembro de 2007 77/186 . Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2. sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m².DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0. 10 apartamentos com área útil de 300 m².6.80 = (69.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .26 + 26. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas .IN = 55 A .8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil .5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON . Dois agrupamentos de medidores.18 kVA DR = 121.8.1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7.80 = 121.73) x 0.48 + 55.Cos ϕ = 0.18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.2 kVA . 7 lojas com área útil de 180 m².

Iluminação e tomadas .Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .9.1: .Avaliação e dimensionamento individual das lojas . estabelecido no item 13.0 + 20. Por loja (180 m²) RECON .Seção B”. 82) Motores . a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). maior que o valor declarado (6. Carga instalada (CI) = 9. logo o valor a ser considerado deve ser 9.92 = 27. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.96 Carga instalada (CI kW) = 29.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .2: .96 x 0.BT Novembro de 2007 78/186 .57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .Seção A”.2 kVA).Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .030 x 300 = 9. estabelecido no item 13.0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) .2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial). ou seja.0 kVA.IN = 130 A (cos ϕ = 0.96 = 29.0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos . deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA. do serviço residencial.

2 kVA.68 x 0. Carga instalada (CI) = 7.04 = 12.56 x 0.0 kVA. estabelecido no item 13. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação .5 + (2 x 11.02) + (2 x 4.02) = 64.92 = 59. ou seja.5 kVA.92 = 41.24 x 0.40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas). Carga instalada (CI) = 9.5 kVA).6 kVA.005 x 240 = 1. a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação . Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. logo o valor a ser considerado deve ser 8.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Carga instalada (CI) = 8. ou seja.24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12. menor que o valor declarado (9. logo o valor a ser considerado deve ser 7.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64.Seção A”.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).1.0 kVA.54) + (1 x 6.2 kVA.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.2 + (1 x 4. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. menor que o valor declarado (8.04) Carga instalada (CI) = 8.2 kVA).92 = 11.BT Novembro de 2007 79/186 .0 kVA).04) = 44.0 + 49.5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7.1. menor que o valor declarado (7.020 x 2180 = 3. logo o valor a ser considerado deve ser 9. estabelecido no item 13. ou seja.Seção A”.0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9. à carga instalada.2 + (1 x 3 CV) = 8.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.005 x 400 = 2.Avaliação das demandas (kVA) RECON . B .2 + 4.54 + (1 x 6.

35 x 1) + (0.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4.50 x 1) + (0.45 x 1) + (0.2 kVA d1 = 8. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). Essa demanda serve para dimensionar os condutores.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.30 x 1) = 4.65 x 1) + ( 0. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20.96 kVA d4 = 20.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.04 x 1.04 kVA d4 = 4.8 kVA d1 = 4.75 x 1) + (0. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.0 = 20.8 + 20.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.80 x 1) + (0.BT Novembro de 2007 80/186 .80 = 6.56 + 4.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.96 x 1.60 x 1) + ( 0.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.40 x 1) + (0. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.0 kVA d1 = (0.04 = 10.96 = 25.0 = 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).2 x 0.

não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.1.8 = 6. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7. Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.5 x 0. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7.Seção A”. 20 + 49.BT Novembro de 2007 81/186 . Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . estabelecido no item 13.54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.02 = 62. 0 x 0.1.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .54 x 1 = 49.Seção A”.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62.Deve ser aplicado o “Método de avaliação .5 kVA d1 = 7.54 + 6. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal). 0 kVA d1 = 9. estabelecido no item 13.8 = 7. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).54 kVA d4 = 49. 02 kVA d5 = 6.

com a seguinte composição: Agrupamento 1 .2 x 10 CV = (2 x 11. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.0 + 20.08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. estabelecido no item 13. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.64 DAGR = 6.54 = 20.54) + (1 x 6.91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . equipamentos e materiais.04)] x 0.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.91x 9.61 kVA RECON .10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 .2. Fator de Diversidade = 9. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”.64 = 66.. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).BT Novembro de 2007 82/186 .7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais.04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6. do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos).08 = 26.. 02) + (2 x 4.61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.

04) = 28.28 x 1.65 kVA = (66.0 = 28.28 = 74.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. deve ser aplicado o “Método de avaliação .65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112.3.80 DPG = 112.8 = 45.28 kVA d3 = 28.2) x 0.4 x 0. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. estabelecido no item 13.1. sendo o resultado multiplicado por 0. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas). considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.4 kVA d1 = 57.80 = 112.92 + 28.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0. nas cargas das lojas.BT Novembro de 2007 83/186 . Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8.2 = 57.Seção A”. 80. RECON .61 + 74.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45.1.

1.80.76) x 0.80 = 161.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80 = (112.08 + 62.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161. sendo o resultado multiplicado por 0.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).3.65 + 26. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.BT Novembro de 2007 84/186 .19 kVA DR = 161. RECON .

RECON / BT SEÇÃO 02.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .BT Novembro de 2007 85/186 .07.

do ponto de ancoragem até a medição. na fachada. com CPG-225 interna. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. com CDJ 1 interna. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 33. em cabo singelo ou armado.0< D ≤ 23.3 ou. pontalete ou fachada. indo direto até o medidor. ou na fachada.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. armado. a critério da Light.1 < D ≤ 66. RECON . A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. instalado em eletroduto embutido.. instalado em eletroduto embutido. com CPG 225 interna. aterramento. instalado em eletroduto embutido. sobreposto. 23. no muro ou no muro ou na fachada. D ≤ 8. em cabo singelo ou singelo ou armado. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico.2< D ≤ 33. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. materiais etc. com CDJ 3 interna. a critério da Light. medição. 8. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. a critério da Light. pontalete ou fachada. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. semi-embutidas no muro ou na fachada. no muro ou na fachada. do ponto de ancoragem até a medição. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. com CDJ 1 interna. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. em gabinete no recuo técnico.14 . com CDJ 3 interna. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação. Caixa CS 100 e CTP. a critério da Light. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. com CDJ 3 interna.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. pontalete ou fachada. indo direto até o medidor. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. com CDJ 3 interna. pontalete ou fachada.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. a critério da Light. no muro ou na fachada. gabinete no recuo técnico. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 86/186 . Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou. singelo ou armado a critério da Light. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada. no muro no muro ou na fachada.1 em poste. em gabinete no recuo técnico. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex. singelo ou armado.

150 < D ≤ 198. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. 66. Alternativamente. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. em cabo singelo ou armado. a critério da Light. pontalete ou fachada. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 198. do ponto de ancoragem até a medição. pontalete ou fachada. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. a critério da Light. com CPG 1000 interna ou CPG especial. critério da Light. A descida poderá ser. conforme nota 4 a seguir. conforme nota 4 a seguir. poderá ser empregada Caixa CSM 600. a critério da Light. conforme nota 4 a seguir. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado.0 NÃO SE APLICA RECON . semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. do ponto de ancoragem até a medição.8 Por conveniência técnica do consumidor. Alternativamente. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. embutido.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. Caixa CSM 1500. a critério da Light. Alternativamente. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. 300 < D ≤ 497. gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou armado. com CPG 600 interna.BT Novembro de 2007 87/186 . Por conveniência técnica do consumidor. no muro ou na fachada. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. no muro ou fachada. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. instalado em eletroduto embutido. no muro ou fachada. no muro ou na fachada. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. conforme nota 4 a seguir. com CPG 600 interna. a singelo ou armado. com CPG 1000 interna ou CPG especial. A descida poderá ser.

497. instalado em eletroduto embutido. sob consulta prévia à Light.0 NÃO SE APLICA D > 994.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos. respectivamente. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. RECON . a critério da Light. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido. 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado. instalada em gabinete interno. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. medição e proteção. por conveniência do consumidor. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. em muro ou fachada. a partir de projeto apresentado para validação. 2) Em região de rede aérea. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação.0 < D ≤ 994. Caixa especial de seccionamento. a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida.BT Novembro de 2007 88/186 . com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.

o Consumidor deve deixar preparada. em cabo concêntrico ou multiplex. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . a partir do ponto de ancoragem.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. eletrodutos envelopados em concreto etc.1. Não atendidas as citadas condições. NOTAS: 1 .14. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto. 2 . além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados.1 . À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. fornecido e instalado pela Light. a critério da Light. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. 14. da rede de distribuição até o ponto de entrega. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.CPG (entradas coletivas). da rede de distribuição até o ponto de entrega.1 . RECON . o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. a partir do ponto de entrega. o ramal de ligação deve ser aéreo. a estrutura civil (caixas de passagem. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. o ramal de ligação deve ser aéreo.BT Novembro de 2007 89/186 . deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. pontalete ou fachada) na propriedade particular. pontalete ou fachada) na propriedade particular. instalado em eletroduto sobreposto em poste.

o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de.6 kVA Trifásico 74. 2 .7 kVA Trifásico 49. quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.2 < D ≤ 49. A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN. 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0.Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega.50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23.7 < D ≤ 74.50 daN. Postes .50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0. RECON .75 / 100 / 150 daN . considerando o vão máximo de 30 m.3 .Os comprimentos acima somente são aplicáveis.Para o atendimento com entrada individual. 3 . o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores. Pontalete . ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 . consideradas nas estruturas de ancoramento: .5 m. 2 kVA Trifásico 23.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 . O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0.5 m. no mínimo. Nesse sentido.BT Novembro de 2007 90/186 .75 daN .Resistências mecânicas a tração.

Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: . devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. dispositivo de ancoramento e alvenaria. . A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. 2. anexos. 4. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . . não deve ser inferior a 50 daN. . 0. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação. no limite de propriedade com a via pública. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação.Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. desde de que as condições físicas permitam. no limite de propriedade com a via pública. Não for possível. na passagem de pedestres. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir). ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. em sua propriedade.. na passagem de veículos (entradas particulares). não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. . os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. saídas de incêndio. sacadas. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). terraços ou varandas (na projeção vertical). terraços ou varandas (na projeção vertical). 4. Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. . pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. 1. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. 0. A resistência mecânica à tração do conjunto. . considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento. fixada por parafusos chumbados na fachada.20 m quando passar junto à janelas.50 m acima do piso de sacadas. Alternativamente.BT Novembro de 2007 91/186 . terraços etc.50 m abaixo do piso de sacadas. escadas. na passagem de veículos (travessia de logradouro).00 m do piso acabado.50 m do piso acabado.50 m do piso acabado. RECON . sinalização e congêneres.60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia.4 . 5. . garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. quando: .

7 alínea “d”. na saída de eletroduto. 3. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . além da capacidade dos disjuntores.CS / medição.00 m do piso acabado.3 . a critério da Light. 14. seção dos condutores etc.. Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. considerada a definição do item 2. havendo conveniência técnica do Consumidor.1. através de cabo armado ou cabo singelo. considerada a definição do item 2. 14.CS / medição.7 alínea “d”. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores.CS / medição. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.2 . Nesse caso. a critério da Light. Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. a critério da Light. através de cabo armado ou cabo singelo.CS / medição. RECON . chaves etc. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . havendo conveniência técnica do Consumidor. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. a critério da Light.1.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL.7 alínea “d”.7 alínea “d”. através de cabo armado ou cabo singelo. considerada a definição do item 2. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. através de cabo armado ou cabo singelo.2 .BT Novembro de 2007 92/186 . 14. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. considerada a definição do item 2.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo.Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA.

Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. RECON .Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais. 14. 14.3 . a própria Light retira os selos. bem como a instalação de novos lacres e selos. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias. a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários.2.1 desta Regulamentação. Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga. através de seu responsável técnico pela instalação.BT Novembro de 2007 93/186 . etiquetas e parafusos de segurança.2 . o responsável técnico pela instalação deve informar à Light.1. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento.1 .2. o Consumidor. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção.3 e 5. que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. 14.3 desta Regulamentação.5. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5. a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga.5. que providenciará a inspeção do local.

Demanda ≤ 23.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. em cabo singelo ou armado. 1A .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. 23.2 kVA . e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . CDJ 3 ou CPG 225 interna.2 kVA < Demanda ≤ 66.3 kVA . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. até a medição. através do próprio ramal multiplex. a critério da Light.BT Novembro de 2007 94/186 .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada.Caixa para medição CTM.

2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.3 kVA.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. interna. o ramal de ligação. pode ser subterrâneo e. por conveniência do Consumidor. Entretanto.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 95/186 . de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. nesse caso. RECON .

Ex.2 kVA . em cabo singelo ou armado. Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.BT Novembro de 2007 96/186 . 23.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem. através do próprio ramal multiplex.Caixa para medidor CTM. VISTA FRONTAL RECON . 2A . até a medição.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . CDJ 3 ou CPG 225 interna. com descida.3 kVA . a critério da Light. CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.

deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. o ramal de ligação. por conveniência do Consumidor.1 kVA e inferior ou igual a 66. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.3 kVA. interna. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. nesse caso.BT Novembro de 2007 97/186 . pode ser subterrâneo e. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. RECON . Entretanto.

Ex. 23. CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. a critério da Light.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. até a medição.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON . em cabo singelo ou armado.2 kVA < Demanda ≤ 66. 3A .2 kVA .3 kVA .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. no muro Rede aérea de distribuição .Caixa para medidor CTM.BT Novembro de 2007 98/186 . CDJ 3 ou CPG 225 interna. através do próprio ramal multiplex. Demanda ≤ 23.

2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.3 kVA. Entretanto. nesse caso. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. pode ser subterrâneo e. RECON . o ramal de ligação.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 99/186 . interna.

através do próprio ramal multiplex.2 kVA < Demanda ≤ 66. VISTA FRONTAL RECON .2 kVA . até a medição. CDJ 3 ou CPG 225. no poste particular. 23.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição . Demanda ≤ 23.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. em cabo singelo ou armado.3 kVA . 4A .BT Novembro de 2007 100/186 . CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Caixa para medidor CTM.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. a critério da Light.Ex.

VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. Entretanto. pode ser subterrâneo e. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.3 kVA. RECON . interna. nesse caso. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.1 kVA e inferior ou igual a 66. o ramal de ligação.BT Novembro de 2007 101/186 . deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor.

66. 5A .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.Ex. através do próprio cabo multiplex. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.BT Novembro de 2007 102/186 .3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA . de cabo singelo ou armado. VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. até a medição. a critério da Light.

a critério da Light. nesse caso. por conveniência do Consumidor. através do próprio cabo multiplex. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. Entretanto. devem ser fornecidos e instalados pela Light. Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON .7 desta Regulamentação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. internas. em cabo singelo ou armado. o ramal de ligação. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. pode ser subterrâneo e. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição.BT Novembro de 2007 103/186 . todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. medição e disjuntor CSMD.

Ramal de ligação em cabo concêntrico. VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. caixa do medidor CTM.3 kVA . CDJ 3 ou CPG interna.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. singelo ou cabo armado. CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. 23.2 kVA . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .Caixa CS.BT Novembro de 2007 104/186 .2 kVA < Demanda ≤ 66. 1B .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. Demanda ≤ 23.

7 desta Regulamentação.3 kVA. RECON . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.1 kVA e inferior ou igual a 66. devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.BT Novembro de 2007 105/186 . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.

2B .Ex. caixa do medidor CTM.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico.Caixa CS.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA . Demanda ≤ 23. no muro.Ramal de ligação em cabo concêntrico. no muro Rede subterrânea de distribuição .2 kVA < Demanda ≤ 66. 23. singelo ou cabo armado.BT Novembro de 2007 106/186 .3 kVA . CTP ou CSM 200 semi-embutidas. VISTA FRONTAL RECON . em gabinete no recuo técnico. CDJ 3 ou CPG interna.

BT Novembro de 2007 107/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. RECON . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.3 kVA. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação.

3B .BT Novembro de 2007 108/186 .Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico. VISTA FRONTAL RECON .3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA . no muro.Ex.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. 66.

ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.BT Novembro de 2007 109/186 . devem ser fornecidos e instalados pela Light. por conveniência do Consumidor.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.7 desta Regulamentação. pode ser subterrâneo e. RECON . Entretanto. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. o ramal de ligação. nesse caso.

Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. devem ser fornecidos e instalados pela Light. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação.Ex. 4B .BT Novembro de 2007 110/186 . Rede subterrânea de distribuição . 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. Demanda > 66. 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. a partir de projeto apresentado para validação.3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. RECON . considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.

00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .BT Novembro de 2007 111/186 .RECON / BT SEÇÃO 03.07.

pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria.Medição 15. havendo conveniência técnica do Consumidor. conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação.1 . a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos.Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. RECON .1 . com leitura centralizada e sistema de telemetria. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição.BT Novembro de 2007 112/186 . Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.). Dessa forma. cabina de transformação. 15. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada. não inundável. materiais e outros. Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. Entretanto. envolvendo a proteção geral de entrada. tipo de padrão de entrada etc. a medição será obrigatoriamente eletrônica. montados em painel de proteção. sistemas de medição. ventilado. com participação financeira pelo interessado no custeio. nível de tensão.15 .Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor. localizados em ambiente seco. A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light.1. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. Dessa forma. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. são fornecidos e instalados. tipo do ramal. Nesse caso. aterramento. iluminado. distribuição e medição (Figuras 11 a 13). As condições técnicas de atendimento. Normalmente. Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências.

salas etc. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light. 15. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. quando necessário. junto e à montante da CPG e da medição de serviço.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação.1 . em RECON . pontalete ou fachada) na propriedade particular. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação.). o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.2 .3 . a ser definido em comum acordo com a Light. ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção.1. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA. lojas. ou ainda. o ramal de ligação deve ser aéreo. formando agrupamentos específicos para cada classe (residências. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos. nos agrupamentos. NOTA: Devem ser utilizados. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. 15.CPG. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.BT Novembro de 2007 113/186 . Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. 15. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo.2. é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral .Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.2 . 15.1.

o ramal de ligação deve ser aéreo. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal.2 . em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. através de cabo armado ou cabo singelo. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light.3 . a critério da Light.2. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. Entretanto.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. pontalete ou fachada) na propriedade particular. da rede de distribuição até o ponto de entrega.7 alínea “d”. o Consumidor deve deixar preparada. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light.CPG. ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto. conforme acordo prévio e a critério da Light. localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). a partir do ponto de entrega. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA. a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . 15. a critério da Light. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . NOTAS: 1 . mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. 2 . situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada. considerada a definição do item 2.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. o ramal de entrada pode ser. 15. chaves etc. Nesse caso.). A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral. eletrodutos envelopados em concreto etc. a estrutura civil (caixas de passagem.BT Novembro de 2007 114/186 .) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. em caso de inviabilidade técnica comprovada.

1.1. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais. 15. 15.4. este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.BT Novembro de 2007 115/186 . o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso.3 . portanto.4. nas mesmas condições de atendimento do RECON . 15. 15.4.2 . podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único). não residenciais ou mistos). em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras.4.Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. 15. conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais.1.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais).1.4. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.3 (três) metros. Entretanto. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo.4 .Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente.1.1 .1.1 desta Regulamentação.4 . deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15.Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15.4. O sistema de medição deve atender ao item 15. 15. NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.1.Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. 15.4.4.4.1.1.1 . desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação. A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento.5 .

no caso de atendimento subterrâneo.4. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.1 .1. seção dos cabos etc. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. a própria Light retira os selos. 15.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light. A Light providenciará. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado. Havendo necessidade.Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis.4. com acesso para a Light em qualquer momento.1. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. RECON .Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.BT Novembro de 2007 116/186 .4.2 . além da capacidade dos disjuntores. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso.Instalações com medição existente em painéis a . avaliação da demanda. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual. deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga.item 15. Nesses casos. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. etiquetas e parafusos de segurança. b . devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). se necessária. de forma a viabilizar o atendimento.2. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. Nesse caso. através de seu responsável técnico pela instalação.

a Light julgar tecnicamente necessário. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. independente da quantidade de unidades envolvidas. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição. ou ainda. quando solicitados. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.2 . além do eletroduto do ramal de entrada.2. que providenciará a retirada de lacres. Todos esses serviços. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor. caixa de medição etc. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. deve ser obrigatório o emprego de painéis. seção dos condutores. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. instalação aparente. avaliação da demanda.BT Novembro de 2007 117/186 . quando for o caso. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. no máximo. serão informados previamente ao interessado.c . além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. Dependendo das condições de carregamento do painel. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light.) para análise e validação prévia da Light. 50% das unidades consumidoras existentes no PC. capacidade dos disjuntores. a substituição do barramento principal. em comum acordo e sob orientação da Light. parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços. através de seu responsável técnico pela instalação. O Consumidor. b . RECON . 15.Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. para a viabilização do aumento de carga. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a . Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos.4.

serão informados previamente ao interessado. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. quando for o caso. PSMD ou PDMD. que providenciará a retirada de lacres. quando solicitados.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação. Após realizar todas as alterações necessárias. Todos esses serviços. em comum acordo e sob orientação da Light. c . Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.BT Novembro de 2007 118/186 . RECON . devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. que providenciará a inspeção do local. de forma a viabilizar o atendimento. 15. a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários. bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. Após realizar todas as alterações necessárias. bem como a instalação de novos lacres e selos. NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light. e instalados pela Light. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. distribuição e medição .PMD. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. bem como a instalação de novos lacres e selos. ou ainda. para a viabilização do aumento de carga.5 .) para análise e validação prévia da Light. que providenciará a inspeção do local. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento.

devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . 2) Os condutores dos circuitos de saída. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica.5410 da ABNT.BT Novembro de 2007 119/186 . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. em ambiente selado etc. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. RECON . 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.

até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. RECON . em ambiente selado etc. 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. 2) Os condutores dos circuitos de saída.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light.5410 da ABNT. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição.BT Novembro de 2007 120/186 .

que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. 2) Os condutores dos circuitos de saída. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light.5410 da ABNT. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.BT Novembro de 2007 121/186 . têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. RECON . em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão.

RECON BT FIGURAS RECON .BT Novembro de 2007 122/186 .

Fig. 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.BT Novembro de 2007 123/186 . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON .

Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .BT Novembro de 2007 124/186 .

CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR . 3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig.BT Novembro de 2007 125/186 . 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR .CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON .Fig. 3A e Fig. 3A Fig.

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

BT Novembro de 2007 129/186 .Fig. 6 .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225.CPG Fig. 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON . 600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL .

7 CSM 1500 RECON .CSM CSM 600 Fig. 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros. 7 .BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 . CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig.Fig.

BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .CSMD CSMD 600 Fig.CAIXA PARA SECCIONAMENTO. 8 A CSMD 1500 RECON . 8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig.

RECON . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm. 8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO.BT Novembro de 2007 132/186 .Fig.

já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor. bem como do tipo de terminal utilizado. 9B RECON . 9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos.BT Novembro de 2007 133/186 . 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. Fig.Fig. 9A e Fig.

10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries.Fig. em alto ou baixo relevo.BT Novembro de 2007 134/186 .As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”.Podem ser quadradas ou cilíndricas. 10A e Fig. RECON . respeitando. 10A POLIMÉRICA Fig.. 2. 10B Notas: 1. 3. UV etc. aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima.

A FIGURAS Fig. 11.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig.BT Novembro de 2007 135/186 .A3 Fig. 2 .Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 11A 220 50 1. 11.A1 Fig. 11.A2 Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A4 Fig. 11.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 11.

11B 220 220 50 Obs. 11B. A RECON .: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. 11A podem ser aplicados nesta Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.BT Novembro de 2007 136/186 .

A FIGURAS Fig.BT Novembro de 2007 137/186 . 2.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 12.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 12. 12.A4 Fig.A1 Fig. 12. 12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.Fig.A2 Fig. 12.A3 Fig. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1.

MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 12A podem ser aplicados nesta Fig.BT Novembro de 2007 138/186 A .: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. 12B. RECON . Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.Fig.

13.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.A3 Fig.A2 Fig. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO.A4 Fig.Fig.A1 Fig. A FIGURAS Fig. 13. 13. 2.BT Novembro de 2007 139/186 .Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 13. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1. 13.

: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. RECON . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. 13A podem ser aplicados nesta Fig. 13B 220 220 A 50 Obs. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. 13B.PAINEL DE SECCIONAMENTO.BT Novembro de 2007 140/186 .

BT Novembro de 2007 141/186 .RECON BT TABELAS RECON .

050 0.050 0.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios.015 0. motéis e semelhantes Igrejas. RECON . salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0. lanchonetes e semelhantes 0.BT Novembro de 2007 142/186 .005 0.020 0.020 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis. áreas de serviço e semelhantes Hospitais. salas de vídeo e semelhantes Bancos.030 0. salões para exposições.) Restaurantes.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens.020 0.020 0. postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias. a carga seja utilizada simultaneamente. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%. bares.020 0. apartamentos etc. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas.020 NOTA: Instalações em que.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . pela sua natureza.015 0.

.. separadamente.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora.BT Novembro de 2007 143/186 . sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + .TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho. RECON .

SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .BT Novembro de 2007 144/186 .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.

66 1/3 0.54 12 ½ 14.28 100 95.52 1½ 2.15 75 72.73 60 58.74 50 48.87 ¾ 1.56 125 117.04 4 5.77 ½ 0.TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .10 25 25.29 200 190.26 1 1.18 RECON .02 7½ 8.52 40 39.65 20 22.09 15 16.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.BT Novembro de 2007 145/186 .83 30 30.05 150 141.03 5 6.65 10 11.70 3 4.17 2 2.

onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.00 6 50.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . temos: D = [ (4 x 6.33 4 57.SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100. 1 motor trifásico de 3 cv.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos. temos: D = (48.BT Novembro de 2007 146/186 .75 = 41.02) + (1 x 4. ou seja.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada.73 kVA RECON . EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv.00 OBS. Logo. 1 motor trifásico de 2 cv.14 8 45.33 ≥ 10 42.50 5 54.02) x 0. Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.06).4714 = 15.25 kVA D = 15. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. 1 motor trifásico de 1 cv. quanto demandada.0 3 63.73 kVA. tanto de carga instalada.00 9 43. totalizando 7 motores. D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B.7) + (1 x 1.00 7 47.06 kVA.73 + 6. D = 48.73 < 41.0 2 75. para o exemplo em questão. logo a demanda total a ser considerada é D = 48. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.04) + (1 x 2.52 ) ] x 0.

MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X. deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto.TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO . TOMÓGRAFOS.BT Novembro de 2007 147/186 . RECON .

41 4.74 5.58 8.35 1.09 4.74 9.62 2.42 1.34 2.70 3.21 3.07 3.28 3.35 1.65 1.49 6.24 2.35 1.68 6.18 2.35 1.38 8.12 9.95 4.81 7.10 RECON .46 9.93 5.45 9.32 8.27 8.02 4.49 1.60 2.43 8.79 9.41 3.46 5.15 2.25 7.50 4.76 3.07 8.94 3.89 2.52 8.63 1.05 9.35 1.19 3.97 8.50 5.12 2.96 8.71 3.72 5.71 1.05 4.26 2.06 7.32 4.11 6.61 6.87 2.29 4.31 5.58 2.99 7.19 5.46 6.44 5.67 3.55 7.31 9.49 9.44 7.63 9.76 1.78 8.36 9.91 3.57 1.53 9.40 5.06 6.38 2.03 9.67 1.99 3.77 4.36 8.07 2.81 9.54 1.60 7.10 2.90 9.15 3.15 7.85 2.83 9.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .98 9.50 8.71 8.93 1.91 5.63 5.28 2.93 2.95 8.45 8.11 4.35 1.59 8.87 6.44 2.89 4.09 9.90 5.17 4.35 1.35 1.05 2.18 6.03 10.90 7.59 4.36 7.44 4.29 9.22 7.94 2.94 9.36 5.23 8.59 1.19 9.92 9.55 6.79 4.59 3.56 3.97 9.96 2.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .00 4.67 7.76 8.84 3.35 1.81 8.35 1.74 3.39 7.81 5.73 1.01 7.41 7.66 6.62 7.58 9.49 2.35 1.32 7.01 6.89 6.36 3.74 7.76 9.81 1.62 3.35 1.80 3.66 8.84 5.03 6.99 6.52 6.35 8.23 4.35 1.85 6.31 6.32 2.44 3.97 4.33 6.16 5.57 7.18 9.25 8.35 1.42 8.77 7.96 6.35 4.13 5.59 5.72 8.83 7.35 1.73 2.59 6.29 8.47 4.70 7.29 5.97 1.35 1.13 3.22 5.10 5.08 6.83 4.20 2.88 8.41 2.67 5.55 4.92 6.35 1.98 5.13 7.53 5.65 5.90 3.20 7.06 5.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.39 3.02 8.09 7.80 5.64 3.58 5.01 10.89 8.02 5.88 3.05 3.92 4.12 6.29 7.34 6.15 6.88 9.37 4.62 8.10 8.38 5.46 1.35 1.62 6.40 6.08 4.72 9.42 9.27 4.11 9.44 6.15 9.35 1.68 2.50 7.99 10.92 8.70 5.76 7.68 4.25 5.70 4.BT Novembro de 2007 148/186 .54 3.02 3.33 5.70 9.69 8.64 8.18 8.35 1.90 1.64 4.23 3.22 6.20 4.39 9.54 2.54 6.75 6.01 2.48 7.49 8.65 9.23 5.27 7.72 6.53 7.84 1.52 4.16 7.99 2.56 9.62 4.25 6.47 5.97 4.20 6.42 6.86 7.67 9.37 2.81 6.46 2.80 6.50 3.46 7.03 8.33 3.35 1.22 9.36 1.00 8.64 7.16 8.75 4.79 1.86 4.08 10.25 3.78 6.71 7.84 4.35 1.39 1.85 8.11 5.35 1.06 10.10 7.47 3.94 7.71 2.38 9.42 4.51 9.20 8.71 4.04 5.55 8.83 8.24 4.76 2.97 5.15 4.35 7.02 9.37 6.10 3.66 2.85 9.93 7.81 2.52 2.88 7.82 3.77 5.86 5.25 9.35 9.51 1.71 6.24 9.56 5.94 6.30 3.27 6.09 8.03 7.61 9.48 3.79 2.14 8.86 1.57 4.

37 2.24 7.57 7.70 5.92 8.65 2.74 8.56 3.05 2.82 8.12 8.14 6.89 5.22 6.12 6.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.82 3.35 2.72 4.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .94 4.70 6.88 8.85 5.74 1.78 3.74 5.91 5.97 6.89 7.60 2.63 7.45 3.31 6.68 1.83 4.23 1.71 7.45 7.81 4.78 8.26 7.25 3.48 4.20 1.07 8.00 5.56 8.71 1.74 3.38 5.00 3.30 5.76 4.20 1.19 8.60 7.84 8.42 5.72 8.70 8.81 1.59 4.63 1.73 6.97 3.04 3.75 3.39 6.41 5.80 7.31 3.40 2.95 2.98 4.66 8.99 7.98 7.92 7.44 5.13 3.58 1.02 5.57 4.38 4.95 7.20 1.95 5.55 5.33 4.98 2.02 7.35 4.20 1.85 3.22 4.56 1.07 3.64 3.97 6.46 8.04 5.11 2.58 8.90 2.28 4.20 1.75 7.36 3.19 8.76 1.84 4.19 6.20 6.56 2.68 6.01 8.40 4.80 8.41 4.54 8.20 2.83 7.51 7.21 1.69 7.20 1.89 4.28 6.06 8.07 2.78 1.88 6.58 3.77 7.25 5.41 1.80 3.90 1.03 7.22 3.02 6.72 7.56 6.52 4.39 7.34 7.33 3.20 1.00 2.86 2.22 8.86 5.20 1.93 1.08 3.42 8.06 4.36 8.98 5.16 6.92 4.51 3.06 5.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.66 5.49 5.08 7.51 1.44 4.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.32 5.11 4.93 6.08 5.53 5.52 8.17 5.20 1.67 3.51 6.22 7.77 2.40 7.39 1.92 2.88 1.15 3.20 1.96 6.23 2.79 2.54 4.20 7.16 4.27 4.19 5.24 4.74 4.70 4.85 6.29 1.74 6.34 5.10 8.42 2.10 6.BT Novembro de 2007 149/186 .50 8.10 3.87 7.87 4.16 2.65 1.48 6.20 1.34 1.54 6.50 6.78 5.10 7.84 2.69 3.68 8.65 4.20 1.08 6.91 6.82 2.26 1.68 5.43 3.50 5.25 6.32 7.59 2.86 7.66 7.76 8.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.48 8.43 6.20 1.48 7.66 6.20 1.18 8.78 4.20 1.27 3.20 1.00 6.46 4.28 3.52 2.79 6.11 5.62 3.81 6.11 7.54 3.90 8.24 8.05 7.18 2.30 8.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.42 6.06 6.95 1.81 7.20 1.62 6.33 6.28 7.94 RECON .02 2.13 2.00 4.94 5.14 5.76 6.36 5.30 2.72 3.36 7.17 4.87 3.60 6.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.72 5.03 4.03 6.04 4.43 8.34 6.37 8.20 1.09 4.46 3.95 4.60 5.59 7.90 3.91 3.10 2.46 1.32 1.77 5.99 8.70 2.64 5.20 3.44 1.49 3.14 7.13 5.64 6.61 3.36 1.37 6.64 8.13 8.80 5.47 5.62 8.48 1.83 5.53 1.58 6.63 4.88 2.83 1.16 7.04 8.74 2.82 6.32 2.40 8.60 8.68 4.67 2.62 4.16 8.20 1.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .47 2.20 1.49 2.25 2.18 3.20 4.28 8.42 7.23 5.40 3.61 5.58 5.52 7.30 4.93 7.45 6.54 7.87 6.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.46 7.28 5.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.20 1.54 2.17 7.44 2.20 1.34 8.28 2.96 3.62 2.86 8.38 3.72 2.20 1.65 7.51 4.60 1.93 3.

09 68.46 51.99 74.82 54.66 62.04 18.09 64.10 27.00 83.14 77.59 66.82 40.14 79.42 82.65 19.84 82. DIV.00 83.25 19.49 82.24 82.34 75.74 82.00 83.00 83.64 79.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .39 82.39 73.00 83.89 82.86 20.46 37.70 35.04 79.39 70.39 72.09 82.86 82.79 73.74 77.75 82.32 82.34 80.52 30.59 81.64 80.38 54.09 65.79 81.02 51.54 78.54 81.89 81.00 83.66 17.39 71.08 24.93 82.00 83.33 31.57 82.18 57.34 65.54 80.73 31.34 79.98 46.99 72.59 72.00 83.84 5.94 79.00 83.44 82.34 82.00 83. DIV.34 67.69 25.67 82.02 37.94 80.26 39.48 24.92 29.24 80.81 82.70 39.99 73.09 69.00 83.00 83.58 38.00 83.00 83.62 43.54 47.14 80.84 81.12 30.62 82.76 13.79 82.29 77. 82.12 82.34 68.83 82.74 80.78 63.09 67.90 36.94 80.00 83.19 81.10 15.04 75.00 83.64 82.94 32.18 43.22 82.14 52.52 82.59 73.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.90 82.19 72.62 57.06 56.22 48.84 64.73 82.34 78.30 58.76 7.50 27.77 82.85 82.24 76.00 RECON .54 76.64 75.19 75.89 16.91 82.19 70.42 45.84 66.24 79.09 76.14 82.84 76.19 73. DIV.19 74.30 44.69 76.89 80.17 82.92 82. DIV.69 82.04 78.44 79.42 59.BT Novembro de 2007 150/186 .27 22.59 69.34 64.06 21.54 14.37 82.32 15.88 23.50 56.54 61.19 78.38 40.29 25.22 34.49 81.88 82.22 62.54 33.84 65.99 82.59 64.69 81.68 9.04 80.94 81.54 82.67 22.98 12.64 81.97 83.58 52.29 82.10 47.74 79.89 78.00 83. 80.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.64 10.74 74.94 41.34 49.76 82.64 78.00 83.04 82.50 42.06 42. 35.00 83.89 75.44 77.59 77.59 82.24 81.79 71.59 70.26 53.94 55.74 81.84 69.79 69.74 78.90 50.14 81. 74.79 72.00 83.44 78.99 70.90 26.79 75.99 71.86 59.19 82.99 81. DIV.27 82.86 45.87 82.88 4.34 66.59 65.59 68.20 11.80 82.31 28.78 82.84 67.78 49.74 58.71 28.70 53.96 82.44 81.00 83.44 18. ---3.94 76.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.46 21.10 61.59 67.79 70. DIV.84 79.14 38.98 60.66 34.99 77.00 6.39 76.95 82.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.59 71.34 81.49 75.04 81.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.00 83.09 66.72 8.09 81.39 81.47 82.19 71.34 69.84 68.54 79.94 82.84 78.59 63.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.00 83.29 81.42 11.74 44. 63.00 83.44 80.66 48.39 74.10 33.82 82.

até 80 litros Aquecedor de água .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .BT Novembro de 2007 151/186 .3/4 HP Ar condicionado .1 HP Ar condicionado .20 polegadas TV em cores .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .

3Φ 125 . (9).2 < D ≤ 33.3Φ 70 .2Φ 40 .3Φ 40 .1Φ 40 .3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado. (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.1 33.1Φ 70 .3Φ 60 .1Φ 30 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .2Φ 70 .0 < D ≤ 66.7 49.4 41.7 < D ≤ 58.1Φ 40 .4 4.6 6.3 < D ≤ 19.3Φ 175 .9 19.2Φ 30 .9 < D ≤ 23.1 < D ≤ 41.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 150 .3Φ 200 .3 3.4 < D ≤ 49.3Φ 100 .1Φ 30 .3 13.1Φ 60 .4 < D ≤ 6.TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).2 23.3 < D ≤ 4.BT Novembro de 2007 152/186 .0 58. a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .

verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção).3 kVA). 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. portanto cabe ao Consumidor. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. 6) É obrigatória. em eletroduto e instalado pela Light. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral). RECON . 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção). O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação.NOTAS: 1) O ramal de entrada.1 kVA). a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.BT Novembro de 2007 153/186 . de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. uma condição que sempre deve ser considerada. A critério da Light.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola. e. em cabo concêntrico ou multiplex. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. através de seu responsável técnico. A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação.

cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. por conveniência técnica do Consumidor. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição.) é integralmente do Consumidor. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. acessórios etc. o ramal de ligação derivado da rede aérea. entretanto. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. o custo (cabos. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º. 11) Opcionalmente. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. os respectivos disjuntores de proteção geral. RECON . incluindo eletrodutos. nesse caso.BT Novembro de 2007 154/186 . construção da linha de dutos do ramal de ligação. mão-de-obra etc. licença de obra. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação.

5 132.7 165.4 99.3Φ 500 .3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .3 < D ≤ 74. RECON .3Φ 350.6 74.3Φ 250 .6 < D ≤ 82. dependendo das condições do circuito.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2. (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).8 < D ≤ 231.3Φ 800 .9 231. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) .8 198.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).3Φ 600 .3Φ 400 . (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.1 < D ≤ 331. opcionalmente. e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.9 < D ≤ 265.3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado.3Φ 700 .8 < D ≤ 99.3Φ 1000 .5 < D ≤ 165.7 < D ≤ 198.8 82.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132.1 265.: Na coluna referente aos condutores de proteção.

do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. Cuidado especial. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. 100 mm de diâmetro interno. no ramal de entrada. uma condição que sempre deve ser considerada. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto.NOTAS: 1) O ramal de entrada. em eletroduto e instalado pela Light. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. Portanto.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). 3) Deve ser utilizado eletroduto de. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. A critério da Light. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção).BT Novembro de 2007 156/186 . considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. no mínimo. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. sempre que possível. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. em cabo multiplex. Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. e. RECON .

que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra. os respectivos disjuntores de proteção geral. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. através do responsável técnico pelas instalações. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. nesse caso. entretanto. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). licença de obra.) é integralmente do Consumidor. inclusive o estabelecimento de arco à terra. o que pode ocasionar incêndio na edificação. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. o ramal de ligação derivado da rede aérea. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. Este tipo de proteção diferencial. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. RECON . Portanto. 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral.BT Novembro de 2007 157/186 . O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. o custo (cabos. lembrando contudo. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2.6) É obrigatória. construção da linha de dutos do ramal de ligação. 10) Opcionalmente. em algumas situações. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). por conveniência técnica do Consumidor. mão-deobra etc. cabe ao Consumidor. em vez de aéreo pode ser subterrâneo.

3Φ 100 .9 22.3Φ 60 .2 < D ≤ 114. (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .3Φ 40 .7 49.3Φ 150 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.2 < D ≤ 71.3Φ 175 .8 < D ≤ 100.6 6.4 < D ≤ 6.5 < D ≤ 13.3Φ 60 .3Φ 40 .3 < D ≤ 4.1 40.TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .2 < D ≤ 33.3Φ 200 . se em média tensão ou baixa tensão.3Φ 100 .5 220 1Φ 380 3Φ 30 .3 3.4 4.9 < D ≤ 34.1Φ 40 .2 23. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.5 11.3Φ 175 .3Φ 200 .3 D ≤ 5.1 < D ≤ 41.3Φ 150 .3Φ 125 .3Φ 30 .1Φ 30 .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 70 .2 100.1Φ 30 .8 85. (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.2 < D ≤ 22.3 34.7 7.5 71.1Φ 70 .1Φ 70 .7 5.1Φ 40 .1 < D ≤ 57.4 41.9 19.5 < D ≤ 85.4 < D ≤ 49.9 < D ≤ 23.3 13.3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.3 < D ≤ 40.1Φ 60 .2 57.1Φ 60 .3Φ 125 .7 < D ≤ 11.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.4 D ≤ 17.2 17. (6).3Φ 70 .7 < D ≤ 7. PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.1 33.3 < D ≤ 19. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).

cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. nas salas. nº de circuitos. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. a critério da Light. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora.). Nesse caso. se aéreo ou subterrâneo. a Light deve informar a opção de atendimento. incluindo a medição de serviço. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. quadros de proteção internos às unidades consumidora. nos apartamentos. Todavia. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor.BT Novembro de 2007 159/186 . RECON . classe de tensão etc. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. pode ser em cabo singelo. Deve ser dimensionado. ou seja. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. por se tratar de sistema de medição coletiva. junto a proteção geral coletiva. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada.da edificação em “kVA”. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. O ramal de ligação coletivo. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. 5) Para a medição de serviço da edificação. também com proteção diferencial. como nas tabelas para entrada individual. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. utilizando cabos singelos. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer.

mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. As Figuras 11.Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. Este tipo de proteção diferencial. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. Uma opção é calcular a demanda em kVA. As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). contidas nesta Regulamentação. inicialmente desejados por painel. medição e proteção. mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. em algumas situações. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. o que pode ocasionar incêndio na edificação. que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta.5 kVA na classe 380/220 V. inclusive o estabelecimento de arco à terra.BT Novembro de 2007 160/186 . portanto. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. deve ser tratado caso a caso junto à Light. RECON . 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. 12 e 13 com suas variações. 7) É obrigatória. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e.

a barra de proteção. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . ou seja.Obs. se houver disponibilidade na edificação. as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada. pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes.: Conforme já explicado. a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial. contudo.BT Novembro de 2007 161/186 .

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

5 < D ≤ 13. (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.1Φ 60 .2 < D ≤ 71. RECON .1 33.1Φ 70 .TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .3 D ≤ 5.1 < D ≤ 57.8 < D ≤ 100.3Φ 125 . se em média tensão ou baixa tensão.3Φ 175 .1 < D ≤ 41.4 4.5 < D ≤ 85. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.4 < D ≤ 49.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .3Φ 60 .7 49.7 < D ≤ 7.3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.3Φ 125 .2 < D ≤ 114.1Φ 60 .2 < D ≤ 22.1Φ 40 .3Φ 175 .3 3.3 34.4 D ≤ 17.3Φ 60 .CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 100 .1 40.9 < D ≤ 23. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.1Φ 40 .5 71.3Φ 40 .7 5.3Φ 150 .9 < D ≤ 34.3Φ 150 .1Φ 30 .3 13.9 19.3Φ 200 .3Φ 70 .8 85.5 11.3 < D ≤ 4.2 < D ≤ 33.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 200 .3 < D ≤ 40.4 41.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição .9 22.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.BT Dezembro de 2006 .4 < D ≤ 6.7 7.2 100.6 6.2 17.3Φ 70 .3Φ 40 .3 < D ≤ 19.2 23.1Φ 30 .2 57. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.7 < D ≤ 11.3Φ 30 .1Φ 70 .3Φ 100 .

BT Novembro de 2007 164/186 . O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. 4) É obrigatória. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado. os respectivos disjuntores de proteção geral. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. o que pode ocasionar incêndio na edificação. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. em algumas situações. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. incluindo eletrodutos. por se tratar de sistema de medição coletiva. O seu dimensionamento. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. nº de circuitos. a Light deve informar a opção de atendimento. como nas tabelas para entrada individual. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. se aéreo ou subterrâneo. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. mão-de-obra etc. ou então em cabo armado instalado em eletroduto.. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos.O ramal de ligação coletivo. RECON . são fornecidos e instalados pelo Consumidor. a critério da Light. Todavia. Este tipo de proteção diferencial. acessórios etc. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. pode ser em cabo singelo.). os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original.) com base na legislação específica em vigor. em função dos valores solicitados de demanda. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. classe de tensão etc. utilizando cabos singelos. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual.

devem ser apresentadas à Light para análise.0 D ≤ 3.00.0 10. postes.3 < D ≤ 74.07. 3) Devem ser rigorosamente observados.3 3.7 49.3 66. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.1.8 82.3 13.0 D ≤ 10.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.2 23.4 < D ≤ 49.6 74. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ.1 < D ≤ 41. RECON .8 < D ≤ 99.BT Novembro de 2007 165/186 .6 6.4 41.0 D ≤ 4.6 < D ≤ 82.0 < D ≤ 13.0 6.0 < D ≤ 14.7 < D ≤ 58.3 < D ≤ 4. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.0 58.1 da Seção 02. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.9 < D ≤ 23.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados.4 < D ≤ 6.4 99.9 19. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento.2 < D ≤ 33.4 4.0 < D ≤ 6.6 < D ≤ 8. conforme estabelecido em 14.1 33.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.0 8.3 < D ≤ 19.0 < D ≤ 8. 0 1.0 < D ≤ 66.0 1.0 4.0 150 7.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

RECON - BT

Novembro de 2007

166/186

TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
RECON - BT Novembro de 2007
167/186

SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

RECON - BT

Novembro de 2007

168/186

BT Novembro de 2007 169/186 .5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono . conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC.5 2.TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1. tipo leve.5 2. classe A. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono. em milímetros. tipo rosqueável. RECON .equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1. em milímetros. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2. deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos. só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC.

Nesta tabela foram consideradas: .Temperatura ambiente – 35° C’ .BT Novembro de 2007 170/186 .Temperatura do barramento – 65° C’ RECON .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.

O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que. 3. esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo.2. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. RECON . 4. Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura.BT Novembro de 2007 171/186 . Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm. 5.

75 0.TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.70 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.80 0.80 0.75 0.70 0.BT Novembro de 2007 172/186 .65 4 RECON .

BT Novembro de 2007 173/186 .RECON BT ANEXOS RECON .

............. (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON ............ de minha propriedade...........)..A...............nome do profissional ..................................(Rua / Av.................. legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº .........Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro.....................BT Novembro de 2007 174/186 ............ de de À Light Serviços de Eletricidade S... ...... Atenciosamente... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (........... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na ......... / Nº / Bairro / Município / Estado)........

seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA). Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. daquele disjuntor que possa ter falhado.BT Novembro de 2007 175/186 .Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante. O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção . Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. ou seja. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial.CSMD indicada para a demanda solicitada. mecânico por meio de alavanca. Nas caixas a jusante da CSMD. Porém o rearme deve ser manual. de forma seletiva. Figura “ A” RECON .

entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). 2) O arranjo dessa Figura “ B” . todavia nessas proteções. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON . como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. podem ser utilizados. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. nesse caso.BT Novembro de 2007 176/186 . tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético.: 1) Também nesse arranjo. pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. principalmente. por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito).Opcionalmente. somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. OBS. bem como o arranjo da Figura “ A” . quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação.

o que pode ocasionar incêndio na edificação. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. inclusive o estabelecimento de arco à terra.. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. ou seja. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção). Apenas como esclarecimento. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. Entretanto. RECON .BT Novembro de 2007 177/186 . tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. por cargas monofásicas de grande porte. em sua maioria. em algumas situações. geladeiras. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. máquinas de lavar roupas. dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. Na escolha do dispositivo diferencial. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção).5 V. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. Portanto. o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. só podem ser aterrados no condutor de proteção. fogões etc. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. tanto para os disjuntores termomagnéticos. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil). principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. que já possuem. que funciona em série com o disjuntor termomagnético. com base no estabelecido na NBR 5410. com agravo para os circuitos longos. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés.

BT Novembro de 2007 178/186 . que além de enxergar as correntes de fuga. pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON .Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR. possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.

somente enxerga as correntes de fuga. ou seja. em geral. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s.BT Novembro de 2007 179/186 . além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito. não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. Logo. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que. RECON . ou seja.

PDMD. medição e proteção geral. CDE.Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . Dimensões em mm. CDM. RECON .As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. lateral ou traseiro. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. CSM.). em qualquer hipótese.BT Novembro de 2007 180/186 . devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo. sem nenhuma saliência ou indicação externa. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. b . Não serão aceitas dobradiças externas. CD. a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. PSMD. CPG etc. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light.No caso de portas frontais com dobradiças. PDM. Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. superior. inferior. CM. CSMD. c . estas deverão ser do tipo interna.

deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. ou seja. Nesse sentido. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. primeiros socorros. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. Portanto. nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. considerando as situações de medição indireta. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. através de amperímento “alicate”. Nesse caso. além das verificações visuais citadas acima. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir. BASES FUSÍVEIS. -x-x-x-x-x- RECON . se possível. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). estejam realmente abertos ou desligados e. Nesse caso. que não foram concebidos para operar em condição de carga.BT Novembro de 2007 181/186 . rigorosamente. preferencialmente. onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. sem corrente e sem tensão).Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. que o disjuntor a montante também esteja desligado. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. 3) Verificar. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. por exemplo. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. chaves etc. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. sem tensão. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. através. sem carga e. se possível.

BT Janeiro de 2007 182/182 .OBSERVAÇÕES: RECON .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful