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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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1 .9 .3 .Entrada individual 4.4.4.10 .Influências de campos magnéticos 7.Proteção contra sobrecorrentes 6.5 .4 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.6 .2 .5 .3 .Prazo de validade do projeto 5.11 .1 .2 .4.2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.Dados fornecidos à Light 5.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.2.Medição totalizadora 7.9 .Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.Medição individual 7.Medição 7.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.Em entrada individual 5.Dados fornecidos pela Light 5.3 .Entrada coletiva 4.Em entrada coletiva 5.BT Novembro de 2007 4/186 .4 .Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.1 .Tensões de fornecimento 4.Condições não permitidas 4.4 .Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.8 .Proteção contra sobretensões 6.Casos não previstos 5 .Medições especiais RECON .Ligações provisórias 5.1 .8 .Medição de serviço 7.Medição de agrupamento 7.2 .1 .1.Suspensão do fornecimento 4.4 .Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .6 .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.5.2 .6 .7 .2.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.Ligações temporárias 6 .Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.12 .Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.3 .Rede subterrânea 4.2 .Vigência desta Regulamentação 4.5.5 .3 .7 .

Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . 3A) 9.1 .Caixas para seccionador .3 .Entrada de energia elétrica individual 8.CPG-1000 (Fig.CSMD 9.2 .7) 9.3.Caixa para seccionamento.5.2 .2.Caixa para disjuntor monopolar . 6) 9. 8A) 9.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .CTP (Fig.CSMD 600 (Fig.3.Caixa para seccionamento.Caixa para seccionamento.Caixa transparente monofásica .CSM 1500 (Fig.Caixa para proteção geral .Entrada de energia elétrica coletiva 8.6 .2 .CSMD 3000 (Fig. 6) 9.Materiais padronizados 9.5.CM 200 (Fig.Caixa para disjuntor tripolar .4 . 1) 9.CS-100 (Fig.3 .1.4.1.CTM.Caixa de passagem 9.Caixas para disjuntor .Caixa para proteção geral . 3B) 9.2.3 .Caixas para medição direta .1.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.1 .3.1.1.1.1.1 .1.5.1.Aterramento das instalações 8.2.Caixa para seccionador .CPG (Fig. 6) 9.5.4.2 .1.1.Caixas para seccionamento.1 .CTM (Fig.1.CDJ 1 (Fig. 6) 9.1 .5 .8 .3 .2 .2 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.2 .Número de eletrodos da malha de terra 8.3 .1.7) 9.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Caixas para proteção geral .2.CPG-600 (Fig.CSM 200 (Fig.4 .1. 8B) 9. medição indireta e proteção .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.CPG-225 (Fig. CM 200 e CSM 200 9.1 .Caixas para seccionamento e medição indireta .1 .1.CS 9.1 . CTP.1 .Caixa para proteção geral .3.Eletrodo de aterramento 8.2 . 2) 9. 10B) RECON .2 .2 . medição indireta e proteção .Caixa para seccionador .BT Novembro de 2007 5/186 .Ligações à terra e condutor de proteção 8.5 . 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .Caixa para seccionamento e medição indireta .3 . 4) 9.5.Caixa transparente polifásica . medição indireta e proteção .1 .Aterramento do condutor neutro 8.Caixas para medição 9.1.CS-200 (Fig.CSM 600 (Fig. medição indireta e proteção .2.Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.CDJ 9. 4) 9. 8A) 9.1.5.Caixa para seccionamento e medição indireta .3.CSMD 1500 (Fig.2 kVA 8.10A e Fig.2 .Caixas de inspeção de aterramento (Fig.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8.3.CDJ 3 (Fig.CSM 9.1 . 5B) 9.2 .5.3 .2.1 .

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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SEÇÃO B) . TOMÓGRAFOS.TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) . (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X. SPLIT E FAN-COIL.FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. SPLIT E FAN-COIL.SEÇÃO A) .º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 .SEÇÃO A) .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .SEÇÃO A) .SEÇÃO B) .BT Novembro de 2007 9/186 .SEÇÃO A) . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.SEÇÃO A) . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N.SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.

MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. BASES FUSÍVEIS.TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .BT Novembro de 2007 10/186 . OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .

2. com medição individualizada.Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras. que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação. 2. 2.5 .Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora.BT Novembro de 2007 11/186 .4 .Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada.6 . caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto. 2. Ao sistema de distribuição da Light. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL. medição e proteção.3 . com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes.CONDIÇÕES GERAIS 1 .Consumidor Pessoa física ou jurídica. 2 .Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.1 . 2.2 .Unidade consumidora Instalação de um único consumidor. RECON . das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.Terminologias e definições 2.

situado no limite da propriedade com a via pública. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. da operação e da manutenção. por conveniência do Consumidor. RECON . 2. d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. O trecho interno do ramal. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. bem como operar e manter o seu sistema elétrico. g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). relativamente a viabilização do fornecimento. tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor.2.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo.7 . o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional.Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral).BT Novembro de 2007 12/186 . considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte). f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação.8 . a partir do limite de propriedade. resoluções e regulamentos aplicáveis. o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL. na fachada. o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. Entretanto. o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. observadas as condições estabelecidas na legislação.

para instalação das caixas destinadas ao seccionamento.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. 2.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega. conforme item 9. interligação com eletrodutos etc.11 . além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica. 2. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem.5 desta Regulamentação. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada. 2. 2. expressa em quilowatts (kW). onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa. de fácil acesso.14 .Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação. RECON . obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização. caixas. no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. 2.º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes.10 . iluminação.Espaço físico Ambiente apropriado. sistema de medição e outros equipamentos da Light. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n. quadros.15 . chaves. atendendo todas as condições de ventilação.BT Novembro de 2007 13/186 .9 . a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação.12 . 2.Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação.13 . disjuntores.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação. 2. aterramento. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores.

consideradas as suas revisões e atualizações.Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros. e.1 .Limites de fornecimento de energia elétrica 4.2 . consideradas as sua revisões e atualizações.Decreto n.Resolução da ANEEL n. 3. circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção.Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica. referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores. Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC).019 de 26 de fevereiro de 1957.Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 . determina o cumprimento das normas da ABNT. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica.1 . 3.3 .º 41. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados. Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica. resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ. 3.5 .º 456. de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas. bem como outras normas aplicáveis. detecção. a partir da porta de acesso da edificação.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT.BT Novembro de 2007 14/186 .Dispositivos legais 3. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País. 3. decretos.3 .6 .5 kVA (380/220 V).Leis. 3.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66.4 . através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. atinentes a leis. entre outras providências. RECON . atualizadas. 4 .3 kVA (220/127 V) ou 114. bombas de recalque. combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros.

NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado.2. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT.1. instalada conforme a seguir: 4.2 . Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna. dependendo da conveniência técnica.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota). podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo.2. 4. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor. está limitado para demandas até 300 kVA.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local. o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. No caso de não atendimento dessas exigências.1.4. em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).2 . dependendo da conveniência técnica. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga.Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). poderá ser aéreo ou subterrâneo.2. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade.BT Novembro de 2007 15/186 .1 . Em função de aspectos técnicos.Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4. implicando na poluição visual e na agressão ambiental. a critério da Light e em comum acordo com o consumidor. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores.2. O ramal de ligação. 4.3 .Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora.1.1. RECON . principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA.

a qualquer tempo. o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA. nas condições estabelecidas no item 4. não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo.três fases + neutro RECON . seja em tensão 13. bem como ao sistema de medição.2 e 4. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade.2. 4.4. e deve sempre estar localizado no pavimento térreo.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada.1. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V .1 .2 . ao nível da rua. nas seguintes tensões nominais: .Rurais 380 / 220 V . bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento. 4. quando solicitado pelo consumidor.Redes subterrâneas a 4 fios .uma fase + neutro .2.3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados. O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação.1. alínea “ b” .Sistema subterrâneo dedicado .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.4 . na frequência de 60 Hertz.Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios .Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão. Neste caso. Entretanto.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA. Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público. 4.2. a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade.2 kV.Urbanas 230 . quando inexistir a condição para instalação interna.3 .1. artigo 3º. 4.BT Novembro de 2007 16/186 .2.Redes aéreas monofásicas a 3 fios . deve permitir livre acesso pela Light.Urbanas / Rurais 220 / 127 V . o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade. inciso II. O local físico destinado à cabina de transformação.1.2.duas fases + neutro .2 desta Regulamentação. aéreo ou subterrâneo.115 V .

0 < D ≤ 6. 3 D ≤ 4.0 D ≤ 5.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .2 .BT Novembro de 2007 17/186 . Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida. Urbano bifásico.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 . 4.6 < D ≤ 8.5 .7 D ≤ 7. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V.0 D > 8.0 < D ≤ 8.5 < D ≤ 13. Trifásico. 4 4.4 D > 13. Rural monofásico.4 < D ≤ 6.0 D ≤ 3.0 8. Trifásico especial RECON .4 (n. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro).0 < D ≤ 14.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão.0 D ≤ 8.5 11.0 D ≤ 4. Urbano monofásico.4.0 6.7 < D ≤ 11.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3.0 4.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.7 7.três fases + neutro 4. Urbano monofásico especial.6 6.

distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. h .Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. RECON .Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição. ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. f . d . 2 . 3 .00 desta Regulamentação. desequilíbrios.Condições não permitidas a .BT Novembro de 2007 18/186 .Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas. (ver item 10 desta Regulamentação).Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço. sobretensões. podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V.07.Avaliação de demandas. estão definidas nas TABELAS 10-A. dispositivos de compensação e outros. excedentes reativos.Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light. 4 .Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor.Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos. sem prévia consulta e autorização da Light. cintilações.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados.4 kVA. 11-A e 11-B.A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional. a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. oscilações.6 . 10-B.Instalação de filtros. b .) com potência superior a 4. e .Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.7 .NOTAS: 1 . Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light. g . item 13 . aquecedor etc. em função da demanda calculada. sem prévia consulta e autorização da Light. afundamentos de tensão. 4.As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico. a qualquer tempo. em ambientes não validados e mal iluminados. 4. a inundações (subsolos). c . torneira. fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação.

de acordo com o sistema de geração projetado.).i . absolutamente independente da instalação normal.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo. com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. quando esse for exigido. . alimentado pelo gerador particular. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência. proteção. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. devem prever.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. distribuição Obs. 4. a qualquer tempo.8 . o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica.Construção de circuito de emergência. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. RECON .9 .Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. 4. . uma das seguintes condições: .Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light.Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação.BT Novembro de 2007 19/186 . k . deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. j . com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida. NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente. Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade. cabinas de transformação quando houver etc. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição.

3 desta Regulamentação. tipo de atividade (residencial. RECON . sempre que ocorrerem modificações. endereço completo do local.1 . 5. ramal subterrâneo. consideradas as eventuais revisões e atualizações. nível de tensão. bem como com as normas brasileiras atinentes. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação.4. com esta Regulamentação e padrões vigentes. Dessa forma. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n. torna-se fundamental a prévia consulta à Light.2 . as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. 4. constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. croquis de localização. tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis. Para tanto.BT Novembro de 2007 20/186 .Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas.07. na devida oportunidade.º 456 da ANEEL.Cópia dos padrões de ligação. os seguintes elementos: . 5. comercial. 5 .Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. 4. carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento.12 .10 .00 desta Regulamentação. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo.11 .Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias. em conformidade com as determinações da ANEEL. deve ser apresentado pelo interessado.

São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. mobiliário urbano. quando necessários. . por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. nas tensões 127 V ou 115 V. NOTA: As entradas individuais de baixa renda. com demanda avaliada até 4.3 .) monofásicas em 127 V ou 115 V.0 kW (demanda avaliada até 14. quando existente.BT Novembro de 2007 21/186 . e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea.Formulários padronizados.. se desejado. com carga instalada até 15.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. exclusivamente residenciais. Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. bancos 24 horas.115 V. . destinadas exclusivamente ao atendimento residencial.0 kVA). tais como. boxes etc. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. 5.3 kVA). localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas.4 kVA. . . . monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 .Condições estabelecidas para o atendimento. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. . b . se desejado. bancas de jornal. .Entradas individuais isoladas situadas em via pública. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . situadas em via pública.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.Tensão de fornecimento. RECON .4 kVA.Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a . por profissional credenciado pelo mesmo.Entradas individuais isoladas. cabinas telefônicas. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural.3 desta Regulamentação.0 kW (demanda avaliada até 13.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados).Tipo de atendimento. aérea e subterrânea. devem ser sempre monofásicas.Entradas individuais isoladas. com demanda avaliada até 4. exclusivamente residenciais. sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. ou. localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. quiosques.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. com carga instalada até 15. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.Pequenas unidades consumidoras (barracas.

5. com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. Características técnicas dos equipamentos e materiais.3 kVA. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra.terminais rodoviários. equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc.BT . se desejado. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). juntamente com diagrama unifilar. ou. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. com demanda avaliada superior a 13. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. Quadro de cargas. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. Avaliação da demanda.00 desta Regulamentação.4 . exclusivamente em 220/127 V. da proteção geral de entrada. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico.07.3 desta Regulamentação. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03.07. 5. 5. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5. juntamente com diagrama unifilar. contendo: Diagrama unifilar. desenhos de detalhes técnicos. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta.5 . c . autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.00 desta Regulamentação. para tratar dos serviços técnicos junto à Light.1 . desenhos de detalhes técnicos. Planta de localização. Novembro de 2007 22/186 RECON .

Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas.6 . dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. 5. NOTAS: 1 . Tensão de atendimento. Para todos os demais casos contidos nos itens 5. findado o prazo em questão.5. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ. todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5.3 desta Regulamentação.5.3 e 5.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações. Planta de localização. através do programa normal de obras. a partir da data de validação do projeto apresentado.Anotação de Responsabilidade Técnica. 2 .Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada.BT Novembro de 2007 23/186 . Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.1 kVA. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação.Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light. Cabe destacar que. oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. 3 . é de até 18 meses. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição.4 desta Regulamentação.7 . 5. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação.Durante a fase de análise do projeto apresentado. é obrigatória a apresentação da ART . relacionando todos os serviços sob sua RECON . Quadro de cargas. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33. da proteção geral de entrada. Características técnicas dos equipamentos e materiais. o Consumidor. contendo: Diagrama unifilar.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. Avaliação da demanda. a necessidade de extensão de prazo. em tempo hábil e quando solicitado. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo.2 . devidamente atualizados.

Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. circos. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e.). exposições etc. quando for o caso. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto.BT Novembro de 2007 . obras públicas. 24/186 RECON . idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light.9 . Nas entradas individuais. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. em conformidade com as normas da ABNT. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. 6 . os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. edificações diversas etc. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). 5.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica.8 . a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. Deve ser feita consulta prévia à Light. o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso.1 . Para tal.Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. Deve ser feita consulta prévia à Light. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. 6.).responsabilidade e os dados técnicos da instalação. no ponto de instalação. feiras. com disponibilidade de bobina de disparo. 5. parques. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito. caracterizada como responsabilidade do Consumidor. trifásica e simétrica.

BT Novembro de 2007 25/186 . devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos. DDR ou dispositivo diferencial acoplado).Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. capacidade de interrupção etc. no ponto de sua instalação. simétrica. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). tensão nominal. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção). de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização. de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. NOTAS: 1 . mantidas as suas atualizações. 6. deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas.) a partir de catálogo do fabricante. 2 . Quando empregado disjuntor ajustável. RECON . a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante. A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito).Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. Outra alternativa para a proteção diferencial. O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito).A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito.2 .Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR. faixas de atuação temporizada e instantânea. A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga).

Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light.BT Novembro de 2007 26/186 . em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL . 6.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos.4 . 7.5410 da ABNT.DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. consideradas as suas atualizações. o responsável técnico deve prever. bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição).Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores. 2 . também se aplicam às proteções diferenciais.As notas 1 e 2 do item 6. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos.1. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR . devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos. seja em regime permanente ou transitório.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes. Deve ser proporcionada a segurança de pessoas. dispositivos de controle. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. RECON . Quando da utilização de DPS’s. que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação.3 . estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica.NOTAS: 1 . quando forem os casos. instalações e equipamentos. equipamentos ou instalações sensíveis. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões. tanto em regime permanente quanto em regime transitório. Nesse sentido. 6. caixa especial para abrigar os componentes. quando necessário. motores e outros).

7. salas. mistos e outros.2 . a boxes. galpões.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes.60 0.). 7. por conveniência do Consumidor. 7. 27/186 RECON . Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio. A Seção 03. desde que caracterizado como ligação coletiva. prédios residenciais. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que.50 2. comerciais. boxes.50 0. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública). devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0. lojas. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição.4 .7. residências individuais.Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado. 7. bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo.40 0. lojas. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras.5 .07. e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva).80 1. bombas d’água.BT Novembro de 2007 .1.00 1. elevadores etc. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular.3 .00 NOTA: As TABELAS 17 e 18.Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação.

Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. como parte integrante da instalação.entradas individuais e coletivas). de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A. o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção. As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação. é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo). junto à proteção geral de entrada que também. que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral).1 .Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva.2 a seguir. O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada. à qual deve ser permanentemente interligados.2 . 10-B. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica.BT Novembro de 2007 28/186 . sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. 8 . de acordo com as prescrições atualizadas da NBR . onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais .Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação.6 . desde que previamente definido e acordado com a Light.Aterramento das instalações 8. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL. O condutor de proteção deve ser em cobre. RECON . quando for o caso.7.5410. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. deve contemplar proteção diferencial residual. 8.Medições especiais Outras modalidades de medições. também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora. isolado na cor verde ou verde e amarela. bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos.

Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.4 . 8. Contudo. Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes.Entrada individual de energia elétrica 8. deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. bem como também interligadas entre si internamente à caixa.1. a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento. RECON . Não devem conter emendas.1 e 8.5. conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A.BT Novembro de 2007 29/186 .Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23. não deve ultrapassar 25 ohms. para qualquer das condições a seguir.5.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4". A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação.3 . Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral. no mínimo. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8. sendo que o valor máximo da resistência de aterramento.5 . 8. de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais.2 desta Regulamentação.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.3 desta Regulamentação. Na proteção geral de entrada.1 .Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção. 8. uma haste de aço cobreada. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção). somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. 10-B.8.1 . o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. de forma a evitar processos corrosivos. Contudo. OBS. havendo possibilidade.5410. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8.

de seção não inferior a 25 mm². com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON . interligadas entre si por condutor de cobre nu.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas. além de dispositivo para instalação de selos. O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.Entrada coletiva de energia elétrica 8. interligadas entre si por condutor de cobre nu.5.5.5. 8.2. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.3 . As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.5. de espessura mínima de 3 (três) mm. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.1.2. devem ser em policarbonato incolor e transparente.8. 9 .2 .1. no mínimo. de seção não inferior a 25 mm².Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas. de seção não inferior a 25 mm².5. painéis. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. postes etc.1 .BT Novembro de 2007 30/186 . Os visores.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light. de seção não inferior a 25 mm². 9.2 . fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light. 8. 8.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta.1 . quando existentes (caso das caixas metálicas). 6 (seis) hastes de aço cobreadas.2 .

Caixas para medição direta .BT Novembro de 2007 31/186 .1.3 . ou ainda. CM 200 . RECON .1.caixa para seccionamento e medição indireta. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.1 kVA.CTM (Fig. com medição direta e demanda até 14. 9.Caixa transparente monofásica . exclusivamente. A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9. 9. até 8.CTM.2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). ou ainda. que em geral são dispostos através de venezianas.1. principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças).1. pintura eletrostática em epóxi ou similar. CTP.CTM . 9.1 . com medição direta e demanda até 33. 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.caixa para medição direta até 200 A.caixa transparente polifásica. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente). CSMD .2. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). CSM .0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13.CSM 200 (Fig.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A. CSM 200 .CM 200 (Fig. CTP . NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33.1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57. CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente).2. NOTA: Todas as caixas devem ser montadas. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS. 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.1. medição indireta e proteção.caixa transparente monofásica. 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão.0 kVA no atendimento rural (230/115 V). 9.2 . exclusivamente. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .1. nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.CTP (Fig.1 .1. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.caixa para seccionamento. A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas.Caixa transparente polifásica .

e ainda com medição direta e demanda superior a 57.BT Novembro de 2007 32/186 .3 desta Regulamentação.8 kVA até 497.Caixas para seccionamento e medição indireta . a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas.2 kVA até 114. 9. Deve estar associada a uma CPG . pintura eletrostática em epóxi ou similar. transformadores de corrente. 9. o sistema de medição indireta (medidor trifásico.1. com demanda superior a 198.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . chave de aferição etc).Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras.1.1.3 kVA no atendimento urbano (220/127 V). ver Anexo D desta Regulamentação.CSM 600 (Fig. 9. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.2.1.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. Deve estar associada a uma CPG .2 . com demanda superior a 66. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada. Devem conter o dispositivo de seccionamento. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9. onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).0 kVA na classe de tensão (220/127 V). Para os cuidados com a operação de seccionamento.0 kVA.1 .1kVA até 66. deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A. no sistema urbano especial (380/220 V).1. RECON . Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. unidades em entradas coletivas e outros). o barramento de neutro e terra independentes.5 kVA.3 kVA até 198. OBS.Caixa de Seccionamento e Medição indireta .7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.3 desta Regulamentação.2 .2.CSM 1500 (Fig.8 kVA na classe de tensão (220/127 V).600 (caixa de proteção geral para 600 A).: Para valores de demanda maiores que 497.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente.

base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. com demanda superior a RECON .5 kVA até 343. ver Anexo D desta Regulamentação.3 kVA até 198.1 . 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas. Medição indireta e Proteção .). 9.1. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114. Para os cuidados com a operação de seccionamento. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas.1. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar. Medição indireta e Proteção .CSMD 600 (Fig.1. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.Caixa para Seccionamento. chave de aferição etc). onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.3 .2 . barras para TC.Caixa para Seccionamento. 9. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral. a até 3.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento. lojas etc. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes.Caixas para Seccionamento. estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. Devem conter um dispositivo de seccionamento.3. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.3. sistema de medição indireta (medidor trifásico. unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte). com demanda superior a 66. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão.BT Novembro de 2007 33/186 . NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. transformadores de corrente. pintura eletrostática em epóxi ou similar.9.CSMD 1500 (Fig.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal. Medição indireta e Proteção . barramentos de neutro e terra independentes.

Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A.2 . mesmo quando derivado da rede aérea.0 kVA até 994. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes.3. OBS.0 kVA na classe de tensão (380/220 V). Medição indireta e Proteção .Caixa para Seccionador . devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM. com demanda superior a 497. pintura eletrostática em epóxi ou similar. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas.5 kVA até 1717. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação.2.CS Devem abrigar.1. em ambiente selado. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial.5 kVA na classe de tensão (380/220 V).) e alta capacidade térmica. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.CS 200 (Fig. 9. 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.Caixa para Seccionador .CSMD 3000 (Fig. 9. à montante da caixa CM 200. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais.Caixa para Seccionamento.2 . Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. em instalações com demanda superior a 33.4 kVA até 858. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis).198. CTP. com demanda até 33.8 kVA até 497. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação.Caixas para Seccionador . devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento. RECON . cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858.3 .1 . CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio. exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200.3 kVA na classe de tensão (220/127 V). 9. articuláveis ou removíveis. 9.CS 100 (Fig. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.1 kVA até 66.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. noril etc.1 kVA na classe de tensão (220/127 V).2.BT Novembro de 2007 34/186 .

3. tipos “ L ” (Fig.4 kVA até 572. consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. 6) Aplicada em demanda superior a 74.CPG 600 (Fig. às barras de neutro e de proteção quando for o caso. a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. 9B).Caixa para Proteção Geral .3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada.Caixa para Proteção Geral . Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes). ou ainda em entrada coletiva como proteção geral.6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. RECON .CPG 225 (Fig. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade. deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial.8 kVA até 343.1 kVA até 74. 9.3 kVA até 128.8 kVA até 331.Caixa para Proteção Geral .2 .1 .9.6 kVA até 198. 6) Aplicada em demanda superior a 33. 9A) e “ Z ” (Fig. impedindo o acesso interno. 9. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado. antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral.3 . NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. através de janela com travamento por cadeado particular. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes.CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 9. além das barras auxiliares de cobre.Caixa para Proteção Geral . bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte). a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light. 6) Aplicada em demanda superior a 198. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.CPG 1000 (Fig.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).BT Novembro de 2007 35/186 .8 kVA na classe de tensão (380/220 V).3 kVA na classe de tensão (380/220 V).3 .3.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128. com a finalidade de permitir a derivação.3.

2 .20 m para cada conjunto adicional.4 .1 . CTP.Caixa para Disjuntor Tripolar . 9. 9. NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica. Deve ter as dimensões mínimas de 0.80 x 0.Caixa para Disjuntor Monopolar . Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) . um acréscimo de 0.0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais.CDJ 1 (Fig.4. em pelo menos uma de suas dimensões.4. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ. com demanda até 33. em alvenaria.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos.CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais.80 m para 1(um) conjunto de cabos. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . 9. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade. 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ. o projeto da caixa deve prever. centro a centro. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).) e alta capacidade térmica.CDJ 3 (Fig. noril etc. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica.80 x 0.BT Novembro de 2007 36/186 . de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light.9.Caixa de Passagem A caixa de passagem.Caixas para Disjuntor . com demanda até 8.5 .

Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo. 9.no limite da sua propriedade.BT Novembro de 2007 37/186 .6 . Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. RECON . podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. PPGP: Painel de proteção geral e parcial. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig. diretamente posicionado em baixo do muro principal. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. tanto os individuais das unidades consumidoras. sendo que para segunda opção o Consumidor. 9. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento. também.7 . As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel. que permita. quanto o de proteção geral-parcial quando existir. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. através de seu responsável técnico.10A e Fig. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. os disjuntores inerentes ao painel em questão. contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel.

azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . Os condutores devem ser. PSMD: Painel de seccionamento.Painéis de medição direta e proteção individual . Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. devem ser submetidos previamente à Light para análise. Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. vermelha (fase B). que em geral são através de venezianas.PMD 1 (Fig. As barras internas (fases. de seção 16 mm². neutro e proteção) aos painéis. quando existentes (Painéis de medição). As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. nas cores preta (fase A). 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. instalados. 9. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. PDMD: Painel de proteção geral.BT Novembro de 2007 38/186 . Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. Os visores. em Cu.Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos. medição direta e proteção individual. impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light. RECON .25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda. A seguir. medição direta e proteção individual. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior.terra). isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A).1 . principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. no mínimo. Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. branca (fase C).7. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 11A) e PMD 2 (Fig.

Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral.3 . 12A) e PDMD 2 (Fig.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. RECON . deve ser utilizado. 9.4 desta Regulamentação. o dispositivo IDR. além do disjuntor termomagnético. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). devidamente protegidos pelas proteções parciais. O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento.PPGP.BT Novembro de 2007 39/186 . 13A) e PSMD 2 (Fig. um novo painel de proteção geral e parcial .7. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado.7.7. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. um novo painel de proteção geral e parcial . 9. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais.4 desta Regulamentação. o dispositivo IDR.Painéis de proteção geral. a partir do qual devem derivar. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito.7. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante. conforme descrito no item 9. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento. deve ser utilizado. uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. já que possui dois estágios para disjuntores em série.2 . conforme descrito no item 9. os alimentadores dos painéis de medição.PPGP.Painéis de seccionamento. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante.

9.7. deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC. para receber o ramal de ligação. o dispositivo IDR. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo. Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase.4 . Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente).25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor. 9.Banco de dutos RECON . na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva.8 . através de eletroduto rígido de PVC. Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora.Painel de proteção geral e parcial . de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação. o eletroduto poderá ser dispensado. Quando a interligação for feita em cabo armado. já que possui dois estágios para disjuntores em série. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). padrão Light. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1.9 .Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. Em entrada de energia elétrica individual.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD.BT Novembro de 2007 40/186 . 9. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. aparente. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição . na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC.

o banco deve ser envelopado em concreto. Na impossibilidade de construção de banco de dutos. Nos trechos internos à edificação. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária.10 . que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal.5 desta Regulamentação. Qualquer que seja a opção adotada. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. O tipo de isolamento (PVC.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. junto ao limite externo da propriedade com a via pública. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação. 9. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410.). classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0. este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica. contemplando. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama.11 . O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light. Entretanto.0 m entre bancos. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1. pelo menos. devem ser utilizados. obrigatoriamente. utilizando. Independentemente do tipo de eletroduto.BT Novembro de 2007 41/186 .6/1 kV. CPG etc.0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre. 9.Para a instalação de ramal subterrâneo. Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1.0 (cinco) centímetros. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON . deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados. esta deve ser previamente validada pela Light. dois dutos vagos como reserva técnica. e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. de diâmetro não inferior a 100 mm.

o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. 9. quando o limite de demanda não for atendido. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea.11. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas.: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima. em cabo armado. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. Ultrapassados os referidos limites. 9. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos. os limites de queda de tensão e perda técnica. a critério da Light.1. a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação.11.7 desta Regulamentação.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. de neutro e de proteção correspondentes. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. devem ser utilizados cabos singelos de cobre. Todavia. atendidas as condições de ampacidade.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. bandeja totalmente vedada etc). Portanto. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea.Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. e a 6 (seis) circuitos. a critério da Light. 10-B. Obs. queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. 11-A e 11-B). instalados em dutos.1 . 10 B. também instalados em dutos.condições ideais de confinamento (banco de dutos. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição.BT Novembro de 2007 42/186 . RECON . ou então.1 . 11 A e 11 B desta Regulamentação. estabelecidos pela NBR . os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. compatíveis com as características do circuito. em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG.

2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada.Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. 3) A critério da Light.1. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A.BT Novembro de 2007 43/186 . Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. 9. a critério da Light. Não atendidas as citadas condições. de acordo com o nível de carregamento. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados.Barramento blindado (Bus way) RECON . a partir do ponto de ancoragem .CD e a respectiva medição. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. armado ou singelo. PSMD ou PDMD).CPG (entradas coletivas).11. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo.12 . em cabo concêntrico ou multiplex. Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. deve ser utilizado cabo concêntrico. fornecido e instalado pela Light. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. de acordo com as características da carga. bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. deve ser a continuidade do ramal de ligação. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição .CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . eletrodutos. a critério da Light. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. Nas entradas coletivas. deve ser empregado cabo singelo ou armado.2 . 11A e 11B). até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento). limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea. 9. painéis de medição. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente. proteção. 10B.2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas.

a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. negativa e zero). Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. a fim de possibilitar o processo de validação. Nesse caso. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. pelo menos. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. nível de isolamento para o qual foi projetado. perdas máximas em kW.BT Novembro de 2007 44/186 . por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. A aquisição. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. nível de curto-circuito máximo admissível. podem ser empregados. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. dimensão das barras etc). de potência máxima até 25 kVAr. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção. distâncias entre barras. associados a funções temporizadas. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. impedâncias de sequência (positiva. desenhos de diagramas unifilares. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. Dessa forma. incluindo documentação legal. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. por tensão e/ou corrente. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. RECON . Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. Unidades ou bancos de capacitores fixos. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. exclusivamente. 10 . A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %.

por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção).) Recomendado (ver obs.) Obrigatório Obrigatório OBS. RECON . ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada. A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática. devem ser imediatamente desconectados.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante). ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância.) Recomendado (ver obs.) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 . todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição. seja por fuga.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs.) Obrigatório . bancos de capacitores automáticos e/ou controlados.) Recomendado (ver obs.Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 .Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light.

RECON / BT SEÇÃO 01.Determinação da carga instalada RECON .00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.07.BT Novembro de 2007 46/186 .

Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0.) deve ser expressa em kW (CI kW). dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações. Quando não for possível essa verificação. que fornece as potências médias. aproximadas. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva.24 kVA 0.28 kVA x 0. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL. dos principais equipamentos e aparelhos.04 kVA 0.04 kVA 1. recomenda-se a utilização da TABELA 9.3 kVA 0.Avaliação de demandas RECON . conforme Resolução nº 456 da ANEEL. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos.07. No cálculo para determinação da carga instalada. a carga instalada em kVA (CI kVA.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas. Para determinação da potência de motores em kVA.92 = 11.BT Novembro de 2007 47/186 .0 kVA 0. demais resoluções e legislação atinentes. Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01. onde 0.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos.92.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.09 kVA 0.45 kVA 3. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.4 kVA 1. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.8 kVA 4.4 kVA 0. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12.3 kW 13 .

Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . Cumpre todavia ressaltar. .Método de avaliação . em entrada coletiva mista. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B). verifica-se que. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação.BT Novembro de 2007 48/186 . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. RECON . 13.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação. o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. Avaliação e dimensionamento de entrada individual. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada.) derivada de ramal de entrada coletiva. qualquer que seja o seu valor. considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. com atendimento através de ramal de ligação independente. loja. inclusive. geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto.1 . desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. . (residencial e não residencial). o que pode implicar. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. sala etc. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. A seguir. Nesse caso. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. Entradas coletivas . em função da utilização diversificada dessas cargas. isolada. sugestivamente.

em entrada coletiva não residencial. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. calculada conforme TABELA 2. considerando o fator de potência igual a 1. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros. Fan-coil). d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split. . deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. 13.0. torneiras etc. considerando o fator de potência igual a 1. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio.1 . Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras.1.). d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador. d2 aquecedores. calculada conforme TABELAS 5A e 5B.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. Previsão de carga RECON .BT Novembro de 2007 49/186 . o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos. calculada conforme TABELA 6. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes.0.. para uso residencial e não residencial. em entrada coletiva residencial. Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios .

1 desta Seção 01. considerando o disposto no item 13. em função do tipo de construção. da localização.BT Novembro de 2007 50/186 . ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado.1 . das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica. no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação.Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS . indicadas conforme a seguir: 13.1.00.3 . 13.Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR .07. 13.1.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado.1.1.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada. motores e outras cargas. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. DPG = DAG RECON .1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s). devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo. chuveiros.Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds). como aparelhos de ar condicionado.Demanda da proteção geral da entrada .1.3.Demanda do único agrupamento de medidores . da atividade do imóvel.2 .1.No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1.1. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação.

Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.3.2 .Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR . sendo o resultado multiplicado por 0. No caso de entrada exclusivamente residencial.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR).Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR .Demanda do ramal de ligação DPG .BT Novembro de 2007 51/186 . No caso de entrada mista (residencial e não residencial).Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR .1. DPG = kVA (Aeq.1. sendo o resultado multiplicado por 0. geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG).80. ) ( ver item 13.80.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.80.) x Fd ( Nº total de Aptos. sendo o resultado multiplicado por 0. DR = (DAG + DS) x 0.80 RECON .A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).Demanda da proteção geral da entrada DAGR .Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .80 13. a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” . a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13.

13.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4.1 . Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.4 kVA). Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. . Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) . compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil.Método de avaliação .2. condomínios horizontais e vilas). que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0.BT Novembro de 2007 52/186 .2 .80. deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B. condomínios horizontais e vilas).4 kVA). sendo o resultado multiplicado por 0. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” .80 13. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. demandas da proteção geral (DPG).A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso. RECON .

034939 x S 0. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis.BT Novembro de 2007 53/186 . exclusivamente.0 < P ≤ 8. 4 kVA.0 8. aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0. com potência nominal superior a 4. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades.0 6. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências.0 < P ≤ 10. é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A.0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².4 kVA). Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança. deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança. Em seguida.895075 RECON . A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água.A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4.4 < P ≤ 6. conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4. onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq.

todos os apartamentos com chuveiros de 4.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA.d. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn. (S2) + Nº de Aptos.4 kVA. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2.)] DPG = kVA (Aeq. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. 7-B e 8. . DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. . (Sn) Nº de Aptos.”) e do F. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1.BT Novembro de 2007 54/186 . S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. (Sn) x Sn ] Nº de Aptos. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. (S1) + Nº de Aptos.44 (TABELA 8) 51. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2.93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. A eq = Onde: [ Nº de Aptos. ( Nº total de Aptos. + [ Nº de Aptos. (S2) x S2 ] + . Nº de Aptos. Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento.44 = RECON .93 x 17.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2.) x Fd ( Nº total de Aptos.

) x Fd ( Nº total de Aptos. Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.2 “ Método de avaliação .1 “ Método de avaliação .44 = 36.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo.BT Novembro de 2007 55/186 .2. (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais. 7B e 8.52 x 29.A) x Fd (40 Aptos) = 29.1.12 x 17. deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2.39 kVA 13.Seção B”. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.52 = 74.52 kVA (TABELA 7 .97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2.DAGR (Aptº 70 m²) = 2.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores. ) RECON .12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. às cargas de serviço do condomínio. deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.Seção A” .1 “ Método de avaliação .Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo.1 .

2 . a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial).Seção A” à carga instalada do serviço. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC). Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes. as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.80. RECON . a demanda de serviço DS deve ser determinada. sendo o seu resultado multiplicado por 0. através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.1 “ Método de avaliação .Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.1 “ Método de avaliação . à carga instalada de cada unidade consumidora. DR = ( DPG + DSR ) x 0. residencial ou não residencial. onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR). a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.2.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos.Seção A”.1 “ Método de avaliação .BT Novembro de 2007 56/186 .80 13.1. deve ser determinada. de um mesmo agrupamento de medidores.

através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13. A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada.1. Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial).Seção B” estabelecido no item 13. ao conjunto de cargas residenciais. Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0.80. ao conjunto de cargas não residenciais. DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial.1 “ Método de avaliação . DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio. determinada através do “Método de avaliação .A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas. sendo o resultado multiplicado por 0.80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).Seção B”.2. escritórios e outros) deve ser determinada.80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio.Seção A”. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .2 “ Método de avaliação . determinada através da aplicação do “Método de avaliação .BT Novembro de 2007 57/186 .Seção A” estabelecido no item 13.80 RECON . através da aplicação do critério estabelecido no item 13. deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0.1.Seção A” estabelecido no item 13.

Seção A” estabelecido no item 13.1 x 1/2 CV .2 x 1 CV .Seção B” estabelecido no item 13.2. Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos . calculada através da aplicação do “Método de avaliação . área útil de 300 m².2 x 3/4 CV .1 x 1 CV . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.3 . DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.5 kVA .Seção A” estabelecido no item 13.9.2 x 2. 13.0 kVA Sauna RECON .BT Novembro de 2007 58/186 .6.3 x 4.1.2 x 1/4 CV (1 reserva) .Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada. DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.Seção A” estabelecido no item 13. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .0 kVA .Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).1. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais.4 kVA .1. determinada através do “Método de avaliação .

66 )] + 9.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.4) + (2 x 2.0 + 13.40) + (1 x 0.0 Carga instalada (CI) = 44.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.92 = 41. é necessário avaliar a demanda da instalação.0) d2 = (3 x 4.0 d2 = 21.70 + (2 x 2. a partir da carga instalada.81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.0 kVA.A .0 + 3.5) + [(2 x 1. ou seja.030 x 300 = 9.60) + (1 x 0. B .0) x 1.56 kVA RECON .BT Novembro de 2007 59/186 .75 + (1 x 9.52 + 0.0 Carga instalada (CI) = 9.52) + ( 2 x 1.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.26)] + [ (1 x 1. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.52 + 1. maior que o valor declarado (6. logo o valor a ser considerado deve ser 9. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.5) x 0.50) + (1 x 0.2 + 5.4) + ( 2 x 2.80) + (1 x 0.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.35) + (1 x 0.87 + 0.5) + (1 x 9.52) + (1 x 0.0 kVA.0 + (3 x 4.52) + (2 x 1.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.81 x 0.4) x 0.66 + 9.Seção A” .4) + (2 x 2.04 + 2.75) + (1 x 0.30) d1 = 4.26)] x 1 = 5.45) + (1 x 0.0 kVA).1 “Método de avaliação .65) + (1 x 0.87) + (1 x 0.

3.87 + 0. Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos . RECON . FD = 63.93 kVA C .1 bomba recalque de esgoto de 3 CV .8 + 21.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras. estabelecido no item 13. Caso 2 Edificação de uso coletivo.87 kVA = 0.0 kVA .1 x 4.4 kVA . em tensão 220/127 V.93 D total = 34.Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4. da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada.6333= 1. atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.66] x 0.0 kVA .4 kVA .52 kVA = 0.1.Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.33 % d5 = [1.28 kVA A entrada individual deve ser trifásica.56 + 1.3.BT Novembro de 2007 60/186 .1reserva = 3 Logo.2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) . a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação .1 x 4.Seção A” . um único agrupamento de medidores (4 apartamentos).99 + 5. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m². composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).66 kVA Nº de motores = 4 . 52 + 0.

0 kVA. sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora.4 kVA RECON .0 + (1 x 4.65) = 2. ou seja. B .92 x 0.4 kVA d2 = 4.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3. Carga instalada ( CI ) = [3. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes. logo o valor a ser considerado deve ser 3.0 + (1 x 4.0 kVA.26) = 9.005 x 90 = 0.45 kVA. estabelecido no item 13. logo o valor a ser considerado deve ser 3. Carga instalada ( CI ) = [3.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” .4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14.4 x 1 = 4.4 = 4.75) + (1 x 0. ou seja. estabelecido no item 13.70) +(1 x 4.0 + 4.92 = 9. menor que o valor declarado (3.0 kVA). menor que o valor declarado (3.14 x 0. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento).92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9.1.0 + 4.1.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.030 x 96 = 2.04) = 14.0 kVA).88 kVA.4 + (2 x 1.80) + (1 x 0.BT Novembro de 2007 61/186 . à carga instalada. 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.A .4 + (1 x 2. à carga instalada. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA d1 = (1 x 0.

4 + 2.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9.04 kVA d5 = (2.4 + 4.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.06 = 11.0 x 0.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2.04) x 0.2 + 4.BT Novembro de 2007 62/186 .26) x 1 = 2.52 = 9. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio.0 = 4. RECON .4 + 5.0 kVA d1 = 3.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.75 = 5.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.70 kVA 3 CV = 4.4 x 1. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3. 80 = 2.70 + 4. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2.4 kVA d2 = 4.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.06 kVA Nº de motores = 2 Logo.

somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. Conforme estabelecido no item 13.66 = 11. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada. todas as cargas estarão envolvidas.45) + (1 x 0.62 + 7.30) + (1 x 0.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.50 ) + (1 x 0.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.80) + (1 x 0.35) + (1 x 0. a demanda do ramal de ligação será: RECON .60) + (1 x 0.26) x 0.6 kVA d2 = 17.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1. na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.06 = 24.40) + (1 x 0.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).27) + (2 x 0.BT Novembro de 2007 63/186 .75) + (1 x 0. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que.65) + (1 x 0.1 “Método de avaliação . FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5.24) d1 = 5. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3. logo: DPG = DAG = 24.6 x 0.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.Seção A”.0 kVA = 12.70 = 7.0 kVA d1 = (1 x 0.4 kVA = 17.55 + 11.

1 kVA Aparelhos de aquecimento . Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.2 elevadores de 10CV .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .23 + 11. do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON .1 x 4.2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas .1.2.1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas .0 kVA Aparelhos de aquecimento .87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28.BT Novembro de 2007 64/186 .1 x 4. Sistema de serviço único com área útil de 600 m².8 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos . um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores.DR = ( DAG + DS ) x 0. 80 DR = (24.4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .80 = 28.2 bombas de 5 CV (1 reserva) . Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas .8. em 220/127 V. materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".1 x 4.86) x 0.1 x 1 CV .

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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Conforme “Método de avaliação . Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2.64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²).. 64 DAGR1 = 2..Seção B”.64 DAGR2 = 2. Fator de Diversidade = 9. estabelecido no item 13.66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .10 apartamentos de 90 m². RECON .Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio. Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²).2.64 = 20..64 = 25.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum. e. dedicado às unidades consumidoras residenciais.10 apartamentos de 70 m². Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25.66 x 9.4 kW).BT Novembro de 2007 68/186 . Fator de diversidade = 9. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 .12 x 9.44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20. Agrupamento 2 .

50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada. RECON . DPG =2.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2.38 Pela TABELA 8.38 x 17.44 = 41. o Fd = 17.80. sendo o resultado multiplicada por 0.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. através das TABELAS 7A.80 = 57. Aeq.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos. ela não é considerada neste trecho coletivo.) = 2. à toda entrada coletiva. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). DR = ( DPG + DSR ) x 0.86) x 0. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio.44 para 20 apartamentos.BT Novembro de 2007 69/186 . ou seja. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq. 7B e 8. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo.80 DR = (41.50 + 29.

0 kVA . 90 ) .2 bombas de 5 CV (1 reserva) . Dois agrupamentos de medidores.8.2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos . Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).3.2 bombas de 5 CV (1 reserva) . do serviço residencial. 20 apartamentos com área útil de 60 m².2 kVA Aparelhos de aquecimento .Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V.2.9. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.0 kVA Motores trifásicos .0 kVA .4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas . Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.1 x 4. sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas.4 kVA (chuveiro) .BT Novembro de 2007 70/186 . Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas .IN = 100 A ( cos ϕ = 0.4 kVA (chuveiro) . 12 lojas com área útil de 30 m². deve ser feita conforme a seguir: RECON .1 x 4.1 x 4.2 elevadores de 10 CV .

BT Novembro de 2007 71/186 .92 = 6.0 + 4.6 kVA. Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA).92 = 7.60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.030 x 60 = 1.66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.Seção B”.0 kVA).Avaliação e dimensionamento individual das lojas .Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .4 + 1. ou seja. estabelecido no item 13. RECON . ou seja.0 kVA.2 kVA.60 x 0. logo o valor a ser considerado deve ser 3.Seção A”.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial . Carga instalada (CI) = 3.Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . maior que o valor declarado (3.2: .4 = 7.66 x 0. estabelecido no item 13. logo o valor a ser considerado deve ser 2.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .Pelo “Método de avaliação .99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.020 x 30 = 0.8 kVA.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial.26 = 7. menor que o valor declarado (2. Carga instalada (CI) = 2.2 + 4.1: .

57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço.53 x 0.BT Novembro de 2007 72/186 .4) kVA d2 = 4.4 x 1. estabelecido no item 13.1.0 + (2 x 11.0 kVA. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.0 kVA.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.Seção A”.2 kVA.4 kVA RECON .18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.005 x 240 = 1. menor que o valor declarado (8.0 kVA).02) = 57. ou seja.11 + (1 x 6.54) + (1 x 6.75) = 1.92 = 41.0 kVA.4 + 38.18 x 0.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada. menor que o valor declarado (9.80) + (1 x 0. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.02) +(2 x 4.1.0 = 4.92 = 52.0 kVA d1 = (1 x 0.005 x 200 = 1. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação . logo o valor a ser considerado deve ser 9.0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8.Seção A”.0 kVA).04) = 45.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57. Carga instalada (CI) = 8. B . A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2.0 + 4. estabelecido no item 13. ou seja. Carga instalada (CI) = 9.0 + (1 x 4. logo o valor a ser considerado deve ser 8.

Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.4 = 6. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).Seção A”.4) kVA d2 = 4.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.2 x 0.BT Novembro de 2007 73/186 .1. estabelecido no item 13.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.26 x 1.26 = 7.80 = 2. equipamentos e materiais dos circuitos individuais. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.4 + 1. FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.2 kVA d1 = 3. D total = d1 + d2 = 2. RECON .55 + 4. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.56 + 4.26 kVA d3 = 1.4 x 1.0 = 1. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). Essa demanda serve para dimensionar os condutores.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1.0 = 4. já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6.

Essa demanda serve para dimensionar os condutores. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.02 = 55.0 x 0.8 = 6.4 + 38.4 kVA d2 = 4.0 kVA d1 = 8.02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.Seção A” .1.02 = 6.11 x 1 = 38. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).BT Novembro de 2007 74/186 .11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6. estabelecido no item 13.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38.20 + 4.4 x 1 = 4. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .11 kVA d4 = 38.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6.73 kVA DSNR = 55.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V.02 kVA d5 = 1 x 6.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.0 x 0.0 kVA d1 = 9.80 = 7.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6.11 + 6.

09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos).4 + 20. estabelecido no item 13. nas cargas das lojas. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).BT Novembro de 2007 75/186 .04)] x 0.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. equipamentos e materiais.44 DAGR = 1.54) + (1 x 6. 02) + (2 x 4. RECON . Fator de Diversidade = 17.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .54 = 20.d5 = [(2 x 11.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores.. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.2.1.44 = 32.Seção A” . estabelecido no item 13.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.08= 26.. 84 x 17. 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos .Seção B”.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 . deve ser aplicado o “Método de avaliação . deve ser aplicado o “Método de avaliação . equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". sendo o resultado multiplicado por 0.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.40 x 0.80 x 0.76 DAGNR = 54. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. sendo o resultado multiplicado por 0.40 kVA d1 = 38.80.48) x 0.80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).80 kVA d2 = 52.09 + 54.2 kVA = 38. DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).3.1.BT Novembro de 2007 76/186 .80.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4.72 + 23.80 DPG = 69.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".3.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).1.4 kVA = 52.45 = 23.26 kVA = (32. RECON .8 = 30.

IN = 55 A .48 + 55.2 kVA . Dois agrupamentos de medidores. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2.Cos ϕ = 0.80 = 121.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .73) x 0.8.5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON .18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m². 7 lojas com área útil de 180 m². Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas .1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7.80 = (69.DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil . Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V.18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas.6.26 + 26. 10 apartamentos com área útil de 300 m².18 kVA DR = 121.BT Novembro de 2007 77/186 . equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.

96 Carga instalada (CI kW) = 29.0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) .96 = 29. ou seja.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A . do serviço residencial.2 kVA).Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos . Carga instalada (CI) = 9. Por loja (180 m²) RECON .0 kVA. maior que o valor declarado (6.0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.Avaliação e dimensionamento individual das lojas .Seção B”. logo o valor a ser considerado deve ser 9.030 x 300 = 9.IN = 130 A (cos ϕ = 0.Iluminação e tomadas .2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial). estabelecido no item 13. 82) Motores .57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .92 = 27.BT Novembro de 2007 78/186 .0 kVA. deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação .Seção A”. estabelecido no item 13. a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .2: .Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . do serviço não residencial e dos trechos coletivos.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.1: .0 + 20.96 x 0.9.

0 + 49.02) = 64.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9.0 kVA).02) + (2 x 4.5 kVA).92 = 41.5 kVA.2 kVA.24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12. logo o valor a ser considerado deve ser 9.2 + 4.2 kVA).020 x 2180 = 3.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64.54) + (1 x 6.Seção A”.5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). menor que o valor declarado (9.04 = 12.04) = 44.04) Carga instalada (CI) = 8.24 x 0.2 + (1 x 4. estabelecido no item 13.56 x 0. menor que o valor declarado (7.1.5 + (2 x 11.6 kVA. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação .0 kVA.BT Novembro de 2007 79/186 . ou seja. à carga instalada.68 x 0.2 kVA.Seção A”.1.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja). ou seja. Carga instalada (CI) = 9. logo o valor a ser considerado deve ser 7. a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação .0 kVA.92 = 59.Avaliação das demandas (kVA) RECON . Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.2 + (1 x 3 CV) = 8.92 = 11. Carga instalada (CI) = 8.005 x 240 = 1. B . ou seja.40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas).005 x 400 = 2. Carga instalada (CI) = 7.54 + (1 x 6. logo o valor a ser considerado deve ser 8. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. estabelecido no item 13. menor que o valor declarado (8.

04 kVA d4 = 4.60 x 1) + ( 0.8 + 20.04 kVA D total = d1 + d4 = 6. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.04 x 1. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .96 x 1. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). equipamentos e materiais dos circuitos individuais.45 x 1) + (0.80 = 6.75 x 1) + (0.2 kVA d1 = 8.0 kVA d1 = (0.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.2 x 0.04 = 10. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).96 kVA d4 = 20.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25.BT Novembro de 2007 80/186 .50 x 1) + (0.80 x 1) + (0.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.96 = 25.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.35 x 1) + (0.56 + 4.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.8 kVA d1 = 4.65 x 1) + ( 0.40 x 1) + (0.0 = 4.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.30 x 1) = 4.0 = 20.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20.

54 kVA d4 = 49.54 + 6. Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6.1. 02 kVA d5 = 6. 0 kVA d1 = 9. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal).8 = 6.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .54 x 1 = 49.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62.8 = 7. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas). 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.1.Seção A”. estabelecido no item 13.5 x 0.BT Novembro de 2007 81/186 . Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor.02 = 62. estabelecido no item 13. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .Deve ser aplicado o “Método de avaliação .Seção A”.5 kVA d1 = 7. 0 x 0. 20 + 49.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado.

91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6..08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. estabelecido no item 13. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”.7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais.61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.54) + (1 x 6. Fator de Diversidade = 9.64 = 66.61 kVA RECON . com a seguinte composição: Agrupamento 1 .04)] x 0.54 = 20.10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 .2. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11. do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos).2 x 10 CV = (2 x 11. equipamentos e materiais.64 DAGR = 6.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.0 + 20..08 = 26. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4. 02) + (2 x 4. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6.08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26.91x 9. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.BT Novembro de 2007 82/186 .

Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.28 kVA d3 = 28.92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.0 = 28.2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80 DPG = 112.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.1. deve ser aplicado o “Método de avaliação .61 + 74.04) = 28.1. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0.28 x 1.BT Novembro de 2007 83/186 .2 = 57.Seção A”.2) x 0.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas). sendo o resultado multiplicado por 0.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).28 = 74. RECON .65 kVA = (66.92 + 28.4 x 0. nas cargas das lojas. estabelecido no item 13.8 = 45. 80.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.4 kVA d1 = 57.3.80 = 112.

08 + 62. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG). sendo o resultado multiplicado por 0.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80 = 161.76) x 0.1.80 = (112. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.19 kVA DR = 161.65 + 26. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).BT Novembro de 2007 84/186 . RECON .3.Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161.80.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".

RECON / BT SEÇÃO 02.07.BT Novembro de 2007 85/186 .00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .

instalado em eletroduto embutido. pontalete ou fachada. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação. gabinete no recuo técnico.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. 8. semi-embutidas no muro ou na fachada.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. pontalete ou fachada. em cabo singelo ou singelo ou armado.1 < D ≤ 66. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. no muro no muro ou na fachada. 23. com CDJ 1 interna. na fachada. sobreposto. no muro ou na fachada. 33. no muro ou no muro ou na fachada. pontalete ou fachada. RECON . Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. em gabinete no recuo técnico. indo direto até o medidor. instalado em eletroduto embutido. a critério da Light.3 ou. no muro ou na fachada. a critério da Light.2< D ≤ 33. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou. indo direto até o medidor. com CDJ 3 interna. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. com CPG-225 interna. medição. a critério da Light. Caixa CS 100 e CTP. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto.0< D ≤ 23. em cabo singelo ou armado. com CDJ 3 interna. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex. a critério da Light. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. do ponto de ancoragem até a medição. singelo ou armado. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. em gabinete no recuo técnico. D ≤ 8. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico.1 em poste.14 . singelo ou armado a critério da Light. pontalete ou fachada. aterramento. com CDJ 1 interna. do ponto de ancoragem até a medição.. instalado em eletroduto embutido. com CDJ 3 interna. a critério da Light. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. materiais etc. com CDJ 3 interna. com CPG 225 interna. ou na fachada. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. armado. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada.BT Novembro de 2007 86/186 . Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto.

BT Novembro de 2007 87/186 . o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado.8 Por conveniência técnica do consumidor. critério da Light. conforme nota 4 a seguir. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 198. Caixa CSM 1500. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. 150 < D ≤ 198. no muro ou na fachada. pontalete ou fachada. em cabo singelo ou armado. com CPG 1000 interna ou CPG especial. Alternativamente. em cabo singelo ou armado. A descida poderá ser. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. conforme nota 4 a seguir. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. 66. 300 < D ≤ 497. a critério da Light. a singelo ou armado. a critério da Light. no muro ou fachada. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. a critério da Light. do ponto de ancoragem até a medição.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. a critério da Light. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. conforme nota 4 a seguir. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. com CPG 600 interna.0 NÃO SE APLICA RECON . com CPG 1000 interna ou CPG especial. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. A descida poderá ser. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. gabinete no recuo técnico. Alternativamente. instalado em eletroduto embutido. no muro ou na fachada. Alternativamente. conforme nota 4 a seguir. Por conveniência técnica do consumidor. do ponto de ancoragem até a medição. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. pontalete ou fachada. embutido. poderá ser empregada Caixa CSM 600. com CPG 600 interna. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado. no muro ou fachada.

4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. 497. a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. RECON . Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido.0 < D ≤ 994. a partir de projeto apresentado para validação.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado. medição e proteção. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. 2) Em região de rede aérea. instalada em gabinete interno. instalado em eletroduto embutido.BT Novembro de 2007 88/186 . o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos. por conveniência do consumidor. a critério da Light.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. em muro ou fachada. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. respectivamente.0 NÃO SE APLICA D > 994. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. Caixa especial de seccionamento. sob consulta prévia à Light.

da rede de distribuição até o ponto de entrega. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. a estrutura civil (caixas de passagem. a partir do ponto de entrega. a critério da Light. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. o ramal de ligação deve ser aéreo. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega. Não atendidas as citadas condições. eletrodutos envelopados em concreto etc. RECON . situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. da rede de distribuição até o ponto de entrega. 2 . o Consumidor deve deixar preparada. a partir do ponto de ancoragem. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA. além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. o ramal de ligação deve ser aéreo. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. pontalete ou fachada) na propriedade particular. 14.1. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.BT Novembro de 2007 89/186 . situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.CPG (entradas coletivas). pontalete ou fachada) na propriedade particular.1 .Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.14. fornecido e instalado pela Light.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. instalado em eletroduto sobreposto em poste. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . NOTAS: 1 . em cabo concêntrico ou multiplex.1 . ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação.

o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de.BT Novembro de 2007 90/186 . O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0.3 .50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0.Para o atendimento com entrada individual.5 m. 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0. no mínimo. 2 .2 < D ≤ 49. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 . Pontalete . o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores. consideradas nas estruturas de ancoramento: .Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 .Os comprimentos acima somente são aplicáveis.75 / 100 / 150 daN . RECON . Nesse sentido. Postes .75 daN .50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23.50 daN.7 kVA Trifásico 49. 2 kVA Trifásico 23. quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.6 kVA Trifásico 74. 3 .5 m. A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.Resistências mecânicas a tração. ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0.7 < D ≤ 74. considerando o vão máximo de 30 m.

desde de que as condições físicas permitam. terraços etc.50 m acima do piso de sacadas. os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação.60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia. . considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento. 4.4 . saídas de incêndio.Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. sacadas. . no limite de propriedade com a via pública. não deve ser inferior a 50 daN. fixada por parafusos chumbados na fachada.50 m do piso acabado. .50 m abaixo do piso de sacadas. Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: . com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). RECON .50 m do piso acabado.. Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. 0. anexos. em sua propriedade. terraços ou varandas (na projeção vertical). na passagem de veículos (entradas particulares). . Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação. terraços ou varandas (na projeção vertical).00 m do piso acabado. . pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. . deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. 5. na passagem de veículos (travessia de logradouro). sinalização e congêneres. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. na passagem de pedestres. 4. ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. Não for possível. Alternativamente. no limite de propriedade com a via pública.20 m quando passar junto à janelas. quando: . Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. escadas. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir). Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. 1. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . 0. dispositivo de ancoramento e alvenaria. 2. . garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo.BT Novembro de 2007 91/186 . A resistência mecânica à tração do conjunto. não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar.

3.7 alínea “d”.. chaves etc. seção dos condutores etc. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . considerada a definição do item 2.1.BT Novembro de 2007 92/186 . Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.7 alínea “d”.2 . 14. Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores.CS / medição. Nesse caso. considerada a definição do item 2. 14.2 . a critério da Light. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. através de cabo armado ou cabo singelo.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. RECON . através de cabo armado ou cabo singelo. na saída de eletroduto.3 . a critério da Light.1. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. havendo conveniência técnica do Consumidor.CS / medição.CS / medição. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. além da capacidade dos disjuntores. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . 14.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . através de cabo armado ou cabo singelo.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. considerada a definição do item 2. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. a critério da Light.7 alínea “d”.7 alínea “d”. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . considerada a definição do item 2. havendo conveniência técnica do Consumidor. através de cabo armado ou cabo singelo. a critério da Light.CS / medição.Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA. Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.00 m do piso acabado.

5. Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação.2 .2.Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5.3 . a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5.BT Novembro de 2007 93/186 .Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais.3 desta Regulamentação. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga. o responsável técnico pela instalação deve informar à Light.2.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5. através de seu responsável técnico pela instalação. a própria Light retira os selos. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos.3 e 5. 14.1 desta Regulamentação.1. 14.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação. bem como a instalação de novos lacres e selos. que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.1 . o Consumidor. a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga.5. RECON . que providenciará a inspeção do local. etiquetas e parafusos de segurança. 14.

VISTA FRONTAL RECON . 23. a critério da Light. através do próprio ramal multiplex.BT Novembro de 2007 94/186 . Demanda ≤ 23. CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 1A .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.3 kVA . CDJ 3 ou CPG 225 interna. em cabo singelo ou armado. até a medição. e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .2 kVA .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada.Caixa para medição CTM.

nesse caso. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. Entretanto.BT Novembro de 2007 95/186 .VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.3 kVA. o ramal de ligação. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.1 kVA e inferior ou igual a 66. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. RECON . 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. pode ser subterrâneo e. interna. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. por conveniência do Consumidor.

VISTA FRONTAL RECON .3 kVA .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .Caixa para medidor CTM. CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem. 23. CDJ 3 ou CPG 225 interna. a critério da Light. através do próprio ramal multiplex.2 kVA . em cabo singelo ou armado.Ex. 2A . com descida.BT Novembro de 2007 96/186 . até a medição.2 kVA < Demanda ≤ 66. Demanda ≤ 23.

VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. Entretanto. nesse caso. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor.BT Novembro de 2007 97/186 . todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. pode ser subterrâneo e. o ramal de ligação.3 kVA. interna. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON .1 kVA e inferior ou igual a 66. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light.

até a medição. em cabo singelo ou armado.Ex. VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. 3A .3 kVA . CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. no muro Rede aérea de distribuição . Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. a critério da Light.2 kVA . 23. CDJ 3 ou CPG 225 interna.Caixa para medidor CTM. através do próprio ramal multiplex.BT Novembro de 2007 98/186 .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.

deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. RECON . pode ser subterrâneo e. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. por conveniência do Consumidor. o ramal de ligação.BT Novembro de 2007 99/186 . nesse caso. Entretanto.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. interna. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.1 kVA e inferior ou igual a 66.3 kVA. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.

2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição . no poste particular. Demanda ≤ 23.3 kVA .BT Novembro de 2007 100/186 . CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. até a medição. em cabo singelo ou armado. CDJ 3 ou CPG 225. a critério da Light. 4A .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 23. VISTA FRONTAL RECON . através do próprio ramal multiplex.Ex.2 kVA .Caixa para medidor CTM.

pode ser subterrâneo e. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON . de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.3 kVA. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. nesse caso. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 101/186 . o ramal de ligação. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. interna. Entretanto.1 kVA e inferior ou igual a 66.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. por conveniência do Consumidor.

através do próprio cabo multiplex.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. de cabo singelo ou armado.Ex. a critério da Light.BT Novembro de 2007 102/186 .3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA . até a medição. VISTA FRONTAL RECON . no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. 5A .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. 66.

com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. pode ser subterrâneo e. nesse caso. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. Entretanto. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. por conveniência do Consumidor. em cabo singelo ou armado. RECON . a critério da Light. internas. Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. medição e disjuntor CSMD. o ramal de ligação. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição.BT Novembro de 2007 103/186 . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. devem ser fornecidos e instalados pela Light. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. através do próprio cabo multiplex.

VISTA FRONTAL RECON .Caixa CS. CDJ 3 ou CPG interna. Demanda ≤ 23.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.BT Novembro de 2007 104/186 .Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. caixa do medidor CTM.2 kVA < Demanda ≤ 66. 1B . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .Ramal de ligação em cabo concêntrico. singelo ou cabo armado. 23. CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.3 kVA .2 kVA .

devem ser fornecidos e instalados pela Light. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. RECON . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.1 kVA e inferior ou igual a 66. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.7 desta Regulamentação.3 kVA.BT Novembro de 2007 105/186 .

3 kVA .Ex.Caixa CS. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. 2B . no muro Rede subterrânea de distribuição . Demanda ≤ 23. no muro.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico.BT Novembro de 2007 106/186 .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. CTP ou CSM 200 semi-embutidas. CDJ 3 ou CPG interna. com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico. caixa do medidor CTM. 23. VISTA FRONTAL RECON . em gabinete no recuo técnico.2 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66. singelo ou cabo armado.

3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON . devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.BT Novembro de 2007 107/186 .1 kVA e inferior ou igual a 66.3 kVA. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.

BT Novembro de 2007 108/186 .3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA . e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. VISTA FRONTAL RECON . no muro. 3B .Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico.Ex. 66.

Entretanto. RECON . o ramal de ligação.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 109/186 . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. pode ser subterrâneo e. nesse caso. por conveniência do Consumidor. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.

2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 4B . RECON . 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light.7 desta Regulamentação. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 110/186 . Demanda > 66.Ex. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. a partir de projeto apresentado para validação. Rede subterrânea de distribuição . devem ser fornecidos e instalados pela Light.Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.

00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .07.RECON / BT SEÇÃO 03.BT Novembro de 2007 111/186 .

A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light. localizados em ambiente seco. cabina de transformação.1. Dessa forma. conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação. com leitura centralizada e sistema de telemetria. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. iluminado. havendo conveniência técnica do Consumidor. com participação financeira pelo interessado no custeio. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências. materiais e outros.Medição 15. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. nível de tensão.Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). a medição será obrigatoriamente eletrônica. montados em painel de proteção. são fornecidos e instalados. Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria. distribuição e medição (Figuras 11 a 13). não inundável. tipo do ramal. sistemas de medição. aterramento.15 . Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação.BT Novembro de 2007 112/186 . ventilado. Dessa forma. Normalmente. Nesse caso. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. envolvendo a proteção geral de entrada. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. Entretanto.). a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo. Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor.1 . 15. RECON . que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. As condições técnicas de atendimento. tipo de padrão de entrada etc. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada.1 .Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor.

a ser definido em comum acordo com a Light.1 . lojas. o ramal de ligação deve ser aéreo. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório.3 . nos agrupamentos. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. NOTA: Devem ser utilizados. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 113/186 .). junto e à montante da CPG e da medição de serviço. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. em RECON . é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. 15.1. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada. salas etc. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral . pontalete ou fachada) na propriedade particular. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA. ou ainda.2 . formando agrupamentos específicos para cada classe (residências. 15. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada.1. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora.CPG.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. junto e à montante da CPG e da medição de serviço.2 . terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral.2. quando necessário. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. 15. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo. Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação. 15.

Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. o ramal de entrada pode ser. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo.3 .). em caso de inviabilidade técnica comprovada. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . chaves etc. 15. pontalete ou fachada) na propriedade particular.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. a critério da Light. localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. o Consumidor deve deixar preparada. através de cabo armado ou cabo singelo. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. 2 .) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA. a critério da Light.BT Novembro de 2007 114/186 . a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto.2 . em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light.2. conforme acordo prévio e a critério da Light. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. NOTAS: 1 . a estrutura civil (caixas de passagem. eletrodutos envelopados em concreto etc.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. Entretanto. da rede de distribuição até o ponto de entrega. Nesse caso. a partir do ponto de entrega.7 alínea “d”. 15. o ramal de ligação deve ser aéreo.CPG. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. considerada a definição do item 2.

3 . onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo. O sistema de medição deve atender ao item 15.1 . 15. 15.4. não residenciais ou mistos). conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais. A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento.2 . Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único).1.1.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.1. 15.4 . portanto.4.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais).4.BT Novembro de 2007 115/186 . este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.4.4.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15.1.3 (três) metros. 15.Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. nas mesmas condições de atendimento do RECON . Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.5 . NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Entretanto.Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação.Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15. o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso.1 . em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras. 15.1. podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente.1.1.1.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.4 . deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.1. 15.4. 15.4.1 desta Regulamentação.4.4. desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação.

apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. 15.Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light.1 .2 .Instalações com medição existente em painéis a . através de seu responsável técnico pela instalação.4.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.BT Novembro de 2007 116/186 . se necessária.4. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes.2. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso. etiquetas e parafusos de segurança. b . devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado. Nesses casos. A Light providenciará.4. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais.1. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. RECON . Havendo necessidade. avaliação da demanda. a própria Light retira os selos. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual.item 15. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada. no caso de atendimento subterrâneo. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. além da capacidade dos disjuntores. seção dos cabos etc. com acesso para a Light em qualquer momento.1. de forma a viabilizar o atendimento. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. Nesse caso.

Dependendo das condições de carregamento do painel.2 . avaliação da demanda. serão informados previamente ao interessado. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor. O Consumidor.BT Novembro de 2007 117/186 . quando solicitados. b . Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a . capacidade dos disjuntores. a Light julgar tecnicamente necessário. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. ou ainda. deve ser obrigatório o emprego de painéis. independente da quantidade de unidades envolvidas.2. que providenciará a retirada de lacres. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços. Todos esses serviços. em comum acordo e sob orientação da Light. através de seu responsável técnico pela instalação.4. a substituição do barramento principal. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. instalação aparente. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. quando for o caso. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor.Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. para a viabilização do aumento de carga. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes.c . diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de.) para análise e validação prévia da Light. caixa de medição etc. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. RECON . no máximo. seção dos condutores. 15. 50% das unidades consumidoras existentes no PC. além do eletroduto do ramal de entrada. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.

quando for o caso. Após realizar todas as alterações necessárias. quando solicitados. Todos esses serviços. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light.5 . ou ainda. e instalados pela Light. que providenciará a retirada de lacres. em comum acordo e sob orientação da Light. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. PSMD ou PDMD. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário. bem como a instalação de novos lacres e selos.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento. que providenciará a inspeção do local. 15. c . a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários. RECON . Após realizar todas as alterações necessárias. distribuição e medição . de forma a viabilizar o atendimento. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação. serão informados previamente ao interessado.PMD.) para análise e validação prévia da Light. que providenciará a inspeção do local.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. para a viabilização do aumento de carga. bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. bem como a instalação de novos lacres e selos. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.BT Novembro de 2007 118/186 .

estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. 2) Os condutores dos circuitos de saída. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. RECON . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.5410 da ABNT. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . em ambiente selado etc.BT Novembro de 2007 119/186 . de dimensões compatíveis para abrigar a medição.

a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. 2) Os condutores dos circuitos de saída.BT Novembro de 2007 120/186 . 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. RECON . em ambiente selado etc. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.5410 da ABNT.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação.

em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.5410 da ABNT. RECON . a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR .NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light.BT Novembro de 2007 121/186 . 2) Os condutores dos circuitos de saída.

BT Novembro de 2007 122/186 .RECON BT FIGURAS RECON .

1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .Fig.BT Novembro de 2007 123/186 .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.

CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON .CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .BT Novembro de 2007 124/186 .

3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig. 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR .CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR .Fig. 3A Fig.BT Novembro de 2007 125/186 . 3A e Fig.CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON .

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL . 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225.Fig.CPG Fig. 6 .BT Novembro de 2007 129/186 .

CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 . 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros.CSM CSM 600 Fig.CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig. 7 CSM 1500 RECON . 7 .Fig.

8 A CSMD 1500 RECON .BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .CAIXA PARA SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig.CSMD CSMD 600 Fig. 8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .

8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO.Fig. RECON .BT Novembro de 2007 132/186 . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm.

já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor.BT Novembro de 2007 133/186 . 9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos. 9A e Fig.Fig. 9B RECON . Fig. bem como do tipo de terminal utilizado. 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig.

aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima. 10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig.. 10A e Fig. 10B Notas: 1. 2. em alto ou baixo relevo. UV etc. 10A POLIMÉRICA Fig.BT Novembro de 2007 134/186 .Fig. RECON . respeitando.As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries.Podem ser quadradas ou cilíndricas. 3.

A FIGURAS Fig.A4 Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.A2 Fig.BT Novembro de 2007 135/186 . 11.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig. 2 . 11A 220 50 1.A1 Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A3 Fig. 11. 11. 11. 11.

Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.BT Novembro de 2007 136/186 . 11B 220 220 50 Obs. A RECON . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 11B. 11A podem ser aplicados nesta Fig.

12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. 12.A2 Fig. A FIGURAS Fig.A4 Fig. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 2.BT Novembro de 2007 137/186 . 12.A1 Fig.Fig.A3 Fig. 12. 12.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 12.

RECON . Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.Fig. 12A podem ser aplicados nesta Fig.BT Novembro de 2007 138/186 A . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. 12B.

13.A2 Fig. A FIGURAS Fig.A4 Fig. 13.BT Novembro de 2007 139/186 .A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1.A3 Fig. 13. 2.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.Fig. 13.A1 Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO. 13.

Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.PAINEL DE SECCIONAMENTO. RECON .BT Novembro de 2007 140/186 . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. 13A podem ser aplicados nesta Fig. 13B 220 220 A 50 Obs. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 13B.

RECON BT TABELAS RECON .BT Novembro de 2007 141/186 .

pela sua natureza. salões para exposições.050 0.020 NOTA: Instalações em que.020 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . salas de vídeo e semelhantes Bancos. áreas de serviço e semelhantes Hospitais.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios.) Restaurantes.020 0. motéis e semelhantes Igrejas. a carga seja utilizada simultaneamente.015 0.030 0. postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias.005 0. apartamentos etc.BT Novembro de 2007 142/186 .050 0. bares.020 0.020 0. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens.020 0. lanchonetes e semelhantes 0. RECON . deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas.015 0.

BT Novembro de 2007 143/186 .TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . separadamente. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + . RECON ...SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora. fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho.

SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .BT Novembro de 2007 144/186 . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .

10 25 25.70 3 4.83 30 30.54 12 ½ 14.73 60 58.15 75 72.77 ½ 0.28 100 95.02 7½ 8.09 15 16.TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .65 10 11.52 40 39.29 200 190.87 ¾ 1.74 50 48.52 1½ 2.BT Novembro de 2007 145/186 .18 RECON .65 20 22.66 1/3 0.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.17 2 2.03 5 6.04 4 5.56 125 117.26 1 1.05 150 141.

00 OBS. D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. quanto demandada. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv. 1 motor trifásico de 1 cv.0 2 75. temos: D = [ (4 x 6.00 7 47.73 + 6.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.BT Novembro de 2007 146/186 . 1 motor trifásico de 3 cv.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.33 ≥ 10 42.4714 = 15.75 = 41.14 8 45. D = 48. temos: D = (48.02) + (1 x 4.73 kVA. tanto de carga instalada.73 < 41.06).SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100.7) + (1 x 1. Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B.0 3 63.00 9 43. para o exemplo em questão. Logo.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos. ou seja.00 6 50. logo a demanda total a ser considerada é D = 48. onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.52 ) ] x 0.73 kVA RECON .33 4 57. 1 motor trifásico de 2 cv.02) x 0.25 kVA D = 15.50 5 54. totalizando 7 motores.04) + (1 x 2.06 kVA.

RECON . TOMÓGRAFOS. MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.BT Novembro de 2007 147/186 . deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto.TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X.

64 7.38 8.BT Novembro de 2007 148/186 .90 1.11 9.06 10.99 6.10 8.45 9.00 8.93 7.70 5.36 1.34 2.03 8.48 7.71 3.37 4.41 3.20 4.81 8.60 2.62 6.49 2.74 3.53 9.85 6.84 1.05 2.41 7.66 2.27 4.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.28 3.24 9.86 7.70 9.25 8.44 5.35 8.35 1.02 9.06 5.54 2.01 7.69 8.22 6.32 8.74 9.72 8.09 4.96 2.32 7.76 2.25 5.64 8.58 9.10 RECON .81 5.63 9.62 8.71 6.88 9.59 3.91 3.44 4.32 2.35 1.13 3.23 5.29 5.46 7.83 7.16 5.31 9.15 6.18 6.38 9.06 7.96 8.34 6.71 2.88 3.95 8.82 3.27 7.47 3.73 1.98 9.32 4.35 1.38 2.15 4.77 7.59 6.36 5.70 4.81 7.89 6.16 7.57 7.85 2.02 5.13 7.48 3.13 5.35 9.64 4.67 9.12 6.91 5.92 4.86 4.33 5.51 9.29 9.23 8.27 6.99 3.50 3.02 4.77 5.15 3.97 4.62 3.38 5.37 6.33 6.70 7.68 6.89 8.59 1.35 1.11 6.88 7.63 1.76 1.57 4.09 8.20 2.55 8.79 4.14 8.74 5.18 9.21 3.75 6.62 7.20 7.03 7.22 7.99 2.89 4.88 8.20 8.71 8.42 6.36 3.46 5.54 1.02 8.59 4.50 8.67 1.61 9.72 6.80 3.46 2.11 5.49 1.67 5.35 1.49 6.72 5.56 3.68 4.93 2.35 1.09 9.27 8.35 1.97 1.46 1.55 4.58 8.35 1.53 5.70 3.53 7.57 1.35 1.90 9.94 7.94 9.46 6.03 10.28 2.02 3.26 2.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .47 4.97 5.90 5.65 5.58 5.35 1.59 8.99 7.50 7.35 1.36 7.85 9.37 2.71 4.36 8.77 4.99 10.96 6.83 9.85 8.81 6.03 9.65 9.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .35 1.47 5.54 6.59 5.39 7.63 5.80 6.08 4.44 7.18 2.71 1.29 4.52 8.35 1.09 7.15 7.35 4.76 3.62 2.80 5.41 2.01 2.04 5.44 2.83 8.15 9.73 2.06 6.07 2.10 5.22 9.23 4.05 4.39 9.44 6.66 6.90 3.90 7.97 4.49 9.71 7.84 4.94 2.05 3.49 8.93 1.42 8.31 5.29 7.92 6.43 8.51 1.97 8.35 1.42 9.87 2.39 1.35 1.68 2.19 5.75 4.01 6.52 2.56 5.56 9.67 3.46 9.42 4.00 4.58 2.19 3.84 3.92 8.33 3.35 1.50 5.78 6.10 7.24 4.25 9.35 1.60 7.54 3.79 2.20 6.39 3.01 10.35 1.76 7.31 6.45 8.93 5.55 7.08 6.50 4.23 3.30 3.98 5.15 2.79 9.08 10.74 7.94 6.18 8.61 6.89 2.79 1.86 5.55 6.87 6.12 2.44 3.35 1.94 3.25 3.40 5.42 1.65 1.83 4.78 8.03 6.92 9.62 4.24 2.07 3.19 9.40 6.10 3.81 2.05 9.64 3.52 6.25 7.95 4.35 1.97 9.66 8.16 8.35 7.81 1.84 5.29 8.76 8.10 2.86 1.35 1.36 9.07 8.22 5.72 9.52 4.35 1.35 1.76 9.25 6.12 9.67 7.41 4.17 4.11 4.81 9.

28 6.12 6.95 2.85 5.20 6.40 2.96 3.71 1.00 6.00 5.31 6.78 1.60 6.58 6.24 7.42 7.28 8.10 2.34 6.97 6.48 6.75 7.24 4.52 7.20 1.89 5.57 7.50 5.36 1.75 3.16 2.06 5.81 1.91 6.20 1.82 6.70 2.72 3.22 8.66 6.20 1.37 6.77 7.49 3.42 6.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.24 8.58 5.48 8.70 5.64 3.44 4.89 4.58 8.81 7.19 8.07 8.98 7.09 4.34 8.86 2.08 5.65 2.04 5.92 2.97 3.22 3.67 3.70 6.26 7.22 4.46 8.57 4.80 7.20 1.41 5.14 6.99 7.32 5.95 4.13 3.17 4.65 1.34 7.54 7.83 7.95 7.88 8.20 1.85 3.64 8.20 1.54 8.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.44 5.80 8.20 1.05 7.27 4.84 4.81 4.49 5.80 3.51 3.59 7.20 1.00 2.13 5.92 7.10 6.23 2.89 7.03 4.47 5.64 5.23 5.48 1.74 4.28 4.65 4.93 7.66 5.84 2.78 3.82 3.28 3.78 8.94 5.23 1.71 7.88 6.74 8.98 4.54 2.06 8.60 5.62 2.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .50 6.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.72 8.BT Novembro de 2007 149/186 .51 1.34 5.90 8.20 1.38 5.86 7.56 8.42 8.36 5.86 5.58 3.06 4.43 3.46 7.46 3.52 4.25 3.38 3.48 7.22 6.90 3.54 4.69 7.56 3.33 4.20 1.30 4.77 2.99 8.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.13 2.62 6.10 8.62 3.50 8.82 2.42 5.78 4.83 1.02 2.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.79 2.07 3.20 1.18 8.06 6.51 4.36 7.52 2.14 7.61 5.72 7.72 2.01 8.45 3.03 6.40 4.74 3.07 2.68 4.96 6.92 8.20 7.27 3.93 6.58 1.20 1.11 2.20 1.20 2.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .90 2.53 1.44 1.51 6.16 6.20 1.00 3.18 3.55 5.33 3.20 3.76 6.97 6.02 6.68 6.37 8.70 4.34 1.32 1.40 8.47 2.15 3.20 1.91 3.22 7.87 7.59 2.60 1.98 5.41 1.78 5.72 4.19 5.20 1.41 4.80 5.74 5.45 7.19 6.26 1.20 1.87 4.30 5.00 4.68 8.63 7.37 2.02 5.87 3.68 1.81 6.74 1.17 5.28 2.45 6.62 8.42 2.43 8.08 6.16 4.12 8.62 4.72 5.20 1.54 3.66 7.08 7.76 8.64 6.11 5.29 1.04 4.95 1.17 7.25 2.95 5.83 4.40 3.36 3.20 1.04 8.32 2.46 1.03 7.87 6.51 7.10 7.49 2.20 1.60 8.20 1.28 7.39 1.31 3.73 6.52 8.54 6.94 4.56 1.69 3.13 8.61 3.46 4.92 4.94 RECON .44 2.30 8.18 2.91 5.16 8.28 5.60 2.35 2.02 7.20 1.56 2.48 4.16 7.32 7.38 4.39 6.63 1.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.21 1.79 6.83 5.08 3.74 6.65 7.19 8.76 4.33 6.93 1.30 2.93 3.25 6.11 4.10 3.90 1.70 8.74 2.11 7.53 5.40 7.86 8.60 7.20 4.88 2.67 2.39 7.25 5.88 1.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.04 3.85 6.56 6.14 5.36 8.35 4.20 1.66 8.05 2.82 8.43 6.76 1.77 5.63 4.68 5.59 4.84 8.98 2.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.

42 59. 35.14 79.19 71.99 73.59 66.37 82.98 12.99 74.94 55.89 80.42 82.34 64.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.46 21. 74.99 82.00 83.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.50 56.99 71.22 34.70 39.24 81.80 82.90 50.14 82.71 28.93 82.78 49.24 82.49 82.44 79.14 38.64 79.14 80.64 82.76 82.54 78.94 41.04 82.44 77.25 19. DIV.72 8.29 82.00 83.75 82.34 65.62 82.04 75.09 68.10 15.00 83.22 62.83 82.04 18.19 75.46 51.42 11.44 18.02 37.10 33.22 48.89 16.24 80.74 79.59 77.54 80.89 81.74 78.04 80.27 22.19 78.29 25.00 83.29 77.00 83.82 54.00 83.89 78.12 30.64 81.00 83.98 46.19 70.17 82.54 76.54 47.54 81.92 82.00 83.57 82.74 77.39 73.88 23.00 83.84 64.88 82.69 82.86 82.82 82.85 82.90 36.54 79.34 81.00 83.09 65.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .04 78.78 63.00 83.09 64.30 58. ---3.64 75.79 82.24 76.74 82.31 28.47 82.27 82.92 29.73 82.50 42.79 73.94 81.24 79.86 45.66 62.00 83.33 31.97 83.84 69.84 79. 82.09 69.87 82.39 82.59 70.94 79.39 74.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.38 54.79 72.BT Novembro de 2007 150/186 .54 82.10 47.68 9.34 49.00 83.00 83.59 72.44 80.66 17.22 82.76 13.00 83.09 81.78 82.59 65.69 76.14 81.32 82.32 15.59 68.49 81.84 66.09 66.52 82.14 52.09 67.34 67.00 83.70 53. DIV.74 58.18 57.39 70.00 83.19 74.98 60.34 66.26 53.44 82.48 24.59 67.04 81.84 76.58 38.59 63.00 83.50 27.79 71.99 81.14 77.44 78.00 83.00 83.00 RECON . 80.04 79.00 83.90 26.90 82.42 45.84 67.84 81.94 82. DIV.46 37. DIV.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F. DIV.70 35.64 78.59 81.34 79.74 80.39 72.54 61.34 78.94 76.34 82.52 30.94 80.19 72.67 82.49 75.20 11.64 80.86 20.54 33.77 82.96 82.66 48.69 25.30 44.34 68.81 82.10 61.38 40.74 81.62 57.19 73.99 72.84 65.00 83.79 70.84 78.34 75.06 56.09 76.79 75. 63.59 64.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.59 71.59 82.39 71.19 82.74 44.86 59.65 19.02 51.69 81.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.39 76.26 39.66 34.39 81.00 83.94 32.34 80.94 80.89 75.95 82. DIV.19 81.67 22.58 52.06 42.82 40.44 81.12 82.59 73.79 81.08 24.34 69.84 82.99 70.91 82.84 68.18 43.59 69.06 21.64 10.76 7.00 83.88 4.10 27.73 31.09 82.79 69.54 14.00 6.29 81.74 74.84 5.99 77.62 43.89 82.

1 HP Ar condicionado .20 polegadas TV em cores .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .até 80 litros Aquecedor de água .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .BT Novembro de 2007 151/186 .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .3/4 HP Ar condicionado .

3 < D ≤ 4. a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .1Φ 40 .1Φ 70 .4 < D ≤ 6. (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.2 23.3 < D ≤ 19.1Φ 30 .7 49.9 19.6 6.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 60 .3Φ 175 .3Φ 70 .3 3.3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.9 < D ≤ 23.2Φ 30 .1 < D ≤ 41.3Φ 100 .1 33.7 < D ≤ 58.2Φ 70 .1Φ 40 .1Φ 30 .0 < D ≤ 66.3Φ 150 .2 < D ≤ 33.2Φ 40 .1Φ 60 .3Φ 125 .BT Novembro de 2007 152/186 .4 4.4 < D ≤ 49.3 13.TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).3Φ 40 .3Φ 200 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .4 41. (9).0 58.

1 kVA). através de seu responsável técnico. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação.3 kVA). 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. uma condição que sempre deve ser considerada. em eletroduto e instalado pela Light. A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral). a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. e. 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. A critério da Light.BT Novembro de 2007 153/186 .NOTAS: 1) O ramal de entrada. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola. 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. portanto cabe ao Consumidor. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. em cabo concêntrico ou multiplex. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. RECON . 6) É obrigatória. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). providenciando as alterações cabíveis se for o caso. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção).

licença de obra. mão-de-obra etc. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. incluindo eletrodutos. os respectivos disjuntores de proteção geral. RECON .8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º.BT Novembro de 2007 154/186 . deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. por conveniência técnica do Consumidor. o custo (cabos. 11) Opcionalmente. acessórios etc.) é integralmente do Consumidor. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. o ramal de ligação derivado da rede aérea. nesse caso. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. construção da linha de dutos do ramal de ligação. entretanto.

3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado.7 < D ≤ 198. (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.5 132.5 < D ≤ 165.1 < D ≤ 331. dependendo das condições do circuito. opcionalmente.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .4 99.3Φ 250 .9 231.3 < D ≤ 74.8 < D ≤ 231.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).9 < D ≤ 265.3Φ 1000 .: Na coluna referente aos condutores de proteção.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) . (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).6 < D ≤ 82.8 < D ≤ 99.8 82.3Φ 350.3Φ 700 .8 198.3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .3Φ 600 .3Φ 500 .1 265. RECON .3Φ 400 .3Φ 800 . e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.7 165. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2.6 74.

3) Deve ser utilizado eletroduto de. 100 mm de diâmetro interno. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. Portanto. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. A critério da Light. em eletroduto e instalado pela Light. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. sempre que possível. no ramal de entrada. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. RECON . deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. Cuidado especial. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada.BT Novembro de 2007 156/186 . do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. em cabo multiplex. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. uma condição que sempre deve ser considerada.NOTAS: 1) O ramal de entrada. e. Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. no mínimo. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção).

que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra. mão-deobra etc. o custo (cabos. entretanto. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). em vez de aéreo pode ser subterrâneo. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. o ramal de ligação derivado da rede aérea.6) É obrigatória. através do responsável técnico pelas instalações. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. Este tipo de proteção diferencial. 10) Opcionalmente. em algumas situações. os respectivos disjuntores de proteção geral. cabe ao Consumidor.) é integralmente do Consumidor. por conveniência técnica do Consumidor. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos.BT Novembro de 2007 157/186 . 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. construção da linha de dutos do ramal de ligação. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. nesse caso. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). o que pode ocasionar incêndio na edificação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. Portanto. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. licença de obra. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. lembrando contudo. RECON .

3Φ 150 .1Φ 60 .3Φ 60 .7 7. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 175 . se em média tensão ou baixa tensão.3Φ 40 .7 5.7 49. (6).9 < D ≤ 34.1Φ 30 .3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.2 57.3 < D ≤ 19.1 < D ≤ 41.7 < D ≤ 11.1 40.9 19.5 11.BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).1Φ 30 .2 < D ≤ 71.3 D ≤ 5.3Φ 60 .4 < D ≤ 49.4 41.2 < D ≤ 22.7 < D ≤ 7.4 < D ≤ 6.2 17.6 6.3 3.3 34.9 < D ≤ 23.1 33.5 220 1Φ 380 3Φ 30 .3Φ 200 .5 < D ≤ 13.2 < D ≤ 114.3Φ 70 .3Φ 150 .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 40 . (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .3Φ 125 .3Φ 70 .3 13.1Φ 40 .5 < D ≤ 85. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .1Φ 40 .3Φ 100 .4 D ≤ 17.1 < D ≤ 57.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 30 .9 22. PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.1Φ 60 .8 < D ≤ 100.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.3Φ 200 .TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .5 71. (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.4 4.2 100.2 23.1Φ 70 .3 < D ≤ 40.3 < D ≤ 4.1Φ 70 .3Φ 125 .8 85.2 < D ≤ 33.3Φ 175 .3Φ 100 .

deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. Todavia. junto a proteção geral coletiva. 5) Para a medição de serviço da edificação. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. nas salas. nº de circuitos. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos.da edificação em “kVA”. O ramal de ligação coletivo. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. também com proteção diferencial. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. ou seja. ou então em cabo armado instalado em eletroduto.BT Novembro de 2007 159/186 . pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. como nas tabelas para entrada individual. pode ser em cabo singelo. utilizando cabos singelos. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. se aéreo ou subterrâneo. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. RECON . nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. Nesse caso. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. classe de tensão etc. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. a critério da Light. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). por se tratar de sistema de medição coletiva.). que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. incluindo a medição de serviço. Deve ser dimensionado. a Light deve informar a opção de atendimento. quadros de proteção internos às unidades consumidora. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. nos apartamentos.

o que pode ocasionar incêndio na edificação. Este tipo de proteção diferencial.5 kVA na classe 380/220 V.BT Novembro de 2007 160/186 . As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG. 7) É obrigatória. contidas nesta Regulamentação. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). RECON . Uma opção é calcular a demanda em kVA. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. As Figuras 11. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD.Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. 12 e 13 com suas variações. inclusive o estabelecimento de arco à terra. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. medição e proteção. em algumas situações. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. inicialmente desejados por painel. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. portanto. PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores. deve ser tratado caso a caso junto à Light.

pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes. a barra de proteção.BT Novembro de 2007 161/186 .Obs. as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada. a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial. contudo. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . ou seja. se houver disponibilidade na edificação.: Conforme já explicado.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

3Φ 175 .3Φ 40 .BT Dezembro de 2006 .3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.1 40.3Φ 100 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.7 < D ≤ 7.5 < D ≤ 13.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição . considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 125 .1Φ 60 .3 < D ≤ 4.9 22.3 < D ≤ 19.3Φ 70 .7 49.8 < D ≤ 100.5 < D ≤ 85.1 33.2 < D ≤ 71.1Φ 40 .3Φ 125 . se em média tensão ou baixa tensão.8 85.1Φ 70 .5 71.4 < D ≤ 49.3Φ 60 .3Φ 150 . (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.6 6.CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).2 23.4 41.2 17.3 < D ≤ 40.3 34. RECON .2 57.2 100.5 11.3 D ≤ 5.1 < D ≤ 57.1Φ 30 .7 5.3Φ 30 .3Φ 100 .1 < D ≤ 41.3Φ 60 .3 3.TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .9 < D ≤ 23.7 7.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .1Φ 70 .4 < D ≤ 6.3Φ 175 .7 < D ≤ 11.3Φ 200 .2 < D ≤ 22.1Φ 30 .1Φ 60 .9 < D ≤ 34.3Φ 150 . bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.4 D ≤ 17.3Φ 70 .2 < D ≤ 114.4 4.3 13.3Φ 40 .9 19.2 < D ≤ 33.3Φ 200 .1Φ 40 .

. acessórios etc. inclusive o estabelecimento de arco à terra. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. 4) É obrigatória. em função dos valores solicitados de demanda. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. O seu dimensionamento. pode ser em cabo singelo.BT Novembro de 2007 164/186 . limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. o que pode ocasionar incêndio na edificação. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. os respectivos disjuntores de proteção geral. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. a Light deve informar a opção de atendimento.). RECON . 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos.) com base na legislação específica em vigor. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. classe de tensão etc. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. incluindo eletrodutos. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. se aéreo ou subterrâneo. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). mão-de-obra etc. como nas tabelas para entrada individual. a critério da Light. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. Este tipo de proteção diferencial. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. utilizando cabos singelos.O ramal de ligação coletivo. em algumas situações. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. por se tratar de sistema de medição coletiva. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. nº de circuitos. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). Todavia.

0 4.6 < D ≤ 8. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento.1.3 < D ≤ 4.9 < D ≤ 23.4 < D ≤ 6.0 6.0 < D ≤ 6.BT Novembro de 2007 165/186 .3 13. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.0 D ≤ 4.8 82. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.0 D ≤ 3.0 8. postes.0 58. conforme estabelecido em 14.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados. RECON .TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.6 6.2 < D ≤ 33.3 < D ≤ 19.4 99.7 49.2 23.0 150 7. 0 1.9 19.0 < D ≤ 14. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.3 66.1 33.4 41.0 1.4 4.1 da Seção 02.07.0 10.0 < D ≤ 8.6 < D ≤ 82.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6. devem ser apresentadas à Light para análise.0 < D ≤ 66.4 < D ≤ 49.6 74.3 < D ≤ 74. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ.8 < D ≤ 99. 3) Devem ser rigorosamente observados.00.7 < D ≤ 58.0 D ≤ 10.1 < D ≤ 41.3 3.0 < D ≤ 13.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2. conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC.BT Novembro de 2007 169/186 .equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1.5 2. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas. tipo leve.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos.5 2. deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono. em milímetros. só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. RECON . em milímetros. classe A. tipo rosqueável. conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono .

Temperatura ambiente – 35° C’ .Temperatura do barramento – 65° C’ RECON . Nesta tabela foram consideradas: .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.BT Novembro de 2007 170/186 .

devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo. 5. Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm. RECON .BT Novembro de 2007 171/186 . 4. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros.2. 3. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que.

80 0.70 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.75 0.75 0.65 4 RECON .TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.BT Novembro de 2007 172/186 .70 0.80 0.

BT Novembro de 2007 173/186 .RECON BT ANEXOS RECON .

.......... .............Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro....................... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (.......... legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº .......... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na ............. Atenciosamente.................... (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON ................ de de À Light Serviços de Eletricidade S........)...................nome do profissional ....BT Novembro de 2007 174/186 .....A.(Rua / Av......... / Nº / Bairro / Município / Estado)........ de minha propriedade..................

daquele disjuntor que possa ter falhado. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante.CSMD indicada para a demanda solicitada. Porém o rearme deve ser manual. ou seja. Nas caixas a jusante da CSMD. seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição.BT Novembro de 2007 175/186 . mecânico por meio de alavanca. Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA). de forma seletiva.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção . Figura “ A” RECON . Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas.

OBS. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON . nesse caso. quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação.Opcionalmente. entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. 2) O arranjo dessa Figura “ B” .BT Novembro de 2007 176/186 . todavia nessas proteções. podem ser utilizados. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. principalmente. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito).: 1) Também nesse arranjo. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético. tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético. pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. bem como o arranjo da Figura “ A” .

Na escolha do dispositivo diferencial. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. Apenas como esclarecimento.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação.. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos.BT Novembro de 2007 177/186 . já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção). o que pode ocasionar incêndio na edificação. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção).5 V. por cargas monofásicas de grande porte. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. só podem ser aterrados no condutor de proteção. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. geladeiras. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. Entretanto. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. com agravo para os circuitos longos. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. em sua maioria. que já possuem. tanto para os disjuntores termomagnéticos. que funciona em série com o disjuntor termomagnético. inclusive o estabelecimento de arco à terra. Portanto. Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. ou seja. com base no estabelecido na NBR 5410. RECON . a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. máquinas de lavar roupas. em algumas situações. torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil). o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. fogões etc.

Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR. que além de enxergar as correntes de fuga.BT Novembro de 2007 178/186 . pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON . possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.

ou seja. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito.BT Novembro de 2007 179/186 . além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que. ou seja. Logo.somente enxerga as correntes de fuga. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. em geral. RECON .

CDM. medição e proteção geral. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo.As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. Não serão aceitas dobradiças externas. CPG etc. CSMD. CDE. PDMD. lateral ou traseiro. PSMD.BT Novembro de 2007 180/186 . Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal.).Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . superior. estas deverão ser do tipo interna. b . CD. sem nenhuma saliência ou indicação externa.No caso de portas frontais com dobradiças. em qualquer hipótese. c . não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. inferior. Dimensões em mm. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. CM. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. PDM. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. RECON . principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. CSM.

sem corrente e sem tensão). chaves etc. uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado.BT Novembro de 2007 181/186 . devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. -x-x-x-x-x- RECON . considerando as situações de medição indireta. ou seja. sem tensão. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. sem carga e. além das verificações visuais citadas acima. Nesse sentido. nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. se possível. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. Nesse caso. primeiros socorros. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. estejam realmente abertos ou desligados e. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). através. por exemplo. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. que não foram concebidos para operar em condição de carga. Nesse caso. se possível. que o disjuntor a montante também esteja desligado. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. através de amperímento “alicate”. preferencialmente. deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. rigorosamente. 3) Verificar. Portanto. BASES FUSÍVEIS. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir.

BT Janeiro de 2007 182/182 .OBSERVAÇÕES: RECON .