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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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12 .3 .Medição totalizadora 7.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.Casos não previstos 5 .Em entrada individual 5.1 .6 .8 .2 .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.4 .Rede subterrânea 4.5.2.Ligações temporárias 6 .10 .Medição 7.Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.2 .5 .Dados fornecidos à Light 5.11 .1 .Condições não permitidas 4.1.Entrada individual 4.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.Tensões de fornecimento 4.Prazo de validade do projeto 5.9 .1 .1 .Ligações provisórias 5.4 .2 .Influências de campos magnéticos 7.4 .4.2 .5 .Medições especiais RECON .Medição de serviço 7.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.4 .Medição de agrupamento 7.6 .5 .2.Proteção contra sobrecorrentes 6.Em entrada coletiva 5.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.Vigência desta Regulamentação 4.Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.Medição individual 7.Entrada coletiva 4.4.3 .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.Dados fornecidos pela Light 5.3 .1 .Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.3 .2 .6 .Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.3 .Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.7 .Suspensão do fornecimento 4.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.8 .Proteção contra sobretensões 6.BT Novembro de 2007 4/186 .9 .5.7 .4.2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.

8A) 9.3.1.6 .1.2 .CSM 600 (Fig.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .Caixa para disjuntor monopolar .CPG-225 (Fig. 2) 9.4 .5.Entrada de energia elétrica individual 8.2.Caixa para seccionamento.5.2 .2.1.1 .CDJ 9.1 .4.1. 6) 9.CM 200 (Fig.CSM 9.1.1 .Caixa para proteção geral .Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Caixa para seccionamento.Caixas para seccionador .Ligações à terra e condutor de proteção 8.5.Caixa para seccionamento e medição indireta .1.2 .3. 4) 9. 4) 9.7) 9.5 .3 .CS-100 (Fig. CM 200 e CSM 200 9.CS 9.5.5.2 .CSMD 3000 (Fig. 10B) RECON .1.3.7) 9.Materiais padronizados 9.CSMD 9. 8A) 9.1.1 .5.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.Aterramento do condutor neutro 8.1 .CSMD 600 (Fig.CS-200 (Fig.CPG-600 (Fig.2 .CSMD 1500 (Fig.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.1.3. 3A) 9.CDJ 1 (Fig.2.CSM 1500 (Fig.Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.2 .1 .1 .Eletrodo de aterramento 8.4 .2 .Caixa para disjuntor tripolar .1. medição indireta e proteção .8 .3.2 .1.Número de eletrodos da malha de terra 8.5 .Caixa transparente monofásica .Caixa de passagem 9. 1) 9.1 .2 .1 .1.CTM (Fig.5.Caixa para seccionamento.CSM 200 (Fig.2.CTM.Caixas para medição 9.3 .Caixas para medição direta .CPG (Fig.Caixa para seccionador .Caixa para proteção geral .2 kVA 8.3 .Caixas para seccionamento e medição indireta . CTP.1. 3B) 9. 6) 9.1 .CDJ 3 (Fig.Caixa para seccionamento e medição indireta .Caixas para seccionamento.1.CPG-1000 (Fig.Entrada de energia elétrica coletiva 8. 5B) 9.1 .Caixa transparente polifásica . 6) 9.2 .3 .3.2 . 8B) 9.2 .Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .Caixas para proteção geral .Caixa para proteção geral .1. medição indireta e proteção .3 .1 .1.Caixas para disjuntor .10A e Fig.Aterramento das instalações 8.1.BT Novembro de 2007 5/186 .3 . 6) 9.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .Caixa para seccionador . medição indireta e proteção . medição indireta e proteção .Caixas de inspeção de aterramento (Fig.CTP (Fig.2.4.3 .2.

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO B) .SEÇÃO A) .SEÇÃO A) . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . SPLIT E FAN-COIL.FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N.SEÇÃO B) . SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X. (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .BT Novembro de 2007 9/186 . MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 . SPLIT E FAN-COIL.SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . TOMÓGRAFOS.FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO A) . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON .TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.SEÇÃO B) .

OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .BT Novembro de 2007 10/186 . BASES FUSÍVEIS.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS.

Ao sistema de distribuição da Light.Terminologias e definições 2. RECON . ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. 2.CONDIÇÕES GERAIS 1 . que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação. medição e proteção.4 . somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.1 . 2.6 . caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL. com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes. com medição individualizada.Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega. 2.2 .Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora.5 .Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras. 2.BT Novembro de 2007 11/186 .3 . 2.Consumidor Pessoa física ou jurídica.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. 2 .Unidade consumidora Instalação de um único consumidor. das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento.

2. situado no limite da propriedade com a via pública. RECON . apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. 2. g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). bem como operar e manter o seu sistema elétrico. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. observadas as condições estabelecidas na legislação. Entretanto. na fachada. considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte). da operação e da manutenção. relativamente a viabilização do fornecimento. o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. por conveniência do Consumidor. o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL.8 . d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega.BT Novembro de 2007 12/186 . a partir do limite de propriedade. o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral).Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. resoluções e regulamentos aplicáveis. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica.7 . b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública. O trecho interno do ramal.

15 . disjuntores.5 desta Regulamentação. 2. 2.BT Novembro de 2007 13/186 . expressa em quilowatts (kW).Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação.9 . além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica. iluminação. de fácil acesso. 2. 2. 2.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores. sistema de medição e outros equipamentos da Light. localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. 2. quadros. a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento.Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação. atendendo todas as condições de ventilação.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. interligação com eletrodutos etc. RECON . aterramento. conforme item 9. 2. obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.12 .º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes. no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. chaves. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa. caixas.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação.Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega.10 .13 .11 .Espaço físico Ambiente apropriado. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem.14 .

consideradas as sua revisões e atualizações. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País.Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros.019 de 26 de fevereiro de 1957. referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores.Resolução da ANEEL n. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica. determina o cumprimento das normas da ABNT. detecção.2 .Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 . resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ.º 456. entre outras providências.1 .1 .4 . de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas.5 .3 kVA (220/127 V) ou 114.5 kVA (380/220 V). combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros.Dispositivos legais 3. 3. atualizadas. através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada.Limites de fornecimento de energia elétrica 4.6 . bombas de recalque. circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção. e. 3.3 . bem como outras normas aplicáveis. 3. a partir da porta de acesso da edificação. atinentes a leis. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados. Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT.º 41.Leis. 3.3 .Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica.Decreto n. 4 . Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC). decretos. consideradas as suas revisões e atualizações.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66. RECON . 3.BT Novembro de 2007 14/186 .

o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora.2. Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias.2. No caso de não atendimento dessas exigências.3 .Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo. 4. Em função de aspectos técnicos.4. poderá ser aéreo ou subterrâneo. 4.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede.2. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT. NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota).1. RECON . deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna.1.2.2 . dependendo da conveniência técnica. instalada conforme a seguir: 4. implicando na poluição visual e na agressão ambiental. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga.BT Novembro de 2007 15/186 . está limitado para demandas até 300 kVA.1 . O ramal de ligação. em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas. o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor.2 .Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado. a critério da Light e em comum acordo com o consumidor. dependendo da conveniência técnica. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores.1.1.

4.duas fases + neutro . inciso II.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.Sistema subterrâneo dedicado . Entretanto.2. e deve sempre estar localizado no pavimento térreo.1. alínea “ b” .1. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade.2 . O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação. a qualquer tempo.4 .uma fase + neutro .4.Redes subterrâneas a 4 fios . seja em tensão 13. a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V.2 kV. Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público. bem como ao sistema de medição. aéreo ou subterrâneo. artigo 3º. O local físico destinado à cabina de transformação.Urbanas / Rurais 220 / 127 V .BT Novembro de 2007 16/186 . deve permitir livre acesso pela Light.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V . o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA.2 e 4.2.Redes aéreas monofásicas a 3 fios . 4. quando solicitado pelo consumidor. quando inexistir a condição para instalação interna. nas condições estabelecidas no item 4.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada.1.2. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL. Neste caso.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.Urbanas 230 . bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento. nas seguintes tensões nominais: .três fases + neutro RECON .3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados.115 V .1. ao nível da rua. 4.2.Rurais 380 / 220 V .3 .Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão.Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios . 4.2.1 . não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo. na frequência de 60 Hertz.2 desta Regulamentação.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA. o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade.

BT Novembro de 2007 17/186 . quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V. Trifásico especial RECON . Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.0 6.4.0 D ≤ 4. 3 D ≤ 4. Trifásico.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 .0 D ≤ 5.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada.três fases + neutro 4. Urbano monofásico especial.0 < D ≤ 14.6 < D ≤ 8.7 7.0 8. Urbano bifásico.0 < D ≤ 8.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3.6 6.4 (n. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro).2 . Rural monofásico.7 D ≤ 7.0 D > 8.5 < D ≤ 13.4 D > 13.0 D ≤ 3.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .0 < D ≤ 6.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão. 4.5 11.7 < D ≤ 11.5 .4 < D ≤ 6. 4 4. Urbano monofásico.0 4.0 D ≤ 8.

ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. 4 . em ambientes não validados e mal iluminados. e . podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V.07.Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. excedentes reativos.Condições não permitidas a .Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas.A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional. c . em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos.NOTAS: 1 .Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço.Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. 10-B.BT Novembro de 2007 18/186 .Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição.Avaliação de demandas. 2 . a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. sobretensões. g . dispositivos de compensação e outros. a inundações (subsolos). torneira. RECON . (ver item 10 desta Regulamentação).As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico. para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. sem prévia consulta e autorização da Light.6 . estão definidas nas TABELAS 10-A. 4. f . Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor. 3 .7 . a qualquer tempo.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light. desequilíbrios.) com potência superior a 4.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados. sem prévia consulta e autorização da Light.Instalação de filtros. h . fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação. afundamentos de tensão. cintilações. em função da demanda calculada. d . b . aquecedor etc. distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. 4. item 13 .Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light. 11-A e 11-B.4 kVA. oscilações.00 desta Regulamentação.

Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade.Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light.BT Novembro de 2007 19/186 . absolutamente independente da instalação normal. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. cabinas de transformação quando houver etc.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico. k .Construção de circuito de emergência. RECON .Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência. de acordo com o sistema de geração projetado. proteção. com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição.8 .9 . NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente.). com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. uma das seguintes condições: . alimentado pelo gerador particular. . . devem prever. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. distribuição Obs. 4. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. 4.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição. quando esse for exigido. o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica. j .i .Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida.Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador. a qualquer tempo.

em conformidade com as determinações da ANEEL. carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento. nível de tensão. tipo de atividade (residencial.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá. deve ser apresentado pelo interessado.BT Novembro de 2007 20/186 . os seguintes elementos: . 4.4. croquis de localização.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. RECON .Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança. sempre que ocorrerem modificações. constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. ramal subterrâneo. 5. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes.1 .3 desta Regulamentação. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação. 4. tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações. endereço completo do local. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas.11 . com esta Regulamentação e padrões vigentes.2 .Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n.07. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5. bem como com as normas brasileiras atinentes. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo. torna-se fundamental a prévia consulta à Light. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento. na devida oportunidade. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis.Cópia dos padrões de ligação. consideradas as eventuais revisões e atualizações. Dessa forma.12 . Para tanto. 5. comercial. 5 .00 desta Regulamentação.10 .Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias.º 456 da ANEEL.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise.

sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. quiosques. . bancos 24 horas.BT Novembro de 2007 21/186 . localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. ou.Pequenas unidades consumidoras (barracas. com carga instalada até 15.Tensão de fornecimento. .3 . . autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. boxes etc. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. RECON . aérea e subterrânea. .Entradas individuais isoladas.Entradas individuais isoladas.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. com carga instalada até 15. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado.115 V. quando existente. mobiliário urbano. NOTA: As entradas individuais de baixa renda.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados)..4 kVA.0 kW (demanda avaliada até 13. . monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 . com demanda avaliada até 4. com demanda avaliada até 4.) monofásicas em 127 V ou 115 V. exclusivamente residenciais. cabinas telefônicas. por profissional credenciado pelo mesmo. destinadas exclusivamente ao atendimento residencial. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . bancas de jornal. . Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light. b . nas tensões 127 V ou 115 V. quando necessários. se desejado. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural.Condições estabelecidas para o atendimento. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. devem ser sempre monofásicas. 5. .3 desta Regulamentação.Entradas individuais isoladas situadas em via pública. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: .Formulários padronizados.Tipo de atendimento. se desejado. tais como.Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a . exclusivamente residenciais.0 kVA).Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea.4 kVA. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.0 kW (demanda avaliada até 14.3 kVA). situadas em via pública.

07. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. contendo: Diagrama unifilar.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. desenhos de detalhes técnicos. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis.5 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. Novembro de 2007 22/186 RECON . ou. 5. desenhos de detalhes técnicos. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). Avaliação da demanda. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra. Características técnicas dos equipamentos e materiais. 5. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02.5. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ.BT . Quadro de cargas. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. da proteção geral de entrada. exclusivamente em 220/127 V.00 desta Regulamentação. c . equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc.07. se desejado. para tratar dos serviços técnicos junto à Light.3 kVA.1 .00 desta Regulamentação. juntamente com diagrama unifilar.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. Planta de localização.3 desta Regulamentação. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. juntamente com diagrama unifilar. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.4 . com demanda avaliada superior a 13. com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado.terminais rodoviários.

a partir da data de validação do projeto apresentado. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33. em tempo hábil e quando solicitado. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários.Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas. contendo: Diagrama unifilar.2 . 5. Planta de localização. através do programa normal de obras. da proteção geral de entrada. é de até 18 meses. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. 3 .Anotação de Responsabilidade Técnica. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ. Tensão de atendimento.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. Quadro de cargas. Para todos os demais casos contidos nos itens 5.3 desta Regulamentação. o Consumidor. Avaliação da demanda.Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações. a necessidade de extensão de prazo.5. Cabe destacar que.BT Novembro de 2007 23/186 .7 .6 . dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. Características técnicas dos equipamentos e materiais. 5. 2 .4 desta Regulamentação. é obrigatória a apresentação da ART . Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.5. relacionando todos os serviços sob sua RECON .Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light.3 e 5. oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. findado o prazo em questão. devidamente atualizados.Durante a fase de análise do projeto apresentado. todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5. NOTAS: 1 .1 kVA.

idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. 24/186 RECON . os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição. 6.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. em conformidade com as normas da ABNT.BT Novembro de 2007 .Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. Deve ser feita consulta prévia à Light. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). edificações diversas etc. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso. no ponto de instalação.1 .responsabilidade e os dados técnicos da instalação.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica.8 . Para tal. 6 . Deve ser feita consulta prévia à Light.). obras públicas. parques. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito.9 . 5. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). com disponibilidade de bobina de disparo. feiras. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. exposições etc. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. 5. caracterizada como responsabilidade do Consumidor. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto.). quando for o caso. Nas entradas individuais. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. circos. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. trifásica e simétrica. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e.

A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT.Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR. mantidas as suas atualizações. A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga). Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito). devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos. 2 . de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização. NOTAS: 1 . O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. Quando empregado disjuntor ajustável.A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas. O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção). deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. DDR ou dispositivo diferencial acoplado). Outra alternativa para a proteção diferencial. faixas de atuação temporizada e instantânea. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga).) a partir de catálogo do fabricante. RECON . 6. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. no ponto de sua instalação. já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito). a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante.2 . tensão nominal. simétrica.Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado.Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. capacidade de interrupção etc.BT Novembro de 2007 25/186 .

o responsável técnico deve prever. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. tanto em regime permanente quanto em regime transitório.NOTAS: 1 . 7. consideradas as suas atualizações.5410 da ABNT. estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica. 2 .Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. RECON . Nesse sentido. bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . seja em regime permanente ou transitório. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. 6. quando forem os casos.BT Novembro de 2007 26/186 .Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes. caixa especial para abrigar os componentes. Deve ser proporcionada a segurança de pessoas.1.3 . instalações e equipamentos.4 . em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL . também se aplicam às proteções diferenciais. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR .DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. Quando da utilização de DPS’s. quando necessário. preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação. devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos. equipamentos ou instalações sensíveis. 6. motores e outros).As notas 1 e 2 do item 6. dispositivos de controle.

00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição. bombas d’água. elevadores etc. lojas.3 . residências individuais.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que.7. Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio.Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado. 7. 27/186 RECON .Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública). A Seção 03.40 0. comerciais. lojas.1. 7. 7. por conveniência do Consumidor.50 0.00 NOTA: As TABELAS 17 e 18. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação.Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos.07. prédios residenciais.50 2.00 1. 7. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades.BT Novembro de 2007 . a boxes.60 0. galpões. e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes.80 1.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva).4 . bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras. mistos e outros. salas. desde que caracterizado como ligação coletiva.2 . boxes.5 . devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação.).

de acordo com as prescrições atualizadas da NBR . O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada.5410. isolado na cor verde ou verde e amarela. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. RECON .Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL. quando for o caso.2 a seguir. 10-B. sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral).Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. desde que previamente definido e acordado com a Light.BT Novembro de 2007 28/186 .entradas individuais e coletivas). além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção.2 . O condutor de proteção deve ser em cobre. como parte integrante da instalação.7. 8. As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação.Medições especiais Outras modalidades de medições. onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais . devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação. deve contemplar proteção diferencial residual.1 . junto à proteção geral de entrada que também.6 . o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido. à qual deve ser permanentemente interligados. de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A. 8 . bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica.Aterramento das instalações 8. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo).

5. 8. para qualquer das condições a seguir.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. sendo que o valor máximo da resistência de aterramento. A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos.8. bem como também interligadas entre si internamente à caixa. conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção).1 .3 . Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8. 8.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre.: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. de forma a evitar processos corrosivos. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4".Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação. 8.BT Novembro de 2007 29/186 . Não devem conter emendas.5410. a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento. OBS. somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. no mínimo. havendo possibilidade. não deve ultrapassar 25 ohms. o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. Na proteção geral de entrada. Contudo.1. RECON .5 . deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .1 . 10-B.4 . de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.Entrada individual de energia elétrica 8. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.3 desta Regulamentação. uma haste de aço cobreada.Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8.2 desta Regulamentação.1 e 8. Contudo.5. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica. Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral.

3 . interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.2 . 8. 9.2.2. de seção não inferior a 25 mm². painéis. no mínimo. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável. de seção não inferior a 25 mm². postes etc.5. quando existentes (caso das caixas metálicas). O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. 8. interligadas entre si por condutor de cobre nu. devem ser em policarbonato incolor e transparente.2 . interligadas entre si por condutor de cobre nu. fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light.BT Novembro de 2007 30/186 . As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.8. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.5.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.2 .5. de espessura mínima de 3 (três) mm. além de dispositivo para instalação de selos.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light. de seção não inferior a 25 mm².Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta.1 .Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.1.1 . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.Entrada coletiva de energia elétrica 8. 8. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. 6 (seis) hastes de aço cobreadas. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.1. de seção não inferior a 25 mm².5.Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo. Os visores.5. 9 . interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.

9. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A . até 8. RECON . 9.1 kVA.2.1. CSM . nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. com medição direta e demanda até 33.caixa transparente monofásica.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13. ou ainda.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A. 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente. com medição direta e demanda até 14. pintura eletrostática em epóxi ou similar.caixa para seccionamento e medição indireta.caixa para medição direta até 200 A. CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta.1. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.3 . 9. A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9.2 .CSM 200 (Fig. 9. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS. NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33.0 kVA no atendimento rural (230/115 V).CTM . 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão.CTM.Caixa transparente polifásica . CSM 200 .CM 200 (Fig.2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).caixa para seccionamento.Caixas para medição direta .BT Novembro de 2007 31/186 .1. A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas. ou ainda. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente). exclusivamente.caixa transparente polifásica. em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente). principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças).1. CTP.CTP (Fig. CTP . NOTA: Todas as caixas devem ser montadas.1.1. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. exclusivamente. CSMD . Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.2.1 . 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.1 . CM 200 . medição indireta e proteção.1.Caixa transparente monofásica .CTM (Fig.1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57. que em geral são dispostos através de venezianas.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).

NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.2 kVA até 114.0 kVA na classe de tensão (220/127 V). ver Anexo D desta Regulamentação.CSM 1500 (Fig.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.3 desta Regulamentação. 9.1. unidades em entradas coletivas e outros).Caixa de Seccionamento e Medição indireta . onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. 9.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . transformadores de corrente.1.1kVA até 66.2 . com demanda superior a 198.1.3 desta Regulamentação.1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. o sistema de medição indireta (medidor trifásico. 9. e ainda com medição direta e demanda superior a 57.8 kVA até 497.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. Devem conter o dispositivo de seccionamento.5 kVA.1 .8 kVA na classe de tensão (220/127 V). a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. OBS. Deve estar associada a uma CPG .3 kVA até 198. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.BT Novembro de 2007 32/186 . Para os cuidados com a operação de seccionamento.0 kVA. pintura eletrostática em epóxi ou similar. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada. chave de aferição etc).: Para valores de demanda maiores que 497.Caixas para seccionamento e medição indireta . já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. RECON .600 (caixa de proteção geral para 600 A).CSM 600 (Fig.2. o barramento de neutro e terra independentes.2.1. Deve estar associada a uma CPG .3 kVA no atendimento urbano (220/127 V).Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33.1.2 . no sistema urbano especial (380/220 V). deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9. com demanda superior a 66.

4 kVA na classe de tensão (380/220 V). O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente. Medição indireta e Proteção .Caixa para Seccionamento.3. Para os cuidados com a operação de seccionamento. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. barramentos de neutro e terra independentes. 9.1 .1.CSMD 600 (Fig.1. 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas.3. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. lojas etc. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes. 9. chave de aferição etc).1.BT Novembro de 2007 33/186 .). transformadores de corrente. estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas.9.CSMD 1500 (Fig.3 . Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.2 . com demanda superior a RECON . base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. sistema de medição indireta (medidor trifásico.3 kVA até 198. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. a até 3. barras para TC. Devem conter um dispositivo de seccionamento. com demanda superior a 66. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral. unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte). Medição indireta e Proteção .5 kVA até 343.Caixas para Seccionamento. onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). ver Anexo D desta Regulamentação. pintura eletrostática em epóxi ou similar.Caixa para Seccionamento.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114. Medição indireta e Proteção .

em ambiente selado. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas.3 kVA na classe de tensão (220/127 V). CTP.2. RECON .5 kVA na classe de tensão (380/220 V).CS 200 (Fig. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM. mesmo quando derivado da rede aérea. Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A.CS Devem abrigar.3 .: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A.5 kVA até 1717. pintura eletrostática em epóxi ou similar.Caixa para Seccionamento. noril etc. Medição indireta e Proteção .4 kVA até 858. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. com demanda até 33. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio.CS 100 (Fig. devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento. 9.BT Novembro de 2007 34/186 . em instalações com demanda superior a 33.CSMD 3000 (Fig. 9.2 .Caixa para Seccionador . 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.) e alta capacidade térmica.2. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. 9.Caixa para Seccionador . 9.1 kVA na classe de tensão (220/127 V). exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200.2 .Caixas para Seccionador . à montante da caixa CM 200. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo.1 kVA até 66.1.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858.1 .0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais. articuláveis ou removíveis. OBS. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis).3.8 kVA até 497. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação. 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. com demanda superior a 497. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.198. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial.0 kVA na classe de tensão (380/220 V).0 kVA até 994.

3 . a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade.Caixa para Proteção Geral .2 .Caixa para Proteção Geral .3. consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. ou ainda em entrada coletiva como proteção geral.3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. RECON .8 kVA até 343.1 . 9B).3 .CPG 1000 (Fig.BT Novembro de 2007 35/186 . deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial. 9.3 kVA até 128.8 kVA até 331. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes).8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128.CPG 225 (Fig. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado. 9. através de janela com travamento por cadeado particular. uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada. às barras de neutro e de proteção quando for o caso. antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral.3. pintura eletrostática em epóxi ou similar. impedindo o acesso interno.3.6 kVA até 198. além das barras auxiliares de cobre. 9. 6) Aplicada em demanda superior a 198. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes.1 kVA até 74. 6) Aplicada em demanda superior a 74. 9A) e “ Z ” (Fig.6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte). Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 6) Aplicada em demanda superior a 33.8 kVA na classe de tensão (380/220 V). com a finalidade de permitir a derivação.4 kVA até 572.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).Caixa para Proteção Geral . NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor.CPG 600 (Fig.CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A.Caixa para Proteção Geral .3 kVA na classe de tensão (380/220 V). tipos “ L ” (Fig. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação.9.

o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . com demanda até 8.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) .20 m para cada conjunto adicional. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ.CDJ 3 (Fig. o projeto da caixa deve prever.80 x 0. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. 9.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos.) e alta capacidade térmica.Caixa de Passagem A caixa de passagem. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. CTP. com demanda até 33.80 m para 1(um) conjunto de cabos. NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ.Caixa para Disjuntor Monopolar . um acréscimo de 0. 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica.5 .4 . Deve ter as dimensões mínimas de 0.1 .CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo.9. em alvenaria. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica. valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light.4.4.Caixas para Disjuntor . noril etc.CDJ 1 (Fig. NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade.Caixa para Disjuntor Tripolar .2 .0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado. 9. 9. em pelo menos uma de suas dimensões. centro a centro.80 x 0. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção.BT Novembro de 2007 36/186 .

na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel.10A e Fig. também. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. 9. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. os disjuntores inerentes ao painel em questão. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. sendo que para segunda opção o Consumidor. com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular. PPGP: Painel de proteção geral e parcial. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). através de seu responsável técnico. tanto os individuais das unidades consumidoras. podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. RECON . quanto o de proteção geral-parcial quando existir.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig. contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel.BT Novembro de 2007 37/186 .no limite da sua propriedade.7 . Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. que permita.6 . 9. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. diretamente posicionado em baixo do muro principal. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação.

Os condutores devem ser. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. instalados. PDMD: Painel de proteção geral. Os visores. 11A) e PMD 2 (Fig. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. PSMD: Painel de seccionamento. branca (fase C).25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.BT Novembro de 2007 38/186 .Painéis de medição direta e proteção individual . que em geral são através de venezianas. As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior.PMD 1 (Fig. devem ser submetidos previamente à Light para análise. As barras internas (fases. quando existentes (Painéis de medição). Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel.Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. RECON . nas cores preta (fase A). Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. medição direta e proteção individual. Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . pintura eletrostática em epóxi ou similar. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. de seção 16 mm². Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light. vermelha (fase B). principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. A seguir.1 . em Cu. Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A). medição direta e proteção individual. 9. no mínimo.terra). neutro e proteção) aos painéis. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos.7.

o dispositivo IDR. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais. conforme descrito no item 9. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. 13A) e PSMD 2 (Fig. 9.2 .4 desta Regulamentação. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral.7. O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. 12A) e PDMD 2 (Fig.4 desta Regulamentação.PPGP. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito. devidamente protegidos pelas proteções parciais. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A. além do disjuntor termomagnético. uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. o dispositivo IDR. os alimentadores dos painéis de medição. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. conforme descrito no item 9.3 . deve ser utilizado. Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. já que possui dois estágios para disjuntores em série. um novo painel de proteção geral e parcial .7. 9.PPGP.7. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. deve ser utilizado.Painéis de seccionamento. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. a partir do qual devem derivar. O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento.BT Novembro de 2007 39/186 .7. RECON . um novo painel de proteção geral e parcial .Painéis de proteção geral.

O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. para receber o ramal de ligação.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD.Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo. 9.7.4 . Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.BT Novembro de 2007 40/186 . sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição . Quando a interligação for feita em cabo armado. na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção. Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente). o dispositivo IDR.25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. 9. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo. 9. o eletroduto poderá ser dispensado.8 . PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. aparente.Painel de proteção geral e parcial . O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1.9 . o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva. Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. Em entrada de energia elétrica individual.Banco de dutos RECON . através de eletroduto rígido de PVC. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). padrão Light. deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC. de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação. o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC. já que possui dois estágios para disjuntores em série.

Na impossibilidade de construção de banco de dutos. junto ao limite externo da propriedade com a via pública. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução.0 m entre bancos. Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1. Independentemente do tipo de eletroduto. este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. obrigatoriamente. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama.6/1 kV. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama.0 (cinco) centímetros. e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. Qualquer que seja a opção adotada. Entretanto. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. esta deve ser previamente validada pela Light. utilizando. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre.). somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica. devem ser utilizados. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410. o banco deve ser envelopado em concreto.11 .0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5.Para a instalação de ramal subterrâneo. pelo menos. O tipo de isolamento (PVC. CPG etc. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. de diâmetro não inferior a 100 mm. além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light.5 desta Regulamentação.10 . que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal. contemplando. 9. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. dois dutos vagos como reserva técnica.BT Novembro de 2007 41/186 . o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária. Nos trechos internos à edificação. 9. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON . bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1.

Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo. também instalados em dutos. a critério da Light. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio. Obs.1 . A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. em cabo armado. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. e a 6 (seis) circuitos. o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição. 9. 11-A e 11-B). para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. ou então. Todavia. 10-B. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. Ultrapassados os referidos limites.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase.BT Novembro de 2007 42/186 . para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. quando o limite de demanda não for atendido. 9. estabelecidos pela NBR . bandeja totalmente vedada etc). instalados em dutos. A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores.1 . devem ser utilizados cabos singelos de cobre. 11 A e 11 B desta Regulamentação. 10 B. compatíveis com as características do circuito. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. os limites de queda de tensão e perda técnica. a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação. RECON . em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG.condições ideais de confinamento (banco de dutos.: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima.1. a critério da Light.11. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos.11.7 desta Regulamentação. de neutro e de proteção correspondentes. atendidas as condições de ampacidade. Portanto.

bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. de acordo com o nível de carregamento. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. 9.12 .CD e a respectiva medição. 10B. de acordo com as características da carga.2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). a critério da Light. além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. 11A e 11B). 9.BT Novembro de 2007 43/186 . Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. em cabo concêntrico ou multiplex. proteção. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição . limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea. 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada.2 .11.Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo.Barramento blindado (Bus way) RECON .1. linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A. PSMD ou PDMD). a critério da Light. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento). eletrodutos. fornecido e instalado pela Light. 3) A critério da Light. Nas entradas coletivas. armado ou singelo. Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente.CPG (entradas coletivas).CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . Não atendidas as citadas condições. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . deve ser utilizado cabo concêntrico. painéis de medição. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. deve ser a continuidade do ramal de ligação. deve ser empregado cabo singelo ou armado. a partir do ponto de ancoragem . deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.

A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. dimensão das barras etc). nível de isolamento para o qual foi projetado. distâncias entre barras. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. desenhos de diagramas unifilares. a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. podem ser empregados. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. Unidades ou bancos de capacitores fixos. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. Dessa forma. incluindo documentação legal. Nesse caso.BT Novembro de 2007 44/186 . para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção. 10 . nível de curto-circuito máximo admissível.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc. impedâncias de sequência (positiva. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. RECON . pelo menos.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. perdas máximas em kW. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. a fim de possibilitar o processo de validação. por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. negativa e zero). por tensão e/ou corrente. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. de potência máxima até 25 kVAr. A aquisição. exclusivamente. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. associados a funções temporizadas.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados.

ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância.) Recomendado (ver obs. bancos de capacitores automáticos e/ou controlados. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light.) Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs.) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs. RECON .) Obrigatório .) Obrigatório Obrigatório OBS. devem ser imediatamente desconectados. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante).) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 .) Recomendado (ver obs.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual. todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs. seja por fuga. por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção). A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora.Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 .

RECON / BT SEÇÃO 01.07.Determinação da carga instalada RECON .00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.BT Novembro de 2007 46/186 .

onde 0.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.24 kVA 0.04 kVA 1.07.45 kVA 3.04 kVA 0. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos. que fornece as potências médias. No cálculo para determinação da carga instalada.4 kVA 1.4 kVA 0. aproximadas.) deve ser expressa em kW (CI kW).A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos. demais resoluções e legislação atinentes.3 kVA 0. Para determinação da potência de motores em kVA. Quando não for possível essa verificação.0 kVA 0. recomenda-se a utilização da TABELA 9.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL.09 kVA 0. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B. dos principais equipamentos e aparelhos. a carga instalada em kVA (CI kVA. Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas.BT Novembro de 2007 47/186 .3 kW 13 .92.28 kVA x 0.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12. conforme Resolução nº 456 da ANEEL. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva.Avaliação de demandas RECON . dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.92 = 11. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.8 kVA 4. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.

Avaliação e dimensionamento de entrada individual. isolada. Entradas coletivas . .1 . qualquer que seja o seu valor. 13. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança. A seguir. . na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. inclusive.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação. o que pode implicar. sala etc. em entrada coletiva mista. verifica-se que. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. (residencial e não residencial). considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . em função da utilização diversificada dessas cargas. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. com atendimento através de ramal de ligação independente. sugestivamente. RECON . que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação. Nesse caso.Método de avaliação . desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. . geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto. loja.BT Novembro de 2007 48/186 . um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. Cumpre todavia ressaltar.) derivada de ramal de entrada coletiva. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B).

calculada conforme TABELA 6. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. calculada conforme TABELA 2. calculada conforme TABELAS 5A e 5B. para uso residencial e não residencial. o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes.). d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. d2 aquecedores. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros.0. Fan-coil). em entrada coletiva não residencial. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1..BT Novembro de 2007 49/186 . torneiras etc. considerando o fator de potência igual a 1.1. em entrada coletiva residencial. considerando o fator de potência igual a 1.0. 13. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split. . Previsão de carga RECON .1 . Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios . d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X.

no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação.1. DPG = DAG RECON . 13.Demanda do único agrupamento de medidores . das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica.1.07. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. considerando o disposto no item 13. motores e outras cargas. 13.Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .1.1. ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado.1.Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds).1 .Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR .No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1.2 .BT Novembro de 2007 50/186 . chuveiros.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado.Demanda da proteção geral da entrada . indicadas conforme a seguir: 13.1.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s).3 . através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. em função do tipo de construção. devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo. da atividade do imóvel.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada.00. da localização. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação. como aparelhos de ar condicionado.1.1 desta Seção 01.3.

80 RECON .Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR . No caso de entrada exclusivamente residencial. a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” . DR = (DAG + DS) x 0.80.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13.Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .80.80. ) ( ver item 13. No caso de entrada mista (residencial e não residencial). sendo o resultado multiplicado por 0.2 .BT Novembro de 2007 51/186 .) x Fd ( Nº total de Aptos.Demanda do ramal de ligação DPG . DPG = kVA (Aeq. a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.Demanda da proteção geral da entrada DAGR .Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR .1.A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG). sendo o resultado multiplicado por 0. sendo o resultado multiplicado por 0.3.Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR . Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.1.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR).1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.80 13.

do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais.4 kVA). que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água.4 kVA). que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4.80. condomínios horizontais e vilas). Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.Método de avaliação .2. Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . demandas da proteção geral (DPG). compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. condomínios horizontais e vilas). que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos).A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais.BT Novembro de 2007 52/186 . composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) . RECON . onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” .2 . deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B.80 13. 13. sendo o resultado multiplicado por 0.1 .

034939 x S 0. Em seguida.0 6. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0.4 kVA). As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança.0 8. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq. exclusivamente. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água. aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado.BT Novembro de 2007 53/186 .A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4.895075 RECON . conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4. 4 kVA.0 < P ≤ 10. onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. com potência nominal superior a 4. A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial.0 < P ≤ 8. deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades. é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A.4 < P ≤ 6. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências.

Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. . S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial. (S2) x S2 ] + . Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento.44 (TABELA 8) 51. (S2) + Nº de Aptos. Nº de Aptos. todos os apartamentos com chuveiros de 4.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA. .)] DPG = kVA (Aeq. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2.) x Fd ( Nº total de Aptos.d. (Sn) Nº de Aptos. (Sn) x Sn ] Nº de Aptos. DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. ( Nº total de Aptos.4 kVA. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2.44 = RECON .”) e do F.93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. A eq = Onde: [ Nº de Aptos. 7-B e 8. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq.BT Novembro de 2007 54/186 . + [ Nº de Aptos. (S1) + Nº de Aptos. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1.93 x 17.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2.

BT Novembro de 2007 55/186 .39 kVA 13.52 x 29.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2.2 “ Método de avaliação . (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº.44 = 36. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores.Seção A” .2.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.1 .12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17.) x Fd ( Nº total de Aptos. deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo.1 “ Método de avaliação . 7B e 8.DAGR (Aptº 70 m²) = 2. às cargas de serviço do condomínio.1. Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.Seção B”.97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2.A) x Fd (40 Aptos) = 29. ) RECON . composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais.52 kVA (TABELA 7 . deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.52 = 74.1 “ Método de avaliação .44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.12 x 17.

80. as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. a demanda de serviço DS deve ser determinada.1. deve ser determinada. a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial).Seção A”. sendo o seu resultado multiplicado por 0.BT Novembro de 2007 56/186 . RECON . a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR).2. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.Seção A” à carga instalada do serviço. de um mesmo agrupamento de medidores.2 . DR = ( DPG + DSR ) x 0. à carga instalada de cada unidade consumidora.1 “ Método de avaliação . onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo.80 13.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos.Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. residencial ou não residencial. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação.1 “ Método de avaliação . Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes.1 “ Método de avaliação . residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC).

deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0. ao conjunto de cargas não residenciais.2.2 “ Método de avaliação .Seção A”.Seção B” estabelecido no item 13.BT Novembro de 2007 57/186 .1. DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio.80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras). A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada.80 RECON . através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.1 “ Método de avaliação . determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Seção B”. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0. ao conjunto de cargas residenciais. Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial). Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0. determinada através do “Método de avaliação .80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio. DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial. escritórios e outros) deve ser determinada.80.Seção A” estabelecido no item 13.1. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . através da aplicação do critério estabelecido no item 13.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.Seção A” estabelecido no item 13.

Seção A” estabelecido no item 13.Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada.3 .2 x 3/4 CV .2 x 1 CV .4 kVA .3 x 4.BT Novembro de 2007 58/186 . 13.1. determinada através do “Método de avaliação . Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos .2 x 2.2. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras). DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.Seção A” estabelecido no item 13.1.0 kVA .Seção A” estabelecido no item 13. com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V. = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .1 x 1 CV .Seção B” estabelecido no item 13.6.1 x 1/2 CV .9. área útil de 300 m².2 x 1/4 CV (1 reserva) .1. calculada através da aplicação do “Método de avaliação . DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.5 kVA .0 kVA Sauna RECON .

0 kVA.87 + 0.0 Carga instalada (CI) = 44.52) + (1 x 0. B .Seção A” .52 + 0.5) + [(2 x 1.A .2 + 5.45) + (1 x 0.50) + (1 x 0.0) x 1.70 + (2 x 2. é necessário avaliar a demanda da instalação.35) + (1 x 0.60) + (1 x 0.30) d1 = 4.75 + (1 x 9.52) + (2 x 1. maior que o valor declarado (6.52) + ( 2 x 1.66 + 9.87) + (1 x 0.26)] x 1 = 5.5) x 0.0 Carga instalada (CI) = 9.0 + (3 x 4. ou seja.80) + (1 x 0. logo o valor a ser considerado deve ser 9.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.0 + 13.40) + (1 x 0.66 )] + 9. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.0) d2 = (3 x 4.81 x 0. a partir da carga instalada.BT Novembro de 2007 59/186 .26)] + [ (1 x 1.56 kVA RECON .92 = 41.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.75) + (1 x 0.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.65) + (1 x 0.4) x 0. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.52 + 1.1 “Método de avaliação .81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.0 kVA.0 kVA).4) + ( 2 x 2.4) + (2 x 2.4) + (2 x 2.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.0 + 3.5) + (1 x 9.030 x 300 = 9.04 + 2.0 d2 = 21. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.

66] x 0.1.93 D total = 34.8 + 21. estabelecido no item 13.1reserva = 3 Logo. 52 + 0.28 kVA A entrada individual deve ser trifásica.6333= 1.Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.1 x 4.1 bomba recalque de esgoto de 3 CV . atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.Seção A” .87 + 0.52 kVA = 0.4 kVA .1 x 4.4 kVA .BT Novembro de 2007 60/186 .93 kVA C .3.33 % d5 = [1.66 kVA Nº de motores = 4 . RECON . em tensão 220/127 V. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação .2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) . composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).99 + 5.0 kVA . Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos .Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras. um único agrupamento de medidores (4 apartamentos).3. FD = 63. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m². Caso 2 Edificação de uso coletivo.87 kVA = 0.0 kVA . da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada.56 + 1.

0 + 4. estabelecido no item 13.92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento). ou seja. 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.0 kVA.70) +(1 x 4.45 kVA.0 + (1 x 4.0 + 4.75) + (1 x 0.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.0 kVA.14 x 0.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14. à carga instalada.1. Carga instalada ( CI ) = [3.4 x 1 = 4.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .4 + (2 x 1. menor que o valor declarado (3.80) + (1 x 0. sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora.4 + (1 x 2. logo o valor a ser considerado deve ser 3.0 + (1 x 4. Carga instalada ( CI ) = [3. à carga instalada. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 kVA).4 kVA d2 = 4.88 kVA.92 = 9. menor que o valor declarado (3. ou seja.0 kVA d1 = (1 x 0.92 x 0.1. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes. estabelecido no item 13.4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.65) = 2.0 kVA).030 x 96 = 2.04) = 14.4 kVA RECON .26) = 9.BT Novembro de 2007 61/186 . B . logo o valor a ser considerado deve ser 3.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” .005 x 90 = 0.4 = 4.A .

4 + 5.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9. 80 = 2.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2.26) x 1 = 2.4 x 1. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.04 kVA d5 = (2.04) x 0. RECON .70 + 4.4 + 2.0 kVA d1 = 3.52 = 9.BT Novembro de 2007 62/186 .4 + 4.0 x 0.75 = 5.06 kVA Nº de motores = 2 Logo.2 + 4.06 = 11.70 kVA 3 CV = 4.0 = 4.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2.4 kVA d2 = 4. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.

55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.62 + 7.66 = 11.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.35) + (1 x 0.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.60) + (1 x 0.45) + (1 x 0.80) + (1 x 0.BT Novembro de 2007 63/186 .27) + (2 x 0.0 kVA = 12.1 “Método de avaliação . Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que. todas as cargas estarão envolvidas.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos). Conforme estabelecido no item 13.Seção A”.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5.55 + 11.65) + (1 x 0. logo: DPG = DAG = 24.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.06 = 24.50 ) + (1 x 0.40) + (1 x 0.75) + (1 x 0.6 x 0.26) x 0.30) + (1 x 0. na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação.4 kVA = 17. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada.24) d1 = 5.6 kVA d2 = 17.0 kVA d1 = (1 x 0. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3. a demanda do ramal de ligação será: RECON .70 = 7.

1 x 4.0 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .2. do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON .1 x 4.1 x 4. 80 DR = (24.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .8.86) x 0.1 kVA Aparelhos de aquecimento . materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva.80 = 28.2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial". Sistema de serviço único com área útil de 600 m².4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28.DR = ( DAG + DS ) x 0. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .2 elevadores de 10CV .BT Novembro de 2007 64/186 .1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas .2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas . em 220/127 V. Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas .1 x 1 CV . um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).23 + 11.8 kVA Aparelhos de aquecimento .87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores.1. Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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Agrupamento 2 . estabelecido no item 13.Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio.BT Novembro de 2007 68/186 .2...64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²).10 apartamentos de 90 m². dedicado às unidades consumidoras residenciais. e.66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 .44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20.64 = 25.64 = 20. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²). Conforme “Método de avaliação .64 DAGR2 = 2. Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2. RECON . Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.Seção B”..12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . 64 DAGR1 = 2.64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25. Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4.4 kW).10 apartamentos de 70 m²..66 x 9.12 x 9. Fator de diversidade = 9. Fator de Diversidade = 9.

logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq.) = 2.38 Pela TABELA 8.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. DPG =2.80. RECON . dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2. à toda entrada coletiva.09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. 7B e 8.44 para 20 apartamentos. através das TABELAS 7A.50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada.80 = 57. sendo o resultado multiplicada por 0. = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2.50 + 29. o Fd = 17. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio. ela não é considerada neste trecho coletivo. Aeq.44 = 41. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos. ou seja. DR = ( DPG + DSR ) x 0.BT Novembro de 2007 69/186 .86) x 0.80 DR = (41.38 x 17.

1 x 4.2 bombas de 5 CV (1 reserva) . deve ser feita conforme a seguir: RECON . Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2. 12 lojas com área útil de 30 m².4 kVA (chuveiro) . 20 apartamentos com área útil de 60 m².1 x 4.1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas).2 bombas de 5 CV (1 reserva) . do serviço residencial.3.BT Novembro de 2007 70/186 .2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos .2 kVA Aparelhos de aquecimento .9. Dois agrupamentos de medidores. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.1 x 4.IN = 100 A ( cos ϕ = 0.0 kVA . sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas. Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas . 90 ) .0 kVA .0 kVA Motores trifásicos . do serviço não residencial e dos trechos coletivos.Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V.2 elevadores de 10 CV .8.2.4 kVA (chuveiro) .4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas .

05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial.1: . logo o valor a ser considerado deve ser 2.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .030 x 60 = 1.2 kVA.4 = 7.66 x 0. Carga instalada (CI) = 3.BT Novembro de 2007 71/186 .Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial . Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.020 x 30 = 0.92 = 7.Avaliação e dimensionamento individual das lojas .0 kVA).60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7. RECON .92 = 6. ou seja.99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.60 x 0.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . ou seja.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .6 kVA.Seção B”.Seção A”. Carga instalada (CI) = 2.66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.2: . logo o valor a ser considerado deve ser 3.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. estabelecido no item 13.2 + 4.8 kVA.Pelo “Método de avaliação .Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . estabelecido no item 13.2 kVA). menor que o valor declarado (2. maior que o valor declarado (3.0 + 4.4 + 1.0 kVA.26 = 7.

0 + (1 x 4.0 = 4. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Seção A”.04) = 45.0 kVA.0 + (2 x 11.4) kVA d2 = 4. menor que o valor declarado (9. A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .1.005 x 240 = 1.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.02) = 57. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação .92 = 52.BT Novembro de 2007 72/186 .0 kVA d1 = (1 x 0. logo o valor a ser considerado deve ser 8.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2.92 = 41.005 x 200 = 1. B . estabelecido no item 13.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço. menor que o valor declarado (8.4 x 1.0 kVA).55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.Seção A”.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57.53 x 0. estabelecido no item 13.4 kVA RECON .0 + 4.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. Carga instalada (CI) = 8.54) + (1 x 6. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.1.0 kVA).11 + (1 x 6.02) +(2 x 4.0 kVA.2 kVA.18 x 0. Carga instalada (CI) = 9. ou seja. logo o valor a ser considerado deve ser 9.75) = 1. ou seja.0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.0 kVA.4 + 38.80) + (1 x 0.

4 x 1.4 = 6. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.26 = 7. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores.2 kVA d1 = 3. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.55 + 4.Seção A”.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.26 kVA d3 = 1.80 = 2.4) kVA d2 = 4. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).56 + 4.4 + 1. Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.2 x 0. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6. FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.BT Novembro de 2007 73/186 . ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). D total = d1 + d2 = 2.26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.0 = 1. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. RECON .0 = 4.1.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1.26 x 1. estabelecido no item 13.

4 kVA d2 = 4.20 + 4.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação . equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.BT Novembro de 2007 74/186 .8 = 6.0 kVA d1 = 8. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON . Essa demanda serve para dimensionar os condutores.11 + 6.1.0 x 0.02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38. estabelecido no item 13.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.11 kVA d4 = 38.4 x 1 = 4.11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6.02 kVA d5 = 1 x 6. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).80 = 7.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.Seção A” .73 kVA DSNR = 55.02 = 55.0 x 0.02 = 6.4 + 38.0 kVA d1 = 9.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V.11 x 1 = 38.

equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). 84 x 17. 02) + (2 x 4.44 DAGR = 1. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.Seção A” .20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 .d5 = [(2 x 11.44 = 32.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.2. deve ser aplicado o “Método de avaliação . nas cargas das lojas.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores.08= 26. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos)..1.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6. estabelecido no item 13.04)] x 0. RECON .4 + 20.. 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos . deve ser aplicado o “Método de avaliação . Fator de Diversidade = 17.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.54) + (1 x 6.BT Novembro de 2007 75/186 .Seção B”. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .54 = 20.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores. equipamentos e materiais. estabelecido no item 13. Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.

09 + 54.40 kVA d1 = 38. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54. sendo o resultado multiplicado por 0.48) x 0.2 kVA = 38. RECON .1. sendo o resultado multiplicado por 0.26 kVA = (32.3.40 x 0.80 x 0.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.72 + 23.76 DAGNR = 54. DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".80 kVA d2 = 52. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.1.BT Novembro de 2007 76/186 .45 = 23.80.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).8 = 30.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".80 DPG = 69.76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3.3.80.4 kVA = 52.

1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7.26 + 26.18 kVA DR = 121.80 = (69.2 kVA . Dois agrupamentos de medidores. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas .6. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121.BT Novembro de 2007 77/186 .8. 10 apartamentos com área útil de 300 m².48 + 55.Cos ϕ = 0.80 = 121.73) x 0.5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON . Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V.IN = 55 A .DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m². 7 lojas com área útil de 180 m².18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil .

96 = 29.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .0 kVA. a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). ou seja.96 x 0.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . do serviço não residencial e dos trechos coletivos.0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) .2 kVA). estabelecido no item 13.Avaliação e dimensionamento individual das lojas . logo o valor a ser considerado deve ser 9.IN = 130 A (cos ϕ = 0.Seção A”.1: . deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação . maior que o valor declarado (6.0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial).030 x 300 = 9.2: .BT Novembro de 2007 78/186 .Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .92 = 27.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .9.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. Por loja (180 m²) RECON . do serviço residencial.Seção B”. estabelecido no item 13. 82) Motores .0 + 20.0 kVA. Carga instalada (CI) = 9.Iluminação e tomadas .96 Carga instalada (CI kW) = 29.

5 + (2 x 11.2 kVA.92 = 59. ou seja.Seção A”. menor que o valor declarado (7.2 kVA). ou seja.5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7.24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12. Carga instalada (CI) = 8.6 kVA.02) = 64.02) + (2 x 4.Seção A”. B .2 + 4.04) Carga instalada (CI) = 8.005 x 240 = 1. Carga instalada (CI) = 7.5 kVA). logo o valor a ser considerado deve ser 8.0 kVA.04 = 12. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 + 49.0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9. Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA. menor que o valor declarado (9. Carga instalada (CI) = 9.54 + (1 x 6. à carga instalada.BT Novembro de 2007 79/186 . a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação . menor que o valor declarado (8.Avaliação das demandas (kVA) RECON .2 + (1 x 4.92 = 41. logo o valor a ser considerado deve ser 7.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).54) + (1 x 6.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64. logo o valor a ser considerado deve ser 9.92 = 11.56 x 0.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. estabelecido no item 13.2 + (1 x 3 CV) = 8.0 kVA.020 x 2180 = 3.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.5 kVA.04) = 44. ou seja. estabelecido no item 13.005 x 400 = 2.24 x 0.1.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).68 x 0.40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas).1. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação .0 kVA).

Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.40 x 1) + (0.60 x 1) + ( 0.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.0 = 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.2 x 0. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20.45 x 1) + (0.30 x 1) = 4.80 = 6. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.8 + 20. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .0 = 20.96 = 25.96 kVA d4 = 20.75 x 1) + (0.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25.80 x 1) + (0. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.35 x 1) + (0.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.56 + 4.BT Novembro de 2007 80/186 .04 = 10.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).0 kVA d1 = (0.96 x 1.65 x 1) + ( 0.8 kVA d1 = 4.04 x 1.2 kVA d1 = 8.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.04 kVA d4 = 4.50 x 1) + (0. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas).

54 + 6.8 = 6. Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6.5 x 0. 0 x 0. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62. 02 kVA d5 = 6. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal).1.BT Novembro de 2007 81/186 . equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas). 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.54 x 1 = 49.54 kVA d4 = 49. estabelecido no item 13. 20 + 49.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado.Seção A”.Deve ser aplicado o “Método de avaliação .1.Seção A”.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . estabelecido no item 13. 0 kVA d1 = 9. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.02 = 62.8 = 7.5 kVA d1 = 7.

.0 + 20.08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Fator de Diversidade = 9. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.64 = 66. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.2. do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos).54) + (1 x 6.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”.BT Novembro de 2007 82/186 . Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.08 = 26. equipamentos e materiais. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6..54 = 20.91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26.64 DAGR = 6. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11.91x 9.04)] x 0.2 x 10 CV = (2 x 11.61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais.61 kVA RECON .61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66. estabelecido no item 13. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 . 02) + (2 x 4.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.

considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.28 kVA d3 = 28.28 x 1.2 = 57.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".3.65 kVA = (66.8 = 45.65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112.80 DPG = 112.92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4. sendo o resultado multiplicado por 0. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0. 80.Seção A”.92 + 28.1.61 + 74.1.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. nas cargas das lojas.2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.0 = 28. Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).4 x 0.04) = 28.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.2) x 0.80 = 112.4 kVA d1 = 57. deve ser aplicado o “Método de avaliação .28 = 74. RECON . estabelecido no item 13.BT Novembro de 2007 83/186 .

1.BT Novembro de 2007 84/186 .3. RECON .19 kVA DR = 161.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.76) x 0.80 = 161.80 = (112. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).08 + 62.65 + 26. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0.80.Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG). equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".

BT Novembro de 2007 85/186 .RECON / BT SEÇÃO 02.07.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .

instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada. instalado em eletroduto embutido. instalado em eletroduto embutido. medição. a critério da Light.3 ou. singelo ou armado a critério da Light.BT Novembro de 2007 86/186 . D ≤ 8. gabinete no recuo técnico. em gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou armado. em gabinete no recuo técnico. armado. materiais etc. pontalete ou fachada. com CDJ 3 interna.0< D ≤ 23. no muro ou na fachada. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. sobreposto. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. indo direto até o medidor. na fachada. em cabo singelo ou singelo ou armado. no muro ou no muro ou na fachada. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico.2< D ≤ 33. com CDJ 3 interna. pontalete ou fachada.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. pontalete ou fachada. com CDJ 1 interna. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou.1 em poste.14 . no muro ou na fachada. instalado em eletroduto embutido. com CDJ 3 interna. no muro no muro ou na fachada. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. semi-embutidas no muro ou na fachada. Caixa CS 100 e CTP. 23. 33.. 8. singelo ou armado. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. com CDJ 1 interna. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. a critério da Light. a critério da Light. aterramento. pontalete ou fachada. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. RECON . Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. a critério da Light. com CPG 225 interna. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. indo direto até o medidor. com CDJ 3 interna. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. do ponto de ancoragem até a medição.1 < D ≤ 66. ou na fachada. do ponto de ancoragem até a medição. a critério da Light. com CPG-225 interna.

a critério da Light. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. instalado em eletroduto embutido.8 Por conveniência técnica do consumidor. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. no muro ou fachada. conforme nota 4 a seguir. conforme nota 4 a seguir. a singelo ou armado. critério da Light. embutido. poderá ser empregada Caixa CSM 600. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 87/186 . no muro ou na fachada.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. Alternativamente. gabinete no recuo técnico. A descida poderá ser. do ponto de ancoragem até a medição. em cabo singelo ou armado. com CPG 600 interna. 66. no muro ou fachada. a critério da Light. Caixa CSM 1500. Alternativamente. pontalete ou fachada. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. Por conveniência técnica do consumidor. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. com CPG 1000 interna ou CPG especial. 198. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. A descida poderá ser.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. do ponto de ancoragem até a medição. pontalete ou fachada. em cabo singelo ou armado. com CPG 1000 interna ou CPG especial. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. conforme nota 4 a seguir. a critério da Light. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno.0 NÃO SE APLICA RECON . Alternativamente. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. conforme nota 4 a seguir. 150 < D ≤ 198. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. com CPG 600 interna. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. no muro ou na fachada. a critério da Light. 300 < D ≤ 497.

a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. por conveniência do consumidor. a critério da Light. 2) Em região de rede aérea. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. 497. RECON . 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos. em muro ou fachada. medição e proteção. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. a partir de projeto apresentado para validação. respectivamente.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado.0 < D ≤ 994.BT Novembro de 2007 88/186 . com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. instalado em eletroduto embutido.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. instalada em gabinete interno. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação.0 NÃO SE APLICA D > 994. sob consulta prévia à Light. Caixa especial de seccionamento.

em cabo concêntrico ou multiplex.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação.14. da rede de distribuição até o ponto de entrega. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. NOTAS: 1 . o ramal de ligação deve ser aéreo. A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento .1 . situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.1 . limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. 14. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. fornecido e instalado pela Light. pontalete ou fachada) na propriedade particular. eletrodutos envelopados em concreto etc.CPG (entradas coletivas). Não atendidas as citadas condições. a critério da Light. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. 2 . além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados. o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. o ramal de ligação deve ser aéreo. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto.1.BT Novembro de 2007 89/186 . RECON . Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA. a partir do ponto de ancoragem. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. o Consumidor deve deixar preparada. a partir do ponto de entrega.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . instalado em eletroduto sobreposto em poste. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega. pontalete ou fachada) na propriedade particular. da rede de distribuição até o ponto de entrega. a estrutura civil (caixas de passagem. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal.

Resistências mecânicas a tração.Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega. Pontalete .5 m.2 < D ≤ 49.BT Novembro de 2007 90/186 .5 m.Para o atendimento com entrada individual.6 kVA Trifásico 74. Nesse sentido. o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de. O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0.75 / 100 / 150 daN .6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 .7 < D ≤ 74.7 kVA Trifásico 49.50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23.3 . 2 kVA Trifásico 23. 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0. RECON . consideradas nas estruturas de ancoramento: . 3 . Postes . ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0. considerando o vão máximo de 30 m. no mínimo. quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.75 daN . o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores. 2 . A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.50 daN.50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 .Os comprimentos acima somente são aplicáveis.

20 m quando passar junto à janelas. RECON .50 m do piso acabado. 4. anexos. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. Não for possível. . Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. 0.50 m abaixo do piso de sacadas. ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). saídas de incêndio.50 m acima do piso de sacadas. Alternativamente. 2. quando: . garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. no limite de propriedade com a via pública. os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. . sinalização e congêneres. . 5. . 0. desde de que as condições físicas permitam. Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. . na passagem de veículos (travessia de logradouro). com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. terraços etc.50 m do piso acabado. dispositivo de ancoramento e alvenaria. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação. não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. . pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. terraços ou varandas (na projeção vertical).60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia. em sua propriedade.00 m do piso acabado. no limite de propriedade com a via pública. A resistência mecânica à tração do conjunto. na passagem de veículos (entradas particulares). 4. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir).Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada.. não deve ser inferior a 50 daN. Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: . terraços ou varandas (na projeção vertical). devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação. 1. escadas. sacadas.4 . . A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. fixada por parafusos chumbados na fachada. na passagem de pedestres.BT Novembro de 2007 91/186 . considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento.

seção dos condutores etc. havendo conveniência técnica do Consumidor.2 . a critério da Light.BT Novembro de 2007 92/186 . RECON . fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. o ramal de ligação pode ser subterrâneo.7 alínea “d”.2 . caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. através de cabo armado ou cabo singelo. através de cabo armado ou cabo singelo.1. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . considerada a definição do item 2.7 alínea “d”. considerada a definição do item 2.7 alínea “d”. 3.1. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . 14.Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA. através de cabo armado ou cabo singelo.CS / medição. considerada a definição do item 2. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular.CS / medição. a critério da Light. Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .7 alínea “d”. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. chaves etc. através de cabo armado ou cabo singelo. além da capacidade dos disjuntores. na saída de eletroduto. havendo conveniência técnica do Consumidor.00 m do piso acabado.3 . o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo.CS / medição. Nesse caso.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.CS / medição. 14. a critério da Light..) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL. a critério da Light. considerada a definição do item 2. 14.

14. etiquetas e parafusos de segurança. a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários. através de seu responsável técnico pela instalação.Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. bem como a instalação de novos lacres e selos. 14.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5.1 . Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga.3 desta Regulamentação. a própria Light retira os selos. que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.BT Novembro de 2007 93/186 .2 . o responsável técnico pela instalação deve informar à Light. Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação. RECON . a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga. 14. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5.1.2. o Consumidor. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção.5.5.3 .2.Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais.3 e 5. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos.1 desta Regulamentação. que providenciará a inspeção do local. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5.

VISTA FRONTAL RECON . e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . 23. até a medição.3 kVA . 1A . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada.BT Novembro de 2007 94/186 .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. CDJ 3 ou CPG 225 interna.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. Demanda ≤ 23. através do próprio ramal multiplex.Caixa para medição CTM. a critério da Light.2 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66. em cabo singelo ou armado.

interna. nesse caso.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. o ramal de ligação. RECON . ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.1 kVA e inferior ou igual a 66.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 95/186 . pode ser subterrâneo e. por conveniência do Consumidor. Entretanto. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.3 kVA. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.

CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. VISTA FRONTAL RECON . em cabo singelo ou armado. Demanda ≤ 23.Ex. CDJ 3 ou CPG 225 interna. até a medição.2 kVA < Demanda ≤ 66.3 kVA .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .BT Novembro de 2007 96/186 . através do próprio ramal multiplex. 23.2 kVA .Caixa para medidor CTM. 2A .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. com descida.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem. a critério da Light.

ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.BT Novembro de 2007 97/186 . deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. nesse caso.3 kVA. o ramal de ligação. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. interna. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. pode ser subterrâneo e. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. Entretanto. por conveniência do Consumidor. RECON .1 kVA e inferior ou igual a 66. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light.

no muro Rede aérea de distribuição .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou armado. até a medição.2 kVA < Demanda ≤ 66. 3A . a critério da Light.BT Novembro de 2007 98/186 .Ex. através do próprio ramal multiplex.Caixa para medidor CTM. CDJ 3 ou CPG 225 interna.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.3 kVA . VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. 23. CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA . Demanda ≤ 23.

ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. por conveniência do Consumidor.3 kVA. interna.BT Novembro de 2007 99/186 . pode ser subterrâneo e. RECON . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. o ramal de ligação. Entretanto. nesse caso. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.1 kVA e inferior ou igual a 66.

Ex.BT Novembro de 2007 100/186 . 4A .3 kVA . em cabo singelo ou armado. no poste particular.Caixa para medidor CTM.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição . CDJ 3 ou CPG 225.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.2 kVA .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. até a medição. através do próprio ramal multiplex. VISTA FRONTAL RECON . Demanda ≤ 23. a critério da Light.2 kVA < Demanda ≤ 66. CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. 23.

RECON . todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. nesse caso.BT Novembro de 2007 101/186 . deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.1 kVA e inferior ou igual a 66.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. o ramal de ligação. pode ser subterrâneo e. Entretanto. interna.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light.3 kVA. por conveniência do Consumidor. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.

Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. VISTA FRONTAL RECON .3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA . 5A .BT Novembro de 2007 102/186 . 66. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. até a medição. através do próprio cabo multiplex. de cabo singelo ou armado.Ex.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. a critério da Light.

VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. o ramal de ligação. por conveniência do Consumidor. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição. internas. nesse caso. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. a critério da Light. Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. Entretanto.BT Novembro de 2007 103/186 . devem ser fornecidos e instalados pela Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. medição e disjuntor CSMD. em cabo singelo ou armado. pode ser subterrâneo e.7 desta Regulamentação. através do próprio cabo multiplex. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. RECON .

CDJ 3 ou CPG interna. VISTA FRONTAL RECON .EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico. singelo ou cabo armado.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. 23.3 kVA . CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA . 1B . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .2 kVA < Demanda ≤ 66. Demanda ≤ 23.Caixa CS.BT Novembro de 2007 104/186 . caixa do medidor CTM.

3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. RECON . devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.1 kVA e inferior ou igual a 66.3 kVA.BT Novembro de 2007 105/186 .

CTP ou CSM 200 semi-embutidas.2 kVA .BT Novembro de 2007 106/186 . VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. em gabinete no recuo técnico. CDJ 3 ou CPG interna.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. 2B . Demanda ≤ 23. caixa do medidor CTM. 23.Ramal de ligação em cabo concêntrico. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. no muro Rede subterrânea de distribuição .3 kVA . no muro.Ex.Caixa CS. com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico. singelo ou cabo armado.

3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 107/186 . com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. devem ser fornecidos e instalados pela Light.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. RECON . 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.3 kVA. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.7 desta Regulamentação.1 kVA e inferior ou igual a 66.

e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.Ex.Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. 3B . VISTA FRONTAL RECON . no muro.3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA . 66.BT Novembro de 2007 108/186 .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico.

2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. Entretanto. devem ser fornecidos e instalados pela Light. nesse caso. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. o ramal de ligação. por conveniência do Consumidor. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. pode ser subterrâneo e.BT Novembro de 2007 109/186 .7 desta Regulamentação.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. RECON .

3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A).3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. Rede subterrânea de distribuição . Demanda > 66.Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. 4B .Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação. RECON . a partir de projeto apresentado para validação.Ex. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.7 desta Regulamentação. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 110/186 . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. devem ser fornecidos e instalados pela Light.

07.RECON / BT SEÇÃO 03.BT Novembro de 2007 111/186 .00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .

Dessa forma. havendo conveniência técnica do Consumidor. Entretanto. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada. aterramento. 15. distribuição e medição (Figuras 11 a 13).1 . conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação.Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor. tipo do ramal. RECON . localizados em ambiente seco.15 . Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação.1 . sistemas de medição.BT Novembro de 2007 112/186 . Dessa forma.). cabina de transformação. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências.1. são fornecidos e instalados. não inundável. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light. tipo de padrão de entrada etc. nível de tensão. montados em painel de proteção. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. As condições técnicas de atendimento. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação.Medição 15. envolvendo a proteção geral de entrada. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. Normalmente. a medição será obrigatoriamente eletrônica. a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. com participação financeira pelo interessado no custeio. materiais e outros. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. Nesse caso. pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria.Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). com leitura centralizada e sistema de telemetria. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. iluminado. ventilado. que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo.

NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório. Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. a ser definido em comum acordo com a Light. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada. quando necessário. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação. junto e à montante da CPG e da medição de serviço.). conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção. salas etc.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. em RECON .BT Novembro de 2007 113/186 . nos agrupamentos. lojas. NOTA: Devem ser utilizados. 15.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos. ou ainda.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação.2 . 15. 15.1.3 .2. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral .1. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light.2 . pontalete ou fachada) na propriedade particular.1 . formando agrupamentos específicos para cada classe (residências. o ramal de ligação deve ser aéreo. 15.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.CPG. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.

).Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light. 2 .BT Novembro de 2007 114/186 . ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral.CPG.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. da rede de distribuição até o ponto de entrega. pontalete ou fachada) na propriedade particular. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.7 alínea “d”. a critério da Light.2. considerada a definição do item 2. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). o Consumidor deve deixar preparada.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. eletrodutos envelopados em concreto etc. 15. o ramal de ligação deve ser aéreo. a critério da Light. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. a estrutura civil (caixas de passagem. Entretanto.3 . chaves etc. NOTAS: 1 . em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light. a partir do ponto de entrega. o ramal de entrada pode ser. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. 15. em caso de inviabilidade técnica comprovada. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação. Nesse caso. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores.2 . a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . através de cabo armado ou cabo singelo. conforme acordo prévio e a critério da Light. em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal.

conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.4.2 .Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15. 15.1.1. Entretanto. 15.4.1 . o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15.4. nas mesmas condições de atendimento do RECON . A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente. podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15. 15. O sistema de medição deve atender ao item 15. 15.1.4.4.4 . NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. portanto.1. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único). desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais).1 desta Regulamentação.4.4.1. 15.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.1 .Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.1. em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras.4. 15.1. 15.Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo. este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.1.5 .1.3 (três) metros. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.3 .4.4 . não residenciais ou mistos).BT Novembro de 2007 115/186 .

Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). no caso de atendimento subterrâneo. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária.1 . a própria Light retira os selos. deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. A Light providenciará. Nesses casos. avaliação da demanda. devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. se necessária. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.4.1. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes.2 . o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light.Instalações com medição existente em painéis a . o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis. b . Nesse caso.4. Havendo necessidade.1. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais.item 15.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. através de seu responsável técnico pela instalação. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada.2.4. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado. 15. além da capacidade dos disjuntores. com acesso para a Light em qualquer momento. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso. de forma a viabilizar o atendimento.Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. RECON . etiquetas e parafusos de segurança. seção dos cabos etc.BT Novembro de 2007 116/186 .

parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a .Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.BT Novembro de 2007 117/186 .4.2 .2. instalação aparente. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. deve ser obrigatório o emprego de painéis. ou ainda. quando for o caso. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes. em comum acordo e sob orientação da Light. que providenciará a retirada de lacres.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição.) para análise e validação prévia da Light. RECON . 50% das unidades consumidoras existentes no PC. 15. através de seu responsável técnico pela instalação. serão informados previamente ao interessado. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos.c . bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. b . a Light julgar tecnicamente necessário. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. capacidade dos disjuntores. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. quando solicitados. O Consumidor. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. avaliação da demanda. a substituição do barramento principal. caixa de medição etc. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor. independente da quantidade de unidades envolvidas. para a viabilização do aumento de carga. Todos esses serviços. além do eletroduto do ramal de entrada. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. seção dos condutores. no máximo. Dependendo das condições de carregamento do painel. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. além do trecho de circuito do painel até a CPG etc.

bem como a instalação de novos lacres e selos. PSMD ou PDMD. RECON .5 . serão informados previamente ao interessado. Após realizar todas as alterações necessárias. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. e instalados pela Light. 15. quando for o caso. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. que providenciará a inspeção do local. a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos.PMD. Após realizar todas as alterações necessárias. que providenciará a retirada de lacres. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. bem como a instalação de novos lacres e selos. c .Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. distribuição e medição .Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação. em comum acordo e sob orientação da Light. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.) para análise e validação prévia da Light. ou ainda. de forma a viabilizar o atendimento. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. que providenciará a inspeção do local. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário. para a viabilização do aumento de carga. quando solicitados. bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. Todos esses serviços.BT Novembro de 2007 118/186 .

2) Os condutores dos circuitos de saída. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. em ambiente selado etc. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação.5410 da ABNT. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora.BT Novembro de 2007 119/186 . RECON . 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR .

até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.BT Novembro de 2007 120/186 . 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora.5410 da ABNT. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. RECON . estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. em ambiente selado etc. 2) Os condutores dos circuitos de saída. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR .

2) Os condutores dos circuitos de saída.BT Novembro de 2007 121/186 . devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . RECON . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.5410 da ABNT. de dimensões compatíveis para abrigar a medição.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.

RECON BT FIGURAS RECON .BT Novembro de 2007 122/186 .

CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.Fig.BT Novembro de 2007 123/186 .CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .

BT Novembro de 2007 124/186 .Fig.CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .

3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig. 3A e Fig.CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON . 3A Fig. 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR .CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR .Fig.BT Novembro de 2007 125/186 .

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

BT Novembro de 2007 129/186 .CPG Fig. 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225. 600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL .Fig. 6 .

BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 .Fig.CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig. 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros. 7 . 7 CSM 1500 RECON . CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .CSM CSM 600 Fig.

CSMD CSMD 600 Fig. 8 A CSMD 1500 RECON . 8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig.BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .CAIXA PARA SECCIONAMENTO.

Fig. RECON . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm.BT Novembro de 2007 132/186 . 8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO.

já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor. Fig. 9B RECON .BT Novembro de 2007 133/186 .Fig. 9A e Fig. bem como do tipo de terminal utilizado. 9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos. 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig.

10B Notas: 1. UV etc.Podem ser quadradas ou cilíndricas. em alto ou baixo relevo.As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries. respeitando.BT Novembro de 2007 134/186 . RECON . 10A e Fig.. 2. aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima.Fig. 3. 10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig. 10A POLIMÉRICA Fig.

A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 11.A2 Fig.A4 Fig.A1 Fig. 11. 2 .A3 Fig.BT Novembro de 2007 135/186 . 11. 11. 11A 220 50 1.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. A FIGURAS Fig. 11.

11B 220 220 50 Obs. A RECON . 11B. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig. 11A podem ser aplicados nesta Fig.BT Novembro de 2007 136/186 . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.

12.A1 Fig.A4 Fig.Fig.A3 Fig. 12.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 12. A FIGURAS Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.BT Novembro de 2007 137/186 .A2 Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 12. 2. 12. 12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1.

Fig. 12B. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.BT Novembro de 2007 138/186 A . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. RECON . 12A podem ser aplicados nesta Fig. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.

A4 Fig. 13.BT Novembro de 2007 139/186 .Fig. 13. 13. A FIGURAS Fig. 13. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1.A2 Fig.A1 Fig. 13.A3 Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 2.

13B 220 220 A 50 Obs. 13A podem ser aplicados nesta Fig.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.PAINEL DE SECCIONAMENTO.BT Novembro de 2007 140/186 . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. 13B. RECON . Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.

BT Novembro de 2007 141/186 .RECON BT TABELAS RECON .

BT Novembro de 2007 142/186 . salões para exposições.050 0.005 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis.020 0. bares. salas de vídeo e semelhantes Bancos.020 0.) Restaurantes.020 0.020 NOTA: Instalações em que. pela sua natureza. áreas de serviço e semelhantes Hospitais.050 0. a carga seja utilizada simultaneamente.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens. motéis e semelhantes Igrejas.020 0. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios. lanchonetes e semelhantes 0. RECON . salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0.020 0.015 0.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%.030 0.015 0. apartamentos etc.

SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora...BT Novembro de 2007 143/186 . RECON . separadamente. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + .TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho.

(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .BT Novembro de 2007 144/186 . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.

02 7½ 8.03 5 6.05 150 141.66 1/3 0.52 40 39.70 3 4.BT Novembro de 2007 145/186 .18 RECON .56 125 117.54 12 ½ 14.65 20 22.04 4 5.15 75 72.28 100 95.17 2 2.77 ½ 0.87 ¾ 1.83 30 30.73 60 58.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.09 15 16.52 1½ 2.74 50 48.65 10 11.TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .10 25 25.26 1 1.29 200 190.

ou seja. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. totalizando 7 motores.73 kVA RECON .4714 = 15.04) + (1 x 2.00 OBS.7) + (1 x 1. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv. 1 motor trifásico de 1 cv.52 ) ] x 0.SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100.02) x 0.06). 1 motor trifásico de 2 cv.33 ≥ 10 42.73 < 41.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B. D = 48. Logo. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.00 6 50.73 + 6.73 kVA. tanto de carga instalada. quanto demandada.50 5 54.25 kVA D = 15. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.33 4 57. 1 motor trifásico de 3 cv.0 3 63.0 2 75. logo a demanda total a ser considerada é D = 48.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada.14 8 45. temos: D = (48.02) + (1 x 4. Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B. temos: D = [ (4 x 6.00 7 47. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv.75 = 41. para o exemplo em questão.06 kVA.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos.00 9 43.BT Novembro de 2007 146/186 . onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.

TOMÓGRAFOS. RECON . deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto.TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X.BT Novembro de 2007 147/186 . MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.

35 1.10 RECON .11 6.15 2.93 7.57 4.92 4.34 2.07 3.13 3.87 2.73 2.90 1.85 6.52 4.67 9.44 6.51 9.35 1.32 4.35 1.85 9.11 4.58 8.36 7.01 7.03 7.45 9.36 5.71 3.02 8.55 4.25 8.81 7.44 4.42 9.92 6.06 5.25 9.30 3.65 5.37 2.59 5.99 2.33 6.62 7.77 4.27 8.57 1.69 8.35 1.31 6.35 4.50 7.35 8.90 9.64 3.80 5.35 1.71 7.85 8.82 3.08 6.53 5.97 4.06 6.91 3.47 3.09 8.35 1.94 2.88 9.29 9.34 6.27 7.35 1.98 9.44 2.50 8.73 1.80 6.11 5.44 3.03 8.72 6.19 3.18 6.10 5.71 1.98 5.79 1.07 8.01 10.79 2.22 7.49 6.08 4.33 5.25 6.13 5.26 2.62 2.68 2.63 1.96 2.80 3.36 8.06 10.99 6.40 6.15 9.25 7.10 7.38 5.05 9.60 2.15 4.81 1.58 5.78 8.71 4.35 1.48 3.64 7.66 8.35 1.42 6.09 4.06 7.52 2.70 4.95 8.00 4.48 7.29 5.70 3.35 1.52 6.35 1.35 1.15 7.97 1.20 7.75 4.27 6.97 4.72 8.70 5.32 8.66 6.05 2.86 7.35 1.50 4.76 3.87 6.29 7.46 5.02 9.02 3.15 6.97 9.47 4.66 2.71 2.16 8.68 4.49 8.19 9.19 5.12 9.35 1.86 1.46 1.10 2.45 8.12 6.74 3.05 4.63 9.38 8.93 1.81 2.07 2.83 8.95 4.83 4.49 1.93 5.41 2.68 6.84 4.55 7.90 7.21 3.14 8.03 6.91 5.43 8.81 8.35 1.81 5.39 1.16 5.55 6.89 6.23 5.28 3.35 1.99 7.27 4.89 4.88 7.20 2.33 3.61 6.38 9.02 5.86 4.85 2.96 8.54 6.29 4.35 1.41 4.35 1.70 9.38 2.88 3.67 5.79 4.64 4.97 5.62 4.39 3.51 1.10 3.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.62 6.28 2.BT Novembro de 2007 148/186 .76 7.72 9.44 5.92 8.76 8.90 3.74 5.47 5.67 7.63 5.42 1.12 2.36 3.76 9.01 2.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .93 2.42 8.46 2.57 7.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .77 5.39 7.67 3.77 7.58 9.55 8.86 5.97 8.84 1.00 8.71 8.64 8.03 10.89 2.58 2.36 9.84 5.72 5.36 1.60 7.59 3.62 3.59 6.96 6.09 7.24 2.59 8.37 6.35 9.46 6.18 9.56 3.42 4.81 6.35 1.31 5.79 9.92 9.49 2.22 9.54 3.54 2.70 7.04 5.05 3.39 9.56 9.76 1.65 9.41 3.46 9.31 9.99 10.25 3.18 2.02 4.40 5.37 4.35 1.88 8.94 3.59 1.44 7.35 1.84 3.59 4.94 9.32 2.65 1.16 7.18 8.24 9.74 9.32 7.08 10.89 8.41 7.94 7.90 5.76 2.54 1.23 3.83 9.78 6.24 4.35 1.53 7.61 9.62 8.81 9.01 6.25 5.10 8.46 7.23 4.56 5.67 1.99 3.35 7.22 6.35 1.94 6.23 8.03 9.29 8.75 6.22 5.20 4.09 9.83 7.52 8.20 6.53 9.13 7.50 3.74 7.20 8.17 4.15 3.49 9.71 6.50 5.11 9.

64 3.53 1.33 4.07 2.06 8.72 4.75 3.48 4.08 6.22 3.52 7.72 2.51 1.20 1.68 6.34 8.54 7.10 6.64 8.88 8.60 2.93 6.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.28 6.08 5.84 8.25 2.78 8.25 3.98 2.50 6.94 5.40 3.35 2.84 2.20 1.89 5.60 6.81 1.61 5.16 7.25 6.78 3.49 2.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.97 6.20 1.78 1.18 3.80 7.51 7.04 3.57 7.95 7.39 6.00 4.11 7.24 7.13 3.18 8.15 3.91 5.27 3.00 2.98 7.93 7.28 3.20 1.05 7.54 2.77 2.88 6.78 5.70 5.40 7.20 7.59 7.07 8.46 7.03 4.69 7.00 5.74 4.64 6.10 8.70 8.43 6.11 4.92 4.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.06 4.11 5.31 6.78 4.16 8.96 6.34 7.75 7.66 6.28 2.37 8.95 2.47 5.25 5.34 6.28 4.65 1.86 7.56 8.20 1.73 6.83 4.49 3.43 8.04 4.20 1.13 5.72 8.77 5.34 1.30 5.39 7.14 7.37 6.59 2.71 7.20 1.32 1.91 6.54 8.86 8.58 6.74 8.20 1.62 8.04 8.67 2.74 6.14 5.54 6.34 5.20 1.02 2.70 2.76 4.56 3.55 5.33 6.74 2.48 7.38 4.23 2.85 6.44 4.11 2.20 1.87 6.20 1.60 1.91 3.94 RECON .89 7.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .41 4.36 7.20 1.58 5.20 1.77 7.20 1.80 5.82 8.82 2.81 4.87 3.20 1.58 1.62 6.68 5.03 6.23 5.38 5.80 3.95 5.06 6.19 5.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.17 4.10 2.74 1.19 8.67 3.30 4.05 2.46 8.51 3.54 3.26 1.29 1.93 3.04 5.76 6.48 6.41 5.16 2.74 5.47 2.94 4.30 2.10 3.27 4.82 6.44 1.51 4.00 6.37 2.16 4.BT Novembro de 2007 149/186 .98 4.92 2.19 8.22 8.20 6.00 3.46 3.42 2.20 1.09 4.53 5.28 5.44 5.63 4.02 5.96 3.22 4.42 7.87 7.87 4.54 4.72 7.97 6.20 1.68 1.92 7.40 8.52 8.66 5.30 8.46 4.61 3.32 7.82 3.41 1.39 1.65 2.90 8.86 2.95 4.36 3.90 3.26 7.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.12 8.42 8.74 3.02 7.90 2.03 7.60 8.56 1.42 6.79 2.88 2.23 1.20 1.10 7.40 2.98 5.97 3.42 5.69 3.68 8.63 7.99 7.44 2.20 2.58 8.20 1.64 5.63 1.65 4.40 4.66 8.56 6.20 1.16 6.68 4.93 1.52 4.02 6.84 4.86 5.19 6.72 3.71 1.81 7.76 1.33 3.52 2.88 1.24 4.32 5.28 7.70 4.60 7.17 5.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.66 7.14 6.07 3.57 4.43 3.20 1.21 1.56 2.99 8.89 4.62 3.90 1.85 3.12 6.22 6.58 3.59 4.20 1.06 5.95 1.85 5.18 2.83 1.72 5.13 8.31 3.62 4.92 8.24 8.83 7.65 7.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .17 7.49 5.08 7.28 8.46 1.32 2.60 5.45 3.50 8.80 8.36 8.01 8.08 3.22 7.36 5.62 2.83 5.45 7.70 6.79 6.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.81 6.50 5.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.20 1.48 8.35 4.38 3.20 4.36 1.20 3.48 1.76 8.13 2.51 6.45 6.

84 67.89 80.00 83.04 18.00 83.19 73.34 82.64 78. DIV.00 6.92 82.80 82.85 82.04 75.99 81.27 22.44 81.59 69.73 31. DIV.34 68.00 83.14 77.BT Novembro de 2007 150/186 .67 22.20 11.59 71.52 30.30 58.04 81.92 29.25 19.79 75.42 11.09 66.14 38.00 83.66 34.49 75.14 80.59 77.44 78.69 81.34 80.74 80.94 80.69 25.09 82.09 65.33 31.04 80.06 56.09 69.50 56.78 82.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .62 43.09 81.49 81.54 14.24 79.44 18.74 58.34 64.00 83.84 69.99 72.66 48.58 38.34 78.00 83.73 82.54 33.10 33.62 82.94 41.42 59.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.04 82.00 83.14 52.59 68.19 70.95 82.22 34.59 73.29 81.24 76.94 81.46 51.04 78.19 82.29 25.74 81.34 66.29 82. 63.74 79.67 82.79 69.78 49.86 20.74 74.39 73.19 78.12 30.84 66.10 47.84 65.09 64.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.00 83.87 82.90 82.89 16.59 63.42 82.59 67.12 82.14 82.99 71.14 81.57 82.98 12.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.65 19.66 62.94 82.02 51.50 27.54 82.64 81.19 71.70 35.84 64.00 83.86 82.70 53.59 64.70 39.39 70.00 83.34 81.89 78.78 63.54 47.19 81.54 76.69 82.74 78.54 61.59 72.39 72.59 66.49 82.79 81.88 4.00 83.54 80.39 82.32 15.82 82.94 80.96 82.64 10.79 70.46 37.14 79.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F. 35.26 53.10 15.46 21.00 83.59 81.84 76.89 75.34 65.44 77.19 72.98 60.59 70. ---3.75 82.93 82.82 54.30 44.31 28.52 82.99 70.34 69. 80.84 81.84 68.84 82.17 82.00 83.54 81.64 82.38 40.72 8.76 82.04 79.79 72.34 79.09 68.77 82.99 77. DIV.66 17.90 26.18 43.86 45.19 74.99 82.00 83.00 83.86 59.48 24.79 71.22 62.76 7.02 37.50 42.19 75.39 76.81 82.59 82.64 75.34 49.59 65.91 82.00 83.24 81. 74.39 81.09 76.42 45.44 80.10 61.90 36.76 13.64 80.88 23.00 83.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.08 24.00 83.89 81.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.74 44. DIV.99 73.74 77.39 71.94 32.99 74.54 78.79 73.47 82.00 83.94 79.69 76.74 82.90 50.94 55.84 5.00 83.22 82.34 75.27 82.24 80.44 79. DIV.84 79.58 52.68 9.00 83.34 67.83 82.06 21.64 79.88 82.00 RECON .10 27.71 28.98 46.94 76.39 74.29 77.00 83.38 54.24 82.84 78. DIV.26 39.00 83.09 67.06 42.32 82.79 82.37 82.18 57.82 40.44 82.89 82. 82.62 57.54 79.00 83.97 83.22 48.

3/4 HP Ar condicionado .1 HP Ar condicionado .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .BT Novembro de 2007 151/186 .20 polegadas TV em cores .até 80 litros Aquecedor de água .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .

7 < D ≤ 58.4 < D ≤ 49.1 33.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13. (9).1Φ 60 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .3 13.BT Novembro de 2007 152/186 .2 < D ≤ 33.4 4.1Φ 70 . a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .1Φ 40 .2 23.4 41.6 6.1 < D ≤ 41.4 < D ≤ 6.3Φ 40 .9 < D ≤ 23.2Φ 30 .2Φ 40 .3 3.7 49.3Φ 100 .3Φ 150 . (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.3Φ 125 .3Φ 200 .3Φ 175 .9 19.2Φ 70 .1Φ 30 .1Φ 40 .0 58.3Φ 60 .TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).3 < D ≤ 4.3 < D ≤ 19.3Φ 70 .3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.0 < D ≤ 66.1Φ 30 .

considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). providenciando as alterações cabíveis se for o caso. 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). uma condição que sempre deve ser considerada. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR.NOTAS: 1) O ramal de entrada. 6) É obrigatória. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. portanto cabe ao Consumidor. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. em cabo concêntrico ou multiplex. RECON . e. em eletroduto e instalado pela Light. 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção). de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. através de seu responsável técnico.3 kVA). 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. A critério da Light. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral).BT Novembro de 2007 153/186 . sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno.1 kVA). os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola.

é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. os respectivos disjuntores de proteção geral. o custo (cabos. licença de obra. por conveniência técnica do Consumidor. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. nesse caso. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. mão-de-obra etc.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º.BT Novembro de 2007 154/186 . 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. o ramal de ligação derivado da rede aérea. entretanto. incluindo eletrodutos. construção da linha de dutos do ramal de ligação. RECON .) é integralmente do Consumidor. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. 11) Opcionalmente. acessórios etc. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação.

6 74.1 265.3Φ 250 .3Φ 700 . (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6). RECON .9 < D ≤ 265.3Φ 350.7 165.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.3Φ 800 . (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.5 132.5 < D ≤ 165. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2. dependendo das condições do circuito.6 < D ≤ 82.3Φ 600 .1 < D ≤ 331.4 99.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).8 198. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .3Φ 1000 .3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 . opcionalmente.: Na coluna referente aos condutores de proteção.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) .3Φ 500 .3 < D ≤ 74.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132.3Φ 400 . e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado.7 < D ≤ 198.9 231.8 < D ≤ 99.8 < D ≤ 231.8 82.

também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. no mínimo. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada.NOTAS: 1) O ramal de entrada. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. sempre que possível. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. 3) Deve ser utilizado eletroduto de. Portanto. considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. e. em cabo multiplex. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. RECON . deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. Cuidado especial. no ramal de entrada. A critério da Light. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). em eletroduto e instalado pela Light. Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.BT Novembro de 2007 156/186 . 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção). de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. uma condição que sempre deve ser considerada. 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). 100 mm de diâmetro interno.

O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. nesse caso. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 157/186 . o custo (cabos. entretanto. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra.) é integralmente do Consumidor. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. através do responsável técnico pelas instalações.6) É obrigatória. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. Este tipo de proteção diferencial. o que pode ocasionar incêndio na edificação. cabe ao Consumidor. construção da linha de dutos do ramal de ligação. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. 10) Opcionalmente. lembrando contudo. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. mão-deobra etc. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. por conveniência técnica do Consumidor. licença de obra. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. em algumas situações. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. os respectivos disjuntores de proteção geral. RECON . também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. o ramal de ligação derivado da rede aérea. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. Portanto.

7 5.1Φ 70 . (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .2 < D ≤ 33.1Φ 30 .BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).3 3.2 < D ≤ 71.1 < D ≤ 41.3Φ 40 .3Φ 100 .3Φ 150 .3Φ 100 .7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.9 < D ≤ 34.3Φ 200 .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).1 33.8 < D ≤ 100.7 7.3Φ 60 . (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.2 < D ≤ 22.1 < D ≤ 57.4 < D ≤ 6.3 34.1Φ 60 . considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 125 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 70 .5 220 1Φ 380 3Φ 30 .2 57.3 < D ≤ 19.5 11.1Φ 40 .7 49.4 < D ≤ 49.3Φ 70 .3 13.4 41.4 4.2 17.1 40.1Φ 30 .9 < D ≤ 23. (6).3Φ 40 .1Φ 40 .9 22.3Φ 175 .2 100.2 < D ≤ 114.TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .1Φ 70 .3Φ 125 .7 < D ≤ 11.3Φ 150 .7 < D ≤ 7. se em média tensão ou baixa tensão.6 6.3 D ≤ 5.8 85.3 < D ≤ 40.3 < D ≤ 4.3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.3Φ 175 .4 D ≤ 17.3Φ 200 .1Φ 60 .5 < D ≤ 85.5 < D ≤ 13.2 23.5 71. PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.9 19. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .3Φ 30 .3Φ 60 .

envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada. O ramal de ligação coletivo. quadros de proteção internos às unidades consumidora. Todavia. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. Nesse caso. 5) Para a medição de serviço da edificação. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel.BT Novembro de 2007 159/186 . é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. RECON . limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. nas salas. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. pode ser em cabo singelo. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. Deve ser dimensionado. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. utilizando cabos singelos. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. a Light deve informar a opção de atendimento.). como nas tabelas para entrada individual. junto a proteção geral coletiva. nos apartamentos. classe de tensão etc. por se tratar de sistema de medição coletiva. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. se aéreo ou subterrâneo. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. incluindo a medição de serviço. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. a critério da Light. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. também com proteção diferencial. nº de circuitos. ou seja.da edificação em “kVA”.

medição e proteção. 12 e 13 com suas variações. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. o que pode ocasionar incêndio na edificação. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. Este tipo de proteção diferencial. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. inclusive o estabelecimento de arco à terra. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. em algumas situações. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. portanto. 7) É obrigatória.Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. RECON . As Figuras 11.BT Novembro de 2007 160/186 . PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores. inicialmente desejados por painel. deve ser tratado caso a caso junto à Light.5 kVA na classe 380/220 V. Uma opção é calcular a demanda em kVA. mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). contidas nesta Regulamentação. onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação.

as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada. a barra de proteção. a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial.Obs. se houver disponibilidade na edificação. contudo.: Conforme já explicado. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes.BT Novembro de 2007 161/186 . ou seja.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

9 < D ≤ 34.2 < D ≤ 22.3Φ 30 .5 11.3 < D ≤ 40.7 49.3 < D ≤ 19.1Φ 40 .3 13.4 41.3Φ 100 .4 < D ≤ 49.2 17.7 < D ≤ 11.3Φ 200 .5 < D ≤ 85.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição .5 71.2 100.8 < D ≤ 100.1Φ 40 .1Φ 30 .3Φ 60 .6 6.7 7.7 < D ≤ 7.2 23. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.3 34.9 < D ≤ 23. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.3Φ 175 .3Φ 150 .3Φ 175 . considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.5 < D ≤ 13.3 < D ≤ 4.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .1 < D ≤ 57.1Φ 60 .3Φ 70 .4 < D ≤ 6.2 < D ≤ 114. se em média tensão ou baixa tensão.1 40.1Φ 60 .3Φ 60 .3Φ 40 .8 85.7 5.1 33. (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.3Φ 125 .1Φ 30 .BT Dezembro de 2006 .3 D ≤ 5.3Φ 100 . RECON .1Φ 70 .2 < D ≤ 33.9 22.2 < D ≤ 71.3Φ 70 .1Φ 70 .3 3.2 57.CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 125 .1 < D ≤ 41.3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.9 19.3Φ 40 .TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .4 4.3Φ 200 .4 D ≤ 17.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 150 .

além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação.). em algumas situações. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. o que pode ocasionar incêndio na edificação.) com base na legislação específica em vigor. RECON . ou então em cabo armado instalado em eletroduto. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. a Light deve informar a opção de atendimento. inclusive o estabelecimento de arco à terra. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado. acessórios etc. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 4) É obrigatória. os respectivos disjuntores de proteção geral. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. mão-de-obra etc. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. Todavia. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. como nas tabelas para entrada individual. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. incluindo eletrodutos. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual.BT Novembro de 2007 164/186 . também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e.O ramal de ligação coletivo. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. a critério da Light. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. em função dos valores solicitados de demanda. Este tipo de proteção diferencial. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. classe de tensão etc. utilizando cabos singelos. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. nº de circuitos. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). pode ser em cabo singelo.. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. por se tratar de sistema de medição coletiva. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. O seu dimensionamento. se aéreo ou subterrâneo. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição.

8 82.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados.1 da Seção 02. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ. devem ser apresentadas à Light para análise. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.3 < D ≤ 4.4 99. conforme estabelecido em 14.0 < D ≤ 6.0 D ≤ 4. 3) Devem ser rigorosamente observados.0 4.07.0 8.9 19.1 < D ≤ 41.8 < D ≤ 99.00.4 41.3 < D ≤ 19.6 < D ≤ 82.0 < D ≤ 14.4 4.4 < D ≤ 6.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.3 66.0 58.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.3 < D ≤ 74.6 < D ≤ 8.0 < D ≤ 66.0 10.0 1. postes.0 6. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.7 < D ≤ 58. RECON .6 6.0 150 7. 0 1.0 D ≤ 10.0 D ≤ 3.BT Novembro de 2007 165/186 .1.9 < D ≤ 23.2 < D ≤ 33.0 < D ≤ 8.3 13.2 23.3 3.7 49.6 74. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento.4 < D ≤ 49.0 < D ≤ 13.1 33.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1.5 2.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2. em milímetros. RECON . só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono.5 2. em milímetros. conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC. deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. tipo rosqueável.equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1.BT Novembro de 2007 169/186 . conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono . tipo leve. classe A. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas.

Temperatura ambiente – 35° C’ . Nesta tabela foram consideradas: .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.Temperatura do barramento – 65° C’ RECON .BT Novembro de 2007 170/186 .

esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. 4. 3. RECON .BT Novembro de 2007 171/186 . 5. Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm.2. devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura.

70 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.80 0.BT Novembro de 2007 172/186 .75 0.80 0.75 0.65 4 RECON .70 0.

RECON BT ANEXOS RECON .BT Novembro de 2007 173/186 .

.................................... legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº ........................ de de À Light Serviços de Eletricidade S....... (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON ..... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (............ / Nº / Bairro / Município / Estado)................. como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na ..........)......................A........ ..BT Novembro de 2007 174/186 ..(Rua / Av....Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro. Atenciosamente.nome do profissional ... de minha propriedade.................................

Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. de forma seletiva. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial. mecânico por meio de alavanca. Figura “ A” RECON . Porém o rearme deve ser manual. Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas. ou seja. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção.CSMD indicada para a demanda solicitada. seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. Nas caixas a jusante da CSMD. daquele disjuntor que possa ter falhado. O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção .BT Novembro de 2007 175/186 . Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA).

por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito). o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. podem ser utilizados. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. 2) O arranjo dessa Figura “ B” . podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação. pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. nesse caso. bem como o arranjo da Figura “ A” . o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas.BT Novembro de 2007 176/186 . todavia nessas proteções.Opcionalmente. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON . principalmente. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético.: 1) Também nesse arranjo. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. OBS. tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético.

ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. RECON . que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção). seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. ou seja. tanto para os disjuntores termomagnéticos. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil). inclusive o estabelecimento de arco à terra. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. só podem ser aterrados no condutor de proteção. dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. por cargas monofásicas de grande porte. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. Apenas como esclarecimento. geladeiras. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. que funciona em série com o disjuntor termomagnético.5 V. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. o que pode ocasionar incêndio na edificação. máquinas de lavar roupas. Portanto. Entretanto. que já possuem.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. com base no estabelecido na NBR 5410. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. Na escolha do dispositivo diferencial. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção).BT Novembro de 2007 177/186 . o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção.. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. em sua maioria. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. em algumas situações. Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. com agravo para os circuitos longos. fogões etc.

Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR. possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga. pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON . que além de enxergar as correntes de fuga.BT Novembro de 2007 178/186 .

RECON . não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. Logo. ou seja.somente enxerga as correntes de fuga. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s.BT Novembro de 2007 179/186 . além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que. em geral. ou seja. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito.

No caso de portas frontais com dobradiças.Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. CPG etc. sem nenhuma saliência ou indicação externa.BT Novembro de 2007 180/186 . CSM.). inferior. CD. estas deverão ser do tipo interna. Não serão aceitas dobradiças externas. b .As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. lateral ou traseiro. medição e proteção geral. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. c . RECON . a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. CDE. PSMD. PDM. CSMD. principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. CM. CDM. superior. Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal. em qualquer hipótese. Dimensões em mm. PDMD.

rigorosamente. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. através de amperímento “alicate”. primeiros socorros.BT Novembro de 2007 181/186 . além das verificações visuais citadas acima. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. -x-x-x-x-x- RECON . sem corrente e sem tensão). sem tensão. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. que não foram concebidos para operar em condição de carga. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. estejam realmente abertos ou desligados e. se possível. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. BASES FUSÍVEIS. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. preferencialmente. através. se possível. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. que o disjuntor a montante também esteja desligado. sem carga e. por exemplo. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. Nesse caso. Nesse caso. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir. Portanto. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. Nesse sentido. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. considerando as situações de medição indireta. nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. chaves etc. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. ou seja. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. 3) Verificar.

OBSERVAÇÕES: RECON .BT Janeiro de 2007 182/182 .