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Recon Bt Versao Completa

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Novembro de 2007

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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.Condições não permitidas 4.3 .Em entrada coletiva 5.2.8 .1 .5 .1 .Dados fornecidos à Light 5.Dados fornecidos pela Light 5.2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.2 .Ligações temporárias 6 .Medição 7.Rede subterrânea 4.7 .5 .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.Entrada individual 4.Influências de campos magnéticos 7.Entrada coletiva 4.3 .Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.3 .Prazo de validade do projeto 5.Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.2 .3 .Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.1 .Medição totalizadora 7.BT Novembro de 2007 4/186 .Proteção contra sobretensões 6.2.4.Suspensão do fornecimento 4.4 .11 .6 .Medições especiais RECON .2 .1 .Medição de agrupamento 7.Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.9 .4 .4 .Proteção contra sobrecorrentes 6.Em entrada individual 5.6 .Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.10 .9 .2 .Vigência desta Regulamentação 4.Tensões de fornecimento 4.5.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.Ligações provisórias 5.6 .1.5 .1 .Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.2 .5.7 .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.4.4.3 .4 .12 .Medição individual 7.8 .Medição de serviço 7.Casos não previstos 5 .

1.CSM 1500 (Fig. 10B) RECON .5.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.Eletrodo de aterramento 8.3 .10A e Fig.2 .2 .1 .CDJ 3 (Fig.6 .CSMD 9.CM 200 (Fig.Caixa para seccionamento.2 .CSM 200 (Fig.Caixa transparente polifásica .8 .3 .1.Entrada de energia elétrica individual 8.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.1 .2.Caixas para medição direta .Caixa para proteção geral .Caixas de inspeção de aterramento (Fig.1.5.CPG-600 (Fig. 2) 9.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8.3.1 .1.2 . 6) 9.1.CDJ 9.1.3.CPG-225 (Fig.CS 9. medição indireta e proteção .1 .2 .1 .4.Caixa para disjuntor monopolar .Caixa para seccionamento.7) 9. medição indireta e proteção .Caixas para seccionamento e medição indireta .5.2 .CPG (Fig. 4) 9.1.Caixas para medição 9.2.Caixa para seccionador .1.1 .4 .Caixa para proteção geral .Caixa para seccionamento e medição indireta .Caixa para seccionamento e medição indireta .BT Novembro de 2007 5/186 . CTP.1 .Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .2. 6) 9.3 .3 .2.CTP (Fig.Caixas para seccionador .3 .5. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .3.3.Caixa transparente monofásica .Caixa para seccionador .Aterramento do condutor neutro 8.1. 1) 9.5.2 .1.1. 3A) 9.3. 8B) 9.CS-200 (Fig.Entrada de energia elétrica coletiva 8.2.1.7) 9.CPG-1000 (Fig.1 .Caixas para seccionamento.Caixa para disjuntor tripolar .1 .CSMD 3000 (Fig.Caixas para proteção geral .Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .1.CSMD 600 (Fig.5 .Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8.1.1 .5. 4) 9.CS-100 (Fig.1 . CM 200 e CSM 200 9.1.4 .Aterramento das instalações 8.2 kVA 8.3 .2 . 6) 9.5 . medição indireta e proteção .2 . 8A) 9.CTM.1. 5B) 9.Caixa para seccionamento.Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.3 . 8A) 9. medição indireta e proteção . 3B) 9.Ligações à terra e condutor de proteção 8.2 .4.Caixa para proteção geral .CSMD 1500 (Fig.CSM 9.Caixa de passagem 9.CDJ 1 (Fig.2 . 6) 9.2.CSM 600 (Fig.5.Materiais padronizados 9.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.3.1 .2 .1.CTM (Fig.Número de eletrodos da malha de terra 8.Caixas para disjuntor .

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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SEÇÃO B) .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N. SPLIT E FAN-COIL. (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) . MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO A) .CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL.FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X.A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .BT Novembro de 2007 9/186 .SEÇÃO A) .SEÇÃO A) .(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 . TOMÓGRAFOS.SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO B) . SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .

BASES FUSÍVEIS.BT Novembro de 2007 10/186 .TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .

Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora.4 . com medição individualizada. 2 .BT Novembro de 2007 11/186 .5 . 2.CONDIÇÕES GERAIS 1 . Ao sistema de distribuição da Light. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada.Consumidor Pessoa física ou jurídica. somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.3 . 2. que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação.Terminologias e definições 2.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. 2. medição e proteção.Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras. RECON . com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes. das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento. 2. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL.Unidade consumidora Instalação de um único consumidor.1 .2 . 2.6 .Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora.Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega. caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto.

o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. Entretanto. O trecho interno do ramal. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional.8 .Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação. no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. na fachada. 2. por conveniência do Consumidor.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL. da operação e da manutenção. g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). relativamente a viabilização do fornecimento. resoluções e regulamentos aplicáveis. bem como operar e manter o seu sistema elétrico. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega. observadas as condições estabelecidas na legislação. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral). o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição. considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte). sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. a partir do limite de propriedade. d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. situado no limite da propriedade com a via pública.BT Novembro de 2007 12/186 . b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. RECON .2. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública.7 . tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor.

de fácil acesso.10 . expressa em quilowatts (kW).15 .Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega.12 . localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. caixas.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada. 2. atendendo todas as condições de ventilação. disjuntores. RECON .14 .9 . a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação. iluminação.13 . chaves. aterramento. 2. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores. 2. 2. 2. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação. no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. conforme item 9.º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes. sistema de medição e outros equipamentos da Light.11 . obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação.Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega.5 desta Regulamentação. interligação com eletrodutos etc.Espaço físico Ambiente apropriado. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento. 2. quadros.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. 2.BT Novembro de 2007 13/186 . além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem.

1 . entre outras providências. circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção. Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC). consideradas as sua revisões e atualizações. Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica. atinentes a leis. determina o cumprimento das normas da ABNT.6 .Limites de fornecimento de energia elétrica 4. consideradas as suas revisões e atualizações. 3. 3. de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas.3 .Resolução da ANEEL n. RECON . resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ.Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica. bombas de recalque. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País.2 .º 456.019 de 26 de fevereiro de 1957.4 . 3. combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros.5 .Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT. referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores.Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 . decretos. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica. 3. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados.5 kVA (380/220 V).Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros. através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. e.Dispositivos legais 3.BT Novembro de 2007 14/186 .3 .Leis.3 kVA (220/127 V) ou 114.1 . a partir da porta de acesso da edificação.Decreto n. bem como outras normas aplicáveis. 4 . 3.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66.º 41. detecção. atualizadas.

2 . o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado.2. 4. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha). O ramal de ligação.2 .Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota). dependendo da conveniência técnica. dependendo da conveniência técnica. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT. podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo.1.2. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores. NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota). poderá ser aéreo ou subterrâneo.3 . 4.Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local.Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA.2. Em função de aspectos técnicos. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede. está limitado para demandas até 300 kVA.1.1. No caso de não atendimento dessas exigências.2.1. implicando na poluição visual e na agressão ambiental. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga. RECON .1 . Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor.BT Novembro de 2007 15/186 . em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas. instalada conforme a seguir: 4. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna.Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4. o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. a critério da Light e em comum acordo com o consumidor. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade.4.

2.2 e 4. nas condições estabelecidas no item 4.uma fase + neutro .duas fases + neutro .Sistema subterrâneo dedicado . bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento. nas seguintes tensões nominais: . Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público.2. deve permitir livre acesso pela Light. seja em tensão 13.4 . e deve sempre estar localizado no pavimento térreo. O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação. O local físico destinado à cabina de transformação.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V .Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios . de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL. aéreo ou subterrâneo.1 .1.2.Urbanas 230 . quando inexistir a condição para instalação interna. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade.3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada.Rurais 380 / 220 V . bem como ao sistema de medição. não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo.Redes aéreas monofásicas a 3 fios . 4. ao nível da rua.2 kV. artigo 3º. inciso II.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA. quando solicitado pelo consumidor. 4. Entretanto.Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão.1.BT Novembro de 2007 16/186 . a qualquer tempo.2.115 V . na frequência de 60 Hertz.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade.Urbanas / Rurais 220 / 127 V .2 . o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA.2 desta Regulamentação.1. 4.1.Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4. 4.três fases + neutro RECON . o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade.3 .Redes subterrâneas a 4 fios .4. alínea “ b” . a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V.2. Neste caso.

7 7.6 6.4 (n.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3.0 < D ≤ 6.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .0 D ≤ 3.4. 4.0 < D ≤ 14.6 < D ≤ 8. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro).0 6.2 .0 D ≤ 8. Urbano monofásico. Urbano bifásico. Trifásico especial RECON .115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada.0 D ≤ 4.5 .7 < D ≤ 11.4 D > 13. Urbano monofásico especial.BT Novembro de 2007 17/186 . Trifásico.4 < D ≤ 6. Rural monofásico.0 < D ≤ 8.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão.7 D ≤ 7.5 11.0 8. Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.0 D > 8.0 4.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 .0 D ≤ 5. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V. 4 4. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.três fases + neutro 4.5 < D ≤ 13. 3 D ≤ 4.

As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico. 2 . c . item 13 . 4 . estão definidas nas TABELAS 10-A. oscilações. d .Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição. 4. distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. f .A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional.4 kVA. g .Avaliação de demandas. podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V. 4. em ambientes não validados e mal iluminados. h .Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light. sem prévia consulta e autorização da Light.) com potência superior a 4.Condições não permitidas a .Instalação de filtros. ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos. sobretensões. torneira.Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light. (ver item 10 desta Regulamentação). afundamentos de tensão.Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas. fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação.NOTAS: 1 .6 . excedentes reativos.07. 11-A e 11-B.Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados. e .BT Novembro de 2007 18/186 . a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. b .7 . a inundações (subsolos). para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. dispositivos de compensação e outros. 3 . a qualquer tempo. RECON .Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor.Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação. em função da demanda calculada. aquecedor etc. 10-B. sem prévia consulta e autorização da Light.Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço. cintilações.00 desta Regulamentação. Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação. desequilíbrios.

com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida. alimentado pelo gerador particular.8 . 4.i . NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente. devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. uma das seguintes condições: .9 . cabinas de transformação quando houver etc. RECON .Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador.BT Novembro de 2007 19/186 .Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico. com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. de acordo com o sistema de geração projetado. . o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica.Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento. as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência.). Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação.Construção de circuito de emergência. 4. quando esse for exigido. deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição. .Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição. de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade. j . proteção. absolutamente independente da instalação normal. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. distribuição Obs. devem prever.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo. k . Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade. a qualquer tempo.

carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento. 4. tipo de atividade (residencial. em conformidade com as determinações da ANEEL.Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias. com esta Regulamentação e padrões vigentes.Cópia dos padrões de ligação.12 . croquis de localização.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light. consideradas as eventuais revisões e atualizações. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. 4.10 .º 456 da ANEEL. na devida oportunidade. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5.4. RECON .BT Novembro de 2007 20/186 . torna-se fundamental a prévia consulta à Light.3 desta Regulamentação.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n.07.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo. deve ser apresentado pelo interessado.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá.Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança. nível de tensão. bem como com as normas brasileiras atinentes. sempre que ocorrerem modificações. endereço completo do local. 5. os seguintes elementos: .2 . comercial. ramal subterrâneo.00 desta Regulamentação. constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação. 5 . Para tanto. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes. tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações. 5.11 . industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis. a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento. Dessa forma.1 .

.Entradas individuais isoladas. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . destinadas exclusivamente ao atendimento residencial.Tensão de fornecimento.BT Novembro de 2007 21/186 .0 kVA). se desejado. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. .Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a . .3 kVA). autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light.4 kVA. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. por profissional credenciado pelo mesmo. se desejado. b . . com demanda avaliada até 4.Tipo de atendimento.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.. . sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. . exclusivamente residenciais. exclusivamente residenciais. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light.0 kW (demanda avaliada até 13. quando necessários. tais como.4 kVA.3 desta Regulamentação. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural. bancos 24 horas.) monofásicas em 127 V ou 115 V. monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 . 5. nas tensões 127 V ou 115 V.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados). ou. .Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.Entradas individuais isoladas situadas em via pública. aérea e subterrânea. quiosques. cabinas telefônicas. localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. mobiliário urbano. com demanda avaliada até 4.Formulários padronizados.Entradas individuais isoladas. RECON . NOTA: As entradas individuais de baixa renda.Pequenas unidades consumidoras (barracas.3 .Condições estabelecidas para o atendimento. situadas em via pública. devem ser sempre monofásicas.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. com carga instalada até 15.115 V. São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . com carga instalada até 15. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea.0 kW (demanda avaliada até 14. bancas de jornal. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. quando existente. boxes etc. localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas.

00 desta Regulamentação.3 desta Regulamentação. Características técnicas dos equipamentos e materiais. c . autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. desenhos de detalhes técnicos. com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida.00 desta Regulamentação. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). juntamente com diagrama unifilar. Novembro de 2007 22/186 RECON .07. 5.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light.BT . Avaliação da demanda. Planta de localização. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. da proteção geral de entrada.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta. equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc. ou. exclusivamente em 220/127 V.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03. contendo: Diagrama unifilar. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light. juntamente com diagrama unifilar.1 . que devem ser preenchidos pelo responsável técnico. 5. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light.terminais rodoviários.07.4 . bem como ligações temporárias ou provisórias de obra. se desejado. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02. desenhos de detalhes técnicos. Quadro de cargas.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais.5 .5. com demanda avaliada superior a 13. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis.3 kVA. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição. para tratar dos serviços técnicos junto à Light. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ.

Tensão de atendimento.Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. findado o prazo em questão. 5. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem. o Consumidor. Avaliação da demanda. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33.4 desta Regulamentação.Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas. Planta de localização. através do programa normal de obras.BT Novembro de 2007 23/186 . NOTAS: 1 . devidamente atualizados. 3 .Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light. da proteção geral de entrada. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo.6 . Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição. 2 . oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. relacionando todos os serviços sob sua RECON .7 . a partir da data de validação do projeto apresentado.3 e 5. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação.5. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação.2 . 5. Cabe destacar que. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários.Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada.3 desta Regulamentação. a necessidade de extensão de prazo. Quadro de cargas. é obrigatória a apresentação da ART . Características técnicas dos equipamentos e materiais. em tempo hábil e quando solicitado.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações. é de até 18 meses. todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5. Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor.5. contendo: Diagrama unifilar. Para todos os demais casos contidos nos itens 5.Anotação de Responsabilidade Técnica.Durante a fase de análise do projeto apresentado. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida.1 kVA. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ.

responsabilidade e os dados técnicos da instalação. em conformidade com as normas da ABNT. Nas entradas individuais.8 . com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica.).Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B). com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. quando for o caso. caracterizada como responsabilidade do Consumidor.BT Novembro de 2007 . circos. 6. e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). no ponto de instalação. obras públicas. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito. com disponibilidade de bobina de disparo. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. 6 . os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição. exposições etc.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. 5. Deve ser feita consulta prévia à Light. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto. trifásica e simétrica.1 .Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. deve ser utilizado disjuntor termomagnético e. edificações diversas etc. 5.). Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. parques.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica. Deve ser feita consulta prévia à Light. feiras. 24/186 RECON . o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso.9 . Para tal.

Outra alternativa para a proteção diferencial. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). 2 . faixas de atuação temporizada e instantânea.A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. capacidade de interrupção etc. NOTAS: 1 . de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização. a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante. A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga). O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. DDR ou dispositivo diferencial acoplado).BT Novembro de 2007 25/186 . o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. no ponto de sua instalação. RECON .Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação. tensão nominal.) a partir de catálogo do fabricante. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas.Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR. Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito). A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. simétrica. 6. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos. mantidas as suas atualizações. deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito).2 . é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção). Quando empregado disjuntor ajustável.Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção.

3 . RECON .5410 da ABNT. quando necessário. 6. instalações e equipamentos.4 . devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos. também se aplicam às proteções diferenciais. Nesse sentido. quando forem os casos.Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. o responsável técnico deve prever. que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos .NOTAS: 1 .BT Novembro de 2007 26/186 . dispositivos de controle. motores e outros). caixa especial para abrigar os componentes. consideradas as suas atualizações.1.Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. 2 . Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões. 7.DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. Deve ser proporcionada a segurança de pessoas. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). equipamentos ou instalações sensíveis. em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL . seja em regime permanente ou transitório.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos. Quando da utilização de DPS’s. 6. tanto em regime permanente quanto em regime transitório. preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação.As notas 1 e 2 do item 6. estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR .

apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular.50 0. 27/186 RECON .). residências individuais. bombas d’água. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação. 7.1. comerciais.Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública).60 0.5 . devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0.00 1. e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes. lojas.80 1. desde que caracterizado como ligação coletiva.4 .40 0.BT Novembro de 2007 .7. 7. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição.50 2. mistos e outros. boxes. prédios residenciais.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que. bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo. a boxes.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes.2 . galpões. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades.3 . Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio. lojas.00 NOTA: As TABELAS 17 e 18. elevadores etc. A Seção 03. 7.07. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras. salas.Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva). por conveniência do Consumidor. 7.

que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral).2 a seguir. isolado na cor verde ou verde e amarela. à qual deve ser permanentemente interligados. é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo).6 . o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido.7. bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos. O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada. de acordo com as prescrições atualizadas da NBR . O condutor de proteção deve ser em cobre. 8. desde que previamente definido e acordado com a Light. bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação.entradas individuais e coletivas).Medições especiais Outras modalidades de medições. deve contemplar proteção diferencial residual. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. 10-B. sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL.5410. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva. RECON .Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção.Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S.Aterramento das instalações 8. 8 . de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A.1 . onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. quando for o caso. junto à proteção geral de entrada que também. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica. como parte integrante da instalação.BT Novembro de 2007 28/186 .2 . As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais . também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora. Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8. devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes.

Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8.Entrada individual de energia elétrica 8. bem como também interligadas entre si internamente à caixa. Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral.5. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4".4 . sendo que o valor máximo da resistência de aterramento.1 e 8. Contudo.3 . 8.3 desta Regulamentação.1.5410.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre.1 .5. havendo possibilidade. para qualquer das condições a seguir. Não devem conter emendas. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção. Na proteção geral de entrada. no mínimo. somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica.2 desta Regulamentação. não deve ultrapassar 25 ohms. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção). de forma a evitar processos corrosivos. RECON .8. 8.BT Novembro de 2007 29/186 . Contudo. 10-B. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR . 8. OBS. conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A.5 .Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.1 . uma haste de aço cobreada. de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais.

3 . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta. painéis. 6 (seis) hastes de aço cobreadas. 8. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.2.2 .2. de seção não inferior a 25 mm². de espessura mínima de 3 (três) mm.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas. interligadas entre si por condutor de cobre nu. de seção não inferior a 25 mm². Os visores. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu.Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo. Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON .5.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com.2 . O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização. 9. de seção não inferior a 25 mm².Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23.) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas. 8. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. no mínimo.1.2 . com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.5. 8.8. 9 . interligadas entre si por condutor de cobre nu. As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.5. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável.1 .2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas.1 .BT Novembro de 2007 30/186 . além de dispositivo para instalação de selos. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. postes etc. quando existentes (caso das caixas metálicas).5.Entrada coletiva de energia elétrica 8.1.5. devem ser em policarbonato incolor e transparente. de seção não inferior a 25 mm².

1 . 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente. ou ainda.1.2 . até 8.Caixa transparente monofásica .caixa para seccionamento. CSM . medição indireta e proteção. CM 200 . CSMD . considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente). com medição direta e demanda até 14. 9.Caixa transparente polifásica . 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente.caixa transparente polifásica.caixa transparente monofásica.1 kVA. A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9.CM 200 (Fig. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS.2.caixa para seccionamento e medição direta até 200 A.3 . CTP .1. exclusivamente. exclusivamente. CTP.1.1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57. CSM 200 .2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).1. NOTA: Todas as caixas devem ser montadas.CTM.0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13. pintura eletrostática em epóxi ou similar.1.Caixas para medição direta . Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. RECON . CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. 9.1.caixa para seccionamento e medição indireta. principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças).CTM . com medição direta e demanda até 33. em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente). ou ainda.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .1. que em geral são dispostos através de venezianas.1 .BT Novembro de 2007 31/186 .CTP (Fig.CTM (Fig.0 kVA no atendimento rural (230/115 V). 9. 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão. NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33.caixa para medição direta até 200 A.2.CSM 200 (Fig. A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas. 9.

2 .1. onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. o sistema de medição indireta (medidor trifásico. deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.2 kVA até 114.8 kVA até 497.1.CSM 1500 (Fig.2.CSM 600 (Fig. NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. com demanda superior a 66.8 kVA na classe de tensão (220/127 V). a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas.1 .Caixa de Seccionamento e Medição indireta .7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. 9. ver Anexo D desta Regulamentação. Deve estar associada a uma CPG . Devem conter o dispositivo de seccionamento.CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente.5 kVA.0 kVA. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. 9. unidades em entradas coletivas e outros).0 kVA na classe de tensão (220/127 V).3 desta Regulamentação.3 desta Regulamentação.3 kVA até 198.BT Novembro de 2007 32/186 . chave de aferição etc). O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.2 . no sistema urbano especial (380/220 V). com demanda superior a 198.1kVA até 66.3 kVA no atendimento urbano (220/127 V).1.1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A. o barramento de neutro e terra independentes.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . Deve estar associada a uma CPG . base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas.2. RECON . 9. Para os cuidados com a operação de seccionamento.1. e ainda com medição direta e demanda superior a 57.600 (caixa de proteção geral para 600 A). pintura eletrostática em epóxi ou similar. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.Caixas para seccionamento e medição indireta .1.: Para valores de demanda maiores que 497. transformadores de corrente. OBS. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada.

BT Novembro de 2007 33/186 . unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte).1 . a até 3. Devem conter um dispositivo de seccionamento. estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente.0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral.CSMD 600 (Fig. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. sistema de medição indireta (medidor trifásico. Medição indireta e Proteção .). barras para TC.4 kVA na classe de tensão (380/220 V).Caixa para Seccionamento. Para os cuidados com a operação de seccionamento. ver Anexo D desta Regulamentação. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.9. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. 9. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.1. Medição indireta e Proteção .3 . onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). 9.CSMD 1500 (Fig. pintura eletrostática em epóxi ou similar.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114.5 kVA até 343. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes. transformadores de corrente.2 .Caixa para Seccionamento.1. 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas. chave de aferição etc). O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.Caixas para Seccionamento.1.3. Medição indireta e Proteção . lojas etc. com demanda superior a 66. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. com demanda superior a RECON . Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. barramentos de neutro e terra independentes. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.3 kVA até 198.3. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento.

8 kVA até 497.CS 200 (Fig.2 .Caixas para Seccionador . CTP. OBS.Caixa para Seccionador .5 kVA na classe de tensão (380/220 V).CSMD 3000 (Fig. 9. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.2 . 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual. devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento. em ambiente selado.3.1.0 kVA na classe de tensão (380/220 V). com demanda superior a 497. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas. Medição indireta e Proteção .3 kVA na classe de tensão (220/127 V). RECON .BT Novembro de 2007 34/186 .) e alta capacidade térmica. Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo. 9. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação. 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio.2.1 .2.CS 100 (Fig.Caixa para Seccionamento. pintura eletrostática em epóxi ou similar. 9. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial.5 kVA até 1717. exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM.1 kVA até 66. mesmo quando derivado da rede aérea. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes.4 kVA até 858. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. articuláveis ou removíveis.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858.Caixa para Seccionador .: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A.0 kVA até 994. noril etc. 9. em instalações com demanda superior a 33.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343.1 kVA na classe de tensão (220/127 V). Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis).198. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.CS Devem abrigar. com demanda até 33. à montante da caixa CM 200.3 .

bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte).1 kVA até 74.2 . 9A) e “ Z ” (Fig. RECON .Caixa para Proteção Geral .8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128.3 kVA na classe de tensão (380/220 V).4 kVA na classe de tensão (380/220 V). a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. pintura eletrostática em epóxi ou similar. impedindo o acesso interno.4 kVA até 572.BT Novembro de 2007 35/186 . Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor. uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada.3 . antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral. ou ainda em entrada coletiva como proteção geral. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade. 6) Aplicada em demanda superior a 74.3. deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado.6 kVA até 198. consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. 9. às barras de neutro e de proteção quando for o caso. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. 9.CPG 600 (Fig.Caixa para Proteção Geral .3 kVA até 128. através de janela com travamento por cadeado particular.Caixa para Proteção Geral . com a finalidade de permitir a derivação. a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light.3.CPG 225 (Fig. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes).3 .1 . tipos “ L ” (Fig.3. 9.6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. 6) Aplicada em demanda superior a 33.8 kVA até 331. além das barras auxiliares de cobre.CPG 1000 (Fig.8 kVA na classe de tensão (380/220 V).8 kVA até 343. 9B).Caixa para Proteção Geral . A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. 6) Aplicada em demanda superior a 198.CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A.3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343.9.

80 x 0. em pelo menos uma de suas dimensões. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ. 9.0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado.Caixa para Disjuntor Tripolar .Caixas para Disjuntor .80 x 0.1 .2 . NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas.80 m para 1(um) conjunto de cabos.CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais.20 m para cada conjunto adicional.9. deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos.4. Deve ter as dimensões mínimas de 0. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade.) e alta capacidade térmica.Caixa de Passagem A caixa de passagem. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . 9. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. com demanda até 8. um acréscimo de 0.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) .4. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato.CDJ 1 (Fig. centro a centro. 9. CTP. 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ.5 . valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica.BT Novembro de 2007 36/186 .Caixa para Disjuntor Monopolar .CDJ 3 (Fig. o projeto da caixa deve prever. com demanda até 33. noril etc. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública). em alvenaria. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM. 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica.4 . NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção.

6 .Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento.10A e Fig. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento.7 . PPGP: Painel de proteção geral e parcial. quanto o de proteção geral-parcial quando existir. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento.no limite da sua propriedade. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. através de seu responsável técnico. que permita. com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig. os disjuntores inerentes ao painel em questão. 9. sendo que para segunda opção o Consumidor. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. RECON . diretamente posicionado em baixo do muro principal. tanto os individuais das unidades consumidoras. 9. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. também. As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel.BT Novembro de 2007 37/186 . a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro).

terra). principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial). A seguir. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição.1 .Painéis de medição direta e proteção individual .7. As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. nas cores preta (fase A). Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel. 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. medição direta e proteção individual. em Cu. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1.PMD 1 (Fig. medição direta e proteção individual. RECON . neutro e proteção) aos painéis. Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. branca (fase C). As barras internas (fases. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda. quando existentes (Painéis de medição). 11A) e PMD 2 (Fig. PSMD: Painel de seccionamento. devem ser submetidos previamente à Light para análise. PDMD: Painel de proteção geral. Os condutores devem ser. Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. instalados. Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A.25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos. pintura eletrostática em epóxi ou similar.BT Novembro de 2007 38/186 . de seção 16 mm². Os visores. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A).Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . vermelha (fase B). impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. que em geral são através de venezianas. 9. no mínimo.

tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito.4 desta Regulamentação. o dispositivo IDR.Painéis de proteção geral. medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. os alimentadores dos painéis de medição.7. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante. a partir do qual devem derivar. 13A) e PSMD 2 (Fig. uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig. RECON . O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.7. deve ser utilizado.3 . conforme descrito no item 9. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição.BT Novembro de 2007 39/186 . já que possui dois estágios para disjuntores em série. conforme descrito no item 9. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento.7. e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. um novo painel de proteção geral e parcial .4 desta Regulamentação.2 . deve ser utilizado.PPGP. além do disjuntor termomagnético. O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. devidamente protegidos pelas proteções parciais.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 9. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais.Painéis de seccionamento. 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento. um novo painel de proteção geral e parcial . tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito. 12A) e PDMD 2 (Fig. A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante.PPGP. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. o dispositivo IDR.7. 9. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral.

o eletroduto poderá ser dispensado. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. já que possui dois estágios para disjuntores em série. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor. para receber o ramal de ligação. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1. Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético. Em entrada de energia elétrica individual. 9.7. deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva. Quando a interligação for feita em cabo armado. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). 9.O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. aparente.4 . PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo. o dispositivo IDR. padrão Light. de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação.Painel de proteção geral e parcial .9 . na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. através de eletroduto rígido de PVC. 9. Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente). o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC.Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo.8 . Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase.BT Novembro de 2007 40/186 . sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição .Banco de dutos RECON .25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado.

0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. Entretanto. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. utilizando. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1.10 . devem ser utilizados. Na impossibilidade de construção de banco de dutos.5 desta Regulamentação. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação.0 m entre bancos. de diâmetro não inferior a 100 mm. este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre. dois dutos vagos como reserva técnica.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. Nos trechos internos à edificação. Qualquer que seja a opção adotada. além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light. CPG etc. Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1. o banco deve ser envelopado em concreto.0 (cinco) centímetros. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. esta deve ser previamente validada pela Light.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados.11 . 9. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410. somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica. pelo menos. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0.Para a instalação de ramal subterrâneo. 9.BT Novembro de 2007 41/186 .). contemplando. Independentemente do tipo de eletroduto.6/1 kV. junto ao limite externo da propriedade com a via pública. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária. obrigatoriamente. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama. O tipo de isolamento (PVC. que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON . Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução.

a critério da Light. ou então. compatíveis com as características do circuito. 10-B. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. RECON . bandeja totalmente vedada etc). Portanto. também instalados em dutos. em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG. a critério da Light. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. de neutro e de proteção correspondentes.: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. 10 B. em cabo armado. 9.11. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. quando o limite de demanda não for atendido. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição.11.1 .1. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. Todavia. estabelecidos pela NBR . e a 6 (seis) circuitos. instalados em dutos. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos.1 . a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação. 11 A e 11 B desta Regulamentação. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição.7 desta Regulamentação. o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio.condições ideais de confinamento (banco de dutos. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A. devem ser utilizados cabos singelos de cobre. Ultrapassados os referidos limites.Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. atendidas as condições de ampacidade. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A. 9. 11-A e 11-B). queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação. de acordo com as definições estabelecidas no item 2.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. os limites de queda de tensão e perda técnica. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. Obs.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase.BT Novembro de 2007 42/186 .

Não atendidas as citadas condições. bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento). painéis de medição. no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . de acordo com o nível de carregamento. deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente. fornecido e instalado pela Light. a critério da Light. deve ser a continuidade do ramal de ligação. limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea.12 . Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição .Barramento blindado (Bus way) RECON . deve ser utilizado cabo concêntrico. 9. em cabo concêntrico ou multiplex. de acordo com as características da carga.CD e a respectiva medição. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos.2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados.11. deve ser empregado cabo singelo ou armado. proteção. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. 3) A critério da Light. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . a critério da Light.CPG (entradas coletivas). 9. PSMD ou PDMD). Nas entradas coletivas.2 . 10B. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. a partir do ponto de ancoragem .BT Novembro de 2007 43/186 .Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada. Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.1. armado ou singelo. 11A e 11B). limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A. 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado. eletrodutos.

Nesse caso. por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc. A aquisição. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos. ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC.Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. podem ser empregados. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. negativa e zero). 10 . índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. Dessa forma.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. pelo menos. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. RECON . incluindo documentação legal. impedâncias de sequência (positiva. de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. associados a funções temporizadas. por tensão e/ou corrente. distâncias entre barras. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. a fim de possibilitar o processo de validação. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. dimensão das barras etc). de potência máxima até 25 kVAr. instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. Unidades ou bancos de capacitores fixos. nível de curto-circuito máximo admissível. eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light.BT Novembro de 2007 44/186 .É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. nível de isolamento para o qual foi projetado. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. perdas máximas em kW. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. exclusivamente. desenhos de diagramas unifilares.

A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs. RECON .) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs. ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância. seja por fuga.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 .) Recomendado (ver obs.) Recomendado (ver obs.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 . por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção).) Recomendado (ver obs.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual.) Recomendado (ver obs. podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante).) Obrigatório Obrigatório OBS.) Obrigatório .Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs. todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição. bancos de capacitores automáticos e/ou controlados. devem ser imediatamente desconectados.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada.

07.Determinação da carga instalada RECON .BT Novembro de 2007 46/186 .RECON / BT SEÇÃO 01.00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.

Quando não for possível essa verificação.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas. dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.92. que fornece as potências médias.4 kVA 1.Avaliação de demandas RECON . Para determinação da potência de motores em kVA.4 kVA 0.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12.04 kVA 0. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.0 kVA 0. conforme Resolução nº 456 da ANEEL. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B. dos principais equipamentos e aparelhos. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0. recomenda-se a utilização da TABELA 9. aproximadas.BT Novembro de 2007 47/186 . a carga instalada em kVA (CI kVA. No cálculo para determinação da carga instalada.3 kW 13 . não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.28 kVA x 0. Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01.8 kVA 4. onde 0. demais resoluções e legislação atinentes.28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL.24 kVA 0. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos.04 kVA 1.) deve ser expressa em kW (CI kW). considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos.92 = 11.07.09 kVA 0.45 kVA 3.3 kVA 0.

o que pode implicar. em entrada coletiva mista. . o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial. RECON . isolada. loja. 13. Cumpre todavia ressaltar. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. A seguir. sugestivamente.) derivada de ramal de entrada coletiva. um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. (residencial e não residencial). qualquer que seja o seu valor. inclusive. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado. Nesse caso.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação.BT Novembro de 2007 48/186 . .Método de avaliação . de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança. verifica-se que.1 . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. sala etc. Avaliação e dimensionamento de entrada individual. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . com atendimento através de ramal de ligação independente. . é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B). em função da utilização diversificada dessas cargas. Entradas coletivas . geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto. considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação.

). d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split. considerando o fator de potência igual a 1. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. d2 aquecedores. torneiras etc. em entrada coletiva não residencial. Previsão de carga RECON . o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos.0. para uso residencial e não residencial. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio.. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. em entrada coletiva residencial.BT Novembro de 2007 49/186 . calculada conforme TABELA 6. calculada conforme TABELA 2. calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador.1 . (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes. . Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios .1. considerando o fator de potência igual a 1. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras. calculada conforme TABELAS 5A e 5B. Fan-coil). 13.0. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1.

1.2 .Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s).1 desta Seção 01. considerando o disposto no item 13.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada. da localização.1.00.1.No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1. devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo. A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. em função do tipo de construção.Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds). no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação. da atividade do imóvel. 13.Demanda da proteção geral da entrada . como aparelhos de ar condicionado.Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR .1. ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado. das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica.Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .Demanda do único agrupamento de medidores .1.BT Novembro de 2007 50/186 .1. chuveiros.1 . 13.1.3.07. indicadas conforme a seguir: 13.3 . através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação. motores e outras cargas. DPG = DAG RECON .

80. sendo o resultado multiplicado por 0.80.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR). No caso de entrada exclusivamente residencial. geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG).1. Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente. DR = (DAG + DS) x 0.1.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR .3. a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” . sendo o resultado multiplicado por 0.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.2 .Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR .80 13.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13.80 RECON . No caso de entrada mista (residencial e não residencial). a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.Demanda da proteção geral da entrada DAGR .) x Fd ( Nº total de Aptos.A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). ) ( ver item 13.Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR . sendo o resultado multiplicado por 0.80.Demanda do ramal de ligação DPG . DPG = kVA (Aeq.Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR .BT Novembro de 2007 51/186 .

que não utilizem equipamentos para aquecimento de água.80 13. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.BT Novembro de 2007 52/186 . que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos).A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso. RECON .1 . condomínios horizontais e vilas).80. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) .Método de avaliação . sendo o resultado multiplicado por 0. condomínios horizontais e vilas). composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B.2. .2 . Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4.4 kVA).4 kVA). 13.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil. demandas da proteção geral (DPG).

aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado.895075 RECON . com potência nominal superior a 4. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água.4 kVA). é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A.034939 x S 0. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança.BT Novembro de 2007 53/186 . conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4.4 < P ≤ 6. A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água. 4 kVA. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis. deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança.A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4.0 < P ≤ 10. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades. exclusivamente.0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial.0 6. onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências.0 8. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².0 < P ≤ 8. Em seguida. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq.

. (S1) + Nº de Aptos. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. (Sn) x Sn ] Nº de Aptos.44 (TABELA 8) 51.93 x 17. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. . Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento.) x Fd ( Nº total de Aptos.44 = RECON . S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. Nº de Aptos.d. A eq = Onde: [ Nº de Aptos.)] DPG = kVA (Aeq. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. + [ Nº de Aptos. a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq. (S2) x S2 ] + .93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17.”) e do F.1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2. (Sn) Nº de Aptos. 7-B e 8. (S2) + Nº de Aptos. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2.BT Novembro de 2007 54/186 . (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA. DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq.4 kVA. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial. todos os apartamentos com chuveiros de 4. ( Nº total de Aptos.

deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo. (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº. Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA.44 = 36.A) x Fd (40 Aptos) = 29.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo.Seção A” .52 kVA (TABELA 7 .52 x 29. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17.1.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2.52 = 74.39 kVA 13.2 “ Método de avaliação .Seção B”. Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores.97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2.1 “ Método de avaliação . ) RECON .BT Novembro de 2007 55/186 . composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais.DAGR (Aptº 70 m²) = 2. 7B e 8.) x Fd ( Nº total de Aptos. às cargas de serviço do condomínio.1 .12 x 17.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2. deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.2. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2.1 “ Método de avaliação .

a demanda de serviço DS deve ser determinada. RECON . Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes. as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.80 13.Seção A” à carga instalada do serviço. (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida.Seção A”.80.1. residencial ou não residencial. DR = ( DPG + DSR ) x 0. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. de um mesmo agrupamento de medidores.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR).Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos.2. deve ser determinada.Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC).1 “ Método de avaliação . onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo. à carga instalada de cada unidade consumidora.BT Novembro de 2007 56/186 .2 . a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial). Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação.1 “ Método de avaliação . através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. sendo o seu resultado multiplicado por 0.1 “ Método de avaliação .

Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial).Seção A” estabelecido no item 13.BT Novembro de 2007 57/186 .1.2 “ Método de avaliação .Seção B” estabelecido no item 13. Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0. através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.Seção A” estabelecido no item 13. determinada através do “Método de avaliação .80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras). escritórios e outros) deve ser determinada. determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Seção A”. através da aplicação do critério estabelecido no item 13. A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada.Seção B”. sendo o resultado multiplicado por 0. deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0. DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial.1 “ Método de avaliação .80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.2.80 RECON . ao conjunto de cargas não residenciais.1.80. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio. ao conjunto de cargas residenciais.

Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos . DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.2 x 1 CV .1. DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.1 x 1 CV .0 kVA .Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada.0 kVA Sauna RECON .2 x 3/4 CV . calculada através da aplicação do “Método de avaliação . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.1 x 1/2 CV .2 x 2.1.Seção A” estabelecido no item 13.Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).Seção A” estabelecido no item 13.5 kVA .Seção A” estabelecido no item 13. 13.9. determinada através do “Método de avaliação .2.3 x 4.6.2 x 1/4 CV (1 reserva) . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais.1.Seção B” estabelecido no item 13. área útil de 300 m².3 .BT Novembro de 2007 58/186 .4 kVA .

52 + 0.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.04 + 2.75 + (1 x 9.66 + 9.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.75) + (1 x 0.52) + ( 2 x 1. ou seja.4) + (2 x 2.87) + (1 x 0.0 kVA). FD = 100 % d3 = [(2 x 1.030 x 300 = 9.52) + (1 x 0.4) + (2 x 2. logo o valor a ser considerado deve ser 9.1 “Método de avaliação .52 + 1.66 )] + 9.4) + ( 2 x 2. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.0 kVA.Seção A” .81 x 0.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.0 kVA. a partir da carga instalada.80) + (1 x 0.52) + (2 x 1.0 + (3 x 4.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.56 kVA RECON .0 + 13.0) d2 = (3 x 4.26)] + [ (1 x 1.45) + (1 x 0.4) x 0.26)] x 1 = 5.40) + (1 x 0.0 + 3.BT Novembro de 2007 59/186 . maior que o valor declarado (6.92 = 41. é necessário avaliar a demanda da instalação.0 Carga instalada (CI) = 9.35) + (1 x 0.30) d1 = 4.5) x 0.81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.5) + (1 x 9.2 + 5.0) x 1.0 Carga instalada (CI) = 44.5) + [(2 x 1.60) + (1 x 0.0 d2 = 21.70 + (2 x 2.50) + (1 x 0.A .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.87 + 0. B .65) + (1 x 0.

3.BT Novembro de 2007 60/186 .93 D total = 34.1. Caso 2 Edificação de uso coletivo.Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4.87 kVA = 0.0 kVA .99 + 5.33 % d5 = [1. estabelecido no item 13.Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m². um único agrupamento de medidores (4 apartamentos). Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos .1reserva = 3 Logo.93 kVA C .66 kVA Nº de motores = 4 . atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.8 + 21. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação . FD = 63.Seção A” .1 x 4.4 kVA .3.4 kVA . composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).28 kVA A entrada individual deve ser trifásica. 52 + 0.52 kVA = 0. em tensão 220/127 V.1 x 4.2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) .66] x 0.0 kVA .6333= 1.56 + 1.87 + 0. da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada.1 bomba recalque de esgoto de 3 CV . RECON .

2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.0 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 3. estabelecido no item 13. sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora.0 + 4.92 = 9.4 + (1 x 2. Carga instalada ( CI ) = [3.75) + (1 x 0.0 kVA).4 x 1 = 4. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento).030 x 96 = 2.88 kVA. à carga instalada.0 kVA).4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14. menor que o valor declarado (3.0 kVA.80) + (1 x 0. estabelecido no item 13.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.70) +(1 x 4. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4 kVA d2 = 4.0 + 4.26) = 9.14 x 0. ou seja.A . menor que o valor declarado (3.BT Novembro de 2007 61/186 .04) = 14.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.1.4 + (2 x 1.92 x 0.45 kVA. Carga instalada ( CI ) = [3.0 kVA d1 = (1 x 0.65) = 2.92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” . ou seja.0 + (1 x 4. B .Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.4 = 4.0 + (1 x 4.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .4 kVA RECON .005 x 90 = 0.1. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes. logo o valor a ser considerado deve ser 3. à carga instalada.

FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.70 kVA 3 CV = 4.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1.70 + 4.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.75 = 5.06 kVA Nº de motores = 2 Logo.4 + 4. RECON .52 = 9.06 = 11.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.0 x 0. 80 = 2.4 kVA d2 = 4.0 kVA d1 = 3. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio.BT Novembro de 2007 62/186 .04) x 0.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2.26) x 1 = 2.4 + 2.4 + 5.0 = 4.4 x 1.04 kVA d5 = (2.2 + 4.

70 = 7.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1.30) + (1 x 0.6 kVA d2 = 17.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.BT Novembro de 2007 63/186 .60) + (1 x 0.50 ) + (1 x 0.0 kVA d1 = (1 x 0. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada. todas as cargas estarão envolvidas. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5.1 “Método de avaliação .24) d1 = 5. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio.62 + 7.35) + (1 x 0. a demanda do ramal de ligação será: RECON .65) + (1 x 0.45) + (1 x 0. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3.6 x 0. Conforme estabelecido no item 13. logo: DPG = DAG = 24.80) + (1 x 0.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).4 kVA = 17.66 = 11. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que.Seção A”.40) + (1 x 0. na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.75) + (1 x 0.55 + 11.06 = 24.26) x 0.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.0 kVA = 12.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.27) + (2 x 0.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.

0 kVA Aparelhos de aquecimento .8.1 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .BT Novembro de 2007 64/186 .1 x 4.80 = 28.2. Sistema de serviço único com área útil de 600 m².2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela . em 220/127 V. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.86) x 0.4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .1 x 4.1 x 1 CV . materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva.23 + 11.2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .1. Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas . do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON . 80 DR = (24.1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas . um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).DR = ( DAG + DS ) x 0.87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28.8 kVA Aparelhos de aquecimento .2 elevadores de 10CV . Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.1 x 4.

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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64 DAGR1 = 2. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 . Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2. Fator de diversidade = 9. Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4. Fator de Diversidade = 9..64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio. Conforme “Método de avaliação ..BT Novembro de 2007 68/186 .66 x 9. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²). RECON .2. estabelecido no item 13.10 apartamentos de 70 m². dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²). dedicado às unidades consumidoras residenciais. e.12 x 9.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.Seção B”.10 apartamentos de 90 m².64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25.64 DAGR2 = 2...64 = 20. Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.64 = 25.66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .4 kW).44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20. Agrupamento 2 .12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .

50 + 29. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada.80. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41. sendo o resultado multiplicada por 0. 7B e 8. através das TABELAS 7A.38 x 17. DR = ( DPG + DSR ) x 0. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57.) = 2.80 DR = (41. DPG =2. o Fd = 17. Aeq. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2.44 = 41. equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq.86) x 0.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.38 Pela TABELA 8. à toda entrada coletiva.80 = 57. ela não é considerada neste trecho coletivo. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio. ou seja. RECON .44 para 20 apartamentos.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos.BT Novembro de 2007 69/186 .

12 lojas com área útil de 30 m².2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos . do serviço residencial. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.0 kVA . 90 ) . Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas .BT Novembro de 2007 70/186 . Dois agrupamentos de medidores.IN = 100 A ( cos ϕ = 0.1 x 4.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .2 kVA Aparelhos de aquecimento .Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V.4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas .1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas.2 bombas de 5 CV (1 reserva) .4 kVA (chuveiro) .1 x 4. 20 apartamentos com área útil de 60 m².8.2.2 elevadores de 10 CV .3. deve ser feita conforme a seguir: RECON . do serviço não residencial e dos trechos coletivos.4 kVA (chuveiro) . Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.1 x 4.0 kVA .0 kVA Motores trifásicos .9.

0 + 4.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial. maior que o valor declarado (3.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .2 kVA). Carga instalada (CI) = 3.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .26 = 7.1: .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 + 4.8 kVA.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .0 kVA).020 x 30 = 0.60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.4 + 1.60 x 0.Seção A”. Carga instalada (CI) = 2.6 kVA.99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .4 = 7.BT Novembro de 2007 71/186 . estabelecido no item 13.0 kVA.Seção B”. logo o valor a ser considerado deve ser 2.2: .Avaliação e dimensionamento individual das lojas .2 kVA. estabelecido no item 13. ou seja.92 = 6.92 = 7. RECON . menor que o valor declarado (2. Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. logo o valor a ser considerado deve ser 3.Pelo “Método de avaliação . ou seja.030 x 60 = 1.66 x 0.66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.

54) + (1 x 6.02) +(2 x 4. Carga instalada (CI) = 8.53 x 0.4 x 1.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. estabelecido no item 13.0 kVA). A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .0 = 4. menor que o valor declarado (9.0 kVA.1.0 + 4.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4.005 x 240 = 1.4) kVA d2 = 4.92 = 41.0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45.Seção A”.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço. ou seja. estabelecido no item 13.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9.11 + (1 x 6.4 + 38.0 kVA d1 = (1 x 0.Seção A”. logo o valor a ser considerado deve ser 8.92 = 52.0 kVA).0 + (1 x 4.18 x 0.005 x 200 = 1.02) = 57.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora. logo o valor a ser considerado deve ser 9. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação .4 kVA RECON .93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada.0 kVA. menor que o valor declarado (8.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57. B .BT Novembro de 2007 72/186 .0 + (2 x 11.0 kVA.80) + (1 x 0.04) = 45. Carga instalada (CI) = 9.75) = 1.1. ou seja.2 kVA.

já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).BT Novembro de 2007 73/186 .26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.26 x 1.4 x 1.2 kVA d1 = 3.4 = 6.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6. equipamentos e materiais dos circuitos individuais. RECON . FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.4) kVA d2 = 4. estabelecido no item 13.55 + 4.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1.56 + 4.Seção A”. D total = d1 + d2 = 2.4 + 1. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores.80 = 2.1. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.26 = 7.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela.0 = 4.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.2 x 0.0 = 1.26 kVA d3 = 1. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .

dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7.73 kVA DSNR = 55.8 = 6.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.Seção A” .11 kVA d4 = 38.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .BT Novembro de 2007 74/186 .02 = 6.0 kVA d1 = 9.0 kVA d1 = 8.11 x 1 = 38.4 + 38.11 + 6.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .80 = 7.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.20 + 4.0 x 0.1.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6. estabelecido no item 13.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.02 = 55.4 x 1 = 4.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.0 x 0.02 kVA d5 = 1 x 6.4 kVA d2 = 4.11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6.

1.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.4 + 20.d5 = [(2 x 11.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. equipamentos e materiais. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). deve ser aplicado o “Método de avaliação . Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores. Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1. estabelecido no item 13.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. RECON . 02) + (2 x 4. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos). 84 x 17. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 . estabelecido no item 13.Seção B”.2.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V..44 DAGR = 1.44 = 32.12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores. 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos .04)] x 0.54) + (1 x 6.. deve ser aplicado o “Método de avaliação . equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).Seção A” .08= 26.BT Novembro de 2007 75/186 .54 = 20.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. nas cargas das lojas. Fator de Diversidade = 17.

26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.40 kVA d1 = 38.2 kVA = 38.80.26 kVA = (32.80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69.80 DPG = 69.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".8 = 30.1.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".80 x 0. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30.76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo. sendo o resultado multiplicado por 0.4 kVA = 52.45 = 23. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.76 DAGNR = 54.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR). com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).09 + 54. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.48) x 0. RECON .48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.80.40 x 0.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.80 kVA d2 = 52.BT Novembro de 2007 76/186 .72 + 23. DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0.3.3.1. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG). sendo o resultado multiplicado por 0.

6.8.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.2 kVA . 7 lojas com área útil de 180 m². Dois agrupamentos de medidores.BT Novembro de 2007 77/186 .Cos ϕ = 0.73) x 0.5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON .48 + 55.8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil .18 kVA DR = 121.80 = 121. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas .26 + 26. sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas.IN = 55 A .80 = (69. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva. Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m².18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121.DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0. Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V.1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7. 10 apartamentos com área útil de 300 m².

IN = 130 A (cos ϕ = 0.Seção A”. do serviço residencial.9.96 x 0.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .96 = 29.96 Carga instalada (CI kW) = 29.92 = 27.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .Avaliação e dimensionamento individual das lojas .1: . do serviço não residencial e dos trechos coletivos. maior que o valor declarado (6.2 kVA).BT Novembro de 2007 78/186 .0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial.0 + 20. 82) Motores .030 x 300 = 9. a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). estabelecido no item 13.0 kVA. estabelecido no item 13.2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial).0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) . Por loja (180 m²) RECON .Iluminação e tomadas . Carga instalada (CI) = 9.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação .Seção B”.2: . ou seja.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial . deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação . logo o valor a ser considerado deve ser 9.0 kVA.

0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9.2 + 4. logo o valor a ser considerado deve ser 7. menor que o valor declarado (7.5 kVA.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação . B .24 x 0. ou seja.2 + (1 x 4.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).6 kVA.0 kVA.020 x 2180 = 3.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44. ou seja.2 kVA).56 x 0.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64.2 kVA.0 kVA.Seção A”.24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12.1.04) Carga instalada (CI) = 8.BT Novembro de 2007 79/186 .2 + (1 x 3 CV) = 8.0 + 49.005 x 240 = 1.92 = 11.68 x 0.92 = 59. à carga instalada.1. menor que o valor declarado (9.Avaliação das demandas (kVA) RECON .54 + (1 x 6.0 kVA).92 = 41. estabelecido no item 13. Carga instalada (CI) = 9. Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. logo o valor a ser considerado deve ser 8.005 x 400 = 2. ou seja.40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas).04) = 44.02) + (2 x 4.2 kVA.5 + (2 x 11.04 = 12. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação . Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Carga instalada (CI) = 7.5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7. logo o valor a ser considerado deve ser 9.54) + (1 x 6. estabelecido no item 13.02) = 64. Carga instalada (CI) = 8.5 kVA).Seção A”. menor que o valor declarado (8.

65 x 1) + ( 0.0 = 20.56 + 4.80 x 1) + (0.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.04 kVA d4 = 4.04 = 10.04 x 1.35 x 1) + (0.50 x 1) + (0.80 = 6.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.BT Novembro de 2007 80/186 .8 kVA d1 = 4.2 x 0. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.96 x 1.45 x 1) + (0.8 + 20.30 x 1) = 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).40 x 1) + (0.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.0 kVA d1 = (0.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4.75 x 1) + (0.0 = 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.96 kVA d4 = 20. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.60 x 1) + ( 0. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.96 = 25.2 kVA d1 = 8.

0 x 0.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .5 kVA d1 = 7. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.8 = 7.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62.BT Novembro de 2007 81/186 .5 x 0. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.1. Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6. 20 + 49.02 = 62. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal).Seção A”.54 x 1 = 49. 0 kVA d1 = 9. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.54 + 6.1. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado.Seção A”.Deve ser aplicado o “Método de avaliação .8 = 6. estabelecido no item 13.54 kVA d4 = 49. 02 kVA d5 = 6. estabelecido no item 13.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

2 x 10 CV = (2 x 11. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6.61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66.54 = 20.7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.0 + 20. estabelecido no item 13. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.BT Novembro de 2007 82/186 .08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .2.10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 . Fator de Diversidade = 9. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”.91x 9.54) + (1 x 6. 02) + (2 x 4. equipamentos e materiais.04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11.04)] x 0.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.64 = 66.08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores..08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).64 DAGR = 6.61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.08 = 26.. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .61 kVA RECON . do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos).

80 DPG = 112. 80.61 + 74.65 kVA = (66.92 + 28.8 = 45.0 = 28.2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. RECON .28 kVA d3 = 28.BT Novembro de 2007 83/186 .1.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112.Seção A”.3.2 = 57. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4.4 kVA d1 = 57.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". deve ser aplicado o “Método de avaliação .1.28 x 1. estabelecido no item 13. nas cargas das lojas.4 x 0.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.04) = 28. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.2) x 0. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).28 = 74. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0.28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45.80 = 112. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. sendo o resultado multiplicado por 0. Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.

80.80 = 161.3.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.1.76) x 0. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).08 + 62. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.19 kVA DR = 161.Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".BT Novembro de 2007 84/186 .19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161.80 = (112. RECON .65 + 26. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG). sendo o resultado multiplicado por 0.

RECON / BT SEÇÃO 02.07.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .BT Novembro de 2007 85/186 .

A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou singelo ou armado. 23. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. ou na fachada.0< D ≤ 23. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou.1 em poste. gabinete no recuo técnico. semi-embutidas no muro ou na fachada. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. no muro ou no muro ou na fachada.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. a critério da Light. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex. com CPG-225 interna. em cabo singelo ou armado. instalado em eletroduto embutido. com CDJ 1 interna. sobreposto. do ponto de ancoragem até a medição. a critério da Light.BT Novembro de 2007 86/186 . com CDJ 3 interna. com CDJ 3 interna. medição. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. com CDJ 1 interna. singelo ou armado a critério da Light. RECON . estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.14 . Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 8. indo direto até o medidor. instalado em eletroduto embutido. materiais etc. com CPG 225 interna. do ponto de ancoragem até a medição. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. no muro ou na fachada. Caixa CS 100 e CTP. no muro no muro ou na fachada. armado. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. D ≤ 8. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação.1 < D ≤ 66. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. a critério da Light. aterramento.. na fachada. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. a critério da Light. em gabinete no recuo técnico. indo direto até o medidor.2< D ≤ 33. singelo ou armado. pontalete ou fachada.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste.3 ou. pontalete ou fachada. com CDJ 3 interna. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada. no muro ou na fachada. a critério da Light. em gabinete no recuo técnico. com CDJ 3 interna. instalado em eletroduto embutido. 33. pontalete ou fachada. pontalete ou fachada.

A descida poderá ser. do ponto de ancoragem até a medição. 198. com CPG 1000 interna ou CPG especial.8 Por conveniência técnica do consumidor.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. com CPG 1000 interna ou CPG especial. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno. Alternativamente. semi-embutida em gabinete no recuo técnico.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. com CPG 600 interna. conforme nota 4 a seguir. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. Por conveniência técnica do consumidor. 300 < D ≤ 497. a critério da Light. com CPG 600 interna. a critério da Light. a singelo ou armado. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. em cabo singelo ou armado. do ponto de ancoragem até a medição. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. instalado em eletroduto embutido. pontalete ou fachada. em cabo singelo ou armado. no muro ou fachada. gabinete no recuo técnico. conforme nota 4 a seguir. no muro ou fachada. no muro ou na fachada. Alternativamente. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. embutido. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. conforme nota 4 a seguir. Caixa CSM 1500. 66. A descida poderá ser. a critério da Light. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 87/186 . conforme nota 4 a seguir. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. poderá ser empregada Caixa CSM 600. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado. Alternativamente. no muro ou na fachada. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. 150 < D ≤ 198. critério da Light. a critério da Light. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. pontalete ou fachada. semi-embutida em gabinete no recuo técnico.0 NÃO SE APLICA RECON .

Caixa especial de seccionamento. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. instalado em eletroduto embutido. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado. medição e proteção. instalada em gabinete interno.BT Novembro de 2007 88/186 . 497. 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação. em muro ou fachada. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. RECON . a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. sob consulta prévia à Light. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos.0 < D ≤ 994. respectivamente. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. a partir de projeto apresentado para validação.0 NÃO SE APLICA D > 994. 2) Em região de rede aérea. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. por conveniência do consumidor. a critério da Light. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.

Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. fornecido e instalado pela Light. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. eletrodutos envelopados em concreto etc.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. RECON . Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega.BT Novembro de 2007 89/186 . o ramal de ligação deve ser aéreo.1 . o ramal de ligação deve ser aéreo. em cabo concêntrico ou multiplex.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. da rede de distribuição até o ponto de entrega. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto. a partir do ponto de entrega.1. além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados. 2 . 14.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação. Não atendidas as citadas condições. A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. o Consumidor deve deixar preparada. pontalete ou fachada) na propriedade particular.1 . conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA.CPG (entradas coletivas). a critério da Light.14. o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. a partir do ponto de ancoragem. da rede de distribuição até o ponto de entrega. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. pontalete ou fachada) na propriedade particular. instalado em eletroduto sobreposto em poste. NOTAS: 1 . a estrutura civil (caixas de passagem. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.

50 daN.Os comprimentos acima somente são aplicáveis. 3 .6 kVA Trifásico 74. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 .7 < D ≤ 74. Pontalete .7 kVA Trifásico 49. Postes .5 m.75 / 100 / 150 daN . Nesse sentido.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 .50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23. ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0.BT Novembro de 2007 90/186 . 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0.75 daN . O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0. no mínimo. o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores. A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.5 m. considerando o vão máximo de 30 m.Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega. RECON .Resistências mecânicas a tração. 2 kVA Trifásico 23.Para o atendimento com entrada individual. quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação. 2 . consideradas nas estruturas de ancoramento: .2 < D ≤ 49.50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0. o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de.3 .

50 m acima do piso de sacadas. 2. 4. em sua propriedade.. garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. 0. . terraços ou varandas (na projeção vertical). considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento.00 m do piso acabado. A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. escadas. Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir). fixada por parafusos chumbados na fachada. conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. Não for possível. ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. . 4.50 m do piso acabado. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). A resistência mecânica à tração do conjunto. . os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação. dispositivo de ancoramento e alvenaria. sacadas. Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: .Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. no limite de propriedade com a via pública. desde de que as condições físicas permitam.4 . 1. na passagem de pedestres. Alternativamente. não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . terraços ou varandas (na projeção vertical).50 m do piso acabado. terraços etc. pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. 0.50 m abaixo do piso de sacadas.20 m quando passar junto à janelas. .BT Novembro de 2007 91/186 . . RECON . 5. no limite de propriedade com a via pública. saídas de incêndio. na passagem de veículos (entradas particulares). quando: . os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. . devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. na passagem de veículos (travessia de logradouro). anexos. . Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. sinalização e congêneres. não deve ser inferior a 50 daN. Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador.60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia.

considerada a definição do item 2.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. através de cabo armado ou cabo singelo.1. a critério da Light. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .2 .CS / medição.2 . na saída de eletroduto. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.7 alínea “d”.BT Novembro de 2007 92/186 . Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. chaves etc. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. Nesse caso. 3.1.Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA..3 .CS / medição. considerada a definição do item 2. havendo conveniência técnica do Consumidor. seção dos condutores etc. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .CS / medição. 14. o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. considerada a definição do item 2.00 m do piso acabado.CS / medição. através de cabo armado ou cabo singelo.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL. 14. a critério da Light. considerada a definição do item 2. RECON .7 alínea “d”. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . o ramal de ligação pode ser subterrâneo. através de cabo armado ou cabo singelo. a critério da Light. a critério da Light. através de cabo armado ou cabo singelo. havendo conveniência técnica do Consumidor.7 alínea “d”. 14. além da capacidade dos disjuntores.7 alínea “d”. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA.

a própria Light retira os selos.1.1 desta Regulamentação. que providenciará a inspeção do local. a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias.BT Novembro de 2007 93/186 . 14.3 . Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação. Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga.3 e 5. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação.2. etiquetas e parafusos de segurança. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5. através de seu responsável técnico pela instalação. a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.3 desta Regulamentação.5.Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos.1 . bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção.2 . que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5. bem como a instalação de novos lacres e selos.5. 14.Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. o Consumidor.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento. RECON . 14.2. o responsável técnico pela instalação deve informar à Light.

Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada. através do próprio ramal multiplex.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .3 kVA . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. a critério da Light. 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 1A . VISTA FRONTAL RECON .2 kVA . em cabo singelo ou armado. Demanda ≤ 23.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.BT Novembro de 2007 94/186 .Caixa para medição CTM. CDJ 3 ou CPG 225 interna. até a medição.

nesse caso.BT Novembro de 2007 95/186 . Entretanto.1 kVA e inferior ou igual a 66.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor. pode ser subterrâneo e.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. o ramal de ligação. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. interna. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.3 kVA. RECON . deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.

até a medição.3 kVA .Caixa para medidor CTM.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .2 kVA .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. 2A .BT Novembro de 2007 96/186 . em cabo singelo ou armado. CDJ 3 ou CPG 225 interna. Demanda ≤ 23. VISTA FRONTAL RECON . 23.2 kVA < Demanda ≤ 66. CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ex. a critério da Light. através do próprio ramal multiplex. com descida.

nesse caso.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. por conveniência do Consumidor. pode ser subterrâneo e. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. interna.BT Novembro de 2007 97/186 . RECON . de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. o ramal de ligação.3 kVA.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.1 kVA e inferior ou igual a 66. Entretanto. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.

no muro Rede aérea de distribuição .Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON . CDJ 3 ou CPG 225 interna.BT Novembro de 2007 98/186 .Caixa para medidor CTM. através do próprio ramal multiplex. Demanda ≤ 23.2 kVA < Demanda ≤ 66.2 kVA .3 kVA .Ex.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. em cabo singelo ou armado. até a medição. 3A . 23. CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. a critério da Light.

2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.3 kVA. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.1 kVA e inferior ou igual a 66.BT Novembro de 2007 99/186 . por conveniência do Consumidor. RECON . Entretanto. pode ser subterrâneo e. interna. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. nesse caso.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. o ramal de ligação.

2 kVA < Demanda ≤ 66. através do próprio ramal multiplex. VISTA FRONTAL RECON .BT Novembro de 2007 100/186 . 4A . Demanda ≤ 23.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida.3 kVA .Caixa para medidor CTM. CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. CDJ 3 ou CPG 225.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição . a critério da Light. 23.2 kVA . até a medição.Ex. no poste particular. em cabo singelo ou armado.

deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.1 kVA e inferior ou igual a 66. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. nesse caso.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. pode ser subterrâneo e. RECON .BT Novembro de 2007 101/186 . 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. interna. por conveniência do Consumidor. o ramal de ligação. Entretanto.3 kVA.

VISTA FRONTAL RECON . até a medição. a critério da Light. através do próprio cabo multiplex.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 5A .3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA .BT Novembro de 2007 102/186 .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. de cabo singelo ou armado. 66. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.Ex.

medição e disjuntor CSMD.BT Novembro de 2007 103/186 . em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. Entretanto. nesse caso.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. internas. RECON . com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. o ramal de ligação. pode ser subterrâneo e. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. através do próprio cabo multiplex. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição. devem ser fornecidos e instalados pela Light. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.7 desta Regulamentação. em cabo singelo ou armado. por conveniência do Consumidor. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. a critério da Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.

2 kVA < Demanda ≤ 66. caixa do medidor CTM. CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. CDJ 3 ou CPG interna.BT Novembro de 2007 104/186 . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição . singelo ou cabo armado.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. Demanda ≤ 23.Caixa CS. 23.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. VISTA FRONTAL RECON .3 kVA .2 kVA . 1B .

BT Novembro de 2007 105/186 . considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação.3 kVA. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. RECON . deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.1 kVA e inferior ou igual a 66.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.

com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico.Ex.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. Demanda ≤ 23. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. VISTA FRONTAL RECON . caixa do medidor CTM.Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 106/186 .Ramal de ligação em cabo concêntrico. CDJ 3 ou CPG interna. 2B . CTP ou CSM 200 semi-embutidas. 23. no muro Rede subterrânea de distribuição . em gabinete no recuo técnico.Caixa CS. singelo ou cabo armado.3 kVA .2 kVA .2 kVA < Demanda ≤ 66. no muro.

considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 107/186 . RECON .VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.1 kVA e inferior ou igual a 66. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. devem ser fornecidos e instalados pela Light.3 kVA.7 desta Regulamentação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.

no muro.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. VISTA FRONTAL RECON . e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna. 66.3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA .Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.Ex.BT Novembro de 2007 108/186 . no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 3B .

por conveniência do Consumidor. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. o ramal de ligação. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. pode ser subterrâneo e. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. devem ser fornecidos e instalados pela Light. RECON . nesse caso. Entretanto.BT Novembro de 2007 109/186 .VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.

Rede subterrânea de distribuição .Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. RECON . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. 4B . a partir de projeto apresentado para validação. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.7 desta Regulamentação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação.BT Novembro de 2007 110/186 . 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). devem ser fornecidos e instalados pela Light.Ex. Demanda > 66.

07.RECON / BT SEÇÃO 03.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .BT Novembro de 2007 111/186 .

pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria.15 .BT Novembro de 2007 112/186 . materiais e outros. tipo de padrão de entrada etc. não inundável. RECON . com leitura centralizada e sistema de telemetria. são fornecidos e instalados. havendo conveniência técnica do Consumidor. sistemas de medição. Dessa forma. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. aterramento. distribuição e medição (Figuras 11 a 13). As condições técnicas de atendimento. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências. conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação.Medição 15. 15. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. Nesse caso. Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. Dessa forma. A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light. com participação financeira pelo interessado no custeio. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. a medição será obrigatoriamente eletrônica. a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo. que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. envolvendo a proteção geral de entrada. Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. localizados em ambiente seco.Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). Entretanto. cabina de transformação. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light.).1 . ventilado. Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.1 .Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor. iluminado. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.1. montados em painel de proteção. tipo do ramal. nível de tensão. Normalmente. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada.

nos agrupamentos. 15. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light.1. 15.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada. salas etc. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral .2 .3 . NOTA: Devem ser utilizados. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral. ou ainda.1 .BT Novembro de 2007 113/186 . 15.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos. em RECON . lojas.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.2 . 15. a ser definido em comum acordo com a Light. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria. formando agrupamentos específicos para cada classe (residências. é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório. junto e à montante da CPG e da medição de serviço.CPG.).1. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição. quando necessário. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação. Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos. pontalete ou fachada) na propriedade particular. ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção.2. o ramal de ligação deve ser aéreo. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo.

o Consumidor deve deixar preparada. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação.CPG. eletrodutos envelopados em concreto etc. A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral. ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto. pontalete ou fachada) na propriedade particular.3 .2.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. considerada a definição do item 2. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. o ramal de entrada pode ser. da rede de distribuição até o ponto de entrega. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. chaves etc. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. a critério da Light. a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . conforme acordo prévio e a critério da Light. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. 15. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. 2 . Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . a estrutura civil (caixas de passagem.2 . a partir do ponto de entrega.7 alínea “d”. 15. a critério da Light. localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo).Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação. NOTAS: 1 . Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light. em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada. em caso de inviabilidade técnica comprovada. o ramal de ligação deve ser aéreo. em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light.BT Novembro de 2007 114/186 .Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA. através de cabo armado ou cabo singelo. Entretanto. Nesse caso.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea.).

não residenciais ou mistos).Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação.5 . A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento.1.3 (três) metros.1. 15. 15.4 . o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso. 15.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. 15.4. conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente.4.1.4. em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras.1.1 desta Regulamentação.2 . desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação. deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.4. Entretanto. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15.1. podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15.1 . nas mesmas condições de atendimento do RECON . 15.1. portanto.1.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.4 .1. 15.4. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo. O sistema de medição deve atender ao item 15.4. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.1 .4.BT Novembro de 2007 115/186 . 15.1.3 .Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais). este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15. NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único).4.4.

bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais.item 15. através de seu responsável técnico pela instalação.BT Novembro de 2007 116/186 . Havendo necessidade. A Light providenciará. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação.1.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. 15. além da capacidade dos disjuntores. se necessária.1. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis. a própria Light retira os selos.4. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual.4. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. avaliação da demanda. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual. seção dos cabos etc. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). com acesso para a Light em qualquer momento. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso. Nesses casos. a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências.2. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis.2 . Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo.4. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. etiquetas e parafusos de segurança. Nesse caso. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada. b . deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga. no caso de atendimento subterrâneo. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.1 .Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. de forma a viabilizar o atendimento. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light.Instalações com medição existente em painéis a . RECON .

o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação.BT Novembro de 2007 117/186 . em comum acordo e sob orientação da Light. a Light julgar tecnicamente necessário. O Consumidor.c . a substituição do barramento principal.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. além do eletroduto do ramal de entrada. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. capacidade dos disjuntores.) para análise e validação prévia da Light.Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a . independente da quantidade de unidades envolvidas. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga.Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. 50% das unidades consumidoras existentes no PC. que providenciará a retirada de lacres. Todos esses serviços. Dependendo das condições de carregamento do painel. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes. caixa de medição etc. ou ainda. instalação aparente. deve ser obrigatório o emprego de painéis. quando for o caso. RECON . parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços. avaliação da demanda. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. quando solicitados. no máximo.2.4. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição. através de seu responsável técnico pela instalação. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. 15. para a viabilização do aumento de carga. b . bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. seção dos condutores. serão informados previamente ao interessado.2 . além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light.

bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. de forma a viabilizar o atendimento. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light.) para análise e validação prévia da Light. serão informados previamente ao interessado. Todos esses serviços. bem como a instalação de novos lacres e selos. condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada. RECON . 15. PSMD ou PDMD. ou ainda. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento. c . bem como a instalação de novos lacres e selos. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. que providenciará a inspeção do local. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. e instalados pela Light. quando for o caso. que providenciará a inspeção do local. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. para a viabilização do aumento de carga. quando solicitados.5 . parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços. distribuição e medição .PMD. a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários. Após realizar todas as alterações necessárias. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. em comum acordo e sob orientação da Light.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. que providenciará a retirada de lacres.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 118/186 . Após realizar todas as alterações necessárias. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário.

têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica.5410 da ABNT.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. 2) Os condutores dos circuitos de saída. em ambiente selado etc. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR .BT Novembro de 2007 119/186 . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. RECON .

NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica.5410 da ABNT. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . em ambiente selado etc.BT Novembro de 2007 120/186 . 2) Os condutores dos circuitos de saída. 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. RECON . até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação.

5410 da ABNT. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. RECON . 2) Os condutores dos circuitos de saída. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light.BT Novembro de 2007 121/186 . 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. de dimensões compatíveis para abrigar a medição.

RECON BT FIGURAS RECON .BT Novembro de 2007 122/186 .

CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON .Fig. 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .BT Novembro de 2007 123/186 .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.

BT Novembro de 2007 124/186 .CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .Fig.CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .

3A e Fig. 3A Fig. 3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig.Fig.CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON . 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR .BT Novembro de 2007 125/186 .CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR .

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL .CPG Fig.Fig. 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .BT Novembro de 2007 129/186 .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225. 6 .

CSM CSM 600 Fig. 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros.BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 .Fig. 7 CSM 1500 RECON . CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . 7 .CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig.

8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig. 8 A CSMD 1500 RECON .CSMD CSMD 600 Fig.CAIXA PARA SECCIONAMENTO.BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .

Fig.BT Novembro de 2007 132/186 . MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm. RECON . 8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO.

9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos. já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor.Fig. 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig.BT Novembro de 2007 133/186 . bem como do tipo de terminal utilizado. 9A e Fig. 9B RECON . Fig.

RECON .As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”. 3. respeitando. 10B Notas: 1. UV etc.. 10A POLIMÉRICA Fig. em alto ou baixo relevo.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries. 2. 10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig.Fig. 10A e Fig.Podem ser quadradas ou cilíndricas.BT Novembro de 2007 134/186 . aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima.

A3 Fig.BT Novembro de 2007 135/186 . 11. 11A 220 50 1. A FIGURAS Fig. 2 .A4 Fig. 11. 11.A2 Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig.A1 Fig.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 11. 11.

11B. A RECON . 11A podem ser aplicados nesta Fig.BT Novembro de 2007 136/186 .PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 11B 220 220 50 Obs. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.

A3 Fig. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1. 12. 2.A1 Fig.BT Novembro de 2007 137/186 . 12.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 12.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON .A2 Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 12. 12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.A4 Fig. 12.Fig. A FIGURAS Fig.

12A podem ser aplicados nesta Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. RECON . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL.Fig.BT Novembro de 2007 138/186 A .: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. 12B.

A1 Fig.A2 Fig. 13. 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO.A3 Fig. 13. 13.BT Novembro de 2007 139/186 . 2.Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 13.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 13. A FIGURAS Fig.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1.A4 Fig.

: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. 13B. 13B 220 220 A 50 Obs.PAINEL DE SECCIONAMENTO. RECON . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.BT Novembro de 2007 140/186 . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. 13A podem ser aplicados nesta Fig.

RECON BT TABELAS RECON .BT Novembro de 2007 141/186 .

salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas.BT Novembro de 2007 142/186 . postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias.020 0. lanchonetes e semelhantes 0.050 0. salões para exposições.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios. RECON .020 NOTA: Instalações em que.030 0.050 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis.) Restaurantes.020 0. áreas de serviço e semelhantes Hospitais. a carga seja utilizada simultaneamente. motéis e semelhantes Igrejas.015 0.TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .005 0.020 0.015 0. bares.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens.020 0. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%.020 0. salas de vídeo e semelhantes Bancos. apartamentos etc. pela sua natureza.

.BT Novembro de 2007 143/186 .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora.. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + . separadamente. fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho.TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . RECON .

SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.BT Novembro de 2007 144/186 . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .

83 30 30.70 3 4.56 125 117.54 12 ½ 14.03 5 6.66 1/3 0.74 50 48.17 2 2.18 RECON .05 150 141.15 75 72.09 15 16.04 4 5.10 25 25.77 ½ 0.87 ¾ 1.26 1 1.BT Novembro de 2007 145/186 .28 100 95.65 10 11.29 200 190.52 1½ 2.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .65 20 22.52 40 39.02 7½ 8.73 60 58.

Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B.50 5 54. temos: D = (48. temos: D = [ (4 x 6.75 = 41.14 8 45. 1 motor trifásico de 2 cv.TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100.33 4 57. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv.06 kVA. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.02) + (1 x 4.73 + 6.0 3 63. quanto demandada. D = 48. 1 motor trifásico de 3 cv. onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor.73 kVA RECON .4714 = 15. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv. Logo.06).00 OBS. a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.00 9 43. tanto de carga instalada.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos.73 < 41.BT Novembro de 2007 146/186 . 1 motor trifásico de 1 cv.33 ≥ 10 42.00 6 50.73 kVA. ou seja.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada.00 7 47.02) x 0. D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B.52 ) ] x 0.04) + (1 x 2. logo a demanda total a ser considerada é D = 48. totalizando 7 motores. para o exemplo em questão.25 kVA D = 15.7) + (1 x 1.0 2 75.

deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto. TOMÓGRAFOS.BT Novembro de 2007 147/186 . MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO . RECON .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X.

67 1.88 7.80 6.75 4.15 2.49 8.92 4.99 10.35 1.66 2.33 3.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.77 5.92 9.37 4.16 5.46 9.42 1.53 5.36 8.29 7.39 1.68 6.72 6.30 3.10 7.70 3.35 1.27 8.56 5.46 6.71 2.35 1.50 3.44 6.25 6.64 4.18 8.35 9.65 1.71 4.60 2.03 8.36 7.24 9.00 4.35 8.41 3.76 7.01 6.25 7.22 7.13 5.26 2.38 9.06 5.86 1.49 2.21 3.59 1.05 3.32 7.75 6.79 4.99 6.56 9.66 6.50 5.81 1.02 9.77 7.67 5.24 4.58 9.77 4.35 1.89 6.25 8.39 9.22 9.12 2.05 9.83 4.04 5.64 3.51 9.08 10.94 2.44 4.80 5.36 5.11 6.43 8.70 7.11 4.62 4.31 9.35 1.78 6.76 3.70 9.98 5.10 RECON .20 6.84 3.48 7.01 10.12 9.70 4.95 8.35 1.24 2.48 3.19 5.05 4.10 3.09 9.09 7.74 9.29 9.64 8.19 3.38 5.72 8.86 7.62 3.46 1.41 7.07 2.27 7.29 8.54 3.28 3.93 7.92 6.53 9.73 2.35 1.35 1.61 9.42 9.37 2.84 4.97 1.81 6.52 4.20 2.20 7.59 4.52 8.18 9.35 4.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .20 8.71 8.67 3.88 9.46 2.01 7.28 2.BT Novembro de 2007 148/186 .94 6.15 4.11 9.35 1.13 7.49 9.62 7.74 5.97 5.15 6.35 1.62 8.13 3.40 5.32 4.76 9.15 3.95 4.52 6.52 2.92 8.35 1.71 7.80 3.34 6.68 2.83 7.57 1.98 9.87 6.29 4.35 1.73 1.35 7.94 9.58 2.41 2.09 8.83 9.45 8.47 4.99 3.58 8.99 7.01 2.03 9.08 4.50 4.29 5.81 9.70 5.10 2.88 8.36 1.42 4.97 4.54 2.57 7.25 9.35 1.44 7.63 5.32 2.96 8.25 5.65 5.20 4.42 6.33 5.76 2.46 7.54 6.14 8.11 5.63 1.03 6.38 2.47 5.89 4.16 7.42 8.81 5.35 1.35 1.59 6.54 1.19 9.16 8.36 9.46 5.44 3.10 5.07 8.17 4.65 9.97 8.90 7.55 7.71 1.49 6.39 3.02 8.06 6.84 5.99 2.96 6.81 7.90 3.91 3.35 1.57 4.67 7.05 2.40 6.67 9.66 8.69 8.90 9.31 6.15 9.94 3.91 5.81 2.90 1.00 8.45 9.23 5.58 5.18 6.76 8.02 3.86 4.35 1.93 2.23 4.39 7.35 1.51 1.59 5.74 7.03 7.59 8.44 5.33 6.03 10.85 8.09 4.55 8.22 5.96 2.81 8.60 7.78 8.62 2.97 4.79 9.22 6.76 1.90 5.34 2.79 2.06 7.84 1.86 5.79 1.02 5.32 8.85 9.82 3.94 7.89 2.64 7.72 9.02 4.27 6.18 2.27 4.23 8.87 2.35 1.15 7.63 9.59 3.37 6.83 8.35 1.72 5.35 1.62 6.10 8.38 8.71 3.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .23 3.55 4.74 3.50 7.06 10.35 1.55 6.25 3.56 3.36 3.93 5.41 4.49 1.93 1.07 3.97 9.68 4.12 6.85 6.44 2.71 6.47 3.31 5.85 2.50 8.61 6.35 1.89 8.88 3.08 6.53 7.

72 8.96 3.70 2.81 1.10 8.81 7.52 2.86 5.44 5.39 1.26 1.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.34 5.82 2.87 6.00 4.28 2.68 8.45 7.47 2.11 5.25 3.90 1.66 8.74 4.49 5.45 6.82 3.37 6.35 4.99 8.46 3.08 3.22 8.31 3.11 2.90 3.20 1.20 1.09 4.17 5.39 6.88 8.06 6.41 1.23 2.86 7.33 6.68 6.89 4.61 5.80 3.14 5.61 3.68 4.54 7.22 6.78 4.06 5.41 4.08 6.75 3.67 2.84 2.23 1.80 5.20 1.63 4.24 7.92 4.64 3.BT Novembro de 2007 149/186 .16 6.95 4.56 2.04 5.62 6.93 6.83 4.98 2.07 2.50 8.97 3.74 1.28 5.59 7.71 7.53 1.93 3.30 5.48 6.78 8.27 3.87 7.88 6.91 5.17 7.42 5.20 6.62 3.46 8.60 2.95 5.64 5.48 8.97 6.37 2.44 1.54 2.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.64 6.56 3.20 1.18 2.36 3.01 8.41 5.00 5.71 1.03 4.20 1.51 4.49 3.34 1.58 8.43 3.26 7.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.19 8.83 1.17 4.06 4.04 4.52 8.25 6.40 3.20 1.74 8.20 3.52 7.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.97 6.40 4.49 2.48 7.11 4.70 4.60 8.95 7.29 1.57 4.32 1.92 8.48 4.59 4.91 3.00 2.23 5.02 6.92 2.25 5.63 1.13 5.27 4.46 4.32 7.80 8.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.77 5.42 7.98 7.30 8.87 4.81 6.70 6.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .20 7.43 8.46 1.76 8.95 2.28 4.22 3.87 3.67 3.20 1.62 2.36 5.13 3.47 5.44 4.60 7.83 5.16 2.05 2.02 2.28 7.72 4.91 6.40 2.03 6.10 3.02 7.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.73 6.08 7.82 6.20 1.70 8.94 4.16 7.05 7.60 6.46 7.03 7.38 4.54 3.14 6.32 2.68 1.38 3.88 2.35 2.56 8.36 7.88 1.74 2.79 6.00 6.58 3.11 7.70 5.20 1.12 8.34 8.20 1.20 1.72 2.55 5.72 3.93 1.95 1.85 6.82 8.22 4.84 8.65 7.20 1.07 3.25 2.54 6.89 5.53 5.65 2.69 7.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.33 4.28 8.24 8.54 4.20 1.20 1.74 3.51 6.06 8.36 8.58 1.44 2.85 3.90 8.52 4.20 1.20 1.19 8.45 3.28 3.42 6.78 5.79 2.07 8.32 5.60 1.56 6.10 6.62 8.19 5.30 4.94 5.77 7.22 7.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .20 1.78 3.86 2.76 4.81 4.58 6.62 4.51 3.40 8.08 5.63 7.77 2.90 2.42 2.02 5.59 2.20 1.33 3.54 8.83 7.12 6.93 7.65 4.24 4.13 2.64 8.60 5.94 RECON .00 3.80 7.68 5.16 8.19 6.98 5.69 3.85 5.13 8.66 6.74 5.18 8.42 8.04 3.18 3.10 7.20 1.57 7.78 1.92 7.39 7.72 5.66 5.51 7.31 6.10 2.56 1.96 6.48 1.66 7.65 1.58 5.04 8.16 4.15 3.51 1.76 1.20 4.14 7.34 7.43 6.20 1.36 1.38 5.99 7.50 5.20 1.86 8.20 1.98 4.75 7.28 6.30 2.72 7.21 1.84 4.37 8.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.50 6.76 6.20 2.34 6.20 1.89 7.74 6.40 7.

70 39.88 23.00 83.10 47.71 28.00 83.00 RECON .24 81.20 11.67 82.54 76.84 64.39 76.94 41.34 49.19 74.29 77.14 77.52 82.54 33.79 73.84 81.78 49.59 82.69 76.19 72.02 37.85 82.34 69.42 59.42 11.09 69.42 82.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.99 72.64 75.04 81.59 71.49 81.58 52.39 73.32 15.00 83.34 75.83 82.25 19.34 67.54 78.BT Novembro de 2007 150/186 .00 83.44 77.75 82.92 29.24 79.90 26.00 83. DIV.09 81.14 82.79 82.91 82.94 32.00 83.84 68.76 13. ---3.77 82.59 69.54 61.79 75.64 81.94 76.82 82.24 82.33 31. 74.95 82.44 82.34 78.00 83.39 71.54 80.86 82.19 75.14 81.89 75.00 83.37 82.00 83.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .69 25.74 44.64 79.14 38.62 43.73 82.54 81.54 79.74 77.70 35.74 58.34 80.00 83.79 70.06 21.86 20.94 79.00 83.57 82.59 72.34 68.10 15.00 83.47 82.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.90 82.99 74.29 25.00 83.59 63.58 38.34 66. DIV. DIV.26 39.52 30.00 83.88 82.84 76.00 83.00 83.90 50.06 42.09 82.67 22.31 28.42 45.44 80.54 14.09 65.30 44.00 83.76 82.59 81.22 82.14 52.00 83.99 81.50 27.34 64.00 83.62 57.94 80.84 82.04 18.54 82.14 79.14 80.26 53.22 34.10 27.93 82.65 19.27 82.87 82.00 83.00 83.34 81.59 73.50 56.74 80.99 73.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.10 61.46 37.94 55.04 82.84 5.44 79.39 81.24 76.39 70.19 71.46 51.19 81.74 78.98 12.32 82.08 24.46 21.94 82.68 9.09 68. 35.79 81.38 54.04 75.78 63.78 82.84 66.02 51.86 45.74 81.82 40.99 82.59 66.00 83.22 48.89 16.99 77.84 79. 82.98 46.04 79.10 33.66 34.59 64.81 82.09 67.44 81.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.84 69.12 82.50 42.59 67.06 56.89 82.66 62.39 82.17 82.94 80.22 62.62 82.19 82.12 30.48 24.29 81.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.74 74.29 82.49 82.34 79.99 71.89 78.44 78.18 43.64 80.00 83.59 68.96 82.66 17.97 83.64 78.80 82.76 7.04 80.19 70.59 70.72 8.98 60.90 36.39 74.19 73.74 82.84 65.64 82.82 54. 63.92 82.69 81.66 48.89 80.27 22. DIV.49 75. DIV.84 78.69 82.18 57.79 71.59 65.74 79.84 67.70 53.54 47.79 69.89 81.38 40. 80.09 64.00 83.64 10.34 82.99 70.88 4.39 72.94 81.34 65.59 77.04 78. DIV.30 58.73 31.24 80.19 78.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.86 59.09 66.44 18.00 6.09 76.79 72.

de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .até 80 litros Aquecedor de água .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .1 HP Ar condicionado .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .3/4 HP Ar condicionado .BT Novembro de 2007 151/186 .20 polegadas TV em cores .

0 58.3Φ 125 .3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .6 6.1Φ 40 .9 < D ≤ 23. (9).1 33.4 < D ≤ 6.1Φ 60 .3 3.4 < D ≤ 49.7 49.4 41.1Φ 70 .4 4.0 < D ≤ 66.BT Novembro de 2007 152/186 .3Φ 175 .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.2 23.1Φ 30 .7 < D ≤ 58.TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).3 < D ≤ 4. (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.2Φ 30 .3Φ 100 .2Φ 70 .3Φ 150 .3Φ 60 .9 19.3 13. a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .3Φ 40 .1Φ 40 .3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.3Φ 70 .1 < D ≤ 41.3Φ 200 .2 < D ≤ 33.3 < D ≤ 19.2Φ 40 .1Φ 30 .

interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral). A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. em cabo concêntrico ou multiplex. RECON . em eletroduto e instalado pela Light. e.NOTAS: 1) O ramal de entrada. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola. uma condição que sempre deve ser considerada. portanto cabe ao Consumidor. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. A critério da Light. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção). Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. através de seu responsável técnico. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. 6) É obrigatória.1 kVA). Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º.3 kVA).BT Novembro de 2007 153/186 .7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada.

9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. o ramal de ligação derivado da rede aérea. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. 11) Opcionalmente. incluindo eletrodutos. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. construção da linha de dutos do ramal de ligação.BT Novembro de 2007 154/186 . entretanto. nesse caso. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. RECON . 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. licença de obra.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º. o custo (cabos. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. acessórios etc. por conveniência técnica do Consumidor. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. mão-de-obra etc.) é integralmente do Consumidor. os respectivos disjuntores de proteção geral.

7 < D ≤ 198.6 74.3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs.5 132.3Φ 400 .1 < D ≤ 331. e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.3Φ 600 .5 < D ≤ 165.6 < D ≤ 82.8 198.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) .3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .7 165.3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2.8 < D ≤ 231.3Φ 350. (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).8 < D ≤ 99.7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).4 99.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.3Φ 800 .3Φ 500 .9 < D ≤ 265. (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.: Na coluna referente aos condutores de proteção. RECON . opcionalmente.3Φ 1000 .3Φ 250 .4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132.9 231. dependendo das condições do circuito. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .3Φ 700 .8 82.3 < D ≤ 74.1 265.

no mínimo. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. A critério da Light. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. no ramal de entrada. 3) Deve ser utilizado eletroduto de. uma condição que sempre deve ser considerada. sempre que possível. em eletroduto e instalado pela Light.BT Novembro de 2007 156/186 . Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. 100 mm de diâmetro interno. Portanto. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção).4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. em cabo multiplex. Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado.NOTAS: 1) O ramal de entrada. 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto. e. Cuidado especial. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. RECON .

BT Novembro de 2007 157/186 . RECON .) é integralmente do Consumidor. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. através do responsável técnico pelas instalações. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. cabe ao Consumidor. mão-deobra etc. que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra.6) É obrigatória. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. construção da linha de dutos do ramal de ligação. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. entretanto. 10) Opcionalmente. Este tipo de proteção diferencial. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. o custo (cabos. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. os respectivos disjuntores de proteção geral. nesse caso. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. licença de obra. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. inclusive o estabelecimento de arco à terra. em algumas situações. o ramal de ligação derivado da rede aérea. o que pode ocasionar incêndio na edificação. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. lembrando contudo. por conveniência técnica do Consumidor. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. Portanto. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado.

7 < D ≤ 11.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 100 .4 41.5 71.1Φ 60 .1Φ 40 .9 < D ≤ 23.3Φ 70 .5 < D ≤ 13.3Φ 200 .6 6.9 < D ≤ 34.3Φ 40 .3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.3Φ 70 .3Φ 125 .3Φ 200 .5 220 1Φ 380 3Φ 30 .3Φ 60 . se em média tensão ou baixa tensão.3 13.1 40.9 22.8 85.3 34.4 < D ≤ 49.3Φ 150 . (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.3Φ 40 .3 D ≤ 5.4 < D ≤ 6.7 49.1Φ 60 . PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3. (6).1Φ 70 .TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .2 100.3Φ 175 .1Φ 70 .3Φ 175 .2 < D ≤ 33.1 < D ≤ 57.3 < D ≤ 19.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.3Φ 60 .5 < D ≤ 85.3Φ 125 .3Φ 30 .3Φ 150 .2 57.1 < D ≤ 41.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2). (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .1 33.1Φ 40 .8 < D ≤ 100.2 17.1Φ 30 .7 < D ≤ 7.1Φ 30 .2 < D ≤ 22.BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).7 5.2 23.9 19.3 < D ≤ 40.7 7. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.5 11.4 4.2 < D ≤ 71.3Φ 100 .3 3.3 < D ≤ 4.4 D ≤ 17.2 < D ≤ 114. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .

). RECON . nos apartamentos. utilizando cabos singelos. incluindo a medição de serviço. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. classe de tensão etc. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. nas salas. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. O ramal de ligação coletivo. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. também com proteção diferencial. quadros de proteção internos às unidades consumidora. como nas tabelas para entrada individual. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica.da edificação em “kVA”. Todavia. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. ou seja. se aéreo ou subterrâneo. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. Nesse caso. a Light deve informar a opção de atendimento. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. junto a proteção geral coletiva. a critério da Light. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. por se tratar de sistema de medição coletiva. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. pode ser em cabo singelo. 5) Para a medição de serviço da edificação. Deve ser dimensionado. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual.BT Novembro de 2007 159/186 . 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). nº de circuitos. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada.

várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. Este tipo de proteção diferencial. que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR.Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. 7) É obrigatória.5 kVA na classe 380/220 V. onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG. em algumas situações. As Figuras 11. portanto. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. Uma opção é calcular a demanda em kVA. inclusive o estabelecimento de arco à terra. medição e proteção. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). deve ser tratado caso a caso junto à Light.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. o que pode ocasionar incêndio na edificação. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. contidas nesta Regulamentação. inicialmente desejados por painel. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). RECON . que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. 12 e 13 com suas variações. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E). PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores.BT Novembro de 2007 160/186 . mostram as dimensões previstas para cada configuração possível.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON .Obs. a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial.: Conforme já explicado. contudo. ou seja. pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes. se houver disponibilidade na edificação. a barra de proteção.BT Novembro de 2007 161/186 . as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

3Φ 175 .5 11.8 < D ≤ 100.3 < D ≤ 19.3 < D ≤ 4.7 5.1Φ 40 .1Φ 70 .2 < D ≤ 71.7 < D ≤ 11.3Φ 125 .3Φ 60 .3Φ 100 .9 22.2 < D ≤ 33.1Φ 30 .1 < D ≤ 41. bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.9 < D ≤ 34.3 3.9 < D ≤ 23. (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.3Φ 30 .2 100.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.3Φ 100 .TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .4 D ≤ 17.4 < D ≤ 6.3Φ 70 .3Φ 40 .3 34.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 200 . considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 125 .7 49.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição .1Φ 60 .1Φ 70 .CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).2 23.2 57.1Φ 40 .6 6.7 < D ≤ 7.1 33.3Φ 200 .1Φ 60 . Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.3 13. RECON .BT Dezembro de 2006 .3Φ 40 .1 40.3 < D ≤ 40.8 85.4 < D ≤ 49.3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.5 < D ≤ 85.3Φ 70 .1 < D ≤ 57. se em média tensão ou baixa tensão.9 19.2 < D ≤ 114.3Φ 175 .4 41.3Φ 150 .3Φ 60 .4 4.5 71.5 < D ≤ 13.5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .3 D ≤ 5.3Φ 150 .2 < D ≤ 22.7 7.1Φ 30 .2 17.

dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). os respectivos disjuntores de proteção geral. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. Este tipo de proteção diferencial. a Light deve informar a opção de atendimento. em algumas situações. Todavia. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. nº de circuitos.BT Novembro de 2007 164/186 . deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. RECON . além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. pode ser em cabo singelo. mão-de-obra etc. 4) É obrigatória. O seu dimensionamento. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos.). envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. incluindo eletrodutos. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. acessórios etc. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos.. inclusive o estabelecimento de arco à terra. a critério da Light. como nas tabelas para entrada individual. por se tratar de sistema de medição coletiva. o que pode ocasionar incêndio na edificação. em função dos valores solicitados de demanda.O ramal de ligação coletivo. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. se aéreo ou subterrâneo. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado.) com base na legislação específica em vigor. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. classe de tensão etc. utilizando cabos singelos.

7 49.0 < D ≤ 13.4 < D ≤ 6. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.0 < D ≤ 66. devem ser apresentadas à Light para análise.3 13.4 99.0 150 7.00.3 3.0 10.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.9 < D ≤ 23.0 6. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ.1.0 < D ≤ 6.4 4.0 1. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.8 82.0 D ≤ 4.6 < D ≤ 8.9 19.0 D ≤ 3.8 < D ≤ 99.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados.6 6.0 8.2 23. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light. RECON .0 D ≤ 10.0 < D ≤ 14.3 < D ≤ 74. postes.3 < D ≤ 4.1 < D ≤ 41.3 < D ≤ 19.BT Novembro de 2007 165/186 .4 41.07.4 < D ≤ 49.0 < D ≤ 8. conforme estabelecido em 14.2 < D ≤ 33. 3) Devem ser rigorosamente observados.6 74.0 4.3 66.1 33.6 < D ≤ 82.0 58.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.1 da Seção 02. 0 1.7 < D ≤ 58. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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5 2. tipo leve. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas. tipo rosqueável.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos. em milímetros.equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2.BT Novembro de 2007 169/186 . conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC. só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC. classe A.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos. em milímetros.5 2.TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono. RECON . conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono . deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento.

Nesta tabela foram consideradas: .Temperatura ambiente – 35° C’ .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.Temperatura do barramento – 65° C’ RECON .BT Novembro de 2007 170/186 .

devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo.2. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que.BT Novembro de 2007 171/186 . Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. 4. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm. esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. RECON . 5. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. 3.

70 0.75 0.70 0.TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.65 4 RECON .75 0.BT Novembro de 2007 172/186 .80 0.80 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.

RECON BT ANEXOS RECON .BT Novembro de 2007 173/186 .

......... de minha propriedade.... de de À Light Serviços de Eletricidade S...................)......................... ................A.......................(Rua / Av........ / Nº / Bairro / Município / Estado).. (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON ...nome do profissional .. Atenciosamente....................BT Novembro de 2007 174/186 ........ legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº ...........Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro....... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na ........................ Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (......

Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial. mecânico por meio de alavanca.BT Novembro de 2007 175/186 . ou seja.CSMD indicada para a demanda solicitada. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas. O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção . de forma seletiva. daquele disjuntor que possa ter falhado.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA). Porém o rearme deve ser manual. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante. Nas caixas a jusante da CSMD. Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. Figura “ A” RECON .

somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. principalmente. nesse caso. quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão.BT Novembro de 2007 176/186 . 2) O arranjo dessa Figura “ B” . bem como o arranjo da Figura “ A” . pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético. podem ser utilizados. OBS. por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito). a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. todavia nessas proteções.: 1) Também nesse arranjo. podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON .Opcionalmente.

que funciona em série com o disjuntor termomagnético. geladeiras. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. o que pode ocasionar incêndio na edificação.BT Novembro de 2007 177/186 . tanto para os disjuntores termomagnéticos. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. por cargas monofásicas de grande porte. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. Entretanto. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. em algumas situações. inclusive o estabelecimento de arco à terra. fogões etc. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. só podem ser aterrados no condutor de proteção. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção)..5 V.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. RECON . dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. com base no estabelecido na NBR 5410. Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. Apenas como esclarecimento. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil). Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. que já possuem. máquinas de lavar roupas. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. com agravo para os circuitos longos. em sua maioria. Na escolha do dispositivo diferencial. diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. ou seja. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. Portanto. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção). torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito.

BT Novembro de 2007 178/186 .Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR. que além de enxergar as correntes de fuga. pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON . possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.

ou seja. em geral. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s. ou seja. além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. RECON . também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que.BT Novembro de 2007 179/186 . Logo.somente enxerga as correntes de fuga.

principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. sem nenhuma saliência ou indicação externa. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro.). em qualquer hipótese. CM. PDMD. Não serão aceitas dobradiças externas. estas deverão ser do tipo interna. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. CPG etc. b . Dimensões em mm. c . PDM. CD. inferior.As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light. CDM. RECON . CDE. PSMD. a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. medição e proteção geral. CSM.No caso de portas frontais com dobradiças.BT Novembro de 2007 180/186 .Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal. superior. CSMD. lateral ou traseiro. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo.

uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. Nesse caso. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. Portanto. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). ou seja. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. que não foram concebidos para operar em condição de carga.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. 3) Verificar. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir. O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. Nesse caso. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados. considerando as situações de medição indireta. além das verificações visuais citadas acima. chaves etc. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. sem carga e. se possível. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. -x-x-x-x-x- RECON . sem tensão.BT Novembro de 2007 181/186 . primeiros socorros. através de amperímento “alicate”. preferencialmente. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. BASES FUSÍVEIS. rigorosamente. Nesse sentido. que o disjuntor a montante também esteja desligado. através. onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. por exemplo. sem corrente e sem tensão). estejam realmente abertos ou desligados e. se possível. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente.

BT Janeiro de 2007 182/182 .OBSERVAÇÕES: RECON .

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