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APRESENTAÇÃO
A presente Regulamentação tem por finalidade fixar as condições mínimas para projeto e execução de instalações de entradas individuais e coletivas nas atividades residencial e não residencial, com fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão da Light Serviços de Eletricidade S.A. Todas as prescrições técnicas contidas nesta Regulamentação devem ser rigorosamente atendidas. Entretanto, não dispensam o responsável técnico do necessário conhecimento e amparo na legislação e normas técnicas específicas para instalações, equipamentos e materiais elétricos em baixa tensão. À Light é reservado o direito de, em qualquer tempo, alterar o conteúdo desta Regulamentação, no todo ou em parte, por motivo de ordem técnica ou legal, sendo tais alterações devidamente comunicadas através dos meios próprios. Esta Regulamentação cancela e substitui todas as edições anteriores a data de sua publicação e estará disponível para cópias e consultas na internet nos endereços www.light.com.br e www.lightempresas.com.br ou nas agências comerciais da Light.

Rio de Janeiro, Novembro de 2007 Estudou / elaborou Clayton G. Vabo Engº Eletricista CREA/RJ 130.066 – D Jorge A. Dutra de Souza Engº Eletricista CREA/RJ 41.256 – D Roberto V. Dias Engº Eletricista CREA/RJ 54.570 – D Ronaldo Fittipaldi Messias Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 811235220 – TD Rogério S. C. Menezes Téc. Eletrotécnica CREA/RJ 49934 – TD Órgão CTP CTP CTP CTP CTP Aprovou Revisão

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ÍNDICE GERAL
CONDIÇÕES GERAIS
1 - Introdução 2 - Terminologias e definições
2.1 - Consumidor 2.2 - Unidade consumidora 2.3 - Edificação 2.4 - Entrada individual 2.5 - Entrada coletiva 2.6 - Instalação de entrada de energia elétrica 2.7 - Ponto de entrega 2.8 - Ponto de interligação 2.9 - Recuo técnico 2.10 - Ramal de ligação 2.11 - Ramal de entrada 2.12 - Limite de propriedade 2.13 - Carga instalada 2.14 - Demanda 2.15 - Espaço físico

3 - Dispositivos legais
3.1 - Decreto n.º 41.019 de 26 de fevereiro de 1957, do Ministério de Minas e Energia 3.2 - Resolução da ANEEL n.º 456, de 29 de novembro de 2000 3.3 - Normas para instalações elétricas da ABNT 3.4 - Leis, Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ 3.5 - Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro 3.6 - Sistema tarifário

4 - Limites de fornecimento de energia elétrica
4.1 - Em relação ao tipo de medição 4.2 - Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4.2.1- Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada 4.2.1.1 - Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea 4.2.1.2 - Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea

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Solicitação de fornecimento de energia elétrica 5.3 .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4.12 .8 .9 .Rede subterrânea 4.6 .Medição individual 7.5.10 .4 .2 – Proteção diferencial contra correntes de fuga 6.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica 4.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva 5.1 .Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade 4.1 .3 .BT Novembro de 2007 4/186 .7 .Proteção contra subtensões e falta de fase 7 .6 .2 .Ligações provisórias 5.1 .4.9 .Entrada coletiva 4.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica 4.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais 4.Casos não previstos 5 .2.Dados fornecidos à Light 5.Ligações temporárias 6 .1 .Em entrada individual 5.2.4 .Suspensão do fornecimento 4.Prazo de validade do projeto 5.Fornecimento de energia elétrica com entrada individual 5.3 .6 .8 .11 .Medição 7.2 .Medições especiais RECON .2 .1 .Entrada individual 4.5 .Condições não permitidas 4.5 .4 .7 .1.Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5.4.Medição de agrupamento 7.Em entrada coletiva 5.Proteção contra sobrecorrentes 6.3 .Medição de serviço 7.3 .2 .Influências de campos magnéticos 7.Dados fornecidos pela Light 5.5.Vigência desta Regulamentação 4.Apresentação do documento “ART” do CREA / RJ 5.Tensões de fornecimento 4.2 .4 .Proteção contra sobretensões 6.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva 4.5 .Medição totalizadora 7.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica 6.4.

10A e Fig.2 .5.3 .5.CPG (Fig.4.1.CSMD 600 (Fig.2 .3 .Caixa para proteção geral . 2) 9.Caixa transparente polifásica .Caixas para seccionamento e medição indireta .1.6 . 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .CS-200 (Fig.2 .4 .5.3.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades de consumo 9 .2 .Caixas para medição 9.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.CS 9.1.CDJ 3 (Fig.2 .1.7) 9.1.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA 8.5.2 .Aterramento do condutor neutro 8. 3A) 9.3. 8A) 9.2 .Caixas para seccionador .Caixas para medição direta .Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção 8. CM 200 e CSM 200 9.3 .Número de eletrodos da malha de terra 8.CSM 200 (Fig.1 .Entrada de energia elétrica coletiva 8.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. CTP. 4) 9. 1) 9.Ligações à terra e condutor de proteção 8.4 .1 .Caixa para seccionador .2.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A . medição indireta e proteção .1. 4) 9.1 .1 .Caixa para proteção geral .CSM 600 (Fig.2.2 .Caixa para disjuntor tripolar .3.CS-100 (Fig. 6) 9.Entrada de energia elétrica individual 8.CPG-600 (Fig.3.CTM (Fig.1 .3 .CPG-1000 (Fig.1.CTP (Fig.CSM 1500 (Fig.Caixas de inspeção de aterramento (Fig.CSMD 1500 (Fig. medição indireta e proteção .2 .5.5 .1.Eletrodo de aterramento 8.3.2 .Caixa transparente monofásica .1.1 . 3B) 9.Caixa para disjuntor monopolar . 6) 9.2 .2.CSMD 3000 (Fig.1 .7) 9.1.CM 200 (Fig.2.8 .1 .Aterramento das instalações 8.Caixas para seccionamento.2.CDJ 1 (Fig.3.Caixa para seccionamento e medição indireta .BT Novembro de 2007 5/186 .Caixa para seccionamento.3 . medição indireta e proteção .CSM 9.1.Materiais padronizados 9.4.5 . 8A) 9.3 .CDJ 9. 6) 9.Caixas para disjuntor .1.1 . 5B) 9.Entrada coletiva até 6 (seis) unidades de consumo 8.2 .CPG-225 (Fig.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA 8.Caixa de passagem 9.1.2 kVA 8.Caixa para seccionamento.1.1 .Caixas para proteção geral .Caixa para seccionamento.Caixa para proteção geral .Caixa para seccionamento e medição indireta .CSMD 9.5. 6) 9.1.1.1 .5.1 .CTM. 8B) 9. medição indireta e proteção .Caixa para seccionador .3 .2. 10B) RECON .1.

9.7 - Painéis de medição e painéis de proteção padronizados 9.7.1 - Painéis de medição direta e proteção individual: PMD 1 (Fig. 11 A) e PMD 2 (Fig. 11 B) 9.7.2 - Painéis de seccionamento, medição direta e proteção individual: PSMD 1 (Fig. 13 A) e PSMD 2 (Fig. 13 B) 9.7.3 - Painéis de proteção geral, medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig. 12 A) e PDMD 2 (Fig. 12 B) 9.7.4 - Painel de proteção geral e parcial - PPGP 9.8 - Eletroduto 9.9 - Banco de dutos 9.10 - Terminais de fixação de dutos 9.11 - Condutores 9.11.1 - Tipo de condutor em função da característica do atendimento 9.11.1.1 - Condutores para ramal de ligação 9.11.1.2 - Condutores para ramal de entrada 9.12 - Barramento blindado (Bus way)

10 - Compensação de reativos 11 - Condição de uso da proteção diferencial residual

SEÇÃO 01.07.00
12- Determinação da carga instalada 13 - Avaliação de demandas
13.1 - Método de avaliação - Seção “A” 13.1.1 - Expressão geral para cálculo da demanda 13.1.2 - Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios 13.1.3 - Avaliação da demanda de entradas coletivas 13.1.3.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores 13.1.3.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores 13.2 - Método de avaliação - Seção “B” 13.2.1 - Metodologia para aplicação 13.2.1.1 - Avaliação da demanda de entradas coletivas exclusivamente residenciais compostas de 6 a 300 unidades de consumo 13.2.1.2 - Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas 13.3 - Exemplos de avaliação de demandas

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SEÇÃO 02.07.00
14 - Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais
14.1 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual 14.1.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 14.1.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea 14.1.3 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 14.2 - Padrão de atendimento em entrada individual 14.2.1 - Atendimento a ligações novas em entrada individual 14.2.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada individual 14.3 - Exemplos de aplicação de entradas individuais

SEÇÃO 03.07.00
15 - Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva
15.1 - Medição 15.1.1 - Medição em agrupamento 15.1.2 - Medição totalizadora 15.1.3 - Medição de serviço 15.2 - Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada coletiva 15.2.1 - Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea 15.2.2 - Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea 15.3 - Localização da proteção geral 15.4 - Padrão de atendimento em entrada coletiva 15.4.1 - Atendimento a ligações novas em entrada coletiva 15.4.1.1 - Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) 15.4.1.2 - Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) 15.4.1.3 - Atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais) 15.4.1.4 - Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) 15.4.1.5 - Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais 15.4.2 - Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15.4.2.1 - Instalações com medição existente em painéis 15.4.2.2 - Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) 15.5 - Exemplos de aplicação de entradas coletivas

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FIGURAS
Fig. 1: CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA (CTM) Fig. 2 : CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA (CTP) Fig. 3A e Fig. 3B: CAIXAS PARA DISJUNTOR (CDJ 1 e CDJ 3) Fig. 4: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS (CS 100 e 200) Fig. 5A: CAIXAS PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CM 200) Fig. 5B: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A (CSM 200) Fig. 6: CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL (CPG 225, 600 e 1000) Fig. 7: CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e 1500) Fig. 8A: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 600 e 1500) Fig. 8B: CAIXA PARA SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO e PROTEÇÃO (CSMD 3000) Fig. 9A e Fig. 9B: BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. 10A e Fig. 10B: CAIXAS DE INSPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) Fig. 11A: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 1 Fig. 11B: PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PMD 2 Fig. 12A: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 1 Fig. 12B: PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PDMD 2 Fig. 13A: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 1 Fig. 13B: PAINEL DE SECCIONAMENTO, MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PSMD 2

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CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA.SEÇÃO A) .SEÇÃO B) .A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO B) .FATORES DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO DE TABELA 3A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) . TOMÓGRAFOS. (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) TABELA 4: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 7 .BT Novembro de 2007 9/186 . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SPLIT E FAN-COIL.FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (APARELHOS DE RAIO X.SEÇÃO A) . SPLIT E FAN-COIL.TABELAS TABELA 1: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) .(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) .º DE APARTAMENTOS TABELA 9: POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS RECON .DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) TABELA 8: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) TABELA 3B: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO A) .FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS.SEÇÃO B) .SEÇÃO A) .CONVERSÃO DE “ CV” EM “ kVA" TABELA 5B: FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES TABELA 6: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL TABELA 2: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. MAMÓGRAFOS E OUTROS) TABELA 7 . DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) . SELF CONTAINER E SIMILARES TABELA 5A: (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO N.SEÇÃO A) .

OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA RECON .MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 12: DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO TABELA 13: SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO TABELA 14: CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA TABELA 15: CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE (Ampères) TABELA 16: OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC TABELA 17: LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR TABELA 18: FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS ANEXOS Anexo “ A” : CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Anexo “ B” : ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL Anexo “ C” : DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO Anexo “ D” : DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS.TABELA 10 A: ENTRADA INDIVIDUAL DIMENSIONAMENO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS “ MEDIÇÃO DIRETA” INDIRETA” TABELA 10 B: ENTRADA INDIVIDUAL “ MEDIÇÃO DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 A: UNIDADES DE CONSUMO EM ENTRADA COLETIVAMEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS TABELA 11 B: UNIDADES DE CONSUMO “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA . BASES FUSÍVEIS.BT Novembro de 2007 10/186 .

Entrada individual Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por uma única unidade consumidora.Entrada coletiva Conjunto de equipamentos e materiais destinados ao fornecimento de energia elétrica a uma edificação composta por mais de uma unidade consumidora. 2. 2 . medição e proteção. Ao sistema de distribuição da Light. 2.3 .Consumidor Pessoa física ou jurídica.Unidade consumidora Instalação de um único consumidor. ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. 2. 2. 2.Terminologias e definições 2. RECON .2 . caracterizada pelo fornecimento de energia elétrica em um único ponto. somente podem ser conectadas instalações de entrada individual ou coletiva construídas com equipamentos e materiais de fabricantes que tenham seus produtos fabricados em conformidade com as normas brasileiras e que sejam aceitos pela Light.6 .Instalação de entrada de energia elétrica Conjunto de equipamentos e materiais instalados a partir do ponto de entrega.Introdução O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é realizado através das instalações de entrada. com medição individualizada. que solicitar à Light o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentações da ANEEL.1 . das unidades consumidoras caracterizadas por um sistema de seccionamento.Edificação Construção composta por uma ou mais unidades consumidoras.BT Novembro de 2007 11/186 .5 .CONDIÇÕES GERAIS 1 . com as normas de segurança e com as normas técnicas brasileiras atinentes. que deve ser construído pelo interessado em conformidade com esta Regulamentação.4 .

tanto por parte da Light quanto por parte do Consumidor. d) No caso de atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede subterrânea. f) Em se tratando de atendimento através de unidade de transformação interna ao imóvel o ponto de entrega é na entrada do barramento secundário junto da unidade de transformação. b) Quando o atendimento for através de ramal de ligação aéreo. observadas as condições estabelecidas na legislação. o ponto de entrega é no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. o ponto de interligação situa-se na primeira estrutura de apoio dos condutores (ponto de ancoragem) junto ao limite da propriedade particular com a via pública.8 . o ponto de entrega é no ponto de ancoramento do ramal fixado. Entretanto. 2. sendo o ponto até o qual a Light deve adotar todas as providências técnicas de forma a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. relativamente a viabilização do fornecimento. situado no limite da propriedade com a via pública.Ponto de interligação No atendimento através de ramal de ligação aéreo. da operação e da manutenção. bem como operar e manter o seu sistema elétrico. e) Quando houver uma ou mais propriedades particulares entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora.2. o ponto de entrega é na conexão entre o ramal de ligação e a rede secundária de distribuição.BT Novembro de 2007 12/186 . considerando a necessidade técnica de evitar a realização de emendas entre os ramais de ligação e de entrada junto ao limite de propriedade (principalmente no atendimento a cargas de grande porte). o ponto de entrega é fixado no limite da propriedade com a via pública no que se refere ao cumprimento das responsabilidades estabelecidas na Resolução 456 da ANEEL. em especial nas definições das responsabilidades financeiras da Light e do Consumidor no custeio da infra-estrutura de fornecimento até o ponto de entrega. o ponto de entrega é no limite da via interna do condomínio com cada propriedade individual. O trecho interno do ramal.7 . g) Em condomínio horizontal com rede de distribuição interna da Light (arruamento com livre acesso para a Light). a partir do limite de propriedade.Ponto de entrega a) O ponto de entrega de energia elétrica situa-se no limite de propriedade com a via pública em que se localiza a unidade consumidora. por conveniência do Consumidor. resoluções e regulamentos aplicáveis. na fachada. deve ser considerado como o “ramal de entrada”. apenas sob o aspecto estritamente técnico e operacional. c) No atendimento com ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea com descida no poste da Light. a Light realiza a instalação contínua do ramal de ligação até o primeiro ponto de conexão interno ao Consumidor (caixa de seccionamento ou caixa de proteção geral). RECON . no pontalete ou no poste instalado na propriedade particular.

interligação com eletrodutos etc. devendo também ser expressa em kW a fim de atender as condições definidas na Resolução n.5 desta Regulamentação. 2.BT Novembro de 2007 13/186 .Demanda Valor máximo de potência absorvida num dado intervalo de tempo por um conjunto de cargas existentes numa instalação.Limite de propriedade Linha que separa a propriedade de um Consumidor das propriedades vizinhas ou da via pública.13 .º 456 da ANEEL e demais resoluções e legislação atinentes.12 .14 .Ramal de entrada Conjunto de condutores e materiais instalados a partir do ponto de entrega.No caso de atendimento através de ramal de ligação subterrâneo. sistema de medição e outros equipamentos da Light. definida em múltiplos de VA ou kVA para efeito de dimensionamento de condutores. para instalação das caixas destinadas ao seccionamento. 2. a medição bem como a proteção geral voltada para a parte interna da edificação. quadros. chaves.Espaço físico Ambiente apropriado. iluminação. disjuntores.Ramal de ligação Conjunto de condutores e materiais instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da Light e o ponto de entrega.11 .9 . 2. de fácil acesso. conforme item 9. obtido a partir da diversificação dessas cargas por tipo de utilização. o ponto de interligação situa-se na terminação do banco de dutos particular em uma caixa de passagem.10 . localizada junto ao limite externo da propriedade com a via pública. que viabilize fisicamente a instalação elétrica em sua íntegra de transformadores. onde é construído um gabinete de alvenaria com acesso pela parte externa.Recuo técnico Local situado junto ao muro ou fachada da edificação. 2. expressa em quilowatts (kW). no alinhamento determinado pelos Poderes Públicos. atendendo todas as condições de ventilação. 2. 2.Carga instalada Somatório das potências nominais de todos os equipamentos elétricos e de iluminação existentes em uma instalação. aterramento. níveis de queda de tensão ou ainda qualquer outra condição assemelhada. caixas. 2. RECON .15 . além dos materiais complementares da instalação de entrada de energia elétrica.

3.Leis.3 .Sistema tarifário Os órgãos comerciais da Light devem orientar aos interessados quanto às condições econômicas e tarifárias relativas às opções de fornecimento de energia elétrica. Decretos e Resoluções do sistema CONFEA/CREA-RJ Devem ser observadas as disposições referentes às habilitações legais de profissionais e empresas para as atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica.5 kVA (380/220 V). 3. 3.4 . detecção. do Ministério de Minas e Energia Regulamenta o serviço de energia elétrica no País. 3. entre outras providências. bem como à obrigatoriedade de recolhimento da ART Anotação de Responsabilidade Técnica.019 de 26 de fevereiro de 1957.3 kVA (220/127 V) ou 114.Normas para instalações elétricas da ABNT Devem ser rigorosamente observadas as condições estabelecidas pela NBR-5410 . 4 .2 .Resolução da ANEEL n.Instalações elétricas de baixa tensão da ABNT.5 . atualizadas.Em relação ao tipo de medição O limite de demanda para o fornecimento em entrada de energia elétrica individual com medição direta em baixa tensão é de 66. consideradas as suas revisões e atualizações.BT Novembro de 2007 14/186 . referentes ao fornecimento de energia elétrica a elevadores. bem como outras normas aplicáveis. através de medidor de serviço alimentado por circuito derivado antes da proteção geral de entrada. consideradas as sua revisões e atualizações.3 .Dispositivos legais 3.1 .º 41. bombas de recalque. considerando que cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de Bombeiros o sistema de comando e controle de todos os equipamentos elétricos acima citados.Limites de fornecimento de energia elétrica 4. Para demandas superiores a medição será indireta através de transformadores de corrente (TC). de 29 de novembro de 2000 Devem ser observadas as condições estabelecidas. RECON . decretos.Decreto n. a partir da porta de acesso da edificação. 3. e. combate ao fogo e evacuação de edificações sob sinistros. determina o cumprimento das normas da ABNT. resoluções e normas de fiscalização do sistema CONFEA/CREA-RJ.1 . circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos destinados a prevenção.6 . atinentes a leis.Código de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas do Corpo de Bombeiros.º 456.

4. 4. o atendimento será viabilizado através de sistema reticulado dedicado.Em relação à demanda da instalação e definição do tipo de atendimento 4. poderá ser aéreo ou subterrâneo. objetivando a compatibilização do sistema de distribuição para o atendimento da carga.2 .4.Atendimento através de unidade transformadora externa dedicada De acordo com a configuração da rede existente na área do atendimento e da demanda avaliada da entrada consumidora. deverá ser disponibilizado pelo Consumidor espaço físico para a instalação de CT interna.Rede aérea sem previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 300 kVA (vide nota).1 .1. em especial a quantidade de transformadores e demais equipamentos já existentes na rede.2.1. principalmente quando do atendimento de demandas superiores a 2 MVA.1. RECON .1. Em função de aspectos técnicos.2 .BT Novembro de 2007 15/186 .2. Cabe ao projetista da Light a verificação dessas garantias. o atendimento pode ser efetivado a partir de unidade transformadora dedicada. implicando na poluição visual e na agressão ambiental. uma vez que poderá ser necessária a cessão de espaço físico pelo interessado para a construção de CT. em conformidade com o disposto na norma de projeto de redes aéreas.2. está limitado para demandas até 300 kVA. dependendo da conveniência técnica.Rede aérea com previsão de conversão para subterrânea O limite de demanda da entrada consumidora para atendimento através de transformador de distribuição instalado no poste da Light é de 150 kVA (vide nota). a critério da Light e em comum acordo com o consumidor. instalada conforme a seguir: 4.2. podendo o ramal de ligação ser aéreo ou subterrâneo. No caso de não atendimento dessas exigências. O ramal de ligação.3 . dependendo da conveniência técnica. o atendimento será efetivado conforme a seguir: Sistema de distribuição subterrâneo reticulado O atendimento através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede reticulada generalizada (malha).Rede subterrânea De acordo com o sistema de distribuição subterrâneo local. NOTA: O limite de atendimento através de transformador dedicado instalado em poste na rede de distribuição. somente poderá ser viabilizado quando as condições locais do sistema distribuidor. não venha a sofrer congestionamento pela introdução de novos transformadores. Os casos de atendimento a unidades consumidoras com demanda superior a 300 kVA deverão ser submetidos previamente para estudo de viabilidade.

nas seguintes tensões nominais: .três fases + neutro RECON .duas fases + neutro .1 .Redes aéreas monofásicas a 3 fios .4.uma fase + neutro . 4.1.Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão na área de concessão da Light é efetivado em corrente alternada.3 relativos à demanda avaliada do ramal de ligação da edificação forem extrapolados. o atendimento interno deve ser através de sistema subterrâneo dedicado e a demanda do conjunto coletivo superior a 200 kVA. a qualquer tempo. deve permitir livre acesso pela Light.Urbanas 230 . e deve sempre estar localizado no pavimento térreo.2 e 4.2. o posto de transformação pode ser localizado na parte externa da propriedade. quando solicitado pelo consumidor.2 .3 . na frequência de 60 Hertz. é necessária a instalação de unidade transformadora na parte interna da propriedade. inciso II.Entrada individual Sistema monofásico a 2 fios Sistema monofásico a 3 fios (Rural) Sistema trifásico a 4 fios . nas condições estabelecidas no item 4.115 V . 4. a Light pode realizar o fornecimento em tensão 380/220 V.Atendimento através de unidade transformadora interna ao limite de propriedade Sempre que os limites estabelecidos em 4.2 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 16/186 . O local físico destinado à cabina de transformação.Redes subterrâneas a 4 fios . alínea “ b” .2.1. Entretanto. Neste caso.Sistema subterrâneo dedicado . não sendo considerada a possibilidade de posto de transformação externo.2.Rurais 380 / 220 V .Tipos de atendimento padronizados conforme o número de fases 4. 4.2. O atendimento será efetivado exclusivamente através de cabina interna de transformação. artigo 3º. ao nível da rua. bem como ao sistema de medição.4 . 4. o consumidor deve prover a cessão de espaço físico interno à propriedade.1.Redes aéreas trifásicas a 4 fios 220 / 127 V . quando inexistir a condição para instalação interna.Sistema de distribuição subterrâneo radial Através de ramal de ligação subterrâneo derivado diretamente da rede sempre que a demanda for igual ou inferior a 150 kVA.1.Urbano (ver nota a seguir) NOTA: Em entradas coletivas situadas em regiões em que o sistema de distribuição da Light em média tensão. bem como a construção civil necessária nas dimensões fixadas pela Light para a instalação de cabina de transformação para a viabilização do fornecimento.Urbanas / Rurais 220 / 127 V . Desde que expressamente autorizado pelo Poder Público. de acordo com a orientação da Light e conforme disposto na Resolução 456 da ANEEL. seja em tensão 13. aéreo ou subterrâneo.2 kV.2.

0 D ≤ 4. Urbano monofásico.115 (Rural) 380/220 (Urbano especial) Onde: D UM T UB RM UME TE Demanda avaliada a partir da carga instalada.5 . Urbano monofásico especial.4.2 .6 6.6 < D ≤ 8.4 < D ≤ 6.Entrada coletiva Sistema trifásico a 4 fios .0 8. quando existir a presença comprovada de equipamentos que operem em tensão 220 V.5 < D ≤ 13.0 D > 8.7 < D ≤ 11. Trifásico especial RECON .7 D ≤ 7.0 < D ≤ 8. onde o valor da demanda avaliada indique o enquadramento na categoria monofásica.5 11.NOTA: Entradas individuais localizadas em região com sistema trifásico de distribuição em baixa tensão. Cabe ao consumidor a responsabilidade pelos eventuais custos adicionais do atendimento na modalidade requerida.0 D ≤ 3. 4.0 < D ≤ 14.0 < D ≤ 6.º): ver notas 220/127 (Urbano ) 230 . 3 D ≤ 4.4 (n.7 7. podem ter o fornecimento na modalidade bifásica (duas fases + neutro).4 D > 13.três fases + neutro 4.0 D ≤ 5.0 D ≤ 8. 4 4.BT Novembro de 2007 17/186 .0 4. Urbano bifásico. Trifásico.Categorias de atendimento das entradas de energia elétrica individual e coletiva TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO UM1 (1) (3) (4) UM2 (1) (3) (4) UM3 (1) (4) UM4 (1) (2) (4) UB1 (1) (2) T (4) RM1 (1) (3) (4) RM2 (1) (3) (4) RM3 (1) (4) RM4 (1) (4) RM5 (1) (4) UME1 (1) (4) UME2 (1) (4) UME3 (1) (4) UME4 (1) (4) TE (4) DEMANDA (kVA) (1) D ≤ 3.0 6. Rural monofásico.

fora dos limites estabelecidos nesta Regulamentação. g . d . 2 . sem prévia consulta e autorização da Light. sobretensões. 4.00 desta Regulamentação.Condições não permitidas a .) com potência superior a 4.Cruzamento de propriedade de terceiros por condutores de ramais de ligação.4 kVA. e . c .As diversas subdivisões das categorias de atendimento monofásico e trifásico. 3 . dispositivos de compensação e outros. a inundações (subsolos).Sistema de medição ou cabinas de transformação instalados. 11-A e 11-B. oscilações.Mais de uma medição para um único Consumidor no mesmo endereço. excedentes reativos. torneira.07. 10-B. podendo ser aplicada em casos especiais onde ocorra a presença comprovada de equipamentos que operem na tensão 220 V.Alteração da carga instalada sem prévia consulta e autorização da Light.A categoria Urbano bifásica (UB1) é opcional.6 . h . b .Instalação de filtros.NOTAS: 1 . distorções harmônicas e outras perturbações originadas das instalações consumidoras. a qualquer tempo. desequilíbrios. Cabe ao Consumidor todo o ônus decorrente da instalação dos equipamentos necessários à devida adequação. f . em ambientes não validados e mal iluminados. em função da demanda calculada.Ligação no sistema distribuidor da Light de instalações situadas em propriedades não delimitadas fisicamente e que não estejam devidamente identificadas por placas numéricas. 4. ou ainda em divisórias de madeira ou garagens. (ver item 10 desta Regulamentação).Interferência por pessoas não autorizadas nos equipamentos e lacres da Light.7 . para efeito de dimensionamento dos componentes do sistema de medição e proteção geral. afundamentos de tensão.Categoria recomendada somente para instalações que não utilizem equipamentos monofásicos especiais para aquecimento d’água (chuveiro.Avaliação de demandas. item 13 .Valores determinados a partir da demanda calculada conforme critério descrito na Seção 01. sem prévia consulta e autorização da Light.Fornecimento de energia elétrica a cargas especiais É reservado à Light o direito de exigir do Consumidor. cintilações.Instalação de capacitores que interfiram no sistema de distribuição.BT Novembro de 2007 18/186 . 4 . aquecedor etc. em locais de difícil acesso e sujeitos a abalroamentos de veículos. a instalação de equipamentos destinados a corrigir e resguardar o sistema de distribuição contra flutuações. RECON . estão definidas nas TABELAS 10-A.

). Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança na referida instalação. o Consumidor deve ser notificado quanto às irregularidades existentes.: De forma a evitar qualquer possibilidade de paralelismo.i .9 . . NOTA: Os casos de instalações que venham a utilizar gerador particular com necessidade de paralelismo momentâneo ou permanente.Paralelismo de gerador particular com o sistema de sem prévia consulta e autorização da Light. de acordo com o sistema de geração projetado.Construção de circuito de emergência. uma das seguintes condições: . absolutamente independente da instalação normal. 4. sob pena de corte do fornecimento pelo não cumprimento.8 . de modo a alternar o fornecimento sem ocorrência de simultaneidade.Instalação de dispositivo de disparo à distância da proteção do gerador.Motor com potência nominal superior a 5 CV sem dispositivo de redução da corrente de partida.Mais de um ramal de ligação para uma mesma edificação.Conservação dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica Cabe ao Consumidor manter em bom estado de conservação todos os componentes da instalação de entrada de energia elétrica (sistema de medição. alimentado pelo gerador particular. . com obrigação de providenciar as adequações necessárias dentro do prazo prefixado. devem prever. RECON . deverão ser previamente submetidos à Light para análise e eventual autorização com base em normalização específica da própria Light que trata dessa condição. distribuição Obs. 4. proteção. k . devendo o mesmo estar localizado no compartimento da proteção geral de entrada ou junto ao comando à distância da proteção geral. a qualquer tempo. quando esse for exigido. o livre acesso de funcionários credenciados pela Light em suas instalações destinadas ao fornecimento de energia elétrica.BT Novembro de 2007 19/186 . as instalações que venham a utilizar geração particular de emergência.Acesso nas instalações de entrada de energia elétrica O Consumidor deve permitir. j . com intertravamento mecânico (mínimo) separando o circuito de alimentação oriundo da Light do circuito do gerador particular.Instalação de chave reversível de acionamento manual ou elétrico. Ao Consumidor cabe a responsabilidade pelos danos causados aos equipamentos da Light instalados na sua propriedade. cabinas de transformação quando houver etc.

BT Novembro de 2007 20/186 .10 . constando a carga instalada detalhada e a demanda avaliada conforme estabelecido na SEÇÃO 01. croquis de localização.1 . em conformidade com as determinações da ANEEL.07. RECON .2 . a fim de que sejam informadas ao interessado as condições do atendimento.Dados fornecidos à Light A solicitação de fornecimento de energia elétrica deve ser sempre precedida por prévia consulta à Light. 4. 5. deve ser apresentado pelo interessado.Vigência desta Regulamentação Considerando a constante evolução dos equipamentos e materiais e o desenvolvimento de novas metodologias. ramal subterrâneo. comercial. com esta Regulamentação e padrões vigentes.Casos não previstos Os casos não previstos nesta Regulamentação devem ser submetidos à Light para análise. Dessa forma.00 desta Regulamentação. tipo de padrão de ligação etc) antes da elaboração do projeto e/ou da execução das instalações. tipo de atividade (residencial. industrial etc) e demais documentações e exigências cabíveis. Dependendo do tipo de sistema de distribuição na área do atendimento. conforme relacionados nas alíneas “a” e “b” do item 5. 5 . 4. Para tanto. sempre que ocorrerem modificações. consideradas as eventuais revisões e atualizações.º 456 da ANEEL. as características da configuração elétrica e do ramal de ligação a serem empregados podem ser diferentes.12 . endereço completo do local. nível de tensão.11 .4. evitando transtornos advindos de eventuais aditamentos por não conformidade com esta Regulamentação.Suspensão do fornecimento Os critérios para suspensão do fornecimento de energia elétrica são regulamentados pela Resolução n. carta com solicitação de estudo de viabilidade de fornecimento. torna-se fundamental a prévia consulta à Light.Cópia dos padrões de ligação. 5. bem como com as normas brasileiras atinentes.Dados fornecidos pela Light A Light fornecerá. informações atualizadas desta Regulamentação devem ser oportunamente emitidas.3 desta Regulamentação. na devida oportunidade. os seguintes elementos: . a fim de bem definir as características elétricas padronizadas para o atendimento (ramal aéreo.Solicitação de fornecimento de energia elétrica A Light somente atenderá as solicitações de fornecimento feitas a partir de prévia consulta aprovada e que as instalações de entrada de energia elétrica estejam em conformidade com os preceitos técnicos e de segurança.

Tensão de fornecimento. .Entradas individuais isoladas.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. exclusivamente residenciais. com obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado.Níveis de curto-circuito no ponto de entrega (valores padronizados). São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: . b . executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light.4 kVA. . quando necessários. Os padrões de ligação deste tipo de atendimento são fornecidos e montados pela própria Light. com carga instalada até 15. NOTA: As entradas individuais de baixa renda.4 kVA. . localizadas em áreas de distribuição aérea urbana ou rural. mobiliário urbano.115 V. por profissional credenciado pelo mesmo.. localizadas em regiões de redes de distribuição urbanas. exclusivamente residenciais. quiosques. nas tensões 127 V ou 115 V. devem ser sempre monofásicas.) monofásicas em 127 V ou 115 V. executadas a partir de padrão de ligação elaborado e fornecido pela Light. se desejado.Entradas individuais isoladas situadas em via pública. sem obrigatoriedade de apresentação de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado ou. e em região de rede de distribuição aérea ou subterrânea. aérea e subterrânea. localizadas em região de rede de distribuição aérea rural.Valor da participação financeira a ser paga pelo Consumidor. conforme casos contidos na alínea “c” do item 5. tais como.0 kVA). boxes etc. se desejado. com carga instalada até 15.Condições estabelecidas para o atendimento.3 kVA). cabinas telefônicas. 5.Formulários padronizados. destinadas exclusivamente ao atendimento residencial.Entradas individuais isoladas. monofásicas e polifásicas ligadas em sistema 220 / 127 V.Pequenas unidades consumidoras (barracas.BT Novembro de 2007 21/186 . situadas em via pública.0 kW (demanda avaliada até 13. bancas de jornal. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. . São abrangidas as seguintes modalidades de instalações de entradas individuais: .Fornecimento de energia elétrica à entrada individual a . .Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. . RECON . com demanda avaliada até 4. bancos 24 horas.Tipo de atendimento. quando existente. com demanda avaliada até 4.3 desta Regulamentação. monofásicas a 2 ou 3 fios ligadas em sistema 230 .0 kW (demanda avaliada até 14.3 . . ou. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ.

para tratar dos serviços técnicos junto à Light. desenhos de detalhes técnicos.Ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais. 5. por profissional ou firma devidamente habilitados pelo CREA/RJ. da proteção geral de entrada. com obrigatoriedade de apresentação de projeto elétrico e de ART por responsável técnico habilitado pelo CREA/RJ Devem ser tratadas junto à Light pelo próprio interessado. Avaliação da demanda. exclusivamente em 220/127 V.1 . c .BT .Apresentação de projeto da instalação de entrada de energia elétrica 5. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.Em entrada individual Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas individuais com medição indireta.5. Quadro de cargas. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. Características técnicas dos equipamentos e materiais. com demanda avaliada superior a 13. Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. 5. juntamente com diagrama unifilar. equipamentos de operação de outras concessionárias de serviços públicos etc. devidamente autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A). contendo: Diagrama unifilar.Fornecimento de energia elétrica com entrada coletiva Ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas em 220/127 V e em 380/220 V conforme NOTA do item 4.07.4 .00 desta Regulamentação.terminais rodoviários. bem como ligações temporárias ou provisórias de obra. juntamente com diagrama unifilar. Planta baixa e cortes com detalhes do centro de medição. desenhos de detalhes técnicos. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico.07.3 kVA. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas de energia elétrica individuais estão contidas na Seção 02. se desejado. Planta de localização. As orientações técnicas para a elaboração de projeto / execução das instalações de entradas coletivas estão contidas na Seção 03. Novembro de 2007 22/186 RECON . Formulários padronizados serão fornecidos pela Light. autorizados pelo Consumidor através de “carta de credenciamento” (Anexo A) para tratar dos serviços técnicos junto à Light. executadas a partir de projeto elaborado por responsável técnico ou firma habilitada pelo CREA/RJ. memoriais técnicos descritivos e demais exigências cabíveis. ou.00 desta Regulamentação. que devem ser preenchidos pelo responsável técnico.3 desta Regulamentação. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. contendo todos os dados da instalação a serem apresentados à Light.5 .

contendo: Diagrama unifilar. Cabe destacar que. Avaliação da demanda. com possibilidade de prorrogação por igual período nos casos de edificações que comprovem. relacionando todos os serviços sob sua RECON .Prazo de validade do projeto O prazo de validade a ser considerado pela Light.1 kVA. Características técnicas dos equipamentos e materiais. o Consumidor deve atender a toda e qualquer modificação que possa ocorrer nesta Regulamentação. Tensão de atendimento. devidamente atualizados. 3 .7 . Para todos os demais casos contidos nos itens 5. Planta baixa e cortes com detalhes dos agrupamentos de medição.3 desta Regulamentação. Quadro de cargas. deve ser apresentado cópia (3 vias no formato A3) do projeto elétrico da instalação. devidamente preenchida e registrada pelo responsável técnico pela instalação junto ao CREA/RJ. todos os casos de ligações atinentes à alínea “a” do item 5. o Consumidor. 5.4 desta Regulamentação. bem como de eventuais anomalias provocadas no sistema de distribuição da Light. Eventuais atrasos no processo pelo não atendimento desta condição serão de inteira responsabilidade do Consumidor. 2 .BT Novembro de 2007 23/186 . a partir da data de validação do projeto apresentado. Planta de localização.A aceitação/aprovação dos desenhos pela Light não subtrai do Consumidor a plena responsabilidade quanto ao funcionamento correto de suas instalações. 5. da proteção geral de entrada. findado o prazo em questão.5.3 e 5. a exceção de edificações que cumulativamente possuam até 6 (seis) unidades de consumo exclusivamente residenciais e demanda máxima do ramal igual ou inferior a 33.Durante a fase de análise do projeto apresentado. deve colocar a disposição da Light um responsável técnico capaz de prestar os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários. através do programa normal de obras.Em entrada coletiva Nos casos de ligações novas e aumentos de carga de entradas coletivas. dos trajetos de linhas de dutos e circuitos de energia elétrica não medida. a necessidade de extensão de prazo.Após o término da análise e respectiva aceitação pela Light da documentação apresentada. em tempo hábil e quando solicitado. devem ser fornecidos através de meio magnético (CD) todos os documentos envolvidos no processo.5. é obrigatória a apresentação da ART . oriundas de falha técnica ou operacional em suas instalações. é de até 18 meses.2 .Apresentação do documento “ ART” do CREA / RJ Ficam dispensados de apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.Anotação de Responsabilidade Técnica.6 . NOTAS: 1 .

e apresentar corrente nominal conforme padronização para a categoria de atendimento específica constante nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de energia elétrica (TABELAS 10-A e 10-B). os dispositivos de proteção devem ser eletricamente conectados à jusante (após) da medição.8 . 6. Deve ser feita consulta prévia à Light. 5. edificações diversas etc.Proteção contra sobrecorrentes Dispositivo capaz de prover simultaneamente proteção contra correntes de sobrecarga e de curto-circuito deve ser dimensionado e instalado para proteção geral da entrada de energia elétrica. obras públicas.Ligações provisórias Visam possibilitar o fornecimento de energia elétrica a instalações que se destinam a períodos de atendimentos transitórios e não muito curtos (construções de prédios. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. com disponibilidade de bobina de disparo. Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo curto. trifásica e simétrica.Proteção da instalação de entrada de energia elétrica As recomendações a seguir são baseadas nas diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas e estão estabelecidas na NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. com possibilidade de prorrogação quando verificada a necessidade e conveniência técnica. 6 . caracterizada como responsabilidade do Consumidor. exposições etc.Ligações temporárias São estabelecidas para o atendimento de cargas com prazo relativamente curto de funcionamento (ligações festivas. 5. parques. no ponto de instalação. o disjuntor de proteção geral deve estar eletricamente à jusante da medição totalizadora quando for o caso. Nas entradas coletivas (TABELAS 11-A e 11-B).1 . a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento.BT Novembro de 2007 . Para tal.). quando for o caso. 24/186 RECON . deve ser utilizado disjuntor termomagnético e. A capacidade de interrupção simétrica do dispositivo deve ser compatível com o valor calculado da corrente de curto-circuito. Nas entradas individuais.). Devem ser contratualmente estabelecidas por um prazo compatível com a data prevista para encerramento da obra. em conformidade com as normas da ABNT. feiras. idênticos aos contidos na solicitação de fornecimento à Light. a fim de que seja definido o padrão de ligação a ser empregado na área do atendimento. Deve ser feita consulta prévia à Light. circos.responsabilidade e os dados técnicos da instalação.9 .

Quando empregado disjuntor ajustável. DDR ou dispositivo diferencial acoplado). faixas de atuação temporizada e instantânea. Nesse caso o sistema TN-S deve ser o adotado junto à proteção geral de entrada. Opcionalmente a proteção diferencial pode ser viabilizada através do uso de dispositivo IDR em série com um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito). de acordo com a configuração elétrica do sistema de distribuição no local do atendimento. em especial nas entradas consumidoras com correntes de demanda elevadas.A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral de entrada deve ser compatível com o valor calculado da maior corrente de curto-circuito. O responsável técnico pela instalação deve informar à Light os dados atinentes às características técnicas do disjuntor (corrente nominal. O Anexo B desta Regulamentação oferece os detalhes necessários para o perfeito entendimento e aplicação desse tipo de proteção. o valor de ajuste da corrente nominal de carga deve ser apresentado à Light para prévia validação. deve considerar as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação.Deve ser sempre verificada pelo responsável técnico pela instalação.) a partir de catálogo do fabricante. no ponto de sua instalação. 2 . A proteção diferencial pode ser efetivada com disjuntor do tipo DDR que inclui as funções térmica (sobrecarga). já que o dispositivo IDR não apresenta a função magnética (curto-circuito). Outra alternativa para a proteção diferencial.Proteção diferencial contra correntes de fuga Na proteção geral das entradas individuais e das entradas coletivas a utilização de disjuntores com dispositivo diferencial (IDR. A proteção diferencial deve estar em conformidade com as normas brasileiras aprovadas pela ABNT. devendo ser utilizada a TABELA 14 desta Regulamentação para a obtenção dos valores mínimos.2 . tensão nominal. mantidas as suas atualizações. RECON . capacidade de interrupção etc. de modo que impeça a substituição ou a alteração da calibração do equipamento sem a devida autorização.BT Novembro de 2007 25/186 . simétrica. magnética (curto-circuito) e diferencial (fuga). 6. NOTAS: 1 .Os disjuntores de proteção geral de entrada devem ser instalados em caixas padronizadas pela Light com seu respectivo ambiente também selado. a devida coordenação e seletividade entre a proteção geral de entrada e os demais dispositivos de proteção empregados à jusante. é a utilização de um disjuntor termomagnético (sobrecarga e curto-circuito) equipado com bobina de disparo associada a um dispositivo para corrente diferencial/residual (TC e relé de corrente com ajuste compatível para a corrente de fuga instalado no condutor de proteção).

motores e outros).BT Novembro de 2007 26/186 .Proteção contra subtensões e falta de fase Nos casos de entradas de energia elétrica em que o Consumidor possua equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis à subtensão ou falta de fase (elevadores. Quando da utilização de DPS’s. quando necessário. tanto em regime permanente quanto em regime transitório. também se aplicam às proteções diferenciais. caixa especial para abrigar os componentes. em conformidade com as disposições atualizadas da Resolução nº456 da ANEEL .3 . seja em regime permanente ou transitório. cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de dispositivo de proteção a ser conectado junto aos respectivos equipamentos. dispositivos de controle.DPS em tensão nominal e nível de suportabilidade compatível com a característica da tensão de fornecimento e com a sobretensão prevista. bifásicos ou monofásicos no lado primário das instalações (condições inerentes de um sistema de distribuição). 6.4 . RECON .1. bem como pela adoção das demais recomendações complementares em conformidade com as exigências contidas na norma brasileira NBR . instalações e equipamentos. contra tensões induzidas e/ou transferidas (elevação de potencial) advindas de manobras ou curtos-circuitos trifásicos. o responsável técnico deve prever. que deve ser proporcionada basicamente pela adoção de dispositivos de proteção contra surtos . Deve ser proporcionada a segurança de pessoas. 6.5410 da ABNT. estes devem ser eletricamente conectados a jusante (após) da medição e do disjuntor de proteção geral da entrada de energia elétrica.Medição O equipamento de medição e acessórios destinados a medir a energia elétrica são fornecidos e instalados pela Light. consideradas as suas atualizações.Quando empregado disjuntor e elemento diferencial independentes.NOTAS: 1 . preferencialmente na entrada do Quadro de Distribuição Geral QDG interno à edificação. 7. Nesse sentido. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pela especificação e instalação de proteção contra sobretensões. devem receber proteções adequadas através de relés associados a dispositivos que possam interromper o fornecimento sem danos ou prejuízos.Proteção contra sobretensões A ocorrência de sobretensões em instalações de energia elétrica não deve comprometer a segurança de pessoas e a integridade de sistemas elétricos e equipamentos. quando forem os casos. equipamentos ou instalações sensíveis. 2 .As notas 1 e 2 do item 6.

Medição de agrupamento É concedida através de um sistema de medição agrupado. bombas d’água. Essa caracterização se dá pela verificação de endereços individuais e pelo fato de não pertencer a nenhuma condição de condomínio.).BT Novembro de 2007 . lojas. 7.00 desta Regulamentação define os arranjos que necessitem deste tipo de medição.Influências de campos magnéticos Tendo em vista preservar os equipamentos de medição contra a influência de campos magnéticos. caracterizada pela medição do consumo de energia elétrica das cargas comuns ao condomínio (iluminação comum da edificação.50 2.7. salas. no mesmo ambiente físico e com limites de distância em relação a via pública). galpões. comerciais. Nesse caso essa caracterização se dá pela verificação de um endereço comum a todas as unidades consumidoras. pela existência de um condomínio oficial para a edificação e de um único ponto de alimentação do qual derivam todas as unidades.50 0.Medição totalizadora São aplicadas em entradas coletivas sempre que.2 . residências individuais.40 0. mistos e outros. não for utilizado o sistema de medição convencional da Light (instalada no piso térreo da edificação.5 . boxes.4 . 7. prédios residenciais.80 1.Medição individual É concedida para unidades consumidoras independentes. bem como os fatores de correção da corrente em função do número de barras em paralelo. 27/186 RECON .00 1. 7. apresentam os limites de condução de corrente para barras de cobre de seção retangular.07. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas entre barramentos e medidores: CORRENTE NOMINAL DO BARRAMENTO (A) 800 1000 1200 1600 2000 3000 4000 DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE OS MEDIDORES E O BARRAMENTO (m) 0.3 . 7.1.60 0. A Seção 03.Medição de serviço Deve ser utilizada sempre em arranjos de medição agrupada (ligação coletiva). lojas.00 NOTA: As TABELAS 17 e 18. desde que caracterizado como ligação coletiva. e outros desde que caracterizados como unidades consumidoras independentes. a boxes. por conveniência do Consumidor. elevadores etc.

isolado na cor verde ou verde e amarela. Também o Anexo B desta Regulamentação destaca os aspectos que envolvem a interligação entre os condutores de neutro e de proteção. RECON . bem como a condição de interligação entre as barras de neutro e de proteção. O condutor de proteção deve ser em cobre. As TABELAS 11-A e 11-B desta Regulamentação. à qual deve ser permanentemente interligados. assim como sistemas inteligentes de medição podem ser adotados. sem nenhum prejuízo para o sistema de proteção diferencial residual.2 a seguir. como parte integrante da instalação. deve contemplar proteção diferencial residual.Aterramento das instalações 8.Aterramento do condutor neutro Em cada edificação. o condutor de neutro do ramal de entrada de energia elétrica e o condutor de proteção. 8 .1 . desde que previamente definido e acordado com a Light. além de apresentar o dimensionamento de materiais para o sistema de medição coletiva. junto ao gabinete de medição e/ou a proteção geral de entrada de energia elétrica. de acordo com as prescrições atualizadas da NBR .2 . onde os condutores de neutro e de proteção são interligados e aterrados na malha de terra principal da edificação. 8. que é o ponto junto a proteção geral de entrada (o primeiro ponto de proteção geral). o condutor de neutro não deve ser aterrado em outros pontos à jusante do primeiro e único ponto de aterramento permitido. O sistema de aterramento deve garantir a manutenção das tensões máximas de toque (V toque) e de passo (V passo) dentro dos limites de segurança normalizados. inerentes a sistemas tarifários diferenciados regulamentados pela ANEEL. 10-B. 11-A e 11-B (dimensionamento de equipamentos e materiais . O neutro também não pode ser interligado ao condutor de proteção em outros pontos diferentes do ponto junto a proteção geral de entrada. também apresenta os detalhes em relação a condição de aterramento do neutro. bem como o terceiro pino (terra) das tomadas dos equipamentos elétricos.5410.entradas individuais e coletivas). Como complemento para a condição de aterramento do neutro ver item 8.7. quando for o caso.Ligações à terra e condutor de proteção O sistema de aterramento praticado por esta Regulamentação é o TN-S. de seção mínima conforme estabelecido nas TABELAS 10-A. Para que a proteção diferencial residual não perca a seletividade entre os diversos disjuntores com função diferencial ao longo do sistema elétrico da unidade consumidora.BT Novembro de 2007 28/186 . é obrigatória a construção de malha de terra constituída de uma ou mais hastes interligadas entre si (no solo).6 . junto à proteção geral de entrada que também. devendo percorrer toda a instalação interna e ao qual devem ser conectadas todas as partes metálicas (carcaças) não energizadas dos aparelhos elétricos existentes. todavia o condutor de proteção pode ser multiaterrado a outras malhas existentes na edificação.Medições especiais Outras modalidades de medições.

: As seções mínimas do condutor da malha de aterramento estão definidas nos subítens a seguir. uma haste de aço cobreada. conforme especificado para cada categoria de atendimento nas TABELAS 10-A. de forma a evitar processos corrosivos. 10-B. 8. somente junto à proteção geral de entrada é que a barra de proteção e a barra de neutro devem estar conectadas à malha de aterramento principal. deve ser adotado um dos métodos estabelecidos pela NBR .5410.5. Considerando a adoção do sistema de aterramento TN-S como padrão.1 . A conexão dos condutores de interligação da barra de neutro e da barra de proteção à malha de aterramento deve ser feita através de conectores que utilizem materiais não ferrosos. bem como também interligadas entre si internamente à caixa.Interligação à malha de aterramento e entre barras de neutro e de proteção O condutor de aterramento do neutro e o condutor de proteção devem ser em cobre. Contudo.Número de eletrodos da malha de terra Os eletrodos utilizados devem estar conforme definido no item 8. de forma a não provocar a perda da seletividade nas proteções diferenciais residuais. Não devem conter emendas. deve ser feita através de eletroduto de PVC rígido. desde que consideradas as condições de características do solo conforme NBR 5410.Entrada individual de energia elétrica 8. ou quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção. não deve ultrapassar 25 ohms. 8.4 .1 .3 . a proteção mecânica do trecho de condutor que interliga o condutor de neutro à malha de aterramento.2 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. havendo possibilidade.3 desta Regulamentação. o condutor de proteção e o condutor de neutro não podem ser interligados. barras ou condutores de proteção podem e devem ser multiaterrados em outras malhas de proteção eventualmente existentes na edificação. 11-A e 11-B e na TABELA 13 (seção mínima do condutor de proteção).BT Novembro de 2007 29/186 . para qualquer das condições a seguir.5. Na proteção geral de entrada.Eletrodo de aterramento Deve ser empregada haste de aço cobreada com comprimento mínimo de 2 (dois) metros e diâmetro nominal mínimo de 3/4". no mínimo. que garanta o atendimento das características dispostas nos itens 8.8.1 e 8.2 desta Regulamentação. RECON . sendo que o valor máximo da resistência de aterramento. 8. Quando as condições físicas do local da instalação impedirem a utilização de hastes. Nos circuitos à jusante (após) da proteção geral. de seção mínima dimensionada em função dos condutores de fase do ramal de entrada de energia elétrica. Contudo.Entrada individual isolada com demanda avaliada até 23.1. OBS.5 .

de seção não inferior a 25 mm².BT Novembro de 2007 30/186 . Tipos de caixas contemplados neste item são: RECON .5.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com. de seção não inferior a 25 mm².1.5.2 .8.Entrada coletiva de energia elétrica 8. As caixas para medidor em policarbonato devem apresentar tampa travável. além de dispositivo para instalação de selos. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. Os visores. As portas das caixas metálicas devem possuir dobradiças e soldas internas.5.Materiais padronizados para as entradas de energia Somente são aceito fabricantes cujos produtos (caixas.Caixas para medição São destinadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta ou indireta. interligadas entre si em linha por condutor de cobre nu. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.2 .2 .1 . de seção não inferior a 25 mm².1 . quando existentes (caso das caixas metálicas). painéis. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada.2.5. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. de seção não inferior a 25 mm².2. interligadas entre si por condutor de cobre nu. 8. 9 .) tenham sido previamente validados e autorizados pela Light. devem ser em policarbonato incolor e transparente. de espessura mínima de 3 (três) mm. 9.1.3 . O Anexo C desta Regulamentação mostra os detalhes de securização.Entrada individual isolada com demanda avaliada superior a 23. interligadas entre si por condutor de cobre nu.5.Entrada coletiva com mais de 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 6 (seis) hastes de aço cobreadas.Entrada coletiva com até 6 (seis) unidades consumidoras Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo uma haste de aço cobreada por unidade de consumo. além de outros acessórios nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo. 8. no mínimo. 8. com espaçamento entre hastes superior ou igual ao comprimento da haste utilizada. fechamento através de parafusos de segurança e plug-trava padrão Light.2 kVA e inferior ou igual a 150 kVA Deve ser construída uma malha de aterramento com no mínimo 3 (três) hastes de aço cobreadas. 6 (seis) hastes de aço cobreadas. postes etc.

9. exclusivamente. CM 200 . com medição direta e demanda até 14.CM 200 (Fig. ou ainda. com medição direta e demanda até 33.2 . 9.1. que em geral são dispostos através de venezianas. CSMD .1 kVA.BT Novembro de 2007 31/186 . A caixa CM 200 deve ser utilizada em aumentos de carga de unidades individuais situadas em entradas coletivas ligadas no padrão antigo (já existente) ou em condições exclusivas conforme item 9.1 .1. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual.caixa para medição direta até 200 A. as caixas para medidores CTM ou CTP devem ser sempre precedidas por uma caixa para seccionamento – CS.1. 5A) e Caixa para seccionamento e medição direta até 200 A .CTM (Fig.Caixa para medição direta superior a 100 até 200 A .2.CSM 200 (Fig.0 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 13. NOTA: Todas as caixas devem ser montadas. sempre que o ramal de ligação for subterrâneo. CTP. considerando aspectos de segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação. Utilizada em ligação nova e em aumento de carga em entrada individual. CSM 200 . 9.CTM.Caixa transparente monofásica . principalmente aquelas instaladas em ambientes externos sujeitas ao contato direto com terceiros (crianças). 9.caixa transparente polifásica.caixa transparente monofásica. nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo ou subterrâneo.Caixa transparente polifásica . RECON .0 kVA no atendimento rural (230/115 V).1.CTP (Fig. ou ainda.Caixas para medição direta . 1) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente. 5B) Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada tratada contra corrosão.4 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V). A caixa CSM 200 deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entradas individuais com ramal independente ou no atendimento de medição de serviço em entradas coletivas.1.2 kVA no atendimento urbano especial (380/220 V).caixa para seccionamento e medição direta até 200 A.1 kVA no atendimento urbano (220/127 V) e até 57. 2) Deve ser fabricada em policarbonato totalmente transparente. pintura eletrostática em epóxi ou similar.1.caixa para seccionamento. em aumento de carga em entrada coletiva padrão antigo (já existente). CTP . NOTA: Nas entradas individuais com demanda até 33.caixa para seccionamento e medição indireta. medição indireta e proteção. em aumento de carga em entradas coletivas no padrão antigo (já existente). exclusivamente. CSM .1.3 .1 . CM 200 e CSM 200 Devem ser utilizadas para abrigar o equipamento de medição monofásico ou polifásico para medição direta. até 8.CTM .2.

600 (caixa de proteção geral para 600 A). 9. com demanda superior a 66. deve-se optar pelas caixas do tipo CSMD descritas no item 9.8 kVA até 497. 9.Caixa de Seccionamento e Medição indireta .3 desta Regulamentação. transformadores de corrente.3 desta Regulamentação.3 kVA até 198. o barramento de neutro e terra independentes. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da própria caixa CSM para o interior da instalação. com demanda superior a 198.Caixas para seccionamento e medição indireta .Ambas as caixas são para medição direta e demanda superior a 33.CSM 1500 (Fig.7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. pintura eletrostática em epóxi ou similar.1. chave de aferição etc).1. devem ser utilizadas as caixas do tipo CSMD descritas no item 9.CSM 600 (Fig. Devem conter o dispositivo de seccionamento.1.1kVA até 66.2 . base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. NOTA: Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente. 9.2.: Para valores de demanda maiores que 497.Caixa de Seccionamento e Medição indireta . Deve estar associada a uma CPG .0 kVA na classe de tensão (220/127 V).BT Novembro de 2007 32/186 .7) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. Deve estar associada a uma CPG . Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão.2 .2.2 kVA até 114. Devem ser instaladas em gabinete de alvenaria em recuo técnico no muro ou fachada. o sistema de medição indireta (medidor trifásico. RECON .0 kVA.1 .1.1000 (caixa de proteção geral para 1000 A) ou a uma CPG especial até 1500 A. Nos casos em que as instalações de entrada estiverem totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. ver Anexo D desta Regulamentação.5 kVA. Para os cuidados com a operação de seccionamento.8 kVA na classe de tensão (220/127 V). e ainda com medição direta e demanda superior a 57. unidades em entradas coletivas e outros).CSM As caixas do tipo CSM para seccionamento e medição indireta destinam-se aos casos de entradas individuais isoladas com ramal de ligação independente. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar. no sistema urbano especial (380/220 V). OBS.3 kVA no atendimento urbano (220/127 V).1. onde a proteção geral através de CPG deve estar na parte interna da propriedade/edificação (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).

unidades em entradas coletivas e outros) Também se aplicam em unidades consumidoras situadas em entradas coletivas (serviços e unidades consumidoras de grande porte).9. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual. sistema de medição indireta (medidor trifásico. chave de aferição etc). lojas etc. base com barras de seccionamento ou barras desligadoras. 8A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.3. com demanda superior a RECON . onde a “barra de neutro” deve estar fixada na CSMD através de buchas isolantes e a “barra de proteção” fixada sem bucha de isolação (Ver Anexo B e esquema de ligação da TABELA 11-B desta Regulamentação). Devem conter um dispositivo de seccionamento. 9.5 kVA até 343.3 .0 metros do limite da propriedade/edificação com a via pública ou em gabinete junto ao limite nos casos de edificações com recuo frontal. já que nesse caso o condutor de proteção deve derivar da CSM/CSMD. transformadores de corrente.CSMD 1500 (Fig. 2) Quando forem utilizadas para medição indireta de unidades consumidoras de grande porte derivadas de entradas coletivas (cinemas.CSMD 600 (Fig. ver Anexo D desta Regulamentação.1. barras para TC. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas.3 kVA até 198.1. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. pintura eletrostática em epóxi ou similar. a barra de neutro e a barra de proteção deverão ser interligadas. Para os cuidados com a operação de seccionamento. devem possuir “barra de neutro” e “barra de proteção” independentes.CSMD As caixas CSMD permitem abrigar em ambiente selado um dispositivo para seccionamento.Caixa para Seccionamento. Destinam-se aos casos de entradas individuais com ramal de ligação independente em que o sistema de medição necessite estar situado totalmente dentro da propriedade/edificação (lojas. Podem ser instaladas em gabinete de alvenaria internamente.BT Novembro de 2007 33/186 . Medição indireta e Proteção .1.1 .). Medição indireta e Proteção . estando eletricamente situadas após um dispositivo proteção geral que contemple a condição diferencial residual.Caixa para Seccionamento. barramentos de neutro e terra independentes. Medição indireta e Proteção .Caixas para Seccionamento.4 kVA na classe de tensão (380/220 V). sistema de medição indireta e disjuntor de proteção geral. com demanda superior a 66. 9. O seccionamento pode ser através de chave seccionadora tripolar.3. a até 3. NOTAS: 1) Quando forem utilizadas na medição de unidades de consumo derivadas de entradas coletivas onde não exista condutor de proteção independente.8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 114.2 .

pintura eletrostática em epóxi ou similar.2 .5 kVA até 1717. articuláveis ou removíveis.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual. 9. CTP. RECON .CS Devem abrigar. devendo ser montada eletricamente antes e junto das caixas para medição direta (CTM.CSMD 3000 (Fig. De acordo com a carga pode ser utilizada uma chave seccionadora tripolar ou ainda um sistema de barras desligadoras formadas por seções de barras de junção parafusadas. em ambiente selado. Cuidados na operação de barras desligadoras são abordados no Anexo D desta Regulamentação.8 kVA até 497. ou ainda para a medição indireta de circuitos de serviço e unidades consumidoras de grande porte em entradas coletivas. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. em instalações com demanda superior a 33. Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratadas contra corrosão. Medição indireta e Proteção .198. Nos casos de instalações com corrente superior a 3000 A.) e alta capacidade térmica.3 .1 kVA na classe de tensão (220/127 V).2. mesmo quando derivado da rede aérea. 9. cujo atendimento seja através de ramal de ligação subterrâneo. com demanda até 33.5 kVA na classe de tensão (380/220 V).Caixa para Seccionador .1 .0 kVA na classe de tensão (380/220 V). 9.Caixa para Seccionamento. 8B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.2 . podendo ser um seccionador tripolar em caixa moldada ou bases fusíveis tipo NH com barras de continuidade (sem fusíveis).CS 200 (Fig.CS 100 (Fig. um dispositivo para o seccionamento geral da instalação.Caixa para Seccionador . devem ser empregadas caixas de medição com seccionador incorporado (CSM ou CSMD) conforme a condição de atendimento.Caixas para Seccionador .: Para entradas cujos valores de corrente sejam maiores que 200 A. noril etc.2. com demanda superior a 497.3 kVA na classe de tensão (220/127 V).1 kVA até 66. exclusivamente onde não for possível a utilização de uma caixa CSM 200. A utilização de caixa para seccionador está obrigatoriamente associada ao atendimento de entradas individuais. à montante da caixa CM 200.4 kVA até 858. 9. deverá ser projetada e construída caixa CSMD Especial.3. 4) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada individual.0 kVA até 994. CM 200) que não dispõem de seccionamento próprio.1.BT Novembro de 2007 34/186 . OBS.0 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 858. Podem também ser fabricadas em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato.

9A) e “ Z ” (Fig. Ao Consumidor é permitido somente o acesso à alavanca de acionamento do disjuntor. pintura eletrostática em epóxi ou similar. do circuito para o medidor de serviço quando de sua necessidade.Caixa para Proteção Geral .3 kVA até 128.6 kVA até 198.3.3 .BT Novembro de 2007 35/186 . 9.9. impedindo o acesso interno. Deve ser utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual.CPG Devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. 9B).1 kVA até 74.2 .Caixa para Proteção Geral .6 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 57. RECON .8 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 128. Nos casos de instalações com corrente superior a 1000 A. Devem abrigar o disjuntor de proteção geral da instalação de entrada de energia elétrica e dispositivos adicionais associados (barras de “neutro” e de “proteção” independentes). NOTA: Em relação ao atendimento da condição de proteção diferencial residual. 6) Aplicada em demanda superior a 198.Caixa para Proteção Geral .8 kVA na classe de tensão (380/220 V). 9.4 kVA até 572.3.1 .3 kVA na classe de tensão (220/127 V) e com demanda superior a 343. ou ainda em entrada coletiva como proteção geral. às barras de neutro e de proteção quando for o caso.8 kVA até 343. A CPG deve possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. devendo ser feita consulta prévia junto à Light para definição das características técnicas atinentes. 6) Aplicada em demanda superior a 33. uma das opções relacionadas no Anexo B desta Regulamentação pode ser adotada. com a finalidade de permitir a derivação. antes do borne/terminal de entrada do disjuntor de proteção geral. além das barras auxiliares de cobre.CPG 600 (Fig.3 kVA na classe de tensão (380/220 V). consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação.CPG 1000 (Fig.3 .8 kVA até 331. As caixas CPG devem possuir dimensões adequadas ao dispositivo de proteção utilizado. através de janela com travamento por cadeado particular. a substituição e/ou alteração da calibração do disjuntor sem a autorização prévia da Light. 9. tipos “ L ” (Fig.CPG 225 (Fig. bem como proteção das unidades de medição direta e indireta (serviços e unidades consumidoras de grande porte).4 kVA na classe de tensão (380/220 V).3.Caixa para Proteção Geral . deverá ser projetada e construída caixa CPG Especial. a fim de atender exigência do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. 6) Aplicada em demanda superior a 74.

NOTAS: 1) Na utilização de disjuntor tipo DDR deve ser utilizada uma única caixa CDJ.1 kVA na classe de tensão (220/127 V) .Caixas para Disjuntor . Deve ter as dimensões mínimas de 0.80 x 0.1 .Caixa para Disjuntor Monopolar .4.0 kVA na tensão 127 V nas regiões urbanas e até 14. sendo que para a condição do tamponamento a Light deve ser sempre consultada previamente antes de sua construção. Devem ser instaladas no muro / parede na parte interna da propriedade do Consumidor (não disponíveis ao acesso externo pela via pública).) e alta capacidade térmica. 3A) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual monofásica. com demanda até 8. 9. noril etc. Quando da utilização de dispositivo tipo IDR devem ser utilizadas duas caixas CDJ. um acréscimo de 0.9. É recomendável o afastamento das caixas de passagem dos limites das propriedades vizinhas. Nos casos de instalações em que mais de 1(um) conjunto de cabos venha a ser utilizado. No atendimento através de ramal de ligação subterrâneo.5 . valor este a ser mantido como distância mínima entre dutos. 9.CDJ Devem abrigar o disjuntor de proteção geral em entradas de energia elétrica individuais. deve ser construída pelo Consumidor sempre que necessária e exigida pela Light. em pelo menos uma de suas dimensões.BT Novembro de 2007 36/186 .0 kVA na tensão 230 V nas regiões rurais.4. de forma a possibilitar ponto acessível para instalação do ramal de ligação no interior da propriedade.CDJ 1 (Fig. NOTA: Quando as condições de licença de obra da Prefeitura não permitirem ao Consumidor a construção de uma caixa de passagem junto ao limite externo da propriedade.Caixa para Disjuntor Tripolar . deve ser construída junto ao limite externo da propriedade permitindo a terminação do banco de dutos. Podem ser fabricadas em chapa metálica protegida contra corrosão ou em material polimérico de alta resistência mecânica (policarbonato. o projeto da caixa deve prever. com demanda até 33. quando utilizada caixa de medição do tipo CTM.CDJ 3 (Fig.80 x 0. em alvenaria.20 m para cada conjunto adicional. o Consumidor deve disponibilizar a terminação de sua linha de dutos RECON . 3B) Utilizada em ligação nova ou aumento de carga em entrada de energia elétrica individual trifásica.80 m para 1(um) conjunto de cabos. CTP.2 .4 .Caixa de Passagem A caixa de passagem. centro a centro. 9. 2) Deve ser observada a compatibilidade dimensional entre os dispositivos diferenciais residuais com as caixas CDJ.

PPGP: Painel de proteção geral e parcial.Painéis de medição e painéis de proteção padronizados Devem ser aplicados nos atendimentos de unidades consumidoras em entradas coletivas. através de seu responsável técnico. Painéis de medição Devem ser utilizados nos casos de ligações novas em que a medição seja instalada em agrupamento. a instalação de selo padrão da Light na posição fechada (furação para selo com 3 mm de diâmetro). tanto os individuais das unidades consumidoras. atendidas às condições mínimas de profundidade para linhas de dutos. deve observar as respectivas curvas de proteção (seletividade e coordenação) bem como os respectivos níveis de curtos-circuitos a fim de confirmar a viabilidade técnica do conjunto termomagnético mais IDR. podendo ser utilizado um único disjuntor DDR compatível com o nível de curto-circuito no ponto de sua instalação ou uma composição de disjuntor termomagnético mais disjuntor IDR. 9. Painéis de proteção geral e parcial São aplicáveis sempre que ocorra a utilização de vários painéis de medição (PMD.Caixas de Inspeção de Aterramento (Fig. bem como na solução de intervenções feitas pela Light que impliquem na necessidade de substituição / reforma de agrupamentos existentes. Consideradas as condições estabelecidas no item 11 desta Regulamentação. 10B) As caixas para inspeção do aterramento podem ser em alvenaria ou em material polimérico. RECON .no limite da sua propriedade. PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. devem ser obrigatoriamente empregadas de forma a permitir um ponto acessível para conexão de instrumentos para ensaios e verificações das condições elétricas do sistema de aterramento. também. É necessária apenas uma caixa por sistema de aterramento. quanto o de proteção geral-parcial quando existir. com as alavancas de acionamento acessíveis através de janela com tampa travável por cadeado particular.6 . As proteções de saída de cada unidade consumidora devem ser instaladas no interior do painel. sendo que para segunda opção o Consumidor. Devem ser também aplicados em aumentos de carga de unidades consumidoras em entradas coletivas ligadas no padrão antigo.10A e Fig. diretamente posicionado em baixo do muro principal.BT Novembro de 2007 37/186 .7 . contemplando até 20 (vinte) unidades consumidoras por painel. 9. que permita. os disjuntores inerentes ao painel em questão. na qual deve estar contida a primeira haste da malha de terra e a conexão do condutor de interligação do neutro a malha de aterramento. recomenda-se a utilização do dispositivo diferencial residual.

7. NOTA: Todos os painéis devem ser construídos. PDMD: Painel de proteção geral.25 vezes a corrente de demanda avaliada para o conjunto de unidades atinentes ao painel. o Consumidor deverá solicitar ao fornecedor / fabricante a compatibilização das novas seções de condutores e dos barramentos com os novos valores de demanda.Painéis de medição direta e proteção individual . 11A) e PMD 2 (Fig. branca (fase C). devem ser submetidos previamente à Light para análise.Devem ser fornecidos com os condutores de interligação “barramento / medidor” e “medidor / disjuntor de saída individual”. 9. devem ser identificadas e apresentar ampacidade igual ou superior a 1. Os visores. Devem possuir condição de securização conforme Anexo C desta Regulamentação. isolado PVC 70ºC com característica antichama (garantida a ampacidade mínima de 70 A). RECON . Os tipos de painéis de medição contemplados neste item são: PMD: Painel de medição direta e proteção individual. azul claro (neutro) e verde ou verde e amarela (condutor de proteção . Nestes casos os painéis ficam limitados a utilização de equipamentos de medição direta até 200 A. 11B) A aplicação dos painéis PMD é indicada para agrupamentos de medição instalados no mesmo ambiente físico (com proximidade visual) da proteção geral à montante. em Cu.PMD 1 (Fig.terra). As barras internas (fases. Todos os tipos de painéis devem ser fabricados em chapa de aço galvanizada e tratada contra corrosão. medição direta e proteção individual. As barras devem apresentar ampacidade mínima de 400 A. neutro e proteção) aos painéis. A seguir. Os casos de unidades consumidoras com carga maior que 70 A. Os condutores devem ser. Estes painéis não contemplam a instalação de dispositivo seccionador no seu interior. vermelha (fase B). pintura eletrostática em epóxi ou similar. de seção 16 mm². que em geral são através de venezianas. devem ser em policarbonato transparente de espessura mínima de 3 (três) mm. Devem apresentar suportabilidade ao nível de curto-circuito mínimo compatível com o dimensionamento do disjuntor de proteção geral a montante do painel. instalados. impedindo o acesso interno ou a substituição de quaisquer de seus componentes sem a autorização prévia da Light.1 . quando existentes (Painéis de medição). e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. PSMD: Painel de seccionamento. considerando a adoção de total segurança contra a possibilidade de introdução de corpos estranhos (arames por exemplo) através do sistema de ventilação.BT Novembro de 2007 38/186 . medição direta e proteção individual. nas cores preta (fase A). no mínimo. principalmente os destinados a ambientes sujeitos ao contato direto por terceiros (crianças em especial).

a partir do qual devem derivar. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). Quando os painéis PDMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. já que possui dois estágios para disjuntores em série.3 . medição direta e proteção individual: PDMD 1 (Fig.O painel PMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. O dispositivo seccionador deve possuir capacidade para operar sob carga com no mínimo 400 A.7. o dispositivo IDR.2 . e sempre que não seja possível a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição.Painéis de seccionamento. A aplicação dos painéis PDMD é indicada quando estiverem instalados em ambientes físicos diferentes (não visíveis) da proteção geral à montante.Painéis de proteção geral. O painel PSMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.PPGP. uma vez que apresenta dois estágios para disjuntores em série. deve ser utilizado.4 desta Regulamentação.PPGP. a partir do qual devem derivar os alimentadores dos painéis de medição devidamente protegidos pelas proteções parciais. Quando os painéis PSMD forem derivados a partir do barramento de uma única proteção geral de entrada e os circuitos de alimentação dos painéis PSMD não estiverem protegidos pelo referido disjuntor geral. RECON . 12B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de proteção geral (disjuntor) do agrupamento. O painel PSMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 9.7.7. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR). 13B) Estes painéis possuem internamente um dispositivo de abertura geral (seccionador tripolar de abertura em carga) do agrupamento. A aplicação dos painéis PSMD é indicada quando o agrupamento de medição for instalado em ambiente físico diferente (não visíveis) da proteção geral à montante.4 desta Regulamentação. e desde que seja verificada a coordenação da proteção geral de entrada para curtos-circuitos que venham a ocorrer no barramento interno do painel de medição. além do disjuntor termomagnético. tanto para sobrecarga quanto para curto-circuito. 13A) e PSMD 2 (Fig. os alimentadores dos painéis de medição. tanto para sobrecarga quanto para curtocircuito. 9. deve ser utilizado. medição direta e proteção individual PSMD 1 (Fig.BT Novembro de 2007 39/186 . conforme descrito no item 9. O painel PMD 2 é indicado quando utilizado. um novo painel de proteção geral e parcial . 12A) e PDMD 2 (Fig.7. conforme descrito no item 9. um novo painel de proteção geral e parcial . devidamente protegidos pelas proteções parciais. o dispositivo IDR.

sempre que for necessária a substituição dos condutores entre a Caixa de Distribuição . o circuito deve ser instalado rigorosamente em eletroduto flexível de aço galvanizado com cobertura em PVC.PPGP São aplicáveis sempre que ocorra a necessidade de utilização de vários painéis de medição (PMD. na descida do ponto de ancoramento no poste particular ou na fachada até o ponto de seccionamento/medição/proteção.O painel PDMD 1 deve ser adotado quando for utilizado apenas um disjuntor individual para cada unidade consumidora. 9. Quando a interligação for feita em cabo armado. o condutor do ramal de entrada deve ser protegido mecanicamente. padrão Light. barra de neutro e barra de proteção) e os disjuntores da proteção geral e das proteções parciais dos circuitos de alimentação dedicados aos painéis de medição dos agrupamentos da entrada coletiva. Deve abrigar o barramento de entrada (barras de fase. devem ser utilizados eletrodutos poliméricos rígidos ou flexíveis desde a caixa CS ou caixa CPG até a caixa de passagem no limite de propriedade. aparente.BT Novembro de 2007 40/186 . já que possui dois estágios para disjuntores em série. para receber o ramal de ligação.CD e o quadro para medidor “ A2” ou a caixa para medidor. 9. 9. através de eletroduto rígido de PVC.Painel de proteção geral e parcial . o dispositivo IDR.9 . PDMD e/ou PSMD) numa mesma entrada coletiva. O barramento interno do PPGP deve ser dimensionado para 1. A TABELA 16 pode ser utilizada para auxiliar no dimensionamento de eletrodutos adicionais. Nas entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação subterrâneo.4 . Já o painel PDMD 2 é indicado quando for utilizado além do disjuntor termomagnético.Banco de dutos RECON .8 . deve ser empregado eletroduto rígido ou flexível em material termoplástico ou em aço galvanizado flexível com cobertura em PVC. de acordo com as especificações nas TABELAS 10-A e 10-B desta Regulamentação.25 vezes a demanda máxima diversificada do conjunto de painéis por ele alimentado. do tipo termomagnético ou do tipo DDR (não permite a opção de proteção considerando o dispositivo IDR).Eletroduto Nos casos de entradas de energia elétrica individual ou coletiva atendidas através de ramal de ligação aéreo. Para as unidades consumidoras existentes em entrada de energia elétrica coletiva padrão antigo (já existente).7. Em entrada de energia elétrica individual. na interligação da caixa para medidor com a caixa para o disjuntor de proteção geral. Nas descidas dos circuitos de aterramento devem ser utilizados eletrodutos rígidos de PVC. o eletroduto poderá ser dispensado.

obrigatoriamente. classe 2 de encordoamento e classe de tensão 0.BT Novembro de 2007 41/186 .0 (cinco) centímetros. Independentemente do tipo de eletroduto. dois dutos vagos como reserva técnica. esta deve ser previamente validada pela Light. quando o ramal for através de cabos singelos em cobre. O banco de dutos deve interligar diretamente o ponto de entrada dos cabos na base da caixa CS ou CPG a uma caixa de passagem construída no ponto de interligação. Os dutos devem ser tamponados nas suas extremidades de forma a evitar a penetração d’água ou mesmo de resíduos que permitam a sua obstrução.0 m entre bancos.Para a instalação de ramal subterrâneo. Na impossibilidade de construção de banco de dutos. Nos trechos internos à edificação. pelo menos. definida pela Light por ocasião da análise do pedido de fornecimento. que deve ser composta de um banco de dutos adequado tecnicamente para receber os circuitos do ramal. deve ser feita através de prensa tubos para eletrodutos até duas polegadas. XLPE ou EPR) deve ser determinado em função da necessidade requerida pela condição de instalação conforme estabelecido na NBR – 5410.5 desta Regulamentação. de diâmetro não inferior a 100 mm. Deve ser instalado a uma profundidade mínima de 1. somente condutores com isolamento com características antichama e não emissores de fumaça tóxica. bem como nas caixas do padrão antigo (caixa de distribuição. podendo ser empregado eletroduto rígido em PVC ou flexível em polietileno de alta densidade. isolados e protegidos em XLPE sem aditivo antichama. nas dimensões adequadas ao conjunto de cabos do referido ramal de ligação e em conformidade com o item 9.6/1 kV.10 . este pode ser instalado em bandejas aparentes com tampas ventiladas. além de dispositivos que possibilitem a selagem das tampas pela Light. junto ao limite externo da propriedade com a via pública.Condutores Os condutores devem ser dimensionados a partir da demanda avaliada da instalação. 9. 9. exclusivamente quando o ramal for em cabo armado ou em cabo de PVC antichama. utilizando. CPG etc.). e através de boxe reto ou bucha e arruelas para eletrodutos superiores a duas polegadas. contemplando. o Consumidor deve disponibilizar a estrutura civil necessária. devem ser empregadas bandejas com tampas totalmente fechadas. Qualquer que seja a opção adotada. devem ser utilizados.Terminais de fixação de dutos A fixação de eletrodutos nas caixas e painéis padronizados. Entretanto. No caso de utilização de mais de um banco de dutos deve ser mantido um afastamento mínimo de 1. o banco deve ser envelopado em concreto.0 (um) metro e espaçamento entre dutos de 5. índice de proteção (IP) de acordo com o estabelecido pela NBR 5410 para as características do local de instalação. quando o ambiente da instalação não oferecer as RECON .11 . O tipo de isolamento (PVC.

a critério da Light. Todavia. ou então. compatíveis com as características do circuito.11.11. devem ser utilizados cabos singelos de cobre. devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico. Todos os condutores indicados nas tabelas 10 A.1 .1 .: Também para o dimensionamento dos condutores dos ramais de entrada devem ser observadas as recomendações acima.5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores. e a 6 (seis) circuitos. A utilização de cabo armado está limitada a 2 (dois) circuitos. RECON .Condutores do Ramal de Ligação Quando o ramal de ligação for aéreo. 11 A e 11 B desta Regulamentação.1. estabelecidos pela NBR . o ramal de ligação deve ser em cabo multiplex até o ponto de ancoragem (no poste particular ou na fachada da edificação) e. os circuitos devem ser fornecidos e instalados pela Light. os limites de queda de tensão e perda técnica. Quando o ramal de ligação for subterrâneo. bandeja totalmente vedada etc). A TABELA 15 apresenta a ampacidade de condutores. de acordo com as definições estabelecidas no item 2. este deve ser em cabo concêntrico até o ponto de medição. quando o limite de demanda não for atendido. a critério da Light. 9.Tipo de condutor em função da característica do atendimento Para cada categoria de atendimento é fornecida a seção mínima e o número de condutores de fase. Portanto. Ultrapassados os referidos limites. este deve ser em cabo singelo de cobre ou de alumínio.condições ideais de confinamento (banco de dutos. 10 B. Obs. instalados em dutos. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição aérea. queda de tensão e curto-circuito no ponto da instalação.BT Novembro de 2007 42/186 . foram dimensionados apenas pelo critério de ampacidade. 11-A e 11-B). também instalados em dutos. 10-B. atendidas as condições de ampacidade. em cabo armado. podendo ser consultada para auxiliar em eventuais dimensionamentos. NOTAS: 1) Tanto para o ramal de ligação aéreo quanto para o ramal de ligação subterrâneo. de neutro e de proteção correspondentes. em cabo singelo ou em cabo armado até a medição/CPG. 9. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.7 desta Regulamentação. A decisão de escolha do tipo de cabo a ser adotado no ramal de ligação está definida nas normas internas da Light para projetos de redes de distribuição. condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. para os ramais de ligação derivados da rede de distribuição subterrânea. a suportabilidade à correntes de curta duração (curto-circuitos) e a adequação da isolação ao tipo de instalação. através das tabelas para dimensionamento de equipamentos e materiais de entradas individuais e coletivas (10-A.

11. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido.2 . 11A e 11B). bem como se a instalação será feita pela Light ou pelo Consumidor. limitado a 300 kVA nos casos de atendimentos a partir de rede de distribuição aérea sem previsão de conversão para rede de distribuição subterrânea.12 . a critério da Light.CPG (entradas coletivas).Barramento blindado (Bus way) RECON . 2) Nos casos específicos de adoção de ramal de entrada através de cabo armado.BT Novembro de 2007 43/186 . linha de dutos etc) conforme especificações padronizadas nesta Regulamentação (ver TABELA 10A.CD e a respectiva medição. NOTAS: 1) Nos casos de aumento de carga em entradas coletivas ligadas nos padrões antigos. deve ser utilizado cabo concêntrico em eletroduto aparente ou cabo armado aparente. 10B. a partir do ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo. Não atendidas as citadas condições.Condutores do Ramal de Entrada Quando o ramal de entrada oriundo de sistema aéreo. PSMD ou PDMD).2) Cabe ao Consumidor fornecer e instalar em sua propriedade os materiais e equipamentos necessários para receber o ramal de ligação (caixas. eletrodutos. a partir do ponto de ancoragem . 3) A critério da Light. a critério da Light. de acordo com o nível de carregamento. no trecho compreendido entre a Caixa de Distribuição . 9. Nessa condição os cabos podem ser fornecidos pela Light ou pelo Consumidor e instalados pela Light. proteção. deve ser utilizado cabo concêntrico. a critério da Light (fornecido e instalado pela Light ou pelo Consumidor). deve ser empregado cabo singelo ou armado. O Consumidor será informado na oportunidade da solicitação de fornecimento. Nas entradas coletivas. no trecho compreendido entre o ponto de ancoragem e a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . fornecido e instalado pela Light. será estabelecida a necessidade de utilização de cabo armado ou cabo singelo em todo o trecho do ramal de ligação e de entrada. Situações que venham envolver mais de dois circuitos de descida a solução é a utilização de cabos singelos de cobre. deve ser a continuidade do ramal de ligação. Deve ser considerada a participação financeira de acordo com a legislação vigente. painéis de medição. até o sistema de medição de faturamento (medição individual ou coletiva/agrupamento).CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . no trecho compreendido entre a proteção geral de entrada (CPG ou PPGP) e o painel de medição (PMD. armado ou singelo. além dos aspectos de queda de tensão e curto-circuito que também devem ser considerados. em cabo concêntrico ou multiplex. o cabo do ramal de entrada deve ser limitado ao máximo de dois circuitos de descida. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. Quando o ramal de entrada oriundo de sistema subterrâneo. de acordo com as características da carga. deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre.1. 9.

Deve apresentar ampacidade equivalente a pelo menos 1. É destinado a interligação elétrica entre a proteção geral ou parcial a cada painel PMD ou PSMD ou PDMD correspondente. associados a funções temporizadas. cabe ao profissional ou empresa legalmente habilitada contratada pelo consumidor. A perda técnica máxima entre o ponto de derivação do barramento blindado e o painel correspondente não deve ser superior a 1 (um) %. de acordo com os procedimentos próprios estabelecidos pela Light. pelo menos. bancos de capacitores dedicados a fornecer reativos à cargas que operam em regime não permanente devem ser do tipo automático e controlados. dimensão das barras etc). instalação e manutenção do barramento é de inteira responsabilidade do Consumidor. desenhos de diagramas unifilares. perdas máximas em kW. Havendo opção pelo emprego de banco de capacitores para correção em bloco.BT Novembro de 2007 44/186 .Compensação de reativos Para cargas cuja característica venha requerer a instalação de capacitores para a correção do fator de potência. a responsabilidade pela garantia da qualidade do fornecimento e segurança da instalação a partir da operação do dispositivo de correção adotado. podem ser empregados.25 vezes o valor da demanda do conjunto de unidades consumidoras interligadas. incluindo documentação legal. trifilares e dimensionais (informando: espaçamentos.É utilizado somente por conveniência do próprio Consumidor. por ocasião da realização do projeto da entrada de energia elétrica deverá ser previsto local para a instalação do mesmo. recomenda-se que seja priorizada a instalação de pequenas unidades dedicadas às cargas reativas. nível de curto-circuito máximo admissível. a fim de possibilitar o processo de validação. negativa e zero). A aquisição. RECON . eletricamente situadas após seus respectivos dispositivos de acionamento e proteção. Não são aceitas instalações “fixas” de bancos de capacitores em instalações onde a solicitação de reativos ocorre em regime temporário. desde que previamente autorizado pela Light com base em justificativa que indique a sua aplicação. Dessa forma. o fabricante do barramento blindado deve apresentar toda a documentação necessária. Somente serão aceitos barramentos blindados de fabricantes previamente validados pela Light. nível de isolamento para o qual foi projetado. de potência máxima até 25 kVAr. Unidades ou bancos de capacitores fixos. índice de proteção (IP) compatível com o local de instalação e dispositivos para selagem das tampas. por tensão e/ou corrente. 10 . ampacidade máxima e respectiva elevação de temperatura em relação a ambiente de 30 ºC. Nesse caso. A fim de evitar elevação excessiva da corrente de partida (inrush) e outras variações indesejáveis. exclusivamente. distâncias entre barras. para correção de cargas que comprovadamente operem em regime permanente. impedâncias de sequência (positiva. relatórios de ensaios realizados em laboratório idôneo etc.

) Recomendado (ver obs.115) Rural (220/127) Urbano (380/220) Urbano Recomendado (ver obs.) 45/186 PROTEÇÃO GERAL DE SERVIÇO (Proteção imediatamente após a medição de serviço) TENSÃO DE ATENDIMENTO (V) PROTEÇÃO GERALDE ENTRADA (Primeira proteção a partir do sistema da Light) PROTEÇÕES PARCIAIS APÓS A PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA (Nos PPGP’s) (230 .) Obrigatório .) Recomendado (ver obs.) Obrigatório Obrigatório OBS.) Recomendado (ver obs. ambas após um tempo mínimo de 5 minutos do restabelecimento do fornecimento 11 . bancos de capacitores automáticos e/ou controlados. todos os disjuntores a jusante (após) que não dispuserem a mesma condição. ou então do próprio conjunto coletivo através do disjuntor geral de entrada.BT Novembro de 2007 PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL DAS UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADAS COLETIVAS (Após a medição) Não se aplica Recomendado (ver obs. por erro na ligação de cargas monofásicas entre fase e terra (condutor de proteção). seja por fuga. O religamento do banco de capacitores deve ocorrer por intervenção manual ou de forma automática. RECON . podem proporcionar o desligamento “indesejado” desse referido disjuntor com proteção diferencial (à montante). ou até mesmo por curto-circuito de alta impedância.Condição de uso da proteção diferencial residual A escolha dos pontos de instalação de proteção com dispositivo diferencial deve obedecer aos seguintes critérios: PROTEÇÃO POR DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL PROTEÇÃO INTERNA (Nos quadros de distribuição de cada unidade consumidora) Recomendado (ver obs. A condição é dita “indesejada” pelo fato de haver um desligamento geral da unidade consumidora.) Não se aplica Não se aplica Recomendado (ver obs.: É importante destacar que quando da existência de um disjuntor com proteção diferencial residual.) Recomendado (ver obs.Nota : Quando de eventual ocorrência de interrupção do fornecimento de energia no sistema da Light. devem ser imediatamente desconectados.) Recomendado (ver obs.

00 DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E AVALIAÇÃO DE DEMANDA EM BAIXA TENSÃO 12.RECON / BT SEÇÃO 01.Determinação da carga instalada RECON .BT Novembro de 2007 46/186 .07.

Todas as TABELAS referidas “numericamente” nesta Seção 01.07. Para determinação da potência de motores em kVA.28 kVA x 0. conforme Resolução nº 456 da ANEEL. recomenda-se a utilização da TABELA 9. considerando a expressão (CI kW) = CI kVA x 0.BT Novembro de 2007 47/186 .92.09 kVA 0. onde 0.Avaliação de demandas RECON .92 = 11. aproximadas.0 kVA 0. considerar os valores nominais de placa informados pelo fabricante.04 kVA 0.4 kVA 1. não devem ser computadas as potências de aparelhos de reserva. Exemplo de determinação de carga instalada: Unidade consumidora residencial (220/127 V) POTÊNCIA NOMINAL TOTAL PARCIAL TIPO DE CARGA QUANTIDADE Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV à Cores (20”) Ventilador Ar condicionado Bomba d’água (motor) 100 W 60 W 20 W 100 W 4400 W 1000 W 300 W 90 W 150 W 1CV 1CV 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) 0. Carga instalada total em “ kW” = CI (kW) = 12.24 kVA 0.45 kVA 3.52 kVA Carga instalada total em “ kVA” = CI kVA = 12. No cálculo para determinação da carga instalada.3 kVA 0.00 pertencem e estão contidas no final desta Regulamentação.4 kVA 0. No caso de não disponibilidade das potências nominais dos equipamentos e aparelhos eletrodomésticos.04 kVA 1. considerar os valores das TABELAS 5A e 5B. Quando não for possível essa verificação.) deve ser expressa em kW (CI kW).28 kVA Para efeito de atendimento das condições definidas na Resolução nº 456 da ANEEL. que fornece as potências médias. demais resoluções e legislação atinentes.A carga instalada é determinada a partir do somatório das potências nominais dos aparelhos.92 é o fator de potência médio que o Consumidor pode admitir em suas instalações sem estar sujeito a multas. a carga instalada em kVA (CI kVA. dos principais equipamentos e aparelhos.3 kW 13 .8 kVA 4. dos equipamentos elétricos e das lâmpadas existentes nas instalações.

Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva residencial.A avaliação da demanda deve ser obrigatoriamente efetuada a partir da carga total instalada ou prevista para a instalação. Avaliação e dimensionamento do circuito dedicado a cada unidade consumidora individual (apartamento. em entrada coletiva mista. Será utilizada na definição da categoria de atendimento e no dimensionamento dos equipamentos e materiais das instalações de entradas de energia elétrica monofásicas e polifásicas. 13. em função da utilização diversificada dessas cargas. . loja. Nesse caso. Cumpre todavia ressaltar.Método de avaliação . sala etc. RECON . . qualquer que seja o seu valor. na adoção de outros métodos de avaliação e/ou fatores de demanda que não os apresentados nesta Regulamentação. com até 4 (quatro) unidades consumidoras. considerando ainda que este assuma todos os custos adicionais e inerentes à aplicação da metodologia apresentada. com atendimento através de ramal de ligação independente. que podem ser aplicadas de forma isolada ou conjuntamente dependendo da característica da instalação. Quando um determinado conjunto de cargas é analisado. o que pode implicar. um valor máximo de potência é absorvido por esse conjunto num mesmo intervalo de tempo. A seguir. verifica-se que.BT Novembro de 2007 48/186 . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo dedicado às cargas não residenciais. um bom conhecimento da utilização da instalação permite ao projetista a adoção e aplicação de fatores de demanda ou diversidade na carga instalada. sugestivamente. que a adoção de tal metodologia não subtrai a responsabilidade técnica do projetista da instalação quanto ao indispensável conhecimento das características operativas da carga que permita o dimensionamento adequado dos materiais e equipamentos. Entradas coletivas . o que proporcionará um refinamento no dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada de energia elétrica. é apresentada uma metodologia para avaliação de demandas composta por duas seções aplicativas (Seções A e B).1 . Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entrada coletiva não residencial. de forma a obter melhor compatibilização técnica e econômica sem comprometer a confiabilidade e a segurança.) derivada de ramal de entrada coletiva. . (residencial e não residencial). isolada. Avaliação e dimensionamento de entrada individual. geralmente inferior ao somatório das potências nominais de todas as cargas do conjunto.Seção “ A” Campo de aplicação: Entradas individuais . desde que tecnicamente justificado e previamente submetido ao conhecimento e aprovação da Light. inclusive.

torneiras etc. Avaliação e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em vilas e condomínios horizontais com até 4 (quatro) unidades consumidoras. . para uso residencial e não residencial.Expressão geral para cálculo da demanda Dentro dos limites estabelecidos pelo “Campo de aplicação” atinente a essa seção. d3 (kVA) d4 = demanda de aparelhos de ar condicionado tipo janela e similares (Split.. d2 aquecedores. aplicando os fatores de demanda da TABELA 4. Circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios . calculada conforme TABELAS 3A e 3B respectivamente.0. Fan-coil).1. em entrada coletiva não residencial.0. deve ser feito a partir da demanda calculada através da seguinte expressão: D (kVA) = d 1 + d 2 + d 3 + d 4 + d 5 + d 6 Onde: d1 (kVA) = demanda de iluminação e tomadas. calculada conforme TABELAS 5A e 5B. (kVA) = demanda de aparelhos para aquecimento de água (chuveiros. considerando o fator de potência igual a 1. d5 (kVA) = demanda de motores elétricos e máquinas de solda tipo motor gerador. calculada com base nos fatores de demanda da TABELA 1. 13. calculada conforme TABELA 6. (kVA) = demanda de unidades centrais de condicionamento de ar e similares (Self container) calculada a partir das respectivas correntes máximas e demais dados de placa fornecidos pelos fabricantes. considerando o fator de potência igual a 1. d6 (kVA) = demanda de máquinas de solda a transformador e aparelhos de raio X. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio. Avaliação e dimensionamento da carga de circuito de serviço de uso do condomínio.1 . calculada conforme TABELA 2. Previsão de carga RECON . em entrada coletiva residencial.BT Novembro de 2007 49/186 . o dimensionamento de circuitos individuais ou coletivos.).

Demanda do único agrupamento de medidores . como aparelhos de ar condicionado.1 .3.3 . devem ser determinadas as demandas de cada trecho do circuito de uso comum do ramal coletivo.1.Demanda da proteção geral da entrada . motores e outras cargas.1. das condições sócio-econômicas e de outros fatores que possam influenciar na carga total a ser prevista no projeto da instalação de entrada de energia elétrica.07.1 desta Seção 01. ao conjunto da carga instalada inerente ao trecho do circuito analisado. DPG = DAG RECON .1. 13.1.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s). considerando o disposto no item 13.1.1.BT Novembro de 2007 50/186 . A demanda da proteção geral (DPG) deve ser igual a demanda do único “agrupamento de medidores” (DAG) determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. Importante: Atenção especial deve ser dada pelo projetista e responsável técnico pela instalação.2 .00. indicadas conforme a seguir: 13. 13.Avaliação da demanda de entradas individuais e de circuitos de serviço dedicados ao uso de condomínios A demanda deve ser calculada com base na carga instalada.Avaliação da demanda de entradas coletivas Além das demandas individuais de cada unidade consumidora (UC) e do serviço de uso comum do condomínio (Ds).Demanda do ramal de ligação DPG DAG DS .No cálculo da demanda devem ser considerados os valores de carga mínima para iluminação e tomadas de uso geral constantes da TABELA 1. no sentido de prever adequadamente outros tipos de carga que venham a ser utilizadas na instalação. da atividade do imóvel. em função do tipo de construção. da localização.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio O valor de cada uma dessas demandas deve ser determinado. chuveiros.1.Avaliação da demanda de entradas coletivas com um único agrupamento de medidores Onde : DR .

Demanda de cada agrupamento de medidores NÃO residenciais DSR . a demanda da proteção geral (DPG) será determinada através do método de avaliação – Seção “ B” .1.3.80.1. Essa demanda deve ser também utilizada para o dimensionamento do equipamento de proteção do circuito dedicado a cada agrupamento (prumada ou bus-way) existente.Demanda da proteção geral da entrada DAGR .80 13. sendo o resultado multiplicado por 0. geral (DPG) será determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAG).2 . a demanda da proteção DPG = ( DAGR + DAGNR) x 0.Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio NÃO residencial A demanda referente a cada agrupamento de medidores (DAG) será determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos em 13. ) ( ver item 13.A demanda do ramal de entrada (DR) deve ser determinada através do somatório das demandas do agrupamento das unidades consumidoras (DAG) e do circuito de serviço de uso do condomínio (DS). No caso de entrada mista (residencial e não residencial).Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores Onde: DR .Demanda do ramal de ligação DPG . No caso de entrada exclusivamente residencial.80.BT Novembro de 2007 51/186 .Demanda de cada agrupamento de medidores residenciais DAGNR .) x Fd ( Nº total de Aptos. DR = (DAG + DS) x 0. sendo o resultado multiplicado por 0.2 ) A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório entre a demandas da proteção geral (DPG) e do serviço residencial (DSR).Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio residencial DSNR . sendo o resultado multiplicado por 0. DPG = kVA (Aeq.1 à carga total instalada das unidades consumidoras (UC’s) pertencentes ao agrupamento analisado.80.80 RECON .

Método de avaliação .1 . Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial.A demanda do ramal de ligação (DR) deve ser determinada através do somatório das residencial (DSNR) quando for o caso. Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios.80 13. 13. demandas da proteção geral (DPG). Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” .80.2.4 kVA). Entradas coletivas mistas (unidades consumidoras residenciais e não residenciais) . onde são obtidas as demandas em kVA por unidade consumidora residencial (casa ou apartamento) em função da sua área útil. .4 kVA).Metodologia para aplicação A determinação da demanda relativa a um conjunto de unidades consumidoras residenciais. que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de uso comum dedicado à parcela da carga residencial. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4.BT Novembro de 2007 52/186 .2 . composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. composta de 5 a 300 unidades consumidoras residenciais. condomínios horizontais e vilas). Avaliação da demanda e dimensionamento dos circuitos de uso coletivo em entradas exclusivamente residenciais (prédios. deverá ser feita através da utilização das TABELAS 7-A e 7-B. RECON . que não utilizem equipamentos para aquecimento de água. que utilizem equipamentos para aquecimento de água (chuveiros com potência nominal individual até 4. condomínios horizontais e vilas). sendo o resultado multiplicado por 0.Seção “ B” Campo de aplicação: Entradas coletivas exclusivamente residenciais que “ utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água” . do serviço residencial (DSR) e do serviço não DR = ( DPG + DSR + DSNR) x 0. compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos). compostas de 5 a 300 unidades consumidoras (casas ou apartamentos).

onde: Q1 x P1 + Q2 x P2 + Qn x Pn Peq. As TABELAS 7-A e 7-B são aplicáveis. com potência nominal superior a 4. Importante : Quando utilizados equipamentos elétricos individuais de aquecimento de água.BT Novembro de 2007 53/186 . conforme tabela a seguir: Potência do aparelho de aquecimento de água (kVA) 4. 4 kVA. P = potências dos aquecedores em suas respectivas quantidades.0 6.895075 RECON . A TABELA 7-B é aplicável às unidades consumidoras residenciais que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água.0 < P ≤ 10.4 < P ≤ 6.0 Fator de segurança (%) 10 15 20 Nos casos de utilização de aquecedores com potências diferentes em uma mesma unidade residencial. = potência equivalente do aquecedor para a escolha do fator de segurança. Em seguida. = Q1 + Q2 + Qn Sendo: Peq. deve ser feita um média ponderada a fim de se definir o valor da potência “P” para a escolha do fator de segurança.4 kVA). exclusivamente. é recomendável que o projetista aplique um fator de segurança no valor da demanda em kVA por apartamento obtido na TABELA 7-A. Q = quantidades de aparelhos de aquecimento em suas respectivas potências.0 8. Para unidades consumidoras com área superior deverá ser empregada a seguinte expressão: D = 0.034939 x S 0.0 < P ≤ 8. na determinação da demanda de unidades consumidoras residenciais com área útil de até 400 m².A TABELA 7-A é aplicável às unidades consumidoras residenciais que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água (chuveiro com potência nominal individual até 4. aplica-se a TABELA 8 onde é obtido o Fator de diversidade correspondente ao número de unidades consumidoras que compõem o conjunto analisado.

93 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. A eq = Onde: [ Nº de Aptos.4 kVA.)] DPG = kVA (Aeq. Nº de Aptos. ) Exemplo de aplicação: Num edifício com 20 apartamentos com área útil de 100 m2 e 20 com área útil de 70 m2. considerando o atendimento com dois agrupamento de medidores. Sn = área dos apartamentos do enésimo agrupamento.) x Fd ( Nº total de Aptos. (Sn) = Nº de apartamentos do enésimo agrupamento com área Sn.”) e do F. (S1) x S1 ] + [ Nº de Aptos.Onde: D = Demanda da unidade consumidora residencial em kVA. todos os apartamentos com chuveiros de 4.44 = RECON .1 kVA DAGR (Aptº 100 m²) = 2. ) para a aplicação através das TABELAS 7-A. NOTA: Nos casos de entradas coletivas cujas unidades consumidoras residenciais possuam áreas úteis diferentes. (S2) + Nº de Aptos.BT Novembro de 2007 54/186 . (S2) x S2 ] + . DPG = f [(Nº total de Apartamentos com área equivalente “Aeq. a demanda total do agrupamento será: Cálculo da demanda de cada agrupamento ( DAGR ) DAGR (Aptº 100 m²) = 2. S = Área útil em m2 da unidade consumidora residencial.d. S1 = área dos apartamentos do primeiro agrupamento. + [ Nº de Aptos. (S1) + Nº de Aptos.44 (TABELA 8) 51. 7-B e 8. . (Sn) Nº de Aptos.93 x 17. (Sn) x Sn ] Nº de Aptos. . a determinação da demanda total deve ser obtida a partir da área útil equivalente ( A eq. ( Nº total de Aptos. Aeq = Área equivalente ponderada dos apartamentos em m2. (S1) = Nº de apartamentos do primeiro agrupamento com área S1.

52 x 29.1 .1 “ Método de avaliação .39 kVA 13.Seção B”. deve ser determinada através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.2.52 (TABELA 8) DAGR total = DPG = 2.44 (TABELA 8) DAGR (Aptº 70 m²) = 2.DAGR (Aptº 70 m²) = 2.1.A) x Fd (40 Aptos) = 29.12 x 17. às cargas de serviço do condomínio. 7B e 8.Seção A” .12 kVA (TABELA 7 A) x Fd (20 Aptos) = 17. deve ser determinada através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.52 kVA (TABELA 7 . Demanda da proteção geral A demanda da proteção geral TABELAS TA. A eq = [ 20 x 100] + [ 20 x 70 ] 20 + 20 = 85 m2 (Aptº 85 m²) = 2. ) RECON .97 kVA Portanto o DAGR total deverá ser calculado em função da área útil equivalente ponderada entre os dois grupos individuais de 20 apartamentos de 100 m2 e 20 apartamentos de 70 m2. composto por 5 ou mais unidades consumidoras residenciais. (DPG ): (DPG ) deve ser determinada através da aplicação das DPG = kVA (A aptº.BT Novembro de 2007 55/186 .2 “ Método de avaliação . Demanda de agrupamentos de medidores (DAG): A demanda (DAG) de um agrupamento de medidores.Seção A” à carga instalada de cada unidade de consumo.1 “ Método de avaliação .44 = 36.52 = 74.Avaliação da demanda de entradas coletivas residenciais compostas de 5 a 300 unidades consumidoras exclusivamente Demanda individual das unidades de consumo residenciais: A demanda individual da unidade de consumo. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR): Deve ser determinada através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13.) x Fd ( Nº total de Aptos.

DR = ( DPG + DSR ) x 0. (DS): Demanda de agrupamento de medidores (DAG): Não é permitida. à carga instalada de cada unidade consumidora. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio Circuito de serviço único Quando um único sistema de serviço for dedicado a todas as unidades consumidoras (residenciais e não residenciais) existentes na edificação.1 “ Método de avaliação .2 .Seção A”. deve ser determinada. através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13. as demandas dos circuitos de serviços devem ser calculadas através da aplicação da expressão geral e dos critérios estabelecidos no item 13.1. onde unidades consumidoras residenciais e não residenciais tenham o fornecimento de energia efetivado por um mesmo ramal de entrada coletivo.1 “ Método de avaliação . a avaliação das demandas deve ser feita conforme os seguintes procedimentos: Demanda individual das unidades consumidoras. residencial ou não residencial.1 “ Método de avaliação . Circuitos de serviços independentes Nos casos em que as unidades consumidoras residenciais e não residenciais forem atendidas por circuitos de serviços independentes.Seção A” à carga total instalada em cada um desses circuitos.Seção A” à carga instalada do serviço. a demanda de serviço DS deve ser determinada.80.Avaliação da demanda de entradas coletivas mistas Nas entradas coletivas mistas. a derivação de unidades consumidoras com características de utilização diferentes (residencial e não residencial).2. residenciais e não residenciais: A demanda individual de cada unidade consumidora (UC).80 13. RECON . através da aplicação dos critérios estabelecidos no item 13. de um mesmo agrupamento de medidores.BT Novembro de 2007 56/186 . sendo o seu resultado multiplicado por 0.Demanda do ramal de ligação (DR): (DPG ) e do É determinada através do somatório das demandas da proteção geral serviço de uso do condomínio (DSR).

determinada através da aplicação do “Método de avaliação .Seção A”. escritórios e outros) deve ser determinada. DAG não residencial = Demanda da carga total não residencial. através da aplicação do critério estabelecido no item 13. determinada através da aplicação do “Método de avaliação . sendo o resultado multiplicado por 0.Seção A” estabelecido no item 13.80 DAG residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).2. ao conjunto de cargas residenciais.1. Demanda da proteção geral (DPG): Deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos de cargas residenciais (DAG residencial) e de cargas não residenciais (DAG não residencial).BT Novembro de 2007 57/186 . determinada através do “Método de avaliação .Seção B”. Com circuitos de serviços independentes DR = (DPG + DSRR + DSNR ) x 0.Seção B” estabelecido no item 13. através da aplicação da metodologia estabelecida no item 13.A demanda de cada agrupamento de cargas não residenciais (lojas.80. DPG = (DAGR + DAGNR) x 0. deve ser adotada uma das alternativas a seguir: Com circuito de serviço único DR = ( DPG + DS ) Onde: x 0.1 “ Método de avaliação .Seção A” estabelecido no item 13.2 “ Método de avaliação .1.80 Demanda do ramal de ligação (DR): Em função das características do sistema de serviço de uso do condomínio. DS = Demanda da carga total do serviço único de uso do condomínio. A demanda de cada agrupamento residencial (com 5 ou mais unidades consumidoras) deve ser determinada. ao conjunto de cargas não residenciais.80 RECON .

determinada através da aplicação do “Método de avaliação . Características da Carga Instalada: Iluminação e Tomadas Chuveiros elétricos Torneiras elétricas Aparelhos de ar condicionado Motores monofásicos .6.5 kVA .2.Seção A” estabelecido no item 13.2 x 1/4 CV (1 reserva) .1 x 1/2 CV .Seção B” estabelecido no item 13. área útil de 300 m².Exemplos de avaliação de demandas Caso 1 Residência isolada.Seção A” estabelecido no item 13.2 x 3/4 CV . DSNR = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.0 kVA Sauna RECON .1.3 x 4.2 x 1 CV .1 x 1 CV .0 kVA .BT Novembro de 2007 58/186 . determinada através da aplicação do “Método de avaliação . 13.Onde: DAG DSR residencial = Demanda da carga total residencial (5 ou mais unidades consumidoras).4 kVA .2 x 2.1. = Demanda da carga do circuito de serviço dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais. calculada através da aplicação do “Método de avaliação . com fornecimento de energia através de ramal de ligação independente em tensão 220/127 V.3 . determinada através do “Método de avaliação .1.9.Seção A” estabelecido no item 13. DAG não residencial = Demanda da carga total das unidades consumidoras não residenciais.

26)] x 1 = 5.5) + [(2 x 1CV) + (2 x 3/4 CV)] + [(1 x 1 CV) + (1 x 1/2 CV) + (1 x 1/4 CV)] + 9 } Carga instalada (CI) = 9.Seção A” . B .4) + (2 x 2.70 + (2 x 2.0 Carga instalada (CI) = 44. a partir da carga instalada.45) + (1 x 0.75) + (1 x 0.0 + (3 x 4.0) d2 = (3 x 4.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.0 + 13.80 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (3 x 4.5) x 0.56 kVA RECON .0 d2 = 21.0) x 1.04 + 2. maior que o valor declarado (6.52) + (1 x 0.Avaliação das demandas (kVA) Conforme estabelecido em 13.BT Novembro de 2007 59/186 .92 = 41. é necessário avaliar a demanda da instalação.52) + ( 2 x 1.52) + (2 x 1.0 kVA).81 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.2 + 5.50) + (1 x 0.66 + 9.80) + (1 x 0.5) + [(2 x 1.4) + (2 x 2.A .1 “Método de avaliação .5) + (1 x 9.0 Carga instalada (CI) = 9.35) + (1 x 0. FD = 100 % d3 = [(2 x 1.52 + 0.4) + ( 2 x 2.40) + (1 x 0. Carga instalada (CI) = { 9 + (3 x 4.0 + 3.66 )] + 9. temos : Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.60) + (1 x 0.0 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 9.0 kVA.26)] + [ (1 x 1.87) + (1 x 0.0 kVA (mínimo conforme TABELA 1) d1 = (1 x 0.81 x 0.75 + (1 x 9.23 kW Para a determinação da categoria de atendimento e o dimensionamento dos materiais e equipamentos da instalação de entrada individual.4) x 0.30) d1 = 4.87 + 0.65) + (1 x 0. ou seja.030 x 300 = 9.99 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (2 x 1 CV ) + (2 x 3/4 CV ) Nº de aparelhos de ar = 4 Logo.52 + 1.

Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = ( 1 x 1 CV ) + ( 1 x 1/2 CV ) + ( 2 x 1/4 CV ) 1 CV 1/2 CV 1/4 CV = 1.28 kVA A entrada individual deve ser trifásica.1 x 4.1 bomba recalque de esgoto de 3 CV .33 % d5 = [1. FD = 63. da proteção geral e demais materiais componentes da instalação de entrada. composta por 4 unidades consumidoras residenciais (apartamentos).6333= 1.93 kVA C .4 kVA .1reserva = 3 Logo.0 kVA .0 kVA .3. cada apartamento com área útil de 96 m² e o serviço (condomínio) com área de 90 m².4 kVA .66] x 0.Seção A” .99 + 5.2 bombas d' água de 2 CV (1 reserva) .93 D total = 34.Determinação da demanda total da instalação D total = d1 + d2 + d3 + d5 D total = 4.8 + 21.1 x 4.52 kVA = 0.56 + 1. 52 + 0.87 + 0.66 kVA Nº de motores = 4 . atendida através de ramal de ligação independente e a demanda total avaliada (D total) deve ser utilizada para o dimensionamento dos condutores.1. Caso 2 Edificação de uso coletivo.BT Novembro de 2007 60/186 . um único agrupamento de medidores (4 apartamentos).3.87 kVA = 0. Características da carga instalada: Por unidade consumidora (apartamento) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento (chuveiro) Motores trifásicos . estabelecido no item 13. a determinação das demandas parciais e total deve ser feita através da aplicação do "Método de avaliação . em tensão 220/127 V. RECON .2 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva residencial com até 4 unidades consumidoras.

0 kVA. estabelecido no item 13.0 + (1 x 4.1. à carga instalada. logo o valor a ser considerado deve ser 3.4) + (1 x 2 CV) + (1 x 3 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3. Carga instalada ( CI ) = [3.4 + (1 x 2. Carga instalada ( CI ) = [3.Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.04) = 14. ou seja.030 x 96 = 2.92 = 9.A . 2 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” .0 kVA d1 = (1 x 0.80) + (1 x 0.BT Novembro de 2007 61/186 . menor que o valor declarado (3. B .26) = 9.4 kVA d2 = 4.0 kVA).4 + (2 x 1.4 = 4.0 + 4.0 kVA).4 x 1 = 4.92 = 13 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A” .92 x 0.0 kVA.4 kVA RECON . à carga instalada.Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por unidade consumidora residencial (apartamento): Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.70) +(1 x 4.75) + (1 x 0.0 + 4.005 x 90 = 0. estabelecido no item 13.92 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 9. ou seja.65) = 2.88 kVA. logo o valor a ser considerado deve ser 3. sendo o serviço do condomínio visto como uma unidade consumidora. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos atinentes ao circuito individual dedicado a cada unidade consumidora (apartamento).14 x 0. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes.1.45 kVA.14 kVA Carga instalada ( CI kW) = 14. menor que o valor declarado (3. Circuito de serviço de uso do condomínio: Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.4) + (2 x 3/4 CV)] Carga instalada ( CI ) = 3.0 + (1 x 4.

06 kVA Nº de motores = 2 Logo.Aparelhos de ar condicionado (TABELA 3A) C3 = 2 x 3/4 CV d3 = (2 x 1. Demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS): Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3.2 + 4.0 x 0.86 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.12 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.52 = 9. dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).04) x 0.12 kVA Demanda por unidade consumidora (apartamento) = 9.06 = 11. 80 = 2.70 + 4.4 + 4.70 kVA 3 CV = 4. FD = 75% DS = d1 + d2 + d5 = 2.86 kVA Demanda do circuito de serviço do condomínio (Ds) = 11.4 x 1.04 kVA d5 = (2.75 = 5.BT Novembro de 2007 62/186 .0 = 4. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos dos circuitos individuais.4 + 2.26) x 1 = 2.4 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) C5 = (1 x 2 CV ) + ( 1 x 3 CV ) Pela TABELA 5: 2 CV = 2. Essa demanda serve para dimensionar os materiais e equipamentos do circuito de serviço do condomínio. RECON .0 kVA d1 = 3.4 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.52 kVA Nº de aparelhos de ar = 2 Logo FD = 100 % Dtotal (UC) = d1 + d2 + d3 = 2.4 kVA d2 = 4.4 + 5.

23 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito de uso comum dedicado ao agrupamento de medidores.26) x 0.1 “Método de avaliação .65) + (1 x 0.Demanda do agrupamento (DAG): O agrupamento de medidores é formado pelas 4 unidades de consumo (apartamentos).6 x 0.23 kVA Demanda da proteção geral (DPG) = 24.23 kVA Demanda do agrupamento (DAG) = 24.06 kVA Nº de aparelhos de ar = 8 Logo.55 + 11.75) + (1 x 0. todas as cargas estarão envolvidas. FD = 70 % DAG = d1 + d2 + d3 = 5. Demanda da proteção geral (DPG) Como o circuito de serviço de uso do condomínio é derivado antes da proteção geral de entrada.Seção A”. a demanda do ramal de ligação será: RECON . logo: DPG = DAG = 24.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 4 x 4.35) + (1 x 0. Conforme estabelecido no item 13.0 kVA = 12.06 = 24. somente as cargas do agrupamento (apartamentos) influenciam no dispositivo de proteção geral do prédio.66 = 11.50 ) + (1 x 0.27) + (2 x 0.BT Novembro de 2007 63/186 .70 = 7.80) + (1 x 0.40) + (1 x 0.62 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = 4 x (2 x 3/4 CV) d3 = 4 x (2 x 1.24) d1 = 5.30) + (1 x 0.62 + 7.23 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.6 kVA d2 = 17. Demanda do ramal de ligação (DR) É importante notar que. Iluminação e tomadas (TABELA 1) Carga instalada ( C1 ) = 4 x 3.4 kVA = 17. na avaliação da demanda desse trecho coletivo da instalação.0 kVA d1 = (1 x 0.45) + (1 x 0.60) + (1 x 0.

2 bombas de 5 CV (1 reserva) . em 220/127 V. Características da carga instalada: Por apartamento de 2 quartos (70 m²) Iluminação e tomadas . Caso 3 Entrada coletiva exclusivamente residencial com 2 agrupamentos de medidores.86) x 0. do serviço de uso do condomínio e dos trechos coletivos serão determinadas conforme a seguir: RECON .BT Novembro de 2007 64/186 .1.1 kVA Aparelhos de aquecimento .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela . materiais e equipamentos da instalação da entrada coletiva. 80 DR = (24.8 kVA Aparelhos de aquecimento .1 x 4.1 x 4.2 bombas de 3 CV (1 reserva) Como se trata de "Entrada coletiva exclusivamente residencial".2 x 3/4 CV Circuito de serviço de uso do condomínio Iluminação e tomadas .DR = ( DAG + DS ) x 0. Sistema de serviço único com área útil de 600 m².1 x 1 CV .1 x 1 CV Por apartamento de 3 quartos (90 m²) Iluminação e tomadas .4 kVA (chuveiro) Motores trifásicos .23 + 11.87 kVA Demanda do ramal de ligação (DR ) = 28.8.87 kVA Essa demanda deve ser utilizada para dimensionar os condutores. um com 10 apartamentos de 2 quartos (área útil = 70m²) e outro com 10 apartamentos de 3 quartos (área útil = 90 m²).80 = 28. a carga instalada e as demandas das unidades consumidoras residenciais.2 elevadores de 10CV .4 kVA (chuveiro) Aparelhos de ar condicionado tipo janela .2.0 kVA Aparelhos de aquecimento .1 x 4.

Avaliação e dimensionamento dos circuitos individuais dos apartamentos Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento do circuito de serviço do condomínio Pelo “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Avaliação da demanda e dimensionamento dos trechos coletivos Pelo “Método de avaliação - Seção B”, estabelecido no item 13.2.

A – Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento
Por apartamento (70 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 70 = 2,1 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (1,8 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,1 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,1 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) Carga instalada ( CI ) = 2,1 + 4,4 + 1,52 = 8,02 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 8,02 x 0,92 = 7,38 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 2 quartos - 70 m²). Por apartamento de (90 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,030 x 90 = 2,7 kVA, ou seja, maior que o valor declarado (2,1 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 2,7 kVA. Carga instalada ( CI ) = 2,7 + (1 x 4,4) + (1 x 1 CV) + (2 x 3/4 CV) Carga instalada total ( CI ) = 2,7 + 4,4 + 1,52 + (2 x 1,26) = 11,14 kVA Carga instalada total ( CI kW ) = 11,14 x 0,92 = 10,25 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “ Método de avaliação Seção A” , estabelecido no item 13.1, à carga instalada, para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora (apartamento de 3 quartos - 90 m²).
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Circuito de serviço de uso do condomínio (600 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0,005 x 600 = 3,0 kVA, ou seja, menor que o valor declarado (8,0 kVA), logo o valor a ser considerado deve ser 8,0 kVA. Carga instalada ( CI ) = 8,0 + (1 x 4,4) + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (1 x 3 CV) Carga instalada ( CI ) = 8,0 + 4,4 + (2 x 11,54) + (1 x 6,02) + (1 x 4,04) = 45, 54 kVA Carga instalada ( CI kW ) = 45,54 x 0,92 = 41,9 kW É necessário calcular a demanda a partir da aplicação do “Método de avaliação Seção A”, estabelecido no item 13.1, à carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao circuito de serviço de uso do condomínio, visto como uma unidade consumidoras individual.

B - Avaliação das demandas (kVA)
Por apartamento (70 m2) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,1 kVA d1 = (1 x 0, 80 ) + (1 x 0,75) + (0,1 x 0,65) = 1,62 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) d3 = 1,52 x 1 = 1,52 kVA Nº de aparelho de ar = 1 Logo, FD = 100 %

D total ( UC) = d1 + d2 + d3 = 1,62 + 4,4 + 1,52 = 7,54 kVA Demanda por apartamento ( 70 m² ) = 7,54 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V, ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais.

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Por apartamento (90 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2,7 kVA d1 = (1 x 0, 80) + (1 x 0,75) + (0,7 x 0, 65) = 2,01 kVA Aparelhos de aquecimento d' água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kW d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A) C3 = (1 x 1CV) + ( 2 x 3/4CV) d3 = [ (1 x 1,52) + (2 x 1,26 )] x 1,0 = 4,04 kVA Nº de aparelhos de ar = 3 Logo, FD =100 %

D total (UC) = d1 + d2 + d3 = 2,01 + 4,4 + 4,04 = 10,45 kVA Demanda por apartamento (90 m²) = 10,45 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais dos circuitos individuais, dedicados às unidades consumidoras residenciais. Demanda do circuito de serviço residencial de uso do condomínio (DSR) Conforme “Método de avaliação - Seção A”, estabelecido no item 13.1. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8,0 kVA d1 = 8,0 x 0,8 = 6,4 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = 1 x 4,4 kVA d2 = 4,4 x 1,0 = 4,4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 2 x 10 CV = 2 X 11,54 kVA 1 x 5 CV = 1 X 6,02 kVA 1 x 3 CV = 1 X 4,04 kVA Nº de motores = 4 Logo, FD = 57,5%

d5 = [(2 x 11,54) + (1 x 6, 02) + (1 x 4, 04)] x 0,575 = 19,06 kVA

DSR = d1 + d2 + d5 = 6,4 + 4,4 + 19,06 = 29,86 kVA
A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.

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RECON .2. Agrupamento 2 ..Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito individual de serviço de uso do condomínio. Demanda dos agrupamentos (DAGR) As unidades consumidoras residenciais utilizam equipamentos de aquecimento de água (chuveiros de até 4.. são distribuídas em dois agrupamentos de medidores com a seguinte composição: Agrupamento 1 . dedicado às unidades consumidoras residenciais. estabelecido no item 13.64 DAGR2 = 2.10 apartamentos de 90 m².66 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos .64 = 25. Demanda do agrupamento 1 (DAGR1) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 70 m² = 2.10 apartamentos de 70 m². Fator de Diversidade = 9. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 90 m²).44 kVA Demanda do agrupamento de medidores 1 (DAGR1) = 20.44 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum. Demanda do agrupamento 2 (DAGR2) Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: apartamento 90 m² = 2. e.12 kVA / apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . 64 DAGR1 = 2. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos de 70 m²).4 kW).64 kVA Demanda do agrupamento de medidores 2 (DAGR2) = 25. Conforme “Método de avaliação .12 x 9.. Fator de diversidade = 9.66 x 9.Seção B”.BT Novembro de 2007 68/186 ..64 kVA Essa demanda serve para dimensionar os equipamentos e materiais do circuito coletivo de uso comum.64 = 20.

38 x 17. o Fd = 17. DPG =2.86) x 0. RECON . dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).38 Pela TABELA 8.BT Novembro de 2007 69/186 . equipamentos e materiais do ramal de entrada coletivo. = [ (10 x 70) + (10 x 90) ] / (10 + 10) = 80 m2. sendo o resultado multiplicada por 0.80. ela não é considerada neste trecho coletivo.80 = 57. através das TABELAS 7A. dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos) e ao circuito de serviço de uso do condomínio.09 kVA Demanda do Ramal de ligação (DR) = 57.) = 2.50 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva. Demanda da proteção geral de entrada (DPG) = 41. ou seja. Demanda do ramal de ligação (DR) A demanda do ramal de ligação ou demanda total da instalação de entrada será determinada através do somatório da demanda da proteção geral de entrada (DPG) com a demanda do circuito de serviço de uso do condomínio (DS).80 DR = (41. DR = ( DPG + DSR ) x 0. Considerando 10 apartamentos de 70 m2 e 10 apartamentos de 90 m2.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. 7B e 8.50 + 29. Aeq.50 kVA Como a carga do serviço de uso do condomínio é derivada antes do dispositivo de proteção geral de entrada.44 para 20 apartamentos. à toda entrada coletiva. logo p/ TABELA 7A kVA (Aeq.Demanda da proteção geral (DPG) A demanda da proteção geral da entrada coletiva (DPG) será determinada em função da área útil ponderada entre os dois grupos de apartamentos.44 = 41.

90 ) .9.8.Caso 4 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: Tensão de fornecimento em 220/127 V.2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento d' água Unidade central de ar condicionado Motores trifásicos . Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m2.1 x 4.2 elevadores de 10 CV .2 kVA Aparelhos de aquecimento .3.2.0 kVA Motores trifásicos . do serviço residencial. Características da carga instalada Por apartamento ( 60 m² ) Iluminação e tomadas Aparelhos de aquecimento Aparelhos de ar condicionado tipo janela Por loja Iluminação e tomadas .BT Novembro de 2007 70/186 .4 kVA (chuveiro) .1 x 4.1 x 3/4 CV Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial) a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). 12 lojas com área útil de 30 m². 20 apartamentos com área útil de 60 m².IN = 100 A ( cos ϕ = 0. deve ser feita conforme a seguir: RECON .2 bombas de 5 CV (1 reserva) . Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 200 m2.2 bombas de 5 CV (1 reserva) . Dois agrupamentos de medidores.0 kVA .4 kVA (chuveiro) Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas .4 kVA (chuveiro) .0 kVA . sendo um para os 20 apartamentos e o outro para as 12 lojas. do serviço não residencial e dos trechos coletivos.1 x 4.

2: . logo o valor a ser considerado deve ser 3. Carga instalada (CI) = 3. Carga instalada (CI) = 2.66 x 0.60 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos . maior que o valor declarado (3. ou seja.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .Seção B”.92 = 7.6 kVA.4 = 7. estabelecido no item 13.Avaliação e dimensionamento individual das lojas . estabelecido no item 13. RECON .26 = 7.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial . Por loja (30 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA).66 kVA Carga instalada (CI kW) = 7.020 x 30 = 0.Seção A”. menor que o valor declarado (2.8 kVA.99 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial.BT Novembro de 2007 71/186 .Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (60 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. logo o valor a ser considerado deve ser 2.1: .030 x 60 = 1.2 kVA.2 + 4.Avaliação e dimensionamento do circuito comuns das cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . ou seja.60 x 0.92 = 6.Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .4 + 1.05 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora residencial.0 + 4.Pelo “Método de avaliação .0 kVA).0 kVA.

logo o valor a ser considerado deve ser 9.53 kVA Carga instalada (CI kW) = 57.005 x 200 = 1. ou seja.54) + (1 x 6.Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (200 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA.18 x 0.4 x 1.0 kVA.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes ao serviço.0 = 4.80) + (1 x 0.BT Novembro de 2007 72/186 . Carga instalada (CI) = 9.Seção A”.4) + [( √ 3 x 220 x 100)/1000] + (1 x 5CV) Carga instalada (CI) = 9. B .02) = 57.92 = 41.1.Seção A”.0 kVA. Carga instalada (CI) = 8.55 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = (1 x 4. logo o valor a ser considerado deve ser 8.0 + (1 x 4.0 kVA. A demanda do circuito de serviço deve ser determinada pelo “Método de avaliação .0 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) + (2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 8. ou seja.11 + (1 x 6.0 + (2 x 11.0 kVA).53 x 0.005 x 240 = 1. menor que o valor declarado (8.1.92 = 52.0 kVA). menor que o valor declarado (9.75) = 1.0 + 4.0 kVA d1 = (1 x 0. estabelecido no item 13. A demanda do circuito de serviço será determinada pelo “Método de avaliação .Avaliação das demandas (kVA) Por apartamento (60 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 2.02) +(2 x 4. estabelecido no item 13.18 kVA Carga instalada (CI kW) = 45. para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora.93 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada.4) kVA d2 = 4.4 kVA RECON .4 + 38.04) = 45. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.

21 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V. Por Loja (30 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 3. Essa demanda servirá para dimensionar os condutores. D total = d1 + d2 = 2. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas). já que as instalações são servidas por sistema de ar condicionado central.26 kVA Nº de aparelhos de ar = 1 Logo.26 = 7.0 = 1. estabelecido no item 13.56 kVA Aparelhos de aquecimento d’água (TABELA 2) C2 = (1 x 4.55 + 4. dedicados às unidades consumidora residenciais (apartamentos).4 + 1.26 x 1. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.Seção A”.1.96 kVA Demanda por Loja (30 m²) = 6. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação .80 = 2.56 + 4.26 kVA d3 = 1. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3) C3 = (1 x 3/4 CV) C3 = 1.4 = 6. equipamentos e materiais dos circuitos individuais.2 kVA d1 = 3. RECON .0 = 4. FD = 100 % D total = d1 + d2 + d3 = 1.2 x 0. ou então trifásica 220/127 V de acordo com a conveniência do Consumidor.4 kVA Aparelhos de ar condicionado tipo janela (TABELA 3A ou 3B) Não existem aparelhos tipo janela. 96 kVA A categoria de atendimento pode ser monofásica em 127 V.4 x 1.BT Novembro de 2007 73/186 .21 kVA Demanda por apartamento (60 m²) = 7.4) kVA d2 = 4.

8 = 6.02 kVA N° de motores = 1 FD = 100 % Nº de aparelhos = 1 Logo FD = 100 % Nº de aquecedores = 1 Logo FD = 100 % DSNR = d1 + d2 + d4 + d5 = 7.11 kVA d4 = 38. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.73 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220 / 127 V. Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “ Método de avaliação .0 x 0.4 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 38.0 kVA d1 = 9.4 + 38.02 = 55.54 kVA 1 x 5 CV = 1 x 6.1.02 = 6. dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).BT Novembro de 2007 74/186 .4 x 1 = 4.02 kVA d5 = 1 x 6.11 kVA Motores (TABELA 5) C5 = 1 x 5 CV = 6. estabelecido no item 13. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.80 = 7.4 kVA Motores (TABELA 5A e 5B) 2 x 10 CV = 2 x 11.73 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 55.20 + 4.11 + 6.20 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 1 x 4.02 kVA 2 x 3 CV = 1 x 6. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio.06 kVA Nº de motores = 5 Fator de demanda = 54 % RECON .Seção A” .0 kVA d1 = 8.11 x 1 = 38.4 kVA d2 = 4.73 kVA DSNR = 55.0 x 0.

1.09 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais.08= 26. equipamentos e materiais.2.54 = 20. 84 x 17. do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). 02) + (2 x 4. RECON ..44 = 32.09 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 32.04)] x 0. deve ser aplicado o “Método de avaliação .BT Novembro de 2007 75/186 .20 apartamentos de 60 m² Agrupamento 2 .54) + (1 x 6.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6.d5 = [(2 x 11.09 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. 84 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 20 apartamentos . Como as unidades consumidoras utilizam equipamentos individuais de aquecimento de água: Da TABELA 7-A: Apartamento 60 m2 = 1.48 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26. equipamentos e materiais do circuito do agrupamento de medidores dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 32. Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.Seção B”.. composto exclusivamente por unidades consumidoras residenciais (apartamentos). deve ser aplicado o “Método de avaliação .12 lojas de 30 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento de medidores.48 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.Seção A” . Fator de Diversidade = 17. nas cargas das lojas. estabelecido no item 13.4 + 20.44 DAGR = 1. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. com a seguinte composição: Agrupamento 1 . estabelecido no item 13.

76 kVA Nº de aparelhos = 12 Logo. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG).BT Novembro de 2007 76/186 . sendo o resultado multiplicado por 0.80. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada.72 + 23.48 kVA Demanda da proteção geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13. Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13. FD = 45 % DAGNR = d1 + d2 = 30.26 kVA = (32.09 + 54. com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 12 x 3.40 x 0.26 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.48 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54. sendo o resultado multiplicado por 0.8 = 30.76 DAGNR = 54.80.3.80 x 0.1.48) x 0.80 kVA d2 = 52.40 kVA d1 = 38.2 kVA = 38. equipamentos e materiais do circuito trifásico dedicado exclusivamente ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).3.72 kVA Aparelhos de aquecimento (TABELA 2) C2 = 12 x 4.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".45 = 23.80 DPG = 69.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores".4 kVA = 52.1.48 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.80 Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 69. RECON . DPG = (DAGR + DAGNR ) x 0. a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR). Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 54.

sendo um para os 10 apartamentos e o outro para as 7 lojas.26 + 26.80 = 121.1 x 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades consumidoras residenciais Iluminação e tomadas Motores trifásicos 7.Cos ϕ = 0. Caso 5 Entrada coletiva mista (residencial / comercial) com as seguintes características: “ Sistema de aquecimento de água das unidades de consumo a gás” Tensão de fornecimento em 220/127 V. Serviço exclusivo para as lojas com área útil de 240 m².BT Novembro de 2007 77/186 .80 = (69. 7 lojas com área útil de 180 m².18 kVA DR = 121. Características da carga instalada Por apartamento ( 300 m² ) Iluminação e tomadas . Serviço exclusivo para os apartamentos com área útil de 400 m2.73) x 0.5 kVA 2 elevadores de 10 CV 2 bombas de 5 CV (1 reserva) 2 bombas de 3 CV Circuito de serviço dedicado às unidades de consumo não residencial (lojas) RECON .IN = 55 A .48 + 55.2 kVA . Dois agrupamentos de medidores.DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.8.6.8 Por loja (180 m²) Iluminação e tomadas Fan-coil .18 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. 10 apartamentos com área útil de 300 m².18 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 121. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.2 kVA Uma unidade de ar condicionado central .

Determinação da carga instalada e da categoria de atendimento Por apartamento (300 m²) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.Iluminação e tomadas .2 bombas de 5 CV (1 reserva) Como se trata de entrada coletiva mista (residencial / comercial).96 = 29. Por loja (180 m²) RECON .0 kVA.Avaliação e dimensionamento individual das lojas .Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço não residencial .030 x 300 = 9. a avaliação da carga e das demandas das unidades consumidoras (apartamentos e lojas). ou seja. Carga instalada (CI) = 9.Seção A”.Avaliação e dimensionamento do circuito de serviço residencial .0 + [( √ 3 x 220 x 55 )/1000] Carga instalada (CI) = 9.96 Carga instalada (CI kW) = 29.2 kVA).0 kVA.Avaliação e dimensionamento do circuito comum de cargas não residenciais Pelo “Método de avaliação . do serviço não residencial e dos trechos coletivos.57 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade de consumo residencial. logo o valor a ser considerado deve ser 9.92 = 27.0 kVA Unidade central de condicionamento de ar (3φ) . estabelecido no item 13.0 + 20. deve ser feita conforme a seguir: Pelo “Método de avaliação . estabelecido no item 13. 82) Motores . do serviço residencial.9.1: .Avaliação e dimensionamento individual dos apartamentos .Avaliação e dimensionamento dos trechos coletivos das cargas residenciais A .2: .96 x 0.BT Novembro de 2007 78/186 .IN = 130 A (cos ϕ = 0. maior que o valor declarado (6.Seção B”.

24 kVA Carga instalada (CI kW) = 12. estabelecido no item 13.0 kVA). ou seja.005 x 240 = 1.1.5 + (2 x 11.Seção A”. logo o valor a ser considerado deve ser 7.04) = 44. estabelecido no item 13.0 + 49.04 = 12.5 kVA). a demanda deve ser determinada através da aplicação do “Método de avaliação .5 kVA.92 = 11.2 + (1 x 4. logo o valor a ser considerado deve ser 9.Seção A”.92 = 41. Carga instalada (CI) = 8.2 + (1 x 3 CV) = 8.26 kW É necessário calcular a demanda a partir da carga instalada para determinar a categoria de atendimento e dimensionar os materiais e equipamentos inerentes a cada unidade consumidora não residencial (loja).Avaliação das demandas (kVA) RECON .92 = 59.Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA).54 + (1 x 6. menor que o valor declarado (7. logo o valor a ser considerado deve ser 8. menor que o valor declarado (9.BT Novembro de 2007 79/186 .40 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras não residenciais (lojas).11 kW Como o circuito de serviço é dedicado exclusivamente às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).0 + [( √ 3 x 220 x 130 )/1000] + (1 x 5 CV) Carga instalada (CI) = 9. ou seja.2 + 4. à carga instalada.54) + (1 x 6.56 x 0.0 kVA.02) = 64.2 kVA.0 kVA.68 kVA Carga instalada (CI kW) = 44.1. B .5 + (2 x 10 CV) + (1 x 5 CV) +(2 x 3 CV) Carga instalada (CI) = 7.02) + (2 x 4. Carga instalada (CI) = 7. ou seja.6 kVA. Circuito de serviço de uso do condomínio "residencial" (400 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0.2 kVA.56 kVA Carga instalada (CI kW) = 64. Carga instalada (CI) = 9. Circuito de serviço de uso do condomínio "não residencial" (240 m2) Previsão mínima de iluminação e tomada pela TABELA 1 = 0. menor que o valor declarado (8.005 x 400 = 2.24 x 0.020 x 2180 = 3.68 x 0.04) Carga instalada (CI) = 8. a demanda deve ser determinada pelo “Método de avaliação .

65 x 1) + ( 0.2 x 0.76 kVA Demanda por apartamento (300 m²) = 25.96 kVA D total (Aptº) = d1 + d4 = 4. Por Loja (180 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 8.04 = 10.40 x 1) + (0.80 = 6.35 x 1) + (0. 60 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.96 x 1.8 + 20.30 x 1) = 4. equipamentos e materiais dos circuitos individuais dedicados às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).60 x 1) + ( 0.BT Novembro de 2007 80/186 .96 kVA d4 = 20.96 = 25.2 kVA d1 = 8.0 kVA d1 = (0.60 kVA Demanda por Loja (180 m²) = 10.04 kVA D total = d1 + d4 = 6.04 kVA d4 = 4.45 x 1) + (0. dedicados às unidades consumidoras não residenciais (lojas).80 x 1) + (0.76 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V. equipamentos e materiais dos circuitos individuais. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.56 + 4. Essa demanda serve para dimensionar os condutores.50 x 1) + (0.8 kVA Unidade central de ar condicionado (TABELA 4) C4 = 20.0 = 4.75 x 1) + (0.56 kVA Fan-Coil (TABELAS 5A e 3B) C4 = 1 x 3CV = 1 x 4.0 = 20.04 x 1.Por apartamento (300 m²) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.8 kVA d1 = 4. Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) RECON .

Deve ser aplicado o “Método de avaliação . 20 + 49.76 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.5 x 0. 20 kVA Unidade de ar condicionado central (TABELA 4) C4 = 49.0 kVA Motores (TABELAS 5A e 5B) RECON .5 kVA d1 = 7. equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras não residenciais (lojas).54 kVA NOTA: Neste exemplo estamos considerando que o sistema de ar condicionado central (geração de água gelada – “termoacumulação”) esteja ocorrendo durante a demanda máxima do Consumidor.54 + 6.Seção A”.02 = 62.76 kVA Demanda do circuito de serviço não residencial (DSNR) = 62. 02 kVA d5 = 6. 0 kVA d1 = 9. estabelecido no item 13. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7.BT Novembro de 2007 81/186 . Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) Deve ser aplicado o “Método de avaliação . Motores (TABELA 5A e 5B) C5 = 1 x 5 CV = 6.8 = 7. 02 kVA DSNR = d1 + d4 + d5 DSNR = 7. Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 9.8 = 6. 0 x 0.1. não é necessário que o valor específico “d4” seja adicionado ao total demandado.1. Nos casos em que o sistema de termoacumulação estiver ocorrendo fora do instante de demanda máxima em questão (casos de utilização de tarifa horo-sazonal).Seção A”.54 kVA d4 = 49.54 x 1 = 49. estabelecido no item 13.

Demanda dos Agrupamentos (DAG) São dois os agrupamentos de medidores.04) kVA "Não são computados motores de reserva " d5 = [(2 x 11.04)] x 0. Como as unidades consumidoras não utilizam equipamentos elétricos de aquecimento de água: Da TABELA 7-B: Apartamento 300 m² = 6.54 = 20.BT Novembro de 2007 82/186 .08 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.0 + 20.08 kVA DSR = d1 + d5 DSR = 6. Fator de Diversidade = 9.64 = 66.. com a seguinte composição: Agrupamento 1 .91 kVA / Apartamento Da TABELA 8: 10 apartamentos . equipamentos e materiais do circuito de serviço do condomínio dedicado às unidades consumidoras residenciais (apartamentos).61 kVA RECON .2 x 10 CV = (2 x 11.7 lojas de 180 m² Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) Como se trata de agrupamento composto por medidores exclusivamente dedicados às unidades consumidoras residenciais.10 apartamentos de 300 m² Agrupamento 2 .2. 02) kVA 2 x 3 CV = (2 x 4.54) kVA 1 x 5 CV = (1 x 6.54) + (1 x 6.08 kVA Demanda do circuito de serviço residencial (DSR) = 26.08 = 26.91x 9. deve ser aplicado o “Método de avaliação Seção B”. equipamentos e materiais.61 kVA Demanda do Agrupamento 1 (DAGR) = 66..61 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores. do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras residenciais (apartamentos). Demanda da proteção parcial do Agrupamento 1 (DAGR) = 66. estabelecido no item 13. 02) + (2 x 4.64 DAGR = 6.

Seção A”.61 + 74.28 = 74.2 kVA A categoria de atendimento deve ser trifásica em 220/127 V.28 kVA d3 = 28. Demanda da proteção parcial do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74. considerando que os serviços estão conectados antes do dispositivo de proteção geral de entrada. estabelecido no item 13. equipamentos e materiais do circuito dedicado ao agrupamento de medidores das unidades consumidoras não residenciais (lojas).4 x 0.Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) Como se trata de agrupamento dedicado às unidades consumidoras não residenciais.80 = 112.65 kVA Demanda proteção geral de entrada (DPG) = 112.0 = 28. nas cargas das lojas.2 kVA Demanda do Agrupamento 2 (DAGNR) = 74.2) x 0. Essa demanda serve para dimensionar os condutores. 80. sendo o resultado multiplicado por 0.BT Novembro de 2007 83/186 .65 kVA Essa demanda serve para dimensionar o equipamento de proteção geral da entrada coletiva.04) = 28. DPG = ( DAGR + DAGNR ) x 0.28 x 1.3.92 + 28. deve ser aplicado o “Método de avaliação .80 DPG = 112.2 kVA Demanda da proteção Geral (DPG) Conforme estabelecido no item 13.1. Demanda do agrupamento 2 (DAGNR) Iluminação e tomadas (TABELA 1) C1 = 7 x 8.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". a demanda da proteção geral (DPG) deve ser determinada através do somatório das demandas dos agrupamentos (DAGR e DAGNR).4 kVA d1 = 57. RECON .8 = 45.65 kVA = (66.28 kVA Nº de Fan-coil = 7 Fator de demanda = 100% DAGNR = d1 + d3 DAGNR = 45.2 = 57.1.92 kVA Fan-coil (TABELAS 3B e 5A) C3 = 7 x (1 x 3 CV) = 7 x (1 x 4.

RECON .76) x 0.3.80 = 161.08 + 62.1.65 + 26.BT Novembro de 2007 84/186 .Demanda do ramal de ligação (DR) Conforme estabelecido no item 13.80. equipamentos e materiais do ramal de ligação da entrada coletiva.80 = (112.19 kVA Demanda do ramal de ligação (DR) = 161.2 "Avaliação da demanda de entradas coletivas com mais de um agrupamento de medidores". sendo o resultado multiplicado por 0. a demanda do ramal de ligação será determinada através do somatório da demanda da proteção geral (DPG). com as demandas do serviço residencial (DSR) e do serviço não residencial (DSNR).19 kVA DR = 161. DR = (DPG + DSR + DSNR) x 0.19 kVA Essa demanda serve para dimensionar os condutores.

BT Novembro de 2007 85/186 .00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS EM BAIXA TENSÃO RECON .RECON / BT SEÇÃO 02.07.

indo direto até o medidor. 33.1 < D ≤ 66. A descida < poderá ser através do próprio cabo multiplex. Caixa CS 100 e CTP. na fachada. no muro ou na fachada. um dos seguintes padrões de entrada deve ser preparado pelo Consumidor: TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO DIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CTM sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTM semi-embutidas semi-embutida em gabinete no recuo técnico. sobreposto. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. aterramento. com CPG 225 interna. indo direto até o medidor. pontalete ou fachada. Ramal de ligação subterrâneo em cabo ou. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. com CDJ 1 interna. no muro Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado ou na fachada. do ponto de ancoragem até a medição.14 .0< D ≤ 23. instalado em eletroduto embutido ou instalado em eletroduto embutido. em gabinete no recuo técnico.BT Novembro de 2007 86/186 . medição. 23. a critério da Light. ou na fachada. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou Caixa CS 100 e CTP semi-embutidas em semi-embutida em gabinete no recuo técnico.2< D ≤ 33. singelo ou armado a critério da Light. em gabinete no recuo técnico. com CDJ 1 interna. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico. pontalete ou fachada. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. com CDJ 3 interna. no muro ou no muro ou na fachada. com CDJ 3 interna. Caixa CSM 200 semi-embutida em gabinete no recuo técnico.3 ou.. no muro no muro ou na fachada. De acordo com as características da rede de distribuição local e com a demanda da instalação. Ramal de ligação subterrâneo em cabo concêntrico. 8. com CPG-225 interna. A descida poderá ser através do próprio cabo multiplex. singelo ou armado. semi-embutidas no muro ou na fachada. em cabo singelo ou armado. pontalete ou fachada. Caixa CTP sobreposta em poste particular ou semi-embutida em gabinete no recuo técnico. instalado em eletroduto embutido. em cabo singelo ou singelo ou armado. no muro ou na fachada. pontalete ou fachada. com descida em eletroduto embutido ou sobreposto. D ≤ 8. gabinete no recuo técnico. a critério da Light. com CDJ 3 interna. com CDJ 3 interna. do ponto de ancoragem até a medição. a critério da Light.Padrão de ligação de entradas de energia elétrica individuais As condições gerais de fornecimento envolvendo proteção geral. instalado em eletroduto embutido. a critério da Light.1 em poste.0 Ramal de ligação aéreo concêntrico bipolar ancorado em poste. materiais etc. armado. RECON . a critério da Light.2 < Ramal de ligação aéreo concêntrico tetrapolar ancorado em poste. instalado em eletroduto embutido.

Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. em cabo singelo ou armado. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. conforme nota 4 a seguir. 3 < D ≤ 150 Alternativamente. Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. conforme nota 4 a seguir. critério da Light. Por conveniência técnica do consumidor. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. Caixa CSM 1500. em cabo singelo ou armado. A descida poderá ser. poderá ser empregada caixa CSMD 1500 em gabinete interno. poderá ser empregada caixa CSMD 600 em gabinete interno. REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSM 1500. 66. o ramal de ligação poderá ser integralmente Ramal de ligação subterrâneo em cabo em cabo subterrâneo singelo ou armado. no muro ou fachada. a critério da Light. do ponto de ancoragem até a medição. com CPG 600 interna. Alternativamente. no muro ou na fachada. instalado em eletroduto embutido. conforme nota 4 a seguir. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. Alternativamente. a critério da Light. poderá ser empregada Caixa CSM 600.8 Por conveniência técnica do consumidor. gabinete no recuo técnico.8 < D ≤ 300 Ramal de ligação aéreo multiplex ancorado em poste. a singelo ou armado. no muro ou na fachada. A descida poderá ser. 150 < D ≤ 198. embutido.0 NÃO SE APLICA RECON . com CPG 1000 interna ou CPG especial. a critério da Light. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 300 < D ≤ 497. a critério da Light instalado em eletroduto embutido. Alternativamente. instalado em eletroduto instalado em eletroduto embutido. instalado em eletroduto embutido ou sobreposto. o ramal de ligação poderá ser integralmente em cabo subterrâneo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 87/186 . com CPG 1000 interna ou CPG especial. do ponto de ancoragem até a medição. com CPG 600 interna. conforme nota 4 a seguir. pontalete ou fachada. semi-embutida em gabinete no recuo técnico. no muro ou fachada. a critério da Light. semi-embutida em caixa CSMD 600 em gabinete interno. pontalete ou fachada.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA Caixa CSM 600. 198.

0 < D ≤ 994. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo em eletroduto embutido. deve ser respeitado o raio mínimo de curvatura de 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo singelo multiplexado e 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. o ramal de ligação poderá ser em cabo subterrâneo instalado em banco de eletrodutos.0 NÃO SE APLICA D > 994. instalado em eletroduto embutido.TIPO DE PADRÃO DE ENTRADA – MEDIÇÃO INDIRETA DEMANDA (kVA) REDE AÉREA REDE SUBTERRÂNEA Caixa CSMD 3000 em gabinete interno. medição e proteção. 3) Todas as características técnicas dos materiais e detalhamentos de montagens encontram-se.BT Novembro de 2007 88/186 . instalada em gabinete interno. 2) Em região de rede aérea. sob consulta prévia à Light.0 NÃO SE APLICA NOTAS: 1) No caso de uso de cabo singelo ou cabo armado. a partir de projeto apresentado para validação. em muro ou fachada. respectivamente. a critério da Light. Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado. a instalação do respectivo padrão deve ser em gabinete interno de alvenaria empregando caixa CSMD semiembutida. por conveniência do consumidor. nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação contidos nesta Regulamentação. RECON . com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. onde a demanda da entrada indique ramal de ligação aéreo. Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. 497. Caixa especial de seccionamento. à distância máxima de 3 (três) metros do limite de propriedade com a via pública ou da porta de acesso principal da edificação. com distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. 4) Para unidades consumidoras sem viabilidade técnica de instalação do padrão de entrada no recuo técnico.

conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light. o Consumidor deve deixar preparada. o ramal de ligação deve ser aéreo. NOTAS: 1 . Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 150 kVA. eletrodutos envelopados em concreto etc. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. pontalete ou fachada) na propriedade particular. limitado às potências máximas em função da respectiva ampacidade do cabo escolhido. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.1 . o ramal de entrada deve ser a continuidade do ramal de ligação. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários a partir do ponto de entrega. pontalete ou fachada) na propriedade particular. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste.CS quando for o caso (entradas individuais) ou a caixa de proteção geral . o ramal de ligação deve ser aéreo.14.1 . A partir do ponto de entrega até a medição ou a entrada do barramento da caixa de secionamento . deve ser utilizado o procedimento de ancoramento na fachada ou poste do Consumidor com cabo armado ou cabo singelo em cobre. 14. fornecido e instalado pela Light. além dos aspectos de queda de tensão e curtocircuito que também devem ser considerados. a critério da Light. RECON . 2 .) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. À cada entrada de energia elétrica deve ser dedicado um único ramal de ligação.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea.BT Novembro de 2007 89/186 . Não atendidas as citadas condições. a partir do ponto de entrega. a partir do ponto de ancoragem. da rede de distribuição até o ponto de entrega. em cabo concêntrico ou multiplexado fornecido e instalado pela Light.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA. da rede de distribuição até o ponto de entrega. a estrutura civil (caixas de passagem. instalado em eletroduto sobreposto em poste. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. em cabo concêntrico ou multiplex.1. embutido na parede ou ainda em linha de dutos envelopada em concreto.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entrada individual O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo.CPG (entradas coletivas).

o ponto de ancoramento deve garantir tração permissível de.Resistências mecânicas a tração. considerando o vão máximo de 30 m. 150 daN para rede do mesmo lado e flecha no ramal com 0.BT Novembro de 2007 90/186 .6 kVA Trifásico 74.Os comprimentos acima somente são aplicáveis.6 < D ≤ 150 kVA Trifásico 150 < D ≤ 300 kVA 30 25 25 20 18 12 30 30 25 22 15 30 25 18 30 21 10 25 10 30 10 30 25 25 20 18 12 10 30 25 20 17 15 10 7 30 20 20 18 16 25 25 20 19 30 30 25 23 15 30 27 18 30 22 - NOTAS: 1 . no mínimo. 2 . Nesse sentido.50 5%) Fachada Rede do lado oposto Poste de 7 m (flecha 0.3 .2 < D ≤ 49. 3 .50 5%) Pontalete 30 30 30 21 21 18 16 - 75 100 150 200 300 400 75 50 75 100 150 200 300 600 75 daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN daN Monofásico D ≤ 8 kVA Bifásico D ≤ 14 kVA Trifásico D ≤ 23. Postes .75 / 100 / 150 daN . RECON .Fica a cargo da Light fornecer e instalar os condutores do ramal de ligação aéreo até o ponto de entrega.5 m. A resistência do conjunto estrutura de ancoramento do ramal + alvenaria (parede) deve apresentar resistência mínima à tração de 50 daN.7 < D ≤ 74.50 daN. Pontalete . O comprimento máximo do vão associado ao tipo de ancoramento e posição da rede não deve exceder aos limites a seguir: LIMITES TÉCNICOS PARA ANCORAMENTO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO AÉREOS VÃO MÁXIMO PARA INSTALAÇÃO DO RAMAL (metros) Rede do mesmo lado Pontalete Tipo de Atendimento Poste de 6 m (flecha 0. 2 kVA Trifásico 23. Porca olhal na fachada / Parafuso M 16 .Para o atendimento com entrada individual. consideradas nas estruturas de ancoramento: . ou então 200 daN para rede no lado oposto e flecha no ramal com 0.7 kVA Trifásico 49.5 m. quando atendidas as alturas mínimas dos condutores ao solo e a compatibilidade com as limitações de resistência mecânica das estruturas de ancoramento do ramal de ligação.75 daN . o limite de Consumidores ancorados no mesmo ponto de ancoramento (ramais monofásicos independentes) é de até 3 (três) Consumidores.

na passagem de pedestres. .50 m do piso acabado. . fixada por parafusos chumbados na fachada. Nesse caso deve ser empregado parafuso M16 ou parafuso chumbador. com o ancoramento do ramal diretamente na fachada ou em pontalete. com porca olhal (ver padrões de ligação específicos). na passagem de veículos (entradas particulares). dispositivo de ancoramento e alvenaria. quando: . no limite de propriedade com a via pública. Alternativamente. terraços ou varandas (na projeção vertical). 1. 2. Estando a fachada da edificação situada no alinhamento do limite de propriedade com a via pública. desde de que as condições físicas permitam. os limites acima estão referidos à edificações com um único pavimento. os materiais necessários e adequados para receber o ramal de ligação.4 . 4. . Sempre que a fachada da edificação estiver situada no limite de propriedade com a via pública. saídas de incêndio. Deve ser empregado pontalete padronizado quando: . A edificação estiver recuada em relação ao limite de propriedade com a via pública. garantir a altura mínima de segurança dos condutores ao solo. conforme especificações nas tabelas de dimensionamento e nos padrões de ligação. sinalização e congêneres.50 m do piso acabado. anexos. 0.Nos ancoramentos em pontalete e diretamente na fachada. o ancoramento dos condutores do ramal de ligação. Os condutores do ramal de ligação deverão obedecer às seguintes distâncias mínimas de afastamento: .50 m acima do piso de sacadas. Cabe ao Consumidor fornecer e instalar. em sua propriedade.00 m do piso acabado. terraços ou varandas (na projeção vertical). terraços etc. RECON . ou necessário desviar os condutores do ramal do terreno de terceiros. não for possível atender a altura mínima de segurança dos condutores ao solo através do ancoramento diretamente na fachada. no limite de propriedade com a via pública. . pode ser empregada armação vertical com 1 (um) isolador. escadas. A resistência mecânica à tração do conjunto.50 m abaixo do piso de sacadas. 4.20 m quando passar junto à janelas. não deve ser inferior a 50 daN. . Neste caso o poste deve ser instalado junto a fachada da edificação. 0. devendo neste caso o poste ser instalado junto ao muro ou cerca. Não for possível. 5. .. considerando-se a correta fixação (concretagem) do dispositivo de ancoramento. deve ser feito em dispositivo chumbado diretamente na fachada. na passagem de veículos (travessia de logradouro). sacadas.BT Novembro de 2007 91/186 . . Deve ser usado poste padronizado (ver TABELA 12 e exemplos de ligação específicos a seguir).60 m entre circuitos de baixa tensão e circuitos de telefonia.

Nos casos de entrada individual com demanda até 150 kVA. considerada a definição do item 2.) conforme estabelecido na Resolução nº 456 da ANEEL. considerada a definição do item 2.2 . o ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. havendo conveniência técnica do Consumidor.7 alínea “d”. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. Nesse caso.CS / medição. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. além da capacidade dos disjuntores. através de cabo armado ou cabo singelo.1. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.7 alínea “d”..Ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada superior a 150 kVA. Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada individual com demanda avaliada até 300 kVA.BT Novembro de 2007 92/186 .Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. a critério da Light. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . a critério da Light. através de cabo armado ou cabo singelo. 14. através de cabo armado ou cabo singelo.CS / medição. Nesse caso todo o custo de instalação será de responsabilidade exclusiva do Consumidor.7 alínea “d”. considerada a definição do item 2. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento . a critério da Light.CS / medição. considerada a definição do item 2. 14. a critério da Light. 3. havendo conveniência técnica do Consumidor.00 m do piso acabado.Padrão de atendimento em entrada individual A TABELAS 10A e 10B desta Regulamentação apresentam os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento.3 .2 . através de cabo armado ou cabo singelo. 14. chaves etc. na saída de eletroduto.1.7 alínea “d”. RECON . fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a caixa de seccionamento .CS / medição. o ramal de ligação pode ser subterrâneo. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. seção dos condutores etc.

que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. consideradas as condições estabelecidas nos itens 5. a própria Light retira os selos. a fim de viabilizar tecnicamente e sob os aspectos de segurança o aumento de carga. etiquetas e parafusos de segurança.BT Novembro de 2007 93/186 . RECON . bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos da(s) caixa(s) do sistema de medição / proteção. Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia.5.3 .1. a substituição do medidor e a realização de outros serviços necessários. deve apresentar junto à Light toda a documentação com as informações referentes à carga conforme item 5. tanto com ramais de ligação aéreos quanto subterrâneos. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias.3 e 5.2.5. através de seu responsável técnico pela instalação. Após a concessão de autorização e realização de visita técnica ao local para avaliação. 14.2.Exemplos de aplicação de entradas individuais A seguir são apresentados arranjos de atendimentos de entradas individuais. Após realizar todas as adequações requeridas para o aumento de carga. o Consumidor. NOTA: As instalações construídas no padrão antigo deverão atender plenamente a esta Regulamentação. o responsável técnico pela instalação deve informar à Light.Atendimento a aumentos de carga em entrada individual Com exceção das condições estabelecidas no item 5. que providenciará a inspeção do local.1 . 14.1 desta Regulamentação.Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com os padrões contidos nesta Regulamentação de forma a viabilizar o atendimento.3 desta Regulamentação.Atendimento a ligações novas em entrada individual O atendimento a ligações novas em entrada individual deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação. bem como a instalação de novos lacres e selos.2 . 14.

Demanda ≤ 23.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO DERIVADO DE REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO (Considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex.3 kVA .2 kVA . CDJ 3 ou CPG 225 interna. até a medição. a critério da Light.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição . 23. através do próprio ramal multiplex.Caixa para medição CTM.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. VISTA FRONTAL RECON . em cabo singelo ou armado.BT Novembro de 2007 94/186 . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA < Demanda ≤ 66. 1A .Ramal de ligação aéreo com ancoramento na fachada.

de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.1 kVA e inferior ou igual a 66. o ramal de ligação. pode ser subterrâneo e. RECON .7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. nesse caso.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. interna. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. por conveniência do Consumidor. Entretanto.3 kVA. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 95/186 .

CDJ 3 ou CPG 225 interna.Caixa para medidor CTM. Demanda ≤ 23. até a medição.BT Novembro de 2007 96/186 . CTP ou CSM 200 semiembutida na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem. 2A . através do próprio ramal multiplex. a critério da Light.2 kVA .3 kVA . em cabo singelo ou armado.2 kVA < Demanda ≤ 66. 23. VISTA FRONTAL RECON .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete e caixa de medição semi-embutida na fachada Rede aérea de distribuição .Ex. com descida.

BT Novembro de 2007 97/186 . interna.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. RECON . Entretanto. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. por conveniência do Consumidor. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. pode ser subterrâneo e. o ramal de ligação.3 kVA. nesse caso. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.1 kVA e inferior ou igual a 66. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.

Caixa para medidor CTM.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. VISTA FRONTAL VISTA LATERAL RECON . no muro Rede aérea de distribuição .Ex. até a medição. 23.Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de medição em gabinete no recuo técnico. através do próprio ramal multiplex. em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. CTP ou CSM 200 semiembutida em gabinete no muro e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. 3A . a critério da Light. CDJ 3 ou CPG 225 interna.2 kVA < Demanda ≤ 66.2 kVA .3 kVA .BT Novembro de 2007 98/186 . Demanda ≤ 23.

nesse caso. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.1 kVA e inferior ou igual a 66.NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. interna. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade.BT Novembro de 2007 99/186 . pode ser subterrâneo e. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex. por conveniência do Consumidor.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. o ramal de ligação.3 kVA. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. RECON . Entretanto.

através do próprio ramal multiplex.2 kVA .3 kVA .Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. até a medição.Ex. Demanda ≤ 23. CTP ou CSM 200 e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. no poste particular. em cabo singelo ou armado.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação em cabo concêntrico até a medição. VISTA FRONTAL RECON . a critério da Light.Ramal de ligação aéreo com ancoramento e caixa de medição em poste particular Rede aérea de distribuição . 23.BT Novembro de 2007 100/186 . CDJ 3 ou CPG 225.Caixa para medidor CTM. 4A .

Entretanto. pode ser subterrâneo e. ou 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo ou multiplex.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. o ramal de ligação. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. deve ser empregada a caixa para medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225.7 desta Regulamentação devem ser fornecidos e instalados pela Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. RECON . de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado.1 kVA e inferior ou igual a 66. por conveniência do Consumidor. nesse caso. interna.BT Novembro de 2007 101/186 .3 kVA.

VISTA FRONTAL RECON . a critério da Light. de cabo singelo ou armado. no muro Rede aérea de distribuição – Caixa do medidor CSM no recuo técnico e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.Ramal de ligação em cabo multiplex até o ponto de ancoragem com descida. 5A .BT Novembro de 2007 102/186 . até a medição. 66.3 kVA < Demanda ≤ 300 kVA .Ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste particular e caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. através do próprio cabo multiplex.Ex.

internas. devem ser fornecidos e instalados pela Light. a critério da Light. em cabo singelo ou armado. Entretanto.7 desta Regulamentação. o ramal de ligação.BT Novembro de 2007 103/186 . nesse caso. pode ser subterrâneo e. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.VISTA LATERAL NOTAS: 1) O atendimento também pode ser efetivado através de ramal de ligação ancorado na fachada ou em pontalete. todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. em cabo multiplex até o ponto de ancoragem e descida. instalado em eletroduto embutido do ponto de ancoragem até a medição. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. RECON . Pode ser empregada caixa de medição CSM e caixa para disjuntor CPG ou caixa para seccionamento. por conveniência do Consumidor. medição e disjuntor CSMD. através do próprio cabo multiplex.

Demanda ≤ 23. CTP ou CSM 200 semi-embutidas na fachada e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1.2 kVA . 23. caixa do medidor CTM.BT Novembro de 2007 104/186 . singelo ou cabo armado.Ramal de ligação em cabo concêntrico.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA INDIVIDUAIS COM RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO DERIVADO DE REDE SUBTERRÂNEA DE DISTRIBUIÇÃO ( considerando os limites de fornecimento estabelecidos no item 4 desta Regulamentação) Ex. VISTA FRONTAL RECON . com caixa de medição semi-embutida na fachada Rede subterrânea de distribuição .Caixa CS. 1B .Ramal de ligação em cabo singelo ou armado.3 kVA . CDJ 3 ou CPG interna.2 kVA < Demanda ≤ 66.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico.

considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. RECON . deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.3 kVA.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33.BT Novembro de 2007 105/186 . ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.1 kVA e inferior ou igual a 66. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. devem ser fornecidos e instalados pela Light.7 desta Regulamentação. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.

BT Novembro de 2007 106/186 .Ramal de ligação em cabo singelo ou armado. 23. em gabinete no recuo técnico. Demanda ≤ 23. CTP ou CSM 200 semi-embutidas. 2B .Caixa CS.2 kVA < Demanda ≤ 66. CDJ 3 ou CPG interna.Ramal de ligação em cabo concêntrico.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo concêntrico. e caixa do disjuntor de proteção geral CDJ 1. caixa do medidor CTM. VISTA FRONTAL RECON .Ex. no muro Rede subterrânea de distribuição . no muro.2 kVA . com caixa de medição semi-embutida em gabinete no recuo técnico. singelo ou cabo armado.3 kVA .

1 kVA e inferior ou igual a 66. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo.VISTA LATERAL NOTAS: 1) No caso de demanda superior a 33. devem ser fornecidos e instalados pela Light. 3) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.3 kVA. deve ser empregada a caixa para seccionador e medidor CSM 200 e caixa de proteção geral CPG 225. 2) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.BT Novembro de 2007 107/186 .7 desta Regulamentação. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente. RECON .

3B .3 kVA < Demanda ≤ 497 kVA .Ex. e caixa do disjuntor de proteção geral CPG interna.Ramal de ligação subterrâneo em cabo singelo ou armado.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com caixa de “ medição indireta” em gabinete no recuo técnico. no muro Rede subterrânea de distribuição – Caixa para seccionador e medição indireta CSM semi-embutida em gabinete no recuo técnico. 66.BT Novembro de 2007 108/186 . VISTA FRONTAL RECON . no muro.

devem ser fornecidos e instalados pela Light. o ramal de ligação. 2)Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2.BT Novembro de 2007 109/186 . todos os custos atinentes devem ser de sua responsabilidade. nesse caso.VISTA LATERAL NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos. RECON .7 desta Regulamentação. pode ser subterrâneo e. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. por conveniência do Consumidor. Entretanto.

RECON .3 kVA VISTA INTERNA NOTAS: 1) Deve ser sempre observado o raio de curvatura dos cabos.7 desta Regulamentação.Ex.Ramal de ligação subterrâneo através de cabo singelo ou armado com medição “ indireta” interna na edificação.Caixa sobreposta na parede do gabinete interno da edificação. Rede subterrânea de distribuição . devem ser fornecidos e instalados pela Light. a partir de projeto apresentado para validação. Demanda > 66. 2) Os condutores do ramal de ligação até o ponto de entrega definido no item 2. a CSMD especial pode estar localizada a uma distância de até 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação.BT Novembro de 2007 110/186 . 4B . Essas condições devem ser previamente autorizadas pela Light. 3) Nos casos de atendimento especiais (acima de 3000 A). ou com 12 (doze) vezes o diâmetro externo do cabo quando utilizado cabo singelo. com 20 (vinte) vezes o diâmetro externo quando utilizado cabo armado. considerando a participação financeira do Consumidor de acordo com a legislação vigente.

BT Novembro de 2007 111/186 .07.RECON / BT SEÇÃO 03.00 PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA COLETIVAS EM BAIXA TENSÃO RECON .

Padrão de ligação de entrada de energia elétrica coletiva Em função das características construtivas da edificação e da conveniência do Consumidor. estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. RECON .1. a fim de que sejam informadas ao Consumidor as condições técnicas e comerciais para o fornecimento de energia elétrica (ramal aéreo ou subterrâneo.15 . Dessa forma. antes da elaboração do projeto definitivo e da execução das instalações elétricas da entrada consumidora. ventilado. podem ser empregados diferentes tipos de configurações e sistemas de medição. pode ser empregado sistema de medição eletrônica com leitura centralizada e telemetria. são fornecidos e instalados. com leitura centralizada e sistema de telemetria. sistemas de medição. com participação financeira pelo interessado no custeio. Normalmente. que pode variar de acordo com a carga ou com determinadas conveniências. Atenção especial deve ser dada às características do ramal de ligação. Entretanto. cabina de transformação.1 . Agrupamentos de medidores distribuídos nos andares Por conveniência técnica do Consumidor. Um concentrador de dados de medição deve ser localizado a no máximo 3 (três) metros da porta principal de acesso da edificação. localizados em ambiente seco. conforme estabelecido no item 9 desta Regulamentação. a solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida por consulta prévia à Light. sob responsabilidade da Light medidores eletromecânicos no agrupamento. iluminado. aterramento.1 .Medição em agrupamento Agrupamentos de medidores no pavimento térreo O padrão de medição de energia elétrica em entradas coletivas é através de agrupamento no pavimento térreo (no nível do arruamento). não inundável. Os medidores devem ser instalados em um ou mais agrupamentos. distribuição e medição (Figuras 11 a 13).). As condições técnicas de atendimento. tipo de padrão de entrada etc. montados em painel de proteção. tipo do ramal. que ofereça acesso livre à Light a qualquer tempo. é importante verificar junto à Light as definições acerca dessas condições que são de extrema importância para a adequada elaboração do projeto da entrada. o sistema de medição pode ser instalado de forma distribuída nos andares da edificação. evitando transtornos por eventuais contradições com esta Regulamentação. A solicitação para o atendimento deve ser sempre precedida de consulta prévia a Light.Medição 15. envolvendo a proteção geral de entrada. Dessa forma. Nesse caso. a medição será obrigatoriamente eletrônica. 15. materiais e outros. havendo conveniência técnica do Consumidor.BT Novembro de 2007 112/186 . nível de tensão.

1.). a ser definido em comum acordo com a Light. 15.3 . da rede de distribuição até o ponto de entrega situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. 15. lojas. A cada entrada de energia elétrica deve ser concedido um único ramal de ligação.Ramal de ligação aéreo derivado de rede aérea Rede aérea sem previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 300 kVA.1. em RECON .BT Novembro de 2007 113/186 . Os medidores dedicados a unidades residenciais e não residenciais devem ser instalados em painéis de medição distintos.Características construtivas dos ramais de ligação e de entrada em entradas coletivas O ramal de ligação deve ser aéreo ou subterrâneo. pontalete ou fachada) na propriedade particular. NOTA: Cabe destacar que em todos os casos anteriores é obrigatório. ou ainda. formando agrupamentos específicos para cada classe (residências. 15. o ramal de ligação deve ser aéreo.Deverá ser também instalada medição totalizadora dos agrupamentos. NOTA: Devem ser utilizados. é obrigatória a instalação de medidor eletrônico com função totalizadora. situados a mais de 20 metros da caixa de proteção geral .CPG. conforme as características do sistema de distribuição no local do atendimento e da demanda da instalação.2 . quando necessário. 15.1 . ficando sob sua responsabilidade a operação e manutenção. é obrigatória a instalação de medição eletrônica com função totalizadora. salas etc. quando se tratar de painéis de medição instalados no pavimento térreo. junto e à montante da CPG e da medição de serviço. com circuito derivado antes da proteção geral de entrada. estiver localizada em compartimento diferente da proteção geral de entrada.Medição totalizadora Sempre que empregada medição através de agrupamentos distribuídos pelos andares. Cabe ao Consumidor a participação financeira no custeio do sistema de medição.Medição de serviço Equipamentos de medição destinados às cargas de serviço devem ser instalados em caixa de medição definida no item 9 desta Regulamentação. o emprego de medidores eletrônicos com leitura centralizada e telemetria.2 . nos agrupamentos.2. Também nos casos em que a medição em um ou mais agrupamentos no pavimento térreo. Todo o sistema de medição será de propriedade da Light. terminais de fixação (Figuras 9 A e 9 B) para derivação dos condutores do medidor de serviço antes da proteção geral.

considerada a definição do item 2.cabo multiplexado (até dois conjuntos multiplex compondo um ramal de ligação) fornecido e instalado pela Light. conforme especificação técnica previamente estabelecida pela Light.7 alínea “d”. situado no primeiro ponto de ancoramento (poste. O limite de demanda para atendimento através de ramal de ligação derivado diretamente da rede subterrânea é estabelecido no item 4 desta Regulamentação. o ramal de ligação deve ser aéreo. a critério da Light. eletrodutos envelopados em concreto etc.BT Novembro de 2007 114/186 . em cabo multiplexado fornecido e instalado pela Light. 15. Nesse caso. ou através de linhas de dutos envelopadas em concreto. a proteção geral pode ser instalada a mais de RECON . A partir do ponto de entrega até a medição totalizadora (quando houver) ou na caixa CPG de proteção geral. NOTAS: 1 . a critério da Light. Os condutores podem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor ou pela Light. conforme acordo prévio e a critério da Light. o Consumidor deve deixar preparada. a partir do ponto de entrega. localizada a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação (sempre no pavimento térreo). Rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea Em entrada coletiva com demanda avaliada até 150 kVA. em cabo singelo ou em cabo armado instalado em eletroduto embutido na fachada.Localização da proteção geral O disjuntor de proteção geral deve ser instalado em caixa específica definida no item 9 desta Regulamentação.CPG.) que possa permitir o atendimento futuro através de ramal subterrâneo. o ramal de entrada pode ser.2.Ramal de ligação subterrâneo derivado da rede subterrânea O ramal de ligação deve ser obrigatoriamente subterrâneo. mesmo nos casos de atendimento através de ramal de ligação aéreo. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo custeio e fornecimento de todos os materiais e serviços necessários ao ramal de entrada a partir do ponto de entrega. a estrutura civil (caixas de passagem. Dependendo do valor da demanda da instalação pode ser necessária a construção de cabina de transformação na propriedade particular. caberá ao Consumidor a responsabilidade pela cessão de espaço físico para a montagem dos equipamentos (transformadores. pontalete ou fachada) na propriedade particular. fornecido e instalado pela Light no trecho entre a rede de distribuição até a medição totalizadora (quando houver) ou a caixa de proteção geral . Entretanto.Quando se tratar de região de rede aérea com previsão de conversão para rede subterrânea. através de cabo armado ou cabo singelo. da rede de distribuição até o ponto de entrega.).2 .3 .Quando por conveniência técnica do Consumidor for solicitado ramal de ligação subterrâneo derivado de rede aérea. em caso de inviabilidade técnica comprovada. 15. ao interessado caberá todo o ônus inerente aos materiais e serviços necessários para a instalação do ramal. chaves etc. 2 .

2 . Deve ser sempre precedido de consulta prévia junto à Light para definição das condições técnicas e econômicas mais adequadas para o fornecimento de energia. Nos casos de vilas ou condomínios horizontais.1.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios não residenciais (prédio único).4. em geral com até 20 (vinte) unidades consumidoras. A TABELA 11A mostra detalhes relativos ao dimensionamento dos materiais inerentes a este tipo de atendimento. O sistema de medição deve atender ao item 15. onde as características arquitetônicas permitam o atendimento coletivo.Atendimento a edifícios exclusivamente residenciais (Prédio único) As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação.4.1.1. 15. 15.1.Atendimento a edifícios mistos residenciais e não residenciais) (prédio único com unidades As mesmas determinações do item 15.Padrão de atendimento em entrada coletiva A seguir são apresentados arranjos de atendimentos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. desde que o disjuntor seja equipado com bobina de disparo e comando de acionamento à distância instalado a no máximo 3 (três) metros da porta principal da edificação.4 . Entretanto. deve ser apresentado previamente pelo Consumidor os respectivos projetos para análise e validação da solução técnica a ser adotada.1.1 devem ser seguidas para o atendimento a edifícios mistos (prédio único com unidades residenciais e não residenciais).BT Novembro de 2007 115/186 . 15.Atendimento a edifícios não residenciais (Prédio único) As mesmas determinações do item 15.4.1.4. 15.Atendimento a vilas ou condomínios horizontais residenciais As condições gerais de atendimento estão estabelecidas nos itens 4 a 11 desta Regulamentação. conforme os tipos de prédios (exclusivamente residenciais. 15.Atendimento a ligações novas em entrada coletiva O atendimento a ligações novas de entradas coletivas deve ocorrer sempre em conformidade com o disposto nesta Regulamentação.4 . 15. nas mesmas condições de atendimento do RECON . não residenciais ou mistos). este tipo de atendimento deve ser tratado como instalação especial e. 15. NOTA: Essa solução deve ser precedida de consulta prévia e aprovação da Light e do CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.4.4.1 desta Regulamentação.3 . o atendimento pode ser feito através de painel instalado junto a portaria principal de acesso.1. podem ser adotadas as mesmas determinações do item 15.1.1 .1 .4.Atendimento a condomínios verticais (Prédios múltiplos) Respectivamente.4.4.3 (três) metros.5 .1. portanto.

no caso de atendimento subterrâneo. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. Nesse caso.4. Após a concessão de autorização pela Light com base nas informações de aumento de carga e visita técnica ao local para avaliação quando necessária. devem ser tratados de acordo com o item 14 desta Regulamentação. em geral superiores a 20 (vinte) unidades consumidoras ou com distâncias físicas elevadas que caracterizem o atendimento individual. Para vilas ou condomínios horizontais não enquadrados para o atendimento coletivo. O consumidor deve disponibilizar os respectivos padrões de medição utilizando as determinações de entrada individual. apresentando previamente o projeto para análise e validação pela Light. RECON . deve ser providenciada a substituição do circuito que interliga o barramento do painel ao respectivo medidor da unidade consumidora que solicitou o aumento de carga.4. o atendimento pode ser através de rede interna de distribuição aérea ou subterrânea de acordo com a conveniência desejada.2 .Intervenção exclusiva nos circuitos individuais O Consumidor.BT Novembro de 2007 116/186 . Havendo necessidade. Por se tratar de atendimento em condomínios (arruamento interno particular). a substituição do medidor bem como a instalação de novos lacres e outras providências. além da capacidade dos disjuntores.2. A rede interna deve ser fornecida e instalada pela Light considerada a participação financeira do Consumidor de acordo com as leis vigentes. b .1.4. a própria Light retira os selos. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. e o responsável técnico deve providenciar as alterações necessárias e informar a Light quando o local estiver preparado. Nesses casos.Condições de atendimento A TABELA 11A desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. se necessária. o Consumidor / condomínio deve disponibilizar a infra-estrutura civil necessária de acordo com os padrões da Light.Atendimento a aumentos de carga em entrada coletiva 15. etiquetas e parafusos de segurança. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação. 15. bem como solicitação de rompimento dos lacres de segurança exclusivos da porta de acesso aos disjuntores das unidades consumidoras individuais. não havendo a necessidade de medição totalizadora se o painel estiver instalado até 3 (três) m da portaria de acesso.Instalações com medição existente em painéis a . A Light providenciará.1 .item 15. avaliação da demanda. de forma a viabilizar o atendimento.1. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. o responsável técnico pela instalação deve disponibilizar todas as condições relativas a preparação dos ramais de entrada e a instalação dos painéis. através de seu responsável técnico pela instalação. tanto nos casos de ligações novas quanto nos casos de aumento de carga quando for o caso. seção dos cabos etc. com acesso para a Light em qualquer momento. bem como a interligação das unidades consumidoras aos referidos painéis.

Através desse eletroduto deve ser instalado o novo circuito de alimentação do medidor. ou ainda. novas especificações técnicas dos materiais e equipamentos da unidade consumidora objeto do aumento de carga. seção dos condutores. Dependendo das condições de carregamento do painel. fixado nas duas extremidades (na CD e na caixa do medidor) por prensatubos padronizados. devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. além do trecho de circuito do painel até a CPG etc. deve apresentar junto a Light o novo quadro de cargas. bem como solicitação de autorização para rompimento dos lacres de segurança exclusivos das tampas da CD e dos bornes do medidor da unidade consumidora individual que terá sua carga ampliada. O Consumidor.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos.BT Novembro de 2007 117/186 .4. capacidade dos disjuntores.) para análise e validação prévia da Light. até mesmo o barramento principal pode ser necessária a sua substituição. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. deve ser obrigatório o emprego de painéis. em comum acordo e sob orientação da Light. serão informados previamente ao interessado. Quando o aumento de carga envolver mais de 50 % das unidades consumidoras existentes. Todos esses serviços. parafusos de segurança e a abertura de caixas e painéis para a realização dos serviços. bem como de outros materiais constantes nesta Regulamentação. 50% das unidades consumidoras existentes no PC. instalação aparente. 15. quando solicitados. através de seu responsável técnico pela instalação. diagrama unifilar da instalação incluindo também o trecho coletivo. avaliação da demanda.2 .Aumento de carga com intervenção apenas nos circuitos individuais O aumento de carga nesses tipos de instalação é restrito para o atendimento de. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. para a viabilização do aumento de carga. que providenciará a retirada de lacres. RECON .2. de forma a permitir a sua reinstalação na caixa padronizada para medidor.Condições de atendimento A TABELA 11B desta Regulamentação apresenta os detalhes das condições do atendimento no que se referem aos valores de demanda em função da categoria de atendimento. A caixa padronizada deve ser interligada à caixa de distribuição (CD) existente através de eletroduto em PVC rígido ou em aço flexível coberto em PVC. independente da quantidade de unidades envolvidas. quando for o caso. caixa de medição etc. b . além do eletroduto do ramal de entrada.Instalações com medição existente em padrão antigo (PC) a . a Light julgar tecnicamente necessário. a substituição do barramento principal. no máximo.c .

que providenciará a inspeção do local.BT Novembro de 2007 118/186 . condicionar o atendimento à utilização de padrão de medição através de Painel de proteção. de forma a viabilizar o atendimento. serão informados previamente ao interessado. o responsável técnico pela entrada deve informar a Light. parafusos de segurança e a abertura de caixas para a realização dos serviços.Intervenção nos circuitos coletivos Quando o aumento de carga implicar na necessidade de intervenção nos trechos de circuitos coletivos. a substituição de medidores e instalação de circuitos de interligação quando necessários.Todas as caixas para medidor estão definidas no item 9 desta Regulamentação.) para análise e validação prévia da Light. bem como a instalação de novos lacres e selos. a substituição do medidor e a instalação do novo circuito de interligação quando necessário. c . ou ainda. para a viabilização do aumento de carga. PSMD ou PDMD. Os condutores de interligação da CD até a caixa de medição (CTM ou CTP) podem ser fornecidos pela Light ou pelo consumidor conforme acordo prévio. e instalados pela Light. Os valores atinentes à participação financeira do Consumidor nos custos dos materiais e equipamentos a serem instalados e dos serviços a serem realizados pela Light. Todos esses serviços. bem como a instalação de novos lacres e selos. quando for o caso.PMD. em comum acordo e sob orientação da Light. a substituição do circuito entre a CD e a CPG etc. bem como da quantidade de unidades consumidoras individuais interessadas no aumento de carga. o responsável técnico pela instalação deve informar a Light. distribuição e medição . quando solicitados. NOTA: Dependendo das condições técnicas e de segurança das instalações de entrada.Exemplos de aplicação de entradas coletivas A seguir são apresentados arranjos de atendimentos coletivos que devem ser construídos em conformidade com esta Regulamentação. o responsável técnico deve preparar toda a nova infraestrutura para receber os novos equipamentos e materiais. Após realizar todas as alterações necessárias. RECON . devem vir precedidos de projeto (envolvimento de todas as unidades consumidoras e. 15. que providenciará a retirada de lacres.5 . que providenciará a inspeção do local. a Light pode exigir a realização de manutenção necessária a garantir as condições técnicas e de segurança para o atendimento. Após realizar todas as alterações necessárias. Cabe ao Consumidor a responsabilidade pelo fornecimento dos materiais e preparo de toda a infra-estrutura em conformidade com a padronização contida nesta Regulamentação.

RECON . em ambiente selado etc. 2) Os condutores dos circuitos de saída. que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor.5410 da ABNT.BT Novembro de 2007 119/186 . estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição.EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES DE INSTALAÇÕES COM ENTRADAS DE ENERGIA ELÉTRICA “ COLETIVAS” NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 4) Para demanda superior a 150 kVA (rede com previsão de conversão) o ramal será subterrâneo e acima de 300 kVA (rede sem previsão de conversão) será necessária a construção de cabina interna de transformação. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora.

RECON .NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. 4) Dependendo do tipo de rede de distribuição local. estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.5410 da ABNT. a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. 2) Os condutores dos circuitos de saída. para demanda superior a 150 kVA poderá ser necessária a construção de cabina interna de transformação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão.BT Novembro de 2007 120/186 . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . em ambiente selado etc. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica.

NOTAS: 1) Os condutores do ramal de ligação devem ser fornecidos e instalados pela Light. devendo ser considerada a compatibilização com os limites de queda de tensão e demais exigências estabelecidas pela NBR . a partir da medição / proteção individual até o quadro de distribuição interno de cada unidade consumidora. em ambiente selado etc estão definidos nas condições gerais desta Regulamentação. têm suas características definidas na TABELA 11A para cada categoria de atendimento específica. 3) Caixas e painéis especialmente construídos em chapa metálica tratada contra corrosão. RECON . o seccionador geral e o disjuntor de proteção geral.BT Novembro de 2007 121/186 . que devem ser fornecidos e instalados pelo Consumidor. até o ponto de entrega nas condições estabelecidas na TABELA 11B desta Regulamentação. de dimensões compatíveis para abrigar a medição. 2) Os condutores dos circuitos de saída.5410 da ABNT.

BT Novembro de 2007 122/186 .RECON BT FIGURAS RECON .

CTM DIMENSÕES ( mm ) A 295 L 196 P 136 RECON . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .CTM A L P CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.BT Novembro de 2007 123/186 . 1 CAIXA TRANSPARENTE MONOFÁSICA .Fig.

BT Novembro de 2007 124/186 . 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .CTP DIMENSÕES ( mm ) A 350 L 230 P 186 RECON .CTP CAIXAS DE MEDIÇÃO TRANSPARENTE Fig.Fig. 2 CAIXA TRANSPARENTE POLIFÁSICA .

3A e Fig.CDJ 3 DIMENSÕES ( mm ) A 208 476 L 124 377 P 111 222 RECON .CDJ 1 CAIXA PARA DISJUNTOR TRIPOLAR . 3A Fig. 3B CAIXA PARA DISJUNTOR MONOPOLAR .Fig.BT Novembro de 2007 125/186 . 3B CAIXAS PARA DISJUNTOR ( CDJ 1 e CDJ 3 ) CAIXAS PARA DISJUNTOR Fig.

Fig. 4
CAIXAS PARA SECCIONAMENTO - CS
L

L

P

BARRA

BARRA 1” x 1/8” 3 paraf. 5/16” x 1”

CAIXA PARA SECCIONAMENTO CS 100 Fig. 4 CS 200

A 500 600

L 250 350

P 250 250

RECON - BT

Novembro de 2007

126/186

Fig. 5A - CM 200
CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

127/186

Fig. 5B - CSM 200
CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO DIRETA ATÉ 200 A

Dimensões em milímetros

RECON - BT

Novembro de 2007

128/186

600 e 1000 ) Barra de proteção Barra de neutro CAIXA DE PROTEÇÃO GERAL .Fig. 6 .BT Novembro de 2007 129/186 . 6 CPG 225 CPG 600 CPG 1000 A 650 800 1000 L 260 400 600 P 190 270 280 CORRENTE ( A) 200 600 1000 Dimensões máximas em milímetros RECON .CPG CAIXAS DE PROTEÇÃO GERAL ( CPG 225.CPG Fig.

7 . CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .CSM CAIXAS PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO (CSM 600 e CSM 1500) L Fig.CSM CSM 600 Fig. 7 CSM 1500 RECON .Fig. 8A L A VISTA FRONTAL SEM PORTA (COM PLACA DE MEDIÇÃO) L Dimensões máximas em milímetros.BT Novembro de 2007 A 1500 B 750 C 750 B D 340 C L 550 700 130/186 .

CAIXA PARA SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 600 e CSMD 1500 ) Fig. 8A CAIXA PARA SECCIONAMENTO E MEDIÇÃO .BT Novembro de 2007 L 550 700 131/186 .CSMD CSMD 600 Fig. 8 A CSMD 1500 RECON .

Fig. 8B CAIXA PARA SECCIONAMENTO. MEDIÇÃO e PROTEÇÃO ( CSMD 3000 ) 850 Dimensões máximas em mm. RECON .BT Novembro de 2007 132/186 .

bem como do tipo de terminal utilizado. Fig.Fig. 9A NOTA: Os diâmetros das furações são orientativos.BT Novembro de 2007 133/186 . 9B BARRAS PARA DERIVAÇÃO TIPOS “ L” e “ Z” Fig. já que podem ser alterados em função do tamanho do disjuntor. 9B RECON . 9A e Fig.

As caixas de inspeção poliméricas devem ser homologadas pela LIGHT e conter gravado na tampa a inscrição “ELETRICIDADE”.Podem ser quadradas ou cilíndricas. 10B Notas: 1. 10A POLIMÉRICA Fig. aproximadamente as dimensões mostradas nos desenhos acima. 2. 10B CAIXAS DE INPEÇÃO DE ATERRAMENTO (Alvenaria e Polimérica) ALVENARIA Fig. UV etc. em alto ou baixo relevo. 3. respeitando.. 10A e Fig.Fig.As caixas de inspeção de aterramento podem ser em alvenaria ou em polímero resistente as intempéries. RECON .BT Novembro de 2007 134/186 .

A2 Fig. 11.A3 Fig.BT Novembro de 2007 135/186 . 11. A FIGURAS Fig. 11.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. 2 .Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 11A 220 50 1.A4 Fig. 11. 11.PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 1 L L Fig.A1 Fig.

Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel. 11B. A RECON . 11B 220 220 50 Obs. 11A podem ser aplicados nesta Fig. onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.BT Novembro de 2007 136/186 .PAINEL DE MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PMD 2 L L Fig.

Todos os painéis têm profundidade de 270 mm. A FIGURAS Fig. 12.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 2. 12A PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 1 L L 220 50 1. 12.A4 Fig. 12.Fig.BT Novembro de 2007 137/186 .A1 Fig. 12.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 12.A3 Fig.A2 Fig.

Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.Fig. 12B PAINEL DE PROTEÇÃO GERAL. 12A podem ser aplicados nesta Fig.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig.BT Novembro de 2007 138/186 A . onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 12B. RECON . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PDMD 2 L L 220 220 50 Obs.

BT Novembro de 2007 139/186 . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 1 L L 220 50 1. 13. 2.A2 Fig. 13.A1 Fig.A4 Fig.Todos os painéis têm profundidade de 270 mm.A5 Nº de Medidores 4 8 12 16 20 DIMENSÕES ( mm ) L A 380 1580 760 1580 1140 1580 1520 1580 1900 1580 RECON . 13 A PAINEL DE SECCIONAMENTO. 13. 13.Para a escolha do nº de medidores do painel ver nota 8 da TABELA 11A. 13.Fig.A3 Fig. A FIGURAS Fig.

onde a única mudança é mais um estágio de disjuntores destinado aos disjuntores IDR. 13B 220 220 A 50 Obs.PAINEL DE SECCIONAMENTO. 13B. 13A podem ser aplicados nesta Fig.: Todos os valores de “L “ e de “A” das opções da Fig. RECON .BT Novembro de 2007 140/186 . MEDIÇÃO DIRETA E PROTEÇÃO INDIVIDUAL – PSMD 2 L L Fig. Esse estágio de disjuntores apenas acrescenta mais 220 mm na altura do painel.

RECON BT TABELAS RECON .BT Novembro de 2007 141/186 .

015 0.020 0. bares.020 0. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios CARGA MÍNIMA ( kVA / m² ) 0.020 0. a carga seja utilizada simultaneamente.SEÇÃO A) CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditórios.015 0. pela sua natureza.030 FATOR DE DEMANDA (%) 80 80 80 80 80 para os primeiros 12 kVA 50 p/ o que exceder de 12 kVA 80 para os primeiros 20 kVA 60 p/o que exceder de 20 kVA 80 para os primeiros 10 kVA Residencial 25 p/ o que exceder de 10 kVA 80 para os primeiros 30 kVA Não 60 p/ o que exceder de 30 até 100 kVA Residencial 40 p/ o que exceder de 100 kVA 40 para os primeiros 50 kVA 20 p/o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 p/o que exceder de 100 kVA 80 80 0 < P (kVA) ≤1 (80) 1 < P (kVA) ≤2 (75) 2 < P (kVA) ≤3 (65) 3 < P (kVA) ≤4 (60) 4 < P (kVA) ≤5 (50) 5 < P (kVA) ≤6 (45) 80 6 < P (kVA) ≤ 7 (40) 7 < P (kVA) ≤ 8 (35) 8 < P (kVA) ≤ 9 (30) 9 < P (kVA) ≤ 10 (27) 10 < P (kVA) (24) Garagens. postos de serviços públicos e semelhantes Barbearias.030 0.005 0.BT Novembro de 2007 142/186 .TABELA 1 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . áreas de serviço e semelhantes Hospitais. RECON .020 0. deverão ser consideradas com fator de demanda de 100%.) Restaurantes. motéis e semelhantes Igrejas. salões para exposições.020 0. apartamentos etc.020 NOTA: Instalações em que. salões religiosos e semelhantes Lojas e semelhantes Unidades Consumidoras Residenciais ( Casas.050 0. centros de saúde e semelhantes Hotéis. salas de vídeo e semelhantes Bancos. lanchonetes e semelhantes 0.050 0.

BT Novembro de 2007 143/186 .TABELA 2 (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . RECON . fatores de demanda devem ser aplicados para cada tipo de aparelho. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: d2 = d2 chuveiros + d2 aquecedores + d2 torneiras + ...SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO N° de Aparelhos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Fator de Demanda (%) 100 75 70 66 62 59 56 53 51 Nº de Aparelhos 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Fator de Demanda (%) 49 47 45 43 41 40 39 38 37 Nº de Aparelhos 19 20 21 22 23 24 25 OU MAIS Fator de Demanda (%) 36 35 34 33 32 31 30 NOTA: Para o dimensionamento de ramais de entrada ou trechos coletivos destinados ao fornecimento de mais de uma unidade consumidora. separadamente.

BT Novembro de 2007 144/186 . SELF CONTAINER E SIMILARES N ° DE UNIDADES 1a3 4a7 8 a 15 16 a 20 Acima de 20 FATOR DE DEMANDA (%) 100 80 75 70 60 TABELA 4 RECON .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA. SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO NÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 80 Acima de 80 FATOR DE DEMANDA (%) 100 75 70 65 60 55 50 TABELA 3B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA.SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO CENTRAL. SPLIT E FAN-COIL (UTILIZAÇÃO RESIDENCIAL) N ° DE APARELHOS 1a4 5 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 Acima de 50 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 55 53 52 50 TABELA 3A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .

17 2 2.04 4 5.77 ½ 0.66 1/3 0.09 15 16.65 20 22.74 50 48.26 1 1.52 40 39.02 7½ 8.87 ¾ 1.18 RECON .05 150 141.54 12 ½ 14.52 1½ 2.65 10 11.10 25 25.03 5 6.73 60 58.83 30 30.SEÇÃO A) CONVERSÃO DE “CV” EM “kVA" POTENCIA DO MOTOR (cv) kVA ¼ 0.70 3 4.29 200 190.BT Novembro de 2007 145/186 .TABELA 5A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .15 75 72.56 125 117.28 100 95.

00 6 50. D (condição demandada) = Demanda em função das TABELAS 5A e 5B. onde nesse caso se a condição demandada for menor que a potência do maior motor. 1 motor trifásico de 2 cv.73 kVA.73 + 6. Logo.4714 = 15. 2) Verificação da demanda para 1 (um) motor de 50 cv + 1 (um) motor de 5 cv.25 kVA Atenção especial deve ser dada aos casos de demanda entre motores diferentes mas com diferença de potência entre eles acentuadamente elevada. 1 motor trifásico de 1 cv. Logo utilizando as TABELAS 5A e 5B. 1 motor trifásico de 3 cv. para o exemplo em questão.52 ) ] x 0. logo a demanda total a ser considerada é D = 48.SEÇÃO A) FATOR DE DEMANDA x N° DE MOTORES Nº TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100.73 kVA RECON .33 ≥ 10 42.06).TABELA 5B (MÉTODO DE AVALIAÇÃO . a inequação a seguir deve ser atendida: N (maior motor) > D (condição demandada) Onde: N (maior motor) = Potência do maior motor.75 = 41.25 kVA D = 15.02) + (1 x 4.00 7 47.50 5 54. tanto de carga instalada.7) + (1 x 1.00 9 43.BT Novembro de 2007 146/186 . EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1) Verificação da demanda para 4 motores trifásicos de 5 cv. ou seja.0 3 63. totalizando 7 motores. temos: D = (48.73 < 41.0 2 75.02) x 0. quanto demandada.: Motores classificados como “RESERVA” não devem ser computados nos cálculos.00 OBS.33 4 57. D = 48. portanto como a condição demandada não atendeu a inequação acima (48. temos: D = [ (4 x 6.14 8 45. deve prevalecer como demanda total a potência do maior motor.06 kVA.04) + (1 x 2.

MAMÓGRAFOS E OUTROS) EQUIPAMENTO Máquina de Solda Aparelho de Raio X Tomógrafo Mamógrafo Ressonância magnética Outros similares QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS 1 2a3 4a7 mais de 7 1 2a5 6 a 10 mais de 10 FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 60 50 100 60 50 40 NOTA: Quando a demanda de um grupo de equipamentos for inferior à potência individual do maior equipamento do conjunto.TABELA 6 (MÉTODO DE AVALIAÇÂO .SEÇÃO A) FATORES DE DEMANDA PARA MÁQUINAS DE SOLDA E EQUIPAMENTOS ODONTO – MÉDICO HOSPITALARES (APARELHOS DE RAIO X. RECON .BT Novembro de 2007 147/186 . deve ser considerado o valor de potência do maior equipamento como a demanda do conjunto. TOMÓGRAFOS.

10 5.36 7.51 1.20 2.44 6.25 8.01 10.49 2.67 3.73 1.46 6.41 4.(Unidades de consumo que utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .99 6.03 7.29 8.40 5.09 9.78 6.76 2.80 3.93 2.29 5.65 5.18 8.53 9.56 3.97 9.59 6.35 1.41 2.98 5.47 5.48 3.06 7.80 6.16 5.99 10.94 6.81 6.94 2.96 8.44 2.95 4.35 1.46 5.97 4.71 8.52 2.24 2.00 4.09 7.37 4.62 8.52 6.35 4.89 8.97 1.52 8.12 6.57 1.18 6.06 5.19 9.35 1.35 1.99 3.12 9.93 5.90 3.07 2.08 10.65 9.78 8.50 4.34 2.92 9.63 5.09 8.62 4.02 4.67 9.35 1.66 8.68 4.36 1.00 8.46 9.18 9.53 5.79 1.87 2.50 5.46 1.24 4.63 1.35 1.97 4.85 8.89 4.22 9.28 2.05 2.44 3.92 8.05 9.79 2.08 4.38 9.92 4.32 4.74 9.04 5.10 7.70 5.70 9.87 6.10 8.86 4.22 7.77 5.36 8.45 9.54 2.35 1.23 4.84 5.61 6.35 1.25 9.79 9.85 6.35 1.63 9.15 9.35 1.91 5.42 1.29 7.39 1.58 9.33 5.44 4.37 2.71 7.81 8.29 9.72 8.58 2.42 8.76 1.25 6.20 7.31 9.66 2.81 5.50 3.76 7.96 2.59 1.83 7.39 3.36 9.05 4.74 7.01 6.45 8.08 6.15 6.29 4.39 9.34 6.23 3.27 8.33 6.94 7.79 4.58 5.39 7.90 1.55 6.02 9.49 9.71 6.59 4.68 6.27 6.54 3.82 3.07 8.35 1.62 7.41 7.88 9.74 5.31 5.95 8.15 2.81 7.20 6.88 3.24 9.56 9.58 8.38 5.86 5.68 2.57 4.20 8.86 1.44 7.35 8.94 3.77 4.51 9.17 4.23 5.35 1.85 9.35 1.35 1.48 7.86 7.A (MÉTODO DE AVALIAÇÃO .88 8.16 7.35 1.72 9.11 4.05 3.81 2.55 7.36 3.42 9.59 3.64 4.65 1.90 5.71 4.64 7.76 9.03 8.99 2.32 7.71 3.BT Novembro de 2007 148/186 .61 9.67 1.50 8.89 2.25 7.46 7.81 9.94 9.41 3.35 1.35 1.74 3.56 5.50 7.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) (m²) 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 ÁREA KVA ÁREA (m²) KVA ÁREA KVA (m²) 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 ÁREA KVA (m²) 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 (m²) 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 ÁREA KVA ÁREA KVA (m²) 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 ÁREA KVA (m²) 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 ÁREA KVA (m²) 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.64 8.02 8.97 5.62 3.27 4.23 8.54 6.91 3.88 7.73 2.70 4.76 8.64 3.06 6.28 3.62 6.85 2.03 10.10 RECON .31 6.26 2.22 5.67 7.36 5.84 3.37 6.89 6.35 1.01 7.09 4.35 1.43 8.49 1.33 3.07 3.71 2.80 5.55 4.40 6.13 7.92 6.70 7.15 7.49 6.44 5.90 9.46 2.83 4.77 7.93 7.03 6.11 6.35 1.15 4.70 3.20 4.90 7.38 8.38 2.01 2.22 6.21 3.84 4.49 8.14 8.69 8.83 9.18 2.03 9.72 5.35 7.19 5.75 4.53 7.42 6.52 4.99 7.98 9.47 4.60 7.47 3.55 8.02 5.35 1.93 1.75 6.72 6.02 3.71 1.10 2.25 5.81 1.12 2.97 8.59 8.84 1.13 5.10 3.83 8.35 9.11 5.32 2.19 3.76 3.25 3.62 2.13 3.60 2.59 5.27 7.54 1.06 10.35 1.15 3.96 6.11 9.42 4.30 3.57 7.66 6.32 8.35 1.16 8.67 5.

98 2.04 4.22 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 5.20 1.00 4.67 2.88 2.28 6.59 2.06 6.03 4.02 2.60 8.80 8.44 2.99 8.08 3.30 2.09 4.20 1.70 4.60 6.56 6.15 3.95 4.78 5.63 4.20 1.43 3.77 5.74 2.63 1.94 4.00 3.50 5.12 6.40 2.20 1.28 5.20 4.22 3.55 5.18 2.79 2.92 2.91 6.85 3.43 8.82 2.80 5.29 1.52 2.94 5.95 1.28 7.37 6.49 3.98 4.30 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 7.25 2.26 7.25 3.20 2.76 8.10 2.52 7.39 6.62 6.54 3.54 6.88 8.14 5.34 5.43 6.04 8.70 2.66 5.65 1.97 6.65 4.32 1.36 5.35 4.BT Novembro de 2007 149/186 .20 1.64 3.76 4.73 6.32 5.52 4.10 6.42 2.20 1.34 1.81 6.20 1.20 1.34 7.23 5.10 7.22 4.46 8.93 3.38 4.64 5.57 7.56 1.04 3.18 8.74 6.89 5.70 6.20 3.42 5.50 8.80 3.96 3.40 4.69 7.87 7.22 6.78 3.28 4.06 5.53 5.SEÇÃO B) DEMANDAS (kVA) DE APARTAMENTOS EM FUNÇÃO DAS ÁREAS (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) ÁREA KVA (m²) (Unidades de consumo que não utilizem equipamentos elétricos individuais para aquecimento de água) TABELA 7 .59 4.98 5.05 2.90 2.88 1.87 4.60 1.65 2.33 6.52 8.20 1.95 5.38 5.95 7.02 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 3.19 8.00 6.51 3.03 7.77 7.45 3.81 1.17 5.13 5.16 2.14 6.94 RECON .66 8.24 7.08 6.54 4.68 8.42 6.47 5.07 8.78 8.56 3.20 1.06 4.58 3.69 3.20 1.72 8.41 5.13 8.86 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 1.92 8.67 3.27 4.23 2.37 2.79 6.68 1.81 4.08 7.82 3.36 8.54 7.23 1.24 8.84 4.56 2.80 7.19 5.11 4.88 6.33 4.16 6.42 7.90 1.85 5.27 3.31 6.78 4.36 3.13 3.85 6.35 2.00 5.61 5.90 8.60 5.56 8.70 8.87 6.47 2.91 5.38 3.27 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 6.84 8.33 3.34 6.72 2.71 1.46 4.19 6.68 4.02 6.66 6.25 5.36 1.04 5.51 1.10 3.83 7.75 7.20 1.20 1.41 4.20 1.76 6.65 7.74 3.50 6.41 1.20 1.03 6.25 6.93 7.96 6.72 4.01 8.B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 1.86 7.62 2.61 3.53 1.40 7.57 4.12 8.31 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 8.91 3.64 8.60 2.20 1.84 2.30 4.83 1.17 4.24 4.89 4.83 4.86 2.26 1.51 7.02 7.68 5.08 5.07 3.54 2.77 2.51 6.58 1.32 2.20 1.86 5.40 3.54 8.06 8.49 5.98 7.82 8.46 7.32 7.75 3.97 6.44 4.18 3.20 1.46 1.31 3.45 6.99 7.58 6.72 5.28 2.62 4.87 3.71 7.74 8.42 8.13 2.81 7.39 1.82 6.20 1.00 2.02 5.16 7.20 6.83 5.05 7.45 7.62 3.92 4.17 7.14 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 4.30 8.14 7.93 6.22 7.59 7.16 8.07 2.20 1.48 8.74 1.74 5.34 8.20 7.49 2.(MÉTODO DE AVALIAÇÃO .48 7.28 8.62 8.78 1.40 8.89 7.28 3.36 7.58 8.22 8.90 3.60 7.58 5.46 3.20 1.66 7.16 4.48 1.48 4.21 1.72 3.76 1.20 1.11 7.44 5.44 1.72 7.97 3.64 6.10 8.70 5.51 4.20 1.30 5.63 7.74 4.48 6.95 2.92 7.37 8.93 1.11 5.19 8.86 8.11 2.39 7.68 6.

52 30.76 7.89 81.84 81.24 76.66 17.46 51.54 14.39 76.00 83.44 79.00 83.88 23.00 6.84 79.64 80.59 77.00 83.81 82.82 40.00 83.38 54.00 83.62 57.66 62.14 52.39 73.66 48.17 82.77 82.89 82.31 28.71 28.99 77.29 81.34 68.54 76.19 82.73 82.82 54. DIV. 63.22 62.94 79.64 79.19 81.59 81.08 24.10 15.34 78.64 82.98 12. 74.00 83.14 82.04 81.93 82.00 83.39 70.64 75.90 82.00 83.49 75.19 71.26 39.20 11.37 82.59 66.27 82.19 78.24 79.00 83.22 82.TABELA 8 ( MÉTODO DE AVALIAÇÃO .32 82.54 80.00 83.34 49.34 81.04 78.54 79.89 78.90 50.74 77.42 45.00 83.10 47.14 80.80 82.78 63. DIV.27 22.52 82.04 79.59 64.84 76.10 27.78 82.70 53.49 82.54 61.89 16.22 34.09 76.72 8.74 82.79 81.59 Nº APTº 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 F.59 65.44 18.34 65.79 75.69 25.09 67.59 73.73 31.87 82.44 78.39 82. 35.67 82.09 68.65 19.34 Nº APTº 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 F.90 26.88 82.09 81.39 72.74 78. DIV.99 71.44 80.26 53.89 75.85 82.64 10.94 41. DIV.78 49.00 83.99 73.19 70. 82.99 81.94 55.96 82.57 82.99 70.89 80.54 47.06 56.84 64.79 82.34 80.94 81.30 44.19 74.79 70.59 71.70 35.84 5.44 81.34 Nº APTº 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 F.42 59.29 82.18 57.59 72.49 81.74 58.69 76.98 60.74 81.09 82.64 81.84 82.66 34.98 46.14 79.00 83.70 39.74 74.25 19.12 82.44 82.SEÇÃO B ) FATORES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE CARGAS EM FUNÇÃO DO Nº DE APARTAMENTOS Nº APTº ---4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 F.00 83.24 80.29 25.00 RECON .00 83.18 43.33 31.94 32.92 82.54 33.00 83.19 73.42 82.02 51.32 15.86 45.62 43.00 83.BT Novembro de 2007 150/186 .00 83.83 82.48 24.06 21.74 44.59 68.24 82.14 81.00 83.24 81.38 40.68 9.82 82.79 69.04 18.84 66.06 42.04 80.91 82.39 74.09 65.00 83.39 71.75 82.14 77.34 64.59 67.94 76.09 64.94 82.09 66.50 56.69 81. 80.19 72.84 68.04 75.54 78.59 82.54 82.84 78.90 36.84 69.34 66.30 58.50 27.58 52.84 65.59 63.39 81.99 72.10 33.34 69.62 82.59 69.88 4.22 48.79 72.19 75. DIV.02 37.84 67.47 82.72 Nº APTº 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 F.86 82.74 80.58 38.44 77.99 74.46 37.86 59.00 83.67 22.69 82.34 67.97 83.76 13.92 29. ---3.00 83.94 80.09 69.76 82.50 42.14 38.34 82.34 79.00 83.79 73.64 78.99 82.79 71.95 82.74 79.34 75.04 82.54 81.12 30.42 11.46 21.00 83. DIV.86 20.10 61.29 77.8 Nº APTº 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 F.59 70.94 80.

até 80 litros Aquecedor de água .BT Novembro de 2007 151/186 .20 polegadas TV em cores .TABELA 9 POTÊNCIAS MÉDIAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHO Ar condicionado .14 polegadas TV preto e branco Ventilador POTÊNCIA (VA) 1125 1500 1900 120 1500 2500 200 1000 100 2500 600 150 4400 300 1000 1500 1300 400 200 300 1500 1000 200 3500 2500 800 90 60 40 100 RECON .1 HP Ar condicionado .de 100 a 150 litros Aspirador de pó Aquecedor de ambiente Batedeira Boiler elétrico Cafeteira elétrica Circulador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Ferro elétrico automático Forno à resistência Forno de micro ondas Freezer Geladeira 1 porta Geladeira 2 portas Lavadora de louças Lavadora de roupas Liquidificador Secadora de roupas Torneira elétrica Torradeira TV em cores .3/4 HP Ar condicionado .14000 BTU/h Aparelho de som Aquecedor de água .

3Φ CTM + CDJ 1 (12) CTP + CDJ 3 (12) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 3 (1 x 6) + P 3 (1 x 10) + P 3 (1 x 25) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 4 (1 x 95) + P Não se aplica 32 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo multiplexado 25 CTM + CDJ 1 (12) 32 50 75 CTP + CDJ 3 (12) 220 3Φ Cabo multiplexado Cabo singelo ou armado.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.3Φ 150 .3Φ 175 .3Φ 60 .3Φ 100 .4 4.3 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " (7) Não se aplica 25 30 .3Φ 40 . a critério da Light 100 CSM 200 + CPG (12) RECON .7 < D ≤ 58.4 < D ≤ 6. (9).2 < D ≤ 33.3 3.3Φ 70 .2Φ 30 .9 19.1Φ 30 .3 < D ≤ 4.1 < D ≤ 41.3Φ 200 .1Φ 40 .3 13.1Φ 60 .4 41.9 < D ≤ 23.BT Novembro de 2007 152/186 .TABELA 10 A 0ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA até o ponto de ancoragem 2 (1) ( mm ) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA até a medição 2 ( mm ) CATEGORIA DE ATENDIMENTO “ MEDIÇÃO DIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após a medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70°C ) (3) ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO e/ou do RAMAL DE ENTRADA (PVC rígido ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2) (5) Condutor de interligação do neutro à malha de aterramento 2 ( mm – Cu – nu ) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1x6 1 x 10 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1x6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1 x 50 PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).3 < D ≤ 19.1Φ 70 .1Φ 30 .1Φ 40 .4 < D ≤ 49.3Φ 125 .2 23.2Φ 70 .2Φ 40 .7 49. (ver item 11 desta Regulamentação) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação nova e aumento de carga) 115 1Φ 230 1Φ (8) 127 1Φ RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 D≤3 3<D≤4 4<D≤6 6<D≤8 8 < D ≤ 14 D ≤ 3.0 58.0 < D ≤ 66.1 33.6 6.

providenciando as alterações cabíveis se for o caso. portanto cabe ao Consumidor.1 kVA). uma condição que sempre deve ser considerada. e. 3) Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. 5) Foi considerado no cálculo da taxa de ocupação do eletroduto o emprego de circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção). em cabo concêntrico ou multiplex. Cabe ao Consumidor fazer a avaliação em relação à disponibilização de dutos vagos como reserva técnica até o quadro de distribuição interno. A critério da Light. 1 x 95 mm2 acima de 100 A até 150 A (49. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). de acordo com o tipo de cabo indicado para o atendimento.BT Novembro de 2007 153/186 . Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima. interruptor IDR ou Dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral).3 kVA). Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 50 mm2 até 100 A (33. os eletrodutos já consideram a previsão de conversão do circuito monofásico para trifásico na mesma bitola. do ponto de ancoragem até o ponto de medição deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação.7kVA) ou 1 x 240 mm2 acima de 150 A até 200 A (66. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. 2) Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica. 6) É obrigatória. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. em eletroduto e instalado pela Light. RECON . considerando apenas 2(dois) pólos mais o neutro.NOTAS: 1) O ramal de entrada. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. 4) Na determinação da seção mínima dos condutores de proteção o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. através de seu responsável técnico. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. 7) Deve ser utilizado cabo concêntrico tetrapolar. verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. Nos casos de circuitos monofásicos (fases + neutro + condutor de proteção). A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto.

BT Novembro de 2007 154/186 . entretanto. 12) Sempre que o ramal de ligação for derivado da rede subterrânea da Light. incluindo eletrodutos. 10) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral.8) O sistema monofásico 230 V (tensão entre fases) é originado de transformador monofásico com secundário a 3 (três) fios (fase + fase + neutro) e defasamento angular de 180º. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição.) é integralmente do Consumidor. licença de obra. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. é necessário acrescentar uma caixa para seccionamento (CS) antes da caixa de medição. mão-de-obra etc. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. RECON . 11) Opcionalmente. os respectivos disjuntores de proteção geral. quando for tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. acessórios etc. por conveniência técnica do Consumidor. nesse caso. 9) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. o ramal de ligação derivado da rede aérea. em vez de aéreo pode ser subterrâneo. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. construção da linha de dutos do ramal de ligação. o custo (cabos.

3Φ 600 .3 Não se aplica Cabo multiplexado (1) (10) Cabo singelo ou armado. (3) (5) ( ligação nova e aumento de carga) CATEGORIA DE ATENDIMENTO PROTEÇÃO GERAL DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR ou Dispositivo associado “ ( Ampères – Nº de polos ) (6).3Φ 800 .3Φ 350.3Φ 1000 .3Φ 500 .7 alínea “ d” desta Regulamentação ELETRODUTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO/ENTRADA (PVC liso ou POLIETILENO corrugado) ( Φ em mm ) (2).3Φ 700 .7 165.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 132. opcionalmente. (8) TI1 TI2 TI3 TI4 220 3Φ TI5 TI6 TI7 TI8 TI9 TI10 66.6 < D ≤ 82.3Φ 400 .9 231.8 82. pode ser utilizado a condição mínima de 2 x 240 mm2 em vez de 4 x 120 mm2.8 < D ≤ 99.3Φ 250 .5 < D ≤ 165. RECON .8 198.BT Novembro de 2007 155/186 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (4) 1 x 70 1 x 95 1 x 95 1 x 120 2 x 95 3 x 95 3 x 120 4 x 95 4 x 120 5 x 120 PADRÃO DE MEDIÇÃO DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) TENSÃO NOMINAL (V) .5 132.3 < D ≤ 74.3Φ 4 x (1 x 185) + P 4 x (1 x 240) + P 8 x (1 x 185) + P 12 x (1 x 150) + P 12 x (1 x 240) + P 16 x (1 x 185) + P 16 x (1 x 240) + P 20 x (1 x 240) + P Obs. e assim outros arranjos podem ser feitos para atender a condição mínima de metade da seção dos condutores de fase.6 74.3Φ 4 x (1 x 120) + P 4 x (1 x 150) + P CSM ou CSMD 300 .8 < D ≤ 231.: Na coluna referente aos condutores de proteção.4 99.TABELA 10 B ENTRADA INDIVIDUAL RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO derivado da rede AÉREA da Light até o ponto de ancoragem 2 ( mm ) “ MEDIÇÃO INDIRETA” DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS Condutor dos circuitos de saída após medição (fases + neutro + proteção) até o QGBT 2 ( mm – Cu – PVC 70° ) C (9) RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO derivado da rede AÉREA ou SUBTERRÂNEA da Light até a medição 2 ( mm ) ver item 2.7 < D ≤ 198. dependendo das condições do circuito.1 265.1 < D ≤ 331. a critério da Light (1) 100 (no mínimo) 225 .9 < D ≤ 265.

3) Deve ser utilizado eletroduto de. uma condição que sempre deve ser considerada. Cuidado especial. providenciando as alterações cabíveis se for o caso. portanto cabe verificar o atendimento também para queda de tensão e curto-circuito. no ramal de entrada. em eletroduto e instalado pela Light. as recomendações de dutos desta coluna não consideram possíveis aumentos de carga futuros (substituição por maiores seções de cabo) e. do ponto de ancoragem até a medição (ramal de entrada). 2) A fim de não impedir o lançamento do cabo armado no eletroduto.NOTAS: 1) O ramal de entrada. sempre que empregado eletroduto de PVC rígido deve ser utilizada curva de 45º e nunca joelhos ou curvas de 90º. A critério da Light. deve ser dado para o dimensionamento do(s) condutor(es) que interligam as barras de neutro e a de proteção junto ao ponto da proteção geral de entrada. também considerando os níveis máximos de curto-circuito da instalação. a descida do ramal de entrada em eletroduto pode ser através de cabo singelo ou armado. Acima de 150 kVA a descida em eletroduto deve ser em cabo singelo de cobre PCV 70ºC. circuitos com 5 (cinco) fios (3 fases + neutro + condutor de proteção) de acordo com o tipo de cabo indicado nas colunas dos respectivos circuitos (fases + neutro e também condutor de proteção). Quando empregado ramal de entrada através de cabo armado deve ser utilizado cabo 1 x 240 mm2 até 300 A (99. Para descida do ramal de entrada em cabo singelo devem ser empregados condutores de mesma seção aos indicados para utilização após a saída da medição na tabela acima.4 kVA) e 2 x 240 mm2 acima de 300 A até 400 A (150 kVA). Estas informações consideram apenas a condição de ampacidade (capacidade de corrente) do cabo conforme critérios de carregamento da NBR 5410. 5) Foi considerado para o cálculo da taxa de ocupação do eletroduto. deve ser através da continuidade dos condutores do ramal de ligação. Na formação do banco de dutos deve ser acrescentado pelo menos um duto vago como reserva técnica.BT Novembro de 2007 156/186 . sempre que possível. Portanto. Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e do tempo de atuação da proteção utilizada. em cabo multiplex. do ponto de ancoragem até o ponto de medição. de forma a garantir um raio de curvatura mínimo de 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do cabo armado. 4) A seção mínima dos condutores de proteção é a metade da seção do condutor de fase considerando sempre cada circuito com 5 (cinco) fios (3 condutores de fase + um condutor neutro + um condutor de proteção). 100 mm de diâmetro interno. considerando essa hipótese é sugerido utilizar sempre duto de 100 mm de diâmetro em todas as opções. no mínimo. RECON . e.

dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). 9) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral. nesse caso. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação.BT Novembro de 2007 157/186 . de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. o ramal de ligação derivado da rede aérea. o que pode ocasionar incêndio na edificação. verificar essa condição para o dimensionamento da seção do condutor de interligação da barra de neutro à malha de terra particular. Este tipo de proteção diferencial. que nunca poderá ser inferior ao condutor utilizado na construção da respectiva malha de terra. em algumas situações. mão-deobra etc. 7) O condutor de interligação do neutro à malha de terra do Consumidor (barra de neutro junto a proteção geral de entrada) depende das condições de resistência ohmica da malha. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição são fornecidos e instalados pelo Consumidor. Portanto. o custo (cabos. por conveniência técnica do Consumidor. quando tecnicamente possível e desde que autorizado pela Light. RECON . a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. 10) Opcionalmente. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. os respectivos disjuntores de proteção geral. cabe ao Consumidor. entretanto. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2.) é integralmente do Consumidor. inclusive o estabelecimento de arco à terra. 8) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. bem como da situação mais crítica de curto-circuito entre fase e terra (solo ou estrutura metálica enterrada não conectada ao condutor de proteção). construção da linha de dutos do ramal de ligação. através do responsável técnico pelas instalações. em vez de aéreo pode ser subterrâneo.6) É obrigatória. licença de obra. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. lembrando contudo. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e.

7 < D ≤ 7.3Φ 175 .7 49. (3) 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P 2 (1 x 6) + P 2 (1 x 10) + P 2 (1 x 16) + P 2 (1 x 25) + P 4 (1 x 6) + P 4 (1 x 10) + P 4 (1 x 16) + P 4 (1 x 25) + P 4 (1 x 35) + P 4 (1 x 50) + P 4 (1 x 70) + P 4 (1 x 95) + P ( Ampères – Nº de polos ) (7) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO 127 1Φ Painel de medição ( PMD.3 3.1 33.3Φ 70 .3Φ 125 .3Φ 150 .8 85.3Φ 100 .3Φ 150 . PDMD ou PSMD) 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.2 < D ≤ 33.3Φ 30 .9 19.9 < D ≤ 34.8 < D ≤ 100.3Φ 70 .9 < D ≤ 23.2 < D ≤ 71.3 13.7 5.2 100.1Φ 30 .3 < D ≤ 4.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAIS INDIVIDUAIS Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).3Φ 60 .3Φ 60 . bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total RECON .3Φ 100 .TABELA 11A UNIDADES CONSUMIDORAS EM ENTRADA COLETIVA .1Φ 70 .1Φ 60 . (6).1 < D ≤ 41. se em média tensão ou baixa tensão.5 < D ≤ 13.3Φ 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 1x 6 1 x 10 1 x 16 1x 6 1 x 10 1 x 16 1 x 25 1 x 35 1 x 50 NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.4 < D ≤ 49.6 6.9 22. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.4 41.BT Novembro de 2007 P = CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (4) 158/186 DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) PADRÃO DE MEDIÇÃO ( ligação novas e aumento de carga ) (5).2 < D ≤ 114.1Φ 70 .3Φ 40 .3Φ 200 .7 7.1 40.4 D ≤ 17.3Φ 200 .5 11.3 34.3Φ 40 .3 D ≤ 5.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.5 71.1Φ 60 .3 < D ≤ 40.5 220 1Φ 380 3Φ 30 .7 < D ≤ 11.2 57.4 4.1Φ 30 .5 < D ≤ 85.1Φ 40 .1 < D ≤ 57.3Φ 125 .2 17.2 < D ≤ 22.3Φ 175 . (8) DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) .6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.4 < D ≤ 6.3 < D ≤ 19.2 23.1Φ 40 .

Todavia. que o disjuntor imediatamente a montante desse disjuntor que falhou. Deve ser dimensionado. 5) Para a medição de serviço da edificação. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. deve ser observado que o limite total da carga (demanda de serviço + demanda diversificada das unidades consumidoras) não implique em ultrapassagem do limite técnico do painel de medição que tem limitação construtiva para disjuntor geral de entrada de 400 A. seja igual ou inferior a 20 (vinte) unidades consumidoras instaladas em um único painel. 4) A interligação da barra de neutro com a barra de proteção só deve ocorrer no primeiro ponto de proteção. limitado ao máximo de 6 (seis) circuitos em um mesmo banco de dutos. Nesse caso. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. quadros de proteção internos às unidades consumidora. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. também com proteção diferencial. em caso de falha de um disjuntor com proteção diferencial. sendo este o expediente necessário para que se possa sempre obter. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. ou seja. pode ser utilizado o ambiente do painel de medição (exclusivamente em painel PDMD com derivação a montante de proteção geral) quando a carga demandada de serviço implicar em corrente até 200 A.). O ramal de ligação coletivo. Esta opção só pode ser utilizada em atendimentos coletivos onde a quantidade de unidades consumidoras. nos apartamentos. nas lojas etc) a interligação entre as barras de neutro e de proteção não deve ocorrer. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação. nas salas. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor. RECON . Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. incluindo a medição de serviço. classe de tensão etc. a critério da Light.da edificação em “kVA”. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. por se tratar de sistema de medição coletiva. utilizando cabos singelos. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. possa realmente operar e de forma seletiva (ver arranjos sugestivos para dispositivo diferencial no Anexo B desta Regulamentação). Todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/condutor de proteção e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizada. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor.BT Novembro de 2007 159/186 . como nas tabelas para entrada individual. pode ser em cabo singelo. Nos demais pontos de proteção (caso do painel de medição coletiva. se aéreo ou subterrâneo. nº de circuitos. a Light deve informar a opção de atendimento. junto a proteção geral coletiva.

várias unidades consumidoras com demandas individuais superiores a 66. que naturalmente vai depender das características individuais das unidades consumidoras.3 kVA na classe de tensão 220/127 V ou 114. inicialmente desejados por painel.BT Novembro de 2007 160/186 . onde a medição e a proteção de serviço devem ser derivadas à montante da CPG. da qual devem ser derivados individualmente cada unidade de consumo com medição indireta. 8) Para a escolha das condições dimensionais do painel (PMD. deve ser tratado caso a caso junto à Light. 6) Especificamente para as edificações atendidas pelo regime coletivo. inclusive o estabelecimento de arco à terra. em algumas situações. As Figuras 11. deve ser utilizado o arranjo que contemple a proteção geral de entrada instalada de forma independente em CPG. deve ser adotado o arranjo de alimentação dessas unidades consumidoras a partir de painéis de proteção geral parcial (PPGP). além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. Este tipo de proteção diferencial. que deve utilizar uma CSMD como padrão de seccionamento. onde essa proteção geral parcial deve alimentar o barramento principal de uma caixa de distribuição especial (CD-E).Para as situações com quantidade de unidades consumidoras maiores que 20 (vinte) unidades. o que pode ocasionar incêndio na edificação. O Anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. As figuras a seguir (ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 e ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2) mostram os detalhes de ligação. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. 12 e 13 com suas variações. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). mostram as dimensões previstas para cada configuração possível. caracterizando um atendimento coletivo para unidades consumidoras com medição indireta. a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. portanto. PSMD ou PDMD) deve ser considerada a demanda máxima diversificada em função do nº de medidores.5 kVA na classe 380/220 V. medição e proteção. RECON . 7) É obrigatória. com cada proteção geral parcial calculada para a demanda de cada agrupamento (conjunto) desses consumidores. Uma opção é calcular a demanda em kVA. utilizando dos critérios da Seção 01 desta Regulamentação (Seção B). principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. mas que contemplem em seu conjunto de atendimento. Esse tipo de atendimento tem caráter especial e. contidas nesta Regulamentação. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação.

a barra de proteção pode ser multiaterrada sem problemas para a seletividade da proteção diferencial. ou seja. contudo. pode ser aterrada em outras malhas de terra existentes. a barra de proteção. se houver disponibilidade na edificação. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 1 RECON . as barras de neutro e de proteção NÃO devem ser interligadas nos pontos de proteção a jusante (após) a proteção geral de entrada.: Conforme já explicado.BT Novembro de 2007 161/186 .Obs.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO 2 RECON .BT Novembro de 2007 162/186 .

CD ( Ampères – Nº de polos ) (4) (ver item 11 desta Regulamentação) PROTEÇÃO GERAL INDIVIDUAL CATEGORIA DE ATENDIMENTO MEDIÇÃO Condutor dos circuitos de saída após a proteção (fases + neutro + condutor de proteção) ( mm2 – Cu – PVC 70° ) C (2).9 19.5 < D ≤ 85.3Φ 40 .1Φ 70 .3 3.9 < D ≤ 34.3Φ 150 .7 49.7 < D ≤ 58 58 < D ≤ 66.4 < D ≤ 6.4 D ≤ 17.3 < D ≤ 19. considerando o fato do ponto de transformação estar ou não dentro da edificação.3Φ 60 .1Φ 70 .4 41.MEDIÇÃO DIRETA DIMENSIONAMENTO DE MATERIAS INDIVIDUAIS Eletroduto entre a CD e a medição PVC liso ou aço corrugado ( Φ em mm ) RAMAL DE ENTRADA (individual da unidade consumidora) Derivado diretamente da Caixa de Distribuição .3Φ 175 .1Φ 60 .3Φ 175 .1Φ 40 .5 11.3Φ 60 .2 100.7 < D ≤ 7.7 5.1Φ 60 .2 < D ≤ 33.7 7.3Φ 100 .8 85.3Φ 200 .3Φ 200 .1 < D ≤ 41.2 17.6 < D ≤ 8 D ≤ 10 10 < D ≤ 13.BT Dezembro de 2006 .4 < D ≤ 49.1 33.1Φ 30 .9 < D ≤ 23. Esta potência pode ser calculada conforme Seção 01 desta Regulamentação.1 40.3Φ 125 .2 23.3 < D ≤ 4.3 < D ≤ 40.8 < D ≤ 100.3Φ 70 .3Φ 30 .3Φ 150 .3Φ 70 . bem como a linha de dutos) deve ser definido pela Light na oportunidade do atendimento em função da potência total da edificação em “kVA”.9 22.3Φ 125 .4 4.5 < D ≤ 13.3 34.2 57.3Φ 40 .TABELA 11B UNIDADES CONSUMIDORAS “ ANTIGAS” EM ENTRADA COLETIVA .3Φ CTM + CDJ 1 CTP + CDJ 3 CTP + CDJ 3 CM 200 +CPG NOTAS: 1) O dimensionamento do ramal de ligação coletivo da edificação (seção dos condutores.5 71.1Φ 40 .1 < D ≤ 57. (3) 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) CM 200 +CPG 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) CTM + CDJ 1 3 (1 x 6) 3 (1 x 10) 3 (1 x 16) 3 (1 x 25) 5 (1 x 6) 5 (1 x 10) 5 (1 x 16) 5 (1 x 25) 5 (1 x 35) 5 (1 x 50) 5 (1 x 70) 5 (1 x 95) 163/182 DISJUNTOR COM DISPOSITIVO DIFERENCIAL “ DDR ou IDR “ TENSÃO NOMINAL (V) DEMANDA DE ATENDIMENTO “ D” ( kVA ) (1) Autorizada apenas para aumento de carga e até 50 % das unidades consumidoras 127 1Φ 220 3Φ UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 UME1 UME2 UME3 UME4 TE1 TE2 TE3 TE4 TE5 TE6 TE7 TE8 TE9 D ≤ 3.1Φ 30 .5 Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light Cabo concêntrico “ bipolar ” Cabo concêntrico “ tetrapolar " Cabo armado ou cabo singelo a critério da Light 25 32 50 75 100 220 1Φ 25 32 50 75 100 380 3Φ 30 .3Φ 100 .2 < D ≤ 22. RECON .7 < D ≤ 11.2 < D ≤ 71.3 D ≤ 5.3 13.2 < D ≤ 114.6 6. se em média tensão ou baixa tensão.

RECON . os respectivos disjuntores de proteção geral. ou então em cabo armado instalado em eletroduto. se aéreo ou subterrâneo. 4) É obrigatória. O seu dimensionamento. a Light deve informar a opção de atendimento. Recomenda-se ainda a previsão de eletrodutos vagos como reserva técnica. inclusive o estabelecimento de arco à terra. classe de tensão etc.) com base na legislação específica em vigor. como nas tabelas para entrada individual. Este tipo de proteção diferencial. O anexo B desta Regulamentação mostra os detalhes de aplicação. nº de circuitos. pode ser em cabo singelo. dispositivo IDR ou Dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral). em função dos valores solicitados de demanda. 3) Esta tabela não sugere o diâmetro mínimo do eletroduto para os circuitos após a medição/proteção geral individual. além de diminuir significativamente a possibilidade de choques elétricos em seres vivos. incluindo eletrodutos. pode ter a metade da seção do condutor de fase quando se tratar de circuito com condutores de fase superiores a 16 mm2. considerando a corrente nominal em função da demanda requerida pelo Consumidor..BT Novembro de 2007 164/186 . além de também se responsabilizar pelas obras necessárias internas à edificação. em algumas situações. limitado ao máximo de 6 (seis) circuito em um mesmo banco de dutos. cujos ramais de ligação sejam com cabos até 120 mm2. acessórios etc. os materiais e caixas destinadas ao padrão de medição. por se tratar de sistema de medição coletiva. o que pode ocasionar incêndio na edificação. Todavia.).O ramal de ligação coletivo. são fornecidos e instalados pelo Consumidor. todavia o responsável técnico pela instalação deve considerar a condição de curto-circuito franco entre fase e terra/(condutor de proteção) e verificar se estão sendo atendidos os limites térmicos do cabo (temperatura máxima da isolação) em função da corrente de curto e o tempo de atuação da proteção utilizado. a queda de tensão máxima admissível e o nível de curto-circuito no final do ramal de ligação de acordo com o tempo de atuação da proteção dedicada. utilizando cabos singelos. é recomendado que seja respeitada uma taxa de ocupação máxima de 60 % para os eletrodutos do trecho entre a proteção geral individual e o quadro geral de distribuição interno à cada unidade consumidora. havendo ou não necessidade de substituição do ramal de ligação coletivo original. Especificamente para esta condição de atendimento tratada nesta tabela que é o atendimento de aumento de carga em unidades de consumo no padrão de ligação antigo (já existente). a utilização de proteção diferencial (disjuntor DDR. envolvendo aspectos de obra a serem tratados exclusivamente pelo Consumidor. também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curtocircuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. 2) Nos circuitos de saída após a proteção geral individual. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. o condutor de proteção já incluído nos circuitos indicados e que sempre deve fazer parte dos referidos circuitos. o Consumidor deve participar de todos os custos inerentes à sua solicitação (materiais. deve ser compatível com os valores estabelecidos na TABELA 14 desta Regulamentação. a critério da Light. cabendo à Light a decisão pela melhor opção técnica de atendimento e estabelecendo as condições do ramal de ligação (tipo de cabo. mão-de-obra etc. de acordo com as condições definidas no item 11 desta Regulamentação. Ultrapassado o limite de 6 (seis) circuitos. 5) A capacidade mínima de interrupção de curto-circuito simétrico em “kA” dos disjuntores de proteção geral. 6) Os condutores que se referem aos circuitos de saída após a medição/proteção geral.

6 < D ≤ 82.9 < D ≤ 23.6 6.0 < D ≤ 6.8 < D ≤ 99.0 58.0 D ≤ 10.0 D ≤ 4.9 19.0 < D ≤ 14. pontaletes e estruturas para ancoramento de fabricantes validados tecnicamente pela Light.8 82.0 < D ≤ 8. os limites máximos de comprimento do ramal de ligação em relação ao tipo de estrutura de ancoramento. 2) Outras alternativas para ancoramento de Ramal de Ligação que não as padronizadas nesta Regulamentação.3 < D ≤ 74.0 10.0 4.7 < D ≤ 58.7 49. postes.4 4.BT Novembro de 2007 165/186 .3 13.3 66.1 33.00.0 150 200 300 300 400 600 NOTAS : 1) Somente devem ser empregados.6 74.1. acompanhadas de memorial de cálculos e justificativa técnica elaborados por responsável técnico legalmente habilitado.6 < D ≤ 8.0 8.4 < D ≤ 6.0 1.0 < D ≤ 13.0 150 7.4 < D ≤ 49.2 23. bem como pelo documento ART devidamente quitado junto ao CREA-RJ. RECON .0 D ≤ 3. 0 1. 3) Devem ser rigorosamente observados.2 < D ≤ 33.07.0 6.TABELA 12 DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS REDE DO MESMO LADO TENSÃO DE FORNECIMENTO (VOLT) CATEGORIA DE ATENDIMENTO ENGASTAMENTO (m) FUNÇÃO DA DEMANDA AVALIADA ( kVA ) REDE DO LADO OPOSTO ENGASTAMENTO (m) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) ALTURA (m) CARGA NOMINAL ( daN ) 115 (FN) 230 (FFN) 127 (FN) 220 (FFN) RM1 RM2 RM3 RM4 RM5 UM1 UM2 UM3 UM4 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 TI1 TI2 TI3 TI4 TI5 TI6 D ≤ 3.4 < D ≤ 116 116 < D ≤ 150 150 < D ≤ 300 75 100 75 150 75 75 100 6.4 41.4 99.1 < D ≤ 41.0 < D ≤ 66.3 3.3 < D ≤ 19.1 da Seção 02.3 < D ≤ 4. devem ser apresentadas à Light para análise. conforme estabelecido em 14.

TABELA 13
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
SEÇÃO “ S” DOS CONDUTORES FASE DA INSTALAÇÃO ( mm2 ) S ≤ 16 16 < S ≤ 35 S > 35 SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO ( mm2 ) S 16 0, 5 x S

NOTA:

A seção não deve ser inferior ao valor determinado pela expressão seguinte (aplicável apenas para tempos de atuação da proteção até 5 segundos). I2.t k

S= Onde: S I t k = = = =

Seção do condutor, em mm2; Valor eficaz (CA) da corrente máxima de falta (curto-circuito), em ampères; Tempo de atuação da proteção, em segundos; Fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes e das temperaturas inicial e final.

A seguir são apresentados valores típicos de “ k “ para cabos na classe de tensão 0,6/1 kV com condutor de cobre isolado, tanto em PVC, quanto em XLPE ou EPR. MATERIAL DO CONDUTOR Cobre Fator “ k “ MATERIAL DA ISOLAÇÃO PVC 114 XLPE ou EPR 142

NOTAS: 1) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com PVC antes da falta é de 70 ºC; 2) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com PVC é 160 ºC; 3) A temperatura inicial considerada para o condutor isolado com XLPE ou EPR antes da falta é de 90 ºC; 4) A temperatura máxima final admissível para o condutor isolado com XLPE ou EPR é 250 ºC; 5) A temperatura ambiente considerada é 30ºC.

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TABELA 14
CAPACIDADE MÍNIMA DE INTERRUPÇÃO SIMÉTRICA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO GERAL DE ENTRADA
CONDUTOR DO RAMAL DE ENTRADA ( Cu - mm2) (1) 6 10 25 35 50 70 95 120 2 x 70 2 x 95 Maiores bitolas NOTAS: 1) Valores relativos a 1 conjunto de cabos, salvo quando indicado. 2) Os valores de curto-circuito serão fornecidos pela Light para cada caso, devendo as capacidades de interrupção dos dispositivos de proteção geral serem compatíveis com o maior dos valores de curto-circuito disponíveis nos respectivos pontos de instalação. 3) O nível de curto-circuito será fornecido pela Light, para cada caso, devendo a capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral ser compatível com esse valor, e nunca inferior a 60 kA. 4) Havendo previsão para conversão do sistema de fornecimento existente (AÉREO para SUBTERRÂNEO ou SUBTERRÂNEO RADIAL para NETWORK), os dispositivos de proteção deverão ser dimensionados para a futura situação, 5) Dependendo da capacidade de interrupção do dispositivo de proteção geral, mesmo nas pequenas ligações, poderá vir a ser inviabilizada sua instalação em caixa para disjuntor CPG padronizada. Nesses casos, o disjuntor deve ser instalado em caixa especialmente construída, em material polimérico ou metálico protegido contra corrosão, para abrigar o dispositivo de proteção geral, com dimensões compatíveis e possibilitando a instalação de selo e demais dispositivos de segurança. 6) Todos os valores dessa tabela estão referidos a 220 V.
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SISTEMA DE FORNECIMENTO EM BAIXA TENSÃO
(com lance de circuito de 15 metros)

AÉREO
RADIAL RADIAL

SUBTERRÂNEO
RETICULADO RETICULADO DEDICADO

5 kA 10 kA 15 kA 20 kA 25 kA

15 kA 25 kA 30 kA 40 kA 50 kA (2)

15 kA 25 kA 40 kA 50 kA (3)

(2)

TABELA 15
CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL EM CONDUTORES DE COBRE ( Ampère )
PVC
Temperatura do condutor 70ºC Temperatura ambiente 30ºC

EPR – XLPE
Temperatura do condutor 90ºC Temperatura ambiente 30ºC Temperatura do solo 20ºC 3 CABOS SINGELOS EM TRIFÓLIO NO DUTO

SEÇÃO (Cu -mm2)
AO AR LIVRE

2 ou 3 CONDUTORES EM ELETRODUTO NA PAREDE

6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 NOTAS :

51 71 97 130 162 197 254 311 362 419 480 569 659

36 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 426

46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396

1) As seções dos condutores estão referidas apenas pelo critério de ampacidade para orientar a escolha e o primeiro passo no dimensionamento. Portanto, devem ser observados rigorosamente pelo responsável técnico, os limites de queda de tensão e perda técnica, a suportabilidade às correntes de curta duração (curto-circuito) e a adequação ao tipo de instalação, estabelecidos pela NBR - 5410 da ABNT e normas técnicas específicas de condutores, compatíveis com as características do circuito; condições que podem justificar a modificação no dimensionamento apresentado nas referidas tabelas. 2) As características dos condutores devem estar em conformidade com o estabelecido na NBR – 5410, para cada tipo de instalação, em especial, quanto à condição antichama e não propagante de fumaça tóxica.

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5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 60 60 75 75 85 QUANTIDADE DE CABOS 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tamanho nominal dos eletrodutos. RECON . deve ser a mesma que a indicada nesta tabela para 3 condutores com o mesmo tipo de isolamento. NBR 6150 (EB-744) NOTAS: 1) A bitola mínima de eletroduto contendo 2 condutores unipolares de seções 6 ou 10 mm2. conforme NBR 5624 (EB-568) 16 16 16 16 20 25 31 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 100 16 16 20 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 75 88 100 113 16 16 20 20 25 31 41 41 47 59 59 75 75 88 100 113 16 20 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 113 16 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 16 20 25 25 31 41 47 47 59 75 75 88 100 113 20 25 25 31 31 41 47 59 59 75 88 88 100 113 20 25 25 31 41 41 47 59 75 75 88 100 113 113 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 100 113 - Eletroduto rígido de aço carbono. em milímetros. em milímetros.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 QUANTIDADE DE CABOS 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3 Tamanho nominal dos eletrodutos.TABELA 16 OCUPAÇÃO MÁXIMA DE ELETRODUTOS COM CONDUTORES UNIPOLARES ISOLADOS EM PVC 70ºC SEÇÃO nominal ( mm2 ) 1.equivalência (mm x polegada) ( mm ) ( polegadas ) 16 3/8 20 25 31 32 40 41 47 50 59 60 1 1¼ 1½ 2 75 2½ 85 3 88 100 3½ 113 4 ½ ¾ Seção nominal ( mm2 ) 1.5 2. conforme NBR 5624 (EB-568) 20 25 31 31 41 41 59 59 75 75 88 113 113 - Tamanho nominal dos eletrodutos rígidos de aço carbono . tipo leve.BT Novembro de 2007 169/186 . classe A.5 2. conforme NBR 6150 (EB-744) 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 60 75 75 80 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 85 16 20 25 25 32 32 40 50 60 60 75 85 85 16 20 25 25 31 32 40 40 50 60 75 85 20 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85 20 25 25 32 40 40 60 60 75 75 85 20 25 32 32 40 50 60 60 75 85 20 25 32 32 40 50 60 75 75 85 - Eletroduto rígido de PVC. 2) Nos casos de instalações situadas em zonas marítimas. tipo rosqueável. só deve ser utilizado eletroduto rígido de PVC.

Temperatura do barramento – 65° C’ RECON .BT Novembro de 2007 170/186 . Nesta tabela foram consideradas: .TABELA 17 LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR NÚMERO DE BARRA DO FEIXE Largura x Espessura ( mm ) 12 X 2 15 x 2 15 x 3 20 x 2 20 x 3 20 x 5 25 x 3 25 x 5 30 x 3 30 x 5 40 x 3 40 x 5 40 x 10 50 x 5 50 x 10 60 x 5 60 x 10 80 x 5 80 x 10 100 x 5 100 x 10 120 x 10 160 x 10 200 x 10 1 2 3 4 CORRENTE MÁXIMA ADMISSÍVEL – AMPÈRE 110 140 170 185 220 295 270 350 315 400 420 520 760 630 820 760 1060 970 1380 1200 1700 2000 2500 3000 200 240 300 315 380 500 460 600 540 700 710 900 1350 1100 1600 1250 1900 1700 2300 2050 2800 3100 3900 4750 1850 1650 2250 1760 2600 2300 3100 2850 3650 4100 5300 6350 2500 2100 3000 2400 3500 3000 4200 3500 5000 5700 7300 8800 NOTAS: 1.Temperatura ambiente – 35° C’ .

BT Novembro de 2007 171/186 . 5. devem ser aplicados os fatores de correção da tabela abaixo. Para barramentos com a maior dimensão (largura) na posição horizontal ou para barramentos verticais com mais de 2 (dois) metros. quando da ocorrência de flechas máximas provenientes dos esforços eletrodinâmicos. exceto no feixe de 4 (quatro) barras onde o espaçamento entre a segunda e a terceira barras deve ser de 50 mm. O afastamento mínimo entre barras de diferentes fases e entres estas e estruturas de montagens deve ser tal que. RECON .2. As barras do feixe devem conservar entre si espaçamento igual ou maior que sua espessura. 4. Para dimensionamento de barras destinadas à instalação de transformadores de corrente ver TABELA 17. esses valores não sejam inferiores a 60 mm para tensões até 300V e 100 mm para tensões superiores. 3.

75 0.65 4 RECON .TABELA 18 FATORES DE CORREÇÃO PARA BARRAMENTOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS COM MAIS DE 2 (DOIS) METROS N.80 0.º de barras do feixe (por fase) 2 3 Largura das barras (mm) 50 até 200 50 até 80 100 até 120 160 até 200 50 até 80 100 até 120 160 200 Fator de correção 0.BT Novembro de 2007 172/186 .70 0.80 0.75 0.70 0.

BT Novembro de 2007 173/186 .RECON BT ANEXOS RECON .

.................. (assinatura do proprietário) Nome: Identidade Nº: Endereço: Telefone: E_mail: Órgão expedidor: RECON .. .......... Assunto: Credenciamento de responsável técnico Serve a presente para credenciar o profissional (................................. / Nº / Bairro / Município / Estado)...........BT Novembro de 2007 174/186 ....... de de À Light Serviços de Eletricidade S............................... legalmente habilitado pelo CREA-RJ Nº ......nome do profissional ... Atenciosamente..... como responsável técnico para tratar junto à LIGHT dos assuntos atinentes às instalações de entrada de energia elétrica do imóvel situado na .Anexo “ A” CARTA MODELO PARA CREDENCIAMENTO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO Rio de Janeiro...........(Rua / Av....... de minha propriedade...................................)..A.....

seja no QGBT ou mesmo nos quadros internos de distribuição. Em algumas situações pode ser necessário que a interligação seja feita até mesmo pelo mesmo conjunto de barras do respectivo barramento. Entretanto no local de interligação o condutor ou condutores que farão a interligação entre as barras deve(m) ser dimensionado(s) considerando a condição mais crítica de curto-circuito entre fase e condutor de proteção. Nas caixas a jusante da CSMD. de forma seletiva. Essa condição de não interligação permite que possa ocorrer o desarme do disjuntor imediatamente a montante. O disjuntor termomagnético em questão deve possuir uma bobina de abertura (BA).CSMD indicada para a demanda solicitada. as barras de neutro e de proteção não podem ser interligadas.Anexo “ B” ARRANJOS SUGESTIVOS PARA O DISPOSITIVO DIFERENCIAL O dispositivo diferencial integrado ao disjuntor geral termomagnético deve ter o relé de corrente (Rc) com possibilidade de ajuste para valores acima da corrente total diversificada de fuga da instalação. Somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas.BT Novembro de 2007 175/186 . ou seja. Porém o rearme deve ser manual. mecânico por meio de alavanca. a fim de permitir que se instale o disparo do dispositivo diferencial. Figura “ A” RECON . O barramento de proteção e o barramento de neutro estão contidos na Caixa de Seccionamento Medição e Proteção . daquele disjuntor que possa ter falhado.

OBS. nas caixas de medição e respectivas proteções que estejam a RECON . somente junto a proteção geral de entrada é que as barras de neutro e de proteção podem e devem ser interligadas. ou então o dispositivo IDR que deve ser associados em série com o disjuntor termomagnético. podem ser utilizados.: 1) Também nesse arranjo. como também nas proteções gerais das entradas coletivas onde as proteções gerais individuais de cada Consumidor também devem disponibilizar proteções diferenciais. disponibilizando o referido TC no próprio condutor de proteção. mesmo que curto ocorra na fase que alimenta o relé de corrente impedindo a sua atuação pela queda de tensão. principalmente. pode ser utilizado o arranjo da Figura “ B” a seguir. podem ser praticados tanto nas proteções gerais de entrada dos Consumidores individuais com medição indireta. tanto o disjuntor DDR que dispensa o disjuntor termomagnético. nesse caso. bem como o arranjo da Figura “ A” . o curto-circuito será interrompido pela condição termomagnética (magnética). quando não for possível que o TC do dispositivo diferencial envolva todos os cabos do circuito de alimentação do ramal de ligação.BT Novembro de 2007 176/186 . todavia nessas proteções. o que deve ocorrer com os Consumidores atendidos com mais de um cabo por fase. a fim de permitir observar o motivo pelo qual não se deve interligar as barras de neutro e de proteção nas caixas de distribuição. 3) Cabe observar que a proteção diferencial objetiva a corrente de fuga. por possuírem seus disjuntores com valores menores de corrente (nominal e de curto-circuito). entretanto pode também enxergar uma corrente de curtocircuito franco entre fase e condutor de proteção. Figura “ B” A seguir a demonstração de um arranjo trifilar simplificado mostrado na Figura “ C” . 2) O arranjo dessa Figura “ B” .Opcionalmente.

diminui significativamente a possibilidade de choques elétricos. com base no estabelecido na NBR 5410. já que é bastante comum que disjuntores maiores (bipolares e tripolares) sejam mais rápidos que disjuntores monopolares quando da ocorrência de curto-circuito.BT Novembro de 2007 177/186 . RECON . a fim de se evitar diferenças de potencial (R x I) acima dos limites aceitáveis em função de cada equipamento sensível a essa condição. sistemas de comandos de elevadores através de controladores lógicos programáveis (CLP’s) etc. Principalmente quando da opção pela utilização do dispositivo tipo IDR. tanto para os disjuntores termomagnéticos. tomadas de três pinos nos casos de equipamentos monofásicos e tomadas de quatro pinos nos casos de equipamentos trifásicos. deve-se lembrar que os dispositivos diferenciais não protegem pessoas se estas forem submetidas a potenciais entre fases ou entre fase e neutro. o que pode ocasionar incêndio na edificação. o que geralmente não ocorre para a condição de sobrecarga. ou ainda em função de níveis elevados de “harmônicos” principalmente de terceira ordem. logo é importante que esses IDR’s só operem para a condição de fuga e que nos casos de curto-circuito sejam mais lentos que os disjuntores termomagnéticos. somente junto a proteção geral de entrada é que se deve interligar as barras de neutro e de proteção. seja por desequilíbrio de carga em circuitos trifásicos. em algumas situações. em sua maioria. o Consumidor ou seu responsável técnico deve ter o cuidado em avaliar as curvas “tempo x corrente” dos disjuntores de proteção. sob pena de serem completamente danificados durante uma ocorrência de curto-circuito franco entre fase e condutor de proteção. torna-se fundamental a citada avaliação até porque os IDR’s não possuem capacidade de interrupção de curto-circuito. que funciona em série com o disjuntor termomagnético. ou seja. fogões etc. quanto para os disjuntores diferenciais DDR. NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados com alguns equipamentos microprocessados como computadores. por cargas monofásicas de grande porte. principalmente se estiverem bem isoladas da referência de terra. bem como utilizar de opções de circuitos a três fios (fase + neutro + terra/proteção) e a quatro fios (3 fases + terra/proteção). Independentemente do arranjo ideal que permita evitar valores de potencial entre neutro e terra/proteção acima dos permitidos aos referidos equipamentos. principalmente se considerados os equipamentos/eletrodomésticos com baixo nível de isolamento (ou perda de isolamento ao longo de sua vida útil). com agravo para os circuitos longos. em alguns casos sendo necessários valores menores que 1.jusante (após) a proteção geral de entrada da edificação. Na escolha do dispositivo diferencial.. onde o aterramento através do condutor de proteção antecipa o desligamento do circuito antes que este seja tocado. lembrando ainda que também se mostra bastante eficiente contra a possibilidade de curto-circuito de alta impedância (baixo valor de corrente) que gera uma falsa sobrecarga e. inclusive o estabelecimento de arco à terra.5 V. Essa avaliação é fundamental para que sempre ocorra seletividade e coordenação entre as diversas proteções ao longo do circuito. deve ser disponibilizada proteção através de relés ajustados adequadamente e que promovam o imediato desligamento do equipamento em questão através de contatoras e/ou disjuntores especiais associados a esses relés. Entretanto. máquinas de lavar roupas. só podem ser aterrados no condutor de proteção. que não admitem valores elevados de potencial entre neutro e terra (condutor de proteção). Devem ser observadas as correntes elevadas de neutro. Apenas como esclarecimento. equipamentos como aparelhos de ar condicionado. que já possuem. Portanto. dispositivo IDR ou dispositivo diferencial acoplado ao disjuntor geral. geladeiras.

que além de enxergar as correntes de fuga. pode ser feita por disjuntor termomagnético associado ao dispositivo IDR que RECON .Figura “ C” NOTA: Opcionalmente a proteção com disjuntor DDR.BT Novembro de 2007 178/186 . possui ainda a capacidade de interrupção em regime de curto-circuito e sobrecarga.

o dispositivos IDR devem ser mais lentos em condições de curto-circuito do que os disjuntores termomagnéticos já que. Logo. em geral. ou seja. RECON . não possuem capacidade de interrupção em regime de curto-circuito. além de não disponibilizar os elemento magnético para a condição de curto-circuito. também não possui capacidade de interrupção compatível com o regime de curto-circuito. ou seja. ou então ter o elemento sensor de corrente saturado em condições de curtocircuito para que só operem quando sensibilizados para as correntes de fuga. cuidados especiais devem ser tomados pelos responsáveis técnicos das instalações quando da aquisição dos dispositivos IDR’s. no que se refere a condição de seletividade com os disjuntores termomagnéticos por ocasião da ocorrência de curto-circuito.somente enxerga as correntes de fuga.BT Novembro de 2007 179/186 .

estas deverão ser do tipo interna. CSM. superior. sem nenhuma saliência ou indicação externa. além de dispositivo com furação de 3mm para a instalação de lacre padrão Light. PSMD.). CDE. CDM.Todos as caixas e painéis constantes nesta Regulamentação. RECON . lateral ou traseiro. CSMD. CD. devem apresentar 2(dois) dispositivos de segurança conforme figura abaixo.BT Novembro de 2007 180/186 . PDMD.Anexo “ C” DETALHES DOS DISPOSITIVOS DE IMPEDIMENTO AO ACESSO EM PAINÉIS E CAIXAS CONSTANTES DESTA REGULAMENTAÇÃO a . CPG etc. CM. Não serão aceitas dobradiças externas. não devem permitir o acesso ao seu interior por pessoas não autorizadas pela Light. principalmente aqueles destinados aos trechos de energia não medida (CS. em qualquer hipótese. Portanto não devem possuir parafusos ou porcas externas que possibilitem o acesso frontal. Dimensões em mm. medição e proteção geral. Para isso é importante que todas as chapas de fechamento das caixas e painéis possuam seus parafusos de fixação soldados por dentro. independentemente do sistema de fechamento / fixação disponibilizado pelo fabricante. b . a fim de não permitirem qualquer tipo de violação. inferior. c . PDM.As portas de acesso frontal de todas as caixas e painéis destinadas ao sistema de seccionamento.No caso de portas frontais com dobradiças.

rigorosamente.Anexo “ D” DETALHES PARA OPERAÇÃO DAS BARRAS DESLIGADORAS. estejam realmente abertos ou desligados e. devem estar em dia com os cursos relativos a segurança. onde o barramento de grande porte só permite a utilização de amperímetro com TC de núcleo flexível. 4) É importante ressaltar que todas ações em sistemas elétricos só devem ser realizadas com a utilização dos equipamentos de proteção de uso individual (EPI’s). O amperímetro alicate não necessita de abertura do TC. através. além das verificações visuais citadas acima. deve garantir total segurança aos trabalhos de abertura das barras desligadoras. que não foram concebidos para operar em condição de carga. -x-x-x-x-x- RECON . chaves etc. contatoras e chaves de abertura em carga) a jusante (após) ao ponto de seccionamento em que se deseja abrir. Nesse caso. cabe ao responsável pela operação que faça o perfeito reconhecimento das condições da carga. uma opção para essas situações é a verificação com amperímetro “alicate” tradicional no próprio secundário do TC de medição/proteção de baixa tensão quando disponível (lembrando que não se deve abrir o secundário de TC sem o absoluta certeza do circuito desligado. que o disjuntor a montante também esteja desligado. da constatação de iluminação acesa quando deveria estar apagada. BASES FUSÍVEIS. através de amperímento “alicate”. preferencialmente. sem corrente e sem tensão). Nesse sentido. nos casos em que necessite operar qualquer desses dispositivos de seccionamento (não projetados para operação sob carga) é de extrema importância que o sistema esteja. Nesse caso. bem como devidamente habilitados para o exercício da atividade etc. Também ressalta-se a importância de que todos os profissionais que realizem atividades em eletricidade. a existência de corrente no circuito em que se deseja abrir. ou seja. se possível. Portanto. primeiros socorros. devem estar em rigoroso cumprimento com a NR-10 do Ministério do Trabalho e Emprego. procedendo a abertura somente na ausência total de corrente. se possível. certificando-se que todos os dispositivos de operação sob carga (disjuntores. 3) Verificar. bem como com os equipamentos de proteção de uso coletivo (EPC’s). sem tensão. sem carga e. por exemplo. OU CHAVES SECCIONADORAS DE OPERAÇÃO SEM CARGA Cuidados especiais devem ser considerados quando da operação de dispositivos de abertura ou seccionamento de circuito elétrico. considerando as situações de medição indireta. algumas verificações elétricas também devem ser consideradas: 1) Verificar com voltímetro a ausência de tensão que. 2) Verificar se há alguma carga em condições de energização a jusante dos disjuntores e chaves de operação sob carga anteriormente citados.BT Novembro de 2007 181/186 .

OBSERVAÇÕES: RECON .BT Janeiro de 2007 182/182 .

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