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Alguns problemas do pé tem origem no próprio local, por exemplo, devido a uma lesão. Outros problemas são decorrentes de determinadas doenças que afetam todo o organismo. Qualquer osso, articulação, músculo, tendão ou ligamento do pé pode ser afetado.

Entorse do Tornozelo
O entorse do torno elo é uma lesão dos ligamentos !o tecido el"stico e resistente que conecta os ossos entre si# do torno elo. Qualquer ligamento do torno elo pode ser lesado. $eralmente, os entorses ocorrem quando o torno elo roda para fora, fa endo que a planta do pé fique voltada para o outro pé !inversão#. Os ligamentos frouxos do torno elo, os músculos da perna fracos, as les%es dos nervos da perna, determinados tipos de calçados !p.ex., aqueles com saltos muito altos e finos# e certas formas de marc&a tendem a provocara rotação do pé para fora, aumentando o risco de um entorse. Sintomas A gravidade do entorse depende do grau de distensão ou de laceração ligamentar. 'm um entorse leve !de () grau#, os ligamentos são distendidos, mas não c&egam a sofrer laceração. O torno elo comumente não dói ou inc&a muito, mas um entorse leve aumenta o risco de les%es de repetição. 'm um entorse moderado !de *) grau#, o ligamento sofre uma laceração parcial. O inc&aço e a equimose evidentes são comuns e a marc&a geralmente é dolorosa e dif+cil. 'm um entorse grave !de ,) grau#, o ligamento sofre uma ruptura completa, causando inc&aço e, algumas, sangramento sob a pele. -omo conseq./ncia, o torno elo torna0se inst"vel e incapa de sustentar o peso. Diagnóstico e Tratamento O exame f+sico do torno elo pode fornecer ind+cios sobre a extensão da lesão ligamentar. 1req.entemente, são reali adas radiografias para se determinar existe alguma fratura óssea, mas elas não conseguem determinar se &ouve um entorse de torno elo. Outros exames raramente são necess"rios. O tratamento depende da gravidade do entorse. $eralmente, os entorses leves são tratados com um enfaixamento do torno elo e do pé com faixa el"stica ou esparadrapo, aplicação de gelo na região, elevação do torno elo e, 2 medida que os ligamentos se curam, um aumento gradual das camin&adas e dos exerc+cios. 3ara os entorses moderados, é utili ado um aparel&o gessado que permite a deambulação, o qual é mantido por tr/s semanas. 'sse aparel&o imobili a a perna, mas permite que a indiv+duo

pode ser necess"ria a reali ação de uma cirurgia. antes que o indiv+duo retome as atividades mais exigentes do ponto de vista f+sico. Alguns cirurgi%es acreditam que a reconstrução cirúrgica de ligamentos muito lesados e lacerados não é uma solução mel&or que o tratamento não cirúrgico. lacerando o ligamento ao longo da parte externa do torno elo. um entorse moderado ou grave causa problemas mesmo após a cicatri ação do ligamento. 4o entanto. ainda existem controvérsias em relação 2 cirurgia.entes podem ser prevenidas com o uso de suportes para o torno elo e o uso de dispositivos no calçado para estabili ar o pé e o torno elo. Complicações Algumas ve es.ande com o torno elo lesado. 3ara os indiv+duos que sofrem entorses de torno elo com facilidade. 3ara os entorses graves. o fortalecimento dos músculos e a mel&oria do equil+brio e do tempo de resposta. A fisioterapia é muito importante para a restauração dos movimentos. 3ode ocorrer a formação de um pequeno nódulo em um dos . Entorse Grave do Tornozelo 5m entorse pode ocorrer quando o torno elo roda para fora !sofre inversão#. as les%es subseq.

finalmente.ente redução do fluxo sang. A cirurgia raramente é necess"ria. 'sse distúrbio. Apesar da dor. A dor. con&ecido como distrofia simp"tica reflexa ou atrofia de 9udec:.ligamentos do torno elo. mel&ora o quadro. A in7eção de um anestésico local no nervo que inerva o torno elo. e de um anestésico local. uma lesão permanente. o indiv+duo afetado deve continuar andando. pode causar edema cr6nico e dor no lado externo.+nea e podem começar a atrofiar. finalmente. acarretando uma inflamação. visando redu ir a inflamação. acarretando uma inflamação. Algumas ve es.entemente. O tratamento consiste no uso de suportes para o torno elo que limitam os movimentos da articulação. pode passar de um local a outro do torno elo e do pé. con&ecido como tenossinovite fibular.entemente alivia a dor e o formigamento !neuralgia#. para diminuir a dor. con&ecido como tenossinovite fibular.+neos da região do torno elo com conseq. 1req. não devendo ser feito um uso abusivo desse tipo de tratamento. uma lesão permanente. algumas "reas do osso e de outros tecidos podem ser afetadas por causa da privação sang. . mel&ora o quadro. causando atrito constante na articulação e acarretando inflamação cr6nica e.+neo. A administração de in7eç%es de cortisona na bain&a do tendão também podem ser efica es. pode provocar edema e dor no pé. 5m nervo que percorre sobre um dos ligamentos do torno elo também pode ser lesado em um entorse. 'sse distúrbio. 1req.entemente intensa. o uso de corticosteróides e a assist/ncia psicológica podem auxiliar o paciente a conviver com a dor intensa e cr6nica. após um entorse. algumas ve es de forma permanente. 'ssa s+ndrome pode estar relacionada 2 laceração parcial de ligamentos situados profundamente no pé. para diminuir a dor. causando atrito constante na articulação e acarretando inflamação cr6nica e. 5m nervo que percorre sobre um dos ligamentos do torno elo também pode ser lesado em um entorse.entemente.entemente alivia a dor e o formigamento !neuralgia#. freq. 1req. A cirurgia raramente é necess"ria. a in7eção de uma mistura de corticosteróides no torno elo. visando redu ir a inflamação. pode causar edema cr6nico e dor no lado externo. 'sse problema. a in7eção de uma mistura de corticosteróides no torno elo. A administração de uma in7eção de um anestésico local freq. A administração de uma in7eção de um anestésico local freq. 8evido a essa redução.entemente. A fisioterapia e o uso de analgésicos pela via oral podem ser úteis. O tratamento consiste no uso de suportes para o torno elo que limitam os movimentos da articulação. ou em torno dele !bloqueio nervoso#. e de um anestésico local. 3ode ocorrer a formação de um pequeno nódulo em um dos ligamentos do torno elo. um entorse moderado ou grave causa problemas mesmo após a cicatri ação do ligamento. Os indiv+duos com um entorse no torno elo podem andar de uma maneira que sobrecarrega os tend%es !os cord%es de tecido fortes e flex+veis que ligam um músculo a um osso ou um músculo a outro músculo# do lado externo do torno elo. as in7eç%es de corticosteróides e de anestésicos locais são úteis. Ocasionalmente. algumas ve es de forma permanente.neo# e o osso do torno elo !t"lus#. Os indiv+duos com um entorse no torno elo podem andar de uma maneira que sobrecarrega os tend%es !os cord%es de tecido fortes e flex+veis que ligam um músculo a um osso ou um músculo a outro músculo# do lado externo do torno elo. o c&oque de um entorse grave provoca espasmo dos vasos sang. A s+ndrome do seio do tarso é a dor persistente na "rea situada entre o osso do calcan&ar !calc.

podem fraturar esses ossos. o uso de corticosteróides e a assist/ncia psicológica podem auxiliar o paciente a conviver com a dor intensa e cr6nica. pode provocar edema e dor no pé. As fraturas de ossos do metatarso !ossos da parte intermedi"ria do pé# são comuns. pode ser necess"ria uma cirurgia para alin&ar os segmentos fraturados. 3odem ocorrer dor. 9e os ossos estiverem muito afastados. 'ssas fraturas podem ser graves se não forem tratadas imediatamente. enquanto que outras devem ser reparadas cirurgicamente. ou em torno dele !bloqueio nervoso#. essas fraturas são decorrentes da marc&a excessiva ou do estresse indireto devido ao uso excessivo. A s+ndrome do seio do tarso é a dor persistente na "rea situada entre o osso do calcan&ar !calc. todas as fraturas de torno elo devem ser imobili adas com um aparel&o gessado. nas quais os ossos estão muito separados ou desalin&ados.neo# e o osso do torno elo !t"lus#. de tal modo que a planta do pé roda para fora !entorse do torno elo por inversão#.ex. A fisioterapia e o uso de analgésicos pela via oral podem ser úteis. o edema e a dor podem estender0se além do local da fratura. 1req. As corridas. 8evido a essa redução. as camin&adas longas e os esportes que envolvem um c&oque muito forte contra o solo da superf+cie plantar do antepé !p. Apesar da dor. 5ma fratura do osso metatarsal do &"lux !dedão do pé# ou do do quinto podod"ctilo tende a ser mais complicada. <uitas dessas fraturas não necessitam de cirurgia. pode passar de um local a outro do torno elo e do pé. Fraturas do Pé 3raticamente qualquer osso no pé pode fraturar. após um entorse. 'sse problema. basquetebol e t/nis#.+neos da região do torno elo com conseq. não devendo ser feito um uso abusivo desse tipo de tratamento. Ocasionalmente. ou quando o torno elo roda para fora !entorse do torno elo por reversão#.ente redução do fluxo sang.+neo. exigindo um aparel&o gessado ou uma cirurgia. 9e &ouver contusão de tecidos moles da "rea. freq. algumas "reas do osso e de outros tecidos podem ser afetadas por causa da privação sang.A administração de in7eç%es de cortisona na bain&a do tendão também podem ser efica es.entemente. 4a maioria dos casos. A in7eção de um anestésico local no nervo que inerva o torno elo. con&ecido como distrofia simp"tica reflexa ou atrofia de 9udec:.. =aramente. <ais comumente. A dor. 'ssa s+ndrome pode estar relacionada 2 laceração parcial de ligamentos situados profundamente no pé. é necess"rio o uso de um aparel&o gessado abaixo do 7oel&o. apesar delas poderem ser resultantes de um impacto súbito e forte. . 3ode ser necess"ria a reali ação de uma cirurgia para corrigir as fraturas de torno elo graves. Os ossos sesamóides !dois pequenos ossos arredondados locali ados sob a ponta do osso metatarsal do &"lux# podem fraturar. o c&oque de um entorse grave provoca espasmo dos vasos sang.entemente intensa. tudo o que se fa necess"rio para a consolidação da fratura é a imobili ação em um calçado com sola r+gida ao invés de uma imobili ação com um aparel&o gessado. para se evitar a incapacitação permanente. edema e sangramento. A "rea sobre o local de um osso fraturado comumente torna0 se edemaciada e dolorosa. -omo regra. As fraturas do torno elo e em torno deste ocorrem mais comumente quando o torno elo roda para dentro. as in7eç%es de corticosteróides e de anestésicos locais são úteis. o indiv+duo afetado deve continuar andando.+nea e podem começar a atrofiar.

são comuns. ele deve utili ar botas feitas sob medida ou calçados prescritos pelo médico. particularmente do quinto podod"ctilo.neo. As fraturas que afetam a articulação do &"lux podem exigir cirurgia. O &"lux pode ser fraturado em decorr/ncia de uma tropeção ou da queda de um ob7eto pesado sobre ele.O uso de coxins ou de órteses especialmente fabricadas !palmil&as# para o calçado auxilia no al+vio da dor. O uso de calçados com sola r+gida ou de calçados um pouco mais largos podem a7udar no al+vio da dor. 4ormalmente o esporão causa dor durante seu desenvolvimento. 9e o indiv+duo sentir muita dor ao andar com sapatos normais. provocando dor intensa. utili ando os dedos ad7acentes como apoio. pode ser necess"ria a reali ação da remoção cirúrgica do osso sesamóide.neo até a base dos dedos > fa excessiva tração sobre o calcan&ar. a fratura do &"lux tende a ser mais grave.neo é um crescimento ósseo extra no osso do calcan&ar !calc.neo#. A imobili ação dos dedos dos pés com esparadrapo ou com uma faixa de velcro. pode ser útil. mas pode tornar0se . Ossos do Pé ista !n"erior #pela sola$ Espor%o de Calc&neo 5m esporão de calc. 9e a dor persistir. durante quatro ou seis semanas. edema e sangramento subcut. $eralmente. especialmente quando o indiv+duo anda com os pés descalços. O esporão pode formar0se quando a f"scia plantar > o tecido con7untivo que se estende desde o calc. 1raturas simples dos quatro dedos menores dos pés consolidam sem a necessidade de um aparel&o gessado. As les%es dos dedos dos pés.

$eralmente. A maioria dos espor%es pode ser tratada sem cirurgia.neo. Algumas ve es. Algumas ve es.menos doloroso 2 medida que o pé vai se a7ustando a esse crescimento ósseo.neo. denominada bursite inferior do calc. Esporões do Calc&neo Os espor%es do calc.neo são excresc/ncias ósseas que se formam no calc. especialmente quando o indiv+duo camin&a. mas elas podem não . por exemplo. nssa condição. A dor na parte inferior do calcan&ar pode ser causada por um esporão de calc. os espor%es do calc. uma bolsa contendo l+quido !bursa# desenvolve0 se sob o esporão e inflama. 3or outro lado. o pé adapta0se ao esporão de tal forma que a dor c&ega a diminuir 2 medida que o esporão cresce.neo podem ser diagnosticados durante o exame f+sico.neo.neo geralmente provocam dor enquanto se desenvolvem. durante a pr"tica de um esporte. a aplicação de pressão no centro do calcan&ar provoca dor. =adiografias podem ser reali adas para confirmar o diagnóstico. -omumente. a dor torna0se do tipo late7ante e esta pode ocorrer mesmo na aus/ncia de um esporão. Quando existe um esporão. Os espor%es do calc. um esporão indolor pode tornar0se doloroso após uma pequena lesão na "rea como pode ocorrer. aumentando o risco de formação de espor%es do calc. O pé plano !um ac&atamento anormal da sola e do arco do pé# e distúrbios nos quais a contratura do tendão de Aquiles é permanente podem tensionar a f"scia excessivamente.neo !osso do calcan&ar# que podem ser causadas por uma tração excessiva desse osso pelos tend%es ou pela f"scia !o tecido con7untivo aderido ao osso#.

'ursite Posterior do Tend%o de ()uiles A bursite posterior do tendão de Aquiles !deformidade de Aaglund# é uma inflamação da bursa !saco c&eio de l+quido# locali ada entre a pele do calcan&ar e o tendão de Aquiles !o tendão que fixa os músculos da panturril&a ao osso#. elas não são úteis para o médico. 4o entanto.neo !osso do calcan&ar# desenvolvese em duas partes. ocorre o desenvolvimento de um um ponto sens+vel. Ocasionalmente. Almofadas para o calcan&ar colocadas nos calçados podem ser úteis. Ocasionalmente. 5ma combinação de corticosteróide com um anestésico local pode ser in7etada na "rea dolorida do calcan&ar. uma atividade vigorosa ou uma tensão excessiva provoca o rompimento da cartilagem. O calc. Bnicialmente. além de redu irem a dor. a dor persiste após a cirurgia. o inc&aço pode endurecer. A cirurgia de remoção do esporão somente deve ser reali ada quando a dor interferir na deambulação.neo. a qual é mais macia que o osso. O ato de camin&ar pressionando repetidamente o tecido mole sob o calcan&ar contra o suporte traseiro r+gido de um calçado pode agravar o problema. os resultados da cirurgia são imprevis+veis. a bursa inflamada aparece como uma proemin/ncia avermel&ada sob a pele do calcan&ar. Doença de Sever A doença de 9ever é a talalgia !dor no calcan&ar# apresentada por crianças e causada por uma lesão da cartilagem. as duas partes mant/m0se conectadas por uma cartilagem. 9e o distúrbio tornar0se cr6nico. -alcan&eiras !almofadas de espuma de borrac&a ou de feltro colocadas sob o calcan&ar# podem ser colocadas nos calçados para eliminar a . endurecido e levemente avermel&ado na parte posterior do calcan&ar.neo dolorosos curam sem necessidade de cirurgia. A doença de 9ever é diagnosticada quando uma criança que ten&a participado de atividades atléticas sente dor ao longo da borda do calcan&ar. exceto para excluir a presença de uma fratura como como causa da dor. Algumas ve es. a imobili ação do pé com um aparel&o gessado pode ser útil. Quando este aumenta de taman&o. -omo as radiografias não detectam a lesão cartilaginosa. pois elas redu em a pressão sobre o calc. Até o osso endurecer completamente. causando uma dor locali ada geralmente ao longo da borda do calcan&ar.detectar espor%es recém0formados. A maioria dos espor%es do calc. causando dor na região e também acima dela. diminuem a distensão da f"scia. A cartilagem rompida acaba consolidando. entre os ? e os (@ anos. o calcan&ar encontrase discretamente inc&ado e com um leve aumento de temperatura 2 palpação. O enfaixamento do arco do pé com atadura e o uso de uma órtese !palmil&a para o calçado# que a7ude a estabili ar o calcan&ar são medidas que. O tratamento visa a redução da inflamação e o a7uste da posição do pé no calçado para aliviar a pressão sobre o calcan&ar. geralmente após alguns meses. O tratamento visa o al+vio da dor. 'sse distúrbio ocorre principalmente em mul&eres 7ovens. 'm alguns casos. mas pode ocorrer também em &omens.

a dor piora quando a indiv+duo anda e alivia com o repouso. uma parte do calc. Outros tratamentos são o enfaixamento do pé e o uso de dispositivos especialmente confeccionados no calçado. são fabricados calçados especiais para a7udar no controle dos movimentos anormais do calcan&ar. Quando a bursa inflama após uma lesão.neo !osso do calcan&ar#. Qualquer problema que acarrete uma maior tensão sobre o tendão de Aquiles. o tendão que fixa os músculos da panturril&a ao calcan&ar. geralmente é do tipo queimação ou formigamento. Algumas ve es.ex. 3ara diagnosticar essa condição. os sintomas podem surgir de modo gradual. o qual pode estender0se até o calcan&ar. 'ursite (nterior do Tend%o de ()uiles Alteração da -or das 5n&as A bursite anterior do tendão de Aquiles !doença de Albert# é uma inflamação da bursa !saco c&eio de l+quido# locali ada em frente 2 inserção do tendão de Aquiles ao calc. o arco do pé ou os dedos. Quando a inflamação é causada por uma doença. eles podem comprimi0lo e causam dor. 3odem ser necess"rios v"rios exames para se determinar a causa da lesão. A dor. no pé e nos dedos causada pela compressão ou pela lesão do nervo que inerva o calcan&ar e a planta do pé !nervo tibial posterior#. o médico manipula o pé durante o exame f+sico. Quando outros . especialmente quando é aventada a possibilidade de uma cirurgia do pé.pressão com a elevação do calcan&ar.neo pode ser removida cirurgicamente. O nervo tibial posterior percorre ao longo da parte posterior da panturril&a. 'm geral. *euralgia Ti+ial Posterior A neuralgia tibial posterior é a dor no torno elo. atravessa um canal ósseo próximo ao calcan&ar e c&ega 2 planta do pé. Quando os tecidos em torno desse nervo inflamam. anda ou usa determinados tipos de calçados. Ocasionalmente.. A dor ocorre quando o indiv+duo fica em pé. Bn7eç%es de um corticosteróide misturado a um anestésico local na bursa inflamada também aliviam os sintomas. o sintoma mais comum desse distúrbio. doenças como a artrite reumatóide e mesmo o apoio sobre o suporte posterior r+gido do calçado pode causar esse distúrbio. ibuprofeno# podem aliviar temporariamente a dor e a inflamação. Ces%es do calcan&ar. assim como in7eç%es de uma mistura de corticosteróides e anestésicos locais na "rea inflamada. pode causar esse tipo de bursite. Quando esses tratamentos não forem efica es. os sintomas são o edema e o calor na parte posterior do calcan&ar. o indiv+duo também sente dor em repouso. O alargamento da parte posterior do calçado ou a aplicação de um acolc&oamento em torno da bursa inflamada pode ser útil. 9e essas medidas não surtirem efeito. para redu ir a pressão sobre o nervo. os sintomas geralmente surgem subitamente. A aplicação de compressas !quentes ou frias# sobre a "rea pode a7udar a redu ir a dor e a inflamação.entemente causa formigamento. A percussão sobre a "rea lesada ou comprimida freq. Bn7eç%es de uma mistura de corticosteróides e anestésicos locais na "rea podem aliviar a dor. Cocali ada geralmente em torno do torno elo e estendendo0se até os dedos. antiinflamatórios nãoesteróides !p.

'ursite no Calcan.ar 4ormalmente apenas uma bolsa é encontrada na região do calcan&arD entre o tendão de Aquiles e o calc. A dor na parte anterior da planta do pé pode ser causada por tumores não cancerosos de . pode ser necess"ria a reali ação de uma cirurgia para aliviar a pressão sobre o nervo. inc&ada e dolorida. resultando em bursite posterior do tendão de Aquiles. resultando em bursite anterior do tendão de Aquiles. 'sta bolsa também pode ficar inflamada.tratamentos não aliviam a dor.es%o *ervosa Os nervos que inervam a planta do pé e os dedos locali am0se entre os ossos dos dedos. 'ssa bolsa pode ficar inflamada. . uma bolsa protetora !advent+cia# pode formar0se entre o tendão de Aquiles e a pele. inc&ada e dolorida.neo !osso do calcan&ar#. 'm decorr/ncia da pressão anormal e da disfunção do pé. Dor na Super"-cie Plantar do (ntepé A dor na superf+cie plantar do antepé geralmente é causada pela lesão de nervos locali ados entre os dedos ou de articulaç%es entre os dedos e o pé.

O indiv+duo também pode sentir como se &ouvesse uma bola de gude ou uma pedrin&a no interior da região anterior da superf+cie plantar do pé. E palpação. As radiografias. A dor no &"lux de in+cio recente pode ser aliviada com a tração do &"lux e a extensão da articulação. O médico diagnostica o distúrbio analisando a &istória do problema e examinando o pé do paciente. o qual é extremamente comum. em intervalos de uma a duas semanas. 3ode &aver necessidade de se repetir as in7eç%es duas ou tr/s ve es. independentemente do tipo de calçado utili ado. E medida que o distúrbio progride. pode ser decorrente de v"rias posiç%es em pé e de v"rios modos de marc&a. podem ser úteis. uma sensação de queimação constante pode irradiar0se para a ponta dos dedos. de modo que a articulação pode movimentar0se mais facilmente. A artrite cr6nica !osteoartrite# do &"lux.ncia magnética !=<# e ultra0sonografia não identificam com precisão esse distúrbio. os neuromas formam0se em apenas um pé e são mais comuns em mul&eres que em &omens. resultando na formação de um calo. esses sintomas são mais acentuados quando o indiv+duo calça determinados tipos de calçados. fa endo com que os dedos permaneçam flexionados !dedos em martelo#. O uso de calçados mais fundo. Dor nas (rticulações dos Dedos do Pé A dor que envolve as articulaç%es dos quatro dedos menores do pé é muito comum. o neuroma pode causar apenas uma dor discreta em torno do quarto podod"ctilo. A utili ação de dispositivos !órteses# no calçado para corrigir o movimento inadequado do pé e para aliviar a pressão sobre as articulaç%es afetadas é a medida principal do tratamento. sendo geralmente causada por um mau alin&amento das articulaç%es. o indiv+duo pode tornar0se incapa de flexionar o &"lux ao camin&ar.tecido nervoso !neuromas#. A dor articular do &"lux geralmente é agravada pelo uso de calçados. embora possam ocorrer entre quaisquer dedos. . 'm geral. Ocasionalmente. 'sse mau alin&amento pode ser resultante de um arco do pé muito alto ou muito baixo. Bn7eç%es de um anestésico local podem aliviar a dor e diminuir o espasmo muscular. 9e esses tratamentos não tiverem /xito. mas ela apresenta o risco de produ ir parestesia !adormecimento# permanente na "rea. a resson. o qual é ocasionalmente acompan&ado por uma sensação de queimação ou de formigamento. A in7eção de corticosteróides misturados a um anestésico local no pé e o uso de palmil&as geralmente aliviam os sintomas. O atrito constante contra os dedos flexionados fa com que a pele que reveste a articulação se torne espessa. uma lesão do &"lux também pode causar uma artrite dolorosa. assim como a cirurgia para endireitamento dos dedos e a remoção de calos. inclusive a tend/ncia de rodar o pé para dentro durante a deambulação !pronação#. a "rea não apresenta aumento de temperatura. locali ados normalmente entre a base do terceiro e do quarto dedo !neuroma de <orton#. o uso de almofadas nos calçados. a remoção cirúrgica do neuroma muitas ve es alivia completamente o desconforto. 4os primeiros est"gios. 3osteriormente. O tratamento visa o al+vio da pressão provocada pelo mau alin&amento.

as un&as tornamse esbranquiçadas e espessadas e descolam do leito ungueal. 1req. Quando não tratada. /n. geralmente não produ bons resultados. como a causada pela queda de um ob7eto pesado sobre um dedo. em seguida. o tratamento depende de quão graves ou inc6modos são os sintomas. A cura das infecç%es fúngicas é dif+cil e. As drogas antifúngicas.as <uitas condiç%es alteram a cor e a textura das un&as do pé. mas. por essa ra ão. (lteraç%o da Cor das /n. A aplicação de drogas antifúngicas diretamente sobre a un&a infectada. As un&as levemente encravadas podem ser cortadas. elas acabam causando dor. em geral. mais comumente. As infecç%es leves podem causar poucos ou nen&um sintoma. promovem a cura completa. podem mel&orar o problema e. As un&as devem ser mantidas aparadas !bem curtas#.a Encravada 5ma un&a do pé encravada é uma condição na qual as bordas da un&a crescem no interior da pele que a rodeia. 4o in+cio. não ocorre recorr/ncia do quadro. a "rea torna0se vermel&a e quente. a parte encravada da un&a é cortada e removida. as un&as encravadas podem ser assintom"ticas. O uso de calçados apertados. geralmente é reali ada uma anestesia local e. a cirurgia poder" aliviar a dor. exceto quando a infecção fúngica é apenas superficial. para minimi ar o desconforto. ela apresenta uma propensão 2 infecção. como parte de uma infecção do Fpé0de0atletaG. calçados inadequados e o corte das un&as em curva e com os cantos curtos.5m corticosteróide também pode ser utili ado para diminuir a inflamação. com a borda livre cuidadosamente elevada e a colocação de algodão estéril sob a un&a até o desaparecimento do edema. como tratamento único. em ve de um corte em lin&a reta. podendo ocorrer a formação de bol&as c&eias de pus !paron+quia# e drenagem das mesmas. $eralmente. para determinar qual é o fungo respons"vel pela infecção. pode produ ir o . O fungo pode ser adquirido quando ao se andar com os pés descalços em locais públicos ou. 9e o problema exigir cuidados médicos. vermel&a e edemaciada. especialmente quando a "rea é pressionada. Onicomicose A onicomicose é uma infecção fúngica das un&as. podem causar o surgimento de un&as encravadas ou piorar as 7" existentes. ocasionalmente. $eralmente. a "rea torna0se dolorosa. 4as infecç%es mais graves. administradas pela via oral. A un&a encravada pode ocorrer quando uma un&a deformada cresce inadequadamente sob a pele ou quando a pele em torno da un&a cresce com uma rapide anormal e envolve parte da un&a. -aso ela se torne infectada.entemente. 9e esses tratamentos não forem bem0sucedidos. O médico pode confirmar o diagnóstico através do exame microscópico de uma amostra de res+duos ungueais e da cultura desse material. res+duos da un&a infectada acumulam0se sob a borda livre. 3or exemplo. no decorrer do tempo. a infecção retorna quando os medicamentos são suspensos. A inflamação pode então desaparecer e. uma lesão.

ela pode descolar do leito ungueal e cair. As infecç%es fúngicas também podem alterar a cor das un&as. A exposição excessiva a sab%es concentrados.acúmulo de sangue sob a un&a. A coloração negra sob uma un&a deve ser sempre avaliada por um médico. 9e toda a un&a for afetada. fa endo com que ela apresente uma coloração negra. amarelas ou castan&as.ncer de pele#.ncias qu+micas ou a algumas drogas pode fa er com que as un&as apresentem tonalidades negras. . a subst. As les%es podem causar o surgimento de manc&as ou estrias esbranquiçadas na un&a. Após a remoção. para ser descartada a possibilidade de um melanoma !c. cin as. as un&as levam cerca de (* a (? meses para crescer novamente. O tratamento envolve a correção da condição respons"vel pela alteração da cor e a espera do crescimento de un&as sadias.