A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa Relatório Final

Augusto Mateus & Associados

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa Relatório Final

ficha técnica
Título A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa Novembro | 2013 Promotor Gabinete de Estratégia !laneamento e Avaliação "ulturais #ecretaria de Estado da "ultura Autoria #ociedade de "onsultores Augusto $ateus % Associados Coordenação global Augusto $ateus Consultores "ristina #ilva &oana $ateus &oão 'omão Nuno (erreira #usana Gouveia

gica -odas as ind.1.!. Relev4ncia $as pro$uções ©riativas1 posicionamento internacional $e Portugal !"1.strias serão culturais e criativas !arte **+ !osicionamento internacional no comércio e na produção de /ndole 0riativa 1alança comercial 0riativa Gráfico II.1.. )o&re a internacionali*aç#o $as artes portuguesas !romover (aixa III. Empresas exporta$oras no setor cultural e criativo !"11 "apacitar (aixa III.1. )o&re privilegiar as ten$+ncias e n#o os n. Pro$uç#o ©riativa e n/vel $e vi$a1 posicionamento internacional $e Portugal e $a 2E !"1.meros -a&ela II.strias criativas exporta$os por Portugal para pa/ses $e l/ngua oficial portuguesa !""! a !"11 53 Atlas da produção 0riativa Gráfico II.1. Gráfico II. 45 61 65 2 !arte ***+ #inergia cultural *ntrodução Gráfico III. Exemplos $e sinergias culturais no mun$o )6 89 !arte *7+ #inergia tur/stica *ntrodução . Evoluç#o $as exportações ©riativas $e Portugal !""! a !"11 49 #obre a l/ngua portuguesa Gráfico II.índice ) 10 1) 20 !arte *+ Abordagem metodol. Exportações e importações ©riativas em Portugal !""! a !"11 Gráfico II.0. Evoluç#o $os pro$utos $e in$.!.1.1.3. )o&re o ca&a* ©riativo 28 Atlas das e2portaç3es 0riativas (aixa II.!. )o&re a mo&ili$a$e internacional $os agentes culturais e criativos "onectar 5apa III. Evoluç#o $as exportações ©riativas face %s principais fileiras exporta$oras $e &ens em Portugal $es$e a eclos#o $a crise financeira internacional !""' a !"11 (aixa II..

Exemplos $e sinergias in$ustriais no mun$o 1:3 144 14 150 14.1. )o&re o papel $a cultura e $a criativi$a$e na internacionali*aç#o $as empresas portuguesas 5apa 6.(. )o&re o turismo como plataforma $e exportaç#o $e Portugal #egmentar (aixa I6.P. )o&re o enten$imento internacional $e inovaç#o 8i9erenciar produtos (aixa 6.. Exemplos $e sinergias tur/sticas no mun$o 112 114 120 !arte 7+ #inergia industrial *ntrodução (aixa 6.1.7 o Protótipo Experimental $a (omuni$a$e $o 9man:# *ncentivar (aixa 6.-.stico !otencial Estratégia 1ibliogra9ia e ane2os 1ibliogra9ia <ista de boas pr=ticas >uestion=rio ..!.1.0. )o&re a $iferenciaç#o7 interaç#o e segmentaç#o 90 99 103 8i9erenciar destinos (aixa I6. )o&re o turismo e a economia $a experi+ncia *nteragir 5apa I6.1. )o&re E.. 15 1 0 1 5 !arte 7*+ "onclus3es e recomendaç3es 8iagn. )o&re as !1 recomen$ações para o $esign contri&uir para o crescimento e a prosperi$a$e 126 132 *mpregnar (aixa 6..!.8.(aixa I6.

ssia7 =n$ia7 (:ina Cnuced (onfer+ncia $as >ações 2ni$as para o (om.rcio e o ?esenvolvimento CPLP (omuni$a$e $os Pa/ses $e @/ngua Portuguesa FMI Fun$o 5onetário Internacional INE Instituto >acional $e Estat/stica I&D Investigaç#o e $esenvolvimento I&DT Investigaç#o e $esenvolvimento tecnológico I+D+i Investigaç#o7 $esenvolvimento e inovaç#o OMC 8rgani*aç#o 5un$ial $o (om.siglas e abreviaturas AICEP 9g+ncia para o Investimento e (om.$ias empresas TIC -ecnologias $e informaç#o e comunicaç#o Unesco 8rgani*aç#o $as >ações 2ni$as para a E$ucaç#o7 a (i+ncia e a (ultura .rcio Externo $e Portugal BRIC <rasil7 R.rcio MIT 5assac:usetts Institute of -ec:nologA NACE >omenclatura estat/stica $as ativi$a$es económicas NESTA >ational En$oBment for )cience7 -ec:nologA an$ t:e 9rts PNUD Programa $as >ações 2ni$as para o ?esenvolvimento OCDE 8rgani*aç#o para a (ooperaç#o e ?esenvolvimento Económico OMPI 8rgani*aç#o 5un$ial $a Proprie$a$e Intelectual ONUDI 8rgani*aç#o $as >ações 2ni$as para o ?esenvolvimento In$ustrial PME PeCuenas e m.

&lica ?emocrata 9lem# RO Rom.rica FI Finl4n$ia FR França R (roácia U Eungria IE Irlan$a IS Isl4n$ia !P Fap#o IT Itália LT @itu4nia LU @uxem&urgo L" @etónia MT 5alta NL Pa/ses <aixos NO >oruega PL Polónia PT Portugal RDA Rep.&lica (:eca DE 9leman:a DK ?inamarca EE Estónia EL Gr.ssia SE )u.nia SK EslováCuia UE 2ni#o Europeia UK Reino 2ni$o .nia RU Fe$eraç#o $a R.cia SI Eslov.AT Dustria AU 9ustrália BE <.lgica BG <ulgária CY (:ipre CZ Rep.cia ES Espan:a EUA Esta$os 2ni$os $a 9m.

Parte I Abordagem metodológica 8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

undos %omunit-rios #ara o #eríodo 2014.eren%iação) 9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa atra'4s da ino'ação e da di.i%ar as l0gi%as e as o#ortunidades de inter'enção das #olíti%as #1bli%as %o.A!ui se e"#$em os #rin%i#ais ob&eti'os e metodologias desen'ol'idas no #resente estudo #ara re'elar o #a#el da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) *o +mbito do #ro%esso de #rogramação na%ional dos .orço da interna%ionali(ação e da %om#etiti'idade do #aís/ se&a #elo re.inan%iadas #ela 2nião 3uro#eia atra'4s dos #rogramas o#era%ionais e regionais estabele%idos no A%ordo de Par%eria !ue #odem #romo'er o re.2020/ im#orta %lari.orço m1tuo do setor %ultural e %riati'o e da e%onomia #ortuguesa %omo um todo) 5 desa.io 4 %riar as %ondiç$es #ara !ue a %ultura e a %riati'idade se&am %6amadas a %ontribuir e a #rotagoni(ar o #ro%esso de re.orço da #r0#ria interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ se&a #elo re.

Todas as indústrias serão culturais e criativas 5 #resente estudo tem %omo ob&eti'o #rin%i#al %ontribuir #ara .se muito mais desigual/ muito mais .se .undamentar mel6orias nas estrat4gias em#resariais e nas #olíti%as #1bli%as !ue #ermitam a#ro'eitar o #oten%ial da %ultura e da %riati'idade en!uanto instrumentos #ara .erentes %adeias de 'alor) 5 ritmo do %res%imento e%on0mi%o tornou.%usto do te%ido #roduti'o na%ional e #ara #romo'er a interna%ionali(ação das ati'idades e"#ortadoras do #aís) A %rise de %om#etiti'idade da e%onomia #ortuguesa e"ige uma #arti%i#ação na globali(ação muito mais ati'a e arti%ulada %om a !ualidade e sustentabilidade do desen'ol'imento e%on0mi%o e so%ial interno) A e%onomia mundial 'i'e uma segunda grande .orte nas e%onomias emergentes do !ue nas e%onomias mais a'ançadas) A nature(a dos #ro%essos de %riação de 'alor e%on0mi%o tornou.i%adas) A e%onomia baseada no %on6e%imento/ o no'o #a#el das %idades %omo es#aços #ri'ilegiados de %riação de ri!ue(a e a %res%ente inter#enetração das ati'idades materiais e imateriais da #rodução de bens e de ser'iços %onstituem realidades e #ro#ostas !ue de'em ser le'adas muito a s4rio) 5 .ortale%er a %om#etiti'idade não.ragmentação/ agora das ati'idades no seio das di.eren%iação dos #ro%essos e dos #rodutos %onstituem um %amin6o ines%a#-'el #ara 'oltar a %res%er e a gerar em#regos su.uturo das e%onomias euro#eias/ bem %omo da e%onomia #ortuguesa/ de#ende de%isi'amente da res#eti'a %a#a%idade em %olo%ar a %ultura/ a %riati'idade e o %on6e%imento no %entro das ati'idades e%on0mi%as) A a%eleração da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa %onstitui uma %ondição ne%ess-ria #ara a su#eração da %rise estrutural de %om#etiti'idade da e%onomia #ortuguesa) A interna%ionali(ação do #r0#rio setor %ultural e %riati'o 4 ob'iamente de%isi'a nesta 'iragem #ara o e"terior da e%onomia #ortuguesa) *o #lano interno/ e mesmo sem in%luir o %res%ente dinamismo da re'olução digital/ o setor %ultural e %riati'o 4 um dos mais din+mi%os da 10 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .a(er #ro%uras so%iais mais !uali.i%ientes #ara satis.undamental #ara garantir/ ou não/ ní'eis ade!uados de %res%imento e de em#rego) *as e%onomias mais a'ançadas/ es#e%ialmente nas e%onomias euro#eias su&eitas 7 #erda de dinamismo e%on0mi%o indu(ida #elo en'el6e%imento da #o#ulação/ a ino'ação e a di.

orma #oderosa #ara dinami(ar toda a ati'idade e%on0mi%a 9e.eren%iação são de%isi'as #ara #romo'er a %om#etiti'idade não.omento da %riati'idade/ se&a ao ní'el do %a#ital 6umano/ se&a ao ní'el da organi(ação das em#resas) A e%onomia/ toda ela/ ser.%ultural e %riati'a no .se #ara montante e #ara &usante %ontribuindo de .atores %ríti%os de su%esso na interna%ionali(ação de todas as restantes ati'idades e setores e%on0mi%os do #aís) A ino'ação e a di.orço de interna%ionali(ar/ mas re%on6e%er !ue a arti%ulação entre a %ultura e a %riati'idade %onstitui um dos #rin%i#ais .uturo das so%iedades #rogressi'as) 5 #resente estudo tem assim %omo ob&eti'o #re#arar ade!uadamente o no'o %i%lo de #rogramação estrutural onde im#ortar.ormas de e.eitos de arrastamento di.i%ar-/ %ertamente/ um no'o ol6ar sobre a rele'+n%ia das ati'idades %ulturais e %riati'as na e%onomia #ortuguesa) 11 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .atores mais a'ançados de %om#etiti'idade ligados 7 ino'ação e 7 di.atores a'ançados de %om#etiti'idade são es%assos e di.ileiras emblem-ti%as do te%ido #roduti'o na%ional/ %omo o setor t8"til e do 'estu-rio/ o setor da alimentação e bebidas ou o setor autom0'el1 ) *o entanto/ o !ue 4 'erdadeiramente im#ortante nesta in'estigação não 4 isolar o %ontributo do setor %ultural e %riati'o #ara o es.i%i8n%ia %oleti'a/ %onsolidação de ambientes em#resariais mais .undem.orem %a#a(es de tirar #artido dos .eren%iação/ atra'4s da mobili(ação da in'estigação/ do %on6e%imento/ das %om#et8n%ias/ da %riati'idade/ do #atrim0nio e da %ultura) 1 A so%iedade de %onsultores Augusto <ateus = Asso%iados te'e a o#ortunidade de medir/ #ela #rimeira 'e(/ a rele'+n%ia da %riati'idade e da %ultura #ara a %riação de ri!ue(a e de em#rego no estudo #romo'ido #elo <inist4rio da Cultura >5 setor %ultural e %riati'o em Portugal?) @e a%ordo %om a %on.eren%iados e desen'ol'em.sia e do leste euro#eu/ a e%onomia #ortuguesa s0 #ode gerar um %i%lo 'irtuoso de %res%imento !uando as ati'idades #rodutoras de bens e de ser'iços transa%ion-'eis .a'or-'eis:) A e%onomia 4 %ada 'e( menos um %amin6o entre mat4rias.se endogenamente de .eren%iação) *este sentido/ todas as ind1strias serão %ulturais e %riati'as ou sim#lesmente não #ersistirão) Cada 'e( mais e"#osta 7 %on%orr8n%ia interna%ional dos bai"os %ustos da .re%on6e%er abertamente o %ar-ter trans'ersal da %ultura e o #a#el #roduti'o das ati'idades %riati'as) 5s .orma %umulati'a) 5s seus e.eitos de s#illo'er/ .%usto/ a %om#etiti'idade 'alor/ e elas de#endem da %ombinação entre a mobili(ação do %on6e%imento/ a 'alori(ação da %ultura e o .iguração do setor %ultural e %riati'o então #ro#osta/ .#rimas e #rodutos a%abados/ mas uma mistura %ada 'e( mais e"#losi'a de ino'ação e de di.oi estimado um %ontributo na%ional de 2/8A #ara a ri!ue(a e de de 2/6A #ara o em#rego no ano de 2006) 5 lançamento da %onta sat4lite da %ultura/ !ue a Be%retaria de 3stado da Cultura entretanto #romo'e %om o Cnstituto *a%ional de 3statísti%a &usti.e%onomia #ortuguesa/ %om#arando bem na geração de ri!ue(a %om outras .

orço das %a#a%idades de in'estigação e ino'açãoE o desen'ol'imento das ligaç$es e sinergias entre em#resas/ %entros de C=@ e o ensino su#eriorE a mel6oria da %oneti'idade interna%ional da e%onomia #ortuguesa e a moderni(ação da administração #1bli%a/ 'isando a redução dos %ustos de %onte"to2 ) *esta no'a geração de .undos %omunit-rios o in%enti'o ao in'estimento em#resarial em ino'ação/ %riati'idade/ interna%ionali(ação e .eren%iação/ a di'ersidade %ultural e o talento %riati'o a#li%ados aos mais di'ersos setores de ati'idade da e%onomia #ortuguesa t8m todas as %ondiç$es #ara #rotagoni(ar a no'a estrat4gia e%on0mi%a de utili(ação dos .i%i8n%ia %oleti'a/ ali%erçadas em redes em#resariais %olaborati'as de #artil6a de e"#eri8n%ias/ de %a#a%idades/ de %ustos e de ris%os/ bem %omo em l0gi%as de aglomeração 9clusters:) As !uest$es rela%ionadas %om a nature(a do %res%imento .undamento da sua relação %om o 2 Fesolução do Consel6o de <inistros n)G 33H2013 12 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .raestruturas e os e!ui#amentos: . ligação entre ati'idades de %on%eção/ #rodução e distribuição .ontes de 'alor a%res%entado e de mel6ores em#regos) 3m 'e( de sim#les aç$es %entradas em em#resas/ em #rodutos ou em setores %onsiderados indi'idualmente/ o re.Para su#erar a %rise de %om#etiti'idade/ 4 %ru%ial %ombinar %om maior %oer8n%ia a #romoção de e"#ortaç$es/ a substituição de im#ortaç$es e a utili(ação dos re%ursos end0genos %omo . inteligente/ in%lusi'o e sustent-'el .ormaçãoE o re.orço da %a#a%idade %on%orren%ial do te%ido em#resarial de'e ser in%enti'ado atra'4s de .a%e 7 'alori(ação das em#resas %omo e.2020) D neste %onte"to !ue a %om#etiti'idade e a interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa gan6am #rotagonismo em mat4ria de %res%imento e de em#rego) Constituem #rioridades 7 atribuição dos .eti'os agentes #ortadores de %om#etiti'idade) A%eitando o #aís o re#to da ino'ação e da di. e a !ualidade da es#e%iali(ação e%on0mi%a .undos %omunit-rios) 5 #resente estudo sobre a %ultura e a %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa #ro%ura então su#ortar um a#ro.ormas de e. %onstituem a mar%a distinti'a das grandes orientaç$es %omunit-rias #ara o %i%lo de #rogramação estrutural 2014.inan%iamento da 2nião 3uro#eia/ o setor %ultural e %riati'o s0 tem a gan6ar %om a se%undari(ação das %ondiç$es #oten%iais de %om#etiti'idade 9a en'ol'ente/ as in.

le"os nas o#ç$es estrat4gi%as e no desen6o o#era%ional do #r0"imo e"er%í%io de #rogramação estrutural) 3m %ausa est-/ nomeadamente/ a arti%ulação entre os domínios do %res%imento inteligente/ sustent-'el e in%lusi'o/ e a arti%ulação entre a %ultura e a %riati'idade e as estrat4gias de es#e%iali(ação regional inteligente/ onde se a#ro.tamb4m sobre o !ue a %ultura e a %riati'idade #odem .ora a #artir de dentro) Iamos #ara a globali(ação %om a!uilo !ue somos) D %om a nossa %ultura/ %om a nossa 6ist0ria/ %om o nosso %on6e%imento/ %om a nossa %riati'idade !ue #oderemos #rodu(ir bens e ser'iços %om grande 'alia 7 es%ala global) *a de.orço da %om#etiti'idade interna%ional dos bens e dos ser'iços %om !ue o te%ido em#resarial #ortugu8s se im#$e nos mer%ados e"ternos/ da m1si%a ao turismo/ do %inema ao %alçado/ do artesanato 7 %i8n%ia) A %ultura3 e a %riati'idade4 são a!ui entendidas no seu %ar-ter mais am#lo e ubí!uo/ en!uanto elemento trans'ersal e de%isi'o ao re.a(er #ela interna%ionali(ação da %ultura e da %riati'idade #ortuguesas) 5 estudo ser.unda a inter#enetração entre as ati'idades de in'estigação/ %i8n%ia e te%nologia e as ati'idades em#resariais) <ais do !ue limitar a in'estigação 7 interna%ionali(ação do designado setor %ultural e %riati'o/ im#orta re'elar o #a#el da %ultura e da %riati'idade no re.erentes e originais .eren%iação) Cm#orta reter !ue esta maior interação !ue se #ro#$e entre a %ultura e a e%onomia não #retende substituir ou sub'erter os 'alores e as liberdades %onsagrados #elas ati'idades %ulturais e artísti%as a !ual!uer #rin%í#io mer%antilista) 3m %ausa não est.esta nas normas/ %renças/ 'alores/ %riaç$es e instituiç$es !ue .a%uldade de en%ontrar soluç$es di.nos #ara .ortes/ 'irando.a(em #arte da 'ida indi'idual e %oleti'a dessa so%iedade ou gru#o) 4 *a de.a(er #ela geração de ri!ue(a e de em#rego do #aís durante o #eríodo de #rogramação 2014.a a#resentação de um %amin6o alternati'o/ mas a sugestão de um %amin6o su#lementar !ue alargue e a#ro.inição da Porto 3ditoraJ 91: %a#a%idade de #rodução do artista/ do des%obridor e do in'entor !ue se mani.a%e a no'as situaç$es 3 13 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .sobre o !ue a #r0"ima geração de .inição da Porto 3ditoraJ 91: %on&unto de %ostumes/ de instituiç$es e de obras !ue %onstituem a 6erança de uma %omunidade ou gru#o de %omunidade/ ou 92: sistema %om#le"o de %0digos e #adr$es #artil6ados #or uma so%iedade ou um gru#o so%ial e !ue se mani.unde o es#aço 'ital do setor %ultural e %riati'o no #ro%esso de desen'ol'imento do #aís) 5 estudo ser.esta #ela originalidade in'enti'a/ ou 92: .orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa atra'4s da ino'ação e da di.desen'ol'imento e%on0mi%o/ %om re.2020) 5 !ue 'ai %riar em#rego na e%onomia #ortuguesa 4 um %ír%ulo 'irtuoso gerado a #artir da!uilo em !ue somos .undos %omunit-rios #ode .

se de su#ortar um tratamento do setor %ultural e %riati'o !ue %orres#onda aos seus desa.2020 #elo seu %ontributo #ara a interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) Como se organiza o relat rio A in'estigação sobre o #a#el da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa #ro%ura su#ortar um a#ro.i%ados em %ada uma dessas es%alas) 5 #resente estudo sobre a %ultura e a %riati'idade ser-/ #or isso/ desen'ol'ido %om uma #reo%u#ação es#e%í.i%a de detal6e e de desagregação #ara e'itar a #rodução de %on%lus$es e sugest$es !ue se&am demasiado globais e gen4ri%as #ara serem 1teis) Para al4m da #rodução e sistemati(ação de elementos atuali(ados de in.se de su#ortar o re%on6e%imento estrat4gi%o e o#era%ional da %ultura e da %riati'idade #ara #romo'er a ino'ação e di.i%os no !uadro das orientaç$es &assumidas • em termos de #rioridades %on%edidas 7 %om#etiti'idade e 7 interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesaE 3m segundo lugar/ trata.le"os nas o#ç$es estrat4gi%as e no desen6o o#era%ional do #r0"imo e"er%í%io de #rogramação estrutural numa du#la #ers#eti'aJ • 3m #rimeiro lugar/ trata.#ro#or medidas %on%retas %a#a(es de integrar a #rogramação dos .i%ientemente %on%retos e di'ersi.ios e ne%essidades es#e%í.ormação estatísti%a e de diagn0sti%o sobre o setor %ultural %riati'o e a sua inter#enetração %om as restantes ati'idades e%on0mi%as/ o #resente estudo 'isar.eren%iação das restantes ati'idades e setores e%on0mi%os) !iagn stico 5 relat0rio %omeça #or a#resentar os resultados do le'antamento e"austi'o da e'olução do %om4r%io interna%ional de bens e de ser'iços %ulturais e %riati'os na 1ltima d4%ada e do #osi%ionamento !ue Portugal re'ela no %onte"to euro#eu e mundial em termos de bens e de ser'iços %onsiderados %riati'os #elas estatísti%as interna%ionais) 14 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .undos estruturais #ara 2014.As ati'idades %ulturais e %riati'as #odem/ ainda/ desem#en6ar um #a#el de grande rele'+n%ia na !ualidade da arti%ulação entre os #rogramas o#era%ionais organi(ados numa base regional e os #rogramas o#era%ionais organi(ados numa base tem-ti%a no #r0"imo a%ordo de #ar%eria 2014.undamento da relação entre %ultura e desen'ol'imento e%on0mi%o/ %om re.2010) Para !ue tal a%onteça/ 4 ne%ess-rio .ormular ob&eti'os !ue se&am su.

se tanto o %aba( de bens e de ser'iços %onsiderado #elas estatísti%as de %om4r%io interna%ional da e%onomia %riati'a da Con.io de %a#turar o #oten%ial e%on0mi%o e %riati'o atra'4s das estatísti%as interna%ionais) 5s %onstrangimentos e la%unas !ue se mant8m nas bases de dados atualmente e"istentes #ara %om#aração do desem#en6o de Portugal no mundo de'em ser le'ados em %onsideração na abordagem metodol0gi%a ao %a#ítulo !ue aborda o #osi%ionamento interna%ional de Portugal no %om4r%io e na #rodução de índole Kriati'a) Por Kriati'o entende.ontes estatísti%as interna%ionais .ra!ue(as do %aso #ortugu8s no %onte"to euro#eu e mundial) #otencial 5 #oten%ial de e"tro'ersão !ue a %ultura e a %riati'idade #odem o.orço simult+neo e %oleti'o dos di'ersos agentes e entidades %ulturais #odem assumir na e.A Con.orço da %oo#eração dentro do setor %ultural e %riati'o e o es.orço da sua #r0#ria interna%ionali(ação/ se&a no re.o%o 'ai a!ui #ara a sinergia %ultural/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia !ue o re.orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa atra'4s da ino'ação e da di.i%adas boas #r-ti%as interna%ionais de ini%iati'a #1bli%a/ #ri'ada ou %on&unta/ de re.i%ar .er8n%ia das *aç$es 2nidas #ara o Com4r%io e o @esen'ol'imento 9Cnu%ed:/ a 5rgani(ação <undial da Pro#riedade Cntele%tual 95<PC:/ o Programa das *aç$es 2nidas #ara o @esen'ol'imento 9P*2@: ou a 5rgani(ação das *aç$es 2nidas #ara a 3du%ação/ a Ci8n%ia e a Cultura 92nes%o: são das organi(aç$es !ue mais t8m %ontribuído #ara o %om#le"o desa.er8n%ia das *aç$es 2nidas #ara o Com4r%io e o @esen'ol'imento 9Cnu%ed: %omo o %aba( de indi%adores !ue 'alori(a o #ilar da #rodução %riati'a no índi%e mundial da ino'ação #romo'ido #ela 5rgani(ação <undial da Pro#riedade Cntele%tual 95<PC:/ Cornell 2ni'ersitL e C*B3A@) 5 Kriati'o #retende assinalar a restriti'idade das .eti'a interna%ionali(ação das ind1strias %ulturais e das ati'idades %riati'asE 1" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orças e .eren%iação/ 4 e"#lorado em tr8s domínios de in'estigaçãoJ • 3m #rimeiro lugar/ são identi.a%e 7 am#litude %om !ue os %on%eitos de %ultura e de %riati'idade são abordados no #resente estudo) As bases de dados atualmente dis#oní'eis não %onseguem %a#tar #lenamente os im#a%tos diretos e indiretos da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) <as a %om#aração destas estatísti%as interna%ionais #ermite/ desde &-/ re'elar algumas das #rin%i#ais din+mi%as da 1ltima d4%ada e identi.orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ se&a no re.ere%er no #ro%esso de re.orço da interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) 5 .

í%ios da %ultura e da %riati'idade #ara a %om#etiti'idade não.undos estruturais) 3m %ausa est.• 3m segundo lugar/ são identi.o%o 'ai #ara a sinergia industrial/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia !ue uma aliança entre a ind1stria e a %riati'idade #ode desem#en6ar na ino'ação e na di.undamento %om#etiti'o dos #rodutos turísti%os e da %ontribuição do turismo #ara a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) 5 .ormas de %oo#eração ou sinergias/ en!uanto ação %on&unta de %oisas/ #essoas ou organi(aç$es/ es#e%ialmente !uando o e.eren%iação da #rodução de bens e de ser'iços %om grande 'alia 7 es%ala mundial) *o %entro da an-lise estão as .o%o 'ai a!ui #ara a sinergia turísti%a/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia da %ultura na atração de turistas e #ara a rele'+n%ia do turismo %omo #lata.o %ontributo da %ultura e da %riati'idade #ara #oten%iar o 'alor dos bens e dos ser'iços !ue Portugal transa%iona %om o e"terior/ diretamente atra'4s da interna%ionali(ação do #r0#rio setor %ultural e %riati'o e indiretamente atra'4s dos designados s#illo'ers %riati'os ao ní'el do re.orçados) 1$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ase da in'estigação 4 sustentada #elo le'antamento e síntese da literatura e"istente e in%luiu a aus%ultação de em#resas e"#ortadoras de bens de %onsumo sobre o grau de en'ol'imento %om a %ultura e a %riati'idade em setores %omo moda/ alimentar/ %er+mi%a/ !uími%o ou mat4rias #l-sti%as) %strat&gia 3ste relat0rio 'isa %onte"tuali(ar a dimensão estrat4gi%a e o#era%ional das medidas de #romoção da interna%ionali(ação a im#lementar no %onte"to do #r0"imo #eríodo de #rogramação dos .ormuladas #ro#ostas !ue res#ondem aos seguintes ob&eti'os tem-ti%os de.a/ sendo o resultado su#erior ao obtido atra'4s das aç$es e"er%idas indi'idualmente #or %ada sistemaE 92: e 7 .%usto das grandes ati'idades de es#e%iali(ação do te%ido #roduti'o na%ional e #ara a interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ designadamente nas ati'idades %onsolidadas do setor e"#ortador na%ional) 5 .i%ados bene.orço %om#etiti'o do te%ido em#resarial do #aís) Bão identi.i%adas boas #r-ti%as e .eito 4 su#erior ao !ue 4 obtido atra'4s da totalidade das aç$es se#aradas de %ada uma das #artes5) 3sta .i%ados bene.inidos #ela Comissão 3uro#eiaJ 5 *a a%eção da Porto 3ditora/ a sinergia tamb4m se estende 91: 7 anatomia/ en!uanto asso%iação de di'ersos sistemas 9m1s%ulos/ 0rgãos: #ara a reali(ação de uma tare.í%ios do re.eitos adi%ionais ou re.orma e"#ortadoraE • 3m ter%eiro lugar/ são identi.arm-%ia en!uanto ação simult+nea de dois medi%amentos não antagonistas/ #rodu(indo e.orço da %ontribuição da %ultura e da %riati'idade #ara o a#ro.

orçar a in'estigação/ o desen'ol'imento te%nol0gi%o e a ino'ação/ in%luindo o a#oio 7s %a#a%idades organi(ati'as e institu%ionais #ara e"#loração e%on0mi%a de no'as ideias e da %riati'idade/ 7s estrat4gias de e.orçar a %om#etiti'idade das #e!uenas e m4dias em#resas/ in%luindo o desen'ol'imento e %onsolidação de P<3 em domínios emergentes %om .• Fe.ormação a'ançada) 1' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .issional/ mel6oria das %om#et8n%ias e dos instrumentos de gestão em#resarial/ %onstituição e %onsolidação de redes de %oo#eração em#resarialE • Fe.ormação e %omuni%ação/ bem %omo a sua utili(ação e !ualidade/ in%luindo o desen'ol'imento de ati'idades em#resariais na %riação/ %omer%iali(ação e disseminação de %onte1dos/ aumento da !uali.ormas de turismo/ mel6oria das %om#et8n%ias em gestão em#resarialE • Promo'er o em#rego e a#oiar a mobilidade laboral/ in%luindo a %riação e desen'ol'imento de em#resas %ulturais e de ind1strias %riati'as/ !uali.i%ação #ro.i%i8n%ia %oleti'a/ 7 %onstituição e %onsolidação de #ar%erias/ aos ser'iços de a#oio e ao a%onsel6amento em#resarialE • <el6orar o a%esso 7s te%nologias de in.i%ação de re%ursos 6umanos/ .orte #oten%ial de #ro%ura #elo mer%ado interno e #or mer%ados interna%ionais/ no'as .

Parte II Posicionamento internacional no comércio e na produção de índole ©riativa 18 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

ra!ue(as do %aso #ortugu8s no %onte"to euro#eu e mundial) 19 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%ar .se tanto o %aba( de bens e de ser'iços %onsiderado #elas estatísti%as de %om4r%io interna%ional da e%onomia %riati'a da Con.a%e 7 maior am#litude %om os %on%eitos de %ultura e de %riati'idade são abordados nos restantes %a#ítulos do #resente estudo) As bases de dados atualmente dis#oní'eis não %onseguem %a#tar #lenamente os im#a%tos diretos e indiretos da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) <as a %om#aração destas estatísti%as interna%ionais #ermite/ desde &-/ re'elar algumas das #rin%i#ais din+mi%as da 1ltima d4%ada e identi.er8n%ia das *aç$es 2nidas #ara o Com4r%io e o @esen'ol'imento 9Cnu%ed: %omo o %aba( de indi%adores !ue 'alori(a o #ilar da #rodução %riati'a no índi%e mundial da ino'ação #romo'ido #ela 5rgani(ação <undial da Pro#riedade Cntele%tual 95<PC:/ (ornell 2niversitA e C*B3A@) 3ste Kriati'o #retende assinalar a restriti'idade das .ontes estatísti%as interna%ionais .A!ui se aborda o #osi%ionamento interna%ional de Portugal no %om4r%io e na #rodução de índole Kriati'a/ no %onte"to do diagn0sti%o do grau de interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o na%ional) Por Kriati'o entende.orças e .

er8n%ia das *aç$es 2nidas sobre Com4r%io e @esen'ol'imento 9Cnu%ed: %onsidera tr8s grandes ti#os de tro%as %omer%iais Kriati'as 9cf. (aixa II.!:/ esta base de dados tem o m4rito de 'alori(ar o #oten%ial da %ultura e da %riati'idade #ara o desen'ol'imento e tem a 'antagem de ensaiar uma #rimeira abordagem sobre a rele'+n%ia da %riati'idade em ind1strias . (aixa II.ora do setor %ultural e %riati'o) Gr=9ico **+1+ E2portaç3es e importaç3es 0riativas em !ortugal | 2002 a 2011 >ota1 Evoluç#o a preços correntes.dis#onibili(adas sobre as e"#ortaç$es e as im#ortaç$es de bens/ de ser'iços e de direitos %riati'os a ní'el mundial 9cf.1. i$entifica$o na caixa II.(alança comercial )riativa 5 modelo do %om4r%io interna%ional Kriati'o #ro#osto #ela Con.1:J os bens e ser'iços de ind1strias %riati'as 9%omo um li'ro:/ os #rodutos de ind1strias rela%ionadas 9%omo e!ui#amento #ara im#ressão do li'ro: e os roAalties e outros ser'iços 9%omo o direito de autor sobre a obra liter-ria:) A#esar do re%on6e%imento de signi. 8 ca&a* ©riativo .i%ati'as limitaç$es 7 %om#arabilidade das estatísti%as &. Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em (nuce$ 20 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

a%e ao m-"imo de 2008) 5 seu %ontributo #ara a !uebra das im#ortaç$es totais de bens e de ser'iços !ue se regista no #aís desde 2009 ronda os 3AE 6 5s dados do %om4r%io interna%ional estão em d0lares a #reços %orrentes) 21 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ileiras e"#ortadoras na%ionais %omo a do e!ui#amento el4tri%o ou a alimentarE • 5 seu %ontributo #ara o a%r4s%imo das e"#ortaç$es totais de bens e de ser'iços !ue se regista no #aís desde então a#ro"ima.se em torno dos 4AE • 3stas im#ortaç$es a%om#an6am o a&ustamento o%orrido na totalidade das %om#ras ao e"terior desde a e%losão da %rise .se dos 3AE • 5 %res%imento m4dio anual destas im#ortaç$es . (aixa II.*ndústrias criativas A Cnu%ed in%lui nas ind1strias %riati'as #rodutos relati'os a design/ artesanato/ artes 'isuais/ edição/ no'os media e audio'isuais e ser'iços rela%ionados %om #ubli%idade/ ar!uitetura/ in'estigação e desen'ol'imento/ audio'isuais e outros ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os 9cf.se mesmo dos 4A desde 2009E • @emonstrando maior resili8n%ia !ue a generalidade das e"#ortaç$es na%ionais no %ola#so do %om4r%io mundial o%orrido em 2009/ estas e"#ortaç$es re%u#eram da %rise interna%ional a um ritmo e!ui'alente ao de grandes .1:) *os bens e ser'iços de ind1strias %riati'as/ as tro%as %omer%iais de Portugal re'elam as seguintes tend8n%ias de e'olução6 entre 2002 e 2011J • A ta"a de %res%imento m4dia anual destas e"#ortaç$es e"%edeu os 10A na 1ltima d4%ada/ a%ima do ritmo e"#ortador da e%onomia #ortuguesa %omo um todo 99/8A:/ e %om o ritmo dos ser'iços %riati'os 9#erto de 15A: du#li!ue o dos bens %riati'os 9 A:E • 5 #eso destes bens e ser'iços de ind1strias %riati'as no total das 'endas do #aís ao e"terior su#erou sem#re 3A/ a#ro"imando.inan%eira interna%ionalJ em 2011 %aíam mais de 11A .oi de %er%a de A na 1ltima d4%ada/ a!u4m do ritmo im#ortador global da e%onomia #ortuguesa 9 / A:) 5 seu #eso no total das %om#ras de bens e de ser'iços do #aís ao e"terior mante'e.

erior a 2A na 1ltima d4%ada/ a!u4m do ritmo im#ortador global da e%onomia #ortuguesa 9 / A:E 22 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .oi in.i%it-ria/ mas o dese!uilíbrio de 2011 4 o mínimo da d4%ada e não %6ega a um !uinto do montante dos maiores d4.#rimas 9%omo a tinta #ara #intar um !uadro: a e!ui#amentos de su#orte 9%omo o tele'isor #ara 'er um .i%es o%orridos em 2006 e 2008 9na ordem dos mil mil6$es de d0lares:) • *ndústrias relacionadas As ind1strias rela%ionadas asseguram #rodutos essen%iais 7 %riação/ #rodução/ distribuição e %onsumo dos %onte1dos %riati'os/ desde mat4rias.ileira dos #rodutos #etrolí.ileiras e"#ortadoras na%ionais de mer%adorias/ %om e"%eção da .utura de bens e de ser'iços das ind1strias %onsideradas %riati'as) *os bens e ser'iços de ind1strias rela%ionadas/ as tro%as %omer%iais de Portugal re'elam as seguintes tend8n%ias de e'olução6 entre 2002 e 2011J • A ta"a de %res%imento m4dia anual destas e"#ortaç$es e"%edeu os 11A na 1ltima d4%ada/ a%ima do ritmo e"#ortador da e%onomia #ortuguesa %omo um todo 99/8A:E • 5 seu #eso no total das 'endas de bens e de ser'iços do #aís ao e"terior rondou os 3A na 1ltima d4%adaE • @emonstrando maior resili8n%ia !ue a generalidade das e"#ortaç$es na%ionais no %ola#so do %om4r%io mundial o%orrido em 2009/ a re%u#eração destas e"#ortaç$es e"%ede a das maiores .erosE • 5 seu %ontributo #ara o a%r4s%imo das e"#ortaç$es totais de bens e de ser'iços !ue se regista no #aís desde 2010 e"%ede os 5AE • A ta"a de %res%imento m4dia anual destas im#ortaç$es .• A ta"a de %obertura mel6orou em anos re%entes/ %om as e"#ortaç$es a subirem de %er%a de dois terços das im#ortaç$es entre 2003 e 2006 #ara #erto de 95A das %om#ras ao e"terior em 2011E • A balança %omer%ial mant4m.se de.ilme:) Bão %onsideradas #ela Cnu%ed %omo um indi%ador 1til 7 an-lise da #ro%ura atual e .

ruto da subida das 'endas e do %ola#so das %om#ras ao e"terior/ aumentou do mínimo de 0A #ara o m-"imo de 150A entre 2008 e 2011E • A balança %omer%ial tornou.su#era'it-riaJ este e"%edente in4dito de 2011 9da ordem dos mil mil6$es de d0lares: su#era mesmo o maior dos d4.inan%eira interna%ionalJ em 2011 %aíam mais de um terço . Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em (nuce$ 23 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . 8 ca&a* ©riativo .strias criativas.inan%eira interna%ional de 2008) 3m de( anos/ o #eso destas im#ortaç$es no total das 'endas de bens e de ser'iços do #aís ao e"terior des%eu de !uase 4A #ara 2AE • 5 a&ustamento nestas im#ortaç$es e"%ede o o%orrido 7 totalidade das %om#ras ao e"terior desde a e%losão da %rise .a%e ao m-"imo de 2008) 5 seu %ontributo #ara a !uebra das im#ortaç$es totais de bens e de ser'iços !ue se regista no #aís desde 2009 su#era os AE • A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es mel6orou em anos re%entesJ . i$entifica$o na caixa II.• 3ste desem#en6o 4 %ondi%ionado #ela a%entuada !uebra das im#ortaç$es destes e!ui#amentos de su#orte/ !ue se regista desde a e%losão da %rise .se &.i%es registado em 2008 9da ordem dos 900 mil6$es de d0lares:) Gr=9ico **+2+ Evolução das e2portaç3es 0riativas 9ace ?s principais 9ileiras e2portadoras de bens em !ortugal desde a eclosão da crise 9inanceira internacional | 200) a 2011 >ota1 Evoluç#o a preços correntes.1 e inclui serviços $as in$.

lo) Al4m disso/ a digitali(ação #romo'e %ada 'e( mais a trans.er8n%ia e o %om4r%io de direitos de #ro#riedade online/ um meio !ue não 4 monitori(ado) Por esses moti'os/ o %om4r%io na e%onomia %riati'a 4 relati'amente in'isí'el) Pro%uramos rastos ou sombras dos direitos de #ro#riedade intele%tual) @essa .undamental do %om4r%io interna%ional da e%onomia %riati'a #ara a !ual não e"istem ainda estatísti%as dis#oní'eis a ní'el global) A Cnu%ed 'em %olmatando esta la%una %om a rubri%a da balança de #agamentos !ue in%lui os #agamentos e os re%ebimentos de roAalties) Contudo/ esta rubri%a não #ermite isolar as remuneraç$es e"%lusi'as ao uso autori(ado de obras %riati'as/ abar%ando direitos sobre outros ati'os %om !ue lidam a generalidade das ind1strias #ara al4m das %onsideradas %riati'as) A #arte estritamente rela%ionada %om as ind1strias %riati'as tamb4m não 4 #ossí'el de desagregar da rubri%a da balança de #agamentos relati'a aos ser'iços de in.lu"os %omer%iais %om#li%a.ísi%os !ue #ossuem um 'alor relati'amente bai"o %omo materiais/ mas !ue %ont8m o seu 'alor real na #ro#riedade intele%tual) As medidas %on'en%ionais do %om4r%io %on%entram.ormação) D #ara e'itar em#olamentos dos .+o.Ooard 9N5O:) D im#ossí'el des'in%ular o 'alor dos direitos de #ro#riedade intele%tual desses dados ou at4 mesmo re%on6e%8.orm-ti%a e de in.ormação ) A #ro#riedade intele%tual abar%a tanto as in'enç$es/ mar%as/ denominaç$es de origem e indi%aç$es geogr-.se de uma dimensão .se 7 medida !ue o ob&eto de re%ol6a estatísti%a se desmateriali(a dos bens #ara os ser'iços e #ara os direitos de #ro#riedade intele%tual/ no %onte"to da globali(ação e da so%iedade de in.i%uldades metodol0gi%as e indi%ando o %amin6o a #er%orrer no sentido da %onstrução de .ontes e de nomen%laturas mais ade!uadas 7 sua real medição) A %a#tação destes .alties e outros serviços 5 modelo da Cnu%ed tem o m4rito de dis#onibili(ar o estado da arte das estatísti%as sobre o %om4r%io Kriati'o/ %6amando a atenção #ara as di.i%as ou design ino'ador dos #rodutos industriais ou artesanais atra'4s da #ro#riedade industrial/ %omo a %riati'idade das %riaç$es artísti%as e liter-rias atra'4s do direito de autor e direitos %one"os) Trata.orma/ %om a r-#ida mudança te%nol0gi%a/ os rela%ionamentos entre os #rodutos e o 'alor mudam a %ada semana?) 24 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .on.lu"os %omer%iais %riati'os !ue os dados destas duas rubri%as são al'o de uma an-lise #arti%ular/ em 'e( de somados aos totais &a#resentados #ara as ind1strias %riati'as e rela%ionadas) @i( o Felat0rio C*2C3@ da 3%onomia Criati'a 2010/ >Mrande #arte do 'alor da e%onomia %riati'a 4 inerente ao %om4r%io de #rodutos .lu"o dos #rodutos materiais/ registando o seu #eso ou #reço Nree.se no .

As tro%as %omer%iais de Portugal destes ser'iços re'elam as seguintes tend8n%ias de e'olução5 entre 2002 e 2011J • Puanto aos roAalties/ na 1ltima d4%ada os re%ebimentos ,i%aram em %er%a de 0/1A do total das 'endas de bens e de ser'iços ao e"terior en!uanto os #agamentos rondaram os 0/5A das %om#ras ao e"terior) *a 1ltima d4%ada/ as e"#ortaç$es %obriram em m4dia menos de 15A das im#ortaç$es) 5 d4,i%e registado em 2011 9na ordem dos 0/2A do PCO: est- alin6ado %om a m4dia dos 28 3stados.membros da 2nião 3uro#eiaE • Puanto aos ser'iços de in,orm-ti%a e de in,ormação/ a 1ltima d4%ada a#resentou maior dinamismo %om os re%ebimentos a subirem de 0/2A #ara #erto de 0/6A das e"#ortaç$es totais de bens e ser'iços e os #agamentos a subirem de 0/4A #ara %er%a de 0/6A das im#ortaç$es totais de bens e de ser'iços do #aís em anos re%entes) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es #assou de 40A em 2002 #ara #erto de 80A nos 1ltimos anos) 3m 2011/ Portugal a#resentou um d4,i%e id8nti%o ao de Nrança 9na ordem dos 0/04A do PCO:/ ,i%ando atr-s do e"%edente registado #ara o %on&unto da 2nião 3uro#eia)

2"

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

"ai2a **+1+ #obre o cabaz 0riativo
5 #resente %a#ítulo tem #or base o modelo de estatísti%as de %om4r%io interna%ional da e%onomia %riati'a tal %omo #ro#osto #ela Con,er8n%ia das *aç$es 2nidas sobre Com4r%io e @esen'ol'imento 9Cnu%ed:/ no +mbito da #ar%eria %om a 2nidade 3s#e%ial #ara Coo#eração Bul.Bul do Programa das *aç$es 2nidas #ara o @esen'ol'imento 9P*2@:) *a de,inição da Cnu%ed/ as ind1strias %riati'as %onsideram Hos ciclos $e criaç#o7 pro$uç#o e $istri&uiç#o $e &ens e $e serviços Cue utili*am criativi$a$e e capital intelectual como recursos primáriosI Cue constituem um conJunto $e ativi$a$es &asea$as em con:ecimento7 foca$as7 entre outros7 nas artes7 Cue potencialmente gerem receitas $e ven$as e $ireitos $e proprie$a$e intelectualI Cue constituem pro$utos tang/veis e serviços intelectuais ou art/sticos intang/veis com conte,$o criativo7 valor económico e o&Jetivos $e merca$oI Cue se posicionam no cru*amento entre os setores art/sticos7 $e serviços e in$ustriaisI e Cue constituem um novo setor $in4mico no com;rcio mun$ialK. !rodutos criativos 3m sentido restrito/ o modelo Cnu%ed %onsidera os seguintes seis gru#os de #rodutos de ind1strias %riati'as/ en!uadrando o %i%lo de %riação/ #rodução e distribuição de um #roduto tangí'el %om %onte1do %riati'o/ 'alor e%on0mi%o e %ultural e ob&eti'o de mer%ado) Cn%luem 204 %ategorias da base de dados 2> (omtra$eJ 8esign Cn%lui uma %ategoria de ar!uitetura 9desen6os originais:/ 3 de a%ess0rios de moda 9%omo malas/ %intos/ 0%ulos es%uros/ %6a#elaria/ artigos de %ouro e e"%luindo rou#as e %alçado:/ 32 de de%oração de interiores 9%omo mobili-rio/ t8"til lar/ #a#el de #arede/ #or%elana ou iluminação:/ 1 de brin!uedos 9%omo bone%as ou &ogos:/ 10 de &oias 9de metais #re%iosos e bi&uteria: e %in%o de 'idro 9%omo artigos #ara mesa/ %o(in6a ou %o#os de %ristal:) Cn%lui 1 %ategorias de ta#etes dos mais di'ersos materiais/ 30 %0digos rela%ionados %om artigos en'ol'endo ,ios e %ostura 9%omo rendas/ ta#eçarias/ ta#etes te%idos e bordados 7 mão:/ !uatro %0digos de artigos de 'ime 9%omo %estaria:/ dois %0digos de artigos ,esti'os 9%omo #ara de%oraç$es de *atal ou #ara o Carna'al:/ um %0digo #ara artigos de #a#el e seis %0digos de outros artigos artesanais 9%omo 'elas/ ,lores arti,i%iais ou mar%6etaria:) Cn%lui !uatro %ategorias de ,otogra,ia 9%omo %6a#as/ ,ilmes e mi%ro,ilmes:/ tr8s de #intura 9%omo !uadros/ #ast4is ,eitos 7 mão/ molduras de madeira #ara !uadros:/ sete de es%ultura 9%omo estatuetas e outros ob&etos ornamentais: e tr8s de antiguidades 9%om mais de 100 anos:) Cn%lui tr8s %ategorias de im#rensa 9&ornais/ re'istas e outras #ubli%aç$es #eri0di%as:/ !uatro de li'ros 9in%luindo artigos %omo di%ion-rios/ en%i%lo#4dias ou li'ros in,antis de desen6o e #ara %olorir: e oito de outros materiais im#ressos 9%omo %at-logos/ bro%6uras/ material #ubli%it-rio/ %arta(es/ %alend-rios/ ma#as e %art$es %omemorati'os:) Cn%lui oito %ategorias de su#orte digital/ in%luindo som/ imagem ou &ogos) Cn%lui duas %ategorias de ,ilmes %inematogr-,i%os 935 mm ou mais e outros:)

Artesanato

Artes visuais

Edição

Novos media Audiovisuais

#erviços criativos Puanto aos ser'iços %riati'os/ %on'4m notar !ue os seguintes seis gru#os de ser'iços dis#onibili(ados #elas estatísti%as da Oalança de Pagamentos do Nundo <onet-rio Cnterna%ional não #ermitem isolar as ind1strias %riati'as/ abrangendo outras ati'idades !ue es%a#am 7 de,inição das ind1strias %riati'as da Cnu%edJ #erviços de publicidade e relacionados #erviços de ar@uitetura e relacionados #erviços de investigação e desenvolvimento #erviços audiovisuais e relacionados Cn%lui ser'iços rela%ionados 7 %on%eção/ desen'ol'imento e %omer%iali(ação dos an1n%ios reali(ados #or ag8n%ias de #ubli%idadeE di'ulgação nos media/ in%luindo a %om#ra e 'enda de es#aço #ubli%it-rioE ser'iços de e"#osição ,orne%idos #or ,eirasE #romoção de #rodutos no e"teriorE #es!uisa de mer%ado e sondagens de o#inião #1bli%a no e"terior) Cn%lui ser'iços rela%ionados %om #ro&etos ar!uitet0ni%os de desen'ol'imento urbano/ de #laneamento/ %on%eção e su#er'isão de barragens/ #ontes ou aero#ortos/ de le'antamento/ %artogra,ia/ testes e %erti,i%ação de bens ou ser'iços de ins#eção t4%ni%a) Cn%lui ser'iços rela%ionados %om a in'estigação e o desen'ol'imento e"#erimental de no'os #rodutos e #ro%essos) 3m #rin%í#io/ tais ati'idades nas -reas das %i8n%ias/ %i8n%ias so%iais e 6umanas são abrangidasE tamb4m est- in%luído o desen'ol'imento de sistemas o#era%ionais !ue re#resentam a'anços te%nol0gi%os) Cn%lui ser'iços e ta"as asso%iadas %om a #rodução de ,ilmes/ #rogramas de r-dio e tele'isão e gra'aç$es musi%ais) 3stão in%luídos os re%ebimentos ou #agamentos de aluguerE remuneraç$es a atores/ diretores/ #rodutores/ e outros residentes #ara #roduç$es ,ora do #aísE as remuneraç$es de%orrentes de direitos de distribuição 'endidos aos meios de %omuni%ação #ara um n1mero limitado de a#resentaç$es em -reas es#e%í,i%as) As remuneraç$es a atores/ #rodutores/ e outros en'ol'idos %om #roduç$es teatrais e musi%ais/ e'entos des#orti'os/ a#resentaç$es %ir%enses/ et%) e as ta"as de direitos de distribuição 9tele'isão/ r-dio/ et%): #ara essas ati'idades estão in%luídas) Cn%lui outros ser'iços #essoais/ %ulturais/ e re%reati'os/ tais %omo os asso%iados %om museus/ bibliote%as/ ar!ui'os e outras ati'idades %ulturais/ des#orti'as e re%reati'as) Tamb4m estão in%luídas as remuneraç$es #elos ser'iços/ in%lusi'e %ursos #or %orres#ond8n%ia no e"terior/ ministrados #or #ro,essores ou m4di%os) *este %aso %on%reto/ a tabela CC)1 s0 in%lui os ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os não %onsiderados nos ser'iços audio'isuais e rela%ionados e em outros ser'iços %ulturais)

Autros serviços pessoais culturais e recreativos 'estantes serviços pessoais culturais e recreativos

2$

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

*nd.strias relacionadas 3m sentido lato/ o modelo de estatísti%as %omer%iais da e%onomia %riati'a #ro#osto #ela Cnu%ed am#lia.se aos #rodutos de ind1strias rela%ionadas %om ati'idades %riati'as) 3mbora não se&am #rodu(idos #or ind1strias %onsideradas %riati'as/ são materiais de a#oio ou e!ui#amentos de su#orte ne%ess-rios #ara #rodu(ir/ %onsumir ou distribuir os #r0#rios %onte1dos %riati'os) Bão %onsiderados os seguintes seis gru#os de #rodutos de ind1strias rela%ionadas e !ue in%luem 1 0 %ategorias da base de dados 2> (omtra$eJ 8esign Artes per9ormativas Artes visuais Edição Novos media Audiovisuais Cn%lui 35 %0digos #ara materiais de a#oio ou e!ui#amentos de su#orte ne%ess-rios 7 ar!uitetura/ 7 moda/ 7 de%oração de interiores ou a &oias) Cn%lui 28 %0digos #ara #rodutos/ materiais ou e!ui#amentos de su#orte ne%ess-rios 7s artes de #al%o/ %omo m1si%a ao 'i'o/ teatro/ dança/ 0#era ou %ir%o/ in%luindo instrumentos musi%ais e artigos #ara %erim0nias e ,estas) Cn%lui 49 %0digos #rodutos/ materiais ou e!ui#amentos de su#orte ne%ess-rios 7 #intura ou 7 ,otogra,ia) Cn%lui 11 %0digos %omo ma!uinaria de im#ressão) Cn%lui %in%o %0digos %omo e!ui#amentos de in,orm-ti%a) Cn%lui 42 %0digos %omo e!ui#amentos rela%ionados %om radiodi,usão/ ,ilmes ou #rodução sonora)

Ro#$%&ies e outros serviços 3mbora não se&a #ossí'el desagregar a #arte do 'alor estritamente rela%ionado %om as ind1strias %riati'as/ o modelo de estatísti%as %omer%iais da e%onomia %riati'a #ro#osto #ela Cnu%ed abrange tamb4m direitos de #ro#riedade intele%tual %omo roAalties) Consideram.se os seguintes dois gru#os %om base nas estatísti%as da Oalança de Pagamentos do Nundo <onet-rio Cnterna%ionalJ Ro#$%&ies Cn%lui os re%ebimentos #ara o uso autori(ado de ati'os intangí'eis não ,inan%eiros e não #rodu(idos e os direitos de #ro#riedade/ %omo mar%as registadas/ direitos autorais/ #atentes/ #ro%essos/ t4%ni%as/ #ro&etos/ ,abri%ação/ direitos de ,abri%ação/ ,ran!uias/ et%) e o uso/ #or meio de a%ordos de li%en%iamento/ de originais ou #rot0ti#os #rodu(idos/ %omo manus%ritos/ ,ilmes/ et%) Cn%lui os ban%os de dados/ %omo os de desen'ol'imento/ arma(enamento e de #eríodo de tem#o online/ #ro%essamento de dados/ %onsultoria de :ar$Bare/ im#lementação de softBare7 in%luindo design/ desen'ol'imento e #rogramação de sistemas #ersonali(ados/ manutenção e re#aração de %om#utadores e e!ui#amentos #eri,4ri%os/ ser'iços de ag8n%ia de notí%ias e assinaturas diretas e indi'iduais de &ornais e re'istas)

#erviços de in9orm=tica e de in9ormação

Fonte1 (nuce$7 Relatório $a Economia (riativa !"1"

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

lu"os de bens e de ser'iços %riati'os/ não 6.er8n%ia das *aç$es 2nidas sobre Com4r%io e @esen'ol'imento 9Cnu%ed: #ermite detal6ar !ue #rodutos e !ue ser'iços %a#turados #elas estatísti%as #rotagoni(aram o dinamismo das e"#ortaç$es #ortuguesas na 1ltima d4%ada 9cf. (aixa II.dados dis#oní'eis #ara alguns #aíses em alguns anos ou em determinadas %ategorias/ sobretudo nos ser'iços e mesmo no %aso de #aíses desen'ol'idos) Por isso/ a Cnu%ed 4 a #rimeira a re%on6e%er os #roblemas !uanto 7s de.strias criativas. Este tra&al:o contri&ui para mel:orar a transpar+ncia $o merca$o.oram agru#adas nos !uatro domínios de an-lise #ro#ostos #ela Cnu%edJ #atrim0nio/ artes/ media e %riaç$es .iniç$es e 7 dis#onibilidade de dados e a alertar #ara os limites da %om#arabilidade tem#oral e interna%ional de uma base de dados ainda in%om#leta) *este %onte"to/ a #rud8n%ia a%onsel6a a realçar tend8n%ias gerais/ a #onderar a ordem da magnitude e a identi.!:) Para #ermitir a %om#aração do desem#en6o do #aís no %onte"to euro#eu e global/ as 'endas de Portugal ao e"terior de ind1strias %riati'as e de ind1strias rela%ionadas .undamentais 7 inter#retação dos .ormação) Con'4m notar !ue as limitaç$es nas estatísti%as atualmente e"istentes #ara %om#aração interna%ional %ondi%ionam a in'estigação e indu(em a #ri'ilegiar os bens .1:) Para #osi%ionar Portugal no atlas das e"#ortaç$es Kriati'as/ #arte.rontados em d0lares e a #reços %orrentes na d4%ada entre 2002 e 2011) "ai2a **+2+ #obre privilegiar as tendBncias e não os n.meros mostram7 mas tam&.meros As estatísti%as de %om4r%io interna%ional da e%onomia Kriati'a t8m o m4rito de dis#onibili(ar o estado da arte dos .lu"os %omer%iais são %on.es )riativas 5 modelo do %om4r%io interna%ional Kriati'o da Con.initi'os !uanto ao 'alor do %om4r%io interna%ional de bens/ ser'iços e direitos Kriati'os) >9 comparaç#o internacional permanece altamente pro&lemática por causa $a limitaç#o $as meto$ologias e $as lacunas $as ferramentas estat/sticas para análises Cuantitativas e CualitativasK7 alerta a Cnu%ed) Condi%ionantes .se assim da abordagem de %ategorias de nature(a mais %ultural e tradi%ional #ara a an-lise de %ategorias de .lu"os %omer%iais são elen%adas nos %a#ítulos 4 e 5 do Felat0rio da 3%onomia Criati'a 2010/ dis#oní'el emJ 6tt#JHHun%tad)orgHenH#agesHPubli%ationAr%6i'e)as#"Q#ubli%ationidR946 Fonte1 (nuce$7 Relatório $a Economia (riativa !"1" 28 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .a%e aos ser'iços !uando se #retende #osi%ionar Portugal no mundo) 5s .i%ar os #rin%i#ais . -a&ela II.lu"os %omer%iais em detrimento da a.irmação de n1meros/ s0 na a#ar8n%ia de. >o entanto7 ain$a :á muito a ser feito a n/vel nacional e internacional para fornecer as mel:ores ferramentas Cue auxiliem os governos na formulaç#o $e pol/ticas e Cue forneçam uma clara compreens#o $a $in4mica $os pro$utos criativos nos merca$os mun$iais para a comuni$a$e criativa?/ alerta a Cnu%ed) 5s dados mais re%entes %onsideram o 6ori(onte tem#oral de 2002 a 2011 e um uni'erso su#erior a 190 #aíses) A#esar da %res%ente abrang8n%ia de #aíses !ue re#ortam de .un%ionais 9cf.eição mais te%nol0gi%a e orientadas #ara a %one%ti'idade na so%iedade da in. Em&ora imperfeitos7 os $a$os comerciais $#o uma in$icaç#o $as ten$+ncias $o merca$o e $os principais fluxos comerciais7 mostran$o os participantes $e ca$a categoria $e in$.m para o Cue eles ain$a n#o s#o capa*es $e capturar.lu"os de bens e de ser'iços %om base nas rubri%as estatísti%as do %om4r%io interna%ional atualmente dis#oní'eis/ %6amando a atenção #ara as di.i%uldades metodol0gi%as e indi%ando o %amin6o a #er%orrer no sentido da %onstrução de .orma sistem-ti%a e %onsistente .Atlas das e-portaç.ontes e de nomen%laturas mais ade!uadas 7 sua real medição) >6oltaLse a atenç#o n#o só para o Cue os n.

8 ca&a* ©riativo . Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em (nuce$ 29 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .-abela **+1+ Evolução das e2portaç3es 0riativas de !ortugal | 2002 a 2011 >ota1 Evoluç#o em $ólares a preços correntes.1. i$entifica$o na caixa II.

(aixa II.1:) Cm#orta %onsiderar !ue os .#atrim nio 5s dados dis#oní'eis #ara as e"#ortaç$es neste domínio #ermitem %on.e( %res%er esta e"#ortação 1 A ao ano/ tr8s 'e(es mais de#ressa !ue o mundo) D nesta %ategoria !ue o artesanato na%ional 'em re'elando as maiores 'antagens %om#arati'as no %onte"to euro#eu e mundial) 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos #rodutos de artesanato #ortugu8s .ios e %ostura e as 30 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .1M.i%ados/ !ue abar%a uma am#la di'ersidade de #rodutos %omo 'elas/ .oram 3s#an6a/ 32A/ Nrança/ Feino 2nido/ Tunísia/ O4lgi%a/ Angola e Austr-lia/ Países Oai"os e Aleman6a) B0 as 'endas a 3s#an6a dos artigos en'ol'endo .no %aso dos ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os/ as estatísti%as não #ermitem isolar os asso%iados a museus/ bibliote%as/ ar!ui'os e a demais sítios e ati'idades %ulturais e %riati'as/ sendo em#oladas #elos ser'iços relati'os a e'entos des#orti'os 9%f.eites de *atal/ desde bordados a .ios e %ostura 9in%luindo rendas ou artigos bordados 7 mão %omo os ta#etes mais tradi%ionais: são o #roduto artesanal mais rele'ante/ res#ondendo #or 4 A das 'endas ao e"terior em 2011 e %ontribuindo %om 45A do aumento das e"#ortaç$es na 1ltima d4%ada) Begue.lores arti.i%a dos ta#etes nodados ou enrolados dos mais di'ersos materiais/ res#ondendo #or 29A das 'endas ao e"terior em 2011 e %ontribuindo %om 19A do aumento das e"#ortaç$es na 1ltima d4%ada) A ter%eira maior e"#ortação na%ional de artesanato 921A das 'endas ao e"terior em 2011: 'em da %ategoria de artigos não es#e%i.lu"os %omer%iais de artesanato abar%am #rodutos tão di'ersos/ desde %estos a en.se a %ategoria es#e%í.lores arti.rontar o desem#en6o na%ional entre 2002 e 2011 e"%lusi'amente em termos de #rodutos de artesanato e de ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os 9cf. -a&ela II.i%iais/ desde ta#etes modernos aos mais tradi%ionais) S.i%iais ou mar%6etaria) *a 1ltima d4%ada/ Portugal .lu"os %omer%iais %a#tados #elas estatísti%as ordenam os #rodutos artesanais %omo a se"ta mais rele'ante e"#ortação de índole Triati'a do #aís em 2011/ logo seguida dos ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os na s4tima #osição) Artesanato Puanto aos #rodutos de artesanato/ as e"#ortaç$es #ortuguesas subiram %er%a de 8A ao ano/ de sete #ara 13 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es . 5s .oi de 8 A em 2011 %ontra 52A em 2002) 5s artigos en'ol'endo .

i%ados/ Portugal det4m 3/4A do mer%ado euro#eu e 0/9A do mer%ado mundial em 2011) D o 18)G maior e"#ortador mundial 9%om 31 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ios e %ostura/ Portugal det4m 1/9A do mer%ado euro#eu e 0/4A do mer%ado mundial em 2011) D o 23)G maior e"#ortador mundial 9%om %er%a de 68 mil6$es de d0lares:/ num ranXing liderado #ela C6ina 936A de !uota de mer%ado:/ Coreia do Bul 910A:/ Uong Vong 9 A:/ Ct-lia 95A: e TaiYan 95A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram C6ina 9mais 25/9:/ Tur!uia 9mais 1/6: e Uungria 9mais 0/2:) Portugal mante'e a sua rele'+n%ia no mer%ado mundial mas gan6ou 0/ #ontos #er%entuais de !uota no mer%ado euro#eu) • *os ta#etes/ Portugal det4m 1/5A do mer%ado euro#eu e 0/5A do mer%ado mundial em 2011) D o 22)G maior e"#ortador mundial 9%om %er%a de 42 mil6$es de d0lares:/ num ranXing liderado #ela Tur!uia 920A de !uota de mer%ado:/ O4lgi%a 916A:/ C6ina 915A:/ Wndia 99A:/ Países Oai"os 96A: e 3gito 95A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .'endas aos 32A de ta#etes e"#li%am mais de 30A das e"#ortaç$es #ortuguesas de artesanato em 2011) 3m termos globais/ Portugal surge em 26)G no ranNing dos maiores e"#ortadores de #rodutos de artesanato em 2011/ assegurando 1/ A das 'endas a ní'el euro#eu e 0/4A das 'endas a ní'el interna%ional) 5s de( maiores e"#ortadores mundiais são C6ina 9!ue ele'ou a sua !uota mundial de 20A em 2002 #ara 38A em 2011:/ Tur!uia 9!ue du#li%ou a !uota mundial #ara 6A:/ Uong Vong 9!uota mundial de 6A em 2011:/ O4lgi%a e Coreia do Bul 95A %ada:/ 32A e Aleman6a 94A %ada:/ Wndia/ Ct-lia e Países Oai"os 93A %ada:) 3m termos desagregados/ os dados dis#onibili(ados #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos artesanais #ossibilitam o seguinte #osi%ionamento no %onte"to euro#eu e mundialJ • *os artigos de .oram Tur!uia 9mais 11/6:/ C6ina 9mais 3/9:/ Pol0nia 9mais 0/8: e Países Oai"os 90/4:) Portugal #erdeu rele'+n%ia no mer%ado mundial 9menos 0/3: e gan6ou !uota no mer%ado euro#eu 9mais 0/1:E • *os artigos não es#e%i.

oram C6ina 99/1:/ Aleman6a 90/ : e .oram C6ina 9mais 24/4:/ Países Oai"os 9mais 3/8:/ Buíça e O4lgi%a 90/8:/ 32A 90/ :/ Feino 2nido 90/5:/ .%er%a de 30 mil6$es de d0lares:/ num ranXing liderado #ela C6ina 941A de !uota de mer%ado:/ Uong Vong 912A:/ O4lgi%a 98A:/ 32A e Nrança 94A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .ustria 90/3:) Portugal obte'e o !uarto maior gan6o de !uota mundial/ a #ar de Oielorr1ssia/ 3slo'-!uia/ <4"i%o e [et0nia 90/1 %ada:) *o mer%ado euro#eu/ a !uota de mer%ado %on!uistada #or Portugal na 1ltima d4%ada atinge 0/6 #ontos #er%entuaisE • *os artigos de #a#el artesanal/ Portugal det4m 2/6A do mer%ado euro#eu e 0/ A do mer%ado mundial em 2011) D o 1 )G e"#ortador mundial 9%om meio mil6ão de d0lares:/ num ranXing de um mer%ado mundial diminuto liderado 32 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .esti'os/ Portugal det4m 0/2A do mer%ado euro#eu e 0/0A do mer%ado mundial em 2011) D o 40)G e"#ortador mundial 9%om dois mil6$es de d0lares:/ num ranXing liderado #ela C6ina 961A de !uota de mer%ado:/ Uong Vong e Países Oai"os 9 A %ada:/ 32A 95A: e Aleman6a 93A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .ustria 90/4:/ 3slo'-!uia 90/3: e 3s#an6a e Mr4%ia 90/2 %ada:) Portugal não gan6ou rele'+n%ia no mer%ado mundial e gan6ou !uota no mer%ado euro#eu 9mais 0/2:E • *os artigos de 'ime/ Portugal det4m 0/8A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 31)G e"#ortador mundial 9%om menos de dois mil6$es de d0lares:/ num ranXing liderado #ela C6ina 981A de !uota de mer%ado:/ Cndon4sia/ Aleman6a e Países Oai"os 92A %ada:/ Pol0nia e O4lgi%a 9a%ima de 1A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oi o nono e"#ortador !ue mais !uota de mer%ado mundial gan6ou desde 2002/ a #ar da ColZmbia 9mais 0/5:) *o mer%ado euro#eu/ a !uota %on!uistada #or Portugal na 1ltima d4%ada atinge 1/8 #ontos #er%entuaisE • *os artigos .oram C6ina 9mais 16/9:/ Nrança e O4lgi%a 9mais 1/ %ada:/ Sa#ão 9mais 0/8:/ 3s#an6a 90/ : e Fom4nia/ Binga#ura e Países Oai"os 9mais 0/6 %ada:) Portugal .

rontar o desem#en6o na%ional entre 2002 e 2011 e"%lusi'amente em termos de #rodutos de artes 'isuais/ #rodutos rela%ionados de artes 'isuais e #rodutos rela%ionados de artes #er.#ela C6ina 924A de !uota de mer%ado:/ Wndia 919A:/ Feino 2nido 911A: e Nrança 98A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oi de 50A em 2011 %ontra 8A em 2002) 3ntre a meia %entena de #aíses !ue %ontabili(ou 'endas de outros ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os em 20118/ Portugal surge na 5)\ #osição 9%om 119 mil6$es de d0lares:/ num ranNing liderado #or <alta 91/6 mil mil6$es de d0lares:/ Tur!uia 91/3 mil mil6$es:/ Coreia do Bul 9429 mil6$es de d0lares: e Ct-lia 9151 mil6$es de d0lares:) 3m termos per capita/ Portugal as%ende 7 )\ #osição/ atr-s de <alta 93) 52 d0laresM7 C6i#re 924:/ <ontenegro 922:/ [íbano 920:/ Puirgui(istão e Tur!uia 91 :) Artes 5s dados dis#oní'eis #ara as e"#ortaç$es neste domínio #ermitem %on.1:) A Cnu%ed .oram Canad. -a&ela II.se a 44 #aíses) 33 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .lu"os detetados #elas estatísti%as de %om4r%io interna%ional) A im#edir de todo uma %om#aração global das artes #er.ormati'as 9cf.a in%onsist8n%ia dos .9de 0/4 #ara 4/2:/ C6ina 9mais 3/2:/ Tail+ndia e Fe#1bli%a C6e%a 9mais 2/4 %ada:/ Feino 2nido 9mais 2/1:) Portugal obte'e o nono maior gan6o de !uota a ní'el mundial 90/6:) *o mer%ado euro#eu/ a !uota de mer%ado %on!uistada #or Portugal na 1ltima d4%ada atinge 2/3 #ontos #er%entuais) /utros serviços pessoais0 culturais e recreativos Puanto aos ser'iços #essoais/ %ulturais e re%reati'os/ as e"#ortaç$es na%ionais subiram %er%a de 5A ao ano/ de sete #ara 11 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .a( notar !ue a menor trans#ar8n%ia do mer%ado das artes limita a %ontabili(ação e a inter#retação dos .ormati'as/ %omo m1si%a ao 'i'o/ teatro/ dança/ 0#era ou %ir%o/ est.i-'eis 8 As estatísti%as dis#oní'eis limitam.lu"os %omer%iais %ontabili(ados 9%omo re%eitas de bil6eteira e de digress$es ou roAalties:) A maior aus8n%ia desta an-lise 4 mesmo o mer%ado da m1si%a/ sem estatísti%as .

9%om %er%a de 2A %ada:) 34 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .1:) 5s .i%o das artes 'isuais/ os dados dis#onibili(ados #ara o %on&unto das e"#ortaç$es de #inturas/ es%ulturas/ .ia 9 A:) 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes das artes 'isuais #ortuguesas .ia 99A:/ da #intura 98A: e das antiguidades 93A:) 3sta estrutura di'erge da m4dia mundialJ a ní'el interna%ional/ a #intura lidera as e"#ortaç$es de artes 'isuais 943A:/ seguido da es%ultura 939A:/ das antiguidades 911A: e da .rente da . (aixa II.ia/ somam 19 mil6$es de d0laresE e as e"#ortaç$es de #rodutos rela%ionados de artes #er.otogra.lu"os %omer%iais dis#onibili(ados #elas estatísti%as interna%ionais ordenam os tr8s #rodutos das artes .lu"os %omer%iais a ní'el interna%ional 9cf.otogra.ormati'as/ %omo materiais e e!ui#amentos de su#ortes 7s artes do #al%o/ in%luindo instrumentos musi%ais e material #ara %erim0nias e es#et-%ulos/ totali(am seis mil6$es de d0lares) Artes visuais *o %aso es#e%í.ora das de( maiores e"#ortaç$es de índole Triati'a do #aís em 2011J as e"#ortaç$es de artes 'isuais/ %omo #intura/ es%ultura/ .otogra.oram Aleman6a/ 3s#an6a/ Nrança/ 32A/ Feino 2nido/ @inamar%a/ Países Oai"os/ Angola/ Uong Vong e Orasil) B0 as 'endas de es%ultura 7 Aleman6a e 7 Nrança e"#li%am mais de um !uarto das e"#ortaç$es #ortuguesas de artes 'isuais em 2011/ sendo este o 1ni%o #roduto em !ue Portugal re'ela alguma 'antagem %om#arati'a a ní'el interna%ional) 3m termos globais/ Portugal surge em 24)G no ranNing dos maiores e"#ortadores de #rodutos de artes 'isuais em 2011/ assegurando 0/ A das 'endas a ní'el euro#eu e 0/3A das 'endas a ní'el interna%ional) 5s de( maiores e"#ortadores mundiais são 32A 9!ue ele'ou a sua !uota mundial de 19A em 2002 #ara 24A em 2011:/ C6ina 9!ue ele'ou a sua !uota mundial de 14A em 2002 #ara 23A em 2011:/ Feino 2nido 9!uota mundial de 18A em 2011:/ Nrança e Aleman6a 96A %ada:/ Buíça 95A:/ Uong Vong/ Sa#ão/ Ct-lia e Canad.otogra. A es%ultura 4 o #roduto das artes 'isuais mais rele'ante nas e"#ortaç$es na%ionaisJ res#onde #or 80A das 'endas ao e"terior %ontabili(adas em 2011/ 7 .9sobre direitos de autor/ 'endas .ísi%as ou online: %a#a(es de estimar ou %om#arar a dimensão a#ro"imada dos .ias e antiguidades a%usam uma tend8n%ia de !ueda na 1ltima d4%ada/ a uma ta"a m4dia anual de 3A ao ano/ de 11 #ara 8 d0lares per capita.otogra.ia e antiguidades/ as%endem a 84 mil6$es de d0laresE as e"#ortaç$es de #rodutos rela%ionados de artes 'isuais/ %omo materiais e e!ui#amentos de su#orte 7 #intura e 7 .

oram Coreia do Bul 93/4:/ C6ina 93/2:/ 32A 92/0: e Pol0nia 91/2:) Portugal obte'e o d4%imo maior gan6o de !uota a ní'el mundial/ a #ar dos Países Oai"os 90/3:) *o mer%ado euro#eu/ a !uota de mer%ado %on!uistada #or Portugal na 1ltima d4%ada atinge 0/9 #ontos #er%entuaisE • *a #intura/ Portugal det4m 0/1A dos mer%ados euro#eu e mundial em 2011) D o 29)G e"#ortador mundial 9%om sete mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elos 32A 939A de !uota de mer%ado:/ Feino 2nido 92 A:/ Nrança 98A:/ Buíça 9 A: e Aleman6a 95A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .3m termos desagregados/ os dados dis#onibili(ados #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas de artes 'isuais #ossibilitam o seguinte #osi%ionamento no %onte"to euro#eu e mundialJ • *a es%ultura/ Portugal det4m 2/3A do mer%ado euro#eu e 0/5A do mer%ado mundial em 2011) D o 16)G e"#ortador mundial 9%om 6 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela C6ina 95 A de !uota de mer%ado:/ 32A 910A:/ Feino 2nido 9 A: e Aleman6a 94A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .1/4: e a ní'el euro#eu 9.oram 32A 9 / :/ Nrança 93/0:/ C6ina 91/4:/ Binga#ura 90/8: e Uong Vong 90/ :) Portugal mante'e a !uota a ní'el mundial e %on!uistou 0/1 #ontos #er%entuais do mer%ado euro#euE • *as antiguidades/ Portugal det4m 0/1A dos mer%ados euro#eu e mundial em 2011) D o 28)G e"#ortador mundial 9%om dois mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elo Feino 2nido 929A de !uota de mer%ado:/ 32A 923A:/ Aleman6a e Nrança 910A %ada:/ Buíça 99A: e Uong Vong 9 A:E 3" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ia/ Portugal det4m 1A do mer%ado euro#eu e 0/3A do mer%ado mundial em 2011) D o 23)G e"#ortador mundial 9%om sete mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elos 32A 919A de !uota de mer%ado:/ Sa#ão 91 A:/ Aleman6a 910A: e TaiYan 9 A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .otogra.oram C6ina 915/9:/ 32A 93/1:/ Feino 2nido 91/1:) Portugal #erdeu !uota a ní'el mundial 9.4/1:E • *a .

otogra.0/1:E • *os materiais e e!ui#amentos de su#orte 7 #intura/ Portugal det4m 0/3A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 38)G e"#ortador mundial 9%om !uatro mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela C6ina 93 A de !uota de mer%ado:/ Aleman6a 99A:/ 32A 95A: e Nrança e Cndon4sia 94A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .1/0: e mundial 9.ormati'as/ os dados dis#onibili(ados em termos desagregados #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas #ossibilitam o seguinte #osi%ionamento no %onte"to euro#eu e mundialJ • *os materiais e e!ui#amentos de su#orte 7 .ia/ Portugal det4m 0/2A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 36)G e"#ortador mundial 9%om 15 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elo Sa#ão 926A de !uota de mer%ado:/ 32A 912A:/ C6ina/ Países Oai"os e O4lgi%a 99A %ada: e Aleman6a 98A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram 32A 98/5:/ Aleman6a 96/1: e Uong Vong 93/0:) Portugal #erdeu a mesma !uota de mer%ado a ní'el euro#eu e mundial 9.0/2:) #rodutos relacionados das artes visuais e per1ormativas Puanto aos #rin%i#ais #rodutos rela%ionados de artes 'isuais e de artes #er.*a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .0/2: e mundial 9.ustria 92/5: e Países Oai"os 91/4:/ Pol0nia 90/3: e 3slo'-!uia 90/2:) Portugal #erdeu !uota de mer%ado a ní'el euro#eu 9.oram C6ina 94/ :/ Países Oai"os 94/1:/ Sa#ão 92/9: e O4lgi%a 92/5:) Portugal #erdeu !uota de mer%ado a ní'el euro#eu 9.oram C6ina 91 /1:/ .0/4:E • *os instrumentos musi%ais/ Portugal det4m 0/3A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 33)G e"#ortador mundial 9%om %in%o mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela C6ina 926A de !uota de mer%ado:/ 32A 913A:/ Sa#ão 912A:/ Aleman6a 911A: e Cndon4sia 98A:E 3$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

lu"os %omer%iais interna%ionais %om materiais e e!ui#amentos essen%iais 7 %riação/ #rodução/ distribuição e %onsumo dos %onte1dos %riati'os medi-ti%os 9cf.1:) A Cnu%ed . -a&ela II.ísi%os/ mas não o %om4r%io de %onte1do %riati'o digitali(ado/ %omo li'ros/ &ornais ou .lu"os de e"#ortação dos media %a#turados a ní'el interna%ional) 3' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .usão #ara 'eí%ulos autom0'eis/ 'ulgo autorr-dios) *este %onte"to/ #ro%ede.se 7 an-lise indi'iduali(ada dos %in%o .0/1:) 2edia 5s dados dis#oní'eis #ara as e"#ortaç$es neste domínio #ermitem %on.dominam os .*a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .i%ar a rele'+n%ia das ind1strias rela%ionadas/ !ue &.1:) *a inter#retação global dos dados/ %on'4m desde logo notar !ue os #rodutos rela%ionados audio'isuais res#ondem #or !uase 90A das e"#ortaç$es na%ionais de media) 3sta %ategoria 4/ não s0/ a mais rele'ante e"#ortação de índole Kriati'a do #aís/ %omo uma das #rotagonistas da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa %omo um todo/ de'ido ao dinamismo de #rodutos %omo os a#arel6os re%etores de radiodi.ilmes) 3m #arti%ular/ a Cnu%ed alerta #ara a %om#le"idade/ a es%asse( e a subestimação dos dados relati'os ao setor audio'isual/ im#ossibilitando uma an-lise %om#arati'a %redí'el de ind1strias %riati'as tão im#ortantes %omo tele'isão/ r-dio ou %inema) 3stas la%unas %ontribuem #ara am#li.oram C6ina 99/8:/ Países Oai"os 91/4:/ Aleman6a 90/5: e Nrança 90/4:) Portugal #erdeu a mesma !uota de mer%ado a ní'el euro#eu e mundial 9.a( notar !ue as estatísti%as dis#oní'eis in%luem o %om4r%io de #rodutos . (aixa II.rontar o desem#en6o na%ional entre 2002 e 2011 em termos de #rodutos editoriais e de #rodutos rela%ionados editoriais/ de #rodutos audio'isuais e de #rodutos rela%ionados audio'isuais e de ser'iços audio'isuais e rela%ionados 9cf.

oram Angola/ <oçambi!ue/ 3s#an6a/ Orasil/ Nrança/ Feino 2nido/ Bu4%ia/ Cabo Ierde/ Timor [este e F1ssia) B0 as 'endas a Angola e a <oçambi!ue e"#li%am metade das e"#ortaç$es #ortuguesasE • Puanto aos &ornais/ re'istas e outras #ubli%aç$es #eri0di%as/ Portugal det4m 0/1A do mer%ado euro#eu e 0/0A do mer%ado mundial em 2011) D o 53)G e"#ortador mundial 9%om %in%o mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elo Canad. A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .919A de !uota de mer%ado:/ 32A 912A:/ Aleman6a 911A:/ Bu4%ia 98A:/ Nrança 9 A:/ Feino 2nido e F1ssia 95A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .%dição As e"#ortaç$es na%ionais do %on&unto dos #rodutos editoriais subiram %er%a de 12A ao ano/ de tr8s #ara oito d0lares per capita.oi de 31A em 2011 %ontra 13A em 2002) 3m termos desagregados/ os dados dis#onibili(ados #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos editoriais #ossibilitam o seguinte #osi%ionamento no %onte"to euro#eu e mundialJ • Puanto aos li'ros/ Portugal det4m 0/ A do mer%ado euro#eu e 0/4A do mer%ado mundial em 2011) D o 33)G e"#ortador mundial 9%om 64 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elo Feino 2nido e 32A 915A de !uota de mer%ado/ %ada:/ Aleman6a e C6ina 99A %ada:/ Uong Vong 98A:/ Nrança 95A:/ Ct-lia 94A:/ 3s#an6a e Binga#ura 93A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram C6ina 95/6:/ Uong Vong 91/5:/ Fe#1bli%a C6e%a 91/2:/ Nrança 90/6:/ Pol0nia 90/5: e Uungria 90/4:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 11A/ Portugal obte'e o 12)G maior gan6o de !uota a ní'el mundial 90/1: e %on!uistou 0/3 #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado a ní'el euro#euE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos li'ros #ortugueses .oram O4lgi%a 92/3:/ Coreia do Bul 92/2:/ F1ssia 92/1:/ Nrança 91/ :/ 32A 91/6: e Pol0nia 91/5:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de A/ Portugal não obte'e gan6o de !uota a ní'el euro#eu ou mundialE 38 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes da im#rensa #ortuguesa .oram Orasil/ Angola/ Buíça/ 3s#an6a/ Cabo Ierde/ <oçambi!ue/ <arro%os/ Canad-/ Mibraltar e Nrança) B0 as 'endas ao Orasil/ a Angola e a Buíça e"#li%am tr8s !uintos das e"#ortaç$es #ortuguesasE • Puanto a outros materiais im#ressos/ Portugal det4m 0/2A do mer%ado euro#eu e mundial em 2011) D o 40)G e"#ortador mundial 9%om 16 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela Aleman6a 922A de !uota de mer%ado:/ C6ina 910A:/ Ct-lia 9 A:/ O4lgi%a e 32A 96A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram 3s#an6a/ Angola/ Cabo Ierde/ Nrança/ Pol0nia/ Países Oai"os/ Feino 2nido/ <oçambi!ue/ Ct-lia e Bão Tom4 e Prín%i#e) B0 as 'endas a 3s#an6a e a Angola e"#li%am mais de !uatro !uintos das e"#ortaç$es #ortuguesasE • Puanto aos #rodutos rela%ionados editoriais/ as e"#ortaç$es na%ionais %aíram %er%a de 6A ao ano/ de dois #ara um d0lar per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .0/1:E 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos #rodutos rela%ionados editoriais #ortugueses .oram Aleman6a 92/4:/ Ct-lia 91/3:/ C6ina 91/1:/ Crlanda 90/6: e Buíça 90/5:) Portugal #erdeu !uota de mer%ado a ní'el euro#eu 9.oram C6ina 9 /9:/ Sa#ão 92/0:/ Pol0nia 91/3:/ Países Oai"os 90/9:/ Fe#1bli%a C6e%a e 3slo'4nia 90/ %ada:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 22A/ Portugal obte'e o 1 )G maior gan6o de !uota a ní'el mundial 90/1: e %on!uistou 0/2 #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado a ní'el euro#euE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos outros materiais im#ressos #ortugueses .oi de A em 2011 %ontra 1 A em 2002E Portugal det4m 0/1A do mer%ado euro#eu e mundial em 2011) D o 42)G e"#ortador mundial 9%om 11 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela Aleman6a 921A de !uota de mer%ado:/ Ninl+ndia 911A:/ Buíça 98A:/ Ct-lia e 32A 9 A %ada: e Nrança 95A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .0/2: e mundial 9.oram 3s#an6a/ Angola/ Nrança/ Cabo Ierde/ .ustria/ Aleman6a/ <oçambi!ue/ Tunísia/ <arro%os e Feino 2nido) B0 as 'endas a 3s#an6a e a Angola e"#li%am #rati%amente tr8s !uartos das e"#ortaç$es #ortuguesas) 39 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

Audiovisuais
As estatísti%as dis#oní'eis desagregam entre #rodutos audio'isuais 9,ilmes:/ #rodutos audio'isuais rela%ionados 9e!ui#amentos de su#orte rela%ionados %om radiodi,usão/ ,ilmes e #rodução sonora: e ser'iços audio'isuais e rela%ionados 9ser'iços e ta"as asso%iadas %om a #rodução de ,ilmes/ #rogramas de r-dio e tele'isão e gra'aç$es musi%ais:) • Puanto aos #rodutos audio'isuais/ as estatísti%as dis#oní'eis #ara ,ilmes a%usam uma !ueda das e"#ortaç$es #ortuguesas em %er%a de 5A ao ano/ limitando.se a 0/1 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es ,oi de 206A em 2011 %ontra 1A em 2002E Portugal det4m 0/8A do mer%ado euro#eu e 0/2A do mer%ado mundial em 2011) D o 20)G e"#ortador mundial 9%om um mil6ão de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #elo Canad- 946A de !uota de mer%ado:/ Ct-lia 914A:/ Tail+ndia 98A:/ 32A 95A:/ Wndia e Feino 2nido 94A %ada:/ Bu4%ia/ 3s#an6a e <4"i%o 93A %ada: e Nrança 92A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram ,oram Canad- 912/1:/ Tail+ndia 9 /4:/ Bu4%ia 93/1:/ 3s#an6a 91/ : e <4"i%o 90/8:) Portugal #erdeu !uota de mer%ado a ní'el mundial 9.0/1: e mante'e a ní'el euro#euE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos audio'isuais #ortugueses ,oram Feino 2nido/ Fe#1bli%a C6e%a/ Crlanda/ 3s#an6a/ Aleman6a/ Angola/ <oçambi!ue/ Buíça/ Cabo Ierde e Canad-) B0 as 'endas ao Feino 2nido e 7 Fe#1bli%a C6e%a e"#li%am !uatro !uintos das e"#ortaç$es #ortuguesasE • Puanto aos #rodutos rela%ionados audio'isuais/ as 'endas de Portugal ao estrangeiro %res%eram %er%a de 9A ao ano/ de 5 #ara 152 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es ,oi de 201A em 2011 %ontra 118A em 2002) Como &- re,erido/ 4 a mais rele'ante e"#ortação #ortuguesa do %aba( Triati'oE Portugal det4m 2/ A do mer%ado euro#eu e 0/6A do mer%ado mundial em 2011) D o 25)G e"#ortador mundial 9%om 1/6 mil mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela C6ina 935A de !uota de mer%ado:/ Uong Vong 9 A:/ 32A e Coreia do Bul 96A %ada: e TaiYan 95A:E

40

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

*a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram ,oram C6ina 925/4:/ Uungria 91/ :/ Países Oai"os 91/4:/ Fom4nia 91/0:/ Fe#1bli%a C6e%a e 3slo'-!uia 90/9 %ada:) Portugal mante'e a !uota a ní'el mundial e %on!uistou !uota no mer%ado euro#eu 91/3:E 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes de #rodutos rela%ionados audio'isuais #ortugueses ,oram Aleman6a/ 3s#an6a/ Feino 2nido/ Nrança/ O4lgi%a/ Fe#1bli%a C6e%a/ Ct-lia/ 32A/ Pol0nia e Países Oai"os) B0 as 'endas de e!ui#amentos de radiodi,usão 7 Aleman6a/ 7 3s#an6a e ao Feino 2nido e"#li%am mais de metade das e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos rela%ionados audio'isuais em 2011/ sendo esta mer%adoria em !ue Portugal re'ela a grande 'antagem %om#arati'a a ní'el interna%ional no domínio dos mediaE • Puanto aos ser'iços audio'isuais e rela%ionados/ as 'endas ao e"terior %res%eram %er%a de 21A ao ano/ de dois #ara 11 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es ,oi de 38A em 2011 %ontra 20A em 2002) 3ntre a meia %entena de #aíses !ue %ontabili(ou 'endas de ser'iços audio'isuais e rela%ionados em 20119/ Portugal surge na 16)\ #osição %om um total de 115 mil6$es de d0lares/ num ranXing liderado #elo [u"emburgo/ Canad-/ Feino 2nido/ Nrança e Uungria) 3m termos per capita/ Portugal o%u#a a 15)\ #osição/ ao ní'el de 3st0nia e Aleman6a) ] ,rente estão [u"emburgo/ <alta/ Uungria/ Canad-/ O4lgi%a/ Feino 2nido/ Países Oai"os/ Nrança/ 3s#an6a/ [íbano/ Mr4%ia/ e ;ustria)

9

A lista de 56 #aíses não in%lui designadamente os 32A)

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

Criaç.es 1uncionais
5s dados dis#oní'eis #ara as e"#ortaç$es neste domínio #ermitem %on,rontar o desem#en6o na%ional entre 2002 e 2011 !uanto aos seguintes #rodutos e ser'iços de índole mais #r-ti%a ou ,un%ionalJ #rodutos de design/ #rodutos rela%ionados de design7 #rodutos de no'os media/ #rodutos rela%ionados de no'os media/ ser'iços de #ubli%idade e rela%ionados/ ser'iços de ar!uitetura e rela%ionados/ ser'iços de in'estigação e de desen'ol'imento e restantes ser'iços #essoais %ulturais e re%reati'os 9cf. -a&ela II.1:) A Cnu%ed ,a( notar !ue os ,lu"os %omer%iais relati'os aos #rodutos %onsiderados de design são ,a'ore%idos #ela maior dis#onibilidade de estatísti%as #ara mer%adorias de grande %onsumo %omo de%oração/ brin!uedos ou &oias) 3stes artigos são %ontabili(ados #elo 'alor total e não #elo 'alor a%res%entado da sua ,orma ou a#ar8n%ia) Cn'ersamente/ o di,í%il rastreio dos ,lu"os %omer%iais de %onte1dos %riati'os digitais tende a subestimar a rele'+n%ia e o #oten%ial dos no'os media na so%iedade da in,ormação) Puanto aos ser'iços/ de'e ser a%autelado o ,a%to de as %ategorias estatísti%as dis#oní'eis não #ermitirem isolar os ,lu"os %omer%iais gerados #elas ati'idades e"%lusi'amente %riati'as) As ati'idades de in'estigação e desen'ol'imento são %onsideradas %riati'as na abordagem da Cnu%ed 9cf. (aixa II.1:) D neste %onte"to !ue se #ro%ede 7 an-lise das !uatro %ategorias de #rodutos e de ser'iços e"#ortados)

!esign
5s #rodutos de design são a ter%eira mais rele'ante e"#ortação Kriati'a do #aís/ abar%ando di'ersos #rotagonistas da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ desde a ,ileira do mobili-rio 7 do t8"til lar) 3m termos globais/ as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos de design %res%eram %er%a de 8A ao ano/ de 55 #ara 108 d0lares per capita7 totali(ando 1)158 mil6$es de d0lares em 2011) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es ,oi de 101A em 2011 %ontra 84A em 2002) 5 maior %ontributo #ara este a%r4s%imo das 'endas ao e"terior 'eio da de%oração de interiores 9 9A:/ seguido dos a%ess0rios de moda 911A:/ dos brin!uedos 94A:/ das &oias 93A:/ dos artigos de 'idro e dos desen6os de ar!uitetura 91A %ada:)

42

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

oram 3s#an6a/ Nrança/ Ct-lia/ Angola/ Aleman6a/ Feino 2nido/ Buíça/ Ar-bia Baudita/ O4lgi%a e Países Oai"os) 3s#an6a/ Nrança/ Ct-lia e Angola %on%entram !uase 60A das %om#rasE • Puanto 7s &oias/ de metais #re%iosos e bi&uteria/ Portugal det4m 0/2A do mer%ado euro#eu e 0/0A do mer%ado mundial em 2011) D o 44)G e"#ortador mundial 9%om 40 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela 43 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .oram C6ina 912:/ Nrança 92/ :/ Países Oai"os 90/6: e Binga#ura 90/5:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 11A/ Portugal mante'e as !uotas de mer%ado a ní'el euro#eu e mundialE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos a%ess0rios de moda #ortugueses .3m termos desagregados/ os dados dis#onibili(ados #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos de design #ossibilitam o seguinte #osi%ionamento no %onte"to euro#eu e mundialJ • Puanto 7 de%oração de interiores/ %omo mobili-rio/ t8"til lar/ #a#el de #arede/ #or%elana ou iluminação/ Portugal det4m 2/ A do mer%ado euro#eu e 1/2A do mer%ado mundial em 2011) D o 20)G e"#ortador mundial 9%om 952 mil6$es de d0lares:/ num ranNing mundial liderado #ela C6ina 935A de !uota de mer%ado:/ Aleman6a 910A:/ Ct-lia 98A:/ Pol0nia e 32A 94A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram C6ina 918:/ Aleman6a 90/8:/ [itu+nia 90/6: e Países Oai"os 90/5:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 8A/ Portugal %on!uistou 0/4 #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado a ní'el euro#eu e #erdeu a ní'el mundial 90/1:E 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos artigos de de%oração na%ionais .oram Nrança/ 3s#an6a/ Angola/ 32A/ Feino 2nido/ Aleman6a/ O4lgi%a/ Ct-lia/ Países Oai"os e Bu4%ia) B0 as 'endas a Nrança/ 3s#an6a e Angola e"#li%am #erto de metade das e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos de designI • Puanto aos a%ess0rios de moda/ Portugal det4m 0/4A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 33)G e"#ortador mundial 9%om 109 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela C6ina 943A de !uota de mer%ado:/ Ct-lia 913A:/ Uong Vong 910A:/ Nrança 98A:/ Aleman6a e Wndia 93A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .

oram Nrança 940A:/ 3s#an6a/ Angola/ Ct-lia/ Pol0nia/ 32A/ *oruega/ Feino 2nido/ F1ssia e Bu4%iaE • Puanto aos brin!uedos/ Portugal det4m 0/3A do mer%ado euro#eu e 0/1A do mer%ado mundial em 2011) D o 39)G e"#ortador mundial 9%om 39 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela C6ina 938A de !uota de mer%ado:/ Uong Vong 919A:/ Aleman6a 98A:/ Fe#1bli%a C6e%a/ 32A e Sa#ão 94A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .ustria 9 A:/ Aleman6a e Fe#1bli%a C6e%a 96A %ada: e Ct-lia 94A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram C6ina 910/9:/ Sa#ão 91/9:/ Binga#ura 91/4:/ <al-sia 90/5:/ @inamar%a e Austr-lia 90/3 %ada:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 8A/ Portugal #erdeu !uota a ní'el mundial 9.C6ina e Wndia 918A de !uota de mer%ado %ada:/ Buíça 910A:/ 32A 99A:/ Uong Vong 98A: e Ct-lia 9 A:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .ustria e Cabo IerdeE • Puanto aos artigos de 'idro/ Portugal det4m 1/4A do mer%ado euro#eu e 0/ A do mer%ado mundial em 2011) D o 23)G e"#ortador mundial 9%om 12 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela C6ina 91 A de !uota de mer%ado:/ Nrança 913A:/ 3gito e Buíça 911A %ada:/ .oram C6ina 910/5:/ Fe#1bli%a C6e%a 93/9:/ Aleman6a 92/4: e @inamar%a 91/4:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 12A/ Portugal mante'e as !uotas de mer%ado a ní'el euro#eu e mundialE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos brin!uedos #ortugueses .oram Pol0nia 933A:/ Aleman6a/ 3s#an6a/ Angola/ Feino 2nido/ Países Oai"os/ Ct-lia/ Nrança/ .0/1: e mante'e a ní'el euro#euE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes das &oias #ortuguesas .oram C6ina 911/ :/ <al-sia 91/6:/ 3slo'4nia e @inamar%a 90/4 %ada:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de A/ Portugal obte'e o !uinto maior gan6o de !uota a ní'el mundial 90/2: e %on!uistou 0/ #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado a ní'el euro#euE 44 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

oram Nrança 950A:/ 3s#an6a/ Angola/ 32A/ Feino 2nido/ F1ssia/ Crlanda/ Canad-/ Tur!uia e <old-'iaE • Puanto aos desen6os de ar!uitetura/ Portugal det4m 3/9A do mer%ado euro#eu e 2/5A do mer%ado mundial em 2011) D o 13)G e"#ortador mundial 9%om seis mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela Aleman6a 936A de !uota de mer%ado:/ 3slo'-!uia e Wndia 95A %ada:/ Sa#ão/ Coreia do Bul/ C6ina/ Feino 2nido e 32A 9%er%a de 4A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram O4lgi%a/ 3s#an6a/ Nrança/ Ct-lia/ Aleman6a/ Angola/ Ar-bia Baudita/ Feino 2nido/ 32A e Países Oai"os) B0 as 'endas de ouro 7 O4lgi%a e 7 3s#an6a e"#li%am mais de um terço das e"#ortaç$es #ortuguesas) 4" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .se as 'antagens %om#arati'as re'eladas nos #rodutos rela%ionados %om ar!uitetura/ a%ess0rios de moda e &oias/ al%ançando em 2011 !uotas no mer%ado euro#eu de 4/6A/ 3/4A e 1/ A/ res#eti'amenteE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos #rodutos rela%ionados de design .oram 3s#an6a 9mais de 90A:/ Fom4nia/ Angola/ Bão Tom4 e Prín%i#e/ <arro%os/ Cabo Ierde/ Buíça/ Nrança/ [íbia e OrasilE 5s #rodutos rela%ionados de design surgem %omo a segunda mais rele'ante e"#ortação Kriati'a do #aís) Con'4m notar !ue a sua %res%ente rele'+n%ia 4 &usti.oi de 68 A em 2011 %ontra 94A em 2002) @esta%am.i%ada #elo dinamismo dos materiais e e!ui#amentos de su#orte 7 ar!uitetura/ mas 4 sobretudo em#olada #ela a%eleração das 'endas de ouro ao e"terior/ desde a %rise de 2009E 3m termos globais/ as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos rela%ionados de design %res%eram %er%a de 18A ao ano/ de 25 #ara 112 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .oram Aleman6a 912/3:/ 3slo'-!uia 94/8: e Coreia do Bul 92/8:) Com as e"#ortaç$es a %res%erem a uma ta"a m4dia anual de 29A/ Portugal obte'e o !uarto maior gan6o de !uota a ní'el mundial 92/2: e %on!uistou 3/3 #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado a ní'el euro#euE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos desen6os de ar!uitetura #ortugueses .3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos artigos de 'idro #ortugueses .

oram Aleman6a 96/4:/ Binga#ura 95/8:/ Fe#1bli%a C6e%a 92/2:/ Uong Vong 91/5:/ 32A 91/4: e Pol0nia 91/1:) Portugal mante'e a !uota de mer%ado a ní'el euro#eu e mundialE 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos #rodutos de no'os media na%ionais .ustria/ C6i#re e Ct-lia) As 'endas a 3s#an6a e a Angola e"#li%am #rati%amente dois terços das e"#ortaç$esE • Puanto aos #rodutos rela%ionados de no'os media/ %omo e!ui#amentos de in.ora das de( maiores e"#ortaç$es de índole Triati'a do #aís em 2011) • *o seu %on&unto/ as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos de no'os media %res%eram %er%a de 12A ao ano/ de 0/8 #ara dois d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .orm-ti%a/ as estatísti%as dis#oní'eis ordenam estes e!ui#amentos de su#orte ao %onsumo de %onte1dos digitais %omo a d4%ima maior e"#ortação de índole Triati'a do #aís em 2011) As 'endas ao estrangeiro %res%eram %er%a de 13A ao ano/ de tr8s #ara no'e d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .oram 3s#an6a/ Angola/ Países Oai"os/ Buíça/ [u"emburgo/ Feino 2nido/ 32A/ .oi de 10A em 2011 %ontra 5A em 2002E Portugal det4m 0/1A do mer%ado euro#eu e 0/0A do mer%ado mundial em 2011) D o 44)G e"#ortador mundial 9%om 22 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela Aleman6a 916A de !uota de mer%ado:/ C6ina e 32A 914A %ada:/ Binga#ura e Uong Vong 96A %ada:) *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .oram C6ina 93 /1:/ Fe#1bli%a C6e%a e Tail+ndia 91/ %ada: e 4$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .lu"os %omer%iais %ontabili(ados #elas estatísti%as interna%ionais ordenam estes #rodutos de %onte1do digital/ in%luindo som/ imagem ou &ogos/ .3ovos media Puanto aos #rodutos de no'os media/ os .oi de 13A em 2011 %ontra 6A em 2002E Portugal det4m 0/2A do mer%ado euro#eu e 0/0A do mer%ado mundial em 2011) D o 38)G e"#ortador mundial 9%om 91 mil6$es de d0lares:/ num ranXing mundial liderado #ela C6ina 951A de !uota de mer%ado:/ 32A 98A:/ Países Oai"os e Uong Vong 95A %ada:/ Tail+ndia e Aleman6a 94A %ada:E *a 1ltima d4%ada/ os e"#ortadores !ue mais #ontos #er%entuais de !uota de mer%ado gan6aram .

se a 52 #aíses nos ser'iços de ar!uitetura e rela%ionados e #ara 59 #aíses nos ser'iços de #ubli%idade e rela%ionados/ não in%luindo/ designadamente/ e%onomias %omo os 32A ou o Feino 2nido) 4' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .oram Iene(uela/ Angola/ 3s#an6a/ Argentina/ Países Oai"os/ Cabo Ierde/ <oçambi!ue/ Aleman6a/ Feino 2nido e 2ruguai) As 'endas de e!ui#amentos de in.oi de 188A em 2011 %ontra 100A em 2002E 3ntre a meia %entena de #aíses !ue %ontabili(ou 'endas destes ser'iços10/ Portugal surge na 12)\ #osição %om um total de 853 mil6$es de d0lares/ num ranXing liderado #elos Países Oai"os 930/8 mil mil6$es de d0lares:/ Aleman6a 913/ :/ Orasil 9 /3:/ Canad.1:) • As 'endas ao e"terior de ser'iços de ar!uitetura e rela%ionadas %res%eram mais de 20A ao ano/ de 16 #ara 80 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .inição da Cnu%ed 9cf.rente estão Países Oai"os/ .orm-ti%a a Iene(uela e a Angola &usti.ustria/ Aleman6a/ O4lgi%a/ Canad-/ [íbano/ Fe#1bli%a C6e%a e 3s#an6aE • As 'endas ao e"terior de ser'iços de #ubli%idade e rela%ionadas %res%eram %er%a de 10A ao ano/ de 1 #ara 38 d0lares per capita) A ta"a de %obertura das im#ortaç$es #elas e"#ortaç$es .Uong Vong 91/6:) Portugal mante'e a !uota a ní'el mundial e aumentou a ní'el euro#eu 90/1:E 3m 2011/ os de( #rin%i#ais %lientes dos #rodutos rela%ionados de no'os media na%ionais .oi de 134A em 2011 %ontra 140A em 2002E 10 As estatísti%as dis#oní'eis #ara 2011 limitam.se %omo !uarta e !uinta mais rele'antes e"#ortaç$es Kriati'as do #aís) <as de'e ser tido em %onta !ue os dados dis#oní'eis #ara os ser'iços não #ermitem isolar e"%lusi'amente estas ind1strias %riati'as/ abrangendo outras ati'idades !ue e"tra'asam 7 de. (aixa II.94/9: e 3s#an6a 94/1:E 3m termos per capita/ Portugal o%u#a a 10)\ #osição/ ao ní'el da Cro-%ia) ] .i%am #erto de metade das 'endas) 4erviços criativos As estatísti%as dis#oní'eis desagregam entre ser'iços de #ubli%idade e rela%ionados/ ser'iços de ar!uitetura e rela%ionados/ ser'iços de in'estigação e desen'ol'imento e restantes ser'iços #essoais %ulturais e re%reati'os) As 'endas de ser'iços de ar!uitetura e de #ubli%idade são os ser'iços %riati'os !ue mais se desta%am/ assumindo.

3ntre a meia %entena de #aíses !ue %ontabili(ou 'endas destes ser'iços10/ Portugal surge na 13)\ #osição %om um total de 404 mil6$es de d0lares/ num ranXing liderado #ela Aleman6a 95/5 mil mil6$es de d0lares:/ O4lgi%a 94/1:/ C6ina 94/0:/ F1ssia 93/ :/ 3s#an6a 92/8: e Pol0nia 91/9:E 3m termos per capita/ Portugal o%u#a a 14)\ #osição/ ao ní'el da Uungria) ] .ustria e 3slo'4nia/ 3st0nia/ C6i#re/ [et0nia/ Fe#1bli%a C6e%a/ Aleman6a/ Cro-%ia/ 3s#an6a/ Pol0nia e [íbano) 48 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .rente estão O4lgi%a/ .

lu"o e!ui'ale a %er%a de 15A das e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos %riati'os #ara todo o mundo e a %er%a de 4A da totalidade das e"#ortaç$es #ortuguesas/ %riati'as e não %riati'as/ #ara o mer%ado de língua #ortuguesa) *a 1ltima d4%ada/ as e"#ortaç$es %riati'as #ara o mer%ado de língua #ortuguesa %res%eram a uma m4dia anual de 18A) 3ste ritmo su#era a din+mi%a das 'endas de #rodutos %riati'os #ortugueses #ara todo o mundo 9 A ao ano:/ mas .1:) 3ste .4o5re a l6ngua portuguesa Para a'aliar a rele'+n%ia da língua #ortuguesa na interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ são #onderadas as e"#ortaç$es na%ionais de #rodutos %riati'os11 %om destino #ara Angola/ Orasil/ Cabo Ierde/ Muin4 Oissau/ <oçambi!ue/ Timor [este e Bão Tom4 e Prín%i#e/ %on&unto a!ui designado de mer%ado de língua #ortuguesa) 3m 2011/ Portugal e"#ortou %er%a de 220 mil6$es de d0lares de #rodutos %riati'os #ara o mer%ado de língua #ortuguesa/ entre artigos de design/ de artesanato/ de artes 'isuais/ editoriais/ de no'os media e audio'isuais 9cf.i%a a!u4m da #r0#ria din+mi%a im#ortadora dos sete #aíses em !uestão 919A ao ano:) *a 1ltima d4%ada/ os #rodutos %riati'os #ortugueses #erderam assim !uota neste mer%ado de língua #ortuguesa/ de 6/6A #ara 5/8A) Ainda assim/ a %om#aração %om a !uota obtida #ela totalidade das e"#ortaç$es #ortuguesas de bens 91/9A: mostra %omo os #rodutos %riati'os são tr8s 'e(es mais rele'antes do !ue a generalidade das mer%adorias #ortuguesas no mer%ado de língua #ortuguesa) 3ste mer%ado de língua #ortuguesa soma mais de 240 mil6$es de 6abitantes e %om#ra mais de 260 mil mil6$es de d0lares de todo o ti#o de mer%adorias ao mundo inteiro/ totali(ando em 2011 %er%a de 1/4A das im#ortaç$es mundiais de bens de todo o ti#o/ se&am %riati'os ou não %riati'os) B0 o Orasil res#onde #or %er%a de 80A da #o#ulação e #or %er%a de 90A de todas as im#ortaç$es de mer%adorias deste %on&unto de mer%ados da língua #ortuguesa) 5s dois maiores mer%ados do %ontinente a.se a la%unas nos dados estatísti%os dis#oní'eis #ara o %on&unto dos #aíses de língua o.ri%ano são Angola e <oçambi!ue) D neste !uadro !ue se detal6a a rele'+n%ia de %ada um dos sete #aíses #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas de #rodutos %riati'os neste mer%ado de língua #ortuguesa 9cf.:) 11 A restrição da an-lise aos #rodutos e"%lusi'amente de ind1strias %riati'as e a não %onsideração dos restantes #rodutos de ind1strias rela%ionadas e dos ser'iços %riati'os !ue %om#$em o %aba( Kriati'o da Cnu%ed de'e..i%ial #ortuguesa) 49 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . Gráfico II. (aixa II.

i%ial #ortuguesa) 3m 2011/ .orne%edor do %aba( de #rodutos %riati'os de Angola/ Cabo Ierde/ Bão Tom4 e Prín%i#e e Muin4 Oissau e 4 o ter%eiro .i%amente nas antiguidades 94/6A:/ na #intura 93/1A: e na de%oração de interiores 91/4A:) *o %aso dos li'ros/ 4 o )G .3m 2011/ Portugal 'endeu %er%a de 1 2 mil6$es de d0lares a Angola/ destino de A da totalidade das 'endas ao mer%ado de língua #ortuguesa) Beguiram.orne%edor mundial de#ois de 32A/ Feino 2nido/ Uong Vong/ C6ina/ C6ile e 3s#an6a/ %om uma !uota de 3/2A) "0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .se <oçambi!ue 910A das 'endas/ %om 21 mil6$es de d0lares:/ Orasil 9 A das 'endas/ %om 16 mil6$es de d0lares:/ Cabo Ierde 94A das 'endas/ %om no'e mil6$es de d0lares:/ Bão Tom4 e Prín%i#e 91A das 'endas/ %om dois mil6$es de d0lares: e Muin4 Oissau e Timor [este 9%er%a de um mil6ão de d0lares %ada:) A rele'+n%ia de Angola #ara as e"#ortaç$es #ortuguesas não se restringe ao %onte"to da língua #ortuguesa) @e entre todos os #aíses do mundo !ue nos %om#raram #rodutos %riati'os em 2011/ Angola surge mesmo %omo o #rimeiro %liente dos #rodutos editoriais/ o segundo maior %liente dos no'os media/ o ter%eiro maior %liente dos #rodutos de design/ o se"to maior %liente de audio'isuais/ o s4timo maior %liente de #rodutos de artesanato e o oita'o maior %liente das artes 'isuais #ortuguesas 'endidas ao e"terior) Angola 4 o mais 'ibrante destino da 1ltima d4%adaJ as e"#ortaç$es #ortuguesas #ara este #aís %res%eram 20A ao ano/ %ontra 16A #ara <oçambi!ue e 11A #ara o Orasil) 5s #rodutos %riati'os #ortugueses det8m !uotas de mer%ado rele'antes na generalidade destes sete #aísesJ A em Bão Tom4 e Prín%i#e/ 40A em Angola/ 36A em Cabo Ierde/ 35A na Muin4 Oissau/ 19A em <oçambi!ue e 15A em Timor [este) Portugal 4 o #rimeiro .orne%edor de <oçambi!ue 9de#ois de C6ina e .ri%a do Bul: e de Timor [este 9de#ois de Cndon4sia e C6ina:) 5 Orasil 4 o maior im#ortador entre os #aíses de língua o.9 A:/ Uong Vong e Ct-lia 94A %ada:) *o mer%ado brasileiro/ Portugal surge %omo 21)G ..orne%edor a ní'el euro#eu/ embora a%use outras .oi destino de mais de tr8s mil mil6$es de d0lares de #rodutos %riati'os #ro'enientes de no'e de(enas de #aíses/ %om desta!ue #ara a C6ina 951A:/ 32A 912A:/ Canad.ormas de interna%ionali(ação %omo o in'estimento direto) A !uota de mer%ado das e"#ortaç$es #ortuguesas no Orasil ronda os 0/5A #ara a totalidade dos #rodutos %riati'os/ desta%ando.orne%edor a ní'el mundial e s4timo .se es#e%i.

i%a dos mer%ados %onsiderados) A !uota de mer%ado dos #rodutos %riati'os es#an60is no %on&unto dos 20 mer%ados de língua o.er8n%ia adi%ional/ a a#li%ação de um e"er%í%io semel6ante #ara os #aíses de língua o.i%ial es#an6ola de'e ser #re'iamente #onderada .lu"o !ue su#erou os 260 mil6$es de d0lares em 2011) tomada #or re.ios e %ostura/ ta#etes e .er8n%ia a %lassi.a%e 7s dis#aridades e"istentes !uanto 7 dimensão/ ao #oder de %om#ra e 7 lo%ali(ação geogr-.i%ial #ortuguesa do !ue a 3s#an6a #ara os mer%ados de língua o.esti'os:/ nem meio mil6ão de d0lares te'e %omo origem Portugal) Como re.ere da !ue Portugal e"#orta #ara os #aíses de língua o.i%ial es#an6ola di.i%ial es#an6ola %aiu de 8A #ara 3A na 1ltima d4%ada) A %om#osição do %aba( de #rodutos %riati'os !ue 3s#an6a e"#orta #ara os #aíses de língua o.i%a %omo #aíses de língua es#an6ola/ al4m da #r0#ria 3s#an6aJ Argentina/ Oolí'ia/ C6ile/ ColZmbia/ Costa Fi%a/ Cuba/ 3l Bal'ador/ 3!uador/ Muatemala/ Muin4 3!uatorial/ Uonduras/ <4"i%o/ *i%ar-gua/ Panam-/ Paraguai/ Per1/ Porto Fi%o/ Fe#1bli%a @omini%ana/ 2ruguai e Iene(uela) 12 D "1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . (aixa II.i%ial #ortuguesa) *o %aso es#an6ol/ mais de metade das 'endas de #rodutos %riati'os ao %on&unto dos 20 mer%ados são #rodutos editoriais/ .orne%edores mundiais/ Portugal bai"ou a sua !uota de mer%ado de 5A #ara 2A na 1ltima d4%ada) @os mais de 300 mil6$es de d0lares de #rodutos de artesanato !ue o Orasil im#ortou em 2011 9#rin%i#almente artigos de .i%ação do Cnstituto Cer'antes !ue identi.i%ial es#an6ola12 a#onta #ara uma rele'+n%ia de 8A nas e"#ortaç$es es#an6olas de #rodutos %riati'os) <as a obser'ação de !ue Portugal 4 duas 'e(es mais rele'ante #ara os mer%ados de língua o.1: e"#ortados #or Portugal #ara estes #aíses/ mais de dois terços são #rodutos de design 968A: e mais de um !uinto são #rodutos editoriais 922A:J • A rele'+n%ia dos #rodutos de design 'aria entre os 5A em Angola e Muin4 Oissau e os 11A em Timor [este) 5s artigos de de%oração de interiores/ %omo mobili-rio ou t8"til lar/ re#resentam !uatro em %ada %in%o d0lares destas 'endas) • A rele'+n%ia dos #rodutos editoriais 'aria entre os 88A em Timor [este e os 11A na Muin4 Oissau) 5s li'ros e"#li%am 83A das e"#ortaç$es de #rodutos editoriais/ detendo uma !uota de mer%ado de 18A no %on&unto dos sete mer%ados em an-lise) Pela negati'a/ 4 de desta%ar o menor desem#en6o das e"#ortaç$es #ortuguesas #ara o mer%ado de língua #ortuguesa nos #rodutos de artesanato) *ão a%om#an6ando o ritmo de #enetração de outros .Puanto 7 %om#osição do %aba( de #rodutos %riati'os 9cf.

Gr=9ico **+3+ Evolução dos produtos de ind. i$entifica$o na caixa II. 8 ca&a* ©riativo .strias criativas e2portados por !ortugal para pa/ses de l/ngua o9icial portuguesa | 2002 a 2011 >ota1 Evoluç#o a preços correntes.1. Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em (nuce$ .

Atlas da produção )riativa
A #rodução Kriati'a 4 um dos sete %rit4rios %om !ue o índi%e mundial da ino'ação a'alia anualmente as %ondiç$es e os resultados da ino'ação a ní'el mundial13) Nruto de uma #ar%eria entre 5rgani(ação <undial da Pro#riedade Cntele%tual 95<PC:/ (ornell 2niversitA e C*B3A@/ trata.se do #rimeiro índi%e interna%ional !ue 'alori(a a %riati'idade %omo ingrediente do #ro%esso 6olísti%o da ino'ação e !ue ensaia a sua #roblem-ti%a medição em mais de 140 #aíses em #aralelo) A #rodução Kriati'a a'alia a rele'+n%ia assumida a ní'el na%ional #elos ati'os intangí'eis 9%omo mar%as:/ #elos bens e ser'iços %riati'os 9%omo ,ilmes: e #ela %riati'idade online 9%omo sites:) A #ontuação geral resulta de um total de 13 #ar+metros de a'aliação/ sem#re relati'i(ados #elo %onte"to demogr-,i%o ou e%on0mi%o de %ada #aís) *o ranNing global da #rodução Kriati'a de 201314/ Portugal surge na 16)\ #osição dentro da 2nião 3uro#eia e na 2 )\ #osição a ní'el mundial/ entre a Crlanda e os 3mirados ;rabes 2nidos) D no [u"emburgo/ na Buíça/ na Csl+ndia/ nos Países Oai"os/ em Uong Vong/ em <alta/ na *oruega/ na @inamar%a/ no Feino 2nido e na 3st0nia !ue a #rodução Kriati'a assume maior rele'+n%ia) Beguem.se Canad-/ Bu4%ia/ *o'a ^el+ndia/ Aleman6a e Ninl+ndia) *a %om#aração da #rodução Kriati'a %om o ní'el de 'ida/ Portugal desta%a.se #ela #ositi'a ,a%e a #aíses tão ou mais desen'ol'idos e%onomi%amente %omo 3s#an6a/ Ct-lia/ Mr4%ia/ a sul/ ou 3slo'4nia e 3slo'-!uia/ a leste) Portugal desta%a.se #ela negati'a ,a%e 7 3st0nia/ um #aís %om %er%a de um mil6ão de 6abitantes e ní'el de 'ida #rati%amente semel6ante ao #ortugu8s e !ue o%u#a 10)\ #osição no ranNing mundial da #rodução Kriati'a 9cf. Gráfico II.0:) @entro do %aba( da #rodução Kriati'a/ Portugal surge mais bem #osi%ionado na %riati'idade online !uando %om#arado %om o mundo e nos ati'os intangí'eis !uando %om#arado %om o es#aço euro#euJ • 3m termos mundiais/ Portugal 4 32)G na rele'+n%ia assumida #ela %riati'idade online/ 42)G na rele'+n%ia assumida #elos ati'os intangí'eis e 43)G na rele'+n%ia assumida #elos bens e ser'iços %riati'osE
13

A edição de 2013 do índi%e mundial da ino'ação %lassi,i%a 142 e%onomias atra'4s de 84 indi%adores agru#ados #or sete %rit4rios de a'aliação/ sendo %in%o sobre %ondiç$es e dois sobre os resultados) As %ondiç$es !ue #romo'em as ati'idades ino'adoras na e%onomia são a'aliadas a ní'el de instituiç$es 91:/ de %a#ital 6umano e in'estigação 92:/ de in,raestruturas 93:/ de desen'ol'imento do mer%ado 94: e de desen'ol'imento em#resarial 95:) 5s resultados das ati'idades ino'adoras na e%onomia são a'aliados ao ní'el da #rodução de %on6e%imento e de te%nologia 96:/ abar%ando as 'ari-'eis tradi%ionalmente %onsideradas ,ruto de in'enç$es e ino'aç$es/ e ao ní'el da #rodução %riati'a 9 :) D este 1ltimo %rit4rio !ue 4 al'o de a#ro,undamento no #resente relat0rio)

14 Alteraç$es metodol0gi%as na ,orma de %-l%ulo do índi%e mundial de ino'ação limitam uma an-lise da e'olução de Portugal ao longo das su%essi'as ediç$es anuais deste ranXing interna%ional lançado em 200 )

"3

A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

3m termos da 2nião 3uro#eia/ Portugal 4 10)G !uanto 7 rele'+n%ia dos ati'os intangí'eis/ #osi%ionando.se entre a Bu4%ia e o Feino 2nido/ 18)G !uanto 7 rele'+n%ia nos bens e ser'iços %riati'os/ #osi%ionando.se entre a ;ustria e a 3slo'4nia/ e 4 21)G !uanto 7 rele'+n%ia da %riati'idade online/ #osi%ionando.se entre a Uungria e a [itu+nia)

Gr=9ico **+:+ !rodução 0riativa e n/vel de vidaC posicionamento internacional de !ortugal e da DE | 2013

>ota1 8 n/vel $e vi$a correspon$e ao pro$uto interno &ruto em pari$a$es $e po$er $e compra pelas estimativas $o F5I para !"1.7 exceto (:ipre para !"1!. 9 pro$uç#o ©riativa correspon$e % pontuaç#o $este crit;rio $e avaliaç#o $o /n$ice mun$ial $e inovaç#o. 8 n/vel $e vi$a $e @uxem&urgo O1.P na pro$uç#o ©riativaM e $o Qatar O!!.PM extravasa o limite consi$era$o no gráfico. Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em F5I e (ornell 2niversitA7 I>)E9? e 85PI O!"1.M

Ativos intang6veis
5 índi%e mundial da ino'ação %onsidera !uatro %rit4rios #ara a'aliar a rele'+n%ia assumida #elos ati'os intangí'eis em %ada #aís 9cf. Gráfico II.0:J • A rele'+n%ia das mar%as na%ionais 4 a'aliada #elo n1mero de registos e,etuados no sistema na%ional #or residentes/ sendo #onderada #elo #roduto interno bruto em #aridades de #oder de %om#ra/ e segundo dados da 5<PC #ara o ano de 2011E Portugal 4 6)G no mundo e 2)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.se entre o [u"emburgo e a Fe#1bli%a C6e%a dentro da 23) <ong0lia/ <old-'ia/ [u"emburgo/ Csl+ndia e <arro%os o%u#am os %in%o #rimeiros lugares no mundo) 3ntre os 13 #ar+metros

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

%onsiderados #ara a'aliar o %on&unto da #rodução Kriati'a/ 4 neste #re%iso indi%ador !ue Portugal obt4m a mel6or %lassi,i%ação a ní'el mundialE • A rele'+n%ia das mar%as interna%ionais 4 a'aliada #elo n1mero de registos e,etuados no sistema interna%ional da 2nião de <adrid #or #aís de origem/ sendo #onderada #elo #roduto interno bruto em #aridades de #oder de %om#ra/ e segundo dados da 5<PC #ara o ano de 2012E Portugal re%ua #ara 32)G no mundo e #ara 22)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.se entre 3slo'-!uia e 3s#an6a dentro da 23) Buíça/ C6i#re/ [u"emburgo/ <old-'ia e 3slo'4nia lideram este ranNingE • A rele'+n%ia das te%nologias de in,ormação e %omuni%ação 9TCC: #ara os no'os modelos de neg0%io 4 a'aliada #ela m4dia de res#ostas 7 #ergunta >Em Cue me$i$a as -I( est#o a criar novos mo$elos $e negócio7 serviços e &ens no seu pa/sR?/ no +mbito da Pes!uisa de 5#inião de 3"e%uti'os de 2012 %ondu(ida #elo N0rum 3%on0mi%o e <undialE *este in!u4rito/ Portugal 4 21)G no mundo e 11)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.se entre a Aleman6a e a Crlanda dentro da 23) Ninl+ndia/ Feino 2nido/ Coreia do Bul/ Bu4%ia e Binga#ura são os mais bem #osi%ionados a ní'el mundialE • A rele'+n%ia das te%nologias de in,ormação e %omuni%ação 9TCC: #ara no'os modelos organi(a%ionais 4 a'aliada #ela m4dia de res#ostas 7 #ergunta H9t; Cue ponto as -I( est#o a criar novos mo$elos $e organi*aç#o Opor exemplo7 eCuipas virtuais7 tra&al:o % $ist4nciaM nos negócios $o seu pa/sRK7 no +mbito da Pes!uisa de 5#inião de 3"e%uti'os de 2012 %ondu(ida #elo N0rum 3%on0mi%o e <undialE *este in!u4rito/ Portugal 4 30)G no mundo e 14)G a ní'el euro#eu/ ao ní'el de <alta e O4lgi%a dentro da 23) Feino 2nido/ Ninl+ndia/ Patar/ Bu4%ia e Países Oai"os lideram este ranNing)

(ens e serviços criativos
5 índi%e mundial da ino'ação %onsidera %in%o %rit4rios #ara a'aliar a rele'+n%ia assumida #elos bens e ser'iços %riati'os em %ada #aís 9cf. Gráfico II.0:J • A rele'+n%ia das e"#ortaç$es de ser'iços audio'isuais 4 a'aliada #elo #eso das e"#ortaç$es de ser'iços audio'isuais e rela%ionados no total das e"#ortaç$es de ser'iços do #aís/ segundo dados da 5rgani(ação <undial do Com4r%io 95<C: #ara o ano de 2011 92010 #ara Portugal:E

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

o%u#am os %in%o #rimeiros lugares no mundoE • A rele'+n%ia da #rodução de .i%ação a ní'el euro#eu e mundialE • A rele'+n%ia da #rodução editorial 4 a'aliada #elo #eso da #rodução das ati'idades de im#ressão e re#rodução de su#ortes gra'ados no total da #rodução industrial e segundo dados da 5rgani(ação das *aç$es 2nidas #ara o @esen'ol'imento Cndustrial 95*2@C: #ara 2009E Portugal 4 48)G no mundo e 12)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.CNFA: #ara 2009 92011 #ara Portugal:E Portugal 4 80)G no mundo e 2 )G a ní'el euro#eu/ s0 7 .ilmes na%ionais 4 a'aliada #elo n1mero de .se ao ní'el de .Portugal 4 26)G no mundo e 11)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.rente de Fom4nia dentro da 23) Sa#ão/ *oruega/ VuYait/ Ninl+ndia e Bu4%ia o%u#am os %in%o #rimeiros lugares no mundo) 3ntre os 13 #ar+metros %onsiderados #ara a'aliar o %on&unto da #rodução Kriati'a/ 4 neste indi%ador !ue Portugal regista a #ior %lassi.se entre a @inamar%a e a Fom4nia dentro da 23) C6ina/ 3slo'-!uia/ Tail+ndia/ <al-sia e <4"i%o o%u#am os %in%o #rimeiros lugares no mundo) 3ntre os 13 #ar+metros %onsiderados #ara a'aliar "$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%ação da 2nes%o e a base de dados de %om4r%io interna%ional de mer%adorias da 5rgani(ação das *aç$es 2nidas 92> (omtra$e: #ara 2011 92012 #ara Portugal:E Portugal 4 2 )G no mundo e 10)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.ilmes/ %om duração mínima de 60 minutos/ de .se entre a Fe#1bli%a C6e%a e a [et0nia dentro da 23) Csl+ndia/ [u"emburgo/ <aurí%ias/ A(erbai&ão e Muiana lideram este ranNingE • A rele'+n%ia da im#rensa di-ria 4 a'aliada #ela %ir%ulação m4dia #aga dos &ornais di-rios/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ e segundo dados da Asso%iação <undial de Sornais 9_A*.i%ção/ de animação ou do%umentais/ #ara e"ibição %omer%ial nas salas de %inema/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ e segundo dados da 2nes%o #ara o ano de 2011E Portugal re%ua #ara 36)G no mundo e #ara 15)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.ustria e O4lgi%a dentro da 23) Uong Vong/ *ig4ria/ Mr4%ia/ <alta e Csl+ndia são os mais bem #osi%ionados a ní'el mundialE • A rele'+n%ia das e"#ortaç$es de bens %riati'os 4 a'aliada #elo #eso das e"#ortaç$es lí!uidas de im#ortaç$es de bens %riati'os no total das e"#ortaç$es lí!uidas de im#ortaç$es de mer%adorias do #aís/ segundo a %lassi.se entre Oulg-ria e Países Oai"os dentro da 23) Uungria/ 3!uador/ Muin4/ [u"emburgo e Canad.

com/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ segundo dados da SooNnic #ara o ano de 2012E Portugal 4 31)G no mundo e 18)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.pt #ara Portugal ou .amoso site de #artil6a de 'ídeos de .&i*7 .net ou .0:J • A rele'+n%ia dos domínios de internet gen4ri%os 4 a'aliada #elo n1mero de domínios do ti#o .ormato digital/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ segundo estimati'as da Moogle #ara o ano de 2012E "' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .org7 .se entre a Ninl+ndia e a 3st0nia dentro da 23) 32A/ [u"emburgo/ Oeli(e/ Canad. Gráfico II.i%ação a ní'el euro#eu) Criatividade online 5 índi%e mundial da ino'ação %onsidera !uatro %rit4rios #ara a'aliar a rele'+n%ia da #arti%i#ação na internet en!uanto #lata.se entre a 3slo'4nia e a [itu+nia dentro da 23) <ontenegro/ Países Oai"os/ Buíça/ @inamar%a e Aleman6a são os mais bem #osi%ionados a ní'el mundialE • A rele'+n%ia das atuali(aç$es da TiNipe$ia 4 a'aliada #elo n1mero de ediç$es de #-ginas desta #o#ular en%i%lo#4dia online #or #aís de origem do endereço CP/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ segundo dados da _iXimedia Noundation #ara o ano de 2012E Portugal re%ua #ara 3 )G no mundo e #ara 26)G a ní'el euro#eu/ s0 7 .rente de Mr4%ia e Fom4nia dentro da 23) Csl+ndia/ 3st0nia/ *oruega/ Csrael e Ninl+ndia lideram o ranXing mundial) 3ntre os 13 #ar+metros %onsiderados #ara a'aliar o %on&unto da #rodução Kriati'a/ 4 neste indi%ador !ue Portugal obt4m o segundo #ior resultado a ní'el euro#euE • A rele'+n%ia dos 'ídeos no Uoutu&e 4 a'aliada #elo n1mero de 'ídeos submetidos #or %ada #aís no .o %on&unto da #rodução Kriati'a/ 4 neste indi%ador !ue Portugal obt4m a segunda mel6or %lassi.es #ara 3s#an6a/ sendo #onderada #ela #o#ulação entre os 15 e os 69 anos de idade de %ada #aís/ segundo dados da SooNnic #ara o ano de 2012E Portugal a'ança #ara 25)G no mundo e #ara 16)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.orma %riati'a e de ino'ação 9cf.info7 .e Csl+ndia lideram este ranXingE • A rele'+n%ia dos domínios de internet do #aís 4 a'aliada #elo n1mero de domínios %om o res#eti'o %0digo/ %omo .

Portugal a'ança #ara 32)G no mundo e #ara 20)G a ní'el euro#eu/ #osi%ionando.se entre a [itu+nia e a Mr4%ia dentro da 23) Csl+ndia/ [et0nia/ Csrael/ 32A e Ninl+ndia surgem nos lugares %imeiros deste ranXing) "8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

M "9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . par4metros $e avaliaç#o. Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em (ornell 2niversitA7 I>)E9? e 85PI O!"1.Gr=9ico **+4+ 'elevEncia das produç3es 0riativasC posicionamento internacional de !ortugal | 2013 >ota1 9 posiç#o $e ca$a pa/s $epen$e $a pontuaç#o o&ti$a entre " e 1"" em ca$a um $os 1.

Parte III Sinergia cultural $0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

i%adas #ara re.5 .orço simult+neo e %oleti'o dos di'ersos agentes e entidades %ulturais #odem assumir na e.o%o 'ai a!ui #ara a sinergia %ultural/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia !ue o re.eti'a interna%ionali(ação das ati'idades %ulturais e %riati'as) Ooas #r-ti%as interna%ionais de ini%iati'a #1bli%a/ #ri'ada ou %on&unta/ são identi.orço da interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) $1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orço da %oo#eração dentro do setor %ultural e %riati'o e !ue o es.

en.renta .i%o da %a#tação das audi8n%ias/ a Comissão 3uro#eia %6ama a atenção #ara as o#ortunidades !ue se abrem al4m das .orça o a#elo ao .*ntrodução A interna%ionali(ação 4 uma #eça %6a'e da estrat4gia %omunit-ria #ara #romo'er o setor %ultural e %riati'o ao ser'iço do %res%imento e do em#rego na 2nião 3uro#eia) As #olíti%as atualmente #re'istas #ela Comissão 3uro#eia #ara aumentar a %om#etiti'idade e o #oten%ial de e"#ortação deste setor in%luem a mobili(ação dos re%ursos euro#eus #ara ini%iati'as nos domínios do desen'ol'imento de %om#et8n%ias/ do a%esso ao .orças em detrimento de #lanos indi'iduais e solit-rios) @aí a abordagem de sinergia %ultural a!ui #ro#osta/ en!uanto #lata.ormas digitais) *o domínio do a%esso aos mer%ados interna%ionais/ #olíti%as de #romoção das e"#ortaç$es e de interna%ionali(ação inteligentes são %ru%iais #ara !ue a maioria das #e!uenas organi(aç$es %ulturais e %riati'as #ossa ousar a#ro'eitar a globali(ação e atingir no'os #1bli%os e mer%ados a ní'el mundial) Tamb4m neste domínio/ a Comissão 3uro#eia re.ronteiras na%ionais) Para %a#itali(ar o #oten%ial das TCC/ urgem #ar%erias %om outros setores %a#a(es de desen'ol'er modelos de neg0%io ino'adores #ara o setor %ultural e %riati'o %riar/ #rodu(ir e distribuir %onte1dos nas #lata.ortale%imento da %oo#eração e do estabele%imento de #ar%erias #ara #romo'er o #a#el %ultural e %riati'o dos euro#eus no mundo) Par%eria/ %olaboração/ %oo#eração/ redes/ clusters` Puando se trata de en%arar o mer%ado e"terno/ a Comissão 3uro#eia e os mais di'ersos estudos %ondu(idos a ní'el euro#eu e"ortam %onstantemente a &unção de .orma %olaborati'a estrat4gi%a de #artil6a de ris%os/ de re%ursos e de %om#et8n%ias !ue #romo'e a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) 3sta abordagem da sinergia %ultural gan6a #ertin8n%ia !uando se in'estigam os %onstrangimentos das #e!uenas e m4dias em#resas/ em geral/ e dos agentes %ulturais e %riati'os/ em #arti%ular/ #erante a de%isão de a%ederem a no'os mer%ados) A esmagadora maioria das #e!uenas e m4dias em#resas euro#eias %ir%uns%re'e a sua ati'idade ao mer%ado interno e não ousa se!uer #ensar em se interna%ionali(ar/ mesmo !uando &.ronteiras 9Comissão 3uro#eia/ 2008:) $2 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orte %on%orr8n%ia e"terna dentro das suas .inan%iamento/ da #romoção de no'os modelos em#resariais/ da %a#tação de audi8n%ias ou do a%esso aos mer%ados interna%ionais 9Comissão 3uro#eia/ 2012e:) *o domínio es#e%í.

-rias ou #autais/ %omo as ta"as !ue in%idem sobre os #rodutos im#ortados) 3ntra'es de nature(a !ualitati'a são as barreiras t4%ni%as/ %omo do%umentação/ li%enças ou ins#eç$es e"igidas no mer%ado e"terno) >9s $uas maiores &arreiras psicológicas % penetraç#o nos merca$os via exportaç#o t+m relaç#o entre si1 as empresas $escon:ecem as principais mat.alta de %on6e%imento sobre os me%anismos de a#oio estão dis#oní'eis) A nature(a intangí'el ou imaterial dos #rodutos %ulturais e %riati'os %olo%a #roblemas adi%ionais ao ní'el da 'alori(ação dos ati'os deste setor) A ele'ada .A Ag8n%ia #ara o Cn'estimento e Com4r%io 3"terno de Portugal 9ACC3P: a#onta dois ti#os de entra'es 7 e"#ortação) 3ntra'es de nature(a !uantitati'a são as barreiras tari.i%aç$es es#e%í.un%ionamento dos mer%ados e"ternos/ sobre o#ortunidades %on%retas ou sobre tend8n%ias de mer%ado globaisE a .ontes de .i%a abai"o da $3 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . Begundo este %ru(amento de dados do Cnstituto *a%ional de 3statísti%a 9C*3:/ a #er%entagem de em#resas e"#ortadoras %ulturais e %riati'as 93/2A: .i%as #ara a ati'idade e"#ortadoraE a .alta de es%ala das organi(aç$es e das suas ini%iati'as e"#ortadorasE a es%asse( de %om#et8n%ias em#resariais e de !uali. Gráfico III.inan%iamento e a .ormação sobre o .alta de organi(ação em asso%iaç$es #ara #romoção nos mer%ados e"ternos e #ara o desen'ol'imento de redes de %onta%tos interna%ionaisE a de#end8n%ia de instrumentos de #olíti%a #1bli%a não #laneados #ara e"tra'asar o territ0rio na%ionalE a es%asse( de .1M.alta de in.ragmentação dos mer%ados e"ternos ao ní'el linguísti%o/ ao ní'el %ultural ou ao ní'el da regulamentação dos direitos de autor são outras limitaç$es assinaladas #elas inst+n%ias %omunit-rias) 3stes %onstrangimentos 7 e"#ortação dos seus bens e ser'iços inibem o setor %ultural e %riati'o de tirar #leno #artido das #oten%ialidades da interna%ionali(ação e limitam o %ontributo do setor %ultural e %riati'o #ara o desen'ol'imento do #aís) %-portadoras portuguesas *o %aso #ortugu8s/ 4 not0rio o en'iesamento #ara o mer%ado interno das em#resas do setor %ultural e %riati'o) 5 %ru(amento das estatísti%as das em#resas %om as estatísti%as do %om4r%io interna%ional re'ela !ue a#enas tr8s em %ada %em em#resas do setor %ultural e %riati'o 'enderam bens ou ser'iços ao e"terior durante o ano de 2011 Ocf.rias envolvi$as na ativi$a$e exporta$ora e t+m receio $os riscos acresci$os Cue ela envolve?/ diagnosti%a a ACC3P) @i'ersos %onstrangimentos são a#ontados em %on%reto 7 interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) 3ntre os obst-%ulos mais %omummente a#ontados %onstam a .

a.etuaram 'endas ao e"terior:/ as ati'idades de #re#aração da im#ressão e de #rodutos de media 9199 em#resas:/ as ati'idades de design 9136 em#resas:/ as ati'idades de #rogramação in.i%os/ edu%ati'os ou l1di%os/ a#resentou e"#ortaç$es em 2011) As artes do es#et-%ulo/ %om 0/3A de em#resas e"#ortadoras/ e a %riação artísti%a e liter-ria/ %om 0/ A de em#resas e"#ortadoras tamb4m a#resentam das mais redu(idas orientaç$es e"#ortadoras) As artes do es#et-%ulo %om#reendem as ati'idades de #rodução e a#resentação de es#et-%ulos teatrais/ %ir%o/ es#et-%ulos de m1si%a/ dança e 0#era e in%luem as ati'idades de artistas indi'iduais 9atores/ bailarinos/ m1si%os/ $4 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .oto%om#osição/ gra'ação e outras ati'idades dos ser'iços rela%ionados %om a im#ressão) 3m sentido in'erso/ as ati'idades %ulturais e %riati'as mais intro'ertidas e 'iradas #ara dentro do mer%ado interno na%ional são os sítios e monumentos 6ist0ri%os e a edição de &ogos do %om#utador/ sem registo de nen6uma em#resa e"#ortadora em 2011) Fegiste.#er%entagem de em#resas e"#ortadoras do #aís 93/8A: e 4 seis 'e(es in.i%as 956 em#resas: e o %om4r%io a retal6o de &ornais/ re'istas e artigos de #a#elaria 956 em#resas:) 5s dados do C*3 re'elam tamb4m !ue uma em %ada tr8s em#resas e"#ortadoras do setor %ultural e %riati'o na%ional est.letos) 3sta 4 a ati'idade mais e"tro'ertida de todo o setor %ultural e %riati'o na%ional/ %om mais de uma em %ada !uatro em#resas a registarem 'endas ao estrangeiro em 2011) *a 6ierar!uia das ati'idades %om mais em#resas e"#ortadoras/ seguem.ilmes/ de 'ídeos e de #rogramas de tele'isão 956 em#resas:/ as ati'idades .ormadoras na%ionais 919/4A:) @as %er%a de duas mil 92)041: em#resas %ulturais e %riati'as !ue 'endem bens ou ser'iços ao e"terior/ 420 desem#en6am ati'idades de outra im#ressão !ue não de &ornais/ desde li'ros/ obras de m1si%a a #an. se tamb4m !ue a#enas !uatro das em#resas rela%ionadas %om ati'idades de museus/ se&am #1bli%os ou #ri'ados/ %ientí.se as ag8n%ias de #ubli%idade 9344 em#resas e.otogr-.erior 7 #er%entagem de em#resas e"#ortadoras nas ind1strias trans.inal ligada 7 im#ressão ou a ati'idades dos ser'iços rela%ionados %om im#ressão/ desde a %om#osição 7 im#ressão/ at4 7s ati'idades de en%adernação/ a%abamento/ .orm-ti%a 9112 em#resas:/ a edição de li'ros 986 em#resas:/ as ati'idades de ar!uitetura 9 5 em#resas:/ a edição de re'istas e de outras #ubli%aç$es #eri0di%as 9 3 em#resas:/ a #rodução de .

os/ %onstrutores de %en-rios e outras/ registaram e"#ortaç$es 11 em#resas !ue o#eram em Portugal) *a %riação liter-ria e artísti%a/ e"#ortaram 39 das mais de 5)300 em#resas do #aís/ !ue in%luem ati'idades de artistas indi'iduais %omo #intores/ es%ultores/ es%ritores/ %ari%aturistas/ %om#ositores/ gra'adores de arte ao %in(el/ restauro de obras de arte) Gr=9ico ***+1+ Empresas e2portadoras no setor cultural e criativo | 2011 Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase em I>E.i%as !ue $" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .se/ de seguida/ boas #r-ti%as interna%ionais de ini%iati'a #1bli%a/ #ri'ada ou %on&unta !ue #odem #romo'er a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) <ais do !ue a des%rição gen4ri%a de #lanos/ estrat4gias ou organi(aç$es lançadas #ara a#oiar o setor %ultural e %riati'o/ o ob&eti'o 4 a#resentar medidas muito es#e%í.i%am. Cdenti.ol%l0ri%os e de gru#os %orais) 3ntre as mais de 14)800 em#resas desta %ategoria/ a#enas 48 e.os/ et%):/ de ran%6os .%ore0gra.etuaram e"#ortaç$es em 2011) *as ati'idades de a#oio 7s artes do es#et-%ulo/ in%luindo diretores/ #rodutores/ em#res-rios de es#et-%ulos artísti%os ao 'i'o/ t4%ni%os de iluminação e de som/ %en0gra.

erentes #rotagonistas e #olíti%as #odem assumir na interna%ionali(ação da %ultura e da %riati'idade) Capacitar @esen'ol'er uma atitude de %olaboração dentro e .un%ionam as #r-ti%as %omer%iais/ os #ro%edimentos e as regras relati'as 7 e"#ortação e im#ortação nos di.ormação rele'ante sobre as o#ortunidades de interna%ionali(ação/ #ara gan6ar %om#et8n%ias e mel6or abordar os mer%ados e"ternos e %um#rir os #ro%edimentos da e"#ortação/ #ara se orientar #erante a di'ersidade de #rogramas de a#oio ou #ara tirar #artido dos instrumentos de .o%o 'ai a!ui #ara a sinergia %ultural/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia !ue a %oo#eração dentro do setor %ultural e %riati'o/ !ue as #ar%erias %om outras entidades #1bli%as e #ri'adas e !ue o es.inan%iamento dis#oní'eis 7 interna%ionali(ação) 4ensi5ilizar e in1ormar A maioria das em#resas/ se&am ou não %ulturais e %riati'as/ %are%e de %om#et8n%ias/ de re%ursos 6umanos e de tem#o #ara identi.o#era%ionali(adas noutros #aíses e !ue são sus%etí'eis de serem re#li%adas #ara a#oiar as estruturas %ulturais e %riati'as #ortuguesas !ue #ro%uram atuar no estrangeiro) 5 .orma/ a resolução de #roblemas %on%retos durante o #ro%esso de interna%ionali(ação de #e!uenas e m4dias em#resas) @esta seleção de boas #r-ti%as %onstam medidas &.a#oiam/ de alguma .i%ar o#ortunidades de neg0%io e #ar%eiros #oten%iais no estrangeiro e #ara %on6e%er %omo .ora do setor %ultural e %riati'o 4 essen%ial #ara a%eder a in.orço %oleti'o e simult+neo de di.erentes mer%ados interna%ionais) A %olaboração %om entidades go'ernamentais no domínio da di#loma%ia e%on0mi%a e %ultural e da #romoção das e"#ortaç$es/ tirando #artido da rede de %on6e%imentos de embai"adas/ de organismos de %oo#eração interna%ional ou de %+maras de %om4r%io/ 4 um #onto de #artida #ara %on%reti(ar aç$es de sensibili(ação !ue re'elem o #oten%ial da interna%ionali(ação) $$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

ormaç$es 1teis e es#e%iali(adas sobre a mel6or .ormação e a a%onsel6amento sobre %omo #ro%urar e estabele%er %onta%tos noutros #aíses) a*ordi% Culture Point 9@V/ NC/ CB/ *5/ B3: 15 4 o #onto de en%ontro da in.issional %ultural ou %riati'o/ o es.Para orientar o #ro.issionais %ulturais e %riati'os durante um dia #ara mel6or delinearem estrat4gias de #romoção do setor) 7an8ar compet9ncias 5 a#oio indi'idual e #ersonali(ado 4 tido %omo uma grande a&uda #ara as em#resas !ue #onderam #ela #rimeira 'e( a 6i#0tese da interna%ionali(ação/ #ermitindo ultra#assar d1'idas e di.i%o ou de e"#ortar um bem ou ser'iço em %on%reto e 'isar) @a e"#eri8n%ia interna%ional surgem modalidades %omo %i%los de semin-rios/ #ortais na internet/ redes de gabinetes de a#oio ou bal%ão 1ni%o #ara .inal deste relat0rio) 3ntre #ar8nteses estão as siglas dos #aíses en'ol'idos na ini%iati'a) $' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .un%ion-rios #1bli%os ou res#ons-'eis #olíti%os/ 'isitarem #ro.a%ilitar o a%esso a in.ormas de di'ulgação na internet 'em reunindo in.se uma boa #r-ti%a %u&o linN se en%ontra no ane"o dis#oní'el no .ormação #ermite a #oten%iais interessados/ %omo .ormação de 'alor sobre di'ersos mer%ados no #ortal aCC3b 93B:) 2ma ação de sensibili(ação lançada em sentido in'erso #ela rede %riati'a Generator )Be$en 4 aT6e Creati'e Cara'an 9B3:) 3ste #rograma de .i%uldades muito %on%retas 9Comissão 3uro#eia/ 2008:) 15 Por a entende.ormação sobre os #rogramas de a#oio dis#onibili(ados ao setor %ultural e %riati'o dos #aíses n0rdi%os a ní'el na%ional e interna%ional) Com sede em Uelsín!uia/ este bal%ão do Consel6o *0rdi%o #ubli%a boletins in.ormação atuali(ada e #lural #ara interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) a@euts%6e Vultur Cnterna%ional 9@3: 4 o #ortal 1ni%o da di#loma%ia %ultural/ sistemati(ando as ini%iati'as de todas as organi(aç$es %om #a#el ati'o na #romoção e"terna da %ultura do #aís) a*Ab 9@3: 4 a rede #ara e"#ortação da ar!uitetura alemã/ !ue #romo'e a re#utação dos ar!uitetos do #aís &unto de mer%ados e %lientes estrangeiros) A ag8n%ia de #romoção das e"#ortaç$es das em#resas es#an6olas tamb4m &a%om#an6a a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ dis#onibili(ando in.orma de abordar um mer%ado es#e%í.ormati'os mensais e mant4m um #ortal atuali(ado sobre as %andidaturas aos #rogramas dis#oní'eis) *o %aso alemão/ um %res%ente n1mero de #lata.orço intrago'ernamental de'e ser %on%entrado na %omuni%ação %lara de in.

aSalostamoHFe.ormação !ue a'alia e desen'ol'e durante um ano a %a#a%idade de e"#ortação das em#resas brit+ni%as atra'4s do a%onsel6amento t4%ni%o de %onsultores de %om4r%io interna%ional .orma re%on6e%ida #ara a#oiar o amadure%imento de #ro&etos %riati'os/ o.unção de a%onsel6amento 4 rele'ante na %on'ersão de #ro&etos de interna%ionali(ação de índole %ultural e %riati'a em al'os de in'estimento/ a#oiando a a#resentação da ideia e as reuni$es %om #oten%iais .boas #r-ti%as 'indas do setor em#resarial) aNirst Nlig6t Programme 9C3: dis#onibili(a um ser'iço de diagn0sti%o es#e%iali(ado 7s em#resas irlandesas !ue #retendem .inan%ia o re%urso a uma bolsa de re#utados #eritos em neg0%ios e de #ro.2013) $8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormação em domínios %omo a interna%ionali(ação) 3sta .ere%endo um es#aço de #artil6a de e!ui#amentos/ de ser'iços de a#oio e de .endem !ue as autoridades na%ionais e regionais de'em en%ora&ar o estabele%imento de #ar%erias #1bli%o.ormação es#e%í.undos estruturais durante o #eríodo de #rogramação 200 .inan%iadores) Peritos euro#eus de.i%os #ara !uem #retende ini%iali(ar o #ro%esso de interna%ionali(ação/ 6.i%a de .ios %on%retos %omo a interna%ionali(ação/ atra'4s da a@e#arture 3"#erts Pool 9AT:) 3ntre os #rogramas de .ul%rais na gestão dos ris%os/ do tem#o e das des#esas inerentes ao #ro%esso de interna%ionali(ação) aPass#ort to 3"#ort 92V: 4 uma modalidade es#e%í.a(er o >#rimeiro 'oo?/ mediante a a'aliação e o desen'ol'imento de %a#a%idades .issionais %riati'os 9mentores: #ara a%onsel6amento em desa.inerL Clini% <eetings 9NC: e aCCCCcs Oi(tro Ber'i%e 9A2: são modalidades de reuni$es indi'iduais e %on.iden%iais !ue #ermitem aos agentes %riati'os tirar #artido dos %on6e%imentos e das e"#eri8n%ias de #eritos em ind1strias %riati'as/ oriundos do mundo em#resarial ou a%ad4mi%o) Para %ombater a relut+n%ia na utili(ação de ser'iços de %onsultoria e"terna/ a ag8n%ia #ara as ind1strias %riati'as de Iiena %o.orne%ido a ní'el lo%al) As in%ubadoras são outra .#ri'adas no desen'ol'imento de in%ubadoras de em#resas %riati'as) 3stas in%ubadoras de'em ser in%luídas nas estrat4gias de desen'ol'imento regional #ara assegurar a estabilidade e a sinergia das #olíti%as en'ol'idas a ní'el lo%al 95<C/ 2010:) 3ntre os e"em#los mais 'alori(ados de in%ubação orientada #ara a e"#ortação estaTallin Creati'e Incu&ator OEEM) Fele'ante 4 a #r0#ria e"#eri8n%ia da 3st0nia/ !ue &es%ol6eu a in%ubação %riati'a %omo uma das #rioridades da utili(ação dos .

inan%iamento %oleti'o %omo croB$fun$ing ou croB$investment) @a estrat4gia de %omuni%ação/ #odem %onstar sess$es de di'ulgação/ distribuição de material in.inan%iamento e !uem #retende in'estir 9V3A/ 2010:) 5s #roblemas identi.ormação/ insu.i%iente #re#aração #ara o in'estimento e insu.ios a%res%idos no a%esso ao .inan%iamento e %omer%iali(ação dos #ro&etos de menor dimensão 9Comissão 3uro#eia e 5<C/ 2012:) <ais do !ue um #roblema de !uantidade/ #are%e estar em %ausa um #roblema de desen%ontro/ de in%om#reensão/ de linguagem ou de #re%on%eito entre !uem #ro%ura .i%ados #elos su%essi'os estudos !ue se '8m debruçando sobre o .i%iente sensibili(ação dos in'estidores #ara o #oten%ial do setor %ultural e %riati'o) 2m #rimeiro obst-%ulo reside no des%on6e%imento sobre !ue instrumentos de .is%ais ou garantias/ os em#r4stimos ban%-rios e mi%ro%r4dito/ os #atro%ínios e donati'os/ at4 aos instrumentos mais ino'adores %omo %a#itais de ris%o/ &usiness angels 7 #ro%ura de o#ortunidades de in'estimento ou re%entes .e"istem/ desde os instrumentos mais tradi%ionais %omo os a#oios #1bli%os %om subsídios/ in%enti'os .i%adas a ní'el euro#eu) Naltam tamb4m intermedi-rios/ %omo agentes ou %uradores/ !ue a#oiem o .Tirar partido das 1ontes de 1inanciamento dispon6veis A interna%ionali(ação re#resenta um du#lo %onstrangimento .inan%iamento do setor %ultural e %riati'o) *este domínio/ o e"em#lo #ode 'ir da aVi'inet 9NC:/ a #lata.inan%iamento !ue &.inan%iamento do setor %ultural e %riati'o a ní'el euro#eu #odem ser agru#ados em !uatro %ategoriasJ insu.inan%iamento) A redu(ida dimensão das em#resas %ulturais e %riati'as/ a in%erte(a !uanto 7 #ro%ura dos seus #rodutos/ a %om#le"idade dos seus #lanos de neg0%io e a aus8n%ia de ati'os tangí'eis são barreiras identi.inan%iamento estão dis#oní'eis e %omo deles se #ode tirar #artido) Promo'er a interna%ionali(ação #assa tamb4m #or mel6or #ubli%itar as modalidades de .renta desa.inan%eiro #ara !ual!uer organi(açãoJ al4m dos %ustos a%res%idos da o#eração interna%ional/ a%arreta ris%os adi%ionais 7 tesouraria/ a %omeçar #ela garantia dos #agamentos dos %lientes no estrangeiro) 5 setor %ultural e %riati'o en.orma %olaborati'a !ue %on'o%a todos os organismos #1bli%os e #ri'ados a di'ulgar o#ortunidades de $9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormas de .i%iente 'alori(ação dos ati'os intangí'eis/ insu.ormação em estruturas da administração &im#lantadas ao ní'el lo%al/ regional ou na%ional #ara a#oiar o #reen%6imento de %andidaturas ou um bal%ão 1ni%o !ue %entrali(e os es%lare%imentos sobre o .ormati'o/ #ostos de in.i%iente in.

orma e .inan%ia o setor %ultural e %riati'o) As bro%6uras !ue edita em %on&unto %om os clusters %riati'o e de media da região #retendem ala'an%ar o #oten%ial de neg0%ios %riati'os atra'4s da inserção em redes interna%ionais) aVunsten en 3r.ontes de .i%o) '0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .inan%iamento sabem 'alori(ar ade!uadamente os #ro&etos atra'4s da #ro#riedade intele%tual/ nem os #oten%iais .inan%iamento 7 e"#ortação) a3"#ort Ninan%e *a'igator 9A2: 4 outro dis#ositi'o online !ue #ode a#oiar os e"#ortadores %ulturais e %riati'os a %on6e%er os me%anismos de a#oio nas di'ersas eta#as do #ro%esso de interna%ionali(ação) a *F_)OanX 9@3: 4 o ban%o de desen'ol'imento da região alemã da Fen+nia do *orte.inan%iadores sabem 'alori(ar ade!uadamente ati'os imateriais %omo os direitos de autor !ue in%idem sobre %riaç$es liter-rias ou artísti%as ou o in'estimento reali(ado no desen'ol'imento de talentos e de ideias %riati'as) *este domínio/ um e"em#lo 'em da ini%iati'a %on&unta entre o mundo a%ad4mi%o e em#resarial a5Yn.i%o #ara in%enti'ar a submissão de %andidaturas a a#oios euro#eus #or #arte de #ro&etos de interna%ionali(ação de índole artísti%a) 2m segundo obst-%ulo #rende.i%iente #re#aração #ara o in'estimento #ri'ado 4 outro obst-%ulo a .Ieste.orne%e a%onsel6amento ao setor %ultural e %riati'o sobre %omo re%on6e%er o 'alor da #ro#riedade intele%tual no %om4r%io interna%ional) 5 #ro&eto de in'estigação aCreati'itL <eets Ca#ital 9@V/ NC/ CB/ *5/ B3: 4 uma ini%iati'a do >or$ic Innovation (entre #ara a#ro"imar artistas/ em#res-rios e in'estidores/ baseada na 'alori(ação dos direitos de #ro#riedade intele%tual/ en!uanto bens da no'a e%onomia) A de#end8n%ia de a#oios #1bli%os e a insu. o reCuisito essencial para ace$er a CualCuer mo$ali$a$e $e apoio financeiro? 9Toot6 S)/ 2010:) Oalanços a ní'el euro#eu mostram !ue nem os %riadores !ue #ro%uram .inlandesas) A rede 4 %oordenada #ela %on.inan%iamento alternati'as) *ão basta en%ontrar a modalidade de .inan%iamento mais ade!uada) 3"#li%ar a ideia e 'ert8..-lia !ue simultaneamente in.goed 9O3: 4 a ag8n%ia das artes e do #atrim0nio !ue lançou um #rograma es#e%í.se %om a insu.it 92V:/ !ue .inlandesa e a#oiada #elas estruturas de desen'ol'imento regional e ag8n%ias na%ionais #ara a interna%ionali(ação/ a ino'ação e o .i%iente 'alori(ação dos ati'os intangí'eis) H(ompreen$er a proprie$a$e intelectual e como proteger o negócio criativo .ederação industrial .inan%iamento 7 interna%ionali(ação das #e!uenas e m4dias em#resas .la num #lano de neg0%ios #ara %on'en%er o .inan%iador a a#oiar o #ro&eto de interna%ionali(ação 4 um #asso !ue #ode ser al'o de a#oio es#e%í.

i%uldade em .5 setor %ultural e %riati'o tem di.strias criativas? 9@C<B/ 2006:) @a estrat4gia %omunit-ria #ara #romo'er o setor %ultural e %riati'o %onstam orientaç$es #ara o in%enti'ar a %om#reender os re!uisitos do #laneamento e da alo%ação de .issionais %ulturais e %riati'os/ nas%ido dentro do #r0#rio setor %ultural e %riati'o es#an6ol #ara a.undos #ara mel6or .alar a linguagem .tanto a dis#onibilidade de .orma aVreanord Cn'estors 9@V/ NC/ CB/ *5/ B3:/ !ue #oten%ia o a%esso do setor a %a#ital de ris%o e a no'os mer%ados atra'4s deste #onto de en%ontro entre agentes %ulturais e %riati'os e .i%iente interesse %omer%ial #ara a ban%a desen'ol'er %om#et8n%ias es#e%í.a( deleJ >V a re$u*i$a propens#o e capaci$a$e $e muitas empresas criativas $e utili*ar plenamente $o financiamento7 $o aconsel:amento e $as compet+ncias $isponi&ili*a$as Cue ini&e maior pro$utivi$a$e e expans#o $as in$.inan%iadores interessados) 2m obst-%ulo ao .a%to do 'olume de em#r4stimos 7s #e!uenas organi(aç$es %ulturais e %riati'as não ter su.inan%eira e em a#resentar um #lano em#resarial %on'in%ente aos #oten%iais in'estidores 9Comissão 3uro#eia/ V3A ou Toot6/ 2010:) Pelo diagn0sti%o do go'erno brit+ni%o/ em %ausa não est.inan%iar as suas ati'idades 9Comissão 3uro#eia/ 2012e:) a*3BTA Creati'e Pionneer Programme/ aCreati'e Ousiness A%%elerator ou aMateYaL2Cn'estment 92V: são su%essi'as ini%iati'as brit+ni%as !ue a#oiaram a #re#aração e a a#resentação de #ro&etos a in'estidores #ri'ados) 5utra ini%iati'a do Consel6o *0rdi%o 4 a #lata.i%as neste setor) @a estrat4gia %omunit-ria %onstam assim orientaç$es #ara sensibili(ar as instituiç$es .oi tamb4m o ob&eti'o do aCreati'e Cn'estor AYareness Pro&e%t 92V:/ um %i%lo anual de en%ontros e debates #romo'ido #elo @on$on <usiness 9ngels) SennL Toot6/ re#resentante de &usiness angels do Feino 2nido/ %orrela%iona #ositi'amente a interna%ionali(ação %om as medidas !ue a#ro"imam o setor %ultural e %riati'o do in'estimento #ri'adoJ >o investimento tra* acesso a financiamento e a '1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .irmar o seu #oten%ial) A tomada de %ons%i8n%ia do #oten%ial do in'estimento no setor %ultural e %riati'o .inan%eiras #ara o #oten%ial e%on0mi%o do setor %ultural e %riati'o e #ara o desen'ol'imento de %om#et8n%ias na a'aliação do ris%o de in'estimento em neg0%ios baseados em ati'os intangí'eis 9Comissão 3uro#eia/ 2012e:) a^in% B6oYer 93B: 4 um re%ente %on%eito de en%ontroHes#et-%ulo anual #ara em#res-rios/ in'estidores e #ro.inan%iamento/ mas o uso !ue o setor %ultural e %riati'o .no .inan%iamento ban%-rio est.

Meral das Artes #romo'eu em 2012 a re%ol6a de %ontributos &unto dos agentes %ulturais #ro. 3ntre as di'ersas sugest$es dei"adas #elos agentes %ulturais/ %onstam medidas de interna%ionali(ação %omoJ • • • o . Em contraparti$a7 os programas $e apoio % internacionali*aç#o $as artes $a ?ireç#oLGeral $as 9rtes e programas $e apoio europeus $a (omiss#o Europeia s#o vistos como um ponto forte7 Cue $eve ser evi$encia$o7 e Cue contri&ui para a promoç#o e $ifus#o internacional $a cultura portuguesaK7 re'ela o relat0rio.ormadores estrangeiros a PortugalE • a im#ort+n%ia de a @ireção. %omo %riadores/ int4r#retes/ t4%ni%os/ #rogramadores/ gestores/ #rodutores ou in'estigadores d sobre a situação das artes e a #olíti%a de a#oio 7s artes) 5s resultados desta aus%ultação a 69 entidades indi'iduais e %oleti'as do teatro/ dança/ m1si%a/ artes #l-sti%as ou %ru(amentos re'elam di'ersas #istas sobre a interna%ionali(ação) Puando a'aliam o te%ido artísti%o na%ional/ 6A Haponta a necessi$a$e $e potenciar o recon:ecimento internacional7 sen$o menciona$a a $ificul$a$e $e o teci$o art/stico nacional granJear recon:ecimento internacional7 resultan$o num fec:amento so&re si próprio.issionais .novos merca$os e os investi$ores Cuerem i$entificar compan:ias capa*es $e estrategicamente planear o crescimento nos merca$os internacionais e $e tirar parti$o $e fontes $e financiamento internacionais?/ re.eiras e .s $a Cual o setor cultural e criativo o&ten:a um acesso mais Justo a financiamento? 9Comissão 3uro#eia/ 2010e:) "ai2a ***+1+ #obre a internacionalização das artes portuguesas A @ireção.Meral das Artes atuar %omo #ar%eira ou mediadora a ní'el do estabele%imento de %onta%tos %om embai"adas e instituiç$es dos '-rios #aíses) Fonte1 ?ireç#oLGeral $as 9rtes O!"1.ere no estudo #ara a Comissão 3uro#eia 9Toot6/ 2010:) 3sta a#ro"imação 4 'alori(ada #elas inst+n%ias %omunit-riasJ >8 mun$o $a criaç#o e o mun$o financeiro Cue7 em muitos casos7 s#o mun$os separa$os7 $evem encontrar uma linguagem comum7 atrav.0runs no estrangeiro atra'4s do a#oio a 'iagens e alo&amento/ instalação de stan$s/ %on%eção e im#ressão de material #romo%ionalE o a#oio re.M7 Relatório $e recol:a $e contri&utos aos agentes culturais OCuestionário online $e !"W"'W!"1! a "XW"YW!"1!M '2 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orma de bolsasE a ação da @ireção.inan%iamento da #arti%i#ação de re#resentantes de artistas regionais em .ormação interna%ional/ nomeadamente sob a .orçado e #riorit-rio a #ro&etos !ue ten6am %omo ob&eti'o a interna%ionali(ação e a #arti%i#ação em aç$es de .a%ilitem a %ir%ulação e redes de inter%+mbio %om outros #aíses/ estabele%endo nomeadamente #roto%olos %om redes interna%ionais de #rogramação e #atro%inando a 'inda de .Meral das Artes %omo interlo%utor &unto de organismos e instituiç$es !ue .

.io demasiado e"igente e oneroso #ara ser abordado de uma . *o'as modalidades de #romoção da interna%ionali(ação en'ol'em a atuação %on%ertada dos go'ernantes da %ultura/ dos neg0%ios estrangeiros e da e%onomia %om #ar%eiros do mundo em#resarial e do setor %ultural e %riati'o e tiram #artido das redes de re#resentaç$es di#lom-ti%as im#lantadas no e"terior e das %om#et8n%ias das ag8n%ias #1bli%as de #romoção das e"#ortaç$es e turismo do #aís) 3stes %ons0r%ios #odem 'isar a #romoção global e #ermanente da generalidade do setor %ultural e %riati'o al4m.ronteiras ou %on%entrar es.eiras/ bienais e outras montras interna%ionais/ estrat4gias de mar%a 1ni%a/ %at-logos %oleti'os tradu(idos nas línguas dos #1bli%os.!M.orma solit-ria) 2ma .ortale%er a e"#osição/ o #restígio e o re%on6e%imento interna%ional/ #ode re. (aixa III.orços durante um %erto #eríodo de tem#o num n1mero limitado de ati'idades e de mer%ados.al'o/ #rogramas de %oo#eração ou inter%+mbios artísti%os são instrumentos de #romoção %on&unta) 5s in%enti'os mais %omuns 7 mobilidade interna%ional sub'en%ionam des#esas %omo trans#orte e alo&amento aos agentes %ulturais e %riati'os Ocf.#romover A interna%ionali(ação 4 um desa.orçar os %onta%tos e 'ín%ulos no e"terior/ #ode #oten%iar estrat4gias de %omer%iali(ação e de mar%a ou #ode e"#lorar no'os %anais de distribuição %a#a(es de serem a#ro'eitados #or %riadores e %om#an6ias de menor dimensão) /1ensivas internacionais Par%erias #ara #ros#eção de mer%ados e organi(ação de miss$es de e"#loração/ re#resentação %on&unta em .al'o) 3ste 4 o %aso do a@ut%6 @NA 9*[:/ a estrat4gia !ue o go'erno 6oland8s %on%ertou entre 2009 e 2012 #ara #romo'er as e"#ortaç$es de design/ moda e ar!uitetura 6olandesas nos mer%ados da C6ina/ Wndia/ Aleman6a e Tur!uia) aC6ina.2V Conne%tions Troug6 Culture 92V: 4 a #lata.orma %olaborati'a entre organi(aç$es %ulturais brit+ni%as e %6inesas e #romo'ida #elo <ritis: (ouncil) A reali(ação de in!u4ritos aos %onsumidores brasileiros sobre o !ue mais a#re%iam na %ultura &a#onesa 4 uma das medidas de #ros#eção em mer%ados #romissores do aCool Sa#an Promotion BtrategL Programme 9SP: #ara im#ulsionar as e"#ortaç$es de %onte1dos/ gastronomia/ moda ou artesanato) '3 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .rente %ultural e %riati'a multidis%i#linar #ode #artil6ar %ustos e ris%os/ #ode .

ormati'as e 'isuais atra'4s de aç$es de di'ulgação e de #ros#eção de o#ortunidades nos mer%ados e"ternos) aTrans.aBee Uere 9C3: 4 o instrumento da ag8n%ia de #romoção interna%ional da %ultura irlandesa !ue #atro%ina a 'isita ao #aís de #romotores e #rogramadores estrangeiros #ara %on6e%erem in loco o trabal6o dos artistas irlandeses/ in%enti'ando a sua %ontratação #ara e'entos e .ran%esas de m1si%a e de artes #er.issionais %riati'os no e"terior aumenta %om a re#artição de %ustos e a e"#onen%iação de re%ursos !ue se obt4m da inserção em redes %olaborati'as !ue #odem en'ol'er organi(aç$es de di.a região da Catalun6a desen'ol'eu a mar%a aCatalaneArts 93B: #ara mel6or identi. se de uma #ar%eria dos minist4rios da %ultura e dos neg0%ios estrangeiros/ 'ia Institut Français/ %om organi(aç$es #ro.orços em estabele%er #ar%erias %ulturais e %riati'as %om a Coreia do Bul) !esenvolver redes e clusters 5 su%esso de #ro&etos de artistas e #ro.Ieste.eiras e e'entos interna%ionais) 3ntre as ini%iati'as lançadas na d4%ada de 1990/ %onsta a[e Oureaue"#ort 9NF:) Trata.esti'ais e outros e'entos) 3m <alta/ os ministros da %ultura e dos neg0%ios estrangeiros lançaram o aCultural @i#loma%L Nund 9<T: #ara #oten%iar o #a#el das embai"adas e %onsulados %omo montra das artes e dos artistas no e"terior) S.i%ar e #romo'er este setor nas .-lia 'em desen'ol'endo desde 1990) @e#ois de F@A/ O4lgi%a/ Ct-lia/ Pol0nia/ 3s#an6a/ Csrael/ Tur!uia e Nrança/ a nona edição 92011H14: %on%entra es.erentes dimens$es/ setores/ regi$es ou #aíses) As relaç$es %riadas dentro e a #artir de redes são um instrumento #ri'ilegiado #ara e"#andir as ati'idades de #e!uenas organi(aç$es no estrangeiro) H2ma $as principais vantagens $as re$es .er *F_ 9@3: 4 outro #rograma de inter%+mbio bilateral de artes e artistas !ue a região alemã da Fen+nia do *orte. o seu custo re$u*i$o para os '4 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .issionais da m1si%a %ontem#or+nea e %l-ssi%a/ !ue 'em am#liando uma rede de bal%$es em Paris/ Oerlim/ [ondres/ *o'a Cor!ue/ T0!uio ou Bão Paulo #ara #romo'er as e"#ortaç$es .esti'ais interna%ionais) 3m sentido in'erso/ aT6e *ordi% Tra'el Pass 9@V/ NC/ CB/ *5/ B3: 4 a ini%iati'a do #rograma n0rdi%o de e"#ortação musi%al *5<3b !ue 'isa bai"ar os %ustos de digressão atra'4s de des%ontos obtidos #or 'ia de #ar%erias %om ag8n%ias de 'iagens/ restaurantes ou 6ot4is e assim estimular a %ontratação de artistas n0rdi%os #or #romotores de ..

i%amente #ara gan6ar massa %ríti%a e %om#etiti'idade/ o cluster 4 o instrumento #ri'ilegiado do #r0"imo #eríodo de #rogramação dos .erente da Bu4%ia #ara .inlandesa 9Nin#ro:/ tomando %ons%i8n%ia das 'antagens em estabele%er #ar%erias na abordagem aos mer%ados e"ternos) '" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .eiras e e'entos interna%ionais e do a%esso aos %onta%tos rele'antes nos mer%ados e"ternosE 'i: de ser'iços de %omuni%ação e de #rodução de %onte1dos tradu(idos em di'ersas línguas ou 'ii: da abertura de es%rit0rios ou outras re#resentaç$es #ermanentes do cluster no estrangeiro) Cnstrumentos de %oordenação e %one%ti'idade %omo 5arNetplace/ a #lata.ormação %om#lementar sobre legislação/ im#ostos/ o#ortunidades de .participantes em comparaç#o com as vantagens Cue oferecemK 9Comissão 3uro#eia/ 2008:) As #olíti%as euro#eias a#oiam redes e clusters mais %om#etiti'os a ní'el global) 3n!uanto #olo de ati'idades !ue se %on%entra geogra.inan%iamento/ #eritos lo%ais/ %om#ortamento inter%ultural e obst-%ulos #rin%i#aisE iii: da intensi.orças #ara a.undos estruturais) Para %um#rir os ob&eti'os da 3uro#a 2020/ as autoridades na%ionais e regionais de'em a#ostar em estrat4gias de in'estigação e ino'ação #ara es#e%iali(ação inteligente 9FCB3:/ !ue %on%entrem re%ursos nas -reas mais #romissoras) Begundo a in'estigação em %urso da Aliança 3uro#eia das Cnd1strias Criati'as/ os clusters %riati'os #odem ser o ambiente #ro#í%io 7 união de .ormação es#e%iali(ada sobre mer%ados e tend8n%ias e de in.irmação e"terna do setor atra'4sJ i: do a#oio ao desen'ol'imento das estrat4gias de interna%ionali(ação/ %omer%ial e de mar%aE ii: da #restação de in.eren%e 9B3: 4 #romo'ida anualmente numa %idade di.i%ação de #ar%eiros a#ro#riadosE i': da %a#tação de .i%ação de %onta%tos %om outros clusters e #ar%eiros interna%ionais e da identi.ortale%er redes dentro e .orma da internet !ue re1ne an1n%ios %om o#ortunidades de neg0%io/ de inter%+mbio ou de #ar%erias da a3uro#ean Creati'e Ousiness *etYorX 923:/ #odem #oten%iar a interna%ionali(ação dos agentes %ulturais e %riati'os) aT6e Menerator Con.ora do setor %ultural e %riati'o/ in%luindo delegados estrangeiros) a[uo'imo 9NC: 4 um #rograma intensi'o e #artil6ado de interna%ionali(ação/ !ue #ermite a um gru#o de %er%a de duas de(enas de em#resas %riati'as a%ederem em %on&unto a %ursos e re%ursos da ag8n%ia de e"#ortaç$es .undos #ara redu(ir os %ustos de interna%ionali(açãoE ': da organi(ação de miss$es %omer%iais/ da re#resentação em .

abris #odem .rente di#lom-ti%a euro#eia/ est.membros do norte %om Csl+ndia/ *oruega e Nederação Fussa em aT6e *ort6ern @imension Partners6i# on Culture 923/ CB/ *5/ F2: 4 um meio de e"#andir o al%an%e de atuação de redes de %oo#eração trans.aUubstart 9*[: 4 o #rograma de inter%+mbio !ue #romo'e miss$es %omer%iais e .issionais %riati'os e organi(aç$es %ulturais em -reas es#e%í.i%as da %idade/ gerando massa %ríti%a/ #oten%iando a atração de #1bli%os e #ossibilitando a #artil6a de in.a%ilita a aterragem sua'e de em#resas 6olandesas em Bão Nran%is%oHBili%on IalleL e em *o'a Cor!ue e de em#resas norte.ormação e digitali(ação) Al4m da %+mara de %om4r%io 6olandesa e de #ar%eiros es#e%iali(ados no .i%os ou .ortale%er o #a#el da %ultura nas relaç$es e"ternas) aPre#aratorL A%tion on Culture in 32 3"ternal Felations 932: designa a ini%iati'a entregue ao %ons0r%io de Goet:e Institut7 <ritis: (ouncil7 ?anis: (ultural Institute7 European (ultural Foun$ation7 Institut Français7 Institut fur 9uslan$s&e*ie:ungen OIF9M7 ZE9 European 9ffairs an$ t:e (enter for Fine 9rts O<o*arM) Cidades e regeneração ur5ana A regeneração urbana #ode ser uma aliada estrat4gi%a no .ortale%imento da atrati'idade interna%ional e de clusters %ulturais e %riati'os/ %omo mostram su%essi'os e"em#los de aCa#itais 3uro#eias da Cultura 923:) A re'itali(ação de bairros 6ist0ri%os ou a re%on'ersão de instalaç$es .inan%iamento 7 ino'ação/ esta #ar%eria 4 liderada #elo 9mster$am Economic <oar$/ a rede %olaborati'a de res#ons-'eis #olíti%os/ em#resariais/ %ientí.em %ausa a estrat4gia de regeneração e #laneamento de um bairro medie'al de @ublin/ !ue se %on'erteu num #olo %ultural atra'4s da %on%entração '$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .lançada a re.ation OFRM) Atra'4s do #rograma a N-bri%as de Crea%i0n de Oar%elona 93B: a autar!uia re.inan%eiros #ara .raestruturas e ser'iços de su#orte/ %omo 4 o %aso de *antes %om o Quartier $e la (r.ameri%anas em Amesterdão/ !ue o#erem nos %am#os dos media/ te%nologias da in.orçou as redes do te%ido %ultural e %riati'o/ remodelando e %edendo a %riadores e #rodutores %er%a de uma de(ena de antigas unidades industriais es#al6adas #ela %idade) *o %aso do aTem#le Oar 9C3:/ est.le"ão sobre %omo .a'ore%er a %on%entração de artistas/ #ro.ronteiriça) *a .ortale%er a %om#etiti'idade interna%ional desta região 6olandesa) A #ar%eria da Comissão 3uro#eia e de oito 3stados.

esti'ais ou autar!uias são in%enti'adas a %on'idarem artistas de todo o mundo #ara desen'ol'erem #ro&etos em %on&unto/ subsidiando as des#esas %om a #assagem de a'ião e de alo&amento na @inamar%a assumidas #ela entidade !ue a%ol6e o artista estrangeiroE • F*NA7JArt G!-H . Po$e tam&.de %entenas de neg0%ios e organi(aç$es %ulturais e %riati'as e de meia %entena de entidades #1bli%as e #ri'adas ligadas ao setor) @i'ersos instrumentos de #romoção da 'isibilidade e"terna de clusters %riati'os atra'4s da %onsolidação de redes e de estrat4gias de marNeting a ní'el transna%ional t8m sido testados/ atra'4s de #ro&etos !ue en'ol'em redes de %idades de di..strias culturais e criativas nos merca$os internacionaisK.m aJu$ar a fortalecer as compet+ncias $os artistas e $os profissionais culturais e a competitivi$a$e $as in$.Art #ossibilitou o est-gio de 560 &o'ens em instituiç$es interna%ionais de re.se a!ui tr8s e"em#los de in.%onta da rele'+n%ia deste instrumento no a%esso a no'os mer%ados e a no'os %anais de distribuição dos bens e ser'iços de índole %ultural e %riati'a al4m.issional) Ao longo de tr8s ediç$es reali(adas entre 2009 e 2012/ o C*5I.<embros da 2nião 3uro#eia !ue analisou os #rogramas de a#oio 7 mobilidade ao abrigo da Agenda 3uro#eia #ara a Cultura d.ruto da #ar%eria entre o go'erno alemão %om o International -:eatre Institute e a International 9ssociation of 9rtE • F8*7A G8IH 4 o #rograma dinamar!u8s #ara 'isitas de artistas interna%ionais !ue torneou o obst-%ulo orçamental de manter resid8n%ias artísti%as #ermanentes/ %on'ertendo o setor %ultural e %riati'o em an.er8n%ia #or todo o mundo/ desde a 5agnum Foun$ation em *o'a Cor!ue ao <ritis: 5useum em [ondres) *a edição de estreia/ este #rograma en'ol'eram 209 entidades estrangeiras/ 28 #aíses e 64 %idades) Fonte1 8pen 5et:o$ of (oor$ination TorNing Group of European 2nion 5em&er )tates Experts on 5o&ilitA )upport Programmes O!"1!M e ?ireç#oLGeral $as 9rtes O!"1!M '' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . 3ntre os e"em#los 'alori(ados nos di'ersos e"er%í%ios de ma#eamento dos a#oios 7 mobilidade reali(ados a ní'el euro#eu/ salientam.+ndegas/ im#ostos e segurança so%ial/ seguros e direitos de autor/ .Meral das Artes %om o a#oio do Cnstituto de 3m#rego e Normação Pro.erentes 3stados. membros da 2nião 3uro#eia %omo aCreati'e Cities ou a2rban Creati'e Poles 923:) "ai2a ***+2+ #obre a mobilidade internacional dos agentes culturais e criativos 5 gru#o de trabal6o de #eritos dos 3stados.ormação/ de atração ou de dis#ersão interna%ionalJ • F-ouring Artists G8EH 4 um #ortal #ara desen'ol'er a mobilidade interna%ional das artes 'isuais e das artes #er.ormação sobre 'istos/ resid8n%ias artísti%as/ trans#ortes/ al.oi o #rograma de bolsas de est-gios interna%ionais #romo'ido #ela @ireção.ormati'as/ reunindo in.ronteirasJ H9 mo&ili$a$e po$e reposicionar a imagem $e um pa/s na cena internacional ou perante outro pa/s em particular.itrião) 5rgani(aç$es %omo galerias/ teatros/ or!uestras/ . 9 mo&ili$a$e tem impactos económicos inCuestionáveis1 po$e a&rir portas a negócios e promover a economia criativa.

se #elo mundo inteiro atra'4s de uma no'a %lasse m4dia !ue a%ede a internet mais barata e mais 'elo( e %onsome mais %onte1dos digitais atra'4s de smartp:ones e ta&lets em mer%ados %omo os OFCC) A PYC estima mesmo !ue o Orasil/ o maior mer%ado de língua o.a demo%rati(ar.i"a #ara 00 mil6$es e termulti#li%ado #or oito as assinaturas de banda larga m0'el #ara 2/1 mil mil6$esE • Pelas estimati'as do 3urostat/ tr8s em %ada %in%o dos euro#eus entre os 16 e os 4 anos !ue utili(aram a internet em 2012 e.se aos no'os 6-bitos dos %onsumidores %one%tados e abre %anais de #romoção interna%ional e de e"#ortação aos bens e ser'iços %ulturais e %riati'os) 2ercado diversi1icado e 1ragmentado A originalidade e a di'ersidade dos %onte1dos %ulturais e %riati'os 4 um %6amari( #ara o mer%ado emergente de %onsumidores %onstantemente %one%tados e 7 #ro%ura de no'as e"#eri8n%ias de %onsumo na internet !ue #romo'em nas redes so%iais atra'4s de dis#ositi'os m0'eis %omo smartp:ones ou ta&letsJ • Pelas estimati'as da 2nião Cnterna%ional de Tele%omuni%aç$es/ entre 200 e 2013 o mundo ter.du#li%ado o n1mero de utili(adores de internet #ara 2/8 mil mil6$es e as assinaturas de banda larga .etuaram %om#ras online) A #ro#ensão aumenta nos 3stados.orma %olaborati'a e %omer%ial do mundo) A#oiar a transição digital da %ultura e da %riati'idade 4 garante de maior %oesão e de maior %om#etiti'idade) Por um lado/ #romo'e o a%esso da #o#ulação na%ional em %ondiç$es de igualdade 7s obras %ulturais e %riati'as/ sobretudo nas lo%alidades mais remotas) Por outro lado/ ada#ta.se e a%om#an6ar os no'os #1bli%os na maior #lata.membros %om maior #oder de %om#ra/ %omo Feino 2nido 9onde 82A %om#ram na internet:/ @inamar%a e Bu4%ia 9 9A %ada:/ Aleman6a 9 Uolanda 969A %ada:E • Pelas #ro&eç$es da PYC/ o %onsumo de bens e de ser'iços de media e de entretenimento est.i%ial #ortuguesa/ as%enda at4 201 a ter%eiro #aís do mundo na TI #aga e a s4timo A:/ [u"emburgo 9 3A: Ninl+ndia 9 2A: e Nrança e '8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .Conectar A gestão da #resença na internet e o %om4r%io eletr0ni%o são a#ostas ine'it-'eis de um setor %ultural e %riati'o !ue #retende interna%ionali(ar.

i%iar dos e!ui#amentos e soluç$es in.ora da lista dos &estLsellers) Csto %on.a'ore%er os %riadores de ni%6o e %onstituir uma solução 'i-'el #ara #e!uenas organi(aç$es do setor %ultural e %riati'o en%ontrarem no'os #1bli%os) A e"#eri8n%ia de grandes retal6istas de %onte1dos %ulturais digitais %omo 9ma*on.com7 i-unes ou >etflix mostra %omo a redução dos %ustos de arma(enagem e distribuição 'eio #ossibilitar !ue um n1mero ilimitado de %riaç$es menos #o#ulares se&a sugerido no #ortal de 'endas a #reços %on'idati'os) D %res%ente a rele'+n%ia das re%eitas obtidas #or estes grandes retal6istas digitais %om as 'endas de e#is0dios de s4ries/ de .orm-ti%as mais a#ro#riados/ in%luindo a otimi(ação do site #ara smartp:ones ou ta&lets/ '9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . 8 futuro $o entretenimento está nos mil:ões $e nic:os $e merca$o Cue est#o na parte rasa $o fluxo cont/nuo $e $a$osK 9Anderson/ 2004/ Nleming/ 200 e Cnu%ed/ 2010:) !esenvolver parcerias tecnol gicas A#ro'eitar o #oten%ial de interna%ionali(ação da %one%ti'idade global im#li%a um es.%oreana de entretenimento #o#ular tirou #artido do su%esso do )amsung GalaxA e da utili(ação das redes so%iais #ara se interna%ionali(ar) <as a digitali(ação e a distribuição online #odem tamb4m .raestruturas/ #ara garantir o a%esso a redes de banda larga e #ara bene.#aís do mundo em des#esas %om media e entretenimento/ de#ois de 32A/ Sa#ão/ C6ina/ Aleman6a/ Feino 2nido e NrançaE • *a %omuni%ação digital/ indi%a o Cnstituto Cam$es/ a língua #ortuguesa 4 a !uinta mais usada na Cnternet e a ter%eira nas redes so%iais/ %omo o Face&ooN e o -Bitter) A globali(ação da Zorean Tave mostra %omo a ind1stria sul.orço %olaborati'o do setor %ultural e %riati'oJ • Ao ní'el do desen'ol'imento de no'os modelos de neg0%io/ !ue se&am %a#a(es de tirar #leno #artido das TCC #ara #romo'er no'as e"#eri8n%ias de %onsumo e !ue garantam uma ade!uada e"#loração da #ro#riedade intele%tual #ara assegurar a remuneração de artistas/ %riadores ou #rodutores dos bens e ser'iços de índole %ultural e %riati'aE • Ao ní'el do in'estimento nas in.irma o #oten%ial da Teoria da Cauda [onga tal %omo %olo%ada #or C6ris AndersonJ HEsCueçam continuar a espremer mil:ões $e alguns poucos megassucessos $o topo $as ta&elas.ai"as de m1si%a ou de li'ros menos medi-ti%os e .

gica entre m.strias culturais ou criativas na internet $epen$erá $a sua capaci$a$e $e criar uma aliança estrat.stria cultural n#o esta&elecerem estas pontes $e cola&oraç#o com empresas tecnológicas po$em per$er a oportuni$a$e $e serem7 num futuro próximo7 os atores relevantes na nova economia $igital.ormas de en'ol'imento do #1bli%o ou as mel6ores .ltiplas empresas $o setor Cue Cueiram cola&orar no $esenvolvimento $e um proJeto comumKI • H)e os atuais representantes $a in$.$os $igitais pagos :á Cue $isponi&ili*ar aos consumi$ores uma ampla oferta $e conte.usão e de 'endasJ • >)e Cueremos $esenvolver um merca$o sóli$o $e conte. 2ma associaç#o ativa com $iferentes startups permitirá aos gestores culturais ace$erem a i$eias mais inova$oras mas7 so&retu$o7 %s c:aves so&re como reorgani*ar a sua empresa para so&reviver ao s.etuar o registo/ edição e digitali(ação das obras ou assegurar a tradução dos %onte1dos em di'ersas línguas) 3m %ausa est.io e"igente !ue 'ai muito #ara al4m de tradu(ir #ara ingl8s/ inserir os logos de #artil6a nas redes so%iais ou %olo%ar um %esto de %om#ras no site &e"istente) @e modo a ultra#assarem a %rise do mer%ado dom4sti%o/ a %ombaterem a #irataria e a #romo'erem as e"#ortaç$es/ um re%ente estudo da Fun$ación 9lternativas sobre a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o es#an6ol e"orta os agentes %ulturais e %riati'os a assumirem !ue a internet 'eio re'olu%ionar as regras do &ogo 9CelaLa et al)/ 2012:) Bendo a #rin%i#al 'antagem %om#etiti'a da internet a %riação de e%onomias de es%ala atra'4s da &unção de te%nologias/ %onte1dos e ser'iços/ o setor %ultural e %riati'o de'e estabele%er alianças %om #ar%eiros te%nol0gi%os e %olo%ar o %om4r%io eletr0ni%o na base de uma no'a estrat4gia global de en'ol'imento dos #1bli%os nos seus #ro%essos de %riação/ de di.$os com preços competitivos e $in4micos7 assim como to$o o tipo $e serviços $e valor acrescenta$o em torno $elesKI • H8 +xito futuro $e CualCuer iniciativa $as in$.um desa.culo [[I?) 80 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .#lata.erramentas de %om4r%io eletr0ni%oE • Ao ní'el das %om#et8n%ias/ #ara desen'ol'er a estrat4gia digital/ dinami(ar o en'ol'imento %om o #1bli%o/ gerir o %anal de 'endas online/ e.

omento das ind1strias %ulturais e %riati'as do minist4rio da %ultura es#an6ol '8m %ontem#lando o a#oio 7 ada#tação dos modelos de neg0%io do setor 7 internet/ nomeadamente atra'4s da abertura de lin6as de %r4dito ou da %om#arti%i#ação de #ro&etos %ulturais !ue tirem #artido da digitali(ação e da globali(ação) *o Feino 2nido/ di'ersos instrumentos estimulam as organi(aç$es %ulturais e %riati'as !ue !uerem trabal6ar %om no'as te%nologias #ara e"#andir e en'ol'er as audi8n%ias e e"#lorar no'os modelos em#resariais) aT6e @igital Fesear%6 = @e'elo#ment Nund .inan%ia as em#resas %riati'as at4 50A do in'estimento em no'as te%nologias !uando o #ro&eto se mostre %a#a( de obter signi.se a.ormati'as) 5 anu-rio #oder.or t6e Nuture o.er8n%ia #ara o setor des%obrir as 'antagens da era digital) A #rimeira edição deste anu-rio %ontem#la um le'antamento de boas #r-ti%as na%ionais e interna%ionais da in%or#oração da internet e das no'as te%nologias nas m1lti#las dimens$es da ati'idade das organi(aç$es de artes #er. t6e OooX 932A/ 2V/ A2: 4 uma rede interna%ional !ue debate o .unção da dis#osição emo%ional do leitor) aAnuario de Cultura @igital 93B: 4 uma #ar%eria do organismo #1bli%o de #romoção da %ultura es#an6ola 9(WE %om o obser'at0rio das no'as te%nologias no setor %ultural $os$oce.erramentas de #romoção da leitura tamb4m surgem/ %omo a solução de #es!uisa a_i%6booX 92V: !ue sugere li'ros e li'rarias em .or Arts and Culture 92V: .irmado %omo um me%anismo %olaborati'o e menos restriti'o dentro das regras autorais !ue #ermite ao titular di.i%ati'o retorno %omer%ial atra'4s da e"#ansão do mer%ado interna%ional) *a .com #ara desen'ol'er um manual de re.inan%ia %ons0r%ios de #ar%eiros %ulturais e te%nol0gi%os a#ostados em tirar #artido das te%nologias digitais) a@igital @e'elo#ment Nund 92V: 4 o instrumento do País de Males !ue .Apoiar a transição digital 5s #lanos de .ser des%arregado gratuitamente na internet atra'4s da li%ença de creative commons) *o domínio da gestão da #ro#riedade intele%tual na internet/ estas a%ommon li%enses t8m.rente da %riação liter-ria/ aT6e Cnstitute .ins %riati'os) 81 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .uturo do li'ro e o #oten%ial dos no'os media #ara leitores e es%ritores/ e"#lorando a transição da #-gina im#rensa #ara redes de e%rãs) a*eY <edia _riting Pri(e 92V: 4 uma %om#etição lançada #ara sensibili(ar o setor %ultural e %riati'o #ara o #oten%ial artísti%o e interati'o dos li'ros digitais #ara dis#ositi'os m0'eis) *o'as .undir o uso gratuito da sua obra #ara .

#lata1ormas de internacionalização 5 aBello Cultura en Positi'o 93B: 4 uma %am#an6a de sensibili(ação !ue distingue e %erti.s) 5 in'estimento na %a#tação e no en'ol'imento de no'os #1bli%os a ní'el interna%ional atra'4s da internet e"ige um es.ormati'as %ontem#or+neas do #aís) \-:e ?reamcraft GallerA O2E7 E)7 FI7 FR7 R87 M 4 uma base de dados de online de artesanato euro#eu em desen'ol'imento #ela Comissão 3uro#eia %om entidades do setor de di'ersos 3stados.orma %olaborati'a de des%oberta/ de #artil6a e de #romoção interna%ional da m1si%a inde#endente australiana/ !ue 'em am#liando a sua audi8n%ia de mil6$es atra'4s da r-dio digital online e da a#li%ação #ara smartp:one) a@ut%6 Pro.metragens do %inema latinoameri%ano) @inami(ado #ela entidade de gestão dos direitos dos #rodutores audio'isuais/ 'em sendo %onsolidado em #ar%eria %om a %adeia de grande distribuição El (orte Ingl.ran%8s e \@itrix.iles 9*[: 4 um %at-logo 'irtual %om#osto de 'ídeos sobre as e"#eri8n%ias e %om#et8n%ias de designers e de ar!uitetos 6olandeses #ara sua #romoção interna%ional) aAt6ens BLstem 93[: 4 a montra dinami(ada #elo International -:eatre Institute #ara #romo'er a atuação de artistas de teatro e de dança gregos no e"terior e %riar um ar!ui'o digital das artes #er.$e O?EM in%enti'a a tradução da no'a literatura alemã) aAudien%es 3uro#e *etYorX 923: 4 a rede transna%ional de agentes %ulturais #ara e"#loração e #artil6a das e"#eri8n%ias !ue mel6or atraem no'os #1bli%os/ desde a ligação aos grandes e'entos des#orti'os at4 ao #oten%ial da internet e das redes so%iais) 82 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orço %olaborati'o do setor %ultural e %riati'o) Para #oten%iar este %anal de e"#ortação/ de'em ser desen'ol'idas redes de #ar%erias estrat4gi%as %om outros #aíses e outros setores de ati'idade/ %omo os #ar%eiros te%nol0gi%os e os #ar%eiros da grande distribuição 9Comissão 3uro#eia/ 2012%:) *o domínio da m1si%a/ aSa Sa Sa 9@V/ NC/ CB/ *5/ B3: 4 a montra interna%ional da no'a m1si%a n0rdi%a/ a#ostada em .membros) \France @ivre OFRM 4 o #ortal interna%ional do li'ro .ormas de internet !ue 'endem %onte1dos digitais %ulturais em res#eito #elos direitos de #ro#riedade intele%tual) 2ma das #lata.ormas %erti.ortale%er um %anal #ri'ilegiado %om a noite londrina) *a Austr-lia/ a aTri#le & 2neart6ed 9A2: 4 uma #lata.i%adas %om este selo 4 o maior %lube de 'ídeo online de %inema es#an6ol) 3ste #ortal aNilmote%6)%om 93B: #ermite alugar s4ries/ longas e %urtas.i%a as #lata.

$apa ***+1+ E2emplos de sinergias culturais no mundo Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os 83 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

undada em 2002 #or oito so%iedades de autores de artes 'isuais) 2ma d4%ada de#ois/ estende.a(em #arte de um neg0%io di'ersi.i%ado/ se&a ao ní'el do %aba( artísti%o/ de%orati'o e utilit-rio !ue dis#onibili(a/ se&a ao ní'el dos %anais de distribuição !ue utili(a) 5s #rodutos são re.orma %olaborati'a lançada em 1992) A lo&a online 4 montra das #eças de de%oração e de moda de mais de 0 designers es%andina'os) 3sta rede %onta %om oito galerias e oito%entos retal6istas es#al6ados #elo mundo/ de BidneL 7 %a#ital do Feino 2nido) Noi %on'idando artistas #ara desen6ar %art$es de boas .mais de %in!uenta anos) Uo&e os #rodutos 'endidos sob a insígnia do <o<A .orma de artistas liderada #or @amien Uirst %6ega a *o'a Cor!ue) *as galerias inglesas ou na lo&a online/ a 8t:er (riteria %omer%iali(a trabal6os de mais de 20 artistas %onsagrados e emergentes/ desde %6a'eiros de #ou%os euros a #eças 1ni%as de mil6ares de euros) S.eitas na lo&a online/ #or %at-logo e #or re'enda #ara lo&as do mundo inteiro) 1103 1ru2elas !ol/tica cultural na globalização onlineart.com $esign:ousestocN:olm.com Cin%o anos de#ois de ter aberto a sua #rimeira galeria londrina ao lado da leiloeira )ot:e&A]s/ a #lata.a ?esign Eouse )tocN:olm 4 uma #lata.oi .er8n%ia de design re%on6e%ido e a#ro'ado #elos %uradores do <o<A) Al4m das lo&as #r0#rias dentro e .org 1102 <ondres Abrir loKas em conKunto ot:ercriteria.i%ou o li%en%iamento #ara uso digital de trabal6os de mais de 40 mil %riadores das artes 'isuais/ #ro%urando %om#atibili(ar os direitos de autor %om a so%iedade de in.estas !ue o 5useum of 5o$ern 9rt lançou uma das ati'idades de maior rele'o #ara o seu orçamento 6.ormação) <4lifs/ <ir0 ou <un%6 são a#enas tr8s dos artistas listados na letra < %u&a obra #ode ser ad!uirida #ara uso na internet atra'4s desta #lata.1101 Nova *or@ue A loKa do $o$A momastore.ortale%er as %om#et8n%ias em#resariais e os modelos de neg0%io do setor %riati'o são os #rin%i#ais ob&eti'os desta %om#etição !ue a @inamar%a abriu re%entemente ao mundo inteiro) 2m &1ri interna%ional sele%iona o 'en%edor %om base na originalidade/ na %riati'idade e no #oten%ial de mer%ado do %on%eito de neg0%io !ue %ada #aís sele%iona e submete a %on%urso anualmente) Al4m do #r4mio monet-rio/ im#orta a interação %om #oten%iais in'estidores ou a integração em in%ubadoras de em#resas) 3m Portugal/ a (reative <usiness (up 4 re#resentada #ela Ag8n%ia #ara o @esen'ol'imento das Cnd1strias Criati'as 9A@@CCT:) 84 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .se a 12 #aíses euro#eus/ 32A/ Canad.e Austr-lia) D graças a este ti#o de li%en%iamento !ue bases de dados %omo 9rtprice/ 9rtnet ou 9rtinfo #odem di'ulgar mil6ares de imagens rele'antes #ara o mer%ado das artes) 1104 "openLaga Dma competição para criativos creative&usinesscup.info 8n@ine9rt 4 o ser'iço de bal%ão 1ni%o !ue sim#li.ora do museu/ do Bo6o ao Sa#ão/ as 'endas são .orma) A rede .com Promo'er o em#reendedorismo e .

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1erlim Embai2ada da cultura n,rdica nor$icem&assies.org Noi na se!u8n%ia da !ueda do <uro de Oerlim e da mudança de %a#ital de Oona #ara esta %idade !ue a ideia de &untar as %in%o embai"adas n0rdi%as num 1ni%o %om#le"o de ele'ado #oten%ial ar!uitet0ni%o e %ultural se %on%reti(ou) Felles:us re1ne as re#resentaç$es de @inamar%a/ Ninl+ndia/ Csl+ndia/ *oruega e Bu4%ia em Oerlim) D uma %asa #ara todos/ #aradigma da atuação %on&unta da região n0rdi%a em -reas %omo a di#loma%ia ou a %ultura) A ,rente #an.n0rdi%a estende.se 7 gestão do es#aço de e"#osiç$es do edi,í%io #ara e"ibir o mel6or da %ultura e da %riati'idade n0rdi%a/ desde e"#osiç$es a %on%ertos/ in%luindo %on,er8n%ias 1ni%as ou e'entos regulares %omo as !uartas.,eiras do >or$ic Film (lu&)

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(rança 'ecensear e promover o design annuaire.apci.asso.fr 5 anu-rio gratuito do design e da ino'ação 4 uma #lata,orma online !ue 'isa re%ensear/ re'elar e re,orçar a 'isibilidade do design ,eito em Nrança) 5 ma#a interati'o #ossibilita a #es!uisa de designers #or região/ #or setor de ati'idade ou #or domínio de inter'enção/ desde sinal4ti%a a design %ulin-rio) 5utras ini%iati'as da Ag8n%ia #ara a Promoção da Criação Cndustrial in%luem a %atalogação de %riaç$es de design ou o trabal6o em rede %om embai"adas/ %entros %ulturais e miss$es e%on0mi%as ao estrangeiro de modo a ins%re'er o design nas agendas ministeriais de %oo#eração bilateral)

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$adrid (esta anual em $adrid *incs:oBer.com

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7alBncia Atrair m.sicos internacionais &erNleevalencia.org

Sinc ):oBer 4 uma #lata,orma digital e ,ísi%a nas%ida do #r0#rio setor %ultural e %riati'o/ !ue se organi(ou #ara re'elar as suas mel6ores #ro#ostas a em#reendedores e in'estidores num grande en%ontro anual no 5ata$ero $e 5a$ri$) As em#resas e os #ro&etos a %on%urso são sele%ionados segundo %rit4rios %omo a ino'ação ou o #oten%ial de interna%ionali(ação) 3sta ini%iati'a a#ostada em desen'ol'er as redes de %oo#eração dentro e ,ora do setor %ultural e %riati'o %onta %om a#oio institu%ional a ní'el lo%al 95ata$ero 5a$ri$7 5a$ri$ Empreen$e7 -urismo $e 5a$ri$: e na%ional 9<inist4rio da Cultura e entidades de #romoção da ino'ação/ das e"#ortaç$es e de ,ormação #ro,issional:)

A <erNlee (ollege of 5usic 4 a es%ola de m1si%a %ontem#or+nea de Ooston !ue %ole%iona mais de 250 tro,4us GrammA entre os seus alunos e !ue es%ol6eu o re%into ,uturista da Cidade das Artes e das Ci8n%ias de Ial8n%ia #ara abrir o seu %am#us interna%ional) *o #rograma inaugural 2012H13 de estudos a'ançados de índole artísti%a/ te%nol0gi%a e em#resarial/ a <erNlee 6alencia ,ormou 4 alunos de 2 na%ionalidades a#ostados numa %arreira interna%ional na ind1stria da m1si%a) @a ,ormação %onstam deslo%aç$es a Cannes #ara #arti%i#ar no mer%ado <idem ou a [os Angeles #ara gra'ar nos est1dios da Tarner <ros)

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

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7eneza 1ilLete de M: para o <ido labiennale)org

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1,sniaJNerzegovina -eatro ou ,pera no cinema $igitalt:eatre.com metoperafamilA.org 5 (ine)tar da %idade de <ostar na O0snia.Uer(ego'ina 4 uma das mil salas de %inema do mundo !ue reser'ou uma sessão #ara assistir ao musi%al transmitido a #artir de um #e!ueno teatro do Test En$ londrino) Mraças ao ?igital -:eatre/ a audi8n%ia e as re%eitas de bil6eteira dos teatros brit+ni%os e"#andiram.se tamb4m a !ual!uer e%rã de tele'isão/ %om#utador/ ta&let ou smartp:one. S- em 2006/ 9 Flauta 5ágica de <o(art ,ora es%ol6ida #ara estrear as transmiss$es em alta de,inição das tem#oradas da 5etropolitan 8pera de *o'a Cor!ue #elo mundo inteiro/ %a#tando desde então no'os #1bli%os %omo o do audit0rio da Nundação MulbenXian em [isboa)

] se"ag4sima nona edição da mostra interna%ional de arte %inematogr-,i%a/ Iene(a rendeu.se 7s no'as te%nologias e #assou a o,ere%er ao #1bli%o do mundo inteiro a #ossibilidade de a%om#an6ar %urtas e longas.metragens e"ibidas durante o ,esti'al de %inema 'ia streaming) 5 #ortal da <iennale 'ende agora bil6etes digitais #ara 'er %inema in4dito atra'4s do %om#utador) Por %er%a de !uatro euros/ este ser'iço %on,ere ao es#etador o a%esso a um 1ni%o 'isionamento do ,ilme es%ol6ido/ na 'ersão original legendada em ingl8s/ durante as 24 6oras seguintes 7 noite da sua a#resentação o,i%ial no [ido)

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"Lina Arte como re9.gio art&asel.comWenWEongLZong

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Austr=lia Dma @uestão de Estado %reati'eaustralia)arts)go')au

Uong Vong/ Pe!uim ou bangai gan6am %res%ente rele'+n%ia no %alend-rio das ,eiras de arte %ontem#or+nea/ %om #rotagonistas %omo 9rt <asel7 -EF9F ou )ot:e&A^s a interna%ionali(arem.se #ara o no'o e#i%entro do mer%ado das artes mundial) A in%erte(a e%on0mi%a est- a atrair o in'estimento #ara o mer%ado das artes e a e"igir no'as %om#et8n%ias artísti%as nos tradi%ionais ser'iços de gestão de ati'os !ue são #restados #elas instituiç$es ,inan%eiras) Begundo a #ar%eria ?eloitteW9rt-actic7 o mer%ado global de ,undos de in'estimento em arte subiu !uase 0A em 2012/ im#ulsionado #ela %res%ente #ro%ura de in'estidores %6ineses)

(reative 9ustralia designa a no'a #olíti%a #1bli%a %ultural do go'erno australiano) A a#osta est- no re,orço da %oo#eração entre todos os ní'eis da administração #ara mel6or arti%ular estrat4gias !ue #ermitam ao setor %ultural e %riati'o deter as %om#et8n%ias/ os re%ursos e a resili8n%ia ne%ess-rias #ara desem#en6ar um #a#el ati'o no re,orço da %om#etiti'idade e da %oesão do #aís) Para a interna%ionali(ação da %ultura e da %riati'idade australianas/ esta %oo#eração estrat4gi%a 4 uma o#ortunidade #ara tirar #artido da globali(ação e das no'as te%nologias e #Zr ,im 7 tirania da dist+n%ia !ue a,asta'a a Austr-lia do mundo)

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

Parte IV Sinergia turística

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A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa

orma e"#ortadora) Bão identi.undamento %om#etiti'o dos #rodutos turísti%os e da %ontribuição do turismo #ara a interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) 88 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .5 .o%o 'ai a!ui #ara a sinergia turísti%a/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia da %ultura na atração de turistas e #ara a rele'+n%ia do turismo %omo #lata.í%ios do re.i%ados bene.orço da %ontribuição da %ultura e da %riati'idade #ara o a#ro.

ileiras industriais no es.orço de interna%ionali(ação do #aís) Portugal est.*ntrodução 5 n1mero de turistas interna%ionais !ue 'ia&ou #elo mundo ultra#assou a barreira dos mil mil6$es em 2012) 5 #oten%ial de e"tro'ersão da %ultura e da %riati'idade não #ode dei"ar de #assar #elo turismo) *esta sinergia turísti%a/ %onta a rele'+n%ia da %ultura na atração de turistas e no a#ro.ormação) 3stas %onstituem o interface entre a segmentação dos mer%ados turísti%os segundo as %araterísti%as dos %onsumidores e a di.%lientes? de >multi.i%os 9*euts et al)/ 2013:) 89 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .irmação nos mer%ados interna%ionais) 5 %ontributo do turismo #ara a 'isibilidade interna%ional da %ultura lo%al de#ende de %omo a interação 4 #romo'ida e de %omo as mani.eren%iação dos destinos segundo as %araterísti%as do territ0rio 9cf.1M.orma e"#ortadora) A a!uisição de bens e de ser'iços #elos turistas estrangeiros 4 das maiores e"#ortaç$es #ortuguesas e ri'ali(a %om as #rin%i#ais .segmentos? de mer%ado/ %om >multi.entre os 30 #aíses do mundo !ue mais gera re%eitas %om o turismo) B0 em 2012/ os aero#ortos na%ionais re%eberam 12/6 mil6$es de #assageiros de 'oos interna%ionais/ as unidades 6oteleiras 6os#edaram / mil6$es de estrangeiros e #elos #ortos #assaram 1/3 mil6$es de #assageiros de %ru(eiros em tr+nsito marítimo) 5 turismo 4 uma ati'idade intensi'a em %on6e%imento e em in.origens? e suas >multi. 5s destinos turísti%os são 6o&e -reas multi#roduto #ara >multi. (aixa I6.estaç$es %ulturais são a#reendidas #elos turistas) A %om#etiti'idade de um destino turísti%o de#ende %ada 'e( mais do %on6e%imento dos turistas/ de modo a dis#onibili(ar in.moti'aç$es?) Mrandes em#resas interna%ionais 9%omo o#eradores turísti%os ou %om#an6ias a4reas: e #e!uenos #restadores lo%ais de ser'iços 9alo&amentos/ restaurantes/ #asseios organi(ados/ ati'idades %ulturais/ et%): interagem %om %lientes do mundo inteiro) A identidade %ultural 4 %entral no 'ín%ulo entre turismo e territ0rio) A autenti%idade e a originalidade %ontribuem #ara a di.undamento %om#etiti'o dos #rodutos turísti%os e a rele'+n%ia do turismo %omo #lata.eren%iação dos destinos turísti%os e #ara a sua a.ormação #ersonali(ada/ abrangente e atuali(ada sobre bens e ser'iços orientados #ara segmentos de mer%ado es#e%í.

5s #ro%essos de ino'ação !ue re.ormação) @o #onto de 'ista estrat4gi%o 9Porter/ 1985:/ a di.orçam a singularidade do destino re!uerem a %olaboração dos inter'enientes do mer%ado/ do territ0rio e do sistema de %i8n%ia e te%nologia/ de'endo ser entendidos de .orma sist4mi%a) C$i'$ I"()( #obre di9erenciação interação e segmentação !i1erenciar destinos @i.i%iarem de %res%entes .eren%iação tra( uma #osição de %on%orr8n%ia mono#olísti%a a um destino/ o.a%ilidades nos trans#ortes interna%ionais e na %ir%ulação de in.undamental no %onte"to de %om#etição global/ %om destinos de todo o mundo a bene.i%ação a !ue uma estrat4gia de liderança de %ustos tende a %ondu(ir d %om as ine'it-'eis %onse!u8n%ias negati'as sobre o territ0rio e a degradação das suas %araterísti%as ambientais/ #aisagísti%as e %ulturais) 3sta ideia tem sido re.eren%iar os destinos turísti%os 4 .unção de %araterísti%as #r0#rias re%on6e%í'eis: e >-reas‐mer%adoria» 9indistintas/ massi.ere%endo uma e"#eri8n%ia turísti%a !ue não 4 sus%etí'el de ser o.orçada ao longo das 1ltimas d4%adas #or autores %omo Milbert 91990:/ !ue distingue os destinos turísti%os entre >-reas‐estatuto» 9di.ere%er bens e ser'iços de maior 'alor a%res%entado e redu(ir os im#a%tos da massi.eren%iada #ermite atingir segmentos de mer%ado %om maior #oder a!uisiti'o/ o.eren%iador re!uer um 90 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .erta de uma e"#eri8n%ia di.i%adas e de bai"o %usto:) A obtenção desse estatuto di.eren%iadas em .ere%ida noutro lugar) A o.

!:) 5#eradores turísti%os/ ag8n%ias de 'iagens/ %om#an6ias a4reas/ ser'iços de alo&amento ou de mobilidade desem#en6am um #a#el de%isi'o em %ada destino turísti%o/ mas não determinam a singularidade ou a atrati'idade de um lugar) 5utros ser'iços e e!ui#amentos !ue . (aixa III.ere autenti%idade e a torna distinta) Como Cra%oli%i et al) 9200 : sinteti(am/ >um $estino tur/stico pro$u* um pacote composto $e serviços $e turismo com &ase no seu potencial $e oferta local?) 5 turismo 4 um aglomerado trans'ersal/ abrangendo um gru#o alargado de ati'idades e%on0mi%as/ %u&os ser'iços são .uturo 9Votler et al)/ 2005:) 91 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .#resente nas orientaç$es da Comissão 3uro#eia #ara a %om#etiti'idade turísti%a 9Comissão 3uro#eia/ 2009:) A tem#oralidade e a es#a%ialidade da ati'idade turísti%a 9o %onsumo e a #rodução de ser'iços turísti%os o%orrem ao mesmo tem#o e no mesmo lo%al: distinguem‐na de outras ati'idades e%on0mi%as e estabele%em um 'ín%ulo direto entre o turismo e as %araterísti%as #r0#rias e es#e%í.a %on6e%er e se trans.a(em #arte do !uotidiano da %omunidade lo%al 9%omo restaurantes/ %om4r%io/ bares ou 'ida noturna: são rele'antes e ne%ess-rios #ara um destino turísti%o/ a#esar do seu %ar-ter distinti'o tamb4m não de#ender geralmente deles) : a cultura .es.orne%edores/ %onsumidores e instituiç$es #1bli%as 9Ou6alis/ 2000:) 3sta ideia tamb4m est.ue di1erencia A a.orço #ermanente de ino'ação e #ressu#$e .orma ao longo do tem#o 9Poon/ 1994:/ %omo resultado das #ermanentes interaç$es entre em#resas/ .orma %omo o destino se d.ortemente a imagem a #ro&etar no .le"ibilidade na .orços signi.i%as do territ0rio) Como Normi%a e Vot6ari 92008: salientam/ o turismo 4 orientado #elo lugarJ a e"#eri8n%ia turísti%a não de#ende e"%lusi'amente dos bens e dos ser'iços %onsumidos #elos turistas mas tamb4m do meio ambiente e da %omunidade onde a 'isita o%orre) D esse %onte"to da e"#eri8n%ia turísti%a !ue l6e %on.irmação de uma >mar%a‐lugar? en'ol'e relaç$es din+mi%as entre entidades muito di'ersas e es.i%ati'os de %oordenação 9UanXinson 2004:/ onde o #ro%esso 6ist0ri%o de e'olução do destino turísti%o %ondi%iona .orne%idos #or um grande n1mero de em#resas de 'ariados setores 9cf.

ortale%e a identidade de %ada destino) Tamb4m #ode %ontribuir #ara a interna%ionali(ação da %ultura na medida em !ue os turistas são #oten%iais %onsumidores de um %on&unto de bens e de ser'iços de índole %ultural e %riati'a) A de.amiliares e amigos #or 36A/ a nature(a #or 26A e a %ultura #or 22A dos !uase 2 mil in!uiridos na 232 E 92 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .erentes) Como %on%lui C6ambers 92009:/ o turismo não re.4riasJ • Puando !uestionados sobre os #rin%i#ais moti'os das .eridos #or 40A dos euro#eus/ a 'isita a .eren%iação dos destinos turísti%os tendem a de#ender mais dos re%ursos naturais e %ulturais do !ue dos bens e dos ser'iços estritamente orientados #ara o turismo 9'er/ #or e"em#lo/ Vo(aX e Fimmington/ 1999:) 5 turismo bene.es culturais Begundo os resultados do in!u4rito #romo'ido #ela Comissão 3uro#eia sobre as atitudes dos euro#eus !uanto ao turismo/ a %ultura 4 rele'ante na de%isão do destino de .A singularidade e a di.inição de #adr$es interna%ionais #ara a utili(ação turísti%a de sítios %ulturais/ %omo a %lassi.ere re%on6e%imento em termos de %onser'ação e estimula a #ro%ura turísti%a) A identidade %ultural e a mem0ria 6ist0ri%a não são !uest$es ne%essariamente %onsensuais no %onte"to da %omunidade lo%al) A %ultura/ o #atrim0nio ou a mem0ria %oleti'a #odem ser ob&eto de %on.a%to/ a 6erança 6ist0ri%a 4 tamb4m uma re#resentação/ uma mem0ria sub&eti'a %onstruída %oleti'amente/ #ermanentemente em dis%ussão e re%onstrução/ resultando de #ers#eti'as #olíti%as e ideol0gi%as #oten%ialmente %on.lete a#enas a %ultura e o ambiente lo%ais/ %omo %ontribui #ara os re%riar) @e .lituais 9%omo 4 dis%utido/ #or e"em#lo/ #or Uarrison/ 2005:) 5 en'ol'imento ati'o de agentes e %omunidades lo%ais nos #ro%essos de #laneamento/ de desen'ol'imento e de e"e%ução de ati'idades de turismo 4 dese&-'el #ara #reser'ar o !ue 4 rele'ante #ara a %omunidade) Turismo e mani1estaç.orma %omo ela .ronto entre #ers#eti'as di.4rias de 2012/ o sol e a #raia são re.i%ia da %ultura #ela .i%ação de Patrim0nio <undial #ela 2nes%o/ %on.

orma/ #odem ser di'ersas as .erta turísti%a) 2m e"em#lo 4 o da m1si%a tradi%ional/ %omo o .orm-ti%as %om in.i%ado/ 7s mais imateriais/ %omo os modos de 'ida e os 6-bitos das #o#ulaç$es lo%ais) <aterial e imaterial nem sem#re 4 #assí'el de se#aração/ sendo .ustria/ Ninl+ndia ou Bu4%ia são im#ortantes mer%ados emissores de turistas onde a %ultura mais #esa na de%isão de 'oltar a um destino) A sinergia turísti%a 4 am#la e estende.eminino 92 A:/ mais no'os 929A: e %om maiores !uali.ustria/ 29A na @inamar%a/ 2 A na Aleman6a e na 3s#an6aE • Puando !uestionados sobre os #rin%i#ais moti'os #ara regressar ao mesmo destino/ o sol e a #raia são re.re!uentemente %ombinado do #onto de 'ista da o.ormação de interesse sobre %ulturas lo%ais) 3ntre o #atrim0nio %onstruído/ desta%am‐se normalmente os sítios ar!ueol0gi%os/ monumentos 6ist0ri%os/ tem#los religiosos ou ar!uitetura/ sobretudo de uma 4#o%a 93 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%ado #ela 2nes%o %omo Patrim0nio Cmaterial da Uumanidade) Ainda !ue se trate de uma .se das .ormas de utili(ação desses elementos #elos turistasJ a 'isita indi'idual e autonomi(ada a um lo%al de interesse/ as 'isitas ou os roteiros organi(ados %om guias‐intér#retes ou at4 a a#resentação e re#resentação de elementos %ulturais nos #r0#rios lo%ais de alo&amento turísti%o) 3m %onse!u8n%ia do %onta%to desen'ol'ido durante a e"#eri8n%ia turísti%a/ #odem e"istir im#li%aç$es #ositi'as sobre o %onsumo de bens e de ser'iços mesmo a#0s a 'iagem) Claros e"em#los são os bens gastron0mi%os/ os bens %ulturais/ alguns bens industriais 9ligados aos t8"teis/ #or e"em#lo: ou a#li%aç$es in.orma de e"#ressão !ue se #ode tradu(ir em elementos materiais/ %omo os dis%os ou os e'entos musi%ais) @a mesma .ado/ %lassi.ormas %ulturais mais materiais/ %omo o #atrim0nio edi.amiliares e amigos #or 31A e as atraç$es 6ist0ri%as %ulturais #or 26A dos !uase 2 mil in!uiridos na 232 / a #ar do ní'el de #reçosE • A %ultura 4 moti'o in'o%ado #ara re#etir um destino de .eminino 923A:/ a%ima dos 55 anos 925A: e %om maiores !uali.i%aç$es 925A:) Bão os 3stados.i%aç$es 932A: ou a estudar 933A:) @inamar%a/ 3s#an6a/ .4riasJ 35A na O4lgi%a/ 33A na Uolanda/ 30A na .4rias sobretudo #elos in!uiridos do se"o .membros %om maior #oder de %om#ra !ue mais en%aram a %ultura %omo moti'o das . .eridos #or 44A/ a 'isita a .• A %ultura 4 sobretudo in'o%ada #elos in!uiridos do se"o .

a%to de usu.ormação de en!uadramento 6ist0ri%o e so%ial/ %u&o grau de e"ig8n%ia 'aria %on.raestruturas !ue re!uerem in.6ist0ri%a ou re.undamental #ara !ue se #ossa #restar in.ado: ou em unidades de alo&amento 96ot4is e resorts:) 3stas ini%iati'as #odem %ontribuir #ara !ue os turistas %onta%tem %om .esti'ais de m1si%a !ue Portugal organi(a no 'erão) Combinados %om o %lima e a #aisagem/ %a#tam signi.re!uentemente organi(ados em restaurantes 9%omo a%onte%e em [isboa ou em Coimbra %om o .i%ati'os e!ui#amentos sonoros são .orma não teriam a%esso) *o entanto/ tra(er estes e'entos #ara o interior das unidades 6oteleiras #ode redu(ir o %onta%to dos turistas %om as %omunidades lo%ais e %ontribuir 94 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ol%lore:/ a !ue de outra .ruírem de e"#eri8n%ias satis.re!uentemente elementos de%isi'os #ara a es%ol6a de um destino turísti%o/ não %ontribuem/ #or si s0/ #ara a lealdade de uma no'a 'isita #elos turistas/ #ois tendo sido 'isitados uma 'e(/ não irão tra(er no'idades rele'antes numa segunda 'isita) Por outro lado/ re!uerem alguma in.at0rias tem #oten%iais e.ormação %onte"tuali(ante/ tradu(ida em '-rias línguas/ sobretudo !uando e'o%am .i%ati'os turistas) Ainda !ue se trate sobretudo de &o'ens/ %om #oder a!uisiti'o relati'amente redu(ido/ o .eren%iada #elo #restígio do autor/ mas tamb4m !uando re#resenta uma %erta .ases das suas 'idas) 5utros e'entos de menor dimensão 9%omo os %on%ertos musi%ais ou os .ormas %ulturais ligadas 7 região ou ao #aís de origem) Con6e%er a origem e as moti'aç$es dos 'isitantes dos museus 4 .orme as %araterísti%as e interesses dos 'isitantes) 5 mesmo #ode a%onte%er %om os museus/ ainda !ue/ em %asos e"%e%ionais de #restígio e de %a#a%idade de a#resentar %oleç$es #eri0di%as de ele'ada !ualidade/ alguns deles #ossam ser moti'o de 'isita re#etida a uma %idade) @o #onto de 'ista de utili(ação turísti%a os museus são in.ormas de e"#ressão musi%al tradi%ionais 9%omo os gru#os de .orma musi%al 4 interna%ionalmente re%on6e%ida/ estes es#et-%ulos %ontribuem #ara moti'ar a 'isita e são #ro%urados #elos turistas) 3s#et-%ulos musi%ais de #e!uena dimensão e !ue não re!ueiram signi.esti'ais de &a(( ou de >m1si%a do mundo?: #odem %ontribuir #ara mel6orar a e"#eri8n%ia da 'isita) 3m %asos e"%e%ionais/ !uando uma determinada .ormação ade!uada) Mrandes e'entos %ulturais tamb4m tendem a %onstituir elementos de atração turísti%a/ %omo 4 o %aso dos .eren%iação asso%iada ao lugar) Bendo .eitos #ositi'os sobre a #ossibilidade de re#etição da 'isita/ noutros %onte"tos/ %om outros ob&eti'os e noutras .orma de di.

eiras de artesanato ou outros e'entos ligados 7 6ist0ria lo%al/ %omo as .ormação rele'ante #ara a sua inter#retação) 2m %res%ente n1mero de unidades de alo&amento turísti%o o.eiras medie'ais:) 3ste ti#o de ini%iati'a o%orre .ere%endo a#oio .ormadas em museus 9%omo a Central Te&o/ em [isboa:/ unidades de trans.re!uentemente em (onas rurais/ ou #elo menos a.i%a) Bão disto e"em#lo os .se 7 literatura/ 7 m1si%a ou ao %inema) Cidades #ro%uram atrair reali(adores %on6e%idos ou grandes #roduç$es/ o.ormas de artesanato ou de gastronomia lo%al e de se a#renderem as #r0#rias t4%ni%as em #e!uenos %ursos) 3stas #r-ti%as s0 são #ossí'eis em unidades 6oteleiras de ra(o-'el dimensão/ mas tamb4m #odem ser organi(adas nos es#aços de #rodução 6abituais de artesanato lo%al/ desde !ue se %riem as %ondiç$es ne%ess-rias/ sendo o trans#orte e a língua obst-%ulos im#ortantes) A #romoção turísti%a estende.ilmes do reali(ador norte‐ameri%ano _oodL Allen %om Oar%elona/ Paris e Foma no título) Paradigm-ti%a 4 a #ar%eria da %om#an6ia a4rea TA< e da Mlobo #ara %omer%iali(ar os roteiros turísti%os dos lo%ais onde são gra'adas as s4ries e as no'elas !ue a %adeia de tele'isão e"#orta #ara mais de 130 #aíses) 9" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ere%e a #ossibilidade de se %on6e%erem .inan%eiro 7 #rodução %inematogr-.se de um as#eto #arti%ularmente im#ortante em regi$es %u&o #rin%i#al moti'o de atração 4 a #raia 9%omo o Algar'e ou o litoral do Alente&o:/ #odendo aumentar o %onta%to dos 'isitantes %om o interior dessas regi$es) 5 #atrim0nio industrial e artesanal/ ati'o ou inati'o/ #ode ser tamb4m moti'o de atração turísti%a/ sendo &.astadas dos #rin%i#ais %entros urbanos/ o !ue #ressu#$e a dis#onibilidade de ser'iços de trans#orte 7 dis#osição dos turistas) Trata.#ara alguma des'irtuação das tradiç$es lo%ais/ em %onse!u8n%ia da ada#tação aos gostos de uma audi8n%ia e"%lusi'amente turísti%a) 5s es#et-%ulos #odem ser %ombinados %om outras ini%iati'as ligadas ao #atrim0nio lo%al 9mostras gastron0mi%as/ .ormação ou %omer%iali(ação de #es%ado 9o mer%ado de #ei"e e o leilão do atum %onstam da o.e"#lorado em bastantes %asosJ antigas unidades industriais re#resentati'as de uma determinada 4#o%a e trans.erta turísti%a em T0!uio:/ (onas de #rodução de sal/ antigas minas ou #e!uenas unidades de #rodução de artesanato #odem %onstituir tamb4m interesses da 'isita/ e'entualmente en!uadrados em roteiros !ue in%luem #atrim0nio natural e gastron0mi%o e ne%essariamente a#oiados #or in.

ação obtida #elos 'isitantes %ria %ondiç$es #ara !ue o %onsumo se #rolongue #ara l.ação %om o seu %onsumo durante a 'iagem) *o %aso #ortugu8s/ desta%am.ilmes/ li'ros e outros %onte1dos multim4dia sobre o territ0rio 'isitado) 5utros #rodutos !ue #odem .ado %ertamente %ontribui #ara a atrati'idade turísti%a de [isboa e assistir a este es#et-%ulo %onstitui uma das e"#eri8n%ias !uase obrigat0rias dos turistas !ue 'isitam a %idade) Tamb4m a literatura #ode ter esse e.A notoriedade interna%ional do .undamente ligados ao lo%al de origem) *a realidade/ a gastronomia #ortuguesa distingue‐se muito mais/ #or e"em#lo/ da do norte da 3uro#a do !ue da dos #aíses mediterr+ni%os) 5s bens ligados ao artesanato t8m um ele'ado #oten%ial de e"#ortação/ sobretudo !uando/ al4m de um %ar-ter identit-rio da região/ t8m um %ar-ter utilit-rio #ara al4m da re%ordação) 9$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ação %om a e"#eri8n%ia turísti%a/ #elo #ra(er !ue #ro#or%iona o %onta%to atra'4s de .es *a medida em !ue #ro#or%iona ao 'isitante o %onta%to %om um %on&unto alargado de bens e de ser'iços de índole %ultural e %riati'a !ue não %on6e%ia/ a #r0#ria e"#eri8n%ia turísti%a 4 uma e"#ortação !ue #romo'e as e"#ortaç$es/ uma 'e( !ue a satis.i%iar da e"#eri8n%ia turísti%a são os ligados 7 alimentação e 7s bebidas) 3lementos gastron0mi%os dos territ0rios 'isitados !ue se&am des%on6e%idos 9ou #ou%o a%essí'eis: dos 'isitantes gan6am #oten%ial de e"#ortação !ue resulta da satis.a%ilmente bene.da estada no destino turísti%o) 2m e"em#lo 4 a a!uisição %ontinuada de #rodutos mais ligados 7 #rodução artísti%a/ %omo m1si%a) 5s %on%ertos e demais e'entos musi%ais surgem a!ui %omo montra #ara a interna%ionali(ação) 5 mesmo se #ode a#li%ar a artes %omo a #intura ou a es%ultura) Tamb4m o %inema ou a literatura #odem bene.orço da #resença interna%ional da %ultura tem um im#a%to #ositi'o na #ro%ura turísti%a) Turismo e promoção das e-portaç.eito/ moti'ando os leitores a %on6e%er os lugares onde se desenrolam os enredos dos li'ros !ue leram) 5 re.i%iar da satis.se 'in6os/ li%ores/ aguardentes/ a(eite/ !uei&os/ en%6idos/ %onser'as/ %om#otas/ doçaria/ %omo #ast4is de nata/ ou #ão) @o #onto de 'ista do turista/ a originalidade destes #rodutos de#ende tamb4m dos seus #r0#rios 6-bitos alimentares/ !ue estão #ro.

orma da es%ol6a de uma no'a #rimeira resid8n%ia #ara um %i%lo de en'el6e%imento %ada 'e( mais longo/ tal %omo re#resenta um elemento determinante na sustentabilidade da o.orço do #a#el das ati'idades de bens e ser'iços transa%ion-'eis no modelo de %res%imento da e%onomia #ortuguesa) 9' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orma semel6ante/ alguns bens industriais 9#or e"em#lo/ os bens ligados aos t8"teis ou ao 'idro de maior %onta%to %om os turistas: tamb4m t8m o#ortunidades a%res%idas de e"#ortação)A e"#ortação destes bens e ser'iços não de#ende a#enas da sua 'isibilidade e a%essibilidade durante o #eríodo de 'isita dos turistasJ 4 ne%ess-rio !ue essas se manten6am a#0s o regresso dos 'isitantes aos seus lo%ais de origem/ atra'4s da internet ou da #resença .etação dos re%ursos e #ara o re.atores %om#etiti'os/ %om a dimensão do #atrim0nio 6ist0ri%o e %ultural a%umulado/ a e"tensão do #atrim0nio natural ainda #reser'ado da #ressão industrial e urbanísti%a/ os ní'eis salariais e a !ualidade dos ser'iços a se %on&ugarem/ %om muitos outros as#etos/ #ara gerarem uma .erta de bens e de ser'iços/ isto 4/ mar%ada #elas %araterísti%as da sua lo%ali(ação territorial) As 'iagens e turismo %onstituem assim um me%anismo de e"#ortação !ue se di.ísi%a) 3sta #resença re!uer a de.i%ientes de distribuição/ de %omer%iali(ação e de #romoção/ in%luindo a organi(ação de e'entos) @o #onto de 'ista da gestão de re%ursos 9.erta de e!ui#amentos e ser'iços numa l0gi%a #lurianual 9%omo/ #or e"em#lo/ na guarda e manutenção de embar%aç$es na n-uti%a de re%reio: ou na 'iabili(ação de #roduç$es artísti%as e %ulturais asso%iadas 7 re'itali(ação do #atrim0nio) A es#e%i.residentes no #aís/ as 'iagens e turismo %on.erta de um 'asto %on&unto de ser'iços/ nomeadamente de mobilidade/ de sa1de/ de segurança e de la(er) 3m segundo lugar/ o turismo surge %omo uma -rea absolutamente trans'ersal de ati'idade e%on0mi%a/ %ombinando '-rios setores e #rodutos sob a 4gide do 'alor da e"#eri8n%ia turísti%a) 5 turismo não #ode ser %on%ebido %omo um sim#les setor e%on0mi%o de .um &ogo mais %om#le"o entre .as 9mobilidade/ alo&amento/ restauração/ artes/ %ultura/ la(er/ segurança/ sa1de/ entre muitas outras: e ati'os 9#atrim0nio natural e 6ist0ri%o/ material e imaterial/ #aisagem e est4ti%a/ museologia e ar!uitetura/ entre muitos outros:/ #rotagoni(ada #elas #r0#rias es%ol6as e ini%iati'as dos utili(adores 9turistas:) 3m ter%eiro lugar/ as 'iagens e turismo surgem %omo um %anal #r0#rio de e"#ortação %entrado na mobilidade das #essoas/ sendo os %onsumidores !ue se deslo%am at4 aos mer%ados e lo%ais de 'enda e não os #rodutos !ue são deslo%ados at4 aos mer%ados e aos %onsumidores) Puando en'ol'em 'ia&antes não.i%o de e"#ortação aberto #elo desen'ol'imento do turismo não se limita aos bens e ser'iços de %onsumo #odendo assumir/ em '-rios domínios/ uma im#ort+n%ia determinante) Com e.orço da #resença de di'ersas .iguram um %anal de e"#ortação de bens e ser'iços mas tamb4m um 'eí%ulo es#e%í.i%idade do turismo/ ati'idade trans'ersal onde im#orta %om#reender a inse#arabilidade da %om#etiti'idade das em#resas da %om#etiti'idade dos territ0rios/ e"#li%a %omo se tem 'indo a mani.ronteiras bem delimitadas/ mas %omo uma 'asta aglomeração não 6ierar!ui(ada de ati'idades e tare.orma de a%esso 7 segunda resid8n%ia/ se&a na .er8n%ia territorial determinante) 5s #rodutos turísti%os/ #ara al4m de %ombinarem m1lti#los bens e ser'iços/ integram as %araterísti%as globais/ reais ou #er%ebidas/ dos territ0rios 9#aíses/ regi$es/ %idades e %om#le"os:/ re.inição de mer%ados #riorit-rios/ me%anismos e.orte geometria 'ari-'el) As 'antagens %om#etiti'as duradouras !ue a e%onomia #ortuguesa a%umulou em mat4ria de turismo %onstituem um ati'o #ara a im#erati'a 'iragem na a.orçando ou diminuindo a res#eti'a atrati'idade e %om#etiti'idade) 5 desen'ol'imento da base territorial dos #rodutos turísti%os %onstitui/ assim/ uma ala'an%a de #romoção da !ualidade de 'ida dos residentes/ na medida em !ue en'ol'e a e"#ansão da o.orma mais mitigada neste setor o !uadro global da reorgani(ação e redistribuição do #oder e%on0mi%o 7 es%ala mundial entre e%onomias ditas a'ançadas e e%onomias ditas emergentes) 3m %ausa est.eren%iação !ue se organi(am e se estruturam %om base numa re.estar de .@e .i%o de interna%ionali(ação em termos de #r-ti%as em#resariais/ de 6-bitos de %onsumo e de .ormatos de neg0%io/ nomeadamente) 5 al%an%e do %anal es#e%í.ormas de e"#ressão da %ultura na%ional) "ai2a *7+2+ #obre o turismo como plata9orma de e2portação de !ortugal 5 im#a%to da globali(ação no turismo gerou uma ati'idade %ada 'e( mais global ao ní'el da #ro%ura/ mas ainda mais lo%al e des%entrali(ada ao ní'el da o.undamental na e"#ortação do imobili-rio de la(er/ se&a na .eren%ia #or tr8s as#etos #rin%i#ais) 3m #rimeiro lugar/ os #rodutos turísti%os surgem %omo %ombinaç$es %om#le"as de bens e de ser'iços su&eitos a #rin%í#ios de atrati'idade e de di.eito/ o turismo surge %omo um 'eí%ulo .inan%eiros e logísti%os: 7 interna%ionali(ação/ #ode ser #onderada a %ombinação da #romoção turísti%a %om a #romoção de bens e ser'iços #ara e"#ortação e %om um re.

oi res#ons-'el #or !uase no'e mil mil6$es de euros de e"#ortaç$es diretas de bens e de ser'iços/ in%luindo !uase sete mil mil6$es de euros de %onsumo turísti%o de 'isitantes não residentes no n1%leo duro de ati'idades turísti%as/ in%luindo alo&amento e restauração/ ag8n%ias de 'iagens/ ser'iços de trans#orte e ser'iços de la(er e de %ultura) 3sta #lata.orço do res#eti'o #oten%ial de %riação de ri!ue(a e de em#regos/ as tend8n%ias demogr-.oi ainda res#ons-'el #or mais de seis mil mil6$es de euros de e"#ortaç$es indiretas de outras ati'idades/ in%luindo ati'idades #rim-rias/ ind1stria/ %onstrução/ %om4r%io e outros ser'iços) Fonte1 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os O!"1!M7 Exportaç#o7 valor e crescimento7 (aixa Geral $e ?epósitos 98 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%as relati'as ao en'el6e%imento da #o#ulação nas so%iedades %om ní'el de 'ida mais ele'ado/ o gan6o de rele'+n%ia dos %uidados de sa1de na determinação das %ondiç$es !ue su#ortam a !ualidade de 'ida no longo #ra(o e a transição #ara um #aradigma de %onsumo mais segmentado) Considerando as des#esas de %onsumo dos 'isitantes não residentes/ a so%iedade de %onsultores Augusto <ateus = Asso%iados estimou !ue o 'asto aglomerado trans'ersal de ati'idades em torno das 'iagens e turismo em Portugal %onstitui a #rin%i#al base de e"#ortação da e%onomia na%ional/ !ue o%u#a a mel6or #osição %om#etiti'a entre as #rin%i#ais ati'idades transa%ion-'eis na%ionais em termos de &enc:marNing interna%ional e !ue tem resistido mel6or 7 %on%orr8n%ia das e%onomias emergentes) 5s dados dis#oní'eis #ara 2008 demonstraram !ue o 'asto aglomerado trans'ersal de ati'idades em torno das 'iagens e turismo re#resentou um !uinto do es.orma de e"#ortação .orma de e"#ortação .orço global de e"#ortação da e%onomia #ortuguesa %om %er%a de 255 mil em#regos/ %om 6/4 mil mil6$es de euros de 'alor a%res%entado e %om 15/2 mil mil6$es de euros de 'alor bruto de #rodução) 3sta #lata.Con'ergem #ara o alargamento da gama de ati'idades trans'ersalmente aglomeradas em torno das 'iagens e turismo e/ desse modo/ #ara um re.

ormação sobre os territ0rios e as suas %ulturas) 3ssa du#la 6eterogeneidade .atores a %onsiderar) 5s .amília: ou o moti'o da deslo%ação 9neg0%ios/ .orma %omo se usu.ação obtida %om os ser'iços #restados) 5 ti#o de 'iagem 9so(in6o/ em gru#o ou %om a .luen%iam ne%essariamente o seu %om#ortamento en!uanto 'isitantes e at4 a satis.atores >pus:K estão rela%ionados %om moti'aç$es indi'iduais/ interiores a %ada #essoa/ e in.er8n%ias dos turistas 4 a%om#an6ada #ela 6eterogeneidade dos destinos turísti%os/ num %onte"to de grande .4rias/ 'isita a .rui do destino) 5 ní'el %ultural/ a in.a%ilita o a#are%imento de ni%6os de mer%ado es#e%iali(ados/ onde uma o.i%os 9Uassan/ 2000:) Tal im#li%a a %riação e o desen'ol'imento de #rodutos turísti%os ade!uados a essas moti'aç$es e e"#etati'as #arti%ulares) *as abordagens te0ri%as sobre as moti'aç$es dos turistas/ 4 generali(adamente a%eite a ideia de Crom#ton 919 9: dos dois ti#os de .ruem dos destinos turísti%os %omo >uma e"#eri8n%ia abrangente/ muitas 'e(es sem #er%eber !ue %ada elemento do #roduto 4 #rodu(ido e gerido #or agentes indi'iduais? 9Ou6alis/ 2000: e a !ualidade dessa e"#eri8n%ia turísti%a de#ende da satis.luen%iam a de%isão de 'ia&ar 9'ontade de des%ansar/ es%a#ar 7 rotina/ %on6e%er/ e"#erimentar 99 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ação obtida %om esse alargado %on&unto de ser'iços #restados #or em#resas e #or organi(aç$es aut0nomas) Cm#orta #ois reter !ue essa satis.4egmentar 5s turistas usu.erta #arti%ular baseada em re%ursos end0genos lo%ais #ode ser dirigida a gru#os de %onsumidores es#e%í.es dos turistas As %araterísti%as indi'iduais de %ada turista 9idade/ se"o/ origem/ edu%ação/ rendimento ou e"#eri8n%ia en!uanto 'ia&ante: in.neas multipro$uto e multi‐clienteK 9<atias et al)/ 200 :) Cultura e motivaç.a%ilidade na obtenção de in.inidos %omo Horgani*ações $e negócios :eterog.ação #ode 'ariar de a%ordo %om as %araterísti%as/ as moti'aç$es e as e"#etati'as de %ada turista 9B%ott et al)/ 2009:) *a realidade/ os destinos turísti%os #odem ser de.ormação e o %on6e%imento #re'iamente ad!uirido sobre o territ0rio a 'isitar tamb4m determinam o %om#ortamento do turista) Atualmente/ a 6eterogeneidade das #re.amiliares e amigos/ et%): %ondi%iona ne%essariamente a .

ação 9Sa.atores >pullK de moti'ação dos turistas) Consoante a im#ort+n%ia !ue ten6am em %ada destino em #arti%ular/ #odem ser elementos %entrais na di.erentes %om#et8n%ias na língua lo%al/ di.i%os de turistas #ode %ontribuir #ara l6es #ro#or%ionar uma e"#eri8n%ia turísti%a mais satis.i%os de#ende da %a#a%idade de #er%eber %omo são a#reendidas #elos turistas as %araterísti%as lo%ais do territ0rio e/ em #arti%ular/ a 6erança %ultural/ nos seus as#etos materiais e imateriais) 5s elementos %ulturais lo%ais in%luídos na o.orçando a sua lealdade ao destino e #romo'endo a interna%ionali(ação da %ultura lo%al) Por e"em#lo/ uma e"%elente %oleção de #intura #ortuguesa #ode 'alori(ar signi.i%ati'amente a e"#eri8n%ia de um turista e %ontribuir #ara a e.a %orres#onder/ de .ormação e de %on6e%imento/ di.at0ria/ re.atores >pullK estão rela%ionados %om o territ0rio e in.er8n%ias de gru#os es#e%í.a'enturas/ roman%e/ et%):) 5s .i%os do mer%ado turísti%o) %lementos culturais locais A %a#a%idade de atingir segmentos de mer%ado es#e%í.erentes #reo%u#aç$es e moti'aç$es) Perante os mesmos elementos/ irão então obter di.ari e _aL/ 1994:) Poria et al) 92006: argumentam !ue a #er%eção da 6erança %ultural lo%al #elos turistas de#ende da sua #r0#ria 6erança %ultural e das suas moti'aç$es #ara a 'isita) <etro‐Foland 92011: demonstra %omo essas di.erta turísti%a são utili(ados #or %onsumidores %om di.orma a #oder ma"imi(ar as #oten%ialidades lo%ais no sentido de atrair os gru#os de turistas !ue #odem en%ontrar nesse territ0rio res#osta 7s suas ne%essidades e dese&os) As !uest$es %ulturais assumem a!ui um #a#el de%isi'o en!uanto .erentes ní'eis de satis.eren%iação do territ0rio e na %a#tação de segmentos es#e%í.erenças de #er%eção e de %om#ortamento resultam do %on6e%imento #r4'io anterior !ue %ada 'isitante tem sobre o destino 9>%on6e%imento %olateral?: e das suas moti'aç$es indi'iduais) Con6e%er as #re.erentes 'alores/ di.erentes ní'eis de in.luen%iam a es%ol6a do destino 9atraç$es/ %lima/ #aisagem/ ati'idades/ #atrim0nio/ et%):) D im#ortante #ara a gestão de %ada destino turísti%o %om#reender a !ue ti#o de moti'aç$es o territ0rio est.eti'a #romoção das artes no 100 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

e"terior/ mas não ter.eren%iação/ !ue #ode ser en%arado %omo um #roblema 9#ara !uem #re.rutar de uma e"#eri8n%ia di.ere manter a regularidade dos seus 6-bitos alimentares: ou %omo uma o#ortunidade de dis.í%ios sensaç$es *este %onte"to/ os ser'iços turísti%os %omo o trans#orte ou o alo&amento redu(em.#rimas agr-ria e"trair .nen6uma re#er%ussão sobre turistas !ue não se&am sensí'eis 7 #intura/ se&a #or ra($es de edu%ação/ #or #re.erem %orrer ris%os e manter 101 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .a(er tangí'el estandardi(ado in'entariado a#0s #rodução #rodutor utili(ador ser'iços ter%i-ria entregar intangí'el 7 medida entregue sob #ro%ura .orçar a %om#etiti'idade do destino turísti%o) Fonte1 (nuce$7 Relatório $a Economia (riativa !"1" 3ste sim#les e"em#lo ilustra a distinção do %om#ortamento dos turistas teori%amente assinalado na literatura) 5s turistas >alo%8ntri%os? #re.erentes sobre os 'isitantes) Por e"em#lo/ o .orne%edor %liente e"#eri8n%ias e"#eri8n%ia atuar memor-'el #essoal re'elado no momento en%enador %on'idado e%onomia .erente/ !ue se tradu( na ada#tação a no'as rotinas di-rias) "ai2a *7+3+ #obre o turismo e a economia da e2periBncia 5 turismo 4 um setor #ri'ilegiado #ara %om#reender o ad'ento da e%onomia da e"#eri8n%ia/ %on%eito surgido na transição #ara o s4%ulo bbC #ara designar a 'antagem %om#etiti'a e o 'alor a%res%entado !ue uma em#resa obt4m !uando inten%ionalmente usa >os serviços como palco? e os >&ens como a$ereços? #ara en'ol'er o %onsumidor atra'4s de um Hevento memorávelK.i%ati'amente mais tarde do !ue no *orte/ %onstitui um elemento sim#les de di.er8n%ias #essoais ou at4 #or #rioridades nas ati'idades a desen'ol'er durante a 'isita) Nre!uentemente negligen%iados/ os as#etos imateriais da %ultura lo%al/ !ue se tradu(em em todas as rotinas e 6-bitos de %om#ortamento !uotidiano/ tamb4m %om#$em a e"#eri8n%ia turísti%a/ %om #oten%iais im#a%tos di.atores da #ro%ura %araterísti%as !ualidade bene.#rimas da e"#eri8n%ia 1ni%a e memor-'el !ue o 'ia&ante #ro%ura obter) A di.erta 'endedor %om#rador .#rimas/ dos bens ou dos ser'içosJ >as experi+ncias s#o essencialmente pessoais7 existin$o apenas na mente $o in$iv/$uo Cue foi cativa$o a um n/vel emocional7 f/sico7 intelectual ou espiritual?) mat4rias.unção nature(a atributo m4todo de o.a%to de no Bul da 3uro#a se &antar signi.eren%iação indu(ida #ela %ultura e #ela %riati'idade são assim %ada 'e( mais rele'antes #ara re.se a mat4rias.ungí'el natural arma(enado em bruto nego%iador mer%ado bens industrial . A tabela de Pine e Milmore 91998: mostra %omo as e"#eri8n%ias se distinguem das mat4rias.

erentes narrati'as/ #oten%ialmente %on.ases de desen'ol'imento de um destino !ue a maioria dos 'isitantes tende a ser do ti#o >alo%8ntri%o? 9at4 #ela ine"ist8n%ia de uma o.erentes inter#retaç$es re#resentam #ontos de 'ista di.as%ínio %om a autenti%idade/ en!uanto realidade 1ni%a/ #ara o res#eito #elo signi.unção das suas moti'aç$es e interesses) 2ercantilização e comunidades locais A utili(ação turísti%a de re%ursos %ulturais de'e %onsiderar a sua #reser'ação a longo #ra(o e a sua im#ort+n%ia #ara as %omunidades lo%ais/ ainda !ue nem sem#re essa im#ort+n%ia se tradu(a em 'alor de mer%ado) 3ssa #reser'ação de'e #re'enir/ #or um lado/ os ris%os de sobre utili(ação de monumentos e de outros es#aços e e!ui#amentos #1bli%os e/ #or outro lado/ os ris%os de mer%antili(ação/ des'irtuação ou at4 %ontribuição #ara o desa#are%imento de .ormulação semel6ante/ Co6en 919 2: distingue estes 'isitantes >seguidores? dos a%ima >e"#loradores?) Ainda !ue estes ti#os de turistas %oe"istam em %ada destino 9C6ambers/ 200 :/ 4 a%eite nas #rimeiras .erta turísti%a) 102 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .lituais/ em .erentes de gru#os %om interesses di.erir e"#eri8n%ias seguras e #re'isí'eis 9Plog/ 19 2:) Com uma .orma %omo di.alguma in%erte(a em relação 7 'iagem/ re'elando es#írito de a'entura e dis#onibilidade #ara se en'ol'erem nos modos de 'ida lo%ais) 5s turistas >#si%o%8ntri%os? tendem a #re.erta turísti%a muito estruturada:/ aumentando a #ro#orção de turistas >#si%o%8ntri%os? 7 medida !ue o destino se %onsolida/ seguindo o modelo do %i%lo de 'ida das -reas turísti%as de Outler 91980:) Como resultado da abundante in.i%ado/ en!uanto .se do .erentes) Cada 'e( menos os turistas #ro%urarão uma 'ersão monolíti%a da 6ist0ria e da 6erança %ultural de um lugar/ #ara bus%ar di.ormação dis#oní'el sobre os '-rios destinos turísti%os e as suas %araterísti%as %ulturais e do %res%ente ní'el m4dio de edu%ação/ os turistas são %ada 'e( mais %ons%ientes do seu #r0#rio im#a%to sobre o ambiente e a %ultura dos lo%ais !ue 'isitam/ %omo assinala C6ambers 92009:) A inter#retação dos lugares tende assim a deslo%ar.ormas de e"#ressão %ultural menos sus%etí'eis de serem integradas na o.

a%e 7s #re.er8n%ias dos 'isitantes/ !uer atra'4s do desa#are%imento de ati'idades %ulturais !ue não se&am #ro%urados #elos turistas 9_Latt/ 2000:) A #arti%i#ação de atores lo%ais/ %omo as asso%iaç$es %ulturais/ nos #ro%essos de #laneamento do desen'ol'imento turísti%o 4 um as#eto .i%ultar a di'ulgação de outros g4neros musi%ais mais re#resentati'os das %ulturas tradi%ionais dessas regi$es) A mer%antili(ação de elementos %ulturais lo%ais num destino de turismo #ode trans.i%ado/ !uer em resultado de ada#taç$es .ere%idas noutras regi$es #ode des'irtuar a sua autenti%idade e in'iabili(ar ou di.i%i8n%ia e %oordenação e mudam o %om#ortamento dos turistas/ !ue gan6am autonomia na organi(ação das suas #r0#rias 'iagens/ bene.5 %aso #ortugu8s do .ormação/ da #ossibilidade de a!uisição de ser'iços %om muita ante%ed8n%ia e da .etam a .ormati(ados de reser'as/ os sistemas globais de distribuição e a generali(ação da internet im#useram im#ortantes mudanças nas #r-ti%as/ nas estrat4gias e nas estruturas da ind1stria turísti%a/ tornando o turismo num setor %ada 'e( mais intensi'o em in.i%ado %omo Patrim0nio Cmaterial da Uumanidade/ #ode e"em#li.ado/ g4nero musi%al %lassi.í%ios !ue as %omunidades lo%ais #ossam obter %om os #ro%essos de desen'ol'imento do turismo !ue/ em 1ltima an-lise/ de'em %ontribuir #ara a mel6oria da sua !ualidade de 'ida) *nteragir 5s sistemas in.ormar esses 'alores ou alterar o seu signi.ormação e %on6e%imento) T*C e turismo As te%nologias de in.ormação e %omuni%ação a.undamental na #reser'ação das identidades %ulturais das %omunidades) @essa #reser'ação tamb4m de#endem os bene.i%ati'os gan6os em e.i%ar este ris%oJ sendo interna%ionalmente re%on6e%ido #elos turistas !ue 'isitam Portugal/ 4 naturalmente #ro%urado inde#endentemente do lo%al onde a 'isita o%orra) Bendo um g4nero tradi%ionalmente ligado 7s %idades de [isboa e de Coimbra/ a sua in%lusão nas ati'idades %ulturais o.orma %omo são #restados os ser'iços %om signi.a%ilidade de #agamento) 103 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%iando da a%essibilidade da in.

otogra.ormação e territ0rio/ abrem no'as o#ortunidades de #romoção e de %omer%iali(ação de #rodutos turísti%os 9C6ang e CanedaL/ 2011:) A in.i%ação das redes so%iais) 5s turistas são 6o&e #rodutores de in.orma mais atrati'a e %om .i%ati'a as #e!uenas em#resas e"#ortadoras de ser'iços turísti%os/ !ue #assam a dis#or de me%anismos de #romoção das suas ati'idades 7 es%ala #lanet-ria) 2ediatização do turismo 5 im#a%to das te%nologias de in.ias e 'ídeos dos lugares 9<ansson/ 2011:) 5 .orte %om#onente 'isual/ das no'as e mais interati'as soluç$es de softBare #ara a maior autonomia do utili(ador nos seus #ro%essos de #es!uisa e de tomada de de%isão/ da massi.i%ia de .i%ação da internet #ara maior ra#ide(/ .a%ilmente 7 in.i%i8n%ia de motores de bus%a ou %om a %a#a%idade e 'elo%idade das redes de %omuni%ação mudaram o #laneamento das 'iagens #ara turistas e em#resas turísti%as) 3m #arti%ular/ a e'olução dos sistemas de in.orma muito signi.unção das suas moti'aç$es e ne%essidades es#e%í.ormação #ara es%ol6er os seus destinos em .orçar a e.ia e do design #ara a di'ulgação de in.ormação/ ou da designada Te& !.5s a'anços te%nol0gi%os rela%ionados %om a e.ati(am a im#ort+n%ia da in.ontes de in.a%ilidade e a%esso/ dos tele.ormação 4 então o #onto de %ru(amento entre o du#lo #ro%esso de di.ormação de .eren%iação dos destinos de segmentação dos mer%ados turísti%os) Por um lado/ %ada destino tem ." #ara desen'ol'imento das redes so%iais) Bigala 92010: salienta as no'as #ossibilidades de #ersonali(ar os #ro%essos de %omuni%ação e #ara desen'ol'er estrat4gias de gestão orientadas #ara a relação %om o %onsumidor 9(R5H(ostumer Relation 5anagement:/ em %onse!u8n%ia da massi.ogra.a%to de a #artil6a o%orrer entre gru#os de #essoas %om alguma a.i%a/ ligando in.ormação bene.a%ilitados meios e t4%ni%as de di'ulgação de o#ini$es/ .ormação sobre os destinos durante e de#ois da 'isita/ re%orrendo a .ormação e %omuni%ação sobre as ati'idades turísti%as tem sido am#lamente in'estigado) Por e"em#lo/ Aldebert et al) 92011: en.ones m0'eis #ara #ermanente %onta%to %om as .i%as) Tenden%ialmente gratuita/ esta %ir%ulação de in.i%-%ia da 104 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormação geogr-.inidade 9amigos ou seguidores: tende a re.a%ilidade em #romo'er/ globalmente/ atra'4s da internet/ as suas %araterísti%as #r0#rias e distinti'as) Por outro lado/ os turistas a%edem .

.er8n%ias dos turistas) Como re.ação obtida %om as e"#eri8n%ias turísti%as t8m uma e"#osição medi-ti%a sem #re%edentes/ im#ossí'el de %ontrolar) Al4m da in.ormação dos turistas em #rodutores de in.ormação 9te"tos/ estatísti%as/ imagens/ 'ídeos/ et%): a determinados #ontos do territ0rio tem 'indo a ser abundantemente utili(ada em ser'iços ligados ao turismo/ !uer em es#aços ao ar li're 9#er%ursos no interior de uma região/ #ar!ues naturais/ %idades/ et%): !uer em es#aços .[o#e( et al)/ 2011:) <ais do !ue sobre as estrat4gias de %omuni%ação dos #restadores turísti%os/ a #ressão 4 %olo%ada sobre a !ualidade dos ser'iços turísti%os #restados) 5s desen'ol'imentos nas te%nologias #ara #rodução e 'isuali(ação de in.erentes su#ortes de %omuni%ação e m1lti#las .erem @asXalo#oulou et al) 92009:/ a %riação de redes de em#resas de turismo são ne%ess-rias 7 #ro'isão do #roduto turísti%o total) H9s re$es contri&uem para 10" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormação georre.a%to/ a generali(ação da utili(ação de smartp:ones/ %om a%esso a a#li%aç$es es#e%í.orne%edores 9#ubli%idade:/ o 'isitante a%ede 7 in.erentes entidades) Cada destino turísti%o 4 uma rede lo%al de ser'iços !ue/ no seu %on&unto/ re%ol6e abundante e 'aliosa in.eren%iada/ #ossibilitando inde"ar in.ormati'os administrados #or organi(aç$es de gestão de destinos 9Parra.ormas de a%eder ao seu %onte1do) A trans.i-'el %olo%a no'as !uest$es aos #rodutores de ser'iços turísti%os e 7s entidades gestoras dos destinos) A !ualidade e a satis.ormação de #r4'ios %onsumidores) 3studos re%entes re'elam a di'ersidade de in.ormação dos .ormação sobre o %om#ortamento e as #re.orne%er in.i%as ou a sistemas de re.erentes as#etos do territ0rio !ue 'isitam) *novação e serviços tur6sticos A e"#eri8n%ia turísti%a resulta de um %on&unto alargado de ser'iços #restados de .ormação #or!ue 4 tida %omo mais .orma inde#endente %om blogues de 'iagens 9[Lb/ 2006:/ sites de .ormação #rodu(ida de .i%a 9MPB: %riaram o#ortunidades #ara .ormação a 'isitantes/ aumentando a sua autonomia/ liberdade e #ossibilidade de inter#retar os di.otogra.e%6ados 9#atrim0nio/ museus/ monumentos/ et%):) @e .er8n%ia geogr-.ia 9[o et al)/ 2011:/ %on%luindo !ue a generali(ação das redes so%iais redu( o #a#el dos sites in.ormação tenden%ialmente mais .in.orma inde#endente e %om#lementar #or di.idedigna) 3ste #ro%esso de %on'erg8n%ia 9SenXins/ 2006: im#li%a uma interde#end8n%ia entre di.

4rias #ara si mesmo?) Para os autores/ 4 tamb4m #re%iso entender %omo o turismo se situa em relação a grandes mudanças e%on0mi%as/ so%iais e #olíti%asJ >a .ormação de clusters) 3stas ino'aç$es #odem in%idir sobre no'os bens e ser'iços/ no'os #ro%essos/ no'as .orma sist4mi%a/ in%luindo o territ0rio 9nature(a/ %ultura e #atrim0nio:/ os mer%ados 9.ora do #r0#rio setor?) Ua&lager 92010: sugere !ue a %om#etiti'idade regional em turismo de#ende de uma abordagem dos #ro%essos de .undas im#li%aç$es sobre o turismo/ %omo 4 mani.orne%edores #ara satis.mel:orar a cooperaç#o $as empresas % escala local7 proporcionan$oLl:es flexi&ili$a$e7 informaç#o valiosa para o marNeting e inovaç#o7 $esenvolvimento $e recursos7 merca$os e tecnologiasK) @e a%ordo %om Ou6alis e [aY 92008:/ tamb4m a e"#eri8n%ia/ a so.ormas de .onte de ino'ação no turismo en%ontra.estamente e"terior ao setor/ os desen'ol'imentos te%nol0gi%os t8m #ro.i%as) >2m consumi$or &em informa$o .a(er as suas ne%essidades es#e%í.orne%idos #or di.erentes em#resas e instituiç$es #1bli%as/ na maioria das 'e(es dirigidas não s0 aos turistas mas 7s %omunidades lo%ais) A ino'ação em turismo tamb4m tem !ue ser entendida de .ormação e %omuni%ação) Uall e _illiams 92008: en.estamente o %aso das te%nologias de in.ati(am o %ar-ter sist4mi%o das ati'idades e da ino'ação em turismo) >A ino'ação #remeia todos os elementos do sistema turísti%o/ desde o #e!ueno 6otel !ue %ria o seu #rimeiro site/ ao restaurante !ue a#resenta no'os #ratos #ara a#elar a um mer%ado emergente ou ao turista indi'idual !ue %ria no'as .ormas de organi(ação/ ino'aç$es de gestão 9rela%ionadas %om a %oo#eração e %oordenação de di.se muitas 'e(es .ormação de redes de ino'ação a#li%ados aos bens e ser'iços turísti%os/ a ní'el lo%al e regional/ %ontribuindo #ara a ino'ação/ a #roduti'idade e a %riação de no'as em#resas/ %onsolidando a . capa* $e interagir mel:or com os recursos locais e culturais7 para encontrar os &ens e serviços Cue respon$am %s suas necessi$a$esK) 2m destino turísti%o #ode ser 'isto %omo um sistema !ue in%lui um 'asto gru#o de bens e de ser'iços/ .orne%edores e %onsumidores das em#resas regionais: e o sistema de %i8n%ia e te%nologia) Bendo mani.erentes organi(aç$es: e ino'aç$es institu%ionais 9rela%ionadas %om as#etos estruturais/ %omo o !uadro &urídi%o:) 10$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .isti%ação e a e"ig8n%ia dos no'os 'ia&antes re!uer interação %om os .

i%iente #ara o trans.i%idades da ino'ação em ser'iços/ %om 0b'ia a#li%ação 7s ati'idades do turismoJ a %oterminalidade da #rodução e do %onsumo 9interação entre #rodutor e %onsumidor:/ a tem#oralidade 9#rodução e %onsumo o%orrem ao mesmo tem#o: e a es#a%ialidade 9%onsumo o%orre no lugar onde os ser'iços são #rodu(idos: #ossibilitam aos %lientes agir %omo >%o%riadores? no #ro%esso de ino'ação/ atra'4s das in.undamentais #ara .a%ilitar os #ro%essos de ino'ação em turismo/ sobretudo a!ueles !ue #odem %ontribuir #ara o re.i%uldade no a#ro'eitamento desta in.orçam a im#ort+n%ia do su#orte institu%ional #ara a %riação de redes e #ara a ligação aos %entros #rodutores de %on6e%imento e te%nologia/ no !uadro de uma estrat4gia lo%al ou regional/ %omo sugerido no !uadro das orientaç$es da Comissão 3uro#eia #ara a ino'ação) 10' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .Pro%essos de %oordenação e %oo#eração entre as entidades a ní'el regional são .orço da singularidade de %ada destino) Uall e _iliiams 92008: detal6am as es#e%i.ormação #ara o #ro%esso de ino'ação reside no seu %ar-ter t-%ito/ não sistemati(ado/ de#endente da interação entre um trabal6ador e um %onsumidor/ no +mbito de um ser'iço !ue/ na maioria das 'e(es/ 4 #restado #or uma #e!uena em#resa/ sem #ro%essos .a%to de serem #e!uenas ou muito #e!uenas a maior #arte das em#resas a o#erar no turismo/ re.ormaç$es !ue transmitem sobre a utili(ação dos bens e dos ser'iços) A di.ormação ou sem %on6e%imento su.ormar em ino'ação) 3ste %ar-ter t-%ito do %on6e%imento ad!uirido e o .ormais estruturados #ara a integração da in.

$apa *7+1+ E2emplos de sinergias tur/sticas no mundo Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os 108 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

ada#tada #ara o %inema #elos est1dios de UollLYood) 5 #ortal de turismo de Co#en6aga tamb4m e"ibe o.com D a %idade !ue surge in'aria'elmente no #0dio !uando se analisam as de(enas de indi%adores e"istentes de índole turísti%a e %ultural/ ri'ali(ando/ #or e"em#lo/ %om Oangue%o!ue nos 'isitantes interna%ionais/ %om *o'a Cor!ue nos gastos dos turistas ou %om Paris na a.%om 22 #ar%eiros/ in%luindo Oerlim/ Cstambul/ Soanesburgo/ <umbai/ *o'a Cor!ue/ Paris/ Bão Paulo/ Binga#ura/ BidneL ou T0!uio) 5 imagin-rio negro da #rodução liter-ria e tele'isi'a es%andina'a tamb4m im#ulsiona o turismo #ara o norte da 3uro#a) 2ma das #ro#ostas do Turismo de 3sto%olmo 4 a 5illennium -our) 5 #asseio %omeça na il6a de Bodermalm e termina no <useu da Cidade/ !ue dedi%ou uma e"#osição 7 trilogia do es%ritor Btieg [arsson/ tamb4m &.oi es%rita #ara um musi%al da <roa$BaA/ !ue tão bem retrata o magnetismo %ultural da %idade !ue nun%a dorme) *en6uma outra metr0#ole tem tantos teatrosJ a %a#ital mundial dos es#et-%ulos a%ol6e o dobro dos es#etadores de [ondres/ segundo o Torl$ (ities (ulture Report) *a tem#orada de 2011H12 da <roa$BaA/ dois terços da audi8n%ia eram turistas e um !uinto 'in6a do estrangeiro) <etade %om#rou o bil6ete na internet e um terço .lo %om #elo menos um m8s de ante%ed8n%ia) D uma das %idades mais 'isitadas do mundo/ %on%entrando o maior n1mero de galerias de arte/ salas de %inema/ de li'rarias #1bli%as e de e'entos musi%ais) <as in%ontorn-'el 4 mesmo o @ouvre #ois nen6um outro museu no mundo 4 tão #o#ular %omo o !ue det4m a 5ona @isa de [eonardo da Iin%i) B0 em 2012 a%ol6eu a%ima de 9/ mil6$es de 'isitantes/ mais 3/6 mil6$es do !ue o 5etropolitan de *o'a Cor!ue/ segundo os dados re%ol6idos #elo -:e 9rt >eBspaper) @ois terços dos 'isitantes são turistas 'indos do estrangeiro) 5 @ouvre &.fr *o'a Cor!ue 4 6o&e a %idade onde os turistas interna%ionais mais gastamJ #erto de 19 mil mil6$es de d0lares em 2013/ segundo as #re'is$es da 5astercar$) A m1si%a <ig )pen$er .com 1102 !aris A Lou*+e e a Mon$ Lis$ louvre.com 1104 "openLagaOEstocolmo A noi+ escandinavo visitcopen:agen.1101 Nova *or@ue Ande os turistas mais gastam &roa$BaAleague.8.ertas es#e%í.i%as #ara os turistas interessados em 'isitar os %en-rios dos %rimes e in'estigaç$es de s4ries %omo -:e Zilling ou -:e <ri$ge) 109 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .lu8n%ia aos museus) Ciente do #oten%ial %ultural e %riati'o/ [ondres tomou a ini%iati'a de #artil6ar %om outras metr0#oles mundiais a in'estigação e o debate sobre o #a#el das #olíti%as %ulturais na globali(ação) Nundado em 2012/ o Torl$ (ities (ulture Forum %onta &.e"#ortou mesmo o nome #ara Abu @6abi/ %a#ital dos 3mirados !ue se #re#ara #ara inaugurar o #rimeiro museu uni'ersal do mundo -rabe em 2015) 1103 <ondres !ol/tica cultural na globalização Borl$citiesculturereport.

re%on6e%eu %omo #atrim0nio mundial a ins#iração artísti%a desta %idade/ %ada 'e( mais a#ostada em grandes e'entos de atração turísti%a) B0 em 2013/ as estimati'as a#ontam #ara a %a#tação de mais de 0 mil turistas estrangeiros #elo RocN in Rio e #ara mais 600 mil turistas estrangeiros #elo maior %arna'al do mundo) *o'e em %ada de( dos estrangeiros in!uiridos no samb0dromo #rometem 'oltar a 'isitar a %idade do Fio) Cnaugurada em 2006/ a Cidade do Bamba %on%entra a #rodução artísti%a das es%olas de %arna'al da %idade e !uer esti%ar a atração de turistas #ara al4m da tradi%ional semana !ue ante%ede a Puaresma) Noi na %a#ital %atalã !ue surgiu esta no'a geração de turismo/ a#ostado na %olaboração entre turistas e aut0%tones #ara desen'ol'er e"#eri8n%ias %riati'as) 3"em#los são as or!uestras e os %orais uni'ersit-rios !ue 'ia&am #ela 3uro#a o.1105 Arlando A magia de Disne# e $++# Po&&e+ $isneABorl$.i%ionados da dança #arti%i#ando #elo mundo em %ursos e .com universalorlan$o.a(er dos 32A o #aís mais 'isitado do mundoJ alberga de( dos 2 mais #o#ulares resorts de di'ersão do mundo em 2013/ segundo a -rip 9$visor) _alt @isneL não %6egou a inaugurar o maior %om#le"o de entretenimento mundial/ em 19 1/ mas a a'entura emo%ional !ue #ro&etou %om turismo de .ilmes %omo os de EarrA Potter) -rip 9$visor 4 o mais .org A 2nes%o &.ere%endo %on%ertos aos lo%ais !ue 'isitam/ os a.amília e os desen6os animados .go.comW-ravelers(:oice 5rlando 4 a %a#ital mundial dos #ar!ues tem-ti%os e %on%orre %om *o'a Cor!ue #ara .$isneA.gov.rJ.amoso site de 'iagens %om 260 mil6$es de 'isitantes di.erente) 110 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .comW:arrApotter 1106 $acLu !iccLu A voto dos turistas tripa$visor.no #ioneiro da e%onomia da e"#eri8n%ia) Com a %onsultoria %riati'a de Bte'en B#ielberg/ a 2ni'ersal 4 outro dos est1dios de %inema a#ostado no turismo de 5rlando/ re%riando 'iagens a li'ros e .&rWriotur 1108 1arcelona 'edes de turismo criativo creativetourismnetBorN.erentes #or m8s/ a%umulando mais de 100 mil6$es de %ríti%as e o#ini$es sobre !uase tr8s mil6$es de alo&amentos/ restaurantes e atraç$es turísti%as) 5s -rip 9$visor -ravelers_(:oice 9Bar$s lançados em 2013 mostram !ue o santu-rio in%a de <a%6u Pi%%6u 4 a atração turísti%a mais a#re%iada #or turistas do mundo inteiro/ seguido dos tem#los AngXor _at no Cambo&a e Ta& <a6al na Wndia) 3s#an6a 4 o #aís !ue %ole%iona mais atraç$es neste >top 25? de #o#ularidade/ %om as %atedrais de C0rdoba e de Bantiago de Com#ostela/ Al%a(ar em Be'il6a e Al6ambra de Mranada) 1107 'io de &aneiro "idade maravilLosa rio.a(em.issionais ou não/ a %on%reti(ar #eríodos %riati'os de trabal6o %om ins#iração numa %idade di.esti'ais/ os artistas !ue #ro%uram uma resid8n%ia artísti%a ou turistas !ue reali(am %ursos de artesanato em %onta%to %om a %omunidade lo%al) 5 ob&eti'o 4 a#oiar turistas %riati'os e os artistas/ #ro.

ilmes de Peter Sa%Xson) B0 no #rimeiro semestre de 2013/ este longín!uo destino turísti%o %a#tou mais 10A de turistas interna%ionais) 3ntre os 'isitantes/ 8A disseram !ue o . se #ara a região da .siaHPa%í.sia) Com e"%eção de <os%o'o/ as %idades %om maior subida dos 'isitantes interna%ionais .i%o ilí%ito do #atrim0nio museol0gi%o sa!ueado no #aís) 3m 2012/ 962 sítios em 153 #aíses eram #atrim0nio mundial) <ontena#oleone 4 uma das ruas !ue .orma o !uadril-tero de ouro/ o %oração da %a#ital da moda italiana %om as griffes mais .amosas do mundo) A #ar de [ondres e Paris/ <ilão 4 um dos destinos mundiais .ator Eo&&it #esou na de%isão e 13A 'isitaram lo%ais das .i%am todas a este e a sul de Cstambul/ segundo o estudo anual 5aster(ar$ Glo&al ?estination (ities In$ex) A 5rgani(ação <undial do Turismo #re'8 !ue o mundo desen'ol'ido dei"e de atrair a maioria dos turistas interna%ionais &.a'oritos #ara %om#ras de lu"o) Ainda dentro do a'ião/ 4 #ossí'el 'er um letreiro gigante do Emporio 9rmani no 6angar do Aero#orto [inate) Begundo a Comissão 3uro#eia/ a moda/ as &oias/ os rel0gios/ os #er.1109 $ilão A moda das compras viamontenapoleone. :o&&itontours.unesco.i%o) 5s 'ídeos %om as instruç$es de segurança dos 'oos da %om#an6ia a4rea neo(elandesa t8m os #ersonagens dos li'ros de TolXien e o %arimbo do #assa#orte na al.is/ Abou Bimbel e Abou <ena #rotegidos desde 19 9) A #r0#ria %on'enção de #roteção do #atrim0nio mundial de 19 2 tem origem nas margens do rio *ilo) 5 a#elo interna%ional da 2nes%o em 1959 #ermitiu deslo%ar e sal'ar os tem#los de Abou Bimbel e P6ilae da inundação da barragem do Assuão) 3m %olaboração %om as autoridades egí#%ias/ a Interpol e outros #ar%eiros/ o desa.esa do #atrim0nio %om 'alor uni'ersal e"%e%ional/ %omo 4 o %aso de Tebas Antiga/ Cairo Csl+mi%o/ <8n.em 2015/ %om o %entro de gra'idade a deslo%ar.org 5 turismo 4 o motor da e%onomia egí#%ia e e"em#lo da atuação da 2nes%o na de.ilmagens ou o #r0#rio Eo&&iton durante as .io atual da 2nes%o 4 tra'ar o tr-.+ndega #ode dar as boas 'indas 7 5i$$le Eart:) Cen-rio das trilogias do Ben6or dos An4is e do Eo&&it/ desde 2001 !ue o turismo da *o'a ^el+ndia tira #artido do imagin-rio dos .org 12 Nova PelEndia 1em vindo ? Midd%e E$+&..umes ou a marro!uinaria são embai"adores da ind1stria/ do #atrim0nio e da %ultura euro#eia/ estimulando outros setores %omo a arte ou o turismo) <etade dos bens de lu"o 4 %om#rada #or turistas e 4 re%on6e%ido o #oten%ial dos 'isitantes emergentes 9%omo os OFCC/ Argentina ou C6ile:) 11 1angueco@ue $ais avi3es e conetividade mNt.nio mundial B:c.4rias na *o'a ^el+ndia) 111 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .unBto.com D a #rimeira 'e( !ue o mundo emergente lidera a lista das %idades %om mais 'isitantes interna%ionais) Oangue%o!ue ultra#assou [ondres em 2013 e a e"#ansão da %one%ti'idade a4rea 4 liderada #elo <4dio 5riente e #ela .org 10 Egito #ob a égide do patrim.

Parte V Sinergia industrial 112 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

eren%iação da #rodução de bens e de ser'iços %om grande 'alia 7 es%ala mundial) Bão identi.se os designados spillovers ao ní'el do re.í%ios da %ultura e da %riati'idade #ara a %om#etiti'idade não. %usto das grandes ati'idades de es#e%iali(ação do te%ido #roduti'o na%ional e #ara a interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ designadamente nas ati'idades %onsolidadas do setor e"#ortador na%ional) 3m %ausa est.i%ados bene.o %ontributo da %ultura e da %riati'idade #ara #oten%iar o 'alor dos bens e dos ser'iços !ue Portugal transa%iona %om o e"terior/ atra'4s da ino'ação e da di.eren%iação/ analisando.5 .o%o 'ai a!ui #ara a sinergia industrial/ ou se&a/ #ara a rele'+n%ia !ue uma aliança entre a ind1stria/ a %ultura e a %riati'idade #ode desem#en6ar na ino'ação e na di.orço %om#etiti'o do te%ido em#resarial do #aís) 113 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

omentando uma e%onomia %om ní'eis ele'ados de em#rego !ue assegura a %oesão so%ial e territorial) *este %onte"to/ as nego%iaç$es do A%ordo de Par%eria entre o 3stado Portugu8s e a Comissão 3uro#eia #ara o %i%lo 2014.undos %omunit-rios #ara a #romoção da %om#etiti'idade e da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ >reforçan$oLse a sua focali*aç#o no apoio a ativi$a$es pro$utoras $e &ens e $e serviços transacionáveis7 &em como no apoio a proJetos empresariais Cue visam o investimento em inovaç#o7 criativi$a$e7 internacionali*aç#o e formaç#o $e compet+ncias fun$amentais para o reforço $a competitivi$a$e $as empresas7 em particular $as P5E? 9Fesolução do Consel6o de <inistros n)G 33H2013:) A %ultura e a %riati'idade t8m #ois uma #ala'ra a di(er no #ro%esso de interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ não s0 atra'4s do re.orço direto das e"#ortaç$es do #r0#rio setor %ultural e %riati'o 9sinergia %ultural:/ %omo tamb4m no re.orço indireto do desem#en6o de todas as ati'idades #rodutoras de bens e de ser'iços mais e"#ostos 7 %on%orr8n%ia interna%ional) A %ultura e a %riati'idade %ontribuem #ara a atrati'idade dos destinos turísti%os 9sinergia turísti%a: bem %omo #ara a ino'ação e a di.2020 'ieram reorientar a atenção dos .ísi%os/ te%nol0gi%os ou organi(a%ionais/ a ino'ação 4 a .eren%iação dos #rodutos %om !ue as ind1strias #ortuguesas %om#etem nos mer%ados e"ternos 9sinergia industrial:) 3sta #ro#osta de sinergia industrial não #retende industriali(ar as ati'idades %ulturais e %riati'as/ mas antes im#regnar de %ultura e de %riati'idade a generalidade das ati'idades industriais e assim am#liar as 6i#0teses de su%esso do setor transa%ion-'el #ortugu8s nos mer%ados e"ternos) Contrariar o enviesamento cient61ico e tecnol gico Ao mel6or %ombinar os '-rios re%ursos 6umanos/ .orça motri( do in%remento da #roduti'idade total dos 114 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .*ntrodução A 3uro#a 2020 4 a estrat4gia da 2nião 3uro#eia #ara um no'o modelo de %res%imentoJ i: inteligente/ desen'ol'endo uma e%onomia baseada no %on6e%imento e na ino'açãoE ii: sustent-'el/ #romo'endo uma e%onomia mais e.i%iente em termos de utili(ação dos re%ursos/ mais e%ol0gi%a e mais %om#etiti'aE iii: e in%lusi'o/ .

atores e da geração de mais 'alor e de em#rego #elas em#resas) A a#ro"imação das #olíti%as de interna%ionali(ação e de ino'ação industrial a%eleram a %6egada de #rodutos ino'adores ao mer%ado global e garantem a 'antagem %om#etiti'a .1:) 3stando a ino'ação rela%ionada %om a entrada de no'os #rodutos no mer%ado/ as %om#et8n%ias de artistas e agentes %ulturais e %riati'os são de%isi'as #ara satis.a(er a #ro%ura de no'idade e de signi. (aixa 6..esbateu barreiras entre artes e neg0%ios nos #aíses es%andina'os) *o !uadro da estrat4gia 3uro#a 2020/ a ini%iati'a emblem-ti%a da 2nião da Cno'ação 92010: 'eio e"tra'asar os %on%eitos de ino'ação mais te%nol0gi%a dos manuais da 5C@3 e do 3urostat) H9s empresas inovam $e $iversas maneiras.undo 'em #atro%inando in'estigação !ue %om#ro'a a asso%iação #ositi'a da %ultura e da %riati'idade %om ní'eis mais ele'ados de ino'ação nas em#resas) 5 #aradigma da e%onomia da e"#eri8n%ia tamb4m &.undação #ara a ino'ação *3BTA/ a%r0nimo de >ational En$oBment for )cience7 -ec:nologA an$ t:e 9rts) Criado no .membros #er%ursores no en'ol'imento da %riati'idade no sistema na%ional de ino'ação/ atra'4s da instituição da atual .unilando o debate #ara C=@/ #atentes/ laborat0rios/ uni'ersidades e ind1strias de alta te%nologia %omo automação/ rob0ti%a/ biote%nologia/ nanote%nologia ou eletr0ni%a 9cf.astamento da %ultura e da %riati'idade do dis%urso da ino'ação #are%e tamb4m residir num #roblema biuní'o%o/ !ue alia des%on6e%imento do #oten%ial %ultural e %riati'o #ela %lasse industrial %om a relut+n%ia em #arti%i#ar na ino'ação industrial #elo #essoal %riati'o 9*3BTA/ 2008/ V3A/ 2009:) 5 Feino 2nido 4 um dos 3stados.isti%ados/ inter'indo no domínio do simb0li%o/ da est4ti%a/ dos a.i%ado #elos %onsumidores mais so.inal do s4%ulo bb/ #ara #romo'er o talento/ a ino'ação e a %riati'idade nos domínios da %i8n%ia/ da te%nologia e das artes/ este . EnCuanto algumas se $e$icam % IG? e $esenvolvem novas tecnologias7 muitas &aseiam as suas 11" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .etos e demais !ualidades intangí'eis dos #rodutos) Contrariamente 7 ino'ação te%nol0gi%a/ as inst+n%ias euro#eias re%on6e%em !ue os ati'os imateriais %ulturais e %riati'os não são de'idamente 'alori(ados nos balanços e !ue os in'estimentos em no'os talentos ou ideias %riati'as %abem di.a%e 7 %on%orr8n%ia interna%ional 9Comissão 3uro#eia/ 2013a:) A ortodo"ia da ino'ação 4 %entrada na %i8n%ia e na te%nologia/ a.i%ilmente no %on%eito tradi%ional de C=@) 5 a.

2020/ a %ultura e a %riati'idade t8m sido #rogressi'amente re%on6e%idas #elas inst+n%ias euro#eias en!uanto um re%urso trans'ersal #ara ino'ar/ %om#etir ou e"#ortar !ue de'e ser #ri'ilegiado #elos .strias culturais e criativasK 9Comissão 3uro#eia/ 2010b:) Apro-imar cultura e inovação *o !uadro da #re#aração do %i%lo 2014.undos euro#eusJ • A 2nião 3uro#eia de'e tirar #artido do #oten%ial da %ultura en!uanto %atalisadora da %riati'idade e da ino'ação no +mbito da 3strat4gia de [isboa #ara o %res%imento e o em#rego 9Comissão 3uro#eia sobre a agenda euro#eia #ara a %ultura num mundo globali(ado/ 200 :E • A %riati'idade en!uanto . .undamental da e%onomia #0s.su%edida de no'as ideias 9Ano 3uro#eu da Criati'idade e da Cno'ação/ 2009:E • A %riati'idade de origem %ultural 4 um re!uisito .erentes e originais .industrial ao !uebrar as %on'enç$es e #ermitir o desen'ol'imento de uma no'a 'isão/ ideia ou #roduto 9V3AHComissão 3uro#eia/ 2009:E • A %riati'idade 4 de grande im#ort+n%ia #ara a %a#a%idade ino'adora dos %idadãos/ das em#resas e das so%iedades e 4 .inovações em tecnologias Já existentes ou $esenvolvem novos mo$elos empresariais ou serviços com &ase nos utili*a$ores e nos fornece$ores7 ou no 4m&ito $e grupos $e empresas ou $e re$es. -am&.inan%eira 9Comissão 3uro#eia sobre a estrat4gia 3uro#a 2020/ 2010:E 11$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ortale%ida da %rise e%on0mi%a e .a%e a no'as situaç$es 4 a base da ino'ação en!uanto %on%reti(ação bem.ator de atrati'idade e de re'itali(ação e%on0mi%a das %idades e das regi$es euro#eias 9Consel6o da 23 sobre a %ultura %omo %atalisadora da %riati'idade e da ino'ação/ 2009:E • 5 talento e a %riati'idade dos #o'os euro#eus são trun.a%uldade de en%ontrar soluç$es di.m po$em ser necessárias a&or$agens espec/ficas para serviços inova$ores com um eleva$o potencial $e crescimento7 particularmente no 4m&ito $as in$.os da 2nião 3uro#eia #ara sair . 9s pol/ticas $evem7 por conseguinte7 ser formula$as para a&ranger to$as as formas $e inovaç#o e n#o apenas a inovaç#o tecnológica.

inan%eiro #ara 2014.da .orma %omo utili(amos os re%ursos/ %on6e%imentos e talento %riati'o de !ue dis#omos #ara estimular a ino'ação) Partindo da ri!ue(a e di'ersidade das nossas %ulturas/ a 3uro#a tem de ser #ioneira de no'as .erentes abordagens e .luen%iar no'as ideias) 5s artistas e #ro.utura de#ender.ios de longo #ra(o assenta não a#enas numa base industrial .issionais %riati'os in%or#oram di.eren%iação e/ %onse!uentemente/ ino'ação 9V3AHParlamento 3uro#eu/ 2012:) *o +mbito do !uadro .ortes 'alores so%iais %omo a solidariedade/ o res#eito #elo ambiente/ a abertura e a di'ersidade %ultural 9Comissão 3uro#eia sobre o %ontributo da #olíti%a regional #ara um %res%imento inteligente/ 2011:E • 5 a#oio a #olos %riati'os e 7s ind1strias %ulturais e %riati'as #ode a%elerar a e"#loração e%on0mi%a de no'as ideias de%orrentes de ati'idades de in'estigação e ino'ação 9Comissão 3uro#eia sobre o Puadro 3strat4gi%o Comum/ 2012:E • As inter'enç$es artísti%as e %riati'as estão no %entro do #oder da %ultura #ara in.membros aJ • Tomarem em %onsideração o %ar-ter trans'ersal da %ultura #ara a %onse%ução dos ob&eti'os da 3strat4gia 3uro#a 2020/ e a #ro%ederem ao inter%+mbio de 11' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormas de %riação de 'alor a%res%entado 9Comissão 3uro#eia sobre reali(ar o #oten%ial das ind1strias %ulturais e %riati'as/ 2010:) • 2m %on%eito abrangente de ino'ação de'e in%luir o design e a %riati'idade e dis#or de no'as #olíti%as e instrumentos #ara %a#itali(ar o #oten%ial %riati'o da 3uro#a e assegurar !ue as ideias ino'adoras se tradu(em em bens e em ser'iços !ue %riem %res%imento e em#rego 9Comissão 3uro#eia sobre a 2nião da Cno'ação/ 2010:E • A %a#a%idade da 2nião 3uro#eia em re%u#erar da %rise e res#onder aos desa.orte/ mas tamb4m na %riati'idade e nas %om#et8n%ias das #essoas/ na go'ernação e em .2020/ as %on%lus$es do Consel6o da 2nião 3uro#eia sobre o %ontributo da %ultura #ara a im#lementação da estrat4gia 3uro#a 2020 in%itam os 3stados.• Mrande #arte da nossa #ros#eridade .ormas de %om#reender a realidade !ue #odem desen%adear mudança/ no'as #er%eç$es/ di.

undos %omunit-rios no %i%lo 2014.2020/ o Parlamento 3uro#eu re%omenda 7 #olíti%a de %oesãoJ • Oasear.eridos ob&eti'osE • Fe.las em estrat4gias de es#e%iali(ação inteligente 9Consel6o 3uro#eu/ 2011:) Tamb4m o Parlamento 3uro#eu 'eio re%on6e%er uma mudança nas #olíti%as euro#eias no sentido de um entendimento global da %ultura) >9 cultura contri&uiu para a inovaç#o em termos $e empregos7 $e &ens7 $e serviços e $e processos Ocrescimento inteligenteM. 9 arte e a cultura criaram as con$ições para Cue as pessoas se Juntem para partil:ar sentimentos e trocar i$eias Ocrescimento inclusivoM? 9V3AHParlamento 3uro#eu/ 2012:) Para !ue esta abrang8n%ia trans'ersal do in'estimento em %ultura se&a #lenamente re%on6e%ida na re#artição dos .inição de ino'ação/ #ara in%luir uma re. -em funciona$o como uma fonte $e i$eias criativas7 alimentan$o a nova economia e ten$o um re$u*i$o impacto no am&iente Ocrescimento sustentávelM.se numa abordagem am#la da %ultura/ re%on6e%endo a sua im#ort+n%ia #ara a estrat4gia 3uro#a 2020E • Alargar a de.i%aç$es e %om#et8n%ias ne%ess-rias #ara as ati'idades %riati'asE • Na(erem uso dos instrumentos .a(er #elo in%remento da #roduti'idade/ #ela #romoção das e"#ortaç$es/ #ela geração de ri!ue(a e #ela %riação 118 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .boas #r-ti%as no !ue res#eita aos instrumentos e metodologias de medição do %ontributo da %ultura #ara os re.undos estruturais d #ara re%on6e%er o #oten%ial da %ultura e das ind1strias %ulturais e %riati'as en!uanto motor de desen'ol'imento em regi$es e %idades e/ sem#re !ue o#ortuno/ integr-.inan%eiros da 2nião 3uro#eia d em es#e%ial os .orçarem as sinergias e #romo'erem #ar%erias entre instituiç$es de edu%ação/ de %ultura e de in'estigação e o setor em#resarial a ní'el na%ional/ regional e lo%al/ tendo em es#e%ial atenção ao desen'ol'imento de talentos e as !uali.er8n%ia e"#lí%ita 7 ino'ação não te%nol0gi%a nas estrat4giasH#rogramas de desen'ol'imento na%ional e regional) Ao assumir uma #ostura trans'ersal e abrangente e ao desta%ar/ &unto dos restantes setores de ati'idade/ o !ue a %ultura e a %riati'idade #odem .

i%ati'as no design do #roduto ou na sua embalagem/ no #osi%ionamento do #roduto/ na sua #romoção ou na .oi usado anteriormente/ in%luindo mudanças signi.ronteiras das ati'idades ino'adoras) Centrado na ino'ação te%nol0gi%a de #roduto e #ro%esso na ind1stria trans.i%i8n%ia dos re%ursos ou de in%lusão so%ial e em#rego) "ai2a 7+1+ #obre o entendimento internacional de inovação 5 <anual de 5slo 4 a #ubli%ação metodol0gi%a %on&unta da 5C@3 e do 3urostat !ue de.se mel6orias signi.i%o de .inados a um #a%ote es#e%í.2020) 3m 'e( de %on.ormadora na #rimeira edição 91992:/ abar%ou a ino'ação dos ser'iços na segunda edição 9199 : e as ino'aç$es de índole %omer%ial e organi(a%ional na ter%eira edição 92005:/ %onsiderando as mudanças !ue en'ol'em um grau %onsider-'el de no'idade #ara em#resas dos setores #rim-rio e de trans.a%ilidade de uso ou outras %araterísti%as .de em#rego no #aís durante o %i%lo 2014.i%ati'amente mel6orado !uanto 7s suas %araterísti%as ou usos #re'istos) Cn%luem.i%ati'as em es#e%i.un%ionais) A ino'ação de'e ser no'a #ara a em#resa mas não ne%essita de ser no'a no setor ou no mer%ado) Cntrodução de um m4todo de #rodução ou de distribuição no'o ou signi.2020/ os agentes %ulturais e %riati'os #odem a%eder a uma no'a liberdade no #eríodo de #rogramação estrutural 2014.i%ati'amente mel6orado ou de uma ati'idade de a#oio/ in%luindo t4%ni%as/ e!ui#amentos ou softBare) Tamb4m abar%a t4%ni%as/ e!ui#amentos e softBare no'os ou substan%ialmente mel6oradas em ati'idades au"iliares de su#orte/ %omo %om#ras/ %ontabilidade/ %om#utação e manutenção) Cntrodução de um no'o m4todo organi(a%ional nas #r-ti%as de neg0%io da em#resa/ na organi(ação do seu lo%al de trabal6o ou nas suas relaç$es e"ternas !ue não ten6a sido usado anteriormente na em#resa e !ue resulte de de%is$es estrat4gi%as tomadas #ela ger8n%ia) Cntrodução de um no'o %on%eito ou estrat4gia de marNeting !ue di.inan%iamentos euro#eus se en'ol'idos %om as #olíti%as industriais e de ino'ação dirigidas 7 generalidade do te%ido em#resarial #ortugu8s/ #odendo integrar #rogramas o#era%ionais regionais e #rogramas o#era%ionais tem-ti%os da %om#etiti'idade e interna%ionali(ação/ de %a#ital 6umano/ de sustentabilidade e e.i"ação de #reços) *novação de processo *novação organizacional *novação comercial 119 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ere de m4todos e"istentes na em#resa e !ue não .i%ati'amente mel6orado/ de um no'o m4todo de marNeting ou um no'o m4todo organi(a%ional na #r-ti%a do neg0%io/ na organi(ação do lo%al de trabal6o ou nas relaç$es e"ternas da em#resaJ *novação de produto Cntrodução no mer%ado de um #roduto 9bem ou ser'iço: no'o ou signi.i%aç$es t4%ni%as/ %om#onentes e materiais7 softBare in%or#orado/ .ormação e nos ser'iços) *novação Cntrodução de um #roduto 9bem ou ser'iço: ou #ro%esso no'o ou signi.ine os %on%eitos e #rin%í#ios orientadores #ara a medição da ino'ação nas em#resas) Ao longo das tr8s ediç$es/ 'em am#liando as .undos estruturais/ os #ro&etos de índole %ultural e %riati'a gan6am li're a%esso aos .

1950: a 'alori(ação e%on0mi%a da ino'ação/ distinguindo entre a ino'ação radi%al/ !ue rom#e %om a o.a(er %alçado em %ortiça ou #a#el 6igi4ni%o #reto) D este #ro%esso !ue alimenta a destruição %riadora/ re%u#erando o ultra#assado em 'e( de o tornar obsoleto) 120 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormadora euro#eia en.i%o/ te%nol0gi%o e .irmação dos no'os #aradigmas da e%onomia baseada no %on6e%imento e na so%iedade da in.se #ela ino'ação e #ela di.ormação/ se&a #ela a%eleração da globali(ação e da .se a B%6um#eter 91883.Meral de 3statísti%as de 3du%ação e Ci8n%ia %onsidera ainda %omoJ Atividades de inovação A!uisição de m-!uinas/ e!ui#amentos/ softBare e li%ençasE trabal6os de engen6aria e de desen'ol'imento/ .ormação/ marNeting e C=@ sem#re !ue se&am em#reendidos es#e%i.un%ional do smartp:one ou da im#ressão 3@/ e a ino'ação in%remental/ !ue assegura a %ontinuidade do #ro%esso de mudança %om a ousadia %ultural ou %riati'a de .eren%iação de modo a a%res%entar mais 'alor aos seus #rodutos e a #oder %om#etir nos mer%ados interna%ionais #ara al4m do %usto) @e'e.i%amente #ara im#lementar uma ino'ação de #roduto ou de #ro%esso) *nvestigação e desenvolvimento G*%8H Todo o trabal6o %riati'o #rosseguido de .ragmentação das %adeias de #rodução 9un&un$ling:/ !ue es#al6a #or em#resas no mundo inteiro as su%essi'as eta#as da .renta um #ro%esso de reestruturação total/ se&a #ela a.abri%ação de %ada bem OHma$e in Borl$K:) As barreiras tradi%ionais entre o setor #rim-rio/ a ind1stria e os ser'iços tamb4m se esbatem en!uanto as %idades se a.orma sistem-ti%a/ %om 'ista a am#liar o %on&unto dos %on6e%imentos/ in%luindo o %on6e%imento do 6omem/ da %ultura e da so%iedade/ bem %omo a utili(ação desse %on&unto de %on6e%imentos em no'as a#li%aç$es) Fonte1 8(?E e Eurostat O!""3M e ?ireç#oLgeral $e Estat/sticas $e E$ucaç#o e (i+ncia !i1erenciar produtos A ind1stria trans.*o +mbito do Cn!u4rito Comunit-rio 7 Cno'ação/ o gloss-rio dis#oní'el na @ireção.irmam %omo os no'os %entros de %riação de 'alor) Cabe 7 ind1stria euro#eia rein'entar.erta e"istente %omo o salto %ientí.

eren%iação do bem ou do ser'iço 9V3A/ 2009:) 32A/ Coreia do Bul/ C6ina ou Wndia são %on%orrentes euro#eus !ue t8m in'estido no talento %ultural e %riati'o #ara aumentarem o seu #oten%ial e%on0mi%o e de >soft poBer?) Atra'4s dos #rodutos de grande %onsumo !ue entram nas %asas das .irmação do a(eite de origem #ortuguesa) *este sentido/ o %ar-ter %ultural dei"a de ser a#an-gio de determinadas ind1strias %omo a do %inema/ da m1si%a ou do li'ro/ #ara abar%ar as ind1strias de grande %onsumo %omo #ro#$em no'as %orrentes de in'estigação 9<ato/ 2009:) *o %onte"to da globali(ação/ 6.a%ilitando a di.se da %on%orr8n%ia e al%ançar maior su%esso %omer%ial) D esta 'antagem mais intangí'el/ simb0li%a/ est4ti%a ou artísti%a/ tra(ida #or uma no'a m1si%a/ um no'o li'ro/ uma no'a lin6a de rou#a/ um no'o design autom0'el ou uma no'a %am#an6a %omer%ial/ !ue a .i%ati'as na .un%ionalidade do #roduto) D um re%urso %a#a( de a%res%entar outro signi.amílias estrangeiras/ as grandes ind1strias e"#ortadoras são os #rimeiros embai"adores da %ultura e da %riati'idade de um #aís/ %omo mostram a re#utação do %alçado na%ional/ a #o#ularidade do 'in6o do Porto ou a a.#otenciar a inovação incremental <esmo !ue não a#resentem a!uelas mel6orias signi.i%ar %omo ino'ação/ estes #rodutos !ue sabem sur#reender algum dos %in%o sentidos dos %onsumidores %ostumam desta%ar.i%a e 'alori(a %omo modalidade de ino'ação sua'e 9>soft innovationK:) A %riati'idade de base %ultural 4 o re!uisito #ara ino'ar #ara al4m da .i%ado ao ato de %onsumir/ o.undação #ara a ino'ação do Feino 2nido 9*3BTA/ 2009: distingue da ino'ação te%nol0gi%a e %ientí.ind1strias !ue a#ostam na in%or#oração dos 'alores %i'ili(a%ionais e do #atrim0nio %ultural euro#eu e em tirar #artido de %om#et8n%ias 6íbridas/ !ue aliam a #reser'ação das t4%ni%as mais tradi%ionais %om a 'anguarda da ino'ação te%nol0gi%a) 3ste 4 o %aso da %6amada ind1stria de gama alta 9!ue in%lui uma di'ersidade de #rodutos de lu"o/ desde &oias a rel0gios/ #er.umes e %osm4ti%os/ a eletrodom4sti%os ou gastronomia:) *esta ind1stria/ a 3uro#a mant4m uma !uota de 0A do mer%ado mundial e %ontinua a %ati'ar mer%ados emergentes %omo C6ina/ F1ssia ou Orasil) 121 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .un%ionalidade !ue os manuais interna%ionais tendem a %lassi.ere%endo um 'alor sensorial/ 4ti%o ou est4ti%o 7 #rodução e .

orçar esta .undos estruturais da 2nião euro#eia) *o %i%lo 2014.2020/ a Comissão 3uro#eia insta ao dire%ionamento do a#oio #olíti%o e do in'estimento #ara estrat4gias de in'estigação e ino'ação #ara es#e%iali(ação inteligente 9FCB3:/ agendas integradas de trans.se em termos %om#etiti'os) 5 %res%imento inteligente #re%oni(ado #ela estrat4gia 3uro#a 2020 a#osta agora na %on%entração dos re%ursos nas -reas mais #romissoras em termos de 'antagem %om#arati'a/ #ara mel6or utili(ar os .aianças de Oordallo Pin6eiro ao %a%il6eiro %om !ue Soana Ias%on%elos desa. -am&.orma de di#loma%ia sua'e/ re'elando o !ue não #ode ser .eren%iação dos #rodutos/ ou se&a/ mobili(ar o %a#ital %ultural do #aís #ara re.unção estrat4gi%a na ligação entre a %riati'idade e a ino'ação/ no re&u'enes%imento e%on0mi%o ou na mudança da imagem #1bli%a de regi$es 9Comissão 3uro#eia/ 2010a:) 5 su%esso do museu Guggen:eim de Oilbao/ #or e"em#lo/ demonstra o %ontributo %ultural #ara a estrat4gia global de di'ersi.eren%iação a ní'el interna%ional/ desde as .'alias/ das 'antagens %om#etiti'as e do #oten%ial de e"%el8n%ia de %ada região) HEspeciali*aç#o inteligente significa i$entificar as carater/sticas e os ativos exclusivos $e ca$a pa/s e regi#o7 realçar as vantagens competitivas $e ca$a regi#o e mo&ili*ar as partes interessa$as e os recursos a n/vel regional em torno $e uma vis#o $e futuro orienta$a para a excel+ncia.i%ação industrial e de re'itali(ação e%on0mi%a !ue #ermitiu 7 região bas%a rein'entar.eren%iação #ermite a um #aís re.se e"em#los de di.ormadora e aumentar a #roduti'idade e a %om#etiti'idade interna%ional do setor transa%ion-'el #ortugu8s) %specialização inteligente 5 setor %ultural e %riati'o a%umula e"em#los %omo %atalisador de mudanças estruturais em di'ersas (onas mais industriais ou rurais de#rimidas/ desem#en6ando uma .iou a Oienal de Iene(a) 5 #rin%i#al %ontributo da %riati'idade #ara a sinergia industrial 4 #oten%iar a di.ormação e%on0mi%a de base lo%al !ue de'em tirar #artido das mais.orçar as %a#a%idades de ino'ação in%remental e sua'e da ind1stria trans.Ca#itais globais da moda %omo Paris/ [ondres ou <ilão atraem turistas estrangeiros a %om#rar símbolos da %ultura e do #atrim0nio euro#eus 9Comissão 3uro#eia/ 2012b e Sansson e PoYer/ 2010:) A di.eito noutra #arte !ual!uer do mundo) Bu%edem.m significa fortalecer os sistemas $e inovaç#o regional7 maximi*ar os fluxos $e 122 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

ronteira entre a arte e a ind1stria/ o design .ormadora norte.ormas de im#ulsionar a ino'ação não te%nol0gi%a .a'ore%e a !ualidade e a %om#etiti'idade não. %omo o desen'ol'imento organi(a%ional/ o en'ol'imento dos trabal6adores ou a estrat4gia de mar%a . >a ?inamarca7 na Finl4n$ia e no Reino 2ni$o7 :á mais empresas envolvi$as em ativi$a$es $e $esign $o Cue em ativi$a$es inova$oras.ende a Comissão 3uro#eia/ o design e outras .orço de modalidades de ino'ação mais ortodo"as e . (ontu$o7 os governos favorecem a IG? face ao $esign como motor $a inovaç#o7 sen$o a $espesa p. são #arti%ularmente rele'antes ao %om#lementar o es.eren%iação dos #rodutos %om !ue Portugal #ode %om#etir nos mer%ados interna%ionais) 5 talento artísti%o e %riati'o/ os saberes tradi%ionais e as t4%ni%as artesanais de'em ser %6amados a %olaborar %om a in'estigação %ientí.se #ro'ou de%isi'a noutros momentos em !ue a %rise mudou as regras do &ogo/ %omo na re%u#eração da ind1stria trans.con:ecimento e $ifun$ir as vantagens $a inovaç#o por to$a a economia regional? 9Comissão 3uro#eia/ 2011b:) 3ste instrumento 4 um #al%o #ri'ilegiado #ara #oten%iar a ino'ação e a di.i%a e o desen'ol'imento te%nol0gi%o) 3sta #ar%eria #ode garantir massa %ríti%a e %om#et8n%ias 6íbridas !ue mel6or in%or#orem os re%ursos end0genos/ materiais e imateriais/ naturais e #atrimoniais/ de %ada territ0rio na #rodução de bens e de ser'iços transa%ion-'eis #ara o mer%ado mundial) <iderança no design *a .inan%eiramente mais e"igentes %omo a in'estigação de índole %ientí.i%a e te%nol0gi%a) 3"igindo menos %a#ital e menos tem#o #ara re%u#erar o in'estimento/ esta ino'ação tem um #oten%ial rele'ante em termos de #roduti'idade e de %om#etiti'idade interna%ional) A #lata.&lica 123 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orma B33 9):aring Experience Europe: 4 uma rede de 11 #ar%eiros euro#eus !ue/ %om o a#oio da Comissão 3uro#eia/ 'isa a%elerar a integração do design nas #olíti%as de ino'ação dos 3stados.membros) 5 ob&eti'o 4 re%ol6er e'id8n%ia em#íri%a !ue %ontrarie o en'iesamento dos res#ons-'eis #olíti%os #ara a ino'ação te%nol0gi%a) >>o Reino 2ni$o7 as empresas investem mais em $esign $o Cue em IG?.eren%iação dos #rodutos !ue &.ameri%ana a#0s a Mrande @e#ressão 9@TC/ 2005 e V3A/ 2009:) 3m #eríodos de maior restrição/ de.%usto dos #rodutos/ a lealdade 7 mar%a ou a %riação de ni%6os de mer%ado) 5 design 4 um elemento %6a'e na di.

!uadro Uori(onte 2020/ !ue #assa a %on%entrar todos os instrumentos %omunit-rios de a#oio 7 ino'ação dis#ersos #elas di'ersas .2020/ o braço .i%o 7s P<3 a#ostadas na ino'ação e na interna%ionali(ação e %ontem#la uma abordagem mais am#la de ino'ação/ .ases da %adeia de 'alor/ de modo a assegurar !ue as ideias ino'adoras %6egam e.orçar os >Centros 3uro#eus de 3"%el8n%ia em @esign? &e"istentes nas em#resas e na ind1stria e garantir os meios ne%ess-rios #ara a %olaboração destes %entros em redes abertas !ue estimulem a ino'ação em todo o >e%ossistema? industrial da 3uro#aE Promo'er a utili(ação %res%ente do design na ind1stria euro#eia/ .im de in%luir um >de'er de 'igil+n%ia? #ara a res#onsabilidade #artil6ada em mat4ria de #roteção dos direitos de #ro#riedade intele%tual abrangendo toda a %adeia de 'alor .eti'amente ao mer%ado e se %on%reti(am em bens e ser'iços !ue geram mais em#rego e %res%imento) 3ste instrumento #re'8 a#oio es#e%í.endem !ue o design se&a %olo%ado ao ser'iço das em#resas ino'adoras e %om#etiti'as #ara !ue a 3uro#a se manten6a na 'anguarda/ se&a nas no'as .i%ar e re.oi instituída a Comissão de [iderança em @esign 92011: #ara .ormação dos &uí(es dos tribunais na%ionais em mat4ria de #roteção dos direitos de #ro#riedade intele%tual do mundo real e 'irtual) 5 ob&eti'o 4 garantir um ní'el de toler+n%ia (ero) Tal e"ige re'er a legislação/ a .&lica aloca$a % promoç#o $o $esign na ?inamarca7 na Estónia7 na Finl4n$ia e no Reino 2ni$o? 9_i%6er et al) 2013:) *o +mbito da ini%iati'a emblem-ti%a 2nião da Cno'ação 92010:/ .!: os #eritos de.omentando sinergias !ue %ontribuam #ara o %res%imento e%on0mi%o/ a regeneração ambiental e o re.aloca$a % promoç#o $e IG? cerca $e 3"" ve*es superior % $espesa p.i%a(es e a%essí'eis os me%anismos de #roteção e a a#li%ação das normas relati'as ao design e 7 ino'ação na 3uro#a/ aumentando simultaneamente as e"#etati'as e asso%iando a e"%el8n%ia 7 sustentabilidade) 124 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormas de #rodução ou na moderna geração de artesãos) *o %i%lo 2014. (aixa 6.inan%iando ino'ação não te%nol0gi%a em domínios %omo design/ %riati'idade/ ser'iços/ modelos em#resariais ou ino'ação so%ial) "ai2a 7+2+ #obre as 21 recomendaç3es para contribuição do design para o crescimento e a prosperidade *+ 8i9erenciar o design europeu a n/vel mundial 1) 2) 3) 4) Cdenti.ísi%a e digital) Criar um r0tulo #ara o design euro#eu %om a menção >?esigne$ in t:e European 2nion?/ 7 semel6ança do r0tulo e%ol0gi%o euro#eu 3%olabel/ de modo a estimular a e"#ortação de ser'iços de design) 5 ob&eti'o 4 tornar mais e.i%ar o #a#el do design na #olíti%a de ino'ação euro#eia) 3ntre as 21 re%omendaç$es 9cf.ormular re%omendaç$es sus%etí'eis de intensi.orço dos 'alores so%iais e emo%ionais/ res#eitando simultaneamente as ne%essidades em re%ursos reno'-'eis e end0genos) Cnstituir um tribunal ou inst+n%ia &urisdi%ional na 23 #ara as !uest$es relati'as aos direitos de #ro#riedade intele%tual e #romo'er e mel6orar a .inan%eiro da 2nião da Cno'ação 4 o #rograma.

issional dos gestores #1bli%os/ in%luindo >master classes? em design #ara mel6orar a e.ormação #ro.erição do im#a%to do in'estimento no design sobre o %res%imento e o bem.i%a(es e mais .i-'eis de a.%riati'os 9living la&s: nas ati'idades em !ue a ino'ação so%ial e os ser'iços #1bli%os %olo!uem s4rios desa.ormação em design no +mbito dos #rogramas de desen'ol'imento a%ad4mi%o e #ro.os #ara a im#ort+n%ia do design en!uanto motor de %res%imento e de %riação de em#rego) 16) Promo'er o re%urso ao design e aos designers #ara #ro&etos de ino'ação no setor #1bli%oJ i: %riando um laborat0rio de design 9?esign @a&: sob os aus#í%ios da Comissão/ #ara reali(ar #ro&etos de #e!uena es%ala !ue mostrem o 'alor da ino'ação em mat4ria de design no setor #1bli%oE ii: a#oiando uma maior #arti%i#ação dos designers em laborat0rios.erramentas es#e%iali(ados da gestão do design/ a .orçar a ino'ação #elo design nas P<3/ tendo em %onta as ne%essidades es#e%í.undos estruturais/ em #arti%ular do N3@3F/ #ara .i%ar os es.iosE iii: e"#lorando todo o #oten%ial dos .**+ !osicionar o design nos sistemas europeus de inovação 5) Prosseguir e intensi.i%-%ia das #olíti%as e dos %ontratos #1bli%os) ***+ "olocar o design ao serviço das empresas inovadoras e competitivas *7+ "olocar o design ao serviço de um setor p.orma de #re#arar artesãos es#e%iali(ados e !uali.estar so%ial/ 7s es%alas mi%ro e ma%roe%on0mi%a/ e in%luir esses dados nas estatísti%as euro#eias em mat4ria de ino'ação) 6) Marantir a a#li%ação #or todos os 3stados.se/ atra'4s da ino'ação no design/ grandes em#resas %entradas no design) 13) 3stabele%er me%anismos !ue .isti%ada #ara a %ontratação #1bli%a de soluç$es ino'adoras/ atra'4s do re%on6e%imento/ integração e im#lementação do design en!uanto motor da ino'ação %entrada no utili(ador) 10) <el6orar o a%esso das em#resas euro#eias a %on6e%imentos e .euro#eu de gestão estrat4gi%a do design/ #ara !ue a #r0"ima geração de grandes em#resas na 3uro#a se&a dirigida #or #essoas %a#a%itadas sobre a im#ort+n%ia do design e moti'adas #ara uma utili(ação mais a#ro#riada desta ati'idade) 12) @esen'ol'er #rogramas de a#oio destinados 7s #e!uenas e m4dias em#resas euro#eias !ue ambi%ionem tornar.i%a(mente o design e res#eti'os m4todosJ i: dis#onibili(ando .erramentas/ lançando estudos de %aso e %olo%ando designers >residentes? nas instituiç$es da 23/ dos 3stados.i%ados de e"%el8n%ia mundial/ em setores tradi%ionais e emergentes/ sensibili(ando.orçar a %a#a%idade dos gestores do setor #1bli%o #ara utili(arem mais e.ormas e"#erimentais destinados a a#oiar o >8pen ?esign?) 9) @esen'ol'er uma #olíti%a euro#eia !ue garanta uma abordagem mais so.a'oreçam uma maior transmissão de %on6e%imentos e de boas #r-ti%as em mat4ria de design/ entre as grandes em#resas %entradas no design/ as uni'ersidades e as P<3) 14) Fe.<embros do atual C0digo *AC3 4J10 relati'o 7s ati'idades es#e%iali(adas de design e #ro%eder/ se ne%ess-rio/ 7 sua atuali(ação) ) Cntegrar o design em #rogramas de ino'ação e in%ubadoras de em#resas e suas redes) 8) Adotar orientaç$es/ %0digos de boas #r-ti%as/ !uadros normati'os e #lata.orços ne%ess-rios #ara desen'ol'er m4todos mais e.issional %omo .i%as destas em#resas no +mbito de #rogramas euro#eus tal %omo a ini%iati'a Uori(onte 2020 e .im de a#oiar a utili(ação e a integração do design e da gestão do design %omo instrumentos estrat4gi%os #ara o %res%imento) 11) 3stabele%er um #rograma #an.inan%iar #ro&etos de ino'ação em mat4ria de design !ue #ro#i%iem mudanças so%iais em todos os domínios #olíti%os) 1 ) Fe.a%ilitando o seu a%esso aos res#eti'os #rogramas na%ionais) 15) Fe%on6e%er e 'alori(ar os est-gios e a .<embros e das regi$esE ii: organi(ando aç$es de .blico inovador 12" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

#rimas e #rodutos a%abados/ mas uma mistura %ada 'e( mais e"#losi'a de ino'ação e de di.estarE ii: .orçar #rogramas de in'estigação !ue a#oiem a %a#a%idade euro#eia de ino'ação no design) 7*+ "ompetBncias no dom/nio do design para o século QQ* 20) <el6orar as %om#et8n%ias em design de todos os %idadãos euro#eus/ #romo'endo uma %ultura de a#rendi(agem do design #ara todos e em todos os ní'eis de ensino) 21) Cn%enti'ar os 3stados.issionaisE iii: integrando.orçar a ino'ação e a'aliar de .erentes atores e a in%enti'ar e re.7+ !osicionar a investigação no dom/nio do design para o século QQ* 18) Cntegrar a in'estigação no domínio do design nos sistemas de in'estigação euro#eus/ #ro%urando gerar no'os %on6e%imentos !ue #ermitam re.undamentar mel6orias nas estrat4gias em#resariais e nas #olíti%as #1bli%as !ue #ermitam a#ro'eitar o #oten%ial da %ultura e da %riati'idade en!uanto instrumento #ara .ortale%er a %om#etiti'idade não.<embros a a#oiar o desen'ol'imento de %om#et8n%ias no domínio do design #ara o s4%ulo bbCJ i: realçando o seu #a#el estrat4gi%o em todas as dis%i#linas do ensino su#eriorE ii: re.i%ar o inter%+mbio entre os di.orma regular o 'alor do design no +mbito da ini%iati'a Uori(onte 2020J i: integrando os in'estigadores em design nos #rogramas de in'estigação intersetoriais e multidis%i#linares !ue abordem desa.orçando os #rogramas de .ormação %ontínua dos designers #ro.a%to da e%onomia ser %ada 'e( menos um %amin6o entre mat4rias.%usto do te%ido #roduti'o na%ional e #ara #romo'er a interna%ionali(ação das ati'idades e"#ortadoras do #aís) 12$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .o na #re#aração dos .ios globais %omo alteraç$es %lim-ti%as/ segurança alimentar/ sa1de e bem.inan%iando a a'aliação e a %omuni%ação do 'alor do design no +mbito da ini%iati'a Uori(onte 2020) 19) Criar a ní'el euro#eu uma rede de in'estigação em design/ %om 'ista a intensi.ormandos e a#rendi(es) Fonte1 (omiss#o Europeia $e @i$erança em ?esign O!"1!M7 ?esign para o crescimento e a prosperi$a$e *mpregnar 5 mote #ara esta in'estigação 'em do .eren%iação) *este sentido/ todas as ind1strias serão %ulturais e %riati'as ou sim#lesmente não #ersistirão) 5 ob&eti'o #rin%i#al 4 %ontribuir #ara .

6A em 'e( de 3A do 'alor bruto de #roduçãod t8m 25A mais 6i#0teses de lançar #rodutos no'os ou signi.í%ios a ter%eiros 9%omo o .eito #ossa e"igir uma retribuição/ a im#regnação %riati'a #ode ser %onsiderada uma e"ternalidade #ositi'a) 12' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .re%on6e%eu !ue o setor %ultural e %riati'o est.undação #ara a ino'ação do Feino 2nido %on%luiu !ue as em#resas brit+ni%as !ue gastam o dobro da m4dia a abaste%erem.arol !ue %ostuma e"em#li.*este %onte"to/ gan6a #arti%ular rele'+n%ia a in'estigação !ue se 'em a%umulando em anos re%entes sobre a 'erdadeira am#litude do im#a%to da ati'idade dos #ro.re!u8n%ia) Como setor altamente ino'ador/ %ontribui diretamente #ara a %a#a%idade de ino'ação do #aísE • Por outro lado/ o setor %ultural e %riati'o 4 uma .-bri%a: e 4 #ositi'a !uando tra( bene.i%ati'amente mel6orados 9*3BTA/ 2008:) *o +mbito da estrat4gia 3uro#a 2020/ a Comissão 3uro#eia tamb4m &.eito indutor de ino'ação im#li%ar ou não uma retribuição #ara o setor %ultural e %riati'o 9e"ternalidade %riati'a:16) 3m #arti%ular/ a in'estigação da .issionais %ulturais e %riati'os nas e%onomias em sentido am#loJ • Por um lado/ o setor %ultural e %riati'o 4 per se um dos setores de ati'idade !ue #ro#$e no'os bens/ ser'iços e soluç$es ao mer%ado %om maior .se o %usto ou o bene.i%ar as %araterísti%as de bem #1bli%o:) Ao indu(ir a ino'ação em ter%eiros/ sem !ue #or esse e.onte de ins#iração/ ou se&a/ de im#regnação %riati'a #ara os seus %lientes e .numa #osição estrat4gi%a #ara im#regnaros restantes setores e assim %atalisar a ino'ação/ o %res%imento e o em#rego nas e%onomias euro#eias em sentido mais am#lo) 16 Por e"ternalidade/ %onsidera.issionais %riati'os #ermite 7s em#resas absor'erem as ideias e %on6e%imentos !ue transbordam do setor %ultural e %riati'o inde#endentemente desse e.orne%edores) Ao indu(ir maior ino'ação noutros setores de ati'idade e%on0mi%a/ %ontribui indiretamente #ara a %a#a%idade de ino'ação do #aís) A *3BTA 4 uma das entidades !ue tem dado #arti%ular atenção a este %ont-gio 9spillover: %riati'o !ue #oten%ia a ino'ação nas em#resas !ue lidam/ a montante e a &usante/ %om o setor %ultural e %riati'o) 3sta relação %om artistas e #ro.se de #rodutos %riati'os .í%io !ue 4 im#osto a ter%eiros sem !ue #ossa ser e"igida uma %om#ensação) A e"ternalidade 4 negati'a !uando a%arreta %ustos a ter%eiros 9%omo a #oluição de uma .

er8n%ia de te%nologias deri'adas de resultados da in'estigação/ de modo a %riar 'alor a%res%entado industrial e a a#oiar as #olíti%as %omunit-rias no domínio da ino'ação) 3ste #ar%eiro %ientí.i%ar os desa.erentes minist4rios e de di'ersos ní'eis da administração %entral/ lo%al e regionalE i': a in'estigação e a e"#erimentação de instrumentos de #olíti%a !ue in%enti'em e tirem o mel6or #artido do %ru(amento da %ultura e da %riati'idade %om as em#resas dos mais di'ersos setores de ati'idade) 2m dos mais re%entes %ontributos #ara a#ro.ortes: #ara e"#lorar ao m-"imo os spillovers da %ultura e da %riati'idade) Am5ientes prop6cios > impregnação 5 in'estimento e a es%ala !ue a ino'ação industrial e"ige 4 determinante na #ro%ura de .orço da %a#a%idade %on%orren%ial do te%ido 128 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .or%em a ino'ação aberta e a %oo#eração intersetorial) 3m 'e( de sim#les aç$es %entradas em em#resas/ em #rodutos ou em setores %onsiderados indi'idualmente/ o re.ertili(ação %ru(ada 4 in%enti'ada #ela Comissão 3uro#eia #ara #romo'er ambientes multidis%i#linares onde as organi(aç$es %ulturais e %riati'as #ossam %olaborar %om em#resas de outros setores) 3m %ausa est.re'elou interesse em %riar uma rede de res#ons-'eis #olíti%os/ re#resentantes da ind1stria/ %ientistas e in'estigadores uni'ersit-rios !ue #ossam identi.undar esta in'estigação 'em do Foint Researc: (entre/ o %entro %omum de in'estigação !ue #resta a#oio %ientí.um desa.ormas de e.i%os 9#or e"em#lo/ mel6or medição ou indí%ios mais .io %olaborati'o !ue im#li%a/ #elo menosJ i: a in%lusão da %ultura e da %riati'idade no dis%urso da ino'açãoE ii: a arti%ulação da #olíti%a %ultural %om demais #olíti%as go'ernamentais/ em #arti%ular no !ue to%a 7 e%onomia/ 7 %i8n%ia e 7 edu%ação e ao desen'ol'imento regionalE iii: o di-logo entre organismos de di.i%o e t4%ni%o 7s #olíti%as da 2nião 3uro#eia e #romo'e a trans.ios %ientí.i%o &.i%i8n%ia %oleti'a !ue re.=ertilização cruzada 3sta 'alori(ação e%on0mi%a dos spillovers %riati'os de'e ter im#li%aç$es ao ní'el das #olíti%as #1bli%as #ara maior en'ol'imento do setor %ultural e %riati'o %om os restantes setores) A .

ronteiras .re!uentemente P<3/ !ue interagem entre si/ !ue #ossuem a sua rede de %lientes e de .eli(es donde surgem as des%obertas ines#eradas) Bão estas %om#et8n%ias 6íbridas !ue #odem a%res%entar 'alor e en%ontrar no'as soluç$es %omer%ialmente 'i-'eis #ara bens e ser'iços !ue %om#etem nos mer%ados interna%ionais/ atra'4s da ino'ação e da di.oi instituída em Nrança a aAgen%e #our la Promotion de la Cr4ation industrielle 9NF: #ara a#ro"imar os mundos da %ultura/ da in'estigação e da ind1stria) 3n'ol'endo gru#os industriais/ entidades #1bli%as/ asso%iaç$es #ro.erentes dis%i#linas e #romo'em a serendi#idade/ os tais a%asos .ormação 9Comissão 3uro#eia/ 2010a:) Como &.ormas e a#li%aç$es de %om#osição e e"#ressão musi%al) Nruto da ini%iati'a %on&unta dos ministros res#ons-'eis #ela ind1stria e #ela %ultura/ em 1983 .2020 onde #odem ser desen'ol'idos #ro&etos %om maiores e.eitos de transbordamento ao ní'el da %ultura e da %riati'idade) 129 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .issionais e 1 5 %luster ou #olo im#li%a uma %on%entração geogr-.i%os/ te%nol0gi%os e industriais #odem %riar es#aços de %on'erg8n%ia !ue .em#resarial #ortugu8s e"ige uma estrat4gia 6olísti%a/ ali%erçada em redes em#resariais %olaborati'as !ue #artil6em e"#eri8n%ias/ %ustos e ris%os e ali%erçada em l0gi%as de aglomeração 9clusters1X:) As #ar%erias entre agentes %ulturais/ %ientí.eren%iação %om base na 'alori(ação da %ultura e da %riati'idade) As di.erentes modalidades #ara estimular os spillovers %riati'os #odem assumir a .i%ado em di.orne%edores/ e !ue #artil6am muitas 'e(es re%ursos/ %omo trabal6adores/ ser'iços es#e%iali(ados/ C=@ ou .ormação de artistas #ara a%onsel6amento %riati'o a em#resas/ inter'enç$es artísti%as nos lo%ais de trabal6o/ %onstituição de e!ui#as de #ro&eto multidis%i#linares/ aç$es de demonstração das 'irtudes da %riati'idade no desem#en6o em#resarial/ %entros de in'estigação a#li%ada/ laborat0rios 'i'os/ #olos/ #ar!ues industriais e demais #lata.i%a de em#resas/ .a%ilitam a tro%a de %on6e%imentos entre #essoal muito !uali.5e$ia @a& OE29M) Cm#ulsionado #elo assessor #ara a %i8n%ia de So6n N) VennedL/ o laborat0rio ino'a na a#li%ação %riati'a das no'as te%nologias desde a d4%ada de 1980/ %om o alto #atro%ínio de gru#os industriais de di'ersos #aíses) 2m dos #ro&etos em %urso 4 -:e 8pera of t:e Future7 !ue e"#lora no'as .orma de est-gios de #essoal %ultural e %riati'o na ind1stria/ semin-rios e BorNs:ops/ %on%ursos de ideias/ #r4mios/ .undos euro#eus do %i%lo 2014.re.oi o \5I.erido/ esta 4 uma arena #ri'ilegiada #elos .ormas !ue #romo'am o di-logo da %ultura e da %riati'idade %om os di'ersos setores de ati'idade do #aís) 2ma das arenas onde a te%nologia/ a %i8n%ia/ a %ultura e a %riati'idade mais %edo %omeçaram a e"#lorar no'as .

em#resariais/ 4 uma #lata.se a ati'idade da <u$afa&ric7 uma antiga .Meral de 3m#resas e Cnd1stria da Comissão 3uro#eia 4 uma #lata. uma das grandes em#resas en'ol'idas na 'alori(ação da ino'ação não te%nol0gi%a atra'4s do a@esign/ Cnno'ation = Pers#e%ti'e Club 9NF:.i%ar e #artil6ar boas #r-ti%as de ino'ação %ru(ada e de spillovers %riati'os %om outros setores de ati'idade/ atra'4s de uma rede %olaborati'a entre as 11 %idades euro#eias de Oirming6am92V:/ Amesterdão 9*[:/ Oerlim 9@3:/ 3sto%olmo 9B3:/ [in( 9AT:/ Pl(en 9C^:/ Iilnius 9[T:/ Iars0'ia 9P[:/ Foma 9CT:/ Tallinn 933: e [isboa 9PT:/ !ue #romo'e e'entos %omo a Trienal de Ar!uitetura e a 3"#erimenta @esign) *o +mbito do #rograma de inter%+mbio de e"#eri8n%ias entre %idades euro#eias #ara o desen'ol'imento sustent-'el 92FOACT:/ .orma de a#rendi(agem de #olíti%as !ue re1ne res#ons-'eis #olíti%os e #eritos na e"#erimentação de medidas !ue #romo'am a mel6or utili(ação da %riati'idade #or outros setores) 3m #arti%ular/ os #ro&etos.ran%8s) A Renault7 por exemplo7 .oi tamb4m lançada a ini%iati'a \(reative )pI> O2EM #ara testar instrumentos !ue mel6or #oten%iem a relação do setor %ultural e %riati'o %om outros setores/ estimulem os spillovers %riati'os e %ontribuam #ara a ino'ação) 3ntre os di'ersos e"em#los de im#regnação desta%ados/ %onta.orças e%on0mi%as/ so%iais e %ulturais do design .ertili(ação %ru(ada entre 130 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .-bri%a !ue/ no %onte"to da regeneração urbana da (ona industrial de Vortri&X na O4lgi%a/ se %on'erteu num #onto de .a im#regnar a #olíti%a industrial euro#eia 4 o lançamento dos @istritos 3uro#eus Criati'os #ara demonstrar %omo a %riati'idade e a ino'ação não te%nol0gi%a #odem rein'entar e interna%ionali(ar regi$es industriais mais tradi%ionais da 2nião 3uro#eia) 3ste 4 o %aso de \Tallonia (reative ?istrict O<EM e do \(reateWFas:ion 6alleA OI-M) \(ross Innovation O2EM 4 um #ro&eto a#oiado #ela 2nião 3uro#eia #ara identi.#iloto ao ní'el de clusters e dos vouc:ers %riati'os 9abordados no %a#ítulo seguinte: testam no'as modalidades de in%enti'o 7 im#regnação %riati'a e 7 interna%ionali(ação) +edes de e-perimentação europeia 5utra #ro'a !ue a %ultura e a %riati'idade est.orma de #romoção das . A ino'ação intersetorial 4 um dos domínios de interesse da \ European (reative In$ustries 9lliance O2EM) 3sta ini%iati'a da @ireção.

t:eLoriginalLepcot.a%ilitação do en%ontro entre o mundo em#resarial/ o mundo a%ad4mi%o e o mundo %riati'o) "ai2a 7+3+ #obre E+!+"+A+-+ o !rot.com © !""! ` !"1.0rnia/ _alt @isneL lançara anos antes o #ro&eto . e Tire$ O!""YM7 aFune 1!7 1Y3X1 Future Is >oB in 5onsanto]s Eouseb &A -onA @ong 131 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .i%o/ a%ad4mi%o/ %ultural e %riati'o) Al4m de Vortri&X 9O3:/ esta rede in%lui outras no'e %idades euro#eias de Vosi%e 9BV:/ 3ssen 9@3:/ Tallinn 933:/ Oolon6a 9CT:/ Oirming6am 92V:/ _ro%laY 9P[:/ <ons 9O3:/ Foterdão 9*[: e gbidos 9PT:) 2m dos ei"os de inter'enção deste #ro&eto 4 o do #a#el de agentes e mediadores %riati'os na .tipo E2perimental da "omunidade do AmanLã 5 1ltimo #ro&eto de _alt @isneL não sobre'i'eu 7 sua morte em 1966) Para os terrenos da Nlorida !ue são 6o&e o #ar!ue de di'ers$es mais . Nruto da #ar%eria entre um .amoso do mundo/ o %riador de desen6os animados #lanea'a um en%ontro entre o #laneamento urbano e a ind1stria do .uturo) 3ntre 1962 e 1966/ _alt @isneL #ro&etou 3)P)C)5)T/ a%r0nimo de Experimental PrototApe (ommunitA of -omorroB) Oaseada numa am#la aliança %olaborati'a/ nun%a %on%reti(ada/ entre o %on6e%imento t4%ni%o da ind1stria norte.ameri%ana e a imaginação da ?isneA/ o ob&eti'o desta %omunidade e"#erimental seria a#ro'eitar as no'as ideias e as no'as te%nologias emergentes dos laborat0rios e %entros de in'estigação da ind1stria #ara testar e demonstrar soluç$es ino'adoras #ara as ne%essidades das #essoas !ue 'i'em/ trabal6am e se deslo%am nas %idades) *o seu #rimeiro #ar!ue de di'ers$es da Cali.abri%ante de #l-sti%os/ os in'estigadores do <CT e o de#artamento de imaginação e de engen6aria da @isneL/ Talt ?isneA Imagineering/ o #ar!ue de di'ers$es a%ol6eu em 195 uma 'isão da %i8n%ia e do design #ara a %asa do ano de 1986) H-:e 5onsanto Eouse of t:e FutureK %a#tou o interesse de mil6$es de 'isitantes do #ar!ue de di'ers$es/ !ue #uderam entrar e testar a então des%on6e%ida resist8n%ia de uma %asa %onstruída/ mobilada e re%6eada de no'os materiais #l-sti%os) Fonte1 BBB.os mundos em#resarial/ %ientí.uturista -omorroBlan$.

eren%iação/ a utili(ação de .undos estruturais da 2nião 3uro#eia %om#letam os es.eren%iação a #ar da ino'ação te%nol0gi%a/ a 'alori(ação da %ultura e da %riati'idade a #ar da %i8n%ia e da te%nologia/ ou a 'alori(ação dos direitos de autor a #ar das #atentes #odem ser %on%reti(adas atra'4s da mobili(ação dos .reali(am na a!uisição de %om#et8n%ias e talento %ultural e %riati'o) Pelo %ontr-rio/ de'em in%enti'ar a a!uisição de ser'iços %ulturais e %riati'os #or em#resas !ue/ sem o des%onto/ não o .atores mais a'ançados de %om#etiti'idade ligados 7 %ultura e 7 %riati'idade) Ao %om#arti%i#ar a a!uisição de ser'iços 7s em#resas %ulturais e %riati'as/ estes 'ales de des%onto #romo'em a a#ro"imação e a %oo#eração do setor %ultural e %riati'o %om o te%ido em#resarial #ortugu8s em #ro&etos ino'adores !ue aumentam a %om#etiti'idade da e%onomia #ortuguesa) 5 #rin%í#io da adi%ionalidade garante !ue os .orços na%ionais #ara #romo'er a %oesão e%on0mi%a e so%ial) *este %onte"to/ os 'ales não de'em ser desen6ados #ara substituírem o in'estimento !ue sobretudo as grandes em#resas &.*ncentivar Tomam a .orma de %6e!ues/ vouc:ers ou 'ales e %onstituem uma das medidas mais emblem-ti%as de #olíti%a #1bli%a #ara in%enti'ar o in'estimento das em#resas em .i%o e te%nol0gi%o na%ional %omo laborat0rios/ %entros te%nol0gi%os ou instituiç$es do ensino su#erior) A 'alori(ação da di.undos estruturais #ara mel6or en'ol'er o setor %ultural e %riati'o %om as #olíti%as de ino'ação e de interna%ionali(ação destinadas ao te%ido em#resarial #ortugu8s) A%eitando o #aís o re#to da ino'ação e da di.atores imateriais de %om#etiti'idade %a#a(es de gerar bens e ser'iços ino'adores !ue 'ençam nos mer%ados interna%ionais) 3m Portugal/ as #e!uenas e m4dias em#resas #odem/ #or e"em#lo/ a%eder a 'ales em#reendedorismo/ 'ales C=@T/ 'ales ino'ação ou 'ales energia ou ambiente !ue %om#arti%i#am a a!uisição de ser'iços e rom#em barreiras de %olaboração das em#resas %om entidades do sistema %ientí.ariam) 132 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .undos estruturais em 'ales %riati'os #ode in%enti'ar as mais di'ersas ati'idades #rodutoras de bens e de ser'iços transa%ion-'eis a tirar #artido dos .

*nstrumento para #2% A .gicas $e longo pra*o? 9*3BTA/ 2011:) Bão as em#resas de menor dimensão !ue estão menos %ons%ientes e !ue tiram menor #artido do #oten%ial da %ultura e da %riati'idade #ara #rogredir na %adeia de 'alor e distinguir a o.erta nos mer%ados interna%ionais) *este %onte"to/ a e"#eri8n%ia a%umulada %om 'ales em outros domínios da #olíti%a industrial 'em re%on6e%er #oten%ial #ara %ombater a relut+n%ia das P<3 em ino'ar/ %ontribuindo #ara demo%rati(ar e a%elerar o a%esso das P<3 a ser'iços %ulturais e %riati'os de di.eren%iação) %-peri9ncia europeia aCreati'e Credits 92V: %onstitui uma das e"#eri8n%ias #ioneiras %om 'ales %riati'os/ . OcM.undação brit+ni%a #ara a ino'ação *3BTA tem sido #arti%ularmente ati'a na in'estigação de %omo este instrumento #ode garantir mel6ores resultados em termos deJ • adi%ionalidade de #roduto/ ou se&a/ o im#a%to nas 'endas e no %res%imento da em#resa !ue resulta da ino'ação gerada #elos #ro&etos %om#arti%i#ados #or 'ales %riati'osE • adi%ionalidade de %om#ortamento/ ou se&a/ a 'alori(ação a ní'el organi(a%ional do talento artísti%o e %riati'o #ara a ino'açãoE • adi%ionalidade de rede/ ou se&a/ a tomada de %ons%i8n%ia da im#ort+n%ia da %olaboração %om outras entidades no #ro%esso de ino'ação) A in4r%ia/ a e"%essi'a a'ersão ao ris%o e a mio#ia nas P<3 são identi. a ten$+ncia para aceitar o statusL Cuo7 in$epen$entemente $e Cu#o forte seJa a necessi$a$e $e mu$ança. 9 excessiva avers#o ao risco refereLse ao enviesamento cognitivo Cue empurra os proprietários $as P5E a fa*erem as escol:as Cue apresentam maior previsi&ili$a$e $e resulta$os.rcia .i%adas #ela *3BTA %omo inibidoras da ino'ação) >9 in.ruto da #ar%eria de entidades %om#rometidas %om a #romoção da %om#etiti'idade regional/ das artes e da ino'ação %omo a *3BTA) 3m 2009H2010/ uma em %ada seis 133 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa . a ten$+ncia para optar por gan:os $e curto pra*o em $etrimento $e $ecisões estrat. 5iopia .

i%iente #ara !ue a a#ro"imação %rie raí(es e sustente resultados no longo #ra(o 9*3BTA/ 2013:) a3uro#ean Creati'itL Iou%6er 923: .oi a modalidade desen'ol'ida #ela rede euro#eia de ino'ação 3CC3 92008.#iloto !ue %om#arti%i#am a a!uisição de ser'iços entre 50A e 5A) • A e"#eri8n%ia \dInnova (reativitA OE)M %oordenada #elas autoridades do País Oas%o #ermite 7s P<3 de setores mais tradi%ionais da região aumentarem o desem#en6o ino'ador atra'4s de 'ales at4 i10)000 #ara a%esso a ser'iços %riati'os) A e"#eri8n%ia \F9?LI>)WFas:ion7 9u$iovisual7 ?esign In$ustries Innovation )c:eme OE)M/ %oordenada #ela C+mara de Com4r%io de Oar%elona/ lançou antes %6e!ues.ilmes e 'ídeo/ softBare de la(er interati'o/ m1si%a/ artes #er.ino'ação de i4)000 'o%a%ionados #ara as ind1strias da moda/ do audio'isual e do design industrial) • A e"#eri8n%ia \0(>TWFor (reative (:allenge (eltic (rescent >ort: Test OIEM %oordenada #elo Bligo CountL Coun%il #ro#or%iona >vouc:ers $e talento? at4 i5)000 7s P<3 de setores de ele'ado #oten%ial %omo turismo/ agroalimentar/ te%nologia e %i8n%ias da 'ida) As entidades %riati'as são %on'idadas a di'ulgar 134 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .P<3 da região de <an%6ester %andidatou./ @ublin/ 3ind6o'en/ 3stugarda/ Oirming6am e @on%aster na #romoção de no'as o#ortunidades de mer%ado #ara as #e!uenas e m4dias em#resas do setor %ultural e %riati'o) *o !uadro da estrat4gia 3uro#a 2020 e da sua ini%iati'a emblem-ti%a da 2nião da Cno'ação/ a Aliança 3uro#eia das Cnd1strias Criati'as 92012: testa a introdução de 'ales %riati'os em #ro&etos.#iloto re'elaram !ue o 'ale %riati'o aumenta em 84A a #robabilidade das P<3 %olaborarem %om no'os #ar%eiros %riati'os em #ro&etos de ino'ação no %urto #ra(o) Contudo/ o 'alor do 'ale não 4 su.2011:/ um #ro&eto !ue reuniu as %idades de *antes/ Aa%6en/ Cardi.ormati'as/ edição/ softBare e 'ideo&ogos/ tele'isão e r-dio) 5s resultados deste #ro&eto.se ao sorteio de 150 vouc:ers de h4)000/ ainda !ue o a#oio im#li%asse in'estimento adi%ional) Para desen'ol'er #ro&etos de ino'ação %olaborati'os %om agentes %ulturais e %riati'os %om !uem nun%a tin6a trabal6ado antes/ a P<3 sorteada de'ia a%res%entar #elo menos mais h1)000 #ara a!uisição de ser'iços anun%iados #elas em#resas %ulturais e %riati'as no mer%ado 'irtual designado >>E)-9]s online creative gallerAK/ %omo ar!uitetura/ artes e antiguidades/ artesanato/ design/ design de moda/ ..

eren%iação 4 >muito importante? #ara o #restígio e re#utação dos #rodutos e"#ortados 9!uestão 2:) As %om#et8n%ias %ulturais e %riati'as !ue as em#resas e"#ortadoras mais utili(am são marXeting e #ubli%idade/ artes gr-.ustria &.iden%ial sobre o #a#el da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesas) As res#ostas obtidas &unto de 35 em#resas e"#ortadoras dos setores da moda/ alimentar/ da %er+mi%a/ !uími%o ou das mat4rias #l-sti%as dei"am #istas #ara a e'entual im#lementação desta modalidade a#oio 7 sinergia industrial Ocf.inan%iamento na%ional 9ustria Tirtsc:aftsservice Gm&E %om#arti%i#ou o en'ol'imento do setor %riati'o em #ro&etos ino'adores de P<3 da região de Bal(burgo atra'4s de 'ales de i5)000 e en'ol'eu #ar%erias %om entidades de Aleman6a/ 3slo'4nia/ Ct-lia e Feino 2nido 9*3BTA:) *este 1ltimo %aso/ o <inist4rio da 3%onomia da .eren%iação de #rodutos e"#ortados atra'4s da %ultura e da %riati'idade 4 um ei"o %om Halguma import4nciaK #ara a estrat4gia de interna%ionali(ação das em#resas 9!uestão 1: e !ue a integração da %ultura e da %riati'idade na estrat4gia de di. (aixa 6.alastrou a todo o #aís a e"#eri8n%ia testada %om su%esso em Bal(burgo) 3m 2013/ lançou um %on%urso na%ional de 600 vouc:ers %riati'os de i5)000 #ara %om#arti%i#ar a a!uisição de ser'iços %riati'os a ní'el euro#eu) ??? A so%iedade de %onsultores Augusto <ateus = Asso%iados %on'idou em#resas e"#ortadoras de bens de grande %onsumo a res#onderem a um !uestion-rio %on.0M. 5s resultados mostram !ue a di.i%as e design) A m4dio #ra(o/ #laneiam 'ir a utili(ar %om#et8n%ias ligadas a design/ Yeb design/ ar!ui'os/ #atrim0nio/ es%rita %riati'a e media interati'os 9!uestão3:) Criar/ %omuni%ar e in'entar são as a#tid$es mais re%on6e%idas nos #ro.as suas %om#et8n%ias no >diret0rio %riati'o?/ uma a#li%ação de #es!uisa interati'a a !ue as P<3 #odem a%eder #elo smartp:oneE • A e"#eri8n%ia \6inciW6ouc:er in (reative In$ustries O9-M %oordenada #ela ag8n%ia de .issionais %ulturais e %riati'os 9!uestão 4:) 5s %ustos %om a %ultura e a %riati'idade #esam menos de 1A em 34A das em#resas !ue res#ondeu e entre 1A e 5A em 46A deste uni'erso 9!uestão 5:) Tr8s em %ada %in%o das 13" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

orçar a m4dio #ra(o o in'estimento asso%iado 7 %ultura e 7 %riati'idade 9!uestão 6:) "ai2a 7+:+ #obre o papel da cultura e da criatividade na internacionalização das empresas portuguesas *+ >uais os ei2os mais relevantes para a estratégia de internacionalização da sua empresaR 91esem import4ncia7 !epouco importante7 .ecom alguma import4ncia7 0e&astante importante e 3emuito importanteM 13$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ecom alguma import4ncia7 0e&astante importante e 3emuito importanteM **+ >uais as =reas da empresa ou atributos dos produtos com maior potencial de integração da cultura e da criatividade na estratégia de di9erenciação da sua empresa nos mercados e2ternosR O1esem import4ncia7 !epouco importante7 .em#resas !ue res#onderam ao !uestion-rio #laneiam re.

***+ >uais as competBncias culturais e criativas @ue a sua empresa K= utilizou ou planeia vir a utilizar a médio prazo por via da contratação direta ou e2ternaR *7+ >uais as aptid3es @ue reconLece nos pro9issionais culturais e criativosR O1en#o recon:eci$a7 !epouco recon:eci$a7 .erecon:eci$a7 0e&astante recon:eci$a e 3emuito recon:eci$aM 13' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

7+ >uanto representa a aposta na cultura e na criatividade na estrutura de custos da sua empresaR 7*+ A sua empresa planeia re9orçar a médio prazo o investimento associado ? cultura e ? criatividadeR Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os com &ase nas respostas . 138 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .7 em anexo.3 empresas exporta$oras $os setores $a mo$a7 alimentar7 $a cer4mica7 Cu/mico ou $as mat.rias plásticas ao Cuestionário online $isponi&ili*a$o $urante o m+s $e 8utu&ro $e !"1.

$apa 7+1+ E2emplos de sinergias industriais no mundo Fonte1 )ocie$a$e $e consultores 9ugusto 5ateus G 9ssocia$os .

atores 1ni%os de di..ruto de outra aliança #1bli%o.#ri'ada !ue in%lui os minist4rios da %ultura/ da e%onomia/ da %i8n%ia e da ino'ação/ .1101 #ão (rancisco Eletr.iltragem de ar utili(ado #ela *ABA ou bebidas 9desde %6o%olate a cocNtails: !ue se inalam são alguns dos #rodutos ino'adores desen'ol'idos no @e @a&oratoire) @a'id 3dYards/ #ro.$N cNo.undaç$es/ ag8n%ias e os .ernande()%om Carla Nernande( 4 uma das designers de moda !ue est.org 1104 "openLaga !rémio anual de M400+000 $esigntoimprovelife.undador Bte'e Sobs e o es#et-%ulo da a#resentação dos no'os #rodutos seguida em direto no #laneta #or mil6$es de %onsumidores/ ou a %ontratação de líderes da alta.ase dada ao design !ue tanto ins#ira a %lasse %riati'a/ o in'estimento na mar%a/ o %uidado na ar!uitetura e na de%oração de interiores das lo&as/ o #er.nica de lu2o apple.%ostura) A 8n.ruto de uma #ar%eria entre os minist4rios da %ultura e da e%onomia %om a#oio trans'ersal dos #artidos #olíti%os #ara #romo'er a %oo#eração entre os setores em#resarial e %ultural e %riati'o) <eio mil6ão de euros 4 o montante do #r4mio anual I>?E[1 ?esign to Improve @ifej .a re%on'erter as . %ostura #ara re#ensar o retal6o e abordar no'os mer%ados são .undos euro#eus) 5 ob&eti'o 4 en%ora&ar os designers do mundo inteiro a reorientar as suas %om#et8n%ias %riati'as #ara desa.il do .lan desta mar%a de eletr0ni%a de %onsumo/ tão #r0"imo do das %asas de alta.un%ionalidade) 5s %onsumidores re%on6e%em o estatuto %ultural e %riati'o dos #rodutos da A##le e estão dis#ostos a #agar mais #ara a%eder ao .essor de engen6aria biom4di%a em Uar'ard/ 4 o grande im#ulsionador deste es#aço de ino'ação em Paris/ onde artistas e %ientistas das mais 'ariadas origens reali(am e"#eri8n%ias em %on&unto) 5s resultados destas e"#eri8n%ias são e"ibidos ao #1bli%o em e"#osiç$es de arte %ontem#or+nea) Al4m do @e @a&oratoire/ a rede 9rtscience @a&s in%lui o @a& (am&ri$ge no Feino 2nido/ o -:e @a& )tore tamb4m em Paris e o -:e 9rt)cience Pri*e/ um #rograma interna%ional !ue le'a a ino'ação 7s es%olas se%und-rias e uni'ersidades) 140 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .$N 8 (entro para a (ultura e a Economia $a Experi+ncia/ instituído em 2008/ 4 .rio das artes e ciBncias lela&oratoire.eren%iação 6ori(ontal) 1102 $é2ico -radição na moda contemporEnea %arla.ios de sustentabilidade mais #rementes/ %omo as alteraç$es %lim-ti%as ou a es%asse( de -gua)) Telem0'eis !ue emitem odores/ um sistema de .ormas e #r-ti%as tradi%ionais me"i%anas em %oleç$es %ontem#or+neas de su%esso/ a#laudidas #ela %ríti%a interna%ional %omo as re'istas 6ogue/ Elle/ 5onocle ou Tallpaper e a #arti%i#ação em e'entos maiores da moda/ de [ondres ao Sa#ão) 3sta mar%a 4 simultaneamente um e"em#lo de su%esso de %om4r%io &usto e um laborat0rio de design ambulante) Atra'4s dos BorNs:ops !ue reali(a nas mais remotas %omunidades indígenas #or todo o <4"i%o/ são re%ol6idas as t4%ni%as e os materiais t8"teis tradi%ionais en!uanto os #arti%i#antes são %on'idados a desen6ar e a #rodu(ir #eças de 'estu-rio/ ada#tando a sua 6erança %ultural 7 ind1stria da moda) 1103 !aris A laborat.com 2m ip:one/ um ipa$ ou um mac não são ad!uiridos a#enas #ela sua .

rente ao se aliarem ao simulador da 'ida real -:e )ims) Produ(ido #ela 3letroni% Arts/ a #rodutora de 'ideo&ogos de Bão Nran%is%o/ o simulador #ermite aos &ogadores ad!uirirem os artigos de rou#a e de mobili-rio da U=< e CV3A #ara usarem e de%orarem o seu mundo 'irtual/ bem %omo desen6arem no'as #eças !ue #odem le'ar a %on%urso na %om#etição reali(ada a ní'el mundial) ?isonancias 4 uma #lata.esti'ais de m1si%a/ de #rogramas de tele'isão ou de .1105 #uécia Artistas no local de trabalLo tillt.fi A Ninl+ndia 4 um dos #aíses euro#eus !ue mais a#osta no .orme as ne%essidades do %liente/ um ator/ #intor/ m1si%o/ dançarino/ .com 5s e'entos %ulturais são um 'eí%ulo de e"%el8n%ia #ara as mar%as al%ançarem notoriedade e atingirem determinados ni%6os de mer%ado) 5 #atro%ínio de .ilmes e a #arti%i#ação de artistas nas %am#an6as #ubli%it-rias são a#enas alguns e"em#los) 5s retal6istas sue%os CV3A e U=< deram um #asso em . #ri'adas em %urso na Ninl+ndia/ !ue en'ol'em a %ultura e a %riati'idade %om di'ersos clusters %omo agroalimentar/ mar ou metal1rgi%o) @esde a emerg8n%ia dos media digitais/ nos anos 90/ !ue o Mo'erno en'ol'e su%essi'amente as #astas da %ultura/ da edu%ação/ da e%onomia/ do em#rego/ dos neg0%ios estrangeiros ou da agri%ultura %om as ag8n%ias de ino'ação/ de te%nologia e das artes/ bem %omo %om as em#resas e as uni'ersidades/ #ara delinear uma estrat4gia de desen'ol'imento onde %ontam as ind1strias %riati'as) 1107 #ão (rancisco N%$ e *IEA na realidade virtual t:esims.ertili(ação %ru(ada entre os mundos artísti%o e em#resarial) 5 seu #ro&eto mais emblem-ti%o/ 9IRI)/ #ermite integrar no lo%al de trabal6o de administraç$es #1bli%as ou unidades industriais/ ao longo de de( meses/ um %onsultor %riati'o #ara #romo'er a mudança organi(a%ional) Con.ator %om#etiti'o da %riati'idade) Uelsín!uia/ %a#ital mundial do design em 2012/ 4 s0 um e"em#lo das '-rias #ar%erias #1bli%o.com 1108 EspanLa *novação aberta com artistas $isonancias.se Tillt 4 a #rodutora sue%a de inter'enç$es artísti%as em organi(aç$es/ !ue #ro'o%a a %riati'idade e a ino'ação atra'4s da .ot0gra.o/ et%) #assa a integrar a 'ida da organi(ação) 5 #ro&eto %omeça #ela obser'ação das rotinas do lo%al de trabal6o #ara/ então/ in%enti'ar a mudança 'isada/ %omo/ #or e"em#lo/ uma maior %oo#eração entre trabal6adores) 106 (inlEndia Dm consenso nacional creativein$ustries.orma #ara im#ulsionar a ino'ação aberta e %olaborati'a entre artistas e em#resas ou %entros de in'estigação) @e#ois de a'aliadas as #retens$es da em#resa %andidata/ a ?isonancias sele%iona os artistas mais ade!uados #ara a %olaboração/ !ue se #rolonga #or %er%a de no'e meses) A metodologia de trabal6o #oten%ia o inter%+mbio de %on6e%imento e a %on%eção de #ro%essos ino'adores entre artistas e organi(aç$es) Consoante as ne%essidades e o %onte"to de e"#erimentação do %liente/ o artista #ro#$e modalidades de interação %a#a(es de gerar ideias/ #ro%edimentos ou #rot0ti#os sur#reendentes/ ino'adores e dissonantes) 141 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

ortaleçam a ino'ação/ a %om#etiti'idade e a interna%ionali(ação da e%onomia grega) Begundo a #lata.membros #er%ursores #ela abrang8n%ia das des#esas em ati'idades de design !ue #odem ser %om#arti%i#adas #elos a#oios #1bli%os 7 ino'ação) 11 Est.eu *o Benegal/ est.undir o talento e o #atrim0nio %i'ili(a%ional tailandeses %om as no'as te%nologias e o mundo em#resarial/ ins#irando a %riação de #rodutos e de ser'iços di.nia 1uldozer para o design $isainiNesNus.a%e 7 %on%orr8n%ia nos mer%ados interna%ionais) 2m dos ei"os estrat4gi%os 4 a #ar%eria entre as ag8n%ias de #romoção em#resarial e de design !ue %on%ebeu o #rimeiro #rograma de a#oio 7s ind1strias e"#ortadoras %om base no design) @e( em#resas estão a %olaborar %om de( re#utados designers neste #ro&eto.eeWenW$esign&ull$o*er A 3st0nia 4 um dos #aíses do alargamento ao %entro e leste euro#eu !ue #retende %res%er atra'4s da #rogressão na %adeia de 'alor e da 'enda ao e"terior de bens e de ser'iços mais 'aliosos e %om#etiti'os .i%o) *estes e%ossistemas de e"#erimentação/ são as #essoas !ue se di'ertem/ 'i'em/ estudam ou trabal6am #ara %o. #iloto !ue 'isa %ons%ien%iali(ar o mundo em#resarial do #oder do design #ara gerar 'alor a%res%entado/ atingir no'os mer%ados e sustentar o %res%imento dos lu%ros) 12 -ailEndia #ensibilizar para o design tc$c.se no -:ailan$ (reative G ?esign (enter 9TC@C:/ um dos #rin%i#ais %entros de design do mundo asi-ti%o) 3"#osiç$es/ #alestras/ %on.or.1109 #enegal Na rede de laborat.t: A a#osta %riati'a da Tail+ndia %entra. .eren%iados e de !ualidade/ %om %a#a%idade #ara se desta%arem no mer%ado global) 142 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ti%a) 3ste 4 um dos clusters %riados #ela ini%iati'a Corallia/ !ue .um dos mais de 300 living la&s !ue se es#al6aram #or Portugal e #elo mundo desde a %riação/ em 2006/ da rede %olaborati'a de ino'ação global Eno@@/ uma a#osta da #resid8n%ia .org 5 cluster de ino'ação em te%nologias de &ogos e %onte1dos %riati'os 4 um #olo re%ente !ue &unta a te%nologia/ a %i8n%ia/ a %ultura e a %riati'idade na região de .er8n%ias/ BorNs:ops ou uma bibliote%a %om mais de 25 mil li'ros e artigos multim4dia/ são alguns dos ser'iços e e!ui#amentos !ue o %entro dis#onibili(a #ara #romo'er a rele'+n%ia do design dentro de .orma euro#eia B33/ !ue 'isa a%elerar a integração do design nas #olíti%as de ino'ação a ní'el euro#eu/ a Mr4%ia 4 um dos 3stados.rios vivos openlivingla&s.un%iona %omo um bal%ão 1ni%o 9oneLstopLs:op: #ara sinergias industriais !ue .ronteiras e #romo'er os designers tailandeses interna%ionalmente) 5 ob&eti'o 4 .gerar no'as ideias e testar no'os bens e ser'iços !ue %6egam ao mer%ado) A sustentabilidade 4 o desígnio desta rede/ !ue testa t0#i%os %ulturais e %riati'os %omo os media interati'os) 10 Grécia "orallia o 9acilitador de c%us&e+s corallia.inlandesa do Consel6o da 2nião 3uro#eia) 5s living la&s são os ambientes de 'ida real !ue 'ieram substituir os laborat0rios onde a in'estigação e o desen'ol'imento se %ir%uns%re'em a #essoal t4%ni%o e %ientí.

Parte VI Conclusões e recomendações 143 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

unda e %om#leta ao longo das di.!iagn stico A!ui se a#resentam as #rin%i#ais %on%lus$es da in'estigação sobre o diagn0sti%o %om#etiti'o de Portugal no %onte"to euro#eu e mundial em termos dos bens e dos ser'iços %onsiderados %riati'os #elas estatísti%as interna%ionais) Con'4m notar !ue as bases de dados interna%ionais atualmente dis#oní'eis não %onseguem %a#tar #lenamente os im#a%tos diretos e indiretos da %ultura e da %riati'idade na interna%ionali(ação) Assim/ ao %om#arar o desem#en6o e"#ortador de Portugal %om o mundo/ sal'aguarda.i%ado/ %riação de ri!ue(a/ e"#ortação de 'alor a%res%entado e sustentabilidade dos modelos de desen'ol'imento e%on0mi%o e so%ial/ 7 es%ala na%ional/ regional e lo%al ou 7 es%ala urbana e rural/ de#endem da interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o e do seu %ontributo #ara o re.se #or de.eren%iação 'alorati'a da maioria dos bens de %onsumo/ %orrentes e duradouros) 5 diagn0sti%o #ermite/ ainda assim/ .se numa segunda grande .a( #arte a #r0#ria %onstrução euro#eia/ e/ sobretudo/ a otimi(ação dos seus resultados em termos de em#rego !uali.orço da %om#etiti'idade interna%ional do turismo e da ind1stria na%ionais) 144 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ragmentação das ati'idades e%on0mi%as 7 es%ala mundial/ desta 'e( bem mais #ro.undamentar um #a#el de grande rele'+n%ia #ara o setor %ultural e %riati'o no .rontar em termos interna%ionais) 5 estudo reali(ado #ermitiu/ ali-s/ situar %om %lare(a os limites do atual kestado da artel em mat4ria de an-lise do #a#el do setor %ultural e %riati'o na globali(ação) A globali(ação/ na sua re%ente a%eleração/ a#oiou.se #or e"%esso ao %onsiderar %omo %riati'os bens e ser'iços !ue 'erdadeiramente não estão asso%iados a uma intensidade su.eito) 3rra.uturo da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) A a%eleração da #arti%i#ação de Portugal na globali(ação/ de !ue .orte dis#ersão dos ritmos de %res%imento e%on0mi%o entre #aíses/ regi$es e %idades) *este !uadro/ a a'aliação do %ontributo do setor %ultural e %riati'o na interna%ionali(ação tem %ondu(ido a erros #or e"%esso e a erros #or de.i%iente de ati'idades %ulturais e %riati'as) 3rra.se %omo Kriati'o o %ar-ter limitado e restriti'o do %aba( de bens e de ser'iços !ue 4 #ossí'el %on.na base da atual .erentes %adeias de 'alor e não a#enas em termos de se#aração dos lo%ais de #rodução e de %onsumo/ !ue est.eito ao não se %a#tarem muito dos %ontributos do setor %ultural e %riati'o #ara o desem#en6o #ositi'o interna%ional dos #rodutos e das e"#eri8n%ias turísti%as e #ara a di.

usão #ara 'eí%ulos autom0'eis/ 'ulgo autorr-dios:/ #rodutos rela%ionados de design 9em#oladas #ela 'enda ao e"terior de materiais de su#orte %omo o ouro: e #rodutos de design/ desde mobili-rio/ t8"til lar/ #a#el de #arede/ #or%elana/ &oias/ iluminação/ a%ess0rios de moda a brin!uedos) .ragilidade na%ional ao ní'el da %ir%ulação da im#rensa di-ria/ das mar%as de abrang8n%ia interna%ional ou da #arti%i#ação ati'a na internet) 14" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ruição %ultural %omo os a#arel6os re%etores de radiodi.#rimas e os e!ui#amentos de su#orte !ue asseguram a %riação/ #rodução/ distribuição e %onsumo dos #rodutos das ind1strias %riati'as: a#resentam um dinamismo e uma resili8n%ia su#erior 7 m4dia na%ional) 3stas e"#ortaç$es re%u#eram do %ola#so do %om4r%io interna%ional/ desde 2009/ a um ritmo !ue e!ui'ale ou !ue su#era o de grandes .erida #ela Con.er8n%ia das *aç$es 2nidas #ara o Com4r%io e o @esen'ol'imento 9Cnu%ed:/ re'ela !ue tanto as e"#ortaç$es do %on&unto das ind1strias %riati'as 9in%luindo artigos de design/ artesanato/ artes 'isuais/ edição/ no'os media e audio'isuais e ser'iços rela%ionados %om #ubli%idade/ ar!uitetura/ in'estigação e desen'ol'imento/ audio'isuais e outros ser'iços %ulturais e re%reati'os: %omo as e"#ortaç$es do %on&unto das ind1strias rela%ionadas 9in%luindo as mat4rias.As #rin%i#ais %on%lus$es do diagn0sti%o desen'ol'ido na #rimeira #arte do estudo são assim sinteti(adasJ 1) A e'olução da balança %omer%ial Kriati'a #ortuguesa na d4%ada entre 2002 e 2011/ a. A #rodução Kriati'a 4 um dos %rit4rios do índi%e mundial de ino'ação #romo'ido #ela 5rgani(ação <undial da Pro#riedade Cntele%tual 95<PC:/ (ornell 2niversitA e C*B3A@) 3ste a'alia a rele'+n%ia assumida a ní'el na%ional #elos ati'os intangí'eis/ #elos bens e ser'iços %riati'os e #ela %riati'idade online) A %om#aração interna%ional re'ela a .. As maiores e"#ortaç$es Kriati'as na%ionais en'ol'em #rodutos rela%ionados audio'isuais 9em#oladas #elo dinamismo de e!ui#amentos de su#orte 7 .ileiras e"#ortadoras na%ionais %omo !uími%a/ autom0'el/ alimentar ou e!ui#amento el4tri%o) !.

i%ial #ortuguesa a%ol6eu 15A das e"#ortaç$es das ind1strias %riati'as de Portugal em 2011) Portugal tem !uotas de mer%ado rele'antes em Bão Tom4 e Prín%i#e 9 A:/ Angola 940A:/ Cabo Ierde 936A:/ Muin4 Oissau 935A:/ <oçambi!ue 919A: e Timor [este 915A: mas não no mer%ado brasileiro 90/5A:) *este !ue 4 o mais rele'ante mer%ado de língua o.orças das e"#ortaç$es #ortuguesas situam.rentando um %res%ente #rotagonismo dos #aíses emergentes no #lano da #rodução industrial) Para garantir uma tra&et0ria de m4dio e longo #ra(o relati'amente e!uilibrada #ara a balança e"terna do setor %ultural e %riati'o 4 ne%ess-rio um es.atores de 'ulnerabilidade no %onte"to da %onsolidação da globali(ação/ en.se um menor dinamismo nas #roduç$es mais asso%iadas 7 re'olução digital) As #rin%i#ais .a( ressaltar uma insu.0. 5 mer%ado de língua o.orne%edor a ní'el mundial e #ara )G a ní'el euro#eu/ embora a%use outras .orço sustentado de interna%ionali(ação do setor/ designadamente do n1%leo duro das ati'idades mais e"igentes ao ní'el da #ro#riedade intele%tual) 3.i%as 9#rodutos/ mer%ados e setores:/ a e'olução do %om4r%io interna%ional Kriati'o . 5 %ru(amento das estatísti%as das em#resas %om as estatísti%as do %om4r%io interna%ional do Cnstituto *a%ional de 3statísti%a %on.ormas de interna%ionali(ação %omo o in'estimento direto) A 'alori(ação da língua #ortuguesa e dos #aíses e %omunidades !ue a usam e #artil6am 4 ne%ess-ria %omo #lata.i%ial #ortuguesa/ Portugal re%ua #ara 21)G .rutos dessa #ro&eção interna%ional) f.i%iente %oer8n%ia global na es#e%iali(ação al%ançada) 3m %ontraste %om o maior dinamismo re'elado na e'olução dos modelos de %onsumo/ re'ela.irma o en'iesamento do setor %ultural e %riati'o #ara o mer%ado interno) 3ste %ru(amento re'ela !ue a #er%entagem 14$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orma %olaborati'a de #ro&eção e"terna do setor %ultural e %riati'o de Portugal) A interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o en%ontra a!ui uma #oderosa ala'an%a/ não #ara se limitar 7 língua #ortuguesa/ mas #ara gan6ar a identidade e a trans'ersalidade !ue l6e garantam a ne%ess-ria resili8n%ia #ara %ol6er os .se em #rodutos #ortadores de '-rios . Analisada na sua dimensão global e nas suas '-rias dimens$es es#e%í.

i%ado 4 o dessa trans'ersalidade !ue se gan6a no e!uilíbrio/ sem modas e.i%a bem menos %laro e bem menos karrumadol .orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa/ se&a no re.orço da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa atra'4s da ino'ação e da di.irma nos mer%ados e"ternos) 5 %ontributo do setor %ultural e %riati'o #ara a %om#etiti'idade e interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa e"ige a montagem e a e"#loração de tr8s grandes sinergias/ en!uanto en%ontros organi(ados e entusiasmados/ dos agentes e%on0mi%os e so%iais entre si e %om as #olíti%as #1bli%as !ue o saibam ser/ #or!ue estrat4gi%as/ rigorosas e orientadas #elo interesse geral) 14' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormadoras na%ionais 919/4A:) #otencial 5 #resente estudo 'isa .orte di'ersidade de .orço da #r0#ria interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ se&a no re.i%a abai"o da #er%entagem de em#resas e"#ortadoras do #aís 93/8A: e 4 seis 'e(es in.a%e aos %i%los anteriores) 5 #resente estudo demonstra !ue o #oten%ial do setor %ultural e %riati'o est.eren%iação dos bens e dos ser'iços %om !ue Portugal se a.ertili(ador de%isi'o do dinamismo e%on0mi%o e so%ial/ em es#e%ial/ mas não em e"%lusi'o/ nas %idades !ue 'ão mel6orando a !ualidade de 'ida #ara a muito larga maioria e abrindo su%essi'as o#ortunidades #ara atrair os talentos) 5 #oten%ial !ue .de em#resas e"#ortadoras %ulturais e %riati'as 93/2A: .inan%iamento euro#eu 2014.erior 7 #er%entagem de em#resas e"#ortadoras nas ind1strias trans.ere%er no #ro%esso de re.na sua trans'ersalidade !ue l6e #ermite dialogar #ri'ilegiadamente %om o %on6e%imento e ser .4meras/ entre %ultura e %riati'idade) A!ui se a#resentam as #rin%i#ais %on%lus$es da in'estigação sobre o #oten%ial de e"tro'ersão !ue a %ultura e a %riati'idade #odem o.2020 #elas #olíti%as #1bli%as e #elos agentes e%on0mi%os/ so%iais e institu%ionais do setor %ultural e %riati'o/ na sua muito .undos estruturais .oi identi.ormas e ati'idades) As grandes orientaç$es %omunit-rias #ara um k%res%imento inteligente/ in%lusi'o e sustent-'ell/ a #rosseguir %om base em estrat4gias de ação 'alori(adoras dos territ0rios/ '8m 'alori(ar o #a#el do %on6e%imento/ da %ultura e da %riati'idade) Ao mesmo tem#o/ ol lugar da %ultural nos .undamentar uma #lena a#ro#riação das o#ortunidades abertas #elo no'o %i%lo de .

ios e os instrumentos dis#oní'eis 7 sua interna%ionali(açãoE ii: #romo'er o setor %ultural e %riati'o/ integrando.orma de interna%ionali(ação !ue 4 a internet) 148 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orçar a sua %om#etiti'idade interna%ional e alargar a e"#ortação de 'alor a%res%entado) As #rin%i#ais lin6as %on%lusi'as do estudo relati'as 7 montagem e e"#loração destas tr8s sinergias são assim sinteti(adasJ X.orço da %oo#eração dentro do setor %ultural e %riati'o e o es. A sinergia %ultural 'em demonstrar a rele'+n%ia !ue o re.atores %6a'e de %om#etiti'idade turísti%a e bene.orço simult+neo e %oleti'o dos di'ersos agentes e entidades %ulturais #odem assumir na e.ere%er 7s em#resas #ortuguesas uma %ombinação original de ino'ação e di.o nas estrat4gias de desen'ol'imento de o.eren%iação sus%etí'el de re.ensi'as interna%ionais/ de redes e de clusters/ de regeneração urbana e das estrat4gias de in'estigação e ino'ação #ara es#e%iali(ação inteligente 9FCB3:E iii: %one%tar o setor %ultural %riati'o/ desen'ol'endo #ar%erias te%nol0gi%as #ara a transição digital/ de modo a tirar #leno #artido da #lata.i%i8n%ia %oleti'a de'em ser in%enti'adas #araJ i: %a#a%itar o setor %ultural e %riati'o/ sensibili(ando e in.A #rimeira sinergia 4 a sinergia %ultural/ !ue #ro#$e um no'o dinamismo de #ro&eção interna%ional das ati'idades %ulturais e %riati'as/ #artil6ando ris%os e %ustos) A segunda sinergia 4 a sinergia turísti%a/ !ue #ro#$e um no'o rela%ionamento onde o setor %ultural e %riati'o assume um #a#el rele'ante na reno'ação dos .eti'a interna%ionali(ação das ind1strias %ulturais e das ati'idades %riati'as) Normas de %oo#eração e de e.ormando sobre os desa.i%ia dos no'os #1bli%os e de no'os mer%ados abertos #elo desen'ol'imento turísti%o) A ter%eira sinergia 4 a sinergia industrial/ !ue #ro#$e um a'anço em direção a uma no'a es#e%iali(ação e a um no'o #aradigma %om#etiti'o onde a %ultura e a %riati'idade se &untam ao %on6e%imento #ara o.

i%i8n%ia %oleti'a de'em ser in%enti'adas #araJ i: di.i%i8n%ia %oleti'a de'em ser in%enti'adas #araJ i: di.ere%endo e"#eri8n%ias 1ni%as a ni%6os de mer%ado %om maior #oder a!uisiti'oE ii: segmentar/ a#ro.eren%iar os destinos turísti%os/ o.eren%iação na e%onomia #ortuguesaE iii: in%enti'ar a . A sinergia turísti%a demonstra a rele'+n%ia da %ultura e da %riati'idade no a#ro. A sinergia industrial demonstra a rele'+n%ia da %ultura e da %riati'idade #ara a %om#etiti'idade não.undando a %om#reensão das %araterísti%as e das moti'aç$es dos turistas/ de modo a ma"imi(ar as #oten%ialidades do destino turísti%oE iii: interagir/ atra'4s da maior %oordenação dos inter'enientes turísti%os e da utili(ação das te%nologias de in.undamento %om#etiti'o dos #rodutos turísti%os e na atração de turistas e a rele'+n%ia do turismo %omo #lata.ertili(ação %ru(ada atra'4s da #romoção de ambientes multidis%i#linares !ue en'ol'am o mundo %ultural e %riati'o %om as grandes .ileiras e"#ortadoras na%ionais/ atra'4s da ino'ação e da di.'.eren%iação da #rodução de bens e de ser'iços %om grande 'alia 7 es%ala mundial) Normas de %oo#eração e de e.eren%iar os #rodutos !ue o #aís 'ende ao e"terior/ #oten%iando a ino'ação in%remental e de índole não te%nol0gi%a 9soft innovation:E ii: im#regnar os restantes setores de ati'idade de ideias e de %on6e%imentos !ue transbordam da %ultura e da %riati'idade 9spillovers:/ indu(indo a ino'ação e a di.ormação e %omuni%ação/ de modo a #oten%iar a ino'ação nos #rodutos turísti%os) Y.ileiras e"#ortadoras na%ionais/ designadamente atra'4s da e"#eri8n%ia euro#eia dos 'ales %riati'os) 149 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orma e"#ortadora e de interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o) Normas de %oo#eração e de e.%usto de grandes .

ensi'as de #romoção interna%ional a e"#loração de no'os %anais de 'endas) *este %onte"to/ a#resentam.undos euro#eus #ara 2014.í%il de en%ontrar/ sobretudo #ara !uem esti'er #reso a 'el6os #aradigmas de mero .io demasiado e"igente e oneroso #ara ser en%arado de uma .%strat&gia As orientaç$es na%ionais de.ormação de #lata.undos euro#eus de'em ser'ir #olíti%as #1bli%as rigorosas e estrat4gias #ri'adas e so%iais de m4rito indis%utí'el/ o klugar da %ultural #ode ser mais di. A interna%ionali(ação 4 um desa.ertas %ulturais #olari(adas #elo mer%ado dom4sti%o) <as este no'o %i%lo surge bem mais interessante e desa.orma solit-ria/ e"igindo a .eren%iação #ara %on%orrer nos mer%ados interna%ionais/ então a di'ersidade %ultural e o talento %riati'o/ a#li%ados aos mais di'ersos setores de ati'idade da e%onomia #ortuguesa/ t8m todas as %ondiç$es #ara #rotagoni(ar a no'a estrat4gia e%on0mi%a de utili(ação dos .rente %ultural e %riati'a multidis%i#linar #ara atuação nos di'ersos #lanos da interna%ionali(ação/ desde o.ormas %olaborati'as de #artil6a de %ustos e de ris%os) @e'e ser in%enti'ada uma .2020 %onsagram um %laro #ri'il4gio 7 #rosse%ução de ob&eti'os relati'os 7 #romoção da %om#etiti'idade e da interna%ionali(ação) *este %i%lo onde os .inan%iamento #1bli%o de o.inidas #ara o %i%lo 2014.se as seguintes re%omendaç$es estrat4gi%as e trans'ersaisJ 1"0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .2020) As #rin%i#ais lin6as %on%lusi'as do estudo relati'as 7 e"#loração deste no'o %amin6o são assim sinteti(adasJ 1".iante #ara os agentes %ulturais e %riati'os/ sobretudo #ara !uem souber ler as o#ortunidades do mundo digital/ #ara !uem souber re%on6e%er o 'alor da %ultura e da %riati'idade %omo .atores de %riação de ri!ue(a e/ tamb4m/ #ara !uem não #res%indir de #olíti%as #1bli%as !ue garantam aos %idadãos o a%esso aos bens e ser'iços de m4rito #rodu(idos ou 'iabili(ados #elo setor %ultural e %riati'o) A!ui se a#resentam as re%omendaç$es no domínio das #olíti%as #1bli%as e das estrat4gias em#resariais/ de modo a a#ro'eitar o #oten%ial da %ultura e da %riati'idade en!uanto instrumento de #romoção de %om#etiti'idade e de interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesa) A%eitando o #aís o re#to da ino'ação e da di.

aria at4 Iene(a #ara re#resentar Portugal na mostra interna%ional de arte/ %on'ertendo a embar%ação numa embai"ada de #rodutos %ulturais e %riati'os #ortugueses %om su%essi'as es%alas #ela %osta euro#eia) 1"1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .orças e a #artil6a de ris%os e de %ustos na abordagem aos mer%ados e"ternosE • Cn%enti'ar a integração da %ultura e da %riati'idade nas estrat4gias regionais de in'estigação e ino'ação #ara a es#e%iali(ação inteligente 9FCB3: e nas estrat4gias na%ionais de ino'ação e de interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesaE • Cn%enti'ar a %riação de um .i%ial #ortuguesa nesta estrat4gia de abertura de %anais de 'enda na internetE • Cn%enti'ar a tradução dos %onte1dos de língua o.ser e!ua%ionada a re#li%ação da e"#eri8n%ia do %a%il6eiro de Soana Ias%on%elos !ue 'ia&ou da Tra.i%iente #ara %om#etir a ní'el global/ #romo'endo a união de .ormati'as) 3!ua%ionar o #oten%ial da %olaboração %om os restantes #aíses de língua o.i%ial #ortuguesa %onstantes dos bens e ser'iços %ulturais e %riati'os #ara um le!ue di'ersi.un%ionem %omo montra #romo%ional dos #rodutos e ser'iços %ulturais e %riati'os #ortugueses &unto de retal6istas e %onsumidores estrangeiros) Adi%ionalmente/ #oder.u# stores: de e"%el8n%ia/ lo%ali(adas em art4rias #ri'ilegiadas de su%essi'as %a#itais mundiais/ !ue .i%ado de línguas estrangeiras/ designadamente as dos mer%ados emergentes mais #romissores #ara as e"#ortaç$es #ortuguesasE • Cn%enti'ar a abertura de lo&as e.ormas de %oo#eração na #artil6a de %om#et8n%ias e na abordagem aos mer%ados interna%ionaisE • Cn%enti'ar as asso%iaç$es e estruturas re#resentati'as do setor %ultural e %riati'o a estabele%erem #ar%erias %om entidades #1bli%as e #ri'adas #ara lançar %at-logos 'irtuais de e"%el8n%ia a ní'el mundial na internet/ #ara aumentarem as e"#ortaç$es de bens e ser'iços %ulturais e %riati'os/ desde design/ %inema/ m1si%a/ artes #l-sti%as ou artes #er.0rum de di-logo e de re.le"ão entre #rotagonistas das e"#ortaç$es industriais na%ionais e estruturas re#resentati'as do setor %ultural e %riati'o/ de modo a desen6ar no'as .• Cn%enti'ar a sinergia %ultural/ a sinergia turísti%a e a sinergia industrial de modo a tirar #artido do #oten%ial da %ultura e da %riati'idade en!uanto instrumentos de #romoção da interna%ionali(ação da e%onomia #ortuguesaE • Cn%enti'ar a integração das organi(aç$es %ulturais e %riati'as em redes de %oo#eração em#resarial e em clusters %om massa %ríti%a e es%ala su.4meras 9#o#.

í%ios e das <i%roem#resas Artesanais/ #ara e!ua%ionar o desen'ol'imento de um %at-logo de 1"2 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .er8n%ia/ %omo a Asso%iação do Com4r%io 3letr0ni%o e da Publi%idade Cnterati'a 9AC3PC: ou o Polo das Te%nologias de Cn.1gio alternati'oE • Consolidar a aliança %om a Autoridade *a%ional de Comuni%aç$es 9A*AC5<: e demais entidades de re.issional 9C3NP: #ara in%enti'ar a integração de %om#et8n%ias %ulturais e %riati'as no te%ido em#resarial #ortugu8s e/ no +mbito es#e%í.ortale%er as estrat4gias de interna%ionali(ação dos agentes %ulturais e %riati'os e #oten%iar os im#a%tos das #olíti%as #1bli%as dirigidas 7 interna%ionali(ação) *este %onte"to/ a#resentam.i%o do PPAFT .er8n%ia na di'ersi.undos de in'estimento #ara #oten%iar a arte %omo in'estimento de re.se #ara .dis#onibili(ados a di'ersos outros setores do te%ido em#resarial #ortugu8s/ designadamente as lo&as de e"#ortação/ os gestores de %lientes ou a rede na%ional de mentoresE • Consolidar a aliança %om a Asso%iação Portuguesa de Oan%os 9APO: e entidades de re.ormação/ Comuni%ação e 3letr0ni%a 9TCC3)PT: #ara a#oiar a transição digital do setor %ultural e %riati'o/ ao ní'el do desen'ol'imento de no'os modelos de neg0%io/ de in'estimento nas in.11.inan%iamento 7 interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o &unto dos ban%os/ %a#itais de ris%o e demais #oten%iais in'estidores) Tirar #artido das estrat4gias de di'ersi.se as seguintes re%omendaç$es o#era%ionaisJ • Consolidar a aliança %om a Ag8n%ia #ara o Cn'estimento e Com4r%io 3"terno de Portugal 9ACC3P:/ o Cnstituto de A#oio 7s Pe!uenas e <4dias 3m#resas e 7 Cno'ação 9CAP<3C: e as %+maras de %om4r%io de modo a #romo'er a adesão do setor %ultural e %riati'o ao le!ue de ser'iços e instrumentos de sensibili(ação e de a#oio 7 interna%ionali(ação &. 5 desen'ol'imento de #ar%erias %olaborati'as de'e e"#andir.raestruturas e das %om#et8n%ias ne%ess-rias #ara tirar #artido da #lata.ontes de .i%ação dos .orma de interna%ionali(ação !ue %onstitui a internet/ designadamente in%enti'ando o estabele%imento de %ons0r%ios entre #ar%eiros %ulturais e %riati'os e te%nol0gi%osE • Consolidar a aliança %om o Cnstituto de 3m#rego e Normação Pro.ora do setor %ultural e %riati'o) A %onsolidação de alianças 4 essen%ial #ara %a#a%itar e .i%ação de . Promoção dos 5.inan%iamento/ %omo a P<3 Cn'estimentos e a Nederação *a%ional de Asso%iaç$es de Ousiness Angels 9N*AOA:/ #ara dinami(ar o alargamento do .

ederação 3m#resarial de Portugal 9CCP:/ a Con.er8n%ia no domínio da ino'ação/ designadamente a Asso%iação 3m#resarial #ara a Cno'ação C5T3C Portugal/ a Nundação #ara a Ci8n%ia e a Te%nologia 9NCT: ou a Ag8n%ia de Cno'ação 9AdC:/ #ara #romo'er o en'ol'imento da %ultura e da %riati'idade %om a in'estigação/ o %on6e%imento %ientí.ederação do Turismo Portugu8s e demais entidades de re.eren%iação nos domínios da %on%eção/ do desen6o/ da #rodução ou da distribuição dos bens e dos ser'iços !ue são e"#ortados #elas em#resas #ortuguesasE • Consolidar a aliança %om o Turismo de Portugal/ a Con.issional !uali.i%ante ou de #r4mios !ue in%enti'em as boas #r-ti%as de di.ormas de a%ol6imento em#resarial ou do a#oio a #ro&etos de in'estigação/ desen'ol'imento 1"3 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .eren%iação 7 o.erta turísti%a na%ional atra'4s da 'alori(ação do #atrim0nio %ultural/ atra'4s da integração dos bens e ser'iços %ulturais e %riati'os em #rodutos turísti%os de e"%el8n%ia e atra'4s do desen'ol'imento de um #rograma %oerente de marNeting territorial baseado na utili(ação intensi'a das te%nologias de in.e"%el8n%ia dos artesãos #ortugueses na internet orientado #ara a 'enda nos mer%ados interna%ionaisE • Consolidar a aliança %om o <inist4rio dos *eg0%ios 3strangeiros #ara in%enti'ar em %on&unto a mobilidade interna%ional do setor %ultural e %riati'o #ortugu8s/ se&a atra'4s da rede de re#resentaç$es di#lom-ti%as es#al6adas #elo mundo ou da integração de agentes %ulturais e %riati'os nas miss$es em#resariais) 2ma estrat4gia %omum de #romoção e"terna da língua e %ultura #ortuguesas de'e ser %on%ertada no +mbito das atribuiç$es do Cnstituto Cam$es/ designadamente atra'4s de uma .ormas %olaborati'as e de #romoção online %omo o Uoutu&e ou a TiNipe$iaE • Consolidar a aliança %om as entidades de re.er8n%ia na 'alori(ação do turismo na%ional #ara a%res%entar 'alor e di.ederação dos Agri%ultores de Portugal 9CAP:/ a Con.rente %on&unta de di#loma%ia %ultural na internet/ %a#a( de #romo'er o aumento da #arti%i#ação de %onte1dos na%ionais em #lata.i%ação dos %entros de in%ubação e das #lata.er8n%ia do asso%iati'ismo em#resarial a ní'el na%ional/ %omo a Con.i%o/ o desen'ol'imento te%nol0gi%o e a ind1stria/ designadamente atra'4s da di'ersi.ormação #ro.ederação do Com4r%io e Ber'iços de Portugal 9CCP: ou a Asso%iação *a%ional de So'ens 3m#res-rios 9A*S3:/ #ara #romo'er a maior integração das %om#et8n%ias %ulturais e %riati'as nas estrat4gias de interna%ionali(ação do setor transa%ion-'el do #aís/ designadamente atra'4s de .ormação e %omuni%açãoE • Consolidar a aliança %om entidades de re.

A atuação %on%ertada dos di'ersos organismos da se%retaria de 3stado da Cultura 4 de%isi'a #ara aumentar o es#aço 'ital da %ultura e da %riati'idade nas estrat4gias de desen'ol'imento do #aís e na geração de .se as seguintes re%omendaç$es o#era%ionaisJ • Con%entrar no Mabinete de Planeamento/ 3strat4gia e A'aliação Culturais 9M3PAC: as %om#et8n%ias t4%ni%as ne%ess-rias #ara %oordenar o #osi%ionamento estrat4gi%o da Be%retaria de 3stado da Cultura !uanto aos .a%ilitadores da arti%ulação entre a ino'ação e a di.ormação dos di'ersos organismos tutelados #ela Be%retaria de 3stado da Cultura/ in%luindo in!u4ritos #eri0di%os aos agentes %ulturais e %riati'osE 1"4 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ormas de .eren%iação/ %om base na 'alori(ação do #atrim0nio/ da %ultura e da %riati'idadeE • Consolidar a aliança %om a F-dio e Tele'isão de Portugal 9FTP: e demais o#eradores de ser'iços de r-dio/ de tele'isão e de internet #ara #romo'er a digitali(ação e .e ino'ação 9Cm@mi : .inan%iamento 7 interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ %om#ilando e #ubli%itando todas as modalidades e o#ortunidades de a#oio #1bli%as e #ri'adas e"istentes/ desde os .2020) *este %onte"to/ a#resentam.2020:/ designadamente no +mbito da arti%ulação %om a Comissão Cnterministerial de Coordenação do A%ordo de Par%eria/ a Ag8n%ia #ara o @esen'ol'imento e Coesão e a Cnstituição Ninan%eira #ara o @esen'ol'imentoE • Con%entrar no Mabinete de Planeamento/ 3strat4gia e A'aliação Culturais 9M3PAC: as %om#et8n%ias t4%ni%as ne%ess-rias #ara %riar um bal%ão 1ni%o #ara %a#a%itação e otimi(ação das %ondiç$es de .omentar os %anais de di.undos da #olíti%a de %oesão/ os a#oios #1bli%os tradi%ionais %om subsídios/ in%enti'os .is%ais ou garantias/ os em#r4stimos ban%-rios e mi%ro%r4dito e os #atro%ínios e donati'os/ at4 aos instrumentos mais ino'adores %omo %a#ital de ris%o e &usiness angels ou 7s re%entes .inan%iamento %oleti'o %omo croB$fun$ing ou croB$investmentE • Con%entrar no Mabinete de Planeamento/ 3strat4gia e A'aliação Culturais 9M3PAC: a monitori(ação e a'aliação da estrat4gia de interna%ionali(ação do setor %ultural e %riati'o/ designadamente atra'4s da re%ol6a sistem-ti%a de in.ruição %ultural e maior 'isibilidade no e"terior) 1!.usão das ati'idades subsidiadas #ela se%retaria de 3stado da Cultura/ de modo a garantir maior igualdade no a%esso 7 .undos da #olíti%a de %oesão dis#onibili(ados no Puadro 3strat4gi%o Comum 92014.undos %omunit-rios 2014.

etos 7 Be%retaria de 3stado da Cultura/ #ri'ilegiando o #ro%edimento %on%ursal #ara garantir a igualdade de a%esso de todos os artistas e %riati'os a esta #lata.unção de de.• Con%entrar a gestão da rede de lo&as dos e!ui#amentos a.i%iente nas mel6ores #r-ti%as de %om4r%io eletr0ni%o #ara os mer%ados e"ternos/ in%luindo a tradução dos %at-logos #ara um le!ue di'ersi.orços de #romoção al4m.i%iente) 3m %ausa est.orma adi%ional de e"#ortaçãoE • Con%entrar num 1ni%o #ortal na internet as lo&as online dis#ersas #elos '-rios sites dos organismos a..etos 7 Be%retaria de 3stado da Cultura/ #ara #ermitir um in'estimento su.etos 7 Be%retaria de 3stado da Cultura #ara tirar #leno #artido deste %anal de e"#ortação adi%ional !ue #ode ser a %omer%iali(ação de obras de e"%el8n%ia do setor %ultural e %riati'o na%ional nestes #ostos de 'enda/ designadamente nos monumentos/ nos museus e nos #al-%ios da @ireção.i%ientemente es#e%iali(ada e re#utada/ a .o estabele%imento das #rioridades ao ní'el dos #rodutos e dos mer%ados.ensi'as interna%ionais/ #ensadas a m4dio #ra(o #ara #ro'o%arem im#a%to nos mer%ados e"ternos/ em 'e( de dis#ersar os re%ursos em #e!uenas o#eraç$es de organismos di'ersos sem es%ala su.i%ado de línguas estrangeiras/ de modo a ma"imi(ar o im#a%to deste %anal adi%ional de e"#ortação de #rodutos %ulturais e %riati'osE • Con%entrar os es.al'o/ %omo #or e"em#lo/ a#ostar na #romoção do %inema e da ar!uitetura na%ionais no mer%ado brasileiro no #r0"imo bi4nio) 1"" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .Meral do Patrim0nio Cultural !ue são 'isitados #or mais de dois mil6$es de turistas estrangeiros anualmenteE • Con%entrar numa 1ni%a entidade/ su.ronteiras em su%essi'as o.inir e sele%ionar o %at-logo de #rodutos %ulturais e %riati'os de e"%el8n%ia a %omer%iali(ar anualmente na rede de lo&as dos e!ui#amentos a.

Bibliografia e anexos 1"$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

e Eitc:cocN7 5.(i5liogra1ia A1# G2001H 5ultipliers for (ultureLRelate$ In$ustries7 >ational (entre for (ulture an$ Recreation )tatistics7 (an&erra A"# P+ &+ e $egSesi $+ *+ G2005H (reativitA an$ in$ustrial cities1 a case stu$A of <altimore7 Entrepreneurs:ip G Regional ?evelopment Albornoz <+ A+ G2010H In$ustrias culturales en espagol1 Esta$os 2ni$os ` Espaga7 5>(9 Reina )ofia7 5a$ri$ Aldebert 1+ 8ang '+ e <ongLi "+ G2011H Innovation in t:e tourism in$ustrA1 -:e case of -ourismh7 -ourism 5anagement7 . Oe$M7 -:e Politics of Torl$ Eeritage1 >egotiating -ourism an$ (onservation 1aniotopoulou E+ G2000H 9rt for B:ose saNeR 5o$ern art museums an$ t:eir role in transforming )ocieties1 -:e (ase of t:e Guggen:eim <il&ao 1"' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .H (ontextualising regional innovation sAstems in a glo&alising learning economA7 Fournal of -ec:nologA -ransfer7 .rio $a (ultura Augusto $ateus % Associados G2012H Exportaç#o7 valor e crescimento7 Relatórios (G? so&re o $esenvolvimento $a economia portuguesa7 (aixa Geral $e ?epósitos Augusto $ateus % Associados G2013H !3 anos $e Portugal Europeu7 Fun$aç#o Francisco 5anuel $os )antos Australian Government G2013H (reative 9ustralia 1andarin (+ G2004H ForeBor$7 in Earrison7 ?.! Alvarez $+ e Tarcan #+ G2005H (ulture7 tourism an$ &usiness in Istam&ul7 t:e case of a Borl$ citA7 0t: International )cientific (onference ` (ontemporarA ?evelopments in -ourism7 -ravel an$ EospitalitA7 Greece Anderson "+ G200:H -:e long tail7 Tire$ Arge "reativ UirtscLa9t Austria G2005H -:ir$ austrian report on creative in$ustries1 focus on creative in$ustries an$ innovation AsLeim 1+ e "oenen <+ G200.1 Augusto $ateus % Associados G2010H 8 setor cultural e criativo7 5inist.

1aSliss 8+ G2006H -:e rise of t:e creative citA1 culture an$ creativitA in (open:agen7 European Planning )tu$ies 1leeVer '+ G2013H EmpoBering 9mster$am7 9mster$am Economic <oar$ 1igné E+ #=ncLez *+ e #anz #+ G2005H -:e functionalLpsAc:ological continuum in t:e cognitive image of a $estination1 a confirmatorA analAsis7 -ourism 5anagement 1oston "onsulting Group G2013H 2nlocNing t:e $igitalLmarNeting potential of small &usinesses 1roWn -+ e !atel N+ G2011H 2nlocN t:e value of creative7 -:e (:artere$ Institute of 5arNeting e (anon 1ustamante &+!+ G2013H Innovar para internacionali*arse $epen$e $e uste$7 El Exporta$or 1uLalis 8+ G2000H 5arNeting t:e competitive $estination of t:e future7 -ourism 5anagement7 !1 1uLalis 8+ e <aW '+ G200)H Progress in information tec:nologA an$ tourism management1 !" Aears on an$ 1" Aears after t:e Internet ‐ -:e state of e-ourism researc:7 -ourism 5anagement7 !Y 1utler '+ G15)0H -:e concept of a tourism area life cAcle of evolution1 implications for management of resources7 (ana$ian Geograp:er7 !07 1 "alcagno N+ G200)H >osotros A los otros1 comercio exterior $e &ienes culturales en 9m. Oe$M ?evelopments in -ourism Researc:7 Elsevier7 8xfor$ "Lambers E+ G2005H From aut:enticitA to significance7 Futures7 01 "Lang G+ e "anedaS <+ G2011H Te&L&ase$ GI) in tourism information searc:1 perceptions7 tasNs7 an$ trip attri&utes7 -ourism 5anagement7 . e 9ireA7 ?.rica $el )ur7 5ercosur (ultural "elaSa &+ IXster !+' 'ueda (+ e 7illarroSa A+ G2012H @a internacionali*ación $e las in$ustrias cultural e s A creativas espagolas7 8&servatorio $e (ultura A (omunicación7 Fun$ación 9lternativas "Lambers 8+ G2006H 9n agen$a for cutting e$ge researc: in tourism7 in -ri&e7 F.! "entre 9or *nternational Economics G2005H (reative In$ustries Economic 9nalAsis Final Report "nuced G200)H -:e creative economA report1 t:e c:allenge of assessing t:e creative economA 1"8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

-:e $Anamics of Europe^s in$ustrial structure an$ t:e groBt: of innovative firms 1"9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .gia Europa !"!"1 2ni#o $a inovaç#o "omissão Europeia G2010cH Impact of european cultural routes on )5Es] innovation an$ competitiveness "omissão Europeia G2010dH -:e European 9gen$a for (ulture ` progress toBar$s s:are$ goals "omissão Europeia G2010eH Green Paper7 2nlocNing t:e potential of cultural an$ creative in$ustries "omissão Europeia G2011aH Green paper on t:e online $istri&ution of au$iovisual BorNs in t:e European 2nion1 opportunities an$ c:allenges toBar$s a $igital single marNet "omissão Europeia G2011bH Estrat.H Innovating in tourism1 EoB to create a tourism learning area "omissão Europeia G2006H Plano $e acç#o para um turismo europeu mais sustentável "omissão Europeia G2006bH 9gen$a europeia para a cultura num mun$o glo&ali*a$o "omissão Europeia G2005aH (:allenges for E2 support to innovation in services ` Fostering neB marNets an$ Jo&s t:roug: innovation "omissão Europeia G2005bH ?esign as a $river of userLcentre$ innovation "omissão Europeia G2005cH )tu$A on t:e competitiveness of t:e eu tourism in$ustrA "omissão Europeia G2010aH (ontri&uto $a pol/tica regional para um crescimento inteligente no Cua$ro $a Estrat."nuced G2010H -:e creative economA report1 a feasi&le $evelopment option "oLendet !+ Grandadam 8+ e #imon <+ G2010H -:e anatomA of t:e creative citA7 In$ustrA an$ Innovation "oLen E+ G1562H -oBar$s a sociologA of international tourism7 )ocial researc:7 . "omissão Europeia G200.gias $e investigaç#o e inovaç#o para a especiali*aç#o inteligente "omissão Europeia G2011cH (oncor$ !"11.gia Europa !"!" "omissão Europeia G2010bH Iniciativa em&lemática no Cua$ro $a Estrat.

gico comum "onselLo da Dnião Europeia G2005H (onclusões $o (onsel:o so&re a cultura como catalisa$ora $a criativi$a$e e $a inovaç#o "onselLo da Dnião Europeia G2011H (onclusões $o (onsel:o so&re o contri&uto $a cultura para a implementaç#o $a estrat.0 "omissão Europeia G2012gH Qua$ro estrat.7 >iJNamp7 P.e $e ljin$ustrie manufacturikre et $e la cr. e >eto7 P. Oe$M 9$vances in 5o$ern -ourism Researc:7 P:Asica 6erlag7 >eB UorN "reative #p*N G2012H (reative spillovers for innovation "rompton &+ G1565H 5otivations for pleasure vacations7 9nnals of -ourism Researc:7 6I7 0 "ruz #+ e -ei2eira A+ G2012H 5et:o$ological approac:es for measuring t:e creative emploAment1 a critical appraisal Bit: an application to Portugal7 FEP TorNing Papers "ultural *nitiatives #ilicon 7alleS G2002H (reative communitA in$ex1 measuring progress toBar$ a vi&rant )ilicon 6alleA "unningLam #+ G2006H 9 neB economics for creative in$ustries an$ $evelopment 1$0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ativit.gia Europa !"!" "ornell DniversitS *N#EA8 e U*!A G2013H -:e glo&al innovation in$ex !"1.1 t:e local $Anamics of innovation "racolici $+ NiKVamp !+ e "u99aro $+ G2006H EfficiencA an$ pro$uctivitA of italian tourist $estinations7 in 5atias7 9."omissão Europeia G2012aH 9ctions envisa&les en faveur $e lá comp.. $u secteur Europ. "omissão Europeia G2012bH (ompetitivi$a$ $e las in$ustrias europeas $e gama alta "omissão Europeia G2012cH European au$iences1 !"!" an$ &eAon$ "omissão Europeia G2012dH PolicA Ean$&ooN on EoB to strategicallA use t:e E2 support programmes7 inclu$ing )tructural Fun$s7 to foster t:e potencial of culture for local7 regional an$ national $evelopment an$ t:e spillover effects on t:e Bi$er economA "omissão Europeia G2012eH Promoting cultural an$ creative sectors for groBt: an$ Jo&s in t:e 2E "omissão Europeia G20129H 9ttitu$es of europeans toBar$s tourism7 Flas: Euro&arometer .en $e la mo$e1 Hi la crois.titivit.

H <usiness support an$ access to finance group 8"$#O8epartment o9 "ulture $edia and #port DI G200)H (reative <ritain1 >eB talents for t:e neB economA 8ireção Geral das Artes G2012H Relatório final $o programa $e estágios internacionais I>86L9rt .me$iç#o7 )ecretaria $e Esta$o $a (ultura 8ireção Geral das Artes G2013H Relatório $a recol:a $e contri&utos aos agentes culturais7 )ecretaria $e Esta$o $a (ultura 8irecci.n General de !ol/tica e *ndustrias "ulturales G2011H Premios (re9rte !"1112na puerta a&ierta a la creación 8o2eS G+ G156. 8"$#O8epartment 9or "ulture $edia and #port DI G200:H -:e contri&ution of culture to regeneration in t:e 2Z1 a revieB of evi$ence 8"$#O8epartment 9or "ulture $edia and #port DI G200."unningLam #+ G2011H @as in$ustrias creativas A algunas respuestas a sus cr/ticos7 Economia* 8alpiaz E+ 'indova 7+ and 'avasi 8+ G2012H -:e cultural si$e of value creation7 )olap&ox E$itorial EssaA 8anisL Enterprise and "onstruction AutLoritSYs G2011H >eB cluster concepts activities in creative in$ustries7 (open:aga 8asValopoulou *+ e !etrou A+ G2005H 2r&an tourism competitiveness1 netBorNs an$ t:e regional asset &ase7 2r&an )tu$ies7 0f 8avis "+N+ "reutzberg -+ ArtLurs 8+ G2005H 9pplAing an innovation cluster frameBorN to a creative in$ustrA1 t:e case of screenL&ase$ me$ia in 8ntario 8elloite e Art-actic G2013H 9rt G finance report !"1.H T:en enoug:]s enoug:1 t:e natives are restless in ol$ >iagara7 Eeritage (ana$a7 ! 8-* G2004H (reativitA7 $esign an$ &usiness performance Ele2portador G2012H Innovar para internacionali*arse $epen$e $e uste$7 >P13f Enders AnalSsis G2012H ?igital Europe1 $iversitA an$ opportunitA7 @et]s Go (onnecte$ Event European "reative *ndustries Alliance G2012H ?eveloping successful creative G cultural clusters 1$1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa ..

t.0 Garcia 1+ G200:H (ultural policA an$ ur&an regeneration in Bestern european cities1 lessons from experience7 prospects for t:e future Gilbert 8+ G1550H )trategic marNeting planning for national tourism7 -ourist RevieB7 1 Godin 1+ G2005H -:e maNing of science7 tec:nologA an$ innovation policA1 conceptual frameBorNs as narratives7 1Y03L !""37 (entre 2r&anisation (ulture )oci.European 8esign <eadersLip 1oard G2012H ?esign for GroBt: an$ ProsperitA E2per/an G2006H EoB linNe$ are t:e 2N]s creative in$ustries to t:e Bi$er economAR 9n inputLoutput analisAs7 >E)-9 TorNing Paper European E2pert NetWorV on "ulture G2012H 5apping of cultural an$ creative in$ustrA export an$ internationalisation strategies in E2 mem&er states (esel 1+ e #Xndermann $+ G2006H (ulture an$ creative in$ustries in GermanA7 German (ommission for 2nesco (leming -+ e NilssonJAndersen !+ G2006H 9 creative economA green paper for t:e nor$ic region7 >or$on >or$ic Innovation (entre (lorida '+ $ellander "+ e and #tolaricV I+ G2005H -alent7 tec:nologA an$ tolerance in (ana$ian regional $evelopment (ormica #+ e IotLari -+ G200)H )trategic $estination planning1 analA*ing t:e future of tourism7 Fournal of -ravel Researc:7 0f (rontier Economics G2012H (reative in$ustrA spillovers ` un$erstan$ing t:eir impact on t:e Bi$er economA7 ?(5) (undac/on *deas G2012H @as in$ustrias culturales A creativas1 un sector clave $e la nueva econom/a Ganau &+ G200)H Reinventing memories1 t:e origin an$ $evelopment of <arcelona^s &arri gntic7 1''"‐1Y3"7 Fournal of 2r&an EistorA7 . e Institut >ational $e la Rec:erc:e )cientifiCue Gordon &+ e 1eilbSJArrin G200.H International measurement of t:e economic an$ social importance of culture7 8(?E Nall "+ $+ e Uilliams A+ G200)H -ourism an$ innovation7 Routle$ge7 >eB UorN NanVinson G+ G200:H Relational netBorN &ran$s1 toBar$s a conceptual mo$el of place &ran$s7 Fournal of 6acation 5arNeting7 1" 1$2 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

1 NKalmarsson G2010H -:e role of cultural in$ustries in t:e economA at regional level7 )Be$is: 9gencA for GroBt: PolicA 9nalAsis NID G2010H -:e entrepreneurial $imension of t:e cultural an$ creative in$ustries7 Eogesc:ool voor $e Zunsten 2trec:t *"EQ G200)H Plan estrat.' NervasJAliver &+<+ et al+ G2011H -:e importance of creative in$ustrA agglomerations in explaining t:e Bealt: of european regions NesmondLalgL 8+ e !rant A+ "+ G2004H (ultural In$ustries an$ (ultural PolicA7 International Fournal of t:e (ultural PolicA NKalager A+ G2010H 9 revieB of innovation researc: in tourism7 -ourism 5anagement7 . e Eitc:cocN7 5. '7 >P1 &aaniste <+ G2005H Placing t:e creative sector Bit:in innovation1 -:e full gamut7 Innovation1 5anagement7 PolicA an$ Practice &a9ari &+ e UaS U+ G155:H 5ulticultural strategies in tourism7 -:e (ornell ER9 QuarterlA &ansson &+ e !oWer 8+ G2010H Fas:ioning a glo&al citA1 glo&al citA &ran$ c:annels in t:e fas:ion an$ $esign in$ustries7 (entre for Researc: on Innovation an$ In$ustrial ?Anamics ?epartment of )ocial an$ Economic Geograp:A &enVins N+ G200. Oe$M7 -:e politics of Borl$ :eritage1 negotiating tourism an$ conservation7 (:annel 6ieB Pu&lications7 (levelon Nassan #+ G2000H ?eterminants of marNet competitiveness in an environmentallA sustaina&le tourism in$ustrA7 Fournal of -ravel Researc:7 . T:ere ol$ an$ neB me$ia colli$e7 >eB UorN 2niversitA Press &in 8+ T+ G2012H -:e neB Norean Bave in t:e creative in$ustrA :allAu !"7 2niversitA of 5ic:igan7 II Fournal 1$3 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .H (onvergence culture.Narrison 8+ G2004H (onteste$ narratives in t:e $omain of Borl$ :eritage7 in Earrison7 ?.gico !""YL!"1!7 Instituto Espagol $e (omercio Exterior *nstituto de 8erecLo de Autor G2010H (laves para el impulso $e las in$ustrias culturales A creativas *nstituto "am3es G2013H @is&oa acol:e !m (onfer+ncia so&re o Futuro $a @/ngua Portuguesa no )istema 5un$ial *nternational "entre 9or -rade and #ustainable 8evelopment G2005H Expan$ing tra$e floBs of cultural goo$s an$ services7 6ol.

'7 0 1$4 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .re $e la (ulture et $e la (ommunication $e France <inton A+ e $icLaneV &+ G2012H -o $o1 $evelopment of cultural an$ creative in$ustries in practice7 t:e 9lexan$er Institute <o *+ $cIercLer 1+ "Leung "+ e <aW '+ G2011H -ourism an$ online p:otograp:A7 -ourism 5anagement7 .H Internet &logs as a tourism marNeting me$ium1 a case stu$A7 Fournal of <usiness Researc:7 3Y $ansson $+ G2011H 5e$iati*e$ tourism7 9nnals of -ourism Researc:7 .H T6e e%onomL o. %ulture in 3uro#e IEA European A99airs G2005H -:e impact of culture on creativitA IEA European A99airs G2010H Promoting investment in t:e cultural an$ creative sector1 financing nee$s7 tren$s an$ opportunities IEA European A99airs 1A! e -ravaglini '+ G2005H -oBar$s a E2 creativitA policA Iern !+ e 'unge &+ G2005H ZE9 &riefing1 toBar$s a European creativitA in$ex IozaV $+ e 'immington $+ G1555H 5easuring tourist $estination competitiveness1 conceptual consi$erations an$ empirical fin$ings7 EospitalitA 5anagement7 1' IXster !+'+ e #ancLis '+A+ G2012H @a cultura como factor $e innovación económica A social Iotler et+ al G2004H 5arNeting for :ospitalitA an$ tourism7 Prentice Eall7 >eB FerseA !' Iuzgun E+ GoVsel -+ Azalp 8+ #omer 1+ e Alvarez $+ G2010H Perceptions of local people regar$ing Istan&ul as a European (apital of (ulture7 Pasos7 ' <Agroup % *nterarts G2004H (itA tourism G culture t:e european experience <eadbeater "+ G200)H TeLt:inN1 mass innovation7 not mass pro$uction <escure !+ G2013H Rapport $e la mission 9cte II $e l]exception culturelle7 5inist.! <Sn T+ e Nuang &+ G200.&oint 'esearcL "entre G2013H )cientific support to cultural an$ creative in$ustries IEA European A99airs G200.

$atias A+ NiKVamp !+ e Neto !+ G2006H 9$vances in mo$ern tourism researc:7 P:Asica‐6erlag $ato 8+ G200)H 9ll in$ustries are cultural $cGuigan &+ G2004H >eoLli&eralism7 culture an$ policA7 International Fournal of (ultural PolicA $etroJ'oland $+ G2011H -ourists signs an$ t:e citA ` t:e semiotics of culture in an ur&an lan$scape7 9s:gate7 )urreA $inisterio de "ultura Gobierno de EspaZa G2011H Plan $e fomento $e las in$ustrias culturales A creativas !"11 $inistério da Economia do "omércio e da *nd.stria da 8inamarca G2001H ?enmarN]s creative potential culture an$ &usiness policA report !""" $inistério do "omércio e da *nd.stria de #ingapura G2002H (reative in$ustries $evelopment strategA $organ $+ Elbe &+ e "uriel &+ E+ G2005H Eas t:e experience economA arrive$R -:e vieBs of $estination managers in t:ree visitorL$epen$ent areas7 International Fournal of -ourism Researc: $[ller I+ 'ammer "+ and -r[bS &+ G200)H -:e role of creative in$ustries in in$ustrial innovation7 (entre for European Economic Researc:7 5ann:eim NE#-A G200)H (reating innovation1 $o t:e creative in$ustries support innovation in t:e Bi$er economAR NE#-A G2005H )oft innovation1 toBar$s a more complete picture of innovative c:ange NE#-A G2011H 9 gui$e to creative cre$its NE#-A G2011H (reating innovation in small an$ me$iumLsi*e$ enterprise NE#-A G2013H (reative cre$its7 a ran$omi*e$ controlle$ in$ustrial policA experiment Neuts 1+ 'omão &+ NiKVamp !+ <eeuWen E+#+ van G2012H ?igital $estinations in t:e tourist sector1 a pat: mo$el for t:e impact of eLservices on tourist expen$itures in 9mster$am7 @etters in )patial an$ Resource )ciences 1$" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .stria do &apão G2013H (reative in$ustries Internationali*ation (ommittee )ummaries $inisterio de *ndustria -urismo S "omercio de EspaZa G2011H @a competitivi$a$e $el sector artesano en Espaga $inistério da "ultura e $inistério do "omércio e da *nd.

Neuts 1+ 'omão &+ NiKVamp !+ <eeuWen E+#+ van G2013H 5o$elling t:e complex components of tourist loAaltA7 -ourism Economics7 1Y7 3 Nielsén -+ G200)H -:e Eri&a mo$el1 an effective an$ successful policA frameBorN for t:e creative in$ustries7 ZnoBle$ge Foun$ation Nielsén -+ e !oWer 8+ G2011H PrioritA sector report1 creative an$ cultural in$ustries7 Europa Innova paper 1f A99ice 9or tLe Arts G2011H (reative in$ustries7 a strategA for !1st centurA7 9ustralia A"8E G2004H (ulture an$ local $evelopment A"8E G2005H -:e impact of culture on tourism1 case stu$A of t:e Repu&lic of Zorea A"8E e Eurostat G2004H 8slo 5anual1 Gui$elines for collecting an$ interpreting innovation $ata7 -:ir$ E$ition A$"OApen $etLod o9 "oordination J E2pert UorVing Group on ma2imising tLe potential o9 "ultural and "reative *ndustries in particular tLat o9 #$Es G2010H Final report A$"OApen $etLod o9 "oordination \ UorVing Group o9 European Dnion $ember #tates E2perts on $obilitS #upport !rogrammes G2012H <uil$ing a strong frameBorN for artists mo&ilitA1 five NeA principles A$!* G2011H Torl$ intellectual propertA report !"111 t:e c:anging face of innovation A$!* G2013H -:e rise of tra$e in $igital content ` tra$e in IP !arlamento Europeu G2012H 2tili*aç#o $os fun$os estruturais para proJetos culturais7 ?ireç#oLGeral $as Pol/ticas Internas $a 2ni#o7 ZE9 European 9ffairs !arraJ<.pez E+ 1ulcLandJGidumal &+ Gutiérrez‐-aZo 8+ e 8/az‐Armas G2011H Intentions to use social me$ia in organi*ing an$ taNing vacation trips7 (omputers in Euman <e:avior7 !X !ine ** &+ 1+ e Gilmore &+N+ G155)H Telcome to t:e experience economA7 Earvar$ <usiness RevieB !laza 1+ G200)H 8n some c:allenges an$ con$itions for t:e Guggen:eim to &e an effective economA reLactivator7 International Fournal of 2r&an an$ Regional Researc: !oon A+ G1553H -ourism7 tec:nologA an$ competitive strategies7 8xfor$7 (9< International7 2Z 1$$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

.!oria T+ 'eicLel A+ e 1iran A+ G200.H Eeritage site perceptions an$ motivations to visit7 Fournal of -ravel Researc:7 00 !orter $+ G15)4H In$ustrA scenarios un$er competitive strategA un$er uncertaintA7 in (ompetitive a$vantage‐creating an$ sustaining superior performance7 -:e Free Press !otts &+ G2006H 9rt G Innovation1 9n evolutionarA economic vieB of t:e creative in$ustries7 2nesco !oWer 8+ G2002H (ultural in$ustries in )Be$en1 an assessment of t:eir place in t:e sBe$is: economA7 )Be$is: Foun$ation for International (ooperation in Researc: an$ Eig:er E$ucation !W" e !artnersLip 9or NeW TorV "itS G2012H (ities of opportunitA !W" G2013H Glo&al Entertainment an$ 5e$ia 8utlooN !"1.L!"1X 'aucL &+ E+ e -rindade 7+ G200)H >ecNties in t:e tropics1 a mo$el of internacional tra$e an$ cultural $iversitA 'eid 1+ Albert A+ e NopVins <+ G2010H 9 creative &locNR -:e future of t:e 2Z creative in$ustries7 ZnoBle$ge EconomA G (reative In$ustries Report 'icLards G+ G2013H -ourism tren$s1 tourism7 culture an$ cultural routes 'icLards G+ G2011H (reativitA an$ tourism1 t:e state of t:e art 'omão &+ G2013H -urismo e lugar1 $iferenciaç#o territorial7 competitivi$a$e e sustenta&ili$a$e em turismo7 Escolar E$itora7 @is&oa 'omão &+ Guerreiro &+ e 'odrigues !+ G2012H -ourism area lifeLcAcle an$ regional tourism attractiveness7 (urrent Issues in -ourism 'omão &+ Neuts 1+ NiKVamp !+ <eeuWen E+#+ 7an G201:H 2r&an tourist complexes as multi‐ pro$uct companies1 culture7 pro$uct $ifferentiation an$ marNet segmentation in 9mster$am7 -ourism 5anagement 'osted &+ 1Kerre $+ Eddrup -+ e &osiassen A+ G2010H >eB cluster concepts activities in creative in$ustries7 (omiss#o Europeia 'usso A+ !+ G2000H -:e avicious circleb of tourism $evelopment in :eritage $estinations #acco !+ <+ G2011H (ulture ."1 9 neB perspective for t:e E2 !"10L!"!" structural fun$s programming 1$' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .

#antagata U+ G2005H @i&ro <ianco sulla creativit%1 per un mo$elo italiano $i sviluppo7 2niversit% <occoni E$itore7 5ilano #antamarta #+ G+ G2010H ):angai como centro $e $isego7 8ficina Económica A (omercial $e la Em&aia$a Espaga en ):ang:ai #cott N+ <aWs E+ e 1oVsberger !+ G2005H -:e marNeting of :ospitalitA an$ leisure experiences7 Fournal of EospitalitA 5arNeting G 5anagement7 1'1 ! #igala $+ G2010H Te& !. Oe$M7 (lusters an$ Regional ?evelopment7 Routle$ge7 >eB UorN #ecretar/a de Estado de "ultura Gobierno de EspaZa G2012H Plan Estrat.gicoW ?epartamento $e Estu$os e Planeamento Dnesco G2004H Torl$ Eeritage (entre ‐ )ustaina&le -ourism Programme Dnesco *nstitute 9or #tatistics G2005H -:e !""Y 2nesco frameBorN for cultural statistics Dnião *nternacional das -elecomunicaç3es G2013H 5e$iç#o $a socie$a$e $e informaç#o 7ella G+ G2011H -:e $evelopment of unWsustaina&le cultural infrastructure for megaLevents1 toBar$s 6alletta !"1' 1$8 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .M7 )ocial (omputing1 concepts7 met:o$ologies7 tools7 an$ applications #immie &+ G200.gico General !"1!L!"13 #ostenuto G2012H -ome 17 (ulture as a factor for economic an$ social innovation ]vobJ8oVi^ N+ G2004H -:e emerging creative in$ustries in sout:eastern Europe7 Institute for Internacional Relations7 Sagre& #WedisL AgencS 9or GroWtL !olicS AnalSsis -:e role of cultural in$ustries in t:e economA at regional an$ national level -om (leming "reative "onsultancS G200:H -:e creative &usiness accelerator7 an investment rea$iness service for @on$on7 5o$el $evelopment -ootL &+ G2010H 5iniLstu$A on t:e access to finance activities of t:e european creative in$ustrA alliance -urismo de !ortugal G2013H 8s resulta$os $o turismo7 ?ireç#o $e Planeamento Estrat."7 social marNeting strategies an$ $istri&ution c:annels for citA $estinations1 en:ancing t:e participatorA role of travelers an$ exploiting t:eir collective intelligence7 in ?asgupta7 ).H ?o clusters or innovation sAstems $rive competitiveness7 in 9s:eim7 < et al. Oe$.

1$9 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .M ?esign PolicA 5onitor !"1!7 RevieBing innovation an$ $esign policies across Europe Tarcan #+ e Alvarez $+ G2010H Istan&ul as a Borl$ citA1 a cultural perspective7 International Fournal of (ulture7 -ourism an$ EospitalitA Researc:7 07 .7erganti '+ G2005H ?esign7 meanings an$ ra$ical innovation1 a metaLmo$el an$ a researc: agen$a7 Fournal of Pro$uct Innovation 5anagement Uaitt G+ G2000H (onsuming :eritage1 perceive$ :istorical aut:enticitA7 9nnals of -ourism Researc:7 !X7 0 Uall G+ e $atLieson A+ G200. e Talters 9. O!"1.7 (aBoo$7 G.H -ourism1 c:ange7 impacts an$ opportunities7 Pearson7 Essex Uiesand A e #oendermann $+ G2004H -:e creative sector1 an engine for $iversitA7 groBt: an$ Jo&s in Europe7 Fun$aç#o (ultural Europeia Uiliams A+ e #LaW G+ G2011H Internationali*ation an$ Innovation in -ourism7 9nnals of -ourism Researc:7 .'7 1 Tic:er7 9.

orgWPu&licationsWcreativitALmeetsLcapital 1'0 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ation in$ustrielle BBB.fr \9nuario $e (ultura ?igital BBB.eu \(reative (re$its BBB.europa.nesta.net.!.tfconsultancA.euWportugalWcomissaoW$estaCuesW!"1"".:tml \(atalanl9rts BBB.nor$icinnovation.co.it \(reative <usiness 9ccelerator BBB.uNWreportsWaccelerator.p$f \(reative (ities BBB.orgWlicenses \(ool Fapan Promotion )trategA Programme BBB.catalanarts.uN \(reative )pI> ur&act.uNWareasoofoBorNWcreativeoeconomAWpastoproJectsocreativeoeconomA Wcreativeocre$its \(reative Investor 9Bareness ProJect BBB.ocapitaisoeuropeiasoculturaopt.cnWlangler \(II(]s <i*tro service BBB.au$ienceseurope.france$esigninnovation.esWesWanuariooculturao$igital \9t:ens )Astem at6ensLstem)gr \9u$iences Europe >etBorN BBB.euWenWproJectsWinnovationLcreativitAWcreativespinW:omepage \(reativitA 5eets (apital BBB.accioncultural.cat \(:inaL2Z (onnections -roug: (ulture ctc.creativetoNAo.<ista de 5oas pr@ticas \9gence pour la promotion $e la cr.net \(apitais Europeias $a (ultura ec.au \(ommon @icenses creativecommons.creativeinnovation.org.l&angels.Jp \(reateWFas:ion 6alleA fas:ionLvalleA.&ritis:council.co.org.creativecitiesproJect.

au \F9?LI>)WFas:ion7 9u$iovisual7 ?esign In$ustries Innovation )c:eme BBB.com \?utc: Profiles BBB.eu \European (reative In$ustries 9lliance BBB.france$esigninnovation.mt \?eparture Experts Pool BBB.$utc:$fa.gov.com \First Flig:t Programme BBB.fr \?eutsc:e Zultur Internacional BBB.\(ross Innovation BBB.catWfa&riCues$ecreacioWes \Filmotec:.&usiness.Nunst.eu \European (reativitA 6ouc:er ecceLnetBorN.$e \?igital ?evelopment Fun$ BBB.ec&netBorN.eu \(ultural ?iplomacA Fun$ BBB.cam&ra&cn.org 1'1 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .gov.euWinnovationLecce Export Finance >avigator exportfinance.com BBB.crossLinnovation.Bales.gov.g!i.uNW$igital$evelopment \?I69 :ttp1WWBBB.com \European (reative <usiness >etBorN BBB.$utc:profiles.$eutsc:eLNulturLinternational.org \GateBaA!Investment BBB.enterpriseLirelan$.orgWesWcompetitivitatWgestiooproJectesWxecsLinnovacioLfa$Lins \Fá&ricas $e (reación $e <arcelona &cn.creativemalta.:tml \France @ivre BBB.:oBtogroB.$eparture.atWenWexpertopoolWgeneraloinformation \?esign7 Innovation G Perspective (lu& BBB.comWenWExportL9ssistanceW<uil$ingLExportWFirstLFlig:tL Initiative.filmotec:.$NWenglis:Wfun$ingWsu&si$iesWtilsNu$W$ivaL$anis:LinternationalLvisitingLartistsL programmeW \?utc: ?F9 BBB.francelivre.s:ortcut.

litrix.finpro.uN \>or$ic (ulture Point BBB.:el.cultureinexternalrelations.org.$e \@uovimo BBB.org \Zunsten en Erfgoe$ BBB.com \FalostamoWRefinerA (linic 5eetings BBB.$e \8BnLit BBB.fi \5I.es \Fa Fa Fa BBB.com \I(E[ BBB.Nreanor$investors.Nunstenenerfgoe$."1!'".org \@itrix.org \Passport to Export BBB.neBme$iaBritingpri*e.eN.5e$ia @a& me$ia.$e BBB.fiWNivinetWfiWin$ex.oBnLit.$e \>E)-9 (reative Pionneer Programme BBB.co.icex.uNti.JaJaJamusic.arc:iteNturexport.:u&Lstart.frenc:Lmusic.eu 1'2 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .uNWptoptWuNti:omeWitemW.&e \@e <ureauexport BBB.gov.nesta.p:p \Zreanor$ Investors BBB.uN \>eB 5e$ia Triting Pri*e BBB.e$u \>9[ BBB.mit.org \>RT.nrB&anN.<anN BBB.fiWBpsWportalWElinNeinopalveluoenW9rtiNNeliRurilee:Ni1pat:1WelinNeinopalveluWenW(urrentWFa lostamoGcurrentetrue \Zivinet BBB.NulturNontaNtnor$.:tmlRnull \PreparatorA 9ction on (ulture in E2 External Relations BBB.\Eu&start BBB.

creation$uCuartier.ation BBB.\Quartier $e la (r.info \-:e (reative (aravan BBB.go&.com \-riple J 2neart:e$ BB.atWvinci \Tallonia (reative ?istrict BBB.futureoft:e&ooN.$reamcraftgallerA.com \-:e >ort:ern ?imension Partners:ip on (ulture BBB.&e \Tic:&ooN BBB.org \ -:e >or$ic -ravel Pass BBB.eu \6inciW6ouc:er in (reative In$ustries BBB.org.touringLartists.tallinn.cultureirelan$.ie \-ouring 9rtists BBB.mec$.generatorsverige.temple&ar.se \-:e Institute for t:e Future of t:e <ooN BBB.ieWfun$ingWsc:emesWseeL:ere \)ello (ultura en Positivo BBB.culturaenpositivo.uN \-:e ?reamcraft GallerA BBB.:tml \-allin (reative Incu&ator BBB.comWBic:&ooN 1'3 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .n$pculture.org \-ransfer >RT BBB.com \)ee Eere BBB.creativeBallonia.transferLNoreaLnrB.generatorsverige.openingt:e&ooN.nor$icmusicexport.com \2r&an (reative Poles BBB.impulseLaBsg.esWesWin$ex.se \-:e ?igital Researc: G ?evelopment Fun$ for 9rts an$ (ulture BBB.ee \-emple <ar BBB.creativepoles.arts$igitalrn$.eu \-:e Generator (onference BBB.inNu&aator.tripleJuneart:e$.

WesoinnovaWesoarc:.\Sinc ):oBer *incs:oBer.comWapplA 1'4 A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .:tml \0(>TWFor (reative (:allenge (eltic (rescent >ort: Test BBB.eusNa$i..L !!''WesWconteni$osWaAu$aosu&vencionWinnovaocreativitAo!"1.creativestatenort:Best.com \dInnova (reativitA BBB.netWr.

ecom alguma import4ncia7 0e&astante importante e 3emuito importante1 <arXeting e #ubli%idade Comuni%ação em#resarial e redes so%iais Posi%ionamento no mer%ado 9origem x #reço: @esign/ a#resentação e embalagem @enominação %ontrolada e autenti%idade Prestígio e re#utação Tradição/ 6ist0ria e #atrim0nio Cdentidade e 'alores Iersatilidade e irre'er8n%ia Cno'ação e modernidade 1'" A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .ecom alguma import4ncia7 0e&astante importante e 3emuito importante1 Aumentar a %a#a%idade de #rodução Fedu(ir os %ustos de #rodução Aumentar o 'alor a%res%entado in%or#orado nos #rodutos e"#ortados Cn%or#orar mais %on6e%imento nos #rodutos 9C=@/ #ro#riedade industrial/ mel6orias te%nol0gi%as: [ançar no'os #rodutos @i.i%ar os mer%ados de e"#ortação Feali(ar in'estimento direto no e"terior 2+ >uais as =reas da empresa ou atributos dos produtos com maior potencial de integração da cultura e da criatividade na estratégia de di9erenciação da sua empresa nos mercados e2ternosR Pontue $e um a cinco ca$a uma $as áreas ou atri&utos apresenta$os7 sen$o 1esem import4ncia7 !epouco importante7 .i%ar a #resença nos mer%ados #ara onde &.Auestion@rio )( >uais os ei2os mais relevantes para a estratégia de internacionalização da sua empresaR Pontue $e um a cinco ca$a um $os eixos apresenta$os7 sen$o 1esem import4ncia7 !epouco importante7 .eren%iar os #rodutos e"#ortados atra'4s da %ultura e da %riati'idade Aumentar o #oder nos %anais de distribuição e de %omer%iali(ação Cntensi.e"#orta @i'ersi.

ia 5arNeting e #ubli%idade Sogos de 'ídeo <edia interati'os <useologia <1si%a Patrim0nio %ultural Pintura Programação %ultural F-dio )oftBare Teatro Tele'isão Iídeo Te&$esign 5utras 1'$ A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .3+ >uais as competBncias culturais e criativas @ue a sua empresa K= utilizou ou planeia vir a utilizar a médio prazo por via da contratação direta ou e2ternaR S.utili(ado 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : A utili(ar 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : *BH*F 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : 9 : Ar!uitetura Artes gr-.i%as Ar!ui'os Artesanato Cinema Cir%o Criação liter-ria @ança @esign 3dição 3s%rita %riati'a 3s%ultura Nesti'ais Notogra.

:+ >uais as aptid3es @ue reconLece nos pro9issionais culturais e criativosR Pontue $e um a cinco ca$a uma $as apti$ões apresenta$as7 sen$o 1en#o recon:eci$a7 !epouco recon:eci$a7 .cios da sua empresaR <enos de 10A 10A a 20A 20A a 30A 30A a 40A 40A a 50A 50A a 60A 0A a 80A 80A a 90A <ais de 90A 1'' A cultura e a criatividade na internacionalização da economia portuguesa .+ A sua empresa planeia re9orçar a médio prazo o investimento associado ? cultura e ? criatividadeR Bim *ão 6+ >uanto pesam as e2portaç3es no volume de neg.erecon:eci$a7 0e&astante recon:eci$a e 3emuito recon:eci$a1 Comuni%ar [iderar Coordenar Criar 3"#erimentar Cn'entar Puestionar <obili(ar Cati'ar @isseminar 4+ >uanto representa a aposta na cultura e na criatividade na estrutura de custos da sua empresaR <enos de 1A 1A a 5A 5A a 10A <ais de 10A .

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