PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR

ABRAVA/DASOL 2012
MÓDULO 2 – Projetista SAS Pequeno Porte
ABRAVA - São Paulo , Maio de 2012
Luciano Torres Pereira

Revisão Módulo I

Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012

2

SAS – Circuito Primário e Circuito Secundário

O que é ?

Onde acaba um e começa o outro ?

Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012

3

SAS – Coletor Solar O que é ? Qual a sua função ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Qual a função de cada componente ? 4 .

.SAS – Coletor Solar Revisando a transferência de calor . Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 5 ..

SAS – Coletor Solar Coletores com tamanhos variados ! Ajuda ou atrapalha ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 6 .

SAS – Coletor Solar Produto etiquetado no INMETRO sempre ! Porque ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 7 .

SAS – Reservatório Térmico O que é ? Qual a sua função ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Qual a função de cada componente ? 8 .

SAS – Coletor Solar Produto etiquetado no INMETRO sempre ! Porque ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 9 .

SAS – Aquecimento Auxiliar Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 10 .

Dimensionamento do SAS – Volume de Água Quente Vconsumo = ∑ vazão do ponto de utilização × tempo de utilização × frequência de uso n =i Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 11 .

Dimensionamento do SAS – Volume de Água Quente Método 1: Volume de Consumo Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 12 .

Dimensionamento do SAS – Volume de Água Quente Método 2: Volume de Armazenagem Volume de Consumo x (T consumo − Tambiente ) VA = (Tarmazenagem − Tambiente ) Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 13 .

Dimensionamento do SAS – Área Coletora Qtde de Coletores = Demanda Energética + Perdas Térmicas Produção de Energia do Coletor Solar Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 14 .

Dimensionamento do SAS – Área Coletora
Ár e a C o l e t o r a N e c e ssá r i a

300,0
250,0

área

200,0
150,0
100,0
50,0
0,0
Ár ea
Deci são de Pr oj eto

Janei r o

Fever ei r o

Mar ço

Abr i l

Mai o

Junho

Jul ho

Agosto

Setembr o

Outubr o

Novembr o

Dezembr o

139,5

121,1

132,5

172,5

213,2

247,1

215,0

184,6

188,1

170,2

166,8

167,7

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

M e se s

Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012

15

SAS – Obra de Grande Porte e Obra de Pequeno Porte

Termossifão
ou
bombeado

Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012

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Módulo II

Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012

17

SAS – Obras de Pequeno Porte – Classificação CLASSIFICAÇÃO DOS AQUECEDORES SOLARES DISPOSIÇÃO DOS COMPONENTES FORMA DE AQUECIMENTO CIRCULAÇÃO DE ÁGUA INTEGRADO DIRETO TERMOSSIFÃO ACOPLADO INDIRETO BOMBEADO CONVENCIONAL Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 18 .

SAS .Disposição dos componentes .Integrado Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 19 .

SAS .Disposição dos componentes – Compacto ou Acoplado Foto: Acervo Soletrol Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Foto: Website Unipac 20 .

Disposição dos componentes – Convencional Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 21 .SAS .

SAS .Forma de Aquecimento Direto Indireto Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 22 .

Circulação de água Termossifão ou Circulação Natural Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Bombeado ou Circulação Forçada 23 .SAS .

Termossifão – princípio de funcionamento Variação da densidade da água em relação a temperatura Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 24 .

Termossifão – princípio de funcionamento Colunas a mesma temperatura – princípio de Arquimedes Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 25 .

Termossifão – princípio de funcionamento Força motriz – variação da densidade das colunas Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 26 .

8 x 2 = 19.8 x 2 = 19.267 = 294 pascal = 30mmca Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 27 . B = 20°C h = 2m Pman = ρ x g x h Pquente (A) = 983 x 9.561 pascal A diferença de pressão é: 19.Termossifão – princípio de funcionamento Variação na altura de cada coluna em função da temperatura Temp.267 pascal Pfria (B) = 998 x 9. A = 40°C Temp.561 – 19.

Termossifão – princípio de funcionamento Fluxo natural em circuito fechado .Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 28 .

4. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 29 . 3. Para sistemas maiores. Utilizar o método de comprimento equivalente para reduzir a perda de carga. 2. Grande diferença de temperatura na entrada e saída do coletor pode significar perda de carga prejudicial ao sistema. dividir o sistema e dois ou mais.Termossifão – Itens relevantes Perda de carga 1. Utilizar tubos de 22mm para sistemas até 8m² e 28mm até 12m².

Termossifão – Itens relevantes Cálculo de comprimento total – Tabela de comprimentos equivalentes Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 30 .

As conexões são as seguintes: 04 cotovelos de 90° 22 mm 02 Curvas de 45° 22 mm 02 registros de gaveta abertos ¾” 15 metros de tubos 22 mm Observando-se a tabela anterior: Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 31 . deseja-se calcular o comprimento equivalente das conexões e o comprimento equivalente total.Termossifão – Comprimento total de tubulação Estudo de caso Cálculo de comprimento total Em uma instalação.

2 m 15.2m 32 .0m 21.Termossifão – Perda de carga Estudo de caso Comprimento equivalente Comprimento real Comprimento total = = = Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 6.

Termossifão – Perda de carga Comprimentos máximos equivalentes para termossifão com coletor 2.0 m² Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 33 .

Termossifão – Perda de carga Comprimentos máximos equivalentes para termossifão com coletor 1.0 m² Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 34 .

0m de 22mm Dar preferência para a troca do tubo de retorno do coletor para o reservatório térmico Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 35 .34 Ou seja. 3. tubos de diâmetros diferentes possuem comprimentos equivalentes calculado com a seguinte expressão: Comprimento equivalente = (D1/D2)5 Comprimento equivalente = (28/22)5 = 3.34m de 28mm equivalem a 1.Termossifão – Perda de carga Comprimento equivalente entre tubos de diâmetros diferentes À mesma vazão.

Os coletores devem ser levemente inclinados no sentido da saída de água quente para evitar sifão entre os coletores. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 36 . 1. 2.Não utilize trechos horizontais entre os coletores e o reservatório térmico.Termossifão – Itens relevantes Sifões e ar na tubulação A água libera bolhas de ar durante seu aquecimento e estas bolhas precisam ser eliminadas: 1.A passagem da tubulação entre as telhas merece atenção para não formar sifão.

Termossifão – Itens relevantes Sifões e ar na tubulação Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 37 .

evitar esta situação Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 38 .Termossifão – Itens relevantes Sifões e ar na tubulação Quando possível.

Termossifão – Itens relevantes Sifão entre os coletores Inclinar os coletores no sentido ascendente em relação ao retorno de água quente para o RT. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 39 .

Termossifão – Itens relevantes Alturas necessárias Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 40 .

Termossifão – Itens relevantes Alturas necessárias Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 41 .

Termossifão – Itens relevantes Alturas necessárias – soluções alternativas Torre de caixa d’água Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 42 .

Termossifão – Itens relevantes Alturas necessárias – soluções alternativas Quando se aplica? Qual a vantagem do RT em nível ? Reservatório em nível com a caixa d’água Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 43 .

Classificações do SAS – Bombeado Bombeado ou Circulação Forçada Qual a posição correta dos sensores ? Qual a programação correta do controlador? Como dimensionar a bomba ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 44 .

•É utilizada em sistemas de pequeno. •O dimensionamento da motobomba depende do projeto e arranjo dos coletores solares. •Os coletores solares podem ser instalados em qualquer posição em relação ao reservatório térmico.Classificações do SAS – Bombeado Circulação forçada •Utiliza uma motobomba para circulação de água entre os coletores solares e o reservatório térmico. médio e grande porte. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 45 . •A motobomba é comandada por um CDT – Controlador Diferencial de Temperatura.

5 m Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2010 46 .Associação de coletores solares Associação em paralelo 15ºC 22ºC 22ºC 22ºC 15ºC 15ºC 15ºC 22ºC Máximo 5.

Associação de coletores solares Associação em série Máximo de 3 ligações em série 28ºC 33ºC 37ºC Eficiência Instantânea 22ºC 15ºC 22ºC 28ºC 33ºC dT/G Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2010 47 .

Classificações do SAS – Baixa Pressão e Alta Pressão Baixa Pressão Até 5 mca Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Alta Pressão Acima 5mca Mais comum 40 mca 48 .

Alimentação de AF Em Baixa Pressão 49 . Reservatório Térmico Fechado (Desnível) 1. Aquecimento Auxiliar Elétrico Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 3.Classificações do SAS – Predominância no Brasil 2. Circulação Natural ou Termossifão 4.

SAS Termossifão Fechado (Desnível) Baixa Pressão Apoio Elétrico Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 50 .

Baixa Pressão e Apoio Elétrico Respiro Quais as suas funções ? Ao contrário.SAS – Termossifão. Fechado (Desnível). jamais ! Sifão Qual o comprimento correto ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 51 .

SAS – Termossifão. Baixa Pressão e Apoio Elétrico Causa: Ausência do Respiro Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 52 . Fechado (Desnível).

Baixa Pressão e Apoio Elétrico Conector Termostato Simples ou Duplo ? Resistência Elétrica Cobre ou Inox ? Qual a correta posição da resistência elétrica ? E do termostato ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 53 .SAS – Termossifão. Fechado (Desnível).

Baixa Pressão e Apoio Elétrico Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 54 . Fechado (Desnível).SAS – Termossifão.

SAS Em Nível Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 55 .

SAS – Em Nível com caixa d’água Bóia de Nível Válvula de retenção?? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 56 .

SAS Alta Pressão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 57 .

• Capacidade do tanque de expansão é de +/.5 Kgf/cm² abaixo da pressão máxima de trabalho do sistema. Pressurizador Atenção: • Utilizar apenas um pressurizador para AF e AQ sempre ! Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 58 .SAS – Alta Pressão com Pressurizador Cuidados: • O tanque de expansão deve ser calibrado com 0.6% do volume do reservatório térmico.

SAS – Alta Pressão direta Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Cuidados: • O tanque de expansão deve ser calibrado com 0. 59 . • Capacidade do tanque de expansão é de 5% do volume do reservatório térmico.5 Kgf/cm² acima da pressão máxima de trabalho do sistema.

Esta expansão é ocasionada devido ao aumento de temperatura da água confinada no SAS. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 60 .SAS – Vasos de expansão Utilizados como absorvedores da expansão volumétrica da água em SAS pressurizados com válvula de retenção na entrada de água fria.

SAS – Vasos de expansão Expansão volumétrica x aumento de pressão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 61 .

SAS – Vasos de expansão Funcionamento Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 62 .

4 *Para uma temperatura máxima no SAS de 70 °C Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 63 .3 21.0 15.0 50.3 21.3 21.0 53.5 1.5 2.0 2.0 2.0 2.0 2.0 2.3 28.0 35.5 2.5 1.4 28.5 2.4 28.5 2.0 20.0 2.0 2.0 2.5 2.0 2.4 28.0 16.0 2.0 45.3 21.SAS – Vasos de expansão Seleção do volume do vaso de expansão Volume do Pressão Válvula Volume do Vaso RT de Segurança de Expansão litro 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 kgf/cm² 2.0 30.0 2.0 21.0 2.5 2.0 lbf/cm² 21.0 11.5 1.0 2.5 1.0 2.0 2.0 2.5 1.0 27.5 1.5 1.0 32.4 28.0 Pressão de pré-carga kgf/cm² 1.5 1.5 litro 10.3 21.0 37.3 21.3 21.5 2.5 2.0 43.4 28.4 28.0 25.0 48.5 2.0 2.4 28.3 21.0 40.4 28.

0 4.0 30.0 48.6 35.8 49.8 49.8 49.8 49.0 3.6 35.6 35.0 61.5 2.0 30.0 3.5 2.5 2.0 3.0 4.6 35.5 2.0 53.5 3.8 49.0 15.0 18.0 4.8 *Para uma temperatura máxima no SAS de 70 °C Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 64 .5 3.0 24.0 3.6 35.0 4.5 2.8 49.6 35.5 3.8 49.0 54.0 68.0 36.5 3.5 3.0 4.0 4.5 3.6 49.0 23.6 35.0 3.0 42.0 4.0 46.0 4.0 3.0 60.5 3.0 4.SAS – Vasos de expansão Seleção do volume do vaso de expansão Volume do Pressão Válvula Volume do Vaso RT de Segurança de Expansão litro 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 kgf/cm² 3.5 3.0 3.6 35.0 3.5 lbf/cm² 35.0 76.5 2.8 49.5 3.0 38.0 Pressão de pré-carga kgf/cm² 2.0 litro 12.5 2.5 2.

SAS – Vasos de expansão Seleção do volume do Vaso de Expansão • Escolher o vaso de expansão imediatamente acima do valor encontrado. • Prever manutenção a cada 6 meses para verificar a pressão de précarga do vaso de expansão. • O SAS deve possuir uma válvula de retenção exclusiva na entrada de água fria. • O vaso de expansão deve estar localizado entre a válvula de retenção e o RT. antes do sifão. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 65 . • O vaso de expansão deve ser calibrado a vazio.

Válvula de Segurança: tem a função de proteger o SAS contra pressão acima da qual o sistema foi projetado. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 66 . Válvula de Retenção Horizontal: tem a função de evitar variação de pressão no SAS e retorno de água quente quando há consumo de AF em sistemas pressurizados ou direto da rua.SAS – Alta Pressão Válvula Redutora de Pressão: tem a função de regular a pressão máxima na alimentação do SAS quando alimentado direto da rua. Tanque de Expansão: tem a função de absorver a expansão volumétrica da água causada pelo seu aquecimento mantendo a pressão constante dentro do SAS.

Registro de Descarga: tem a função de facilitar a entrada e saída de ar no reservatório térmico em caso de drenagem ou enchimento respectivamente. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 67 .SAS – Alta Pressão Válvula Ventosa: tem a função de eliminar ar e vapor do SAS. Válvula de Retenção Vertical: tem a função de proteger o reservatório térmico contra queda brusca de pressão e formação de pressão negativa.

SAS Bombeado Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 68 .

SAS – Bombeado Válvula Ventosa: Eliminação de ar e vapor Controlador Diferencial de Temperatura Bomba de Recirculação: Baixa potência 1/8 CV a 1/4CV Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Registro Globo – para controle da vazão da motobomba 69 .

SAS – Bombeado Controladores de Temperatura: Bombas de Circulação: Rowa – Texius .Schneider – Grundfos – Wilo Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 70 .

desde que muito bem isolado. Controladores possuem função contra congelamento para proteger os coletores em períodos de inverno rigoroso. 7. entre 1/12 CV a 1/6 CV. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 71 . Bombas de baixa potência. Sensor dos Coletores pode ser instalado por encosto ao tubo de cobre. 6. 8. 4. Controladores são ajustados para ligar com diferença de 6 °C e desligar com diferença de 3 °C. Sensor do Reservatório de ser instalado em poço no tampo do reservatório ou na tubulação. SAS bombeado é mais eficiente que o SAS por circulação natural.SAS – Bombeado 1. 5. O ajuste da vazão do circuito primário é fundamental para o bom funcionamento do sistema. Controladores permitem ajustar temperatura máxima da água no RT. 3. 2.

SAS Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 72 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 73 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 74 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 75 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 76 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 77 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 78 .

SAS – Instalações Clássicas Termossifão Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 79 .

4. 7. de 7 a 12 coletores tubulação de 28mm e de 13 a 18 coletores tubulação de 35mm (???). Isolar termicamente a tubulação. No máximo 3 baterias em paralelo. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 80 .SAS – Instalações Clássicas Termossifão 1. No máximo 5. Tubulação de alimentação sempre descendente e tubulação de retorno sempre ascendente com inclinação mínima de 10%. Manter bateria com inclinação mínima de 3% no sentido do retorno. Até 6 coletores tubulação de 22mm . Preservar balanceamento hidráulico entre alimentação e retorno sempre. 3.5m de largura por bateria de coletores. 6. 5. 2.

SAS Instalações Clássicas Circulação Forçada Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 81 .

SAS – Instalações Clássicas Circulação Forçada Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 82 .

SAS – Instalações Clássicas Circulação Forçada Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 83 .

SAS – Instalações Clássicas Circulação Forçada Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 84 .

SAS – Instalações Clássicas Circulação Forçada
1. No máximo 5,5 m de coletores por bateria;
2. No máximo 3 baterias em série;
3. Maior parte dos SAS residenciais utilizam tubulação de 22mm;
4. Preservar balanceamento hidráulico entre alimentação e retorno sempre;
5. Isolar termicamente a tubulação;
6. Sensores corretamente instalados;
7. Controlador corretamente programado.

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85

Sombreamento
Avaliar as condições do local de instalação dos coletores;
Verificar se a vizinhança ou um obstáculo próximo não promove sombra nos coletores
solares ao longo do dia
Observar vegetação, edifícios em construção, etc.
30 % de sombreamento em um coletor já é suficiente para impedir o fluxo por
termossifão;

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86

Verificações para a correta instalação do SAS
1. Identificar localização das prumadas, ponto de abastecimento de água fria e ponto de entrega
de água quente.
2. Verificar as características da fonte de energia elétrica como tensão de alimentação
compatível com o equipamento, quadro de comando, corrente dos disjuntores compatível
com o equipamento, bitola e estado de conservação dos cabos de ligação, uso de DR's.
3. Verificar o estado de conservação das tubulações de água fria/quente existentes, bem como
sua adequação no tocante a dimensões, isolamento térmico, conexões para admissão, saída e
dreno da água.
4. Identificar para o(s) coletor(es) solar(es), reservatório(s) térmico(s) e caixa(s) d'água, se o local
onde cada um será instalado comportará os mesmos.
5. Verificar se a orientação do local de instalação do(s) coletor(es) solar(es) está para o Norte ou
se o desvio existente está conforme recomendado.
6. Identificar possíveis sombreamentos no local de instalação do(s) coletor(es) solar(es) devido
construções vizinhas, árvores, obstáculos ou o próprio telhado.

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87

12. Verificar origem e qualidade do abastecimento de água fria.Verificações para a correta instalação do SAS 7. reservatório(s) térmico(s) e caixa(s) d'água serão transportados e instalados. Verificar se há condições estruturais mínimas para onde o peso do(s) coletor(es) solar(es). se existe condições para transporte vertical. Verificar as condições de acesso ao(s) coletor(es) solar(es) e reservatório(s) térmico(s) para realização da instalação e posterior manutenção e limpeza. Verificar se a pressão do ponto de alimentação hidráulica do SAS é compatível com as características dos produtos a serem instalados. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 88 . 9. Verificar a acessibilidade dos equipamentos nos locais de instalação e. respectivos suportes. 10. Identificar todo o material que possa ser necessário na instalação ou as distâncias aos fornecedores de materiais mais próximos. caso seja necessário. 11. 8.

especificação de componentes.NBR 15569 – Sistema de aquecimento solar de água em circuito direto – Projeto e Instalação • • • Substitui a NBR 12269-1992 Estabelece os requisitos de um SAS para concepção. arranjo hidráulico. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 89 . instalação e manutenção e segurança. dimensionamento. Aplicada apenas a SAS em circuito direto.

SAS Manutenção Preventiva Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 90 .

• Verificar o funcionamento do sistema de anticongelamento. • Verificar o funcionamento dos sensores de temperatura e as configurações do controlador diferencial de temperatura. • Conferir as vedações e o estado da motobomba. • Verificar o estado de funcionamento do sistema auxiliar. • Verificar e colocar em funcionamento o conjunto de válvulas. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 91 . • Verificar a vedação dos coletores.Manutenção Preventiva Mensal • Lavagem dos coletores com água e sabão neutro no período da manhã. • Verificar a regulagem do termostato e conexões elétricas. pressurizador e a estanqueidade do sistema. Semestral • Verificar estado do isolamento térmico. • Verificar a existência de formação de corrosão em algum item do sistema. Anual • Realizar a drenagem do sistema para limpeza. caso existente.

que tem a segurança de ter o aquecedor solar trabalhando em alta rendimento gerando o máximo de conforto e economia. • Para o fabricante. • Para o projetista/instalador. Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 92 .Manutenção Preventiva: Porque Fazer ? Garantir o perfeito funcionamento do sistema de aquecimento solar gerando conforto e satisfação ao cliente final. Vantagens • Para o cliente final. indicando a sua marca e ver o seu parceiro prosperando nos projetos e instalações. que tem a tranqüilidade de ter suas instalações em perfeito funcionamento evitando chamados de urgência. além de gerar receita extra. que tem a satisfação de ver o seu cliente final contente.

Manutenção Preventiva: E se não fizer ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 93 .

Manutenção Preventiva – E se não fizer? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 94 .

SAS EPI´´s Ferramentas de Trabalho Componentes e Acessórios Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 95 .

4. Considere sempre o trabalho em dupla. Uma caixa de ferramentas completa garante a execução do serviço com qualidade e agilidade. 2. 3. Os instaladores devem portar e utilizar os EPI’s adequados para cada tipo de serviço Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 96 .Segurança na instalação e operação do SAS 1. Dimensione a equipe de instalação em função do tamanho do SAS e o tempo necessário para execução.

SAS – EPI´s Capacete Luva Óculos Cinto Bota Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 97 .

SAS – Ferramentas Principais de Trabalho Bússola Inclinômetro Trena Mangueira de nível Manômetro Termômetro Chave de grifo e fenda Alicate Multímetro Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 Fita veda rosca Folhas Lixa D’água Maçarico portátil Rolo de solda estanho Pote de pasta de solda a base de água Termofusora com bocais diversos (PPR) Corta tubos (corta tubo de cobre) Serra Chave para troca de resistência 98 .

SAS – Componentes e Acessórios Tubulação e Conexões Válvulas e Registros Acessórios Tubo e luva Cu ø 22mm e 28mm Tubo e luva PPR ø 25mm Isolamento poliestileno ø 22mm e 28mm Alumínio corrugado Fita adesiva de alumínio Registro Gaveta ø3/4” Registro Esfera ø3/4” Registro Globo ø3/4” Válvula Retenção Horizontal ø3/4” Válvula Retenção Vertical ø3/4” Válvula Retenção Universal ø3/4” Válvula Ventosa ø1/2” Válvula Segurança ø1/2” Vaso de Expansão Termostato de Encosto Termostato de Imersão Resistência Elétrica Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 99 .

SAS Dúvidas Finais ? Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 100 .

com.br 31 9203-0470 Curso de Capacitação em Aquecimento Solar – ABRAVA/DASOL 2012 101 .Fim Obrigado ! luciano@resolver.

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