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Introdução à Informática

Introdução à Informática

UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA 3 H ISTÓRICO 3 S ISTEMA DE C OMPUTAÇÃO

UNIDADE 1 -

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA

3

HISTÓRICO

3

SISTEMA DE COMPUTAÇÃO: HARDWARE E SOFTWARE

5

VANTAGENS

17

COMUNICAÇÃO DE DADOS

22

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

24

REDES

25

INTERNET

26

LINHA DISCADA

29

USO

30

ANTIVÍRUS

30

INTRANET

31

EXTRANET

32

REDE SEM FIO

33

CONCEITOS DE SEGURANÇA

33

ESTRUTURA DE DIRETÓRIOS

35

UNIDADE 2 -

EDITOR DE TEXTO

38

MICROSOFT WORD

38

INTERFACE

38

NOVO/ABRIR/SALVAR

38

SELECIONAR/LOCALIZAR

43

COPIAR/RECORTAR/COLAR

45

DESFAZER/REFAZER/REPETIR

46

EXIBIR/ZOOM

47

FORMATARAÇÃO/ESTILOS

48

HIPERLINK

54

ÍNDICE

56

CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA

57

CABEÇALHO/RODAPÉ

60

FIGURAS

61

TABELAS

64

REVISÃO/COMENTÁRIOS

65

UNIDADE 3 - PLANILHA ELETRÔNICA

68

MICROSOFT EXCEL

68

INTERFACE

68

NOVA/ABRIR/SALVAR

76

FORMATOS DE ARQUIVOS

79

ABRINDO ARQUIVOS

80

DE QUE FORMA É COMPOSTO O EXCEL

82

TRABALHANDO COM PLANILHAS

82

TRABALHANDO COM LINHAS E COLUNAS

85

TRABALHANDO COM CÉLULA

87

INSERÇÃO E FORMATAÇÃO DOS DADOS

88

FORMATAÇÃO DAS CÉLULAS

89

DESFAZER/REFAZER/REPETIR

97

LABORATÓRIO

98

CONFIGURAÇÃO E IMPRESSÃO

99

COPIAR OU MOVER CÉLULAS

109

LABORATÓRIO

114

O PERADORES E FÓRMULAS 115 L ABORATÓRIO 118 R EFERÊNCIAS E NOMES 119 L ABORATÓRIO

OPERADORES E FÓRMULAS

115

LABORATÓRIO

118

REFERÊNCIAS E NOMES

119

LABORATÓRIO

124

INTRODUÇÃO A FUNÇÕES

126

LABORATÓRIO

135

CLASSIFICAR DADOS E CONGELAR PAINÉIS

138

COMENTÁRIO

140

LABORATÓRIO

140

GRÁFICOS

141

LABORATÓRIO

142

PROTEGER OS ARQUIVOS, FÓRMULAS E AS PLANILHAS

143

FORMATAÇÃO CONDICIONAL

146

FORMATAR COMO TABELA

158

LABORATÓRIO

158

FUNÇÕES AVANÇADAS

159

LABORATÓRIO

161

FUNÇÕES LÓGICAS

161

LABORATÓRIO

162

FUNÇÕES DE PROCURA E REFERÊNCIA

164

LABORATÓRIO

166

FUNÇÕES DE INFORMAÇÕES

166

LABORATÓRIO

168

FUNÇÕES FINANCEIRAS

168

LABORATÓRIO

170

USANDO FILTROS

170

LABORATÓRIO

175

ORTOGRAFIA E AUTO-CORREÇÃO

176

SOLUÇÃO PARA FÓRMULAS OU FUNÇÕES

177

AUDITORIA DE FÓRMULAS

179

TECLAS DE ATALHO

181

UNIDADE 4 -

EDIÇÃO DE APRESENTAÇÕES

185

MICROSOFT POWERPOINT

185

O QUE PODE SER FEITO COM POWERPOINT

185

COMO FAZER APRESENTAÇÕES

185

DURAÇÃO DA APRESENTAÇÃO

187

CONDUÇÃO DA APRESENTAÇÃO:

187

PARA ENCERRAR:

187

INTERFACE

188

NOVA/ABRIR/SALVAR

188

ABRIR APRESENTAÇÃO

189

SALVAR APRESENTAÇÃO

189

IMPRIMIR/FECHAR

190

IMPRESSÃO RÁPIDA

190

FECHAR APRESENTAÇÃO

191

INICIANDO A APRESENTAÇÃO

192

ENTENDENDO A JANELA DO POWERPOINT

194

ENTENDENDO OS MODOS DO POWERPOINT

194

TRABALHANDO COM OS COMANDOS DO POWERPOINT

196

TRABALHANDO COM SLIDES E LAYOUTS

198

COPIAR UM SLIDE DE UMA APRESENTAÇÃO PARA OUTRA

199

EXCLUIR UM SLIDE

200

TRABALHANDO COM SLIDES E SLIDE MESTRE

201

U SANDO , CRIANDO E MODIFICANDO P LANO DE 203 A PRESENTANDO OS SLIDES NA

USANDO, CRIANDO E MODIFICANDO PLANO DE

203

APRESENTANDO OS SLIDES NA TELA DO COMPUTADOR

204

BOTÕES DE AÇÃO

204

COLOCANDO TEXTOS NOS SLIDES

205

LOCALIZANDO E SUBSTITUINDO TEXTO

207

VERIFICANDO ORTOGRAFIA

208

UTILIZANDO MÉTODO DE TÓPICOS

209

UTILIZANDO TEXTOS DE OUTROS APLICATIVOS

210

OCULTAR UM SLIDE

210

INSERIR UM HYPERLINK

211

ADICIONANDO ELEMENTOS VISUAIS NOS SLIDES

212

CRIAR UM ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS

215

CRIANDO GRÁFICOS

215

CRIANDO ORGANOGRAMA

217

UTILIZANDO O WORDART

219

TRABALHANDO COM OBJETOS DO POWERPOINT

220

RECORTANDO, COPIANDO, COLANDO E DUPLICANDO

224

REDIMENSIONANDO OBJETOS

225

APRIMORANDO OBJETOS

225

UTILIZANDO POWERPOINT COM OUTROS PRODUTOS

225

ANOTAÇÕES, FOLHETOS E APRESENTAÇÕES DE SLIDES

228

FOLHETOS

229

CRIANDO APRESENTAÇÕES DE SLIDES

230

TRANSIÇÃO DE SLIDES

230

APLICANDO EFEITOS EM TEXTOS

231

APLICANDO EFEITOS DE ANIMAÇÃO EM OBJETOS

232

INSERINDO ARQUIVO DE MÚSICA

232

INSERINDO UM VÍDEO

233

GRAVAR ÁUDIO

234

ASSISTENTE PARA VIAGEM

235

CONFIGURANDO O MODO DE APRESENTAÇÃO

236

TECLAS DE ATALHO PARA O POWERPOINT

239

UNIDADE 5 -

WEB CONSTRUÇÃO DE PÁGINAS

241

MICROSOFT FRONTPAGE

241

UNIDADE 6 - INTRODUÇÃO AO HTML E WEB STANDARDS

247

A LINGUAGEM HTML E A INTERNET

247

AS LIMITAÇÕES DO HTML

247

OS WEB STANDARDS

248

W3C

248

POR QUE ENTENDER O HTML?

248

CONCEITOS BÁSICOS DE HTML

249

TAGS BÁSICAS

249

CORES EM HTML

251

A LINGUAGEM HTML E A INTERNET

252

AS LIMITAÇÕES DO HTML

253

OS WEB STANDARDS

253

W3C

253

IMPORTÂNCIA DOS WEB STANDARDS

254

POR QUE ENTENDER O HTML?

254

CONCEITOS BÁSICOS DE HTML

254

TAGS BÁSICAS

255

FORMATAÇÃO DE TEXTOS

257

L ISTAS 261 C ORES EM HTML 265 F AZENDO R EFERÊNCIA A O UTROS

LISTAS

261

CORES EM HTML

265

FAZENDO REFERÊNCIA A OUTROS DOCUMENTOS

269

INCLUINDO IMAGENS COM A TAG IMG

270

INCLUINDO IMAGENS NO FUNDO DA PÁGINA TAG BODY

273

CRIANDO LINKS

274

CRIANDO TABELAS

276

FORMULÁRIOS

284

EXERCÍCIOS SUGERIDO

292

INTRODUÇÃO A ESTILOS CSS

292

BENEFÍCIOS EM UTILIZAR CSS

293

CSS PARA SEPARAR CONTEÚDO DA APRESENTAÇÃO

294

PÁGINAS COM SEMÂNTICA CORRETA

294

SINTAXE DO CSS

295

APLICANDO ESTILOS A UMA PÁGINA

296

FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS SELETORES

297

EXERCÍCIOS

302

UTILIZANDO CSS EM SITUAÇÕES REAIS

302

CRIANDO TABELAS COM ESTILOS CSS

302

DADOS EXIBIDOS EM UMA TABELA COM CSS

303

ALTERANDO O ESTILO CSS

304

DADOS E FORMULÁRIOS COM CSS

305

EXERCÍCIOS COM CSS

307

INTRODUÇÃO AO TABLELESS DESIGN

307

PROBLEMAS NO DESIGN COM TABELAS

307

DESIGN TABLELESS CSS BOX MODEL

308

UM EXEMPLO DE TABLELESS DESIGN

308

XHTML

310

EXERCÍCIO

315

- PRINCIPAIS TAGS

316

Unidade 1 - Introdução à Informática Informática - a junção de INFOR mação com auto

Unidade 1 - Introdução à Informática

Informática - a junção de INFORmação com autoMÁTICA é nada mais do que o tratamento lógico e automatizado das informações. Representa a interação do homem com a máquina.

A palavra computador deriva do temo "computare", ou seja, calcular. São máquinas compostas internamente por circuitos elétricos e eletrônicos sobre os quais fluem impulsos elétricos. Desta forma todas as informações e programas estarão representados internamente através de impulsos elétricos ou eletromagnéticos.

Em termos simples, o computador pode ser comparado a uma chave liga-desliga (um interruptor), pois consegue interpretar somente duas situações possíveis, que é a presença ou ausência de impulso elétrico. Em um circuito eletrônico digital, indica-se a presença de impulso elétrico pelo dígito 1, e ausência pelo dígito 0. Pode-se então dizer que o computador representa todas as informações e programas através de zeros e uns (0 e 1). Tais dígitos são chamados de bits (binary digits dígitos binários). Este sistema de representação é denominado Sistema Numérico Binário.

Um conjunto de 8 bits é denominado byte, representando a unidade básica para tratamento e armazenamento de informações hoje em dia.

Para facultar a entrada e saída de dados usando caracteres (letras e números) compreensíveis aos seres humanos e ao mesmo tempo permitir que o dispositivo eletrônico utilize internamente seu sistema binário, criaram-se tabelas de conversão. Estas tabelas convertem o caractere inserido no computador em um código numérico padronizado que o irá representar. As tabelas de conversão mais utilizadas são: ASCII (American Standard Code for Information Interchange) e EBCDIC (Extended Binary Coded Decimal Interchange Code). Nos microcomputadores de hoje emprega-se a tabela de conversão ASCII, que tem símbolos numerados de 0 a 255 (00000000 a 11111111). Por exemplo, a letra 'A' (maiúscula) é representada pelo código ASCII binário 1000001 e decimal 65.

Histórico

2000 a.C. Abaco

"Armazena" números reunindo contas, utilizado até hoje na educação oriental. A técnica de fazer contas com o ábaco confere tamanha agilidade a quem a domina, que, provavelmente, ele faz contas mais rápido do que os simples mortais com uma calculadora eletrônica, considerando obviamente o tempo levado para digitar os números que se deseja calcular.

1610/1617 John Napier escocês

Inventou os chamados Ossos de Napier, que são tabelas móveis de multiplicação feitas em marfim, percursoras da régua de cálculo (criada em 1621 pelo matemático inglês William Oughtred).

1642/1647 Blaise Pascal -filósofo, físico e matemático francês.

Inventou a calculadora mecânica que chamou de Pascalina. Era capaz de somar e subtrair por meio de engrenagens mecânicas semelhantes ao contador de quilômetros de um carro.

1670/1673 Gottfried von Leibniz-matemático alemão.

Introdução à Informática

Introdução à Informática

Baseado na máquina de Pascal, inventou uma calculadora capaz de realizar as quatro operações básicas.

1802 Joseph M. Jacquard - matemático francês.

Fase embrionária da programação e do cartão perfurado - sendo utilizado pela indústria têxtil. Construiu um tear que memorizava os modelos da fábrica em cartões metálicos perfurados.

1822/1834 Charles Babbage matemático inglês.

Primeira calculadora matemática (máquina diferencial).

Concepção dás máquinas de três estágios fundamentais:

- Entrada com cartões perfurados

- Processamento usando memória rudimentar das engrenagens.

- Saída

1880/1890 Hermann Hollerith estatístico norte americano.

Criou um sistema de Codificação de Dados com cartões perfurados e máquinas de tabulação, utilizado no censo americano de 1890, fundando então a Tabulating Machine Company, percursora da IBM (fundada em 1924).

1890 William S. Burroughs contador e bancário.

Produziu uma máquina de calcular que imprimia as parcelas e os resultados, criando a American Arithmometer Corporation, percursora da Burroughs Company, que acabou se tornando em 1986 a Unisys, depois da união com a UNIVAC.

1936 Konrad Zuse

O primeiro computador eletromecânico, o chamado Z-1, usava relés e foi construído pelo alemão Konrad Zuse (1910-1995) em 1936. Zuze tentou vendê-lo ao governo para uso militar, mas foi subestimado pelos nazistas, que não se interessaram pela máquina.

1937 Howard Aiken matemático norte americano.

Fabricou em conjunto com Thomas Watson da IBM o MARK I um computador eletromecânico que media 2.5 metros de altura por 18 metros de comprimento, com 750 mil partes e mais de 700 km de cabos. Ainda não utilizava válvulas. Foi usado pela marinha durante a guerra mas só foi apresentado em 1944, após a guerra. Mark I tinha milhares de relés e fazia um barulho infernal. Uma multiplicação de números de 10 dígitos levava 3 segundos para ser efetuada.

1943/1946 J. Presper Eckert e John Mauchly cientistas da Universidade da Pensilvânia - EUA.

Foi colocado em funcionamento o ENIAC (Eletronic Numeric Integrator And Calculator) - sigla de Integrador Numérico Eletrônico e Calculador, ocupava uma área de 200 metros quadrados.

Do alto dos seus 3,5 metros de altura por 30 metros de comprimento - refrigerados a água e 30 toneladas, era capaz de somar 500 algarismos em um segundo (mil vezes mais rápido do que o MARK I). Continha 18 mil válvulas, 10 mil capacitores e milhares de resistores e relés, consumindo 150 mil watts. A programação era realizada por meio de fios. Os dados (bits) eram inseridos por meio de interruptores, e os resultados obtidos através de lâmpadas em um painel. A cada dois minutos uma válvula se queimava, custando cada uma U$ 2000.

Foi construído objetivando o cálculo da trajetória de mísseis, realizando estudos de balística durante a segunda Guerra Mundial, sua construção findou-se 1 ano após o término da Guerra.

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Sistema de Computação: Hardware e Software

Hardware

É a parte física, ou seja, o material do computador, composta por componentes eletrônicos, fiação, placas, gabinete, periféricos, etc. É a que suporta a execução das funções básicas de um computador: Entrada de dados, processamento/armazenamento e saída.

C.P.U. - Unidade Central de Processamento e a memória estão localizadas em microplaquetas dentro da unidade do sistema. A UCP é o cérebro do computador controlando todo o funcionamento do equipamento, desde a leitura e a gravação dos dados até as operações realizadas. É o local em que o computador interpreta e processa as informações. É dividida em Unidade de Controle (UC) e Unidade Lógica e Aritmética (ULA).

de Controle (UC) e Unidade Lógica e Aritmética (ULA). UC - responsável por gerar todos os

UC - responsável por gerar todos os sinais que controlam as operações no exterior do CPU, e ainda por dar todas as instruções para o correto funcionamento interno da CPU; a apoiá-la terá a colaboração de outra estrutura/ator (o decodificador de instruções). A unidade de controle executa três ações básicas intrínsecas e pré-programadas pelo próprio fabricante do processador, são elas: busca (fetch), decodificação e execução. Assim sendo, todo processador, ao iniciar sua operação, realiza uma operação cíclica, tendo como base essas três ações. Dependendo do tipo de microprocessador, a unidade de controle pode ser fixa ou programável. A unidade fixa é aquela unidade que já vem com todo o conjunto de instrução programado que é construída pelo fabricante, dentro da UC.

ULA (Unidade Central de Processamento) - executa as principais operações lógicas e aritméticas do computador. Ela soma, subtrai, divide, determina se um número é positivo ou negativo ou se é zero. Além de executar funções aritméticas, uma ULA deve ser capaz de determinar se uma quantidade é menor ou maior que outra e quando quantidades são iguais. A ULA pode executar funções lógicas com letras e com números.

BIOS Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.

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Microprocessador - esse componente responde pela capacidade da máquina e determina seu tipo. A rapidez com que o equipamento processa as informações é medida em Gigahertz (múltiplo de ciclos por segundo).

Possui os seguintes componentes:

Unidade Lógica e Aritmética

Unidade de Controle

Registradores - são pequenas memórias velozes que armazenam comandos ou valores que são utilizados no controle e processamento de cada instrução. Os registradores mais importantes são:

Contador de Programa (PC) Sinaliza para a próxima instrução a ser executada; Registrador de Instrução (IR) Registra a execução da instrução.

Unidade de Gerenciamento de Memória Memory Management Unit (MMU) é o dispositivo que transforma endereços virtuais em endereços físicos e administra a memória principal do computador.

Unidade de Ponto Flutuante - nos processadores atuais são implementadas unidades de cálculo de números reais. Tais unidades são mais complexas que ULAs e trabalham com operandos maiores, com tamanhos típicos variando entre 64 e 128 bits.

Categorias de Microprocessadores

8086

Lançado pela Intel em 1978, o 8086 tinha um desempenho dez vezes melhor que seu antecessor o 8080. Seus registradores tinham a largura de 16 bits, o barramento de dados passou de 8 para 16 bits e o barramento de endereços se tornou maior com 20 bits de largura, permitindo assim que fosse controlado mais de 1 milhão de bytes de memória. A memória passou a ser tratada de maneira diferente, pois esse processador tratava a mesma como se fosse dividida em até 16 segmentos contendo 64 kilobytes cada, e não permitia que nenhuma estrutura de dados ultrapassasse a barreira entre os segmentos.

de dados ultrapassasse a barreira entre os segmentos. 8088 Os 8088 surgiram da necessidade em se

8088

Os 8088 surgiram da necessidade em se criar um processador com características parecidas com as dos 8086, mas que tivesse um custo menor. Dessa forma, a Intel colocou no mercado um chip que só se diferenciava dos 8086 pelo fato de Ter um barramento de dados de 8 bits. Em virtude de sua concepção menos avançada e do baixo custo de produção o 8088 foi escolhido pela IBM, para o projeto de seu computador pessoal, pois, além de possuir o projeto interno de 16 bits também pertencia à mesma linhagem dos 8080.

de 16 bits também pertencia à mesma linhagem dos 8080. 80286 Comparado com seu antecessor imediato

80286

Comparado com seu antecessor imediato (o 8086), o 80286 apresentava diversas características particularmente adequadas aos computadores pessoais. Seu bus de dados possui 16 bits reais, o mesmo acontecendo com os registradores internos. E ainda foi projetado para trabalhar com maior velocidade,

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inicialmente 6 MHz, logo ampliados par 8 e, em seguida para 10. Com o tempo,

inicialmente 6 MHz, logo ampliados par 8 e, em seguida para 10. Com o tempo, versões deste microprocessador com velocidades de 12,5, 16 e até 20 MHz foram introduzidas pela Intel.

Um dos aspectos mais importantes acabou sendo a maior capacidade de memória dos 80286. Ao invés de 20 linhas de endereçamento, o 80286 possuíam 24. As quatro linhas adicionais aumentam a quantidade máxima de memória que o chip é capaz de endereçar em 15 megabytes, elevando o total para 16 megabytes.

80386

A

grande evolução nos micros PC se deu na introdução do

processador 80386, com ele os fabricantes de processadores, como a Intel teve base para seus

processador 80386, com ele os fabricantes de processadores, como a Intel teve base para seus projetos futuros. Três características, inovações técnicas, formaram a base para o projeto do processador 386. A primeira delas é que há tantas instruções para ir do modo protegido quanto para voltar ao modo real; a segunda delas é a criação do modo virtual 8086, programas escritos no modo real pudessem ser utilizados diretamente dentro do modo protegido; e por sua vez a terceira característica que se baseia na manipulação de dados a 32 bits o dobro da plataforma anterior. Além disso, estando no modo protegido, o 80386 consegue acessar até 4 GB de memória (RAM) muito mais que qualquer micro necessita. Isto ocorreu em meados dos anos 80, mas somente por volta de 1990 tornaram- se comuns nos PCs que utilizavam este microprocessador.

80486

O

processador 80486 foi o sucessor para aplicações mais

―pesadas‖, sendo possível encontra -lo nos PCs no ano de 1991. Com uma versão inicial

―pesadas‖, sendo possível encontra-lo nos PCs no ano de 1991. Com uma versão inicial que operava com um clock de 25 MHz. Dessa maneira, a Intel criou o 486 que na realidade supera muito o desempenho de um 80386DX-25 em duas vezes, apesar de ter apenas seis instruções a mais, mas para que esse desempenho fosse justificado, o processador foi incorporado com circuitos em seu interior como:

PENTIUM

Também chamada de Pentium Classic, o Pentium é o primeiro microprocessador considerado de 5ª geração. Fabricado pela Intel, foi lançado em 1993, nas versões de 60 e 66 MHz.

Os microprocessadores Pentium contêm mais de três milhões de transistores e já incluem co-processador matemático e memória cache. Operava com 5 volts, e apresentava muito aquecimento, mas com melhorias no projeto, a Intel permitiu a operação com 3,5 volts, resultando num aquecimento bem menor. Novas versões foram lançadas como a de 75, 90, 100, 120, 133, 155, 166 e 200 MHz. O Pentium é um microprocessador de 32 bits,

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mas com várias características de 64 bits. Por exemplo: o seu barramento de dados, que

mas com várias características de 64 bits. Por exemplo: o seu barramento de dados, que dá acesso a memória é feito a 64 bits por vez, o que significa uma maior velocidade, ele transporta simultaneamente dois dados de 32 bits. Ao inverso dos 486 que era de 32 bits por vez. A freqüência de operação da placa mãe é a seguinte:

O

Pentium Pro foi criado para ser o sucessor do Pentium, sendo

considerado como sexta geração.

Inicialmente foi lançado nas versões 150, 180 e 200 MHz. Opera com 32 bits e utiliza memória de 64 bits, da mesma forma como ocorre com o Pentium. Seu projeto foi otimizado para realizar processamento de 32 bits, sendo neste tipo de aplicação mais rápido que o Pentium comum, só que ao realizar processamento de 16 bits perde para o Pentium comum.

 

Pentium MMX (P55c)

Versões: 166 MMX, 200 MMX, 233 MMX MHz;

Visando aumentar o desempenho de programas que fazem processamento de gráficos, imagens e sons, a Intel adicionou ao microprocessador Pentium, 57 novas instruções específicas para a execução rápida deste tipo de processamento, elas são chamadas de instruções MMX (MMX= Multimedia Extensions). Uma única instrução MMX realiza o processamento equivalente

ao

de várias instruções comuns. Essas instruções realizam

cálculos que aparecem nos processamentos de sons e imagens.

As instruções MMX não aumenta a velocidade de execução dos programas, mas possibilita que os

As instruções MMX não aumenta a velocidade de execução dos programas, mas possibilita que os fabricante de software criem novos programas, aproveitando este recurso para que o processamento de áudio e vídeo fique mais rápido. Segundo testes( INFO/Fev/97), o ganho de velocidade nessas operações pode chegar a 400%.

O

Pentium MMX possui uma memória cache interna de 32 KB e

trabalha com níveis duplos de voltagem: externamente a 3,3 volts

enquanto o núcleo do processador opera a 2,8 volts. A conexão é feita através do Soquete 7, ou seja, possui o mesmo conjunto de sinais digitais que o Pentium comum.

A freqüência de operação na placa mãe é de 66 MHz.

Pentium II (i440Bx)

Sucessor do Pentium MMX, com velocidades de 300, 333, 350, 400 MHz. Possui barramento de 100 MHz, e é encapsulado em um envólucro(cartucho) que engloba o processador e a cache externa(L2), este envólucro metálico facilita a dissipação do calor.

 

A

memória cache primária(L1) continua sendo 32 KB igual ao

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Pentium MMX, sendo que a memória secundária(L2) não está mais dentro do processador e sim
Pentium MMX, sendo que a memória secundária(L2) não está mais dentro do processador e sim

Pentium MMX, sendo que a memória secundária(L2) não está mais dentro do processador e sim no próprio cartucho, ao lado do processador.

O Pentium II permite o multiprocessamento de dois processadores. Sua conexão na placa-mãe é feita através do seu conector próprio, chamado de slot 1.

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CELERON

Celeron 233, 266, 300, 330 MHz

A

Intel lançou em abril/98, uma versão especial do Pentium II,

chamada de Celeron. Este processador pode ser instalado nas mesmas placas de CPU projetadas para

chamada de Celeron. Este processador pode ser instalado nas mesmas placas de CPU projetadas para o Pentium II. Nas suas primeiras versões, operava com clock externo de 233 MHz, e clock interno de 66 MHz, e não possuía memória cache secundária (cache de nível 2). Com isto o processador tinha o preço baixo em relação aos concorrentes. O encapsulamento usado em todos os processadores Celeron e do tipo SEPP (Single Edge Processor Package), um novo mecanismo para dissipação do calor, similar ao SEC (Single Edge Contact) só que vem sem o invólucro (cartucho). Sua conexão é feita através do soquete 7.

O

microprocessador Celeron de 300 e 330 MHz que são dotados

de 128 KB de memória cache secundária (L2).

O

Celeron pode ser considerado um Pentium II Light. O chipset

 

(conjunto de chips que complementam o processador 440EX) criado para ele é uma versão simplificada dos modelos Pentium II. Sua principal limitação está na capacidade para expansão, micros com esse processador podem ter apenas três conectores

PCI e dois conectores para memória. Em compensação, o processador Celeron suporta vídeo AGP, memória do tipo SDRAM e discos UltraATA.

Pentium III

Pentium III

Projetado para a Internet, o processador Pentium III vem com clock de 450 e 500 MHz, e com 70 novas instruções que habilita aplicativos de processamento avançados de imagens, 3D, áudio

vídeo, e reconhecimento de voz. Seu barramento é de 100 MHz, com memória cache secundária de 512 KB.

e

AMD

AMD X5 - conhecido como AMD 5x86 com velocidade de 133

MHz, foi projetado para competir com o Pentium de 60 e 66 MHz,

e

possuía um desempenho similar ao de um Pentium 75.

AMD K5 - de 133 MHz foi o primeiro microprocessador compatível com o Pentium lançado pela AMD. Apesar de veloz, inteiramente compatível com o Pentium e bem mais barato, demorou muito a chegar ao mercado. A Intel já tinha lançado o Pentium 200 MMX.

AMD K6 - Muito mais rápido que o K5, vem com instruções MMX, mais barato e mais rápido que um Pentium MMX do

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CYRIX mesmo clock A primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86, concorrente

CYRIX

CYRIX mesmo clock A primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86, concorrente dos
CYRIX mesmo clock A primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86, concorrente dos
CYRIX mesmo clock A primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86, concorrente dos
CYRIX mesmo clock A primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86, concorrente dos
mesmo clock

mesmo clock

A

primeira versão de processadores da Cyrix foi o Cx 5x86,

concorrente dos 486, e possuía desempenho equivalente ao de um Pentium 90 MHz. Com a

concorrente dos 486, e possuía desempenho equivalente ao de um Pentium 90 MHz. Com a chegada do 6x86-P200+, a Cyrix começou competir com o Pentium. Por exemplo, na época em que o Pentium mais veloz era o 166 MHz, a Cyrix já produzia o seu 6x86 P200+, com desempenho superior ao de um Pentium 200 MHz.

O

próximo processador da Cyrix foi o 6x86 MX-P200+ que se

comporta de forma idêntica a um Pentium, possui compatibilidade total, pino a pino, o que

comporta de forma idêntica a um Pentium, possui compatibilidade total, pino a pino, o que significa que podemos instalá-lo em

placas de CPU Pentium. Portanto, possui características semelhantes em relação ao barramento de dados e

placas de CPU Pentium. Portanto, possui características semelhantes em relação ao barramento de dados e de endereços, além da memória cache interna e do coprocessador matemático.

Placa-mãe - é a principal placa de circuitos do micro. Nela ficam o processador e a memória. As outras placas do sistema - como as que controlam os discos e o monitor de vídeo são encaixadas na placa-mãe. A figura apresenta uma placa-mãe ASRock.

na placa-mãe. A figura apresenta uma placa-mãe ASRock. Slots de expansão - são conectores localizados na

Slots de expansão - são conectores localizados na placa principal nos quais se podem acoplar novos circuitos ao sistema, como placa de som, placa de fax ou controladora de scanner.

Introdução à Informática

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Clock (Relógio) - é um dispositivo do núcleo, responsável por determinar a frequência com que a energia fluirá pelos componentes elétricos e eletrônicos do núcleo (cadência de funcionamento do micro). Cada pulso ou frequência é chamado de ciclo de operação, e é uma forma de medir a velocidade de processamento de um computador. É usualmente medido em nanosegundos.

Memória - a memória pode ser entendida como o recipiente no qual são realizadas as operações de tratamento dos dados. É o elemento volátil do computador onde são carregados programas e dados em tempo de execução. Dispositivo do micro a partir do qual é feito o tratamento dos dados. O padrão mínimo atual são 128 megabytes, espaço equivalente a aproximadamente 128 milhões de caracteres, podendo normalmente chegar até 1 GB (cada elemento de memória chamado de pente).

1 GB (cada elemento de memória – chamado de pente). Memória 256 Mb. RAM - Abreviatura

Memória 256 Mb.

RAM - Abreviatura de Random Access Memory - memória de acesso aleatório, é a memória principal do computador. As instruções que o computador recebe e as informações que o mesmo processa são mantidas na RAM durante a sessão de trabalho, não sendo um lugar de armazenamento permanente de informações. Está ativada apenas quando o computador é ligado, quando é desligado as informações contidas na memória são perdidas. Para evitar que isto aconteça deve-se salva-las em um dispositivo de armazenamento.

ROM - Abreviatura de Read Only Memory - memória apenas para leitura. É um tipo de memória interna cujo conteúdo não se perde quando o equipamento é desligado. Contém programas essenciais para a inicialização do computador quando este é ligado. O conteúdo vem armazenado de fábrica, e não pode ser apagado ou alterado pelo usuário, nem pelo próprio computador.

Unidade de Entrada e Saída

Periféricos de entrada - Teclado, mouse, trackball, scanner, caneta ótica, leitores de códigos de barras, joystick, microfone, etc.

Periféricos de saída - Monitor, impressora, plotter, unidades de saída de áudio (Autofalantes), etc.

Periféricos de entrada/saída - Monitores sensíveis ao toque, modem, unidades de discos e fitas, CD-Rom, etc.

Monitor - Corresponde a tela a partir da qual o micro apresenta resultados, informa erros e solicita informações ao usuário.

Tecnologias mais usadas:

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Tubos de raios catódicos - rastreamento e varredura de feixe de elétrons produzindo imagens na tela do computador.

Telas planas - LCD - Liquid Cristal Display Display de cristal líquido imagens são produzidas sem a geração de luz, baseando-se na absorção/reflexão dos raios luminosos. A resolução de um monitor é medida pelo "dot pitch" ou distância entre os pequenos pontos que formam a imagem. Quanto menor o dot pitch, maior o número de pontos a imagem terá e melhor será sua resolução. P/ex.: Um modelo de dot pitch de 0.15 mm produz imagens mais nítidas do que um de 0.30 mm. A placa de vídeo determina, segundo a sua memória interna, os modos de resolução aceitáveis bem como a quantidade de cores que o monitor pode exibir. O padrão de resolução gráfica do monitor de vídeo é que determina a qualidade da imagem. O padrão de cores mais utilizado é o RGB (Red, Green and Blue combinações do vermelho, verde e azul).

Padrões de monitores:

MDA - Monochrome Display Adapter-80 x 25 (linhas x colunas).

CGA- Color Graphics Adapter- 640 x 200.

EGA - Enhanced Graphics Adapter- 640 x 350.

VGA - Vídeo Graphics Array - 640 x 480, 720 x 400 e 720 x 350.

SVGA- Super Vídeo Graphics Array- 800 x 600 pontos.

UVGA- Ultra Vídeo Graphics Array- resolução de 1280 x 1024 pontos ou mais.

Um monitor de 15" (distância medida diagonalmente) possui uma área de visualização de 25% a mais que um monitor de 14".

Tipos de tela para notebooks (micros compactos):

Matriz passiva ou dual scan: Padrão para a maioria dos notebooks pelo seu custo benefício, apresentando campo de visão limitado e pouca qualidade, não sendo indicado para usuários que necessitam de recursos gráficos avançados.

Matriz ativa: Garante maior conforto para a visão, pois apresenta imagens mais vivas e brilhantes. Tem atualização de tela mais rápida e apresenta um campo de visão de 40 graus na lateral. Seu custo pode chegar até 150% a mais que o modelo dual scan.

Teclado: Dispositivo padrão de entrada de dados e informações/instruções. O teclado pode ser dividido em cinco áreas distintas: Teclado alfanumérico - descende da máquina de escrever - Além das letras, números e símbolos como os de acento, percentagem e asterisco, ele inclui as teclas especiais: Enter, Caps Lock, CTRL, Shift, Alt, Tab e Backspace. Teclas de função - F1 a F12. Teclado numérico e de movimentação do cursor - descende da máquina de calcular. É útil para quem trabalha intensivamente com entrada de dados. Teclado específico para a movimentação do cursor - as setas direcionais. Outras teclas - Print Screen, Scroll Lock e Pause ou Break.

Mouse - Dispositivo de posicionamento, que controla e desloca a posição do cursor na tela do computador, sendo operado através da movimentação do dispositivo sobre uma superfície plana. Há também o Trackball dispositivo que permanece fixo no teclado ou em local apropriado, sendo operado pela movimentação com os dedos da esfera central existente.

Dispositivos de Armazenamento

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Disco flexível, disquete ou floppy disk - é um pequeno disco de poliester especial, revestido com óxido de ferro, selado - dentro de um envelope de PVC. Os dados são registrados, através da cabeça de leitura e gravação do drive, em trilhas circulares. A superfície dos discos é dividida em setores a fim de possibilitar uma rápida recuperação da informação armazenada.

A densidade de um disquete e a quantidade de informações que ele pode armazenar são determinadas pelas propriedades magnéticas do revestimento, pelo número de trilhas gravadas e pelo esquema de codificação usado. Eram comercializados em três tamanhos: - 8", 5 ¼" (disquete) - 3 ½" (microfloppy).

Apenas os discos de 3 ½" passaram a ser denominados disquetes. As características mais importantes a reter sobre os diversos tipos de disco são: capacidade total de armazenamento (0,36 MB a 2,88 MB), número de trilhas (40 ou 80) e setores/trilha (de 9 a 36); número de faces (simples ou dupla); densidade (simples ou dupla); velocidade de rotação (150 ou 300 rpm); tempo de acesso (1/5 seg.); velocidade de transferência.

Todo disco necessita de formatação, um disco sem formatação é como um papel não pautado. A formatação coloca linhas mestras, para que o sistema operacional saiba onde localizar a informação. Normalmente formatam-se disquetes de 3 ½ para armazenarem até 1,44 MB. Alguns cuidados com os disquetes: Não deixá-los próximos a campos magnéticos; evitar temperaturas elevadas ou baixas; não deixar os disquetes expostos a poeira; evitar líquidos ou substâncias químicas que possam desprender vapor; devem ser armazenados em local seguro, fresco, seco e na posição vertical; não tocar com os dedos na superfície magnética exposta na abertura para leitura e gravação.

magnética exposta na abertura para leitura e gravação. Acionador de disquetes (ou drives) – equipamento
magnética exposta na abertura para leitura e gravação. Acionador de disquetes (ou drives) – equipamento
magnética exposta na abertura para leitura e gravação. Acionador de disquetes (ou drives) – equipamento

Acionador de disquetes (ou drives) equipamento responsável pela leitura dos disquetes.

Winchester ou Hard Disk Sinônimo de disco rígido, o winchester é fixo no computador e armazena grande quantidade de dados. O disco rígido é composto de discos (pratos) metálicos interligados, revestidos com elemento magnetizável, formando uma pilha de discos, que chamamos de cilindro. Um disco rígido de 100 GB, tem capacidade para guardar o equivalente aos dados de 69500 disquetes de 3 ½ polegadas. Suas principais características são: Maior capacidade de armazenamento; maior velocidade de acesso; é não removível (fixo); maior confiabilidade. A figura apresenta um disco rígido e um atual, respectivamente.

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Introdução à Informática Unidades de Fita – Lêem e gravam dados na superfície de fitas magnéticas
Introdução à Informática Unidades de Fita – Lêem e gravam dados na superfície de fitas magnéticas
Introdução à Informática Unidades de Fita – Lêem e gravam dados na superfície de fitas magnéticas
Introdução à Informática Unidades de Fita – Lêem e gravam dados na superfície de fitas magnéticas

Unidades de Fita Lêem e gravam dados na superfície de fitas magnéticas como se fossem gravadores de K7 comuns. Utilizados especialmente para cópias de segurança (backups).

Fita DAT - (Digital Audio Tape) - Fita com elevada capacidade de armazenamento.

CD-ROM - (Compact Disk Read Only Memory - Memória Somente de Leitura em CD). Semelhante ao CD de música, mas com capacidade para armazenar dados, imagens e sons. É pré-gravado na fábrica utilizando o mesmo processo de produção dos "antigos" discos de vinil (cópias prensadas mecanicamente a partir de uma matriz), não podendo ser apagado ou regravado (somente para leitura). Armazenamento óptico um feixe de laser de baixa potência rastreia o disco refletindo ou não na superfície, codificando desta forma os bits 0s e 1s. Qual a capacidade de um CD-ROM? Um único disco pode conter: 250.000 folhas de texto (formato ASCII); 12.000 documentos digitalizados (papel A4) ou equivale ainda a 541 disquetes de 1,2 MB (3 ½").

Drive de CD-ROM Acionador responsável pela leitura de CDs. É classificado segundo a velocidade de acesso (p/ex. 16x, 50x, onde o 'x' representa um múltiplo da velocidade padrão de leitura).

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CD-WORM - (Write Once Read Many - Uma só Gravação e Muitas Leituras). Esses discos são gravados pelos próprios usuários, com a capacidade de cerca de 1GB. Aceita uma única gravação, daí passa a comportar-se como um CD-ROM, ou seja, uma vez gravado não pode ser mais alterado. A superfície do disco é "esculpida" formando-se regiões de reflexão ou difusão do feixe de luz bits 1s e 0s. A principal aplicação está na gravação de imagens de documentos (por bancos, p/ex.). O CD-R (Recordable CD) representa a popularização do WORM, armazenando até

800MB.

Disco Magneto-óptico União das tecnologias de gravação magnética e óptica. O disco é coberto por cristais metálicos que ficam protegidos por uma camada de plástico que impede o movimento dos cristais. Durante o processo de gravação dos dados um raio laser de alta potência derrete o plástico permitindo a orientação dos cristais através de um imã. Os cristais são orientados de forma a refletirem ou não a luz incidente, codificando desta forma a informação. Apresentam uma capacidade de armazenamento de mais de 1 GB.

Apresentam uma capacidade de armazenamento de mais de 1 GB. CD-RW-(Rewritable CD - CD Regravável). Utilizado

CD-RW-(Rewritable CD - CD Regravável). Utilizado para a leitura e gravação de dados, da mesma maneira que um disco rígido, mas com capacidade mais reduzida (geralmente de 600 a 800MB). Tais discos são criados e alterados pelo próprio usuário. É feito de uma camada magnetizável recoberta por uma superfície de plástico. Quando da gravação, a sua superfície é derretida e a camada magnetizável pode então ser polarizada, ficando preservada quando o disco retorna a sua temperatura normal. Para a regravação a superfície deve ser primeiramente reaquecida e apagada pela aplicação de um campo magnético uniforme.

Memória flash - é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory), desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba, cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM, permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. Em termos leigos, trata-se de um chip re-escrevível que, ao contrário de uma memória RAM convencional, preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. Esta memória é comumente usada em cartões de memória, flash drives USB (pen drives), MP3 Players, dispositivos como os iPods com suporte a vídeo, PDAs, armazenamento interno de câmeras digitais e celulares.

Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. Além disso, a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis, sendo capaz de resistir a uma pressão intensa, variações extremas de temperatura, e até mesmo imersão em água.

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Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos, a fim de difundir as operações escritas entre os setores.

a fim de difundir as operações escritas entre os setores. Vantagens Cartão de memória que utiliza

Vantagens

Vantagens Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash As maiores vantagens desse tipo de memória

Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash

As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço, seu baixo consumo de energia, sua alta resistência, sua durabilidade e segurança, contando com recursos como ECC (Error Correcting Code), que permite detectar erros na transmissão de dados. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state), sendo assim, não tem peças, evitando problemas de causa mecânica.[1][2]

Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente, já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais, apresenta menor consumo de energia elétrica, latências e peso muito mais baixos. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos.

Com tantas vantagens, a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos, pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas.

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Leitor/gravador de DVD: De tecnologia semelhante ao CD-ROM, é capaz de gravar com uma precisão/resolução muito superior, aumentando a capacidade de armazenamento. Pode também, dependendo da mídia utilizada, gravar em camadas distintas em um mesmo disco, multiplicando sua capacidade.

Impressoras

Periféricos de saída usado para se obter cópias em papel (registros) da informação desejada. São classificados quanto ao seu mecanismo de impressão. O princípio utilizado para a impressão de textos permanece o mesmo desde os primórdios da evolução das impressoras: Cada letra ou número tem um código próprio que é enviado à impressora. Esta reconhece tais códigos, forma os caracteres necessários em sua memória e os repassa para o papel. As diferenças básicas existentes entre os diferentes tipos de impressora é a maneira como os caracteres são formados e impressos. No caso de desenhos, utiliza-se o modo gráfico, conseguindo melhores efeitos porém com menores velocidades.

Tipos de impressoras:

Impressoras matriciais - O processo de impressão matricial é uma das maneiras mais antigas de

Impressoras matriciais - O processo de impressão matricial é uma das maneiras mais antigas de se produzir cópias em papel geradas por computadores. Até a pouco tempo eram as mais utilizadas, devido a seu baixo custo e por usar a tecnologia de impacto no papel, que permite a impressão de múltiplas vias em formulários carbonados. Tem um funcionamento análogo às máquinas de escrever, onde um cabeçote de impressão contém uma matriz variável de pinos (agulhas) que recebe o comando do software do computador. Quanto mais pinos possuir a impressora matricial, melhor será a resolução gráfica impressa (medida em pontos por polegada - dpi - dots per inch), e por conseqüência, a qualidade da impressão. Nas impressoras matriciais de 24 agulhas, a resolução fica em geral na casa dos 360 pontos por polegada.

Impressora jato de tinta (ink jet) - Evolução das impressoras matriciais. Usam praticamente o mesmo

Impressora jato de tinta (ink jet) - Evolução das impressoras matriciais. Usam praticamente o mesmo princípio de formação de matrizes de pontos, só que não existem marteletes batendo no papel. Há um pequeno cartucho que age como uma bomba de tinta, que, comandada pelo software, injeta pingos de tinta simultaneamente, formando os pontos. Além da vantagem qualitativa da impressão, as mesmas são muito silenciosas. Sua resolução costuma variar de 1440 a 5760 pontos por polegada.

As mais antigas geravam em média 100 a 200 caracteres por segundo ou 1 a 3 páginas por minuto (ppm). Com a evolução da tecnologia, já é possível encontrar no mercado modelos muito mais rápidos, ultrapassando a casa das 20 ppm para textos em preto e branco.

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Impressora térmica - Seu processo de trabalho requer papéis e rolos de tintas especiais, que

Impressora térmica - Seu processo de trabalho requer papéis e rolos de tintas especiais, que elevam bastante o custo de cada página impressa, por isso, a participação dessas impressoras no mercado é bem restrita, limitada apenas a aplicações que demandam alta qualidade gráfica.

É uma variante da impressora matricial. Utilizando como suporte de impressão um papel termosensível. No lugar de pinos, as mesmas possuem resistências elétricas que se aquecem ao serem excitadas por uma corrente elétrica gerando a impressão do caractere sobre uma região específica do papel térmico.

Impressoras a laser - É considerada atualmente a mais avançada técnica de impressão, tornando-se o

Impressoras a laser - É considerada atualmente a mais avançada técnica de impressão, tornando-se o padrão de uso, em função da qualidade apresentada, da velocidade proporcionada e da redução do preço (principalmente no caso das impressoras laser preto e branco).

Baseados numa tecnologia de impressão sem impacto que lhes confere baixo nível de ruído, esses periféricos podem ser utilizados em qualquer tipo de ambiente. Seu processo de impressão é semelhante aos das fotocopiadoras (xerox). A diferença entre elas é que na impressora a imagem é criada antes da impressão e, na fotocopiadora, a página é escaneada por um feixe de luz branca.

Plotter ou traçador de gráficos - Produz gráficos e/ou desenhos sobre papel ou acetato, onde

Plotter ou traçador de gráficos - Produz gráficos e/ou desenhos sobre papel ou acetato, onde linhas, curvas e caracteres são desenhados por meio de canetas que se deslocam conforme coordenadas fornecidas pelo computador. Tem a sua aplicação mais freqüente na engenharia, responsável pela impressão nos sistemas CAD e CAM.

Outras : Impressoras a bolha de tinta (bubble jet) e impressoras a cera. Utilizadas principalmente

Outras: Impressoras a bolha de tinta (bubble jet) e impressoras a cera. Utilizadas principalmente pela alta qualidade de impressão a cores.

Scanner - Conhecido também como dispositivos digitalizadores de imagem, pois são dispositivos responsáveis pela leitura de imagens ou textos, transformando-os para um formato digital (zeros e uns). Responsáveis por transformar simples folhas de papel em arquivos digitais capazes de serem modificados e editados em um microcomputador. Podem ser divididos em duas categorias:

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- Modelos de mesa assemelham-se ao funcionamento de uma máquina fotocopiadora comum.

Dentro do scanner, uma barra de luz percorre toda a extensão da página a ser digitalizada, enquanto essa luz se reflete sobre um conjunto de células fotoelétricas. A "leitura" das imagens é feita por essas células sensíveis, cuja tarefa se resume a interpretar os pequenos pontos que formam a imagem digital. Com o uso de programas específicos para o retoque de imagens as figuras digitalizadas podem ser editadas e alteradas a vontade. Cabe ao software controlar a captura do documento, além de regular o brilho da luz incidente sobre o papel e o contraste entre o fundo e as letras.

- Modelos de mão. - o usuário movimenta o scanner sobre a folha de papel para poder capturar as imagens. Nesse caso, a precisão de leitura depende da habilidade do usuário em percorrer a página em velocidade constante e sem alteração da trajetória.

Kit de multimídia Uma aplicação multimídia pode ser definida como uma aplicação que, além de texto e gráficos, possui algum outro tipo de mídia, podendo ser som, imagens em movimento, ou até mesmo imagens estáticas ou fotos a serem manipuladas de uma forma dinâmica pelo usuário. O kit multimídia é composto, normalmente, de um drive de CD-ROM, uma placa de som, duas caixas de som, um microfone e alguns títulos de software.

Câmera Digital - As câmeras digitais são aparelhos que capturam em formato digital imagens de pessoas, cenas e objetos, dispensando o uso de filmes. Tal ausência é compensada por um dispositivo eletrônico com elementos sensíveis à luz, do mesmo tipo dos utilizados em scanners e aparelhos de fax. Esse dispositivo confere às fotos uma boa qualidade de resolução, embora ainda não possa ser comparável à de um filme de uma câmera analógica comum. As possibilidades de emprego dessas máquinas são vastíssimas: vão da criação de páginas para a Internet a aplicações industriais. Com a ajuda desses equipamentos, um catálogo de produtos, por exemplo, pode sair de sua impressora em pouquíssimo tempo. A versatilidade do uso soma-se a facilidade na hora de operar. As câmeras digitais para uso não profissional têm regulagem automática de foco e luz: basta definir o ângulo, disparar e conferir o resultado em seguida. Após o clique, basta transferir o conteúdo para o micro e, caso queira, fazer alguns ajustes com um programa para tratamento de imagem. As fotos são descarregadas no computador através de um cabo de conexão e software específicos, geralmente fornecidos com o equipamento.

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Introdução à Informática Software É o conjunto de instruções eletrônicas que estabelecem a tarefa que o

Software

É o conjunto de instruções eletrônicas que estabelecem a tarefa que o computador deve executar.

O software é tão importante quanto o hardware, mas por não ser um elemento palpável sua

importância não é devidamente reconhecida. O software na realidade é o cérebro do sistema, consistindo das instruções (programas) e procedimentos necessários ao funcionamento harmônico

de um sistema de computação.

Sistema Operacional Programa especial que controla todas as operações básicas de um sistema de computação. Software básico que controla a execução de programas de computador e pode proporcionar funções como o controle de entrada/saída, alocação de memória, gerência de dados, etc. Opera como um intermediador entre o usuário e o computador.

Tipos de Sistemas Operacionais:

Monotarefa ou Dedicado Sistema que se presta a execução exclusiva de uma tarefa por vez. Ex.: DOS.

Multitarefa Sistema que é capaz de dividir esforços para executar mais de uma tarefa concorrentemente. Ex.: Windows a partir do 3x, UNIX, OS/2.

Monousuário Capaz de atender a somente um usuário de cada vez. Ex.: DOS, Windows.

Multiusuário Permite que mais de uma pessoa acesse os recursos do computador de uma só vez. Ex.: Sistemas UNIX em geral.

Monoprocessado Sistema operacional executado em computadores com somente uma UCP. Ex.: Windows 3x, 95, 98, Millenium.

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Multiprocessado Sistema operacional capaz de utilizar recursos de processamento paralelo em mais de uma UCP. Ex.: Windows NT, Windows 2000, Windows XP e algumas versões do UNIX.

Software Básico Conjunto de programas que permite ao usuário escrever, depurar e modificar programas aplicativos. O software básico inclui o sistema operacional, programas que interpretam

ou compilam linguagens de programação e programas utilitários.

Software Aplicativo Programas desenvolvidos para uma determinada aplicação. Por exemplo:

Contabilidade, folha de pagamento, controle de estoque. Quando um conjunto destes programas atende a uma aplicação específica é chamado de pacote de aplicação, ou enlatado. Também é usado para se referir a planilhas eletrônicas, processadores de texto, banco de dados, e outros.

Bit - abreviatura de binary digit, ou seja, dígito binário - é a unidade básica de informação do sistema binário, no qual todos os números são expressos apenas com os algarismos 0 ou 1. Um

bit é, portanto a unidade mínima de informação que indica dois contrários absolutos: sim/não,

ligado/desligado, presente/ausente.

O byte é a denominação dada a um grupo de 8 bits sendo a quantidade necessária para se

armazenar um caractere. O byte tem seus múltiplos:

Byte - 8 bits.

Kilobyte (KB) - 1.024 bytes.

Megabyte (MB) - 1.024 Kbytes (1.048.576 bytes).

Gigabyte (GB) - 1.024 Mbytes (1.073.741.824 bytes).

Terabyte (TB) - 1.024 GB.

Petabyte (PB) - 1.024 TB.

Exabyte (EB) - 1.024 PB.

Zettabyte (ZB) - 1.024 EB.

Yottabyte (YB) - 1.024 ZB.

Brontobyte - 1.024 YB.

Para se ter uma idéia cada Megabyte equivale a aproximadamente 1 milhão de bytes, ou 1 milhão

de caracteres - cerca de 500 páginas de 30 linhas de texto datilografado.

Comunicação de dados

"O computador sempre se caracterizou por ser composto por três camadas: chips, sistema operacional e programas. Agora, a comunicação é a quarta camada."

Bill Gates 01/1996.

Definições:

Dado - Conjunto finito de diferentes símbolos ou caracteres, representados de forma analógica ou digital.

Informação - Conjunto de dados tratados (processados).

Comunicação de dados Ato de transferir os dados de um ponto para outro.

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Teleprocessamento - Manipulação da informação à distância, através do uso de recursos de um sistema computacional.

Telecomunicação - Ciência e técnica de transmissão de dados à distância. Elementos de uma Transmissão:

Fonte Origem ou produtor dos dados a serem enviados (normalmente um terminal de dados ou um computador).

Mensagem - Conjunto de sinais endereçados (informações ou dados) a ser transmitidos.

Meio ou Enlace - é o canal físico pelo qual a mensagem trafega.

Receptor - Terminal de dados ou computador que recebe a informação transmitida.

Métodos de transmissão da informação:

Simplex - Quando a informação só transita em um único sentido, implica que de um lado há apenas um transmissor e, do outro, apenas um receptor. Ex.: A difusão de rádio e televisão.

Half-Duplex - Quando a informação transita nos dois sentidos, mas nunca simultaneamente. Ex.:

Modem, Fax, PX, Walkie-talkies.

Full-Duplex - Quando a informação transita simultaneamente nos dois sentidos. Ex.: Telefone.

Meios de Transmissão:

Par trançado - É constituído por dois fios enrolados em espiral, permite transmissão analógica ou digital.

Cabo Coaxial - Formado por dois condutores, um circundando o outro, separados por um dielétrico.

Fibra Óptica - Formada por um feixe de finíssimos fios de fibra de vidro, onde a transmissão é feita através de sinal de luz codificado. A fibra óptica tem a espessura de um fio de cabelo e é composta por um núcleo fabricado a partir de cloretos (óxido de silício e óxido de germânio), envolvidos por um tubo de quartzo natural.

Via rádio Transmissão da informação via rádiodifusão.

Via satélite Transmissão da informação via satélites geoestacionários.

Taxa de Transmissão - É a velocidade com que a informação é transmitida por unidade de tempo, geralmente sendo expressa em bits por segundo - bps. Taxas típicas são 9600 bps, 28800 bps, 33600 bps e 56 Kbps.

Modem (Modulador/Demodulador) Dispositivo que converte os dados de um dispositivo em um sinal que possa ser transmitido corretamente em uma linha de comunicação remota.

Tipos de Modem:

Analógico - Converte o sinal digital de entrada para um sinal analógico.

Digital Adapta (codifica) o sinal digital de entrada às condições da linha.

Óptico - Transforma o sinal digital de entrada em um sinal luminoso.

Modulação Conversão de sinais digitais em sinais analógicos.

Demodulação - Conversão de sinais analógicos em sinais digitais.

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Fax/Modem - Dispositivo que transforma o microcomputador em um versátil aparelho de fax capaz de enviar e receber documentos e permitir o acesso a outros micros por meio da linha telefônica.

Hub - O hub é um dispositivo que tem a função de interligar os computadores de uma rede local. Sua forma de trabalho é a mais simples se comparado ao switch e ao roteador: o hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído. Hubs são adequados para redes pequenas e/ou domésticas. Havendo poucos computadores é muito pouco provável que surja algum problema de desempenho.

Switch - O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica "presa" a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo).

Roteadores - O roteador (ou router) é um equipamento utilizado em redes de maior porte. Ele é mais "inteligente" que o switch, pois além de poder fazer a mesma função deste, também tem a capacidade de escolher a melhor rota que um determinado pacote de dados deve seguir para chegar em seu destino. É como se a rede fosse uma cidade grande e o roteador escolhesse os caminhos mais curtos e menos congestionados. Daí o nome de roteador.

Sistemas Distribuídos

de

computadores independentes que se apresenta ao usuário como um sistema único e consistente".

A computação distribuída consiste em adicionar o poder computacional de diversos computadores

interligados por uma rede de computadores ou mais de um processador trabalhando em conjunto no mesmo computador, para processar colaborativamente determinada tarefa de forma coerente e

transparente, ou seja, como se apenas um único e centralizado computador estivesse executando

a tarefa. A união desses diversos computadores com o objetivo de compartilhar a execução de tarefas é conhecida como sistema distribuído.

Organizar a interação entre cada computador é primordial. Visando poder usar o maior número possível de máquinas e tipos de computadores, o protocolo ou canal de comunicação não pode conter ou usar nenhuma informação que possa não ser entendida por certas máquinas. Cuidados especiais também devem ser tomados para que as mensagens sejam entregues corretamente e que as mensagens inválidas sejam rejeitadas, caso contrário, levaria o sistema a cair ou até o resto da rede.

Outro fator de importância é a habilidade de mandar softwares para outros computadores de uma maneira portável de tal forma que ele possa executar e interagir com a rede existente. Isso pode não ser possível ou prático quando usando hardware e recursos diferentes, onde cada caso deve ser tratado separadamente com cross-compiling ou reescrevendo software.

Um

sistema

distribuído

segundo a

definição de

Andrew Tanenbaum

é

uma

"coleção

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Redes

Modelo Cliente-Servidor

A maioria das aplicações da Internet utiliza o modelo de interação chamado ―cliente/servidor‖.

―Cliente‖ é um programa (software) executado em um host que solicita informações a outro programa, normalmente através da rede. Exemplos de programa cliente: ―navegador‖ Web (Internet Explorer, Firefox).

―Servidor‖ é um programa que fica em espera, aguardando solicitações de clientes e que fornece os dados solicitados quando recebe uma solicitação de um cliente (Ex. de servidor: servidores Web Apache e IIS).

Outros exemplos de aplicações que utilizam o modelo cliente/servidor:

Email (SMTP)

Transferência de arquivos (FTP)

Terminal remoto (telnet e SSH)

Sistema de nomes (DNS)

Bancos de dados (SQL)

etc.

Características de programas do tipo cliente:

Inicia a solicitação;

Aguarda pela resposta;

Normalmente interage com um número pequeno de servidores ao mesmo tempo;

Características de programas do tipo servidor:

É passivo (aguarda solicitações dos clientes);

Quando recebe uma solitação, processa-a e envia resposta;

Pode interagir com um grande número de clientes ao mesmo tempo.

Modelo Peer-to-Peer (P2P)

Outro modelo de interação entre hosts em uma rede é o chamado Peer to Peer (Ponto a Ponto), freqüentemente abreviado como P2P.

Os programas que operam utilizando esse modelo são, ao mesmo tempo, cliente e servidor. Exemplo de serviço P2P: compartilhamento de arquivos.

Modelo TCP/IP

Introdução à Informática

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É o modelo mais utilizado atualmente. Formado pelas camadas físicas, enlace, rede, transporte e aplicação.

Como citado anteriormente, clientes e servidores são programas em execução em um host. Clientes requisitam informações e os servidores as fornecem como no exemplo no qual um ―navegador web‖ (cliente web) requisita uma página web a um servidor web.

Muitas vezes os servidores oferecem diversos tipos de serviços, em uma mesma máquina, através de diferentes protocolos. Ex:

Web (HTTP)

Email (SMTP)

Nomes (DNS)

etc

Portas

Os computadores de usuários acessando a rede normalmente executam diversos programas e recebem vários ―fluxos‖ de dados simultaneamente como, por exemplo, carregar diversas páginas simultaneamente enquanto ―baixa‖ arquivos e participa de ―chats‖. Assim, de modo a permitir que tenhamos diversos ―fluxos‖ simultâneos de informações vindos de diversos servidores para diversos clientes no computador do usuário, existem as Portas.

―Portas‖ são números que identificam um ―canal‖ de dados entre dois hosts trocando informações pela rede.

Diversos serviços da Internet são bastante utilizados (WWW, Email, FTP, telnet etc) e por isso os servidores desses serviços utilizam um número de porta fixo para o serviço.

Esses números de portas ―fixos‖ são conhecidos como ―Portas Bem Conhecidas‖ (WellKnown Ports). Algumas portas bem conhecidas:

HTTP (WWW): Porta 80/TCP

Email (SMTP): Porta 25/TCP

Telnet: Porta 23/TCP

POP3: Porta 110/TCP

Localhost

A rede 128.0.0.0/8 é especial e não aparece em uso na Internet. Ela é reservada como ―localnet‖ e todos os hosts dessa rede são tratados como ―localhost‖, especialmente o endereço 127.0.0.1.

Qualquer conexão para esse endereço é ―retornada‖ para o próprio computador de origem. Ex: o comando ping 127.0.0.1 é respondido pelo localhost

Internet

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A Internet é uma gigantesca rede mundial de computadores, que inclui desde grandes

computadores até micros com capacidade limitada. Esses equipamentos são interligados através

de linhas comuns de telefone, linhas de comunicação privadas, cabos submarinos, canais de

satélite e diversos outros meios de telecomunicação. Os computadores que compõem a Internet podem estar localizados, por exemplo, em universidades, empresas, cooperativas, prefeituras, e nas próprias residências. Fazendo um paralelo com a estrutura de estradas de rodagem, a Internet funciona como uma rodovia pela qual a informação contida em textos, som e imagem pode trafegar em alta velocidade entre qualquer computador conectado a essa rede. E por essa razão que a Internet é muitas vezes chamada da "super rodovia da informação".

A tecnologia e conceitos fundamentais utilizados pela Internet surgiram de projetos conduzidos ao longo dos anos 60 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Esses projetos visavam o desenvolvimento de uma rede de computadores para comunicação entre os principais centros militares de comando e controle que pudesse sobreviver a um possível ataque nuclear. Ao longo dos anos 70 e meados dos anos 80 muitas universidades se conectaram a essa rede, o que moveu a motivação militarista do uso da rede para uma motivação mais cultural e acadêmica. Nos meados dos anos 80 a NSF - National Science Foundation dos EUA (algo como o CNPq do Brasil) constitui a uma rede de fibra ótica de alta velocidade conectando centros de supercomputação localizados em pontos chave no EUA. Essa rede da NSF, chamada de "backbone da NSF", teve um papel fundamental no desenvolvimento da Internet nos últimos 10 anos por reduzir substancialmente o custo da comunicação de dados para as redes de computadores existentes, que foram amplamente estimuladas a se conectar ao "backbone" da NSF. O controle da "backbone" mantido pela NSF encerrou-se em abril de 1995, sendo passado em sua grande totalidade para o controle privado. Muito possivelmente o interesse comercial, ao lado do cultural e acadêmico, constituirá a principal motivação para utilização da Internet nos próximos anos.

A Internet surpreendentemente não é controlada de forma central por nenhuma pessoa ou

organização. Não há, por exemplo, um presidente ou um escritório central da Internet no mundo. A

organização do sistema é desenvolvida a partir dos administradores das redes que a compõe e dos próprios usuários. Essa organização pode parecer um pouco caótica à primeira vista mas tem funcionado extremamente bem até o presente momento, possibilitando o enorme crescimento da rede observado nos últimos anos.

Se sob o ponto de vista físico a Internet é uma conexão entre redes, para o usuário ela aparece

como um grupo de serviços disponíveis para a troca de informações entre computadores ou indivíduos conectados à Internet. Estes recursos também aumentam na mesma velocidade da rede. Os serviços básicos e históricos são:

Correio Eletrônico: Utiliza-se ferramentas como Pine, Eudora, Netscape Mail,Outlook, Pégasus, etc.

FTP· (download e upload)

Serviço de Hospedagem de página

Usenet/Listas

Navegadores: Gopher e Browser: Mozilla, Internet Explorer, Netscape, etc.

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Introdução à Informática Telnet - transforma a máquina local em um terminal da máquina remota. Talk

Telnet - transforma a máquina local em um terminal da máquina remota. Talk Chat ou sala de bate papo. Serviço de buscas ou procura diversas Finger - Obtem informações de usuários MSN, ICQ - Uma nova forma de comunicação entre as pessoas.

diversas Finger - Obtem informações de usuários MSN, ICQ - Uma nova forma de comunicação entre

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A World Wide Web(teia de alcance mundial) ou WWW é a coqueluche da Internet. Lançada em 1992, a WWW está em crescimento explosivo. Tem registrado recordes de crescimento por volumes de dados transmitidos por mês e tem sido responsável pelo aumento da capacidade de tráfego em muitos canais de comunicação. A World Wide Web é uma rede virtual (não-física) "sobre" a Internet, que torna os serviços disponíveis na Internet totalmente transparentes para o usuário e ainda possibilita a manipulação multimídia da informação. Assim qualquer usuário pode, somente usando o mouse, ter acesso a uma quantidade enorme de informações na forma de imagens, textos, sons, gráficos, vídeos etc., navegando através de palavras-chaves e ícones.

Linha discada

Conexão por linha comutada ou dial up (às vezes apelidada de Banda estreita em alusão a conexão Banda larga), é um tipo de acesso à Internet no qual uma pessoa usa um modem e uma linha telefónica para se ligar a um de uma rede de computadores do provedor de Internet (ISP, do inglês Internet Service Provider). A partir desse momento, o ISP encarrega-se de fazer o roteamento para a Internet ou à outras redes de serviço, como as antigas BBS. O dial-up geralmente usa os protocolos PPP e TCP/IP.

ou à outras redes de serviço, como as antigas BBS. O dial-up geralmente usa os protocolos

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Uso

Apesar de ser a maneira pioneira de acesso à internet e ainda ser uma das formas de acesso predominantes, a conexão discada está perdendo cada vez mais espaço, devido à massificação de acessos de banda larga, como DSL, ADSL, ligações por cabo e por rádio, entre outros tipos de conexões, e também por causa da velocidade da conexão (máximo de 56,6 kbps), que é baixa em

relação a outros tipos de conexões.

relação a outros tipos de conexões.
que é baixa em relação a outros tipos de conexões. Um fax modem antigo (1994) que

Um fax modem antigo (1994) que era usado para a conexão discada e um dos dias de hoje.

Ainda assim, a internet discada ainda é utilizada em áreas onde a banda larga não está disponível ou não é viável, enquanto a rede telefônica abrange áreas muito maiores. A linha discada também é uma alternativa de custo possivelmene menor à banda larga ou uso temporário da Internet num local.

Através de dial-up também se pode aceder a computadores não ligados à Internet, como é o caso das BBS (Um bulletin board system (BBS) é um sistema informático, um software, que permite a ligação (conexão) via telefone a um sistema através do seu computador e interagir com ele, tal como hoje se faz com a internet), por exemplo.

ANTIVÍRUS

sistema através do seu computador e interagir com ele, tal como hoje se faz com a

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Os antivírus são programas de computador concebidos para prevenir, detectar e eliminar vírus de computador.

Existe uma grande variedade de produtos com esse intuito no mercado, a diferença entre eles está nos métodos de detecção, no preço e nas funcionalidades.

Quando Peter Norton, empresário de tecnologias de informação, apagou acidentalmente um arquivo, desenvolveu o Norton Utilities para restaurá-los. Ele criou a Symantec, em 1982, dando início a criação e comercialização de softwares de seguranças no mercado, e livros sobre o assunto. Ele foi um dos primeiros desenvolvedores de sistemas de segurança.

A primeira contaminação por um vírus de computador, ocorreu em 1988, utilizando uma BBS

como meio. Sendo assim, John McAfee, programador da Lockheed Air Corporation, empresa de

aviação americana, desenvolveu o VirusScan, primeira vacina conhecida.

Um dos principais motivos que levam à criação de novos vírus é justamente fazer com eles se espalhem e fiquem nos atormentando por dias, semanas ou até meses. Seus criadores procuram incessantemente falhas em sistemas operacionais, servidores de internet ou aplicativos conhecidos e que estejam instalados na maioria dos computadores do mundo. Uma vez descoberta a brecha, o vírus é lançado. Se espalha com rapidez assustadora e em poucas horas provoca caos na internet e prejuízos astronômicos.

Não necessariamente esses produtos são pagos, e também não existe relação entre custo e eficiência, exemplo disso é o Active Virus Shield, muito usado atualmente e que possui versão gratuita.

Importante ressaltar que a maioria dos fabricantes (mesmo aqueles onde os softwares são pagos) distribuem vacinas e atualizações gratuitas, assim como "pequenos antivírus" para eliminar vírus específicos, como quando surge um vírus novo com alto grau de propagação e perigosos (geralmente vírus enviados por e-mail e que se reenviam automaticamente).

O segredo do antivírus é mantê-lo atualizado, e essa é uma tarefa que a maioria deles já faz

automaticamente, bastando estar conectado à internet para ser baixado do site do fabricante a atualização e estar configurado para isso.

Os vírus informáticos apareceram e propagaram-se em larga escala devido à má gestão e programação de certos produtos que foram lançados para o mercado antes de serem devidamente testados.

Intranet

A intranet é um espaço restrito a determinado público utilizado para compartilhamento de informações restritas. Geralmente utilizada em servidores locais instalados na empresa.

As empresas estão cada vez mais necessitando de centralização das informações, métodos de comunicação interna para reduzir custos. A intranet possibilita tudo o que a própria internet dispõe. Porém a principal diferença entre ambas é que a intranet é restrita a certo público. Há restrição de acesso, por exemplo, por uma empresa, ou seja, todos os colaboradores da empresa podem acessar a intranet com um nome de usuário e senha devidamente especificados pela coordenação da empresa.

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A intranet ainda possibilita você a utilizar mais protocolos de comunicação, não somente o HTTP usado pela internet. Geralmente o acesso a intranet é feito em um servidor local em uma rede local chamada de LAN sigla da língua inglesa que significa Local Area Network (rede de acesso local) instalada na própria empresa.

(rede de acesso local) instalada na própria empresa. Extranet A extranet seria uma extensão da intranet.

Extranet

A extranet seria uma extensão da intranet. Funciona igualmente como a intranet, porém sua principal característica é a possibilidade de acesso via internet, ou seja, de qualquer lugar do mundo você pode acessar os dados de sua empresa. A idéia de uma extranet é melhorar a comunicação entre os funcionários e parceiros além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar novas soluções.

e parceiros além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar

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Rede sem fio

Uma rede sem fio se refere a uma rede de computadores sem a necessidade do uso de cabos sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos por meio de equipamentos que usam radiofrequência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho, como em dispositivos compatíveis com IrDA.

O uso da tecnologia vai desde transceptores de rádio como walkie-talkies até satélites artificais no

espaço. Seu uso mais comum é em redes de computadores, servindo como meio de acesso à Internet através de locais remotos como um escritório, um bar, um aeroporto, um parque, ou até mesmo em casa, etc.

Sua classificação é baseada na área de abrangência: redes pessoais ou curta distância (WPAN), redes locais (WLAN), redes metropolitanas (WMAN) e redes geograficamente distribuídas ou de longa distância (WWAN).

Wireless é uma tecnologia capaz de unir terminais eletrônicos, geralmente computadores, entre si devido às ondas de rádio ou infravermelho, sem necessidade de utilizar cabos de conexão entre eles. O uso da tecnologia wireless vai desde transceptores de rádio como walkie-talkies até satélites artificais no espaço.

Seu uso mais comum é em redes de computadores, onde a grande maioria dos usuários utiliza-se

da mesma para navegar pela Internet no escritório, em um bar, um aeroporto, um parque, em

casa, etc.

para navegar pela Internet no escritório, em um bar, um aeroporto, um parque, em casa, etc.

Conceitos de Segurança

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A Segurança da Informação se refere à proteção existente sobre as informações de uma

determinada empresa ou pessoa, isto é, aplica-se tanto as informações corporativas quanto às pessoais. Entende-se por informação todo e qualquer conteúdo ou dado que tenha valor para alguma organização ou pessoa. Ela pode estar guardada para uso restrito ou exposta ao público

para consulta ou aquisição.

Podem ser estabelecidas métricas (com o uso ou não de ferramentas) para a definição do nível de segurança existente e, com isto, serem estabelecidas as bases para análise da melhoria ou piora da situação de segurança existente. A segurança de uma determinada informação pode ser afetada por fatores comportamentais e de uso de quem se utiliza dela, pelo ambiente ou infra- estrutura que a cerca ou por pessoas mal intencionadas que têm o objetivo de furtar, destruir ou modificar tal informação.

A tríade CIA (Confidentiality, Integrity and Availability) -- Confidencialidade, Integridade e

Disponibilidade -- representa os principais atributos que, atualmente, orientam a análise, o planejamento e a implementação da segurança para um determinado grupo de informações que

se deseja proteger. Outros atributos importantes são a irretratabilidade e a autenticidade. Com o

evoluir do comércio eletrônico e da sociedade da informação, a privacidade é também uma grande

preocupação.

Os atributos básicos (segundo os padrões internacionais) são os seguintes:

Confidencialidade - propriedade que limita o acesso a informação tão somente às entidades legítimas, ou seja, àquelas autorizadas pelo proprietário da informação.

mantenha todas as

características originais estabelecidas pelo proprietário da informação, incluindo controle de mudanças e garantia do seu ciclo de vida (nascimento, manutenção e destruição).

Disponibilidade - propriedade que garante que a informação esteja sempre disponível para o uso legítimo, ou seja, por aqueles usuários autorizados pelo proprietário da informação.

O nível de segurança desejado, pode se consubstanciar em uma "política de segurança" que é

seguida pela organização ou pessoa, para garantir que uma vez estabelecidos os princípios, aquele nível desejado seja perseguido e mantido.

Integridade

-

propriedade que garante que a

informação manipulada

Para a montagem desta política, deve-se levar em conta:

Riscos associados à falta de segurança;

Benefícios;

Custos de implementação dos mecanismos.

O suporte para as recomendações de segurança pode ser encontrado em:

Controles físicos: são barreiras que limitam o contato ou acesso direto a informação ou a infra- estrutura (que garante a existência da informação) que a suporta.

Existem mecanismos de segurança que apóiam os controles físicos: Portas / trancas / paredes / blindagem / guardas / etc

Controles lógicos: são barreiras que impedem ou limitam o acesso a informação, que está em ambiente controlado, geralmente eletrônico, e que, de outro modo, ficaria exposta a alteração não autorizada por elemento mal intencionado.

Existem mecanismos de segurança que apóiam os controles lógicos:

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Mecanismos de criptografia. Permitem a transformação reversível da informação de forma a torná- la ininteligível a terceiros. Utiliza-se para tal, algoritmos determinados e uma chave secreta para, a partir de um conjunto de dados não criptografados, produzir uma sequência de dados criptografados. A operação inversa é a decifração.

Assinatura digital. Um conjunto de dados criptografados, associados a um documento do qual são função, garantindo a integridade do documento associado, mas não a sua confidencialidade.

Mecanismos de garantia da integridade da informação. Usando funções de "Hashing" ou de checagem, consistindo na adição.

Mecanismos de controle de acesso. Palavras-chave, sistemas biométricos, firewalls, cartões inteligentes.

Mecanismos de certificação. Atesta a validade de um documento.

Integridade. Medida em que um serviço/informação é genuíno, isto é, está protegido contra a personificação por intrusos.

Honeypot: É o nome dado a um software, cuja função é detectar ou de impedir a ação de um cracker, de um spammer, ou de qualquer agente externo estranho ao sistema, enganando-o, fazendo-o pensar que esteja de fato explorando uma vulnerabilidade daquele sistema.

Protocolos seguros: uso de protocolos que garantem um grau de segurança e usam alguns dos mecanismos citados aqui

Existe hoje em dia um elevado número de ferramentas e sistemas que pretendem fornecer segurança. Alguns exemplos são os detectores de intrusões, os anti-vírus, firewalls, firewalls locais, filtros anti-spam, fuzzers, analisadores de código, etc.

Estrutura de Diretórios

De uma maneira geral, ESTRUTURA DE DIRETÓRIO é a forma pela o Sistema Operacional, tanto o Windows, como o LINUX, organiza seus arquivos em geral. Esses arquivos podem ser programas de computador, ou pastas, ou ainda diretórios e subdiretórios.

Por meio de comandos e estruturas próprias de cada Sistema Operacional, há diferenças marcantes em suas estruturas e formas de tratamento de informações. ―Um diretório pode conter arquivos e diretórios, que podem conter também arquivos e diretórios. Isso pode se estender bastante. Podemos ter, por exemplo, vinte diretórios, um dentro do outro‖.

Assim, uma estrutura de diretório serve, principalmente, para organizar o disco rígido ou a winchester MEMÓRIA DE MASSA. É por meio dessa estrutura de gravação de arquivos que podemos colocar os arquivos em locais determinados, facilitando assim o gerenciamento de centenas e milhares de programas em um computador. ―Toda essa estrutura de arquivos e diretórios pode ser entendida como uma ÁRVORE.

Dessa forma, o diretório principal, que não tem nome, é conhecido como a raiz, os diretórios são ramificações e os arquivos são as folhas‖. As árvores de um diretório, em Sistemas Operacionais Amigáveis Windows ou Linux são representadas por meio de gráficos, as quais exploradas pelos Windows Explores ou Konqueror, este no Linux, aquele no Windows.

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Graças aos avanços nos Sistemas Operacionais, atualmente, conseguimos escrever nomes grandes de arquivos e pastas. Antigamente, quando havia somente o DOS, os nomes de arquivos

e pastas tinham limitação de tamanho, ou seja, era de no máximo 8 caracteres principias, com mais 3 caracteres de extensão.

A seguir, apresentamos a apresentação gráfica da estrutura de diretório do Sistema Operacional

Windows:

da estrutura de diretório do Sistema Operacional Windows: DESTAQUES IMPORTANTES EM ESTRUTURA DE DIRETÓRIO DRIVES OU

DESTAQUES IMPORTANTES EM ESTRUTURA DE DIRETÓRIO

DRIVES OU DISCOS FÍSICOS: é memória de massa do computador, que poderá ser dividida em unidades menores, conhecida como drives lógicos ou volumes. Para esse procedimento, de divisão do disco, damos o nome de partição;

VOLUMES LÓGICOS OU PARTIÇÃO: para que um disco rígido funcione é necessário que seja criada alguma tabela de alocação de arquivos, isso é feito dividindo-se o disco em vários pedaços, chamados de partições. Cada partição funcionará como um HD em separado, é justamente por esse processo que se permite o uso em um mesmo computador de mais de um Sistema

Operacional;

TIPOS DE PARTIÇÃO: cada Sistema Operacional possui sua forma de particionar dividir o disco rígido e gerenciar os arquivos e pastas;

DIRETÓRIOS: são estruturas utilizadas para organizar os programas de computador em um HD. Um diretório pode conter arquivos e outros diretórios, que podem conter também arquivos e diretórios, sucessivamente;

computador,

denominados simplesmente de arquivos.

ARQUIVOS: os arquivos são os programas de computador, podendo ser do tipo aplicativos, banco de dados, extensões, etc., cada tipo de arquivo possui uma extensão própria, identificando-o na execução das tarefas no computador.

PROIBIÇÕES: é conveniente saber que as estruturas de diretórios possuem proibições que a seguir listamos:

Não se pode imputar o mesmo nome de arquivo ou pasta já utilizados na mesma ordem hierarquia em uma estrutura de diretório.

PASTAS:

são

compartimentos

lógicos

onde

são

gravados

os

programas

de

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ATENÇÃO : nos nomes podem ser repetidos desde que estejam em outras pastas ou estruturas organizacionais.

Os Sistemas Operacionais não conseguem trabalhar com caracteres reservados, ou seja, não é possível atribuir nome a pastas ou arquivos com os seguintes caracteres: " * ? / \ : < >

Unidade 2 - Editor de Texto Microsoft Word Um editor de texto é um programa

Unidade 2 - Editor de Texto

Microsoft Word

Um editor de texto é um programa que permite criar arquivos com formatação de cartas, resumos, currículos, apostilas, etc. Como exemplo de um editor de texto vamos utilizar o Microsoft Word.

Interface

editor de texto vamos utilizar o Microsoft Word. Interface Novo/Abrir/Salvar Para abrir um novo documento, você

Novo/Abrir/Salvar

Para abrir um novo documento, você deve clicar no Botão do Office

Word. Interface Novo/Abrir/Salvar Para abrir um novo documento, você deve clicar no Botão do Office ,

, opção Novo

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word ou Ctrl + O. Abrir Documento Para abrir um documento existente, você deve clicar

ou Ctrl + O.

Abrir Documento

Para abrir um documento existente, você deve clicar no Botão do Office, opção Abrir, selecione o arquivo desejado e OK.

, opção Abrir, selecione o arquivo desejado e OK. ou Ctrl + A. Salvar Documento Para

ou Ctrl + A.

Salvar Documento

Para salvar um documento, você deve clicar no Botão do Office, opção Salvar

você deve clicar no Botão do Office , opção Salvar ou Ctrl + B. Será necessário

ou Ctrl + B.

Será necessário informar o nome e o local onde será guardado o arquivo apenas na primeira vez que efetuamos esta operação.

Também temos um atalho no Barra de Ferramentas de Acesso Rápido

A extensão será .docx

Salvar Como

esta operação. Também temos um atalho no Barra de Ferramentas de Acesso Rápido A extensão será

Microsoft Word

Microsoft Word

Para salvar um documento com outro nome ou em outro local (criar cópia), você deve clicar no Botão do Office, opção Salvar como, Documento do Word.

do Office , opção Salvar como , Documento do Word . S ALVAR M ODELO A

SALVAR MODELO

A extensão será .docx

Para salvar um documento como modelo para ser usado para Formatar documentos futuros, você deve clicar no Botão do Office, opção Salvar como, Modelo do Word.

no Botão do Office , opção Salvar como, Modelo do Word. Nesta opção a extensão do

Nesta opção a extensão do arquivo será .dotx

SALVAR VERSÃO 97-2003

Para salvar uma cópia do documento que será totalmente compatível com o Word 97-2003, você

deve clicar no Botão do Office

com o Word 97-2003, você deve clicar no Botão do Office , opção Salvar como ,

, opção Salvar como, Documento do Word 97-2003.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word A extensão será .doc Imprimir/Fechar Para imprimir um documento, você deve clicar no Botão

A extensão será .doc

Imprimir/Fechar

Para imprimir um documento, você deve clicar no Botão do Office, opção Imprimir.

você deve clicar no Botão do Office , opção Imprimir . Aparecerá à seguinte tela para

Aparecerá à seguinte tela para selecionar a impressora, número de cópias e outras opções de impressão antes de continuar.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Impressão Rápida Para imprimir um documento, você deve clicar no Botão do Office ,

Impressão Rápida

Para imprimir um documento, você deve clicar no Botão do Office, opção Imprimir, Impressão Rápida.

Botão do Office , opção Imprimir , Impressão Rápida. Envia o documento diretamente a impressora padrão,

Envia o documento diretamente a impressora padrão, sem fazer alterações.

Visualização de Impressão

Microsoft Word

Microsoft Word

Para visualizar impressão e alterar as páginas antes de imprimir, você deve clicar no Botão do

Office

antes de imprimir, você deve clicar no Botão do Office , opção Imprimir , Visualização de

, opção Imprimir, Visualização de Impressão

Office , opção Imprimir , Visualização de Impressão Fechar Documento Para fechar o documento, você deve

Fechar Documento

Para fechar o documento, você deve clicar no Botão do Office, opção Fechar.

o documento, você deve clicar no Botão do Office , opção Fechar . Selecionar/Localizar E M

Selecionar/Localizar

EM LOCAIS DIFERENTES

Microsoft Word

Microsoft Word

Você pode selecionar textos ou itens de uma tabela não adjacentes. Por exemplo, você pode selecionar um parágrafo em uma página e uma frase em outra página.

1- Selecione um texto ou um item de uma tabela.

2- Mantenha pressionada a tecla CTRL enquanto seleciona outro texto ou item de uma tabela que deseje.

TODO O DOCUMENTO

Você pode continuar selecionado todo o texto do documento pelo atalho Ctrl + A . Porém no Word 2007 temos a opção padrão que encontra-se na Guia Início, Grupo Edição, Comando Seleção, opção Selecionar Tudo.

Edição, Comando Seleção , opção Selecionar Tudo . F ORMATARAÇÃO SEMELHANTE (N OVO ) Uma novidade
Edição, Comando Seleção , opção Selecionar Tudo . F ORMATARAÇÃO SEMELHANTE (N OVO ) Uma novidade

FORMATARAÇÃO SEMELHANTE (NOVO)

Uma novidade no Word 2007, para facilitar o seu trabalho, pode-se alterar Formataração de texto com Formataração semelhante. Para executar isso, primeiro deixe o cursor no texto com Formataração desejada ou selecione um trecho deste texto, Guia Início, Grupo Edição, Comando Seleção, Opção Selecionar texto com formatação semelhante.

, Opção Selecionar texto com formatação semelhante. Depois que o Word selecionou todos os textos com
, Opção Selecionar texto com formatação semelhante. Depois que o Word selecionou todos os textos com

Depois que o Word selecionou todos os textos com Formataração semelhante, você pode fazer as alterações necessárias de fonte, parágrafo ou que mais desejar.

Selecionar Objeto

Para selecionar um gráfico,imagem ou formas clique no elemento de gráfico que deseja selecionar. O elemento selecionado será claramente marcado com alças de seleção .

No Office 2007 temos outra opção Guia Início, Grupo Edição, Comando Selecionar, Opção Selecionar Objetos.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Importante: Quando você utiliza esta opção, para sair, precisa clicar novamente na opção ou

Importante: Quando você utiliza esta opção, para sair, precisa clicar novamente na opção ou duplo clique na área de texto para cancelar a seleção de objeto.

Localizar/Substituir

Você pode localizar e substituir texto, Formataração, marcas de parágrafo, quebras de página e outros itens. Também é possível localizar e substituir formas de substantivos e adjetivos ou verbos. É possível estender sua pesquisa usando caracteres curinga e códigos para localizar palavras ou frases que contenham letras específicas ou combinações de letras.

Para localizar ou substituir itens, você precisa ir até a Guia Início, Grupo Edição, Comando Localizar ou Comando Substituir.

Grupo Edição , Comando Localizar ou Comando Substituir. Copiar/Recortar/Colar Copiar Para copiar um texto que você

Copiar/Recortar/Colar

Copiar

Para copiar um texto que você selecionou, você deve ir até a Guia Início, Grupo Área de Transferência e selecione Copiar.

, Grupo Área de Transferência e selecione Copiar . ou Ctrl + C Recortar Para recortar

ou Ctrl + C

Recortar

Para recortar um texto ou parte dele, você deve primeiro selecionar o que deseja e depois ir até a Guia Início, Grupo Área de Transferência e selecione o Recortar.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word ou Ctrl + X. Colar Para colar um texto que você copiou ou recortou,

ou Ctrl + X.

Colar

Para colar um texto que você copiou ou recortou, você deve ir até a Guia Início, Grupo Área de Transferência e selecione o Colar.

, Grupo Área de Transferência e selecione o Colar . ou Ctrl + V Colar Especial

ou Ctrl + V

Colar Especial

Através do colar especial, podemos criar vínculos com o documento onde foi copiado o texto. Continua com a mesma funcionalidade da versão 2003, porém agora você deve ir até a Guia Início, Grupo Área de Transferência e clique na seta abaixo do item Colar, opção Colar Especial.

na seta abaixo do item Colar , opção Colar Especial . Desfazer/Refazer/Repetir Desfazer as últimas ações

Desfazer/Refazer/Repetir

Desfazer as últimas ações

Para desfazer uma ação, siga um ou mais dos seguintes procedimentos:

uma ação, siga um ou mais dos seguintes procedimentos: Clique em Desfazer Atalho do teclado: Também

Clique em Desfazer

Atalho do teclado: Também é possível pressionar CTRL+Z.

na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido.

CTRL+Z. na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido. Para desfazer várias ações de uma vez, clique

Para desfazer várias ações de uma vez, clique na seta ao lado de Desfazer as ações que deseja desfazer e clique na lista.

de uma vez, clique na seta ao lado de Desfazer as ações que deseja desfazer e

, selecione na lista

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word O Word desfaz todas as ações selecionadas. Você pode desfazer até 100 ações. Refazer

O Word desfaz todas as ações selecionadas. Você pode desfazer até 100 ações.

Refazer ações

Para refazer ações desfeitas, clique em Refazer

ações Para refazer ações desfeitas, clique em Refazer na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido Atalho
ações Para refazer ações desfeitas, clique em Refazer na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido Atalho

na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido

Atalho do teclado: Também é possível pressionar CTRL+Y.

Repetir a última ação

Para repetir a última ação executada no Word 2007, clique em Repeat Ferramentas de Acesso Rápido

Word 2007, clique em Repeat Ferramentas de Acesso Rápido na Barra de Exibir/Zoom Modos de Exibição
Word 2007, clique em Repeat Ferramentas de Acesso Rápido na Barra de Exibir/Zoom Modos de Exibição

na Barra de

Exibir/Zoom

Modos de Exibição

Para acessar os modos de exibição no Word 2007 você deve ir até a Guia Exibição, Grupo Modos de Exibição de Documento.

ir até a Guia Exibição , Grupo Modos de Exibição de Documento. Ou na barra de

Ou na barra de status no canto inferior direito

ir até a Guia Exibição , Grupo Modos de Exibição de Documento. Ou na barra de

Microsoft Word

Microsoft Word

Zoom

Para alterar o zoom do seu documento você pode ir até a Guia Exibição, Grupo Zoom

você pode ir até a Guia Exibição , Grupo Zoom Ou na barra de status no

Ou na barra de status no canto inferior direito

Grupo Zoom Ou na barra de status no canto inferior direito Formataração/Estilos Fonte Após selecionar o

Formataração/Estilos

Fonte

Após selecionar o texto desejado, a minibarra de ferramentas aparece automaticamente para se modificar a fonte.

aparece automaticamente para se modificar a fonte. Ou vá até a Guia Início , Grupo Fonte

Ou vá até a Guia Início, Grupo Fonte e escolha a opção desejada .

Guia Início , Grupo Fonte e escolha a opção desejada . Se você deseja encontrar um

Se você deseja encontrar um determinado comando da versão anterior do Word clique no Iniciador

comando da versão anterior do Word clique no Iniciador de Caixa de Diálogo do grupo Fonte

de Caixa de Diálogo do grupo Fonte ou Ctrl + D. Serão apresentadas mais opções relacionadas com esse grupo.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Parágrafo Após selecionar o texto desejado, a minibarra de ferramentas aparece automaticamente para se

Parágrafo

Após selecionar o texto desejado, a minibarra de ferramentas aparece automaticamente para se modificar o alinhamento do parágrafo.

para se modificar o alinhamento do parágrafo. Ou vá até a Guia Início , Grupo Parágrafo

Ou vá até a Guia Início, Grupo Parágrafo e escolha a opção desejada.

Início , Grupo Parágrafo e escolha a opção desejada. Temos mais alguns comandos para a Formataração

Temos mais alguns comandos para a Formataração de parágrafos na Guia Layout da Página, Grupo Parágrafo.

Temos mais alguns comandos para a Formataração de parágrafos na Guia Layout da Página , Grupo

Microsoft Word

Microsoft Word

Se você deseja encontrar um determinado comando da versão anterior do Word clique Iniciador de Caixa de Diálogo do Grupo Parágrafo. Ao clicar serão apresentadas mais opções relacionadas com esse grupo.

apresentadas mais opções relacionadas com esse grupo. Marcadores A Biblioteca de Marcadores inclui estilos de

Marcadores

A Biblioteca de Marcadores inclui estilos de marcadores de imagem e símbolos. Se você não ver o

estilo que deseja na biblioteca, poderá definir um novo estilo de marcador.

1- Selecione os itens aos quais deseja adicionar marcadores de imagem ou símbolos.

Para alterar um nível inteiro de uma lista de vários níveis, clique em um marcador ou em um número nesse nível da lista.

2- Na Guia Início, no Grupo Parágrafo, clique na seta ao lado de uma das opções de marcadores:

Marcadores, Numeração, Lista de Vários Níveis.

Marcadores, Numeração, Lista de Vários Níveis . Depois que você criar um item com marcador, sempre

Depois que você criar um item com marcador, sempre que pressionar a tecla ENTER, outros itens com marcador serão adicionados automaticamente até que a tecla ENTER seja pressionada duas vezes.

Tabulação

O item de tabulação esta localizado na Guia Início, no Grupo Paragrafo e clicando no Iniciador da

Caixa de Diálogo:

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Clique na opção Tabulação. Aparecerá a tela abaixo (igual à versão Word 2003) para

Clique na opção Tabulação.

Microsoft Word Clique na opção Tabulação. Aparecerá a tela abaixo (igual à versão Word 2003) para

Aparecerá a tela abaixo (igual à versão Word 2003) para fazer todas as configurações de tabulação

2003) para fazer todas as configurações de tabulação Maiúsculas/Minúsculas Esta opção você encontra na Guia

Maiúsculas/Minúsculas

Esta opção você encontra na Guia Início, no Grupo Fonte clicando no botão Maiúsculas e Minúsculas:

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word - Primeira letra da sentença em maiúscula - minúscula - MAIÚSCULAS - Colocar Cada
Microsoft Word - Primeira letra da sentença em maiúscula - minúscula - MAIÚSCULAS - Colocar Cada

- Primeira letra da sentença em maiúscula

- minúscula

- MAIÚSCULAS

- Colocar Cada Palavra em Maiúscula

- aLTERNAR mAIÚSC./mINÚSC.

Pincel

É

possível

usar

o

Pincel

na

Guia

Início

para

aplicar

Formataração

de

texto

e

algumas

Formatarações básicas de gráfico, como bordas e preenchimentos.

1- Selecione o texto ou o gráfico que possui o Formataro que você deseja copiar.

Observação: Se quiser copiar a Formataração de texto, selecione uma parte de um parágrafo. Se quiser copiar a Formataração do texto e do parágrafo, selecione um parágrafo inteiro, incluindo a marca de parágrafo.

2- Na Guia Início, no Grupo Área de Transferência, clique em Formatar Pincel.

no Grupo Área de Transferência, clique em Formatar Pincel. 3- O ponteiro muda para um ícone

3- O ponteiro muda para um ícone de pincel.

4- Selecione o texto ou o gráfico que deseja Formatar.

5- Para interromper a Formataração, pressione ESC no teclado.

Símbolo

É possível usar a caixa de diálogo Símbolo para inserir símbolos, como ¼ e ©, ou caracteres especiais, como um travessão (—) ou reticências (…), que não estão no seu teclado, assim como caracteres Unicode.

Para inserir um símbolo basta você ir na Guia Inserir e selecionar seu ícone no Grupo Símbolo, Comando Símbolo.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Estilos C OMO APLICAR Para aplicar um estilo a uma seleção de texto no

Estilos

COMO APLICAR

Para aplicar um estilo a uma seleção de texto no Microsoft Office Word 2007 basta utilizar a Galeria de Estilos Rápidos.

Selecione o texto para o qual deseja aplicar um estilo.

Por exemplo, é possível selecionar o texto que deseja transformar em um título. Se quiser alterar o estilo de um parágrafo inteiro, clique em qualquer lugar no parágrafo.

Na Guia Início, no Grupo Estilos, clique no estilo que deseja. Se não vir o estilo que deseja, clique no botão Mais para ampliar a galeria Estilos Rápidos.

no botão Mais para ampliar a galeria Estilos Rápidos. Observação: É possível ver como o texto

Observação: É possível ver como o texto selecionado irá aparentar com um estilo específico colocando seu ponteiro sobre o estilo que deseja visualizar.

Observação: Se o estilo que você deseja não aparecer a Galeria de Estilos Rápidos, pressione CTRL+SHIFT+U para abrir o painel de tarefas Aplicar estilos. Em Aplicar Estilos, digite o nome do estilo que deseja. A lista mostra apenas os estilos já usados no documento, mas é possível digitar o nome de qualquer estilo definido para o documento.

COMO ALTERAR

Selecione o texto que recebeu o estilo com os atributos de estilo que deseja alterar.

Por exemplo, para alterar os atributos do estilo Título 1, selecione o texto que possui o estilo Título 1 aplicado.

Para exibir os atributos de um estilo específico, clique no Inicializador da caixa de diálogo Estilos e deixe o ponteiro do mouse sobre um estilo na lista.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Formatare o texto selecionado com os novos atributos que deseja. Por exemplo, você pode

Formatare o texto selecionado com os novos atributos que deseja.

Por exemplo, você pode decidir que deseja alterar o tamanho do ponto para o estilo Título 1 de 16 pontos para 14.

Na Guia Início, no Grupo Estilos, clique com o botão direito do mouse no estilo que deseja alterar. Clique em Atualizar Parágrafo da Lista 1 para Corresponder a Seleção.

Todos os textos com o estilo que você alterou serão alterados automaticamente para corresponder

ao novo estilo definido.

Hiperlink

O Microsoft Office Word cria um hiperlink quando você pressiona ENTER ou a BARRA DE ESPAÇO

depois de digitar o endereço de uma página da Web já existente, por exemplo

Criar Hiperlink para um documento, arquivo ou página Web

1-

Selecione o texto ou a imagem que você deseja exibir como o hiperlink.

2-

Na Guia Inserir, no Grupo Links, clique em Hiperlink.

2- Na Guia Inserir, no Grupo Links, clique em Hiperlink.
2- Na Guia Inserir, no Grupo Links, clique em Hiperlink. Também é possível clicar com o

Também é possível clicar com o botão direito do mouse no texto ou na imagem e clicar em Hiperlink

no

menu de atalho.

3-

Execute um destes procedimentos:

Para estabelecer um link para um arquivo já existente ou para uma página da Web, clique em Página da Web ou arquivo existente, em Endereço digite o endereço ao qual você deseja vincular. Caso você não saiba o endereço de um arquivo, clique na seta na lista Examinar e navegue até o arquivo desejado.

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Para estabelecer um link para um arquivo que você ainda não criou, clique em

Para estabelecer um link para um arquivo que você ainda não criou, clique em Criar novo documento, em Vincular a, digite o nome do novo arquivo na caixa Nome do Novo documento

em Quando Editar, clique em Editar o novo documento depois ou Editar o novo documento agora.

o novo documento depois ou Editar o novo documento agora. Executar Hiperlink Para executar os hiperlinks,

Executar Hiperlink

Para executar os hiperlinks, pressione a tecla Ctrl e clique em cima do hiperlink desejado.

agora. Executar Hiperlink Para executar os hiperlinks, pressione a tecla Ctrl e clique em cima do

Microsoft Word

Microsoft Word

Remover Hiperlink

Selecione o hiperlink que será excluído, vá até a Guia Inserir, no Grupo Links, clique em Hiperlink. Clique no botão Remover Link.

, clique em Hiperlink . Clique no botão Remover Link. V OCÊ TAMBÉM PODE CLICAR COM

VOCÊ TAMBÉM PODE CLICAR COM O BOTÃO DA DIREITA SOBRE O HIPERLINK DESEJADO, OPÇÃO

REMOVER HYPERLINK

TAMBÉM PODE CLICAR COM O BOTÃO DA DIREITA SOBRE O HIPERLINK DESEJADO , OPÇÃO R EMOVER

Índice

Inserir

Microsoft Word

Microsoft Word

Para criar um índice, marque as entradas do índice utilizando estilos de títulos.

Após marcar as entradas, você já está pronto para selecionar um design de índice e inseri-lo no seu documento.

1- Clique no local que deseja adicionar o índice.

2- Na Guia Referências, no Grupo Sumário, clique no ícone Sumário.

Referências, no Grupo Sumário, clique no ícone Sumário. Automaticamente irá aparecer um lista de índices para

Automaticamente irá aparecer um lista de índices para que você possa escolher:

irá aparecer um lista de índices para que você possa escolher: Configuração de Página Inserir página

Configuração de Página

Inserir página

Microsoft Word

Microsoft Word

Clique no local em que deseja inserir uma nova página no documento. A página inserida será exibida imediatamente antes do local do cursor.

Na Guia Inserir, no Grupo Páginas, clique em Página em Branco.

Inserir, no Grupo Páginas, clique em Página em Branco. Quebra de Página Você pode inserir uma

Quebra de Página

Você pode inserir uma quebra de página em qualquer local do documento, para isso você pode utilizar o atalho Ctrl + Enter ou ir até a Guia Inserir , Grupo Páginas, Comando Página em Branco.

Inserir , Grupo Páginas , Comando Página em Branco. Configurações Para configurar página você deve ir

Configurações

Para configurar página você deve ir até a Guia Layout da Página, Grupo Configurar Página e selecionar o comando desejado.

Grupo Configurar Página e selecionar o comando desejado. Margens = altera as margens do documento; Orientação

Margens = altera as margens do documento;

Orientação = altera orientação do documento para Portrait (retrato) ou Landscape (paisagem);

Tamanho = tamanho do papel;

Plano de Desfazer

O plano de Desfazer pode ser exibido apenas nos modos de exibição Layout de Impressão e Tela Inteira e na página impressa.

Microsoft Word

Microsoft Word

Você pode inserir um plano de Desfazer pré-criado de uma galeria ou pode inserir um plano de Desfazer personalizado.

Na Guia Layout da Página, no Grupo Plano de Fundo da Página, clique em Cor da Página.

Grupo Plano de Fundo da Página, clique em Cor da Página. Automaticamente aparecerá uma janela para

Automaticamente aparecerá uma janela para escolhermos uma cor de Desfazer, ou aplicarmos alguns efeitos de Preenchimento, já utilizados no Word 2003.

efeitos de Preenchimento, já utilizados no Word 2003. Colunas Para Formatarmos um documento em colunas, vá

Colunas

Para Formatarmos um documento em colunas, vá até a Guia Layout da Página, Grupo Configurar Página, Opção Columas

da Página , Grupo Configurar Página, Opção Columas Na janela que aparecerá basta escolhermos em quantas

Na janela que aparecerá basta escolhermos em quantas colunas queremos que nossa página seja dividida:

Microsoft Word

Microsoft Word
Microsoft Word Cabeçalho/Rodapé Para trabalhar com cabeçalho e rodapé, devemos ir na Guia Inserir , Grupo

Cabeçalho/Rodapé

Para trabalhar com cabeçalho e rodapé, devemos ir na Guia Inserir, Grupo Cabeçalho e Rodapé e selecionar a opção desejada.

Grupo Cabeçalho e Rodapé e selecionar a opção desejada. Inserir Cabeçalho Para inserir um cabeçalho no

Inserir Cabeçalho

Para inserir um cabeçalho no seu documento, clique na Guia Inserir, Grupo Cabeçalho e Rodapé, Comando Cabeçalho. Ao clicar, vários modelos de cabeçalho serão mostrados para a sua escolha.

e Rodapé , Comando Cabeçalho. Ao clicar, vários modelos de cabeçalho serão mostrados para a sua

Microsoft Word

Microsoft Word

Inserir Rodapé

Para inserir um rodapé no seu documento, clique na Guia Inserir, Grupo Cabeçalho e Rodapé, Comando Rodapé. Ao clicar, vários modelos de rodapés serão mostrados para a sua escolha.

modelos de rodapés serão mostrados para a sua escolha. Nota de Rodapé Uma nota de rodapé

Nota de Rodapé

Para inserir uma nota de rodapé siga os seguintes procedimentos:

1- Clique no local em que deseja inserir a marca de referência de nota.

2- Na Guia Referências, no Grupo Notas de Rodapé, clique em Inserir Nota de Fim.

no Grupo Notas de Rodapé, clique em Inserir Nota de Fim. Atalho do teclado Para inserir

Atalho do teclado Para inserir uma nota de rodapé subseqüente, pressione CTRL+ALT+F.

Por padrão, o Word coloca as notas de rodapé no final de cada página.

Figuras

Microsoft Word

Microsoft Word