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Portaria CAT nº 126, de 16.09.2011 - DOE SP de 17.09.2011 21 de Setembro de 2011

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Portaria CAT nº 126, de 16.09.2011 - DOE SP de 17.09.2011 21 de Setembro de 2011

Portaria CAT nº 126, de 16.09.2011 - DOE SP de 17.09.2011

Disciplina a arrecadação de tributos e demais receitas estaduais bem como a prestação de contas pelas instituições bancárias.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no art. 111 do Regulamento do

ICMS, na Resolução SF nº 40 de 11.12.2006, na Resolução SF nº 31 de 16.08.2001 e considerando a necessidade de serem consolidadas as disposições relacionadas com a arrecadação de tributos e demais receitas estaduais, expede a seguinte Portaria:

CAPÍTULO I - DAS GUIAS e DOS DOCUMENTOS DE ARRECADAÇÃO e DA CODIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS e DEMAIS RECEITAS

Seção I - Das Guias e Documentos de Arrecadação

Art. 1º O pagamento dos diversos valores que constituem receitas do Estado deverá ser feito por meio de:

I - Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS;

II - Guia de Arrecadação Estadual - Demais Receitas - GARE-DR;

III - Guia de Arrecadação Estadual - GARE-IPVA;

IV - Notificação/Guia de Recolhimento - MILT;

V - Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ITCMD;

VI - Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE;

VII - Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais - DARE-SP.

Parágrafo único. As Guias de Recolhimento e o Documento de Arrecadação deverão ser impressos, no mínimo, nas seguintes quantidades de vias, destinando-se uma via ao agente arrecadador e as demais vias

ao contribuinte ou infrator:

1. GARE-ICMS, GARE-DR, GARE-IPVA, MILT e DARE-SP - 2 (duas) vias;

2. GNRE e GARE-ITCMD - 3 (três) vias.

Art. 2º Os modelos das Guias de Recolhimento e do Documento de Arrecadação referidos no art. 1º estarão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda, endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

Subseção I - Da Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS

Art. 3º A Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS deverá ser utilizada para recolhimento dos seguintes

débitos relacionados ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações

de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS:

I - apurado em conformidade com o Regime Periódico de Apuração;

II - devido em operação sujeita a recolhimento especial;

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III - parcelado ou não;

IV - devido em operação sujeita à substituição tributária;

V - inscrito ou não inscrito na dívida ativa;

VI - outros.

§ 1º A GARE-ICMS poderá ser:

1. obtida em formulário impresso;

2. gerada por meio de sistema disponível no site da Secretaria da Fazenda, endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br;

3. gerada por meio do programa emissor de GARE, disponível para download no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

§

2º O formulário impresso da GARE-ICMS deverá obedecer às especificações gráficas dispostas no Anexo

II.

Art. 4º na hipótese de recolhimento dos débitos relacionados a seguir, a GARE-ICMS deverá ser gerada por meio de sistema próprio:

I

www.dividaativa.pge.sp.gov.br;

-

débito

inscrito

em

dívida

ativa,

inclusive

parcelamento,

no

endereço

eletrônico

II - débito incluído no Programa de Parcelamento Incentivado - PPI do ICM/ICMS, no endereço eletrônico www.ppidoicms.sp.gov.br;

III - parcelamento de débito não inscrito em dívida ativa, no endereço eletrônico pfe.fazenda.sp.gov.br;

IV - ICMS na importação, no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

Subseção II - Da Guia de Arrecadação Estadual - Demais Receitas - GARE-DR

Art. 5º A Guia de Arrecadação Estadual - GARE-DR deverá ser utilizada para recolhimento de:

I - Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a Eles Relativos - ITBI (Causa Mortis e Doações);

II - Taxa de Fiscalização e Serviços Diversos (Tabelas "A", "B" e "C");

III - Custas e Contribuições;

IV - Receitas Diversas;

V - Receita Extraorçamentária e Anulação de Despesa.

Parágrafo único. O formulário impresso da GARE-DR deverá obedecer às especificações gráficas dispostas no Anexo III.

Art. 6º As instituições bancárias deverão relativamente:

I - ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a Eles Relativos - ITBI (Causa Mortis e Doações), autenticar mecanicamente a GARE-DR utilizada para recolhimento;

II - aos demais recolhimentos referidos no art. 5º, imprimir o comprovante de pagamento com autenticação

digital, servindo a GARE-DR nessa hipótese apenas como referência.

Parágrafo único. Considera-se autenticação digital a combinação de um conjunto de caracteres alfanuméricos, contendo informações próprias da transação bancária vinculada ao recolhimento.

Art. 7º O sistema de verificação do recolhimento autenticado digitalmente, a que se refere o inciso II do art. 6º, poderá ser disponibilizado pela Secretaria da Fazenda aos órgãos e entidades envolvidos no recebimento das receitas referidas nos incisos II a V do art. 5º.

Parágrafo único. Por ocasião da solicitação de prestação de serviço ou da necessidade de comprovação do

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recolhimento autenticado digitalmente, relativamente às receitas referidas nos incisos II a V do art. 5º, o interessado deverá apresentar o respectivo comprovante de pagamento para fins de validação da autenticação digital, bem como os demais documentos exigidos pelos órgãos e entidades envolvidos no recebimento das citadas receitas.

Subseção III - Da Guia de Arrecadação Estadual - GARE-IPVA

Art. 8º A GARE-IPVA deverá ser utilizada para recolhimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA.

Art. 9º A GARE-IPVA deverá ser gerada por meio de sistema disponível nos seguintes endereços

eletrônicos:

I - www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet, para débito não inscrito em dívida ativa;

II - www.dividaativa.pge.sp.gov.br, para débito inscrito em dívida ativa;

III - www.ppd.sp.gov.br, para parcelamento de débito incluído no Programa de Parcelamento de Débitos -

PPD do IPVA.

Subseção IV - Da Notificação/Guia de Recolhimento - MILT

Art. 10. A Notificação/Guia de Recolhimento - MILT será utilizada para notificação, servindo para recolhimento de multas por infração:

I - à legislação de trânsito, aplicadas pelo Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN, Departamento de Estradas de Rodagem - DER, Desenvolvimento Rodoviário S/A - DERSA ou pelos municípios que firmaram convênio com o Estado de São Paulo;

II - à legislação ambiental, aplicada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB.

Subseção V - Da Guia De Arrecadação Estadual - GARE-ITCMD

Art. 11. A Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ITCMD deverá ser utilizada para recolhimento dos débitos relacionados ao Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, devido a título de:

I - doação;

II - transmissão Causa Mortis.

§ 1º a GARE-ITCMD prestar-se-á para o pagamento, integral ou parcelado, de débito inscrito ou não inscrito

na dívida ativa.

§ 2º A GARE-ITCMD deverá ser gerada por meio de programa emissor, disponível no endereço eletrônico

www60.fazenda.sp.gov.br/wps/portal.

Subseção VI - Da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE

Art. 12. A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE deverá ser utilizada para recolhimento dos débitos relacionados ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando o recolhimento for efetuado fora do território paulista.

Parágrafo único. a GNRE deverá ser gerada por meio de sistema disponível no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

Subseção VII - Do Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais - DARE-SP

Art. 13. O Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais - DARE-SP deverá ser utilizado para recolhimento de débitos a serem estabelecidos em disciplina específica.

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§ 1º O DARE-SP é composto de:

1. Documento Principal, único;

2. Documento Detalhe, tantos quantos forem os débitos incluídos.

§ 2º O DARE-SP deverá ser gerado pelo Sistema Ambiente de Pagamentos, disponível no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

Seção II - Da Codificação dos Tributos e demais Receitas

Art. 14. Os códigos de recolhimento e os de totalização das diversas receitas estão previstos nas tabelas do Anexo I.

Seção III - Das Disposições Comuns

Art. 15. As Guias de Recolhimento e o Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais deverão ser acolhidos pelas instituições bancárias autorizadas, listadas no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br.

Art. 16. Para a impressão dos formulários das guias GAREICMS e GARE-DR, o estabelecimento gráfico deverá solicitar autorização, mediante petição ao Diretor da Diretoria de Arrecadação instruída com prova tipográfica do modelo a imprimir.

Parágrafo único. Deferido o pedido, o estabelecimento gráfico:

1.

deverá indicar, na margem esquerda das guias, as seguintes informações:

a)

nome do estabelecimento gráfico;

b)

números de Inscrição Estadual e do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica no Ministério da Fazenda;

c)

número do processo pelo qual foi autorizada a impressão;

2.

poderá, no interesse do contribuinte, imprimir dados identificadores deste nos campos próprios das guias.

CAPÍTULO II - DA ARRECADAÇÃO DOS TRIBUTOS E DEMAIS RECEITAS PÚBLICAS ESTADUAIS POR INTERMÉDIO DAS INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS

Seção I - Das Obrigações Gerais das Instituições Bancárias

Art. 17. As instituições bancárias deverão:

I - implantar o recebimento de Guia de Arrecadação Estadual - GARE, Documento de Arrecadação de

Receitas Estaduais - DARE - SP e, quando for o caso, de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos

Estaduais - GNRE, em todos os canais de recebimento que possuírem;

II - acolher guias de recolhimento e documentos de arrecadação de tributos e demais receitas públicas:

a) que representem efetivo pagamento de tributos e demais receitas estaduais;

b) dentro dos prazos para recolhimento;

c) fora dos prazos para recolhimento, com os respectivos acréscimos legais;

d) sem emendas ou rasuras;

e) com informações de arrecadação, observados os critérios de consistência previstos em normas e manuais

de procedimentos elaborados pela Secretaria da Fazenda;

III - autenticar mecanicamente a guia ou documento de arrecadação ou fornecer o comprovante de pagamento, quando for o caso.

§ 1º Os demais dados necessários para o controle de arrecadação serão definidos, conforme os códigos de

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receita, em normas e manuais de procedimentos elaborados pela Secretaria da Fazenda.

§ 2º O comprovante de pagamento deverá:

1. obedecer aos padrões definidos pela Diretoria de Arrecadação, que os informará à instituição bancária

mediante solicitação desta;

2. conter as seguintes informações, entre outras:

a) código e nome da instituição bancária;

b) data de arrecadação;

c) identificação de que se trata de recolhimento para a Secretaria da Fazenda de São Paulo;

d) representação numérica do código de barras, quando houver;

e) valor recolhido;

f) autenticação;

3. ser previamente aprovado pela Secretaria da Fazenda.

Seção II - Da Apresentação da Guia ou do Documento à Agência Bancária, da sua Autenticação e dos Procedimentos das Instituições Bancárias

Art. 18. Antes de receber as guias de recolhimento ou o documento de arrecadação, as instituições bancárias deverão verificar:

I - se estão autorizadas a receber;

II - o código de receita;

III - se estão indicadas as informações de identificação do contribuinte ou interessado;

IV - a data de vencimento do prazo para pagamento;

V - se estão indicados os acréscimos legais, caso o pagamento esteja fora do prazo;

VI - se a soma das parcelas corresponde ao valor total, devendo haver, no mínimo, uma parcela e o valor

total.

Art. 19. A autenticação mecânica aposta nas vias de guia de recolhimento e de documento de arrecadação deverá estar registrada em fita-detalhe.

Parágrafo único. O Documento Detalhe do DARE-SP não poderá ser autenticado.

Art. 20. Na hipótese de se constatar autenticação mecânica de valor diverso do valor recolhido de fato:

I - se a constatação do erro ocorrer no ato do recebimento ou em outro momento antes da descarga dos

totalizadores da máquina, deverão ser adotados os seguintes procedimentos relativamente a todas as vias

da guia ou documento de arrecadação, inclusive as destinadas ao contribuinte:

a) se a autenticação tiver sido a maior, a autenticação incorreta deverá ser inutilizada com 2 (dois) traços

paralelos, reautenticando-se todas as vias da guia ou documento com o valor correto;

b) se a autenticação tiver sido a menor, a autenticação incorreta deverá ser inutilizada com 2 (dois) traços

paralelos, reautenticando-se todas as vias da guia ou documento com o valor correto, ou ser

complementado o valor devido com a correspondente autenticação;

II - se a constatação do erro ocorrer após a descarga dos totalizadores da máquina, a retificação deverá ser

feita em todas as vias, inclusive nas destinadas ao contribuinte, mediante autenticação a carimbo do valor

correto, com assinatura de 2 (dois) funcionários da instituição bancária responsáveis pelo setor.

Parágrafo único. - Caso não seja possível proceder à retificação das vias em poder do contribuinte, é vedada

a retificação das demais vias ou qualquer outro procedimento que tenha por objeto a anulação do valor considerado como receita.

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Art. 21. Uma vez autenticada a guia ou documento e não se efetuando, por algum motivo, o recebimento

de qualquer valor, as vias não poderão ser devolvidas aos contribuintes, devendo ser consideradas nulas.

CAPÍTULO III - PRESTAÇÃO DE CONTAS PELAS INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS

Art. 22. As instituições bancárias, para fins de prestação de contas, deverão observar o disposto neste capítulo, além das demais normas que disciplinam a matéria, dentre as quais as previstas em resoluções do Secretário da Fazenda e em manuais de arrecadação disponibilizados pela Secretaria da Fazenda.

Parágrafo único. As transações de repasse financeiro deverão ser realizadas conforme definido no Manual de Repasse SPB - Sistema de Pagamentos Brasileiro.

Seção I - Por Transmissão Eletrônica de Dados

Art. 23. Para efetuar a prestação de contas por transmissão eletrônica de dados, as instituições bancárias

deverão:

I - solicitar a realização de teste piloto à Diretoria de Arrecadação;

II - após a autorização, realizar o teste piloto;

III - estar habilitadas para a transmissão eletrônica de dados;

IV - obter a homologação do teste piloto por meio de ofício da Diretoria de Informações e autorização da

Diretoria de Arrecadação.

Parágrafo único. Para realizar o procedimento denominado transmissão eletrônica de dados, as instituições bancárias deverão:

1. manter ininterruptamente, à disposição da Secretaria da Fazenda, o serviço de transmissão eletrônica de

dados;

2. garantir a integridade dos dados referentes à arrecadação de tributos e demais receitas;

3. fornecer à Secretaria da Fazenda os elementos de controle necessários à comprovação de transações

efetuadas;

4. armazenar os dados após a transmissão eletrônica pelo prazo de 30 (trinta) dias.

Seção II - Por Borderôs de Guia de Recolhimento

Art. 24. Na impossibilidade de se realizar a prestação de contas por transmissão eletrônica de dados, as instituições bancárias deverão utilizar os Borderôs de Guias de Recolhimento para capear lotes de guias e encaminhá-los à Secretaria da Fazenda.

Art. 25. As instituições bancárias deverão elaborar os Borderôs, em 2 (duas) vias, conforme segue:

I - Borderô de Guia de Recolhimento "ICMS-42", Anexo IV, para capear os lotes de Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS e de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE;

II - Borderô de Guia de Recolhimento "DR-32", Anexo V, para capear os lotes da Guia de Arrecadação

Estadual - GAREDR e GARE-ITCMD;

III

- Borderô de Guia de Recolhimento de "IPVA-22", Anexo VI, para capear os lotes de Guia de Arrecadação

do

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores;

IV

- Borderô de Guia de Recolhimento "MILT-52", Anexo VI, para capear os lotes da Guia de Recolhimento

de

Multa por Infração à Legislação de Trânsito.

Art. 26. o Centro de Apoio à Arrecadação da Diretoria de Arrecadação receberá os lotes e, após as verificações necessárias, reterá uma das vias, devolvendo a outra via para a instituição bancária, com a indicação de recebimento.

Seção III - Dos Dados Transmitidos Eletronicamente

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Art. 27. As instituições bancárias deverão transmitir eletronicamente os arquivos com as informações de arrecadação à Secretaria da Fazenda, conforme segue:

I - tratando-se de ICMS Importação:

a)

conforme o Manual do ICMS Importação, a cada recebimento de GARE-ICMS ou GNRE;

b)

conforme o Manual Código de Barras ou Manual GNRE;

II

- tratando-se de ICMS demais códigos de receita: conforme o Manual da GARE;

III

- tratando-se de débito recolhido por GNRE: conforme o Manual GNRE;

IV

- tratando-se de IPVA e MILT: conforme o Manual Código de Barras e Manual do IPVA;

V

- tratando-se de IPVA, MILT e Taxas recolhidos no Sistema de Licenciamento Eletrônico:

a)

conforme o Manual do Licenciamento On-line

b) conforme o Manual Código de Barras, Manual do IPVA e do Licenciamento e Autenticação Digital (contingência batch);

VI - tratando-se de Taxas dos Serviços de Trânsito:

a) conforme o Manual do Licenciamento On-line;

b) conforme o Manual da GARE e Manual do Licenciamento e Autenticação Digital (contingência batch);

VII - tratando-se de receitas que se utilizam do Sistema de Autenticação Digital:

a) conforme o Manual da GARE;

b) conforme o Manual do Licenciamento e Autenticação Digital;

VIII - tratando-se de ITCMD e ITBI: conforme o Manual da GARE;

IX - tratando-se de DARE-SP: conforme o Manual Técnico do Ambiente de Pagamentos.

Parágrafo único. Os manuais referidos neste artigo estarão disponibilizados aos agentes arrecadadores contratados pela Secretaria da Fazenda no Sistema Ambiente de Pagamentos e fazem parte integrante do processo de arrecadação.

Art. 28. As guias de recolhimento e os documentos de arrecadação deverão ser conservados pelo prazo de 30 (trinta) dias após a devida transmissão eletrônica de dados à Secretaria da Fazenda.

CAPÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 29. Ficam revogadas as seguintes portarias:

I - Portaria CAT nº 27/1995 , de 16.03.1995;

II - Portaria CAT nº 5/1997, de 16.01.1997;

III - Portaria CAT nº 96/1997, de 25.11.1997;

IV - Portaria CAT nº 98/1997 , de 04.12.1997;

V - Portaria CAT nº 60/2002 , de 08.08.2002.

Art. 30. Esta Portaria entrará em vigor dia 19 de setembro de 2011.

ANEXO I - RECEITAS, CÓDIGOS E DISCRIMINAÇÃO

TABELA I

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IMPOSTOS

RECEITA

CÓDIGOS

DISCRIMINAÇÃO

 

013-9

doações - débitos inscritos na dívida ativa

014-0

doações

ITBI

027-9

causa mortis - débitos inscritos na dívida ativa

028-0

causa mortis

 

015-2

Doações

016-4

doações - débitos inscritos na dívida ativa

017-6

causa mortis

018-8

causa mortis - débitos inscritos na dívida ativa

ITCMD

019-0

parcelamento causa mortis - débitos não inscritos

020-6

parcelamento causa mortis - débitos inscritos na dívida ativa

021-8

exigido em Auto de Infração e Imposição de Multa - AIIM

022-0

parcelamento doações - débitos não inscritos

023-1

parcelamento doações - débitos inscritos na dívida ativa

 

031-0

retido na fonte, incidente sobre rendimentos de trabalho assalariado e decorrentes da prestação de serviços a terceiros, pagos a qualquer título, por autarquias e fundações, e de títulos da dívida pública pagos pelo Estado.

IR

032-2

retido na fonte, incidente sobre rendimentos de trabalho assalariado e decorrentes da prestação de serviços a terceiros, pagos a qualquer título, por autarquias e fundações, e de títulos da dívida pública pagos pelo Estado - débitos inscritos na dívida ativa.

 

034-6

IPVA - Programa de Parcelamento de Débitos - PPD

035-8

exigido em Auto de Infração e Imposição de Multa

IPVA

036-0

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

037-1

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - dívida ativa

 

046-2

Regime Periódico de Apuração

060-7

Regime de Estimativa

063-2

outros recolhimentos especiais

075-9

dívida ativa - cobrança amigável

077-2

dívida ativa ajuizada - parcelamento

078-4

dívida ativa ajuizada

ICMS

081-4

parcelamento de débito fiscal não inscrito

087-5

ICM/ICMS - Programa de Parcelamento Incentivado - PPI

106-5

exigido em Auto de Infração e Imposição de Multa - AIIM

107-7

exigido em Auto de Infração e Imposição de Multa AIIM (outra UF)

110-7

transporte (transportador autônomo do Estado de São Paulo)

111-9

transporte (outra UF)

 

112-0

comunicação (no Estado de São Paulo)

113-2

comunicação (outra UF)

114-4

mercadorias destinadas a consumo ou a ativo imobilizado

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115-6 energia elétrica (no Estado de São Paulo) 116-8 energia elétrica (outra UF) 117-0 combustível
115-6
energia elétrica (no Estado de São Paulo)
116-8
energia elétrica (outra UF)
117-0
combustível (no Estado de São Paulo)
118-1
combustível (outra UF)
119-3
recolhimentos especiais (outra UF)
120-0
mercadoria importada (desembaraçada no Estado de São Paulo)
123-5
exportação de café cru
128-4
operações internas e interestaduais com café cru
137-5
abate de gado
141-7
operações com feijão
146-6
substituição tributária (contribuinte do Estado de São Paulo)
154-5
diferença de estimativa
214-8
mercadoria importada (desembaraçada em outra UF)
246-0
substituição tributária por apuração (contribuinte de outra UF)
247-1
substituição tributária por operação (outra UF)

TABELA II

TAXAS RECEITA CÓDIGOS DISCRIMINAÇÃO 162-4 emissão de segunda via e vias subseqüentes de carteira de
TAXAS
RECEITA
CÓDIGOS
DISCRIMINAÇÃO
162-4
emissão de segunda via e vias subseqüentes de carteira de identidade
163-6
liberação do acesso aos serviços eletrônicos - art. 1º , § 1º da Lei nº 7.645/1991
167-3
atos de serviços diversos - Tabela "A"
184-3
estampagem ou autenticação mecânica
400-5
licenciamento de veículo com emissão, a qualquer título, de certificado de
registro de veículo (somente veículos "0K")
403-0
serviços de trânsito - Tabela "C"
TFSD
418-2
emissão, a qualquer título, de certificado de registro de veículo
419-4
licenciamento de veículo
425-0
serviços inerentes ao processo de habilitação de condutores e emissão da
Carteira Nacional de Habilitação - CNH ou da Permissão Internacional para Dirigir
- PID, por sistema de autenticação digital
426-1
atos decorrentes do poder de polícia - Tabela "B"
489-3
licenciamento de veículo com emissão, a qualquer título, de certificado de
registro de veículo
230-6
judiciárias pertencentes ao Estado, referentes a atos judiciais
231-8
judiciárias pertencentes ao Estado, referentes a atos judiciais - dívida ativa
232-0
pertencentes ao Estado, referentes a atos extrajudiciais - divida ativa
CUSTAS
233-1
taxa judiciária - cartas de ordem ou precatórias
234-3
taxa judiciária - petição de agravo de instrumento
244-6
pertencentes ao Estado, referentes a atos extrajudiciais

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261-6 judiciárias pertencentes ao Estado, referentes a atos judiciais - estampagem ou autenticação mecânica
261-6
judiciárias pertencentes ao Estado, referentes a atos judiciais - estampagem ou
autenticação mecânica
CONTRIBUIÇÕES
750-0
Contribuição de Solidariedade às Santas Casas de Misericórdia
EMOLUMENTOS
370-0
da Junta Comercial do Estado de São Paulo
CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA
517-4 contribuições de melhoria TABELA III
517-4
contribuições de melhoria
TABELA III
OUTRAS RECEITAS RECEITA CÓDIGOS DISCRIMINAÇÃO 551-4 de mora sobre outros impostos 596-4 por infração à
OUTRAS RECEITAS
RECEITA
CÓDIGOS
DISCRIMINAÇÃO
551-4
de mora sobre outros impostos
596-4
por infração à legislação da Secretaria da Justiça e Defesa da
Cidadania
597-6
por infração à legislação da Secretaria da Justiça e Defesa da
Cidadania - dívida ativa
620-8
por infração à legislação da Secretaria do Meio Ambiente - dívida
ativa
621-0
multa aplicada pelo Condephaat da Secretaria da Cultura
622-1
multa aplicada elo Condephaat da Secretaria da Cultura - dívida
ativa
623-3
multa penal
624-5
multa penal inscrita na dívida ativa
625-7
por infração à legislação da Secretaria da Agricultura e
Abastecimento
626-9
por infração à legislação da Secretaria da Agricultura e
Abastecimento - dívida ativa
MULTAS
627-0
receitas do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM)
- débitos inscritos na dívida ativa
640-3
por infração à legislação do ICMS
650-6
por infração à legislação da Secretaria dos Transportes
Metropolitanos
656-7
por infração à legislação da Secretaria da Administração e
Modernização do Serviço Público
657-9
por infração à legislação da Secretaria da Administração e
Modernização do Serviço Público - dívida ativa
660-9
por infração à legislação - outras dependências
661-0
por infração à legislação - outras dependências - dívida ativa
662-2
por infração à legislação da Fundação de Proteção e Defesa do
Consumidor - PROCON - municípios conveniados
663-4
por infração à legislação de sorteios, concursos de prognósticos e
similares
por infração à legislação da Fundação de Proteção e Defesa do

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664-6

Consumidor - PROCON - municípios conveniados - dívida ativa

665-8

de mora do IPVA

666-0

por infração à legislação de sorteios, concursos de prognósticos e similares - dívida ativa

678-6

por falta de regularização de transferência de veículo (multa por averbação)

679-8

por infração à legislação do IPVA

773-0

por infração à legislação da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor - PROCON - municípios não conveniados

776-6

por infração à legislação da Fundação Proteção e Defesa do Consumidor - PROCON - municípios não conveniados - dívida ativa

825-4

de mora do ICMS

838-2

por infração à legislação do trânsito (DETRAN)

839-4

por infração à legislação do trânsito - município conveniado

840-0

por infração à legislação do trânsito (DETRAN) - dívida ativa

841-2

por infração à legislação do trânsito (DER)

843-6

por infração à legislação do trânsito (DER) - dívida ativa

848-5

por infração à legislação do trânsito (RENAINF-DETRAN)

849-7

por infração à legislação do trânsito (RENAINF - município conveniado)

855-2

por infração à legislação do trânsito (DERSA)

 

856-4

por infração à legislação do trânsito (DERSA) - dívida ativa

863-1

por infração à legislação da CETESB - rodízio

864-3

por infração ao art. 32 do Regulamento da CETESB

865-5

por infração ao regulamento da CETESB - dívida ativa

 

705-5

de mora sobre outros impostos

775-4

de mora do IPVA

JUROS

787-0

de mora do ICMS (débitos não inscritos)

791-2

de mora do ICMS (débitos inscritos na dívida ativa)

 

044-9

Programa de Parcelamento de Débitos - PPD

673-7

indenizações e restituições

674-9

indenizações e restituições - dívida ativa

740-7

repasse nos termos da cláusula quarta, inciso III, alínea "c" do Convênio GSSP/ATP nº 67/2003

811-4

honorários advocatícios

OUTROS

870-9

acréscimo financeiro de parcelamento - ICMS

871-0

acréscimo financeiro de parcelamento - ITCMD

890-4

outras receitas não discriminadas

891-6

DR - diferenças advindas da conversão de cruzeiros reais para reais

892-8

ICMS - outros valores não discriminados

 

304-9

Carteira de Previdência dos Advogados de São Paulo

318-9

Carteira de Previdência das Serventias Notariais e de Registro - Carteira das Serventias

802-3

custas adiantadas - oficiais de justiça

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807-2 fianças criminais 808-4 fianças diversas 810-2 depósitos diversos 813-8 cauções EXTRA ORÇAMENTÁRIA E
807-2
fianças criminais
808-4
fianças diversas
810-2
depósitos diversos
813-8
cauções
EXTRA ORÇAMENTÁRIA E
ANULAÇÃO DE DESPESA
815-1
pensões alimentícias
830-8
vencimentos, vantagens e proventos recebidos a maior pagos pelo
DDPE
831-0
vencimentos, vantagens e proventos recebidos a maior pagos pela
Unidade
UNIÃO
842-4
multa por infração à legislação de trânsito - (Polícia Rodoviária
Federal)
TABELA IV

CÓDIGOS TOTALIZADORES DE RECEITA

CÓDIGOS DISCRIMINAÇÃO 920-9 GNRE (valor dos tributos estaduais e seus acréscimos legais pagos em outra
CÓDIGOS
DISCRIMINAÇÃO
920-9
GNRE (valor dos tributos estaduais e seus acréscimos legais pagos em outra UF)
921-0
GNR (valor dos tributos estaduais e seus acréscimos legais pagos em outra UF)
922-2
GNRE E GNR (valor dos tributos estaduais e seus acréscimos legais pagos em outra UF)
924-6
IPVA (valor do imposto e seus acréscimos legais)
937-4
ITBI - doações e causa mortis (valor do imposto e seus acréscimos legais)
942-8
ICMS - exportação de café cru (valor do imposto e seus acréscimos legais)
947-7
ICMS - regime periódico de apuração (valor do imposto e seus acréscimos legais)
951-9
ICMS - regime de estimativa - parcela mensal e diferença de estimativa (valor do imposto e seus
acréscimos legais)
957-0
ICMS - dívida ativa - liquidação integral ou parcial (valor do imposto e seus acréscimos legais)
959-3
ICMS - dívida ativa ajuizada - liquidação integral ou parcial (valor do imposto e seus acréscimos
legais)
960-0
ICMS - dívida ativa -parcelamento (valor do imposto e seus acréscimos legais)
962-3
ICMS/ICMS - Programa de Parcelamento Incentivado - PPI
964-7
ICMS - recolhimentos especiais (valor do imposto e seus acréscimos legais)
968-4
receitas diversas
971-4
multas de trânsito
972-6
extra-orçamentária e anulação de despesa
977-5
taxas, custas, emolumentos e contribuições
981-7
ICMS - parcelamento de débitos fiscais não inscritos (valor do imposto e seus acréscimos legais)
985-4
dívida ativa de receitas diversas (exceto ICMS)
997-0
ITCMD - doações e causa mortis (valor do imposto e seus acréscimos legais)
998-2
total da Guia de Arrecadação Estadual - DR
999-4
total da Guia de Arrecadação Estadual - ICMS

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ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES GRÁFICAS E CAMPOS DE PREENCHIMENTO DA GARE- ICMS:

1. medidas em formulário plano:

a) globais, após refilamento: 225mm de largura por 102mm de altura;

b) canhoto, parte fixa à esquerda da guia, separado mediante serrilha e colado apenas na sua margem

esquerda: 15mm de largura por 102mm de altura;

c)

a guia terá 210mm de largura por 102mm de altura;

2.

medidas em formulário contínuo:

a)

formato: 210mm de largura por 102mm de altura;

b)

a largura corresponderá à distância entre as serrilhas, sendo obrigatório o uso destas para separar as

remalinas;

3. será utilizado papel sulfite (apergaminhado) branco, de primeira qualidade, gramatura de 75 gramas por

metro quadrado;

4. o texto e a tarja da "GARE-ICMS" serão impressos na cor preta. CAMPO PREENCHIMENTO
4. o texto e a tarja da "GARE-ICMS" serão impressos na cor preta.
CAMPO
PREENCHIMENTO GARE-ICMS
01
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (microfilme);
02
- data de vencimento do imposto;
03
- número do código de receita (constante do verso da GARE);
04
- número de inscrição estadual;
- número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ ou no Cadastro de Pessoas Físicas
05
- CPF, do Ministério da Fazenda;
06
- número de inscrição do débito na dívida ou número da etiqueta;
07
- mês e ano relativos às operações;
08
- número do Auto de Infração e Imposição de Multa ou número da Declaração de Importação quando se
tratar de ICMS devido na importação, ou número do pedido de parcelamento;
09
- valor do ICMS nominal ou, quando for o caso, corrigido monetariamente;
10
- valor dos juros de mora do ICMS (deve constar sempre que o pagamento ocorrer após a data de
vencimento);
- valor da multa de mora do ICMS (deve constar sempre que o pagamento ocorrer após a data do
11
vencimento) ou o valor da multa por infração à legislação do ICMS (nominal ou, quando for o caso,
corrigida monetariamente);
12
- valor do acréscimo financeiro (preencher somente para os códigos relativos a parcelamento);
13
- valor dos honorários advocatícios (preencher somente para os códigos relativos a dívida ativa);
14
- soma dos valores indicados nos campos 09, 10, 11, 12 e 13;
15
- nome do contribuinte;
16
- endereço, município e sigla da Unidade da Federação de localização do estabelecimento;
17
- número do telefone do contribuinte;
18
- número do Código Nacional de Atividade Econômica - CNAE
19
- demais informações que se tornarem necessárias;
20
- uso exclusivo do banco recebedor (autenticação mecânica).

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ANEXO III - ESPECIFICAÇÕES GRÁFICAS E CAMPOS DE PREENCHIMENTO DA GARE-DR:

1. medidas em formulário plano:

a) globais, após refilamento: 225mm de largura por 102mm de altura;

b) canhoto, parte fixa à esquerda da guia, separado mediante serrilha e colado apenas na sua margem

esquerda: 15mm de largura por 102mm de altura;

c)

a guia terá 210mm de largura por 102mm de altura.

2.

medidas em formulário contínuo:

a)

formato - 210mm de largura por 102mm de altura;

b)

a largura corresponderá à distância entre as serrilhas, sendo obrigatório o uso destas para separar as

remalinas;

3. será utilizado papel sulfite (apergaminhado) branco, de primeira qualidade gramatura de 75 gramas por

metro quadrado;

4. o texto e a tarja da GARE-DR serão impressos na cor Pantone Green U.
4. o texto e a tarja da GARE-DR serão impressos na cor Pantone Green U.
CAMPO
PREENCHIMENTO GARE-DR
01
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (microfilme);
02
- data de vencimento do tributo/receita;
03
- número do código de receita;
- número do código de município, quando se tratar de pagamento de multa por infração ao PROCON,
04
contribuição às Santas Casas ou liberação do acesso aos serviços eletrônicos; nos demais casos não
preencher;
- número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ ou no Cadastro de Pessoas Físicas
05
- CPF, do Ministério da Fazenda;
06
- número de inscrição do débito na dívida ativa ou o número da etiqueta;
07
- mês e ano de referência do pagamento;
08
- número do Auto de Infração ou número de controle se a receita for correspondente a liberação do
acesso aos serviços eletrônicos;
09
- valor nominal do tributo ou receita ou, quando for o caso, valor corrigido monetariamente;
10
- valor dos juros de mora (deve constar sempre que o pagamento ocorrer após a data de vencimento);
- valor da multa de mora (deve constar sempre que o pagamento ocorrer após a data do vencimento)
11
ou o valor da multa por infração à legislação (nominal ou, quando for o caso, corrigida
monetariamente);
12
- não preencher;
13
- valor dos honorários advocatícios (preencher somente para pagamentos de débitos inscritos na dívida
ativa ou ajuizados);
14
- soma dos valores indicados nos campos 09, 10, 11 e 13;
15
- nome do contribuinte ou interessado;
16
- endereço, município e sigla da Unidade da Federação do interessado ou de localização do
estabelecimento;
17
- número do telefone do contribuinte;
18
- tipo de tributo ou de receita recolhido;
19
- não preencher;
20
- número da placa do veículo, opcionalmente preencher no caso de Taxa de Serviço de Trânsito;

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21 demais informações que se tornarem necessárias; - 22 uso exclusivo do banco recebedor (autenticação
21 demais informações que se tornarem necessárias;
-
22 uso exclusivo do banco recebedor (autenticação mecânica).
-
ANEXO IV

Borderô ICMS nº 42

Nota: Ver Borderô ICMS nº 42 . CAMPO PREENCHIMENTO BORDERÔ ICMS Nº 42 01 -
Nota: Ver Borderô ICMS nº 42 .
CAMPO
PREENCHIMENTO BORDERÔ ICMS Nº 42
01
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (microfilme);
02
- nome do banco depositante;
- código do banco (Código Nacional de Compensação), seguido de barra e do número de ordem da
03
agência bancária no CNPJ e acompanhado de um hífen e do dígito verificador (xxx/xxxx-x);
04
- data da arrecadação das guias recebidas;
05
- data do depósito;
06
- número seqüencial que se iniciará anualmente pelo número 1;
07
- número de controle do Comprovante de Depósito;
08
- já preenchido;
09
- número seqüencial que se iniciará diariamente pelo número 1;
- código genérico 999-4, quando se referir à GARE-ICMS;
10
- código genérico 921-0, quando se referir à GNRE;
11
- quantidade de guias;
12
- soma dos valores constantes do total da GARE-ICMS ou GNRE;
13
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda;
- ICMS - soma dos valores constantes dos campos 09 da GARE;
14
- Agregados - soma dos valores constantes dos campos 10, 11 e 12 da GARE;
- Honorários Advocatícios - soma dos valores constantes do campo 13 da GARE;
15
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (processamento eletrônico - conversão de dados).

ANEXO V

Borderô DR-32

Nota: Ver Borderô DR-32 . CAMPO PREENCHIMENTO BORDERÔ DR-32 01 - uso exclusivo da Secretaria
Nota: Ver Borderô DR-32 .
CAMPO
PREENCHIMENTO BORDERÔ DR-32
01
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (microfilme);
02
- nome do banco depositante;
- código do banco (Código Nacional de Compensação), seguido de barra e do número de ordem da
03
agência bancária no CNPJ e acompanhado de um hífen e do dígito verificador (xxx/xxxx-x);
04
- data da arrecadação das guias recebidas;

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05 data do depósito; - 06 número seqüencial que se iniciará anualmente pelo número 1;
05 data do depósito;
-
06 número seqüencial que se iniciará anualmente pelo número 1;
-
07 número de controle do Comprovante de Depósito;
-
08 assinalar com "X" o quadro correspondente à receita a que se refere o código lançado no campo 10;
-
09 número seqüencial que se iniciará diariamente pelo número 1;
-
10 código genérico 998-2;
-
11 quantidade de guias;
-
12 soma dos valores constantes do total da GARE-DR ou GARE-ITCMD;
-
13 uso exclusivo da Secretaria da Fazenda;
-
14 uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (processamento eletrônico - conversão de dados).
-
ANEXO VI

Borderô IPVA-22

Nota: Ver Borderô IPVA-22 .- conversão de dados). - ANEXO VI Borderô IPVA-22 Borderô MILT-52 Nota: Ver Borderô MILT-52 .

Borderô MILT-52

Nota: Ver Borderô MILT-52 . CAMPO PREENCHIMENTO BORDERÔ IPVA-22 E MILT-52 01 - uso exclusivo
Nota: Ver Borderô MILT-52 .
CAMPO
PREENCHIMENTO BORDERÔ IPVA-22 E MILT-52
01
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (microfilme);
02
- nome do banco depositante;
- código do banco (Código Nacional de Compensação), seguido de barra e do número de ordem da
03
agência bancária no CNPJ e acompanhado de um hífen e do dígito verificador (xxx/xxxx-x);
04
- data da arrecadação das guias recebidas;
05
- data do depósito;
06
- número seqüencial que se iniciará anualmente pelo número 1;
07
- número de controle do Comprovante de Depósito;
08
- já preenchido;
09
- número seqüencial que se iniciará diariamente pelo número 1;
10
- quantidade de guias;
11
- soma dos valores constantes do total das Guias de Recolhimento;
12
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda;
13
- uso exclusivo da Secretaria da Fazenda (processamento eletrônico - conversão de dados).

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