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Lógica Matemática Computacional

Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO

Existem muitas definições para a palavra “lógica”, porém no caso do nosso estudo não é relevante

um aprofundamento nesse ponto, é suficiente apenas discutir alguns pontos de vista sobre o assunto. Alguns

autores definem lógica como sendo a “Ciência das leis do pensamento”, e neste caso existem divergências

com essa definição, pois o pensamento é matéria estudada na Psicologia, que é uma ciência distinta da

lógica (ciência). Segundo Irving Copi, uma definição mais adequada é: “A lógica é uma ciência do

raciocínio”, pois a sua ideia está ligada ao processo de raciocínio correto e incorreto que depende da estrutura dos argumentos envolvidos nele. Assim concluímos que a lógica estuda as formas ou estruturas do pensamento, isto é, seu propósito é estudar e estabelecer propriedades das relações formais entre as proposições. Veremos nas próximas linhas a definição do que venha a ser uma proposição, bem como o seu cálculo proposicional antes de chegarmos ao nosso objetivo maior que é estudar as estruturas dos argumentos, que serão conjuntos de proposições denominadas premissas ou conclusões.

Álgebra das proposições, também conhecida por lógica proposicional é um tema muito cobrado especialmente em concursos públicos e também em alguns cursos de graduação, mais precisamente de engenharia e computação. Mas afinal, o que nos remete o estudo da Álgebra das proposições? Assim como na matemática básica estudamos operações algébricas com números reais e complexos, na álgebra das proposições estudaremos operações envolvendo proposições. Mas o que é uma Proposição?

Proposição

Chamaremos de proposição ou sentença, a todo conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo, para que seja possível atribuir, como valor lógico, ou a verdade ou a falsidade. Sendo assim, vejamos os exemplos.

  • a) O Professor Carlos é muito inteligente.

  • b) O Brasil é um País da América do Sul.

  • c) A Receita Federal pertence ao Poder Judiciário.

  • e) A soma dos ângulos internos de um triangulo é igual a 180 graus.

  • c) 10% de 230 vale 123.

Evidente que você já percebeu que as proposições devem assumir os valores falsos ou verdadeiros, pois elas expressam a descrição de uma realidade, e também observamos que uma proposição representa uma informação enunciada por uma oração, portanto pode ser expressa por distintas orações, tais como:

“Pedro é maior que Carlos”, ou podemos expressar também por “Carlos é menor que Pedro”.

Proposições estão associadas aos valores lógicos verdadeiros (V) ou falsos (F). Exemplos

  • a) O Canadá é um País da América do Sul. (É proposição)

  • b) A Receita Federal não pertence ao Poder Judiciário. (É proposição)

  • c) Bom dia! (NÃO É proposição)

  • d) João é um bom aluno? (NÃO É proposição)

  • e) Que horas são? (NÃO É proposição)

  • f) Seja um bom servidor público. (NÃO É proposição)

  • g) Ele é um bom professor. (NÃO É proposição) - (sentença aberta)

  • h) 3 + 5 = 7 (É proposição)

  • i) x + y = 7 (NÃO É proposição) - (sentença aberta)

  • j) Essa afirmação é falsa. (NÃO É proposição) - (Paradoxo)

Se a proposição p = “O Brasil é um País da América do Sul” é verdadeira então representaremos o valor lógico da

proposição p por VAL(p) = V.

Se a proposição p = “O Brasil é um País da América do Sul” é falsa então representaremos o valor lógico da

proposição p por VAL(p) = F.

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Portanto não serão proposições as seguintes expressões:

Exclamações: “Que belo dia!”, “Boa sorte!”.

 

Interrogações: “Carlos é um bom professor?”, “Que horas são?”, “ O jogo terminou empatado?”.

Imperativos: “Faça seu trabalho corretamente.”, “ Estude e limpe o quarto.”.

 

Paradoxos: “Esta proposição é falsa”.

 

Setenças abertas: “Ele é um bom professor” , “x + y = 7”

 

Em resumo, teremos três princípios que regem as proposições:

  • 1 Princípio da não-contradição: Uma proposição não pode ser verdadeira e falsa

simultaneamente.

  • 2 Princípio do Terceiro Excluído: Uma proposição só pode ter dois valores verdades, isto é, é

verdadeiro (V) ou falso (F), não podendo ter outro valor.

  • 3 Principio da Identidade: declara que todas as coisas são idênticas a si mesmo. Assim pode ser enunciada como p é p. Vamos interpretar como “ toda proposição p é equivalente a p”.

Logo, temos:

  • a) “O ano possui doze meses” é uma proposição verdadeira.

  • b) “O Brasil é um País da América do Sul” é uma proposição verdadeira.

  • c) “A Receita Federal pertence ao poder judiciário”, é uma proposição falsa.

  • d) “O Brasil é uma monarquia” ”, é uma proposição falsa.

Classificação de Proposições lógicas

As proposições serão representadas por letras do alfabeto: a, b, c,

. . .

, p, q,

. .

.

As proposições lógicas podem ser classificadas em dois tipos:

Proposição simples - São representadas de forma única. Ex: O cachorro é um mamífero.

Proposição composta - São formadas por um conjunto de proposições simples, ( duas ou mais proposições simples ligadas por “conectivos lógicos”). Ex: Brasília é a capital do Brasil ou Lima é a capital do Peru.

As proposições simples (átomos) combinam-se com outras, ou são modificadas, através de operadores (conectivos), gerando novas sentenças chamadas de moléculas (ou compostas).

Conectivos

Os conectivos serão representados da seguinte forma:

¬ ou ~ corresponde a “não”

 

corresponde a “e” (conjunção)

corresponde a “então” (condicional)

corresponde a “se e somente se” (bi-condicional)

corresponde a “

ou

ou

mas não ambos” (disjunção exclusiva)

A partir de uma proposição podemos construir uma outra correspondente com a sua negação. Negações: ~p (lê-se não p) Seja a proposição p: “lógica é difícil”.

A proposição “lógica não é difícil” será representada por ~p

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A partir de duas ou mais proposições podemos construir uma outra correspondente nas seguintes formas:

• Conjunções: a b (lê-se: a e b) Sejam a e b proposições tal que:

a = “Chove” b = “Faz frio”, então temos que:

a b = “Chove e faz frio”

• Disjunções: a b (lê-se: a ou b, ou também ou a ou b) Sejam a e b proposições tal que:

a = “Chove” b = “Faz frio”, então temos que:

a b = “Chove ou faz frio”

• Condicionais: a → b (lê-se: Se a então b) Sejam a e b proposições tal que:

a = “Chove” b = “Faz frio”, então temos que:

a → b = “Se chove então faz frio”

• Bi-condicionais: a ↔ b (lê-se: a se e somente se b) Sejam a e b proposições tal que:

a = “Chove” b = “Faz frio”, então temos que:

a ↔ b = “Chove se e somente se faz frio”

• Disjunções exclusivas: a b (lê-se: ou a, ou b, mas não ambos) Sejam a e b proposições tal que:

a = “Chove” b = “Faz frio”, então temos que:

a b = “Ou Chove, ou faz frio, mas não ambos

Exercícios Resolvidos:

1)

Seja a sentença:

“Se Cacilda é estudiosa então ela passará no concurso” Sejam as proposições:

p = “Cacilda é estudiosa” q = “Ela passará no concurso” Então poderemos representar a sentença da seguinte forma: Se p então q ( ou p → q )

2)

Considere as proposições abaixo:

p: “Carlos é estatístico”

q: “Flavio é advogado” Represente as proposições abaixo:

  • a) p V q: “Carlos é estatístico ou Flavio é advogado”

  • b) p Ʌ q: “Carlos é estatístico e Flavio é advogado”

  • c) p Ʌ ~q: “Carlos é estatístico e Flavio não é advogado”

  • d) p q: “Se Carlos é estatístico, então Flavio é advogado”

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3) A lógica clássica possui princípios fundamentais que servem de base para a produção de raciocínios válidos. Esses princípios foram inicialmente postulados por Aristóteles (384 a 322 a.C.) e até hoje dão suporte a sistemas lógicos. Tais princípios são os:

  • (A) da inferência, da não contradição e do terceiro incluído.

  • (B) da diversidade, da dedução e do terceiro incluído.

  • (C) da identidade, da inferência e da não contradição.

  • (D) da identidade, da não contradição e do terceiro excluído.

  • (E) da diversidade, da indução e da não contradição

4)

Os conectivos ou operadores lógicos são palavras (da linguagem comum) ou símbolos (da linguagem formal) utilizados para conectar proposições de acordo com regras formais preestabelecidas. Assinale a alternativa que apresenta exemplos de conjunção, negação e implicação, respectivamente.

  • (A) ¬p, p v q, p ʌ q

  • (B) p ʌ q, ¬p, p → q

  • (C) p → q, p v q, ¬p

  • (D) p v p, p → q, ¬q

  • (E) p v q, ¬q, p v q

5)

Considere a proposição: “Paula estuda mas não passa no concurso”. Nessa proposição qual o conectivo lógico? Conjunção (ʌ) - “Paula estuda e não passa no concurso”.

6)

Considere as proposições abaixo:

P: “Corre

Q: “O Bicho pegaRepresente as proposições abaixo:

  • a) P V Q: Corre ou o bicho pega

  • b) P Ʌ Q: Corre e o bicho pega

  • c) P Ʌ ~Q: Corre e o bicho não pega

  • d) P →Q: “Se corre, então o bicho pega

  • e) “Não corre”

~P :

  • f) “O bicho não pega”

~Q :

  • g) P Q: Corre se e somente se o bicho pega

  • h) P V Q: Ou corre, ou o bicho pega, mas não ambos

7)

Sejam as proposições p e q, tal que:

p = ”Está calor” q = ”Está chovendo”

Descrever as seguintes proposições abaixo:

  • a) “Não está calor”

¬ p

  • b) “Está calor ou está chovendo”

p q

  • c) “Está calor e está chovendo”

p q

  • d) p → q “Se está calor, então está chovendo”

  • e) p ↔ q “Está calor se e somente se está chovendo”

8)

Seja p = “Joselias é magro” e q = “ Joselias é bonito”.

Represente cada uma das seguintes afirmações em função de p e q:

a) “Joselias é magro ou bonito” = p q

  • b) “Joselias é magro e bonito” = p q

  • c) “Se Joselias é magro, então é bonito” = p → q

  • d) “Joselias não é magro, nem bonito” = ¬ p ¬ q

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“O Brasil é um País da América do Sul” é uma proposição verdadeira.

Podemos ver que atribuir um valor lógico para uma proposição simples é fácil, mas e para uma proposição composta como faremos isso? Utilizaremos um recurso chamado de tabelas verdade.

Tabela Verdade

Representaremos então o valor lógico de cada molécula com seu respectivo conectivo através da tabela verdade.

  • a. Valor verdade de ¬P

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A negação da proposição P é a proposição ¬P, de maneira que se P é verdade então ¬P é falso, e vice-versa.

  • b. Valor verdade de PQ (P e Q)

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O valor verdade da molécula PQ é tal que VAL (PQ) é verdade se e somente se VAL (P) e VAL (Q) são verdades.

  • c. Valor verdade de PQ (P ou Q)

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O valor verdade da molécula PQ é tal que VAL(PQ) é falso se e somente se VAL(P) e VAL (Q) são falsos.

  • d. Valor verdade de P → Q (Se P então Q)

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O valor verdade da molécula P → Q é tal que VAL(P → Q) = F se e somente se

VAL(P) = V e VAL (Q) = F

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  • e. Valor verdade de P ↔ Q (P se e somente se Q)

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO e. Valor verdade de P ↔ Q (P se

O valor verdade da molécula P ↔ Q é tal que VAL( P↔Q ) = V se e somente se VAL

(P) e VAL (Q) tem os mesmos valores verdade.

  • f. Valor verdade de P V Q (ou P , ou Q, mas não ambos)

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO e. Valor verdade de P ↔ Q (P se

O valor verdade da molécula P V Q é tal que VAL( PVQ ) = V se e somente se VAL (P) e VAL (Q) forem diferentes valores verdade.

Em Resumo temos: Para cada conectivo há uma regra de como produzir o valor lógico

Tabela Verdade

P

Q

~P

P V Q

P Ʌ Q

P → Q

P ↔ Q

P V Q

V

V

F

V

V

V

V

F

V

F

F

V

F

F

F

V

F

V

V

V

F

V

F

V

F

F

V

F

F

V

V

F

Note que: ~( P ↔ Q) É EQUIVALENTE A (P V Q)

~P TROCA O VALOR LÓGICO

 

P V Q SÓ DÁ Falso SE AS DUAS FOREM Falsas.

P Ʌ Q – SÓ DÁ Verdadeiro SE AS DUAS FOREM Verdadeiras.

P → Q – SÓ DÁ Falso QUANDO FOR

SE Verdade

Falso.

Memorizando temos:

Proposição

 

PɅQ

Condição de ser V V , V

PVQ

Não pode F, F

P→Q

Não pode V, F

P↔Q

Não pode V,F nem F,V

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Exercícios Resolvidos:

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1)

Complete a tabela verdade:

 

P

Q

~P

~Q

P V Q

P Ʌ Q

PɅ~ Q

P V~ Q

V

V

F

F

V

V

F

V

V

F

F

V

V

F

V

V

F

V

V

F

V

F

F

F

F

F

V

V

F

F

F

V

 

2)

Se p é uma proposição verdadeira, então:

 
  • a) (p → q) é uma proposição verdadeira, para qualquer que seja a proposição q.

  • b) (p q) é uma proposição verdadeira, para qualquer que seja a proposição q.

  • c) (p ↔ q) é uma proposição verdadeira, para qualquer que seja a proposição q.

  • d) (p q) é uma proposição verdadeira, para qualquer que seja a proposição q.

  • e) (¬ p) é uma proposição verdadeira, para qualquer que seja a proposição q.

Solução

  • a) A opção é incorreta, pois se q é uma proposição falsa e p verdadeira teremos a

proposição (p → q) falsa.

  • b) A opção é incorreta, pois se q é uma proposição falsa teremos a proposição (p q)

falsa.

  • c) A opção é incorreta, pois se q é uma proposição falsa e p verdadeira teremos a

proposição (p ↔ q) falsa.

  • d) A opção é correta, pois se p é uma proposição verdadeira teremos a proposição (pq)

sempre verdadeira.

  • e) A Opção é incorreta, pois se p é uma proposição verdadeira teremos a proposição

(¬ p) sempre falsa. Opção correta: D.

3)

Se (p → q) é uma proposição verdadeira então podemos afirmar que:

  • a) p é uma proposição verdadeira.

  • b) q é uma proposição verdadeira.

  • c) Se p é uma proposição falsa, então q é uma proposição verdadeira.

  • d) se q é uma proposição verdadeira então p é uma proposição verdadeira.

  • e) se q é uma proposição falsa então p é uma proposição falsa.

Solução

  • a) A opção é incorreta, pois se p e q são proposições falsas teremos a proposição (p →

  • q) verdadeira.

  • b) A opção é incorreta, pois se p e q são proposições falsas teremos a proposição (p →

  • q) verdadeira.

  • c) A opção é incorreta, pois se p e q são proposições falsas teremos a proposição (p →

  • q) verdadeira.

  • d) A opção é incorreta, pois podemos ter a proposição q verdadeira e a proposição p

falsa.

  • e) A opção é correta, pois se q é uma proposição falsa teremos a proposição p

necessariamente falsa. Opção correta: E.

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4)

Sejam p e q proposições. Complete a tabela verdade abaixo:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 4) Sejam p e q proposições. Complete a tabela

5)

Sejam p e q proposições. Complete a tabela verdade abaixo:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 4) Sejam p e q proposições. Complete a tabela

6)

Sejam p e q proposições. Complete a tabela verdade abaixo:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 4) Sejam p e q proposições. Complete a tabela

7)

Determinar o valor verdade da proposição (P Q) →R, sabendo-se que VAL (P) = V, VAL (Q) = V e VAL (R) = F.

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 4) Sejam p e q proposições. Complete a tabela

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8)

Determine o valor verdade da sentença: [A (B → C)] ↔ [¬ A (B C)]. Sabendo-se que: VAL (A) = V, VAL (B) = F e VAL (C) = V

Resposta: {[ A (B → C)] ↔ [¬ A (B C)]} = F

9)

Determinar o valor da sentença A → [(¬ B ↔C) (C D)], sabendo-se que:

VAL (A) = V, VAL (B) = F, VAL (C) = F e VAL (D) = V

Resposta: VAL {A → [(¬ B ↔ C) (C D)]} = F

10) Analise as sentenças lógicas:

Ana é artista ou Carlos é carioca

Se Carlos é carioca, então Lucia é linda

Se Jorge é juiz, então Lucia não é linda

Jorge é juiz.

Ana é artista ou Carlos é carioca

a V c

V,F

Se Jorge é juiz, então Lucia não é linda

 

V,F

Se Carlos é carioca, então Lucia é linda

j → ~l c→ l

F,V

Jorge é juiz.

j

V

Conclusões: a,~c,j,~l

11) Analise as sentenças lógicas:

André é inocente ou Beto é inocente

Se Beto é inocente, então Caio é culpado

Caio é inocente se e somente se Dinis é culpado

Dinis é culpado.

 

Andre é inocente ou Beto é inocente

A V B

V, F

 

Se Beto é inocente, então Caio é culpado

B → ~ C

F, F

Caio é inocente se e somente se Dinis é culpado

C ↔ ~ D

V, V

Dinis é culpado

~D

V

Conclusões: A,~B, C, ~D

 

12) Analise os sentenças lógicas:

Se a = b + p, então a = z + r

Se a = z + r, então a = w - r

Por outro lado, a = b + p , ou a = 0

Se a= 0 , então a + u = 5

A + u ≠ 5

 
 

Se a = b + p, então a = z + r

a = b + p a = z + r

 

V,V

 

Se a = z + r, então a = w - r

a = z + r a = w - r

 

V,V

 

Por outro lado, a = b + p , ou a = 0

, a = b + p V a = 0

 

V,F

 

Se a = 0 , então a + u = 5

A = 0 a + u = 5

 

F,F

 

A + u ≠ 5

A + u ≠ 5

 

V

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13) Analise os sentenças lógicas:

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Carlos compra um carro, ou Ana vai à África, ou Rui vai à Roma

Se Ana vai à África, então Luís vaia à Lua

Se Luís vaia à Lua , então Rui vai à Roma

Rui não vai à Roma

Carlos compra um carro, ou Ana vai à África, ou Rui vai à Roma

C

v A v R

V,F,F

Se Ana vai à África, então Luís vaia à Lua

 

A → L

 

F,F

Se Luís vaia à Lua , então Rui vai à Roma

 

L

→ R

F,F

Rui não vai à Roma

 

~R

 

V

 

14) Analise os sentenças lógicas:

 

Se durmo , bebo

Se estou furioso, durmo

Se durmo, não estou furioso

Se não estou furioso não bebo.

 

Se não durmo , bebo

~D B

 

F,F

 

Se estou furioso, durmo

F D

 

F,V

Se durmo, não estou furioso

D ~F

 

V,V

Se não estou furioso não bebo.

~F ~B

 

V,V

Exercícios Propostos

Texto para os itens de 01 a 05. (CESPE) Considere as sentenças abaixo.

I.

Fumar deve ser proibido, mas muitos europeus fumam.

II.

Fumar não deve ser proibido e fumar faz bem à saúde.

III.

Se fumar não faz bem à saúde, deve ser proibido.

IV.

Se fumar não faz bem à saúde e não é verdade que muitos europeus fumam, então fumar deve ser proibido.

V.

Tanto é falso que fumar não faz bem à saúde como é falso que fumar deve ser proibido; conseqüentemente, muitos europeus fumam.

Lógica Matemática Computacional 13) Analise os sentenças lógicas: Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO  Carlos compra um

Com base nas informações acima e considerando a notação introduzida no texto, julgue os itens seguintes. 1) A sentença I pode ser corretamente representada por P (¬ T). 2) A sentença II pode ser corretamente representada por (¬ P) (¬ R). 3) A sentença III pode ser corretamente representada por R → P. 4) A sentença IV pode ser corretamente representada por (R (¬ T)) → P. 5) A sentença V pode ser corretamente representada por T→((¬ R) (¬ P)).

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Texto para os itens de 06 a 10. (CESPE)

Considere que as letras P, Q, R e T representem proposições e que os símbolos ¬ , , e → sejam operadores lógicos que constroem novas proposições e significam não, e, ou e então, respectivamente. Na lógica proposicional, cada proposição assume um único valor (valor-verdade), que pode ser verdadeiro (V) ou falso (F), mas nunca ambos. Com base nas informações apresentadas no texto acima, julgue os itens a seguir.

6) Se as proposições P e Q são ambas verdadeiras, então a proposição (¬ P) (¬ Q) também é verdadeira. 7) Há duas proposições no seguinte conjunto de sentenças:

(I) O BB foi criado em 1980. (II) Faça seu trabalho corretamente. (III) Manuela tem mais de 40 anos de idade.

8)

Se

a proposição

T

R → (¬ T) é falsa.

é verdadeira e

a proposição R

é falsa,

então

a proposição

9) Se as proposições P e Q são verdadeiras e a proposição R é falsa, então a proposição (P R) → (¬ Q) é verdadeira.

Tautologia

São moléculas que possuem o seu valor verdade sempre verdadeiro independentemente dos valores lógicos das proposições (átomos) que as compõem. Para verificar se uma proposição é uma tautologia basta fazer a tabela verdade da proposição. Se todos os Valores da proposição forem verdadeiros teremos uma tautologia.

EXEMPLO: Assinale quais das proposições abaixo são tautologias.

Solução:

a) (p ¬p)

b) (p → p)

c) ¬(¬p) ↔ p

  • a) (p ¬p) é uma tautologia, pois é sempre verdadeira. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO Texto para os itens de 06 a 10. (CESPE)
  • b) (p → p) é uma tautologia, pois é sempre verdadeira. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO Texto para os itens de 06 a 10. (CESPE)
  • c) ¬(¬p) ↔ p é uma tautologia, pois é sempre verdadeira. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO Texto para os itens de 06 a 10. (CESPE)

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Complete a Tabela Verdade para (P ^ Q) → (P V Q)

Tautologia

P

Q

P ^ Q

P V Q

(P ^ Q) → (P V Q)

V

V

V

V

V

V

F

F

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

F

V

Contradições

São moléculas que são sempre falsas, independentemente do valor lógico das proposições (átomos) as compõem. Para verificar se uma proposição é uma contradição basta fazer a tabela verdade da proposição. Se todos os valores da proposição forem falsos teremos uma contradição.

EXEMPLO: Assinale quais das proposições abaixo são contradições.

Solução

a) (p ¬p)

b) (p ↔ ¬p)

  • a) (p ¬p) é uma contradição, pois é sempre falsa. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO Complete a Tabela Verdade para (P ^ Q) →
  • b) (p ↔ ¬p) é uma contradição, pois é sempre falsa. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO Complete a Tabela Verdade para (P ^ Q) →

Complete a Tabela Verdade para (P ^ ~Q) ↔ (~P V Q)

Contradição

P

Q

~P

~Q

P ^ ~Q

~P V Q

(P ^ ~Q) ↔ (~P V Q)

V

V

F

F

F

V

F

V

F

F

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

F

F

F

V

V

F

V

F

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Contingência

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São moléculas em que os valores lógicos dependem dos valores das proposições (átomos). Para verificar se uma proposição é uma contingência basta fazer a tabela verdade da proposição. Se os valores da proposição forem alguns verdadeiros e outros falsos teremos uma contingência.

EXEMPLO: Assinale quais das proposições abaixo são contingências.

Solução

a) ¬p ¬q

b) ¬p q

  • a) ¬p ¬q é uma contingência, pois pode ser falsa ou verdadeira. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Contingência Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO São moléculas em que os valores lógicos dependem
  • b) ¬pq é uma contingência, pois pode ser falsa ou verdadeira. Veja a tabela verdade:

Lógica Matemática Computacional Contingência Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO São moléculas em que os valores lógicos dependem

Complete a Tabela Verdade para (P → ~P) V (Q ^ ~Q)

Contingência

P

Q

~P

~Q

P → ~P

Q ^ ~Q

(P → ~P) V (Q ^ ~Q)

V

V

F

F

F

F

F

V

F

F

V

F

F

F

F

V

V

F

V

F

V

F

F

V

V

V

F

V

Exercícios Resolvidos:

1)

A proposição “Na eleição para a prefeitura um candidato A será eleito ou não será eleito” é uma contingência, uma tautologia ou contradição?

Tautologia pois a proposição é obvia , 100% verdadeira.

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2)

Complete a Tabela Verdade para (P V Q) → P Contingência

 

P

Q

P V Q

(P V Q) → P

V

V

V

V

V

F

V

V

F

V

V

F

F

F

F

V

3)

Sendo VAL(p): V e VAL(q): F, determine:

p ^ q

F

p → q

F

~(p V q)

F

~(p ↔ q) V

Equivalência lógica

Duas moléculas são equivalentes se elas possuem as mesmas tabelas verdade. Para verificar se duas proposições são equivalentes basta calcular a tabela verdade de cada uma, se as tabelas forem iguais elas são equivalentes.

Exercícios Resolvidos:

1)

Assinale se as proposições abaixo são equivalentes.

  • a) ¬(pq) é equivalente a (¬p¬q)

  • b) ¬(pq) é equivalente a (¬p ¬q)

  • c) (p→q) é equivalente a (¬pq)

  • d) (p→q) é equivalente a (¬q → ¬p)

Solução

  • a) ¬(pq) é equivalente a (¬p¬q). Veja que as tabelas-verdade são iguais.

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 2) Complete a Tabela Verdade para (P V Q)
  • b) ¬(pq) é equivalente a (¬p ¬q). Veja que as tabelas-verdade são iguais.

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO 2) Complete a Tabela Verdade para (P V Q)

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  • c) (p→q) é equivalente a (¬pq). Veja que as tabelas-verdade são iguais.

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO c) (p→q) é equivalente a (¬p ∨ q). Veja
  • d) (p→q) é equivalente a (¬q → ¬p). Veja que as tabelas-verdade são iguais.

Lógica Matemática Computacional Profº FERNANDO BICUDO SALOMAO c) (p→q) é equivalente a (¬p ∨ q). Veja

2)

Demonstre que P → Q ↔ ~Q → ~P

P

Q

P → Q

~P

~Q

~Q → ~P

V

V

V

F

F

V

V

F

F

F

V

F

F

V

V

V

F

V

F

F

V

V

V

V

 

c.q.d. ou q.e.d

MODUS TOLEN

 
 

Se rodrigo mentiu então rodrigo é culpado é equivalente a Se rodrigo não é

 

culpado então rodrigo não mentiu.

 
 

Se beber não dirija é equivalente a se dirigir não beba.

 

Equivalências mais comuns, Memorizando:

Proposição

Equivalente

p → q

~q → ~p

 

p suficiente q

p → q p → q

q necessário p

 

p é necessário e suficiente para q

p ↔ q p → q

~p V q

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3)

Um economista deu a seguinte declaração em uma entrevista: "Se os juros bancários são altos, então a inflação é baixa". Uma proposição logicamente equivalente à do economista é:

a)

se a inflação não é baixa, então os juros bancários não são altos.

b)

se a inflação é alta, então os juros bancários são altos.

c)

se os juros bancários não são altos, então a inflação não é baixa.

d)

os juros bancários são baixos e a inflação é baixa.e) ou os juros bancários, ou a

inflação é baixa.

4)

Se Rodrigo mentiu, então ele é culpado. Logo:

a)

Se Rodrigo não é culpado, então ele não mentiu.

b)

Rodrigo é culpado;

c)

Se Rodrigo não mentiu, então ele não é culpado;

d)

Rodrigo mentiu;

e)

Se Rodrigo é culpado, então ele mentiu.

5)

Dada a proposição: “Se Carla é solteira, então Maria é estudante”. Uma proposição equivalente é:

a) “Carla é solteira e Maria é estudante”;

b)“Se Maria é estudante, então Carla é solteira”;

c)“Se Maria não é estudante, então Carla não é solteira”;

d)“Maria é estudante se, e somente se, Carla é solteira”; e)“Se Carla é solteira, então Maria não é estudante”.

6)

Uma sentença logicamente equivalente a “Se Pedro é economista, então Luísa é solteira” é:

a)

Pedro é economista ou Luísa é solteira.

b)

Pedro é economista ou Luísa não é solteira.

c)

Se Luísa é solteira, Pedro é economista.

d)

Se Pedro não é economista, então Luísa não é solteira.

e)

Se Luísa não é solteira, então Pedro não é economista.

7)

Se o gato é pardo, então a lua é cheia. Logo:

a)

Se o gato não é pardo, então a lua não é cheia.

b)

Se a lua é cheia, então o gato é pardo.

c)

Se a lua não é cheia, então o gato não é pardo.

d)

Se o gato é pardo, então a lua não é cheia.

e)

O gato é pardo e a lua não é cheia.

8)

Se chove então faz frio. Assim sendo:

a)

Chover é condição necessária para fazer frio.

b)

Fazer frio é condição suficiente para chover.

c)

Chover é condição necessária e suficiente para fazer frio.

d)

Chover é condição suficiente para fazer frio.

e)

Fazer frio é condição necessária e suficiente para chover.

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9)

Se Marcos não estuda, João não passeia. Logo:

  • a) Marcos estudar é conclusão necessária para João não passear;

  • b) Marcos estudar é condição suficiente para João passear;

  • c) Marcos não estudar é condição necessária para João não passear;

  • d) Marcos não estudar é condição suficiente para João passear;

  • e) Marcos estudar é condição necessária para João passear.

10) O rei ir à caça é condição necessária para o duque sair do castelo, e é condição suficiente para a duquesa ir ao jardim. Por outro lado, o conde encontrar a princesa é condição necessária e suficiente para o barão sorrir e é condição necessária para a duquesa ir ao jardim. O barão não sorriu. Logo:

  • a) A duquesa foi ao jardim ou o conde encontrou a princesa.

  • b) Se o duque não saiu do castelo, então o conde encontrou a princesa.

  • c) O rei não foi à caça e o conde não encontrou a princesa.

  • d) O rei foi à caça e a duquesa não foi ao jardim

  • e) O duque saiu do castelo e o rei não foi à caça.

(F) Du→Re(F)

,

(F) Re→Da(F) ,

(F) C↔B(F) ,

(F) DaC(F) ,

~B (v)

11) Dizer que “Ana é alegre ou Beatriz é feliz” é, do ponto de vista lógico, o mesmo que dizer:

  • a) Se Ana não é alegre, então Beatriz é feliz;

  • b) Se Beatriz é feliz, então Ana é alegre;

  • c) Se Ana é alegre, então Beatriz é feliz;

  • d) Se Ana é alegre, então Beatriz não é feliz;

  • e) Se Ana não é alegre, então Beatriz não é feliz.

12) Dizer que “André é artista ou Bernardo não é engenheiro” é logicamente equivalente a dizer que:

  • a) André é artista se e somente se Bernardo não é engenheiro.

  • b) Se André é artista, então Bernardo não é engenheiro.

  • c) Se André não é artista, então Bernardo é engenheiro.

  • d) Se Bernardo é engenheiro, então André é artista.

  • e) André não é artista e Bernardo é engenheiro.

EQUIVALÊNCIAS IMPORTANTES:

TAUTOLOGIAS IMPORTANTES:

  • a) (pq) é equivalente a (qp)

  • a) (p ¬p)

  • b) (pq) é equivalente a (qp)

  • b) (p → p)

  • c) (p ↔ q) é equivalente a (q ↔ p)

  • c) (p ↔ p)

  • d) (p→q) é equivalente a (¬pq)

  • c) ¬(¬p) ↔ p

  • e) (p→q) é equivalente a (¬q → ¬p)

  • d) (p→q) ↔ (¬pq)

  • f) ¬(pq) é equivalente a (¬p¬q)

  • e) (p→q) ↔ (¬q → ¬p) (Contra-

  • g) ¬(pq) é equivalente a (¬p ¬q)

positiva)

  • h) ¬(¬p) é equivalente a p

  • f) ¬(pq) ↔ (¬p¬q) (Morgan)

  • i) ¬ (¬(¬p)) é equivalente a (¬p)

  • g) ¬(pq) ↔ (¬p ¬q) (Morgan)

  • j) ¬ (p→q) é equivalente a (p ¬q)

  • h) ¬(¬p) ↔ p

  • l) ¬ (p ↔ q) é equivalente a (p ↔ ¬q)

  • i) ¬ (p→q) ↔ (p ¬q)

  • j) ¬ (p ↔ q) ↔ (p ↔ ¬q)

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Sabemos que duas proposições são equivalentes se e somente se elas possuem a mesma tabela verdade. Sendo assim se relacionarmos duas proposições equivalentes através do conectivo ↔ (bi-condicional) teremos uma tautologia.

Exercícios Propostos

1) Assinale quais das sentenças abaixo são proposições:

a)

O Professor Joselias é bonito.

b)

O Brasil é um País da América do Sul.

c)

A Receita Federal pertence ao Poder Judiciário.

d)

Que belo dia!

e)

Boa sorte!

f)

Joselias é um bom professor?

g)

Que horas são?

h)

O jogo terminou empatado?

i)

Faça seu trabalho corretamente.

j)

Estude e limpe o quarto.

l)

Esta frase é falsa

m)

2 + 3 > 5

n)

x + y > 5

o)

A terra é um planeta.

p)

x é um planeta.

2) (FGV) A proposição ¬(p q) ↔ (¬p ¬q) representa um:

a.

Contradição

b.

Contingência

c.

Tautologia

d.

Paradoxo

e.

N.R.A

3) (FGV) A proposição ¬(p q) ↔ (¬p ¬q) representa um:

a.

Contradição

b.

Contingência

c.

Tautologia

d.

Paradoxo

e.

N.R.A

4) A proposição (¬p q) ↔ (p → q) representa um:

a.

Contradição

b.

Contingência

c.

Tautologia

d.

Paradoxo

e.

N.R.A

5) A proposição (p → q) ↔ (¬q → ¬p) representa um:

a.

Contradição

b.

Contingência

c.

Tautologia

d.

Paradoxo

e.

N.R.A

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6) A proposição (p ¬p) representa um:

  • a. Contradição

  • b. Contingência

  • c. Tautologia

  • d. Paradoxo

  • e. N.R.A

7) A proposição (p ¬p) representa um:

  • a. Contradição

  • b. Contingência

  • c. Tautologia

  • d. Paradoxo

  • e. N.R.A

8) A proposição ¬ (¬p) ↔ p representa um:

  • a. Contradição

  • b. Contingência

  • c. Tautologia

  • d. Paradoxo

  • e. N.R.A

9) A proposição ¬ (¬ (¬p)) ↔ ¬p representa um:

  • a. Contradição

  • b. Contingência

  • c. Tautologia

  • d. Paradoxo

10) (FGV) – Quando se afirma que P → Q (P implica Q) então:

  • a. Q é condição suficiente para P.

  • b. P é condição necessária para Q.

  • c. Q não é condição necessária para P

  • d. P é condição suficiente para Q.

  • e. P não é condição suficiente nem necessária para Q.

11) Uma sentença lógica equivalente a “Se Pedro é economista, então Luisa é solteira.” é:

  • a) Pedro é economista ou Luisa é solteira.

  • b) Pedro é economista ou Luisa não é solteira.

  • c) Se Luisa é solteira, Pedro é economista.

  • d) Se Pedro não é economista, então Luisa não é solteira.

  • e) Se Luisa não é solteira, então Pedro não é economista.

12) Dizer que “André é artista ou Bernardo não é engenheiro” é logicamente equivalente a dizer que:

  • a) André é artista se e somente se Bernardo não é engenheiro.

  • b) Se André é artista, então Bernardo não é engenheiro.

  • c) Se André não é artista, então Bernardo é engenheiro

  • d) Se Bernardo é engenheiro, então André é artista.

  • e) André não é artista e Bernardo é engenheiro

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13) Dizer que “Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista” é, do ponto de vista lógico, o mesmo que dizer que:

  • a) se Pedro é pedreiro, então Paulo é paulista

  • b) se Paulo é paulista, então Pedro é pedreiro

  • c) se Pedro não é pedreiro, então Paulo é paulista

  • d) se Pedro é pedreiro, então Paulo não é paulista

  • e) se Pedro não é pedreiro, então Paulo não é paulista

14) A negação da afirmação condicional “se estiver chovendo, eu levo o guardachuva” é:

  • a) se não estiver chovendo, eu levo o guarda-chuva

  • b) não está chovendo e eu levo o guarda-chuva

  • c) não está chovendo e eu não levo o guarda-chuva

  • d) se estiver chovendo, eu não levo o guarda-chuva

  • e) está chovendo e eu não levo o guarda-chuva

15) Das proposições abaixo, a única que é logicamente equivalente a (~p~q) é

  • a) ~(p q)

  • b) (~p q)

  • c) (p q)

  • d) (p ~q)

  • e) (~p q)