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7.

Resoluo em MATLAB de exemplos selecionados da


Segunda Edio do livro Computational Methods for
Process Simulation (Ramirez, W. F.)
i.

Exemplo 2.2, pgina 59


O primeiro passo para a resoluo deste problema realizar um balano de

material para o sistema, realizando-o em cada equipamento. Isso nos fornece o


seguinte conjunto de equaes, sendo W a gua, A o lcool e R o material orgnico:
1) 2 = 6 + 7

11) 13 = 7

2) 2 = 7

12) 7 = 12

3) 2 = 6 + 7

13) 11 313 = 0

4) 5 37 = 0

14) 11 313 = 0

5) 5 37 = 0

15) 9 11 = 0

6) 5 37 = 0

4
3

16) 9 11 = 0
3

7) 3 3 5 = 0

17) 7 + 7 3 7 = 0

8) 3 5 = 0

18) 13 95 13 = 0

9) 3 3 5 = 0

19) 6 0.82 = 0

10) 7 = 13 + 12
Das especificaes do problema, tem-se:
1) 2 = 8000 / de gua
2) 2 = 1000 / de cool
3) 2 = 1000 / de material orgnico
Organizando as equaes de modo a no deixar que os elementos de sua
diagonal tenham valor zero. Para a resoluo deste problema, as variveis foram
organizadas em ordem crescente, logo, o vetor soluo gerado, ir retornar os valores
na seguinte sequncia:
3 , 3 , 3 , 5 , 5 , 5 , 6 , 6 , 7 , 7 , 7 , 9 , 9 , 11 , 11 , 12 , 12 , 13, 13
Para a resoluo desse problema, inicialmente cria-se um arquivo .m, que ir
ler as matrizes A e B e resolver o sistema por eliminao Gaussiana:
A = zeros(19);
A(1,1) = 1; A(1,4)
A(2,2) = 1; A(2,5)
A(3,3) = 1; A(3,6)
A(4,4) = 1; A(4,9)

= -1.33;
= -1.33;
= -1.33;
=-3;
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A(5,5) = 1; A(5,10) =-3;


A(6,6) = 1; A(6,11) =-3;
A(7,7) = 1; A(7,9) = 1;
A(8,8) = 1;
A(9,9) = 1; A(9,10) = -0.67; A(9,11) = 1;
A(10,10) = 1;
A(11,8) = 1; A(11,11) = 1;
A(12,12) = 1; A(12,14) = - 1.33;
A(13,13) = 1; A(13,15) = - 1.33;
A(14,14) = 1; A(14,18) = -3;
A(15,15) = 1; A(15,19) = -3;
A(16,9) = -1; A(16,16) = 1; A(16,18) = 1;
A(17,11) = -1; A(17,17) = 1;
A(18,18) = 1; A(18,19) = -0.05;
A(19,10) = -1; A(19,19) = 1;
b = zeros(19,1);
b(7,1) = 8000;
b(8,1) = 800;
b(10,1) = 1000;
b(11,1) = 1000;
x = A\b
Em seguida, na janela de comandos do MATLAB, basta chamar a funo pelo
nome dado a esta; no caso, lin2_2:
>> lin2_2
x =
1.0e+03 *
1.8753
3.9900
0.7980
1.4100
3.0000
0.6000
7.5300
0.8000
14

0.4700
1.0000
0.2000
0.1995
3.9900
0.1500
3.0000
0.4200
0.2000
0.0500
1.0000

ii.

Exemplo 2.3, pgina 84


Tendo em mos os balanos fornecidos para o problema, inicialmente deve-se

inserir uma funo que ir definir as funes a serem resolvidas, ou seja, as equaes
de balano material e energtico. Logo, criou-se o arquivo cstr.m, considerando
x(1) como a concentrao e x(2) como a temperatura:
function c = cstr(x)
eta0 = 1.75;
etac = 1.75;
U1 = 2.0;
c(1) = 1 - x(1) - x(1)*exp(50*(0.5-1/x(2)));
c(2) = (eta0-x(2)) - U1*(x(2)-etac) + x(1)*exp(50*(0.51/x(2)));
Basta, ento, utilizar a funo fsolve:
>> x = fsolve('cstr',[0.2 2.0]')
Equation solved.
fsolve completed because the vector of function values is
near zero as measured by the default value of the function
tolerance, and the problem appears regular as measured by
the gradient.
<stopping criteria details>
x =
15

0.9676
1.7608
Ou seja, a concentrao e a temperatura no estado estacionrio sero,
respectivamente, 0,9676 e 1,7608.

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