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TENHO ESSE TRABALHO PRONTO

CHAMA NO ZAP 38 9 9921 1710

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO

Curso: CST em Segurança Pública Semestre: 3º/2º


Sistemas de Informação em Segurança; Expansão da
Disciplinas:

Criminalidade;
Planejamento Estratégico em Segurança; Direitos Humanos e
Cidadania; Tópicos em Direito Administrativo; Seminário de Projeto
Integrado III.
Jaqueline dos Santos Ferrarezi; João Henrique de Almeida
Professores
Scaff; Suzi Bueno de Almeida; Vanessa Vilella Berbel; Janaína
Carla
Vargas Testa.
Compreender e aplicar conceitos teóricos em situações práticas
Competências:
atinentes a Sistemas de Informação em Segurança; Expansão
da
Criminalidade; Planejamento Estratégico em Segurança; Direitos
Humanos e Cidadania; e Tópicos em Direito Administrativo.
Ao concluir as etapas propostas neste desafio, você terá
Habilidades:
desenvolvido as competências e habilidades:
Possibilitar o desenvolvimento de trabalhos em grupo,
promovendo a capacidade de adaptação, comunicação e
integração do espírito de equipe.
Fornecer sólida formação humanística e visão global que
habilite o acadêmico a compreender os meios social, político,
cultural e econômico.
Promover formação teórico-prática possibilitando a vivência
concreta nas organizações, estimulando uma postura
investigativa e de análise crítico-reflexiva.
Formar profissionais com visão integral, capacidade
de adaptação e flexibilidade, que atuem de forma
interdisciplinar. Capacitar para que os indivíduos possam
tomar decisões complexas com ética e responsabilidade.
Permitir que os indivíduos consigam ampliar sua visão
de forma competitiva, promovendo melhorias nas
organizações.
Objetivos da A produção textual é um procedimento metodológico de
Aprendizagem: ensino- aprendizagem que tem por objetivos:
Favorecer a aprendizagem.
Estimular a corresponsabilidade do aluno pelo
aprendizado eficiente e eficaz.
Promover o estudo dirigido a distância.
Desenvolver os estudos independentes, sistemáticos e o
auto aprendizado.
Oferecer diferentes ambientes de aprendizagem.
Auxiliar ncias requeridas pelo Catálogo Nacional de Cursos
no Superiores em Tecnologia do Ministério da Educação.
desenvol Promover a aplicação da teoria e conceitos para a solução
vimento de problemas práticos relativos à profissão.
das Direcionar o estudante para a busca do raciocínio crítico e a
competê emancipação intelectual.
Caros Alunos do Grupo

Para atingir os objetivos desta produção textual, vocês deverão seguir as


instruções voltadas a elaboração do trabalho disponibilizadas ao longo do semestre, sob
a orientação do Tutor a Distância, considerando as disciplinas norteadoras. A sua
participação na consecução da proposta é fundamental para que haja o pleno
desenvolvimento de competências e habilidades requeridas em sua atuação
profissional. Nessa produção textual deverá ser considerado o caso Regime Disciplinar
Diferenciado – RDD: Solução

ou Retrocesso? apresentado na sequência.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Regime Disciplinar Diferenciado – RDD: Solução ou Retrocesso?

O Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) consiste em uma modalidade de


sanção disciplinar com especificidades que o difere dos demais regimes apresentados
na Lei de Execução Penal (LEP), sendo instituído com o objetivo central de combater o
crime organizado, sendo aplicado, inicialmente, ao combate do crime organizado e a
líderes de facções criminosas que de dentro dos presídios continuavam a dar ordens e a
incitarem seus comparsas em liberdade à prática de delitos graves de todos os tipos.

Originado no Estado de São Paulo, a partir da Resolução nº 26/2001


que, posteriormente, tornou-se a Lei nº 10.792/2003, o RDD prevê: a) duração máxima
de 360 dias, sem prejuízo de repetição da sanção por nova falta grave de mesma
espécie, até o limite de um sexto da pena aplicada; b) recolhimento em cela
individual; c) visitas semanais de duas pessoas, sem contar crianças, com duração de
duas horas; d) direito de saída da cela para banho de sol por duas horas diárias (art. 52,
I a IV da Lei 7.210/84).

Podem se submeter a este regime tanto condenados como presos provisórios,


que apresentem alto risco para ordem e a segurança do estabelecimento penal ou da
sociedade, podendo se estender, inclusive, a presos estrangeiros provisórios ou
condenados, bem como aqueles que estiverem envolvidos ou participarem com
fundadas suspeitas, a qualquer título, de organizações criminosas, quadrilha ou
bando (atual associação criminosa, com fundamento na Lei nº 12.850/2013 (art. 52,
§§ 1º e 2º LEP).
É inquestionável que não se pode tratar integrantes de crime organizado como
se fossem delinquentes comuns, e ainda que o RDD seja considerado
constitucional em virtude de entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do
Superior Tribunal de Justiça (STJ). Todavia, tal regime é alvo de críticas e de opiniões
divergentes (a favor ou contra), em razão das peculiaridades que envolvem sua
aplicação.

Neste contexto, após constatação mediante intensa investigação sobre


como líderes da facção estariam comandando as ações do crime organizado nas ruas,
mesmo detidos em prisões de segurança máxima, a Justiça do Estado de São
Paulo com a anuência do Ministério Público, determinou em julho do ano de 2017 a
transferência de onze líderes de uma facção criminosa para o chamado RDD.

Interessado pelo tema, um jornalista constatou que ao longo do cumprimento da


pena sob as novas regras do RDD sete destes onze presos já haviam desenvolvido
problemas psiquiátricos.

Ao levantar a hipótese de que o estado de saúde dos presos poderia ter relação
com as condições próprias do regime, decidiu iniciar uma investigação mais profunda,
buscando compreender o posicionamento das instituições envolvidas. Desse modo, ao
confrontar estes dados junto ao diretor de um dos estabelecimentos, obteve a seguinte
resposta:

“Em que pese este quadro, a medida é essencial e eficaz para


evitar que estes indivíduos considerados como de ‘alta
periculosidade’ continuem atuando de forma a comprometer a
ordem e segurança pública. Assim, o isolamento destes presos
considerados mais perigosos, a partir de uma execução penal
diferenciada é visto não só por esta direção, mas por muitos
especialistas como uma medida importante para inviabilizar um
possível contato com seus comparsas”.

Isto porque, o isolamento total no RDD é considerado capaz de


enfraquecer a estrutura da organização criminosa, desestabilizando-a à medida que
atinge os líderes da facção – que, até então, seriam capazes de comandar a atuação dos
seus comparsas caso estivessem presos em penitenciárias comuns.

No entanto, têm-se também posicionamentos contrários, conforme apontou


ao jornalista um integrante do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM):

“As características e normas do RDD faz com que os


detentos desenvolvam problemas psiquiátricos... Ou seja, vai
contra a premissa de que o sistema prisional deveria ‘ressocializar’
o indivíduo. Ainda, esse regime diferenciado não resolve
totalmente o problema frente às
facções criminosas, pois, geralmente, com a prisão do
líder, rapidamente é colocado outro líder em seu lugar”.

Partindo de tal contextualização, é possível verificar que a aplicação do RDD e


as próprias especificações do regime podem ser analisadas a partir de diferentes óticas
as quais

podem considerar o regime como eficiente ou não, dado o contexto da aplicação da


sanção.

2. Agora, é com você!

Partindo dos seus conhecimentos frente ao tema – o RDD e sua aplicação


permeada por posições conflitantes no que tange à sua efetividade ou não – você e sua
equipe deverão analisar as premissas centrais que sustentam o regime diferenciado em
questão, analisando-o criticamente a fim de construir um posicionamento favorável ou
contrário à sanção sendo que, tal posicionamento, deve estar ancorado por informações
e dados que defendam seus argumentos.

Verifiquem as respostas dadas ao jornalista pelos entrevistados apresentadas na


contextualização, as quais ilustram dois argumentos diferentes frente ao regime, e
busquem outras fontes que apresentem dados relevantes no que diz respeito ao tema a
fim de nortearem, inicialmente, o caminho que irão seguir (a favor, ou contra). A missão
consiste então em analisar o RDD de maneira detalhada a partir dos aspectos descritos
a seguir, imprimindo o posicionamento crítico da equipe em cada aspecto, argumentando
e sustentando suas análises.

a) DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA:

A Constituição elenca no inciso XLVII de seu artigo 5º algumas garantias


voltadas à pessoa presa. Nesse sentido, com o intuito de garantir a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, há previsão
constitucional de que não existirão, no Brasil, penas dos seguintes tipos: a) de morte,
com exceção nos casos de guerra declarada; b) perpétua; c) de trabalhos forçados; d)
de banimento; e) cruéis.

Além disso, vale destacar que o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e
Políticos de 1966 que foi ratificado pelo Brasil em 1992, centrado na dignidade da
pessoa humana, é um mecanismo jurídico que tem, como um de seus principais
objetivos, fazer com que os direitos humanos estabelecidos na Declaração
Universal dos Direitos Humanos tornem-se leis vinculantes por meio da sua
incorporação como direitos fundamentais. Desse modo, é possível localizar na
Constituição Federal brasileira, mais
precisamente em seu Título II: “Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos”, esses
direitos que estão divididos em cinco grandes grupos, quais sejam:

1. Direito à vida; 2. Direito à liberdade; 3. Direito à igualdade; 4. Direito à segurança; e 5.


Direito à propriedade.

Sob a perspectiva do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (1966),


em especial em relação ao direito à vida, no qual contempla-se a dignidade da pessoa
humana, redija um texto crítico acerca do RDD considerando:

O conceito de Direitos Humanos, explicando o limite de sua extensão


aos privados de liberdade por determinação judicial;
Os Direitos Humanos também são aplicados à população carcerária?
Possíveis aspectos conflitantes (ou não) entre o RDD e o Pacto Internacional
sobre Direitos Civis e Políticos (1966) e a Constituição
Federal/1988, enfatizando o direito à vida e a dignidade da pessoa humana;
Contemple em seu texto uma análise do caso relatado confrontando-o com o
artigo 5º, inciso XLVII da Constituição Federal;
Faça o fechamento do texto com o posicionamento do grupo a respeito
da análise jurídica acerca da compatibilidade ou incompatibilidade do RDD
com as normas constitucionais e internacionais que você está analisando
neste momento.

b) SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SEGURANÇA:

Falar em sistemas e tecnologias da informação no âmbito dos sistemas


prisionais brasileiros requer compreender a complexidade na qual o tema está imerso.
Isto porque, a utilização de tecnologias nas penitenciárias ainda enfrenta algumas
dificuldades frente ao atingimento dos objetivos almejados com relação à promoção da
segurança.

Em outras palavras, a fim de tornar mais claro a afirmativa acima, associem os


conhecimentos apreendidos na disciplina Sistemas de Informação em Segurança
ao contexto de uma penitenciária comum e de uma penitenciária de segurança máxima,
sob o regime disciplinar diferenciado. A princípio, à medida que conhecemos as
tecnologias de informação utilizadas em segurança, podemos inferir que sistemas de
monitoramento
por câmeras podem ser amplamente utilizados, bem como sistemas de vigilância
por perímetro, sistemas de alarme, entre outros. No entanto:

Tais tecnologias da informação podem ser igualmente empregadas nestes dois


tipos de sistemas prisionais? Para responder a este questionamento inicial, pensem nos
seguintes aspectos:

Como se dá o emprego das tecnologias da informação voltadas para à


promoção da segurança em uma penitenciária sob o RDD? Câmeras de
monitoramento podem ser alocadas em todos os ambientes? E em uma
penitenciária comum? O direito à privacidade, regulamentado por Lei e
descrito no artigo 5º da CF88, se aplica neste contexto, podendo restringir em
alguma medida o uso de tecnologias para monitoramento dos detentos?

Nas penitenciárias comuns existem sistemas e tecnologias da informação


eficientes no que diz respeito à captação de informações essenciais que
sejam capazes de subsidiar investigações criminais de delitos que ocorrem no
interior dos sistemas penais (o que envolve o uso e tráfico de drogas e
utilização de aparelhos celulares, por exemplo)? Se não, como elas
poderiam sem empregadas?

Caminhando nesta análise para outro ponto relevante, são frequentes as


notícias de detentos utilizando telefones celulares no interior das penitenciárias, mesmo
que tais aparelhos sejam proibidos e existam políticas e práticas de fiscalização
voltadas para coibir a entrada destas e outras ferramentas que permitam à comunicação
entre presos e o meio externo. Tal fato consiste em um dos fatores determinantes para a
transferência de presos para presídios de segurança máxima, visto que, no RDD, o
isolamento não permite que os detentos continuem a dar ordens aos seus
comparsas, incitando e controlando à prática de crimes. No entanto, a
comunicação por meio de telefones celulares dentro dos ambientes penais configura
uma polêmica em constante discussão frente ao bloqueio de sinais de telefonia móvel e
internet próximo aos presídios que, ao mesmo tempo em que inibiria a comunicação dos
detentos, também prejudicaria, de certo modo, as comunidades próximas e até mesmo
os agentes públicos. Frente este contexto:

Como no RDD este problema é tratado e como tratá-lo no contexto


dos sistemas prisionais comuns?
A missão neste tópico é redigir um texto crítico e argumentativo contemplando
todos os pontos aqui citados, sustentando então como o RDD se mostra vantajoso no
que diz respeito à utilização de sistemas e tecnologias da informação se comparados
aos sistemas prisionais comuns, ou, apresentando possíveis soluções aos sistemas
comuns a fim de que o RDD não seja necessário no contexto em que é aplicado.

c) EXPANSÃO DA CRIMINALIDADE:

Lucas da Costa, vulgo "foguinho", foi condenado pela prática dos crimes
de organização criminosa, homicídio e tráfico de drogas, durante o cumprimento
de sua pena, as autoridades tomaram conhecimento que este planejava a execução de
agentes penitenciários federais e arquitetava a própria fuga, motivo que ensejou a
aplicação do regime disciplinar diferenciado (RDD) ao condenado. A defesa do Sr. Lucas
da Costa impetrou Habeas Corpus alegando, entre outros argumentos, a
inconstitucionalidade do RDD, os advogados sustentam que " nossos representantes no
legislativo entendem que os encarcerados precisam se isolar do mundo para que suas
penas sejam cumpridas da forma correta, o que fere direitos previstos na lei de
execução penal, bem como os dispositivos constitucionais, sustentam que seu cliente
está sofrendo sérios abalos a sua saúde psíquica, e que a sua submissão a um regime
violente não atenderá aos propósito de ressocialização objetivados pela execução
penal, além de violar o princípio da dignidade da pessoa humana". O recurso é
encaminhado para a manifestação do Ministério Público que pugna pelo indeferimento
do pedido. Concluso os autos, cabe ao magistrado apreciar o pedido.

Conforme o entendimento do Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal


Federal, o regime disciplinar diferenciado é ou não constitucional?

d) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM SEGURANÇA:

Para um bom diagnóstico de uma determinada situação é fundamental analisar


os pontos fortes e os fracos para saber em que se pode melhorar. Com o foco na RDD
faça a análise dos ambientes internos e externo, monte a matriz SWOT e faça a análise
de cada variável.

Ambiente Interno: Quais são os Pontos Fortes e Pontos Fracos da RDD?

Ambiente Externo: Quais são as Ameaças e Oportunidades da RDD?


Como o grupo avalia a situação atual da RDD em relação ao planejado, ou
seja, a RDD está no caminho certo?

Como o grupo avalia a estrutura organizacional da RDD (organograma). Está


adequado ao seu tamanho? Ex. muitos chefes e poucos subordinados (isso
é um problema).

O sistema possui indicadores de desempenho de processo?

e) TÓPICOS EM DIREITO ADMINISTRATIVO:

Sabe-se que é dever constitucional do Estado proteger a sociedade,


garantir eficiência à atuação estatal frente à solução de conflitos sociais, bem como
respeitar e criar medidas em prol da efetivação dos direitos fundamentais.

A eficiência estatal, no contexto da implantação do RDD, deve ser vista sob três
ângulos: 01) Na garantia de um sistema prisional eficiente no combate da criminalidade;
02) Na proteção da integridade física e psicológica do preso; 03) na proteção da
sociedade e da coletividade, por meio de políticas eficientes de segurança pública.

A partir dessas premissas, analise o RDD sob o viés do princípio da eficiência


da Administração Pública, previsto no artigo 37, caput, da Constituição Federal, em
relação aos três ângulos destacados acima.

É importante que o grupo se posicione sobre o RDD, analisando de forma crítica


se ele é ou não um sistema que atende ao princípio da eficiência do Estado.

ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO TRABALHO

O trabalho será realizado em GRUPOS composto por no mínimo 2 alunos e


máximo de 7 alunos.
A formação dos grupos é de responsabilidade dos alunos; no entanto, solicitamos
que sigam as orientações passadas pelo tutor sobre a formação dos grupos. O
tutor presencial cadastra os grupos. Importante: somente o líder do grupo
conseguirá cadastrar o trabalho na área restrita.
A produção textual é um trabalho original e, portanto, não poderá haver trabalhos
idênticos ao de outros alunos ou grupos.
O líder do grupo deve postar o trabalho na pasta específica (na pasta atividades
interdisciplinares) obedecendo o prazo limite de postagem conforme disposto no
cronograma do curso. Não existe prorrogação para a postagem da atividade.
É importante que você leia os materiais disponíveis das disciplinas do semestre;
Além da pesquisa nos materiais das disciplinas, lembre-se de que a Biblioteca
Digital tem excelentes obras que tratam dos temas propostos. (A pesquisa
é fundamental para o bom desenvolvimento do trabalho);
A Produção Textual deverá ser desenvolvida inteiramente dentro das Normas da
ABNT (Capa, Folha de rosto, Sumário, Desenvolvimento, Conclusão,
Referências, etc).

ORIENTAÇÕES PARA FORMATAÇÃO DO TRABALHO

CONFIGURAÇÕES DO TRABALHO: mínimo 8 e no máximo 15 páginas; A


estrutura do trabalho deverá ser a seguinte: Capa, Folha de rosto; Apresentar o
relatório contendo um diagnóstico dos fatos analisando detalhadamente os
seguintes aspectos pertinentes a cada disciplina; Referências (caso necessário);
O trabalho deve ser realizado de acordo com as normas da ABNT; acesse
a Biblioteca Digital, clique em “Padronização” e escolha as opções
“Trabalhos acadêmicos – Apresentação” e “Modelo para elaboração de Trabalho
Acadêmico”;
Haverá apresentação da produção textual em grupo, vocês devem seguir as
instruções para apresentação do trabalho.

1 Regras para apresentação dos trabalhos


Os trabalhos deverão ser apresentados por todos os grupos;
As apresentações acontecerão no período das aulas atividades dos seminários
conforme especificado no cronograma;
Os tutores presenciais são responsáveis por organizar os grupos e inserir as
avaliações nas fichas de apresentação no sistema;
Tempo de apresentação: cada grupo terá no mínimo 10 e no máximo 15 minutos
para apresentar os trabalhos;

2 Estrutura da Apresentação

Apresentação
Slide 1 - Nome do Curso / Semestre / Nome dos integrantes da equipe /
Polo - Ano/Semestre (ex: Londrina - 2015)
Slide 2 - Tema do Trabalho
Introdução - 1 a 2 Slides
Desenvolvimentos
Desenvolvimento - 3 a 6 Slides
Apresentação dos resultados.
Conclusão - 1 a 2 Slides
Considerações Finais
Informações Complementares - 1 Slide

Lembre-se que seu tutor à distância está à disposição na sala do tutor para lhe atender em suas
dúvidas e também repassar orientações sempre que você precisar. Aproveite esta oportunidade para
realizar

um trabalho com a qualidade exigida de um trabalho acadêmico de nível universitário.

REFERÊNCIAS

NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de processo penal e execução penal.14. ed.


rev., atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense, 2017.

Bom trabalho a todos!


Equipe de professores