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Chesneaux capítulo 2

A China e o Japão são abertos a força pelo ocidente; cresce o interesse das potências ocidentais
pelos recursos asiáticos - especialmente chineses, no nosso caso. O Japão já estava preparado e
realizara a Renovação Meiji. É sobre a China que recai a cobiça ocidental, alimentada pelos reltos
de Marco Polo. O governo chinês recusa a abrir seu território ao comércio estrangeiro e é do
contrabando que vivem os ingleses e americanos no território. É nessa conjectura que o governo
Inglês confisca o ópio e ataca a China (guerra do ópio), obriga o governo chinês a abrir cinco
portos e estabelece relações entre os dois Estados em questão. Até então o confuccionismo só
permitia a administração chinesa nos assuntos estatais, isso não importava para os ingleses, mas
sim para os políticos chineses. Nas investigações de Chesneaux, o fator fundamental de
divergência entre o governo chinês e japonês repousa sobre como cada um deles conseguira
lidar com a opinião.

No que tange a dependência econômica, o liberalismo e o laisser-faire inspira esse fator; o


liberalismo se impõe progressivamente. A Companhia britânica das Indias sobreviência o
dirigismo da época mercantilista. Em outras palavras, há um dirigismo ocidental sobre as
relações comerciais dos países asiáticos, como por exemplo nos portos chineses abertos, cujo
qual não poderiam ter taxas aduaneiras acima de 5% ao ano. O livre comércio só funciona num
sentido. Nesse momento a prosperidade se mede pelo volume de trocas e não pelo volume dos
investimentos. A política do laisser-faire permitiu que as empresas de colonização chegar a
posse de gerbas. A Metrópole prefere o comércio às terras.