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40 horas Primeiros Socorros

Denise Santana Silva dos


Santos
Com certificado
online

Este material é parte integrante do curso online "Primeiros Socorros" do EAD


(www.enfermagemadistancia.com.br) conforme a lei nº 9.610/98. É proibida a reprodução
total e parcial ou divulgação comercial deste material sem autorização prévia expressa
do autor (Artigo 29).
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Primeiros Socorros
Denise Santana Silva dos
Santos
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SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO .............................................................................................................. 5
1.1 OBJETIVOS ................................................................................................................ 5
1.2 PREMISSAS ............................................................................................................... 5
1.2.1 Critérios na realização dos primeiros socorros ..................................................... 6
DEFINIÇÃO DOS PRIMEIROS SOCORROS ............................................................... 8
SITUAÇÕES QUE NECESSITAM DE PRIMEIROS SOCORROS ............................. 9
AVALIAÇÃO DA CENA E DO SINISTRO................................................................... 10
4.1 A AVALIAÇÃO DE CENA É DIVIDIDA EM QUATRO FASES ......................... 10
AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES GERAIS DA VÍTIMA ......................................... 12
POSIÇÃO LATERAL DE SEGURANÇA (PLS) ........................................................... 13
6.1 ESTA NÃO DEVE SER REALIZADA QUANDO A PESSOA ............................. 13
ANÁLISE PRIMÁRIA ..................................................................................................... 14
ANÁLISE SECUNDÁRIA ................................................................................................ 15
SÍNCOPE/ DESMAIO ...................................................................................................... 16
9.1 QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS ................................................................ 17
9.2 O QUE FAZER? ........................................................................................................ 17
9.3 O QUE NÃO FAZER? .............................................................................................. 17
FERIMENTOS EXTERNOS ........................................................................................... 18
HEMORRAGIA EXTERNA ............................................................................................ 19
11.1 COMO RECONHECER O SANGRAMENTO ...................................................... 19
HEMORRAGIA INTERNA ............................................................................................. 21
HEMORRAGIA NASAL .................................................................................................. 22
CORPO ESTRANHO NOS OLHOS ............................................................................... 23
QUEIMADURAS .............................................................................................................. 25
15.1 AS QUEIMADURAS PODEM SER CLASSIFICAÇÃO EM ............................... 25
15.2 AVALIAÇÃO DA ÁREA QUEIMADA ................................................................ 26
15.3 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES NA AVALIAÇÃO DAS QUEIMADURAS
26
15.4 AVALIAÇÃO DA ÁREA CORPÓREA QUEIMADA PARA CRIANÇAS ......... 26
15.5 PRIMEIROS SOCORROS NA VÍTIMA COM QUEIMADURA ......................... 27
EPILEPSIA ........................................................................................................................ 29
16.1 GRANDE MAL EPILÉPTICO ............................................................................... 29
16.1.1 Características ................................................................................................... 30
16.1.2 Primeiros Socorros ........................................................................................... 30
16.2 PEQUENO MAL EPILÉPTICO ............................................................................. 31
16.2.1 Características ................................................................................................... 31
16.2.2 Primeiros Socorros ........................................................................................... 31
CONTUSÃO ...................................................................................................................... 32
DISTENSÃO MUSCULAR .............................................................................................. 34
LUXAÇÃO ......................................................................................................................... 35
ENTORSES ........................................................................................................................ 37
FRATURAS ....................................................................................................................... 39
PARADA CARDÍACA ..................................................................................................... 43
22.1 DESTAQUES DO GUIDELINES 2015 EM SITUAÇÃO DE PCR ...................... 44
PARADA RESPIRATÓRIA............................................................................................. 46
INTOXICAÇÃO E ENVENENAMENTO ...................................................................... 48
24.1 ENVENENAMENTO PELA PELE ........................................................................ 49
24.2 ENVENENAMENTO POR ASPIRAÇÃO ............................................................. 49
24.3 ENVENENAMENTO POR INGESTÃO ............................................................... 49
PICADA E FERROADA DE ANIMAL PEÇONHENTO............................................. 51
25.1 SINAIS E SINTOMAS: MORDIDA DE COBRA ................................................. 51
25.2 PRIMEIROS SOCORROS PARA PICADAS DE ANIMAIS PEÇONHENTOS:
COBRA ........................................................................................................................... 52
25.3 SINAIS E SINTOMAS: PICADA DE ESCORPIÃO E ARANHA ....................... 52
25.4 PRIMEIROS SOCORROS EM PICADAS DE ESCORPIÃO E ARANHA ......... 53
25.5 PICADAS E FERROADAS DE INSETOS ............................................................ 53
25.5.1 Sinais e sintomas .............................................................................................. 53
CHOQUE ELÉTRICO ..................................................................................................... 55
AFOGAMENTO................................................................................................................ 56
ESTADO DE CHOQUE ................................................................................................... 57
28.1 CHOQUE HIPOVOLÊMICO ................................................................................. 57
28.2 CHOQUE RESPIRATÓRIO ................................................................................... 58
28.3 CHOQUE NEUROGÊNICO ................................................................................... 58
28.4 CHOQUE CARDIOGÊNICO ................................................................................. 59
28.5 CHOQUE SÉPTICO ............................................................................................... 59
28.6 CHOQUE ANAFILÁTICO ..................................................................................... 59
COMA ................................................................................................................................ 62
29.1 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ......................................................................... 62
ESTADO DO MAL ASMÁTICO .................................................................................... 64
30.1 CAUSAS ................................................................................................................. 64
30.2 ACHADOS DA AVALIAÇÃO .............................................................................. 65
30.3 CLASSIFICAÇÃO DA GRAVIDADE DA CRISE ASMÁTICA ......................... 65
30.3.1 Leve .................................................................................................................. 65
30.3.2 Moderada .......................................................................................................... 65
30.3.3 Grave ................................................................................................................ 66
30.4 ASSISTÊNCIA AO CLIENTE COM ASMA......................................................... 66
AVALIAÇÃO .................................................................................................................... 67
REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 71
Unidade 1 – Apresentação

01
APRESENTAÇÃO

Os primeiros socorros ou Socorros básicos de urgência são as medidas à vítima, fora do


ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa treinada, para garantir a vida,
proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes.

É fundamental prestar atendimentos emergenciais. Portanto, os conhecimentos


simples muitas vezes diminuem o sofrimento, evitam complicações futuras e podem
inclusive em muitos casos salvar vidas.

1.1 OBJETIVOS
Atualizar o profissional de enfermagem e os graduandos em enfermagem acerca dos
primeiros socorros.

Esclarecer dúvidas acerca da assistência de enfermagem nos primeiros socorros.

1.2 PREMISSAS
Tão importante quanto os próprios primeiros socorros é providenciar o atendimento
especializado.

Ao informar as autoridades, deve-se ser direto e preciso sobre as condições da(s)


vítima (s) e o local da ocorrência.

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Primeiros Socorros

Durante os primeiros socorros evite entrar em contato com sangue ou fluidos


corpóreos da vítima, para tal projeta-se fazendo uso de luvas.

Acidentes podem acontecer na hora em que menos esperamos. Por isso tenha
sempre em casa um estojo de primeiros socorros para os casos de emergência.

O estojo deve conter pelo menos, esse material básico:

 Antisséptico

 Pomada contra queimaduras e picadas de insetos.

 Antitérmico para adulto

 Antitérmico infantil

 Gaze

 Esparadrapo

 Algodão

 Ataduras

 Curativos adesivos tipo band-aid

 Bolsa de gelo e de água quente

Nas situações de primeiros socorros ressalta-se que em primeiro lugar deve-se


procurar manter a calma, verificar se a prestação do socorro não trará riscos para o
socorrente, saber prestar o socorro sem agravar ainda mais a saúde da(s) vítima(s), e nunca
esquecer-se que a prestação dos primeiros socorros não exclui a importância de um
profissional treinado.

1.2.1 Critérios na realização dos primeiros socorros

 Manter a calma, o bom-senso e o discernimento são elementos primordiais neste


tipo de atendimento.

 Agir rapidamente, porém respeitando os seus limites e o dos outros.

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Unidade 1 – Apresentação

 Transmitir as vítimas, tranquilidade, confiança e segurança, e quando estiverem


conscientes informar-lhes que o atendimento especializado está a caminho.

 Utilizar conhecimentos básicos de primeiros socorros.

Portanto, a finalidade dos primeiros socorros é:

 Preservar a Vida;

 Evitar o agravamento do estado da vítima;

 Promover o seu restabelecimento.

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Primeiros Socorros

02
DEFINIÇÃO DOS PRIMEIROS SOCORROS

Primeiros socorros são uma série de procedimentos simples com o intuito de manter vidas
em situações de emergência, feitos por pessoas comuns com esses conhecimentos, até a
chegada de atendimento médico especializado.

Emergência é quando há uma situação crítica, gravíssima, com ocorrência de


perigo; incidente; imprevisto. No âmbito da medicina, é a circunstância que exige uma
cirurgia ou intervenção médica de imediato, caso contrário, o paciente pode morrer ou
apresentará uma sequela irreversível. O atendimento é feito imediatamente.

Urgência é caracterizada como um evento grave, que deve ser resolvido


urgentemente, mas que não possui um caráter imediatista, ou seja, é quando há uma
situação que não pode ser adiada, que deve ser resolvida rapidamente, pois se houver
demora, corre-se o risco até mesmo de morte. Na medicina, ocorrências de caráter urgente
necessitam de tratamento médico e muitas vezes de cirurgia, contudo, possuem um caráter
menos imediatista. O atendimento deve ser dado nas primeiras 24 horas.

O socorrista deve agir com bom senso, tolerância e calma. O primeiro atendimento
mal sucedido pode levar a vítima sequela irreversível.

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Unidade 3 – Situações que Necessitam de Primeiros Socorros

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SITUAÇÕES QUE NECESSITAM DE
PRIMEIROS SOCORROS

 Atendimento de vítimas de acidentes automobilísticos

 Atropelamentos

 Incêndios

 Tumultos

 Afogamentos

 Catástrofes naturais

 Tiroteios

 Acidentes industriais

 Atendimento de pessoas que passem mal: apoplexia (ataque cardíaco), ataques


epilépticos, convulsões, dentre outros.

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Primeiros Socorros

04
AVALIAÇÃO DA CENA E DO SINISTRO

É muito importante salientar que para a abordagem de uma vítima, primeiro você deverá
ter ideia do contexto geral da situação, pois apenas com uma pré-avaliação do local é que
se pode conhecer o tipo de vítima com a qual se está lidando.

• Mal súbito,
Clínica problemas
fisiológicos

•(Mecanismos de
troca de energia)
Trauma

A avaliação da cena também é importante para que se possam dimensionar os


riscos potenciais existentes na cena, prevenindo assim que a pessoa que tem o intuito de
aplicar os primeiros socorros não se torne mais uma vítima da ocorrência.

4.1 A AVALIAÇÃO DE CENA É DIVIDIDA EM QUATRO FASES

 Segurança: verificar se a cena é segura para ser abordada.

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Unidade 4 – Avaliação da Cena e do Sinistro

 Cinemática do trauma - verificar como se deu o acidente ou sinistro;

 Bioproteção.

 Triagem/contagem de vítimas.

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Primeiros Socorros

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AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES GERAIS
DA VÍTIMA

 Todo procedimento de primeiros socorros deve começar com a avaliação das


condições da(s) vítima(s).

 Devem-se observar sinais (tudo o que se observa ao examinar uma vítima:


respiração, pele fria, palidez, dentre outros), sintomas (é o que a vítima informa
sobre si mesma: náusea, dor, vertigem, etc.) e sinais vitais (sinais cuja ausência ou
alteração indica grave irregularidade no funcionamento do organismo).

 São eles: pulso (batimentos cardíacos), respiração, pressão arterial e temperatura.


Existem estudos à luz das evidências científicas atuais que a dor pode ser
considerada o quinto sinal vital, uma vez que somente os vivos sentem dor.

 Desta forma um ponto importante tanto para o socorrista profissional ou leigo será
em primeiro momento avaliar o nível de consciência de sua vítima usando um
parâmetro muito simples, chamado A.V.D.S.:

 A (ALERTA)

 V (RESPONDE À VOZ)

 D (RESPONDE À DOR)

 S (SEM RESPOSTA)

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Unidade 6 – Posição Lateral de Segurança (PLS)

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POSIÇÃO LATERAL DE SEGURANÇA (PLS)

A Posição Lateral de Segurança pode ser utilizada em várias situações que necessitam de
primeiros socorros, em que a vítima esteja inconsciente, mas a respirar e com um bom
pulso, uma vez que esta posição permite uma melhor ventilação, libertando as vias aéreas
superiores.

6.1 ESTA NÃO DEVE SER REALIZADA QUANDO A PESSOA


 Não estiver a respirar;

 Tiver uma lesão na cabeça, pescoço ou coluna;

 Tiver um ferimento grave.

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ANÁLISE PRIMÁRIA

 Verifique o nível de consciência.

 Abra as vias aéreas respiratórias.

 Verifique a respiração

 Verifique os batimentos cardíacos

 Aplicar colar cervical (trauma)

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Unidade 8 – Análise Secundária

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ANÁLISE SECUNDÁRIA

 Proceda ao exame da cabeça aos pés.

 Questione a vítima se possível.

 Questione as testemunhas (se houver).

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SÍNCOPE/ DESMAIO

 Acontece quando há uma redução no fluxo de sangue no cérebro. Sem oxigenação


adequada, o metabolismo do cérebro reduz-se o que causa perda breve e transitória
da consciência.

 Geralmente não existe nenhum aviso prévio. Mas pode-se perceber sudorese e
palidez cutânea.

 O indivíduo pode queixar-se de enjoo, tontura e visão turva ou acinzentada.

 Dentro de aproximadamente 1 minuto após a queda, como não existe o efeito da


gravidade, o fluxo de sangue para o cérebro é restabelecido o paciente tende a
recuperar consciência.

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Unidade 9 – Síncope / Desmaio

9.1 QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS


 Hipotensão postural

 Hipoglicemia

 Uso de medicamentos

 Ansiedade

 Atividade Física excessiva

9.2 O QUE FAZER?


 Chamar o paciente pelo nome.

 Verificar se o paciente está respirando.

 Solicitar para qualquer funcionário pegar a maca ou a cadeira de rodas mais


próxima.

 Acionar a enfermeira do ambulatório.

 Colocar o paciente na maca/ cadeira de rodas e encaminhar ao consultório vazio


mais próximo.

9.3 O QUE NÃO FAZER?


 Oferecer líquidos.

 Dar tapas no rosto.

 Levantar o paciente abruptamente.

 Não minimize o desmaio.

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Primeiros Socorros

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FERIMENTOS EXTERNOS

São lesões que acometem as estruturas superficiais ou profundas do organismo com grau
de sangramento, laceração e contaminação variável.

Sinais e sintomas:

 Dor e edema local

 Sangramento

 Laceração em graus variáveis.

 Contaminação se não adequadamente tratado.

Primeiros Socorros nos ferimentos externos:

 Priorizar o controle do sangramento.

 Lavar o ferimento com água e sabão, se possível.

 Proteger o ferimento com pano limpo, fixando-o sem apertar.

 Não remover objetos empalados.

 Não coloque qualquer substância estranha sobre a lesão.

 Encaminhar para o atendimento hospitalar.

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Unidade 11 – Hemorragia Externa

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HEMORRAGIA EXTERNA

 É perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo (artérias, veias e


capilares).

 Toda hemorragia deve ser controlada imediatamente.

 A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 min.

11.1 COMO RECONHECER O SANGRAMENTO


Sinais e Sintomas:

 Sangramento visível;

 Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea;

 Palidez de pele e mucosa.

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Primeiros Socorros

Primeiros socorros na hemorragia externa:

 Comprimir o local com um pano limpo.

 Elevar o membro quando possível.

 Comprimir os pontos arteriais.

 Prevenir o estado de choque.

 Encaminhar para atendimento hospitalar.

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Unidade 12 – Hemorragia Interna

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HEMORRAGIA INTERNA

Sinais e sintomas:

 Sangramento geralmente não visível.

 Nível de consciência variável dependente da intensidade e do local do sangramento.

Primeiros Socorros:

 Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando os sinais vitais e atuando


adequadamente nas intercorrências.

 Agilizar o encaminhamento para o atendimento hospitalar.

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Primeiros Socorros

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HEMORRAGIA NASAL

Sinais e Sintomas:

 Sangramento nasal visível.

Primeiros Socorros:

 Colocar a vítima sentada com a cabeça ligeiramente voltada para trás, apertar-lhe as
narinas por 5 min.

 Caso a hemorragia não ceda, comprimir externamente o lado da narina que está
sangrando e colocar gelo sobre o nariz.

 Encaminhar para atendimento hospitalar.

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Unidade 14 – Corpo Estranho nos Olhos

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CORPO ESTRANHO NOS OLHOS

É a introdução acidental de poeiras, grãos diversos, ou qualquer corpo estranho na


cavidade do globo ocular.

Sinais e sintomas:

 Dor

 Ardência

 Vermelhidão

 Lacrimejamento

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Primeiros Socorros

Primeiros socorros em caso de corpo estranho nos olhos:

 Não esfregar os olhos.

 Lavar o olho com água limpa.

 Não remover o corpo estranho manualmente.

 Se o corpo estranho não sair com a lavagem, cobrir os dois olhos com pano limpo.

 Encaminhar para atendimento de urgência.

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Unidade 15 – Queimaduras

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QUEIMADURAS

É a lesão dos tecidos produzida por substância corrosiva ou irritante, pela ação do calor ou
emanação radioativa. A gravidade de uma queimadura não se mede somente pelo grau da
lesão (superficial ou profunda), mas também pela extensão da área atingida.

15.1 AS QUEIMADURAS PODEM SER CLASSIFICAÇÃO EM


 1º Grau: Lesão das camadas superficiais da pele, com: eritema (vermelhidão), dor
local suportável e edema.

 2º Grau: Lesão das camadas mais profundas da pele, com: eritema (vermelhidão),
formação de Flictenas (bolhas), edema, dor e ardência local, de intensidade variada.

 3º Grau: Lesão de todas as camadas da pele, comprometendo os tecidos mais


profundos, podendo ainda alcançar músculos e ossos. Estas queimaduras se
apresentam secas, esbranquiçadas ou de aspecto carbonizadas. Pouca ou nenhuma
dor local. Pele branca escura ou carbonizada. Não ocorrem bolhas.

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Primeiros Socorros

Queimaduras de 1º, 2º e 3º graus podem apresentar-se no mesmo acidentado. O


risco de vida (gravidade do caso) não está no grau da queimadura, e sim, na extensão da
superfície atingida.

15.2 AVALIAÇÃO DA ÁREA QUEIMADA


Use a "regra dos nove" correspondente a superfície corporal:

 Genitália 1%.

 Cabeça 9%.

 Membros superiores 18%.

 Membros inferiores 36%.

 Tórax e abdome (anterior) 18%.

 Tórax e região lombar (posterior) 18%.

15.3 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES NA AVALIAÇÃO DAS


QUEIMADURAS
 Pequeno queimado - menos de 10% da área corpórea;

 Grande queimado - Mais de 10% da área corpórea;

15.4 AVALIAÇÃO DA ÁREA CORPÓREA QUEIMADA PARA


CRIANÇAS
 Cabeça 18%

 Membros superiores 18%

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Unidade 15 – Queimaduras

 Membros inferiores 28%

 Tórax e abdome (anterior) 18%

 Tórax e região lombar (posterior) 13%

 Nádegas 5%

15.5 PRIMEIROS SOCORROS NA VÍTIMA COM QUEIMADURA


 Afaste a vítima da origem da queimadura e retire sua veste, se a peça for de fácil
remoção.

 Caso contrário abafe o fogo envolvendo-a em cobertor, colcha ou casaco.

 Lave a região afetada com água fria (1º grau), mas não esfregue a região atingida,
evitando o rompimento das bolhas.

 Aplique compressas frias utilizando pano limpo.

 Não aplique unguentos, graxas, óleos, pasta de dente, margarina etc., sobre a área
queimada.

 Mantenha a vítima em repouso e evite o estado de choque.

 Encaminhe a vítima para um serviço de emergência.

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Primeiros Socorros

IMPORTANTE: Nas queimaduras por CAL SODADA (soda cáustica), devemos limpar
as áreas atingidas com uma toalha ou pano antes da lavagem, pois o contato destas
substâncias com a água cria uma reação química que produz enorme quantidade de calor.

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Unidade 16 – Epilepsia

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EPILEPSIA

Epilepsia é a situação que resulta de uma tendência para breves interrupções na atividade
elétrica do cérebro, que provocam desde a perda momentânea da atenção (pequeno mal
epiléptico) a espasmos musculares e convulsões (grande mal epiléptico).

16.1 GRANDE MAL EPILÉPTICO

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Primeiros Socorros

16.1.1 Características

A vítima perde a consciência e cai; fica rígida podendo parar de respirar por segundos; fica
cianótica; os músculos relaxam e depois começam as convulsões; a respiração torna-se
ruidosa e difícil e pode surgir espuma na boca; os músculos voltam a relaxar e o ataque e o
ataque passa embora a vítima possa manter-se inconsciente por alguns minutos.

16.1.2 Primeiros Socorros

 Proteger a vítima;

 Não restringir os movimentos à força;

 Afastar todos os objetos em redor

 Não deslocar a vítima;

 Não tentar acordar a vítima;

 Não dar nada de beber à vítima;

 Evitar a queda da língua colocando uma caneta atravessada na boca;

 Colocar em Posição Lateral Segura (PLS) quando as convulsões pararem;

 Manter acompanhamento até a recuperação completa;

 Encaminhar a vítima ao hospital.

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30
Unidade 16 – Epilepsia

16.2 PEQUENO MAL EPILÉPTICO

16.2.1 Características

A vítima pode ter um olhar alheado e ou sonhador; poderão surgir comportamentos


estranhos como: mastigar ou apertar os lábios ou dizer frases sem sentido; a vítima poderá
ter falhas de memória.

16.2.2 Primeiros Socorros

 Proteger a vítima de perigos;

 Afastá-la de curiosos;

 Acompanhá-la até estar completamente recuperada;

 Aconselhá-la a procurar um médico.

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31
Primeiros Socorros

17
CONTUSÃO

Lesão produzida nos tecidos por uma pancada, sem que haja rompimento da pele. Se
manifesta através da dor e edema no local.

Primeiros Socorros:

 Evite movimentar a região atingida e aplique compressas frias ou saco de gelo no


local atingido.

 Procure um serviço de emergência se necessário.

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Unidade 17 – Contusão

 Importante: uma contusão pode acarretar em hemorragia interna, fraturas ou outras


lesões graves.

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Primeiros Socorros

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DISTENSÃO MUSCULAR

É a lesão provocada no músculo, por movimento brusco e violento. Se manifesta com dor
intensa à movimentação e contratura da musculatura atingida.

Primeiros Socorros:

 Evite movimentar a região lesada, aplique compressas geladas ou saco de gelo no


local.

 Procure um serviço de emergência se necessário.


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34
Unidade 19 – Luxuação

19
LUXAÇÃO

É o deslocamento da extremidade de um osso em sua articulação.

Sinais e sintomas:

 Dor intensa,

 Deformação local,

 Edema,

 Hiperemia

 Impossibilidade de movimentação.

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Primeiros Socorros

Primeiros Socorros:

 Mantenha a vítima em repouso e evite movimentar a região lesada.

 Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas, travesseiro,


manta e tiras de pano.

 Proteja a região lesada usando algodão ou pano, a fim de evitar danos à pele.

 Faça a imobilização de modo que o aparelho atinja as duas articulações próximas à


lesão

 Amarre as talas com ataduras ou tiras de pano com firmeza, SEM APERTAR, em 4
pontos:

 ACIMA e ABAIXO DO LOCAL DA REGIÃO LESADA.

 ACIMA e ABAIXO das articulações próximas à região lesada.

 Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a imobilização.

 Importante: Não tente colocar o osso no lugar.

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Unidade 20 – Entorses

20
ENTORSES

É a separação momentânea das superfícies ósseas na articulação.

Sinais e Sintomas:

 Dor intensa à movimentação e edema (inchaço) local.

Primeiros Socorros:

 Evite movimentar a região atingida e aplique compressas geladas ou saco de gelo


no local lesado, até posterior orientação médica.

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Primeiros Socorros

 Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas, travesseiro,


manta e tiras de pano. Proteja a região lesada usando algodão ou pano, a fim de
evitar danos à pele.

 Faça a imobilização de modo que o aparelho atinja as duas articulações próximas à


fratura

 Amarre as talas com ataduras ou tiras de pano com firmeza, SEM APERTAR, em 4
pontos:

 Acima e abaixo do local da lesão.

 ACIMA e ABAIXO das articulações próximas à região lesão.

 Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a imobilização.

 Importante: Não use compressas quentes nas primeiras 24 horas. Não faça fricção
nem procure "esticar" a região lesada. Entorse é um traumatismo que sempre exige
orientação médica.

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Unidade 21 – Fraturas

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FRATURAS

 É a ruptura do osso. O primeiro socorro consiste em impedir o deslocamento das


partes quebradas, evitando assim o agravamento da lesão.

 As fraturas podem ser classificadas em

 Fechadas - quando o osso quebrado não perfura a pele.

 Exposta - quando o osso quebrado rompe a pele.

Sinais e Sintomas:

 Dor e edema (inchaço) local,

 Dificuldade ou incapacidade de movimentação,

 Posição anormal da região atingida.

 Há uma sensação de atrito das partes ósseas no local da fratura,

 Em fratura expostas há a rotura da pele com exposição do osso fraturado.

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Primeiros Socorros

Primeiros Socorros:

 Fratura Fechada

 Mantenha a vítima em repouso, evite movimentar a região atingida e o estado de


choque.

 Aplique compressas geladas ou saco de gelo no local lesado, até posterior


orientação médica. Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas
dobradas, travesseiro, manta e tiras de pano.

 Proteja a região lesada usando algodão ou pano, a fim de evitar danos à pele, faça a
imobilização de modo que o aparelho atinja as duas articulações próximas à fratura.

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Unidade 21 – Fraturas

 Amarre as talas com ataduras ou tiras de pano com firmeza, SEM APERTAR, em 4
pontos:

 Acima e Abaixo do Local da Lesão.

 Acima e abaixo das articulações próximas à região lesão.

 Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a imobilização.

 Importante: não tente reduzir a fratura (colocar o osso quebrado no lugar).

 Fratura Exposta

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Primeiros Socorros

 Mantenha a vítima em repouso, evite movimentar a região atingida.

 Estanque a hemorragia e faça um curativo protetor sobre o ferimento, usando


compressas, lenço ou pano limpo.

 Evite o estado de choque, aplique compressas geladas ou saco de gelo no local


lesado, até posterior orientação médica.

 Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas, travesseiro,


manta e tiras de pano. Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a
imobilização.

 IMPORTANTE: não tente reduzir a fratura (colocar o osso quebrado no lugar).

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Unidade 22 – Parada Cardíaca

22
PARADA CARDÍACA

Definição: A parada cardíaca é uma situação de emergência que pode levar à morte em
poucos minutos se não for tratada rapidamente. Nesta situação o coração está gravemente
comprometido e deixa de bater ou passa a bater muito lentamente, de forma insuficiente.

Sintomas: Ausência de batimentos cardíacos, contração da faringe, dilatação das


pupilas e coloração azulada da pele e dos lábios.

Existem algumas causas da parada cardíaca tais como: choque, envenenamento,


doença cardíaca e afogamento.

A parada cardíaca acontece em maior frequência em indivíduos com problemas


cardíacos, doenças pulmonares crônicas, fumantes, obesos, colesterol alto, triglicerídeos
elevados ou em pessoas com hábitos de vida pouco saudáveis e alimentação inadequada.

O tratamento inicial para parada cardíaca é fazer o coração voltar a bater


corretamente. Isso pode ser conseguido através da massagem cardíaca ou através do uso de
um aparelho chamado desfibrilador.

Quando o coração volta a bater, é preciso fazer exames que evidenciem o que
causou a parada cardíaca para que assim, possa ser tratado.

Em alguns casos a parada cardíaca deve ser tratada com uma cirurgia no coração,
mas nem sempre ela é necessária. Além disso, é necessário que o indivíduo tome
medicamento para o coração, tenha um estilo de vida saudável e evite o estresse.

Primeiros Socorros: Saber o que fazer em caso de parada cardíaca pode salvar
uma vida, por isso os primeiros socorros devem ser em primeiro lugar chamar uma
ambulância e a seguir iniciar a seguinte massagem cardíaca descrita em detalhes a seguir:

 Deite a vítima no chão de barriga para cima;

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Primeiros Socorros

 Posicione a cabeça da vítima um pouco para trás, deixando o queixo mais para
cima;

 Apoie suas mãos abertas uma sobre a outra, com os dedos para cima, você vai usar
somente a palma da mão;

 Coloque suas mãos, sobre o lado esquerdo do peito da vítima (no coração) e deixe
os seus próprios braços esticados;

 Empurre as suas mãos com força e rapidamente sobre o coração contando 2


empurrões por segundo (compressão cardíaca);

 Faça a compressão cardíaca 30 vezes seguidas e 02 ventilações.

 Repita esse procedimento sem interrupção verificando se a vítima voltou a respirar.

22.1 DESTAQUES DO GUIDELINES 2015 EM SITUAÇÃO DE PCR


 As atualizações das Diretrizes da American Heart Association (AHA) 2015 para
Parada Cardiorrespiratória (PCR) se baseia em um processo internacional de
avaliações de evidências que envolveram 250 revisores de 39 países.

 Recomendações importantes, novas e atualizadas, que podem servir de base para


decisões éticas:

 Uso da Reanimação Cardiorrespiratória Extracorpórea (ECPR) para PCR.

 Fatores prognósticos durante PCR.

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Unidade 22 – Parada Cardíaca

 Revisão de evidências sobre os escores do prognóstico para bebês prematuros.

 Prognóstico para criança e adultos pós PCR.

 Função de órgãos transplantados recuperados após PCR.

 Suporte Básico de Vida em Adulto:

 Deu-se mais ênfase à rápida identificação de PCR por parte dos atendentes, com
disponibilização imediata das instruções de RCP para a pessoa por telefone.

 A sequência recomendada para um único socorrista foi confirmada: o único


socorrista deve iniciar as compressões torácicas antes de aplicar as ventilações de
resgate (C-A-B) para reduzir o tempo até a primeira compressão.

 O único socorrista deve iniciar a RCP com 30 compressões seguida por duas
respirações.

 A velocidade recomendada para as compressões torácicas é de 100 a 120/ min.

 As recomendações para a profundidade da compressão torácica é de pelo menos 2


polegadas (5 cm).

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Primeiros Socorros

23
PARADA RESPIRATÓRIA

Definição: cessação dos movimentos respiratórios, que pode ocorrer por obstrução das
vias aéreas, por depressão do mecanismo de inspiração e expiração, ou ainda como
fenômeno secundário a uma parada cardíaca.

Sinais e sintomas: inconsciência, lábios, língua e unhas azuladas (cianose);


ausência de movimentos do peito (movimentos respiratórios) e pupilas dilatadas.

Causas da Parada Respiratória: gases venenosos, vapores químicos ou falta de


oxigênio. Procedimento: remover a vítima para local arejado e fora de perigo de
contaminação. Em seguida, aplique a respiração artificial pelo método boca-a-boca.
Afogamento Procedimento: retirar a vítima da água. Inicie a respiração artificial
imediatamente assim que ela atinja local plano, como por exemplo, no próprio barco.
Agasalhe e comprima o estômago, se necessário, para expulsar o excesso de água.

Sufocação por saco plástico Procedimento: rasgar e retirar o saco plástico, depois
iniciar a respiração boca-a-boca.

Choque elétrico Procedimento: não tocar na vítima até ter a certeza que ela não
está mais em contato com a corrente. Pode-se desligar a tomada quando possível ou tentar
afastar a vítima do contato elétrico com uma vara ou algo semelhante que não seja
condutor elétrico. Em seguida inicie a respiração artificial.

Pancadas na cabeça e envenenamento por ingestão de sedativos ou produtos


químicos Procedimento: acionar a emergência.

Soterramento Procedimento: Tentar liberar o tórax da vítima. Sufocação por


corpos estranhos nas vias aéreas do bebê, da criança, do adulto Procedimento: desobstruir
as vias aéreas e iniciar a respiração artificial.

O que fazer: Desobstruir as vias respiratórias com os dedos cobertos por um pano
limpo. Imobilizar a cabeça e pescoço. Aplicar respiração artificial.

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Unidade 23 – Parada Respiratória

O que não fazer: aplicar a respiração artificial se a pessoa estiver sangrando ou


vomitando.

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Primeiros Socorros

24
INTOXICAÇÃO E ENVENENAMENTO

O envenenamento ou intoxicação resulta da penetração de substância tóxica/ nociva no


organismo através da pele, aspiração e ingestão.

Sinais e sintomas:

 Dor e sensação de queimação nas vias de penetração e sistemas correspondentes.

 Hálito com odor estranho.

 Sonolência, confusão mental, alucinações e delírios.

 Lesões cutâneas.

 Náuseas e vômitos

 Alteração da respiração e do pulso.

Primeiros socorros nas intoxicações e envenenamento:

 Retirar a roupa impregnada.

 Lavar a região atingida com água em abundância.

 Agasalhar as vítimas.

 Encaminhar para atendimento de urgência.

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Unidade 24 – Intoxicação e Envenenamento

 Proporcionar a ventilação.

 Abrir as vias aéreas respiratórias.

 Identificar o tipo de veneno ingerido.

 Não provocar o vômito.

24.1 ENVENENAMENTO PELA PELE


 Sintomas: ardência, coceira e erupções.

 O que fazer: lavar rapidamente a região com água corrente, enquanto as roupas
contaminadas são retiradas.

 O que não fazer: deixar que o veneno seja absorvido.

 Cuidados: proteger-se usando luvas e evitando inalar o veneno. Identificar o


produto.

24.2 ENVENENAMENTO POR ASPIRAÇÃO


 Sintomas: sufocamento e inconsciência.

 O que fazer: deitar a vítima de costas, com a cabeça mais baixa do que o corpo,
para facilitar a respiração. Imobilizá-la. Afrouxar as roupas. Agasalhá-la. Arejar o
ambiente e fazer com que ela respire ar puro.

 O que não fazer: permitir que a vítima tome bebida alcoólica. Provocar vômito.

 Cuidados: descobrir qual foi o veneno aspirado e encaminhar, imediatamente, a


pessoa para o atendimento médico, tendo cuidado com a ventilação no trajeto.

24.3 ENVENENAMENTO POR INGESTÃO


 Sintomas: Desconforto, convulsões e indigestão.

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Primeiros Socorros

 O que não fazer: Provocar vômito na pessoa que estiver inconsciente ou tiver
tomado: soda cáustica, desinfetantes, amoníacos, ácidos, derivados de petróleo ou
alvejantes.

 Cuidados: Encaminhar, imediatamente, a vítima para o atendimento médico,


levando o veneno e a embalagem para ser examinada.

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Unidade 25 – Picada e Ferroada de Animal Peçonhento

25
PICADA E FERROADA DE ANIMAL
PEÇONHENTO

Animais peçonhentos são aqueles que introduzem no organismo humano substâncias


tóxicas. Por exemplo: cobras venenosas, aranhas e escorpiões.

Se possível deve-se capturar ou identificar o animal que picou a vítima, mas sem
perda de tempo com esse procedimento. Na dúvida, tratar como se o animal fosse animal
peçonhento.

25.1 SINAIS E SINTOMAS: MORDIDA DE COBRA


 Marcas da picada,

 Dor,

 Inchaço,

 Manchas roxas,

 Hemorragia,

 Febre,

 Náuseas,

 Sudorese,

 Urina escura,

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Primeiros Socorros

 Calafrios,

 Perturbações visuais,

 Eritema,

 Cefaleia,

 Queda e edema das pálpebras,

 Convulsões,

 Dificuldade respiratória.

25.2 PRIMEIROS SOCORROS PARA PICADAS DE ANIMAIS


PEÇONHENTOS: COBRA
 Manter a vítima deitada.

 Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.

 Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em posição mais baixa que o


coração.

 Lavar a picada com água e sabão.

 Colocar gelo e água fria sobre o local.

 Remover anéis, relógios, prevenindo assim complicações decorrentes do inchaço.

 Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que


possa receber o soro em tempo.

 Não fazer garroteamento ou torniquete.

 Não cortar ou perfurar o local da picada.

25.3 SINAIS E SINTOMAS: PICADA DE ESCORPIÃO E ARANHA


 Dor

 Eritema

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Unidade 25 – Picada e Ferroada de Animal Peçonhento

 Inchaço

 Febre

 Cefaleia

25.4 PRIMEIROS SOCORROS EM PICADAS DE ESCORPIÃO E


ARANHA
 Manter a vítima deitada.

 Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.

 Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em posição mais baixa que o


coração.

 Lavar a picada com água e sabão.

 Remover anéis, relógios, prevenindo assim complicações decorrentes do inchaço.

 Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que


possa receber o soro em tempo.

 Não fazer garroteamento ou torniquete.

 Não cortar ou perfurar o local da picada.

25.5 PICADAS E FERROADAS DE INSETOS


 Há pessoas que sofreram reações graves ou generalizadas, devido à picada de
insetos (abelhas e formigas).

25.5.1 Sinais e sintomas

 Eritema local que pode se estender pelo corpo.

 Prurido.

 Dificuldade respiratória (edema de glote).

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Primeiros Socorros

 Primeiros socorros nas picadas e ferroadas de insetos

 Retirar os ferrões introduzidos pelo inseto sem espremer.

 Lavar o local da picada com água corrente.

 Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para avaliar


a necessidade de soro específico.

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Unidade 26 – Choque Elétrico

26
CHOQUE ELÉTRICO

É o fenômeno da passagem da corrente elétrica pelo corpo quando em contato com parte
energizadas.

Sinais e sintomas:

 Parada cardiorrespiratório.

 Queimaduras

 Lesões traumáticas

Primeiros socorros nos choques elétricos:

 Interromper imediatamente o contato da vítima com a corrente elétrica, utilizando


luvas isolantes de borrachas, de acordo com a classe de tensão, com luvas de
cobertura ou bastão isolante.

 Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não estiver usando botas com solado
isolante.

 Realizar avaliação primária (grau de consciência, respiração e pulsação).

 Aplicar as condutas preconizadas para parada cardiorrespiratória, queimaduras e


lesões traumáticas.

 Encaminhar para atendimento médico.

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Primeiros Socorros

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AFOGAMENTO

Sintomas: perda do controle dos movimentos corporais, inconsciência e sufocamento.

O que fazer: mergulhar a cerca de três metros da vítima, imobilizar seus braços e
retirá-la, mantendo sua cabeça fora da água. Deitá-la de bruços ou de lado. Ficar atento à
pulsação e à respiração. Se for necessário, iniciar a respiração com balão, máscara, boca-a-
boca ou boca-nariz.

O que não fazer: não avaliar a distância a percorrer, chegando até a vítima sem
condições de tirá-la da água.

Cuidados: mergulhar, se for agarrado pela vítima. Assim, o afogado deverá soltá-lo
para buscar ar.

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Unidade 28 – Estado de Choque

28
ESTADO DE CHOQUE

O choque é um estado agudo provocado por uma insuficiência circulatória que se


caracteriza pelo inadequado fornecimento de sangue aos tecidos.

Sintomas: Pulsação fraca e rápida, pele fria, palidez, fraqueza, suor excessivo, frio
e inquietação.

O que fazer: deitar a pessoa, com a cabeça no mesmo nível ou mais baixa do que o
corpo. Afrouxar a roupa da vítima, conservando-a agasalhada. Retirar qualquer objeto da
boca. Caso não haja fratura, levantar suas pernas cerca de 30 cm do chão.

O que não fazer: oferecer líquidos à pessoa semi-inconsciente ou inconsciente.

Cuidados: quando houver vômitos, virar a cabeça da vítima para o lado.

28.1 CHOQUE HIPOVOLÊMICO


É causado pela redução do volume sanguíneo devido à perda de sangue, plasma ou água.

Achados da avaliação:

 Pressão sistólica menor do que 90 mmHg,

 Taquicardia,

 Pele fria e viscosa,

 Palidez,

 Oligúria,
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57
Primeiros Socorros

 Sede extrema,

 Irritabilidade

28.2 CHOQUE RESPIRATÓRIO


Incapacidade do ao paciente respirar uma quantidade adequada de oxigênio.

Causas:

 Tórax politraumatizado

 Vias aéreas obstruídas

 Pneumotórax

28.3 CHOQUE NEUROGÊNICO


Os músculos dos vasos sanguíneos estão temporária ou permanentemente paralisados,
devida a paralisia dos nervos periféricos após lesão da medula espinhal.

Achados da avaliação:

 Pele quente, seca e possivelmente ruborizada.

 Pressão sistólica menor do que 90 mmHg.

 Pulso regular e completo.

 Bradicardia profunda

 Temperatura corporal varia com o ambiente.

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Unidade 28 – Estado de Choque

28.4 CHOQUE CARDIOGÊNICO


Dificuldade do esvaziamento ventricular, causado pelo mau funcionamento do coração.

Achados clínicos:

 Pressão sistólica menor que 90 mmHg.

 Pele fria e pegajosa.

 Pulso rápido e filiforme.

 Confusão mental.

 Crepitações e dispneia.

 Oligúria.

28.5 CHOQUE SÉPTICO


 Presença de um vírus, bactéria ou fungos na corrente sanguínea, que resulta em
prejuízo do funcionamento celular e em estado hemodinâmico alterado. Tem início
com bacteremia.

 Pacientes de risco incluem aqueles que recentemente sofreram lesões traumáticas,


cirurgias ou procedimentos invasivos, pacientes desnutridos, imunocomprometidos
ou debilitados.

 As infecções hospitalares são a causa mais comum do choque séptico.

28.6 CHOQUE ANAFILÁTICO


É uma reação violenta, por vezes fatal de origem alérgica. Não tratado pode levar a parada
respiratória e hipóxia tecidual.

Achados da avaliação:

 Dispneia

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(Artigo 29).
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Primeiros Socorros

 Obstrução completa das vias respiratórias.

 Pressão sistólica menor que 90mmHg.

 Palpitações.

 Náuseas e vômito.

 Urticária.

 Edema nos olhos, lábios, língua, mãos, pés e genitália.

Manifestações clínicas gerais do choque:

 Agitação psicomotora

 Confusão mental

 Taquisfigmia

 Pele fria e úmida

 Sudorese profunda

 Palidez e/ ou cianose

 Taquipnéia

 Polidpsia

 Hipotensão

 Midríase

 Pode ocorrer: náuseas, vômito, desmaio.

Complicações:

 Septicemia

 Insuficiência renal

 Descerebração (alteração neurológica)

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(Artigo 29).
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Unidade 28 – Estado de Choque

 Parada Cardiorrespiratória.

 Óbito

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(Artigo 29).
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Primeiros Socorros

29
COMA

Estado de incontinência do qual não se consegue despertar o paciente. Pode ser devido
primariamente a

 Doença intracraniana

 Medicamentos

 Toxinas

 Hipóxia

 Transtornos metabólicos, respiratórios, térmicos ou circulatórios.

 Traumatismo.

Torpor: anestesia parcial ou local com demência, deficiência de sensação. O


paciente apresenta sintomas de aborrecimento quando estimulado por algo desagradável.
Ele pode retrair ou fazer caretas e até responder com sons ininteligíveis.

Inconsciência: é uma condição na qual existe depressão da função cerebral,


variando desde torpor até coma.

29.1 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

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Unidade 29 – Coma

 O nível de resposta (consciência) é verificado avaliando-se a abertura dos olhos.

 As respostas verbais e as respostas motoras a uma ordem ou a um estímulo


doloroso às quais são verificadas na Escala de Glasgow.

 As pupilas são avaliadas quanto ao tamanho, igualdade e reação à luz. Observa-se o


tamanho dos olhos, a simetria facial, os reflexos da deglutição e os reflexos
tendinosos profundos.

 Observações durante a assistência ao paciente com torpor e inconsciência:

 É importante conhecer os sinais vitais iniciais do paciente, e alertar ao médico se


houver qualquer alteração significativa na pressão arterial e instabilidade do pulso,
respiração e temperatura.

 As flutuações dos sinais vitais indicam uma alteração na homeostasia (equilíbrio


interno) intracraniano.

 Também é essencial monitorizar os sinais vitais para detectar o sangramento oculto.

 O nível de consciência é o parâmetro mais importante do estado do paciente.

 Os pacientes inconscientes podem deteriorar rapidamente.

 Atentar as pupilas dos olhos em relação ao tamanho, formato e a reação à luz.

 Avaliar o movimento das extremidades em respostas a ordens verbais ou estímulos


dolorosos. A ausência de respostas ou uma resposta retardada e desigual é um sinal
clínico desfavorável.

 Evitar sedar o paciente em excesso.

 Evitar contenções, se possível.

 Falar suavemente pelo nome.

 Manter a pele limpa, seca e sem pressão, pois os pacientes comatosos são
vulneráveis à formação de úlceras de decúbito.

 Ficar atento para as complicações respiratórias, infecções e desequilíbrio.

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Primeiros Socorros

30
ESTADO DO MAL ASMÁTICO

Asma é uma doença inflamatória crônica.

É o resultado de hiperresponsividade das vias aéreas inferiores.

Ataque de asma grave e prolongado que não responde à terapia tradicional.

Obstrução da via respiratória que resulta de um espasmo do músculo liso


brônquico, edema de mucosa e hipersecreção de muco.

Decorre da interação genética, exposição ambiental e outros fatores que levam ao


desenvolvimento e manutenção dos sintomas reversíveis espontaneamente ou com
tratamento.

Obstrução de vias aéreas respiratórias interfere nas trocas gasosas.

30.1 CAUSAS
 Infecções respiratórias.

 Exposição de alérgenos, tais como fumaça e poeira.

 Reação medicamentosa.

 Controle ineficaz do regime terapêutico.

 Estresse.

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Unidade 30 – Estado do Mal Asmático

30.2 ACHADOS DA AVALIAÇÃO


 Dispneia extrema com expiração prolongada.

 Rubor nasal

 Uso dos músculos acessórios.

 Sons pulmonares diminuídos.

 Sibilos prolongados.

 Tosse não produtiva ou com escarro especo e viscoso.

 Taquipnéia

 Taquicardia

 Pulso filiforme

 Pressão torácica

 Fadiga

 Ansiedade

 Medo

30.3 CLASSIFICAÇÃO DA GRAVIDADE DA CRISE ASMÁTICA

30.3.1 Leve

Caracterizada pela presença de dispneia leve, consciência normal, frequência respiratória


mais rápida, ausência de músculos acessórios e ausculta de sibilos no final da inspiração.

30.3.2 Moderada

Caracterizada pela presença de dispneia moderada, consciência normal ou excitado,


frequência respiratória intensa, utilização de músculos acessórios e ausculta de sibilos na
inspiração e expiração.

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Primeiros Socorros

30.3.3 Grave

Caracterizada pela presença de dispneia grave, consciência excitada ou deprimida,


frequência respiratória intensa, utilização de músculos acessórios, retrações intercostais e
diafragmática, ausculta de sibilos no final da inspiração e murmúrios inaudíveis.

30.4 ASSISTÊNCIA AO CLIENTE COM ASMA


Objetiva restaurar a ventilação adequada para a perfusão tecidual.

Administrar oxigenoterapia umidificada para corrigir hipóxia.

Quando necessário aspirar às vias respiratórias para remover secreções.

Administrar líquidos para a hidratação e terapia medicamentosa conforme prescrita.

Administrar broncodilatadores conforme prescrição médica.

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Avaliação

AVALIAÇÃO

Responda a avaliação abaixo em sua conta, no site


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ou superior a 60% para poder emitir o seu certificado.

1. Com relação aos primeiros socorros na fratura exposta e incorreto afirmar que:

a. Mantenha a vítima em agitação e movimente a região atingida.

b. Estanque a hemorragia e faça um curativo protetor sobre o ferimento, usando


compressas, lenço ou pano limpo.

c. Evite o estado de choque, aplique compressas geladas ou saco de gelo no local


lesado, até posterior orientação médica.

d. Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas,


travesseiro, manta e tiras de pano. Remova a vítima para o hospital mais
próximo, após a imobilização.

2. Em relação aos sinais e sintomas da luxação é incorreto afirmar que:

a. Dor intensa,

b. Deformação local,

c. Edema,

d. Hipotermia

3. A contusão que é a lesão produzida nos tecidos por uma pancada, sem que haja
rompimento da pele. Se manifesta através de:

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Primeiros Socorros

a. Deformidade e edema

b. Dor e edema local

c. Dor e hipertermia local

d. Dor e deformidade local

4. Epilepsia é a situação que resulta de uma tendência para breves interrupções na


atividade elétrica do cérebro, que provocam alterações tais como, exceto:

a. Perda momentânea da atenção (pequeno mal epiléptico)

b. Espasmos musculares

c. Contusão cerebral

d. Convulsões (grande mal epiléptico).

5. Com relação aos primeiros socorros no grande mal epiléptico, marque a alternativa
errada:

a. Proteger a vítima;

b. Não restringir os movimentos à força;

c. Afastar todos os objetos em redor

d. Oferecer líquido para a vítima beber

6. Nas queimaduras por soda cáustica o socorrista deve, marque a alternativa verdadeira:

a. Limpar as áreas atingidas com uma toalha ou pano antes da lavagem.

b. Lavar diretamente a área afetada.

c. Limpar o local com antisséptico

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Avaliação

d. Utilizar creme hidratante.

7. Nos acidentes com fratura fechada deve-se:

a. Utilizar compressas quentes

b. Utilizar compressas geladas

c. Utilizar compressas mornas

d. Utilizar compressas quentes e frias.

8. Sinais e sintomas de presença de corpo estranho no olho, exceto:

a. Dor

b. Ardência

c. Vermelhidão

d. Visão normal

9. Com relação ao sangramento nasal, marque a alternativa incorreta:

a. Colocar a vítima sentada com a cabeça ligeiramente voltada para trás, apertar-
lhe as narinas por 5 min.

b. Caso a hemorragia não ceda, comprimir externamente o lado da narina que está
sangrando e colocar gelo sobre o nariz.

c. Colocar a vítima sentada com a cabeça ligeiramente voltada para frente apertar-
lhe as narinas por 10 min.

d. Encaminhar a vítima para atendimento hospitalar.

10. Com relação às fases de avaliação de cena é incorreto afirmar:

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Primeiros Socorros

a. Segurança: verificar se a cena é segura para ser abordada.

b. Cinemática do trauma - verificar como se deu o acidente ou sinistro;

c. Bioproteção.

d. Remoção das vítimas.

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Referência

REFERÊNCIAS

Aproveite para estudar também as referências bibliográficas e ampliar ainda


mais o seu conhecimento.

BARRETO, S.S. M.; VIEIRA, S. R. V. e PINHEIRO, C. T. S. e Cols. Rotinas em


Terapia Intensiva 3 ed Porto Alegre: Artmed, 2003.

BELO HORIZONTE. Secretaria Municipal de Saúde. Coordenação de Urgência e


Emergência. Proposta de Regulação da Porta de Entrada das Unidades de Urgência e
Emergência de Belo Horizonte. Belo Horizonte: SMSA, 2002. 8p.

CIANCIARULLO, Tamara Iwanow (Org.). Instrumentos básicos para o cuidar: um


desafio para a qualidade de assistência. 1ª ed. São Paulo: Atheneu, 2004.

GUIDELINES 2015 CPR e ECC. Destaques da American Heart Association 2015.


Atualização das Diretrizes de RCP e AGE, 2015.

KNOBEL, E. e Cols. Terapia Intensiva: enfermagem. São Paulo: Atneu, 2006.

LIMA, E. X.; SANTOS, I. Atualização de enfermagem em nefrologia. Rio de Janeiro:


Sociedade Brasileira de Enfermagem em Nefrologia, 2004.

NORONHA, R. Projeto de Sistematização: atendimento contínuo, regular e


escalonado na UPA Oeste. Belo Horizonte: UPA Oeste, 2003. 73p.

ROCHA, A. F. S. Determinantes da Procura de Atendimento de Urgência Pelos


Usuários nas Unidades de Pronto Atendimento da Secretaria Municipal de Saúde de
Belo Horizonte. Dissertação. Belo Horizonte: Faculdade de Enfermagem da UFMG, 2005.
98f.

SANTOS JÚNIOR, E. A. Violência no Trabalho: o retrato da situação dos médicos das


Unidades de Pronto Atendimento da Prefeitura de Belo Horizonte. Dissertação. Belo
Horizonte: Faculdade de Medicina da UFMG, 2004. 145f.

SMELTZER, Suzanne C.; BARE, Brenda G. Tratado de Enfermagem médico-cirúrgica.


Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

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