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Faculdade Anhanguera de Ciências e Tecnologia de Brasília

Aluno: Jose Silvestre Gomes Lima 2º semestre


Curso: Fisioterapia
Disciplina: Ciências Morfofuncionais dos Sistemas Digestório, Endócrino e Renal.

Seção 3.2. Metabolismo de lipídeos e anatomo - fisiologia do pâncreas

Sede, fome, fraqueza e ganho de peso podem está relacionados às


diabetes já que os valores normais rodeiam entre 70 a 99 MG/dl. Para
identificar diabetes do tipo I ou II é realizado o exame de curva glicêmica,
identificando a tolerância à glicose do paciente.

As diabetes podem está relacionadas ao pâncreas, contudo, para


compreender essa patologia entenderemos algumas características desse
órgão. O pâncreas é uma glândula mista com funções bioquímicas, possuindo
de 15 a 25 cm, localizado no abdômen posterior ao estômago em colaboração
com o duodeno. A função exócrina (que possuem canal de secreção) produz
enzimas e sucos digestivos para irem ao duodeno, já a função endócrina (não
tem canal de secreção, vão direto à corrente sanguínea) é a produção de
hormônios como insulina (leva a glicose na célula para ser transformada em
energia), o glucagon (contrário da insulina, certa vez que ele retira glicose da
célula para levar a corrente sanguínea, aumentando o nível de glicose) e
somatostina para o metabolismo energético.

Anatomicamente o pâncreas recebe a artéria mesentérica superior,


responsável pela irrigação sanguínea, já a drenagem venosa ocorre por veias
pancreáticas oriundas das veias esplênicas e mesentéricas superior, essa
junção forma a famosa veia porta hepática. Os acinos componentes dessa
glândula secretam sucos digestivos no duodeno. Ademais, as Ilhotas de
Langerhans também componentes, secretam hormônios no sangue. Havendo
um defeito nessas células o indivíduo pode desenvolver diabetes. As ilhotas de
L. possuem subdivisões, primeiramente há a célula beta que por meio da
insulina e amilina reduzem a porcentagem de açúcar no sangue.
Segundamente, há as células alfas secretando glucagon e aumentando a taxa
de açúcar no sangue. Terceiramente, a somatostalina com função inibitória do
pâncreas endócrino e por fim as células DP secretando polipeptídeo, inibindo a
ação do pâncreas exócrino.

Pela exposição de fatos supracitados, conclui-se que o pâncreas é uma


glândula de extrema importância para a homeostasia corporal e havendo
defeito no funcionamento dessa glândula pode ocorrer diabetes que
resumidamente é incapacidade da insulina de levar a glicose para a célula e
por isso ela acaba acumulando no sangue.

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Seção 4.3. Órgãos do sentido: visão e audição

A visão é um sentido importante para reconhecer os diversos tipos de


imagens do cotidiano. Nesse aspecto, quando ocorre alguma batida na cabeça
pode acontecer da visão ficar embaraçada. A visão acontece por meio de
estímulos luminosos que chegam aos nossos olhos desencadeando um
potencial de ação que fará nosso cérebro interpretar. Ademais, o cérebro
também possui a capacidade de criar determinada imagem oriunda ou não do
ambiente.

Anatomicamente, a pupila que permite a entrada de luz. A íris que é a


região colorida tem uma propriedade muscular que faz a pupila intercalar entre
maior ou menos de acordo com a quantidade de luz necessária para a
compreensão cerebral. A visão é dividida em quatro vias de neurônios até
chegar ao córtex para interpretação. A primeira é denominada cones e
bastonetes que são células que recebem a foto da imagem. Segundamente, há
os neurônios bipolares que ligam os cones e bastonetes até as células
ganglionares. Terceiramente são as células ganglionares que formam o nervo
óptico que vão até o corpo geniculado externo. Por fim, o quarto é o de
natureza cortical, saindo do corpo geniculado externo, formando ramificações e
terminando na área visual.

Ademais, a audição é outro sentido de extrema importância e percebemos


o som por meio do ouvido dependendo da distância, intensidade ou pressão
sonora. A fisiologia acontece quando as ondas sonoras vão até o conduto
auditivo fazendo o tímpano vibrar e isso faz com que os ossos das orelhas
(martelo, bigorna e estribo) vibrem. Tais vibrações passam para a cóclea se
transformando em impulsos nervosos culminando no cérebro por meio do
nervo auditivo. O ouvido é divido anatomicamente em três regiões, ouvido
externo, médio e interno.

Por fim, a perda desse sentido pode ser de origem patológica ou por idade
avançada. Com esse déficit, há a privação da comunicação já que dificulta
interpretar a fala alheia e a comunicação oral. Para suprir essa carência há o
sistema de libras para ajudar pessoas com essa perca sensitiva, contudo, nem
todo mundo sabe essa linguagem e acaba havendo uma segregação dessas
pessoas.

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Seção 4.4. Órgãos do sentido: paladar e olfato

Ficar gripado pode provocar febre, dores no corpo e perca de apetite já


que o muco interfere no nariz bloqueando o cheiro de substâncias. O olfato é
importante para diferenciar cheiros e por meio do nervo olfatório (I) as
informações são transformadas e levadas até o cérebro para identificação na
região do rinencéfalo. Outrora, o olfato é um sentido de adaptação desde o
começo da humanidade, uma vez que pode reconhecer os diferentes odores,
entretanto, atualmente desenvolvemos outra região denominada amígdala –
hipocampo que também colabora no processamento de odores e ocorrendo
trauma nessas duas regiões há diminuição sensitiva do olfato. Nesse órgão há
também um sistema de memória, exemplificando, cheiros apurados uma vez
na vida podem ser armazenados como sensações únicas.

Outro sentido é o paladar que possui a capacidade de identificar diversos


sabores por meio da mastigação que quebra as partículas que carregam
informações por meio dos estímulos nervosos ao cérebro. As papilas gustativas
diferenciam os sabores e o paladar está associado ao olfato já que o alimento
também pode gerar odor. O uso de medicamentos, especialmente o de uso
crônico, quimioterapia e radioterapia estão relacionados à perda de
sensibilidade paladar.

Ademais, o tato é outro sentido importante certa vez que estudos


comprovam que ele está interligado com a pele (nocicepção e termocepção) e
diferentes órgãos (labirinto e medula). Pessoas com deficiência visual recorrem
ao tato para enfrentar esse déficit sensitivo com o uso de bengalas para a
locomoção e a leitura em Braille para interpretação. O tato é constituído por
receptores de pressão (corpúsculo de Pacini), receptores de leve percepção
do tato (corpúsculo de Meissner), o corpúsculo de Ruffini na percepção de
calor, o corpúsculo de Krause no reconhecimento do frio e por fim as
terminações nervosas livres e nociceptores que são sensíveis a estímulos
mecânicos, térmicos e dolorosos. O contato com outra pessoa que gostamos
gera uma excitação e esse contato é imprescindível para o desenvolvimento
humano já no estágio inicial da vida, como na amamentação. Esse sentido é
essencial para alterar relações, por exemplo, segundos de toque podem
desencadear sensações e é por isso que algumas práticas (psicoterapia,
cinestésico) focam por meio do toque no relaxamento do paciente fazendo ficar
introspectivo e trabalhar o egocentrismo.