Você está na página 1de 141

Sistema de Cabeamento

Estruturado

Aulas 1 e 2

1
Redes de comunicação

• As redes de comunicação modernas


surgem:
– Com a evolução dos dispositivos de
comunicação (telefone e o telégrafo);
– Interligação destes elementos;

• Principais características:
– está no fato de existirem meios físicos (cabos)
e equipamentos interligados;
– Permite a comunicação do homem em posições
geográficas distintas.

2
Redes de comunicação

• Principais características (cont.):


– Seguem os princípios de comunicação de
dados;
– Estão envolvidos os processos de sinalização
entre os elementos;
– Possuem regras básicas de comunicação;

3
Redes de comunicação

• Normalmente, os elementos de
Comunicação de dados são:
– A mensagem
– O transmissor
– O receptor
– O meio
– O protocolo

4
Redes de comunicação

• A história:
– Criação das primeiras centrais telefônicas;
– Operadoras de telefonia;
– A evolução dos componentes automatiza o
processo de ligações;
– As ligações físicas passam a conectar países
vizinhos;
– Na sequencia, todo o globo terrestre (cabos
submarinos, fibras ópticas, enlaces de longa
distância, satélites e diversos outros elementos);

5
Redes de comunicação

6
Redes de comunicação

• Eventos paralelos:
– A criação e o desenvolvimento dos
computadores;
– A necessidade de automatização de tarefas
gerou novos mecanismos computacionais;
– Tentativa de tornar tarefas repetitivas e
rotineiras mais rápidas e eficientes;

7
Redes de comunicação

• Eventos paralelos:
– A evolução dos computadores forçou o
desenvolvimento cada vez mais rápido de
linguagens de programação;

– A criação de diversos tipos de aplicativos para


serem utilizados nos computadores (editores de
texto, calculadoras, bancos de dados, planilhas
eletrônicas, entre vários outros).

8
Redes de comunicação

• Inicialmente:
– Os computadores eram máquinas caríssimas;
– Centralizavam em um único ponto o
processamento das informações;
– Centralizavam as aplicações de vários usuários,
e muitas vezes de toda uma organização;

9
Redes de comunicação

10
Redes de comunicação

11
Redes de comunicação

• A expansão e evolução dos computadores:


– primeiramente em instituições de pesquisa,
militares, educacionais e comerciais;
– aumentou de tal maneira que hoje se encontra
em praticamente todos os lugares (uso
doméstico residencial ao uso em pesquisas e
controles espaciais);
– Redução de custos do hardware;
– A introdução dos microcomputadores no cenário
da informática;

12
Redes de comunicação

• A expansão e evolução dos computadores:


– a estrutura centralizada dá lugar a uma
estrutura distribuída;
– Não é totalmente interligada;
• Os problemas surgem:
– Duplicidade de recursos de hardware
(impressoras, discos, unidades de
processamento, etc.)
– Duplicidade de recursos de software
(programas, arquivos de dados, etc.).

13
Redes de comunicação

• Os problemas surgem:
– Falta de interoperabilidade;
– Hardwares proprietários só se comunicam entre
si;
– Usuários não conseguem trabalhar isolados;

• Ficou claro a necessidade de conectá-los de


uma forma mais eficiente;
– Surge as redes de computadores com as
primeiras ligações entre computadores;

14
Redes de comunicação

• A conexão de computadores:
– Cria as primeiras redes locais;
– Uso de componentes específicos para cada
tecnologia de comunicação;
– Sem nenhuma interoperabilidade com outras
tecnologias;
• Em pouco tempo:
– Necessidade de ligação entre as redes locais
com outras redes locais geograficamente
afastadas (uso das redes de telefonia);

15
Redes de comunicação

• Em pouco tempo:
– Novas regras de comunicação e sinalização;
– Novos dispositivos (modens, roteadores,
repetidores, etc.);
– Desenvolvimento das redes de comunicação
digitais;
• O sistema de comunicação se constitui:
– Através de uma topologia específica;
– Interliga vários componentes (enlaces físicos –
os meios de transmissão – e protocolos);

16
Redes de comunicação

• Surgem as primeiras classificações:


– LANs;
– MANs;
– WANs;

• Surgem novas necessidades:


– Novos protocolos;
– Sistemas distribuídos;
– Independência de hardware e software;
– Várias outras até os dias de hoje;

17
Histórico do Cabeamento Estruturado
Década de 80 Evolução Tecnológica da
Edifícios Espertos Informação e Instrumentação
Baixo custo de energia
Instalações Seguras e eficientes

Evolução das Aumento da complexidade


Telecomunicações dos novos serviços

Utilização de sistemas
automatizado de Controle Predial

Novo Conceito

Edifícios Edifícios
Espertos Inteligentes
18
Ambiente típico de Escritórios

• Cabos separados para cada sistema de comunicação


– Cabeamento separado;

• Informações sobre a Rede Física em uma grande


diversidade de fontes (desenhos arquitetônicos,
diagramas de fiação, etc);

• Dificuldade na evolução e extensão das redes;

• Pouca ou nenhuma segurança física e lógica.

19
Organizações

• Aspectos Físicos:
– Heterogeneidade de cabeamentos;
– Sistemas de cabeamento usuais não são
compatível;
– Gerenciamento físico de cabeamento
descentralizado;
– Profissionais e informações em lugares distintos;
– Diferentes Hosts, terminais e PABXs;
– Ambientes diferenciados de redes locais;

20
Organizações

• Consequências:
– Remanejamento e/ou troca são caros e
consomem muito tempo;
– Espaço e infra-estrutura se tornam críticos;
– Manutenção diferenciada;
– Maior custo operacional;
– Troca de um PABX ou Host requer novo
cabeamento;

21
Cenário Anterior
Telefonia

PBX

LAN
LAN Um tipo de cabeamento
para cada tipo de rede
LAN

VIDEO MAINFRAME

FEP

22
Novas Necessidades
Aplicações Diferenciadas:
VoIP, e-learning, e-bussines,
Internet Call Center, streaming,
videoconferência e etc.

SOLUÇÃO?

Sistema Único de cabeamento


para todos tipos de rede da
empresa
Sistema de Cabeamento Estruturado
• Por definição, trata-se de uma infra-estrutura
única de cabeamento metálico ou óptico não
proprietária, capaz de atender a diversas
aplicações proporcionando flexibilidade de
layout, facilidade de gerenciamento,
administração e manutenção.

24
Exemplo
Dados
ATR

Voz

ATR

Servidores

25
Momento Atual - Facilidades
• Suportar comunicações de voz, dados e
multimídia;
• Ser flexível e ter facilidade de expansão;
• Proteger investimentos dos sistemas de rede
local, voz, vídeo e multimídia;
• Gerenciamento físico centralizado;
• Oferecer máxima conectividade e modularidade;
• Contemplar as novas evoluções tecnológicas do
mercado.

26
Solução: Projetar redes estruturadas

• Necessidades atuais e futuras dos serviços de


comunicação de voz, dados e vídeo e áudio;
• Nível de integração e interdependência previsto
entre os serviços de comunicação;
• Suportar serviços extras e taxas de transmissão;
• Avaliação do ambiente físico predial e "Campus",
facilidades de cada espaço;
• Avaliação do projeto de edificação, arquitetura e
espaços;

27
Solução: Projetar redes estruturadas –
cont.
• Avaliação dos meios a serem utilizados (cabos);
• Definição da topologia de distribuição do sistema
de Voz e Redes Locais;
• Determinação do número de usuários, população
do(s) edifício(s);
• Definição da densidade ideal de pontos de
atendimento e das estações de trabalho (atuais e
futuros);
• Identificação preliminar dos pontos, sala de
equipamentos e sala de telecomunicações;

28
Custos

• Custo de Ampliação:
– Torna-se mais barato tento em vista a flexibilidade
oferecida por um SCE;
• Custo de Manutenção:
– Redução do tempo de reparo;
– Redução dos custos de mudança das estações de
trabalho;
– Cerca de 40% dos funcionários de uma empresa
mudam pelo menos 1 vez por ano;
• Custo do Cabeamento:
– Aproximadamente 5% do investimento global.

29
Custos

Cabeamento Custo
Vida útil

Ativos/Switch

Computadores

Software

Componentes de Redes Locais


Retorno do Investimento - RoI
Custo Acumulado
Cabeamento Convencional

Cabeamento Estruturado

Retorno do Investimento

Tempo
1 a 3 anos 31
Suporte a Diversos Padrões de
Comunicação...
Você
Você não necessita Você não necessita
de 15 tipos de necessita de 5 tipos ... de apenas
Cabeamento... 1 sistema...

Voz
Dados Sist. de Autom. De Escritório
Video
Fogo
Controle Sistema de Seg. Patromial
Segurança
Acesso Sistema de
Supervisão Sistemas de Segurança Cabeamento
Detecção
Estruturado
Aquecimento
Ventilação Sistemas de Climatização
Ar Condicionado
Eletricidade
Iluminação Controle de Sistemas Elétricos
Elevadores
32
Redes Locais

SWITCH

PATCH CORD

PATCH PANEL

ATR- Área de Trabalho

Cabeamento Horizontal
(UTP)

LINE CORD

ET- Estação de Trabalho


33
PABX

CABO CI MULTIPAR
PATCH PANEL DE RAMAL ou VOICE PANEL

PATCH
CORD

PATCH PANEL

LINE Cabeamento Horizontal


CORD (UTP)

ATR- Area de Trabalho


34
Mainframe

CABO UTP, STP OU


PROPRIETARIO

PATCH PANEL

ATR- Area de Trabalho


Cabeamento Horizontal
(UTP)

LINE
CORD
35
Vídeo - CCTV / CATV

CABO UTP, STP OU COAXIAL

PATCH PANEL

ATR- Area de Trabalho


Cabeamento Horizontal
(UTP)

LINE
CORD
36
Redes IP Multiserviços

Outros dispositivos

Cabeamento Horizontal
(UTP)

Ponto de Acesso de
Wireless

37
Permitir Flexibilidade na
Mudança de Lay-out...

Sala de
Telecom

Piso Elevado

Caixas de Piso
p/ Voz e Dados
Backbone
38
...Através de Interface de Conexão
Padronizada RJ-45

39
Normas e Padrões aplicáveis

ANSI/TIA/EIA-568-C.0 – Generic Telecommunications Cabling


for Customer Premises;
ANSI/TIA/EIA-568-C.1 – Commercial Building
Telecommunications Standard
ANSI/TIA/EIA- 568-C.2 – Balanced Twisted pair –
Telecommunications Cabling and Components Standard;
ANSI/TIA/EIA- TIA 568-C.3 – Optical Fiber Cabling
Components Standard;
ANSI/EIA/TIA-569-B - Commercial Building Standard for
Telecommunication Pathways and Spaces;
ANSI/TIA/EIA-606-B - Administração e Identificação do CE.
ANSI-J-STD-607-A: Aterramento para cabeamento de
telecomunicações

40
Normas e Padrões aplicáveis
ANSI/TIA/EIA-862 - Sistemas de Automação sobre CE.
Cobei/ABNT - NBR 14565 ( 568A).
Cobei/ABNT - Projeto 03:046.05-014 ( 569A).
ANSI/TIA/EIA-854 - 1000Base-TX sobre UTP Cat.6.
Manual TDMM da BICSI.
ANSI/TIA-1005: Cabeamento industrial
ISO/IEC 18010:2002 Encaminhamentos e espaços

ANSI/TIA-942: Cabeamento para data centers


ANSI/BICSI-002: Cabeamento para data centers e
práticas recomendadas
ISO/IEC CD 24764: Cabeamento para data centers

41
Normas e Padrões aplicáveis
Internacionais
EIA Electronic Industries Association
TIA Telecommunications Industries Association
IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers
IEC International Electrotechnical Comission
ISO International Organization for Standardization
ANSI American National Standards Institute
CSA Canadian Standards Association
ITU International Telecommunication Union
Brasil
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas
42
Cabeamento Genérico: ANSI/TIA-
568-C
Aula 2

43
Divisões da Norma ANSI-TIA-568-C
• ANSI/TIA-568-C.0 – Generic Telecomunications
Cabling for Customer Premises (Cabeamento
Genérico para Dependências do Cliente);
• ANSI/TIA-568-C.1 – Comercial Building
Telecommunications Cabling Standard (Padrão
de Cabeamento de Telecomunicações para
Edifícios Comerciais;

44
Divisões da Norma ANSI-TIA-568-C
• ANSI/TIA-568-C.2 – Balanced Twisted-Pair
Telecommunications Cabling Components
Standard ( Componentes para cabeamento
metático)
• ANSI/TIA-568-C.3 – Optical Fiber Cabling
Componets Standard (Componentes para
cabeamento Óptico);

45
Conceitos Básicos
• As normas NBR 14565:2007 e conjunto de
normas ANSI/TIA-568-C introduzem o conceito de
cabeamento genérico a fim de construir uma
norma comum para ser usada como referência
para projetos que não se enquadrem nas
seguintes categorias:
– Comercial típico;
– Residencial;
– Industrial;
– Datacenter;

46
47
Referência da Norma
• TIA-568-C.0: Cabeamento genérico para
dependências do cliente
– Especifica um cabeamento genérico e introduz
uma nomenclatura nova mais compatível com
aquela adotada pela ISO
• TIA-568-C.1:Cabeamento para edifícios
comerciais
– Substitui a ANSI/TIA-568-B.1 e todos os seus
adendos
48
ANSI/TIA-568-C.0
• Estabelece como uma rede de topologia
estrela poderá ser construida:
– Define o que é permitido e as excessões de cada
caso;
• Define os requisitos de um cabeamento
aplicáveis a todos os casos permitidos e suas
excessões;

49
ANSI/TIA-568-C.0
• Cria uma nomeclatura genérica:
– Subsistema de cabeamento 1, 2 e 3;
– Distribuidores A, B e C;
– Tomadas de Equipamento;
• As nomeclaturas específicas estão listadas na
ANSI/TIA-568-C.1

50
ANSI/TIA-568-C.0 – tipo 1

51
ANSI/TIA-568-C.0 – tipo 2

52
ANSI/TIA-568-C.1
• Objetivo:
– Este padrão especifica um Sistema de
Cabeamento Estruturado - SCE para Edifícios
Comerciais que permite o uso múltiplos produtos
de múltiplos fabricantes em um mesmo ambiente.
• O propósito:
– Projeto e Instalação de um SCE a ser feito durante
a construção ou reforma de um edifício comercial;
– Estabelece os requisitos técnicos de desempenho
para muitos tipos de aplicações;
– Prevê obrigatoriedades e recomendações; 53
ANSI/TIA-568-C.1
• Obrigatoriedades:
– Proteção;
– Segurança;
– Administração e;
– Compatibilidade;
• Recomendações:
– Melhoria de desempenho;

54
Modelo Representativo

55
Esquemático 568-C.0 e 568-C.1

56
Conceitos básicos NBR 14565:2007
• Definição:
– Especificar os elementos funcionais mínimos de um
sistema de cabeamento estruturado genérico;
• Elementos funcionais:
– CD: Distribuidor Campus (Campus Distributor);
– BD: Distribuidor de Edifício (Building Distribuitor);
– FD: Distribuidor de Piso (Floor Distribuitor);
– CP: Ponto de Consolidação (Consolidation Point);
– TO: Tomada de Telecomunicações ( Telecomunication
Outlet);
– MUTO: Tomada de Telecomunicação Multi-usuário (Multi
user Telecomunications Outlet);

57
Esquemático

58
Estrutura Hierárquica

59
Localização dos Elementos funcionais

60
Aplicabilidades
• O Cabeamento genérico então se aplicará em:
– Aeroportos;
– Hospitais;
– Portos;
– Hoteis e etc;

61
Tabela Comparativa
ANSI/TIA-568-C.0 ANSI/TIA-568-C.1 NBR 14565:2007

Sigla Descrição Sigla Descrição Sigla Descrição


DC Distribuidor C MC Cross-connect CD Distribuidor de
Principal Campus
DB Distribuidor B IC Cross-connect BD Distribuidor de
intermediário Edifício
DA Distribuidor A HC Cross-connect FD Distribuidor de Piso
horizontal
CP Ponto de CP Ponto de CP Ponto de
Consolidação Consolidação Consolidação

EO Tomada de TO Tomada de TO Tomada de


Equipamento telecomunicações Telecomunicações

62
Entrada de
facilidades - EF

63
Campus

Entrada de
facilidades -
EF

64
Campus

Entrada de
facilidades -
EF

Sala de
Equipamentos
65
C
a V
Campus b e
e r
a t
m i
e c
Entrada de n a
facilidades -
t l
EF
o

Sala de
Equipamentos
66
Armários de
Telecom/ C
Administração a V
Campus b e
e r
a t
m i
e c
Entrada de n a
facilidades -
t l
EF
o

Sala de
Equipamentos
67
Cabeamento
Horizontal
Armários de
Telecom/ C
Administração a V
Campus b e
e r
a t
m i
e c
Entrada de n a
facilidades -
t l
EF
o

Sala de
Equipamentos
68
Áreas de Cabeamento
Trabalho Horizontal
Armários de
Telecom/ C
Administração a V
Campus b e
e r
a t
m i
e c
Entrada de n a
facilidades -
t l
EF
o

Sala de
Equipamentos
69
Ainda se lembra?

70
Elementos: EF – Entrance Facilities –
Entrada de Facilidades
• Conceito: Entrada para serviços (cabeados ou
sem fio) de telecomunicações privados ou
públicos.
– Cabos;
– Hardware de conexão;
– Equipamentos de proteção e aterramento; e
– outros elementos que se interconectam aos
provedores de acesso (operadoras de
telecomunicação)
71
Elementos: EF – Entrance Facilities –
Entrada de Facilidades
• Recomendações de Projeto:
– Caminhos e espaços são especificados pela norma
TIA-569-B
• Funções:
– Ponto de delimitação de Rede do cliente;
– Proteção elétrica;
• Barra de aterramento principal (TMGB, J-STD-607)
– Conexões entre a rede predial e das operadoras
de telecomunicações
72
Elementos: EF – Entrance Facilities –
Entrada de Facilidades

73
Elemento Sala de Equipamentos –
Equipment Room
• Conceito: Ambiente monitorado e
centralizado no qual encontramos os
principais equipamentos de telecomunicações
e também o cross-connect principal e/ou
intermediário;
• Recomendações de Projeto:
– Caminhos e espaços são especificados pela norma
TIA-569-B

74
Elemento Sala de Equipamentos –
SEQ/ER – Equipament Room
• Funções
– Acomoda equipamentos de telecomunicação, hardwares
de conexão, Distribuidores Internos Ópticos, elementos de
aterramento.
– Abriga MC e IC a serem usados no “BackBone”
– Prove funções de administração (troca de aplicação);
– Roteia conexões dos MC e ICs para os equipamentos de
telecomunicação;
– Principal hierarquia do Cabeamento;
– Pode ou não abrigar a EF;
– Pode conter equipamento de terminação e conexões
horizontais de uma parte do andar; 75
Elemento Sala de Equipamentos –
Equipment Room

76
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR
• Conceito: Espaço dedicado aos equipamentos de
telecomunicações, terminações de cabos e cross-
connect horizontais;
• Disponibiliza um ponto comum de acesso ao
backbone e aos caminhos principais do edifício;
• Poderá conter os cabos para conexão no cross-
connect;
• Poderá conter o cross-connect horizontal;
• Poderá conter o MC e IC;
• Por fim, MUTOAS ou Pontos de consolidação
poderão estar disponibilizados nos ST/TR 77
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR
• Recomendações de Projeto:
– ST/TR e TE deverão seguir as normas TIA-569-B;
– O uso de TE/MUTOA/CP seguem recomendações
específicas;
– Prever somente 1 TR por andar;
• Poderá complementar o cabeamento com uso
obrigatório de TE/MUTOA/CP;
• 2 TR são permitidos quando a área de cobertura for
maior que 1000 metros quadrados;
• Não poderão ser utilizados TE/MUTOA/CP ao inves de
TR/ST nos casos descritos acima;
78
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR
• Recomendações de Projeto:
– O uso de TE – Telecommunication Enclosure
é recomendado quando não é permitido a
alocação de um espaço exclusivo para o TR;
• Prédios históricos;
• Pequenas áreas de lobbies; ou
• Contruções que não permitam a acomodação
de um TR;

79
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR
• Funções:
– Terminações horizontais e de backbone (cabos e hardware
de conexão);
– Cross-connect horizontal e terminações de backbone;
– Definição e flexibilidade de aplicações da área de trabalho;
– Patch cords, blocos, patchpanels e todos os componentes
utilizados no cross-connect horizontal;
– Poderá conter IC de conexão entre:
• Backbone-backbone;
• Com outros TRs
• Com TEs;
80
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR
• Funções:
– Ambiente controlado que abriga equipamentos e
armários para alimentar uma parte do edifício ou
andar;
– Prove meios de administrar o cabeamento do
edifício por meio de rotas e etiquetas (vide TIA-606-
A);
– Conexão Cruzada X interconexão;
– Distância máxima permitida é de 90m independente
do meio de transmissão;
– Cabeamento Óptico Centralizado; 81
Sala de Telecom/Telecommunication
Room – ST/TR

82
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)
• Conceito: conjunto de elementos (caminhos
ou cabos ou elementos de aterramento) para
os subsistemas de cabemaneto 2 e subsistema
de cabeamento 3;
• Parte do cabeamento de telecomunicações
predial que faz conexão entre EF, operadoras
de telecomunicação, sala de equipamentos e
TR/TE.

83
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)

ANSI/TIA-568-C.0 – tipo 1 ANSI/TIA-568-C.0 – tipo 2

84
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)
• Compõem esse elemento: cabos de backbone,
MCs e ICs, terminações mecânicas,patchcords
e caminhos verticais.
• Topologia:
– Estrela hieráquica

85
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)
• Topologia:
– Não deverá haver mais que 2 níveis hierárquicos
de cross-connects no backbone;
– Para HC não poderá haver mais de 1 nível
hierárquico para conexão com o MC;
– Cabeamento direto entre TRs ou TEs: em casos de
tolerância a falhas e redundância, poderá ser
previsto cabeamento entre TRs ou TEs.

86
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)
• Extensão: compreende terminações desde MC até
um IC ou HC.
– Para otimizar uso de meios de transmissão deve-se
posicionar o MC o mais centralizado possível tanto
verticalmente quanto horizontalmente em relação a
edificação;
– As distâncias máximas deste elemento dependerão
diretamente da aplicação do cliente e o meio utilizado;
– O comprimento máximo de um patchcord não poderá
exceder 20m quando utilizado no MC ou IC;
– O comprimento máximo de um linecord não poderá
exceder 30m quando utilizado para conexão entre um
87
equipamento ativo e ou MC ou IC;
Elemento Vertical/Backbone
(subsistema de cabeamento 2 e 3)
• Tipos de meios:
– 100ohms cat3, 5e, 6 e 6A – ANSI/TIA-568-B.2;
– F.O MM 850nm laser-optimized 50/125 e
62,5/125(ANSI/TIA-568-C.3)
– F.O SM (ANSI/TIA-568-C.3);

88
Exemplos de Componentes
Elemento Cabeamento Horizontal
(subsistema de cabeamento 1)
• Conceito: Cabeamento que vai desde a
tomada de equipamento até o distribuidor A,
distribuidor B ou Distribuidor C;
Elemento Cabeamento Horizontal
(subsistema de cabeamento 1)
• Componentes: Cabos horizontais, tomada de
telecomunicação na WA, terminações mecanicas
(patchpanels ou blocos), patcords no TR ou TE;
– pode incorporar também: MUTOAs e CP
• Espaços e Caminhos: ANSI/TIA-569-B
• Topologia típica: Estrela;
• Prever no mínimo 2 tomadas em cada WA;
• Cabos par trançados devem ser necessariamente
conectorizados em 8 vias;
• Terminações em F.O deverão necessariamente estar
em conectores Duplex; 91
Elemento Cabeamento Horizontal
(subsistema de cabeamento 1)
• Comprimento máximo de 90m independente
do meio utilizado;
• Elementos utilizados para compensar
descasamento de impedância deverão estar
alocados externamente as tomadas de
Telecom;
• Mudanças nesse cabeamento são mais
complexas de serem feitas do que no
subsistema 2 ou 3;
92
Elemento Cabeamento Horizontal -
Topologia

93
Elemento Cabeamento Horizontal
(subsistema de cabeamento 1)
• Patchcords não poderão exceder 5m;
• Na WA os line cords não poderão exceder 5m salvo
casos de uso de MUTOA;
– OBS: para compensar a distância de 100m, deve-se sempre
observar a arquitetura de distribuição do Cabeamento;
– É permitido o uso de cabos híbridos;
• Cabos reconhecidos:
– 100 ohms 4 pares blindado ou não-blindado categorias:
5e, 6 e 6A (ANSI/TIA-568-B.2);
– F.O MM, 2 fibras (ANSI/TIA-568-C.3);
– F.O SM, 2 fibras (ANSI/TIA-568-C.3);
94
Elemento Cabeamento Horizontal
Distancias a serem consideradas
Elemento Work Area – WA
• Conceito:Espaço no qual pessoas interagem com
os equipamentos de telecomunicações;
• Estende-se do final da tomada de
telecomunicações até o equipamento de telecom
(ex. Telefone ou computador);
• Conjunto de conectores, adaptadores, plugs,
cordões e outros pontos de saída, possibilitando
a fácil conexão dos terminais de voz e dados e
estações de trabalho à rede.
96
Elemento Work Area – WA
• Características e Aplicabilidade:
• Cada ATR deve conter pelo menos 2 tomadas de
telecomunicação
• Tipos diferenciados no mercado: de parede, de chão e de
superfície
• Tomadas RJ-45 com tampa de proteção são altamente
recomendadas
• A construção das tomadas deve prever espaço adequado
para acomodação, com folga, de fibra e par trancado
• Dimensionamento: depende da demanda
– 2 a 10 m2 por área útil (desconsidera-se corredores e
banheiros)
97
Elemento Work Area – WA
• Arquiteturas:
– Tradicional;
– Multi User Telecommunication Outlet Architecture
- MUTOA; ou Consolidation Point – CP;
Arquitetura tradicional Open Office - MUTOA
Ponto
Intermediário
MUTOA
OU CP
Cabos
25P ou 4P
Patch Patch
Panel Panel

Armário
Armário de
de Telecomunicações 98
Telecomunicações
WA – Arquitetura Aberta

• Características e Aplicabilidade:
• Facilita mudanças freqüentes de layout;
• Economia de cabo em mudanças;
• Projetado para escritórios abertos (composto por
“baias”);
• Utiliza “Pontos de Consolidação - CP” ou “Multi-
User Telecommunications Outlet Assembly -
MUTOA”;

99
Elemento Work Area – WA – CP

100
Elemento Work Area – WA – CP

• Distante pelo menos 15 metros de TR ou TE;


• Uso obrigatório de interconexão;
• Devem ser obrigatoriamente terminados em uma MUTOA ou
tomada de telecom;
• Sempre deverão ser acessíveis e localizados em locais
permanentes das instalações;

101
Elemento Work Area – WA - MUTOA

102
Elemento WA - Exemplos
Exemplos

104
Aula 5 e 6

Meios de transmissão – Metálicos


Blindados e não-blindados

105
Cabeamento Metálico
• Características de um cabeamento
– Resistência: perda de energia que um sinal sofre ao
trafegar por um meio metálico ( taxa de transmissão e
distancia máxima )
– Impedância: é a característica elétrica que envolve a
resistência e a reatância, para cabeamento estruturado é
muito importante que se utilizem-se impedâncias casadas
• Conceitos
– Meios guiados
– Meios não-guiados

106
Cabeamento Metálico
• Categorias
– Performance medida em banda de transmissão
– Quanto maior a categoria maior a banda em freqüência
disponível no meio
Categorias
Classe Categoria Aplicações Banda Características
Classe A Categoria 1 Token Ring, ARC NET 100KHz Sem reconhecimento pela EIA/TIA.
Classe B categoria 2 1MHz Sem reconhecimento pela EIA/TIA.
Primeiro padrão reconhecido, 24
tranças por metro, número de
Classe C categoria 3 Ethernet 10BaseT, 100Base-T4 16MHZ tranças diferentes em cada par
diminuindo interferência entre
pares.
Sem classe Token Ring 16MB e alguns padrões
categoria 4 20MHz Sem reconhecimento pela EIA/TIA.
definida! Ethernet
Classe D categoria 5 100Base-TX e 1000Base-T 100MHz teoricamente suportaria aplicações
Gigabit desde que os requisitos de
Classe D w/ NEXT e ELFEXT superem os
categoria 5e 100Base-TX e 1000Base-T 100MHz*
TSB95 requisítos mínimos previstos pela
norma de 568B/2000.
cabo par trançado de maior
Classe E categoria 6 GigaEthernet e 10Giga em 55 metros 250MHz utilização no mercado em novos
edifícios/reformas;
a=augmented, maior
Classe Ea categoria 6A 10Giga a 100m em DataCenter 500MHz distanciamento dos pares
trançados.
terminações não compatíveis com o
aplicações para mídias totalmente
Classe F Categoria 7 600MhZ RJ-45 e são definidos pela
blindadas - ISO/IEC 14165-144
ISO15018.
será possível colocar vários canais
de comunicação no mesmo meio
Classe Fa Categoria 7a TV a cabo em banda Larga 1000MhZ
físico - aplicações financeiras,
diagnóstico por imagem e etc.
OBS: categoria é uma classificação definida pela TIA e Classe é da ISO
Cabeamento Metálico - Conceitos
• Banda Base
– Determina a faixa de freqüências de um determinado sinal, antes que
ele sofra qualquer tipo de modulação, ou seja, é o sinal puro na sua
forma natural (transmissão de um sinal digital sem modulação).
– Um único canal utiliza a largura de banda total disponível.
– Devido à simplicidade e eficiência que podem ser obtidos com
sistemas de transmissão banda base, são estes os mais largamente
utilizados em comunicação de dados em distâncias limitadas.
– As características desses sistemas estão intimamente relacionadas
com o código utilizado para representar e transmitir a informação.

109
Cabeamento Metálico
• Cabos par trançado
– Usado para transmissão do sinal em banda base
– Redes locais com taxas altas
– Transmissão tanto analógica quanto digital
– Pares de fios trançados a fim de, através do efeito
de cancelamento, reduzir o ruído e manter
constantes as propriedades elétricas por toda sua
extensão

114
Cabeamento Metálico
• Tipos de cabos par-trançado
– UTP
5e 6 6A

115
Cabeamento Metálico
– Tipos de Pares trançados:
– Existem dois tipos de cabos blindados
• ScTP: cabos com mesma estrutura do UTPs com uma
cobertura metálica e revestidos (todo o conjunto)
por um termoplastico; (FTP ou screened);
• S/FTP ou Full Shielded: pares individualmente
envolvidos em uma cobertura metálica e estes
(conjuntos) cobertos por uma malha metálica;
Tipos de conexões e conectores
Tipos de conexões e conectores
Interferências em cabeamento metálico
• Diafonia
– Interferência elétrica gerada em um par pelo sinal que esta
trafegando num par adjacente dentro do mesmo cabo
• Delay Skew
– Velocidades de propagação diferentes

• EMI:
– Descargas elétricas
– Motores elétricos
– Transmissores de radio
– Acoplamento de campos elétricos e magnéticos
– Variação de freqüências
119
Técnicas de proteção
• Blindagem eletromagnética: revestimento por fita
metálica (principio da gaiola de Faraday)

• Cancelamento de campos eletromagnéticos:


trancamento dos pares visando resultante zero ao
longo do caminho.

120
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Divisão de categorias de cabos
• Suporte a minhas aplicações?
• De que preciso?
• Vai ser suficiente para o futuro?
Avaliação de um cabeamento

• Tecnicamente, a certificação do sistema de


cabeamento é a analise de sua resposta em
freqüência;
• Confirmar por meio de medições realizadas por
equipamentos de teste adequados que o sistema de
cabos sob teste está em conformidade com os
requisitos da categoria para a qual foi projetado e
instalado;
• Parâmetros elétricos e mecânicos devem ser
verificados em um procedimento de certificação, de
acordo com normas aplicáveis.
122
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Configuração de terminação;
– T568A;
– T568B;
• Comprimento;
– 90 metros na configuração enlace permanente;
– 100 metros na configuração canal;
• Perda por inserção (Atenuação):
– perda de potência que o sinal sofre ao percorrer o meio entre o
transmissor e o receptor
– A= 10 log Potência do Sinal Recebido (dB)
Potência do Sinal Transmitido
• Delay: atraso de propagação do sinal

123
Avaliação de um cabeamento:
Configuração de Testes

124
Avaliação de um cabeamento:
Configuração de Testes

125
Avaliação de um cabeamento:
Configuração de Testes

126
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Terminação – WIRE MAP

• Permite ao instalador saber


quais pares estão cortados,
trocados ou corretos.

127
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Delay Skew (desvio de atraso de propagação): diferença entre
o maior e o menor atraso de propagação dos dados enviados
entre a entrada e saída
– Implicação:
• Jitter (variação do tempo entre os pacotes transmitidos devido a
congestionamentos na rede)
• aumento da BER

æ t1 - t2 ö
Vpp = A ç ÷
è t1 ø
128
Delay skew

36
AP = atraso de propragação APcabo £ 534 + ns /100m
f = frequência de interesse
f
129
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Perda de Retorno: (Return Loss): medida expressa
em DB, do sinal refletido causado por defeitos de
fabricação ou dobras ou pelo descasamento de
impedância;

æ 1-VSWR ö
PR = -20 log ç ÷
è 1+VSWR ø

Voltage Standing Wave Ratio - VSWR simply put is the ratio of the maximum
to the minimum voltage of a standing wave (which is the instantaneous sum of
incident and reflected waves) 130
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• Diafonia (crosstalk)
– Ocorre devido aos mecanismos de acoplamento indutivo e capacitivo
e é o fator limitante de desempenho em sistemas de comunicação
digital;
– A diafonia não pode ser eliminada, mas pode ser reduzida por:
• Uso de terminações balanceadas (<= 5%);
• Entrelaçamento dos pares com diferentes passos de torção dentro do mesmo cabo;
• Fabricação do cabo de modo a otimizar seu desempenho em termos elétricos;
• Uso de cabos blindados para minimizar a interferência entre pares de cabos
vizinhos em um mesmo encaminhamento
• praticas de instalação baseadas em normas aplicáveis;

131
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• NEXT (Near End Cross Talk): medida de sinal indesejado
gerado por meio de acoplamento eletromagnético de um
sinal transmitido em um par adjacente. Este sinal é medido na
entrada do sinal (paradiafonia);
• FEXT (Far End Cross Talk): medida de sinal indesejado gerado
por meio de acoplamento eletromagnético de um sinal
transmitido em um par adjacente. Este sinal é medido na
outra extremidade do sinal (telediafonia);

132
Modelagem elétrica de um cabo de
transmissão ( Leis de Maxell)
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• ELFEXT(Equal Level FEXT): Atenuação – perda por FEXT;
– Implicações:
• Altos valores -> aumento da BER
• Pacotes não entregáveis

134
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• PSNEXT(Power Sum NEXT) e PSELFEXT(Power Sum ELFEXT):
somatório dos níveis de ruído gerado entre 3 pares
– Conceito: performance que indica robustez de um sinal a
ser transmitido submetido a 3 medidas
– Implicações e aplicações: Este parâmetro é utilizado para
aplicações que utilizem-se dos 4 pares. Garantia de
robustez para aplicações tipo gigabit Ethernet ou superior

135
Parâmetros de Avaliação de um
cabeamento
• ACR(Attenuation crosstalk Ratio): parâmetro mais importante
para cabeamento estruturado. Medido pela diferença entre a
atenuação e a perda por NEXT
– ACR positivo: potencia do sinal transmitido é maior que a perda por
NEXT
– Determina a banda passante do Cabeamento (SNR)

136
Tabela comparativa de parâmetros de
cabeamento

137
Alien Crosstalk

– Normalmente, os segmentos de cabos UTP em uma instalação de


cabeamento estruturado são carregados juntos ao longo de um
encaminhamento ou parte dele.
– Da mesma forma, no cross-connect horizontal ou distribuidor de piso,
eles são organizados em feixes compostos por grupos de cabos
balanceados presos por abraçadeiras ou outro tipo de amarração.
– Quando usados cabos sem blindagem, a efeito de alien crosstalk
apresenta-se como a interferência entre sinais que se propagam por
pares de cabos adjacentes

138
Allien Crosstalk

139
Alien Crosstalk

• O efeito do Alien Crosstalk tornam-se mais importante em


sistemas de cabeamento estruturado devido às aplicações
Gigabit Ethernet e 10 Gigabit Ethernet, pois, estas aplicações
utilizam todos os pares do cabo UTP o que aumenta,
potencialmente, o nível de interferência por diafonia entre
pares de diferentes cabos no sistema.

140
Powersum Alien Crosstalk

• O controle do alien crosstalk em sistemas de cabeamento


estruturado é importante, também, devido aos equipamentos
ativos de redes de dados, em geral, não serem capazes de
compensar o ruído externo proveniente dos cabos sob certas
condições e limites bem específicos.
• É de fundamental importância que os efeitos de cabos
adjacentes sejam minimizados nestes sistemas.

141
Tabela Comparativa de parâmetros de desempenho de um cabeamento estruturado
Category 5e Category 6 Category 6A
Class F Class FA
Class D Class E Class EA
Frequency Range
1 - 100 1 - 250 1 - 500 1 - 600 1 - 1,000
(MHz)

Insertion Loss (dB) 24.0 21.3/21.7 20.9 20.8 20.3

NEXT Loss (dB) 30.1 39.9 39.9 62.9 65.0

PSNEXT Loss (dB) 27.1 37.1 37.1 59.9 62.0

ACR (dB) 6.1 18.6 18.6 42.1 46.1

PSACR (dB) 3.1 15.8 15.8 39.1 41.7

ACRF1 (dB) 17.4 23.3 23.3/25.5 44.4 47.4

PSACRF2 (dB) 14.4 20.3 20.3/22.5 41.4 44.4

Return Loss (dB) 10.0 12.0 12.0 12.0 12.0


PSANEXT Loss
n/s n/s 60.0 n/s 67.0
(dB)
PSAACRF (dB) n/s n/s 37.0 n/s 52.0

TCL (dB) n/s n/s 20.3 20.3 20.3

ELTCTL3 (dB) n/s n/s 0.5/0 3) 0 0

Propagation Delay 142


548 548 548 548 548
(ns)
Padrões de Transmissão

• 1000BASE-T

143
Padrões de Transmissão

• 1000BASE-TX

144
Padrões de Transmissão

• 10GBASE-T

145