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CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

PEDRO BOARETTO NETO


Resolução 2.418/01 de 09/10/2001
Rua Natal, 2.800 - Jardim Tropical - (45) 3226-2369 -
Cascavel -PR e-mail: secretaria@ceepcascavel.com.br

3°A

ANDREW DA SILVA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO

Cascavel – Paraná
2019
CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PEDRO BOARETTO
NETO CURSO TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA

3°A
ANDREW DA SILVA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO

Relatório apresentado ao curso


Técnico em Eletromecânica do
Centro Estadual de Educação
Profissional Pedro Boaretto Neto –
CEEP Cascavel, como requisito
parcial para obtenção do Diploma de
Técnico em Eletromecânico.
CASCAVEL-PR

2019
AGRADECIMENTOS

Queria começar agradecendo a meus pais pelo apoio que sempre me


deram, agradeço ao colégio CEEP – Pedro Boaretto Neto, pelos estudos e por
me ensinarem a virar um técnico em eletromecânica, agradeço aos professores
que estão todos os dias fazendo seu máximo para me ensinar, e assim eu
tenho conhecimento necessário para conseguir fazer meu estagio com
sucesso, e agradeço também a Deus por tudo que ele tem me dado até hoje.
RESUMO

Este trabalho tem por objetivo descrever as atividades realizadas


durante o período de estágio obrigatório supervisionado. O estágio foi realizado
na empresa JP SEG COMERCIO DE EQUIPAMENTOS LTDA, na área da
oficina onde é realizado a troca, teste e manutenção de maquinas. O estágio
envolvia a atividade de troca de rolamentos, montagem e teste, troca de
induzido, estator e muito mais. O estágio foi satisfatório por proporcionar
conhecimentos nas atividades de manutenção em motoredutores,
conhecimento de ferramentas e cuidados que você precisa para se mexer em
manutenções de motoredutores.

Palavras-chave: Manutenção; conhecimentos; motoredutores; cuidados.


LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 - JP SEG COMERCIO DE


EQUIPAMENTOS.................................7
Figura 2 –Motoredutor..................................................................................8
Figura 3 –Motoredutor de portão de coroa e rosca sem
fim..........................9
Figura 4 –Motoredutor de velocidade helicoidal e
reto................................10
Figura 5 –Motoredutor de velocidade
epicicloidal.......................................11
Figura 6 –Motor de indução
monofásico.....................................................12
Figura 7 –Motor de indução
trifásico...........................................................13
Figura 8 –Estator........................................................................................14
Figura 9 –Encoder......................................................................................15
Figura 10 –Rolamentos..............................................................................16
Figura 11 –inversor de frequência..............................................................17
Figura 12 –Encoder estragado...................................................................18
Figura 13 –Rolamentos
gastos...................................................................19
Figura 14 –Estator estragado.....................................................................20
Figura 15 –Coroa gasta e
nova...................................................................21
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO .................................................................................................6
2.APRESENTAÇÃO DA
EMPRESA ...................................................................7

3.REVISÃO
BIBLIOGRÁFICA ............................................................................8

1.1 MOTOREDUTOR.......................................................................................8

1.2 TIPOS DE MOTOREDUTORES.................................................................9

3.2.1 Motoredutor de velocidade coroa e rosca sem


fim............................9

3.2.2 Motoredutor de velocidade helicoidal e


reto.....................................10

3.2.3 Motoredutor de velocidade


epicicloidal.............................................10
1.3 MOTORES DE INDUÇÃO........................................................................12

3.3.1 Motor de indução


monofásico.........................................................12

3.3.2 Motor de indução


trifásico...............................................................13

3.4 ESTATOR................................................................................................14

3.5 ENCODER...............................................................................................15

3.6 ROLAMENTOS.......................................................................................16

3.7 INVERSOR DE FREQUENCIA................................................................17

4.ATIVIDAES DESENVOLVIDAS.....................................................................18

4.1 TROCA DE ENCODER............................................................................18

4.2 TROCA DE ROLAMENTOS...................................................................19

4.3 TROCA DE ESTATOR.............................................................................20

4.4 TROCA DE
COROA.................................................................................21

5.CONSIDERAÇÕES FINAIS ...........................................................................22

6.REFERÊNCIAS ..............................................................................................2
3
6

1.INTRODUÇÃO
Este documento tem a orientação de mostrar as atividades que foram
desenvolvidas durante o tempo de estágio, na empresa JP SEG COMERCIO DE
EQUIPAMENTOS LTDA.O estágio obrigatório é uma atividade fundamental para um
curso técnico, é onde os alunos tem a oportunidade de aprender mais na pratica e
saber como é a área de trabalho. O trabalho exibe o progresso de ações feita em
motoredutores, com serviços destinados a manutenção de motoredutor, consciência
de dados técnicos e ter uma base do que deve ser feito em determinados casos.
O objetivo é mostrar alguns problemas que acontecem em automatizadores
de portão, solução do defeito e os devidos cuidados para se ter, o trabalho será
elaborado com pesquisas bibliográficas, experiências em campo e explicativa de
todas as atividades desenvolvidas
7

2. APRESENTAÇAO DA EMPRESA

JP SEG COMERCIO DE EQUIPAMENTOS LTDA, é uma empresa fundada


em Cascavel – PR no ano de 2015, tem o propósito de proporcionar qualidade
absoluta em seus equipamentos e manutenções, visando sempre estar com
equipamentos e acessórios de inovação, ultimas peças do mercado. JP SEG lhe
oferece sempre o melhor custo benefício, o mais rápido possível e uma amizade
honesta com os consumidores. A empresa se localiza na Rua São Paulo,1917, no
centro.

Figura 1- JP SEG COMERCIO DE EQUIPAMENTOS LTDA

Fonte: Autor
8

3. REVISAO BIBLIOGRAFICA

Segue revisão bibliográfica sobre correia dentada, disco de freio, troca de


óleo e carter do motor. O objetivo desse capitulo é explicar para o leitor o que é cada
componente e tipo de serviços realizados nas atividades desenvolvidas em períodos
de trabalho

3.1 MOTOREDUTOR

De acordo com o site REDUTORES IBR (2016), os motoredutores são


equipamentos formado pela composição de um motor elétrico e um redutor de
engrenagens em um único pacote sistemático. Seu principal objetivo é fornecer
movimento rotativo (rpm) com torque elevado (Nm), reduzindo a velocidade
(rotação) de um acionador, realizando a adequação da velocidade para a
rotação necessária de diversos equipamentos industriais, trabalhando
geralmente com uma taxa de redução definida por equipamento.
Podem ser feitos em material alumínio ou ferro fundido, sendo as suas
engrenagens em aço e/ou bronze, tendo como componentes básicos: eixos de
entrada (ou motor de entrada) e saída, rolamentos, engrenagens, eixos sem-fim
e carcaça. Os motores são, nesse caso, mais econômicos, com poucos cavalos
de potência, ao mesmo tempo que geram uma grande força motriz devido ao
sistema.
Existem vários modelos de motoredutores, sendo os mais utilizados os de
redução de velocidade por coroa e rosca sem-fim, sendo esses os mais
econômicos em relação ao investimento de compra e de fácil manutenção.

Figura 2 - Motoredutor
9

Fonte; Google

3.2 TIPOS DE MOTOREDUTORES

Existem vários tipos de motoredutor, mas os mais utilizados são os de


velocidade com coroa e rosca sem-fim, com dentes helicoidais e reto e o epicicloidal.

3.2.1 Motoredutor de velocidade coroa e rosca sem fim

Existe uma extensa lista de motoredutores disponíveis no mercado, e um


dos mais requisitados é o motoredutor rosca sem fim, por sua combinação de
engrenagens e coroas helicoidais e do eixo rosca sem fim que garante aos
equipamentos um rendimento superior, com vantagem de posicionamento
angular em relação ao motor e equipamento.
Outro ponto positivo do redutor rosca sem fim é seu custo-benefício,
tornando-se uma opção ideal para quem busca economia sem abrir mão de um
produto eficiente. Além disso, o redutor rosca sem fim é um dispositivo de
grande versatilidade, pois pode ser aplicado em diferentes ramos de atividade,
como automatizador de portão. A facilidade de manuseio do redutor rosca sem
fim é outro ponto forte desse dispositivo, tendo em vista que proporciona
segurança nos processos e redução de ruídos e vibrações durante seus
momentos operantes. (MULTENGRENAGENS, 2018).

Figura 3 – Motoredutor de portão de coroa e rosca sem fim


10

Fonte: Autor

3.2.2 Motoredutor de velocidade helicoidal e reto

Muitas vezes para se obter uma redução de ruídos, e vibrações, as


engrenagens dos motoredutores de velocidade tem dentes helicoidais, que permitem
uma transmissão de potência mais homogênea. Os motoredutores de dentes
helicoidais são os mais eficientes, mas tem custo consideravelmente mais elevado,
devido a maior dificuldade de fabricação das engrenagens.
(INDUSTRIAHOJE,2013).
11

Figura 4 – Motoredutor de velocidade helicoidal e reto

Fonte: Google

3.2.3 Motoredutor de velocidade epicicloidal

Este possui um misto de engrenagens com dentes retos e outras com dentes
internos. O redutor epicicloidal de velocidade costuma ser utilizado em sistemas
mais compactos que precisam lidar com reduções elevadas de velocidade.
A maioria dos redutores de velocidade trabalha somente com uma taxa de
redução. Quando há recursos para a alteração desta taxa, o equipamento é
geralmente conhecido como caixa de marchas ou câmbio. Este é, claramente, o
caso dos automóveis. O sistema de câmbio dos veículos nada mais é do que um
redutor de velocidade com capacidade de alteração de níveis, essencial para
estabilizar todo o sistema.
Para quem não está familiarizado com o assunto, inclusive, o câmbio dos
veículos é a melhor maneira para se compreender como funciona um redutor de
velocidade. Os automóveis exigem mudanças de marcha porque, somente desta
forma, é possível manter o motor funcionando abaixo de seu limite, ao mesmo
tempo em que se utiliza a melhor performance de sua faixa de RPM.
(INDUSTRIA HOJE,2013)
12

Figura 5 – Motoredutor de velocidade epicicloidal

Fonte: Google

3.3 MOTORES DE INDUÇÃO

O motor de indução converteu-se no tipo mais usado na indústria, porque


a maioria dos sistemas atuais de distribuição de energia elétrica é de corrente
alternada. Comparando com o motor de corrente continua, o motor de indução
tem como vantagem a sua simplicidade, que se traduz em baixo custo e máxima
eficácia com manutenção mínima. O rendimento é elevado para medias e
máximas cargas, e pode-se assegurar um bom fator de potência com uma
seleção correta. (FRANCHI, claiton,2010).

3.3.1 Motor de indução monofásico


13

Os motores monofásicos são assim chamados porque os seus enrolamentos


de campo são ligados diretamente a uma fonte monofásica. Entre os vários tipos de
motores elétricos monofásicos, os motores com rotor gaiola destacam-se pela
simplicidade de fabricação e, principalmente, pela robustez, confiabilidade e
manutenção reduzida.
Por terem somente uma fase de alimentação, não possuem um campo girante
como os motores polifásicos, mas um campo magnético pulsante. Isso impede que
tenham torque de partida, tendo em conta que no rotor se induzem campos
magnéticos alinhados ao campo do estator. (FRANCHI, claiton,2010)

Figura 6 – Motor de indução monofásico

Fonte: Google

3.3.2 Motor de indução trifásico

O motor de indução polifásico é o mais utilizado, tanto na indústria como no


ambiente doméstico, porque os sistemas atuas de distribuição de energia elétrica
normalmente são trifásicos de corrente alternada. O estudo recaiu essencialmente
nos motores de indução trifásicos, já que na pratica constituem o grande leque dos
motores de indução polifásicos.
A utilização de motores de indução trifásico é aconselhável a partir dos 2kW.
Para potencias inferiores justifica-se o monofásico.
O motor de indução trifásico apresenta relativa vantagem com relação ao
monofásico, já que possui partidas mais fácil, o ruído é menor e é mais barato para
potencias superiores a 2kW. (FRANCHI, claiton, 2010).
14

Figura 7 – motor de indução trifásico

Fonte: Google

Os motores trifásicos podem ser assíncronos ou síncronos. Os modelos


assíncronos são fabricados em diferentes potências e velocidades para atender às
tensões padronizadas da rede elétrica: 220V, 380V, 440V ou 760V. Esse tipo de
motor é o mais empregado em indústrias, e oferecem melhores condições de
operação do que os motores monofásicos — que necessitam de auxílio na partida.
Os motores trifásicos síncronos são máquinas que promovem a transformação da
energia elétrica recebida em energia mecânica para movimentar determinado motor
ou maquinário. (TECNOGERA,2017)

3.4 ESTATOR

O estator é a parte fixa de uma máquina elétrica. Por máquina


elétrica, nos referimos a motores elétricos e a geradores elétricos. A parte
móvel de um motor elétrico é chamada de rotor.
Em máquinas de corrente alternada, o estator é geralmente na
forma de um tubo cilíndrico, com uma certa espessura de parede. A
15

com base em coroas empilhadas de folha magnética com uma dentada


em seu círculo interno são formadas as ranhuras onde as bobinas
estão alojadas. Nas máquinas de corrente contínua, o estator é
formado por uma armação cilíndrica de aço sólido. Esta armação tem
polos polares ou peças com bobinas correspondentes anexadas a ela.
Dependendo da configuração de um dispositivo de força elétrica
rotativo, este estator pode atuar como um íman (através do efeito
eletroímã), reagindo com a armadura para produzir movimento. Além
disso, o estator também pode atuar como uma armadura aceitando
indutores de uma bobina de campo móvel localizada em um rotor.
(DEMOTOR,2017).
Figura 8 -Estator

Fonte: Google

3.5 Encoder

Encoder são dispositivos/sensores eletromecânicos cuja funcionalidade é


transformar posição em sinal elétrico digital. Com a utilização de encoders é
possível quantizar distâncias, controlar velocidades, medir ângulos, número de
rotações, realizar posicionamentos, rotacionar braços robóticos e etc.
O encoder é composto basicamente por um disco com marcações, um
componente emissor e um receptor. Os encoder ópticos utilizam led como o
componente emissor e um sensor photodetector como o receptor.
(ALMEIDA,2017)
16

Figura 9 – Encoder

Fonte: Google

3.6 ROLAMENTOS

Rolamento é um componente cuja função é transmitir uma ação de


rotação de um determinado objeto. Carrega e suporta cargas, reduzindo o
esforço ou força de movimento dele.
Sua aplicação é muito ampla, é um dos elementos mais utilizados na
construção de produtos, máquinas e ferramentas. Sendo assim, encontramos
desde um carro até um liquidificador, passando por parafusadeiras, máquinas de
lavar roupas ou um Skate.
17

Desse modo, rolamentos industriais são os modelos mais exigentes em


aplicação e desempenho. São capazes de suportar cargas extremamente
elevadas e operar em ambientes com umidade e agentes corrosivos.
De forma geral, normalmente são constituídos de pista, esferas (ou rolos),
gaiolas, retentores e lubrificante. Os modelos mais utilizados no mercado são
os rolamentos de esferas, rolamentos de rolos e autocompensadores. Destes
derivam outros modelos que são indicados para determinadas condições de
trabalho e especificidade do projeto.
Desse modo, a escolha do tipo de rolamento também está em função do
tipo de arranjo ou componentes do conjunto em funcionamento.
(ABECOM,2019)

Figura 10 – Rolamentos

Fonte: Google

3.7INVERSOR DE FREQUENCIAO

avanço da eletrônica de potência permitiu o desenvolvimento de conversores


de frequência com dispositivos de estado solido, inicialmente com tiristres e
atualmente com transistores, mais especificamente o IGBT, transistor bipolar de
porta isolada. Os cicloconversores antecederam, de certa forma, os atuais
inversores. Eles eram utilizados para converter 60Hz da rede em uma frequência
18

mais baixa, era uma conversão CA-CA. Já os inversores utilizam a conversão CA-
CC e, por fim, em CA novamente. (FRANCHI, claiton,2010)

Figura 11 – Inversor de Frequência

Fonte: Autor

4. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Neste capítulo serão apresentadas as atividades que foram realizadas


durante o estágio. Dado que, todas as manutenções foram feitas na oficina da
empresa.
19

4.1 TROCA DE ENCODER

Compareceu na empresa, um cliente que nos comunicou que o seu


motoredutor de portão, um DZ eurus 220V, precisava fazer substituição de alguns
componentes, afirmou que não estava mais funcionando, pois tentava acionar e não
conseguia e ele sentia medo de que seu motoredutor fica-se desregulado e não
conseguisse fechar o portão.

Figura 12 –Encoder estragado

Fonte: Autor

Após o fazer o teste foi visto que o motor apresentava alguns problemas, foi
aberto usando uma parafusadeira, chave de fenda e Philips, foi visto que o problema
não era mecânico, era digital.
Portanto, com a chave Philips foi tirado o encoder, imediatamente pegamos o
encoder novo “encoder universal cabo (65 cm)” e posicionamos ele em seu devido
local.

4.2 TROCA DE ROLAMENTOS


20

Chegou na empresa um cliente com um motoredutor giro de 1/3, comentando


que o seu motoredutor não estava fechando a porta de sua empresa, então o trouxe
para verificarmos o problema.
Portanto, o supervisor posicionou e me ajudou a abrir o motoredutor, em
seguida observamos que o ruído vinha dos rolamentos do motoredutor, com uma
parafusadeira, começamos a retirar todos os parafusos que estavam segurando a
carcaça. Mesmo com a carcaça solta, foi preciso usar um saca rolamentos, e assim
possibilitou a retirada dos rolamentos.

Figura 13 – Rolamentos gastos

Fonte: Autor

Logo após retirarmos os rolamentos, limpamos todas as áreas que em


entravam em contato com o rolamento, utilizamos um pano para tirar o a sujeira e
logo em seguida uma lixa para retirar os obstáculos grudados no local em que o
rolamento é colocado.
Foi fechado e passado silicone para melhor melhor fixação da carcaça e foi
utilizado um pano para tirar o excesso.

4.3 TROCA DE ESTATOR


21

Foi dada a entrada na empresa, de um BZ Home 127V, apresentando o


problema de não ter força para movimentar um portão, logo o supervisor já de
cabeça comentou que o defeito poderia ser no estator.
Sendo assim, o supervisor me ajudou a abrir a carcaça, logo observamos que
não havia nada na carcaça do estator, foi usado um multímetro para testar a tensão,
logo observamos que o estator estava estragado e apresentava mal funcionamento.
Assim fazendo com que não tivesse força para abrir ou fechar um portão.

Figura 14 – Estator estragado

Fonte: Autor

Em seguida foi colocado o estator novo “estator DZ 110V 60 HZ 40mm – fio


23 alum”. Foi fechado a carcaça, e passado silicone para uma fixação melhor,
usando um pano para tirar o excesso. Após foi testado para ver se havia mais algum
problema, e por fim, estava tudo certo para entregar ao cliente.

4.4 TROCA DE COROA


22

Chegou na empresa, um DZ Condominium Jetflex hibrida 1/3, apresentava o


problema de ligar mais não ter força para se movimentar, então o supervisor
comentou que podia ser problema na coroa.
Desse modo, o supervisor me ajudou a abrir a carcaça do motor, logo
observamos que a coroa estava muito gasta, foi usado uma parafusadeira, para abrir
a carcaça e retiar a coroa, foi usado um pano para tirar o excesso de sujeira que
havia.

Figura 15 – Coroa gasta e nova

Fonte: Autor

Foi colocado a coroa nova “Coroa Z40 Bipartida”. Foi usado silicone para
fechar a carcaça, e usado um pano para tirar o excesso. Após foi testado e visto que
não havia mais problemas e, estava certo para devolver ao cliente.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
23

O estágio que foi realizado na empresa JP SEG COMERCIO DE


EQUIPMENTOS, foi uma experiência de grande porte, diante disso, consegui ter a
visão de como é o trabalho em campo, como funciona os setores de manutenção,
como se comunicar com clientes e aprender como é o mercado de trabalho.
Nesse período de estágio, envolve muita concentração, estudo,
responsabilidade e trabalho em equipe, buscando sempre fazer o melhor, sempre
possuindo seriedade com as ferramentas e com o local de trabalho.
O objetivo final de se trabalhar na pratica é que se conclui o que foi aprendido
em sala de aula, com o intuito de sempre aprender mais, assim finalizando e sendo
possível a realização do relatório.

6. REFERENCIAS
24

FRANCHI, Claiton. Acionamentos elétricos.4. ed. São Paulo: Erica, 2010.

ABECOM. O que é rolamento? 2019. Disponível em <


https://www.abecom.com.br/o-que-e-rolamento/ > acesso em: 29 de setembro de
2019.

ALMEIDA, Fernanda. O que é encoder? 2019. Disponível em <


https://www.hitecnologia.com.br/blog/o-que-é-encoder-para-que-serve-como-
escolher-como-interfacear/> acesso em: 29 de setembro de 2019.

DEMOTOR. Estator de um motor elétrico. O que é? 2018. Disponível em <


https://pt.demotor.net/definicoes/estator.html > acesso em: 29 de setembro de 2019.

INDUSTRIAS HOJE. O que é um motoredutor de velocidade? 2013. Disponível


em < https://industriahoje.com.br/redutor-velocidade > acesso em: 29 de setembro
de 2019.

MULTENGRENAGENS. Redutor rosca sem fim? 2018. Disponível em <


https://www.multengrenagens.com.br/redutor-rosca-fim > acesso em: 29 de
setembro de 2019.

REDUTORESIBR. Motoredutores: o que são? 2019. Disponível em <


http://www.redutoresibr.com.br/pt/noticia/motorredutores--o-que-sao-- > acesso em:
29 de setembro de 2019.