Você está na página 1de 8

Home  Segurança  Blockchain

Certidão via Blockchain: primeiro bebê é registrado com a


tecnologia no Brasil
Por Felipe Junqueira | 30 de Outubro de 2019 às 18h55  Shutterstock

TUDO SOBRE
Saiba tudo sobre IBM VER MAIS

Um teste realizado no Brasil resultou no primeiro registro de


bebê de forma digital. Uma criança nascida em 8 de julho teve
IBM
sua certidão emitida pela rede Notary Ledgers, usando
tecnologia blockchain da IBM.

Álvaro de Medeiros Mendonça nasceu no Rio de Janeiro, e uma


pessoa da equipe de parto declarou o horário na ferramenta da
Groth Tech, que usa o sistema de blockchain da IBM. Depois, o
pedido de registro foi feito e a identidade digital da criança foi
criada com a validação de dados pessoais e reconhecimento
facial.

Para que tudo seja o cial, a empresa fez uma parceria com o 5º Registro Civil de Pessoas
Naturais da Cidade do Rio de Janeiro e o hospital onde o parto foi realizado, a Casa de
Saúde São José, no caso. O teste piloto foi realizado durante três dias, e a ferramenta
demora, no máximo, 15 minutos para emitir a certidão, de acordo com o CEO da Growth
Tech, Hugo Pierre.

“Embora algumas maternidades já possuam unidades de cartório, a emissão não é algo


simples”, disse Pierre. “Em muitas situações, o pai precisa enfrentar las que chegam a
durar 4 horas, principalmente em hospitais públicos, com grandes números de
nascimentos por dia”, explicou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


A ideia, agora, é expandir o serviço e oferecer para mais maternidades. Se funcionar e


for bem recebido, a companhia pensa em oferecer registro de imóveis e certidões de
casamento, que também não são tarefas fáceis no país.

Fonte: via Tilt

Gostou dessa matéria?


Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias
do mundo da tecnologia.

Nome Completo

Email

INSCREVER

COMENTÁRIOS

TRENDING CANALTECH


 3 dias | MEMES

"Caneta Azul, Azul Caneta" | Como um vídeo sem graça virou meme em poucos dias

 8 horas | APPS

Delivery de combustível chega ao Brasil; seria o m dos postos?


 3 horas | PUBLIEDITORIAL

PREÇO BAIXOU | Redmi Note 8, Note 8 Pro e Mi 9 Lite a partir de R$ 1059 em 10x

 2 dias | ESPAÇO

Tá vendo aquela Lua que brilha lá no céu? O que aconteceria se ela sumisse?



 2 dias | SEGURANÇA

Malware infectou mais de 45 mil smartphones Android e não some nem com reset

 7 horas | ESPAÇO

Galáxia dos horrores: NASA cria pôsteres com exoplanetas horripilantes

Hackers norte-coreanos voltam a atacar, mas desta vez o alvo é o


macOS
Por Claudio Yuge | 15 de Outubro de 2019 às 20h59  pixabay

Os hackers norte-coreanos do Lazarus Group são amplamente


famosos por seus golpes a carteiras virtuais de criptomoedas e
apps que se fazem de plataformas de negócios para roubar seus
dados e seu dinheiro. O grupo andou meio quieto ultimamente,
até porque muitas de suas técnicas e “apps” foram descobertos,
mas, ao que parece, eles estão de volta, de olho nos dispositivos
macOS.

Segundo Patrick Wardle, expert em segurança de Macs, o Lazarus


está por trás de uma companhia JMT Trading, que distribui um
software de negociação de moedas digitais com código aberto.
Sua documentação até mesmo está disponível na comunidade de desenvolvimento
GitHub. O pesquisador descobriu que algumas linhas maliciosas dão aos invasores a
“capacidade de executar comandos remotamente”.

MalwareHunterTeam @malwrhunterteam · 11 de out de 2019
Respondendo a @malwrhunterteam
The .dmg for Mac (with the malware in it), and the malware alone
 are both on VT for more than a month, but still 0 detections when
last scanned.

LEIA MAIS

RECOMENDADOS PARA VOCÊ Recomendado por

00:15

CANALTECH PATROCINADO | ANIGI PATROCINADO | XP INVESTIMENTO

Que tal comprar uma casa dobrável e Truque indígena para crescer cabelo Saiba como vencer o impossível.
acionada por controle remoto na nas entradas vira febre no Brasil
Amazon?

MP-DF investiga Banco Pan após vazamento de dados; banco


contesta
Por Felipe Ribeiro | 09 de Setembro de 2019 às 12h55  Banco Pan

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)


decidiu abrir investigação contra o o Banco Panamericano e
instaurou um Inquérito Cívil Público (ICP) para a apurar eventuais
responsabilidades pelo vazamento de dados da instituição, que
ocorreram em em junho deste ano e foram classi cados pelo MP 
como o maior do tipo no Brasil.
O MPDFT acredita que uma vulnerabilidade no sistema de
 armazenamento de dados do banco foi responsável pela
exposição de mais de 245GB ou 1.235.151 arquivos contendo
dados pessoais de clientes como carteiras de identidade,
carteiras de habilitação, comprovantes de residência, CPFs,
cartões de crédito, contratos de nanciamento, solicitações de saque e extratos
bancários, dentre outros. Todos os dados estavam na nuvem, o que corrobora para a
versão do MPF-DF

O Banco Panamericano nega o vazamento dos dados, que foi descoberto por um grupo
brasileiro de pesquisadores, o Data Grupo e publicado pelo portal The Hack.

LEIA MAIS

RECOMENDADOS PARA VOCÊ Recomendado por

CANALTECH PATROCINADO | SEGREDO CAPILAR INDÍGENA PATROCINADO | GAZETA PAULISTA

Mortal Kombat | Sonya e Kano têm Segredo indígena para combater Ervas africanas ajudam a levantar
seus atores con rmados para novo calvície supera efeito de transplante disposição do homem
lme capilar

Site lento e instável? Conheça estas 3 soluções de hospedagem 


de
sites
Publieditorial | 22 de Outubro de 2019 às 09h00

Quem trabalha com internet, seja como empreendedor, seja como prestador de
serviços, sabe que manter um site ou aplicação estável e veloz é crucial para garantir a
melhor experiência do usuário e não perder receita.

Aliás, nos últimos anos, empresas gigantes como o Facebook sofreram com problemas
de instabilidade no servidor impactando milhões de usuários e empresas.

Este “Calcanhar de Aquiles” ca ainda mais evidente durante “a maior temporada” de


vendas online: a Black Friday.

Além de enlouquecer consumidores que estão à caça dos melhores descontos na


internet, a data também preocupa os varejistas de e-commerce que precisam atender
às altas expectativas do consumo imediato.

Eles precisam reforçar toda a operação de atendimento e logística e ainda garantir que
o site da loja se mantenha “em pé” durante os maiores picos no tráfego.

Em 2015 grande parte das lojas virtuais do país sofreu com quedas (algumas até caram
fora do ar) e lentidão, deixando consumidores na mão.

Em 2017 o prejuízo do e-commerce devido a instabilidades chegou a R$ 6,4 milhões,


comprovando, mais uma vez, que cada segundo que um site ca fora do ar ou demora
para carregar diminui signi cativamente a conversão de vendas.

Mas a nal, como garantir a estabilidade e a velocidade de carregamento de um site?

LEIA MAIS