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COMO ELABORAR UM RELATÓRIO

1. CONCEITO DE RELATÓRIO
2. OBJETIVOS
3. TIPOS DE RELATÓRIOS
4. RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO
5. FASE DE UM RELATÓRIO
6. ESTRUTURA DO RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO
6.1 Capa
6.2 Falsa folha de rosto
6.3 Verso da falsa folha de rosto
6.4 Errata
6.5 Folha de rosto
6.6 Sumário
6.7 Listas de tabelas, ilustrações, abreviaturas, siglas e símbolos
6.8 Resumo
6.9 Texto
6.10 Anexo (ou Apêndice)
6.11 Referências bibliográficas
6.12 Apresentação gráfica
6.13 Negrito, grifo ou itálico
6.14 Medidas de formatação do relatório
7. CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Maria Elizabet Lovera -1-


1. CONCEITO DE RELATÓRIO

"É a exposição escrita na qual se descrevem fatos verificados mediante


pesquisas ou se historia a execução de serviços ou de experiências. É
geralmente acompanhado de documentos demonstrativos, tais como
tabelas, gráficos, estatísticas e outros." (UFPR, 1996)

2. OBJETIVOS

De um modo geral, podemos dizer que os relatórios são escritos com os objetivos:

Divulgar os dados técnicos obtidos e analisados;

Registrá-los em caráter permanente.

3. TIPOS DE RELATÓRIOS

Os relatórios podem ser dos seguintes tipos:

Técnico-científicos;

De viagem;

De estágio;

De visita;

Administrativos;

E fins especiais.

4. RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO

É o documento original pelo qual se faz a difusão da informação corrente, sendo ainda o
registro permanente das informações obtidas. É elaborado principalmente para descrever
experiências, investigações, processos, métodos e análises.

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Ilustrações
Segundo a ABNT (NBR 14724), são consideradas ilustrações: desenhos, esquemas,
fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e
outros. A identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida
de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, do respectivo
título e/ou legenda explicativo de forma breve e clara, dispensando consulta ao texto, e da
fonte. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere,
conforme o projeto gráfico.

Figuras: são desenhos, fotografias, fotomicrografias, etc., com os respectivos títulos


precedidos da palavra “Figura” e do número de ordem em algarismo arábico. No texto
devem ser indicados pela abreviatura Fig., acompanhada do número de ordem. Se a figura
não for de autoria própria, usar a mesma regra da citação direta:
Fonte: SOUZA, 2002, p. 4

Gráficos: depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em gráficos,


com a finalidade de proporcionar ao interessado uma visão rápida do comportamento do
fenômeno. O gráfico serve para representar qualquer tabela de maneira simples, legíveis e
interessantes, tornando claros fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas
tabulados. Não esquecer dos seguintes elementos:

a) Título: deve ser claro, mostrando o quê, onde e quando os dados ocorreram, na ordem
citada. Sua identificação aparece na parte inferior, precedida das palavras designativas,
seguidas de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos.
Exemplo:

Gráfico 3 – Distribuição da população por faixa etária

b) Escala: é a seqüência ordenada de valores que descreve o campo de variação de um


fenômeno. No tracejado da maioria dos gráficos, são consideradas duas escalas:

a) escala vertical ou das ordenadas que se refere aos valores observados ou a freqüência dos
itens, e b) escala horizontal ou das abscissas que se refere ao campo de variação do
fenômeno.

c) Fonte: é indispensável sua indicação. Tem por objetivo informar sobre a procedência
original dos dados e habilitar o interessado a obter outros elementos, caso os deseje,
recorrendo à entidade geradora dos mesmos. Deve ser colocada imediatamente abaixo do
gráfico, e deve seguir as mesmas regras de fonte da tabela.
Exemplo:

Fonte: Censo 2000. Dados gerais, Brasil. IBGE.

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Um gráfico pode ter mais de uma fonte de dados. Neste caso:
Fonte: Censo 2000. Dados gerais, Brasil; IBGE; Pesquisa Renda Familiar.IPEA, 2002.

d) Notas: sempre que for necessário prestar uma informação de natureza geral sobre o
gráfico, deve ser feita uma nota, colocada logo abaixo da FONTE. O procedimento para
apresentação da NOTA nos gráficos é o mesmo adotado para a apresentação nas tabelas.
Fonte: Censo 2000. Dados gerais, Brasil.
Nota: dados trabalhados pelo autor

e) Legenda: também chamada convenção ou chave, é a descrição das convenções utilizadas


na elaboração do gráfico. É obrigatório seu uso sempre que forem representadas divisões
variáveis num mesmo gráfico. Pode ser colocada preenchendo os espaços vazios deixados
pelo tipo de representação utilizada, à direita do gráfico, ou ainda, abaixo deste, logo após a
fonte, nota e chamadas

Mapas: são representações em superfície plana e em escala reduzida, referente a aspectos


geográficos, topográficos ou a divisões político-administrativas. Sugere-se o uso de
moldura nos mapas, uma vez que ela facilita a colocação de convenções e dados de
controle, localizados à direita e abaixo da moldura. As legendas devem ser colocadas, sem
moldura, nas áreas recortadas no mapa.

Plantas: são desenhos que representam a projeção horizontal de uma cidade, construção,
instalação física, elétrica, hidráulica, etc.

Quadros e Tabelas
A apresentação de quadros e tabelas está regida pelas “Normas de Apresentação Tabular”
(IBGE, 1979). A estas normas foram acrescidos conceitos encontrados em fontes não
oficiais.

Quadros: Forma usada para apresentar dados de forma organizada, para cuja compreensão
não seria necessária qualquer elaboração matemático-estatística. A identificação deve ser
feita com a palavra “Quadro” por extenso, seguida do número de ordem em algarismo
arábico. Se o quadro não for de autoria própria, usar a mesma regra da citação direta:
Fonte: SAITO, 2001, p. 4
Se o quadro for baseado em outros quadros, e/ou em um texto, usar:
Fonte: baseado em LEITE, 2001, p. 4
Fonte: baseado em LEITE, 2001, p. 4 e em GARCIA, 1998, pp. 45-53

Tabelas: “Forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se
destaca como informação central. Na sua forma identificam-se espaços e elementos”.
(IBGE, 1993, p. 9).

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Na apresentação de uma tabela devem ser considerados os seguintes critérios: toda tabela
deve ter significado próprio, dispensando consultas ao texto;
“Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de linhas e tiver poucas
colunas, podem ter o centro apresentado em duas ou mais partes, lado a lado, na mesma
página, separando-se as partes por um traço vertical duplo e repetindo-se o cabeçalho”.
(IBGE, 1993, p. 28)”.
“Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de colunas e tiver poucas
linhas, pode ter o centro apresentado em duas ou mais partes, uma abaixo da outra, na
mesma página, repetindo-se o cabeçalho das colunas indicador e os indicadores de linha”.
(IBGE, 1993, p. 28).
Não devem ser apresentadas tabelas nas quais a maior parte dos casos indique inexistência
do fenômeno; no texto deve ser indicada pela palavra “Tabela”, acompanhada do número
de ordem em algarismo arábico.

Não esquecer de colocar, tanto no quadro quanto na tabela, os seguintes elementos:

a) Título: deve ser inscrito no topo, para indicar a natureza e as abrangências geográfica e
temporal dos dados numéricos.

Tabela 1 – Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do


domicílio – Brasil - 1980.

b) Data (se a tabela estiver relacionada à uma série temporal): deve ser indicada de forma
clara e concisa

Tabela 2 – Prevalência da febre aftosa, no Paraná, ano 1986-1989.

c) Cabeçalho: é a parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas.

d) Coluna: espaço vertical do centro da tabela reservado aos dados numéricos (coluna de
dados numéricos) ou aos indicadores de linha (colunas indicadoras), que é a parte da tabela
que especifica o conteúdo das linhas.

Fonte: “toda tabela deve ter fonte, inscrita a partir da primeira linha do seu rodapé, para
identificar o responsável (pessoa física ou jurídica) ou responsáveis pelos dados
numéricos”.(IBGE, 1993, p. 20).

A Identificação deve ser feita pela palavra Fonte ou Fontes, precedida da identificação
do(s) responsável (is). Recomenda-se que a identificação seja feita por extenso. Quando os
dados da tabela tiverem sido trabalhados ou elaborados, o responsável pela operação deve
ser identificado em nota geral. Quando os dados numéricos forem extraídos de um
documento, recomenda-se que seja indicada a referência do documento. Exemplo:

Fonte: Pesquisa industrial – 1982-1984. Dados gerais, Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, v.9,
410p.

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e) Nota geral: “uma tabela deve ter nota geral, inscrita no seu rodapé logo após a fonte,
sempre que houver necessidade de se esclarecer o seu conteúdo geral” (IBGE, 1993, p. 20).
Exemplo:

Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.


Nota: dados trabalhados pelo autor

5. FASES DE UM RELATÓRIO

Geralmente a elaboração do relatório passa pelas seguintes fases:

a) plano inicial: determinação da origem, preparação do relatório e do programa de


seu desenvolvimento;

b) coleta e organização do material: durante a execução do trabalho, a.

c) redação: recomendam-se umas revisões críticas do relatório, considerando-se os


seguintes aspectos: redação (conteúdo e estilo), seqüência das informações, apresentação
gráfica e física.

6. ESTRUTURA DO RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO

Os relatórios técnico-científicos constituem-se dos seguintes elementos:

6.1 Capa

Deve conter os seguintes elementos:

Nome da organização responsável, com subordinação até o nível da autoria;

Título;

Subtítulo se houver;

Local;

Ano de publicação, em algarismo arábico.

6.2 Falsa folha de rosto

Precede a folha de rosto. Deve conter apenas o título do relatório.

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6.3 Verso da falsa folha de rosto

Nesta folha elabora-se padronizadamente, a "Ficha catalógráfica" (solicite auxílio ao


Bibliotecário da sua área, para a confecção da mesma).

6.4 Errata

Lista de erros tipográficos ou de outra natureza, com as devidas correções e indicação das
páginas e linhas em que aparecem. É geralmente impressa em papel avulsa ou encartada,
que se anexa ao relatório depois de impresso.

6.5 Folha de rosto

É a fonte principal de identificação do relatório, devendo conter os seguintes elementos:

a) nome da organização responsável, com subordinação até o nível de autoria;


b) título;
c) subtítulo, se houver;
d) nome do responsável pela elaboração do relatório;
e) local;
f) ano da publicação em algarismos arábicos.

6.6 Sumário
Enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem
e grafia em que a matéria nele se sucede.

Denominado Contents em inglês, Table des Metières em francês,


Contenido em espanhol, é a relação dos capítulos e seções no trabalho, na ordem em
que aparecem. Não deve ser confundido com:

a) índice: relação detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, nomes geográficos e outros,
geralmente em ordem alfabético;

b) resumo: apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior interesse e


importância;

c) listas: é a enumeração de apresentação de dados e informação (gráficos, mapas,


tabelas) utilizados no trabalho.

6.7 Listas de tabelas, ilustrações, abreviaturas, siglas e símbolos

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Listas de tabelas e listas de ilustrações são as relações das tabelas e ilustrações na ordem em
que aparecem no texto.
As listas têm apresentação similar à do sumário. Quando pouco extensas, as listas podem
figurar seqüencialmente na mesma página.

6.8 Resumo

Denominado Resumé em francês, Abstracts em inglês, Resumen em espanhol, é


a apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior importância e interesse.
Não deve ser confundido com Sumário, que é uma lista dos capítulos e seções. No
sumário, o conteúdo é descrito pôr títulos e subtítulos, enquanto no resumo, que é uma
síntese, o conteúdo é apresentado em forma de texto reduzido.

6.9 Texto

Parte do relatório em que o assunto é apresentado e desenvolvido. Conforme sua finalidade,


o relatório é estruturado de maneira distinta.
O texto dos relatórios técnico-científicos contém as seguintes seções fundamentais:

a) introdução: parte em que o assunto é apresentado como um todo, sem detalhes.

b) desenvolvimento: parte mais extensa e visa a comunicar os resultados obtidos.

c) resultados e conclusões: consistem na recapitulação sintética dos resultados


obtidos, ressaltando o alcance e as conseqüências do estudo.

d) recomendações: contêm as ações a serem adotadas, as modificações a serem


feitas, os acréscimos ou supressões de etapas nas atividades.

6.10 Anexo (ou Apêndice)

É a matéria suplementar, tal como leis, questionários, estatísticas, que se acrescenta a um


relatório como esclarecimento ou documentação, sem dele constituir parte essencial. Os
anexos são enumerados com algarismos arábicos, seguidos do título.

Ex.: ANEXO 1 - FOTOGRAFIAS


...... ANEXO 2 - QUESTIONÁRIOS

A paginação dos anexos deve continuar a do texto. Sua localização é no final da obra.

6.11 Referências bibliográficas

São as relações das fontes bibliográficas utilizadas pelo autor. Todas as obras citadas no
texto deverão obrigatoriamente figurar nas referências bibliográficas.
A padronização das referências é seguida de acordo com a NBR-6023/ago.1989 da
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técncias. Algumas pessoas

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utilizam as normas americanas da APA - American Psychological
Association, diferenciando-se uma da outra em alguns aspectos da estruturação.

6.12 Apresentação gráfica

Modo de organização física e visual de um trabalho, levando-se em consideração, entre


outros aspectos, estrutura, formatos, uso de tipos e paginação.

6.13 Negrito, grifo ou itálico.

São empregados para:

a) palavras e frases em língua estrangeira;


b) títulos de livros e periódicos;
c) expressões de referência como ver, vide;
d) letras ou palavras que mereçam destaque ou ênfase, quando não seja possível dar
esse realce pela redação;
e) nomes de espécies em botânica, zoologia (nesse caso não se usa negrito);
f) os títulos de capítulos (nesse caso não se usa itálico).

6.14 Medidas de formatação do relatório

Margem superior:............ 2,5 cm

Margem inferior:.............. 2,5 cm

Margem direita:............... 2,5 cm

Margem esquerda:............3,5 cm

Entre linhas (espaço):........1,5 cm

Tipo de letra..................... Times New Roman ou outro tipo de letra serifada(1)

Tamanho de fonte:............12

Formato de papel:.............A4 (210 X 297 mm)

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7. CONCLUSÃO

Entre os trabalhos publicados existentes na área, a divulgação deste roteiro ou manual,


incorpora-se ao mundo eletrônico da Internet, o que vem possibilitar o acesso à consulta e
até mesma impressão de cópias, auxiliando, no aperfeiçoamento da padronização de seus
relatórios, aproximando-se ao formato padrão exigido e aplicado na área de Metodologia da
Pesquisa Científica.
De outra forma, encontramos dificuldade na apresentação padronizada dos documentos
extraídos da Internet que necessitam de tratamento bibliográfico obedecendo aos padrões
pré-estabelecidos, como os citados anteriormente, ABNT e APA.
Sites disponíveis na Internet que favorecem a organização das referências bibliográficas,
junto a cada tipo de documento indicado na pesquisa (principalmente os
eletrônicos) e que não são indicados em manuais impressos.
Finalizando, pretendemos conforme as possibilidades, disponibilizar todas as fontes de
informação para elaboração de trabalhos, em formato eletrônico pela Internet.

Sites para Citações e Referências de Documentos Eletrônicos:

http://www.elogica.com.br/users/gmoura/refere.html

http://ultra.pucrs.br/biblioteca/modelo.htm

http://www.bibli.fae.unicamp.br/refbib/curso.html

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações


técnico-científicas. 3.ed. rev. aum. Belo
Horizonte : Ed. UFMG, 1996.

SANTOS, Gildenir C., SILVA, Arlete I. Pitarello da. Norma para referências
bibliográficas : conceitos
básicos : (NBR-6023/ABNT-1989). Campinas, SP : UNICAMP-FE, 1995.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para


apresentação de trabalhos :
teses, dissertações e trabalhos acadêmicos. 5.ed. Curitiba : Ed. UFPR,
1996.

Rosemary Passos e Gildenir Carolino Santos


(Compiladores) Publicação eletrônica registrada no ISBN: 85-86091- (em curso)

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ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE BANCOS DE DADOS

1. INTRODUÇÃO

Aplicação de bancos de dados tem, tradicionalmente, sido um campo com necessidade de


tolerância a falhas, principalmente visando integridade de dados e disponibilidade. Além
disso, gerenciadores de transações, arquivos de log, checkpointing e outros mecanismos
utilizados em bancos de dados também necessitam de tolerância a falhas. Falhas que afetam
o hardware e os meios de armazenamento são inevitáveis. Em caso de falhas, informações
vitais podem ser perdidas. Desta forma, uma parte essencial no sistema de banco de dados é
um esquema de recuperação responsável pela detecção de erros e pela restauração do banco
de dados para um estado consistente, que existia antes da ocorrência da falha. Estes
esquemas de recuperação permitem uma rápida continuidade operacional após a ocorrência
de uma falha. Apesar de comuns em SGBDs, poucos trabalhos na literatura enfocam a
avaliação e validação de técnicas de recuperação nesses sistemas. Além disso, o aumento
da tendência do uso de SGBDs em missões críticas e sistemas comerciais críticos levam a
um maior interesse por avaliação da confiabilidade e disponibilidade de tais sistemas..

2. ARQUIVO DE LOG

A estrutura mais largamente usada para registrar modificações no banco de dados é o log.
Na ocorrência de uma falha de sistema, o log permite levar o banco de dados estável a um
estado consistente. Como só é possível confiar no armazenamento estável, o SGBD
armazena informações de log no armazenamento estável além do banco de dados. O log
tem a propriedade de que antes que qualquer mudança de estado feita por uma operação P
seja escrita no meio estável, o registro de log de P e todos os registros precedentes deste
registro são escrito no log estável.Na literatura existem vários trabalhos que tratam de
diferentes tipos de sistemas de log e sua aplicação. Entretanto a informação de qual técnica
é implementada nos bancos de dados comerciais não é facilmente disponível.

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“LOG”

Historia:
John Napier nasceu em 1550, e morreu dia 4 de abril de 1617. Era um matemático
escocês. Foi o inventor dos LOGARITMOS. Ele foi educado na universidade de St.
Andrew na Europa. Em 1571, Napier voltou à Escócia e se dedicou à sua corrente
propriedade e tomou parte nas controvérsias religiosas do tempo. Ele era um protestante
fervente e publicou a influente Descoberta de Plaine de toda revelação de St.John (1593).
Seu estudo de matemática era, portanto, só um passatempo.

Em 1614, Napier publicou o seu Mirifici logarithmorum canonis descriptio (Uma


Descrição do Maravilhoso Cânon de Logaritmos) que conteve uma descrição de logaritmos,
um conjunto de tabelas, e regras para o uso deles. Napier esperou que, por meio dos seus
logaritmos, ele salvaria os astrônomos por muito tempo e os livraria dos erros de cálculos.
Suas tabelas de logaritmos de funções trigonométricas foram usadas durante quase um
século. Napier apresentou outro método de simplificar cálculos no seu Rabdologiae (1617).
Nesse ele descreveu um método de multiplicação que usa barras com números marcados
nelas. As barras de Napier, às vezes foram feitas de marfim, então elas pareciam ossos, e
conduziram ao nome de ossos de Napier (Napier's bones). Multiplicação eram feitas
colocando os ossos apropriados lado a lado, e lendo os produtos apropriados.
Essencialmente este dispositivo era uma tabela de multiplicar com partes móveis. Napier
também fez contribuições à trigonometria esférica, achou expressões exponenciais para
funções trigonométricas, e foi influente na introdução da notação decimal para frações.

3.Operações e Estruturação
Todos nós sabemos existirem gigantescas bases de dados gerenciando nossas vidas. De fato
sabemos que nossa conta bancária faz parte de uma coleção imensa de contas bancárias de nosso
banco. Nosso Título Eleitoral ou nosso Cadastro de Pessoa Física, certamente estão armazenados
em Bancos de Dados colossais. Sabemos também que quando sacamos dinheiro no Caixa
Eletrônico de nosso banco, nosso saldo e as movimentações existentes em nossa conta bancária já
estão à nossa disposição.
Nestas situações sabemos que existe uma necessidade em se realizar o armazenamento
de uma série de informações que não se encontram efetivamente isoladas umas das outras, ou seja,
existe uma ampla gama de dados que se referem a relacionamentos existentes entre as informações
a serem manipuladas.
Estes Bancos de Dados, além de manterem todo este volume de dados organizado,
também devem permitir Atualizações, inclusões e exclusões do volume de dados, sem nunca
perder a consistência. E não podemos esquecer que na maioria das vezes estaremos lidando com
acessos concorrentes a várias tabelas de nosso banco de dados, algumas vezes com mais de um
acesso ao mesmo registro de uma mesma tabela!

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O fato de montarmos uma Mala Direta em um micro PC-XT, com um drive já faz de nós
um autor de um Banco de Dados?
Claro que não! Um Banco de Dados é, antes de mais nada uma coleção logicamente
coerente de dados com determinada significação intrínseca. Em outras palavras um arquivo
contendo uma série de dados de um cliente, um arquivo com dados aleatoriamente gerados e dois
arquivos padrão dbf (dBase) que tem uma relação definida entre ambos, não pode ser considerada
uma Base de Dados Real.
Um Banco de Dados contém os dados dispostos numa ordem pré-determinada em função
de um projeto de sistema, sempre para um propósito muito bem definido.
Um Banco de Dados representará sempre aspectos do Mundo Real. Assim sendo uma
Base de Dados (ou Banco de Dados, ou ainda BD) é uma fonte de onde poderemos extrair uma
vasta gama de informações derivadas, que possui um nível de interação com eventos como o
Mundo Real que representa. A forma mais comum de interação Usuário e Banco de Dados, dá-se
através de sistemas específicos que por sua vez acessam o volume de informações geralmente
através da linguagem SQL.
Os Administradores de Banco de Dados (DBA) são responsáveis pelo controle ao acesso
aos dados e pela coordenação da utilização do BD. Já os projetistas de Banco de Dados (DBP) são
analistas que identificam os dados a serem armazenados em um Banco de Dados e pela forma
como estes serão representados.
Os Analistas e Programadores de Desenvolvimento criam sistemas que acessam os dados
da forma necessária aos Usuários Finais, que é aquele que interage diretamente com o Banco de
Dados.

BANCO DE DADOS:

”Conjunto de dados informatizados, logicamente organizados e inter-relacionados, de


forma a evitar a repetição de informação e permitir o acesso àquela de modo rápido e seguro.”
Seguindo o conceito acima podemos imaginar a importância das funções exercidas por
um banco de dados. Sem ele não seria possível armazenar seus clientes, fornecedores, vendas,
cheques, lançamentos de conta corrente, etc. Conhecer como se deve trabalhar com o banco de
dados no sistema garante segurança às suas informações.
O banco de dados é composto de vários arquivos que, em conjunto, permitem a gravação
e a consulta ao seu conteúdo. A falta ou alteração de um arquivo de forma anormal, pode
prejudicar toda a dinâmica de um ou mais módulos, obstruindo este processo.

4. Composição do Banco de Dados

Arquivos de estrutura do banco de dados (DBF, FPT e CDX): Os arquivos DBF


(DataBase File) são as tabelas de alocação de dados.
São responsáveis pela armazenagem de toda informação cadastrada dentro do sistema nos
formulários (cadastros), os arquivos com extensão .FPT (arquivo de estrutura de memo)
armazenam os textos, como campos de observação e, juntamente com os .CDX (arquivo de índice
composto) são responsáveis pela organização e por demais componentes contidos dentro das
tabelas (DBFs).

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- Arquivos de backup (TBK e BAK): Arquivos com esta extensão são cópias de tabela
arquivos principais do banco de dados. Arquivos com extensão .TBK são backup de arquivos de
memo (.FPT). Os .BAK são backups de tabelas (.DBF) Um Banco de Dados é composto pelas
seguintes partes:
Gerenciador de Acesso ao Disco: O SGBD utiliza o Sistema Operacional para acessar os
dados armazenados em disco, controlando o acesso concorrente às tabelas do Banco de
Dados. O Gerenciador controla todas as pesquisas queries) solicitadas pelos usuários no
modo interativo, os acessos do compilador DML, os acessos feitos pelo Processador do
Banco de Dados ao Dicionário de Dados e também aos próprios dados.
O Compilador DDL (Data Definition Language) processa as definições do esquema do
Banco de Dados, acessando quando necessário o Dicionário de Dados do Banco de Dados.
O Dicionário de Dados contém o esquema do Banco de Dados, suas tabelas, índices,
forma de acesso e relacionamentos existentes.
O Processador do Banco de Dados manipula requisições à própria Base de Dados em
tempo de execução. É o responsável pelas atualizações e integridade da Base de Dados.
O Processador de Pesquisas (queries) dos usuários, analisa as solicitações, e se estas
forem consistentes, aciona o Processador do Banco de Dados para acesso efetivo aos
dados.
As aplicações fazem seus acessos ao pré-compilador DML da linguagem hospedeira, que
os envia ao Compilador DML (Data Manipulation Language) onde são gerados os
códigos de acesso ao Banco de Dados.

Banco de Dados Universal

Usa fortemente o conceito dos bancos de dados relacionais (ainda a serem vistos), no que
concerne ao tratamento da informação dita caracter e muito do Modelo Orientado ao
Objeto, no tocante ao tratamento de Imagens e Sons. É um dos assuntos top do momento, e
será alvo de pesquisas na disciplina Tópicos Avançados - Atualidades, não sendo objeto
imediato de nossa matéria.

Banco de Dados Relacional

O Modelo de Dados relacional representa os dados contidos em um Banco de Dados


através de relações. Estas relações contém informações sobre as entidades representadas e
seus relacionamentos. O Modelo Relacional, é claramente baseado no conceito de matrizes,
onde as chamadas linhas (das matrizes) seriam os registros e as colunas (das matrizes)
seriam os campos. Os nomes das tabelas e dos campos são de fundamental importância
para nossa compreensão entre o que estamos armazenando, onde estamos armazenando e
qual a relação existente entre os dados armazenados.
Cada linha de nossa relação será chamada de TUPLA e cada coluna de nossa relação será
chamada de ATRIBUTO.
O conjunto de valores passíveis de serem assumidos por um atribruto, será intitulado de
DOMÍNIO.
Estes tópicos serão estudados cuidadosamente na disciplina Análise de Sistemas, que se
incumbirá de apresentar cuidadosamente regras e normas para elaboração destes modelos.

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Em nosso curso, voltado à construção prática dos Bancos de Dados, e não de sua
construção teóricas, apenas citaremos os aspectos básicos da construção teórica, de forma a
facilitar ao estudante o relacionamento que existe entre Análise de Sistemas e Banco de
Dados (uma das sub-disciplinas de Tópicos Avançados).
O domínio consiste de um grupo de valores atômicos a partir dos quais um ou mais
atributos retiram seus valores reais. Assim sendo Rio de Janeiro, Paraná e Pará são estados
válidos para o Brasil, enquanto que Corrientes não é um estado válido (pertence a
Argentina e não ao Brasil).
O esquema de uma relação, nada mais são que os campos (colunas) existentes em uma
tabela. Já a instância da relação consiste no conjunto de valores que cada atributo assume
em um determinado instante. Portanto, os dados armazenados no Banco de Dados, são
formados pelas instâncias das relações.
As relações não podem ser duplicadas (não podem existir dois estados do Pará, no
conjunto de estados brasileiros, por exemplo), a ordem de entrada de dados no Banco de
Dados não deverá ter qualquer importância para as relações, no que concerne ao seu
tratamento. Os atributos deverão ser atômicos, isto é, não são passíveis de novas divisões.
Chamaremos de Chave Primária ao Atributo que definir um resgistro, dentre uma coleção
de registros. Chave Secundária (Terceária, etc), serão chaves que possibilitarão pesquisas
ou ordenações alternativas, ou seja, diferentes da ordem criada a partir da chave primária
ou da ordenação natural (física) da tabela. Chamaremos de Chave Composta, aquela chave
que contém mais de um atributo (Por exemplo um cadastro ordenado alfabéticamente por
Estado, Cidade e Nome do Cliente, necessitaria de uma chave composta que contivesse
estes três atributos). Chamaremos de Chave Estrangeira, aquela chave que permitir a
ligação lógica entre uma tabela (onde ela se encontra) com outra na qual ele é chave
primária.

Exemplo:

Cidade Estado
* CidCodi * EstCodi
CidNome EstNome
EstCodi (E)

CidCodi e EstCodi, são chaves primárias respectivamente das tabelas Cidade e Estado,
enquanto EstCodi é chave
estrangeira na tabela de cidades. É precisamente por este campo (atributo, ou coluna), que
será estabelecida a relação
entre as tabelas Cidade-->Estado.

Forma normal
A disciplina Análise de Sistemas abordará detalhadamente esta importante metodologia
para definição das tabelas irão compor a base de dados, que aqui apenas citaremos.

Primeira Forma Normal: Uma relação se encontra na primeira forma normal se todos os
domínios de atributos possuem apenas valores atômicos (simples e indivisíveis), e que os

Maria Elizabet Lovera - 16 -


valores de cada atributo na tupla seja um valor simples. Assim sendo todos os atributos
compostos devem ser divididos em atributos atômicos.
Segunda Forma Normal: Uma relação se encontra na segunda forma normal quando
estiver na primeira forma normal e todos os atributos que não participam da chave primária
são dependentes desta. Assim devemos verificar se todos os atributos são dependentes da
chave primária e retirar-se da relação todos os atributos de um grupo não dependente que
dará origem a uma nova relação, que conterá esse atributo como não chave. Desta maneira,
na segunda forma normal evita inconsistências devido a duplicidades.
Terceira Forma Normal: Uma relação estará na terceira forma normal, quando estiver na
primeira forma norma e todos os atributos que não participam da chave primária são
dependentes desta porém não transitivos. Assim devemos verificar se existe um atributo
que não depende diretamente da chave, retirá-lo criando uma nova relação que conterá esse
grupo de atributos, e defina com a chave, os atributos dos quais esse grupo depende
diretamente.
O processo de normalização deve ser aplicado em uma relação por vez, pois durante o
processo de normalização vamos obtendo quebras, e por conseguinte, novas relações. No
momento em que o sistema estiver satisfatório, do ponto de vista do analista, este processo
iterativo é interrompido. De fato existem literaturas indicando quarta, quinta formas
normais, que não nos parece tão importante, nem mesmo academicamente.
A normalização para formas apoiadas em dependências funcionais evita inconsistências,
usando para isso a própria construção da Base. Se a mesma consistência for passível de ser
garantida pelo aplicativo, a normalização pode ser evitada com ganhos reais no
desempenho das pesquisas. No caso da consistência não ser importante, também podemos
não normalizar totalmente uma Base de Dados.

Exemplo: Normalizar os seguintes atributos:

Nº do Pedido, Nome do Cliente, Nome dos Produtos, Quantidades


Nº do Pedido, Código do Cliente, Nome dos Produtos, Quantidades
Código do Cliente, Nome do Cliente
Nº do Pedido, Código do Cliente, Código dos Produtos, Quantidades
Código do Cliente, Nome do Cliente
Código do Produto, Nome do Produto
Nº do Pedido, Código do Cliente
Código do Cliente, Nome do Cliente
Código do Produto, Nome do ProdutoNº do Pedido,
Código do Produto, Quantidade

Cliente Pedido Item Produto

CliCodi PedNume PedNume ProCodi


CliNome CliCodi ProCodi ProNome
IteQtde

Maria Elizabet Lovera - 17 -


O esquema apresentado anteriormente poderia ser inferido diretamente, usando
metodologia tipicamente apresentada em Organização e Método. Se soubermos, por
hipótese, que um profissional habilitado desenhou o pedido da empresa, e que esta o está
utilizando com sucesso, poderíamos basear nosso modelo de dados neste formulário.
Devemos notar que muitos Analistas de Sistemas não adotam estes procedimentos, por
preferirem os métodos convencionais para elaboração do Modelo de Dados.
Considerando qualquer formulário de pedidos podemos notar que o Número do Pedido
geralmente tem destaque e sempre é único, ou seja encontramos nossa chave primária da
Tabela de Pedidos, como sabemos que um cliente pode fazer mais de uma compra,
achamos nossa Tabela de Clientes, que pode ter um Código, portanto achamos sua chave
primária, que por conseguinte será a chave estrangeira da Tabela de Pedidos.
Um ponto delicado, diz respeito aos itens do pedido, que formam geralmente um espaço
destacado dentro do formulário de pedidos. Geralmente, e este é um dos casos, estas áreas
em separado dos formulários darão origem a tabelas filhas, como é o caso típico das
duplicatas em notas fiscais, ou dos dependentes na ficha de funcionários.
Portanto achamos nossa Tabela de Itens que será ligada à Tabela de Pedidos através do
Número do Pedido, que é ao mesmo tempo chave primária e chave estrangeira para a
Tabela de Itens.
Finalmente podemos perceber, que da mesma forma como os clientes se repetem em
relação a Tabela de Pedidos, os produtos podem se repetir na tabela de itens (observe que
não obstante não termos nenhum pedido com o mesmo item grafado duas vezes, este item
pode ser adquirido em outro pedido). Assim descobrimos nossa quarta tabela, a Tabela de
Produtos e a chave primária Código do Produto.

4.1 Atualização e Verificação do Banco de Dados

Durante o processo de atualização são criadas novas tabelas dentro do banco de dados,
conforme código contido no arquivo executável.
Essa operação permite a expansão dos módulos do sistema, a adaptação das funções, enfim,
do conjunto como um todo.
Na verificação da integridade, é realizada uma “varredura” pelos arquivos que compõem o
banco de dados à procura de falhas e problemas na alocação das informações. Durante este
processo é realizada uma cópia de segurança de todos os arquivos dentro do diretório de
dados. Este backup é criado dentro de uma pasta “backup” e permite que um ou mais
arquivos sejam recuperados, caso ocorra algum problema durante a verificação.
Além da pasta de backup, são criados arquivos .BAK e .TBK de algumas tabelas, sendo
que estes ficam gravados dentro do diretório de dados.

Formato “comum” de Banco de Dados


O banco de dados do sistema Itasoft é adaptável a várias situações entre elas, a utilização
através da rede e a disponibilização “comum” do banco de dados. Isso significa fazer com

Maria Elizabet Lovera - 18 -


que várias áreas de trabalho acessem um ou mais bancos de dados ao mesmo tempo. É um
procedimento que vêm facilitar principalmente a consulta de cadastros dentro do Itasoft
NXS. Digamos que uma empresa possui duas áreas de trabalho e o seu cadastro de
produtos seja “comum”. Quer dizer que a empresa possui 3 (três) diretórios de dados: um
diretório com os arquivos de dados da área 1, um diretório com os arquivos de dados da
área 2 e um terceiro diretório que contém somente os arquivos correspondentes ao cadastro
de produtos. Configurado o utilitário de criação de banco de dados, o sistema gravará os
produtos cadastrados tanto na área 1, como na área 2, em um mesmo local, podendo ser
consultados nas duas áreas todos estes produtos. Veja o mesmo exemplo abaixo:

Criação, alteração e exclusão (Utilitário para o Banco de Dados)

Esse utilitário é um
assistente para criação,

Maria Elizabet Lovera - 19 -


alteração movimentação e exclusão de banco de dados, portanto deve ser usado com
cautela. Estão localizadas no menu utilitários > configurações e possui comandos simples e
de fácil compreensão.
Vejamos abaixo os utilitários e seus comandos:
Informar a Localização de um Banco de Dados já existente:
Possibilita configurar o Itasoft NXS à trabalhar com um banco de dados já criado
anteriormente, mas que foi movido, alterado ou formado no sistema de outra máquina.
No campo “código para acesso”, inclui-se o código que será utilizado para o acesso à área
de trabalho pertencente ao banco de dados. Sempre ao entrar no programa, deverá ser informado
este código.
Informa-se o nome deste banco de dados e nos dois campos mais abaixo, o caminho dos
executáveis e do banco de dados. O caminho dos executáveis deve ser àquele onde se encontram
os arquivos FAT.EXE e/ou FIN.EXE (geralmente C:\ITASOFT\NXS). Lembre-se de que, se o
sistema funcionar em rede, deve-se colocar o caminho em forma de compartilhamento (chamado
UNC – Convenção Universal de Nomenclatura, ex.: \\SERVIDOR\C\ITASOFT\NXS), caso
contrário não será possível acessá-lo nos terminais.
No caminho do banco de dados, será colocado o caminho do diretório de dados (que
geralmente está na pasta DADOS ou 1, em ITASOFT\NXS). Caso seja no formato “comum”,
digite o caminho do banco principal da áreade trabalho (ex.: C:\ITASOFT\NXS\DADOS) e,
separado por um ponto e vírgula “;”, indique o diretório comum de dados (ex.:
C:\ITASOFT\NXS\DADOS; C:\ITASOFT\NXS\COMUM). Os diretórios de dados não
necessitam estar juntamente com os executáveis (na pasta NXS), possibilitando distribuí-los no
computador ou nos demais terminais da rede conforme sua necessidade. Clique em “Registrar o
Banco de Dados” para finalizar a operação.
Criar um novo Banco de Dados
A criação de um banco de dados, forma automaticamente os arquivos de composição
necessários para a funcionalidade da base de dados. Arquivos .DBF, .FPT e .CDX serão reunidos
dentro do diretório desejado.
Seguindo a mesma descrição para a inclusão de um banco de dados já existente, o campo
de localização do banco de dados, solicita o caminho em que se deseja criar a base de dados,
podendo ser este local o próprio computador ou um terminal da rede. Permite-se ainda criar uma
nova base de dados a partir de um banco já existente no sistema. Para tanto preencha os campos
supracitados e clique em“criar um banco de dados copiando as informações...” e selecione o banco
de dados desejado. Para finalizar clique em “criar o banco de dados”.
Movimentar os arquivos que compõem o Banco de Dados
Permite a transferência de tabelas entre os bancos de dados e a formação de áreas
“comuns”. Selecione o banco de dados desejado, e os arquivos que deverão ser transferidos. Se
desejar transferir todos, clique no botão “selecionar todos os arquivos”. No último
campo,determine o caminho do diretório que irá receber os arquivos selecionados.
Caso eles já existam no diretório de destino, estes serão sobrescritos. Para finalizar,
pressione “executar as movimentações”.

Maria Elizabet Lovera - 20 -


Visualizar a distribuição atual do Banco de
Dados
Permite visualizar na tela do computador a localização do banco de dados selecionado e de
seus arquivos.
Agregando dados por períodos
Em alguns casos temos informações que precisam ser agregadas por períodos específicos,
como de cinco em cinco minutos ou de meia em meia hora, para fazer um controle ou
análise mais detalhada dos dados. Esta coluna vai mostrar como fazer este tipo de
agregação sem utilizar a técnica de cursores, que fazem uma leitura de uma linha por vez
do banco de dados e efetuam um processamento, onerando o desempenho.Antes de
começar a detalhar o problema e a solução que esta coluna apresenta, recomendo aos
leitores que não estejam familiarizados com agregações que consultem duas colunas
minhas aqui do iMasters: a coluna “Funções de agregação em uma instrução SELECT”,
publicada em 11/03/2002, e a coluna “Totalizando dados com ROLLUP e CUBE”,
publicada em 11/06/2003. Ao final desta coluna existe uma lista que contém o material já
publicado aqui no iMasters contendo links para estas matérias. Ao final do artigo será
apresentado um link para download de um arquivo compactado que contém o script os
comandos de criação da tabela, os objetos criados e a query’s utilizadas no artigo. A massa
de testes também é disponibilizada para que o leitor possa testar o que foi apresentado nesta
coluna. Para exemplificar a agregação de valores por períodos, vou utilizar uma tabela
simples que contém dados de autoria de logins efetuados com sucesso em sistema. A
estrutura da tabela é mostrada na Figura 1 e suas colunas são descritas na seqüência.

Figura 1. Estrutura da tabela utilizada nos exemplos

ID_LOGIN: Esta coluna contém um identificador único para cada login no sistema.
DATA_LOGIN: A data em que o login foi efetuado.
USER_LOGIN: Qual foi o login do usuário utilizado.
MODULO_LOGIN: Qual o módulo que este usuário acessou.
ESTACAO_LOGIN: De qual estação que o usuário acessou.
NIVEL_AUTO_LOGIN: Qual é o nível de autorização deste login.

Esta tabela conterá um registro para cada login efetuado no sistema. Como dito
anteriormente, ela será utilizada somente para exemplificar a agregação por períodos. Poderemos
aplicar as técnicas de agregação aqui apresentadas em outras situações similares que exigirem o
agrupamento de informações por períodos. Apesar da tabela possuir várias colunas, a que mais nos
interessará será a coluna DATA_LOGIN, pois é através dela que iremos agrupar os dados. O
agrupamento será feito utilizando a função de agregação COUNT(*), pois o que queremos é saber

Maria Elizabet Lovera - 21 -


quantos usuários fizeram login no sistema em um determinado período. A massa de testes contém
10.000 registros que possuem vários horários diferentes, todos com a data do dia 10/10/2004. Os
demais campos possuem valores que são repetidos entre os registros, pois são irrelevantes para o
agrupamento.

Fazendo um SELECT simples para verificar os dados obteremos o resultado apresentado


na Figura 2.

SELECT TOP 10 *
FROM TB_LOGLOGIN_USER

Figura 2. Os dez primeiros registros da tabela

A primeira agregação que gostaríamos de fazer é por hora, para determinar quantos
logins foram feitos a cada hora do dia. Esta agregação não é muito complicada: o que devemos
fazer é trabalhar no valor do campo que será utilizado na cláusula GROUP BY da instrução
SELECT.

Como desejamos agrupar por hora, o que temos a fazer é agrupar pela data até a hora.
Isso pode ser feito através da conversão da coluna DATA_LOGIN, que é do tipo DATETIME,
para o tipo VARCHAR, com um formato de data específico. Feito esta conversão, devemos obter a
data só até a hora, para a sua agregação.

Como exemplo, vejam a query abaixo que retorna a data atual completa, a data atual
convertida para VARCHAR e a data atual com o valor somente até a hora.

-- RETORNA A DATA ATUAL COMPLETA,


-- A DATA ATUAL CONVERTIDA PARA VARCHAR—E A DATA ATUAL COM O VALOR
SOMENTE ATÉ A HORA
SELECT GETDATE() AS DATA_ATUAL
, CONVERT(VARCHAR(19),GETDATE(),120) AS DATA_ATUAL_VARCHAR
,CONVERT(VARCHAR(13),GETDATE(),120) AS DATA_ATUAL_HORA

Agora que já temos como obter uma parte da data até a hora, vamos agrupar os dados
com este valor.

Para melhorar a visualização dos dados, vamos concatenar a string ’00:00.000’ à data
para representar a hora cheia e ordenar o resultado pela data. A query que agrega os dados é
mostrada a seguir e o seu resultado aparece na Figura 3.

Maria Elizabet Lovera - 22 -


-- AGREGANDO POR HORA E ORDERNANDO POR DADA
SELECT CONVERT(VARCHAR(13),DATA_LOGIN,120)+ “:00:00.000” AS HORA,COUNT(*)
AS QTD
FROM TB_LOGLOGIN_USER
GROUP BY CONVERT(VARCHAR(13),DATA_LOGIN,120)+ “:00:00.000”
ORDER BY CONVERT(VARCHAR(13),DATA_LOGIN,120)+ “:00:00.000”

Figura 3. Agregando os dados por hora cheia

Se desejarmos agregar por minuto, dez minutos ou por segundo, podemos seguir o
mesmo raciocínio, sempre agregando por parte da data. Outra modificação útil pode ser a
ordenação das informações: se desejarmos obter qual é o período que tem a maior quantidade de
logins basta mudarmos o campo na cláusula ORDER BY. Um detalhe: se não houver nenhum
login durante o período ele não é agregado e por conseqüência este período não aparecerá nos
resultados.O script disponibilizado no final do artigo contém query’s que fazem as agregações por
outros períodos e outras ordenações, seguindo o mesmo raciocínio.

Até aqui vimos como fazer para agregar por partes da data. Mas e se desejarmos agregar
os dados por períodos que não são facilmente obtidos por partes da data, como a cada 5, 15 ou 30
minutos?

Para resolver este problema devemos definir como devemos considerar uma data dentro
de um período.

Por exemplo, se quisermos agregar de cinco em cinco minutos, temos que ‘encaixar’
todas as datas nestes períodos.

Faremos isso da seguinte maneira: analisaremos o dígito que está na posição da unidade
dos minutos. Se este valor for 0,1,2,3 ou 4, a data será considerada como minuto com final 0. Se o

Maria Elizabet Lovera - 23 -


valor for 5,6,7,8 ou 9 ele será considerado como minuto de final 5. Com isso teremos datas no
grupo de datas com minuto final 0 e outras datas no grupo com minuto final 5.

Para facilitar a implementação desta pequena regra, vamos criar uma User Defined
Function (UDF) que receberá como parâmetro uma data, e retornará uma data com o dígito do
minuto acertado, de acordo com qual grupo esta data pertence.

O código fonte desta UDF é mostrado na seqüência:

-- ESTA FUNÇÃO VAI “ENCAIXAR” A DATA EM UM DETERMINADO INTERVALO—DE


5 EM 5 MINUTOS
CREATE FUNCTION dbo.CALC_5_MIN(@DT DATETIME)
RETURNS DATETIME AS BEGIN
DECLARE @RET DATETIME
DECLARE @DIG INT

-- OBTENDO O DIGITO DA UNIDADE DO MINUTO

SET @DIG = SUBSTRING(CONVERT(VARCHAR(16),@DT,120),16,1)

-- VERIFICANDO EM QUAL INTERVALO A DATA DEVE SER ENCAIXADA


IF @DIG <=4
SET @RET = CONVERT(VARCHAR(15),@DT,120) + “0:00.000”
ELSE
SET @RET = CONVERT(VARCHAR(15),@DT,120) + “5:00.000”

RETURN(@RET)
END

Para mostrar como esta função funciona, a seguinte query foi feita:

-- TESTANDO O AGRUPAMENTO DOS DADOS


SELECT TOP 10 DATA_LOGIN,dbo.CALC_5_MIN(DATA_LOGIN) AS AGRUPADO
FROM TB_LOGLOGIN_USER

Que gerou o resultado da Figura 4

Maria Elizabet Lovera - 24 -


Figura 4. Resultado do teste de agrupamento de datas

Com a função pronta, o que temos que fazer agora é agrupar as datas de acordo com o
resultado da função.

Isso é feito na query abaixo:

-- AGREGANDO A CADA 5 MINUTOS E ORDERNANDO POR DATA


SELECT dbo.CALC_5_MIN(DATA_LOGIN) AS HORA,COUNT(*) AS QTD
FROM TB_LOGLOGIN_USER
GROUP BY dbo.CALC_5_MIN(DATA_LOGIN)
ORDER BY dbo.CALC_5_MIN(DATA_LOGIN)

Os 25 primeiros agrupamentos da query acima são mostrados na Figura 5.

Figura 5. Os 25 primeiros registros da tabela TB_LOGLOGIN_USER agregados de


cinco em cinco minutos

Para agregar os dados por outros períodos basta criar outra função como a
CALC_5_MIN() e implementar como a data se ‘encaixará’ dentro do período especificado. Feito
isso devemos aplicar esta função na cláusula GROUP BY da instrução SELECT que agregará os
dados.

Maria Elizabet Lovera - 25 -


Para fazer o download do arquivo compactado que contém o script com os comandos
utilizados nesta coluna e o arquivo .csv com a massa de testes. Antes de executar as query’s do
script, crie a tabela e faça a importação dos dados.

Visualizar a distribuição atual do Banco de Dados


Permite visualizar na tela do computador a localização do banco de dados selecionado e de
seus arquivos.
Excluir um Banco de Dados
Para excluir um banco de dados, utilize esta opção. Desta forma, evita-se problemas com as
configurações existentes no programa e exclui-se o diretório desejado. Lembre-se de que
este procedimento é irreversível.
Consulte seu contador antes de proceder a exclusão, levando em consideração o prazo
decadencial.

5.CONSIDERACÕES FINAIS
Atualmente, existe uma tendência de mercado em se dizer que qualquer problema será
resolvido, caso a empresa adquira um Banco de Dados. Naturalmente, em um ambiente com
acesso constante ao Banco de Dados (acesso concorrente, obviamente), onde a segurança seja de
vital importância e que o desempenho da aplicação escrita estiver comprometendo a empresa,
considerando-se logicamente uma aplicação bem escrita, sem dúvida a aquisição de um Banco de
Dados poderá ser o primeiro passo na solução do problema.
Analogamente ao que ocorreu com o aparecimento das primeriras linguagens de
programação voltadas ao Windows, onde estas foram apresentadas como capazes de alavancar os
negócios da empresa, e no geral causaram mais frustação do que solução, a aquisição do Banco de
Dados, pode gerar o mesmo tipo de problema.
É fundamental que a empresa candidata a utilizar um Banco de Dados, normatize-se
totalmente, pois soluções “quebra-galho”, típicas do ambiente que dispõe de um
Gerenciador de Arquivo, tendem a ser impossíveis em um ambiente estruturado sobre o
Banco de Dados. Portanto, sob pena de se realizar um grande investimento, e não se colher
fruto algum, é muito conveniente, que a empresa antes de adquirir um Banco de Dados,
passe por um processo de adaptação, preferencialmente contando com pessoal
especializado, geralmente consultores, que não tenham qualquer ligação com fabricantes de
Bancos de Dados.

Maria Elizabet Lovera - 26 -


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COSTA, D., MADEIRA, H., Experimental Assessment of COTS DBMS


Robustness under Transiente Faults. (http://dsg.dei.uc.pt) – Set/99.

ARLAT, J. et. ali. Fault-injection for dependability validation: a methodology


and some applications. IEEE Transactions on Software Engineering, v. 16, n. 2, Feb.
1990.

CARREIRA, J. et. al. Xception: A Technique for the Experimental Evaluation of


Dependability in Modern Computers. IEEE Transactions on Software Engeneering, v.
24, n. 2, Feb. 1998.

CLARK, J. A.; PRADHAN, D. K. Fault Injection - A Method for Validating


Computer-System Dependability, IEEE Micro, June 1995.

BARCELOS, P.P.A.; LEITE, O.; WEBER, T. S. Implementação de um Injetor de


Falhas de Comunicação. In: anais do VIII Simpósio de Computadores Tolerantes a
Falhas, SCTF’99, Unicamp-SBC, Campinas, 7-9 de julho de 1999. pp 225-239.

SOTOMA, IRINEU; WEBER, TAISY S.. AFIDS - Arquitetura para Injeção de


Falhas em Sistemas Distribuídos. In: Anais do 15 Simpósio Brasileiro de Redes de
Computadores - SBRC. UFScar - Ufscar. 19-22 de maio de 1997. São Carlos - SP. P.
294-309.

KORTH H. F., SILBERSCHATZ, A., Sistema de Banco de Dados - Segunda


edição, São Paulo : Makron Books, 1995.

BERNSTEIN, P., HADZILACOS, V., GOODMAN, N. Concurrency Control and


Recovery in Database Systems. Reading, Massachusetts : Addison-Wesley, , 1987.

A Comparasion of Interbase vs. SQL Server.


(http://www.borland.com/interbase/papers) - Mar/00.

Boyer, Carl : História da Matematica

KORTH, H. F. et al. - Sistemas de Banco de Dados, 3 ed., São Paulo:


Makron Books, 1999.

ELMASRI, R., NAVATHE, S. - Sistemas de Banco de Dados -


Fundamentos e Aplicações, Trad. da 3 ed. Americana, LTC, 2002.

DATE, C. J. - Introdução a sistemas de Bancos de Dados, Trad. da 7 ed.


Americana, Editora Campus.

YONG, C. S. – Banco de Dados: Organização, Sistemas e Administração, São Paulo: Atlas, 1988.
6. ANEXOS

Maria Elizabet Lovera - 27 -


6.1 Análise de acessos e acompanhamento pelo hanswin

ACESSOS AO HANSWIN DE DEZ/2004 A ABRIL/2005 - PR

ABR

MAR

FEV

J AN

DEZ

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500

AC ES S OS

Os acessos mensais ao Aplicativo HansWin tiveram sua intensificação no mês de janeiro, o


que se refletiu posteriormente na parte do estudo do acompanhamento das estatísticas.
Percentual de acom panham ento de pac de hanseníase em RA de dez/2004 a m aio/2005-
Paraná

100

90

80

70

60

50

40

30

20

10

0
pac em
pac em PB saida M B saida cand ret abandono cand alta pac tto
pac emtto curso de não clas
abandono adm adm tto não clas por cura não clas
tto

dez 20 3,2 6,3 9,7 0,8 79,1 51,8 26,3 0,5 1,1
maio 8,7 1,4 3,7 3,2 0,4 90,2 77,1 12,5 0,7 1,1

Percebe-se claramente a melhoria do banco de dados do Estado principalmente quanto ao


que se refere ao abandono de tratamento e diminuição dos pacientes candidatos á alta por
cura, que seriam as altas retidas, não lançadas no SINAN e o incentivo dado quanto à
importância do cumprimento do protocolo do tratamento

Maria Elizabet Lovera - 28 -


Percentual de acom panhamento de pac de hanseníase em RA Londrina, dez/2004 a
m aio/2005-PR

100

90

80

70

60

50

40

30

20

10

0
pac em
pac em PB saida M B saida cand ret abandono cand alta pac tto não
pac emtto curso de não clas
abandono adm adm tto não clas por cura clas
tto

dez 40 0,7 3,4 35,9 0 60,1 37,2 21,4 0,7 0


maio 1 0 1 0 0 99,1 82,5 16,5 0 0

Em Londrina um dos municípios prioritários do Paraná houve melhoria em todos os


campos de avaliação pelo HansWin, sendo os campos abandono, pac candidatos ao retorno
de tto e em curso de tto os altamente predominantes.

Percentual de acom panham ento de pac de hanseníase em RA Foz do Iguaçu,


dez/2004 a m aio/2005-PR

100

90

80

70

60

50

40

30

20

10

0
pac em P B saida MB saida abandono pac em cand alta pac tto não
cand ret tto pac emtto não clas
abandono adm adm não clas curso de tto por cura clas

dez 0,7 0 0 0,7 0 99,3 67,6 31 0 0

maio 0 0 0 0 0 100 84,6 15,4 0 0

Em Foz do Iguaçu, município prioritário do Paraná o abandono já era


pequeno,melhorando mais ainda e vem mantendo-se em zero, porém falho na questão de
manutenção do tratamento e alta por cura, ficando, o pac mais tempo que o necessário,
presumivelmente. Uma questão a ser trabalhada.

Maria Elizabet Lovera - 29 -


PERCENTUAL DE ACOMPANHAMENTO DOS PAC DE HANSENÍASE EM RA CURITIBA, DEZ
2004 A MAIO 2005 -PR

80

70

60

50

40

30

20

10

0
pac em P B saida MB saida abandono pac em cand alta pac tto não
cand ret tto pac emtto não clas
abandono adm adm não clas curso de tto por cura clas

dez 36,2 9,1 9,4 15,4 2,4 63 38,6 24,4 0 0,8

maio 26,1 4,9 9,3 9,7 2,2 73,5 61,5 11,9 0 0,4

A questão do município de Curitiba, outro munic. prioritário é que pelo HansWin não
dispomos de dados por local de residência e isto prejudica o munic, pois os casos que
vemos no gráfico são de pac da RS, que acabam ficando acumulados no banco; pois Ctba
só digita a notificação e envia para a RS o acompanhamento e nem sempre há o encontro
adequado das duas partes da ficha, pois a retroalimentação ainda é falha. O município trata
os pacientes e envia os dados finais para a RS que deveria enviar sempre as alterações para
o município de residência do paciente, sendo isto um ponto crítico pois apesar de muitas
reuniões em conjunto com o SINAn, ainda não conseguiu-se uma adequação satisfatória.
As melhorias observadas no banco foram nas questões dos pac candidatos ao retorno de tto,
alta por cura e em curso de tto.

Maria Elizabet Lovera - 30 -


6.2 Análise do Estado e por RS da Taxa de Detecção e Taxa de Prevalência em 2004
Indicadores de hanseníase Estado 2004

25

20

15

10

0
1rs 2rs 3rs 4rs 5rs 6rs 7rs 8rs 9rs 10rs 11rs 12rs 13rs 14rs 15rs 16rs 17rs 18rs 19rs 20rs 21rs 22rs total

tx det 0,96 0,62 1,46 0,72 3,42 0,8 1,21 1,95 2,83 2,37 2,94 1,42 2,43 2,94 1,06 1,69 1,69 2,74 2,02 2,63 2,7 21,36 1,85

tx prev 1,77 1,16 1,64 1,31 3,06 0,93 1,38 1,67 4,43 2,68 3,79 3,28 2,82 6,52 1,83 2,28 2,41 4,28 4,12 3,41 4,36 20,52 2,56

O gráfico nos evidência básica mente dois picos importantes, o da 14ªRS, que é
uma questão de não haver lançado todas as altas no SINAN, apesar de orientada e a questão
do munic de Nova Tebas com seus múltiplos erros diagnósticos, o que causou um
importante desviu na curva de prevalência do Estado.

Indicadores de hanseníase 1ªRS PR, 2004

5,00

4,50

4,00

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
P ontal do
Antonina Guaraqueçaba Guaratuba Matinhos Morretes P aranaguá total
P araná

tx det 0,00 0,00 0,97 0,68 2,48 0,94 1,79 0,96

tx prev 0,50 0,00 1,61 0,68 4,34 1,66 4,76 1,77

Alguns municípios da 1ªRS necessitam melhorar provavelmente a saída dos casos


dando alta e cumprindo o protocolo de tratamento.

Maria Elizabet Lovera - 31 -


Indicadores de hanseníase 2ªRS PR, 2004

5,00

4,50

4,00

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
tota
Adri Agu Alm Ara Bals Boc Ca Ca Ca Ca Cer Col Con Curi Dou Faz Itap Lap Man P ie P in P ira Qua Quit Rio Rio São Tiju Tun
l
anó dos iran ucá a aiúv mpi mpo mpo mpo ro omb ten tiba tor end eru a dirit n hais qua tro andi Bra Neg J os cas as

tx det 0,00 0,00 0,59 1,21 0,00 2,09 1,47 0,00 0,10 0,84 0,00 0,95 0,71 0,45 4,68 1,02 0,44 0,69 1,04 0,00 0,96 1,56 0,54 0,00 1,33 0,67 0,59 0,76 0,00 0,62

tx prev 0 3,90 1,66 1,77 1,78 4,18 1,72 0,00 1,19 0,84 0,00 2,24 0,00 0,62 4,68 1,53 1,31 2,54 0,52 0,00 1,75 3,46 1,61 0,64 3,33 4,72 1,27 0,76 0,00 1,16

O problema básico da 2ªRS é a questão da retroalimentação, falta de lançar altas no


SINAN e malhorar atroca de informações.

Indicadores de hanseníase 3ªRS PR, 2004

5,00

4,50

4,00

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
P iraí do P onta Porto São J oão
Arapoti Castro Ipiranga Ivaí J aguariaí P almeira Sengés total
Carambeí Sul Grossa Amazonas do Triunfo
va

tx det 0,40 1,22 2,99 0,00 3,31 0,90 1,90 1,33 1,20 2,22 1,61 1,59 1,46

tx prev 0,40 1,22 4,34 0,00 4,14 1,81 2,53 1,77 1,00 4,44 1,61 1,06 1,64

A 3ªRS precisa melhorar com mais vigor três de seus municípios e estimular os
demais a verificar se o tempo de tto está sendo adequadamente seguido. A RS no geral
está relativamente bem, pois prev e detc se aproximam.

Maria Elizabet Lovera - 32 -


Indicadores de hanseníase 4ªRS PR, 2004

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
Fernandes Inácio Teixeira
Guamiranga Imbituva Irati Mallet Rebouças Rio Azul total
Pinheiro Martins Soares

tx det 3,07 0,00 1,48 0,00 0,56 0,00 1,43 0,00 0,00 0,72

tx prev 3,07 0,00 1,11 0,00 1,86 0,00 1,43 1,51 1,21 1,31

RS com diversos municípios sem casos, foi procurado e não existe realmente? Não
foi trabalhada a busca de CN? Apenas um munic tem dados coerentes (Imbituva).
Indicadores de hanseníase 5ªRS PR, 2004

12,00

10,00

8,00

6,00

4,00

2,00

0,00
Boa Foz Rio
Ventu Camp Cand Canta do Goiox Guara Laran Laran Marq Nova P almi P inhã P itan Porto Prude Reser Bonit Virmo total
Turvo
ra de ina do ói galo J ordã im puava jal jeiras uinho Laran tal o ga Barre ntópo va do o do nd

tx det 2,95 0,00 0,68 4,62 0,00 2,39 2,70 4,15 7,95 8,88 2,66 5,37 2,84 5,71 0,00 3,69 0,00 1,16 2,04 7,32 3,42

tx prev 0,00 0,00 0,68 3,85 0,00 2,39 2,15 11,08 6,29 5,33 2,66 4,77 2,84 5,71 4,18 2,60 0,00 1,74 2,72 7,32 3,06

RS historicamente endêmica com municípios que variam de baixa a


hiperendemicidade, apesar de sempre bem trabalhada e com equipe comprometida continua
com esta característica.

Maria Elizabet Lovera - 33 -


Indicadores de hanseníase 6ªRS PR, 2004

tx det tx prev

4,50

4,00

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
Antônio Bituruna Cruz General P aula Freitas P aulo Frontin P orto Vitória São Mateus União da total
Olinto Machado Carneiro do Sul Vitória

RS tem trabalhado bastante com treinamento das equipes e banco de dados e o resultado
tem sido no macro, satisfatório.
Indicadores de hanseníase 7[RS PR, 2004

5,00

4,50

4,00

3,50

3,00

2,50

2,00

1,50

1,00

0,50

0,00
Bom
P ato São
Sucesso Chopinz Clevelâ Coronel Coronel Honório Itapejar Manguei Mariópo P almas Saudad Sulina total
Branco J oão Vitorino
do Sul inho ndia Doming Vivida Serpa a rinha lis e do

tx det 0,00 3,38 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 3,39 0,00 0,27 1,66 1,96 0,00 2,95 1,61 1,21

tx prev 0 2,41 0 0 0 0 1,09 4,52 1,69 0,27 1,81 1,96 2,15 0 3,22 1,38

A 7ª rs com munic silenciosos o que é preocupante, apesar de já haver sido feitos diversos
treinamentos, o banco de dados é mantido bem atualizado.

Maria Elizabet Lovera - 34 -


Indicadores de hanseníase 9ªRS PR, 2004

8,00

7,00

6,00

5,00

4,00

3,00

2,00

1,00

0,00
Santa
Foz do São Miguel Serranópolis
Itaipulândia Matelândia Medianeira Missal Ramilândia Terezinha de total
Iguaçu do Iguaçu do Iguaçu
Itaipu

tx det 2,90 2,53 4,10 4,84 0,00 0,00 1,49 1,15 2,04 2,83

tx prev 4,75 2,53 4,78 7,13 1,91 0,00 2,49 0,77 2,04 4,43

Gráfico demonstra instabilidade entre os municípios, apesar da curva ser coerente


entre os dois dados. Oscila entre nenhum caso e área de hiperendemicidade, portanto rs a
ser bem melhor trabalhada a cusca de CN e banco de dados.
Indicadores de hanseníase 10ªRS PR, 2004

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00

Ana Boa Brag Cafe Cam Capi Casc Cata Céu Corb Dia Espi For Guar Ibem Igua Irac J esu Lind Nov Que Sant Sant Três Vera total
hy Vista aney lândi po tão avel nduv Azul élia man gão mos ania a tu ema í tas oest a das a a Barr Cruz

tx det 0,00 22,27 0,00 0,81 0,00 1,33 1,58 5,63 0,96 1,92 3,02 0,00 1,32 5,82 3,46 0,00 0,00 1,16 1,68 1,55 4,98 0,00 1,58 9,49 0,00 2,37

tx prev 0 15,72 0 0,81 1,94 2,67 1,88 5,63 1,93 1,92 0 3,89 2,65 5,82 6,92 0 0 1,16 8,39 2,33 4,62 0 0,79 10,44 0 2,68

RS com gráfico que demonstra coerência entre os dados, apenas seis munic silenciosos
que devem ser trabalhado busca de CN e três deles talvez banco de dados ou cumprir
protocolo de alta.

Maria Elizabet Lovera - 35 -


Indicadores de hanseníase 11ªRS PR,2004

16,00

14,00

12,00

10,00

8,00

6,00

4,00

2,00

0,00

Alta Arar Barb Boa Cam Cam Coru Enge Faro Fêni Goio Ireta J ani J ura Luizi Mam Mor Nov P ea Quar Quin Ran Ron Terr Ubir total
mira una osa Espe pina po mba nhei l x erê ma ópoli nda ana borê eira a biru to ta do cho cado a atã

2,93 3,74 6,47 2,26 0,64 1,96 0,00 1,44 5,27 13,27 1,85 13,66 4,25 1,27 4,43 4,05 0,00 6,40 0,76 0,00 0,00 0,00 4,93 2,70 2,87 2,94

tx prev 1,47 5,99 6,47 2,26 2,56 2,82 0,00 3,61 5,27 13,27 2,96 14,71 5,67 1,27 1,48 4,73 0,00 8,54 2,27 0,00 0,00 0,00 8,22 2,70 3,35 3,79

RS com municípios silenciosos devendo fazer trabalho de busca de CN, os demais


trabalhar com comunicantes para esgotar fontes de provável contágio.
Indicadores de hanseníase 12ªRS PR- 2004

tx detec tx prev

25

20

15

10

0
Alto São Alto
Piquir Altôni Brasil Cafez Cruze Doura Esper Franc Icaraí Maria Maril Nova P erob P érol J orge Tapir Umua Paraí Xamb total
Iporã Ivaté
i a ândia al do iro do dina ança isco ma Helen uz Olí mp al a do a rama so rê

tx detec 0 1,76 2,78 0,00 2,66 0,00 0,00 1,66 2,16 0,00 7,27 0,00 1,00 0,00 1,91 3,72 0,00 1,86 1,17 2,80 0,00 1,42

tx prev 2,00 1,76 2,78 0,00 4,78 1,67 18,73 1,66 1,08 1,34 8,73 0,00 20,02 1,91 1,91 8,69 1,79 3,72 1,17 19,62 1,79 3,28

RS demonstrando necessidade de melhor análise do banco de dados e busca de casos


novos nos municípios silenciosos.

Maria Elizabet Lovera - 36 -


Indicadores de hanseníase 13ªRS PR, 2004

9,00

8,00

7,00

6,00

5,00

4,00

3,00

2,00

1,00

0,00
São
Cidade Tuneiras
Cianorte Indianópoli J apurá J ussara Rondon Manoel do São Tomé Tapejara total
Gaúcha Guaporema do Oeste
s P araná

tx det 2,32 2,01 0,00 2,41 1,31 1,56 3,54 0,00 7,97 3,69 0,00 2,43

tx prev 2,81 3,01 0,00 4,82 1,31 0,00 3,54 5,13 3,99 5,17 0,00 2,82

RS necessita estudo em seus municípios pois equipe de saúde é comprometida porém há


municípios silenciosos entre hiperendêmicos.
Indicadores de hanseníse 14ªRS PR, 2004

30,00

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00
tota
Alto Am Cru Dia Gua Inaj Itau J ar Loa Mar Mir Nov Nov P ar Par P ar Pla P or Que San San San San São São São Tam Terr
l
P ar apo zeir man iraç á na dim nda ilen ado a a aí so ana ana nalt to rên ta ta ta to Carl J oã P ed boa a

tx det 1,54 2,02 4,29 0,00 6,63 9,91 0,00 0,00 1,97 7,39 0,00 7,19 4,51 3,96 0,00 3,35 9,82 8,77 4,21 1,26 0,00 0,00 0,00 1,59 0,00 3,95 4,85 0,00 2,94

tx prev 2,31 6,07 12,8 3,64 9,94 26,4 0,00 0,00 10,3 11,833,90 14,3 11,28 11,89 0,00 5,02 14,7 13,165,90 3,79 5,59 9,40 0,00 1,59 1,63 3,95 4,85 4,36 6,52

RS com todas as equipes de PSF treinadas em 2004, equipe da RS comprometida, porém


banco de dados desatualizado, o que aponta claramente a curva da prevalência.

Maria Elizabet Lovera - 37 -


Indicadores de hanseníase 15ªRS PR 2004

16

14

12

10

0
tot
Âng Ast Ata Col Dou Flor Flor Flór Igu Itag Ita Ivat Lob Ma Ma Mar Mar Mu Nos Nov Our P ai P ar P re San San San São Sar Uni
al
ulo org laia ora tor aí est ida ara uaj mb uba ato nda nda ialv ing nho sa a izo çan ana side ta ta to J or and flor

tx det 0 1,24 2,52 1,38 0,00 1,92 0,003,89 0,00 0,00 3,41 3,432,39 1,13 0,920,64 0,91 3,02 15,0 0,760,00 0,58 0,00 0,00 0,000,00 0,00 0,00 1,48 0,00 1,06

tx prev 0 2,49 0,00 3,225,25 3,85 1,86 3,89 0,00 2,15 5,11 0,000,00 2,83 2,14 1,60 1,04 3,02 12,5 1,52 0,00 2,34 3,21 0,00 3,360,00 1,98 0,00 2,97 4,47 1,83

RS com boa equipe, porém com urgência na busca de CN, pois muitos minic são
silenciosos. Apenas a sede de regional está adequada.

Indicadores de hanseníase 16ªRS PR, 2004

12,00

10,00

8,00

6,00

4,00

2,00

0,00
Bom Mauá Novo São
Rio
Apucar Arapon Sucess Borraz Califór Cambir Grande J andai Marilâ Marum da Itacolo Sabáu P edro total
Faxinal Kaloré Bom
ana gas o ópolis nia a s Rios a do ndia do bi Serra mi dia do Ivaí

tx det 0,71 1,60 10,36 5,79 0,00 1,46 4,62 2,65 1,49 0,00 2,22 0,00 1,38 0,00 6,10 1,83 2,10 1,69

tx prev 1,15 1,49 10,36 8,11 3,84 0,00 6,60 2,65 1,99 6,78 5,55 0,00 2,75 0,00 6,10 1,83 2,10 2,28

RS com necessidade de trabalhar altas no banco de dados ou cumprir protocolo de altas e


buscar CN nos municípios silenciosos.

Maria Elizabet Lovera - 38 -


Indicadores de hanseníase 17ªRS PR,2004

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00
Bela
Alvor Vista Cafea Camb Cente Flores Guara Ibipor J agua J ataiz Londri Lupio Miras P itan P orec Prado P rime Rolân Serta Tamar total
ada do do ra é nário tópoli ci ã pitã inho na nópoli elva gueira atu Ferrei iro de dia nópoli ana

tx det 1,10 4,66 15,85 1,06 0,92 1,63 2,14 3,33 0,90 11,98 1,29 0,00 0,00 8,10 1,30 0,00 2,93 0,38 5,16 1,99 1,69

tx prev 0 4,66 3,96 1,49 4,62 6,52 2,14 5,33 1,81 19,67 1,56 0,00 0,00 8,10 3,25 0,00 4,88 0,76 10,33 2,98 2,41

RS também com necessidade de trabalhar altas no banco de dados ou cumprir


protocolo de altas e buscar CN nos municípios silenciosos.
Indicadores de hanseníase 18ªRS PR, 2004

20,00

18,00

16,00

14,00

12,00

10,00

8,00

6,00

4,00

2,00

0,00
São São
Abati Andir Band Cong Corn Itamb Leóp Nova Nova Nova Ranc Ribei Sant Sant Sant Sant J erôn Seba Sapo Serta Uraí total
Assaí
á á eiran onhin élio aracá olis Amér Fátim Sant ho rão a a a o imo stião pema neja

tx det 1,34 1,33 4,67 1,19 5,07 2,98 3,32 0,00 0,00 1,21 2,81 7,36 1,38 0,00 5,38 3,86 0,00 5,39 1,14 1,47 4,65 6,20 2,74

tx prev 2,68 1,78 8,18 0,90 2,54 3,19 1,66 16,24 0,00 4,84 2,81 17,18 0,69 0,00 8,07 6,17 3,43 10,78 2,27 7,37 3,10 10,62 4,28

RS também com necessidade de trabalhar altas no banco de dados ou cumprir


protocolo de altas e buscar CN nos municípios silenciosos, apesar de traçado regular.

Maria Elizabet Lovera - 39 -


Indicadores de hanseníase 19ªRS PR, 2004

14

12

10

0
São
Barra Camb Carló Cons Figue Guapi J abot J acar J apir J oaq J undi Pinha Quati Ribei Salto Sant Sant J osé Sique Toma Wenc total
Ibaiti
do ará polis elheir ira rama i ezinh a uim aí do lão guá rão do ana o da ira zina eslau

tx det 0 3,00 2,92 0,00 2,27 2,40 0,38 2,14 4,86 0,00 2,09 8,75 1,56 2,80 1,87 0,00 0,00 1,73 1,57 0,60 1,10 0,00 2,02

tx prev 3,92 8,15 4,38 0,00 5,67 2,40 0,00 2,14 9,20 6,09 3,13 8,75 3,12 12,61 2,80 1,92 1,83 2,72 6,29 1,20 1,10 0,00 4,12

RS também com necessidade de trabalhar altas no banco de dados ou cumprir


protocolo de altas e buscar CN nos municípios com prevalência.

Indicadores de hanseníase 20ªRS PR,2004

10,00

9,00

8,00

7,00

6,00

5,00

4,00

3,00

2,00

1,00

0,00
Assis Entre Nova Ouro P ato São São
Terra
Chate Diama Rios Guaí r Marec Marip Merce Santa Verde P aloti Braga Quatr Santa J osé P edro Tupãss total
Roxa Toledo
aubria nte do a hal á des Rosa do na do o Helen das do i

tx 2,60 0,00 0,00 1,78 4,38 3,53 0,00 1,40 0,00 1,52 7,04 0,00 4,25 0,00 0,00 1,34 3,01 1,30 2,63

tx prev 2,93 6,44 2,86 3,56 5,76 3,53 4,19 2,79 3,91 1,52 7,04 0,00 9,46 0,00 1,49 1,34 2,23 2,60 3,41

RS também com necessidade de trabalhar altas no banco de dados ou cumprir


protocolo de altas e buscar CN nos municípios com prevalência.

Maria Elizabet Lovera - 40 -


Indicadores de hanseníase 21ªRS PR, 2004

12,00

10,00

8,00

6,00

4,00

2,00

0,00
Curiúva Imbaú Ortigueira Reserva Telêmaco Borba Tibagi Ventania total

tx det 6,49 1,03 2,47 3,34 1,91 2,08 4,60 2,70

tx prev 7,21 10,27 4,53 5,00 2,07 4,16 8,04 4,36

RS tem como necessidade trabalhar altas no banco de dados ou cumprir protocolo de


altas e buscar CN nos municípios com prevalência, pois é considerada região endêmica.
Indicadores de hanseníase 22ªRS PR,2004

450,00

400,00

350,00

300,00

250,00

200,00

150,00

100,00

50,00

0,00
Rio Santa São
Godoy Mato Nova
Ariranh Cândid Cruzma Ivaipor J ardim Lidianó Lunard Manoel Branco Rosário Maria J oão do total
Arapuã Moreira Rico Tebas
a do o de ltina ã Alegre polis elli Ribas do Ivaí do Ivaí do Ivaí

tx det 0,00 0,00 3,96 0,00 15,41 3,96 1,46 2,53 0,00 0,74 5,23 428,32 2,82 5,41 0,00 3,39 21,36

tx prev 2,62 0,00 4,53 0,00 27,74 4,95 2,92 2,53 4,07 0,74 7,84 373,36 5,63 7,22 0,00 8,48 20,52

RS endêmic com necessidade de grande trabalho para busca de casos novos, porém com
treinamento da s equipes de saúde, para evitar o ocorrido em N Tebas com muitos erros
diagnósticos, elevando artificialmente a endemia, já alta da região.

Maria Elizabet Lovera - 41 -


6.3 Avaliação do PAB e PPI no Paraná
Avaliação do PAB e PPI entre os meses de novem bro de 2004 e maio de 2005-PR

90

80

70

60

50

40

30

20

10

0
%ABANDONO TX DETECÇÃO %CURA CN TX PREV %GIF CN

NOV 20,8 1,6 85,4 2,5 20,9


M AIO 8,9 0,4 63,2 2,2 30,4

Na comparação dos dados percebe-se melhoria no percentual de abandono devido a


limpeza de banco de dados através do aplicativo Hanswin.
Avaliação do PAB e PPI entre os meses de novembro de 2004 e m aio de 2005,
Curitiba-PR

70

60

50

40

30

20

10

0
%ABANDONO TX DETECÇÃO %CURA CN TX PREV %GIF CN

NOV 16,8 0,3 8,1 0,67 25,1


M AIO 0 0,08 65,2 0,68 21,4

Devido a limpeza do banco de dados e lançamento das informações no SINAN, houve


acentuada melhoria na questão abandono de tto.

Maria Elizabet Lovera - 42 -


Avaliação do PAB e PPI entre os m eses de novembro 2004 e m aio 2005, Foz do
Iguaçu, PR

70

60

50

40

30

20

10

0
%ABANDONO TX DETECÇÃO %CURA CN TX PREV %GIF CN

NOV 1,53 2,1 0 3,9 13,4


M AIO 0 0,8 69,2 4 30,4

Acentuada alteração na questão altas por cura que não haviam sido lançados no SINAN, e
provável melhoria de execução e lançamento dos GIFs.
Avaliação do PAB e PPI entre os m eses de novembro 2004 e m aio 2005 Londrina, PR

70

60

50

40

30

20

10

0
%ABANDONO TX DETECÇÃO %CURA CN TX PREV %GIF CN

NOV 40,8 0,95 4,4 2,4 41,3


M AIO 1,1 0,2 65,6 1,7 58,3

Trabalhado bastante o lançamento de informações no SINAN, e o que se vê é a melhoria


da qualidade das informações do banco de dados.

Maria Elizabet Lovera - 43 -


Maria Elizabet Lovera - 44 -