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Curso Preparatório para Técnico 

Administrativo TRT 4 ‐ 2011


Administrativo TRT 4 ‐
NOÇÕES
Ç DE GESTÃO PÚBLICA: Planejamento
j estratégico
g no Judiciário Brasileiro: Resolução
ç
nº 70/2009 do Conselho Nacional de Justiça. Orçamento Público: Conceito. Princípios
orçamentários. Receitas e despesas extraorçamentárias. Orçamento‐programa: conceitos e
objetivos. Orçamento na Constituição Federal. Competência interpessoal. Administração de
Recursos Materiais. Lei nº 10.520/2002. Ciclo PDCA: planejar, fazer, verificar, agir.
Planejamento estratégico no Judiciário 
Brasileiro: Resolução nº 70/2009 do
Brasileiro: Resolução nº 70/2009 do 
Conselho Nacional de Justiça.

Missão do Poder Judiciário ‐ Realizar Justiça
Descrição Fortalecer o Estado Democrático e fomentar a construção de uma sociedade livre, 
Descrição ‐ Fortalecer o Estado Democrático e fomentar a constr ção de ma sociedade li re
justa e solidária, por meio de uma efetiva prestação jurisdicional.

Visão do Poder Judiciário ‐
Visão do Poder Judiciário Ser reconhecido pela sociedade como instrumento efetivo de justiça, 
Ser reconhecido pela sociedade como instrumento efetivo de justiça
equidade e paz social.
Descrição ‐ Ter credibilidade e ser reconhecido como um Poder célere, acessível, responsável, 
imparcial efetivo e justo que busca o ideal democrático e promove a paz social garantindo o
imparcial, efetivo e justo, que busca o ideal democrático e promove a paz social, garantindo o 
exercício pleno dos direitos de cidadania.

Atributos de Valor para a Sociedade
Atributos de Valor para a Sociedade
Credibilidade Celeridade
Modernidade Acessibilidade
Transparência
p Responsabilidade Social e Ambiental
p
Imparcialidade Ética
Probidade
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Garantir a agilidade nos  Garantir a agilidade na 
trâmites judiciais e
trâmites judiciais e  tramitação dos processos
tramitação dos processos 
administrativos. judiciais e administrativos e 
assegurar a razoável duração 
do processo.
do processo.

Buscar a excelência na gestão  Garantir a economicidade dos 
Eficiência Operacional
fi iê i i l de custos operacionais
de custos operacionais. recursos por meio da
recursos por meio da 
racionalização na aquisição e 
utilização de todos os 
materiais, bens e serviços
materiais, bens e serviços 
(responsabilidade ambiental), 
e da melhor alocação dos 
recursos humanos necessários 
à prestação jurisdicional.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Facilitar o acesso à Justiça. Promover o acesso ao Poder 
Judiciário com o objetivo de
Judiciário, com o objetivo de 
democratizar a relação da 
população com os órgãos 
judiciais e garantir equidade 
judiciais e garantir equidade
no atendimento à sociedade.
Acesso ao Sistema de Justiça
Promover a efetividade no 
Promover a efetividade no Assegurar o cumprimento das 
Assegurar o cumprimento das
cumprimento das decisões  decisões emanadas do Poder 
judiciais. Judiciário, a fim de garantir 
que os direitos reconhecidos
que os direitos reconhecidos 
alcancem resultados 
concretos.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO


Promover a cidadania. Promover o desenvolvimento 
e inclusão social, por meio de 
Responsabilidade Social
Responsabilidade Social ações que contribuam para o
ações que contribuam para o 
fortalecimento da educação e 
da consciência dos direitos, 
deveres e valores do cidadão
deveres e valores do cidadão.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Garantir o alinhamento  Garantir que as unidades do 
estratégico em todas as
estratégico em todas as  Judiciário tenham seu planejamento
Judiciário tenham seu planejamento 
unidades do Judiciário. estratégico e sua gestão alinhados à 
estratégia do Poder Judiciário 
Nacional, respeitando as 
Nacional, respeitando as
particularidades locais e visando a 
resultados de curto, médio e longo 
Alinhamento e Integração p
prazos (continuidade).
( )
Fomentar a interação e a  Buscar a unicidade e a integração da 
troca de experiências entre  Justiça por meio da troca de 
Tribunais (nacionais e
Tribunais (nacionais e  experiências entre Tribunais,
experiências entre Tribunais, 
internacionais). compartilhando conhecimento, 
práticas, unidades, estruturas e 
soluções jurídicas e administrativas.
ç j
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Fortalecer e  Fortalecer a integração do Judiciário com os Poderes 
harmonizar as
harmonizar as  Executivo e Legislativo e desenvolver parcerias com 
Executivo e Legislativo e desenvolver parcerias com
relações entre os  os órgãos do sistema da justiça e entidades públicas 
poderes, setores e  e privadas para viabilizar o alcance dos seus 
instituições. objetivos (eficiência,
(eficiência, acessibilidade e 
acessibilidade e
responsabilidade social).
Disseminar valores 
Valorizar e difundir práticas que fomentem e 
Atuação 
Atuação éticos e morais por
éticos e morais por 
conservem valores éticos e morais no âmbito do 
Institucional meio de atuação 
Poder Judiciário, nas organizações ligadas à atividade 
institucional efetiva.
judiciária e nas instituições de ensino.

Aprimorar a  Aprimorar a comunicação com o público externo, 
comunicação com o  com linguagem clara e acessível, disponibilizando, 
público externo
público externo. informações sobre o papel as ações e as iniciativas
informações sobre o papel, as ações e as iniciativas 
do Poder Judiciário, o andamento processual, os 
dados orçamentários e de desempenho operacional.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Desenvolver 
conhecimentos
conhecimentos,  Garantir que os magistrados e servidores possuam
Garantir que os magistrados e servidores possuam 
habilidades e atitudes  conhecimentos, habilidades e atitudes essenciais 
dos magistrados e  para o alcance dos objetivos estratégicos.
servidores.
Gestão de 
Pessoas Motivar e 
comprometer 
Elevar o nível de comprometimento, motivação e 
magistrados e
magistrados e 
identidade institucional dos Magistrados e Servidores 
servidores com a 
para viabilizar a execução da estratégia.
execução da 
Estratégia.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO
Garantir a infra‐ Prover os recursos materiais e tecnológicos 
estrutura apropriada
estrutura apropriada  (instalações mobiliários equipamentos
(instalações, mobiliários, equipamentos 
às atividades  de informática) que permitam o bom desempenho 
administrativas e  das unidades do Judiciário, garantindo aos 
judiciais. magistrados e servidores condições de trabalho com 
magistrados e servidores condições de trabalho com
saúde e segurança, além da proteção e manutenção 
Infraestrutura e  dos bens materiais e dos sistemas.
Tecnologia
Garantir a 
Garantir a Estruturar a tecnologia da informação e o seu 
Estruturar a tecnologia da informação e o seu
disponibilidade de  gerenciamento de forma a garantir o 
sistemas essenciais de  desenvolvimento, aperfeiçoamento e a 
TI. disponibilidade dos sistemas essenciais à execução
disponibilidade dos sistemas essenciais à execução 
da estratégia.
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TEMA OBJETIVO DESCRIÇÃO


Assegurar recursos 
A Promover ações orçamentárias visando 
õ ái i d
orçamentários necessários  assegurar recursos que viabilizem as ações 
para a execução dos  e metas necessárias à execução da 
objetivos da
bj ti d estratégia.
t té i E t té i G
Estratégia. Garantir a disponibilização dos 
ti di ibili ã d
Orçamento
recursos orçamentários necessários para a 
execução dos projetos estratégicos, de 
acordo com os cronogramas estabelecidos 
acordo com os cronogramas estabelecidos
para cada iniciativa.
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INDICADORES DE DESEMPENHO

ATENÇÃO !
Alguns dos índices não tem meta especificada no documento oficial do CNJ que
mostra quais são os indicadores gerais para todo o Judiciário Brasileiro.
Para quem lembra do TRE, caiu o planejamento estratégico DO TRE RS, com seus
próprios
ó i indicadores.
i di d
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INDICADORES DE DESEMPENHO

1 ‐ Índice de Confiança no Poder Judiciário
1 Índice de Confiança no Poder Judiciário
ATENÇÃO – meta de 70% até 2014
Indicadores Gerais 
d Vi ã E t té i
da Visão Estratégica
2 ‐ Índice de satisfação do cliente
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INDICADORES DE DESEMPENHO
3 ‐ Taxa de Congestionamento (conhecimento) e (1º grau, 2º grau, 
Tribunais Superiores, Turmas Recursais e Juizados)

4 ‐ Produtividade do magistrado
Eficiência 
Operacional. 5 ‐ Índice de atendimento à demanda
Í
Garantir a agilidade  6 ‐ Índice de agilidade no julgamento
nos trâmites  7 ‐ Índice de processos antigos  (+ de 2 anos)
7 ‐ Índice de processos antigos (+ de 2 anos)
judiciais e 
administrativos. 8 ‐ Índice de agilidade na tramitação dos processos de 
aquisição de bens e serviços (LICITAÇÕES)
9 ‐ Índice de virtualização dos processos novos (aumentar 
em 90% até 2014)
10 ‐ Índice de agilidade na publicação dos acórdãos (aumentar em 90% até 2014)
g p ç ( )
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INDICADORES DE DESEMPENHO
11 Eficiência operacional
11 ‐ Efi iê i i l

12 ‐ Eficiência na arrecadação de receitas
Eficiência 
Operacional. 13 ‐ Redução do consumo de papel
Buscar a excelência  14 ‐ Redução do consumo de água
na gestão de custos 
operacionais. 15 Redução do consumo de energia
15 ‐ R d ã d d i
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INDICADORES DE DESEMPENHO
Acesso ao Sistema 
de Justiça. 16 ‐ Índice de acesso à justiça
Facilitar o acesso à 
Justiça.
i

Acesso ao Sistema  17 ‐ Taxa de Congestionamento na fase de execução (1º


de Justiça
de Justiça. grau, 2º grau e Juizados)
2º J i d )
Promover a 
efetividade no 
18 ‐ Produtividade do magistrado (execução) e 
cumprimento das
cumprimento das 
(1º
(1º grau, 2º grau e Juizados)
2º J i d )
decisões judiciais.
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INDICADORES DE DESEMPENHO

Responsabilidade 
Social. 19 ‐ Número de pessoas beneficiadas pelos projetos 
Promover a
Promover a  i i
sociais.
cidadania.
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INDICADORES DE DESEMPENHO

Alinhamento e  20 ‐ Índice de gestão participativa


Integração.
Garantir o 
alinhamento 
estratégico em 
é i
todas as unidades  21 ‐ Índice de sucesso na execução dos projetos 
do Judiciário. estratégicos (Obter 90% de sucesso na execução de 
projetos estratégicos até 2014)
projetos estratégicos, até 2014)
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INDICADORES DE DESEMPENHO

Alinhamento e  22 ‐ Índice de aproveitamento das Boas Práticas de Gestão


Integração. do Poder Judiciário
do Poder Judiciário.
Fomentar a 
interação e a troca 
d
de experiências 
iê i
entre Tribunais  23 ‐ Índice de parcerias estratégicas internas ao Poder
(nacional e  Judiciário.
internacional)
internacional).
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INDICADORES DE DESEMPENHO

Atuação 
At ã
Institucional.
Fortalecer e 
harmonizar as
harmonizar as  24 ‐ Índice de parcerias estratégicas
relações entre os 
poderes, setores e 
instituições
instituições.
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Atuação 
At ã
Institucional.
Disseminar valores  25 ‐ Índice de promoção de valores éticos e morais.
éticos e morais por
éticos e morais por 
meio de atuação 
institucional efetiva.
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26 ‐ Índice de publicação do conteúdo integral dos
processos na Internet
Atuação 
Institucional. 27 ‐ Índice de informações orçamentárias e financeiras 
Aprimorar a  disponibilizadas na Internet
i ã
comunicação com  Í
28 ‐ Índice de inserções institucionais na mídia
públicos externos.
29 ‐ Índice de matérias institucionais positivas
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INDICADORES DE DESEMPENHO

30 ‐ Índice de capacitação nas competências estratégicas
Gestão de Pessoas.
Desenvolver 
conhecimentos,  31 ‐ Índice de atingimento do Plano Nacional de 
habilidades e  Capacitação (atingir 100% até 2014)
atitudes dos 
magistrados e  32 ‐ Percentual do orçamento de custeio aplicado em
servidores. capacitação
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INDICADORES DE DESEMPENHO

33 ‐ Índice de alcance das metas
Gestão de Pessoas.
G tã d P
Motivar e  34 ‐ Índice do Clima Organizacional
comprometer 
magistrados e
magistrados e 
servidores com a  35 ‐ Índice de absenteísmo
execução da 
Estratégia
Estratégia.
36 ‐ Índice de prevenção de saúde
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INDICADORES DE DESEMPENHO

Infra‐estrutura e  37 ‐ Índice de aderência aos padrões mínimos de TI


Tecnologia
Tecnologia.
Garantir a infra‐ 38 ‐ Índice de unidades com segurança armada e/ou
estrutura  eletrônica
apropriada às
apropriada às 
atividades  39 ‐ Índice de satisfação com as instalações físicas
administrativas e 
judiciais
judiciais.
40 ‐ Índice de condições de trabalho
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INDICADORES DE DESEMPENHO

41 ‐ Índice de aderência às metas do PETI
Infra‐estrutura e 
Tecnologia.
Garantir a  42 ‐ Índice de disponibilidade de infra‐estrutura de
disponibilidade de  equipamentos de tecnologia
sistemas essenciais 
43 ‐ Índice de disponibilidade de sistemas on‐line
de TI.
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INDICADORES DE DESEMPENHO

44 ‐ Índice de orçamento estratégico
Orçamento.
O t
Assegurar recursos 
orçamentários  45 ‐ Índice de execução do orçamento estratégico
necessários para a
necessários para a 
execução da 
Estratégia. 46 ‐ Índice de execução do orçamento disponibilizado
O que é um Orçamento?
O que é um Orçamento?
O
Orçamento – elenca receitas e despesas 
l i d

Orçamento Público – dispositivo legal que autoriza recebimento de 
receitas e realização de gastos por um ente estatal.

No Brasil existem três leis no processo de 
planejamento orçamentário – PPA / LDO /LOA

Orçamento Programa – mostra as coisas que o governo FAZ, e não as 
coisas que o governo ADQUIRE. 

Orçamento Programa – pode ser avaliado pelos benefícios que trará à 
população.
Processo de Planejamento Orçamentário
j ç

LEI ORÇAMENTÁRIA 
ANUAL

LEI DE DIRETRIZES 
ORÇAMENTÁRIAS

PLANO PLURI ANUAL
Princípios Orçamentários
Princípios Orçamentários
Básicos – São aqueles da Lei 4.320/64
Anualidade
Unidade
U i
Universalidade
lid d

Os demais princípios orçamentários estão na CF_art 165 e na Lei de 
R
Responsabilidade Fiscal
bilid d Fi l
Equilíbrio
Não Afetação da Receita
Não Afetação da Receita
Exclusividade
Especificação
p ç
Orçamento Bruto
Clareza
Programação
Legalidade
RECEITA PÚBLICA

ÉÉ o capital arrecadado, coercitivamente, do 
o capital arrecadado coercitivamente do
povo, tomado por empréstimo ou produzido 
pela renda dos seus bens ou pela sua 
atividade de que o Estado dispõe para fazer
atividade, de que o Estado dispõe para fazer 
face às despesas públicas.
RECEITA PÚBLICA

Orçamentários

INGRESSOS
Extra - Orçamentários

RECEITAS

Aumento do Ativo

PATRIMÔNIO
Redução do Passivo
DESPESA PÚBLICA
Designa o conjunto dos dispêndios do 
Estado ou de outra pessoa de direito
Estado, ou de outra pessoa de direito 
público, para o funcionamento dos 
serviços públicos. Pode, também, 
significar a aplicação de certa quantia
significar a aplicação de certa quantia 
em dinheiro, por parte da autoridade ou 
agente público competente, dentro de 
t úbli t t d t d
ç g
uma autorização legislativa.
DESPESA PÚBLICA
Classificação conforme a Lei 4.320/64

Despesas Correntes
D
Despesa d Custeio
de C t i – ou manutenção
t ã
Transferências Correntes
Subvenções Sociais
Subvenções Econômicas

Despesas de Capital
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital

Reserva de Contingência
DESPESA PÚBLICA
Classificação Constitucional
ç
Orçamento Fiscal
O
Orçamento
t da
d Seguridade
S id d Social
S i l
Orçamento de Investimento das empresa que o Estado detenha mais de 50% das
ações com direito à voto.

Classificação Institucional
Órgãos U id d Orçamentárias
Unidades O tá i U id d Administrativas
Unidades Ad i i t ti
Classificação Funcional
F ã
Função Sub‐Função
Saúde Alimentação e Nutrição
Trabalho Proteção
ç e Benefícios
Relações de Trabalho
Empregabilidade
DESPESA PÚBLICA
Classificação Programática
ç g

MOSTRA AS COISAS QUE O ESTADO FAZ, NÃO AS COISAS QUE O 
MOSTRA AS COISAS QUE O ESTADO FAZ NÃO AS COISAS QUE O
ESTADO ADQUIRE
PROGRAMAS DE GOVERNO
PROGRAMAS DE GOVERNO

A ã
Ação
Projeto
Ati id d
Atividade
Operação Especial
PLANO PLURI ANUAL
PLANO PLURI ANUAL
Vigência de 4 anos dissociados do mandato eletivo.
Regionalização.
Desenvolvimento do Estado.
Investimentos e outras despesas decorrentes dele, mais as de caráter continuado.

Planejamento Estratégico do Estado.
Diretrizes, Objetivos e Metas.
Análise da situação econômica e social.
Previsão de recursos e sua distribuição.
ç
Objetivos e prioridades do CHEFE DO EXEXUTIVO.
D fi i ã d
Definição dos problemas a serem solucionados.
bl l i d
Ações para a solução desses problemas.
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

Elo entre PPA e LOA.

Objetivos conforme a CF/88
Prioridades para o exercício financeiro seguinte
Prioridades para o exercício financeiro seguinte.
Orientar a elaboração da LOA.
Dispor
p sobre alterações na legislação tributária.
ç g ç
Definir a política de aplicação das agências oficiais de fomento.

Objetivos conforme a LRF


Objetivos conforme a LRF
Equilíbrio entre receitas e despesas.
Critérios para limitação do empenho.
p ç p
Normas para controle de custos.
Critérios para transferências para o setor privado.
Definir as metas anuais para despesa, receita e resultado.
Anexo de Riscos Fiscais.
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

Anexo de Riscos Fiscais


Anexo de Riscos Fiscais

Classificação dos 
Classificação dos
Riscos

ORÇAMENTÁRIO:

DÍVIDA: ‐ Não confirmação 
daquilo que foi orçado.
‐ Má administração da 
dí id
dívida.
DESPESA: RECEITA:

‐ Aumento de despesa  ‐ Não arrecadação 
por fatores diversos. influenciada por inflação
influenciada por inflação, 
juros, câmbio, baixa atividade 
econômica.
LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL

REGRAS GERAIS
REGRAS GERAIS
Emendas parlamentares só poderão acontecer se:
Forem identificados e comprovados erros de cálculo.
Houver indicação de todos os recursos modificados.

Não podem ser cancelas despesas de:
Pessoal.
Benefícios da previdência.
Juros.
Transferências constitucionais.
Amortização da dívida.
ç
O orçamento 
a) é uma peça contábil que indica a movimentação financeira do exercício. 
b)
b) tem como finalidade demonstrar o total de bens, direitos e obrigações da entidade pública. 
fi lid d d ld b di i bi õ d id d úbli
c) tem como principal finalidade evidenciar o resultado do período. 
d) é uma lei que trata da fixação da despesa e da previsão da receita. 
e) é uma Portaria elaborada pelo Poder Executivo. 
)é P t i l b d l P d E ti

No processo de avaliação do orçamento‐programa, a análise custo‐benefício pode ser usada


para determinar o resultado econômico esperado de um dado programa governamental, o qual
pode ser apurado pela diferença entre o valor
a) das receitas orçamentárias a serem direcionadas ao programa e o custo contábil dos recursos
a serem empregadosd na prestaçãoã dos
d serviços.
i
b) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o custo de oportunidade dos recursos a
serem empregados na prestação dos serviços.
c) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o custo contábil dos recursos a serem
empregados na prestação dos serviços.
d) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o valor das receitas de impostos a serem
direcionadas para a sua execução.
execução
e) das receitas de impostos a serem direcionadas ao programa e o custo de oportunidade dos
recursos a serem empregados na prestação dos serviços.
O orçamento 
a) é uma peça contábil que indica a movimentação financeira do exercício. 
b)
b) tem como finalidade demonstrar o total de bens, direitos e obrigações da entidade pública. 
fi lid d d ld b di i bi õ d id d úbli
c) tem como principal finalidade evidenciar o resultado do período. 
d) é uma lei que trata da fixação da despesa e da previsão da receita. 
e) é uma Portaria elaborada pelo Poder Executivo. 
)é P t i l b d l P d E ti

No processo de avaliação do orçamento‐programa, a análise custo‐benefício pode ser usada


para determinar o resultado econômico esperado de um dado programa governamental, o qual
pode ser apurado pela diferença entre o valor
a) das receitas orçamentárias a serem direcionadas ao programa e o custo contábil dos recursos
a serem empregadosd na prestaçãoã dos
d serviços.
i
b) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o custo de oportunidade dos recursos a
serem empregados na prestação dos serviços.
c) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o custo contábil dos recursos a serem
empregados na prestação dos serviços.
d) dos benefícios diretos e indiretos do programa e o valor das receitas de impostos a serem
direcionadas para a sua execução.
execução
e) das receitas de impostos a serem direcionadas ao programa e o custo de oportunidade dos
recursos a serem empregados na prestação dos serviços.
Nos termos da Constituição Federal,
Federal compõe a lei de diretrizes orçamentárias:
a) metas e prioridades para os 4 (quatro) anos do mandato e orientações para elaboração do
orçamento anual.
b) orçamento fiscal; orçamento de investimento das estatais; orçamento da seguridade social.
social
c) metas e prioridades para o exercício subseqüente; alterações na legislação tributária; política
de aplicação das agências oficiais de fomento.
d) programas de duração continuada; diretrizes e objetivos para as despesas de capital; critérios
para limitação de empenho.
e) todos os investimentos cuja execução ultrapasse um exercício financeiro.
É INCORRETO o que se afirma
fi em:
a) O projeto de lei orçamentária anual deve ser elaborado de forma compatível com o Plano
Plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas da Lei de Responsabilidade
Fiscal.
Fiscal
b) A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os
passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as
providências a serem tomadas,
tomadas caso se concretizem.
concretizem
c) A lei de diretrizes orçamentárias disporá sobre normas relativas ao controle de custos e à
avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos.
d) A lei orçamentária poderá consignar dotação para investimento com duração superior a um
exercício financeiro que não esteja previsto no Plano Plurianual.
e) O Plano Plurianual, a lei de Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento anual são instrumentos
relativos ao processo orçamentário.
Nos termos da Constituição Federal, compõe a lei de diretrizes orçamentárias:
a) metas e prioridades para os 4 (quatro) anos do mandato e orientações para elaboração do
orçamento anual.
b) orçamentot fiscal;
fi l orçamento t de
d investimento
i ti t das
d estatais;
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id d social.
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c) metas e prioridades para o exercício subseqüente; alterações na legislação tributária;
política de aplicação das agências oficiais de fomento.
d) programas de duração continuada; diretrizes e objetivos para as despesas de capital; critérios
para limitação de empenho.
e) todos os investimentos cuja execução ultrapasse um exercício financeiro.
É INCORRETO o que se afirma
fi em:
a) O projeto de lei orçamentária anual deve ser elaborado de forma compatível com o Plano
Plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas da Lei de Responsabilidade
Fiscal.
Fiscal
b) A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os
passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as
providências a serem tomadas,
tomadas caso se concretizem.
concretizem
c) A lei de diretrizes orçamentárias disporá sobre normas relativas ao controle de custos e à
avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos.
d) A lei orçamentária poderá consignar dotação para investimento com duração superior a um
exercício financeiro que não esteja previsto no Plano Plurianual.
e) O Plano Plurianual, a lei de Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento anual são instrumentos
relativos ao processo orçamentário.
Gestão por Competências
Programa para definir perfis profissionais que proporcionem maior produtividade e 
adequação ao negócio.

Define pontos de excelência e de carência.

Utilização de critérios de mensuração objetivos.

NOVAS COMPETÊNCIAS PESSOAIS
1) Aprender
2) Comunicar
3) Criatividade
4) Conhecimento Tecnológico
5) Conhecimento Global
6)) Liderança
7) Auto Gestão da Carreira
Gestão por Competências
Gestão por Competências
Gestão por Competências

CATEGORIAS DAS COMPETÊNCIAS

1)) Essenciais – competências básicas para o sucesso da organização.


2) De Gestão – como lidar com os recursos da organização.
3) Organizacionais –
O i i i aparato interno da organização.
t i t d i ã
4) Pessoais – necessárias para o indivíduo dentro da organização.
É tarefa essencial da gestão de competências
a) articular competências técnicas e comportamentais dos indivíduos e integrá‐las aos objetivos
estratégicos da organização.
organização
b) descobrir o talento natural de cada pessoa, talentos que podem vir a ser aprimorados por
meio de estratégias de coaching.
c) procurar desenvolver as capacidades produtivas inerentes a uma pessoa. Essas capacidades
devem ser relacionadas com o desempenho de uma tarefa específica.
d) enfatizar os conhecimentos formais e comportamentais que a pessoa precisa adquirir para
desempenhar
p uma tarefa.
e) aperfeiçoar, nos gerentes, as habilidades práticas relacionadas com a administração
competente dos funcionários de uma organização.

A gestão de competências tem como etapa inicial 
a) pesquisar as competências mais valorizadas pelo mercado. 
b) desenvolver as competências necessárias para o sucesso da organização. 
) ê á
c) estabelecer os objetivos e metas a serem alcançados pela organização. 
d) a identificação da lacuna de competências da empresa. 
e) captar as competências internas disponíveis na organização. 
) t tê i i t di í i i ã
É tarefa essencial da gestão de competências
a) articular competências técnicas e comportamentais dos indivíduos e integrá‐las aos objetivos
estratégicos da organização.
organização
b) descobrir o talento natural de cada pessoa, talentos que podem vir a ser aprimorados por
meio de estratégias de coaching.
c) procurar desenvolver as capacidades produtivas inerentes a uma pessoa. Essas capacidades
devem ser relacionadas com o desempenho de uma tarefa específica.
d) enfatizar os conhecimentos formais e comportamentais que a pessoa precisa adquirir para
desempenhar
p uma tarefa.
e) aperfeiçoar, nos gerentes, as habilidades práticas relacionadas com a administração
competente dos funcionários de uma organização.

A gestão de competências tem como etapa inicial 
a) pesquisar as competências mais valorizadas pelo mercado. 
b) desenvolver as competências necessárias para o sucesso da organização. 
) ê á
c) estabelecer os objetivos e metas a serem alcançados pela organização. 
d) a identificação da lacuna de competências da empresa. 
e) captar as competências internas disponíveis na organização. 
) t tê i i t di í i i ã
Administração de Recursos Materiais
O dilema do gerenciamento de estoques está fundamentado em
dois fatores:
‐ O primeiro
i i consiste
i em manter estoques a níveis
í i aceitáveis
i á i ded acordo
d com o mercado,
d
evitando a sua falta e o risco de obsolescência;
‐O segundo trata dos custos que esses proporcionam em relação aos níveis e ao
dimensionamento do espaço físico.
físico

PREVISÃO DE ESTOQUES
1) Informações quantitativas :
1) Informações quantitativas :
• Eventos
• Influencia da propaganda.
• Evolução das vendas no tempo
• Evolução das vendas no tempo.
• Variações decorrentes de modismos.
• Variações decorrentes de situações econômicas.
• Crescimento populacional.
Crescimento populacional.
2) Informações Qualitativas
• Opinião de gerentes.
• Opinião de vendedores.
p
• Opinião de compradores.
• Pesquisa de mercado.
Administração de Recursos Materiais
CUSTOS DE ESTOQUES
‐ Custos de capital: juros,depreciação ( o capital investido em estoque
deixa de render juros)
‐ Custos com pessoal: salários encargos sociais ( mais pessoas para cuidar do
estoque)
‐ Custos com edificações: aluguel, imposto, luz (maior área para guardar e conservar os
estoques)
‐ Custos de manutenção: deterioração, obsolescência, equipamento (maiores as chances de
perdas e inutilização, bem como mais custos de mão‐de‐obra e equipamentos)

CONTROLE DE ESTOQUES
CONTROLE DE ESTOQUES

1) PEPS – Primeiro Que Entra Primeiro Que Sai

2) UEPS – Último Que Entra Primeiro Que Sai

3) Custo Médio 
)
Administração de Recursos Materiais
CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
1 ‐ Quanto À Sua Estocagem
a) Materiais estocáveis devem existir em estoque de acordo com a previsão de consumo.
a) Materiais estocáveis  ‐ devem existir em estoque de acordo com a previsão de consumo
b) Materiais não‐estocáveis ‐ não destinados à estocagem e que não são críticos para a operação 
da organização; 
c) Materiais de estocagem permanente ‐ mantidos em nível normal de estoque, para garantir o 
c) Materiais de estocagem permanente  mantidos em nível normal de estoque para garantir o
abastecimento ininterrupto de qualquer atividade. 
d) Materiais de estocagem temporária ‐ guardados apenas durante determinado tempo.
2 ‐ Quanto À Sua Aplicação
2  Quanto À Sua Aplicação
a) Materiais de consumo geral ‐ São materiais que a empresa utiliza em seus diversos setores, 
para fins diretos ou indiretos de produção.
b) Materiais de manutenção ‐
) ç São os materiais utilizados pelo setor específico de manutenção 
p p ç
da organização.
3 ‐ Quanto À Sua Perecibilidade
É o critério de classificação pelo perecimento (obsolescência) significa evitar o desaparecimento 
das propriedades físico‐químicas do material. 
4 ‐ Quanto À Sua Periculosidade
A adoção dessa classificação visa a identificação de materiais, como, por exemplo, produtos 
químicos e gases, que, por suas características físico‐químicas, possuam incompatibilidade com 
outros, oferecendo riscos à segurança.
Administração de Recursos Materiais

CODIFICAÇÃO DE MATERIAL
a) Objetivos da codificação
) bj i d difi ã
• Desenvolver métodos que por um modo simples os materiais;
• Facilitar o controle de estoques;
• Evitar duplicidade de itens em estoque;
E it d li id d d it t
• Facilitar as comunicações internas da organização no que se refere a materiais e compras;
• Permitir atividades de gestão de estoques e compras;
• Definir técnicas de controle de estoques e compras ao bom desempenho da empresa
• Definir técnicas de controle de estoques e compras, ao bom desempenho da empresa.

b) Métodos de codificação
b) Métodos de codificação
‐ Número Seqüencial
‐ Método Alfabético
‐ Método Alfanumérico ou Misto
Método Alfanumérico ou Misto
10.520 – RESUMÃO
10.520 
Professora Carolina Motta – carolfontmotta@yahoo.com.br
10.520 – RESUMÃO
10.520 
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USO DO PREGÃO
Para aquisição de bens e serviços comuns, poderá ser adotada a 
q ç ç ,p
licitação na modalidade de pregão

Afinal, PREGÃO é ou não uma modalidade de licitação.


Devemos ter cuidado com o ENUNCIADO da q questão no dia da
prova.
Se a questão for EXPRESSA SOBRE A LEI 8.666, então NÃO É
uma modalidade de licitação.
Se a questão NÃO fala na lei 8.666, então É uma modalidade
de licitação.
TOME MUITO CUIDADO COM ISSO.
10.520 – RESUMÃO
10.520 
Professora Carolina Motta – carolfontmotta@yahoo.com.br

EXEMPLO DE EDITAL DE PREGÃO : Pregão: Eletrônico: 329/2010 aquisição de


equipamentos de informática (microcomputador, notebook...) para diversos setores da
UFSM

CONCEITO LEGAL DE BENS COMUNS: Consideram‐se bens e serviços comuns aqueles


cujos
j padrões
d õ ded desempenho
d h e qualidade
lid d possam ser objetivamente
bj i d fi id pelo
definidos l
edital, por meio de especificações usuais no mercado.
10.520 – RESUMÃO
10.520 
Professora Carolina Motta – carolfontmotta@yahoo.com.br

A fase preparatória do pregão observará o seguinte:


I ‐ a autoridade competente
p jjustificará a necessidade de contratação
ç e definirá o objetoj do
certame, as exigências de habilitação, os critérios de aceitação das propostas, as sanções por
inadimplemento e as cláusulas do contrato, inclusive com fixação dos prazos para fornecimento;
II ‐ a definição do objeto deverá ser precisa, suficiente e clara, vedadas especificações que, por
excessivas, irrelevantes ou desnecessárias, limitem a competição;
III ‐ dos autos do procedimento constarão a justificativa das definições referidas no inciso I
deste artigo e os indispensáveis elementos técnicos sobre os quais estiverem apoiados, bem
como o orçamento, elaborado pelo órgão ou entidade promotora da licitação, dos bens ou
serviços a serem licitados; e
IV ‐ a autoridade competente designará, dentre os servidores do órgão ou entidade
promotora da d licitação,
l ã o pregoeiro e respectiva equipe de d apoio, cuja atribuição
b ã inclui,l dentre
d
outras, o recebimento das propostas e lances, a análise de sua aceitabilidade e sua classificação,
bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor.
10.520 – RESUMÃO
10.520 
Professora Carolina Motta – carolfontmotta@yahoo.com.br

A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes
regras:
I ‐ a convocação dos interessados será efetuada por meio de publicação de aviso em diário oficial, e
f lt ti
facultativamente,
t por meiosi eletrônicos
l tô i e conforme
f o vulto
lt da
d licitação,
li it ã
II ‐ do aviso constarão a definição do objeto da licitação, a indicação do local, dias e horários em que
poderá ser lida ou obtida a íntegra do edital;
III ‐ do edital constarão todos os elementos,, as normas q que disciplinarem
p op procedimento e a minuta do
contrato, quando for o caso;
IV ‐ cópias do edital e do respectivo aviso serão colocadas à disposição de qualquer pessoa para consulta
V ‐ o prazo fixado para a apresentação das propostas, não será inferior a 8 (oito) dias úteis;
VI ‐ sessão pública para recebimento das propostas;
propostas
VIII ‐ no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez
por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do
vencedor;
IX ‐ não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os
autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos,
quaisquer que sejam os preços oferecidos;
XVI ‐ se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias,
habilitatórias o pregoeiro
examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes
10.520 – RESUMÃO
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É vedada a exigência de:


I ‐ garantia de proposta;
II ‐ aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e
III ‐ pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não
serão superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de
tecnologia da informação, quando for o caso.
10.520 – RESUMÃO
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Quem, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta,


não celebrar o contrato, deixar de entregar ou apresentar
documentação falsa exigida para o certame, ensejar o
retardamento da execução de seu objeto, não mantiver a proposta,
falhar ou fraudar na execução
ç do contrato,, comportar‐se
p de modo
inidôneo ou cometer fraude fiscal, ficará impedido de licitar e
contratar com a União, Estados, Distrito Federal ou Municípios e,
será descredenciado no Sicaf, ou nos sistemas de cadastramento
de fornecedores a que se refere o inciso XIV do art. 4o desta Lei,
pelo prazo de até 5 (cinco) anos, sem prejuízo das multas previstas
em edital e no contrato e das demais cominações legais.