Título

Autor Palavras-Chave Resumo: O artigo compara as metodologias tradicionais para desenvolvimento de software com as metodologias ágeis. Em especial, é feita a comparação de uma metodologia do tipo ágil muito usada, isto é, a Extreme Programming (XP), com o modelo Clássico ou Seqüencial. Durante a apresentação das práticas da XP o autor enfatiza que suas características são ideais para projetos que necessitam de um desenvolvimento rápido e onde os requisitos podem ser alterados constantemente pelos clientes. Análise crítica: Neste artigo o autor compara de forma superficial uma metodologia tradicional para desenvolvimento de software (modelo clássico ou seqüencial) com uma metodologia ágil (XP), apresentando as vantagens e desvantagens de cada uma. Inicialmente, ele defende que as metodologias tradicionais devem ser aplicadas apenas em situações em que os requisitos do sistema são estáveis e requisitos futuros são previsíveis. Realmente, em ambientes de contexto dinâmico, projetos com muitas mudanças, requisitos em constantes alterações, necessitam de uma metodologia que possibilite certa agilidade. Em organizações pequenas que não usam nenhum processo orientado a documentação para o desenvolvimento de software, o autor menciona que isto pode causar efeitos desastrosos na qualidade do produto final, além de dificultar a entrega do software nos prazos e custos predefinidos. Além disso, pode-se acrescentar que o produto final não terá nenhum documento de referência para auxiliar os novos usuários. O autor destaca que no modelo clássico existe uma seqüência a ser seguida de uma etapa a outra. Cada etapa tem associada ao seu término uma documentação padrão que deve ser aprovada para que se inicie a etapa imediatamente posterior. Por outro lado, ele afirma que as metodologias ágeis surgiram com o objetivo de aumentar o foco nas pessoas (resolução de problemas de forma iterativa) e não nos processos de desenvolvimento (documentação). Dentre as principais diferenças da XP em relação às outras metodologias, são destacados três pontos: feedback constante, abordagem incremental e a comunicação entre as pessoas é encorajada. Portanto, ela está mais voltada equipes pequenas e médias que desenvolvem software baseado em requisitos que se modificam rapidamente. Ao concluir a comparação entre as metodologias, o autor afirma que o que diferencia uma da outra são o enfoque e os valores. Enquanto uma se preocupa em tentar prever o futuro, a outra deve está preparada para aceitar a mudança. Neste artigo, embora o autor tenha sido superficial nos conceitos, ele apresenta de forma clara e objetiva as principais diferenças entre os dois tipos de metodologias, contribuindo ainda uma boa quantidade de informações sobre a Extreme Programming (XP).

Comparação entre Metodologias Ágeis e Tradicionais para o Desenvolvimento de Software MICHEL DOS SANTOS SOARES Metodologias, Extreme Programming (XP), Modelo Clássico, Desenvolvimento

Os princípios ou práticas do XP são apresentados de forma breve e superficial. As vantagens podem ser resumidas em agilidade e flexibilidade. Metodologias Ágeis. Metodologias Ágeis Extreme Programming e Scrum para o Desenvolvimento de Software Michel dos Santos Soares Engenharia de Software. ele comenta sobre ferramentas de apoio e resultados das metodologias XP e Scrum. simplicidade. procurando enfatizar que as metodologias ágeis são baseadas em pessoas e não em processos e planejamentos. Finalmente são apresentadas as principais vantagens e desvantagens da Extreme Programming e da Scrum. A metodologia Scrum também é colocada em destaque. Extreme Programming Título XP – Extreme Programming Autores Leonardo Mello Viana e Alexandro Deschamps Palavras-Chave Desenvolvimento Ágil. Extreme Programming Resumo: Este artigo coloca em foco o desenvolvimento ágil de software. Ele é composto por atividades seqüenciais. feedback. o artigo aborda o método de desenvolvimento ágil XP (Extreme Programming). o modelo em cascata é colocado em destaque como sendo o primeiro a ser usado pela Engenharia de Software. No entanto. Análise critica: Na introdução. o artigo contribui para o presente trabalho ao apresentar as vantagens e desvantagens do XP. Os princípios básicos e as principais práticas dessa metodologia. ele apresenta informações. Também são apresentados alguns resultados empíricos do uso de metodologias ágeis. isso pode ser comprovado em organizações pequenas. . XP. as desvantagens estão relacionadas com a superficialidade da documentação. Assim como em outros projetos de desenvolvimento de software. para posterior apresentação de conceitos do Extreme Programming. informalidade e ausência de avaliação de riscos. coragem e respeito. o autor destaca que processos para o desenvolvimento de software orientados a documentação são de certa forma fatores limitadores aos desenvolvedores. Em particular são apresentadas as principais características e as práticas das metodologias ágeis: Extreme Programming e Scrum. Em especial. de forma clara e objetiva. Portanto. é freqüente acontecer bugs no XP. Enquanto isso. Na metodologia. o autor faz alguns questionamentos que mostram que o motivo do fracasso de alguns processos de software está em um processo mal gerenciado. Análise critica: Ao introduzir o assunto. Realmente. o autor menciona 12 práticas em que se baseia o XP. Em seguida é apresentada uma breve descrição do desenvolvimento ágil. Também são feitas comparações com as metodologias tradicionais. que permitem comparar as metodologias ágeis: Extreme Programming e Scrum. o motivo de aplicar um método ágil no desenvolvimento de software. será importante na comparação do Extreme Programming (XP) com as demais metodologias de mesma categoria. Finalmente.Título Autor Palavras-Chave Resumo: Este artigo apresenta algumas vantagens das metodologias ágeis para desenvolver software em relação às metodologias tradicionais. que não usam nenhum processo orientado a documentação para o desenvolvimento de software. embora o autor tenha sido superficial nos conceitos. e também as vantagens e desvantagens que esse método pode proporcionar. Neste artigo. Em seguida. Segundo o autor. o XP baseia-se em cinco valores para guiar o desenvolvimento conforme apresentado: comunicação. na década de 70.

que são listados na metodologia XP. Resumo: O presente artigo procura fornecer. Após citar os objetivos. Kent também cita exemplos reais de sua própria experiência mostrando assim uma interação entre a vida real e a teoria abordada no livro. Kent usa em algumas partes uma linguagem informal deixando assim o texto menos monótono. Dessa forma. É elaborado ainda um estudo comparativo entre os modelos.Título Avaliação de Processos de Software: Um estudo de caso em XP e ICONIX Autor Cristina Bona Palavras-Chave Processo de Software. o autor contextualiza o assunto. procurando fornecer algum tipo de orientação na escolha da metodologia mais adequada para projetos de software de uma determinada organização. são descritos os procedimentos para realização de um estudo comparativo entre uma aplicação XP e outra ICONIX. para desta forma. os seus pontos positivos e negativos. São discutidos. onde são examinados simultaneamente os recursos de ambos os processos. Finalmente. Análise crítica: O capitulo 7 do livro do Kent aborda de forma direta e especifica com alguns exemplos a importância de levarmos em conta os quatro valores. Título Capitulo 7. prendendo o leitor e o incentivando a prosseguir com interesse no referido assunto. o trabalho apresenta a aplicação e avaliação de duas metodologias: o Extreme Programming (XP) e o ICONIX. Uma Pequena Visão Geral Autor Kent Beck Palavras-Chave Extreme Programming. para conseguirmos o sucesso no desenvolvimento de um sistema. são definidos alguns conceitos de processo de software. Análise crítica: . foi possível compreender o seu funcionamento na prática. pois. Em seguida é discutida a metodologia Extreme Programming e logo depois a ICONIX. 4 valores Resumo: Este capítulo conceitua os quatro valores da metodologia XP e enfatiza a importância destes valores para o sucesso no desenvolvimento do sistema. 12 práticas Resumo: Neste capítulo do livro do Kent alem de conceituar as 12 práticas de XP mostra a interação entre elas e como uma pratica forte pode suprir a fraqueza de outra. além da aplicação de cada processo. Análise critica: Percebe-se que o referente artigo objetiva realizar um estudo comparativo entre os modelos de desenvolvimento XP e ICONIX. Assim como em outros capítulos deste livro. Título Capitulo 10. através de exemplos práticos e representações gráficas. além de apresentar o ciclo de vida e as fases do processo XP. a justificativa e a estrutura do trabalho. Portanto. Extreme Programming. ICONIX. foi um dos poucos a apresentar um exemplo prático de aplicação do XP. determinar quais características devem ser inerentes a um processo de software que garanta a produtividade e qualidade. O artigo contribui consideravelmente para o presente trabalho. Inicialmente. Quatro Valores Autor Kent Beck Palavras-Chave Extreme Programming. uma estrutura capaz de orientar as organizações na escolha da metodologia mais apropriada para seus projetos de software.

O artigo aborda uma pequena introdução conceituando o XP e depois nos tópicos seguintes conceitua as etapas da metodologia abordando as 12 praticas e os 4 valores. e tem como tópico interessante o ultimo tópico do artigo onde algumas frases de experts na área de desenvolvimento de software são mostradas expressando suas opiniões sobre o XP. Título Extreme Programming: A gentle introduction Autor Don Wells Palavras-Chave Extreme Programming. que são listadas. por fim há um tópico com frases ditas por experts na área. cartão-tarefa . Aborda conceitos e exemplos relevantes à prática da metodologia XP. 12 práticas do XP. values Resumo: Site oficial do Extreme Programming. Análise crítica: O referido artigo é interessante pelo fato de abordar de forma rápida e direta o assunto da Extreme Programming. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Using Extreme Programming in a Maintenance Environment Charles Poole and Jan Willem Huisman XP. explica de forma legível seus pontos fortes e fracos. expert voice Resumo: Neste artigo é abordado o extreme programming de forma geral e rápida. Título Extreme Programming: The Way to Enginner Autor Rengarajan M S Palavras-Chave Extreme Programming. O site também serve como um guia para os praticantes de XP tirarem suas duvidas sobre seguir ou não a metodologia. pratices. claro sem excluir as essênciais. agile processes. No inicio do capitulo Kent introduz o assunto de forma a instigar o autor a se questionar se suas praticas estão sendo realmente satisfatórias e após ler este capitulo se entregar à metodologia XP. simple rules. Faz uma introdução direta conceituando a metodologia. Análise crítica: O site oficial do XP possui tópicos introdutórios sobre a metodologia que pode ser interessante para os iniciantes e curiosos que estejam a fim de aprender. Totalmente indicado para aqueles que não querem perder muito tempo para terem uma noção geral sobre o assunto. O conteúdo mostra-se interessante também por sempre motivar o leitor que for desenvolver algum software baseado no XP a ter coragem de fazer suas próprias regras.No capitulo 10 Kent conceitua as 12 práticas utilizadas na metodologia XP e em seguida faz uma explanação sobre cada uma utilizando exemplos de situações corriqueiras que ocorrem em equipes de desenvolvimento de software. rules.

Muitos relatórios de experimentos foram publicados nos últimos anos. são muitas vezes. para o gerenciamento dos dados de . qualidade do software e organização do processo de desenvolvimento. Os estudos. Dois pontos relevantes deste trabalho é que apresenta um modelo do cartão-tarefa e também alguns resultados do impacto da adoção das práticas do XP em uma empresa. número de métodos e número de classes. Em vez de foco nos requisitos baseados em papel e design documentação. é um trabalho interessante e que deve ser consultado pelos iniciantes no XP. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Extreme Programming: First Results from a Controlled Case Study Pekka Abrahamsson Engenharia de Software. Este artigo expõe os primeiros resultados de um estudo de caso controlado em XP. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Extreme Programming Rapid Development for Web-Based Applications Frank Maurer and Sebastien Martel XP. XP se concentra na produção de código executável e pilotos de testes automatizados. XP Extreme Programming (XP) é o mais conhecido método de desenvolvimento ágil de software. devido a diferentes configurações e o nível de adoção XP. Agrupa as 12 práticas do XP de acordo com as seguintes categorias: a satisfação do cliente. Análise crítica: Os autores abordaram de forma clara as práticas do XP. onde uma equipe de quatro colaboradores foi contratada para desenvolver um sistema. 12 práticas do XP XP é composto por 12 práticas relacionadas e funciona melhor para equipes pequenas de 5 a 15 desenvolvedores. Análise crítica: Este trabalho aborda o XP de forma interessante. de difícil comparação.Apresenta as práticas e o histórico do surgimento do XP. Uma contribuição relevante desse trabalho é o agrupamento das práticas em três categorias que facilita o entendimento de como o XP funciona. Contudo. o sucesso das adoções do XP tem sido criticado pela falta de dados concretos.`Apresenta um estudo de uma companhia pequena e compara o desenvolvimento antes e depois do XP através das métricas número de linhas de código.

A análise mostra que enquanto a primeira release é um esforço de aprendizagem para todos os interessados. Análise crítica: A comparação das versões do mesmo produto em dois momentos diferentes. 2.1 defeitos por KLOC. Laurie Williams e Lynn Cunningham Um estudo de caso foi realizado para avaliar os efeitos da adoção da metodologia XP na Sabre Airline Solutions™. por exemplo.pesquisa de um instituto de pesquisa. Embora à primeira vista isso pareça caótico. um grupo disciplinado utilizando XP executa a engenharia de requisitos suficientes. As comparações entre os resultados das duas versões do projeto para os mostraram um aumento de 50% na produtividade. Análise crítica: . a produtividade foi aumentada em 12 locs / hora e ainda o pós-lançamento da taxa de defeitos mantiveram-se baixos. uma melhoria de 65% na qualidade de prélançamento e uma melhoria de 35% na qualidade de pós-lançamento. Um lançamento foi concluído pouco antes da aprovação da equipe da metodologia XP. Título Autor Palavras-Chave Resumo: The Quality of Requirements in Extreme Programming Richard Duncan Extreme Programming (XP) é uma metodologia de processo de software que descreve todo o processo de desenvolvimento. a segunda mostra claramente a melhoria em todos os aspectos. em oito semanas. Análise crítica: Apresenta a comparação dos dados coletados a partir dos dois primeiros lançamentos. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Exploring Extreme Programming in Context: An Industrial Case Study Lucas Layman. e o outro foi concluído depois de cerca de dois anos de uso XP.a precisão da estimativa é melhorada em 26%. no início da adoção e após um certo tempo de uso é importante para mostrar que a experiência no uso do XP é fundamental para o aumento da produtividade e da qualidade tanto antes como depois do lançamento do produto. O estudo de caso compara as duas versões do mesmo produto. A qualidade dos requisitos gerados por um grupo usando o XP é avaliada e é discutido como o XP pode ajudar ou atrapalhar a engenharia de requisitos. ou seja.

Müller e Walter F. Além disso. o porquê da aplicação de um método ágil no desenvolvimento de software.O XP executa a engenharia de requisitos em pequenas fases durante todo o ciclo de vida. . este define requisitos mais verificáveis. XP Extreme Programming (XP) é um processo novo e controverso de desenvolvimento de software para equipes pequenas. Manifesto Ágil Este artigo aborda o desenvolvimento ágil de software. incrementos em um projeto parece problemático. enquanto teste automatizado é útil. uma vez que o cliente é também responsável pelo desenvolvimento dos cenários de teste. Dos 24 atributos de qualidade de especificação de software. e por último. mas garante rápido retorno sobre o código. Além disso. Extreme Programming. o processo de XP leva pontos mais altos em nove atributos e diminui a pontuação em dois. em terceiro lugar. sem um técnico em XP. Análise crítica: Este documento também fornece algumas orientações para aqueles que estão começando com XP. e também as vantagens e desvantagens que método XP pode proporcionar. As histórias são mais simples do que os casos de uso. visto que o cliente está sempre presente para responder perguntas e esclarecer os problemas. como colher os potenciais benefícios da programação em pares. A formação prática do curso na Universidade de Karlsruhe levou as seguintes observações sobre as práticas fundamentais da XP: primeiro. embora programação em par produz o código de alta qualidade. as observações realizadas no estudo comprovam a opinião geral sobre o modelo Título Autor Palavras-Chave Resumo: XP – Extreme Programming Leonardo Mello Viana e Alexandro Deschamps Desenvolvimento Ágil. Tichy Engenharia de Software. porque o cliente não precisa responder todas as perguntas possíveis. As maiores contribuições do XP são em relação a ambigüidade e inteligibilidade. em segundo lugar. escrever casos de teste antes da codificação. é difícil de implementar. é um desafio. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Case Study: Extreme Programming in a University Environment Matthias M. Como assunto principal o artigo aborda o método de desenvolvimento ágil XP (Extreme Programming). Os princípios básicos e as principais práticas dessa metodologia. XP.

ASD. Este valor é importante no desenvolvimento de projetos segundo o XP e são poucos trabalhos que mencionam. com melhorias contínuas. Priscila Basto Fagundes. Janice Inês Deters e Sandro da Silva dos Santos. fdd e asd em relação ao desenvolvimento Iterativo incremental. Extreme Programming (XP). Um ponto interessente desse artigo é a apresentação do ciclo de vida de XP. XP. Este artigo apresenta uma comparação . Métodos Ágeis. A prática da XP. Esse artigo descreve. é fundamental para profissionais que buscam desenvolver um software de alta qualidade.Análise crítica: Neste trabalho. FDD. Porém. Explica claramentre as situações desfavoráveis para o uso do XP bem como suas vantagens e desvantagens. o quinto valor do XP. é descrito. scrum. apresentam uma série de atividades semelhantes no seu processo de desenvolvimento. XP. Análise crítica: Esse artigo descreve os valores e as práticas do XP de forma semelhante aos demais trabalhos na área. As vantagens e desvantagens apresentadas também condizem com o que já foi abordado pela literatura. Apresenta as práticas desse modelo. Autor Palavras-Chave Resumo: Cada vez mais os métodos ágeis têm despertado o interesse da comunidade de Engenharia de Software como uma alternativa para o processo de desenvolvimento de sistemas de uma maneira mais rápida. o que é comum em todos os trabalhos que falam de XP. Título Comparação entre os processos dos métodos ágeis: Xp. agilidade e sofisticação. software de alta qualidade. Aborda também as situações desfavoráveis para a prática da XP e as vantagens e desvantagens em utilizar essa metodologia. SCRUM. desenvolvimento ágil. eficiente e que atenda as reais necessidades dos clientes. bem como outras metodologias ágeis. Com o intuito de desenvolver sistemas de alta qualidade. não descreve o valor respeito. o respeito. Título Autor Palavras-Chave Resumo: Extreme Programming (Xp): Metodologia Ágil de Desenvolvimento De Software Anderson Gonçalves e Valéria Patrícia Dias Extreme Programming. uma dessas metodologias. as indústrias de desenvolvimento de software vêm utilizando metodologias de desenvolvimento ágeis. por seguirem os princípios ágeis. singelamente. incluindo seus valores. Existem no mercado vários métodos disponíveis que utilizam a abordagem ágil e que. suas práticas e seu ciclo de vida.

predefinição universal versus situação adequada e apoio empírico. . Scrum. Em alguns desses trabalhos são apresentados uma comparação em relação aos seguintes critérios: ciclo de vida de desenvolvimento de software. princípios abstratos versus direção concreta.entre os processos propostos pelos métodos ágeis XP. A compreensão da comparação é facilitada devido as tabelas apresentadas no final das explicações que contém um resumo da atividade correspondente em cada um dos métodos analisados. Análise crítica: A comparação entre os modelos XP e Scrum apresentada pelos autores é diferente das apresentadas em outros trabalhos. FDD e ASD. administração de projeto. de forma a auxiliar a equipe de desenvolvimento na escolha do método que melhor se adapte a suas expectativas.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful