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“A história de toda a sociedade, até hoje, é a história da luta de classes”
“A história de toda a sociedade, até hoje, é a história da luta de classes”
“A história de toda a sociedade, até hoje, é a história da luta de classes”

“A história de toda a sociedade, até hoje, é a história da luta de classes” - K. Marx e F. Engels

JornalJornal dodo MovimentoMovimento LutLutaa dede ClassesClasses (MLC)(MLC) || BrasilBrasil || maiomaio dede 20120111

Não aos baixos salários

Não aos baixos salários

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1 Não aos baixos salários Não aos baixos salários ´ ´ e à exploração! e à
1 Não aos baixos salários Não aos baixos salários ´ ´ e à exploração! e à

e à exploração!

e à exploração!

Assembleia dos operários da Refinaria de Suape, 2011

N os últimos dois meses, cerca de

mil operários da construção

170

civil realizaram greves em vários

estados do nosso país. A revolta dos traba- lhadores ocorreu devido às péssimas condi- ções de trabalho, à extenuante jornada e aos baixos salários. Na obra da Hidrelétrica Jirau, em Ron- dônia, 22 mil operários cruzaram os braços por uma alimentação de qualidade, paga- mento de horas-extras, adicional noturno e licença remunerada. Na Hidrelétrica de Santo Antônio, tam- bém em Rondônia, 16 mil trabalhadores reivindicaram 30% de adicional de pericu-

losidade, aumento do piso salarial, direito de viajar a cada três meses para casa com passagens pagas pela empresa, melhorias das cestas básicas, convênio médico, melhoria dos sanitários e da alimentação nos alojamentos. Na Bahia, os operários exigiram rea- juste salarial de 15% e aumento do valor da cesta básica. No Ceará, na obra da Termoelétrica de Pecém, além de reajuste salarial e fim dos descontos na folga, os trabalhadores luta- ram por melhores alojamentos e alimenta- ção e água no canteiro. Na Refinaria Abreu e Lima e no Com-

contra a ditadura de Ben Ali, que governava há 23 anos. Depois, foram os trabalhadores e jovens egípcios que promoveram gigan- tescos protestos contra o ditador Hosni Mubarak, há 30 anos no poder e importante aliado dos EUAna região.As revoltas popu- lares na Tunísia e no Egito viraram um rasti- lho de pólvora que se espalhou por vários países do Oriente Médio e Norte da África. Todas essas lutas mostram que a classe operária não aceita a política dos capitalis- tas e de seus governos, que é a de jogar nas costas do povo o ônus da crise econômica, criada por um sistema que só tem a oferecer desemprego, fome, exploração e guerras, como a matança imperialista na Líbia, no Afeganistão e no Iraque. Para pôr fim a esse injusto sistema e construir uma nova sociedade, o socialis- mo, nós, os trabalhadores, temos que nos organizar e lutar por nossos direitos.

cada vez maior o número de greves e mobi- Por isso, o Movimento Luta de Clas- lizações contra os cortes nos programas soci- ses (MLC) convoca você a se organizar no

local de trabalho para, juntos, lutarmos

por um salário digno, pela redução da jor-

ais e demissões de funcionários públicos. seu

Neste início de ano, foi a vez dos povos africanos e árabes afirmarem que não esta- vam mais dispostos a viver sob o tacão de governos fascistas e corruptos e conviver com o desemprego e a pobreza em seus paí-

ses. Primeiro se levantou o povo tunisiano É hora de lutar!

nada de trabalho, pelo fim da escravidão assalariada e pelo socialismo. Só com a nossa luta seremos livres e acabaremos com a exploração dos patrões.

plexo Petroquímico, em Suape, 34 mil ope- rários pararam de trabalhar para exigir paga- mento das horas-extras integrais e cartão alimentação de R$ 300,00. Mas não é só no Brasil que os trabalha- dores estão indo às ruas e realizando greves para lutar por seus direitos. Na Grécia, em 2010, ocorreram cinco greves gerais contra a redução dos salários e a demissão de servidores públicos. Na Fran- ça, 2,87 milhões de trabalhadores ocuparam as ruas contra a reforma da previdência e por empregos e salários. Já na Espanha, com a adesão de mais de 70% da população, os trabalhadores pararam contra a redução do salário dos funcionários públicos. Também organizaram greves gerais os trabalhadores de Irlanda, Portugal, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Romê- nia, Sérvia, Chipre, Itália, da África do Sul e de várias províncias da China. Nos EUA é

Manoel Lisboa vive! Ele fez, honestamente, O que devia ser feito, Defendeu o socialismo Que

Manoel Lisboa vive!

Manoel Lisboa vive! Ele fez, honestamente, O que devia ser feito, Defendeu o socialismo Que tinha
Ele fez, honestamente, O que devia ser feito, Defendeu o socialismo Que tinha dentro do
Ele fez, honestamente,
O
que devia ser feito,
Defendeu o socialismo
Que tinha dentro do peito,
Combateu a ditadura
E o imperialismo com jeito.
É Manoel Lisboa de Moura
Mártir e herói comunista,
Nos porões da ditadura,
Ante a prática fascista,
Tombou devido combate
Ao mundo capitalista.

Manoel Lisboa de Moura nasceu em Maceió, no dia 21 de fevereiro de 1944. Sua formação político- ideológica não se deu apenas por meio de leituras, nem sua prisão ocorreu simplesmente por vender livros proibidos. Ainda adolescente, organizou o grêmio do antigo Liceu Alagoano, depois foi diretor da União dos Estudantes Secundaristas de Alagoas (Uesa) e, aos 16 anos, ingressou na Juventude Comunista. Como universitário, organizou o Centro Popular de Cultura da UNE (CPC), apresentou e dirigiu peças de teatro, envolvendo, inclusive, operá- rios da estiva. Junto com outros companheiros, Manoel Lisboa fundou, em 1966, o Partido Comunista Revolucionário

(PCR). Com o crescimento do Parti- do, a Ditadura Militar decidiu seques- trá-lo e assassiná-lo. No dia 16 de agosto de 1973, a repressão conseguiu seu intento. Manoel foi agarrado numa praça por um bando de fascistas. Algemado, foi arrastado para um veículo e condu- zido para o DOI-Codi do IV Exército.

selvagens

torturas, sem que tivesse declinado qualquer informação sobre o PCR, Manoel foi assassinado em 04 de setembro. Apesar de sua morte, suas ideias e seu exemplo continuam vivos em cada jovem e trabalhador comba- tente da causa do socialismo. Por isso, mais uma vez dizemos:

MANOEL LISBOA, PRESENTE!

Após

19

dias

de

A importância da greve

V.I. Lênin*

Após 19 dias de A importância da greve V.I. Lênin* Greve da limpeza urbana na Paraíba,

Greve da limpeza urbana na Paraíba, 2010

Que significado têm as greves na luta da classe operária? Para responder a esta per- gunta devemos deter- mo-nos primeiro em examinar com mais detalhes as greves. Se o salário do operário se determina por um con- vênio entre o patrão e o operário, e se cada ope-

rário por si só é de todo impotente, torna-se claro que os operários devem necessariamente defender juntos as suas reivindicações, devem necessariamente declarar-se em greve para

impedir que os patrões baixem os salários, ou para conseguir um salário mais alto. E, efetiva- mente, não existe nenhum país capitalista em que não sejam deflagradas greves operárias. Em todos os países europeus e na América, os operários se sentem, em toda parte, impotentes quando atuam individualmente e só podem opor resistência aos patrões se estiverem unidos, quer declarando-se em greve, quer ameaçando com a greve. E quanto mais se desenvolve o capitalismo, quanto maior é a rapidez com que crescem as grandes fábricas, quanto mais se vêem deslocados os pequenos pelos grandes capitalistas, mais imperiosa é a necessidade de uma resistência conjunta dos operários, porque se agrava o desemprego, aguça-se a competi- ção entre capitalistas, que procuram produzir mercadorias de modo mais barato possível (para

o

que é preciso pagar aos operários o menos possível), e acentuam-se as oscilações da indústria

e

as crises. Quando a indústria prospera, os patrões obtêm grandes lucros e não pensam em

reparti-los com os operários; mas durante a crise, os patrões tratam de despejar sobre os ombros dos operários os prejuízos. A necessidade das greves na sociedade capitalista está tão reconhecida por todos os países europeus, que lá a lei não proíbe a declaração de greves; somente na Rússia subsistiram leis selvagens contra as greves. Mas as greves, por emanarem da própria natureza da sociedade capitalista, significam o começo da luta da classe operária contra esta estrutura da sociedade. Quando operários despo- jados que agem individualmente enfrentam os potentados capitalistas, isso equivale à com- pleta escravização dos operários. Quando, porém, estes operários desapossados se unem, a coisa muda. Não há riquezas que os capitalistas possam aproveitar se estes não encontram ope- rários dispostos a trabalhar com os instrumentos e materiais dos capitalistas e a produzir novas riquezas. Quando os operários enfrentam sozinhos os patrões continuam sendo verdadeiros escravos, que trabalham eternamente para um estranho, por um pedaço de pão, como assalari- ados eternamente submissos e silenciosos. Mas quando os operários levantam juntos suas rei- vindicações e se negam a submeter-se a quem tem a bolsa de ouro, deixam então de ser escra- vos, convertem-se em homens e começam a exigir que seu trabalho não sirva somente para enriquecer a um punhado de parasitas, mas que permita aos trabalhadores viver como pessoas.

*Vladimir Ilitch Lênin foi o principal líder político e teórico da Revolução Socialista de 1917, na Rússia, que, após sua vitória, construiu o primeiro Estado governado pela classe operária no mundo.

o primeiro Estado governado pela classe operária no mundo. EXPEDIENTE: Jornal do Movimento Luta de Classes
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Marcha reúne 15 mil em Brasília Servidores públicos federais de todo o país realizaram, no

Marcha reúne 15 mil em Brasília

Marcha reúne 15 mil em Brasília Servidores públicos federais de todo o país realizaram, no dia

Servidores públicos federais de todo o país realizaram, no dia 13 abril, uma grande marcha em Brasília para defender as reivin- dicações de sua Campanha Salarial Unificada. Foram cerca de 15 mil trabalhadores, que lotaram a Praça dos Três Poderes enquanto as entidades da base participavam de audiência com o Ministério do Planejamento. A marcha também conseguiu suspender a trami- tação do PL 1992/07, na Câmara Federal, que trata de uma Previ- dência Complementar para os servidores. Segundo Victor Madeira, da Coordenação Nacional do MLC e da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), “vamos agora preparar uma nova grande marcha a Bra- sília no dia 15 de junho”.

Greve arranca vitórias

a Bra- sília no dia 15 de junho”. Greve arranca vitórias Em 21 e 22 de

Em 21 e 22 de março, o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Limpeza Urbana no Estado da Paraíba (Sindlimp) orga-

nizou mais uma greve dos agentes de limpeza de João Pessoa, desta vez com adesão de 90% da categoria. Ulisses Alberto, presidente do Sindlimp, avaliou assim a greve: “Além dos reajustes no salário-base (9%) e no vale-alimentação (33%), conseguimos ainda pôr fim ao fami- gerado banco de horas. A categoria tinha um verdadeiro ódio dessa prática, e agora vai poder receber, em dinheiro, já na folha do mês trabalhado, todas as horas-extras. Isto vai representar também um grande salto no valor final da remuneração dos garis. Nossa campanha salarial 2011 foi um sucesso abso- luto, sobretudo pela unidade da categoria”.

Lugar de mulher é na luta!

Segundo pesquisa realizada pela Toda a riqueza da nação tem a marca Fundação Perseu Abramo, as mulheres de nossas mãos e de nosso suor. Traba- já são mais de 52% da População Econo- lhamos nos campos, plantando e micamente Ativa no Brasil. colhendo os alimentos. Trabalhamos nos Apesar de a Constituição Federal supermercados, distribuindo estes ali- prever que não pode haver diferenciação mentos. Estamos nas escolas, alfabeti- salarial por conta do sexo, as mulheres zando e educando os filhos e filhas da continuam recebendo salário inferior ao classe trabalhadora. Trabalhamos nas dos homens. Para o Departamento Inter- fábricas, trabalhamos como teleoperado-

ras, somos motoristas e até pedreiras!

sindical de Estatística e Estudos Socioe-

conômicos (Dieese), o salário das mulhe- Trabalhamos também em casa, alimen-

res corresponde a apenas 75,7% do que

os homens recebem pela mesma função. crianças.

Basta! Não queremos mais nossos

pal responsável pelo trabalho doméstico, corpos expostos em propagandas de

dedicando cerca de 21 horas semanais

aos afazeres da casa, informa o IBGE. salários menores do que o dos homens

Para piorar essa situação de discri- minação e superexploração, em nosso

país, a cada dois minutos, cinco mulhe- O Movimento Luta de Classes res são espancadas, e, a cada duas (MLC) convoca todas as mulheres a se

horas, uma mulher é assassinada, víti- unir em seu local de trabalho e dar um

basta ao assédio moral, aos baixos salá- rios, ao alto custo de vida e à exploração dos patrões.

mas, na maioria dos casos, da violência doméstica. É preciso mudar essa realidade!

tando nossa família, cuidando de nossas

Além disso, a mulher ainda é a princi-

televisão. Não aceitamos mais receber

simplesmente

pelo fato de sermos

mulheres.

Pará: garis conquistam insalubridade

O Sindlimp do Pará foi à luta e orga-

nizou uma paralisação dos garis exigindo o pagamento imediato dos salários atra- sados. Foi mais uma vitória do Sindicato, que antes já havia conquistado 20% de adicional de insalubridade.

Sindmetal denuncia assédio moral

O Sindicato dos Metalúrgicos de

Mário Campos e Região (MG) tem rece- bido diversas denúncias sobre desrespei- tos aos direitos trabalhistas, como, por exemplo, a prática do assédio moral. A ausência do adicional de insalubridade foi outro tema levado pelos operários em reuniões da própria diretoria do sindica- to. Além disso, os operários têm acesso a todos os equipamentos de proteção indi- vidual; desvio de função é grande; etc. O Sindicato está de olho e denunciando!

Rio de Janeiro: Sintnaval na luta!

O Sindicato dos Trabalhadores na

Indústria Naval do Rio de Janeiro (Sintnaval), mesmo com poucos meses de vida, já conseguiu algumas vitórias para os trabalhadores nos estaleiros, como o pagamento do terço de férias e da cesta básica para os operários do Rio Nave. Também no estaleiro Eisa, o Sindi- cato denunciou a falta de higiene e a má alimentação servida aos trabalhadores. Vamos seguir firmes no trabalho diário de construção do nosso sindicato, que será, em breve, um grande estandarte da luta operária no Estado do Rio de Janeiro.

Sintracon realiza encontro de cipeiros

O número de acidentes de trabalho

com morte vem crescendo no Estado de Pernambuco. Em 2010, de acordo com o Ministério do Trabalho, foram 51 mortes, um aumento de 27% em relação a 2008, só na Construção Civil foram 13. Para debater essa situação, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Caruaru realizou, no dia 14 de abril, o 3º Encontro de Cipeiros. O evento reuniu 60 operários e aprovou várias propostas. Para José Henrique, presidente do sindi- cato, “o encontro serviu para aumentar a vigilância em defesa de nossos direitos, de melhores condições de trabalho, da nossa saúde e da própria vida”.

Urbanitários em campanha salarial

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (STIUPB) iniciou, em março, a primeira campanha salarial da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) tendo à frente sua diretoria recém-eleita. A nova gestão conta com vários militantes do Movi- mento Luta de Classes e do PCR.

maio de 2011 Leilões do petróleo ameaçam a soberania nacional e e bairro montar os

maio de 2011

Leilões do petróleo ameaçam a soberania nacional

de 2011 Leilões do petróleo ameaçam a soberania nacional e e bairro montar os comitês populares

e

e bairro montar os comitês populares da cam- panha “O petróleo tem que ser nosso”, pois, como a história já nos ensinou, a única forma de derrotarmos a ganância dos capitalistas e especuladores nacionais e internacionais é nas ruas, como deixou clara a campanha “O petróleo é nosso”, nas décadas de 1940 e

a 1950, que mobilizou todo o país.

Pelo monopólio estatal do petróleo! Por uma Petrobrás 100% pública e estatal!

Em 06 de agosto de 1997, o povo brasi- leiro sofreu um dos maiores ataques a sua soberania, a aprovação da Lei 9.478, que já vinha sendo preparada desde 1995, com a Emenda Constitucional nº 9, que mudou radicalmente o Artigo 177, da Constituição Federal de 1988, quebrando o monopólio estatal da Petrobrás sobre a pesquisa, extra-

ção e venda do petróleo e do gás brasileiros. PCdoB, recebeu na sede da ANP, Kenneth

No mesmo dia em que foi sancionada a lei 9.478/1997, foi realizada a rodada zero dos leilões para “garantir” que a Petrobrás continuasse explorando as áreas onde ela já tinha começado a extração do petróleo. Daí em diante, foram mais quatro rodadas de privatização, onde só os monopólios estran-

geiros do petróleo saíram ganhando. Com a certeza de que a 11ª rodada dos

Esperava-se que a quarta rodada fosse a última, pois, com um programa contra as privatizações e com amplo apoio popular, Luís Inácio Lula da Silva foi eleito presi- dente da República com mais de 52 milhões de votos (cerca 61%). Mas, não foi o que aconteceu. No seu governo foram realizadas mais seis rodadas dos leilões. Agora, no Governo Dilma, teremos a 11ª rodada. Em março, a nova presidente recebeu a

implementar o

naturais. A nova lei do petróleo criada para o

pelo controle popular de nossas riquezas

luta

leilões já é uma realidade e, com o advento do pré-sal brasileiro ser uma verdadeira

visita de Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, para tratar da “relação comercial” entre os dois países. O intri- gante é que no dia 1º de abril, mesmo dia do Golpe Militar de 1964, o presi- dente da Agência Nacional do Petró- leo (ANP), o Sr. Haroldo Lima, mem- bro da Comissão Política Nacional do

Salazar, secretário do Interior dos Estados Unidos, que trouxe uma mensagem ami- gável da preocupação do imperialismo norte-americano em estreitar o relaciona- mento com o Brasil no setor do petróleo gás natural, especialmente na segurança das

A nossa luta é para que o Projeto de Lei

dos Movimentos Sociais, PLS 531/09, seja aprovado. Para isso, é necessário em cada

plataformas. estado, cidade, fábrica, escola, universidade

mina de ouro negro, faz-se presente a

pré-sal, onde o governo irá

regime da partilha, não altera realmente

quem irá pertencer o petróleo brasileiro. Em

outras palavras, continuaremos sendo rou- bados como ocorre desde o Brasil Colônia.

História do 1º de Maio

História do 1º de Maio Toda a riqueza que circula no mundo é fruto do trabalho,

Toda a riqueza que circula no mundo é fruto do trabalho, embora não fique nas mãos de quem a pro- duz. É merecido, então, que num dia do ano tudo pare em homena- gem ao trabalhador.

A repressão contra os manifestantes foi

feroz: vários trabalhado- res foram assassinados e dezenas, feridos. A Justi- ça, a serviço dos patrões, condenou quatro líderes da grande rebelião à morte e outros quatro à prisão.

os

operários não se intimida- ram e ainda desafiaram a Justiça da burguesia, fazendo pronuncia- mentos, denunciando a explora- ção capitalista e afirmando o justo direito dos trabalhadores a se rebe-

No

julgamento,

Mas porque o dia escolhido larem contra uma ordem injusta.

O exemplo de luta dos operá- rios norte-americanos se espalhou

No ano de 1886, a cidade de por todo o mundo, e, desde então, Chicago, nos Estados Unidos da os trabalhadores unem-se no dia América do Norte, era um dos 1º de maio para defender os seus polos industriais mais importantes direitos, celebrar a luta contra a

para essa comemoração é o dia 1º de maio?

do mundo. Cansados da superex- exploração capitalista e afirmar ploração que sofriam e dos baixos seu objetivo de construir uma nova salários, os operários resolveram sociedade sem opressão e sem fazer uma greve geral reivindi- exploração, a sociedade socialista.

cando a redução da jornada

trabalho para oito horas. A greve começou no 1º de maio e contou

com adesão maciça do operariado da cidade.

de

Viva o Dia Internacional do Trabalhador! Abaixo o capitalismo! Viva o Socialismo!

Lute por seus direitos e pelo socialismo! Ingresse no MLC!

Lute por seus direitos e pelo socialismo! Ingresse no MLC! Trabalhador Trabalhador companheiro companheiro É O

Trabalhador Trabalhador companheiro companheiro

É

O O

E E

É É

É

bom bom que que fique fique lembrado lembrado

seu seu direito direito é é sagrado sagrado

o o Movimento Movimento Luta Luta de de Classes Classes

seu seu grande grande advogado advogado

A economia brasileira está organizada para beneficiar unicamente os patrões, os donos das fábricas, das lojas e das terras. Nesse sistema, o sistema capitalista, os trabalhadores vendem sua força de trabalho por um salário baixo, trabalham a vida inteira, mas vivem sempre no sufoco. Quando ficam desempregados, não têm onde se amparar, e o sofrimento é ainda maior. Já os patrões, graças à propriedade privada dos meios de produção, estão sempre ricos e vivem no luxo e na riqueza. O Movimento Luta de Classes (MLC) surgiu para lutar contra essa injustiça e para organizar os trabalhadores a reivindicar um salário digno, melho- res condições de trabalho e igualdade, além de lutar por uma sociedade justa e sem exploração, isto é, pela sociedade socialista. Trabalhador unido jamais será vencido!

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