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Doc.

VII B
ANO LECTIVO DE 2008/2009
ESCOLA DO CASTELO Avaliação de Desempenho (de acordo com o anexo VII do Despacho 16872/2008)

Avaliação efectuada pelo Coordenador de Departamento

Docentes dos 2º e 3º ciclos e do Ensino Secundário

Níveis de Desempenho

A. Preparação e organização das actividades lectivas


A.1. Correcção científico-pedagógica e didáctica da planificação das actividades lectivas
Apresenta planificações de longo e médio prazo, articuladas entre si e de acordo com as orientações curriculares e programáticas e planos de aula ou sequência de aula relativos às actividades
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lectivas observadas, prevê instrumentos diferenciados de avaliação e apresenta propostas diversificadas de estratégias pedagógicas e recursos didácticos.
Apresenta planificações de longo e médio prazo, articuladas entre si e de acordo com as orientações curriculares e programáticas e planos de aula ou sequência de aula relativos às actividades
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lectivas observadas e prevê instrumentos diferenciados de avaliação.
Apresenta planificações de longo e médio prazo, articuladas entre si e de acordo com as orientações curriculares e programáticas e planos de aula ou sequência de aula relativos às actividades
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lectivas observadas.
6 Apresenta planos de longo e médio prazo que não articula com coerência e/ou não apresenta planos de aula ou sequência de aula relativos às actividades lectivas observadas.
3 O professor não apresenta planificação das actividades lectivas ou elabora apenas calendarizações anuais.
A.2. Adequação das estratégias de ensino e aprendizagem aos conteúdos programáticos, ao nível etário e às aprendizagens dos alunos
Varia as estratégias de ensino-aprendizagem, explorando as que melhor se adequam a cada conteúdo e adequa a exploração dos conteúdos científicos e técnicos ao nível etário dos alunos e / ou à
10 sua maturidade cognitiva / afectiva, diversifica estratégias de modo a corresponder à especificidade dos alunos, e promove estratégias de entreajuda e auto-desenvolvimento que envolvem os
alunos no processo de aprendizagem e gestão do currículo.
Varia as estratégias de ensino-aprendizagem, explorando as que melhor se adequam a cada conteúdo e adequa a exploração dos conteúdos científicos e técnicos ao nível etário dos alunos e / ou à
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sua maturidade cognitiva / afectiva, e diversifica estratégias de modo a corresponder à especificidade dos alunos.
Varia as estratégias de ensino-aprendizagem, explorando as que melhor se adequam a cada conteúdo e adequa a exploração dos conteúdos científicos e técnicos ao nível etário dos alunos e / ou à
7
sua maturidade cognitiva / afectiva.
6 Varia as estratégias de ensino e aprendizagem, mas sem revelar adequação aos conteúdos e /ou ao nível etário dos alunos.
3 O professor não varia nem adequa estratégias de ensino e aprendizagem, quer aos conteúdos programáticos quer ao nível etário dos alunos.
A.3. Adaptação da planificação e das estratégias de ensino e aprendizagem ao desenvolvimento das actividades lectivas
Distribui adequadamente o número de aulas destinadas a cada segmento do programa, garantindo a leccionação da totalidade dos conteúdos programáticos e reformula, se necessário, a
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planificação e as estratégias de ensino-aprendizagem, explicitando as razões que fundamentam a sua decisão.
Distribui adequadamente o número de aulas destinadas a cada segmento do programa, garantindo a leccionação da totalidade dos conteúdos programáticos e reformula, se necessário, a
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planificação e as estratégias de ensino-aprendizagem.
7 Distribui adequadamente o número de aulas destinadas a cada segmento do programa, garantindo a leccionação da totalidade dos conteúdos programáticos.
6 Garante a leccionação da totalidade dos conteúdos programáticos para cada ano de escolaridade, mas distribui de forma pouco adequada as aulas dedicadas a cada segmento do programa.
3 O professor não garante a leccionação da totalidade dos conteúdos previstos para cada ano de escolaridade.

A.4. Diversidade, adequação e correcção científico-pedagógica das metodologias e recursos utilizados

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Considera recursos disponíveis na escola, nomeadamente a biblioteca, a plataforma moodle, os quadros interactivos ou outros, no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem,
10 diversifica metodologias de acordo com os recursos existentes, cria recursos adequados aos alunos, aos objectivos, aos conteúdos e às metodologias e prevê metodologias que visam promover a
autonomia dos alunos e a sua identidade individual.
8 Considera recursos disponíveis na escola, nomeadamente a biblioteca, a plataforma moodle, os quadros interactivos ou outros, no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem
diversifica metodologias de acordo com os recursos existentes e cria recursos adequados aos alunos, aos objectivos, aos conteúdos e às metodologias.
7 Considera recursos disponíveis na escola, nomeadamente a biblioteca, a plataforma moodle, os quadros interactivos ou outros, no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem e
diversifica metodologias de acordo com os recursos existentes.
6 Considera recursos disponíveis na escola, nomeadamente a biblioteca, a plataforma moodle, os quadros interactivos ou outros, no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, mas não
diversifica metodologias de acordo com os recursos existentes na escola.
3 O professor não considera recursos disponíveis na escola, nomeadamente a biblioteca, a plataforma moodle, os quadros interactivos ou outros, no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.

B. Realização das actividades lectivas


B.1. Cumprimento dos objectivos, orientações e programas das disciplinas ou áreas curriculares leccionadas
10 Segue as planificações elaboradas, reformula-as quando necessário e dá cumprimento aos conteúdos programáticos; incorpora na sua prática os objectivos e orientações programáticas, demonstrando
flexibilidade perante situações lectivas imprevistas; diversifica sistemática e fundamentadamente as actividades, de modo a atingir os objectivos programáticos no final do ciclo de aprendizagem.
8 Segue as planificações elaboradas, reformula-as quando necessário e dá cumprimento aos conteúdos programáticos; incorpora na sua prática os objectivos e orientações programáticas,
demonstrando flexibilidade perante situações lectivas imprevistas.
7 Segue as planificações elaboradas, reformula-as quando necessário e dá cumprimento aos conteúdos programáticos.
6 Segue as planificações elaboradas, embora nem sempre reformule a sua prática lectiva quando se torna necessário e / ou não cumpre os conteúdos programáticos.
3 O professor não realiza as suas práticas lectivas de acordo com as planificações elaboradas.
B.2. Capacidade de comunicação e estímulo do interesse dos alunos pela aprendizagem
10 Comunica com os alunos de forma clara e correcta, adaptando a linguagem ao nível etário e cultural dos alunos, sem abdicar da exigência científica; demonstra atenção constante às situações da
aula, promovendo situações de diálogo horizontal e vertical; estimula os interesses individuais manifestados pelos alunos, explorando as potencialidades formativas próprias da disciplina.
8 Comunica com os alunos de forma clara e correcta, adaptando a linguagem ao nível etário e cultural dos alunos, sem abdicar da exigência científica; demonstra atenção constante às situações da
aula, promovendo situações de diálogo horizontal e vertical.
7 Comunica com os alunos de forma clara e correcta, adaptando a linguagem ao nível etário e cultural dos alunos, sem abdicar da exigência científica.
6 Adapta a linguagem ao nível etário e cultural dos alunos, embora por vezes à custa da clareza e / ou da correcção científica.
3 O professor não demonstra capacidade de adequação da linguagem ao nível etário e cultural dos alunos, nem de reformulação da informação / comunicação quando necessário.
B.3. Utilização de recursos inovadores incluindo as tecnologias de informação e comunicação
10 Utiliza com regularidade recursos inovadores, incluindo as novas tecnologias, de modo adequado às situações de aprendizagem propostas; incentiva os alunos a utilizar novas tecnologias no
âmbito das actividades da disciplina; propõe actividades que permitem a aquisição e o desenvolvimento de competências (laboratoriais, motoras e / ou em literacia da informação).
8 Utiliza com regularidade recursos inovadores, incluindo as novas tecnologias, de modo adequado às situações de aprendizagem propostas; incentiva os alunos a utilizar novas tecnologias no
âmbito das actividades da disciplina.
7 Utiliza com regularidade recursos inovadores, incluindo as novas tecnologias, de modo adequado às situações de aprendizagem propostas.
6 Utiliza esporadicamente recursos inovadores, incluindo as novas tecnologias, embora nem sempre de modo pertinente e adequado.
3 O professor não utiliza recursos inovadores.
B.4. Promoção do trabalho autónomo dos alunos e da aquisição de métodos de estudo
10 Promove regularmente situações de trabalho autónomo, fornece indicações adequadas sobre métodos de estudo e técnicas de trabalho intelectual ou outro, avaliando o produto final; avalia as diferentes etapas da
realização dos trabalhos propostos, de modo a que os alunos possam desenvolver os seus níveis de autonomia; mostra disponibilidade para apoiar propostas fundamentadas, apresentadas pelos alunos.
8 Promove regularmente situações de trabalho autónomo, fornece indicações adequadas sobre métodos de estudo e técnicas de trabalho intelectual ou outro, avaliando o produto final; avalia as
diferentes etapas da realização dos trabalhos propostos, de modo a que os alunos possam desenvolver os seus níveis de autonomia.
7 Promove regularmente situações de trabalho autónomo, fornece indicações adequadas sobre métodos de estudo e técnicas de trabalho intelectual ou outro, avaliando o produto final.
6 Promove algumas situações de trabalho autónomo, embora não demonstre preocupação com os métodos de estudo e técnicas de trabalho utilizados pelos alunos.
3 O professor não promove situações de trabalho autónomo dos alunos.

C. Relação pedagógica com os alunos


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C.1. Promoção de um clima favorável à aprendizagem, ao bem-estar e ao desenvolvimento afectivo.
10 Cria com a turma uma relação de respeito e de proximidade que lhe permite desenvolver diversas tarefas, em contexto de aula, sempre com a compreensão e cooperação dos
alunos; responde com disponibilidade e abertura às solicitações dos alunos, que respeita e reconhece na sua individualidade.
8 Cria com a turma uma relação de respeito e de proximidade que lhe permite desenvolver diversas tarefas, em contexto de aula, sempre com a compreensão e cooperação dos
alunos.
7 Mantém com os alunos uma relação de empatia e cooperação, no respeito pelas regras e regulamentos da escola.
6 Estabelece e explica as regras de funcionamento, mas não as consegue fazer cumprir, e / ou não manifesta segurança e empatia na relação com os alunos.
3 O professor revela dificuldade de relacionamento com os alunos e com a turma: não estabelece nem explica as regras a cumprir, não consegue criar um clima de empatia nem
um ambiente de respeito e disciplina mútuos.
C.2. Concessão de iguais oportunidades de participação, promoção da integração dos alunos e da adopção de regras de convivência, colaboração e respeito.
10 Incentiva a participação oral e o envolvimento dos alunos em actividades práticas, garantindo as condições de respeito pelas regras de convivência e promovendo o trabalho em
equipa; desenvolve de forma sistemática estratégias activas que estimulam a participação dos alunos; valoriza as suas opiniões e capacidade de iniciativa.
8 Incentiva a participação oral e o envolvimento dos alunos em actividades práticas, garantindo as condições de respeito pelas regras de convivência e promovendo o trabalho em
equipa; valoriza a opinião dos alunos nas diversas situações em que esta seja pertinente.
7 Incentiva a participação oral e o envolvimento dos alunos em actividades práticas, garantindo as condições de respeito pelas regras de convivência e promovendo a cooperação
entre os alunos.
6 Incentiva a participação oral e o envolvimento dos alunos em actividades práticas, embora não garanta as condições de respeito pelas regras de convivência democrática.
3 O professor não incentiva a participação oral nem o envolvimento dos alunos em actividades práticas, não garantindo condições para a valorização a opinião dos alunos.
C.3. Disponibilidade para o apoio e atendimento aos alunos
Estabelece com os alunos formas e meios de atendimento individualizado em contexto escolar; propõe-se desenvolver com os alunos técnicas de estudo e trabalho individual
10 ou colectivo; recorre às tecnologias de informação como instrumento de comunicação com os alunos; disponibiliza recursos variados com abordagens complementares aos
conteúdos leccionados.
8 Estabelece com os alunos formas e meios de atendimento individualizado em contexto escolar; propõe-se desenvolver com os alunos técnicas de estudo e trabalho individual
ou colectivo; recorre às tecnologias de informação como instrumento de comunicação com os alunos.
7 Estabelece com os alunos formas e meios de atendimento individualizado em contexto escolar; propõe-se desenvolver com os alunos técnicas de estudo e trabalho individual
ou colectivo.
6 Estabelece com os alunos formas e meios de atendimento individualizado em contexto escolar, mas não se propõe desenvolver com os alunos técnicas de estudo e / ou trabalho
individual ou colectivo.
3 O professor não estabelece com os alunos formas e meios de atendimento individualizado em contexto escolar.
C.4. Equilíbrio no exercício da autoridade e adequação das acções desenvolvidas para a manutenção da disciplina na sala de aula
10 Consegue manter a disciplina entre a maioria dos alunos e intervém, sempre que se justifica, em situações de indisciplina; cumpre e faz cumprir os prazos estabelecidos e só em
casos excepcionais admite a sua alteração, actuando com moderação e assertividade; valoriza os comportamentos correctos e as atitudes adequadas.
8 Consegue manter a disciplina entre a maioria dos alunos e intervém, sempre que se justifica, em situações de indisciplina; cumpre e faz cumprir os prazos estabelecidos e só em
casos excepcionais admite a sua alteração, actuando com moderação e assertividade.
7 Consegue manter a disciplina entre a maioria dos alunos e intervém, sempre que se justifica, em situações de indisciplina; cumpre e faz cumprir os prazos estabelecidos e só em
casos excepcionais admite a sua alteração.
6 Consegue manter a disciplina entre a maioria dos alunos mas não intervém, sempre que se justifica, em situações de indisciplina; não cumpre nem faz cumprir os prazos
estabelecidos.
3 O professor não é capaz de manter a disciplina e o controlo dos alunos e da turma na sala de aula.

D. Avaliação das aprendizagens dos alunos


D.1. Regularidade, adequação e rigor da avaliação diagnóstica, formativa e sumativa das aprendizagens, incluindo a sua apresentação em tempo útil aos alunos
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10 Utiliza e elabora os diversos instrumentos de avaliação, articula-os adequadamente às planificações elaboradas, cumpre os prazos máximos determinados para apresentação dos
resultados aos alunos, articula as várias modalidades de avaliação, procedendo aos ajustes necessários à sua adequação, e diversifica as situações e os instrumentos de avaliação.
8 Utiliza e elabora os diversos instrumentos de avaliação, articula-os adequadamente às planificações elaboradas, cumpre os prazos máximos determinados para apresentação dos
resultados aos alunos, e articula as várias modalidades de avaliação, procedendo aos ajustes necessários à sua adequação.
7 Utiliza e elabora os diversos instrumentos de avaliação, articula-os adequadamente às planificações elaboradas e cumpre os prazos máximos determinados para apresentação
dos resultados aos alunos.
6 Utiliza e elabora os diversos instrumentos de avaliação, que adequa às planificações elaboradas, mas não cumpre os prazos máximos determinados para apresentação dos
resultados aos alunos.
3 O professor utiliza e elabora apenas instrumentos de avaliação sumativa ou elabora e utiliza os diversos instrumentos de avaliação mas não os adequa às planificações elaboradas.
D.2. Utilização dos resultados da avaliação na preparação, organização e realização das actividades lectivas
10 Procede ao tratamento da informação recolhida através dos instrumentos de diferentes tipos de avaliação, que utiliza sistematicamente como mecanismo formativo e de
diagnóstico das dificuldades dos alunos e reestrutura o processo de ensino-aprendizagem tendo em vista a sua superação.
8 Procede ao tratamento da informação recolhida através dos instrumentos de diferentes tipos de avaliação, que utiliza sistematicamente como mecanismo formativo e de
diagnóstico das dificuldades dos alunos.
7 Procede ao tratamento da informação recolhida através dos instrumentos de diferentes tipos de avaliação, que pontualmente utiliza como mecanismo formativo e de diagnóstico
das dificuldades dos alunos
6 Procede ao tratamento da informação recolhida, mas apenas através dos instrumentos de avaliação sumativa.
3 O professor classifica os instrumentos de avaliação sumativa, mas não procede ao tratamento da informação recolhida.
D.3. Observância na avaliação dos alunos dos critérios indicados pela administração educativa ou aprovados pelos órgãos competentes do Agrupamento / Escola
Utiliza a terminologia definida pelo Conselho Pedagógico na classificação dos trabalhos avaliados, aplica os critérios de avaliação definidos, de acordo com a lei, em
10 Departamento e aprovados pelo Conselho Pedagógico, divulga-os aos alunos no início do ano lectivo, esclarece-os sobre os processos e os produtos que são objecto de
avaliação, de modo a assegurar a sua transparência, e elabora uma reflexão crítica sobre a eficácia dos critérios de avaliação aplicados.
Utiliza a terminologia definida pelo Conselho Pedagógico na classificação dos trabalhos avaliados, aplica os critérios de avaliação definidos, de acordo com a lei, em
8 Departamento e aprovados pelo Conselho Pedagógico, divulga-os aos alunos no início do ano lectivo e esclarece-os sobre os processos e os produtos objecto de avaliação, de
modo a assegurar a sua transparência.
7 Utiliza a terminologia definida pelo Conselho Pedagógico na classificação dos trabalhos avaliados, aplica os critérios de avaliação definidos, de acordo com a lei, em
Departamento e aprovados pelo Conselho Pedagógico, divulga-os aos alunos no início do ano lectivo.
6 Utiliza a terminologia definida pelo Conselho Pedagógico na classificação dos trabalhos avaliados, mas não aplica os critérios de avaliação definidos, de acordo com a lei, em
Departamento e aprovados pelo Conselho Pedagógico.
3 O professor não aplica os critérios de avaliação definidos, de acordo com a lei, em Departamento e aprovados pelo Conselho Pedagógico.
D.4. Promoção da auto-avaliação dos alunos
10 Promove situações que estimulam, nos alunos, a reflexão sobre a sua aprendizagem, a partir dos esclarecimentos prestados sobre os processos e produtos que são objecto de avaliação,
utiliza instrumentos de registo que os auxiliam no processo de auto-avaliação, que também efectua no final de cada período, aplicando instrumentos específicos para esse fim.
8 Utiliza instrumentos de registo que auxiliam os alunos no processo de auto-avaliação, e promove a auto-avaliação destes no final de cada período, aplicando instrumentos
específicos para esse fim.
7 Promove a auto-avaliação dos alunos no final de cada período, aplicando instrumentos específicos para esse fim.
6 Promove a auto-avaliação dos alunos no final de cada período, mas não aplica instrumentos específicos para esse fim.
3 Não promove, em qualquer momento, a auto-avaliação dos alunos.

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