ATEROSCLEROSE ™ DEFINIÇÃO: E A FORMAÇÃO DE PLACAS DE ATEROMA, OCLUINDO ARTÉRIAS DO CÉREBRO, RINS, CORAÇAO, MMII E MMSS.

™ EPIDEMIOLOGIA: O HOMEM POSSUI RISCO MAIOR. MULHERES APÓS MENOPAUSA O RISCO É IGUAL. ™ FISIOPATOLOGIA: LESÃO DO ENDOTÉLIO  MIGRAÇÃO DE MONÓCITOS  PLACA DE LIPÍDIO  ESPESSAMENTO  ELASTICIDADE DIMINUÍDA  ESTREITAMENTO  DEPÓSITO DE CÁLCIO  RUPTURA  FORMAÇÃO DE TROMBOS  ÊMBOLOS. ™ SINTOMAS: ASSINTOMÁTICO ATÉ A OBSTRUÇÃO PARCIAL OU TOTAL. ™ CAUSAS: HAS, HIPERCOLESTEROLEMIA, ÁLCOOL, DIABETES, OBESIDADE, SEDENTARISMO, GENÉTICA, ENVELHECIMENTO. ™ RISCOS DO FUMO: AUMENTAM O LDL E DIMINUI HDL, CO2, COAGULAÇÃO, LESA ENDOTÉLIO. ™ CUIDADOS PREVENTIVOS ANGINA ™ CONCEITO: ANGINA PECTORIS É A DOR TORÁCICA GERALMENTE CAUSADA AO FLUXO INSUFICIENTE DE SANGUE PARA O MIOCÁRDIO. ™ TIPOS: ESTÁVEL (EXERCÍCIO) E INSTÁVEL (REPOUSO). ™ SINTOMAS: SENSAÇÃO DE PESO E APERTO NO PEITO, SUFOCAÇÃO, PODENDO IRRADIAR PARA O PESCOÇO, OMBROS, BRAÇO ESQ., SENSAÇÃO EMINENTE DE MORTE ACOMPANHADO DE MAL-ESTAR GERAL. ™ CAUSAS: DOENÇA ATEROSCLERÓTICA, EXERCÍCIO, EXPOSIÇÃO AO FRIO, INGESTA DE REFEIÇÃO CALÓRICA, ESTRESS. ™ PREVENÇAO E CONTROLE: EVITAR FUMO E ÁLCOOL, CONTROLE PESO, EXERCÍCIOS, CONTROLE P.A, MEDICAÇÕES. ™ TRATAMENTO MÉDICO: ANGIOPLASTIA, PONTES NAS CORONÁRIAS, USO DE ANTIANGINOSOS, INTERNAÇÃO HOSPITALAR. ™ CUIDADOS DE ENFERMAGEM: EVITAR ATIVIDADES FÍSICAS DE GRANDE ESFORÇO; ALIMENTAÇÃO EXCESSIVA; EVITAR EXCESSO DE CAFEÍNA; FÁRMACOS QUE AUMENTA A F.C; ESTAR SEMPRE ACOMPANHADO DA MEDICAÇÃO;

BALANÇA ANTROPOPOMÉTRICA. HISTÓRIA FAMILIAR. É DIVIDIDA EM : QUEIXA PRINCIPAL. . ABDÔMEM. PESCOÇO. TERMÔMETRO. FITA MÉTRICA. PERCUSSÃO (TATO/AUDIÇÃO). MATERIAIS UTILIZADOS: APARELHO P. O EXAME É CÉFALO-CAUDAL: CABEÇA. LANTERNA. PRESSÃO ARTERIAL. DETECTAR AS NECESSIDADES DE ATENDIMENTO DO PACIENTE PARA OFERTAR UMA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SATISFATÓRIA.A. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA. COLUNA VERTEBRAL. ® OBJETIVOS: ATRAVÉS DO EXAME CLÍNICO. ® EXAME FÍSICO: AVALIAÇÃO CLÍNICA FEITA PELO ENFERMEIRO PARA IDENTIFICAR PROBLEMAS DE ENFERMAGEM.ETC. AUSCULTA (AUDIÇÃO) ACOMPANHADO DOS SINAIS OU DADOS VITAIS.- OXIGENOTERAPIA S/N. TÓRAX. FREQUÊNCIA CARDÍACA. ESPÁTULA. PALPAÇÃO (TATO). MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES. NOÇÕES DE SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA ® DEFINIÇÃO: É A INVESTIGAÇÃO E ESTUDO DOS SINAIS E SINTOMAS APRESENTADOS PELO PACIENTE E AVALIADOS CLINICAMENTE PELO MÉDICO E ENFERMAGEM. - MÉTODOS: INSPEÇÃO (VISÃO). ® EXAME CLÍNICO: É COMPOSTO POR ANAMNESE E EXAME FÍSICO. HISTÓRIA PREGRESSA DE DOENÇAS. DADOS VITAIS: TEMPERATURA. ® ANAMNESE OU ENTREVISTA: COLETA DE INFORMAÇÕES JUNTO AO PACIENTE OU RESPONSÁVEL COM INTUITO DE DIAGNÓSTICO DE SAÚDE.

AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA. DIAGNÓSTICO PROVISÓRIO OU DEFINITIVO. DEVER SER ESCRITO DE FORMA CLARA. RELATÓRIOS E RESULTADO FINAL. TRATAMENTO DIÁRIO (EVOLUÇÃO). ® COMPOSIÇÃO: IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE. ® IMPORTÂNCIA: JURÍDICA. CORRETA. ® CRITÉRIOS: É OBRIGATÓRIO O PREENCHIMENTO POR TODOS PROFISSIONAIS. SUPINA. LITOTOMIA. ASSINATURA E CARIMBO.- DADOS ANTROPOMÉTRICOS: PESO E ALTURA. . FOWLER. ® POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA EXAMES: ERETA. FICA ARQUIVADO POR APROXIMADAMENTE 20 ANOS. PRONA. GENU-PEITORAL. DEVE CONTER TODA AS INFORMAÇÕES SOBRE A ASSISTÊNCIA PRESTADA AO PACIENTE POR TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. SENTADA. OBJETIVA. TRENDELEMBURG. REGISTROS DE ENFERMAGEM ® PRONTUÁRIO DO PACIENTE: REÚNE UM CONJUNTO DE INFORMAÇÕES REFERENTES A UM PACIENTE E SUA DOENÇA. ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. SIMS.

DATA E HORÁRIO DOS PROCEDIMENTOS. ANOTAR A ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS. SE ERRAR DEVE-SE SUBLINHAR E COLOCAR ENTRE PARÊNTESES E ESCREVER ERRO. ® ANOTAÇÕES DIÁRIAS DA ENFERMAGEM: DOCUMENTA OS CUIDADOS DE ENFERMAGEM. PROFISSÃO. NUNCA ANOTAR OU CHECAR PROCEDIMENTOS NÃO REALIZADOS. NUNCA RASURAR. LETRA LEGÍVEL. - DEVE CONTER: PROCEDIMENTOS DESEMPENHADOS PELOS PROFISSIONAIS. CONDIÇÕES DE CHEGADA. AUXILIAM O DIAGNÓSTICO MÉDICO. COR. MOTIVO DA INTERNAÇÃO. IDADE. HORÁRIO.RELATÓRIOS DE ENFERMAGEM ® CRITÉIRIOS DE PREENCHIMENTO: - NOME DO PACIENTE. HIGIENE. CENTRO CIRÚRGICO É um conjunto de elementos destinados ás atividades cirúrgicas. ASSINAR COM NOME COMPLETO E CARIMBAR. recuperação pós anestésica e pósoperatória do paciente que passou por tratamento cirúrgico. ANTECEDENTES PESSOAIS E FAMILIARES. NÃO DEIXAR ESPAÇOS NAS LINHAS. DATA. REAÇÕES E RESPOSTA DO PACIENTE. Localização . QUEIXAS. - ADMISSÃO DE ENFERMAGEM: NOME COMPLETO. RELIGIAO. ESCOLARIDADE. PROCEDIMENTOS DURANTE A ADMISSÃO.CANETAS AZUL OU VERMELHA. SETOR. SEXO. AO ESCREVER A FALA DO PACIENTE COLOCAR ENTRE ASPAS OU USAR O TERMO SIC. EXAME FÍSICO. INFORMAR A REALIZAÇÃO DE EXAMES. PRESCRIÇÃO DO MÉDICO.

deve ser neutra. que tornem possível abri-las e fechá-las sem o uso das mãos. Vestiários masculinos e femininos Devem estar localizados na entrada do centro cirúrgico. suave e repousante. pois oferece melhor aproveitamento do espaço. com a finalidade de facilitar a limpeza. Os tanques devem ser instalados numa altura de mais ou menos 90 cm. Pronto Socorro e UTI. deve ter área mínima proposta de: 25 m2. Sala de cirurgia É a área destinada à realização de intervenções cirúrgicas e endoscópicas. Como por exemplo: herniorrafia. Sala de espera É a área destinada aos familiares ou acompanhantes do paciente. concentrando a chefia de enfermagem e a secretaria. tireoidectomia. Área de escovação ou lavabos Prevê-se um lavabo com duas torneiras para cada duas salas de cirurgias. e outras pessoas que venham da área de circulação externa. Este ambiente deve ser provido de poltronas e sanitário. para favorecer a mecânica corporal no ato da escovação. b) Paredes Devem ter os cantos arredondados em todas as junções. O vestiário deve conter também armários para guardar pertences dos usuários e sanitários anexos com lavabos e chuveiro. Estrutura física Toda estrutura física é de essencial importância. com mínimo de ruído possível. Mínimo de duas salas para cada 50 leitos não especificados ou para cada 15 leitos cirúrgicos. a) Área física O tamanho da sala cirúrgica. varia de acordo com a especialidade a que é destinada. metros quadrados. mas pode ser circular ou quadrada. as mínimas propostas são: 36 m2. Área de recepção do paciente É a área reservada para recepcionar e transferir pacientes da maca até a mesa cirúrgica. Neste local devem ter escovas e solução anti-séptica. só possam ter acesso ao setor após a troca de roupa. mas que proporcione superfície lisa e lavável. para as salas destinadas as cirurgias especializadas. possibilitando o acesso livre e fácil de pacientes das Unidades de internação. Este material deve favorecer a diminuição de ruídos externos. Devem ser revestidas de material resistente. enquanto aguardam o término da cirurgia e alta da sala de recuperação pós-anestésica.A unidade de Centro Cirúrgico deve ocupar uma área independente da circulação geral. de modo que os profissionais. Sala administrativa É o local destinado ao controle administrativo da Unidade. . E quanto a cor. ficando livre do transito de pessoas e materiais estranhos ao serviço. A sala cirúrgica mais funcional é a retangular. As torneiras devem ser munidas de características especiais.

gases. A iluminação artificial da sala de cirurgia é feita por intermédio da luz geral de teto. mesmo que o sistema de distribuição seja centralizado. fios de sutura e outros. deve ser bom condutor de eletricidade. . bem como as bandejas prontas para uso nos diversos tipos de anestesia. como seringas. garantem a ausência de sombra e a alta naturalidade na cor dos tecidos. Deve ser também de material resistente ao uso de água e soluções desinfetantes. soros. devem ser revestidas de material lavável e de cor neutra. por causa da associação de substancias anestésicas inflamáveis com oxigênio ou óxido nitroso. e) Janelas Deve estar localizadas de modo a permitir a entrada de luz natural em todo o ambiente. provida de vidro fosco e ser lacrada com persianas recobertas por vidros. Os focos permitem a luminosidade ideal em todo o campo operatório. d) Portas Devem ser amplas para facilitar a passagem de macas e equipamentos cirúrgicos. a fim de prevenir danos por possíveis esbarrões de macas. de superfícies lisas e de fácil limpeza. possuir proteção. com lâmpada fluorescente e luz direta. caixas de instrumentais e outros. considerando a renovação do ar. f) Instalações elétricas As tomadas devem estar localizadas a 1. remover as impurezas e gases de ar e proporcionar temperatura e umidade adequadas ao ambiente. Os tipos de focos são: fixo ou central. também. compressas. isso contribui para a diminuição dos riscos de infecção da ferida operatória. h) Sala de guarda de material de anestesia Neste local são guardados os aparelhos de anestesia. ainda. devendo possuir sistema de aterramento para prevenir choque e queimaduras no paciente e equipe. como pacotes de roupa. i) Sala para estocagem de material esterilizado É a área onde se armazena o material esterilizado. g) Sala para guarda de medicamentos e materiais descartáveis (Farmácia) É o local reservado para armazenar medicamentos diversos. devem ser corrediças para evitar movimentação de ar. agulhas. luvas. ser providas de visor facilitando visualizar o interior da sala sem a necessidade de abri-las durante o ato cirúrgico.5 m do piso. onde podem estar suspensos bactérias e outras partículas. ou seja. soluções desinfetantes e materiais descartáveis.c) Piso É obrigatório que seja de material condutivo. j) Sala de depósito de cilindros de gases Este local está destinado para guardar cilindros de oxigênio e óxido nitroso. O ar condicionado deve prover a renovação do ar ambiente sem produzir correntezas. Devem. além dos gases e vapores (sistema de ar condicionado central). possibilitando a limpeza. auxiliar e frontal. Precisam.

Neste local o paciente fica sob os cuidados das equipes de enfermagem e médica. na vigência de uma re-intervenção cirúrgica. em media de 1 a 6 horas. em metros quadrados. como bisturi elétrico. de 1. unidade móvel de raio X e outros. talas para imobilização. aspirador portátil. r) Copa É a área destinada a lanches rápidos para toda a equipe. utensílios e produtos utilizados na limpeza. como lençóis das mesas cirúrgicas e outros. Esta sala pode ser dispensada. Localização: A SRPA deve estar instalada dentro do CC ou nas suas proximidades. Características Arquitetônicas: As características de construção desta não diferem das daquele quais sejam: . com distancia entre estes e a parede.0m. no momento. não estão em uso. q) Sala de estar para funcionários Local de repouso dos funcionários (onde fazem o intervalo. os 15 minutos de descanso). 8. especialmente o anestesista.k) Sala para guarda de aparelhos e equipamentos Esta área se destina a guardar os aparelhos que. p) Sala de expurgo É o local destinado a receber e lavar os materiais usados nas cirurgias. 6. quando houver mais de dois leitos”. o) Sala para material de limpeza É a área destinada a guarda de aparelhos.SRPA Planejamento: A sala de RPA é a área que se destina à permanência do paciente logo após o termino do ato anestésico cirúrgico. varia de acordo com as especificações do ministério da saúde.5 m2. Estrutura física: A área física da SRPA. a fim de evitar que o façam em local inadequado ou deixar a unidade em momentos inoportunos. m) Sala ou laboratório de anatomia patológica É a área que se destina à realização de exames anatomo-patológicos específicos e rápidos. que estabelece para “uma sala com dois leitos no mínimo. focos auxiliares. n) Laboratório para revelação de chapas (Raio X) É a área utilizada para revelar radiografias. de modo a favorecer o transporte fácil do paciente anestesiado para este local. Nesta sala o tempo de permanência do paciente varia.5 m2 por leito. quando o laboratório estiver nas proximidades do centro cirúrgico. diversos tipos de coxins e outros. exceto cabeceira. armazena também equipamentos como suportes de soro. l) Rouparia É a área destinada a armazenar a roupa de uso na unidade. Esta localização possibilita também o livre acesso dos componentes da equipe médica. mas também pode ser dispensadas quando a Unidade de Radiologia estiver situada nas proximidades do Centro Cirúrgico. s) Sala de Recuperação Pós Anestésica . assim como o seu rápido retorno à sala de operação.

medicamentos e soros. # a temperatura ambiental e a ventilação devem ser iguais às da sala cirúrgica. Este local deve ser provido de uma pia profunda. mascara e cateteres par O2. tais equipamentos e materiais de uma SRPA podem ser divididas em: # equipamentos básicos. cateteres. A SRPA deve ser provida de equipamentos básicos. . fitas regentes para dosagem de glicose no sangue e urina. chumaços e adesivos. travesseiros. impressos próprios de uso na referida unidade e cadeiras ou bancos. um foco de luz. seringas e agulhas. encaixes para adaptar suporte de soro e cabeceira removível para facilitar o atendimento em situações de emergência. O posto de enfermagem deve ser provido de armários para a guarda de roupas e balcões com gavetas para armazenar os medicamentos e materiais estéreis. caixa de pequena cirurgia. uma fonte de aspiração a vácuo. # a iluminação deve favorecer a avaliação precisa da cor da pele do paciente. PULMONAR. ao se considerar que necessitam permanecer acesas por longos períodos.VD. termômetros. soluções desinfetantes e antissépticos. providas de grades laterais de segurança. sondas vesicais de demora. # outros materiais: bandeja de cateterismo vesical. oxímetro de pulso. tais como: ventilador mecânico. É conveniente destacar que as camas par uso na pos anestésica devem ser do tipo cama-maca. POSSUI 4 CÂMARAS: AD. cilindros de O2 e ar comprimidos a aspirador elétrico. frascos e tubos esterilizados para coleta de sangue. SISTEMA CARDIOVASCULAR ⇔ ANATOMIA: O CORAÇÃO É UM ÓRGÃO MUSCULAR OCO LOCALIZADO NO CENTRO DO TÓRAX ENTRE OS PULMÕES E REPOUSA SOBRE O DIAFRÁGMA. sistema de drenagem vesical. Prevê-se ainda uma área de utilidades destinadas à guarda do hamper e outros materiais como comadre e papagaio. se esta área for utilizada também como secretaria e prescrição médica. # equipamento e materiais de suporte cardiovascular. Deve existir ainda uma mesa ou balcão provido de telefone. Didaticamente.AE. gazes. em perfeitas condições de uso. com o objetivo de proporcionar conforto e segurança ao paciente. para atender a qualquer situação de emergência. e as portas largas. monitor cardíaco. uma saída de ar comprimido. # equipamentos e materiais de suporte respiratório. sistema de comunicação interna. carrinho de emergência com material completo para intubação orotraqueal e ventilação manual. tais como: duas saídas de oxigênio com fluxômetro. cobertores e talas. o uso de lâmpadas fluorescentes é mais econômico. acima da cabeceira de cada leito. pacote de curativo. É imprescindível que a iluminação desta sala esteja inclusa no sistema de luz de emergência.VE E VÁLVULA TRICÚSPIDE. para permitirem a passagem de camas ou macas e aparelhos. MITRAL E AÓRTICA. deve ser acrescida de mais 2. manivelas para dar posição de pró-clive e trendelenburg. almofadas.# paredes e pisos devem ser revestidos de material lavável. geralmente fixos à parede. tais como: equipos de soro e transfusão. tomadas elétricas de 110 e 220 watts. Deve ter também pias com água quente e fria. equipos para medida de PVC.0 m2. Deve-se planejar ainda uma área para o posto de enfermagem e serviços. Para a artificial. bolsas coletoras para drenos e ostomias. esfignomanômetro e estetoscópio. no tamanho de 6 m2 para uma SRPA de até 12 leitos. sondas para aspiração.

⇔ HEMODINÂMICA E SISTEMA DE CONDUÇÃO ELÉTRICA. DROGAS. NUTRIDO PELAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS DIREITA E ESQUERDA. EJETA CERCA DE 70 ML/MINUTO DE SANGUE.⇔ RESTANTE DO SISTEMA É COMPOSTO POR: ARTÉRIAS. ⇔ O MÚSCULO CARDÍACO É DENOMINADO MÍOCÁRDIO E DIVIDE-SE EM: ENDO E EPICÁRDIO. EDUCAÇÃO PARA SAÚDE. ⇔ CAUSAS: CONSUMO EXCESSIVO DE ÁLCOOL. ARRITMIAS CARDÍACAS ⇔ DEFINIÇÃO: DISTÚRBIO DO RITMO E FREQUÊNCIA DO FUNCIONAMENTO DO CORAÇÃO. ⇔ AS CARDIOPATIAS PODEM SER: CONGÊNITAS. ⇔ SINTOMAS: TONTURA. ACTL. DESMAIO. FUMO. ⇔ CUIDADOS DE ENFERMAGEM: - ADMINISTRAR ANTIARRÍTMICOS EM HORÁRIOS PROGRAMADOS. ⇔ TRATAMENTO: DROGAS ANTIARRÍTMICAS. POR ESTRESSE OU EXERCÍCIOS FÍSICOS. ⇔ DIVISÃO: PEQUENA E GRANDE CIRCULAÇÃO. INFARTOS. HOLTER 24 HORAS. O2 S/N. CARDIOVERSÃO. MONITORIZAR SINAIS VITAIS. FIBRILAÇÃO VENTRICULAR. VERTIGEM. ⇔ EXEMPLOS: FLUTTER ATRIAL.T4). APOIO DIAGNÓSTICO . FÁRMACOS (PNM E HAS). PALPITAÇÕES. EXAMES: ECG. VEIAS E VÊNULAS. MARCAPASSO. ADN. ARTERÍOLAS. CAPILARES. ⇔ FUNÇÃO DO CORAÇÃO: BOMBEAMENTO DE SANGUE NUTRINDO OS TECIDOS DO CORPO E ELIMINANDO PRODUTOS NOCIVOS. REPOUSO. FUNCIONAMENTO DA TIREÓIDE. TAQUICARDIA VENTRICULAR. BLOQUEIOS CARDÍACOS. CIRURGICO. ⇔CONTROLE: IMPULSOS NERVOSOS E NÍVEIS DE HORMÔNIOS CIRCULANTES (NAD. INFECCIOSAS OU IDIOPÁTICAS.

 ANGIOPLASTIA: UTILIZADO PARA MENSURAR A PRESSÃO. ÚLCERAS. INDICADO PARA EXAMINAR O SISTEMA DE DIGESTÓRIO MATERIAL. CAPTADOS POR ELETRODOS E REGISTRADOS EM UMA FITA DE PAPEL EM MOVIMENTO.  OBJETIVO: CONHECER OS DIVERSOS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS DISPONÍVEIS. INFLAMAÇÃO. OBSERVAR O INTERIOR DOS VASOS.  AMNIOCENTESE: ATRAVÉS DA ULTRASSONOGRAFIA O MÉDICO INSERE UMA AGULHA ATRAVÉS DA PAREDE ABDOMINAL COM ASPIRAÇÃO DO LÍQUIDO AMNIÓTICO PARA ANÁLISE E IDENTIFICAÇÃO DE DISTÚRBIOS FETAIS. ORIENTAR OS PACIENTES PARA REALIZAÇÃO. COLETA . CONSISTE NA CAPTAÇÃO DE IMPULSOS ELÉTRICOS GERADOS PELO CORAÇÃO.  ECOCARDIOGRAFIA: USO DE ULTRA-SOM COM REGISTRO DE IMAGEM DO CORAÇÃO. ALARGAR A VÁLVULA CARDÍACA. DESOBSTRUIR UMA OBSTRUÇÃO ARTERIAL. EX: CATETERISMO CARDÍACO.  BRONCOSCOPIA: UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE CA PULMONAR.  ELETROCARDIOGRAMA: UTILIZADO PARA DETECTAR ANORMALIDADES DO RITMO CARDÍACO E AUXILIAR NO DIAGNÓSTICO DE CARDIOPATIAS. CONSISTE NA INTRODUÇÃO DE UMA AGULHA DE GROSSO CALIBRE NA CAVIDADE PLEURAL E ASPIRAÇÃO DO LÍQUIDO PARA EXAME. AUXILIAR OU EXECUTAR O EXAME. PNM. INTRODUÇÃO: EXISTE UMA VASTA QUANTIDADE DE EXAMES A SEREM REALIZADOS PARA DIAGNÓSTICOS RÁPIDOS E PRECISOS. AVALIAR O ESTADO DAS VIAS AÉREAS.  TIPOS: EXAMES DE DETECÇÃO PRECOCE E EXAMES DE CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA. PARA DETECÇÃO DE PATOLOGIAS. OUTRO TIPO: HOLTER 24 HORAS  ENDOSCOPIA: (TUMORES. CONSISTE NA INTRODUÇÃO DE UM BRONCOSCÓPIO PELA GARGANTA OU NARINAS ATÉ OS PULMÕES. É ISERIDO UM CATETER EM UMA VEIA DA PERNA OU BRAÇO ATÉ OS GRANDES VASOS.  BIÓPSIA PLEURAL COM AGULHA: USADA PARA DETECÇÃO DE TUMORES E TBC.

 MAMOGRAFIA: USO DO MAMÓGRAFO PARA RADIOGRAFAR A MAMA E OBSERVAR ALTERAÇÕES. CAUTERIZAÇÃO). CISTOS E MICROCALCIFICAÇÕES.  TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: EMISSÃO DE RADIAÇÃO CAPTADO POR UM COMPUTADOR NA DETECÇÃO DE ANOMALIAS ESTRUTURAIS DE ÓRGÃOS INTERNOS. ÁREAS ANORMAIS.  ULTRA SONOGRAFIA: ONDAS SONORAS GERANDO IMAGENS DOS ÓRGAOS INTERNOS. TAMANHO. CONSISTE NA INTRODUÇÃO DE UM ENDOSCÓPIO NA BOCA OU ÂNUS DO PACIENTE. É INTRODUZIDO UM ENDOSCÓPIO NA CAVIDADE ABDOMINAL APÓS A INCISÃO CIRÚRGICA. EX: TÓRAX. CORAÇÃO E VASOS.MEDICAMENTOS. CAVIDADES.  LAPAROSCOPIA: UTILIZADO PARA INVESTIGAR TUMORES. ARTICULAÇÕES.  RAIO X: EMISSÃO DE RADIAÇÃO X IONIZANTE PERMITINDO VISUALIZAÇÃO DE ÓRGAOS INTERNOS. PULMÕES. . EX: NÓDULOS. O PACIENTE É COLOCADO EM UMA CÂMARA QUE EMITEM ONDAS. EX: DOPPLER E DOPPLER COLORIDO. EX: OSSOS. PRESENÇA DE COLEÇÕES. ETC. CAPTADAS POR UM MONITOR E GRAVADO EM FITA DE VÍDEO.  RESSONÂNCIA MAGNÉTICA: GERA IMAGENS MAGNÉTICAS NÍTIDAS DE ÓRGAOS INTERNOS PARA DIAGNÓSTICO MÉDICO. ANORMALIDADES DA CAVIDADE ABDOMINAL. COLETAR AMOSTRAS E CIRURGIAS REPARADORAS. CONSISTE NA PRESSÃO DE UMA PEQUENA SONDA CONTRA O ABDÔMEM E DIRECIONAMENTO DAS ONDAS SONORAS A VÁRIAS PARTES DO CORPO. CÉREBRO. REVELANDO FORMA.

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