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AGRADECIMENTOS

A todos que no ano em que passei escrevendo me deram força e coragem para
continuar por dias e noites seguidas.
Escrever um livro é, antes de tudo, uma demonstração de força de vontade.
Espero poder compartilhar com todos os meus leitores essa mesma força, fazendo-
os triunfar em cada trecho deste caminho.
Agradecimentos especiais, como sempre, vão para minha querida e amada esposa,
Rachel.
Outras pessoas que nunca poderia deixar de citar são meus editores da Brasport,
Sérgio e Rosa Maria, por sempre confiarem no meu trabalho.
A todos os meus amigos e família, meu muito obrigado também.
Agora e sempre. Principalmente aos meus pais Marcolino e Eunice.
Aos meus leitores, que vêm me acompanhando neste e nos livros anteriores, tam-
bém agradeço pela confiança em meus ensinamentos.
Sempre que precisarem, podem me contatar. A missão de um escritor não termina
só no livro. Vai por caminhos muito maiores que esse.
SOBRE O AUTOR

Minha carreira iniciou-se há 13 anos.


Comecei como assistente de arte, aprendendo e aperfeiçoando essa dádiva que é
apreciar e saber criar um desenho ou uma pintura. Enfim, conhecer e amar a arte.
Como freelancer, prestei serviço para várias empresas e editoras, como Globo, Abril,
entre outras. Trabalhei com diversos personagens durante todo esse tempo, como os
da Disney, e com vários personagens japoneses que ainda hoje passam na T V.
Logo após, tive minha própria agência de publicidade e desenvolvi várias embala-
gens, anúncios e storyboards também.
Investi dois anos em um sonho, que foi trabalhar para editoras americanas, e tive
meu trabalho publicado em várias revistas de quadrinhos da DC Comics. Foi quan-
do comecei a me interessar por computadores.
Quando pequeno tive um microcomputador (um T K-85, para os que se lembram),
mas ele era muito pobre em recursos gráficos. Depois desse computador, fui voltar
a ver o enorme avanço deles somente depois de muito tempo, e percebi o tremendo
potencial que os novos programas gráficos poderiam proporcionar à minha área.
Fiquei interessado novamente e fui desenvolvendo esse lado artístico através do
computador. Logo já estava trabalhando com vários programas para editoração
eletrônica e assinando serviços de BBS. Era o que havia disponível na época. Co-
mecei então a trocar e-mail com pessoas do mundo inteiro. O e-mail era a única
ferramenta da Internet a que se podia ter acesso e já era o máximo.
A World Wide Web ainda nem existia no Brasil.
Em breve começaram a surgir os primeiros browsers, os primeiros provedores e fui
me aprofundando no assunto e quando percebi já estava trabalhando comercial-
mente com o desenvolvimento de sites e imagens para a Internet.
Desenvolvo freqüentemente vários sites para empresas, e uma das coisas mais le-
gais que eu vejo é a vontade que as pessoas têm de entrar na Internet, colocar a sua
cara ali, como a bandeira fincada na Lua, apenas para dizer “ Eu consegui”. No en-
tanto muitas esbarram em aspectos aparentemente simples. É por isso que resolvi
escrever este livro. Para os que têm vontade de ter e para os que já têm seu site,
mas não conseguem colocá-lo na Internet para que outros possam conhecê-lo e não
aproveitam todo o potencial que lhes é oferecido.
   
      

Espero que este livro ajude a concretizar seus sonhos.

Márcio S. Morais
marciosm@usa.net
INTRODUÇÃO

A Missão deste Livro


Bem-vindo ao meu mais recente livro. Depois de escrever dois livros sobre o
FrontPage da Microsoft (para quem não o conhece, é um software de edição de
páginas para a Internet), recebi muitas cartas de meus leitores e várias das dúvidas
deles se resumiam em como colocar as páginas que eles fizeram no ar, ou seja, na
Internet.
Realmente há uma grande diferença entre saber criar suas páginas e colocá-las efe-
tivamente no ar para que o mundo todo possa vê-las.
É nessa hora exata que percebemos todos os grandes erros que por enquanto não
víamos, como links errados, recursos que estávamos utilizando e que acabam não
funcionando direito quando vemos o site no ar, enfim, várias coisas que até então
eram invisíveis aos nossos olhos.
E sabe por quê?
A resposta é até simples: porque existem determinados fatores que não levamos em
conta ou que nem sabíamos que existiam. Esses fatores são os recursos que nos são
oferecidos pelo local onde iremos deixar nosso site.
Pouca gente sabe que é preciso um mínimo de estudo e conhecimento sobre onde
iremos publicar nossa homepage.
Há uma grande variedade de lugares na Internet, uma grande maioria gratuita, onde
podemos deixar nossas páginas disponíveis para que outros as vejam. No entanto,
assim como a diversidade de lugares é grande, a diversidade de recursos que cada
um deles nos oferece também é gigantesca. Por isso, muitas pessoas se confundem
e acabam criando sites que não funcionam corretamente quando enviados para o
seu endereço na Internet.
Aqui no Brasil temos provedores de acesso, como o UOL, O Site, entre vários e
vários outros que cedem um espaço para seus clientes colocarem suas páginas na
Internet. Cada um deles possui um procedimento de envio de arquivos e cada um
deles também possui certas facilidades ou mesmo ferramentas de edição on-line de
páginas. No entanto, basicamente todos eles aceitam um protocolo de transmissão


   
      

de arquivos chamado FTP (File T ransfer Protocol). Para utilizá-lo, temos que ter
um programa compatível com esse protocolo. Um dos que eu mais utilizo é o Cu-
teFTP. Isso porque é simples de usar e nunca me apresentou problemas.
Neste livro vou analisar alguns dos maiores provedores de acesso e como eles nos
permitem enviar páginas para a Internet. Também irei discutir vários aspectos que
devemos levar em consideração quando criamos as páginas, ou seja, antes mesmo
de enviá-las.
Cabe aqui lembrar que a maior parte dos que nos fornecem espaço na Internet, seja
de 5 até 50 megabytes, não nos permitem muita escolha no endereço que será usa-
do para outras pessoas terem acesso às nossas páginas. Normalmente será algo
como http://www.nome_do_provedor/nome_do_usuario.
Muitas vezes imaginamos que iremos ter facilmente um endereço como
http://www.meunome.com.br, por exemplo. T alvez até sem imaginar que tenhamos
que pagar por isso.
Mas, sobre isso veremos mais tarde no decorrer do livro. Espero que o aproveitem.
Bom site para vocês.
CAPÍTULO 1

COMEÇANDO DO ZERO

Por onde Iniciar


Quando digo começando do zero quero dizer todas as pessoas que nunca tiveram
um site na Internet nem nunca fizeram uma página. Para esses eu recomendaria que
adquirissem livros que ensinassem a criar páginas para a Web. Eu mesmo escrevi
dois sobre o FrontPage, um sobre a versão 98 e outro sobre a versão 2000.
O FrontPage é um software como um Word da Microsoft, aliás muito parecido
mesmo, onde você vai montando sua página de uma maneira bem visual e simples.
Eu sempre o recomendo para iniciantes. No entanto, depende muito de cada pessoa
a adaptação e a escolha dos programas que eles irão usar para criar suas páginas.
Existe também o Dreamweaver, da Macromedia, que é um outro programa muito
bom, com dezenas de recursos a mais que o FrontPage, não tão simples, é claro,
mas ótimo para quem já tem algum conhecimento.
Não dispense também livros sobre a própria linguagem HT ML, que é o código que
usamos para criar nossas páginas.
Hoje em dia, com a facilidade desses editores visuais (os chamamos de
WYSIWYG – What You See Is What You Get, ou traduzindo para o bom portu-
guês – O que você vê é o que você irá conseguir quando editar na Internet e eu lhes
asseguro que nem sempre foi assim), acabamos nos esquecendo do código que
existe por trás das páginas, e é exatamente aí que encontramos a maior dificuldade
quando colocamos nossas páginas no ar. Isso porque normalmente todo mundo vai
querer criar uma página que tenha um formulário do tipo: “ Você gostou da minha
página? Escreva para mim e dê sua sugestão!”. É incrível, mas todo mundo faz
isso. Lógico que poderíamos colocar nosso e-mail para que nos enviem uma men-
sagem, mas normalmente todo mundo quer um formulário, com campos onde a
pessoa pode preencher ou escolher entre várias opções (do tipo sexo: masculino ou
feminino) e por aí vai.


   
      

Acontece que cada provedor, como já lhes falei, tem uma particularidade, um mé-
todo diferente de permitir que seus usuários criem essas páginas de formulário.
E podem escrever o que eu digo, ou melhor, lembrar o que eu escrevo: 90% das
pessoas se confunde na hora de acertar esses códigos especiais para os formulários.
Mesmo nós que trabalhamos nessa área de informática às vezes nos confundimos,
pois basta faltar um parênteses ou uma vírgula e pronto, a página não funciona.
Mas também sabemos revisar o código e achar o que pode estar dando errado.
Por isso eu acho importante que, apesar de ter um programa visual para criar suas
páginas, você também comece, nem que seja aos poucos, a aprender um pouco da
linguagem de programação HT ML, que não é tão complicada assim. Sabendo o
básico dela você consegue trabalhar muito bem.
Existem vários outros livros que recomendaria além daqueles sobre HT ML, mas
esse não seria bem o objetivo deste livro. No entanto atrevo-me aqui a fazer um
resumo do que você precisaria ler:
1. Um bom livro sobre o FrontPage (pode ser o meu, desta mesma Editora, a
Brasport) e/ou um livro sobre Dreamweaver.
2. Um bom livro sobre HTML. Depois você pode ir comprando livros sobre
Javascript (não é Java, preste atenção, muitos confundem Javascript, que é
mais simples, com o Java, que é bem, bem complicado)
3. Um livro sobre um editor de imagens. Pode ser o Photoshop, da Adobe,
atualmente na versão 6.0 (07/2000) e/ou sobre o Fireworks, da Macrome-
dia, também muito bom. A diferença básica entre os dois é que o Fireworks
é feito somente para imagens da Internet e o Photoshop também se presta a
serviços com imagens mais pesadas para impressão. Basicamente seria
isso, tem muitas diferenças a mais, lógico.
4. E, com o passar do tempo, alguns livros sobre webdesign. Nada como
olhar para obras de arte e saber reconhecer nelas o que têm de especial e
porque são tão bonitas. Nós que trabalhamos no meio sabemos identificar
boas de más imagens, um bom conceito e um bom layout de um ruim, e
isso começa a pesar e muito quando seu site for constantemente visitado.
Ninguém gosta de entrar em uma casa feia e mal-arrumada, não é.
Bem, com isso você vê que criar páginas não é tão simples quanto se imaginava.
Mas não se preocupe. Somente quando começamos alguma coisa e seguimos em
frente é que conseguimos evoluir. Ninguém chega à faculdade sem ter feito a pri-
meira série e rabiscar paredes, sujar as mãos de tinta, etc.
       

Encare sua primeira página não como uma obrigação. Nunca faça isso. Encare sim
como uma brincadeira. Aí você irá sempre progredir mais e mais. Depois de um
tempo brincando se pode assumir um compromisso mais sério de estudar melhor e
passar de uma fase para outra, mas suas primeiras páginas devem ser experimentos.
Não há como ser de outro jeito. A menos, é lógico, que seu chefe esteja lhe empur-
rando esse serviço e exigindo que saia tudo lindo e maravilhoso. Não é bem por aí,
e se você estiver nessa situação, cuidado. Criar uma página na Internet exige aten-
ção, criação e estudos. Principalmente se for para uma empresa. A coisa mais fácil
é fazer algo que seus clientes não gostem e por isso não voltem a visitar seu ende-
reço na Internet nunca mais.
Vamos abordar isso também durante o livro.
Para fechar este capítulo vimos então que, para partir do zero precisamos ter alguns
conhecimentos. Mesmo sem termos os programas que citei, temos muitos provedo-
res e sites de hospedagem na Internet que nos oferecem ferramentas de edição on-
line de nossas páginas.
É muito legal mesmo, pois temos ali, diante de nós, através do browser, a possibili-
dade de criar nosso site sem ter que comprar nada.
Então, aqui vão alguns avisos:
a) Normalmente demora muito para que as páginas contendo essas ferramen-
tas on-line carreguem, e também para que criemos e salvemos o que fizer-
mos nesse ambiente;
b) Se demoramos muito on-line, nossa conta de telefone também aumenta pro-
porcionalmente, então cuidado para não ter uma surpresa no final do mês;
c) Não temos todas as possibilidades e recursos que um programa, mesmo de
edição de páginas, nos permite, limitando nossa criação;
d) Para facilitar, essas ferramentas on-line nos apresentam poucas opções de
fundos (background) de páginas, por exemplo, apenas para citar um exem-
plo, novamente limitando nossa criação.
Sendo assim, vimos que ainda que nos entreguem tudo na mão é interessante sa-
bermos como criar nossas próprias páginas, entendendo o que se passa no código e
também tendo a total liberdade de poder colocar a cor que quisermos, alinhar o
texto do nosso jeito, entre outros pontos.
   
      

Uma Introdução sobre HTML, a Atual


Linguagem da Internet
A linguagem mais amplamente usada para criação de páginas para a Internet é o
HTML. Como tudo no mundo e na nossa história, o HT ML também se desenvol-
veu, se aperfeiçoou. Hoje existem variantes novas do HT ML, que até pretendem (e
realmente acho que vão conseguir) substituí-lo. São o XHT ML, o XML, e várias,
várias outras linguagens.
No entanto, eu sempre digo a quem vai começar a criar páginas: “ Comece pelo bá-
sico. Aprenda o HT ML, com ou sem o auxílio de programas como o FrontPage, o
Dreamweaver ou qualquer outro. Não importa, mas comece do básico.”
Se formos ver todo o atual universo de possibilidades que a Internet nos oferece, só
podemos ter duas reações.
A primeira é ficarmos maravilhados com tudo isso, e então termos bastante dispo-
sição e vontade e sair devorando livros por aí para aprender tudo o que pudermos
até dominarmos todos esses recursos.
Sinceramente, nem nós que trabalhamos com informática diariamente sabemos li-
dar com todos os tipos de linguagens e programas que existem atualmente. As em-
presas de software lançam produtos mais rápido do que podemos aprender.
Bem, a segunda reação que podemos ter é o medo. É ficarmos apavorados com o
que temos para aprender e nos recusarmos a aprender. É o que acontece com mui-
tas pessoas, principalmente as que estão na terceira idade. Acham que não vão con-
seguir e começam a duvidar de si mesmos. Não é sempre que isso acontece, mas é
uma atitude que se repete várias vezes.
Então quer saber se você precisa aprender HT ML mesmo? A minha resposta é
SIM, desde que você queira dominar melhor o que pode ou não colocar em sua pá-
gina. E, ao mesmo tempo, NÃO, se você quer apenas colocar algumas fotos ou
textos na Internet.
E sabe por quê?
Primeiramente porque existem programas agora tão fáceis de aprender que qual-
quer criança pode conseguir (a criança aprende mais rápido principalmente porque
ela não tem medo, então não tenha você também).
E em segundo lugar porque existem vários serviços na Internet onde você só preci-
sa ir respondendo algumas perguntas e ele cria a página para você.
       

Essa é a razão deste livro. Ensinar-lhe como utilizar esses serviços e como colocar
seu site no ar.
Vamos então começar do básico.

O Que é a Internet?
Existem muitas pessoas que tentam definir a Internet. Uns a definem como super-
estrada da informação, rede mundial, entre outras formas de expressão. No entanto,
como toda forma de expressão, tudo depende de um ponto de vista. Temos pessoas
que só vêem o mal na Internet, porque ela é livre, até em demasia, talvez.
Logicamente que há a pornografia e várias coisas escusas escondidas em alguns
dos milhares de computadores que fazem parte da rede. No entanto, eu encaro a
Internet como uma grande livraria, com livros dos mais diversos assuntos, com
livros que tocam música ao se abrir, com contos pornográficos para quem quiser
procurar por esse tipo de assunto sim, mas também com grupos de pessoas interes-
sadas somente no bem do planeta e do ser humano, e que se não fosse a Internet
não seriam capazes de difundir seus ideais por todo o globo.
A rede é o que cada pessoa quiser que ela seja. Em toda a história, o homem sem-
pre foi o responsável pelo que faz com suas criações, e não há terreno mais fértil do
que a Internet por enquanto. Ela aproximou e permitiu que pessoas de todo mundo,
não importa a distância entre elas, possam trocar idéias e se comunicar.
As empresas pensam diferente: para elas, tudo na rede é uma fonte de futuros ne-
gócios.
Indústrias sonham com o dia em que poderão vender diretamente aos consumido-
res, sem nenhum intermediário. Empresas de comunicação esperam o meio que vai
reunir rádio e televisão em um mesmo sistema de produção, e isso já está mais pró-
ximo do que se imagina. A única coisa que atrapalha ainda um pouco é a baixa co-
nexão, que faz com que arquivos grandes demorem muito para serem enviados de
uma fonte a outra.
No entanto, podemos conversar com nossos familiares distantes, separados por milha-
res de quilômetros com uma facilidade nunca antes vista. E pagando muito pouco.
E para os que ainda não têm um computador ou conexão tão bons que permitam a
conversa real pela Internet, ainda há o primeiro recurso dela, que é o e-mail. Cada
usuário pode ter um ou mais e-mails, que são como um RG, uma identificação, um
endereço de comunicação. Com esse e-mail, você pode se comunicar, enviando
mensagens para outras pessoas.
   
      

Além de tudo isso, ainda podemos colocar um site na rede, onde todos podem nos
visitar. Hoje em dia todos querem colocar algum conteúdo na Internet. Todos se
sentem motivados a contribuir e fazer parte dessa que é considerada a maior inven-
ção do século e também a mais revolucionária.
E você também pode participar disso tudo.

Como Funciona a Web?


A Web funciona basicamente através de dois tipos de computadores. São os clien-
tes e os servidores.
O cliente é você, por exemplo, de casa.
Você normalmente acessa a Internet através de um programa, o navegador ou o
browser (em inglês) como o Internet Explorer, o Netscape, o Ópera ou vários ou-
tros, utilizados pelos usuários para ver as páginas.
Primeiramente se conecta com seu provedor, que possui vários computadores que
estão 24 horas por dia conectados com a Internet. Através dessa conexão, seu com-
putador se une à rede, e começa a requisitar informações e arquivos.
Quando você entra com seu computador na Internet, normalmente vai visitando os
sites que lhe agradam mais e pelos quais tem algum interesse, certo? Toda vez que
utiliza seu navegador para ir a um site, ele requisita essas informações e arquivos (a
página em si que você vai ver) aos servidores. Se a página ou informação estiver
naquele primeiro servidor, ele já irá enviar o arquivo (ou página) para seu navega-
dor instantaneamente. Senão ele passa sua requisição para frente, para os outros
milhares de computadores da rede até que um deles possa lhe enviar a página pedi-
da.
Apesar de serem milhares de servidores, toda essa “ procura” demora apenas alguns
segundos, isso porque a velocidade entre eles é muito grande. Então, se a informa-
ção pedida realmente estiver armazenada em algum servidor da rede, o resultado
do pedido será enviado de volta e mostrado na tela do navegador. Normalmente a
informação armazenada na Internet está disponível na forma de páginas, que são
ligadas entre si.
Quando digitamos no navegador um endereço como http://www.uol.com.br, por
exemplo, estamos pedindo que a rede nos envie a homepage (a primeira página) do
UOL. Então os servidores se comunicam entre si e o arquivo da primeira página é
enviado para nosso computador e então exibido na nossa telinha.
       

Como eu disse, as páginas estão ligadas umas as outras. Isso é possível através de
um hyperlink, ou seja, uma referência que existe dentro de uma página que, quando
clicada, nos remete a outra. Por isso que, ao estarmos lendo sobre um determinado
assunto, podemos ter alguns hyperlinks (ou simplesmente links) que nos enviam
para uma outra página que pode conter mais informações ainda sobre o que está-
vamos procurando.
É como estarmos lendo uma notícia sobre uma nova forma de cirurgia para miopia
nos olhos, e podermos, ao clicar na palavra miopia, ter acesso a saber como ela
surge, quais os tratamentos que eram utilizados antes, qual o nome do médico que
descobriu essa nova forma de cirurgia, etc. O leque de informações abre-se grandi-
osamente.

Nota: Normalmente os hyperlinks apresentam-se em ne grito, ou sublinhados, ou


então com cores diferentes, até mesmo formatos, como botões, etc. A variedade
hoje em dia é muito grande, mas isso é apenas para dar um efeito “ cosmético” na
página, para ela ficar mais agradável.

É justamente essa interação entre as páginas que fazem com que se chame a Inter-
net de WWW (World Wide Web) – teia de alcance mundial.
Todas as páginas e arquivos que existem na Internet podem ser acessados através
de um endereço, uma URL, que é como o endereço de uma casa. Normalmente ela
se apresenta assim:
http://www.servidor.com.br/diretorio/arquivo.htm

Definições de Nomes na Internet


http:// é a maneira (um protocolo na verdade) pela qual ocorrerá a troca de infor-
mações e requisições entre cliente e servidor. HTTP (HyperT ext Transfer Protocol,
ou protocolo de transferência de arquivos de hipertexto) é o método utilizado para
transportar páginas Web pela rede.
Há outros protocolos também, como:
ftp:// (para transferir arquivos),
ne ws:// (grupos de discussão) e
mailto:// (para enviar correio eletrônico).
   
      

www.se rvidor.com.br é o nome do servidor onde está armazenado o arquivo.


Nem sempre o nome de um servidor Web inicia por WWW. Pode iniciar por
http://www2.servidor.com.br, ou então simplesmente http://servidor.com.br, sem
www algum.
/dire torio/ é o diretório onde está o arquivo. O arquivo, ou página requisitada,
pode estar em vários níveis. Imagine o site como uma grande caixa, cheia de várias
outras. Cada caixa dentro daquela maior é um diretório. Se o arquivo estiver na
caixa maior, ele é mais simples de ser encontrado.
A URL seria algo assim: http://www.servidor.com.br/arquivo.htm.
No entanto, se estiver dentro de uma outra caixa, temos que incluir o nome dessa
caixa (no caso diretório) na URL, assim:
http://www.servidor.com.br/caixa1/arquivo.htm
E isso indefinidamente. Caso o arquivo desejado esteja dentro de uma outra caixa
dentro da segunda caixa, a URL seria assim:
http://www.servidor.com.br/caixa1/caixa2/arquivo.htm
Se não digitarmos corretamente o endereço, a URL de um arquivo, o servidor não
conseguirá encontrá-lo para nós e então enviará uma mensagem de erro, que pode-
remos ver no nosso navegador.
arquivo.htm é o nome do arquivo. A extensão .htm (pode ser html também) indica
que se trata de uma página Web. Uma URL pode indicar outras extensões. Quando
o navegador recebe um arquivo com a extensão .txt, o arquivo é tratado como um
texto comum. Em outros casos, como nas extensões .zip (arquivo comprimido) e
.exe (um programa), o navegador abre uma janela perguntando ao usuário o que
fazer com o arquivo. Você pode salvá-lo em seu computador ou tentar executá-lo.

Como Criar uma Página Web em 15


Passos
Apesar de termos tantas possibilidades para inserir em uma página, tais como ima-
gens, sons, animações, hyperlinks, etc., as páginas Web não passam de documentos
de texto simples. Você poderia produzi-las em um editor de texto simples, como o
Notepad do Windows.
A única coisa que temos que observar é que, para isso, temos que utilizar marca-
ções especiais, que são os códigos que irão identificar os diversos elementos dentro
das páginas. Alguns elementos são marcados como títulos, outros como parágrafos,
       

outros como imagens e links. Essas marcas são chamadas de T AGs e estão especi-
ficadas dentro da linguagem utilizada para criar as páginas Web: o HT ML.
Normalmente uma página HTM inicia-se assim:
<html>
<head>
<title>T ítulo do site</title>
</head>
<body>Conteúdo do site</body>
</html>
Vejamos em passos simples, como montar uma página em HTML. Logicamente
que aqui eu coloco apenas alguns passos básicos. Depois é recomendável um livro
específico sobre essa linguagem, ok? Vamos lá:
Passo 1 – Abra o Bloco de Notas do Windows (notepad).
Passo 2 – Digite o texto a seguir no bloco de notas:
<HT ML>
<HEAD>
<T ITLE> </TIT LE>
</HEAD>
<BODY>
</BODY>
</HT ML>

Agora salve o seu arquivo como index.htm.

Nota: Lembre-se de salvar todos os arquivos escrevendo seu nome usando ape-
nas letras minúsculas. Isso serve para imagens e para arquivos HT ML. Normal-
mente a primeira página da sua Homepage tem que se chamar inde x.htm, mas
alguns dos serviços de hospedagem, por causa da configuração dos servidores
deles, pedem que a sua homepage se chame inde x.html ou de fault.htm ou ainda
de fault.html. Veremos caso a caso nos exemplos que escolhi para este livro
mais à frente, certo?

Passo 3 – Atenção é fundamental. Já deu para perceber, que todos os comandos


que você escreveu no Bloco de Notas começam e terminam. Veja os exemplos:
<T ITLE> e </T ITLE> ou então <BODY> e </BODY>. Repare que o fechamento é
sempre com o símbolo “ /” antes do nome. Esses comandos são chamados de
   
      

T AGs. Entre essas T AGs é que iremos escrever tudo o que vai em nossa página.
Entre as T AGs T ITLE, você deve colocar o título da sua homepage. Por exemplo:
<TITLE> Esta é a home page do Fulano De Tal </TITLE>
Agora que você já sabe, vá até a sua página no Bloco de Notas e coloque um título
na sua página. O título de sua página é o que vai aparecer lá na barra (normalmente
azul) mais alta do seu navegador.

Passo 4 – Também podemos acrescentar características DENT RO das T AGs,


como para definir a cor ou a imagem do fundo da sua homepage.
Dentro da T AG BO DY coloque o seguinte: BGCO LO R=“YELLOW” – veja o
exemplo:
<BO DY BGCO LOR=“YELLOW”>
Isso irá deixar o fundo de sua página toda amarela. Você pode mudar a cor escre-
vendo no lugar do YELLOW, o nome da cor que você quiser, mas sempre em in-
glês. O mais correto, no entanto, é utilizar um padrão de cores que chamamos de
hexadecimal. Ele é composto por uma combinação de 6 números e letras que nos
permitem chegar a qualquer cor. Veja um exemplo:
<BO DY BGCO LOR=“#800000”>
Esta combinação é a cor vermelho escura, ou vinho.
Notem que precisamos colocar o símbolo do jogo da velha “#” antes da combina-
ção de 6 números e letras. Infelizmente o livro não é colorido, mas aqui vão as
principais cores e seus códigos para você utilizar em suas páginas.
Somente os nomes de cores acompanhados de asterisco podem ser utilizados no
lugar dos códigos.

Nome da cor Código da cor


*White #FFFFFF
*Red #FF0000
*Green #00FF00
*Blue #0000FF
Magenta #FF00FF
Cyan #00FFFF
*Yellow #FFFF00
*Black #000000
*Aqua #70DB93
Baker's Chocolate #5C3317
       

Blue Violet #9F5F9F


Brass #B5A642
Bright Gold #D9D919
Brown #A62A2A
Bronze #8C7853
Bronze II #A67D3D
Cadet Blue #5F9F9F
Cool Copper #D98719
Copper #B87333
Coral #FF7F00
Corn Flower Blue #42426F
Dark Brown #5C4033
Dark Green #2F4F2F
Dark Green Copper #4A766E
Dark Olive Green #4F4F2F
Dark Orchid #9932CD
Dark Purple #871F78
Dark Slate Blue #6B238E
Dark Slate Grey #2F4F4F
Dark Tan #97694F
Dark T urquoise #7093DB
Dark Wood #855E42
Dim Grey #545454
Dusty Rose #856363
Feldspar #D19275
Firebrick #8E2323
Forest Green #238E23
*Fuchsia #FF00FF
Gold #CD7F32
Goldenrod #DBDB70
*Gray #C0C0C0
Green Copper #527F76
Green Yellow #93DB70
Hunter Green #215E21
Indian Red #4E2F2F
   
      

Khaki #9F9F5F
Light Blue #C0D9D9
Light Grey #A8A8A8
Light Steel Blue #8F8FBD
Light Wood #E9C2A6
*Lime #32CD32
Mandarian Orange #E47833
*Maroon #8E236B
Medium Aquamarine #32CD99
Medium Blue #3232CD
Medium Forest Green #6B8E23
Medium Goldenrod #EAEAAE
Medium Orchid #9370DB
Medium Sea Green #426F42
Medium Slate Blue #7F00FF
Medium Spring Green #7FFF00
Medium T urquoise #70DBDB
Medium Violet Red #DB7093
Medium Wood #A68064
Midnight Blue #2F2F4F
*Navy #23238E
Neon Blue #4D4DFF
Neon Pink #FF6EC7
New Midnight Blue #00009C
New T an #EBC79E
Old Gold #CFB53B
*Olive #808000
Orange #FF7F00
Orange Red #FF2400
Orchid #DB70DB
Pale Green #8FBC8F
Pink #BC8F8F
Plum #EAADEA
*Purple #800080
Quartz #D9D9F3
       

Rich Blue #5959AB


Salmon #6F4242
Scarlet #8C1717
Sea Green #238E68
Semi-Sweet Chocolate #6B4226
Sienna #8E6B23
*Silver #E6E8FA
Sky Blue #3299CC
Slate Blue #007FFF
Spicy Pink #FF1CAE
Spring Green #00FF7F
Steel Blue #236B8E
Summer Sky #38B0DE
T an #DB9370
*T eal #008080
Thistle #D8BFD8
T urquoise #ADEAEA
Very Dark Brown #5C4033
Very Light Grey #CDCDCD
Violet #4F2F4F
Violet Red #CC3299
Wheat #D8D8BF
Yellow Green #99CC32

Veja a página http://www.netlive.com.br e clique no link Fe rramentas.


Lá você encontrará um link para esta tabela de cores – há outros recursos interes-
santes nesse site que eu recomendo.
Além de podermos colocar um fundo com uma cor única em nossa página, pode-
mos também utilizar uma imagem, que irá se repetir em todo o fundo, criando uma
espécie de papel de parede.
Para quem utiliza o Windows, já deve estar bem familiarizado com isso.
É a mesma coisa.
No HT ML, a única coisa que temos que dizer é a localização do arquivo de ima-
gem. Como sugestão, para iniciarmos, eu aconselho a deixar todas as imagens no
   
      

mesmo diretório, ou seja, no mesmo local onde está guardando esta página
inde x.htm que estamos desenvolvendo. Fica mais fácil.
Para utilizarmos um fundo com uma imagem em nossa página, basta digitarmos
assim:
<BO DY BACKGRO UND=“image m.gif”>
Somente utilize imagens GIF ou JPG para esse fim. São os dois formatos que são
aceitos na Internet e também os menores em tamanho, facilitando assim o recebi-
mento via modem.

Dica: Quando estabelecemos que queremos uma imagem como papel de parede
para nosso site, eu recomendo que também coloquemos o fundo com uma cor
branca. Vou explicar. Quando não definimos a cor de fundo de uma página,
vários browsers a vêem como cinza, e fica feio, além de ser ruim para a leitura.

Acontece que, quando escolhemos usar uma imagem para fundo da página, por
causa da velocidade de conexão ainda ser baixa, a imagem demora mais para ser
carregada do que o texto. Então às vezes fica cinza com o texto em preto (ou a cor
que você definir) enquanto não se traz toda a imagem de fundo para repetir como
papel de parede.
Por isso como webdesigner eu sempre digo que deve-se colocar a cor de fundo em
uma página, ela tendo ou não uma imagem para papel de parede. E a cor que é
convenção para nós, normalmente é o branco.
Sendo assim, o código melhor para uso de imagem como fundo seria:
<BO DY BGCO LOR=“WHITE” BACKGROUND=“imagem.gif”>
ou, como já vimos antes na tabela de cores, o código do branco é #FFFFFF

<BO DY BGCO LOR=“#FFFFFF” BACKGRO UND=“imagem.gif”>

Passo 5 – Além de você ter um título em uma página, pode querer ter um título
para um parágrafo também. Com isso podemos dar maior ou menor importância
para um texto. Veja a seguir um texto falso apenas para ter idéia da importância de
se sobressair um título de parágrafo:
Sem título:
As batalhas de Napoleão Bonaparte
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incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nos-
trud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
       

Com título:
As batalhas de Napole ão Bonaparte
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incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nos-
trud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Ficou bem mais destacado, não é? Existem duas maneiras de criarmos esse tipo de
efeito. O mais simples dele é apenas aumentando o tamanho da fonte e utilizando o
negrito e a outra é utilizando T AGs prontas, como o H1 a H5, dependendo do ta-
manho que você quiser. H1 é o que deixa o título maior e H5 é o que deixa menor.
Volte ao Bloco de Notas.
De acordo com a última coisa que escrevemos deve estar parecido com isto:
<HTML>
<HEAD>
<TITLE>Esta é a home page do Fulano de Tal</TITLE>
</HEAD>
<BO DY BGCO LO R=“YELLOW”>
</BO DY>
</HTML>
Se você escolheu uma imagem de fundo ao invés de uma cor fixa, a T AG
<BODY> estará um pouco diferente como já vimos antes.
Agora escreva abaixo do <BODY BGCOLOR=“ YELLOW”>
<H1>Nome da Homepage </H1>

Passo 6 – Para que o título da sua homepage fique no centro da página, você pre-
cisa colocá-lo entre os TAGs <CENTER> </CENTER>. Para incrementar mais
seu título você pode usar as seguintes TAGs:
<CENTER> </C ENTER> – Coloca o texto ou o título no centro
<U> </U> – Sublinha o texto ou o título
<B> </B> – Deixa o texto ou o título em Negrito
<BLINK> </BLINK> – Faz o título ficar piscando (só funciona no Netscape)
<I> </I> – Deixa o texto ou o título em itálico
<P ALIGN=“RIGHT”> </P> – Alinha o texto à direita. Você também pode ali-
nhar destas outras maneiras:
   
      

LEFT – se você quiser que o texto fique alinhado à esquerda.


CENTER – se você quiser que o texto fique alinhado ao centro.
<MARQ UEE> </MARQ UEE> – Faz o título ficar correndo da direita para es-
querda (só funciona no Explorer).
<BR> – Muda de linha. É como se fosse o ENTER quando se escreve no WORD.

Passo 7 – O texto deve ser inserido abaixo do título. Não é obrigatório colocar
nenhuma T AG entre o texto. Basta escrevê-lo. No entanto, você pode incrementar
o seu texto usando as T AGs listadas antes. Você também pode mudar o tamanho e
a fonte da letra. Veja os exemplos:
<FO NT SIZE=“2” FACE=“Arial”> Escreva aqui o que quiser </FO NT>
<FO NT SIZE=“2” FACE=“Time s Ne w Roman> Oi, tudo bem? </FO NT>
Você pode também mudar a cor do seu texto, mais tome cuidado para não deixá-lo
ilegível. Isso acontece bastante quando estamos no começo e achamos uma ima-
gem de fundo muito legal. Aí quando a usamos e digitamos um texto, ninguém
mais consegue ler. É como aquela piada do urso branco em uma nevasca no
Alaska. Onde ele está? No entanto há várias e várias páginas assim. Cuidado para
sua página não se tornar uma piada então, ok? Seja criterioso com o que vai colocar
lá.
Para mudar a cor de seu texto, você precisa usar as seguintes TAGs:
<FO NT CO LO R=“GREEN”>Aqui vai um texto colorido</FO NT>.
Não se esqueça de que no lugar da cor verde que colocamos (GREEN), podemos
escrever o nome de outra cor qualquer em inglês, ou então o código dela.
Exemplo: <FO NT CO LOR=“#800000”>
Vejamos aqui um exemplo com várias das T AGs explicadas antes:
<HT ML>
<HEAD>
<T ITLE>Esta é a homepage do Fulano de T al</TIT LE>
</HEAD>
<BODY BGCOLOR=“ YELLOW”>
<FONT FACE=“ Arial” COLOR=“ #0000FF”>
<CENT ER><H1>Bem vindo a homepage do Fulano de T al </H1></CENT ER>
</FONT >
<P ALIGN=“ LEFT ”>
       

<FONT SIZE=“2” FACE=“ Arial” COLOR=“#800000”>Digite aqui o texto que


você quiser. Pode ser sobre seus hobbies, suas memórias, etc. <BR>
<U> Aqui vou querer um texto sublinhado </U> <BR>
<B> E aqui um texto em negrito </B><BR>
<BLINK> Aqui fica piscando, mas só no Netscape </BLINK><BR>
<I> E aqui vai ficar tudo em itálico </I>
<MARQUEE> Se estiver usando o Internet Explorer, aqui vai ficar correndo, cor-
rendo e correndo sempre... </MARQUEE><BR>
</FONT >
</P>
</BODY>
</HT ML>

Veja como ficou sua home page!


Localize seu arquivo index.htm e dê dois cliques nele. Isso vai abrir o seu arquivo
no navegador que possui. Se tudo deu certo, na barra superior do seu browser (ou
navegador) vai estar escrito o nome da sua homepage, o fundo vai estar da cor que
você colocou, ou com a imagem que você escolheu e os textos que digitamos tam-
bém.
Perceba que as T AGs também possuem uma certa ordem, ou seja, elas atuam de
acordo com uma certa ordem.
No nosso exemplo, veja que eu determinei uma cor azul forte para o título. Mas
somente para ele. O resto do texto está em vermelho escuro. Para isso, tive que
colocar ANTES do título as T AGs <FO NT FACE=“Arial” CO -
LO R=“#0000FF”> e logo após o fechamento daquela T AG de fonte </FO NT>
Para o texto abaixo, eu abri com a T AG <FO NT SIZE=“2” FACE=“Arial” CO -
LO R=“#800000”> e só lá embaixo, que é quando eu terminei o meu texto mesmo,
eu fechei a T AG de fonte </FO NT>
Repare também que no primeiro caso, que é o do título, eu não especifiquei o ta-
manho da fonte como no outro caso (SIZE=“2”), e isso porque o tamanho do título
já estava sendo especificado pelas T AGs H1.
Veja a imagem para poder visualizar melhor as hierarquias entre as T AGs da pági-
na criada:
   
      

Com exceção da T AG <BR> neste exemplo, que é colocada isoladamente, sempre


temos que fechar as TAGs, obedecendo onde queremos que tal efeito nas letras
termine ou inicie, etc.
Existem outras T AGs que também não precisam de finalização, uma delas é a de
inclusão de imagens. Vamos ver agora.

Passo 8 – Como você já sabe, podemos também inserir imagens em um docu-


mento HT ML. Os formatos mais usados são GIF e JPG, pelas razões que já expli-
quei.
Para inserir uma imagem, use a TAG <IMG SRC> sem a TAG de finalização.
Exemplo: < IMG SRC=“imagem.gif”>.
Lembre-se de que a imagem deve estar na mesma pasta do arquivo inde x.htm,
pelo menos por enquanto. T oda vez que adicionar alguma nova T AG em sua pági-
na no bloco de notas lembre-se de salvá-la também.

Passo 9 – Como fazer links. Links são aquelas frases ou palavras, que, quando
você clica, nos levam para outra página. Vamos supor que você queira colocar um
link na sua página inicial (index.htm), para uma página sobre os filmes que você
mais gosta. Para isso teria que criar a T AG
<A HREF=“filmes.htm”>Conheça aqui os filmes que mais gosto </A>
Podemos criar essa página logo abaixo da TAG MARQUEE, como segue:
<MARQ UEE> Se e stive r usando o Inte rne t Explorer, aqui vai ficar correndo,
correndo e correndo sempre ... </MARQ UEE><BR>
       

<A HREF=“filmes.htm”>Conheça aqui os filmes que mais gosto </A><BR>


Depois de colocar essa T AG, salve seu arquivo.
Agora você deve abrir outro Bloco de Notas do Windows e fazer outra página fa-
lando dos filmes que mais gosta. Se não quiser abrir outro bloco de notas, basta
utilizar o menu Arquivo – Novo (ou File – Open em inglês) e uma nova página em
branco surgirá no lugar do seu arquivo index.htm que acabou de salvar.
Essa página poderia ser algo como segue:
<HT ML>
<HEAD>
<T ITLE>Oi. Esta página fala sobre os filmes que mais gosto</TIT LE>
</HEAD>
<BODY BGCOLOR=“ #FFFFFF”>
<FONT FACE=“ Arial” COLOR=“ #0000FF”>
<CENT ER><H1>Estes são os filmes que mais gosto</H1></CENT ER>
</FONT >
<P ALIGN=“ LEFT ”>
<FONT SIZE=“2” FACE=“ Arial” COLOR=“#000000”>Gosto muito de: <BR>
Casablanca<BR>
T wister<BR>
Matrix<BR>
E o vento levou... <BR>
entre outros.<BR>
<A HREF=“ index.htm”>Voltar para a homepage</A>
</FONT >
</P>
</BODY>
</HT ML>
Veja que na página filmes.htm (salve-a com esse nome), eu coloquei um hyper-
link lá embaixo também para voltarmos à nossa homepage. T emos sempre que
pensar bem antes de ficarmos incluindo links pelas páginas, se queremos que nosso
visitante volte algum dia. Se não tivéssemos colocado um link para retornar à ho-
mepage, ele teria que usar o botão do próprio navegador para isso. E o melhor é
sempre o nosso visitante poder ir e voltar para onde quiser em nosso site.
Por isso existem sites com menus em todas as páginas. Um menu nada mais é do
que vários links apontando para todas as páginas de seu site, ou pelo menos para as
principais, de tal maneira que podemos navegar livremente pelo site sem nos sen-
tirmos perdidos.
   
      

Você também pode fazer um link para a página de um amigo seu, ou uma página
que você gostou:
< A HREF=“http://www.ende re codoseuamigo.com.br”>Visite a página de
meu amigo</A>
ou
< A HREF=“http://www.se rvidor.com.br/seuamigo”>Visite a página de meu
amigo</A>
ou
< A HREF=“http://www.cade .com.br”>Visite o Cadê </A>
No caso de ser um link para uma página ou um site que não o seu, como o exemplo
anterior, de seu amigo ou do Cadê, ou algo assim, eu aconselho a colocar a se-
guinte T AG dentro do <A HREF... :
< A HREF=“http://www.enderecodoseuamigo.com.br” TARGET=“_blank”>
Visite a página de meu amigo</A>
Isso vai fazer com que uma nova janela do navegador se abra na página indicada. O
importante é que o seu visitante vai ter duas janelas: uma com o seu site ainda e
outra com o site que você indicou. Se colocarmos o link direto, o SEU visitante irá
visitar outras páginas e talvez não volte tão cedo. Ou seja, você passou o bastão
adiante e perdeu a atenção do seu visitante. Por isso é interessante manter os dois
sites abertos.
Existe também a possibilidade de fazer um link para seu e-mail. Assim, quando ele
for clicado, o seu visitante poderá lhe enviar uma mensagem pelo programa leitor
de e-mail dele. Veja como:
<A HREF=mailto:use rname @prove dor.com.br>Mande-me um e-mail</A>
Essas T AGs de link associadas ao mailto: permitem que os visitantes mandem e-
mail para o autor do site, ao clicar no endereço.

Passo 10 – Veja como podemos aproveitar melhor os recursos da TAG BODY


para incrementar os links. É na T AG BODY que se define a cor ou imagem de
fundo, como já foi dito. Mas é também no BODY que definimos a cor dos links
antes e depois de serem clicados, e também a cor inicial do texto. Todo texto que
não estiver entre as T AGs <FONT COLOR=“ COR”></FONT > fica da cor inicial.
Veja só que interessante. Então não precisaríamos ficar digitando COLOR=“ COR”
em toda T AG FONT . Poderíamos simplesmente definir a cor inicial na T AG BO-
DY e, se quisermos, podemos definir somente uma palavra ou parágrafo para mu-
dar de cor, como o título, que deixamos em azul, lembra? O resto do texto estava
em vermelho escuro. Podíamos definir a cor vermelho escuro na T AG BODY so-
mente e mudar apenas para o título. Para isso, basta escrever assim a TAG BODY:
       

<BODY BGCOLOR=“ #FFFFFF” TEXT=“#000000”>


Viu como é fácil?
Para mudar as cores dos links escreva dentro do TAG BODY:
LINK=“CO R” – Cor dos links
VLINK=“CO R” – Cor dos links já visitados
ALINK=“COR” – Cor dos links Ativos – O link fica ativo quando você clica nele.

Passo 11 – Criando links em imagens. Além do link em textos, podemos também


criar links com imagens. Sendo assim, quando seu visitante clicar numa figura, ele
será direcionado para a página indicada. É o que acontece com essa enorme quanti-
dade de sites que possuem botões ao invés de links com textos. É assim que eles
fazem.
Primeiramente crie um arquivo de imagem (GIF ou JPG) ou copie alguma imagem
para a mesma pasta onde você está guardando os arquivos index.htm e filmes.htm.
Escreva o seguinte o comando na página index.htm:
<A HREF=“filmes.htm”><IMG SRC=“imagem.gif” BORDER=“0”></A>
Você pode modificar o valor de BORDER definindo a largura da borda da imagem.
Nós, profissionais da área, preferimos a borda igual a zero mesmo.
No lugar do nome imagem.gif coloque o nome de sua imagem. Lembre-se de, ao
criar uma imagem, não exagerar no tamanho. Normalmente, um botão não mede
mais que 120 pixéis de largura por 30 de altura. T alvez até menos.
Uma imagem pode ter o tamanho que você quiser, mas ao colocá-la em sua página,
tenha bom gosto e veja se não “exagerou” um pouquinho, ok?

Passo 12 – Colocando uma música de fundo. Existem várias maneiras de colocar


música em sua página. Veja como fazer isso para o Interne t Explore r. Para tocar
música em sua Home Page, inclua a T AG: <BG SOUND=“arquivo.mid” LO-
OP=INFINITE>.
Ao invés de arquivo.mid, você pode colocar também arquivo.wav. E ao invés de
LOOP=INFINITE você pode colocar LOOP=(quantidade de vezes que você quer
que a música toque ou que o som se repita). Lembre-se de que o arquivo MIDI ou
WAVE deve estar no mesmo diretório de sua página por enquanto.
Para o Ne tscape, o comando é outro: <EMBED SRC=“ arquivo.mid AUT OS-
T ART =“true” VOLUME=“100” WIDTH=“0” HEIGHT =“0” CON-
T ROLS=“none”>
   
      

Dica: Os arquivos MID são bem menores que os arquivos WAV

Como você viu, os dois navegadores mais usados utilizam T AGs diferentes. Então,
inclua esses dois comandos na sua homepage, pois assim, quem usa um desses dois
browsers (a imensa maioria), irá escutar a música, enquanto que, se você colocar
apenas um deles, estará prejudicando vários visitantes. Se você colocar esses co-
mandos na primeira página, todos que entrarem na sua homepage ouvirão automa-
ticamente a música. Apesar de ser um recurso que era muito interessante há um
tempo atrás, ele acabou ficando muito “ batido” e chato, porque como todos sabem,
o gosto musical de cada um é muito diferente uns dos outros. Outro motivo é que
cada vez mais a Internet está presente no ambiente de trabalho, e sites com música
acabam chamando demasiada e desnecessária atenção.

Passo 13 – Incluindo gifs animados em sua página. Gifs animados são imagens
em formato GIF que fazem animações. Você mesmo pode fazer os seus usando o
programa Microsoft GIF Animator procurando-o no site da Microsoft
(http://www.microsoft.com). Infelizmente, você vai ter que se virar para fazer um
gif animado.
O mais fácil é sair pela internet procurando gifs animados. Assim que localizar al-
gum de seu interesse, clique com o botão direito do mouse no gif e escolha salvar
figura como... na mesma pasta onde está guardando os outros arquivos.
Se você quiser, pode fazer links com os gifs animados do mesmo jeito que se faz
com as imagens comuns.

Passo 14 – Criando tabelas. As tabelas são muito úteis e muito usadas em todas
as páginas. Elas são um pouco complicadas de se entender mas vou tentar passar
uma noção básica. Como disse, é necessário depois um aprofundamento na lingua-
gem HT ML, além de mais exercícios. O uso de programas como o FrontPage ou o
Dreamweaver também ajudam e muito na criação de página.
O que eu demorava 30 minutos preparando, agora consigo em 5 ou 10 minutos
apenas. Isso agiliza muito o trabalho. Os comandos básicos para criação de uma
tabela são:
<TABLE> </TABLE>:Para iniciar e terminar uma tabela
<TR> </TR>: Para iniciar e terminar uma linha
<TD> </TD>: Para iniciar e terminar célula
Exemplo:
<T ABLE BORDER=“ 1”>
<T R>
<T D>Cel. 1 Linha 1</T D>
       

<T D>Cel. 2 Linha 1</T D>


</T R>
<T R>
<T D>Col. 1 Linha 2</T D>
<T D>Col. 2 Linha 2</T D>
</T R>
</T ABLE>

Vai ficar assim:

Cel. 1 Linha 1 Cel. 2 Linha 1

Cel. 1 Linha 2 Cel. 2 Linha 2

Vou explicar linha a linha:


<T ABLE BORDER=“ 1”> – aqui criamos uma tabela com borda igual a um (1)
<T R> – aqui estamos criando uma linha
<T D>Cel. 1 Linha 1</T D> – agora colocamos uma célula nessa 1a linha
<T D>Cel. 2 Linha 1</T D> – criamos outra célula na mesma linha
</T R> – fe chamos a primeira linha, então ficamos com 2 células nela
<T R> – criamos outra linha agora
<T D>Col. 1 Linha 2</T D> – estamos criando uma célula na segunda linha
<T D>Col. 2 Linha 2</T D> – criamos agora uma 2 a célula na 2a linha
</T R> – fe chamos a segunda linha
</T ABLE> – fechamos a tabela
Você também pode alterar a borda e a cor da tabela. Na T AG <T ABLE> você pode
mudar o tamanho da borda da tabela inserindo a opção BORDER=“ X”. X é o ta-
manho que você quiser para a borda da tabela. O tamanho pode variar de 0 a 99.
Exemplo: <TABLE BO RDER=“2”>
Na T AG <T D> você pode alterar a cor da célula inserindo a opção BGCO-
LOR=“ COR”. COR é o código da cor que você quiser.
Exemplo: <TD BGCO LOR=“#000080”>
Você pode mudar a imagem de fundo da célula com a opção
BACKGROUND=“ IMAGEM.GIF”
Exemplo: <TD BACKGRO UND=“fundo.gif”>
   
      

Passo 15 – Agora que você já tem alguns elementos, pode ir criando suas pági-
nas. Vá sempre estudando para aprimorar seus conhecimentos. Há muitos tutoriais
grátis na Internet.
Mas sabe qual tem que ser sempre o último passo que você deve dar antes de en-
viar suas páginas e imagens para a Internet? T estar e testar e testar exaustivamente
suas páginas, seus links e tudo o mais dentro de seu site. Teste cada link da página,
verifique se cada imagem está aparecendo direito, e se os textos estão do jeito que
você quer. Se estiver tudo OK, aí sim você poderá enviar sua página para a Inter-
net.
CAPÍTULO 2

APRENDENDO A IDENTIFICAR OS
RECURSOS DISPONÍVEIS

Como você deve se lembrar, expliquei que cada lugar onde formos colocar nossas
páginas na Internet nos oferece diferentes ferramentas, possui maneiras diferentes
de, por exemplo, fazer um formulário funcionar, e nos permite utilizar determina-
dos recursos e outros não.

Por que não Usar meu Computador


como Servidor para meu Site?
Vamos começar esclarecendo uma dúvida bem básica: “Por que temos que mandar
nossas páginas para outro lugar que não o meu computador? As pessoas não con-
seguem ver meu site de outra forma?”.
A resposta mais simples seria não. Isso porque as suas páginas devem estar dentro
de um computador que esteja sempre ligado na Internet e possua alguns softwares
específicos para permitir o acesso a essas páginas.
Na verdade, para ter acesso aos seus arquivos, ou melhor, às suas páginas, a pessoa
que estivesse na Internet teria que saber qual o endereço por onde ele poderia achar
o seu site. É por isso que, para encontrar um site, temos que digitar
http://www.o_endereço_do_site.com.br por exemplo. Ou então podemos também
usar um número chamado IP. Vamos aprender mais sobre ele.
Toda vez que entramos na Internet, nosso provedor de acesso nos fornece um nú-
mero que nos identifica naquela hora e naquela conexão, que é o que chamamos de
IP – Internet Protocol. Se desligarmos nosso computador do provedor e voltarmos
a ligar, possivelmente teremos outro número IP. É escolhido aleatoriamente, ao
acaso. O IP que estiver disponível será o que iremos usar. Somente por esse motivo
não poderíamos ter nosso site em nosso computador.
Porém existem hoje em dia conexões via cabo (que são extremamente mais rápidas
que as via modem). No futuro próximo, somente conexões assim serão viáveis, já


   
      

que o limite de velocidade dos modens convencionais chegou ao máximo. Quem


quiser uma conexão mais rápida terá que optar por Internet via cabo, ou via rádio
ou outros meios ainda em desenvolvimento. Acontece que essas conexões via cabo
têm um diferencial sobre o modo como nos conectamos hoje em dia. Como elas
ficam 24 horas no ar, elas nos dão um IP fixo.
Dessa forma seria até possível que um amigo nosso, ao digitar o número IP de nos-
so computador/conexão conseguisse ver um site que criamos e estamos hospedan-
do em nosso computador. No entanto agora teríamos uma outra limitação: os
softwares que precisariam estar instalados para que isso fosse possível. T eríamos
que ter um serviço Web como o IIS da Microsoft ou outro como o Apache.
Sem esses programas também não há como identificar as páginas em nosso com-
putador. E esses softwares que eu citei, que são os melhores e os mais utilizados,
não rodam em Windows 98. Precisam de um NT no caso do IIS ou então de um
Unix para o Apache. Isso sem contar outros softwares como um firewall para im-
pedir que “ engraçadinhos” venham bisbilhotar em seu computador e até mesmo
deletar algum arquivo importante.
Pelo seu rosto estou vendo que a coisa complicou, certo?
Pois bem, resumindo:
a) Outras pessoas só conseguem ver nossos arquivos e páginas na Web se
souberem nosso número IP, que é o número que nos identifica na Internet
quando estamos ligados nela.
b) Como normalmente nosso número IP muda a cada conexão, porque ainda
utilizamos conexão via modem, isso é muito difícil.
c) Mesmo utilizando um número IP fixo – o que acontece com serviços de
Internet rápida via cabo – teríamos que ter um programa de Web em nosso
computador que nos transformaria em servidores Web.
d) Se desligássemos o computador alguma hora do dia, nosso site estaria
“ fora do ar” e ninguém mais poderia vê-lo até ligarmos novamente a má-
quina.
e) Há sempre o perigo de quem for acessar nosso computador não ser um
amigo, e sim um hacker querendo apenas “ detonar” nosso micro.
T alvez agora tenha ficado mais claro. Ou talvez somente com o tempo você possa
entender plenamente isso que expliquei. É como um filme que, ao ser visto pela
segunda vez, nos permite notar alguns trechos não percebidos anteriormente.
               

No entanto, deu para entender que não é nem mais simples nem mais conveniente
mantermos um servidor em casa, ou seja, um computador ligado 24 horas por dia
para manter nosso site no ar. Para isso existem os serviços de hospedagem na In-
ternet, sejam eles gratuitos, como no caso de alguns provedores de acesso que nos
oferecem alguns megas de espaço para criarmos nossas páginas ou então os servi-
ços pagos, mais profissionais e cheios de recursos, mas ainda assim, pagos.
Respondida a questão sobre o porquê de não colocarmos nosso site em nosso pró-
prio computador, restam-nos as alternativas de sites na Internet que nos deixem pôr
nosso site gratuitamente ou aqueles pelos quais temos que pagar para isso.
T anto no caso de nosso provedores de acesso, que nos oferecem algum espaço para
as páginas, quanto nos outros sites que oferecem espaço gratuito bastando nos ca-
dastrarmos, temos normalmente um pequeno inconveniente: a maioria deles coloca
algum banner em nossas páginas, queiramos ou não. Salvo alguns lugares, logica-
mente. Não podemos generalizar.
Banners são a forma os provedores arranjaram para que aquele espaço “ gratuito”
tenha algum retorno financeiro para eles, o que até acho muito justo no caso de si-
tes gratuitos. Primeiramente porque normalmente eles nos oferecem muito mais
espaço e muito mais recursos até do que aqueles oferecidos pelos nossos provedo-
res de acesso. E em segundo lugar porque também eles têm que sobreviver. Esta-
mos nos utilizando de um serviço gratuito e vamos aproveitar para aprender e des-
envolver nosso site.
Quando virmos que vale a pena, sempre poderemos desembolsar uma grana e pa-
gar um serviço de hospedagem, onde teremos ainda mais espaço, mais recursos e
não iremos precisar de banners (a não ser os nossos, lógico).
Outro inconveniente dos serviços gratuitos é o endereço utilizado para acessar as
nossas páginas. Não podemos ter algo como www.nossonome .com.br sem pagar
por isso, então normalmente será algo como
http://www.provedor_do_serviço.com.br/nossonome ou até
http://nossonome.provedordoserviço.com.br. Nada muito complicado, mas às ve-
zes é difícil de guardar.
Já que você agora sabe o porquê de aparecer banners ou janelas pop-up (aquelas
pequenas janelas que abrem quando entramos em algum site), saiba que em alguns
lugares teremos que colocar por nossa conta mesmo o código nas páginas (veja só
que já começamos a ter que entender o HT ML de que falei antes). Na maioria dos
sites de hospedagem, eles já possuem um sistema automático que insere esses
anúncios mesmo se não quisermos ou não tendo colocado nenhum código em nos-
sas páginas. Esse é o sistema mais utilizado hoje em dia. Como muita gente se con-
   
      

fundia na hora de colocar o código em suas páginas, optaram por inventar um sis-
tema onde os anúncios são incluídos sem precisar que nós o façamos.
Para quem é radicalmente contra banners, saiba que muitos sites de hospedagem
permitem que paguemos para não ter mais a aparição dos mesmos. Mas aí você
coloca tudo na ponta do lápis e constata que muitas vezes não compensa. Depende
muito do que você deseja para seu site e de quantas pessoas o visitam diariamente.
Se o fluxo de visitantes é pequeno não se aflija. No entanto, se for grande (mais de
200 visitas diárias), já seria interessante pensar em um site sem esses banners inde-
sejados ou essas janelas pop-up que ficam abrindo (na verdade as janelas são um
novo browser menor e sem os botões, mas que diminuem a performance de seu
micro, já que a cada programa ou a cada janela de programa que você utiliza, o seu
sistema operacional despende uma série de recursos como memória, etc., para esse
fim, deixando seu computador mais devagar).
Cabe aqui salientar novamente que não sou contra banners. T odo site tem que ter
seus banners para poder sobreviver. É do dinheiro arrecadado com esses anúncios
on-line que vários serviços sobrevivem. É como proibir a T V de veicular anúncios
ou de arrancarmos os outdoors das ruas.
No entanto se os banners forem seus ou se você estiver lucrando de certa forma
com isso, então aí vale a pena.
Repito aqui que, no caso dos sites que lhe oferecem um espaço gratuito na Internet,
é assim que eles sobrevivem: com os banners em seu site. E quando você não de-
seja que esses banners sejam veiculados em suas páginas, tem que pagar uma
quantia para que nenhum dos dois lados perca. Isso é absolutamente normal.
Acostume-se com a idéia dos banners. Quem sabe um dia você terá um site tão vi-
sitado que você mesmo irá querer fazer publicidade nele ou mesmo nos outros si-
tes? Muita gente começou pequena na Internet e hoje em dia aparece fazendo
anúncios em grandes portais.
Retomando:

• existem os espaços “ gratuitos” que são os hospedados em nossos provedo-


res de acesso;

• existem os espaços gratuitos onde temos mais recursos mas temos que co-
locar banners ou pagar para não tê-los;

• e também temos uma terceira alternativa, que são os sites de hospedagem


pagos. Normalmente variando entre 15 e 40 reais mensais nos oferecem
               

um endereço mais simples de ser lembrado, um espaço maior e vários ou-


tros recursos.
Cabe a cada um decidir qual é a melhor alternativa para o momento. Podemos co-
meçar com um site em nosso provedor de acesso ou então um gratuito com exibi-
ção de banners e depois migrar para um serviço totalmente pago, que é o que re-
comendo para sites pessoais. Comece de baixo e vá se acostumando, aprendendo,
e, aos poucos, progrida até um site onde você tenha tudo o que precisa e a comodi-
dade de escolher se quer ou não ter anúncios em suas páginas.

Lista de Recursos Disponíveis em


Sites de Hospedagem
Vamos agora aprender a identificar os recursos que normalmente cada um desses
sites de hospedagem gratuitos nos oferecem e o que são esses recursos.
Vejamos a lista dos recursos disponíveis mais ofertados:
1. Espaço que varia de 5 a 50 MB (megabytes). Para se ter uma idéia, com
5 MB é possível ter cerca de 200 páginas com 25 KB cada uma com o
equivalente a umas 15 páginas de Word cada uma, por exemplo, o que é
um monte de texto. Se fôssemos comparar com o Word, 5 MB daria para
armazenar um documento de aproximadamente 3000 páginas.
Logicamente isso sem nenhuma imagem ou sem nenhuma tabela.
Mas mesmo assim, veja que 5 MB são o suficiente para muitos e muitos
sites existentes. Essa é a vantagem da Internet: arquivos pequenos.
2. Páginas de registro de seus visitantes. São formulários onde os visitantes
de seu site podem deixar informações sobre eles e também alguma crítica
ou sugestão sobre o site.
3. Páginas de pesquisa. Caso seu site tenha muito conteúdo, é interessante
fornecer uma ferramenta onde seu visitante possa buscar a informação que
ele procura de uma maneira fácil e rápida.
4. Listas de mensagens, onde seus visitantes podem participar de uma dis-
cussão por exemplo. É muito útil e divertido também em várias modalida-
des de sites, como por exemplo, um sobre jogos. Cada visitante poderá dar
sua opinião sobre um novo game que foi lançado.
5. Acesso via FTP. É um dos itens mais importantes. O File Transfer Proto-
col nos ajuda a enviar os arquivos de dentro de nosso computador para
   
      

nosso site na Internet de um modo rápido e eficiente. É tão universal que


podemos até enviar arquivos utilizando a janela do DOS do Windows
(desde que estejamos conectados à Internet).
6. Acesso via FrontPage 2000 ou outro software como o Trelix. É também
muito útil para transferência de arquivos.
7. Ge renciador de Arquivos on-line. Um sistema onde, através de seu re-
gistro com senha, poderá acessar, através do seu browser de qualquer local
do mundo, os seus arquivos e modificá-los também on-line. Como disse
antes, é superinteressante ter essa facilidade, mas convém lembrar que
normalmente é um recurso com velocidade reduzida para grandes modifi-
cações ou grandes arquivos.
8. Sistema de Procura para que seus visitantes achem o que procuram dentro
de suas páginas ou na Internet.
9. Notícias. Através de um código, os visitantes de seu site poderão ler as úl-
timas notícias do dia, disponíveis infelizmente apenas para alguns sites
como o Yahoo! GeoCities. Pode-se escolher entre vários tipos de notícias,
que veremos depois.
10. Contadores de páginas, para você saber quantas vezes sua página foi vista.
11. Relógios de hora e relógios de contagem regressiva para várias finalida-
des, como por exemplo, dizendo quantos dias faltam para seu aniversário,
para o nascimento do bebê, para o final do ano, para uma festa ou o lança-
mento de algum serviço ou empresa.
12. Se rviços de mídia streaming, ou seja, você pode utilizar streamings como
RealPlayer onde os seus visitantes poderiam ouvir sua voz ou música em
tempo real.
13. Comunidades on-line, com o que poderíamos chamar de “ bairros virtuais”
onde as pessoas com determinados interesses escolhem ter seus sites ali.
Dessa forma acabam formando amizades com seus “vizinhos virtuais” e
desenvolvendo novas relações, um podendo ajudar o outro em ambos os
sites. Normalmente há uma espécie de prefeito ou síndico que é a pessoa
mais experiente e que acaba ajudando a todos os que “ moram” nesse “ bair-
ro virtual”.
14. E-mail gratuito, ótimo para você entrar em contato com seus visitantes e
seus amigos.
               

15. Possibilidade de colocar mais banne rs e lucrar com isso. Serviço onde,
através de banners (anúncios animados ou não) colocados em nosso site,
ganhamos pontos ou dinheiro de acordo com a proporção em que eles são
vistos ou clicados.
16. Diretórios com cliparts e imagens para você escolher e poder usar em seu
site. Normalmente é bem simples, mas ajuda bastante quem está começan-
do e não tem idéia de onde encontrar suas primeiras imagens.
17. Jogos on-line para você poder colocar em seu site, mas nada de apostas em
dinheiro, pois isso é proibido. Apenas jogos bem simples para atrair visi-
tantes ao seu site.
Como vimos, temos mais do que uma dezena de recursos que identifiquei. E isso é
só o começo. Existem muitos mais. T emos sites que hospedam páginas que nos dão
acesso a bancos de dados, ou seja, podemos ter uma base de dados em msql (mini
SQ L) ou em Access, o mais comum, onde poderemos armazenar informações e ter
um site mais dinâmico; temos outros que estão surgindo onde poderemos colocar
páginas para celulares, utilizando a tecnologia chamada WAP, espaços que aceitem
outros tipos de arquivos como MP3, SHTML, P ERL, PHP, ASP, ou seja, infini-
tas possibilidades que só tendem a aumentar de acordo com a procura.
Há pouco tempo, as mudanças ocorriam anualmente até na rede mundial, mas ago-
ra novos programas e novas funcionabilidades nos impulsionaram cada vez mais
rápido, e praticamente a cada semana há algo novo, levando mais alguns meses
apenas para que sejam efetivados. E a velocidade aumenta cada vez mais. Mas não
se assuste. Com o básico você irá muito longe, e depois aprenderá pelo caminho. O
primeiro passo você já deu, que é a vontade de progredir e colocar seu site na In-
ternet. Vamos então continuar nossa jornada.
Vimos, portanto, que existem diversos tipos de recursos que o lugar onde vamos
hospedar nossa homepage e as outras páginas pode nos oferecer. Temos que identi-
ficar os mais importantes. Entre eles, com certeza os mais relevantes são:
Espaço – quanto mais melhor, com certeza. Apesar dos arquivos pequenos que
devemos usar na Internet, podemos, por exemplo, algum dia precisar disponibilizar
um arquivo com uma apresentação para amigos ou deixar uma música para que
outros a peguem depois, ou mesmo nós possamos ter acesso a esses arquivos seja
no nosso trabalho, em casa ou em viagem.
Páginas com formulários, seja para pesquisa ou para registro de seus visitantes.
Acesso via FTP – por ser um dos mais rápidos métodos de transmissão de arqui-
vos, é de extrema importância ter esse serviço disponível.
   
      

Acesso via FrontPage 2000 ou outro software como o Trelix – também com
certeza é muito útil, pois permite não apenas enviar arquivos com também editá-los
on-line. Na transferência de arquivos é mais lento que o via FTP, mas porque nor-
malmente verifica links evitando assim alguns erros básicos também.
Ge renciador de Arquivos on-line, para que, na impossibilidade de se ter por perto
um computador com os programas que você utiliza para criação e envio de páginas,
como o FrontPage, o Dreamweaver ou o CuteFTP, você ainda possa enviar alguns
arquivos ou efetuar pequenas modificações, utilizando apenas um browser (nave-
gador como o Internet Explorer ou o Netscape) com acesso à Internet.
Contadores de páginas também são muito úteis, talvez não no início, mas com
certeza para o futuro (veremos isso mais à frente).
E-mail gratuito – é sempre bom podermos utilizar um e-mail para recebermos su-
gestões, etc, principalmente quando o nosso formulário de contato falha por qual-
quer motivo que seja. Os melhores serviços de hospedagem de site nos dão o aces-
so ao e-mail gratuito via Webmail, ou seja, você pode ler, escrever e gerenciar seus
e-mails pela janela de seu navegador como o Internet Explorer ou o Netscape, des-
de que conectado ao seu provedor de acesso, lógico. E também é muito importante
os que nos deixam ver nossos e-mails pelo acesso POP3, que é um protocolo utili-
zado pelos melhores programas de leitura de e-mail, como o Outlook Express, o
Eudora, entre vários outros. Isso nos permite conectar à Internet, “ baixar” os e-
mails do servidor onde eles estão guardados e podemos então nos desligar do pro-
vedor e ler sossegado as mensagens off-line, ou seja, sem que a linha de telefone
esteja sendo utilizada, já que trouxemos toda nossa correspondência para nosso
micro. Realmente muito prático.
T emos também que saber como identificar os principais recursos de um site pago,
não é? Afinal de contas, talvez você queira colocar sua empresa na Internet e não
quer contar apenas com o que um serviço de hospedagem gratuito lhe oferece. E
realmente é muito feio quando vemos empresas colocarem seus sites nesse tipo de
serviço.
Veja agora o que normalmente é oferecido em serviços pagos.
Nome de domínio próprio – nos sites de hospedagem profissionais você pode es-
colher entre ter um site de domínio próprio, que você escolhe o nome – exemplo:
www.seunome.com.br ou www.seudominio.com.br – ou ter um endereço como
http://seunome.seuprovedor.com.br. Normalmente este último tem um custo me-
nor, além de não ser necessário o registro do nome do site na FAPESP ou na IN-
TERNIC.
Espaço em disco que varia de 50 MB a 300 ou 500 MB.
               

Taxa de Transfe rência mensal de 2 GB ou ilimitada (essa taxa é calculada medi-


ante cada solicitação de arquivos de seu site). Se suas páginas forem muito visita-
das, a taxa é maior, se forem menos, a taxa é menor. 2GB é mais do que suficiente
para muitos sites profissionais. T ambém pode ser chamada de Taxa de Hits.
Relatório de visitas We bTrends – ótima ferramenta para visualizar e gerar relató-
rios de visitas de suas páginas. Esse recurso pode ter uma taxa extra ou não, depen-
dendo do provedor.
Contas PO P3 de E-mail – contas de e-mail com o nome de seu site.
Exemplo: jose@seusite.com.br, maria@seusite.com.br.
Normalmente a quantidade de contas POP3 é baixa, entre 10 a 20. A maior vanta-
gem das contas POP3 é a possibilidade de se utilizar softwares como o Outlook ou
o Eudora para receber essas mensagens, podendo lê-las e respondê-las off-line, ou
seja, desligado da Internet (depois de efetuar o download das mensagens, logica-
mente).
Apelidos de E-mail ilimitados ou Aliase s ilimitados – para compensar a pouca
quantidade de contas POP3 de verdade, você tem a opção de utilizar “ apelidos” em
seus e-mails. Exemplo: as pessoas podem escrever para o e-mail mariamo-
le@seusite.com.br, guarana@seusite.com.br, qualquer_nome@seusite.com.br e
esses endereços de e-mail (que logicamente não existem dentro daqueles nomes de
e-mails conta POP3) são redirecionados para um dos e-mails verdadeiros com
conta POP3. Isso é bom quando alguém escreve o nome errado do seu e-mail. A
chance de perda de mensagens é menor, mas o e-mail não é privativo.
Re dire cionamentos de E-mail ilimitados – é a mesma coisa dos apelidos, prati-
camente, mas você pode configurar e criar “ apelidos” que com certeza irão para
determinado e-mail real POP3.
We bmail – possibilidade de ler, escrever e enviar e-mails utilizando seu browser
de qualquer lugar do mundo.
Site seguro com SSL – com o SSL você pode ter páginas seguras, com criptogra-
fia em seu site, para poder passar informações sigilosas.
Atualiz ação ilimitada via FTP – uma das maneiras mais rápidas de enviar seus
arquivos para seu site.
Chat – você pode ter um bate-papo dentro de seu site.
ASP – linguagem da Microsoft para criar páginas Active Server Pages e poder ter
mais controles em sua página e acessar bancos de dados.
   
      

FrontPage 98/2000 – extensões para você poder usar seu FrontPage para criar e
atualizar seu site pela Internet, além de permitir vários outros recursos.
Access 97/2000 – juntamente com a linguagem ASP permite que você armazene
informações em bancos de dados na Internet.
ColdFusion – assim como o ASP, também permite o acesso a bancos de dados
pela Internet, além de permitir a criação de templates em seu site – páginas-modelo
que contenham um padrão gráfico mas podem ser utilizadas para mostrar conteú-
dos diversos, minimizando assim a criação de páginas e mais páginas diferentes
para seu site.
PERL / CGI – linguagens de programação de scripts que lhe permitem desde a
criação de contadores até o envio de formulários para e-mails, etc. Praticamente
sem fim a utilidade deles.
PHP4 – também uma nova linguagem que permite praticamente o mesmo controle
e acesso que o ASP ou o ColdFusion.
MySQ L – banco de dados gratuito que utiliza o SQL básico/nativo para armazenar
informações.
Administracao We b do MySQL – possibilida de de modificar tabelas, campos e
atualização de seu banco de dados pela Internet.
Te lne t – padrão de comunicação utilizado atualmente principalmente para admi-
nistrar caixas postais de e-mail pela Internet.
Processador de formulários – scripts já prontos para você ter seus formulários
enviados para sua conta de e-mail e muito mais.
Contador de acessos – contador que pode ser invisível ou não, para que você pos-
sa saber quantas pessoas visitaram seu site.
Backup diário – caso aconteça algo com suas páginas, por erro operacional do
provedor ou caso, por descuido, você mesmo delete suas páginas, todo dia elas são
armazenadas em fita DAT em lugar seguro, para que possam ser restauradas. Nor-
malmente há um custo (até mesmo meio elevado) para essa restauração. O backup
está embutido no preço mensal.
Suporte a WML/WAP – você pode utilizar e armazenar páginas no formato
WML para acesso por celular.
Diretórios Prote gidos – oferece a possibilidade de facilmente configurar uma se-
nha de acesso para os arquivos que ficarem dentro de determinado diretório.
               

Página de Erro Configurável – quando, por algum acaso, um link em seu site
estiver errado, essa página é mostrada no lugar da mensagem de erro de seu
browser. Muito útil.
RealAudio, RealVide o, MacroMe dia Shockwave , suporte a MIDI – permite a
utilização de arquivos multimídia em seu site. Normalmente os serviços de hospe-
dagem já aceitam os formatos mais comuns como o Shockwave e Flash, mas nem
todos permitem o RealAudio.
Agora que sabemos identificar os itens que nos levariam a escolher entre um local
de hospedagem e outro, temos que fazer um levantamento entre todos os concor-
rentes. Existem dezenas, senão centenas de provedores de acesso à Internet em
nosso país, além de outros tantos que oferecem serviços de hospedagem paga, e
este livro não conseguiria enumerar todos eles, já que muitos acabam sumindo ou
então sendo comprados por empresas maiores e a informação dada aqui seria de-
satualizada.
A intenção deste livro não é indicar nenhum serviço como sendo melhor que outro.
Nós mesmos temos que experimentar e verificar se o serviço oferecido atende a
nossas expectativas.
Estou fornecendo aqui o conhecimento técnico para você saber discernir entre o
que de melhor lhe oferecerem. Também cabe a este livro ensinar como colocar seu
site no ar, utilizando as ferramentas do seu serviço de hospedagem ou então
softwares como o CuteFTP.
T ambém entendo que a maior parte dos leitores deste livro nunca colocou uma pá-
gina na Internet ou então chegou até o ponto de fazer em sua casa ou escritório al-
gumas páginas, mas não colocou-as no ar ainda por alguma dificuldade.
Por isso vou explicar aqui o básico de como proceder.
Somente assim você terá certeza de que saberá se virar bem em qualquer circuns-
tância, seja nos provedores que utilizo aqui como exemplo ou em qualquer outro,
seja ele gratuito ou pago.
T entei reunir aqui os maiores provedores de acesso do Brasil, que permitem que
seus clientes tenham um espaço gratuito em seus servidores e possam ali armazenar
suas páginas.
T ambém reuni os sites que oferecem espaço gratuito, que eu mesmo recomendaria
e enumerei o que cada um deles oferece basicamente. Desculpem-me se seu prove-
dor não se encontra nesta lista. O importante é entender os recursos de cada um
   
      

para que possamos depois entender o que um outro provedor ou site de hospeda-
gem de sites nos oferece caso a caso.
Aqui estão eles:

BO L
TERRA
UO L
YAHOO! GEOCITIES
Vejamos o que cada um deles tem de mais interessante atualmente.

O que o BOL – VilaBOL nos Oferece


BO L – http://vila.bol.com.br/index.html
O BOL criou recentemente a Vila BOL, onde pretende também criar uma comuni-
dade, com bairros, etc. Vejamos o que tem a nos oferecer:
1. Um endereço mais simples de decorar. Por exemplo:
http://miguel.vila.bol.com.br, em que miguel é o mesmo nome de usuário
da sua conta no BOL. Alguns lugares realmente complicam o endereço do
seu site;
2. Possibilidade de convidar seus amigos para conhecer seu site, bastando
para isso informar o e-mail deles;
3. Gerenciador de Arquivos, que é um sistema em que você pode administrar
todos os seus arquivos. Já explicado anteriormente. Por exemplo: se você
quiser mandar fotos do nascimento do seu filho ou de uma viagem para
seus amigos e parentes, basta você criar uma página na VilaBOL e enviar
as fotos do seu computador para a VilaBOL usando o Gerenciador de Ar-
quivos. Depois é só divulgar, para quem você quiser, o endereço de sua
página;
4. 10 MB de espaço para suas páginas, fotos, arquivos de som, vídeo, etc.;
5. Ao fazer o cadastro de seu site na VilaBOL, um arquivo com o endereço
do seu site e seu e-mail (entre outras coisas) entra automaticamente como a
página inicial de seu site. Assim, seu site não fica em branco enquanto
você ainda está construindo as suas páginas;
               

6. Facilidade de navegação na VilaBOL, ou seja, você pode procurar os sites


hospedados no BOL de acordo com sua categoria ou subcategoria. Com a
busca interna da VilaBOL, você ainda poderá fazer uma busca simples,
procurando pelo nome de um amigo ou por um tema de seu interesse;
7. Se você quiser que seus arquivos não fiquem visíveis para os usuários da
Internet, basta guardá-los no diretório “pasta_secreta” do Gerenciador de
Arquivos da VilaBOL. Nesse diretório, você pode usar todas as funções do
gerenciador normalmente: copiar, renomear, mover, apagar e criar novas
pastas. Ao clicar sobre o nome de cada arquivo, você poderá transferi-lo
para o seu computador; uma tela se abrirá e nela você escolherá se quer
salvar o arquivo ou somente abri-lo;
8. Você pode consultar o Manual de HTML da VilaBOL e aprender tudo so-
bre construção de sites, e tirar suas dúvidas na ajuda geral e no glossário
sobre termos comuns na Internet;
9. Se seu site for bastante popular, poderá entrar no ranking dos dez sites
mais acessados da VilaBOL e pode ser escolhido pela equipe da VilaBOL
para ser o “Destaque do Dia”;
10. Ao se tornar usuário da VilaBOL, você também ganha:

• uma conta de e-mail gratuito (com acesso via POP3 e via


Webmail);
• poderá utilizar o Multidiscador BOL para achar uma linha desocu-
pada nas Internets grátis;
• um Buscador Miner personalizado, para fazer pesquisas na Internet;
• clipping de notícias personalizado;
• boletins por e-mail.

O Que o TERRA – Planeta Terra nos


Oferece
TERRA – http://www.terra.com.br/planeta
O Planeta Terra é um serviço gratuito de hospedagem de páginas.
1. Se u site ficará com o endereço geralmente parecido com http://plane-
ta.terra.com.br/area/autor;
   
      

2. O Planeta oferece ainda uma ferramenta de busca e catalogação das pági-


nas que o compõem;
3. O serviço aceita também a criação de diretórios e subdiretórios para que
você possa organizar melhor o conteúdo do seu site. Por exemplo, você
pode criar um diretório para manter todas as imagens da sua página juntas;
4. O espaço que você terá para seu site depende de alguns fatores:
usuários do provedor Terra recebem 50 MB de espaço em disco,
usuários do T erra Livre recebem 10 MB, e usuários que não possuem conta
na T erra recebem apenas 5 MB;
5. Caso se cadastre no T erra Livre, poderá ter ainda um e-mail para se comu-
nicar com outras pessoas pela Internet, e ainda aumentar seu espaço para o
site como vimos no item anterior;
6. Caso queira, você pode ter seu site hospedado na T erra com domínio pró-
prio (ex: www.meunome.com.br). Dentro da empresa Terra Networks do
Brasil, há um departamento especializado em hospedagens comerciais;
7. Você poderá atualizar seu site via FTP;
8. T ambém para atualização, você poderá contar com um gerenciador de pá-
ginas bastando para isso acessar a homepage do Planeta T erra, digitar seu
login e senha e então enviar suas páginas para seu site. Até a edição deste
livro ainda não era permitido mexer diretamente no código das páginas on-
line. Você teria que trazê-las para seu computador, alterar o que é preciso e
depois enviar de volta;
9. Contador de acessos;
10. Formulário de E-mail.

O Que o UOL nos Oferece


UO L – http://www.uol.com.br/sites
O UOL deve ser possivelmente o maior dos provedores de acesso de Internet do
Brasil, e por isso foi escolhido também por mim para aparecer neste livro. No en-
tanto ele não oferece muitos recursos para seus assinantes que desejam ter um site
hospedado nele. Vejamos quais as principais vantagens:
1. 12 MB de espaço em disco para seu site;
               

2. Se u site com endereço http://uol.com.br/sites/seulogin;


3. Contador de acessos;
4. Últimas notícias;
5. Busca pelo Radar UOL diretamente pelo seu site.

O Que o Yahoo! GeoCities nos


Oferece
Yahoo! GeoCities – http://www.yahoo.com.br/geocities

1. Ferramentas on-line para construção de suas páginas;


2. 15 MB de espaço total para seu site;
3. T emplates (modelos) de páginas para você já utilizar, com cores, fontes,
imagens;
4. Acessórios já prontos para você inserir em suas páginas e ir utilizando.
Entre eles:

• busca na Web
• manchetes das últimas notícias

• contador de acessos
• formulários

• detector de presença do Yahoo! Messenger;


5. Acesso via FTP;
6. Gerenciador de arquivos on-line, onde você poderá criar, editar, enviar ar-
quivos, deletar e gerenciar todos os seus arquivos no seu diretório e nos
subdiretórios;
7. Comunidade Virtual para você ter seu site perto de outros que tenham os
mesmos interesses na Internet;
8. E-mail mensal com todas as novidades e implementações que o Yahoo!
GeoCities vêm realizando;
   
      

9. Ajuda on-line com tutoriais, códigos, etc.;


10. Através do seu cadastro você recebe também um e-mail no Yahoo! e pode-
rá usar os mesmos nome de usuário e senha para entrar em chats, utilizar o
programa de mensagens instantâneas deles, chamado Messenger (como o
ICQ para quem conhece). Poderá também participar de jogos on-line, ter
seu calendário para eventos, dar lances em leilões do Yahoo!, etc, etc.;
11. Por último poder participar de programas de fidelidade, por assim dizer,
onde você poderá colocar seu banner para rodar no sistema do Yahoo!, po-
dendo assim ganhar pontos ou dinheiro.
Bem, finalizamos esta lição com todas as principais diferenças e vantagens (ou
desvantagens) que os principais fornecedores de espaço gratuito na Internet nos
oferecem.
Como vimos e você pôde perceber, temos muito o que saber para poder escolher o
ou os melhores serviços, certo? Cabe agora a você decidir qual é o mais adequado
ao seu site.
Vamos agora ver como podemos nos cadastrar em cada um deles, pois esse tam-
bém é um capítulo à parte. São tantas perguntas que muitos se perdem pelo cami-
nho. Mas calma que são todas fáceis de responder. Vamos a elas.
CAPÍTULO 3

RESERVE SEU ESPAÇO NA INTERNET


CRIANDO SEU SITE

Neste capítulo você aprenderá a criar e a configurar seu site nos diversos lugares
que oferecem espaço gratuito na Web. Vamos passo-a-passo ensinando como pro-
ceder em cada caso. Vou manter a mesma ordem dos serviços apresentados no ca-
pítulo anterior e vamos um a um.

VilaBOL
Passo 1 – Conecte-se à Internet e digite o endereço
http://vila.bol.com.br/index.html ou então visite o site do BOL
(http://www.bol.com.br) e clique no link do VilaBOL.
Logo você verá uma tela como a da Figura 3.1. Essa tela é a mesma que você usará
quando já estiver cadastrado no sistema. Caso você já possua um e-mail no BOL,
seu cadastro para o VilaBOL será mais simples, mas aqui vamos explicar passo a
passo como se você nunca tivesse se cadastrado antes, como se fosse a primeira
vez.
Como primeiro passo, clique onde a seta está indicando: “ Inscre va-se Já”.


   
      

Figura 3.1

Passo 2 – A tela que veremos agora será a do contrato. Aqui teremos todas as cláu-
sulas do que o BOL nos oferece e do que não podemos fazer, como hospedar sites
de conteúdo proibido, como pedofilia, sexo, entre outras coisas. Basicamente todos
os serviços onde formos efetuar o nosso cadastro irá nos propor contratos seme-
lhantes. Caso nunca tenha lido um, é interessante fazê-lo para você ter conheci-
mento do conteúdo do mesmo.
Lembre-se de que, ao clicar no botão “Aceito os te rmos de compromisso” estará
concordando com tudo o que estiver ali escrito. Se clicar no botão “Não aceito...”
nem terá a chance de seguir em frente.
               

Figura 3.2

Depois de ler o que está escrito lá, clique no botão “Aceito os termos de com-
promisso” e siga em frente.
   
      

Passo 3 – Somos apresentados agora ao cadastro que iremos ter que preencher para
podermos utilizar os serviços do BOL.
Precisamos fornecer nosso nome, sobrenome e escolher um nome de usuário.
O nome de usuário será aquele pelo qual o BOL irá nos reconhecer. Como pode
ser um nome bem curto, fica bem mais simples do que ter que escrever nosso nome
e sobrenome toda vez que nos conectarmos no serviço. Esse mesmo nome de usuá-
rio será o utilizado para criar o seu e-mail no BOL.
Na verdade se você reparar, o cadastro no VilaBOL não é independente do e-mail,
ou seja, você precisa se filiar ao BOL como usuário de e-mail também, não poden-
do ficar sem essa opção. O contrário já é possível, ou seja, você pode ter uma caixa
postal de e-mail sem ter configurado seu endereço no VilaBOL. Porém se você ti-
ver um e-mail já no BOL, seu endereço no VilaBOL fica segurado. Ninguém pode-
rá usar um nome de usuário que já exista no sistema do BOL.
Digite agora uma senha. Ela garantirá que irá garantir que ninguém venha ao seu
site e “ detone” com ele, por exemplo. É através de sua senha que se obtém a ga-
rantia de que somente você pode editar seu site e também ver as mensagens do ser-
viço de correio eletrônico.
O número mínimo de caracteres (que podem ser letras, números ou alguns caracte-
res especiais, como traço (-) e sublinhado (_) é seis. Ou seja, tem que criar uma
senha com 6 letras, 6 números ou uma combinação de letras e números, com no
mínimo 6 posições. Pode ter mais caracteres também. Isso aumenta sua segurança.
Não tente nada muito simples de outros adivinharem como sua data de nascimento
ou algo assim. É o que recomenda todo serviço eletrônico. Desde bancos até a In-
ternet, senhas são algo muito valioso. Não bobeie mesmo e tente sempre mudar sua
senha de 3 em 3 meses. No mínimo de 6 em 6 meses. T ambém não vá inventar
nada que depois se esqueça facilmente, ok? Eu já trabalhei com administradores de
rede que esqueceram a senha de um projeto e tiveram que começar tudo de novo.
No BOL esse problema já é mais difícil de acontecer por causa da próxima per-
gunta: Dica de senha.
Através dela poderemos ter uma idéia do que era nossa senha caso a esqueçamos.
Digamos que você colocou como senha a chapa do seu carro mais o número do seu
apartamento. Então você poderia colocar como dica carro+apto.
               

Figura 3.3

Nota: T emos que digitar duas vezes a senha, por segurança apenas.

Clique em “ Avançar”.
Passo 4 – Pode acontecer de algum dado apresentar algum erro na hora de enviar o
formulário. Normalmente o erro mais comum a acontecer será a existência de al-
guém com o mesmo nome de usuário que você gostaria de utilizar. Nomes própri-
   
      

os, sozinhos, como Marcio, Joao, Claudia e tantos outros com certeza já estão sen-
do utilizados por outras pessoas que chegaram na nossa frente. A Internet é isso aí
mesmo. Por isso temos que já pensar em alternativas, como utilizar seu nome com
as letras do seu sobrenome ou algo assim. Não adianta chorar. Chegou primeiro,
pegou o nome.

Figura 3.4

Então, esteja sempre pronto e já pense em algum nome de usuário que seja simples
de você se lembrar e também que não seja um amontoado de letras que nada te-
nham a ver com você.
Assim que consertar o dado que estava dando algum problema – o próprio sistema
irá lhe avisar o que aconteceu – clique em “Avançar” novamente.
Passo 5 – Continuando com o cadastro, precisaremos fornecer mais alguns dados,
como sexo, CEP de onde moramos ou então de nosso trabalho, estado civil, escola-
ridade, ocupação (basta clicar na seta ao lado do campo e ele irá nos mostrar as
opções disponíveis). Selecione uma das ocupações.
T ambém nos pedem a renda familiar mensal (como isso é um dado muito pessoal,
eu nunca colocaria ali o valor real). Escolha apenas o valor mais baixo.
Por último, temos a pergunta sobre se já fizemos algum compra via Internet. É
muito pouca a porcentagem de pessoas que já o fizeram.
Selecione a opção que melhor que convier e clique depois no botão Avançar.
Passo 6 – Lembre-se de que informamos o CEP na tela anterior, certo? Com essa
informação foi possível para o BOL localizar a rua correspondente ao CEP. Nesta
tela é pedido o número de nossa residência ou escritório e o complemento caso haja
algum (apartamento número tal, bloco, fundos, etc.).
T ambém precisamos informar um número telefônico para contato. Não que eles
vão nos ligar para nada, mas de toda forma o cadastro pede esses dados.
               

Figura 3.5

Caso você já possua e-mail de outro local, informe aqui caso queira. Esse dado é
opcional. Clique em Avançar para continuar novamente.
   
      

Figura 3.6

Passo 7 – Com todos esses dados, o BOL irá apresentar a página de confirmação
de que você já está cadastrado nos serviços de e-mail gratuito e também no Vila-
BOL, serviço gratuito de hospedagem de sites, que é o que mais nos interessa.
O e-mail deles também é um bom serviço, com acesso a POP3 (você pode enviar e
receber suas mensagens pelo Outlook ou por outro software de e-mails como o Eu-
dora ou mesmo o Netscape) e Webmail para acesso via Web de qualquer computa-
dor no mundo que tenha conexão com a Internet.
               

Figura 3.7

Passo 8 – Vamos agora configurar o nosso VilaBOL. Se você pensava que já havia
acabado de preencher todas as perguntas, calma. Ainda tem mais pela frente, mas
são todas simples.
Clique no link VilaBOL da página da Figura 3.7. Caso você tenha saído da página
ou então queira responder às próximas perguntas depois, não tem problema. Seu
cadastro já foi efetuado e seu endereço no VilaBOL já foi assegurado também.
No caso de querer preencher depois, basta voltar ao BOL (www.bol.com.br) e cli-
car no link VilaBOL que existe na página. Ou então ir direto para o
http://vila.bol.com.br/index.html.
Você verá a seguinte tela:

Figura 3.8
   
      

É a mesma que já vimos no início, lembra-se? Mas daquela vez, como não estáva-
mos cadastrados, clicamos em Inscre va-se já!.
Agora que já temos nossos dados no sistema, basta preenchermos os campos e-mail
e senha. No campo e-mail, preencha com o nome de seu usuário. Agora embaixo
digite sua senha. Você verá apenas asteriscos * pois é um campo secreto. Isso im-
pede que outros vejam sua senha enquanto a digita.
Clique no botão Entrar.
Passo 10 – Agora precisamos fornecer alguns dados para que o VilaBOL possa nos
criar um site. Antes de dar este passo, é interessante que já tenhamos bem definido
(ou pelo menos parcialmente definido) do que vai se tratar nosso site. Se ele será
um site pessoal sobre música, sobre nossa carreira, sobre nossos hobbies, um site
de fotografias, sobre cultura, T V, cinema, teatro, enfim, o que vamos querer mos-
trar aos que chegarem a visitar nosso espacinho na Internet. Lógico que podemos
começar com algo bem simples e ir desenvolvendo ou modificando com o tempo.
Podemos sempre voltar e modificar os dados que vamos digitar nesta etapa da cria-
ção do site.
Vou dar alguns instantes para você pensar sobre o que gostaria de tratar ou mostrar
em seu site...
Pronto? Puxa, isso foi rápido. Parabéns.
Vamos então prosseguir. Veja que nessa tela temos várias perguntas que teremos
que responder.
Vamos verificar uma a uma:
1 – Qual se rá o título do seu site ?
Esta primeira pergunta é opcional, ou seja, você pode ou não respondê-la. Aqui
basta colocar uma breve descrição do site. Se for um site pessoal pode ser algo
como “ Site do fulano de tal” ou se for sobre um artista algo como “T ributo ao ar-
tista tal” ou “ Fanzine do artista tal”. Tem que ser curto e claro.
2 – Qual se rá o tema do site ?
Aqui sim é obrigatório responder, e é aqui que você poderá dar mais detalhes sobre
o seu site. Não muito extensa, lógico, mas uma melhor explicação. Veja que para
cada pergunta o próprio VilaBOL lhe dá um exemplo em seguida para facilitar o
entendimento.
               

Figura 3.9
   
      

3 – Digite algumas palavras-chave .


Apesar de dizerem que o campo é opcional, não deixe de preenchê-lo com palavras
que resumam o seu site. Você já deve conhecer os sistemas de busca da Internet,
não? Bem, é através deles que os navegantes da web encontram os sites que procu-
ram. Eles digitam uma ou mais palavras sobre o que querem e esses sistemas tra-
zem todos os sites cadastrados que têm aquele tipo de descrição. Sendo assim,
você, ao definir algumas palavras-chave para seu site, também estará ajudando aos
surfistas da Internet a encontrar o seu endereço, além de atrair exatamente o públi-
co que você queria. Por isso é tão importante definir de 2 a 6 palavras que resumam
seu site e digitá-las nesse campo, separadas por vírgula e espaço, a menos que quei-
ra um site “ escondido”, só para você, não planejando que outras pessoas o encon-
trem, a não ser que você forneça o endereço para essas pessoas escolhidas.
4 – Você de seja que e ssas informações apareçam para usuários do BO L?
Escolha se quer ou não que outras pessoas vejam as informações que você está pas-
sando nesta página. Aqui é uma pergunta exclusiva para os usuários do BOL, por-
que quem é cadastrado tem um sistema de pesquisa próprio, fechado para os que
têm sites no VilaBOL (campo obrigatório).
5 – Escolha ape nas uma categoria na qual seu site pode ria se r classificado.
T ambém um campo obrigatório e que irá definir onde seu site ficará, dentro da co-
munidade do VilaBOL. Com a informação aqui escolhida o sistema irá deixá-lo
mais próximo a outros sites com os mesmos interesses. Escolha um dos temas e
clique na caixa de seleção para ter mais opções a respeito daquele tema. Apenas
uma das caixas de seleção pode ser selecionada, e conseqüentemente apenas um
tema escolhido.
Do lado esquerdo da página você vê seis motivos para se filiar ao VilaBOL. Cada
um deles possui um link que irá redirecioná-lo para mais detalhes sobre aquele de-
terminado assunto. Não é preciso sair dessa página de cadastro pois todos esses
motivos eu já coloquei neste livro e você já teve a chance de ler.
Bem, para finalizar basta apenas clicar no botão “Cadastrar agora!” no final da
página e esperar a tela de confirmação. Nela teremos o endereço de nosso site –
anote-o em algum lugar para não se esquecer – e também já podemos começar a
construir as páginas que vão fazer parte dele. Repare que o menu lateral esquerdo
mudou também.
Agora você tem à sua disposição ferramentas para poder criar, editar e enviar os
arquivos do seu site para seu novo endereço.
               

Figura 3.10

Pronto, agora já temos nosso próprio endereço de e-mail e também nosso espaço
para o site.
Veremos na próxima lição como enviar nossos arquivos utilizando os recursos do
próprio site e como gerenciar, criar e editar os arquivos já existentes tudo on-line.
Podemos enviar arquivos zipados para o site e então você pode “ dezipá-los” todos
de uma vez em seu diretório. A vantagem disso é que agora podemos comprimir
todos os nossos arquivos (o que reduz o tempo de envio) e enviar apenas um arqui-
vo .ZIP contendo todas as páginas e imagens que queremos enviar. Não é preciso
enviar cinco arquivos de cada vez, o que dificultava e muito o trabalho.
T ambém foram incluídos novos modelos de homepages, todas para crianças. Caso
você queira montar um site para seu filho, aqui está sua oportunidade.
Vejamos a seguir como é o esquema básico de criação de sites infantis pelo sistema
Passo-a-passo do VilaBOL.
   
      

Veja que temos, ao clicarmos no menu “Construa sua página”, as opções de


construir uma página pelo Editor Passo-a-passo normal, ou pelo Editor Passo-a-
passo para Crianças ou, para quem já tem mais experiência com HTML, pelo Edi-
tor básico.

Figura 3.11

Os editores Passo-a-passo lhe permitem criar uma página de cada vez, e você pode
escolher entre seis modelos diferentes de páginas. Quatro modelos para o Editor
Passo-a-passo normal e mais dois para o de crianças.

Nota: Na criação de um site de crianças é aconselhável o acompanhamento de


um adulto, pois são várias as perguntas e algumas podem ser difíceis para uma
criança responder, além de que o próprio VilaBOL avisa: nunca coloque seu en-
dereço ou alguma informação mais pessoal nas páginas.
               

Em ambos os casos de Passo-a-passo, tudo o que você tem a fazer é responder a al-
gumas perguntas, que chegam a até 17, às vezes, e também fornecer algumas fotos,
como no caso de um site pessoal ou sobre bebês ou mesmo sobre nosso cãozinho.
Temos que ter uma foto já digitalizada de nós mesmos ou de quem iremos fazer o
site. Para isso, uma sugestão é de que a foto não tenha mais do que 170x170 pixeis,
preferencialmente com 150x150. A área que temos não é muito maior que isso.
Acho que o essencial aqui é explicar o processo de cada um deles (o Passo-a-passo
normal e o para crianças) e com isso certamente você será capaz de concluir qual-
quer uma das outras opções. É realmente muito simples.
Vamos começar por criar uma página pelo Passo-a-passo básico.
Clique no link Editor Passo-a-passo como mostra a Figura 3.12:

Figura 3.12

Logo após clicar no link, verá outra tela.

Figura 3.13

Aqui é apenas uma página explicativa dizendo que temos que responder a algumas
perguntas, etc, etc.
Clique logo em “Come ce a criar o seu site ”
Veremos em seguida a próxima tela já com a primeira pergunta:
   
      

Aqui teremos que dar um título para a página que irá aparecer na barrinha azul
(normalmente é azul a menos que você tenha modificado as configurações origi-
nais de cores de seu computador) lá em cima no navegador. Basta digitar e clicar
no botão “Próximo”.

Figura 3.14

Em seguida temos que escolher um visual para o site. Vamos encontrar em vários dos
modelos de Passo-a-passo uma tela como essa, onde iremos escolher entre três ou qua-
tro tipos diferentes de combinação de cores para nossa página. Basta escolher clicando
nos círculos de seleção ao lado de cada figura e depois clicando no botão “Próximo”.

Figura 3.15
               

Nota: Caso você tenha alguma dúvida sobre o que colocou nas páginas anterio-
res, utilize o botão “Ante rior” para voltar.

Antes de prosseguirmos, um dado importante:


Não fique muito tempo parado em uma página quando estiver utilizando o Passo-a-
passo. O sistema do VilaBOL tem um tempo de alguns minutos para criação da
página. Se você esquecer a página aberta para fazer alguma outra coisa, não poderá
mais utilizar o processo, tendo que voltar desde o início e começar tudo de novo.
Isso é feito para proteger você, já que você entrou no sistema com nome e senha. É
como o sistema de internet banking se você já utilizou alguma vez.
Esse tempo que você tem para efetuar uma operação em uma página ou então para
escrever ou ler o que está contido nela até o momento em que clicar o botão é cha-
mado de “timeout”. É o tempo que se julga necessário normalmente para que seja
concretizado o que existe na página até a passagem para outra. Por isso este livro
ajudará você, pois já terá a chance de saber os passos que irá seguir e se preparar,
já escrevendo em algum lugar o que será necessário e preparando as fotos que pre-
cisar.
Com isso em mente, vamos retomar os procedimentos Passo-a-passo. Assim que
terminar de escolher a opção de cores que mais lhe agradar, clique no botão para
continuarmos.
Passo 3 – Repare que, agora, o gráfico do lado esquerdo, embaixo do desenho do
VilaBOL, nos apresenta uma representação com números. A pergunta número 3 é
sobre o nosso nome. Esse nome irá aparecer exatamente onde o gráfico nos mostra,
na barra em cima.

Figura 3.16

O passo 4 agora nos possibilita colocar uma foto nossa na página que estamos cri-
ando. Veja onde a imagem irá ficar pela representação que aparece à esquerda.
   
      

Para localizar a sua foto (que já foi digitalizada e está dentro dos tamanhos que já
lhes passei antes), clique no botão “Browse”.
Isso irá abrir uma janela onde você verá seu computador. Procure a foto onde a
guardou e clique no botão “Abrir” ou “O pen” daquela janela.
Automaticamente o nome e a localização do seu arquivo de foto (que deve ser
obrigatoriamente um .JPG ou um .GIF, os formatos de imagem mais aceitos na
Internet) irão preencher o campo ao lado do botão “Browse”.
Caso a imagem que você deseja esteja em um site da Internet, por exemplo, digite
o endereço dela no campo logo abaixo ao invés de utilizar o botão “Browse”.
Assim que terminar clique no botão “Próximo”.

Figura 3.17

O passo 5 já vem automaticamente preenchido com seu e-mail do BOL. Caso de-
seje, basta modificá-lo redigitando-o no campo em que ele aparece. Clique no bo-
tão “Próximo” para irmos adiante.

Figura 3.18
               

Neste passo 6 temos dois itens. O primeiro é um título que iremos colocar referente
a um texto falando sobre você ou sobre a pessoa que está fazendo esta página. Veja
na representação gráfica onde ficarão esse título e texto. O título ficará em negrito
na página final e o texto ficará em letras normais logo abaixo.
Pense sobre um título que melhor se encaixe no que quer dizer e então escreva-o no
primeiro campo, e logo no próximo campo, um texto que fale sobre você.

Figura 3.19

O próximo passo é sobre seus interesses, como hobbies, diversão, etc. Ou seja, tudo
o que você gosta (e talvez também o que não gosta) de fazer e curtir. Pense sobre
isso e então digite no primeiro campo um título para esse texto, como “Meus inte-
resses” ou “ Meus hobbies” ou ainda “O que gosto de fazer” e então abaixo escreva
sobre isso. Assim que terminar clique em “Próximo”.
Acompanhe sempre pelo desenho ao lado para onde irão essas informações.

Figura 3.20
   
      

O passo 8 nos permite colocar os sites de que mais gostamos.


Por definição, o sistema já coloca o BOL como um dos sites, mas você pode apagar
o que tem lá escrito e digitar outro endereço da Internet.

Figura 3.21

No passo 9 temos que colocar um texto sobre nossa família e um título referente a
esse texto.
Cabe aqui um comentário: na realidade, você não precisa preencher todos os passos
para criação de sua página. O que acontece se você não preencher ou não enviar as
fotos como pedido, é que no lugar onde iriam ficar tais elementos, aparecerá um
espaço vazio ou simplesmente o passo posterior irá ocupar o espaço vazio deixado.
Este passo sobre a família é algo que pode ser simples para alguns e com certeza
muito pessoais para outros e talvez você não queira preencher esses campos. T am-
bém nada impede que você modifique completamente o assunto.
O espaço que está ocupando este passo sobre a sua família poderia ser revertido
para algo como os filmes que você mais gosta ou então sobre os lugares que já vi-
sitou em alguma viagem. Nada impede que você coloque o título que quiser e es-
creva o assunto desejado.
               

Figura 3.22

Desde que não seja algo obsceno e que venha a lhe trazer problemas com a direção
do VilaBOL, nada lhe impede de trocar o assunto.
Assim que tiver terminado, vamos para o próximo passo.
Neste passo 10 iremos informar os links favoritos de sua família. Como disse an-
tes, você pode modificar o assunto da pergunta anterior. Nesse caso, se tiver esco-
lhido algo sobre os lugares que conheceu em viagens, poderia colocar então os sites
de turismo ou de países que tenham algo a ver com o passo anterior. Ou então tam-
bém pode deixar vazios os campos e nada irá aparecer no local indicado do gráfico
à esquerda.

Figura 3.23
   
      

Assim que tiver decidido e preenchido (ou não) os campos, clique no botão “Pró-
ximo”.
Passo 11 – T emos agora uma parte especial para seus amigos. Aqui poderá escre-
ver algo para eles (ou sobre eles) e um título também que represente este texto.

Figura 3.24

O passo 12 é também para links. T alvez alguns deles tenham site no VilaBOL ou
em outro lugar na Internet e você poderá colocar aqui o nome deles e em seguida o
endereço da Internet onde estão seus sites (URLs).

Figura 3.25

O passo 13 nos permite enviar uma foto da família ou dos amigos. O processo de
procura e envio é o mesmo já explicado anteriormente.
               

Figura 3.26

T alvez esta seja sua primeira página no VilaBOL, mas também pode ser que já te-
nha criado outras. Sendo assim, o passo 14 nos oferece a possibilidade de colocar
links para essas outras páginas.
Quando eu prossegui no preenchimento destas páginas para poder mostrá-las a
você neste livro, eu já possuía uma homepage e outras páginas também. Então,
simplesmente digitei o nome da página (homepage, fotos, amigos) e depois o nome
do arquivo (index.html, fotos.html, amigos.html, etc.)

Figura 3.27

Existe uma diferença aqui entre o nome e a URL. O nome é apenas um título, não o
nome e a localização física do arquivo no site. A URL sim é o nome do arquivo ou
   
      

sua localização no site, caso ela esteja dentro de alguma outra pasta, por exemplo.
Portanto, cuidado com o que escreve aqui. Se errar pode, depois, abrir a página no
Editor Básico e modificar o endereço da página diretamente no código.
O passo 15 nos permite inserir um contador de visitas somente para esta página.
Eu já falei antes que acho que o mais importante é ter um contador apenas na pági-
na de entrada, a homepage, mas nada impede de ter também um contador indepen-
dente em cada página. Escolha entre não ter um contador ou então em ter um dos
exemplos que nos apresentam e então clique no botão “Próximo”.

Figura 3.28

Passo 16 – Já estamos quase no fim do processo. Se você quiser, pode inserir um


livro de visitas para esta página. Aqui também eu recomendo (ainda mais veemen-
te) que tenhamos esse link para o livro de visitas somente na homepage. Se esta for
sua homepage então tudo bem.
Para ter sua lista de visitas, selecione “Sim” e para não ter, selecione a outra opção.
Neste livro explico em detalhes como configurar seu livro de visitas, então não vou
explicar novamente aqui. Vamos seguir para o próximo e último passo.

Figura 3.29

O passo 17 é de vital importância. Aqui vamos dizer ao sistema qual será o nome
desta página que estamos acabando de criar. Se quisermos que ela seja nossa ho-
mepage no VilaBOL, ela terá que se chamar index.html. Senão, podemos dar o
               

nome que quisermos. Eles sugerem, como é uma página pessoal, que poderia ser
“pessoal.html”. É uma sugestão apenas. Escolha o nome que mais lhe agradar, mas
tente não utilizar acentos ou espaços no nome, como também já expliquei anteri-
ormente.

Figura 3.30

Ao clicar no botão “Finaliz ar”, pode acontecer de já haver uma página com o
mesmo nome no nosso site. Ao criarmos o site no VilaBOL, por exemplo, acaba-
mos criando uma homepage, certo? No entanto, se quisermos que EST A página
que estamos criando seja a homepage, ela deverá substituir a que já está em nosso
site. Não podemos ter dois arquivos com o mesmo nome, index.html, que é a nossa
homepage.
Para evitarmos isso, o correto seria ter ido antes ao gerenciador de arquivos e re-
nomeado a página que será substituída com outro nome. Assim não perdemos nem
uma nem outra. Caso contrário, o sistema irá nos apresentar uma tela muito pareci-
da com a da Figura 3.31, onde teremos os dois arquivos com suas respectivas in-
formações, como tamanho, última alteração, etc., para nos ajudar a decidir se que-
remos ou não a substituição.

Figura 3.31
   
      

Nota: Para evitar confusão e talvez perder tudo o que já digitou nestes 17 passos,
saiba de antemão qual será o nome do arquivo e se já existe outro com o mesmo
nome. Assim você poderá renomear o antigo e mudá-lo para uma outra pasta.

E, finalmente, após tanto escrever e escolher, o VilaBOL nos dá os parabéns por


termos conseguido criar uma nova página. O endereço dela aparece logo em segui-
da. E podemos clicar nele para que vejamos o resultado.

Figura 3.32

Vejamos agora como é o Passo-a-passo para crianças.


Resumidamente, é sempre o mesmo processo. Você terá que ir respondendo a uma
série de perguntas, escolher uma combinação de cores para sua página, enviar fotos
ou imagens, e seguir com calma cada passo. No final teremos o resultado que é a
criação das páginas.
Vejamos então como iniciar o processo. Primeiramente, temos que clicar no botão
Construa no menu esquerdo. Logo verá as opções de editores. Escolha o Editor
Passo-a-passo Crianças, clicando no link “Clique aqui para utilizar este editor”.

Figura 3.33
               

Agora irá visualizar a próxima tela, onde terá que escolher entre fazer uma pági-
na para meninas ou para meninos. Como gentileza nunca é demais, sejamos ca-
valheiros e deixemos as damas primeiro. Vamos mostrar como é o processo de
criação de uma página para meninas. O mesmo processo é aplicado para uma pá-
gina para meninos. A única diferença são as cores e também as imagens que po-
demos escolher.
Vejamos então.

Figura 3.34

Basta clicar sobre uma das figuras para efetuar sua escolha.
O VilaBOL explica aqui nesta página que basta responder algumas perguntas e
coloca também uma idade de aproximadamente 7 anos para as crianças entenderem
como se cria uma página para elas. Clique então em um dos modelos para seguir
adiante. Como demonstração, como já falei, iremos percorrer o caminho de uma
página de meninas.
A próxima tela apenas serve como um alerta.
   
      

Figura 3.35

Nunca coloque seu telefone, endereço ou algo muito pessoal, como o nome de sua
escola, e-mail, etc. Para adultos, já sabemos que, ao informar um e-mail podemos (e
normalmente recebemos) um monte de mensagens com sexo, piadas sujas, ofertas de
produtos e outras coisas que não são muito recomendáveis para crianças. Fotos tam-
bém não são recomendáveis. Por isso falei que é bom que se tenha um adulto por
perto na hora da criação da página. Outra razão é que a criança pode demorar um
pouco mais para digitar o que lhe é pedido nas páginas e aí podemos ter o problema
do “timeout”, ou seja, o processo pode ser interrompido e a criança pode perder tudo
o que já escreveu. Depois de sabermos dos perigos, vamos continuar.
Clique no link “Come ce a criar o seu site”.
O primeiro passo é dar um título para a página. O título será o que irá aparecer lá em
cima no seu navegador, na primeira barra. Normalmente lá já está escrito algo como In-
ternet Explorer ou Netscape Navigator. O que você escrever nesta página irá para lá.

Figura 3.36
               

Assim que terminar, clique no botão “Próximo”.


Em todo este processo, se não souber o que digitar, tiver dúvidas ou não quiser es-
crever sobre algo que lhe perguntam, não precisa escrever nada. Basta ir clicando
no botão “Próximo” toda vez que isso ocorrer. Lógico que sua página irá ficar
mais vazia a cada vez que um item é pulado, mas não se preocupe. Você pode re-
petir o processo várias vezes depois, criando novas páginas melhores, mais bonitas
e diferentes.
O segundo passo é escolher qual o visual da sua página. Apesar do VilaBOL falar
aqui para “Escolhe r um visual para seu site”, lembre-se de que apenas uma pági-
na será criada de cada vez. Se quiser que ela seja sua homepage, no final terá que
dar o nome dela de index.html.

Figura 3.37

Veja que você pode escolher entre três cores diferentes. Repare que cada uma das
opções tem uma figura diferente, um ursinho, uma boneca e um rosto. Isso você vai
escolher depois.
T udo isto que estou falando aqui vale também para a página de meninos. O proces-
so, como já disse, é sempre o mesmo.
   
      

Vejamos agora o te rceiro passo. Aqui diz para escrever seu nome. Não escreva ele
completo. Coloque apenas seu primeiro nome, para sua segurança. Seu nome vai
aparecer em cima. Veja aonde pelo desenho da página que está do lado esquerdo da
pergunta. Veja onde está o número 3. Por esse desenho você saberá onde irá ficar
cada coisa que for perguntada, ok?

Figura 3.38

Clique em “Próximo”.
No quarto passo vamos escolher qual a figura que vai aparecer na nossa página.
Veja aonde vai ficar a figura escolhida pelo número 4 na imagem da página ao
lado. Escolha o que quiser. Veja que algumas são animadas. Elas vão se movi-
mentar em sua página também.

Figura 3.39
               

Basta clicar com o mouse sobre o círculo ao lado do nome da figura para selecioná-
lo. Depois clique no botão para irmos para a próxima página.
Estamos agora no quinto passo. Escreva aqui o que mais gosta de fazer na escola.
Brincar, estudar, comer lanche, conversar com os amigos e as amigas, etc. Assim
que terminar, vamos novamente clicar no botão “Próximo”.

Figura 3.40

Passo 6 – Agora o VilaBOL quer saber o que você mais gosta de fazer quando não
está na escola. Pode ser praticar esportes, ficar em casa, brincar de boneca no
quarto, assistir televisão. T udo, enfim.

Figura 3.41

Passo 7 – Agora é a vez da sétima pergunta. Sempre acompanhe ao lado onde cada
item irá ficar quando sua página estiver pronta.
Aqui a pergunta é para saber com o é o bichinho de estimação dos seus sonhos.
   
      

No caso de uma página para meninos, aqui a pergunta seria: “ Para que time de
fute bol você torce ?” Só depois viria a página sobre seu bicho de estimação.

Figura 3.42

No passo 8 temos outra pergunta: Para que lugares você já viajou, e para onde
gostaria de viajar?

Figura 3.43

Responda e clique no botão “Próximo”.


No passo 9 o VilaBOL quer saber o que queremos ser quando crescer. Escreva
tudo sobre o que você quer ser, como médica(o), professor(a), jogador de futebol,
ou jogadora de vôlei, basquete, etc.
               

Figura 3.44

Passo 10 – Agora vamos escrever tudo o que mais gostamos de ver na T V: novela,
desenhos (quais?), séries de ação, entrevistas, etc. T odos os seus programas predi-
letos.

Figura 3.45

No passo 11 vamos escolher quais são os sites da Internet que mais gostamos de
visitar. Primeiro escrevemos o nome dele e depois o endereço dele na Internet. Se
você não souber, não precisa digitar nada, basta clicar novamente no botão “Pró-
ximo”.
   
      

Figura 3.46

Passo 12 – Agora é a vez de dizermos ao VilaBOL se já temos alguma outra pági-


na em nosso site. Como eu disse antes, podemos criar quantas páginas quisermos.
A homepage tem que se chamar index.html, mas as outras podem ter qualquer
nome, como fotos.html, etc. Sempre um nome, seguido de ponto e html depois.
Assim: nomedoarquivo.html
Entendeu?
Então, se tivermos outras páginas, vamos colocar um nome para elas do lado es-
querdo e, logo ao lado, a localização delas, ou seja, onde elas estão em nosso site.
Normalmente só precisamos escrever o nome do arquivo mesmo.

Figura 3.47
               

Vamos usar como exemplo uma página com fotos. No campo nome vamos escre-
ver apenas minhas fotos e no campo URL, vamos escrever fotos.html.
Passo 13 – Agora vamos escolher um contador para nossa página. As cores dos
contadores da página dos meninos é diferente, com tons azuis e verdes. Escolha
qual quer em sua página (se não quiser nenhum, selecione “Não”) e clique no bo-
tão “Próximo”.

Figura 3.48

Passo 14 – Agora é a vez de dizer ao VilaBOL se queremos ou não um livro de


visitas para esta página. Se quisermos, escolha “Sim” e, caso contrário, escolha
“Não”.
Procure neste livro como configurar seu livro de visitas, ok?

Figura 3.49

Passo 15 – Agora é o último passo. Escolha um nome para sua página. Quer que
ela seja sua homepage? Escreva inde x.html. Quer colocar outro nome? Basta es-
crevê-lo, sempre terminando com ponto html (.html) no final e tudo bem. Exem-
plo: minhapagina.html
   
      

Figura 3.50

Pode ser ponto htm também, sem o “ l” (ele) no final. Exemplo: pagina.htm. Cli-
que em “Finalizar”.

Figura 3.51

No final, o VilaBOL manda os parabéns e nos diz que a página foi criada com su-
cesso. T em um link para nossa página, para que possamos na hora ver como ficou.
Clique onde você ler: http://seunome.vila.bol.com.br/suapagina.html e ela logo
aparecerá.
               

Figura 3.52

Na Figura 3.52 podemos ver como ficou a página que foi criada enquanto eu escre-
via este livro. Ficou bonita, não é meninas?

Planeta Terra
Passo 1 – Conecte-se à Internet e digite o endereço
http://www.terra.com.br/planeta. Isso irá levá-lo à página de cadastro do Planeta
T erra.
Nesta primeira página temos a entrada para o sistema de hospedagem de páginas
gratuito da T erra.
   
      

Figura 3.53

Como dito antes, há diferenciações para quem é assinante da Terra, do Terra Livre
(serviço de Internet grátis da T erra) e para os não assinantes de nenhum serviço. É
interessante que você se cadastre no T erra Livre, porque você poderá se conectar
gratuitamente na Internet quando preciso e também terá mais espaço para suas pá-
ginas. Não que 5 MB seja pouco, pois a maior parte dos sites que eu desenvolvi e
que conheço não chegam a utilizar 2 MB no início. A menos, é lógico, que você
queira ficar guardando suas músicas em seu site (o que, já adianto, é proibido em
muitos casos, por causa da pirataria) ou então arquivos gigantescos.
Bem, nessa primeira tela, mesmo se você tiver ou não cadastro no provedor T erra,
no Terra Livre ou ainda não sendo assinante, terá que clicar no link “clique aqui e
faça o seu cadastro agora”. Já localizou?
               

Clicando lá iremos para a página de cadastro onde, aí sim, poderemos nos identifi-
car como assinantes do serviço pago ou gratuito da T erra.
Passo 2 – Caso você seja um assinante Terra ou Terra Livre, digite nos campos
use rname e senha os mesmos dados que você já utiliza para acessar o provedor.
No caso de não assinante, preencha o campo use rname (primeiro e segundo cam-
pos) com um e-mail que você já utiliza, seja de onde for (exemplo: seuno-
me@seuprovedor.com.br) e crie uma senha – cuidado para não esquecê-la.

Figura 3.54

Passo 3 – Rolando a página para baixo, veremos que temos mais campos a serem
preenchidos.
   
      

Figura 3.55

T emos então que preencher os próximos campos que são:


Nome do diretório – crie um nome interessante para seu site. Algo como “si-
te_legal” ou “minha_vida” ou “gamesque gosto”, algo assim. Isso será utilizado
como uma parte do endereço de seu site. Depois que você escolher a área onde
quer seu site, ficará com um endereço parecido com http://plane-
ta.terra.com.br/area/nomedodiretorio. Não é uma coisa muito interessante, eu
acho. Prefiro os outros lugares onde o seu username ou nome de usuário é utilizado
como parte do endereço. É mais fácil de guardar e também você não tem que ficar
esquentando a cabeça pensando em um nome de diretório. De toda forma é esta a
razão deste livro, explicar as diferenças entre cada um dos principais serviços de
hospedagem na Internet.
Agora escolha a Áre a onde seu site mais se encaixa, podendo ser algo ligado a via-
gens e turismo ou então informática e internet, etc. Basta clicar na setinha ao lado
do campo e escolher com o mouse uma das opções disponíveis.
O próximo campo é para os que já eram antigos usuários de um serviço chamado
Personal Page s dos antigos clientes do T erra. Com isso, as páginas que estavam
               

armazenadas nesse lugar podem ser recuperadas para o novo sistema do Planeta
T erra. Preencha então a URL, o endereço dessa antigas páginas.
Se guindo adiante, escolha um Título para seu site. Ele vai ser utilizado para o sis-
tema de buscas do T erra. Para o título coloque algo parecido com o que você colo-
cou como nome do diretório, o primeiro campo que preenchemos. É como uma
descrição, mas bem mais simples. O descritivo do site detalhado iremos colocar em
último lugar.
Em Palavras-chave, digite algumas palavras que tenham a ver com seu site. Se for
um site sobre música, pode ser algo como música, MP3, canções, ritmos. Se for
algo como um site sobre informática e programação de Internet, pode ser algo
como html, javascript, códigos, dicas, etc.
Você pode colocar uma ou mais palavras que serão utilizadas para identificar e lo-
calizar seu site entre tantos outros. Assim, os visitantes de seu site irão achá-lo
mais facilmente e também você saberá que quem o visitar veio exatamente por
causa das descrições e palavras-chave que você indicou. Para colocar mais do que
uma palavra-chave, basta separá-las por vírgula, como nos exemplos citados.
Escolha abaixo o idioma principal do seu site. Normalmente seria português, mas
nada impede que, você sendo descendente de estrangeiros ou mesmo sendo estran-
geiro, possa fazer um site dedicado à sua língua preferida.
Vamos agora fazer uma nova descrição do site podendo ser mais detalhado.
Passo 4 – Depois de tudo preenchido, vamos agora às próximas perguntas que so-
mente precisam ser respondidas por quem não é usuário T erra ou T erra Livre.
Aqui temos que preencher o nosso nome, sobrenome, data de nascimento, sexo,
CEP, escolaridade, estado civil, número de filhos e dizer se aceita receber informa-
ções sobre o serviço Terra ou de seus parceiros via e-mail. Nesse último caso eu
sempre escolho não, pois infelizmente se escolhermos o contrário veremos nossa
caixa postal na Internet cheia de anúncios e mensagens publicitárias.
Logo abaixo temos o contrato dos serviços prestados pelo T erra e também algumas
cláusulas dizendo o que podemos e não podemos fazer enquanto usuários do siste-
ma deles.
Normalmente inclui detalhes como não poder colocar material pornográfico, de
pedofilia, de pirataria, etc. É o normal dentro de todos os sites que nos proporcio-
nam espaço gratuito. T ambém por serem gratuitos eles normalmente nos explicam
que, caso ocorra algum defeito técnico ou falta de luz ou invasão do sistema por
algum hacker, eles não podem se responsabilizar por manter seu site incólume e 24
horas no ar sempre. Isso é algo perfeitamente compreensível.
   
      

Já em sistemas de hospedagem pagos, normalmente temos garantia de que há sem-


pre um backup de nossas páginas (cópia de segurança) e também que há um gera-
dor de energia para quando há falhas na eletricidade que alimenta os computadores
onde estão armazenados os sites. Mas isso já vimos na parte dos recursos ofereci-
dos pelos serviços de hospedagem pagos (Capítulo 2).
Depois de ler e concordar com o que o contrato diz, basta clicar no botão “Aceito
as condições e que ro me cadastrar” para que o sistema crie o seu endereço e o
espaço para seu site.

Figura 3.56

Passo 5 – Clicando no botão iremos para o gerenciador on-line de nosso site, atra-
vés do qual podemos transferir os arquivos das páginas e imagens do site que estão
em nosso computador para os servidores da T erra.
Podemos criar diretórios e outras coisas mais, mas isso já é assunto para o próximo
capítulo.
               

Criado o site, anote o endereço do mesmo juntamente com os dados do seu usuário
e senha utilizados para a sua criação.

Figura 3.57

Para sair dessa tela, a que iremos voltar mais tarde, basta clicar no botão “Sair”
que se encontra logo à direita acima do endereço do site.

UOL
Antes de iniciarmos os passos para inscrição no serviço de hospedagem do UOL,
tenho que avisar que este é uma exceção dentro do livro, pois enquanto o VilaBol,
o T erra Planeta e o Yahoo! GeoCities são gratuitos, isso já não ocorre com o UOL.
Para poder criar suas páginas utilizando o serviço deles, é necessário que você seja
um assinante, ou que um assinante tenha lhe criado um endereço de e-mail atrelado
ao dele. Podemos fazer uma analogia com um cartão de crédito adicional, onde
existe um responsável por você.
Se seu marido ou esposa, irmão ou pai tiverem uma conta no UOL, peça para eles
criarem um e-mail para você.
   
      

T enho que explicar aqui a razão por ter incluído o serviço de hospedagem do UOL
neste livro, e é muito simples, pois embora não seja um sistema gratuito para todos,
o número de assinantes dele é tão grande que eu não poderia negar essa informação
a tanta gente.
Fique ciente então que, para utilizar os passos que explico a seguir, você precisa ser
um assinante do serviço deles.
Outro detalhe é que nele temos que ir um pouco mais adiante do que com os ou-
tros, para demonstrar o uso de modelos de criação.
Bem, primeiramente vamos entrar no site. Podemos ir pela página principal e clicar
em Web Sites Pessoais do lado esquerdo, no menu lateral, lá embaixo, ou então
simplesmente digitar http://sites.uol.com.br.
Seremos levados à página de entrada. Por ela poderíamos visitar outros sites hos-
pedados no UOL ou fazer uma busca por algum site de um amigo, por exemplo,
bastando para isso digitar nos campos o e-mail dele.
Do lado esquerdo você verá as divisões dos sites por temas. Cada site é identificado por
um tema – Cidades e Regiões, Corpo e Saúde, Crianças, Diversão e Arte, etc, etc.
Caso você já tenha um site pela UOL, é por esta página que poderá atualizar suas pági-
nas e/ou recadastrá-lo, mudando algumas características que digitou quando o criou.
No entanto, estamos supondo que você irá criar seu site do nada, certo?

Figura 3.58
               

Então vamos lá. Clique no botão “Faça”. A próxima tela que irá ver será esta.

Figura 3.59

Iremos escolher a forma fácil de criar o site por agora. Depois voltaremos para o
modo avançado. Clique no link “Monte seu site pelo mé todo Fácil”.
Você verá esta tela.

Figura 3.60

Como já havia dito, somente os assinantes do UOL podem ter sites hospedados lá.
Digite o seu nome de usuário e depois sua senha.
   
      

Nota: O UOL permite que você tenha quantos e-mails quiser, para seu irmão
usar, seu pai, sua mãe, etc. Sendo assim, todos podem ter um site também.

Bem, digite então os dados pedidos e clique em “Entrar”.


A próxima tela são as regras do serviço.

Figura 3.61

Para continuarmos, temos que aceitá-las, então clique em “Aceito as re gras abai-
xo e assumo total responsabilidade pelo We b Site que criar”.
Já expliquei antes o básico do conteúdo desses contratos ou regras de utilização.
A próxima tela será onde iremos utilizar o assistente de criação do UOL.

Figura 3.62
               

Vamos agora explorar os modelos que o UOL nos oferece. Tenho que ser bem
sincero com você. São muito simples e alguns são até poluídos demais. De toda
forma estamos aqui para aprender a criar os sites e publicá-los, e não aprender
agora como ter páginas com um design bonito. Isso se aprende com o tempo – em
alguns ca sos, nem com o tempo, infelizmente, pois algumas pessoas não tem bom
gosto, não há como negar. Mas não é porque não somos um Leonardo da Vinci
ou um Van Gogh ou um Rembrant que não podemos dar umas arriscadas na área
artística.

Em meus outros livros eu sempre digo que, para aprender a ter bom gosto, pri-
meiramente temos que observar muito, mas muito bem tudo o que temos ao nos-
so redor, e principalmente, no caso da web, temos que ver sites que tenham um
bom gosto para design. Um deles que sempre recorro quando estou com pouca
inspiração é o http://www.coolhomepages.com. Ele tem os sites mais interessan-
tes em matéria de design, até mesmo vanguardista, mas é interessante para ver e
relaxar.

Não precisamos fazer exatamente o que vemos ali, basta apenas entender que ali
temos as tendências e precisamos vivenciar isso para podermos olhar para nosso
site e dizer sinceramente: puxa, ficou muito legal, ou então, puxa, está bom, mas
ainda vou melhorá-lo.

Vamos ver então o que o UOL nos oferece para esta primeira entrada no mundo da
Web. Depois, aos poucos, vamos aprendendo a melhorar e atualizar as páginas com
novas versões.

Para ter uma amostra dos modelos, clique no link “veja exemplos” que há embai-
xo de cada item (exceto currículos, quando deve-se clicar no próprio nome).
   
      

Figura 3.63

Se você clicar em “Página padrão” ou “Pe rsonalidades” ou “Esportes”, verá


outros modelos diferentes.

Figura 3.64
               

Há ainda modelos para currículos, os quais mostro a seguir.


Você pode clicar nas imagens para ter uma melhor visão do modelo.
Para editar sua página, escolha um dos modelos que mais lhe agradar e depois cli-
que no link escrito “clique aqui para faze r sua página...”. No caso de currículos,
você pode criar seu próprio modelo também.
Caso tenha visto um modelo que lhe agrada, clique no link dele e um formulário
específico para cada modelo irá surgir, com mais ou menos perguntas e também
mais ou menos imagens para você escolher.
No entanto, vamos supor que você tenha escolhido o mais simples, que seria atra-
vés do link Página Padrão. É o que contém a maior parte das perguntas dos outros
modelos, sendo o melhor teste para criação. Depois de clicar no link como falei, o
sistema do UOL pedirá algumas informações para criação de sua página.
Na primeira tela você terá que escolher uma cor ou uma imagem para ser o fundo
de sua página. Você só poderá escolher ou uma cor ou uma imagem.

Figura 3.65

Escolha algum item (exceto por enquanto o “ desisto”) e clique no botão de visuali-
zação lá embaixo para poder ver o resultado.
   
      

Figura 3.66

Se você quer uma opinião pessoal, por enquanto, escolha branco mesmo, sem ima-
gens nem nada. Fica bem mais fácil de ver o conteúdo de sua página e é mais rápi-
do o carregamento da página no navegador. Depois, com o tempo, você o modifica.
Vamos continuar a lição.
Ao clicar em visualizar, você voltará para a página inicial do formulário e ela se
apresentará já com a cor do fundo (ou background, como preferir) que você escolheu.
Veja na figura a seguir.

Figura 3.67
               

A segunda que stão é para você digitar um título para sua página. Clique no link
“Clique aqui” e digite o que deseja para ser o título da sua homepage.
O terceiro item é para que você escolha uma figura, ou de dentro da UOL mesmo
ou então de seu computador para que ela fique em sua página.

Figura 3.68

No quarto item, digite no campo em branco o texto que pretende colocar em sua
homepage, como uma mensagem de boas-vindas, ou então “ esta é a página de Fu-
lano de Tal, etc, etc...” e escolha logo abaixo o tipo de alinhamento que quer no
texto que vai aparecer na sua página, ou seja, se quer que o texto que digitou acima
fique no canto esquerdo da página, ao centro ou à direita.
O quinto item é a escolha de uma barra horizontal para separar seu texto de ima-
gens e do título. Clique no link e escolha uma das imagens que aparecer, ou então
não escolha nenhuma, selecionando o item “Não que ro barra”. T emos barras
muito “ vibrantes” ali.
O sexto item do formulário nos possibilita colocar nossos links favoritos na página.
Caso não queiramos nenhum, basta apagar o que está já escrito nos campos. T emos
que escrever um título para nosso link, que será o nome do site e logo em seguida o
endereço do site para qual aquele link está direcionado. Note que o UOL colocou
endereços deles mesmos. Você não é obrigado a ter nenhum deles caso deseje ou-
tros.
   
      

Figura 3.69

Se quiser que um ícone – pequena imagem – fique associada com esse link, clique
ao lado e escolha na janela correspondente uma das imagens que quiser, ou ne-
nhuma.

Figura 3.70

Já para o sétimo item temos a opção de termos uma caixa de notícias para que nos-
sos visitantes possam ler ou as últimas notícias gerais ou de esportes. Basta esco-
lher.
               

A próxima escolha é a de querermos ou não ferramentas de busca em nossas pági-


nas. É sempre bom.
Na opção de e-mail, digite um texto qualquer chamando a atenção de seus visitan-
tes, pedindo para que eles cliquem ali para enviar uma mensagem para você, por
exemplo, e digite no campo abaixo o seu e-mail do UOL ou outro qualquer. O sis-
tema irá criar o link para você.
Para o item 10, você poderá escolher qual o texto que irá seguir seu contador (basta
preencher os campos antes e depois do contador que aparece ali) e também esco-
lher qual será o tipo dele. Para escolher, clique no link “Clique aqui”.

Figura 3.71

T ambém se você não quiser um contador, deverá entrar nesse link para desabilitá-
lo, selecionando o primeiro item. Assim que tiver escolhido, clique no botão de
visualizar para voltarmos.
Agora vamos ao penúltimo item dessa nossa jornada para criar uma página no
UOL: vamos visualizá-la. Clique no link para ver como sua página ficou.
Eu criei uma com alguns elementos do formulário e fundo branco para você poder
ver como ficou. Está bem simples, ok? É como disse: neste capítulo estamos
aprendendo apenas a criar nosso primeiro site.
   
      

Figura 3.72

No entanto, com a ajuda do formulário que preenchemos, pudemos colocar alguns


recursos interessantes como as notícias, um campo de busca pela Internet e um
contador de páginas. Reparem que há uma janela acima e à direita onde temos o
logotipo do UOL e também Denúncia. Essa janela de controle é para que você pos-
sa denunciar um site, caso veja que ele contenha material ilícito ou proibido pelas
normas do UOL, como pornografia ou pirataria. É apenas uma medida de seguran-
ça do sistema.
Bem, veja agora se tem algo que gostaria de acrescentar ou retirar de sua página e
clique no botão “Voltar” para que possa modificá-la.
Caso esteja tudo certo com sua página, também clique no botão “Voltar” dessa
página de visualização e vamos seguir para o passo 12, concretizando a criação da
homepage de nosso site.
Para concluir a criação e publicação do nosso site, precisaremos dizer em qual ca-
tegoria ele se enquadra. Quando clicamos no item Finalização, a próxima tela que
nos é apresentada é muito extensa. Precisamos primeiramente definir qual o “clu-
               

be ” ao qual nosso site pertence. O que o UOL chama de clube seria a categoria.
Veja na próxima tela:

Figura 3.73

Escolha um dos itens que têm mais a ver com seu site. Depois disso, utilize a barra
de rolagem para localizar o item que você selecionou acima, ou seja, caso tenha
escolhido que seu site tem mais a ver com a categoria Mundo Digital, selecione.
Depois desça através da barra de rolagem lateral direita até encontrar o mesmo
Mundo Digital, como na Figura 3.74.

Figura 3.74

Pode ser qualquer outro item, mas o importante é que primeiramente escolha o clu-
be ao qual quer se identificar e depois encontre o mesmo item na lista que se seguiu
abaixo. Você deve localizar esse item para escolher até 5 subitens que têm a ver
mais ainda com seu site.
Digamos que você queira criar um site sobre informática, porque gosta disso. Aí
você escolheu antes o clube Mundo Digital. Depois rolou pela página até encontrar
o quadro da Figura 3.74, e percebeu que no seu site apenas os itens Internet e
Softwares têm a ver com ele. Você não vai dar cursos, nem quer apresentar nada
sobre hardware e nem oferecer seus serviços pelo seu site. Então, selecione apenas
os dois subitens que mais se aproximaram do que pretende passar como conteúdo
do seu site.
Feito isso, descemos mais ainda até o final da tela, onde teremos que colocar o nos-
so número do ComVC, que é um programa de comunicação do UOL, muito pare-
   
      

cido com o ICQ ou o Yahoo! Messenger. Se você já tiver o programa e souber o


número, pode informá-lo (se quiser que outros saibam seu número também, é lógi-
co, e queira que se comuniquem com você).

Figura 3.75

Logo depois, temos que descrever nosso site, dizer do que ele se trata. Uma breve
frase é o suficiente, como já explicamos antes no livro.
Depois é a vez das palavras-chave, utilizadas para que outras pessoas possam loca-
lizar sua homepage por meio delas. T ambém já expliquei aqui o porquê das pala-
vras-chave e sua importância. Se quiser colocar mais do que uma, basta digitar uma
a uma e separá-las por meio de vírgulas ou espaços.
Após tudo isso, estamos prontos para a publicação de sua homepage. Clique em
Cadastrar para a tela de confirmação.

Figura 3.76
               

Aqui você saberá qual é o endereço de seu site e poderá ainda acrescentar outra
característica, que é colocá-lo “na roda”. Isso significa incluir uma “janela de
controle” nas suas páginas onde poderá ver outros sites que tenham algum conteú-
do similar ao seu. Basta selecionar se quer ou não e depois clicar em Enviar para
concluir o processo todo.
Agora recebemos uma mensagem de congratulações e sabemos que o site está
pronto.

Figura 3.77

No decorrer do livro veremos como proceder para atualizar esse site.


Agora, lembram-se de que havia duas maneiras de se efetuar a criação do site? A
mais simples e fácil, que foi a que mostramos, e a avançada, para os que já sabiam
HTML.

Figura 3.78
   
      

Pois eu falei que iria explicar também como criar seu site por esse outro método.
Na realidade, ele é mais simples mesmo, desde que você já possua um site feito.
Basta clicar no link para montar seu site pelo método avançado.
Agora você verá o contrato dizendo o que eles permitem ou não nos sites. Clique
em “aceito as re gras...” para ir ao próximo passo.
Lá você irá ver o endereço de seu site, que sempre será
http://sites.uol.com.br/nome_de_seu_usuário_no_uol e poderá enviar os arquivos do
seu site bastando clicar no botão “Browse” e procurando-os no local onde os guar-
dou. Apenas um de cada vez pode ser enviado. Após localizá-lo na janela que apare-
ce, confirme clicando no botão “Open” ou “Abrir” e verá o nome dele no campo
antes vazio. Basta agora clicar no botão “Enviar” e seu arquivo irá para o site UOL.
Lembre-se de que a sua homepage deverá se chamar index.htm ou index.html,
senão seu site não poderá ser visto.
Através dos botões ao lado, que iremos explicar mais à frente em outro capítulo,
você poderá criar diretórios, compactar os já existentes (quando você os compacta,
eles não irão mais funcionar, estarão apenas guardados para uso futuro) e também
poderá criar novas páginas, onde uma nova tela poderá ser utilizada para criar seu
próprio código.

Figura 3.79
               

Assim que você já tiver algum arquivo dentro de seu site, poderá ver os nomes de-
les e também poderá editá-los on-line. As outras opções são para visualizar o mapa
de seu site e cadastrá-lo no serviço de busca do UOL.
É mais simples, mas é necessário logicamente conhecer um pouco mais o sistema e
também um pouco de vivência em criação de sites. Veja na Figura 3.80 como a tela
ficaria com um arquivo já dentro do site.

Figura 3.80

Concluímos aqui como criar um site no UOL. Veremos agora o último exemplo,
desta vez com o sistema do Yahoo! GeoCities.

Yahoo! GeoCities
Conecte-se à Internet e acesse o site http://www.yahoo.com.br.
Você verá a homepage do Yahoo! Brasil.
Clique no link “Yahoo! GeoCities, sua home page grátis”.

Figura 3.81
   
      

A próxima tela que verá será esta:

Figura 3.82

O sistema do Yahoo! é bem similar ao do BOL, que já estudamos aqui. Como am-
bos possuem mais serviços além da hospedagem de páginas, como o serviço de e-
mail gratuito, por exemplo, eles resumem o acesso a todos eles através de um único
login e senha, ou seja, um único nome de usuário e senha. Caso já possua um e-
mail no Yahoo!, estará automaticamente com a entrada garantida para o serviço de
hospedagem de sites deles. Basta digitar nos campos ID Yahoo! e Senha, o seu
nome de usuário e sua senha respectivamente.
Como imagino que talvez os leitores ainda não possuam nem uma coisa nem outra,
então vamos partir do início, que será a criação de nosso ID, que vem do inglês
Identification – identificação. Será através dela que seremos conhecidos no sistema
do Yahoo!.
Clique no link “Cadastre -me!”.
Logo verá a tela dos termos do serviço Yahoo!. Coloquei apenas o início e o fim
dessa página, já que ela tem 25 itens.
               

Figura 3.83

Verifique se concorda com os termos e então clique no botão “Eu aceito” para
continuarmos.
A próxima tela será a de cadastramento, onde irá escolher um nome de usuário (ou
um ID, como é chamado no Yahoo!) e outras informações importantes para o sis-
tema.
   
      

Figura 3.84

Digite o nome de usuário (ID) que preferir. Cabe aqui um aviso: o número de pes-
soas que se cadastram no Yahoo! é muito, mas muito grande mesmo, então possi-
velmente você terá que tentar várias vezes até encontrar um nome que não exista
ainda no sistema. Praticamente com certeza isso irá acontecer, mas não desanime,
pois vale a pena. T ente variações com underline/sublinhado e suas letras dos nomes
do meio ou do sobrenome, como joao_rib_neto. O importante é que seja também
fácil para você se lembrar.
Digite logo abaixo sua senha. Atenção: o Yahoo! difere letras maiúsculas de mi-
núsculas no campo senha, então se sua senha for algo como nuvem, se você escre-
               

ver Nuvem ou NUVEM, o sistema não irá reconhecer sua senha, pois você usou
letras diferentes em maiúsculo e minúsculo.
Agora o próximo passo é para lhe garantir um sistema que, caso se esqueça de sua
senha, possa ter um jeito de fazê-lo lembrar-se novamente. Para isso há o sistema
de perguntas e respostas.
Escolha uma pergunta qualquer e escreva no campo abaixo uma resposta – não a
sua senha – mas uma que o faça lembrar-se de sua senha. Caso você se esqueça,
perto do campo do login há um link que diz que, se você está tendo dificuldades
em lembrar seu ID ou sua senha, pode clicar ali. O sistema irá lhe perguntar alguns
dados, como sua data de nascimento e talvez também se utilizará de sua pergunta e
resposta para enviar-lhe sua senha, seu ID ou fornecer-lhe uma nova senha tempo-
rária. Eu disse talvez ele se utilize da pergunta e resposta porque já aconteceu co-
migo de esquecer-me e o sistema não me perguntou nada, apenas minha data de
nascimento e outra vez se utilizou da pergunta. Na realidade, o sistema de checa-
gem de segurança pode ser modificado ou pode ser aleatório e nós temos que ficar
atentos a isso tudo.
Logo abaixo temos que informar nossa data de nascimento. Como já falei, ela tam-
bém pode ser utilizada para nossos esquecimentos momentâneos. E para que a in-
formação nos seja enviada corretamente, devemos digitar no outro campo nosso
endereço de e-mail. Assim, após responder uma pergunta ou então nosso aniversá-
rio, o sistema poderá nos dizer quem somos ou o que esquecemos.
Bem, então vocês já sabem que esses itens do formulário servem para serem utili-
zados quando esquecermos nosso ID e/ou senha.
Vamos para o próximo passo, onde o que nos pedem é simplesmente nosso país,
bastando para isso selecioná-lo das opções disponíveis e também o CEP de nossa
residência ou serviço, como preferir.
Ocupação e ramo de atividade também são campos de seleção.
Caso queira receber e-mails do Yahoo! ou de seus parceiros, selecione o quadro
abaixo ou deixe-o em branco. É só clicar com o mouse nele.
Às vezes pode aparecer no final do formulário para você escolher uma ou mais áre-
as de interesse, mas é apenas informativo.
Depois de tudo preenchido, vem a hora da verdade.
Clique no botão “Enviar este formulário” e aguarde para saber se o ID que você
escolheu já existe, ou não, no sistema.
   
      

Se tiver sorte, iremos para a próxima tela, senão você deverá retornar e digitar ou-
tro nome de usuário / ID e seguir em frente. Caso tudo dê certo, você verá uma tela
onde receberá os parabéns, já aparecendo seu nome de usuário / ID. O sistema já
lhe terá enviado um e-mail de confirmação, bem explicativo sobre como montar
seu site no Yahoo! GeoCities.
Logo abaixo teremos mais algumas informações como sua ID, o seu endereço de e-
mail fornecido e para onde foi a mensagem explicativa e o endereço de seu novo site.

Nota: Sua senha nunca aparece. Somente você irá saber qual é a senha digitada
no formulário.

Caso você já queira construir sua página nesse momento, clique no link “Construa
sua página agora”. No entanto, vamos deixar isso para o próximo capítulo.

Figura 3.85

Clique apenas em no link “Sair” lá em cima e veremos depois os detalhes de como


criar páginas no Yahoo! GeoCities ou como enviar suas páginas que já estão prontas.
Finalizamos aqui então esta lição.
Não foi tão complicado assim, não é mesmo?
Vamos agora para a parte onde iremos criar páginas, utilizando os modelos exis-
tentes e também enviar nossas próprias páginas.
CAPÍTULO 4

COMO CRIAR E ENVIAR PÁGINAS


UTILIZANDO OS RECURSOS EXISTENTES
NO SITE DE HOSPEDAGEM

Vamos seguir o mesmo caminho que trilhamos no capítulo anterior. Começaremos


pelos serviços do BOL (VilaBOL), em seguida iremos para o T ERRA, depois o
UOL e por fim o YAHOO! GEOCIT IES.

VilaBOL
Novamente conecte-se à Internet e digite o endereço http://vila.bol.com.br/index.
Como agora estamos cadastrados no serviço, fica bem mais simples entrarmos no
sistema.
A mesma tela onde iniciamos nosso cadastro servirá para nossa entrada.

Figura 4.1

Lembre-se de que no BOL seu nome de usuário permite tanto o uso do VilaBOL
quanto o uso vitalício de um e-mail. Então, lá em cima, digite seu nome de usuário
e logo abaixo digite sua senha. Depois clique no botão “Entrar”.
A próxima página que iremos ver será a da Figura 4.2. Vamos analisar o que cada
uma das opções significa.


   
      

Figura 4.2

Logo abaixo do logotipo do VilaBOL, a imagem da casinha, vemos um campo de


busca dentro do próprio sistema. Isso é para que possamos procurar, entre os assi-
nantes do BOL, alguma coisa de nosso interesse, como, por exemplo, sites que te-
nham em suas páginas algo sobre futebol. Então basta digitar futebol naquele cam-
po e clicar no botão “Buscar”.
Caso queira procurar sites de uma determinada categoria, como a do seu site, por
exemplo, basta clicar em um dos itens que existem abaixo do campo de busca.
T ambém é uma outra forma de busca, sem dúvida.
Ao lado iremos ver os itens:
1 – Construa sua página
2 – Ge renciador de Arquivos
3 – Complementos
4 – Ajuda
5 – Atualize seu Cadastro
      !"  ### 

Debaixo de cada um deles temos:

Construa sua página


Editor Básico: O que é ele?
Vamos explicá-lo aqui em detalhes, mas antes seria interessante podermos visuali-
zá-lo, certo? Então clique sobre o link “Editor Básico” e pularemos para a próxi-
ma tela.

Figura 4.3

Aqui vemos uma introdução do que é o editor básico e temos dois links de ajuda,
um falando sobre o editor básico mesmo, que será o que veremos nas próximas
páginas e outro para o manual de HT ML, para você tirar dúvidas sobre o código
HTML. Clique em “Abrir o Editor Básico” para ver como ele é na verdade e po-
der visualizar melhor a explicação a seguir.
   
      

Figura 4.4

O editor básico do BOL é um editor para quem já conhece HTML. Há uma caixa
de texto onde você precisa colocar todo o código HT ML necessário para criar cada
página. Sendo assim, se você já é um expert em HTML e gosta de mexer no códi-
go, este é o melhor lugar para se começar. Qualquer dúvida sobre a linguagem
HTML, basta utilizar o Manual de HT ML da VilaBOL. Lá você encontra todo o
código básico para construir uma página na Internet. Alguns elementos mais avan-
çados, como inserção de arquivos de animação em flash, precisam de um aprofun-
damento e conhecimento maior de sua parte, mas tudo isso também é facilmente
encontrado em outros livros mais específicos ou na Internet gratuitamente.
A descrição detalhada de como utilizar o menu de botões existentes no editor bási-
co, veremos mais à frente, mas vamos verificar aqui algumas funções.

Como você poderá criar uma página no Editor


Básico da VilaBOL?
Você pode escrever o código diretamente na caixa de texto ou simplesmente copiar
e colar o que tiver preparado em outro editor de texto ou HT ML.
      !"  ### 

O que faze r para publicar essa página em seu site?


Basta clicar no botão “Salvar” ou em “Salvar Como” – veja adiante as diferenças
– para salvar a página diretamente no seu diretório da VilaBOL. Se você quiser que
a página seja a abertura do site, ou seja, sua homepage, salve como index.htm ou
inde x.html.

E para criar uma nova página no e ditor básico?


Clique no botão “Nova Página”, na barra superior do editor. Comece a criar sua
nova página copiando e colando um código que você já tinha pronto ou então digi-
tando-o na hora. Quando for salvar, não se esqueça de dar um nome a essa página.
Veja as regras a seguir.

Como posso abrir uma página que eu já criei?


Clique no botão “Abrir” na barra superior do editor. Escolha o diretório onde se
encontra a página que você procura, selecione o arquivo que você deseja abrir e
confirme.

Como faço para salvar uma página?


Se a página que você criou é nova, clique em “Salvar como”. Digite o nome do
arquivo, o diretório onde você deseja salvá-lo e confirme. Se você estiver fazendo
modificações em uma página já existente anteriormente, para salvar essas mudan-
ças, clique em “Salvar”.

Como faço para visualiz ar a minha página?


Basta ir ao Gerenciador de Arquivos da VilaBOL (que veremos mais adiante) e
clicar sobre o nome do arquivo que você deseja visualizar.

E na hora de salvar, posso colocar qualquer nome ou tenho alguma limitação?


Se us arquivos podem ter, no máximo, 32 caracteres. Não é possível nomear arqui-
vos com um número superior a 32 caracteres. Além disso, evite escrever nomes
misturando maiúsculas e minúsculas e nunca deixe espaço entre nome. Utilize o
sublinhado para separá-los, como no exemplo: minha_pagina_de_natal.htm. Tam-
bém não coloque acentos ou cedilhas nos nomes.
Essas re gras se rvem para todos os se rviços de hospe dagem de sites e para toda
a Inte rne t.
   
      

Gerenciador de Arquivos
Administre seu Site
Clique nesse link. Veremos inicialmente uma tela introdutória sobre o gerenciador.
Através dele você poderá criar e enviar arquivos para seu site, e verificar todos os
pormenores dele, como espaço utilizado, etc.

Figura 4.5

Repare que, para cada item que detalhamos, os outros ficam a um simples clique do
mouse, no menu lateral esquerdo. Com isso podemos ir de um para outro item sem
muita dificuldade.
Clique no link “Abrir o gerenciador de arquivos”.
      !"  ### 

Figura 4.6

Nessa tela, você tem um menu de botões, que se repete em cima e abaixo. Depen-
dendo da quantidade de arquivos e diretórios que você tiver em seu site, é muito
útil ter o menu duplicado assim.
Você verá que logo abaixo do menu de cima, seu nome de usuário está escrito, que
é o mesmo de seu e-mail e também uma parte do nome de seu site.
Ao lado verá também a quantidade de espaço que está utilizando no servidor e a
quantidade de arquivos. Na verdade, o sistema conta como arquivos também os
diretórios. Na Figura 4.6 há um diretório e um arquivo, mas o VilaBOL interpreta
como dois arquivos.
Para cada arquivo ou pasta, há um quadrado do lado esquerdo do nome dele. É uma
caixa de seleção. Clicando sobre ele, irá selecionar o arquivo ou desselecioná-lo.
Isso é muito importante para utilizarmos os botões dos menus existentes em cima e
embaixo. Você pode editar um arquivo simplesmente clicando sobre o ícone (pe-
queno desenho) ao lado dele, ou abrir um diretório (ou pasta, como preferir) para
   
      

ver o que há lá dentro, do mesmo modo. No caso específico de um diretório, cli-


cando no nome dele, o resultado é o mesmo de clicar no ícone da pasta. No entan-
to, se clicarmos no link que existe no próprio nome do arquivo, iremos visualizar
aquele arquivo em outra janela, que irá se abrir.
Sendo assim, para editar uma página há duas maneiras: selecione-a pela caixinha
de seleção e clique no botão “Editar página” no menu superior ou inferior ou en-
tão clique diretamente no ícone ao lado do nome dela. Se clicar no nome do arqui-
vo, uma nova janela do seu navegador irá se abrir e poderá vê-lo exatamente como
seus visitantes o fariam.
Você não pode editar mais do que uma página de cada vez. No entanto poderá co-
piar, mover, apagar ou renomear quantos arquivos quiser de uma só vez. Basta que
antes os selecione como expliquei e clique no botão correspondente.
Perceba também que, acima de cada coluna, há um nome descrevendo o conteúdo
delas. É aquela barra roxa que vemos. Lá temos as seguintes colunas: nome, tipo,
tamanho e data.
Cada um desses títulos de colunas também é um link que irá se prestar a reorgani-
zar o conteúdo abaixo. O sistema sempre irá apresentar antes os diretórios e depois
os nomes de arquivos em separado. No entanto se clicarmos no link “nome” da
coluna, veja que os diretórios são rearranjados para serem mostrados em ordem
alfabética, o mesmo acontecendo com o nome dos arquivos, que vêm logo a seguir,
mas também na ordem alfabética. Arquivos que começam com a letra A vêm antes
dos que começam com a letra B, C e assim por diante.
No entanto se clicarmos de novo no link “nome ”, veremos que agora a ordem foi
invertida de tal forma que arquivos com a letra C vêm antes dos que começam com
a letra B e por fim os com letra A no início do nome. O mesmo acontece com os
outros títulos das outras colunas. Ao clicar sobre eles, reorientam o conteúdo abai-
xo para se apresentar como determinamos.
Ao clicarmos no link da coluna “tipo”, os arquivos se reorganizarão por tipos de
arquivos, no caso do tamanho, arquivos menores virão antes dos maiores (em KB)
e para a data, arquivos criados antes aparecerão no topo da lista. E, como no link
do nome, ao clicá-los novamente irão refazer a ordem ao contrário. Isso facilita na
hora de localizar um arquivo que saibamos que seja muito grande ou muito peque-
no, procurarmos um tipo específico de arquivo, como imagens .GIF ou .JPEG, ou
um arquivo que criamos ontem e queremos modificá-lo hoje.
Vejamos o que nos aparece ao clicar no botão “nova pasta”.
      !"  ### 

Figura 4.7

Podemos criar quantas pastas ou diretórios quisermos. Eles servem para organizar
o conteúdo de nosso site. Normalmente, quem tem vivência em criação de sites
costuma criar diretórios para que os arquivos não se misturem muito. No VilaBOL
podemos fazer subdiretórios, ou seja, diretórios dentro de diretórios. Lá podemos
criar quantos diretórios quisermos também, mas não um dentro de outro, escon-
dendo-os assim.
Vejamos agora como funciona a outra função do menu: “copiar”.
Primeiramente é preciso selecionar um ou mais arquivos que serão copiados. Logo
após, clique no botão.
Você verá a tela onde teremos o nome do(s) arquivo(s) a ser(em) copiado(s) e logo
após o destino para onde irão essas cópias. Só podemos selecionar um destino de
cada vez. Repare que os destinos são sempre as pastas. Ou a pasta principal de nos-
so site ou as de dentro.

Figura 4.8

Caso estejamos copiando arquivos para um local onde já existam outros arquivos
com o mesmo nome, o sistema irá nos alertar para isso. Se quisermos, ele irá copiar
o novo arquivo por cima do anterior, apagando-o.
   
      

Nesse caso a tela de substituição aparecerá mostrando o nome dos arquivos que
têm “ homônimos” naquele diretório de destino.

Figura 4.9

Ele irá lhe fornecer dados como a localização, tamanho e a última alteração – que
para mim é o mais importante, pois você poderá saber se o arquivo é mais novo do
que aquele que pretende substituir ou não. De toda forma, basta selecionar e con-
firmar. Ou então cancelar toda a operação.
Lembre-se de que um arquivo somente irá substituir o outro se você antes o seleci-
onar.
Vejamos agora outra função, a de “renomear”.
Antes de selecionar qual ou quais arquivos quer renomear, lembre-se de que, se
houver um link para a página a ser renomeada você deverá atualizar manualmente
esse link. Ou seja, digamos que da sua homepage você criou um link, um texto ou
botão que, ao serem clicados, chamam a página sobre seus filmes preferidos. A
homepage você já sabe, tem que se chamar inde x.htm ou inde x.html e digamos
que a página de filmes chame-se filmes.htm. No entanto se você decidiu renomear
essa página para meus_filmes.htm, você deverá depois editar a página index.htm
(ou index.html) para que o link seja redirecionado corretamente.
No código seria algo assim:
<a href = “ filmes.htm” target = “ _self”> Meus filmes preferidos </a>
Depois de renomear o arquivo filmes.htm para meus_filmes.htm o código ficaria
assim:
      !"  ### 

<a href = “meus_filmes.htm” target = “ _self”> Meus filmes preferidos </a>


O sistema não irá fazer a atualização para você.
No caso de se estar preparando essas páginas em casa, ou no trabalho, com o auxí-
lio de programas como FrontPage da Microsoft ou o Dreamweaver da Macrome-
dia entre outros, o próprio programa irá fazer isso para você.
No entanto, ao enviar os arquivos para seu site no VilaBOL – veremos como fazer
isso em breve – você terá que enviar todos os arquivos que tinham link com o
filmes.htm. Como no exemplo que dei, você teria que enviar para o VilaBOL tanto
o novo arquivo meus_filmes.htm quanto o index.htm.
E de quebra ainda terá que apagar o antigo filmes.htm, pois não há razão para ele
ficar lá.
Este é um detalhe que não podemos nos permitir esquecer com o perigo de termos
páginas com links quebrados em nosso site e também de ficarmos mantendo pági-
nas soltas, que seriam algo como uma espécie de “ lixo” sem uso, apenas ocupando
espaço. Então muito cuidado – se estiver renomeando pelo VilaBOL, então edite os
arquivos que têm ligação com aquele outro manualmente. Se estiver modificando
os nomes por algum software, não se esqueça de mandar para o VilaBOL os outros
arquivos que também têm ligação com o modificado.

Figura 4.10

Veja que você tem o nome original do(s) arquivo(s) que pretende renomear e ao
lado um campo para cada um, onde irá escrever o novo nome. Não se esqueça de
colocar a extensão do arquivo. Ou seja, se for uma página de Internet, será .htm ou
.html e se for um arquivo do Word tem que ser um .doc ou então um arquivo de
animação flash que seria um .swf. Todo tipo de arquivo tem uma terminação dife-
rente, que devemos sempre colocar depois do nome para identificá-lo.
Se não quiser renomear um dos arquivos nessa tela, basta deixar em branco o cam-
po ao lado do nome e nada acontecerá com ele. Basta clicar no botão “Confirmar”
agora para que o sistema modifique os nomes dos arquivos ali descritos.
   
      

Veremos agora como utilizar outra função do menu do gerenciador de arquivos:


como e ditar sua página.
Primeiramente selecione uma de suas páginas – apenas uma é permitida por vez – e
clique no botão “editar página”.
O arquivo será carregado numa tela assim:

Figura 4.11

Veja que o menu superior mudou para atender agora às necessidades de edição de
página. Temos agora os botões nova página, abrir, salvar, salvar como, ge renci-
ador de arquivos, sair do e ditor e ajuda HTML.
Logo abaixo veremos uma caixa de edição onde o código de nossa página está todo
aberto para que modifiquemos o que precisemos. Nessa hora, devemos ter conhe-
cimento de HMTL para edição do código. Para que tenhamos alguma ajuda, basta
clicar no botão ajuda HTML para ver um pequeno tutorial sobre essa linguagem.
Assim que você tiver terminado a edição do conteúdo da página, deve clicar no
botão salvar – para salvá-lo com o mesmo nome. Ao salvar o arquivo, a tela per-
manecerá a mesma. A única diferença é que você salvou seu arquivo até aquela
hora e todas as modificações feitas já estão armazenadas.
      !"  ### 

Figura 4.12

Se você quiser, pode continuar a editar o arquivo com novas modificações, mas
lembre-se de salvá-lo para não perder o que já fez. Como estamos na Internet, on-
line, pode acontecer de tudo, desde uma falha no computador, até a ligação com o
provedor cair, ou o próprio sistema do VilaBOL dar algum problema. A Internet,
querendo ou não, é instável. Quem trabalha com ela sabe que é assim mesmo. É
como nossos serviços básicos, como luz ou telefone. Às vezes acontecem proble-
mas, podendo ser culpa ou não das empresas fornecedoras, mas de toda forma o
problema ocorreu.
Então previna-se e salve periodicamente seu trabalho de edição. Depois de tudo
pronto e salvo, para retornar basta clicar no botão Ge renciador de arquivos e
pronto.
Pode ser, no entanto, que você queira colocar outro nome para sua página ao invés
do nome original.
Então clique no botão salvar como e escolha um novo nome para o arquivo.
T ambém você pode escolher um novo destino ou seja, se o arquivo vai para a pasta
principal (que eu costumo chamar de raiz ou root, que são os nomes mais utilizados
em nosso meio) ou se o arquivo irá para outra pasta. Depois basta clicar em
“Confirmar”.
Os outros botões do menu que vêm depois do “salvar como” são bem simples.
O botão ge renciador de arquivos irá levá-lo (adivinhem!) de volta para o Geren-
ciador de arquivos.
O botão sair do e ditor irá levá-lo de volta para a tela da Figura 4.13, fora inclusive
do Gerenciador de arquivos.
   
      

Figura 4.13

E o botão ajuda HTML é exatamente para o que ele diz ser, um tutorial sobre a
linguagem.
Vejamos agora os primeiros botões.
O nova página irá lhe criar uma... página nova, exatamente.
Ele irá criar um nome temporário e lhe exibir a tela de edição completamente em
branco para você colocar seu código.
Veja na tela que mostramos aqui que o nome temporário é sem_nome .html.

Figura 4.14
      !"  ### 

Quando você tiver colocado seu código, clique no botão salvar como para escolher
um outro nome para sua nova página. Se você clicar em salvar apenas, o arquivo
irá para seu site com esse nome temporário.
O botão abrir tem como função possibilitá-lo a abrir um arquivo já existente em
seu site sem ter que voltar ao gerenciador de arquivos, etc.
Daí mesmo, da tela de edição de código, você clica e aparece esta outra página
onde poderá selecionar o arquivo que deseja editar agora.

Figura 4.15

Basta escolher o arquivo desejado (se ele estiver dentro de alguma pasta, clique
primeiro nela para abri-la e localizar sua página) e selecionar através do círculo ao
lado de cada nome.
Note que no Gerenciador de arquivos temos quadradinhos de seleção. Esses qua-
drados nos permitem selecionar mais do que um arquivo de cada vez. Vários. No
caso do gerenciador, onde podemos copiar, mover ou apagar mais do que um ar-
quivo, isso é necessário. A única exceção é com relação a editar a página, que já
lhes falei que só pode ser feita uma de cada vez, e se você selecionar duas páginas,
o sistema irá lhe alertar sobre isso.
No entanto, aqui estamos querendo editar uma página, e somente uma, já que o
sistema não permite de outra maneira. Então se utiliza o círculo de seleção. Ele só
permite uma seleção apenas. Se você clicar em outro arquivo, o anterior se apaga,
certo? Nesta tela não precisamos apagar, nem copiar nem utilizar outra função que
possa ser necessária à seleção de mais do que um arquivo. Então também não é
necessária a utilização do quadradinho de seleção múltipla.
Bem, selecione o arquivo que quer editar e clique no botão “Confirmar”. Isso irá
trazer a página para o editor.
   
      

Nota: Se você estiver já com uma página aberta e não a salvou antes de apertar o
botão “ abrir”, o sistema irá lhe avisar se quer ou não salvar a página que estava
aberta ou se quer cancelar a operação de abrir uma outra, continuando com
aquela aberta.

Bem, acho que já é hora de voltarmos ao Gerenciador de arquivos.


Ao editar uma página já vimos todos os comandos e situações que podem aconte-
cer, então clique no botão gerenciador de arquivos e vejamos os outros itens.
Já vimos então como criar uma nova pasta, como copiar arquivos, renomear e tam-
bém editar páginas. Estão faltando agora os botões apagar, move r, enviar arqui-
vo(s) e o nosso sempre amigo ajuda.

Figura 4.16

Para “apagar” um ou mais arquivos, ou mesmo diretórios, basta selecioná-los pela


caixinha de seleção e então clicar no botão correspondente.

Figura 4.17
      !"  ### 

O sistema irá lhe apresentar uma tela perguntando se quer mesmo concretizar essa
ação e então você poderá escolher entre continuar ou cancelá-la. Realmente é sim-
ples assim.
Vejamos agora o próximo item, que é “move r” arquivos.
Novamente aviso aqui que, caso você mova, renomeie ou mesmo apague arquivos,
como vimos, deve tomar cuidado para que não ocorra quebra de links. Saiba qual
página chama a outra, e não deixe furos na sua navegação. A coisa mais chata é seu
visitante clicar em um link e o sistema avisar que não tem nenhuma página ali com
aquele nome. Ou porque você escreveu errado o nome da página no código ou por-
que você apagou a página ou então mudou o nome da página e não consertou o
link.
Ao mover arquivos, podemos escolher qual o destino deles, ou a pasta principal ou
alguns dos diferentes diretórios que criamos em nosso site para organizar nossos
arquivos. E veja só que eu ainda não lhes havia explicado um detalhe muito inte-
ressante no site do VilaBOL. Você tem uma pasta secreta em seu site, que só pode
ser vista por você quando estiver editando seu site no gerenciados de arquivos.
Esse diretório é feito para você guardar páginas ou imagens que não quer que ou-
tras pessoas vejam, a não ser você. Isso é muito interessante. Então, quando quiser
esconder algum arquivo, mova-o para a pasta secreta. Quando quiser que outras
pessoas o vejam, tire-o de lá.
Voltando à função mover, o sistema do VilaBOL irá lhe dizer quais arquivos está
prestes a mover e logo abaixo mostrará os diretórios para onde pode enviá-los. Se-
lecione uma das pastas/diretórios e clique em um dos botões para confirmar ou
cancelar a operação.

Figura 4.18
   
      

T emos agora a função de “enviar” arquivos, com certeza a que vocês mais utiliza-
rão, pois mais da metade das pessoas cria seu site sossegado em casa ou no escritó-
rio, com softwares mais apropriados, como já citei antes. Depois testa-os para ver
se têm algum problema de navegação e somente depois envia os arquivos para o
servidor Web onde eles ficarão disponíveis para os visitantes de seu site.
Infelizmente o VilaBOL não permite que enviemos os arquivos via FTP, o que iria
apressar sobremaneira todo o processo. Isso porque via FTP você pode enviar
quantos arquivos quiser de uma vez, deixando-os em fila para serem processados e
colocados em seu site. O VilaBOL nos oferece a possibilidade de envio de 5 arqui-
vos de cada vez, no entanto agora podemos mandar arquivos zipados e abri-los
dentro do site.
Veja na Figura 4.19 a tela de envio de arquivos.

Figura 4.19

Primeiramente temos que localizar cada arquivo em nosso computador (ou que es-
teja na rede ou em disquete). Para isso, clique no botão “Procurar” ou “Browse”.
Dependendo de cada computador vai aparecer um dos dois nomes, dependendo da
versão em português ou em inglês. Clique no botão e verá uma janela aparecer
mostrando os arquivos em seu computador.
      !"  ### 

Figura 4.20

Procure seu primeiro arquivo a ser enviado para o site e selecione-o com o mouse,
depois clique no botão “Abrir” ou “O pen”. Você verá que o nome e a localização
dele será agora dentro do campo editável do lado do botão “Browse” em que tí-
nhamos clicado. Agora o mesmo processo se repete para o segundo arquivo, tercei-
ro, quarto e o quinto.
Clique no próximo botão “Browse ”, encontre seu arquivo na janela que aparece,
clique em “Abrir/O pen” e veja o nome dele aparecer no campo editável antes va-
zio.
Depois de ter escolhido os seus arquivos – você não precisa enviar sempre 5 arqui-
vos de cada vez, pode mandar 1, 2, até o máximo de 5, escolha a seguir o destino
para onde quer enviar esse(s) arquivo(s) selecionando o diretório na lista que apa-
rece abaixo e clique no botão “Confirmar”. Ou “Cancelar” caso tenha desistido.

Nota: Caso sem querer você tenha escolhido o arquivo errado para envio ou en-
tão escolheu duas vezes o mesmo, é só clicar no botão “Browse /Procurar” ao
lado do arquivo errado e fazer o mesmo esquema, escolhendo outro. Se não qui-
ser enviar um deles e não tiver outro para mandar, basta apagar o que está escrito
naquele campo editável. Simples, não?

Agora, lembra-se de que falei sobre enviar arquivos zipados? Pois bem, esta é uma
nova característica de envio do VilaBOL. Praticamente quando eu estava comple-
tando este livro é que surgiu esta boa novidade. Por isso sempre lhes falo que nada
na Internet é eterno. As modificações sempre acontecem, sempre tentando facilitar
e melhorar a sua vida. Vejamos então qual a facilidade que temos em enviar um
arquivo zipado.
Primeiramente vamos explicar o que é um ZIP.
   
      

ZIP é um formato de arquivo onde podemos comprimir vários outros arquivos


dentro dele. Imagine o zip como uma bolsa onde podemos colocar várias e várias
coisas. Só que essa bolsa tem uma mágica, que é tornar tudo o que colocamos den-
tro dela menor. E quando tiramos, tudo retorna ao tamanho normal.
O arquivo ZIP é isso. Dentro dele podemos colocar vários e vários arquivos, e, gra-
ças a uma “ mágica”, ele deixa os arquivos menores, bem comprimidos, sem perder
nada. Quando tiramos os arquivos que estão comprimidos dentro do zip, eles vol-
tam ao tamanho normal.
Existem vários programas compactadores que criam arquivos zip. O mais famoso
deles é o WinZip. Ele é pago, mas você pode testá-lo por 30 dias gratuitamente.
Para pegá-lo na Internet, tem que ir ao site dele, que é o http://www.winzip.com.
Existem outros programas, que, como falei, também criam arquivos ZIP, e alguns
deles são gratuitos. Para procurar um que seja gratuito, indico o site Superdownlo-
ads, um site nacional. Utilize o endereço: http://www.superdownloads.com.
br/programas/index.cfm
Clique em Utilitários e logo a seguir na próxima página, clique em Compressão de
arquivos. Do lado esquerdo verá os nomes de programas e do lado esquerdo se ele
é grátis (freeware) ou se tem algum tempo de uso antes de ter que efetivamente
comprá-lo (shareware). T ambém verá informações sobre para quais tipos de com-
putador ele serve (Win95, Win98 e WinNT ) e o tamanho dele para efetuar o
download, ou seja, baixá-lo da Internet para seu computador. Um dos que vi que
achei interessante é o Freezip. Mas escolha o que mais lhe agradar. Você pode
tentar vários, até encontrar aquele com que você mais se dê bem.
De toda forma, agora você já sabe o que é um arquivo zip. Não vou poder explicar
aqui como funciona cada um dos programas que “zipam” arquivos. Isso você terá
que aprender utilizando o programa que você escolheu. Você poderá “zipar” todo o
seu site em um único arquivo zip e depois mandá-lo para o VilaBOL pelo sistema
de envio de arquivos que já vimos agora há pouco.
A grande vantagem é poder enviar tudo de uma vez só. Se você tiver arquivos em
vários diretórios/pastas, tudo bem também. Normalmente utilizamos as pastas para
organizar melhor o conteúdo do site. Em uma pasta colocamos as imagens, em ou-
tra as páginas sobre amigos, ou sobre um projeto nosso, etc.
Quando formos gerar o arquivo zip, temos que dizer a ele que queremos que o
conteúdo das pastas também esteja dentro desse arquivo. Depois, tudo o que temos
que fazer é enviar o arquivo para o VilaBOL.
Assim que estiver lá, eis o que temos que fazer para abrir o arquivo do nosso site e
liberar todos os outros arquivos e pastas que temos lá dentro:
      !"  ### 

Figura 4.21

Primeiramente temos que localizar o arquivo zip. No exemplo que estou mostrando o
nome do arquivo é imagens.zip. Eu seleciono o nome do arquivo clicando no quadrado
de seleção ao lado do nome dele. Depois eu clico no botão “descompactar” lá em cima.
A próxima tela a aparecer seria parecida com esta:

Figura 4.22
   
      

O VilaBOL já “ abriu” o meu arquivo ZIP e está me mostrando o que eu tenho den-
tro dele. Ele também me diz quanto eu vou precisar de espaço livre para descom-
pactar todos estes arquivos. Se você não quiser algum dos arquivos, então basta
tirar a seleção do quadrado ao lado do nome dele. Se quiser todos os arquivos, en-
tão deixe-os selecionados como aparecem.
Um segundo item é escolher se queremos que o VilaBOL apague o arquivo ZIP
depois de descompactar tudo o que tem dentro dele. Esta é uma sábia decisão, já
que você não vai mais precisar desse arquivo zip depois de concluída a operação de
retirada dos arquivos compactados. Ele só iria ficar no seu site ocupando espaço,
certo? No entanto se ainda quiser ficar com ele, tudo bem. Basta tirar a seleção ao
lado. Depois pode utilizar o gerenciador de arquivos para apagar o arquivo ZIP se
assim o desejar.
A terceira opção é se você quer manter a estrutura original de diretórios/pastas.
Esta opção eu recomendo sempre deixá-la selecionada. Senão vai ser a maior con-
fusão. Imagine que você tem dois arquivos com o mesmo nome, mas que estão em
diretórios separados. Isso não tem problema, certo? Mas, se na hora que você for
descompactar o seu arquivo ZIP esta opção não estiver selecionada, os dois arqui-
vos de mesmo nome não vão mais estar separados em diretórios, então um deles
vai apagar o outro e somente um vai ficar. Isso é ruim, não?
Outro problema é com relação a links. T alvez você acabe perdendo os links de uma
página para outra se não deixar essa opção selecionada, porque uma página vai
procurar a outra dentro de pastas que não existem mais. Isso também é ruim.
Bem, depois de tudo certo, basta clicar no botão “Confirmar” para que o sistema
do VilaBOL descomprima seus arquivos corretamente em seu site.
Você também pode comprimir os arquivos que não utiliza mais em seu site. É pra-
ticamente o mesmo processo. Primeiramente selecione os arquivos pelo gerencia-
dor de arquivos, selecionando-os. Depois clique no botão “Compactar”.
A próxima tela é muito parecida com a da Fig. 4.23.
      !"  ### 

Figura 4.23

Aqui o sistema nos mostra quais arquivos escolhemos. Depois nos pergunta qual
vai ser o nome do arquivo ZIP para onde esses arquivos escolhidos serão compac-
tados. Escreva algo como imagens.zip, ou arquivos.zip ou o nome que quiser,
desde que não exista já um outro arquivo zip com o mesmo nome.
Depois há a opção de apagar os arquivos originais após a compactação e criação do
arquivo ZIP. Se você estiver compactando arquivos que não usa mais, esta é uma
boa decisão, porque de toda forma você pode descompactar qualquer um dos ar-
quivos depois, simplesmente selecionando o arquivo ZIP criado e clicando no bo-
tão “Descompactar” como já ensinei.
Simples, não é?
Se tiver alguma dúvida, e este livro não conseguiu esclarecer, tente ver no botão
“ Ajuda”, que lhe mostrará os detalhes sobre cada função do VilaBOL.
   
      

Figura 4.24

Se ainda assim não conseguiu entender algo, há um e-mail para orientação do pró-
prio suporte do VilaBOL.
Concluímos aqui o sistema de gerenciamento de seu site, tanto com o editor básico
quanto com o modo mais avançado. No entanto o BOL ainda nos permite incluir
alguns complementos às nossas páginas que irão deixá-las mais interessantes.
Vamos ver agora quais são eles.
Como todo bom hospedeiro de páginas, há sempre algo a mais que nos é oferecido.
Em alguns são os contadores de páginas, em outros são tipos de formulários e em
outros ainda temos previsão de tempo, etc. No VilaBOL temos, por enquanto, um
livro de visitas e um contador de páginas.
Veja na Figura 4.25 a tela que aparece ao clicarmos em complementos no menu
lateral esquerdo.
Aliás, o menu esquerdo é um tipo de companheiro que sempre irá lhe ajudar a se
orientar no VilaBOL. É através dele que podemos automaticamente ir para o Editor
Básico (clicando em construa), ou então para o Gerenciador de Arquivos (clicando
em gerencie ) e no caso do livro de visitas e dos contadores, é só clicar em com-
plementos.
      !"  ### 

Figura 4.25

Voltando à tela de complementos, para instalar um livro de visitas em seu site, cli-
que no link “Crie seu livro de visitas!”. Veremos nova tela com um formulário.
Primeiramente devemos responder qual será o título de nosso Livro de Visitas.
Escreva algo, como Livro de Visitas do Fulano de T al (seu nome no caso). Seja
bem simples.
A próxima pergunta é para escolhermos as cores dos componentes de nosso livro
de visitas. É estranho escolher as cores sem vermos como elas irão ficar, não é
mesmo? Já que estamos iniciando, seria legal vermos pelo menos o esquema básico
da página do livro de visitas.
   
      

Figura 4.26

Por isso coloquei na próxima figura a página concluída; para então você ver se as
cores estão ou não de acordo. E assim você poderá mudar ao seu gosto.
      !"  ### 

Figura 4.27

Depois vem a cor do título. Deixei na cor vermelho escuro (vinho), exatamente
como veio no formulário. O texto em preto e os links, tanto os não clicados quanto
os visitados, em azul escuro.
Os links, para quem não sabe, podem mudar de cor depois que os clicarmos. Esse é
um recurso que era muito usado para podermos saber onde já clicamos apenas re-
conhecendo a cor. Normalmente os links eram azul claro ou escuro e, depois de
clicados, mudavam sua cor para cinza, ou vermelho, etc. Isso era muito usado antes
porque a Internet, no seu começo, não tinha botões, nem recursos como os de hoje,
onde vemos menus e botões inteligentes. A navegação era só com texto. Quase sem
figuras. Por isso era necessária uma maneira de visualizar por onde já tínhamos
passado. Então, se quiser, pode mudar as cores dos links de tal maneira que eles,
antes de serem clicados com o mouse tenham uma cor e após terem sido usados
(clicados) mudem a cor.
Finalmente temos agora a cor da linha que irá separar os textos entre si dentro da
página.
Escreva agora no terceiro item do formulário uma introdução. Uma pequena frase
que será colocada abaixo do título e que incentive o visitante a se cadastrar. Pode
ser qualquer coisa, como “ Bem-vindos ao meu livro de visitas. Por favor deixem
seus nomes e comentários abaixo.”
Em quarto lugar iremos decidir o que queremos que o visitante preencha. Podemos
pedir apenas o nome, ou então agregarmos o e-mail do visitante e talvez o site dele,
se o tiver. Se quisermos saber mais ainda, podemos colocar nos espaços que apare-
cem abaixo, quais outros campos gostaríamos que aparecessem para serem preen-
chidos pelo visitante. Pode ser interesse, time de futebol, data de nascimento, etc,
etc. Podemos escolher até 4 campos extras para incluir em nosso livro de visitas.
Depois iremos dizer ao VilaBOL se queremos que as mensagens, antes de serem
publicadas, sejam aprovadas por nós. Se deixarmos o quadradinho de seleção va-
zio, isso significa que não queremos aprovar as mensagens publicadas. A vantagem
é que realmente é chato você ter que entrar em uma página especial
(http://vila.bol.com.br/adm_livro_de _visitas.html) para escolher quais são as
   
      

mensagens que devem ou não ser publicadas. A desvantagem é que algum visitante
engraçadinho pode escrever palavrões, xingamentos, etc. Agora você decide o que
prefere: ou perder algum tempo escolhendo as mensagens a serem publicadas ou
arriscar algum comentário engraçadinho.
Por último iremos clicar no botão “Visualizar” para termos uma leve idéia do que
será nosso livro de visitas. Clique e... voilá ! Este é o resultado que temos na visua-
lização com o exemplo que apresentei.

Figura 4.28

Não é lá grandes coisas, certo?


Mas o importante é que funcione.
Eu gostaria que pudéssemos modificar o design da página ou as letras, mas não pode-
mos. Somente podemos mudar as cores depois de publicado. Para isso, basta visitar-
mos outra página especial – (http://vila.bol.com.br/cad_ livro_de_visitas.html) e lá
encontraremos este mesmo formulário que estamos preenchendo para a criação,
mas desta vez servirá para modificação. Se tentarmos modificar as cores e o texto
da nossa lista de visitas por este mesmo processo que agora estamos fazendo, cor-
remos o risco de apagarmos todas as mensagens que porventura já existam grava-
das. Isso acontece porque aí estaremos criando uma nova lista de visitas.
Repetindo: para criar pela primeira vez uma lista de visitas, devemos seguir como
estamos agora. No entanto, depois de criada, querendo modificá-la, somente pode-
remos utilizar o link antes citado.
Voltemos à nossa tela de visualização. (Figura 4.28).
      !"  ### 

Repare que embaixo temos dois botões: um para voltar à página de edição – talvez
não tenhamos gostado das cores ou dos texto, e então ainda poderemos modificá-
los antes de salvar a lista, que é exatamente a função do outro botão.
Digamos que esteja tudo ok e que já queiramos publicar essa página da lista. Cli-
que em “Salvar” e então o sistema irá criá-la.
Logo após verá a tela da Figura 4.29, onde irá receber os parabéns por ter criado
com sucesso sua lista de visitas.

Figura 4.29

Lá você encontrará as instruções de como deve proceder para seus visitantes aces-
sarem sua página.
É necessário agora fazermos tudo “ na mão”, ou seja, devemos abrir a página onde
iremos colocar um link, um atalho, para essa outra página contendo a lista de visi-
tas.
Sendo assim, devemos abrir o gerenciador de arquivos clicando no botão amarelo
“ge rencie” que existe no meu lateral esquerdo nessa mesma tela.
   
      

Isso nos leva a outra tela.

Figura 4.30

Clique em “Abrir o ge renciador de arquivos”.

Figura 4.31

Agora sim estamos no gerenciador.


Vamos dizer que queira colocar o link para a sua lista de visitas na sua homepage.
Selecione o quadrado ao lado do arquivo de nome index.htm (ou inde x.html).
Clique agora no botão e ditar página.
Aquela página agora irá se abrir no editor html. Lá veremos o código da página
para que possamos inserir a chamadinha de nossa lista recém-criada. Agora, a parte
      !"  ### 

mais difícil é saber onde você deve inserir esse código de tal maneira que fique
legal quando aparecer no navegador do seu visitante.
Eu o coloquei bem simples: criei a primeira página seguindo exatamente as instru-
ções que temos aqui no livro. Sendo assim, imagino que vocês terão uma página
mais ou menos parecida.
Procure no final do código algo como:

hre f=“http://vila.bol.com.br/fmlist.html”><li>Ge rencie sua página<br></a>


e escreva logo abaixo:
<a href=“http://vila.bol.com.br/livro_de _visitas.html”><li>Ler meu livro de
visitas<br></a>
<a href=“http://vila.bol.com.br/assine .html”><li>Assinar meu livro de visi-
tas<br></a>
clique em Salvar e espere um pouco para o sistema salvar sua página e retorne ao
gerenciador clicando no botão referente. No código, vai ficar algo mais ou menos
assim a partir daquela parte que pedi para procurarem:

<a
hre f=“http://vila.bol.com.br/fmlist.html”><li>Ge rencie sua página<br></a>
<a href=“http://vila.bol.com.br/livro_de _visitas.html”><li>Ler meu livro de
visitas<br></a>
<a href=“http://vila.bol.com.br/assine .html”><li>Assinar meu livro de visi-
tas<br></a>
</menu></span>
visualizar o código pelo editor do VilaBOL realmente não é uma tarefa fácil.
Programas de edição acabam fazendo o que chamamos de indentação, que seria
deixar o código mais visível, mais ou menos assim:
<a href=“ http://vila.bol.com.br/fmlist.html”>
<li>Gerencie sua página
<br>
</a>
<a href=“ http://vila.bol.com.br/livro_de_visitas.html”>
   
      

<li>Ler meu livro de visitas


<br>
</a>
<a href=“ http://vila.bol.com.br/assine.html”>
<li>Assinar meu livro de visitas
<br>
</a>
</menu>
</span>
Isso facilita nossa vida na hora de botarmos a mão na massa, digo, no código.
A separação por linhas, o uso de espaços ou tabulação para melhorar a visão dos
elementos principais do código e, em muitos editores, o uso de cores para separar
elementos de html do resto da página, como textos, etc., realmente é algo prioritá-
rio para um bom desenvolvedor de páginas na Internet.
Bem, de todo modo, vimos então como criar nosso livro de visitas.
Vimos que temos que, primeiramente, criá-la e depois inserir o código dentro de
uma de nossas outras páginas (ou dentro de todas) para criarmos o link, o atalho
para esse nosso livro de visitas. Após inserirmos o código, temos apenas que salvar
a página e voltar ao gerenciador de arquivos.
No livro poderemos ver os comentários de todos os visitantes que o assinaram pre-
enchendo o formulário que criamos. O visitante pode também ter um atalho direto
para assinar o livro de visitas. Assim ele poderá preencher o formulário rapida-
mente e colocar seu comentário sobre o site.
Vimos também que, para liberarmos os comentários deixados – se foi assim que
decidimos fazer naquela página de criação do livro de visitas – devemos regular-
mente visitar a página
http://vila.bol.com.br/adm_ livro_de_visitas.html
e se quisermos modificar algum item do nosso livro, basta irmos até a página
http://vila.bol.com.br/cad_ livro_de _visitas.html.
Pode acontecer do sistema lhe pedir seu nome de usuário e senha, caso tente aces-
sar essas páginas de outro computador por exemplo, mas isso não é mais empeci-
lho, certo?
      !"  ### 

Ainda não vimos como ficaria a página com os links que acabamos de colocar para o
livro de visitas. Vejamos então como ela era antes: repare que havia apenas os links
Edite sua página e Ge rencie sua página logo acima da casinha símbolo do VilaBOL.

Figura 4.32

Agora veja como ficou depois da inserção daquele código.

Figuras 4.33

Contador de Páginas
Vamos nos aprofundar agora em como inserir um contador de páginas em seu site.
Normalmente o contador é sempre colocado na primeira página do site, ou seja, na
homepage. Com raras exceções seria interessante colocarmos internamente.
   
      

Como o processo é o mesmo, vamos partir do princípio básico de que o marcador


apenas será mostrado quando o visitante entrar na homepage de nosso site.
Voltando àquela página dos complementos (ver Figura 4.34), iremos encontrar um
link para uma outra tela nos explicando como se instala o contador.

Figura 4.34

É muito simples na realidade, e você nem precisa visitar essa página, mas de toda
forma vou mostrá-la aqui.
T udo o que você precisa fazer, na realidade, é incluir um outro código em sua pá-
gina, exatamente como o fizemos com o livro de visitas. O código a ser colocado
desta vez é assim:
<img src=“http://vila.bol.com.br/contador.gif”>

Figura 4.35
      !"  ### 

Repare que escrevemos aqui vila PONTO bol. Apesar do site de hospedagem se
chamar vilabol, tudo junto, nos dois casos de complementos o endereço deve ser
vila PONTO bol PONTO com PONTO br, ok?
Essa é uma dica para os desatentos, porque quando vemos que não funciona o
contador ou o livro de visitas logo ficamos achando que é defeito do sistema deles
e muitas vezes nós é que escrevemos errado. E vocês já sabe: código errado em
HTML acaba gerando algum tipo de erro.
O esquema é exatamente o mesmo do livro de visitas. Abra o gerenciador de arqui-
vos, procure o arquivo index.html e clique no quadrado ao lado do nome dele, se-
lecionando-o.
Depois clique no botão “e ditar página” para vermos o código.
Agora será mais simples de acharmos onde devemos inseri-lo.
Vá até o final do código utilizando a barra de rolagem do quadro onde se encontra
o html.
Você irá ver algo assim:

</table >
</body>
</html>
Agora edite o html de tal maneira que fique assim:
</table>
<p align=“center”><img src=“http://vila.bol.com.br/contador.gif”></p>
</body>
</html>
Veja que eu acrescentei alguns elementos ao código original do contador.
Eu acrescentei o <p align=“cente r”> e no final um </p>
Isso irá fazer com que o contador fique espaçado da tabela de cima, então separa-
mos melhor os elementos e também ele ficará alinhado ao centro. Dessa forma ele
vai ficar mais legal na página.
Salve a página e clique no botão do gerenciador. Vamos ver como a página ficou.
Assim que a tela com o gerenciador de arquivos aparecer, clique diretamente sobre
o nome do arquivo. Isso irá abrir uma nova janela do seu navegador e mostrará o
arquivo nela, ou seja, mostrará a homepage. Repare embaixo que o contador já co-
   
      

meça a funcionar, mostrando a quantidade de vezes que se entrou naquela página


desde o momento em que inserimos o código e a salvamos.

Existem outros tipos de contadores no VilaBOL também, mas você terá que, antes,
passar por todo esse processo de colocar o contador básico, salvar a página e visu-
alizá-la. Somente depois de ver sua página no navegador e ele começar a marcar do
00001 em diante é que poderá mudar o tipo do contador. E para isso é muito sim-
ples, basta entrar novamente na página onde se explica como colocar o contador.
Veja a figura a seguir:

Figura 4.36

Ao entrar no VilaBOL, você pode clicar diretamente no link “Se rviços para o seu
site”, em complementos.

Figura 4.37
      !"  ### 

Ou então, já logado no sistema, pode clicar no menu lateral esquerdo, também em


complementos e em seguida clicar no link “Coloque um contador em seu site”.
A partir daí, verá a tela de apresentação dos contadores.

Figura 4.38

Repare que temos um segundo item chamado “Outros contadores do BOL”. Se-
guindo o texto, há um link “clique aqui” para escolher outros tipos. Clique com o
mouse sobre ele.
Caso você tenha feito tudo certo anteriormente, ou seja, já incluído um contador
como expliquei, e depois visualizado sua página funcionando e marcando cada en-
trada no seu site, deverá ver esta tela a seguir. Caso contrário, o sistema irá lhe tra-
zer para a mesma página onde estava.
Supondo que tudo tenha seguido corretamente, verá a tela da Figura 4.40 onde po-
derá incluir um novo contador em outra página (na verdade o link irá apenas redi-
recioná-lo para a página anterior e terá que fazer tudo na mão como antes).
Poderá também modificar o contador que tem cadastrado e já funcionando e tam-
bém apagá-lo caso deseje.
O tipo de contador escolhido aparece abaixo e a localização do mesmo também
aparece embaixo.
Digamos que queira modificar o desenho do seu contador porque não gostou muito
dele, ou simplesmente pela curiosidade de ver o que o VilaBOL tem a lhe oferecer
em matéria de outros contadores.
Clique no botão “modificar”.
   
      

Figura 4.39

Veja a quantidade de contadores que você vai ter disponível.


Basta selecionar um deles clicando no círculo de seleção ao lado do modelo esco-
lhido.
Logo abaixo você tem também como controlar a partir de qual número seu conta-
dor irá iniciar. Ao invés de começar do número 1, você poderia colocar o contador
para iniciar a contagem a partir do número 1500. Então quem entrasse em sua pá-
gina iria achar que ela já foi visitada mais de 1500 vezes. Convenhamos, isso é
uma grande mentira. A única razão para usar este recurso é para o caso de você
acidentalmente ter perdido o conteúdo de sua página ou apagado o seu contador, e
agora querer o seu novo contador mostrando a partir de quando ele foi apagado. Aí
tudo bem.
Você tem também uma terceira opção que é a quantidade de dígitos. Se você es-
colher 3 dígitos, por exemplo, quando chegar a 999 visitas, o próximo visitante irá
ver 000, que seria o 1000, mas como não há espaço para o número 1000, então ele
“ zera” o contador. Sempre deixe no mínimo 5. Se você perceber que terá mais vi-
sitas do que 99.999, então coloque mais dígitos depois.
A seguir basta clicar no botão “Alte rar” para salvar suas modificações.
      !"  ### 

Figura 4.40

O VilaBOL então nos apresenta uma página dizendo qual foi a página cujo conta-
dor foi modificado.

Figura 4.41
   
      

Lembrem-se de que temos a opção de alterar um contador, mas também temos a


opção de apagá-lo. Se clicarmos no botão “Apagar”, veremos esta tela aparecer
por cima.

Figura 4.42

Se quisermos realmente apagar o contador da página em questão, clique “Sim”,


caso contrário, clique “Não” e a janela se fechará sem efetuar nenhuma operação.
Se, no entanto, você decidiu apagar, o VilaBOL irá apresentar a seguinte mensa-
gem de que o contador da página tal foi removido.

Figura 4.43

Aqui encerramos todas as funcionalidades atuais do VilaBOL que eu poderia ex-


plicar. Com certeza novas facilidades irão surgir. Essa é a evolução natural da In-
ternet e da vida. Vamos ao próximo serviço de hospedagem.

Planeta Terra
Conecte-se à Internet e entre no site do Planeta T erra:
http://www.terra.com.br/planeta
      !"  ### 

Figura 4.44

Já vimos antes como se registrar no site, então você provavelmente já seguiu todas
as instruções e tem sua conta no Planeta T erra. Sendo assim, preencha seu use r-
name e senha nos campos solicitados e clique no foguetinho do O K.
Esta é a tela que veremos para gerenciar nosso site. A conta do Planeta T erra foi
apenas aberta. Na primeira vez que entramos no site, não há qualquer arquivo.

Figura 4.45

No Planeta T erra não temos como editar um arquivo. T emos que fazê-lo em casa
ou no escritório, enfim, em um computador e só depois enviá-lo para o site na In-
ternet.
   
      

Os comandos que temos no gerenciador de arquivos do Planeta T erra (ou Admi-


nistração do Site, como é chamado aqui), são:
Enviar – Clique aqui para enviar algum arquivo (seja de página htm
ou de imagem ou outro qualquer) para o seu site. Através deste co-
mando você irá colocar o conteúdo no seu site.
Baixar – Selecione um arquivo que aparece no gerenciador de ar-
quivo. Clique em baixar e você poderá salvá-lo em seu computador.

Nova Pasta – Clique aqui para criar uma nova pasta/diretório em


seu site.

Renomear – Selecione um arquivo ou diretório e clique aqui para


trocar o nome dele por outro.

Apagar – Selecione um arquivo ou diretório e clique aqui para apa-


gá-lo de seu site.

Procurar – Se você quiser saber onde está algum arquivo seu e não
consegue encontrá-lo, utilize este botão para que o T erra possa lo-
calizá-lo mais facilmente.

Re cortar – Selecione um arquivo ou diretório. Clique neste botão


para fazer o arquivo ou diretório sumir de onde estava e ir para a
memória do sistema. Utilize depois o botão Colar.
Copiar – Selecione um arquivo ou diretório e clique em Copiar
para copiá-lo para a memória do sistema. Escolha um diretório para
colá-lo e clique no botão Colar.
Colar – Utilize-o depois de usar o Recortar ou Copiar. Ele vai pe-
gar o arquivo ou o diretório que estiver na memória do sistema e
colá-lo no local que você escolheu. Se já houver arquivo ou diretó-
rio com o mesmo nome, o sistema cria outro para você.
Ajuda – Esse item nem precisa de explicação, não é? É a ajuda do
sistema.

Vejamos como é que utilizamos o botão Enviar.


      !"  ### 

Ao clicá-lo veremos a seguinte tela, onde iremos clicar no botão Browse para lo-
calizar em nosso computador o arquivo que queremos enviar para o site.

Figura 4.46

O sistema é o mesmo do VilaBOL, e será o mesmo para vários outros sites de hos-
pedagem, por isso não acho que precisemos novamente da explicação.
A maior diferenciação é que já podemos escolher daqui qual o diretório onde que-
remos que esses arquivos sejam copiados.
Se seu site já tiver vários diretórios, eles estarão listados no combo ao lado de
“ Destino”. Clique na seta e selecione qual o diretório/pasta desejado e pronto.
Se quiser que eles fiquem logo no começo do site, que chamamos de raiz ou root,
deixe selecionado na barra “ / “ . Basta clicar agora no botão “Envia”.
Lembre-se de que, ao selecionar o diretório, T ODOS os arquivos acima serão envi-
ados para lá. Não dá para dizer que quer apenas um ou dois arquivos para o diretó-
rio escolhido. Assim que os arquivos tiverem sido enviados, receberemos uma
mensagem de confirmação. Basta clicar em “O K” para voltarmos ao gerenciador.

Figura 4.47
   
      

Agora veremos o segundo comando, que é Baixar.


Este é bem simples. Basta selecionar o arquivo que quer trazer para seu computador e
clicar no botão. O sistema irá mostrar uma tela parecida com a da Figura 4.48.

Figura 4.48

Você não pode baixar mais do que um arquivo de vez ou um diretório inteiro, es-
teja ele vazio ou não. Apenas um arquivo por vez, ok?
Verifique se a seleção está em “Save this file to disk” ou “Salvar e ste arquivo
para o disco” e clique no botão “Ok”. Logo aparecerá outra janela.
Nessa tela escolha onde quer guardar o arquivo escolhido que está sendo trazido de
seu site na Internet.

Figura 4.49
      !"  ### 

Você pode escolher outro nome para ele também, mas tenha cuidado para sempre
deixar o arquivo com a terminação correta. Se for um arquivo htm, então não es-
queça do “ ponto htm”, se for um arquivo zip, não se esqueça do “ponto zip”, se for
uma imagem gif, não se esqueça do “ ponto gif”, ok? A partir daí, clique em “Save”
ou “Salvar” e o arquivo será baixado para seu computador.
Qual o próximo comando agora? Sim, é o Nova Pasta.
É muito simples o que ele faz. Apenas cria uma nova pasta (ou diretório, como
preferir) onde quiser. Ao clicar nesse botão, o sistema irá mostrar a seguinte
tela:

Figura 4.50

Você só deve escrever o nome da nova pasta e o destino dela, ou seja, se vai ficar
na raiz de seu site (então escolha a barra /) ou dentro de algum outro diretório
(escolha o destino clicando na setinha e selecionando o diretório dentro do qual
essa nova pasta vai ser criada). A partir daí, clique em “Cria” e pronto. Simples
mesmo.
O comando Renome ar serve exatamente para o que ele se propõe: renomear algum
arquivo ou diretório/pasta com outro nome. Simplesmente selecione o arquivo ou
pasta cujo nome deseja trocar no gerenciador de arquivos e clique no botão. Uma
tela irá surgir onde você poderá escrever o novo nome do arquivo selecionado. De-
pois basta clicar em “ Renomeia” e pronto.
   
      

Figura 4.51

Para utilizar o comando Apagar, selecione o(s) arquivo(s) e/ou diretório(s) e clique
no botão. O sistema irá mostrar uma tela com o nome dos arquivos e diretórios se-
lecionados. Dê uma checada para ver se são esses mesmos que você quer apagar de
seu site e clique no botão “Exclui”.

Figura 4.52

O comando Procurar é para aquelas situações em que você sabe o nome de um


determinado arquivo, mas não sabe onde ele está. Isso muitas vezes acontece quan-
do temos um site muito grande, e o organizamos em várias pastas, até mesmo sub-
pastas, ficando às vezes difícil achar um arquivo, principalmente uma imagem.
Clique no comando “ Procurar” e então preencha a tela seguinte com o nome do
arquivo procurado.
      !"  ### 

Figura 4.53

Clique no botão “Procurar” e espere o resultado. Se o arquivo estiver lá no seu site


e você escreveu direito o nome dele, o sistema o encontrará e trará um resultado.
O Planeta Terra então nos mostra quais foram os arquivos encontrados com aquele
nome e qual a pasta onde ele se encontra.
Sempre que você estiver em outra tela que não a de administração de seu site, o
gerenciador de arquivos, verá que no final há um ícone onde verá escrito “volta
para a lista”. Clicando ali você sempre volta para o gerenciador. Nessa tela veja
também que você já pode baixar o arquivo encontrado, renomeá-lo, apagá-lo, re-
cortá-lo, copiá-lo, colá-lo ou enviá-lo por e-mail para algum endereço eletrônico,
UFA!!! Quanta coisa dá pra fazer, hein?

Figura 4.54

O comando Recortar faz exatamente o que ele faria em um Word, por exemplo.
Primeiramente você seleciona o que quer recortar. Pode ser um diretório ou um
arquivo. Depois clica em Recortar. O sistema irá primeiramente remover o que
você selecionou para a memória do sistema. Isso quer dizer que você não vai ver
   
      

no gerenciador de arquivos o que removeu. Mas quando apertar o comando Colar,


tudo o que você removeu e acabou copiando para a memória do sistema, será cola-
do no seu site.
Por exemplo: digamos que você selecione um arquivo chamado fotos.htm. Aí você
usa o comando Recortar. O arquivo vai sumir. Mas quando você aperta Colar, ele
reaparece. E se clicar Colar de novo, o sistema vai colocar uma cópia desse arqui-
vo (que o sistema não mostra, mas que está na memória dele) dentro do seu site,
mas com outro nome, como fotos.hmt_1. Mas cuidado. Se você selecionar outro
arquivo e utilizar também o comando Re cortar, o primeiro arquivo vai sumir de
vez, tanto do seu site quanto da memória do sistema do Planeta Terra. E quando
você sair ou desligar o seu navegador, o sistema também se “esquece” daquele ar-
quivo e aí você vai perdê-lo para sempre.
O comando Copiar irá copiar tudo o que você selecionou na memória do sistema
para depois você colar em seu site utilizando o comando Colar. É realmente muito
simples. Selecione o arquivo ou pasta desejada e clique no comando Copiar. De-
pois use o comando Colar para colocar tudo o que copiou onde você desejar no seu
site.
Acho que o comando Colar já foi bem explicado aqui com o uso do Recortar e do
Copiar, correto?
E o comando Ajuda nos leva para outra página onde teremos disponíveis todas as
informações sobre como funciona o sistema do Planeta T erra.

Figura 4.55

Com já disse antes, em várias páginas internas, você verá o ícone para voltar para a
lista, que é o gerenciador de arquivos. Caso você acabe clicando em algum link que
o leve para fora da área de segurança do site, terá que voltar ao
www.terra.com.br/planeta e se logar no sistema novamente. Isso com certeza vai
      !"  ### 

acontecer se você clicar naquele link lá embaixo da página de administração do


site, onde está escrito:
“ Para sabe r mais sobre HTML e criação de sites, consulte o nosso site de in-
formática”
Na ajuda você verá também como incluir contadores de visitantes em suas páginas
e como escolher entre alguns deles, como criar formulários para envio de e-mail e
também aprender como enviar seus arquivos via FTP, o que veremos no próximo
capítulo.
Vamos ver agora sobre contadores e formulários.
Infelizmente, tudo o que você terá que fazer daqui em diante será trabalhar direta-
mente no código HT ML de suas páginas. Não há qualquer outro sistema que o aju-
de a criar, sem esse sofrimento, a sua página.
Para colocar um contador em sua página, primeiramente deve conhecer HTML.
Depois localize onde, em sua página, deseja que o contador seja instalado. Abra o
código HT ML e localize esse local dentro dele e insira o código do seu contador no
local que escolheu. O código do contador é algo como:
<img src=“/tools/Count.cgi?df=page1&ft=0”>
Se você clicar em Ajuda e escolher o item Contadores de visitantes, verá vários
tipos de contadores lá, e os códigos que têm que ser utilizados para que esses con-
tadores apareçam.
Para os mais experientes, há uma seção intitulada Té cnicas Avançadas dos Con-
tadores / Exemplos que traz mais detalhes ainda sobre cada contador. Eu sincera-
mente aconselho apenas a primeira parte. A parte de técnicas avançadas é real-
mente muito avançada e complicada e não traz grandes benefícios a mais. Entre os
tipos de contadores oferecidos há até mesmo alguns que mostram a hora e o dia
atuais.
Vejam aqui alguns exemplos deles.
Como o código pode ser alterado pelo Planeta T erra, eu prefiro que vocês consul-
tem os tipos de contadores e seus respectivos códigos diretamente no site, já que eu
poderia correr o risco de lhes informar um código errado, ou mesmo de não mos-
trar todas as possibilidades. Pode ser que novos modelos sejam criados. Como já
disse, a Internet está sempre em evolução.
   
      

E o formulário de e-mail? Como eu configuro uma página para que os visitantes de


meu site possam me enviar uma mensagem?
O formulário de e-mail é uma ferramenta que permite aos visitantes do seu site
mandar mensagens diretamente para o e-mail que você escolher. Basta acrescentar
uma linha de texto de HT ML na página em que desejar, preenchendo corretamente
os parâmetros. Você deve preencher o parâmetro “ emailto” e acrescentar o texto
que quiser como referência:

<a href=“/tools/emailto.cgi?emailto=seu_email”> te xto de re ferência </a>


É realmente muito simples.
Você coloca esse link com o código (não se esqueça de colocar seu e-mail no códi-
go) em qualquer página.
Exemplo:

<a href=“/tools/emailto.cgi?emailto=fulano_de_tal@terra.com.br”> Me man-


de um e-mail </a>
      !"  ### 

Quando clicarem no link, o sistema irá trazer outra página com o formulário pronto
para ser preenchido pelo seu visitante.
O visitante preenche os espaços com o e-mail dele, o assunto e a mensagem que
quer lhe enviar. Depois clica em Envia e a mensagem vai para o e-mail que está na
frente do Destinatário. Este é bem simples.

Figura 4.56

Infelizmente a página de formulário não é configurável e pode ficar com uma cara
muito simples.
Com isto encerramos todos os recursos do T erra. Veremos o próximo agora.

UOL
Conecte-se à Internet e entre no site do UOL: http://www.uol.com.br
Podemos ir pela página principal e clicar em We b Sites Pessoais do lado esquerdo,
no menu lateral, lá embaixo, ou então simplesmente digitar http://sites.uol.com.br.
T ambém funciona. Veremos a tela de login.
   
      

Figura 4.57

T emos duas maneiras de criar páginas no UOL e mantê-las. Veja que temos dois
botões principais, o Faça e o Atualize .
O Faça é para quando você deseja utilizar os modelos já existentes para ajudá-lo na
criação de uma página. Já vimos como funciona esse processo.
Agora vamos verificar como poderemos manter nosso site, editá-lo on-line e enviar
possíveis arquivos de imagem ou htm para o site, sem utilizar os modelos de cria-
ção. Clique então em Atualize. Basicamente sempre iremos para as mesmas telas.

Figura 4.58
      !"  ### 

Clique em Avançado. O outro método, o Fácil, é o que utiliza assistentes de cria-


ção e modelos já prontos. Veremos agora outra tela, a de login, que é a mais im-
portante destas iniciais.

Figura 4.59

Digite seu nome de usuário e sua senha. Lembre-se de que você tem que ser assi-
nante do UOL para ter acesso e possuir um site hospedado nele.
Depois de preencher seu nome e senha, clique no botão Entrar. Já veremos a tela
de onde poderemos gerenciar nossos arquivos.

Figura 4.60
   
      

Os recursos do UOL são muito simples. Repare que temos na mesma tela a condi-
ção de:
a) criar um diretório
b) criar uma nova página
c) visualizar um mapa do nosso site para nos localizar
d) cadastrar nosso site no sistema de busca da UOL, o RadarUOL
e) enviar arquivos (um de cada vez) para seu site.
Vejamos primeiramente como enviar um arquivo para seu site no UOL.
Perceba que o princípio é o mesmo de todos os outros provedores que já vimos.
Basta clicar no botão “ Browse ” ou “ Procurar” e, através da janela que se abre
mostrando o seu computador, localizar o arquivo que pretende enviar.
Assim que localizar o seu arquivo, você pode dar dois cliques nele ou então apenas
selecioná-lo e apertar o botão “O pen” ou “ Abrir”.

Figura 4.61

O nome e a localização do arquivo irá aparecer no campo que estava ao lado do


botão “Browse ”. Clique agora em “ Enviar !” para que o sistema do UOL carregue
o arquivo escolhido para seu site.
      !"  ### 

Figura 4.62

Infelizmente você só consegue enviar um arquivo de cada vez e também não pode
escolher se quer que seu arquivo vá para um outro diretório, por exemplo.
Ele irá para a raiz de seu site e depois você terá que movê-lo para onde quiser. As-
sim que seu arquivo estiver em seu site, você o verá nessa mesma página. No
exemplo que mostrei eu enviei um arquivo chamado index.htm. O nome do arquivo
e seu tamanho e data da última alteração aparecem logo abaixo do campo que usa-
mos para enviar esse arquivo. Repare que, ao lado do nome, vemos dois links: Edi-
tar e O pçõe s.
Se clicarmos em Editar, o sistema irá abrir uma página onde iremos ver o código
dessa página. Assim poderemos editar on-line o conteúdo de nossa página. Lógico
que iremos precisar conhecer HT ML para isso.

Figura 4.63
   
      

Nessa tela, onde nosso arquivo está pronto para ser editado, temos as seguintes
funções:
a) Gravar arquivo
b) Visualizar
c) Sair sem alterar
d) Sem que bra de linha
Ao pressionarmos Gravar arquivo iremos salvar o que modificamos e retornamos
à tela inicial.
Visualizar nos permite ver como está ficando nossa página. Uma nova janela irá se
abrir e poderemos vê-la.
Sair sem alterar apenas nos leva à tela inicial sem salvar nada do que tenhamos
porventura mexido no código.
O botão Sem que bra de linha nos permite ver o código sem as quebras de linha
normais. Isso é muito útil normalmente para pessoas com mais experiência em có-
digo e que utilizam linhas sem quebra, com indentação.
Em qualquer código temos linhas que dizem ao programa o que fazer.
Veja esta linha de código:
<img src=“ minhafoto.jpg”>
Aqui estou dizendo ao navegador, que, nessa linha, quero que apareça uma imagem
e que ela se chama minhafoto.jpg. Só que eu posso colocar mais detalhes ainda.
Veja só:
<img src=“ minhafoto.jpg” widht=“550” height=“ 250” alt=“ Oi. Para quem não
sabe, este aqui na foto sou eu.”>
Viu como a linha ficou quebrada em duas simplesmente porque tem mais detalhes
no código? Quando escrevemos o código em HT ML de uma página, às vezes é
melhor vermos isso em uma linha só. Para nos localizar. É para isso que serve esse
botão “Sem que bra de linha”.
Você, ao invés de ver apenas uma barra de rolagem, irá ver duas, só que uma verti-
cal, para ver o código para baixo ou para cima, e outra horizontal, para visualizar o
resto do código para os lados.
Normalmente não iremos precisar desse recurso, mas é bom vocês saberem.
      !"  ### 

Bem, já vimos a opção Editar. Vamos ver agora para o que serve o O pções.
Ao clicarmos em O pções, ao lado do nome do arquivo ou do diretório, iremos ver
outra tela.

Figura 4.64

Nesta tela, poderemos efetuar algumas ações com relação ao arquivo ou diretório
escolhido. Temos como Renome ar seu arquivo ou diretório, bastando trocar o
nome dele por outro. Se for um arquivo, não esqueça de colocar a mesma termina-
ção. Você pode mudar o nome de um arquivo chamado fotos.htm para recordaco-
es.htm, memorias.htm, imagens.htm, etc., mas nunca para fotos.doc, por exemplo.
Isso porque você estaria mudando as características do arquivo. Isso também serve
para imagens. Não podemos mudar um arquivo .GIF para um .JPG apenas mu-
dando o final do nome. Isso não é possível.
No caso de renomear diretórios, não coloque nomes com espaços. Um diretório
chamado imagens pode ser renomeado para fotos ou fotos_minhas, por exemplo,
mas nunca para fotos minhas. Se quiser dois nomes, una-os com o sublinhado ou
underline (_).
T ambém temos a opção de Transfe rir. Podemos através desse botão, Move r um
arquivo ou diretório para outra parte de nosso site, como para dentro de outro di-
retório, por exemplo. Se movermos um diretório para dentro de outro, todos os ar-
quivos que estavam dentro daquela pasta irão acompanhá-lo.
   
      

T ambém podemos Copiar um arquivo ou diretório, não precisando assim movê-lo


de lugar. Para cada uma dessas alternativas, temos apenas que escolher, logo abai-
xo do botão Transfe rir, se queremos move r ou copiar o arquivo/diretório selecio-
nado e escolher para onde queremos que essa ação seja efetuada. É só escolher,
na lista que aparece abaixo, o nome do diretório-destino.
Por último temos a opção de Apagar o arquivo ou o diretório selecionados.
Primeiro temos que selecionar o quadrado ao lado da palavra Confirma e então
apertamos o botão Apagar. Nesse caso uma segunda tela de confirmação irá ser
mostrada, já que é um passo sem volta. Ao apagarmos o arquivo nunca mais pode-
remos tê-lo de volta, a não ser que você tenha uma cópia de segurança em seu
computador pessoal (e é sempre bom ter). No caso de apagar um diretório, tudo o
que estiver dentro dele será apagado também.

Figura 4.65

Clicando em Sair sem alte rar, voltaremos à tela inicial.


Veremos agora a opção de Criar um diretório. Clique nele para visualizarmos a
próxima tela. Esta operação também é bastante fácil. Basta digitar o nome do dire-
tório no campo em branco e clicar no botão “Criar diretório”. Automaticamente
seu diretório será criado.
Se você quiser escolher onde o seu novo diretório aparecerá, basta que primeira-
mente, você esteja no local certo. Digamos que, por exemplo, você tenha um site
cujo endereço (ou URL) seja assim: http://sites.uol.com.br/seunome
Você quer criar um diretório lá dentro onde irá guardar imagens. Ao entrar no ge-
renciador de arquivos do UOL, você sempre vai estar na raiz de seu site, ou seja, na
parte mais aparente dele. Sendo assim, quando você clicar no botão “Criar Dire -
      !"  ### 

tório” e escrever imagens, o UOL criará essa nova pasta nessa parte mais superfi-
cial de seu site e o diretório ficará neste endereço:
http://site s.uol.com.br/seunome /imagens
Agora digamos que você tenha várias fotos de casamento e outras de formatura
dentro desse novo diretório que criou, e essas fotos estão todas ali, misturadas.
Num acesso de ânimo, você se propõe a separar essas fotos, ou seja, esses arquivos
e colocá-los em pastas separadas. Assim fica mais organizado, não é mesmo? En-
tão, naquela sua tela inicial do gerenciador de arquivos do UOL, clique no diretório
imagens. Isso irá levá-lo para dentro dessa pasta, correto? Agora sim, poderemos
clicar no botão para criarmos um novo diretório, DENTRO do diretório imagens.
Veja as telas que fiz para esclarecer melhor o processo.
Aqui estou no início de meu site. Na raiz dele, onde tenho minha homepage cha-
mada index.htm e tenho também um diretório chamado imagens.

Figura 4.66

Clicando no link do nome do diretório imagens, fui para dentro do diretório. Como
eu quero criar uma nova pasta (diretório) dentro do diretório imagens, eu tive que
entrar nele primeiramente.

Figura 4.67

Clique agora no botão “Criar dire tório”. Veremos a tela de criação de diretórios
que já estudamos antes. Basta agora escrevermos o nome do diretório que quere-
mos ali dentro. No exemplo que dei eu queria um diretório formatura (e posteri-
ormente um outro chamado casamento) dentro de imagens.
   
      

Figura 4.68

Após escrever o nome e clicar no botão para criação, vemos na próxima tela que o
diretório já se encontra em nosso site, na posição que queríamos.

Figura 4.69

Agora basta organizar as fotos movendo-as para esses novos diretórios (e não se
esquecendo de atualizar as páginas HT M onde elas eram mostradas, lógico, pois o
sistema de sites do UOL não atualiza os links automaticamente). Para voltarmos à
raiz do site, temos que clicar no link dire tório ante rior.
Vamos ver agora como compactar um dire tório.
Esse processo de compactação só é necessário quando não estamos mais utilizando
o conteúdo dessa pasta, mas também não queremos apagá-lo. Então, para não ocu-
par muito espaço, o UOL nos oferece a possibilidade de compactação do diretório e
de todo o seu conteúdo em alguns formatos. Primeiramente temos que escolher um
ponto de partida para a compactação. Se ela for feita a partir da raiz do seu site, o
arquivo compactado irá conter todos os arquivos ali encontrados (como sua home-
page) e também todos os diretórios abaixo dele.
Se você quiser compactar apenas o conteúdo de seu diretório imagens, por exem-
plo, ou de outro qualquer, deve primeiramente entrar nele para depois acionar o
botão de compactação.
      !"  ### 

Figura 4.70

Veja que há no texto uma referência a em qual diretório você está.


“ ...Para comprimir todos os arquivos e diretórios a partir deste diretório
(/ra/seunome /dire torio_escolhido)...”
Escolha o arquivo .ZIP se você utilizar computadores com o sistema operacional
Windows. Se você estiver utilizando Macintosh, pode escolher os padrões TAR
ou o TAR GZ. Para cada computador, um tipo de arquivo de compressão é indica-
do.
Depois do arquivo compactado ter sido criado, você escolhe se quer apagar o dire-
tório e os arquivos que já estão salvos dentro dele.
Só tenha o cuidado de não deletar os dois, o seu novo arquivo compactado e tam-
bém os arquivos e diretórios escolhidos.
Vejamos agora como criar uma nova página. Primeiramente escolhemos onde
queremos criá-la. Se for na raiz de seu site ou dentro de algum diretório. Se assim o
for, primeiramente se localize em seu site clicando e entrando em seus diretórios e
só depois clique no botão “Criar nova página”.
Nessa tela você verá o nome do diretório onde está e onde a página será criada.
Logo abaixo há um campo onde deverá escrever o nome do novo arquivo.
Escreva o nome seguido do “ponto htm” ou “ponto html” (ex.: fotos.htm).
   
      

Figura 4.71

Há três botões nessa tela:

a) gravar arquivo
b) visualizar
c) sair sem alte rar
O primeiro botão cria o arquivo e salva as alterações contidas no campo de edição
abaixo deles.
O segundo botão abre uma nova janela para vermos o resultado de nosso código.
      !"  ### 

O terceiro retorna à primeira tela do gerenciador de arquivos do UOL sem nada


salvar, nem criar arquivo algum.
No campo de edição (logo abaixo do texto “Entre com o conteúdo da página:”),
você pode digitar o seu código ou colar algum de outra página que já tenha pronta.
Basta abrir a página já pronta em um editor de texto como o notepad, clicar com o
mouse em qualquer parte dele e utilizar o comando de copiar “teclas Ctrl+C” e
depois clicar com o mouse sobre o campo de edição da página da UOL e usar o
comando “ Ctrl+V” para colar o seu código pronto. Antes, lembre-se de apagar o
conteúdo desse campo de edição para não haver confusão. Após colocar o código
no campo de edição, basta gravar o arquivo e pronto, a nova página foi criada com
o nome que você estipulou.
Todas as páginas dos Web Sites Pessoais devem ter a barra de navegação do Uni-
verso on-line. Para incluí-la, você deve incluir o trecho de HTML a seguir logo
após o comando <body>.
<a href=“http://www.uol.com.br/images/univtool.map”><img src=
“http://www.uol.com.br/images/pbtool.gif” border=“ 0” width=“ 598” height=“ 14”
alt=“ Universo on-line” ismap></a><br><a href=“ http://sites.uol.com.br”><img
src=“http://sites.uol.com.br/inedit/wizard/imagens/linkbar.gif” width=“100”
height=“11” border=“ 0” alt=“ Web Sites Pessoais”></a><br>
Ficaria mais ou menos assim em seu código:

<html>
<he ad>
<title >Aqui vai o título da página</title >
</he ad>
<body>
e aqui vai o tre cho da barra do UO L
T ermine sempre a página com os comandos:

</body>
</html>
Voltando para a tela inicial, temos ainda o recurso de visualizar o Mapa do Site
para ter uma visão geral dos seus diretórios e arquivos.
   
      

Figura 4.72

Veja que primeiramente temos a URL, ou seja, o endereço de nosso site. Possivel-
mente terá o formato http://sites.uol.com.br/seunome.
Logo abaixo teremos o número total de Kbytes que ele ocupa. Esse tamanho é re-
lativo a todos os arquivos e diretórios que existam dentro de seu site. A seguir, te-
mos todos os diretórios que existem em nosso site. Para vermos o conteúdo de um
deles, basta clicar no link do nome.
Para comprimir o conteúdo desse diretório escolhido, há um link “clique aqui”
para isso. Comprimir diretórios é algo que já vimos antes e é bem simples.
É só isso o que essa tela faz: mostrar a você – e não aos seus visitantes – como está
a navegação e o conteúdo distribuído dentro do site.
Por último, temos a opção de Cadastrar o seu site. É exatamente como quando
estávamos criando o site (uma página inicial, na verdade) pelo Método Fácil da
UOL, com a utilização de assistentes de criação.
T emos que escolher entre as cate gorias (ou clube s) que mais tenham a ver com o
conteúdo de nosso site.

Figura 4.73
      !"  ### 

Com isso fechamos esta parte sobre como utilizar o UOL para manter nosso site.
Ele realmente tem poucos recursos, mas como é bem simples de ser utilizado e há
milhares de assinantes, nada melhor do que saber como ele funciona, certo?

Yahoo! GeoCities
Conecte-se à Internet e entre no site nacional do Yahoo!:
http://www.yahoo.com.br
Localize entre os diversos serviços do menu, o item GeoCities e clique nele.

Figura 4.74

Logo você verá a tela de reconhecimento, também chamada de tela de login.


É por lá que iremos entrar em nosso site. Se você ainda não criou seu ID Yahoo! e
senha, veja no capítulo anterior como proceder para isso.

Figura 4.75
   
      

Digite seu ID e senha e clique no botão “Entrar”. Somente selecione o quadrado


escrito “ Lembrar minha ID e Senha” se ninguém mais usar seu computador. Se-
lecionando-o, irá gravar seus dados em seu computador e não irá precisar digitar o
ID e senha nunca mais. Apesar da comodidade, acho desnecessário e perigoso.
Assim que terminar de clicar no botão, o sistema irá identificá-lo e você poderá
trabalhar com seu site. Repare que ele já diz “Olá, fulano de tal” (Figura 4.76).
Logo ao lado temos um link “Mudar”. Se por acaso você quiser utilizar outro ID
(pode ser que você tenha mais do que um, nada impede), clique ali para entrar com
seu outro ID e senha.

Figura 4.76

T ambém pode ser que outra pessoa tenha deixado aquele quadradinho selecionado
e agora toda vez o Yahoo! pense que você é aquela pessoa. Então, para não dar
      !"  ### 

uma de engraçadinho e xereta, clique ali e digite seu verdadeiro ID e senha para
editar seu site.
Na mesma linha de onde existe esse link, você verá o endereço de seu site.
Em cima de tudo, do lado do logotipo do Yahoo! GeoCities, acima do banner com
anúncios publicitários, você verá quatro discretos links:
Yahoo!, para voltar à homepage deles;
Inf.Conta, para você editar as suas informações pessoais;
Ajuda e Sair nem preciso explicar, não é?
Embaixo temos outras opções que veremos seguindo o livro.
Vamos clicar no link Ge renciador de Arquivos. Depois iremos retornar para o
Assistente , que nada mais é do que um conjunto de modelos de páginas já prontas
e que, respondidas as questões, lhe cria automaticamente a página escolhida. É
como vimos no UOL e no BOL, apenas com perguntas diferentes. Por isso não
quero começar por ele agora. Depois voltaremos e darei uma passada de leve para
você ver que não tem nada de novo. E isso é bom, porque quanto mais simples
melhor, certo?
Esta é a tela que veremos em seguida ao link em que clicamos.

Figura 4.77
   
      

Aqui temos uma leve introdução do que é o gerenciador de arquivos do Yahoo!


GeoCities e também podemos configurar algumas particularidades de elementos
que queremos ver ao entrar realmente no gerenciador.
Podemos escolher exibir:
1. html – somente arquivos em html, então não iremos ver imagens, etc.
2. gif – somente arquivos gif, jpg e html ficam de fora.
3. jpg – idem ao gif, mas somente veremos imagens jpg.
4. outro – permite a visualização de todos os outros tipos de arquivo, fora
html, gif e jpg.
Eu sempre deixo assim como está, ou seja, tudo selecionado. Eu quero ver todos os
arquivos em meu gerenciador. No entanto, se for um iniciante, talvez você prefira
só ver determinado tipo de arquivo para não se confundir, por enquanto, mas com
certeza logo mais você nem se importará com isso.
O mesmo acontece com o outro selecionador: “Listar arquivos que come çam
com a letra:”, onde pode escolher os arquivos que começam com determinada le-
tra.
A outra opção, de “Entrar manualmente os nomes dos arquivos”, irá fazer apa-
recer um campo na tela do gerenciador de arquivos onde você poderá digitar qual
arquivo deseja editar. Todos os outros não serão mostrados. Logo mais abaixo, há o
link “ Abrir o Ge renciador de Arquivos”. Clique nele.
Vamos analisar essa página.
T emos, primeiramente, lá em cima à direita, os links para o site do Yahoo!, para
edição de suas informações cadastrais, para ajuda e para sair.
Logo abaixo, uma saudação do sistema com seu ID, e um link “Início”, que tem a
mesma função daquele localizado embaixo de “Gerenciador de arquivos”
Início > Ge renciador de Arquivos.
No caso desta tela que eu capturei, vemos uma chamada do lado direito para as es-
tatísticas do seu site, um novo serviço que entrou e que lhe permite saber detalhes
sobre os seus visitantes.
      !"  ### 

Figura 4.78

T emos, então, o endereço do seu site e, seguindo a mesma linha, um campo de se-
leção como em seguida:
Através dele você escolhe qual será o tipo de editor de HT ML. O avançado é o que
eu recomendo, pois apesar do nome, é bem simples de ser usado, e o Editor básico
só funciona com páginas que foram criadas utilizando-o primeiro. Você não pode
pegar uma página qualquer e editá-la no modo básico. Em breve veremos como
criar uma página nesse padrão.
   
      

Figura 4.79

Continuando com nossa análise da página do Gerenciador de arquivos, vemos uma


série de botões:

Figura 4.80

a) Novo – Use-o para criar um novo arquivo htm, ou seja, uma nova página.
b) Editar – Use-o para editar uma página já existente. Selecione-a primeiro.
c) Copiar – Use-o para fazer uma cópia de arquivos. Selecione-os primeiro.
d) Renomear – Use-o para renomear arquivos. Selecione-os primeiro.
e) Move r – Use-o para mover arquivos para outro subdiretório. Selecione-os
primeiro.
f) Apagar – Use-o para apagar completamente arquivos de seu site. Selecio-
ne-os primeiro.
Abaixo da primeira fileira desses botões (há duas que têm a mesma função uma da
outra porque a quantidade de arquivos em seu site pode ser tão grande que você
precisaria ficar rolando a tela muitas vezes para usar os botões), vemos a descrição
dos arquivos e dire tórios que existem em seu site.
T emos um nome , a última modificação e o tamanho em byte s.
Os subdiretórios, ou diretórios ou pastas, como desejar chamá-los, são facilmente
identificáveis porque têm a imagem característica de pasta que o próprio Windows
utiliza em seu sistema. Para ver o que cada um possui dentro dele, basta clicar so-
bre o mesmo.
Os arquivos html possuem, na mesma linha, também um link para exibir, ou seja,
para visualizá-los em outra janela, como qualquer visitante de seu site o veria, e
também um link para que você possa criar um contador específico para aquela
página, ou, já tendo-o criado, para editar suas características.
Embaixo dessa lista, vemos dois outros links:
      !"  ### 

a) Sele cionar todos – ao clicar nele, você deixará selecionadas todas as cai-
xinhas de seleção de todos os arquivos de seu site, (acho difícil precisar
dessa opção, mas de toda forma, ela existe)
b) Limpar todos – essa opção desseleciona as caixinhas que estiverem mar-
cadas. Faz o contrário do link anterior.
Em seguida, temos uma parte onde só iremos mexer com os diretórios (ou subdi-
retórios, como é chamado no Yahoo! GeoCities).

Figura 4.81

Através desses botões nos será possível criar, renomear e apagar subdiretórios.
T ambém podemos copiar vários arquivos de uma vez só para outra pas-
ta/subdiretório. Basta que primeiro selecionemos os arquivos e então cliquemos no
botão “Copiar arquivos”.

Nota: Esse botão de copiar é diferente do que vimos agora há pouco que faz
parte do outro menu. Aquele faz uma cópia de um ou mais arquivos e você di-
gita o novo nome de cada arquivo. Por aquele primeiro botão eu posso copiar um
arquivo chamado foto.htm criando uma réplica chamada foto_copia_segu-
ranca.htm. Os dois arquivos serão idênticos, mas com nomes diferentes.

Neste caso do botão “Copiar arquivos”, eu não posso mudar os nomes dos arqui-
vos que serão copiados, apenas dizer para qual pasta eles deverão ser copiados.
Veremos todos os passos com mais detalhes logo em seguida.
À frente desse menu específico para subdiretórios, temos o Carre gamento fácil,
que é aquele sistema de envio de arquivos pela página, onde utilizaremos o botão
“Browse ” para localizar e enviar nossas páginas e imagens ao site. Como você vê,
todos usam esse tipo de solução e é bem simples. Pelo Yahoo! podemos enviar até
20 arquivos de uma única vez, bastando selecionar a quantidade.
Lembre-se que no Yahoo! GeoCities, você pode optar por enviar seus arquivos via
FTP, que será o tema do nosso próximo capítulo.
T erminando, encontramos agora o quanto temos de Espaço livre em disco.
Primeiramente temos o quanto estamos utilizando, em seguida o total livre e
abaixo o quanto temos no total, que são atualmente 15 MB para cada site. A ten-
dência é sempre aumentar com o tempo e você ter ainda mais espaço. Meu primei-
   
      

ro site no GeoCities, que ainda não tinha sido vendido pro Yahoo!, tinha apenas 1
MB. Logo foi aumentando, aumentando e agora já são 15 MB.
Ao lado você verá uma cópia daquela primeira tela introdutória antes de entrarmos
no Gerenciador de Arquivos. Por aqui também poderemos escolher que tipos de
arquivos queremos visualizar no nosso gerenciador. Basta escolher os tipos e clicar
no botão “ Atualiz ar dire tório”.
Por último temos uma seção de Links rápidos, onde podemos ver os procedimen-
tos para instalação de acessórios, verificar e configurar as estatísticas do seu site,
configurar sua home page e obter ajuda para tudo isso que vimos no gerenciador
de arquivos. T emos também as instruções de como proceder para enviar e trabalhar
com seus arquivos via FTP.
Ufa! Finalmente terminamos de verificar cada item dessa página, embora superfi-
cialmente, pois somente ao experimentarmos mesmo cada comando é que iremos
nos familiarizar com todos.
Vamos ver passo a passo para o que serve cada item que estudamos?
Bem, primeiramente selecione no campo de seleção “Editar usando:” a opção
“ Editor Básico de HTML”

Figura 4.82

Depois iremos ver como é o avançado.


Agora clique no botão Novo, da barra pertencente aos arquivos.

Figura 4.83

Iremos ver uma nova tela, onde teremos várias opções, bem simples de serem con-
figuradas, e que irão definir como será essa nossa nova página que estamos come-
çando a criar.

Nota: Não é possível criar arquivos de imagem, apenas páginas htm.


      !"  ### 

Figura 4.84

O primeiro item que veremos é um campo para digitarmos o nome do novo arquivo.
Temos que escolher um nome para ele. Como não sei sobre o que será sua página,
vamos supor que estejamos apenas aprendendo a lidar com tudo isso e vamos fazer
um teste. Chame sua página nova de teste.html. No Yahoo! GeoCities, tanto faz suas
páginas serem chamadas de htm ou html no final, embora eu recomende o .html.
Veja que temos também uma série de botões logo abaixo desse campo.

Figura 4.85

Escolha “Novo” para abrir um novo arquivo – mas antes salve o arquivo atual.
Clique em “Visualizar” para ver como está seu arquivo. Para voltar a editá-lo uti-
lize o botão Back/Voltar de seu navegador.
Escolha “Salvar” para gravar as alterações e retornar ao gerenciador de arquivos.
   
      

Escolha “Salvar e continuar e ditando” para gravar as alterações e continuar edi-


tando este arquivo.
Selecione “Reiniciar” para apagar as alterações que você fez desde que carregou a tela.

Nota: se você estiver reeditando um arquivo que já foi criado antes no editor bá-
sico, este botão não vai apagar tudo do seu arquivo inicial, ele vai retorná-lo ao
código inicial já pronto antes de qualquer alteração que você tenha feito. É como
se você apertasse “ cancelar” para não salvar nada do que fez com aquele arqui-
vo e, voltando ao gerenciador, resolvesse editar novamente a mesma página.
Complicado? Depois que criarmos nossa página teste.html, vamos fazer esse
teste, carregando-a novamente no editor básico e inserindo um texto qualquer ou
modificando uma cor. Ao apertar o botão “reiniciar” o arquivo volta ao estado
inicial. T ente depois para ver.

Selecione “Cancelar” para sair sem salvar as alterações e retornar para a tela prin-
cipal do gerenciador de arquivos.
T emos agora que escolher (Figura. 4.86):
1. a cor do fundo de nossa página (escolha branco);
2. a cor do texto que irá aparecer (escolha preto);
3. a cor do link que não foi visitado, ou seja, que não foi clicado pelo mouse
(escolha azul);
4. a cor do link visitado, ou seja, depois de clicado com o mouse, para qual
cor você quer ele mude (escolha vermelho).

Figura 4.86

T emos, em seguida, um campo para digitarmos o código do ícone. O ícone é uma


pequena imagem que irá aparecer na parte de cima da página. Se quiser escolher
algum, clique no link “ Escolha uma dessas imagens” e então digite o número de-
sejado. Eu, particularmente não encontrei nenhuma que me interessasse então dei-
xei o campo em branco mesmo.
      !"  ### 

Figura 8.47

Título da página: Digite algo como “Esta é a minha página de teste”. Esse título
vai aparecer lá em cima no seu navegador, na barra superior dele.
Linha do título: Será a primeira frase que aparecerá em cima na sua página. T am-
bém pode escrever “ Esta é a minha página de teste”.
Ao lado temos um campo de seleção para escolhermos o tamanho da letra que será
utilizada para esse título. Escolha a que quiser. Pode ser a normal ou grande. Com
o tempo você saberá quais são os melhores tamanhos para determinados tipos de
texto.
Se gundo título: É a linha que vem logo abaixo do título. Algo como um subtítulo.
Digite algo como “ Gostaram da minha página? Eu também.”, e escolha, no campo
de seleção de tamanho de fonte ao lado, um tamanho menor do que o que escolheu
para o título.
Se parador: É uma imagem representando uma linha de separação entre os itens
em sua página. Clique no link “ Escolha um destes Se paradores” e escolha o seu.
Corpo do texto: Aqui você pode escrever o que quiser na página. Se você quiser,
pode usar também código em HT ML que ele aceita.
Exemplo: você pode escrever algo como

“Esta é minha página de teste , blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá,
blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá.”
ou pode colocar código também:
   
      

<p>
<font face =“Arial” size =“2” color=“#FF0000”>Esta é minha <b> página de
teste </b>, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá,
blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá.”</font></p>
No exemplo de código, as letras vão ser fonte Arial, com corpo 2 e cor vermelha,
sendo que na parte “página de teste” vai ficar em negrito (bold).
Depois vem o separador novamente. Escolha o que preferir.
Agora podemos incluir até 6 links para outras páginas ou outros sites.

Figura 4.88

Se for para uma página sua mesmo, que está em seu site, digite o endereço com-
pleto dela. Exemplo: br.ge ocitie s.com/seu_id/sua_pagina.htm . Não precisa es-
crever o http:// porque ele já está lá.
Na frente de cada link coloque uma pequena descrição sobre ele, que será o que vai
aparecer na sua página. Exemplo: um link para sua homepage escreva apenas “ho-
me” ou “homepage”. Um link para um arquivo chamado fotos.html apenas coloque
“ fotos” ou “ fotos de minha viagem”. Escolha agora um se parador, e em seguida
escreva um texto para ficar no final da página. Aqui também se aceita código em
HTML.
Se você quiser que seu endereço de e -mail (fornecido pelo Yahoo!) apareça em sua
página, selecione essa opção.
Por último, você pode (ou não) escolher um outro se parador para sua página.
      !"  ### 

Fechando a página, temos todos os botões que já vimos e que já foram todos expli-
cados, mas vale a pena relembrar se você está seguindo o passo a passo:
Escolha “Novo” para abrir um novo arquivo – mas antes salve o arquivo atual.
Clique em “Visualizar” para ver como está seu arquivo. Para voltar a editá-lo, uti-
lize o botão Back/Voltar de seu navegador.
Escolha “Salvar” para gravar as alterações e retornar ao gerenciador de arquivos.
Escolha “Salvar e continuar e ditando” para gravar as alterações e continuar edi-
tando este arquivo.
Selecione “Reiniciar” para apagar as alterações que você fez desde que carregou a
tela.
Se você já terminou com certeza sua página, clique no botão “Salvar” para gravar
o arquivo e retornar ao Gerenciador de arquivos.

Nota: Para que você não perca todo o seu trabalho por uma pane qualquer (seu
navegador pode dar algum defeito, sua conexão com a Internet pode cair, etc.) vá
salvando sua página de vez em quando, usando o botão Salvar e continuar e di-
tando. Depois de tudo finalizado, basta clicar em Salvar para fechar o arquivo.

Ao retornar para o Gerenciador de arquivos, você já sabe que o seu arquivo recém-
criado teste.html foi editado com o Editor Básico de HT ML, correto?
Se você fizer a seleção do tipo de editor e colocar novamente em básico (o padrão
dele é o avançado) e clicar em Editar, o sistema irá permitir essa ação. O arquivo
irá abrir normalmente no modo básico, mostrando todas as opções que você já ha-
via determinado. Se você alterar algo, como a cor do link para pre to, por exem-
plo, e clicar no botão Reiniciar, o arquivo vai voltar ao estado que estava quando
você o abriu para edição, ou seja, o link vai voltar para a cor azul. Se você, den-
tro do gerenciador, tentar abrir um outro arquivo htm pelo editor básico e que não
tenha sido criado com ele, o sistema irá avisá-lo de que essa ação não será possí-
vel.
Vamos ver agora como seria editar um novo arquivo no modo avançado?
Verifique se a caixa de seleção está no modo editor avançado e clique no botão
“ Novo”.
Vejam como ele é bem mais simples – e difícil ao mesmo tempo, pois aqui temos
em comum com o editor básico apenas a entrada do nome do novo arquivo e os
mesmos botões para salvar, visualizar, etc.
   
      

Figura 4.89

Só possuímos uma caixa de texto onde temos um esqueleto básico de uma página
HTML. Coloque o título de sua página onde está escrito “Sem nome ” e então co-
loque o conteúdo de sua página entre as TAGs BO DY. Aqui não tem jeito. Tem
mesmo que conhecer a linguagem HT ML.
Nessa página temos um aviso sobre o que já falei para vocês, para ir salvando sua
página através do botão “Salvar e continuar e ditando” para manter seu trabalho
até o final, quando você clicar em “Salvar”.
Voltemos ao gerenciador de arquivos. Veremos o que se segue tela a tela quando
clicamos nos outros botões. Selecione um dos seus arquivos e clique em “Copiar”.
Como disse antes, este comando não é para você copiar arquivos mantendo o mes-
mo nome, de um diretório para outro. Nesse caso você tem que utilizar o botão cor-
respondente na barra de subdiretórios. O botão “Copiar” irá somente lhe permitir
      !"  ### 

gerar uma cópia do(s) arquivo(s) selecionado(s), no mesmo diretório onde está o
original, mas com outro nome, que você deverá digitar no campo ao lado do nome
atual.

Figura 4.90

Para concluir, clique no botão “Copiar arquivos”. O sistema irá gerar suas cópias
e retornar ao gerenciador, mostrando-lhe uma mensagem da operação sucedida.
Vamos ver agora o botão “Renomear”. Primeiramente selecione um ou mais ar-
quivos. Clique no botão e veremos a próxima tela na qual você irá trocar o nome de
seu(s) arquivo(s) por outro nome.

Figura 4.91

Se quiser pode até colocar o mesmo nome, embora não haja razão para isso. Escre-
va o novo nome no campo ao lado do nome atual e clique no botão “Renomear
arquivos” e pronto. O sistema modifica os nomes dos arquivos selecionados e
volta ao gerenciador, mostrando uma mensagem se a operação foi ou não bem su-
cedida.
Lembre-se de que, ao modificar os nomes de seus arquivos, você pode estar crian-
do erros nos links, “ quebrando-os”. Se sua homepage tiver um link, ou seja, uma
chamada para a página fotos.htm e você muda o nome da página para fo-
tos_da_viagem.htm, o sistema não irá mudar automaticamente esse link para você.
   
      

Então você irá precisar editar o arquivo de sua homepage para corrigir esse erro.
Muito cuidado então com as mudanças de nomes e de diretórios também.
Vejamos agora o que acontece quando clicamos no botão “Move r”.
Novamente o procedimento é o mesmo. Primeiro selecione o(s) arquivo(s) que
pretende mover para outra parte de seu site e clique no botão. A próxima tela ilus-
tra o que irá ver. (Figura 4.92).

Figura 4.92

T erá o nome de todos os arquivos que escolheu, com uma caixinha de seleção ao
lado do nome. Isso é para você selecionar ou desselecionar os arquivos que quer
mesmo enviar. Por padrão, vêm todos marcados. No entanto, se tiver dúvidas de
algum, basta clicar com o mouse sobre a seleção para que esse arquivo não seja
mais movido.
Logo abaixo, você terá um menu de seleção onde pode escolher para qual diretório
quer mover os arquivos marcados. Se você quer mover seus arquivos, é lógico su-
por que também você tenha um destino para eles, ou seja, possua mais do que um
subdiretório em seu site. Senão não tem para onde movê-los, certo?
Selecione ali então o subdiretório, ou seja, a pasta para onde quer que seus arquivos
se movam. Depois basta clicar no botão “Mover arquivos” e pronto. O sistema os
move e retorna ao gerenciador, mostrando uma mensagem do sucesso ou não da
operação.
T emos, por último, o botão de “Apagar”.
Selecione os arquivos que deseja eliminar de seu site e clique nesse botão.
Você verá esta tela de confirmação contendo o nome dos arquivos selecionados:
      !"  ### 

Figura 4.93

T ambém neste caso temos as caixinhas de seleção ao lado dos nomes para o caso
de você resolver nessa tela não deletar algum dos arquivos escolhidos. Se tudo es-
tiver ok, basta clicar no botão “Apagar arquivos” e pronto.
O sistema irá voltar ao gerenciador e mostrar se a operação foi bem sucedida.
Bem, ao lado de cada nome de arquivo html temos dois links, como já vimos:
1. exibir, para visualizar como a página está ficando e
2. contador, para incluir ou configurar um contador para aquela página.
O primeiro, exibir, é simples de entender, certo? Você clica, vê como aquela pági-
na aparece no navegador (ele abre outra janela) e pronto.
O segundo link, contador, já é mais complicado (não tanto assim, mas comparado
com o anterior, com certeza) então vamos ver como ele funciona.
No Passo 1 – Selecione um arquivo e clique em contador. Você verá um tela cheia
de tipos diferentes de contadores.
T udo o que tem que fazer é escolher um dos tipos clicando em cima dele. Você
verá que irá aparecer o seu tipo escolhido no passo 4.
No Passo 2 escolha a cor dos números. Pode ser invisível também. Isso quer dizer
que você, pelo novo sistema de estatística de site que o Yahoo! lhe proporciona,
poderá ver quantas pessoas visitaram aquela página.
No Passo 3 pode-se escolher a cor do fundo também.
No Passo 4, escolha o tamanho dos números e também a quantidade de dígitos. O
normal é 5 mesmo.
   
      

Figura 4.94

No Passo 5, escolha o seu fuso horário. O do Brasil é o de Brasília.


Como opção, você pode ou não permitir que o GeoCities utilize- se de cookie s
para poder obter mais informações sobre seus visitantes. Cookies são arquivos
em texto bem pequenos que o servidor manda para o computador de se us visi-
tantes e que coletam preciosas informações so bre eles. Os se us visitantes po-
      !"  ### 

dem configurar os nave gadore s de les para que não permitam o envio de cooki-
es, já que isso atualmente está em controvérsia se é ou não uma invasão de pri-
vacida de. De toda forma, deixe selec ionado apenas para que você possa testar
por enquanto as capacidade s dos se us visitantes. Se depois quiser, pode retirar
essa opção.
T ambém como outra opção você pode determinar por qual número quer que seu
contador comece a contagem. O valor correto seria 00001. A partir daí marcaria
00002, 00003, 00004, etc. Mas algumas pessoas utilizam mal seus contadores para
dar impressão de muitas visitas, como já disse anteriormente.
Feito tudo isso, basta clicar no botão “Enviar”.
O sistema irá, primeiramente, criar um código para que você o coloque manual-
mente em sua página. As instruções virão em uma tela separada. O texto dessa tela
é semelhante a este: “ Seu contador está pronto!”
Siga as etapas seguintes para copiar e colar o código em sua página.
Etapa 1. Selecione e copie o código HT ML que está no campo a seguir:
<IMG SRC=http://visit.geocities.com/counte r.gif>
Etapa 2. Marque a caixa de seleção para a página teste.html e clique “Editar” para
abri-lo no Editor Avançado de HT ML.
Etapa 3. Cole o código do contador no seu HT ML.
Etapa 4. Clique “Salvar” e está pronto.

Nota: Se você está atualizando um contador já instalado, não será necessário


mexer no código da sua página. A nova configuração do contador deve aparecer
automaticamente na próxima vez que você vir a sua página.

Resumindo, você terá que abrir sua página de novo e colocar o código do contador
dentro dela e salvá-la. Depois disso, basta visualizar sua página para ver se está
tudo ok com o contador. Fácil, não?
Vamos ver agora como lidar com os subdiretórios de seu site? Já vimos que para
eles há um conjunto específico de botões, certo?
Então vamos clicar no botão “Novo” para criarmos uma nova pasta (subdiretó-
rio).
   
      

Figura 4.95

T udo o que temos que fazer é digitar o nome do novo subdiretório e clicar no botão
“Criar subdire tório” e pronto. O sistema automaticamente cria a nova pasta, re-
torna ao gerenciador e nos mostra a mensagem de confirmação da operação. No
exemplo eu criei uma pasta chamada “ jogos”.

Figura 4.96

Vamos agora ver como funciona o botão “Copiar arquivos”. Primeiramente sele-
cione os arquivos html ou de imagens ou de outro tipo que pretende copiar para
outro subdiretório. Clique no botão e veja a tela a seguir.
Lá veremos os arquivos selecionados e a caixa de seleção ao lado do nome deles
para o caso de querermos desistir de copiar um deles. Para isso basta clicar com o
mouse para tirar a seleção e excluí-lo da cópia.

Figura. 4.97

Agora escolha no menu logo embaixo o subdiretório para onde quer efetuar a cópia
dos arquivos escolhidos e então basta clicar no botão “Copiar arquivos” e pronto.
Realmente o sistema é bem simples.
      !"  ### 

Renomear – clique neste botão para ver a próxima tela. No menu à esquerda sele-
cione o subdiretório cujo nome quer mudar, e no campo à direita escreva o novo
nome dele. Depois basta clicar no botão “Renomear subdire tório” e pronto.

Nota: Lembre-se de que você pode estar quebrando algum link como já expli-
quei antes, ok?

Figura 4.98

Apagar – clique neste botão para remover um subdiretório de seu site. Lembre-se
de que, fazendo isso, irá também apagar todos os arquivos que possam existir den-
tro dele também.

Figura 4.99

Basta selecionar o subdiretório que deseja apagar no menu de seleção e clicar no


botão “ Remove r subdire tório”.
Carre gamento fácil – clique aqui para enviar seus arquivos para o seu site no
Yahoo! GeoCities.
Você pode enviar até 20 arquivos de uma vez só (basta selecionar no menu em
frente ao texto “ Núme ro de arquivos a carre gar” e clicar em “ Exibir” para ver os
   
      

campos aparecerem). Não pode, entretanto, enviar mais de 5 MB de uma vez só, ou
seja, todos os seus arquivos juntos não podem ultrapassar esse tamanho.

Figura 4.100

O sistema é o mesmo dos outros que já vimos. Clique no botão “Browse”, localize
o arquivo em seu computador, clique em “Abrir” ou “O pen” e o nome e a locali-
zação do arquivo virá para o campo em frente ao botão clicado. Depois é só ir cli-
cando de um em um, até preencher os campos que precisa.
Por último clique no botão “Carre gar arquivos” e o sistema irá pegar seus arqui-
vos e enviá-los ao seu site. O processo pode ser um pouco demorado dependendo
de sua conexão e da quantidade e tamanho dos arquivos escolhidos para o envio.
Embaixo, há duas opções que podem ser usadas também.
O sistema pode automaticamente conve rte r os nomes de todos os arquivos envia-
dos para minúsculas, que é o mais sensato na Internet. Por exemplo, um arquivo
chamado Fotos.htm iria se transformar em fotos.htm. A outra opção é para mu-
dar a extensão de todos os arquivos .htm para .html. Isso você escolhe.
Lembre-se de que o sistema pode mudar os nomes dos arquivos, mas não pode
modificar esses mesmos nomes no código, então pode acontecer de termos links
quebrados por causa disso. Um dos seus arquivos poderia estar direcionado para
Fotos.htm e poderia então não mais reconhecer o mesmo arquivo que agora se
      !"  ### 

chama fotos.htm com o “ F” em minúsculo. O mesmo acontece para as extensões


modificadas. Então, muito cuidado nessas seleções.
Esta tela, ao contrário das outras, não retorna automaticamente para o gerenciador
de arquivos. Ela mesma exibe quais arquivos foram enviados com sucesso, e se
quisermos retornar, há um link para o gerenciador logo em seguida.

Figura 4.101

No final da página do gerenciador, temos, ao meio, os mesmos recursos de seleção


de visualização que tínhamos naquela página de apresentação inicial, lembra-se? É
o “ Exibir arquivos” e é bem simples de selecionar bastando clicar no botão “ atua-
lizar diretório” para você ver o que muda quando seleciona um ou outro item.
Experimente.

Figura 4.102

Vamos ver agora quais são os acessórios que poderemos utilizar em nosso site?
   
      

Clique, dentro da tabela “Links rápidos”, em “ Acessórios”. Veremos a seguinte


tela de apresentação.

Figura 4.103

Podemos incluir, em nosso site:


1. Formulários,
2. Marcador de presença on-line para o Yahoo! Messenger,
3. Contadores (que já vimos),
4. Notícias (isso é muito legal ter),
5. Pre visão do tempo (também),
6. Campo de busca do Yahoo! Brasil,
7. Contagem regressiva (para datas como aniversários, etc.) e
8. Quadro de publicidade .
Vamos ver o que é e como configurar cada um desses acessórios.
      !"  ### 

Iniciemos pelos formulários.


Os formulários são as partes mais chatas de todos os sites, isso porque são difíceis
de serem criados, muita gente se confunde e até desiste dessa fantástica ferramenta
de pesquisa. Veja no Capítulo 6 uma referência sobre formulários que não funcio-
nam, principalmente para os usuários do FrontPage.
No Yahoo! GeoCities é bem simples o uso de um formulário. Basta você criá-lo
em qualquer software ou então na mão mesmo, mas tome o cuidado de colocar es-
tas duas linhas:
<form method=post action=“http://br.geocities.yahoo.com/forms”>
e também <input type=hidden name=“ login” value=“SEU ID”>
Troque o SEU ID pelo seu ID Yahoo!. Não se esqueça disso.
Lembra-se que vimos como é o “ esqueleto” de uma página HT ML? Pois bem, o
“ esqueleto” de uma página HTML com formulários, no Yahoo! GeoCities seria
algo assim:
<html>
<head>
<title>Título do site ou da sua página</title>
</head>
<body bgcolor=“#FFFFFF” text=“ #000000”>
<form me thod=post action=“http://br.ge ocitie s.yahoo.com/forms”>
<input type =hidden name =“login” value =“SEU ID”>
</form>
</body>
</html>
No entanto, o Yahoo! nos oferece já dois códigos prontos para formulários. E são
muito, mas muito fáceis de fazer. Eu testei e em poucos segundos já tinha recebido
a resposta do meu formulário pelo e-mail que eu forneci quando me cadastrei no
Yahoo!
Se você quiser ver qual é o e-mail que será utilizado, clique no link lá em cima Inf.
Conta e verifique em Informações pessoais – Alternate e -mail 1 (e-mail alterna-
tivo 1) e veja qual é o e-mail primário (primary) ali escrito. Se quiser mudar, basta
clicar no botão “ Editar” em frente ao título Informações pessoais e modificar o
formulário que se segue, salvando em seguida.
Bem, os códigos dos formulários estão prontos e você pode copiá-los facilmente.
Clique no link “Formulário de Exemplo 1” ou no “Formulário de Exemplo 2”
   
      

para ver o código e copiá-lo primeiramente para um editor de texto básico, como o
Notepad, e depois para a sua página. Veja a seguir o código fornecido e o formulá-
rio correspondente.

Formulário 1:

Figura 4.104

<form method=post action='http://br.geocities.yahoo.com/forms'>


<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA”>
<B>Seu primeiro nome:</B><BR>
<INPUT T YPE=“text” NAME=“nome” SIZE=“27”>
<P><B>Sua URL:</B><BR>
<INPUT T YPE=“text” NAME=“URL” SIZE=“ 27”><P>
<B>Com que freqüência você visita meu site?</B><BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Visita” VALUE=“Todo dia”>T odo dia<BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Visita” VALUE=“ Uma vez por semana”>Uma
vez por semana<BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Visita” VALUE=“ Uma vez por mês”>Uma vez
por mês<BR>
      !"  ### 

<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Visita” VALUE=“ Uma vez por ano”>Uma vez
por ano<BR>
<P><B>Por favor faça seus comentários abaixo:</FONT ><BR>
<T EXTAREA COLS=“ 40” ROWS=“ 10” NAME=“ comentários”></TEXT AREA>
<P><BR>
<INPUT T YPE=“ submit” VALUE=“ Enviar”>
<INPUT T YPE=“ reset” VALUE=“ Cancelar”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ login” VALUE=“SEU_ID”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ subject” VALUE=“ Resultados da Pesquisa”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“next_URL”
VALUE=“ http://br.geocities.com/SEU_ID/index.html”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ required_fields” VALUE=“nome,URL”>
</form>

Nota: LEMBRE-SE DE TROCAR O NDE ESTÁ MARCADO SEU_ID


PELO SEU ID YAHOO!, a menos que copie diretamente do site. Para copiar
de lá basta ir em Links rápidos > acessórios > formulários > exemplo de formu-
lário 1 ou exemplo de formulário 2.

Formulário 2:

Figura 4.105
   
      

<form method=post action='http://br.geocities.yahoo.com/forms'>


<T ABLE WIDT H=“ 600” BORDER=“0” CELLSPACING=“10” CELLPAD-
DING=“ 0”>
<T R>
<T D VALIGN=“T OP” ALIGN=“ RIGHT ”>
<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA” SIZE=“-1”>
<B>Seu primeiro nome:</B></FONT ><BR>
<INPUT T YPE=“text” NAME=“nome” SIZE=“25”></T D>
<T D VALIGN=“T OP” ALIGN=“LEFT ”>
<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA” SIZE=“-1”>
<B>Sua URL:</B></FONT ><BR>
<INPUT T YPE=“text” NAME=“URL” SIZE=“ 25”></TD>
</T R>
<T R>
<T D> </T D>
<T D> </T D>
</T R>
<T R>
<T D VALIGN=“T OP” ALIGN=“ RIGHT ”>
<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA” SIZE=“-1”>
<B>Você voltaria ao meu site?</B><BR>
Sim<INPUT T YPE=“radio” NAME=“ visit” VALUE=“ Sim”>
Não<INPUT TYPE=“ radio” NAME=“visit” VALUE=“ Não”>
</T D>
<T D VALIGN=“T OP” ALIGN=“LEFT ”>
<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA”B SIZE=“ -1”>
<B>Como você soube do meu site?</B><BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Como você ficou sabendo do meu site?” VA-
LUE=“ Busca do Yahoo! GeoCities”>Busca do Yahoo! GeoCities<BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Como você ficou sabendo do meu site?” VA-
LUE=“ Um serviço de busca popular”>Um serviço de busca popular<BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Como você ficou sabendo do meu site?” VA-
LUE=“ Um link a partir de outro site”>Um link a partir de outro site<BR>
<INPUT T YPE=“ radio” NAME=“ Como você ficou sabendo do meu site?” VA-
LUE=“ Um amigo me contou”>Um amigo me contou</T D>
</T R>
<T R>
<T D> </T D>
<T D> </T D>
</T R>
<T R>
      !"  ### 

<T D COLSPAN=“2” VALIGN=“T OP” ALIGN=“ CENTER”>


<FONT FACE=“ ARIAL, HELVETICA” SIZE=“-1”>
<B>Se você tem algum comentário ou sugestão para o meu site,<BR>
por favor faça-o abaixo:</B></FONT ><BR>
<T EXTAREA NAME=“ comentário” COLS=40 ROWS=10></T EXT AREA>
<P>
<INPUT T YPE=“ submit” VALUE=“ Enviar”>
<INPUT T YPE=“ reset” VALUE=“ Cancelar”></T D>
<T D> </T D>
</T R>
</T ABLE>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ login” VALUE=“ SEU_ID “ >
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ subject” VALUE=“ Resultados da Pesquisa”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“next_URL”
VALUE=“ http://br.geocities.com/SEU_ID/index.html”>
<INPUT T YPE=“hidden” NAME=“ required_fields” VALUE=“nome,URL”>
</FORM>
Para colocar esse código em uma página de formulário em seu site, entre no geren-
ciador de arquivos e clique no botão “Novo”. Escreva o nome de seu novo arquivo.
Pode ser formulário.htm ou outro que prefira.
Coloque o código exatamente entre as duas T AGs BODY, como mostra a Figura
4.106.

Figura 4.106

Troque o título de sua página por algum que lhe agrade. Se você for pegar o código
direto do site do Yahoo! pela Internet, então onde aqui está escrito SEU_ID, estará
já corretamente trocado pelo seu ID do Yahoo! GeoCities. Então basta copiar e
colar na página e clicar no botão “Salvar”.
Para testar, quando voltar ao gerenciador, clique no link “Exibir” e veja como fica
sua página. Digite alguma coisa no formulário e clique no botão “Enviar”.
Depois de um tempo verifique se o e-mail com os resultados do formulário chegou
corretamente em sua caixa postal.
   
      

O seu e-mail vai ficar parecido com este:


nome = marcio
URL = oi
Visita = Uma vez por semana
comentários = Olá. Gostei muito do seu site.
login = seu_id
subject = Resultados da Pesquisa
REMOTE_HOST : 200.231.75.217
Nota: O item remote_host é o IP da pessoa que enviou o seu formulário. Se você
receber algo muito estranho, pode utilizar esse número para reclamar e identifi-
car a pessoa, mas isso é em casos extremos.

No caso do formulário 2, repare que ele possui muito mais campos e também op-
ções que ficam “escondidas” em linhas que possuam “ hidden” em seu código.
Essas opções podem ser modificadas de acordo com o texto a seguir:
O pção 1: ao mudar o campo VALUE (Resultados da Pesquisa), você poderá espe-
cificar o assunto do formulário. Isso aparecerá como o assunto do e-mail que você
receberá. Por enquanto, ele aparecerá como “ Resultados da Pesquisa”.
O pção 2: aqui é onde você pode especificar a página que é exibida após o usuário
clicar no botão “ enviar”. Neste exemplo, está sendo usada a página de índice in-
dex.html. Se você não especificar uma página, o usuário receberá uma mensagem
padrão mostrando o conteúdo final do e-mail.
O pção 3: mudando-se o campo VALUE (nome, URL) você poderá especificar os
campos que necessariamente devem ser preenchidos para se enviar o formulário.
Neste exemplo, os campos “nome'” e “URL” devem ser preenchidos. Para remover
este recurso, apenas omita a linha toda.
Resumindo: os formulários do Yahoo! GeoCities são bem simples. Basta pratica-
mente copiar e colar e salvar e pronto, já estão funcionando. Crie uma página e
tente. Você comprovará o que eu disse.
Vamos agora analisar como inserir um marcador de presença on-line.
Primeiramente você tem que estar cadastrado no serviço do Yahoo! Me ssenger.
Verifique no site do Yahoo! se está tudo ok com relação a isso.
De acordo com o Yahoo!, “o detector de presença on-line permite que outras pes-
soas vejam se você está on-line usando o Yahoo! Messenger em determinado mo-
mento. Ao clicar na imagem de presença on-line do Yahoo!, as pessoas poderão
      !"  ### 

enviar uma mensagem para você na hora em que estiverem visitando sua página!
(...) Com o Yahoo! Messenger, você pode se comunicar instantaneamente com to-
dos os seus amigos, assim como receber notícias, avisos de e-mail e muito mais.”
Realmente parece bem legal.
Você tem a possibilidade de colocar dois tamanhos do marcador de presença: o
grande e o pequeno. T udo o que você tem a fazer é copiar o código que lhe é apre-
sentado no site e colá-lo em suas páginas, de preferência em sua homepage. Vou
colocar aqui o código utilizado também para vocês verem.
Como você já sabe, para colocar esse código em uma página, é preciso selecioná-la
em primeiro lugar no gerenciador de arquivos e clicar no botão “Editar”.

Para o modelo grande, digite o código HT ML a seguir em sua pá-


gina web:
<a
href=“http://edit.yahoo.com/config/send_webmesg?.target=SEU_ID&.src=pg”>
<img border=0 src=“ http://br.opi.yahoo.com/online?u=SEU_ID&m=g&t=1”></a>

Já para o modelo pe queno, digite este outro código em sua página:


<a
href=“http://edit.yahoo.com/config/send_webmesg?.target=SEU_ID&.src=pg”>
<img border=0 src=“ http://br.opi.yahoo.com/online?u=SEU_ID&m=g&t=0”></a>
Veja que a única parte que muda no código é onde temos g&t=1 para o modelo
grande e g&t=0 para o modelo pequeno.
Outro acessório para suas páginas é o contador de páginas, mas isso já vimos
como inserir, certo?
Vamos para o próximo, que é o quadro de notícias.
De acordo com o Yahoo!, você pode adicionar “à sua página notícias da Reuters,
Agência JB e Gazeta Esportiva, entre outros. Uma vez instaladas, os visitantes de
seu site receberão notícias atualizadas em tempo real 24 horas por dia durante os
7 dias da semana. Tudo fornecido pelo Yahoo! Notícias. Para instalar as últimas
notícias em sua página, você precisa antes configurar as fontes de informação que
quer oferecer.”
   
      

Figura 4.107

Vamos ver então como configurar essas informações? Primeiramente, é necessário


entrarmos na página de acessórios. No gerenciador de arquivos, clique no link
Acessórios em Links rápidos. Depois clique em Notícias.
Veremos a seguinte tela:

Figura 4.108

Clique no link “Configure e instale as Últimas Notícias”.


Escolha uma das opções de manchete para a sua página. Basta clicar.
      !"  ### 

Figura 4.109

Para cada uma das opções, a tela a seguir irá mudar, pois cada tipo de manchete irá
trazer diferentes alternativas. Veja só alguns exemplos:
Primeira Página:

Figura 4.110

Te cnologia:

Figura 4.111
   
      

Últimas notícias:

Figuras 4.112

Uma das que possui mais opções é a de Entre tenimento:

Figura 4.113

Nessa parte tudo o que você tem a fazer é selecionar as notícias que você quer em
seu site. Em seguida clique no botão “Próxima”.
Nessa tela irão aparecer as notícias que você selecionou anteriormente e agora só
falta escolher qual o estilo (cores) e o número de manchetes desejado. Para saber
qual estilo é o melhor, veja logo a seguir os estilos 1, 2 e 3.
      !"  ### 

Figura 4.114

Basta clicar com o mouse na bolinha de seleção e pronto. É só clicar no botão “Ge -
rar código”.
Agora você verá todo o código pronto para ser colocado em uma página de seu site.
Pode ser na homepage ou em outra página qualquer. Até mesmo uma página só
para notícias, não é mesmo? Por que não?
Bem, siga as etapas da página da Figura 4.115.
   
      

Figura 4.115

Etapa 1: selecione o código e copie (Ctrl + C).


Na Etapa 2 é só clicar no botão “Ge renciador de arquivos”. O gerenciador irá
abrir em outra janela, deixando a janela em que estamos trabalhando e que contém
o código ainda aberta.
Enquanto está no gerenciador, selecione o arquivo html em que deseja inserir o
quadro de notícias e edite-o. Cole (Ctrl + V) o código gerado pelo sistema em sua
página e salve-a. Pode fechar a janela do gerenciador ou não.
O que é importante agora é retornar à página de acessórios e ir para a Etapa 3 para
clicar no botão “ Ativar manche tes”. Somente agora é que as notícias serão ativa-
das realmente.
Como estamos vendo, a maioria dos acessórios do Yahoo! GeoCities é assim: você
escolhe qual acessório deseja e vai seguindo as instruções para o sistema gerar o
código certinho e depois você colá-lo na sua página.
Vamos ver outro acessório? Veremos como inserir a Pre visão do Tempo.
      !"  ### 

Figura 4.116

Podemos colocar em nossas páginas o tempo de praticamente todo o mundo. E é


bem detalhado, como iremos acompanhar. Clique no link “Configure e instale a
pre visão do tempo”.
Escolha a seguir de qual região do mundo deseja ter a previsão do tempo.

Figura 4.117

Por exemplo, para o Brasil, selecione América do Sul, que está em Amé rica Latina.

Figura 4.118
   
      

É tão grande a lista de países e cidades que você verá nessa página que nem eu
consegui colocar todas aqui. Procure lá no finalzinho da página, do lado esquerdo,
o Brasil e selecione as cidades das quais quer a previsão do tempo.
Depois clique no botão “Próxima”.
Como exemplo de cidades, eu selecionei apenas Rio de Janeiro e São Paulo.
Aqui temos o mesmo tipo de tela de quando configuramos as notícias. É só esco-
lhe r qual o e stilo desejado para o quadro de previsão do tempo e a unidade de
me dição de tempe ratura, que no Brasil é o Celsius.

Figura 4.119

Depois clique no botão “Ge rar código”. A próxima tela é também parecida com a
de notícias, dividida em três etapas.
      !"  ### 

Figura 4.120

Na primeira, você irá copiar o código gerado pelo sistema.


Na segunda, deve clicar no botão “Gerenciador de arquivos” para escolher o ar-
quivo onde irá editar e colocar o quadro de previsão do tempo. É só editar e colar o
código que copiou na etapa 1 e salvar a página, é lógico.
Depois volte a esta tela para a Etapa 3: clique no botão de ativação para que o
serviço de previsão comece a funcionar na página onde foi inserido o código.
T emos agora os últimos três acessórios que o Yahoo! GeoCities nos oferece para
colocarmos em nossas páginas. São eles:
 Campo de busca do Yahoo!,
 Contagem regressiva e
 Quadro de publicidade.
Estes são os mais simples de serem incorporados, pois praticamente não possuem
telas de configuração.
Vamos ver o Campo de busca. Através dele, seus visitantes podem realizar
pesquisas/buscas em milhares de sites no Brasil, utilizando o sistema de busca do
Yahoo!.
   
      

Figura 4.121

Basta copiar o código existente nessa tela e colá-lo em alguma página do seu site.
Depois é só salvar e visualizar a página para ver se está tudo funcionando correta-
mente. Superfácil, não?
Contagem Regressiva: você quer colocar em seu site um contador dizendo que
faltam tantos dias e tantas horas para o seu aniversário? Ou então para o nasci-
mento do seu filho? Basta vir nesta página, escrever o nome do evento e a data em
que ele se realizará e depois copiar o código, que será gerado ali na hora mesmo,
para a página desejada. Se quiser já tem até o botão do Ge renciador de arquivos
pronto para editar sua página.
      !"  ### 

Figura 4.122

Por último temos a configuração do quadro de publicidade . E o que é o quadro de


publicidade? Como o Yahoo! GeoCities é um serviço gratuito, ele lucra vendendo
banners, e esse quadro é o local onde essa propaganda é veiculada.
   
      

Figura 4.123

No entanto, para não ficar muito chato, o Yahoo! permite que esse espaço seja útil
a você também. Se você possui o Yahoo! Messenger, poderá configurá-lo para que
seus visitantes mandem uma mensagem on-line para seu programa de comunicação
instantânea. T ambém pode permitir que seus visitantes leiam o seu perfil, o que eu
não recomendo, a menos que este site seja de sua empresa, por exemplo. Mesmo
assim é bom não se abrir muito na Internet.
Para ter tudo isso em seu quadro de publicidade, basta escolher “Sim” ou “Não” e
clicar no botão “Enviar”.
Realmente é muito fácil instalar e configurar os acessórios do Yahoo! GeoCities.
Como prometi a vocês, vamos dar uma olhada no Assistente de Criação de Pági-
nas?
O primeiro passo é estar já logado no sistema. Basta ir no site do Yahoo!, clicar no
link do GeoCities como já expliquei e colocar seu ID e senha do Yahoo! nos cam-
pos certos.
      !"  ### 

Figura 4.124

Assim que estiver dentro do sistema, clique no Assistente de Criação de Páginas,


que existe embaixo de Construa seu Site .

Figura 4.125

Você verá a tela de apresentação do assistente, e logo abaixo alguns modelos de


páginas para você escolher.
   
      

Figura 4.126

Cada modelo irá lhe perguntar coisas diferentes. Um modelo vai possuir mais fo-
tos, outro menos, etc.
Toda vez que você cria uma página no assistente de páginas, o melhor seria que
você o utilizasse de novo para atualizar ou efetuar modificações nessa página. Se
você usar o gerenciador de arquivos e o editor avançado, irá perder a facilidade que
o assistente lhe proporciona.
Cada nova página que você cria é adicionada a um menu que fica disponível no
mesmo assistente que você utilizou. Vamos exemplificar para ficar mais fácil.
Vamos dizer que você tenha criado uma página de convite de aniversário utilizando
o assistente. Esse aniversário era seu. Então a sua página ficou disponível no ar
para todos verem. Depois de uns três meses que o seu aniversário passou, seu filho
também vai fazer aniversário. Você logo se lembra daquela página que fez com o
assistente e decide então usar a mesma página, mas mudando a cor e o que estava
escrito lá, como a data da festinha, etc. Então você vai até o assistente, escolhe o
modelo que corresponde ao convite de aniversário (que foi o mesmo que você usou
da primeira vez) e então você verá esse menu. Veja na Figura 4.127. Ele já identifi-
cou que existia uma página para festa de aniversário criada com ele, e então lhe
pergunta se você quer criar uma nova página de festa de aniversário, ou alterar a
página já existente. Basta escolher a segunda opção e clicar no botão “Avançar”.
Simples, não?
      !"  ### 

Figura 4.127

Mas vamos voltar ao básico, pois nem criamos nossa primeira página.
Nos modelos que havia para escolher, decidi construir uma página pessoal. Cliquei
no link “Página Pessoal” e então apareceu esta outra tela.

Figura 4.128

Aqui tanto faz eu escolher uma das cores disponíveis para minha página ou clicar
no link “Abra o Yahoo! Assistente”.
   
      

O sistema irá abrir uma janela menor onde iremos colocar as nossas preferências e
responder a algumas perguntas. Clique e vamos ver o processo passo a passo.

Figura 4.129

O processo todo leva de 5 a 10 minutos, e é todo identificado por números. Do lado


esquerdo você vê a representação gráfica da localização onde vai ficar, em sua pá-
gina, aquilo que estão perguntando. Clique em “Iniciar”.

Figura 4.130
      !"  ### 

Aqui iremos escolher a cor da nossa página. Escolha a que você preferir e clique
em “Avançar”.

Figura 4.131

Digite agora seu nome. Veja onde vai aparecer essa informação (Passo 1) na ima-
gem ao lado. Vai ficar bem à esquerda em cima. Simples de visualizar, não? Assim
que terminar, clique no botão “Avançar”.
Agora temos que selecionar uma figura. Pode ser uma foto sua ou algo assim. Ela
vai ficar exatamente onde está o homenzinho desenhado. (Passo 2) Basta clicar no
botão “Browse ” (é o mesmo sistema de envio de arquivos, só que desta vez você
tem que enviar somente imagens em formato .JPG ou .GIF).

Figura 4.132
   
      

Repare que, para cada tela, há vários links e xplicando alguns te rmos que, de re-
pente, podem gerar confusão para quem não está muito acostumado a criar páginas
ou mesmo navegar na Internet.
Assim que selecionar sua imagem e o nome e o caminho dela estiverem no campo
ao lado do botão Browse, clique em Avançar.
No Passo 3, é a vez de digitar o nosso ende re ço de e-mail. Pode ser do Yahoo! ou
de outro qualquer.

Figura 4.133

Clique depois em Avançar.


Passo 4 – Agora temos que escrever uma descrição sobre nós. Escreva algo e cli-
que em “Avançar”. Veja sempre onde vai tal informação pela ilustração do lado
esquerdo.
      !"  ### 

Figura 4.134

No Passo 5, vamos escrever sobre o que gostamos, ou seja, sobre nossos hobbies e
interesses. Depois clique em “Avançar”.

Figura 4.135

No passo 6, temos espaço para incluirmos 3 links. Ele já vem preenchido com al-
gumas páginas do Yahoo!, mas para mudar é simples. Clique com o mouse no
campo e apague o que tem dentro dele, substituindo pelos links que desejar. Do
   
      

lado esquerdo coloque o nome do link, ou uma descrição, e logo ao lado, na direita,
digite o endereço do site. Assim que terminar, clique em “Avançar”.

Figura 4.136

No Passo 7 podemos inserir um texto descrevendo nossa família. Lembre-se de


que, em todos os assistentes, se deixar o campo vazio, ele irá pular aquele item.
Isso é interessante principalmente nestas partes em que descrever a sua família não
seja algo que você deseje. Se for este o caso, bastaria deixar o campo de edição
vazio e clicar em “Avançar”.

Figura 4.137
      !"  ### 

Se sua família tiver um site, você pode colocar o endereço das páginas de cada pes-
soa aqui, no Passo 8.

Figura 4.138

No Passo 9 é a vez dos amigos. Escreva algo sobre eles e depois clique em “Avan-
çar”.

Figura 4.139
   
      

No Passo 10, digite os links dos sites de seus amigos, se eles tiverem. Senão, basta
deixar tudo em branco e “Avançar” novamente.

Figura 4.140

Na Figura 4.141 você decide se esta será a sua página inicial. Se quiser que seja,
escolha Sim. Do contrário escolha Não. Lembre-se de que, se você já tiver uma
homepage e escolher sim aqui, pode correr o risco de apagar a existente.

Figura 4.141
      !"  ### 

Por último, temos uma tela de parabéns, pois nossa página foi construída com êxi-
to. Ali também aparece um link para podermos visualizar o que fizemos.

Figura 4.142

Para este teste, vejam só a página que criei.

Figura 4.143
   
      

Não ficou bonita?


E com isso terminamos este capítulo no qual ensinamos a utilizar tudo o que os
sites de hospedagem gratuita nos oferecem. Há vários outros ainda, como o recém-
lançado HPG, http://www.hpg.com.br, também muito interessante. Pena que eu já
estava terminando o livro quando ele foi ao ar. Mas os sistemas deles, como disse
durante todas as páginas, são muito parecidos, principalmente porque o importante
é facilitar a vida dos internautas iniciantes.
Você também vai encontrar assistentes, todos eles com perguntas fáceis, com
muito texto explicativo e também oferecendo a você várias opções de envio de ar-
quivos, seja via navegador ou via FTP, que é o que veremos a seguir.
É realmente muito simples aparecer na Web.
A gente se vê lá então.
CAPÍTULO 5

COMO ENVIAR SEUS ARQUIVOS


UTILIZANDO FTP

O Que é FTP
Primeiramente, vamos descobrir o que significa FTP:
FTP é a sigla de File Transfe r Protocol (protocolo de transferência de arquivos).
É uma forma de enviar arquivos pela Internet.
Vimos anteriormente que a maior parte dos serviços grátis de hospedagem de pági-
nas possui um formulário que, através de um botão “Browse” nos permite localizar
um arquivo e enviá-lo para nosso site. Obviamente o processo é meio lento. Mes-
mo para aqueles que possuem vários campos e botões de localização de arquivos
para ajudar a enviar mais do que um de cada vez, ainda assim é mais devagar, pois
todo o conteúdo acaba trafegando pela rede da Internet utilizando o protocolo
HTTP que é mais devagar que o FTP.
T ambém vimos que outros serviços nos permitem agora enviar nosso site todo
compactado em formato .ZIP e depois descompactá-lo dentro de nosso espaço
gratuito. Isso já é um passo enorme e com certeza um facilitador.
No entanto, há sites que nos oferecem a possibilida de de envio dos arquivos via
FTP.
Além de ser mais rápido, é muito fácil; você verá que, com o auxílio de programas
simples, é como copiar um arquivo de um diretório e jogá-lo em outro pelo sistema
Windows. O famoso “ arrastar e soltar”.
Realmente muito fácil.
Outra razão para aprendermos como utilizar esse sistema de FTP é que a maioria
dos serviços de hospedagem PAGA, onde temos muito mais espaço para nosso site
ou o site de nossa empresa, e temos muito mais recursos também, praticamente só
trabalha com esse sistema de atualização e envio de arquivos.


   
      

Existe, logicamente, a possibilidade de você ter um site com as famosas “ extensões


FrontPage”, que permitem o envio, diretamente do software de edição da Micro-
soft, seus arquivos para seu site. Eu mesmo já tive a oportunidade de testar os dois.
O FTP é imensamente mais rápido.
O bom das extensões FrontPage é que você pode se conectar ao seu site na Internet,
remotamente mesmo, mudar o nome de um arquivo, e todos os links que aponta-
vam para aquele arquivo são automaticamente modificados para o novo nome cria-
do. Isso diminui drasticamente a possibilida de de links errados ou quebrados.
O sistema do FTP não faz isso, apenas envia e recebe arquivos. Não atualiza o có-
digo de nenhum deles para evitar links quebrados.
Mas até ai, o sistema de envio que já vimos pelo botão “Browse ” também não faz
nada disso que o FrontPage faz. Além do que, muitos sites que prezam pela segu-
rança acabam preferindo sites sem essas extensões desse programa porque dizem
que os deixam mais vulneráveis a ataques de hacker. Isso é verdade também. Como
também é verdade que, mesmo com todas essas defesas, o número de ataques de
hackers não fica intimidado porque seu site tem ou não extensões do FrontPage.
Eles sempre acabam arrumando um “ jeitinho” de entrar em seu site. Por isso acon-
selho sempre a não deixar nada de confidencial na Internet. E se for necessário,
contrate uma empresa idônea que saiba como proteger seus dados.
Mas vamos voltar ao que interessa.
T emos então como enviar arquivos pelo protocolo HTTP que é o que utilizamos
com aqueles formulários dos serviços gratuitos que já vimos. T ambém temos como
enviar arquivos pelo sistema de extensões do FrontPage e por final, temos como
enviar e receber arquivos via FTP.
Existem outros programas de edição de páginas que lhe permitem o envio de pági-
nas diretamente também, mas eles se utilizam do FTP para enviá-los.
Podemos utilizar o FTP de duas formas:
a) usando um programa específico para isso, que temos às centenas, ou
b) usando o DOS do Windows para enviar arquivos. Esse processo é mais
complicado e não tão simples, já que tem que ser feito arquivo a arquivo,
mas é bom saber para casos de emergência.
     $       

Como Efetuar o Download e Instalar


Um Programa de FTP Gratuito
Como é um programa gratuito e possui uma versão para português, eu recomendo a
você que efetue o download e a instalação do FREEFTP, que você pode encontrar
no site http://members.aol.com/brandyware/freeftp. Este é um software só para
usuários de Windows. Infelizmente não saberia recomendar um bom para usuários
de Mac ou Linux. De toda forma, ao entrar nessa página, você verá a tela da Figura
5.1.

Figura 5.1

Sei que está tudo em inglês, mas é bom se acostumar, pois a maior parte dos servi-
ços que existem na Internet está em inglês.
Assim, utilize a barra de rolagem para descer um pouco mais nessa página. Verá
um link para download do programa, que agora está na versão 3.2 (pelo menos até
a impressão deste livro). Clique e faça o download do arquivo, escolhendo onde
quer salvá-lo. O nome do arquivo será FREEFTP.ZIP, portanto, você irá precisar
do WinZip ou outro programa que trabalhe com esse formato de arquivo compac-
tado – já vimos isso anteriormente também.
Assim que o processo de download tiver sido completado, utilize o programa de
ZIP para descompactar o conteúdo do arquivo em algum outro lugar de seu com-
putador.
   
      

Veja só como eu fiz. Primeiramente escolhi para que o arquivo FREEFTP.ZIP fos-
se salvo no meu diretório TEMP (se você não tiver um, é uma boa idéia criar, pois
é muito útil).

Figura 5.2

Depois dei dois cliques em cima do arquivo FREEFTP.ZIP. Isso me abriu o pro-
grama associado a arquivos ZIP, o WinZip.

Figura 5.3

Veja que ele já me mostra todos os arquivos existentes dentro do arquivo compac-
tado zip. No caso do WinZip, existe uma opção legal, que é o Install. Através dele
podemos instalar um programa (no caso o freeftp é um programa, e o WinZip sabe
disso porque um dos arquivos compactados se chama setup.exe, que é um arquivo
de instalação), sem ter que descompactar tudo em outro diretório. Mas isso é algo
que o WinZip tem. Vamos trabalhar como se você tivesse outro programa e não
pudesse ter essa opção.
     $       

Vamos extrair todos os arquivos para algum diretório de onde iremos instalar o
programa. Vamos então criar um diretório FTP pelo Windows Explorer. Feito isso,
utilizamos a opção de Extract do programa que trabalha com ZIP, o que irá abrir
outra janela onde iremos localizar onde os arquivos serão extraídos e descompacta-
dos. Verifique se o diretório que criamos já está selecionado. Senão localize-o por
essa janela.

Figura 5.4

Agora sim ele está ok para extrair os arquivo para o diretório C:\Te mp\ftp
Clique no botão Extract. A operação é bastante rápida. Assim que terminar, ele
voltará para a tela inicial do WinZip (ou de seu outro programa) e, no caso do
WinZip, você verá lá embaixo que a luz verde está acessa, o que quer dizer que já
foi cumprida sua missão. Feche o WinZip – ou seu outro programa. Não iremos
mais precisar dele. Agora vamos para o diretório C:\Temp\ftp
Veremos lá os arquivos já prontos para instalação do programa.
   
      

Figura 5.5

Dê dois cliques no arquivo Setup.e xe.


Você verá uma tela azul com um aviso. Basicamente o que ele diz é para você fe-
char outros programas que estejam abertos para facilitar a instalação do Free FTP.
Ao terminar de fechar outros programas que possam estar abertos, clique em O K.

Figura 5.6

Continuando a instalação, veremos na próxima tela um botão bem grande com um


computador nele. Para continuar a instalação do programa, clique nesse botão com
o computador. Se quiser, você pode mudar o diretório onde o programa vai ser
instalado. Eu não recomendo. Clique direto no botão de instalação que falei.

Figura 5.7
     $       

A instalação vai prosseguir e instalar todos os arquivos necessários em seu com-


putador. No final você verá uma mensagem de confirmação de que tudo terminou
com sucesso.
Clique em O K para fechar essa janela.

Figura 5.8

O Free FTP precisa que seu computador seja reiniciado para completar definitiva-
mente a instalação.
Ele irá mostrar uma tela com essa mensagem também.

Figura 5.9

Lá você terá que escolher se quer reiniciar seu computador agora (o que é reco-
mendável, se você já fechou todos os seus programas e está tudo salvo) ou se quer
reiniciar seu computador mais tarde.
Nesse caso você terá que sair do Windows pedindo para o computador reiniciar
(restart).
Assim que voltar dessa operação, seu programa está pronto para ser usado.
Vamos iniciar o programa para configurá-lo da primeira vez para o nosso idioma,
português. Escolha o que possui a bandeira respectiva, pois há o português do Bra-
sil e o português de Portugal. Atenção.
   
      

Figura 5.10

Se você quiser modificar a linguagem do software depois, basta utilizar o menu


Língua para ver a mesma tela e fazer outra escolha.
A aparência do Free FTP é bem simples.
Vou explicar o básico do funcionamento do software. Acompanhe pelas figuras o
que cada área do programa faz e então veremos como utilizá-lo para enviar e rece-
ber arquivos via FTP.

Figura 5.11
     $       

Vejamos para o que serve cada parte de seu programa de FT P.

Figura 5.12

Figura 5.13
   
      

Figura 5.14

Figura 5.15
     $       

Agora você já sabe como utilizar a maior parte deste software.


Vejamos então como iremos utilizá-lo para nos conectar a todos os serviços de
hospedagem que permitam o seu uso. Primeiramente temos que procurar informa-
ções se o serviço utiliza FTP.
Se sim, o que temos que saber é:
a) qual o endereço do servidor de FTP que devemos utilizar.
b) se a porta de acesso é a 21 realmente. Como disse, esta é a porta normal de
acesso e somente em raros casos temos que mudar essa configuração. Se
na ajuda do seu serviço de hospedagem não encontrar resposta, tente com
21 mesmo.
c) verifique se o seu nome de usuário e sua senha do serviço são os mesmos
para o serviço de FT P. Algumas vezes, por razões de segurança, são dife-
rentes. Isso também, no entanto, é raro.
Nos serviços que avaliamos aqui, somente o Planeta T erra e o Yahoo! GeoCities
aceitam o uso do FTP.
Para você enviar páginas html ou imagens ou outros tipos de arquivo para seu site,
primeiramente localize o diretório de seu computador onde elas se encontram, na
janela Suas Pastas. Você irá ver agora os arquivos de seu computador na janela
Seus Arquivos.

Figura 5.16

Como você notou, agora toda a ação vai praticamente ser na parte esquerda de seu
software, pois em cima você vê os arquivos que estão em seu site, e logo abaixo,
você vê os arquivos que estão em seu computador.
   
      

Digamos agora que você queira enviar arquivos (ou diretórios também) do seu
computador para o seu site.
Primeiro selecione o que deseja enviar na janela de baixo, usando as teclas Shift ou
Ctrl. Depois clique na se ta preta ao lado do comando Send. Ou então você pode-
ria utilizar o recurso do Windows de segurar os arquivos selecionados com o botão
direito do mouse e arrastá-los para a janela de cima, “ soltando-os” em cima de seu
site. Viu como é fácil conseguir lidar com esse tipo de programa?
Basicamente todos eles são da mesma forma no Windows. Você pode selecionar os
arquivos e segurá-los com o botão direito do mouse e arrastar todos de uma vez
para a janela mostrando o seu site.
A mesma coisa acontece quando você precisa trazer algum arquivo de seu site para
o seu computador. Você seleciona o que quer trazer e usa o recurso de segurar, ar-
rastar e soltar com o seu mouse ou então apenas clica na seta preta onde vemos
escrito Re ceive .
Para renomear um arquivo ou diretório, selecione-o e utilize a tecla correspondente
a esse serviço, que estudamos nas figuras relativas à tela do programa Free FTP. É
tudo bem simples. Para cada tecla de opções, como apagar, criar, ver tamanho, vi-
sualizar, ler, renomear, etc, você tem que ter um arquivo ou diretório selecionados.
No caso de apagar, você pode ter até mais do que um arquivo ou diretório para
apagar de uma vez.
T ente acessar um dos serviços que permitem o uso de FTP e em pouco tempo você
vai estar se perguntando porque perdia tanto tempo mandando seus arquivos por
uma página com aqueles botões Browse.
Vamos ver como você pode se conectar com dois dos serviços de hospedagem grá-
tis que nos permitem fazer esse teste.
Se você ainda não tem um site neles, é bom pensar em ter, já que você pode ir no
mínimo treinando FTP, certo?

Como Utilizar FTP no Yahoo!


GeoCities
Primeiramente temos que entrar com a URL do serviço de FTP que queremos aces-
sar. No caso do Yahoo! GeoCities, defina seu programa de FTP para que se co-
necte com o host: ftp.br.ge ocities.com.
     $       

Defina sua ID de usuário como sua ID de usuário do Yahoo! Ge oCities. Defina


seu código de acesso como sua senha do Yahoo! GeoCities.
Certifique-se de que todas as informações que digitar nos campos estejam em letra
minúscula. Veja a Figura 5.17 para não se confundir.

Figura 5.17

Nota: Na maioria dos serviços, você só vai precisar disso: o nome do servidor
FTP, seu nome de usuário e sua senha. Isso irá levá-lo automaticamente ao di-
retório-raiz.

Basta agora estar conectado na Internet e clicar no botão Conecta e pronto. Logo,
logo, você irá ver o seu site via FTP.
Mas lembre-se de trocar a ID e a senha pelas suas mesmo.
O outro serviço que nos disponibiliza também o acesso via FTP é o do Planeta T er-
ra. Vejamos então as configurações para ele.

Como Utilizar FTP no Planeta Terra


A URL de acesso do servidor de FTP do Terra é: ftp.planeta.te rra.com.br
A porta de acesso é a 21.
No campo ID do usuário, coloque seu nome de usuário do sistema do Planeta
mesmo, e para seu código de ace sso, a sua senha. Para tipo de acesso, deixe em
de fault ou padrão.
Basta agora você estar conectado na Internet e clicar no botão Cone cta do seu pro-
grama de FTP. Ele vai automaticamente procurar seu site e vai mostrar o conteúdo
dele na janela Arquivos do Site FTP.
   
      

Figura 5.18

Agora você já sabe como se conectar via FTP para outros servidores de Web, cer-
to? Mas, e se você precisar desesperadamente enviar um arquivo ou receber um
arquivo de um servidor FTP e não possui nenhum software especial para isso? Vai
ficar sem mandar a última atualização do seu site? Não!!! Isso é, não se você se
lembrar de algumas dicas e comandos e tiver um computador com o Windows e
acesso à Internet. Veja só, basta você acessar o seu prompt do DOS.

Como transferir seus arquivos por


FTP via DOS
Para fazer isso, siga essas etapas:
No menu Iniciar, selecione
Programas > Prompt do MS-DOS.
Vamos usar aqui como exemplo, o serviço do Yahoo! GeoCities.
Digite ftp ftp.br.geocities.com (aparecerá um prompt).

Figura 5.19

Digite seu nome de membro do Yahoo! Ge oCities e dê Ente r.


     $       

Figura 5.20

Digite sua senha do Yahoo! Ge oCities.

Figura 5.21

Agora basta você usar comandos padrão de FTP para gerenciar os arquivos em sua
página principal.

Figura 5.22
   
      

Aqui eu usei o dir, para ver todos os arquivos que eu tenho em meu site.

Figura 5.23

Quando eu usei o comando dir para ver meus arquivos, note que aparecem algu-
mas siglas em cada começo de linha:
- rw – r – – r – -
- rw – rw – – – -
drwxr – x – – -
Toda vez que aparecer a letra “d” no início da linha, se trata de um Diretório. Os
outros são arquivos.
No final de cada linha você verá o tamanho em Kb de cada arquivo, sua data de
criação, e a hora em que foi criado ou modificado e o nome.

Comandos Básicos do FTP


bin: altera o modo de transferência para binário (usado para transferência de ele-
mentos gráficos, arquivos ZIP etc.). Se o arquivo que você deseja carregar contiver
somente texto, como um arquivo HT ML ou de texto, você pode usar o modo AS-
CII ou o modo binário. Se você quiser carregar um arquivo gráfico ou arquivos de
outras mídias, use sempre o modo binário.
     $       

chdir <nome do diretório>: altera o diretório


dir : relaciona todos os arquivos de seu diretório
ge t <nome_arq> : transfere arquivos do servidor remoto de FTP para sua unidade
de disco local
mget <nome_arq> : transfere vários arquivos (usando curingas) do servidor re-
moto de FTP para sua unidade de disco local. Curingas são uma espécie de abrevi-
ação. Se você digitar por exemplo: mge t *.gif , vai transferir todos os arquivos gif
(por isso usamos o aste risco) para seu disco local. Se você digitasse mge t *.* iria
transferir todos os arquivos para seu disco local. O asterisco substitui uma letra,
uma palavra, etc. É realmente um curinga. Outro exemplo: mget *ma.html vai
trazer todos os arquivos terminados com ma.html como cama.html, lama.html,
macarrao_da_mama.html, etc. Assim você substituiu tudo o que vem antes de
ma.html.
mkdir <nome da pasta> : cria um diretório/pasta
mput <nome_arq> : transfere vários arquivos (usando curingas) da sua unidade
de disco local para o servidor remoto de FTP
put <nome_arq>: transfere um arquivo de cada vez da sua unidade de disco local
para o servidor remoto de FTP
prompt : ativa e desativa avisos de confirmação durante o uso dos comandos mput
e mget
pwd : exibe o conteúdo atual do servidor
rmdir <nome do dire tório> remove um diretório
? lista vários comandos
? <comando> lista uma ajuda simples para esse <comando>
quit ou bye : encerra a sessão de FTP
Para sair, então, basta digitar quit ou bye e a sessão termina:
   
      

Figura 5.24

Dicas
 Certifique-se de transferir todos os arquivos que não sejam de texto (isto é,
GIF, JPG, ZIP etc.) usando a opção binário ou dados não processados.
 HTML e outros arquivos de texto podem ser transferidos usando-se a op-
ção ASCII (texto) ou no modo binário.
 Verifique sempre as mensagens que aparecem ao final de cada transferên-
cia para ver se ela foi concluída com sucesso.
 Se você tentar carregar uma quantidade de dados maior do que aquela para
a qual se inscreveu (como tentar enviar um arquivo de 20 MB para um site
que só lhe oferece 10 MB, por exemplo), o procedimento de FTP vai fa-
lhar. Sempre que ocorrer falha na transferência, fique bem atento às men-
sagens de erro.

Para Evitar Erros, Siga Se mpre Este s Conselhos


→ Certifique-se de estar inserindo corretamente as seguintes informações: Endere-
ço: o endereço ftp do seu servidor. Exemplo: ftp.br.geocities.com; Nome ou ID de
usuário: seu nome de usuário; Senha, password ou código de acesso: sua senha.
     $       

→ Certifique-se de que todas as informações que digitar nos campos estejam em


le tra minúscula e não contenham espaços.

→ Nunca enviar arquivos com letras maiúsculas e minúsculas misturadas. Uma


boa parte dos servidores web utilizam um sistema operacional chamado UNIX.
Nesse sistema, um arquivo com o nome Fotos.htm é dife rente de um outro cha-
mado fotos.htm. Em um sistema Windows você nem consegue ter esses dois ar-
quivos juntos no mesmo diretório. Isso acontece porque o Windows ignora maiús-
culas e minúsculas. Para ele é tudo igual. Mas para o Unix não. Então, se você tiver
digitado sua senha toda em maiúscula (às vezes acontece, porque a gente deixa o
CAPS ligado), não adianta escrevê-la em minúsculo que o sistema não vai aceitar.
Por isso você sempre tem que tomar cuidado com os nomes de seus arquivos.

→ Quando você usa um programa gráfico e cria uma imagem chamada meuno-
me .GIF, veja que a terminação GIF está em maiúscula. Aí você vai e cria uma pá-
gina em HTML e escreve no código para chamar a imagem meunome .gif. Quando
você vai testar em seu computador, tudo funciona maravilhosamente, afinal de
contas, meunome.gif é igual a meunome .GIF no Windows. Mas quando você
manda pro GeoCities, a imagem não vem na página. Simplesmente não aparece,
como se ela não existisse. Você então vai no seu site e a imagem está lá. O que está
acontecendo? O que ocorre é que o seu código está com o nome errado do arquivo.
Os dois têm que estar exatamente iguais. O mesmo vale para nomes de diretórios.

→ Nem preciso falar para nunca se usar acentuação nos nomes de arquivos e dire-
tórios, não é? Então é isso.
Com certeza agora você tem todo o conhecimento necessário para administrar seu
site via FTP. A única coisa que falta é experiência para lidar com os programas e
os códigos do DOS quando necessário, e também muita atenção e cuidado para os
nomes de arquivos.
Se tiver problemas para se conectar com sua conta usando FTP e tiver certeza de
que está usando as informações de login corretas, recomendo consultar seu prove-
dor de acesso (ou sua empresa, quando se utiliza proxy) sobre qualquer limitação
que possa ter sido imposta por ele.
CAPÍTULO 6

COLOQUEI MEU SITE NO AR E ELE NÃO


ESTA FUNCIONANDO DIREITO. O QUE
ACONTECEU?

Vamos analisar aqui as principais dúvidas e erros que podem acontecer em seu site,
não importando se o erro é com HTML, FTP, imagem, ou apenas algo que você
não tem certeza.
O importante é você saber a resposta, certo? Neste capítulo eu tento realçar as per-
guntas que não foram respondidas durante os capítulos anteriores, ok? Não adianta
procurar aqui uma explicação para algo que acontece no Yahoo!, por exemplo. É
mais fácil procurar nas páginas relacionadas ao site em questão.
Vamos lá então.

Erros de Javascript
Esse tipo de erro é um dos que mais vemos. O javascript, em si, já é uma lingua-
gem “ sensível”, mas o cuidado que temos de tomar é algo impressionante. Já me
aconteceu várias vezes, de um script não funcionar simplesmente porque parte dele
estava indo parar em outra linha.
Por meio da quebra natural de programas como o notepad, por exemplo, a linha do
código ficava “ quebrada” e isso só se foi perceber depois de arrancar muito cabelo
e pesquisar em todos as outras partes do código.
Outro detalhe é que boa parte dos scripts que vemos por aí na Internet não foram
muito bem testados em todos os tipos de navegadores, então podem sim dar erro
em algumas versões de seus visitantes. E infelizmente não há muito o que fazer.
Sites famosos, que recebem milhares de visitas todo mês e que trazem matérias
sobre informática, têm scripts que dão problema. Tem um, que não vou citar o
nome, que sempre dá “ pau” no meu navegador e em outros de pessoas que conhe-
ço. Mas também já vi funcionar perfeitamente em outros computadores. Infeliz-
mente não dá pra contentar a todos.


  $      % !         

No entanto, tome muito cuidado com scripts que começam a dar erros, e pense se
vale a pena usá-los. Eu já recebi vários e vários e-mails de meus leitores me per-
guntando o que eles estavam fazendo de errado em páginas que eles construíam. Eu
nem conseguia ajudá-los, pois eu mesmo tinha problemas com outros scripts. Essa
é a vida de quem quer colocar um “ algo a mais” no seu site. No entanto, eu me
pergunto se vale a pena. É como dizem, às vezes, menos é mais. Um site mais cle-
an e sem tanta complicação pode ser algo extremamente agradável para os nossos
visitantes. Pense neles antes de incluir muitos códigos, ok?

Esquecer de Fechar as Aspas no seu


Código HTML
Isso é algo que pode acarretar desde um erro no seu navegador, quanto fazer sumir
parte de seu texto, imagens, etc.
Por mais chato que seja, temos sempre que conferir o nosso código cuidadosa-
mente quando temos algum erro. Aliás, os browsers (navegadores) normalmente
nos avisam em qual linha está o problema que eles encontraram. Se eles não estão
indicando, procure as configurações avançadas deles e verifique se estão acionados
os alertas para erros.
Algumas vezes o Internet Explorer vem com essa opção desligada apenas para que
a gente não veja sempre as mensagens de erro, que são tão comuns, que realmente
chegam a nos tirar a paciência e pensar em novamente desligar essa função. No
entanto para o teste de seu site, deixe sempre ligado.
No Internet Explorer, procure nos menus a opção:
Inte rnet O ptions (O pções da Inte rne t) > Advance d (avançado) > e selecione a
opção “ Display a notification about e ve ry script error”. Em português não sei a
tradução correta, mas seria algo como “exibir uma notificação para cada erro de
script”.

Colocar os Nomes dos Arquivos em


Maiúsculas
Já expliquei isso anteriormente no livro.
A maioria dos servidores Internet onde ficam hospedadas suas páginas, utiliza o
sistema operacional Unix, e eles fazem diferença quando o nome de um arquivo é
escrito em maiúsculas ou minúsculas (caixa alta e caixa baixa). Para o servidor, os
   
      

arquivos TEXTO .TXT e te xto.txt são diferentes. É o que se chama de “ sensitivo à


caixa” (case sensitive, em inglês).
E não precisa ser todo o nome do arquivo em maiúsculo para dar problemas. Uma
letra só diferente já faz com que o arquivo referenciado não carregue. Se o arquivo
foi nomeado como imagem.gif e dentro do documento HT ML a referência é para
imagem.Gif, o servidor não irá achá-lo. Por isso, escolha um padrão para os nomes
dos arquivos – eu aconselho sempre em minúsculo.

Colocar nos Nomes de Arquivos,


Acentuação e Outros Símbolos
T ente, sempre que possível, utilizar nomes curtos para seus arquivos. No entanto,
se for necessário, utilize o sublinhado (_) para separar os nomes em seu arquivo.
Exemplo: arquivo_de_memorias.htm

Procurar Saber Qual É o Nome da


Primeira Página
Muitos serviços não aceitam que você escolha o nome de sua homepage. Ela tem
que ser, obrigatoriamente, chamada de:
Index.htm
Index.html
Default.htm
Default.html
Não adianta espernear. T em que seguir as regras. Então, se sua homepage não car-
rega, procure saber se o nome dela está correto.

Esquecer de Citar o Diretório em Uma


Referência
Clica-se no link e aparece uma mensagem dizendo que o documento não foi en-
contrado. Basta checar os links para descobrir se não faltou colocar o diretório
onde está o arquivo.
  $      % !         

Por isso o uso de programas de edição de páginas é recomendável, pois eles nos
indicam quando há algo errado.

Fechar Uma Célula em Um Parágrafo


Diferente
Pode parecer absurdo, mas tome muito cuidado com a TAG </T D>.
O Netscape e o Internet Explorer, nas versões 4 em diante, insistem em incluir es-
paços em branco entre as células se o TAG de fim de célula </T D> ficar separado
por uma marca de parágrafo do conteúdo da célula. O T AG </T D> deve ser colo-
cado imediatamente depois do conteúdo da célula. Exemplo:

Errado:
<T D>
<IMG SRC=imagem.gif>
</T D>

Ce rto:
<T D>
<IMG SRC=imagem.gif></TD>
Viu como colocamos a T AG? Logo no final da linha? É assim que tem que ser.

Fechar Uma Referência em Um Parágrafo


Diferente
Uma variação desse erro acontece com os links de imagem. É preciso encerrar a
âncora de hipertexto no mesmo parágrafo do conteúdo da referência. Do contrário,
o navegador adiciona um traço da cor do link. A solução é a mesma do exemplo
anterior: colocar o T AG </A> imediatamente depois do conteúdo do link. Exem-
plo:

Errado:
<A HREF=“ fotos.html”>Clique aqui para ver minhas fotos
</A>
Ce rto:
<A HREF=“ fotos.html”>Clique aqui para ver minhas fotos</A>
   
      

Essa T AG deve estar, de preferência, grudada com a referência. Veja que eu não
dei espaço entre a palavra fotos e a T AG </A>.

Não Conseguir Enviar seus Arquivos


para o Site
Pode parecer bobo, mas verifique se você está conectado na Internet pelo seu pro-
vedor de acesso. Às vezes nossa conexão cai no meio de um download ou upload e
nem percebemos. Já me aconteceu dezenas de vezes e pode acontecer com você
também.

Meu Formulário não está Funcionando. O


Que Pode Ser?
Cada serviço de hospedagem de sites tem um sistema próprio para os formulários.
A maioria deles pede que você coloque um determinado código em sua página,
dentro do código HT ML. É aí que a maioria das pessoas se perde e não consegue
terminar seu formulário. T udo o que temos que fazer é prestar realmente muita
atenção nas instruções dadas na ajuda dos sites.
Um erro muito comum das pessoas é quando elas utilizam softwares como o
FrontPage ou outro qualquer que tenha assistentes de criação de formulários, ou
então possuam um monte de possibilidades.
Eu escrevi dois livros sobre o FrontPage e vocês não acreditam na quantidade de
leitores que tiveram dúvida em um aspecto da criação de formulários, que é o envio
para seu e-mail.
Todo mundo gostaria que seu formulário enviasse o conteúdo que seus visitantes
digitaram para seu e-mail pessoal, certo? Assim você iria abrir seu e-mail e ver lá
tudo o que foi escrito no seu formulário. Isso é maravilhoso, e é possível, mas no
caso do FrontPage, ele lhe dá a opção de já escolher na hora da criação da página
para qual e-mail quer que as respostas sejam encaminhadas, e isso só é possível
para sites com uma configuração toda especial, que NÃO EXISTEM DISPONÍ-
VEIS NO MERCADO.
Ou seja, você não pode usar o FrontPage para que ele gere para você um código, ou
seja, uma página de formulário pronto e escolher para qual e-mail as respostas se-
rão enviadas. Não adianta. Nem mesmo para aqueles sites que dizem ter as exten-
sões do FrontPage. Como disse, é preciso uma configuração toda especial e nin-
guém faz isso.
  $      % !         

Mesmo nos serviços de hospedagem de sites que possuem as extensões do Fron-


tPage, não acredite que todas as possibilidades inerentes a esse software vai funci-
onar direitinho. É como um novo recurso de criação de bases de dados Access e de
páginas com acesso a esses bancos de dados. No FrontPage 2000 isso é superfácil,
mas nem todos os serviços, eu repito, permitem o uso de todas as características
desse software. Infelizmente.
Então tente seguir mesmo o que os textos de ajuda lhe dizem e não tente inventar
muito mais que aquilo, a não ser por experiência, mas sem esperar sucesso 100%.

E se Depois de Tudo Isso o Meu Site


não Funciona? Devo Chorar?
Não! Nunca desanime!!! T ente entrar em contato com o serviço de hospedagem e
explique que, talvez por um erro seu ou por outro motivo (o serviço inteiro pode
estar fora do ar para manutenção, por exemplo), você não consegue acessar seu site
e peça para que eles verifiquem.
Se for um site pago, ou seja, se você paga pelo serviço de hospedagem, você tem
direito mesmo a uma resposta, então, seja insistente.
CAPÍTULO 7

COMO REGISTRAR UM DOMÍNIO NA


INTERNET?

O Que é um Domínio?
Um domínio é um nome único de identificação de sua empresa ou produto na In-
ternet. Um nome de domínio é composto por palavras separadas por pontos, e que
se tornam menos genéricas da direita para a esquerda. Por exemplo: domi-
nal.com.br é um domínio onde o .br significa que se trata de um domínio registra-
do no Brasil .com significa que este é um domínio de cunho comercial e Dominal
é o nome da empresa. Importante é que o conjunto todo (dominal.com.br, no nosso
exemplo) seja único. É possível por exemplo, registrar dominal.net.br, que seria
uma outra empresa.

O Que é um Site Web?


Um site Web é um conjunto de páginas acessíveis através de um navegador e que
existem com a função de apresentar a sua empresa, vender seus produtos ou apre-
sentar mais informações sobre seu negócio para um público selecionado e em cres-
cimento exponencial.

O Que é FAPESP?
A FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – é a em-
presa responsável pelo registro e manutenção dos domínios .br. Ou seja, todos os
domínios com terminação .br foram registrados na FAPESP.

O Que é Internic?
O Internic é um órgão do Departamento de Comércio do Governo dos Estados
Unidos, responsável pelo registro de domínios com terminação .com, .org e .net.
Desde 1993, este órgão se associou à Network Solutions, uma empresa privada,


  "         & 

que desde então é responsável pela atribuição de nomes de domínio com as exten-
sões citadas. Cabe ressaltar que como os Estados Unidos são o país criador da rede
(Internet), os domínios lá registrados não possuem extensão designando o país.
Dessa forma, www.microsoft.com.br é o site da Microsoft no Brasil,
www.microsoft.com.ar é o site da Microsoft na Argentina, mas www.microsoft.com
é o site da Microsoft nos Estados Unidos.

Como Posso Saber se Devo Solicitar


um Domínio como Empresa, Pessoa
Física ou Profissional Liberal?
A opção deve ser feita com base no nome de domínio escolhido. As extensões
possíveis para os nomes de domínio são:
Inte rnic (inte rnacional)
.COM empresas comerciais
.ORG organizações sem fins lucrativos
.NET empresas de redes e telecomunicações
.EDU entidades de ensino superior

FAP ESP (nacional)


Categorias para Instituições
ART.BR Artes: música, pintura, folclore
BR Entidades de pesquisa e/ou ensino superior
CO M.BR Comércio em geral
ESP.BR Esporte em geral
FM.BR Empresas de Radiodifusão sonora
G12.BR Entidades de ensino de primeiro e segundo grau
GO V.BR Entidades do governo federal
IND.BR Indústrias
INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc.)
MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
NET.BR Exclusivamente para provedores de meios físicos de comunicação,
habilitados legalmente para a prestação de serviços públicos de
telecomunicações
O RG.BR Entidades não governamentais sem fins lucrativos
PSI.BR Provedores de serviço Internet
   
      

REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...


TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
TV.BR Empresas de Radiodifusão de sons e imagens
ETC.BR Entidades que não se enquadram nas outras categorias
AGR.BR Empresas Agrícolas, Fazendas
SRV.BR Empresas prestadoras de Serviços
FAR.BR Farmácias e Drogarias
IMB.BR Imobiliárias
Categorias para Profissionais Liberais
ADM.BR Administradores
ADV.BR Advogados
ARQ .BR Arquitetos
ATO .BR Atores
BIO .BR Biólogos
BMD.BR Biomédicos
CIM.BR Corretores
CNG.BR Cenógrafos
CNT.BR Contadores
ECN.BR Economistas
ENG.BR Engenheiros
ETI.BR Especialista em T ecnologia da Informação
FND.BR Fonoaudiólogos
FO T.BR Fotógrafos
FST.BR Fisioterapeutas
GGF.BR Geógrafos
JO R.BR Jornalistas
LEL.BR Leiloeiros
MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
MED.BR Médicos
MUS.BR Músicos
NTR.BR Nutricionistas
NO T.BR Notários
O DO.BR Dentistas
QSL.BR Rádio Amadores
PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
PRO .BR Professores
PSC.BR Psicólogos
TRD.BR Tradutores
TUR.BR Profissionais da área de turismo
VET.BR Veterinários
  "         & 

ZLG.BR Zoólogos

Categoria para Pessoas Físicas


NO M.BR Pessoas Físicas

Nota 1: Os domínios para profissionais liberais necessitam de CPF para registro


junto à FAPESP. Nenhum outro documento será exigido por este órgão.
Os domínios para pessoas físicas terão o formato “nome.sobrenome.nom.br”.
Para registrá-lo, se faz necessário somente o CPF, não sendo necessário nenhum
outro tipo de documento.

Nota 2: Durante o processo de registro de domínio, enquanto o registro não esti-


ver confirmado pela FAPESP e/ou pela INTERNIC, o solicitante do registro não
pode se considerar proprietário do domínio, pois uma outra empresa pode ter so-
licitado o nome de domínio antes, e neste caso terá preferência. Na solicitação de
nomes de domínio prevalece o sistema de data, hora e senha para quem solicita:
pre vale ce quem che gar primeiro.

Qual a Documentação Necessária para se


Registrar um Domínio?
Para os domínios para pessoa jurídica (Instituições) registrados na FAPESP (exten-
sões: art.br, br, com.br, esp.br, g12.br, gov.br, ind.br, inf.br, mil.br, net.br, org.br,
psi.br, rec.br, tmp.br, etc.br) é necessário que a instituição que registrará o domínio
possua um cartão de C.G.C válido no ano em que está sendo registrado o domí-
nio. Em alguns domínios específicos (br, org.br, mil.br, g12.br, gov.br, net.br) é
necessário ainda documentação que comprove a naturez a da atividade da Enti-
dade.
Para os domínios para pessoa física e profissionais liberais registrados na FAPESP
(Extensões: adm.br, adv.br, arq.br, bio.br, cnt.br, ecn.br, eng.br, eti.br, fot.br,
fst.br, jor.br, lel.br, med.br, odo.br, ppg.br, pro.br, psc.br, tur.br, vet.br, zlg.br,
nom.br) é necessário que o indivíduo que registrará o domínio possua um cartão
de C.P.F. válido no ano em que está sendo registrado o domínio.
Para os domínio registrados no INTERNIC (extensões: .net, .org, .com) não é ne-
cessário nenhum tipo de documentação.
   
      

Para Registrar um Domínio, é Preciso


Possuir C.G.C.?
Depende do tipo. É permitido registrar o domínio no Brasil utilizando uma das ex-
tensões possíveis para profissionais libe rais ou pessoa física. Consulte nas per-
guntas anteriores as extensões possíveis.
No caso de registros com terminação .com.br, aí sim é necessário possuir o C.G.C.
de uma empresa.
Além destas opções, é possível registrar com as extensões .com, .org ou .net, que
são registradas nos Estados Unidos.

Quanto Tempo Demora para Registrar um


Nome de Domínio?
Para registrar um domínio, seja brasileiro (www.se udominio.com.br) ou através da
Internic (www.se udominio.com), normalmente o prazo é de 72h. na FAPESP (na-
cional) ou até 5 dias úteis na INTERNIC (internacional).

Quantos Domínios Posso Ter?


.com.br – No Brasil cada domínio está vinculado a um número de CGC, e é permi-
tido registrar até dez nomes de domínio por número de CGC.
.com – No exterior, tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas podem registrar
domínios e podem ter quantos domínios quiserem.

Como Pode Ser o Nome do Domínio?


1 – O nome do domínio não pode ter maiúsculas, letras acentuadas ou cedilha.
2 – O domínio deve ter no mínimo de 2 e máximo de 26 caracteres.
3 – Somente são válidos os caracteres [A-Z;0-9] e o hífen.
4 – Não pode conter somente números.
5 – O hífen vale como separador sintático interno de palavras, sendo que domínios
já registrados com ou sem o mesmo, só poderão ser registrados com esta diferença
pelo detentor do primeiro registro. A FAPESP não aceita nomes de domínio sepa-
rados por hífen se já existir o mesmo nome registrado como uma palavra só. As-
  "         & 

sim, se já existir o domínio “ superhomem.com.br” não será possível registrar “ su-


per-homem.com.br”. Já na Internic não existe este problema.

Como Faço para Descobrir se o Nome que


Desejo Usar está Disponível?
No caso de um registro brasileiro, acesse o site http://registro.br e utilize o formu-
lário ali existente para verificar.
Para um domínio internacional, há vários sites com formulários prontos para você
verificar. Um dos mais conhecidos é o http://www.networksolutions.com.

Outra Empresa já Registrou o Nome que


eu quero. O Que eu Posso Fazer?
Você tem duas alternativas: tentar entrar em contato com a empresa que registrou o
nome e comprar o domínio deles ou escolher outro nome.
Escolher outro nome é sempre mais fácil e rápido.
No entanto, se você for o detentor de uma marca e ela estiver sendo utilizada por
outra empresa como nome de um site, você pode tentar uma negociação amigável
ou judicial.

Agora que já sei tudo isso, como


Registrar meu Domínio?
Normalmente os sites, tanto de hospedagem gratuita quanto os de hospedagem
paga, já possuem sistemas próprios que lhe auxiliam a conseguir seu domínio, seja
nacional ou internacional, intermediando todo esse processo para você. Isso acaba
tendo um custo, é certo, mas como o processo não é simples, pois envolve detalhes
técnicos como número de servidor primário e secundário, nome e código (para re-
gistrar um site em seu nome você tem que se cadastrar e ter um código válido) da
pessoa responsável, do técnico responsável e do administrador responsável, então
às vezes compensa.
No entanto, para conseguir registrar um domínio no Brasil, basta ir até o site
http://registro.br e se cadastrar para poder ter um site. Lá você consegue se infor-
mar sobre as taxas e também se o domínio que deseja está livre.
   
      

Lembre-se de que é preciso já ter um espaço no ar, ter um site e este estar já confi-
gurado corretamente (até a finalização deste livro estavam pensando na liberação
dessa norma – assim, ao registrar seu nome, você teria mais 2 semanas para conse-
guir um lugar onde ele pudesse ser hospedado).
De toda forma, você não pode ter simplesmente o nome já reservado sem ter um
espaço também reservado.
Para domínios internacionais, o mais simples é, também, conseguir um serviço de
hospedagem e este providenciar para você os métodos de registro do nome que
você deseja. Para informações sobre sites internacionais, visite a Internic –
http://www.internic.net.
CAPÍTULO 8

ONDE ENCONTRAR AS FERRAMENTAS E AS


DICAS MAIS ÚTEIS DA INTERNET

Existem vários serviços úteis na Internet e parece que surgem mais e mais a cada
dia. Enquanto eu escrevia este livro vi pelo menos dois novos sites oferecendo algo
legal para colocar no seu site.
Aqui vou indicar os que eu mais aprecio. Podem parecer poucos, mas eu garanto
que são a nata da nata. São muito bons mesmo.

Indicação de Sites
ACDSee (www.acdsee.com) – em inglês. Site fabricante de um dos melhores visu-
alizadores de imagem do mercado, o ACDSee. Muito bom mesmo. Com ele você
pode ver qualquer tipo de imagem sem ter que abrir programas pesados ou especí-
ficos para determinados tipos de formatos.
Adobe (www.adobe.com.br) – fabricante de softwares gráficos mais utilizados no
mundo inteiro, como o Photoshop, o Illustrator e o InDesign.
Altavista (www.altavista.com) – em inglês, mas é o melhor site de buscas da Inter-
net. Lá você encontra praticamente tudo o que quiser.
Apostilas Gratuitas (www.geocities.com/tutprog2/tutprog.html) – site com várias
apostilas gratuitas para download para aprender Html, VBScript, meta-TAGs, entre
outros.
Aranha (www.aranha.com.br) – site muito legal com várias dicas em construção
de páginas para Internet.
AspBrasil (www.aspbrasil.com.br) – tudo sobre asp – active server pages – lin-
guagem que se complementa ao HT ML para acessar bancos de dados.
Coolhome pages (www.coolhomepages.com) – em inglês, é um lugar onde você irá
perder horas olhando os sites mais bonitos que existem. Há uma seleção por tipos,
como sites que utilizam flash, sites que são mais clean/limpos, etc. Fascinante.


   
      

DHTMLZone – (www.dhtmlzone.com) – em inglês. Demonstração e scripts em


DHTML para seu site.
FlashWorld (www.flashworld.com.br) – site onde encontramos tudo sobre flash,
com tutoriais, exemplos já prontos para usar e as novidades mais recentes.
Ibe stMaste rs (www.ibestmasters.com.br) – descendente do Ibest, o maior prêmio
nacional para sites, aqui temos de tudo um pouco. T emos tutoriais e vários links e
análises de softwares, sites, etc.
Inde xa (www.indexa.com.br) – para dicas e registro de seu site em diversos meca-
nismos de busca ao mesmo tempo.
Info (www.infoexame.com.br) – site onde nem todos os artigos estão disponíveis, a
não ser que você seja assinante da Info Exame ou do UOL, mas que contém as
mais recentes novidades em informática.
Info – Site s Úteis (www2.uol.com.br/info/sites/index.shl) – aqui você encontra
links para vários serviços úteis na Internet.
Javascript Internet (www.javascript.internet.com) – site em inglês mas que con-
tém códigos já prontos para quase tudo o que você imaginar de javascript.
Javascript Source (www.javascriptsource.com) – em inglês, tem os mesmos re-
cursos que o Javascript Internet.
Le arnAsp (www.learnasp.com) – em inglês, mas é um dos melhores recursos para
quem quer aprender ou tem dúvidas sobre asp – active server pages.
Macrome dia (www.macromedia.com) – em inglês também, mas é um dos fabri-
cantes de software para Internet mais importantes da atualidade.
Microsoft (www.microsoft.com.br ou www.microsoft.com) – não podia deixar de
indicar o próprio site da Microsoft, fabricante do Windows e de tantos outros pro-
gramas.
Netlive (www.netlive.com.br) – estatísticas grátis para seu site, em português e com
trocas de banner e outras ferramentas interessantes.
Scripts (www.scripts.com) – em inglês, site com diversos scripts prontos para
usarmos em páginas.
Site Experts (www.siteexperts.com) – em inglês. Ótimos recursos em DHTML.
             '      

Supe rDownloads (www.superdownloads.com.br) – muito bom este site. Aqui você


encontra os melhores programas para Windows. T udo muito bem organizado e
simples de achar.
Tripod Inte rnacional (www.tripod.com) – em inglês. Site de hospedagem gratuito
muito bom, mas muito bom mesmo. Pena que está em inglês. T emos a versão naci-
onal também, o Tripod Brasil – www.tripod.com.br, que faz parte do grupo, mas os
recursos são tão pobres perto do internacional que nem vale a pena, além do que
ficou muito tempo fora do ar.
UO L Mundo Digital (www.uol.com.br/internet/) – também muito bom para pe-
garmos algumas dicas básicas – como o Bê-á-bá da Internet. Basta ver no menu
lateral esquerdo.
Como disse, não são muitos links. Mas são as melhores indicações que posso lhe
passar para você aprender praticamente tudo o que precisa na Internet. Nesses sites
você encontrará códigos prontos, ajuda, indicações de outros sites, busca, indica-
ções de programas e ótimos visuais para aprender a construir seus sites. Espero que
eles lhe ajudem como me ajudaram.
CAPÍTULO 9

CADASTRANDO MEU SITE EM MECANISMOS


DE BUSCA

A partir do momento em que você possui um site, muitos serviços gratuitos já ca-
dastram seu endereço na Internet em sites de busca. O Yahoo! GeoCities normal-
mente o cadastra no Yahoo!, o UOL no RadarUOL, etc. No entanto, isso pode ser
pouco se você deseja que mais e mais visitantes venham ao seu site. Mas como eles
vão saber onde procurá-lo? Como eles vão saber onde seu site está, ou mesmo se
ele existe? Com o auxílio do cadastro em sites de busca, uma espécie de listas ama-
relas da Internet.
A rede mundial cresceu muito, e surgiu a necessidade de um mecanismo que fosse
simples de utilizar e que pudesse lhe dar o mínimo de informações para encontrar
algo. Antigamente se dizia que era legal “ surfar” na Internet, sem destino. Hoje em
dia ninguém quer mais perder tempo, e poder encontrar o que procura no menor
tempo possível. Existem vários sites nacionais de busca, e vários outros surgindo.
No exterior então, nem se fale.
No Brasil temos o Cadê?, o Aonde, o Surf, o Miner, o RadarUOL, etc, etc.
Desculpem por omitir tantos e tantos que existem por aí. Vou tentar fornecer uma
lista mais completa em seguida. Mas isso não é o que eu preciso lhe dizer agora.
Neste momento, você tem que entender a importância que um cadastro em um des-
ses mecanismos de busca pode ter em seu site. Vamos começar então?

O Que é Mecanismo de Busca?


Mecanismos de Busca são sites, que utilizam softwares chamados de agente s de
inde xação, mais conhecidos atualmente como robôs ou aranhas (“spide rs”). Es-
tes agentes são pequenos programas que varrem a Web periodicamente, sem des-
canso, atrás de sites novos ou mais atualizados. Eles vão de URL a URL, visitando
o máximo de websites na Internet e armazenando pequenos pedaços de informação
sobre cada um desses sites.


           
   

Quando está visitando um website, o agente irá gravar todo o texto de todas as pá-
ginas (página principal e outras). Neste processo, o robozinho irá visitar também
links externos que por acaso estejam em algumas das páginas visitadas. É seguindo
estes links externos e pulando de site em site que os mecanismos de busca são ca-
pazes de achar as suas páginas e obter informações a respeito do seu site, mesmo
que você não o tenha cadastrado no mecanismo. Sendo assim, praticamente sem
fazer nada, seu site corre o risco de ser “ indexado” para algum mecanismo de bus-
ca.
No entanto, se você se cadastrar nesses sites de busca, enviando sua URL direta-
mente ao mecanismo, você acelera em muito o processo. O mecanismo irá então
sempre mandar um robozinho para visitar seu site e agilizará o processo, e você
não precisa ficar torcendo para que ocorra uma eventual visita vinda de um link
externo que leve a seu site.
Resumindo, uma vez cadastrado nesses sites, eles enviarão periodicamente robôs
para visitar seu site e atualizar as informações sobre ele.

Como Proceder para ser Incluído nos


Mecanismos de Busca
A maneira mais simples como disse, é se cadastrar nesses mecanismos.
No entanto, é bom saber que cada um desses sites de busca procura por diferentes
elementos em sua página e que, através desses elementos, é que ele vai descobrir
certas informações sobre você e seu site.
É uma maneira de você dizer ao robozinho:
– Olá, tudo bem? Fico contente que você tenha me visitado. Aqui estão as informa-
ções principais que eu gostaria que você disponibilizasse em seu site de buscas
para os visitantes!
É aprender a se comunicar com esses robozinhos, e com isso poder direcionar me-
lhor suas informações aos seus prováveis visitantes.
Veja o que você tem a fazer. É tudo muito simples:
1. Título da Página
Use palavras-chave no título <TITLE> do seu documento fazendo com que este
seja o mais descritível possível. Quando um agente estiver visitando seu site, este
irá primeiramente ao T AG de título <TITLE>. Para esclarecer melhor, o T AG
   
      

<T ITLE> é o que o seu navegador mostrará na barra de título e não simplesmente a
primeira linha de HTML que será mostrada na sua página. (No entanto as primeiras
palavras do texto introdutório também deverão ser bastante descritivas). Os meca-
nismos de busca mostrarão o texto localizado entre os TAGs de <T IT LE> quando
seu site for cadastrado. Fazendo seu título descritivo, será muito mais eficiente do
que colocar certas palavras-chave do texto de suas páginas. T ambém será útil
quando as pessoas colocarem seu site no bookmark. Se um nome mais descritivo
aparecer na lista de bookmarks de uma pessoa, ficará mais fácil identificá-lo mais
tarde.
Por exemplo, ao invés de usar:
<TITLE> Site pe ssoal </TITLE> em sua homepage, tente usar:
<TITLE> Bem-vindo ao site pe ssoal do Fulano de Tal – currículo, fotos, en-
tre vistas, xadrez ! </TITLE>
Ficará muito mais fácil para o visitante que procura seu site saber sobre o que ele
trata.

2. Te xto Descritivo da Página


Mecanismos de Busca atribuem uma grande importância a textos ou descrições
espe ciais localizados no início da página. Mas, que textos especiais são esses?
Os mecanismos de busca assumem que os autores de páginas web deveriam colo-
car suas informações mais importantes primeiro.

Dica 1: Se sua homepage tiver apenas uma imagem principal no início, você de-
verá colocar algum texto descritivo dentro da imagem (veja a seguir o uso do
ALT ) ou embaixo ou ao lado da imagem, escrevendo mesmo.

No caso da descrição ficar dentro da imagem (você já deve ter visto aquelas ima-
gens, que, ao passarmos o mouse por cima, nos mostram um texto em um quadrado
ao lado do ponteiro do mouse), utilize a T AG ALT dentro da T AG <IMG>.
Ficaria parecido com:

<IMG SRC=“nome_da_imagem.gif” ALT=“Home page do Fulano de tal”>


O mecanismo de busca irá indexar este texto e atribuir um alto grau de relevância
ao mesmo.
           
   

META-TAGS
As descrições especiais são feitas utilizando algumas T AGs específicas para esse
fim. São chamadas de meta-T AGs.
Utilize <META> T AGs que permitirão a você fornecer mais detalhes sobre sua
página web, podendo assim ter um maior controle da indexação de sua página.
Nem todos os mecanismos de busca consideram <MET A> T AGs.
Os códigos de <MET A> T AG são inseridos dentro das T AGs
<HEAD>
</HEAD>.
As meta-T AGs são basicamente duas:
1. Description (descrição em inglês)
2. Ke ywords (palavras-chave em inglês)
A sintaxe básica é a seguinte:
<MET A name=“ description” content=“ Site sobre aeromodelismo”>
Isto vai controlar o que irá aparecer como sumário de sua página web e será mos-
trado após o título de seu documento na listagem do indexador. O conteúdo da des-
crição deve claramente dizer o que alguém pode esperar encontrar quando clicar no
link de seu site.
<MET A name=“ke ywords” content= “ aeromodelismo, modelos, aviões”>
Permitirá que você forneça informações extras de sua página para os mecanismos
de busca sem estar visível ao leitor. Enquanto os mecanismos de busca pegam estas
palavras-chave durante a indexação, eles continuarão indexando o conteúdo inteiro
de sua página, pois vários sites não possuem <MET A> TAGs.

Dica 2: T ente utilizar palavras no singular e plural. Como aeromodelo e aero-


modelos.

Dica 3: Alguns sites de busca, devido ao exagero do uso das meta-T AGs, estão
repensando essa maneira de se indexar palavras-chave. Isso porque muitos sites
de conteúdo impróprio começaram a criar verdadeiras T AGs-monstro, que pos-
suem mais de 100 palavras-chave, que vão desde pornografia até nomes de pro-
gramas famosos, como Word, Windows, etc, só para chamar mais atenção de vi-
sitantes durante as pesquisas efetuadas em sites.
   
      

Quando, com Certeza, eu Devo Utilizar


<META> TAGs?
Quando sua homepage já começa com frames. Nesse caso, no arquivo principal
que chama as outras janelas, ou seja, na que contém a tag <FRAMESET >, coloque
sempre uma meta-tag.
Para esse tipo de arquivo, coloque a meta-tag entre as tags <noframes> e
</noframes> do código font HTML de sua página principal.
O mesmo acontece para páginas em ASP ou que utilizam Javascript no início.
T ente sempre encaixar antes uma meta-tag.
Existe um bom tutorial sobre meta-tags em um site de apostilas grátis que indiquei
no capítulo 8.

Quanto Tempo um Mecanismo de Busca


Demora para Listar meu Site?
Muitos mecanismos de busca levam tempo para listar um site. O tempo aproxima-
do para um mecanismo listar seu site é:
1-2 semanas: Altavista, Infoseek
2-4 semanas: Excite, HotBot, Lycos, Webcrawler
6-8 semanas: Yahoo!
Se após este tempo você continua não encontrando seu site como resultado de uma
pesquisa, você deverá reenviar sua URL para o mecanismo que não a indexou.
Normalmente é necessário mais de uma indexação para se obter os melhores re-
sultados em todos os mecanismos, pois estes recebem milhares de pedidos de inde-
xação todos os dias. Nos dias em que o nível de envio está acima do normal, um
certo número de pedidos pode não ser indexado corretamente. Se sua listagem não
está aparecendo corretamente em algum mecanismo, você deverá reenviá-lo.

Nota: Se sua URL mudar, você precisará reenviá-la a todos os sites de busca
novamente.
           
   

Atitudes não muito Politicamente


Corretas
Existem várias coisas que você pode fazer para ter sua URL listada numa melhor
classificação ou várias vezes em resultados de pesquisa.
Com já vimos, a utilização exagerada dos meta-TAGs pode ser muito útil, mas
também pode gerar penalidades, como a exclusão em definitivo daquele mecanis-
mo de buscas.
Outra maneira que encontraram para confundir os robôs e aumentar sua visibilida-
de é a utilização de uma grande quantidade de palavras-chave repetidas e escondi-
das no documento:

<!—ae romodelismo, ae romodelismo,aeromodelismo -->


Mecanismos de busca calculam as palavras-chave de acordo com o número de ve-
zes que estas aparecem na página.
Outra prática é mudar o nome de seu site na hora do registro em mecanismos de
busca para conterem letras e números que os colocam em primeiro lugar nas listas
de pesquisa, como:
A minhaempresa
1 site do fulano de tal
!Grandes liquidações
Colocando uma letra A ou número 1 na frente, pode até ficar em primeiro na lista,
mas talvez a estratégia dê errado, pois quem já conhece, nem costuma clicar nesse
tipo de empresa para ver o que ela contém, afinal, se ela é capaz de tudo para apa-
recer assim, talvez não tenha um profissionalismo correto.
Para listar seu site, é preciso antes de tudo conhecer quais são os mecanismos e
quais os seus endereços. Em seguida eu preparei uma lista com o nome de cada um
dos mais famosos. Cada um também tem um procedimento diferente, por isso é
bom prestar atenção nas atenções dadas por eles ou utilizar um serviço automático.
Vamos ver como isso funciona.
Existem na Internet, alguns se rviços de cadastramento automático muito bons,
que permitem o cadastro praticamente de uma única vez em vários sistemas de
busca. Um dos melhores que eu vi foi o Indexa – http://www.indexa.com.br. Expe-
rimente, pois ele é bem simples, e por enquanto não cobra pelo serviço.
   
      

Outro que achei e que também é tão bom quanto, é o Free ware. Entre na página
http://www.freeware.com.br/submit.html e envie automaticamente sua URL para
19 sistemas de busca.
Se os serviços que você encontrar cobram alguma taxa, não precisa se preocupar.
Basta ir nos links que indico a seguir e preencha seu cadastro para inserir seu site
em cada um deles. Com calma você verá que logo, logo, estará com seu nome em
todos eles. Não precisa ir em todos em um único dia, nem em todos os que apare-
cem na lista. Recomendo que você se registre primeiro naqueles que marquei com
um asterisco no final da URL (*).

NACIONAIS INTERNACIONAIS
Cadê ? – www.cade.com.br * Altavista – www.altavista.com *
Aonde – www.aonde.com * Lycos – www.lycos.com
Fare jador – www.farejador.com.br InfoSeek – www.infoseek.com
Yahoo! Brasil – www.yahoo.com.br * Yahoo! – www.yahoo.com *
RadarUO L – www.radaruol.com.br * We bcrawle r – www. webcrawler.com
Excite – www.excite.com
HotBot – www.hotbot.com
Go – www.go.com

Se você quiser, pode procurar mais informações ainda visitando o site do altavista
(http://www.altavista.com) e digitando no campo abaixo de Search for, as frases
“Cadastre seu site em mais de” ou simplesmente “Cadastre seu site em + de” ou
ainda “Cadastre seu site ”.
Escolha a linguagem Portuguese e clique no botão Search.
Basta agora esperar e ver a lista enorme de links para sites.
           
   

Figura 9.1

Dica: Depois que iniciar o processo de cadastramento nesses sites de busca, não
se esqueça de verificar, de tempos em tempos, se seu site foi mesmo cadastrado
e se as informações que constam ali são as que você gostaria e que espelham o
conteúdo de seu site.

Boa sorte e milhares de visitas para você.


CAPÍTULO 10

EVOLUINDO SEU SITE PARA SITE QUE


RENDA DINHEIRO

Normalmente queremos colocar nossas páginas na Internet por vários motivos.


Seja para descobrir o que é esse “ bicho de sete cabeças”, seja para poder usá-la
como uma maneira de aproximar-se de entes queridos, distribuindo fotos, por
exemplo, ou por vários motivos pessoais.
Mas quando vamos nos acostumando com tudo o que acontece na rede, e vemos
tantos sites crescendo e muitos deles sendo vendidos por milhares de reais, come-
çamos a ficar com vontade de fazer algo que “ dê certo”. As idéias começam a bor-
bulhar em nossa mente e então, quando menos percebemos, já estamos criando pá-
ginas de algum projeto que, para nós, vai com certeza ser um sucesso. Infelizmente
não é bem assim, certo?
Já vi muitos projetos darem errado, por erros bobos, por inexperiência na maior
parte das vezes, e também já vi outros projetos, inclusive de conhecidos meus, que
foram para frente de vento em popa.
Mas então o que é que faz a dife rença?
Apesar de vários dos sites que partiram de uma idéia e tiveram sucesso terem tido
uma grande parcela de sorte, o que eles com certeza tiveram também foi um grande
planejamento. Esse planejamento é algo que precisamos estudar melhor.
Um site que planeja ter sucesso e render algum dinheiro precisa:
1. primeiramente ser uma boa idéia mesmo. Ou seja, algo que os outros inter-
nautas estejam precisando;
2. ter uma boa apresentação para essa sua idéia. Um bom design é, com cer-
teza, fundamental. E simples, pois precisa carregar rápido, não importando
a velocidade de conexão de seus visitantes;
3. ter uma boa retaguarda em programação. Não adianta querer criar um site
sem saber codificar as páginas. E não estou falando aqui apenas de HT ML,


       $    (    

que é a coisa mais simples, mas de linguagens de acesso a bancos de da-


dos, como ASP, ColdFusion, SQL, etc.
4. ter apresentado esse site para outras pessoas que possam contribuir para di-
zer se está ou não bom. Não adianta apenas a sugestão do amigo. Tem que
ser gente que entenda do assunto;
5. e, depois de tudo isso, com o site já funcionando (de preferência, embora
isso não seja uma premissa), criar o seu business plan, ou melhor, o seu
plano de negócios. Vamos estudar mais esse aspecto agora.

Business Plan
É a ferramenta que vai convencer as instituições interessadas – sejam elas bancos,
pessoas físicas ou grupos financeiros – a investir em seu site.
Como o próprio nome sugere, ali você concentrará as informações necessárias para
que os investidores apostem no projeto, acreditem nas previsões e embarquem na
sua idéia.

Incubadoras
Vários sites de empresas investidoras em novos projetos, as chamadas INCUBA-
DO RAS, possuem um “ esquema” para que você possa enviar seu plano de negócios.
Algumas incubadoras têm até formulários on-line para que você possa preencher
tudo diretamente na Internet.
No entanto, não há receitas prontas para criar ou executar um bom business plan.
Não é necessário que o seu plano seja tão detalhado que fique como uma bíblia e
também não exagere criando simulações malucas em Excel para mostrar que vai
precisar de determinado montante para que seu negócio on-line deslanche ou pla-
nilhas diversas para mostrar que seu site vale a pena mesmo.
Seja simples. Utilize os gráficos, mas não tente exceder na apresentação. Os inves-
tidores logo percebem se você está “ exagerando” em seu negócio.
Mas então, o que fazer? Você tem uma boa idéia? Ela é inédita ou pelo menos tem
poucos ou nenhum competidor na mesma área? Ela possui algo especial? E você já
colocou tudo isso no ar, ou seja, a sua idéia já está funcionando em seu site? Ape-
nas precisa de um bom investimento para poder crescer e uma boa orientação para
que ele cresça e todos o conheçam? Então prepare-se com os seguintes pontos:
   
      

Realmente você não vai poder escapar de preparar um bom relatório, mas é como
disse, você não precisa exagerar.
Comece com uma boa explicação de seu negócio em Word, incluindo gráficos para
ilustrar suas idéias; planilhas de cálculos em Excel, com projeções do mercado e da
sua empresa e um resumo contendo as principais idéias do projeto em PowerPoint,
para poder fazer uma apresentação.
Para saber o tipo de pontos que os investidores mais procuram em uma empresa
para investir, procure um dos inúmeros sites de empresas incubadoras. Bons exem-
plos dessas empresas são:
http://www.invent.com.br
http://www.ideia.com
http://www.aceleradora.com.br
http://www.iii.com.br
http://www.endeavor.com.br
Basicamente, tente abrir seu documento com um sumário onde você vai tentar ven-
der a sua idéia. Qual o seu produto ou sua idéia, qual o diferencial dela em relação
aos concorrentes, como você vai investir o capital que conseguir, quanto é esse ca-
pital que tanto procura, etc.
Faça também um bom resumo de sua empresa caso ela já exista no mercado, expli-
cando em detalhes o funcionamento dela no momento, quantos funcionários possui,
faturamento, e todas as informações necessárias para formar, na mente do investi-
dor, a verdadeira imagem de seu negócio.

Dica: Peça para uma pessoa, que não seja da área – um parente, talvez – para ler o
sumário e dizer, em poucas palavras, o que a sua empresa faz. É um ótimo teste
para avaliar se você está conseguindo passar para o papel o que tem em mente.

T ambém alterne texto com gráficos para ilustrar suas idéias e não deixar a leitura
chata.

Análise Mercadológica
Caso sua idéia já possua concorrentes, é bom você apresentar uma análise merca-
dológica explicando porque essa área comporta mais uma empresa entrando, a
evolução dos dois últimos anos do setor – em movimento (US$), número de usuá-
rios, e projeções do futuro.
       $    (    

Hoje em dia os investidores não estão mais tão “ bonzinhos” apostando em qualquer
empresa ponto com. Agora é preciso mais do que simplesmente estar na Internet. É
preciso um bom plano de crescimento, bem embasado e de preferência, contendo
artigos publicados sobre esse mercado e opiniões de institutos de pesquisa para
avalizar o conteúdo da análise.

Dica: Essas projeções devem valer para os próximos três anos, no mínimo.

Concorrentes
Se existirem competidores nesse nicho de mercado em que está interessado, é pre-
ciso apresentar uma análise dos mesmos para os investidores. Não adianta tentar
esconder que existem concorrentes ou que eles são bons no que fazem, e sim apre-
sentar tudo isso e esclarecer porque e como o seu projeto é melhor do que eles.
Como você pretende sobrepujar os seus concorrentes? O que a sua idéia tem de
original? Qual a participação que esses rivais detêm no mercado atual e quanto
você espera arrancar deles depois de entrar na competição?
Como disse, não tente esconder nada sobre a concorrência. Ao contrário, apresente
sempre o número de usuários, faturamento anual, etc.
Se você não conseguir convencer a si mesmo de que consegue ser melhor do que
eles, então é melhor procurar outra idéia. Mas, se você estiver certo de que pode
conquistar sua fatia desse mercado e ter lucro, sempre com objetivos claros e ape-
lando sempre para a razão, então pode continuar.

Detalhamento do Projeto
Você também irá precisar dar maiores detalhes do seu projeto. Não no resumo, é
claro, que deve conter apenas uma breve apresentação do produto.
No entanto é necessário dizer aos seus investidores:
1. Quais são os consumidores potenciais?
2. Onde eles estão concentrados?
3. O que você tem a oferecer para eles?
4. Como você preencherá as necessidades futuras dessas pessoas?
5. Em que plataforma roda (Windows, Unix, etc.)?
6. Quais e quantos equipamentos ele precisa?
   
      

7. Que tecnologias utiliza (cgis, ASP, ColdFusion)?


Acho que esta parte do livro complicou para muita gente, não é? T enho certeza de
que você percebeu que, quando temos que detalhar nosso projeto, precisamos ter
um bom conhecimento do mesmo. Não basta uma boa idéia. T em que saber como
colocá-la em prática. E, para isso, nada melhor do que ter mais alguém em sua
equipe.

Sua Equipe
Antes do investidor acreditar no seu plano de negócios, ele precisa acreditar em
você, na sua equipe e no trabalho de vocês.
Quando você entrar nos links que indiquei anteriormente, de sites que já possuem
formulários on-line para envio de seu business plan, irá notar, em determinada
parte, que os investidores querem saber detalhes também das pessoas que traba-
lham com você. Sim, é isso mesmo. É preciso detalhar os profissionais que estão
com você no projeto e a importância de cada um deles. T enha no seu time pessoas
que agreguem valor ao negócio, pois, possivelmente, você terá também que escre-
ver em seu texto o passado profissional de cada um deles – formação, trabalhos e
projetos anteriores.
Logicamente essas pessoas que estão começando com você irão crescer junto tam-
bém. A maioria dos planos desses investidores inclui injetar, além de dinheiro no
seu projeto, também recursos humanos, todos indicados por eles. Isso às vezes
pode ser ruim, pois você tem que provar, por A + B, que as pessoas que já estão
trabalhando com você são de suma importância para o seu negócio e não podem ser
simplesmente substituídas. Outras vezes não vai ter jeito, pois os investidores que-
rem lucro, é claro, e você irá se tornar não mais o único dono, mas um dos donos
do seu projeto. Encare essa realidade também.
Gerenciar uma equipe inclui não apenas a contratação, mas também, muitas vezes,
a demissão de pessoas que podem ser muito ligadas a você. No entanto, se já pen-
sou nisso e sabe que sua equipe é unida e todos são realmente indispensáveis para o
bom funcionamento do produto, eles terão, assim como você, uma ótima recom-
pensa.
       $    (    

Como vou dizer aos Investidores o


quanto vale meu Projeto?
Ao invés de você avaliar o seu projeto como se fosse vendê-lo, imagine a quantia
necessária para impulsioná-lo. Leve em conta tudo, como equipamento, mão de
obra sua e de sua equipe (muitos projetos são tocados por profissionais do setor que
fazem esse “ bico” nas horas de folga, mas se forem realmente participar do seu
projeto muitos deles terão que sair do seu emprego atual para vestir a sua camisa –
não se esqueça disso), aluguel de backbones de internet, local de trabalho, e tudo o
mais que for importante.
Assim que a atenção for chamada, possivelmente terá que ser reunir com os seus
possíveis investidores, ou pelo menos com os representantes deles.
Nessa hora, negocie firmemente.
Certa vez li em um artigo na Internet: “ Jamais entregue mais de 25% nas mãos dos
seus investidores na sua primeira entrevista. E nunca deixe de deter o controle ma-
joritário do seu projeto, ou seja, mantenha consigo pelo menos 51% do negócio. “

Mas... e Depois?
Normalmente você terá outras pessoas trabalhando com você, de confiança do gru-
po investidor, e que irão analisar os resultados mês a mês de seu negócio. Todos
terão que se controlar e efetuar projeções, reaplicando o dinheiro ganho para con-
seguir mais estabilidade ao seu projeto.
Empresas enormes têm problemas ainda maiores quando não atingem as expectati-
vas esperadas dentro do ano. Enquanto eu escrevia este livro, uma grande empresa
do setor de informática teve queda de quase 50% de suas ações quando o desempe-
nho de vendas esperado não foi alcançado. E isso levou, nos Estados Unidos, pela
Nasdaq, a um reação em cadeia que atinge ainda mais as empresas que não estão
preparadas.
É como disse: há 2 anos atrás, todos corriam atrás de projetos para a Internet por-
que achavam que seriam todos uma mina de ouro. Isso provou ser uma mentira.
Provando o perigo existente na Internet, e, ao mesmo tempo investindo nesse peri-
go, uma empresa lançou um site que vive de divulgar notícias de outras empresas
que entraram na Internet e faliram. Isso é que é lucrar com a morte dos outros. No
entanto eles tiveram uma boa idéia e souberam aproveitar. Estes são os paradigmas
da grande rede virtual.
   
      

Bem, agora basta uma grande dose de vontade para conseguir preparar todo esse
material e analisar se realmente sua idéia é tão boa assim.
Boa sorte!!!
GLOSSÁRIO DE TERMOS UTILIZADOS NA
INTERNET

A
@ – Este é o símbolo de arroba. Em inglês, o nome dado a ele é “ at”. Ele é usado para se-
parar o nome do usuário e o nome do domínio em endereços de correio eletrônico. Ex. mi-
guel@servidor.com.br
Acesso – Para poder acessar a Internet, é necessário ter uma conta de acesso com um pro-
vedor de Internet. Assim que você se cadastra no provedor, você recebe um nome de acesso
(também conhecido como nome do usuário ou login) e uma senha. Além disso, o provedor
fornecerá números de telefone para o qual você pode discar e se conectar, se a conexão es-
tiver sendo feita por meio de modem.
Acesso dedicado – Forma de acesso à Internet no qual o computador fica permanent emente
conect ado à rede. Normalmente, o acesso dedicado é utilizado por empresas que vendem
acesso e serviços aos usuários finais.
Acesso discado (Dial-Up) – A conexão dial-up é feita via telefone e modem. Neste caso,
há um estabelecimento de uma chamada (tel efônica – Dial) para um computador, através de
um modem. É o tipo de acesso utilizado pelos usuários comuns.
Active Server Pages (ASP) – Tecnologia da Microsoft criada para fazer uma combinação
simples de HTML, JavaScript e ActiveX.
ActiveX – Tecnologia da Microsoft criada para possibilitar o uso de recursos multimídia na
Internet. Os comandos do ActiveX podem ser usados para criar recursos multimídia. Nos
sites que utilizam ActiveX, botões podem mudar de cor e efeitos sonoros podem ser escuta-
dos quando você clica ou move o cursor sobre objetos. Mas cuidado, o Active X é conheci-
do pela ausência de controles de segurança; especialistas em segurança de informática não
aconselham o seu uso na Internet.
Address – É a localização, o endereço de um site na Internet. É a única identificação que o
usuário precisa para acessar um site na Web. Um endereço na Internet normalmente tem a
seguinte form a: http://www.servidor.com.br ou http://www.servidor.com. O address tam-
bém é chamado de URL do site.
Applet – Pequeno programa em Java normalmente colocado em páginas de HTML. Quan-
do você acessa uma página com applet, o navegador faz um download do programa auto-
maticamente (a não ser que você bloqueie downloads automáticos em seu navegador) e
permite que ele comece a funcionar no seu computador.


   
      

Arpanet (Advanced Research Projects Agency Network) – Desenvolvida pelo Depart a-


mento de Defesa dos Estados Unidos durante a década de 70, a Arpanet foi criada para re-
sistir a ataques nucleares: a associação foi feita com as principais universidades e centros de
pesquisa dos Estados Unidos com o objetivo de investigar a utilidade da comunicação de
dados em alta velocidade para fins militares. Esse conceito de rede de computadores inter-
ligados deu origem à Internet. A Arpanet foi colocada fora de operação em 1990.
Arte ASCII – Desenhos produzidos apenas com a utilização de caracteres da tabela ASCII.
A arte ASCII foi a maneira encontrada pelos usuários da rede para ilustrar suas mensagens,
já que durante mais de 20 anos a Internet tinha capacidades gráficas limitadas.
ASCII (American Standard Code for Information Interchange) – É o código padrão
americano para o intercâmbio de informações. Código numérico usado para repres entar
caracteres e entendido por quase todos os computadores, impressoras e programas de edi-
ção de texto. Pronuncia-se “ ass-key”.
AUP (Acceptable Use Policy) – Regras de boa conduta para a utilização corret a da rede e
de seus serviços. Empresas podem usar o filtro do AUP para excluir alguns serviços de In-
ternet de seus empregados. Pais podem bloquear o acesso de crianças a alguns sites.
AVI (Audio Video Interleave) – Formato de arquivos audiovisuais criado pela Microsoft.
A qualidade do vídeo tende a ser muito boa em baixas resoluções, mas o arquivo é, nor-
malmente, muito grande.
Arquivo compactado – Arquivo de dados cujo conteúdo foi trabalhado por um programa
especial para ocupar menos espaço em disco (ou demorar menos tempo para ser transmitido
via Internet). Para ser usado, precisa ser des compact ado. O mais comum é o compactador
com extensão .ZIP.
Attachment (Arquivo Atachado) – Envio de um arquivo associado a uma mensagem. Ao
chegar ao destinatário, o arquivo associado pode ser copiado para o computador.

B
Backbone – Espinha dorsal de uma rede, geralmente uma infra-estrutura de alta velocidade
que interliga várias redes.
Bandwidth – É a capacidade de transmissão em um determinado meio de comunicação
(fio, fibra ótica, etc.), normalmente medida em bits por segundo (bps).
Banner – Anúncio colocado em páginas da Internet, geralmente com um link para a página
do anunciante.
Baud – O termo “ baud rate” se refere à velocidade do modem, ou seja, quantos bits o mo-
dem pode enviar ou receber por segundo. Apesar de não ter o mesmo significado de bits por
segundo, “ baud rate” é normalmente utilizado como sinônimo da medida bps.
BBS (Bulletin Board System) – Um ou vários computadores que permitem que os usuári-
os se conectem a ele(s) por meio de uma linha telefônica e onde normalmente é feita a troca
"  !             

de mensagens com outros usuários, a procura de arquivos e de programas, bate-papo e jo-


gos. O acesso à Internet para quem usa o sistema BBS costuma se restringir ao uso do cor-
reio eletrônico.
Bit – Palavra derivada do inglês Binary Digit. É a menor unidade usada no computador.
Normalmente represent ado por números (1 e 0), oito bits dão origem ao que se costuma
chamar de um byte.
Bitnet – “Because It's Time Network!” É uma rede educacional de sites separada da Inter-
net, mas que pode usar os serviços de correio eletrônico oferecidos pela Web. A principal
aplicação da Bitnet tem sido a manutenção de listas de distribuição.
Bookmark – Conhecido como “ favoritos” no Brasil, o bookmark permite que você salve o
endereço de uma página na Internet para o seu computador. Assim, quando você quiser
voltar àquela página, é só acessar o seu canal de favoritos.
BPS – Bits por segundo é uma medida de velocidade de transmissão de dados pela Internet.
Como diz o nome, é uma medida da quantidade de bits que fluem por um segundo por meio
de uma conexão. Um modem de 28.8 pode transmitir 28.800 bits por segundo.
Browser – Programa utilizado para navegar na Internet. Os mais populares são o “Netscape
Navigator” e o “ Internet Explorer”. Permite tanto visualizar textos quanto gráfi cos e ima-
gens. Os primeiros browsers utilizados na Internet, como o Lynx, só permitiam que os usu-
ários visualizassem textos.
Byte – Um conjunto de oito bits.

C
Cable modem – Um tipo de modem que é acoplado ao cabo do sistema de televisão. Um
cable modem pode transmitir documentos em uma velocidade de 500 kilobytes por segun-
do, velocidade muito superior à de um computador acoplado a um modem normal, que
manda sinais para a rede por meio da linha telefôni ca.
Cache – Uma área na memória do seu computador ou um diretório no hard disk. Este é o
lugar onde o seu navegador armazena páginas já visitadas na Internet. Quando você retorna
a essa página, o seu navegador a pega do cache, economizando o seu tempo.
Cern (Conseil Européen pour la Recherche Nucleaire) – O Conselho Europeu para Pes-
quisa Nuclear é conhecido como o local em que nasceu a World Wide Web.
CGI (Common Gateway Interface) – É a interface que permite com que os servidores de
Internet interpretem e manipulem informações em tempo real, de maneira que possa exe-
cutar processos complicados sem a intervenção do usuário. Normalmente sites que fazem
referências a uma base de dados, como os sites de notícias, utilizam o CGI.
CGI bin – O nome mais comum dado ao diretório do servidor de Web onde os programas
de CGI ficam armazenados.
   
      

Chat – Conhecidos em português como bate-papos, os chats permitem que os usuários


convers em em tempo real por meio do computador. O chat na Internet ganhou popularidade
por meio dos servidores de IRC (Internet Relay Chat), onde são criadas as várias “ salas” ou
“ canais” para abrigar os usuários.
Ciberespaço – Normalmente um termo utilizado para designar a Internet, o ciberespaço é
um espaço virtual. A palavra foi criada pelo escritor William Gibson e utilizada pela pri-
meira vez no livro “ Neuromancer”, de 1984.
Cliente – Programa que requisita serviços a um servidor. A Internet é toda baseada em uma
estrutura Cliente/Servidor. O Cliente e o Servidor podem estar em duas máquinas diferen-
tes, sendo esta a realidade para a maior part e das aplicações que usam esse tipo de intera-
ção. Na Web, os programas clientes são os navegadores, enquanto os servidores são os pro-
gramas que armazenam as páginas e veri ficam as autorizações dos usuários para acessar
determinados arquivos, além de executar programas especiais (de busca, por exemplo).
Cookie – Pequena quantidade de informação que um servidor de Internet manda para seu
computador via navegador. Os cookies contêm informações como nome de usuário e regis-
tro, compras on-line, preferências dos usuários etc. Por exemplo: quando você está fazendo
compras on-line, os cookies guardam uma lista de todos os itens que você está comprando.
Quando chega a hora de pagar, o servidor pega o cookie do seu navegador para ver os pedi-
dos que você fez. Geralment e os cookies ficam num arquivo chamado “ cookies.txt”. É pos-
sível configurar seu navegador para recus ar “ cookies”, se você quiser.
Correio eletrônico – Forma de trocar mensagens pela Internet. Não é necess ário que o
destinatário esteja conectado à rede na hora de enviar uma mensagem. Em inglês, e-mail
(“ electronic mail”, correio eletrônico).
Cracker – Pessoa que invade o sistema de segurança de um computador ou rede de com-
putadores com o objetivo de roubar, destruir ou apagar informações.

D
Daemon – Programa desenhado para realizar tarefas programadas sem a intervenção do
usuário. Geralmente é utilizado para automatizar processos repetitivos.
DHTML – É a junção de tecnologias como HTML, JavaScript e “ folhas de estilo” (ou
“style sheets”) para produzir sites “ animados”. Por exemplo, o DHTML permite que uma
imagem mude de posição a partir de um clique do mouse em alguma região da página.
Dial-Up – ver “ Acesso discado”.
DNS (Domain Name Server ou Domain Name System) – Os servidores de Internet são
reconhecidos por um número especí fico, chamado de número IP, que os identifica. Só que
as pessoas têm dificuldades em decorar ess es números, que têm formato 000.000.000.000.
Por isso, os sites de Internet têm um nome (por exemplo, www.servidor.com.br) fácil de
lembrar. Um DNS tem a tarefa de indicar que nome repres enta um número especí fico, para
"  !             

que o computador possa ser conectado ao servidor sem que as pessoas tenham de saber esse
número de cor.
Download – Quando um usuário copia um arquivo de um computador remoto, através de
uma rede, ele está fazendo um download. A cópia de arquivos pode ser feita tanto por ser-
vidores de FTP (File Transfer Protocol) quanto pela tela do próprio navegador (brows er).
Domínio – A designação do endereço eletrônico de uma determinada máquina, empresa,
instituição ou país. Os domínios podem ser .com (comercial), .gov (governamental), .edu
(educacional), entre outros.
Domínio Público – Os softwares de domínio público na Internet podem ser copiados, usa-
dos e alterados pelos usuários. O autor do programa, neste caso, abdica de todos os direitos
sobre o produto.

E
E-mail – veja “Correio eletrônico”.
E-mail address – É um endereço eletrôni co, ou seja, uma caixa postal para trocar mensa-
gens pela Internet. Normalmente, a fórmula de um e-mail address é: userna-
me@nomedomínio. Para enviar qualquer mensagem para um determinado usuário, é neces-
sário escrever seu endereço eletrônico.
Emoticon – Pequenos conjuntos de caract eres ASCII que pretendem transmitir uma emo-
ção ou estado de espírito. Devem ser visualizados inclinando a cabeça para a esquerda. Os
mais utilizados são:
:-) – para express ar felicidade
:-( – para express ar tristeza
Endereços IP – Os endereços IP são expressos em números que seguem a fórmula
000.000.000.0. O DNS fica responsável por trans formar os endereços IP em nomes de má-
quinas.
Ethernet – O tipo de rede local (LAN) mais popular do mundo. É relativamente fácil de
instalar e manter em redes pequenas. Para redes maiores, a instalação do cabo e a adminis-
tração de uma rede Ethernet podem ser mais complicadas, especialment e porque nesse
caso, vários cabos diferent es podem estar interligados, com diferentes velocidades de cone-
xão.
Eudora – É um programa de e-mail compatível com as plataform as Macintosh e PC. Tem
uma versão grátis.

F
FAQ (Frequently Asked Questions) – Documento que contém as perguntas mais comuns
feitas por usuários sobre um determinado tema e as respostas esclarecedoras. Faz parte do
   
      

bom comportamento do usuário ler a FAQ antes de fazer uma pergunt a, para não repetir as
que já estão respondidas.
FidoNet – Rede mundial de BBS, baseada no uso do protocolo Fido, que interliga compu-
tadores pessoais através de linhas telefônicas comuns. É um tipo de acesso à Internet bas-
tante limitado, usado para grupos de discussão, troca de e-mail e arquivos.
Finger – Ferramenta de Internet que permite localizar usuários em sites da Web. Retorna
inform ações como se um usuário estivesse conectado à rede, qual o servidor utilizado por
determinado usuário, o nome real do usuário, a última vez que ele usou a rede, etc. A maio-
ria dos administradores de sites não permitem o uso de Finger, porque pode ajudar hackers
ou crackers a atacar o servidor.
Firewall – Medida de segurança que pode ser implementada para limitar o acesso de tercei-
ros a uma determinada rede ligada à Internet. O firewall pode proteger a rede local contra
os hackers.
Flame – Uma mensagem cheia de insultos trocada por e-mail. Uma série de flames é co-
nhecida como “ flame war” (guerra de “ flames”).
Fórum – O mesmo que grupo de discussão (“ newsgroup”). Em um fórum, escreve-se sobre
um tema sugerido pelo grupo.
Frame – Tecnologia que permite com que os programadores de páginas na Internet “ que-
brem” a janela do seu browser em vári as janelas independent es, com linguagens HTML
diferent es.
Freenet – Uma organização com o objetivo de tornar o acesso à Internet possível para o
público em geral, de graça ou por uma pequena contribuição.
Freeware – Software disponível para download na Internet, para uso por tempo ilimitado e
sem a cobrança de taxas. Diferente do software de domínio público, os autores dos freewa-
res exigem os direitos autorais e impossibilitam a alteração de qualquer parte do programa
para posterior distribuição.
FTP (File Transfer Protocol) – Ferrament a de Internet usada para trans ferir arquivos pela
Web, de um computador para outro. O FTP pode ser utilizado para copiar arquivos da rede
para o computador do usuário e vice versa. Para usar o FTP é necessário ter um nome de
usuário e senha, a menos que se trate de um FTP anônimo.
FTP anônimo – Serviço que possibilita o acesso a bibliotecas públicas de arquivos via
FTP. É nos servidores de FTP anônimo que se encontram os programas disponíveis na In-
ternet. Chama-se anônimo porque o usuário não precisa se identificar na hora de se conectar
a um desses servidores. No entanto, a maioria dos servidores de FTP pede que os usuários
enviem o seu endereço de correio eletrôni co real como senha. O nome do usuário geral-
mente é “ anonymous”.
"  !             

G
Gateway – Computador que interliga duas ou mais redes que usam protocolos de comuni-
cação internos diferent es. Também o computador que interliga uma rede local à Internet
(portanto, o nó de saída para a Web).
GIF (Graphics Interchange Format) – É o formato de arquivos de imagens mais utilizado
na Internet. O form ato GIF cria arquivos de imagens relativamente pequenos em relação
aos outros formatos. As imagens são muito compactas, ideais para utilização na rede. O
formato só pode utilizar o sistema de 256 cores, por isso não é recomendado para fotografi-
as.
Gopher – Permite a procura de informação em bases de dados existentes em todo o mundo,
utilizando ou não algumas ferramentas próprias de pesquisa por palavras-chave. Até o sur-
gimento da Web, o “gopher” era a principal ferram enta de busca de informação na rede. O
sistema foi inventado na Universidade de Minnesota.
Grupos de discussão – Grupos de pessoas que trocam mensagens sobre tópicos especí fi-
cos.

H
Hacker – Programador especializado em Internet que usa suas habilidades para entrar no
sistema do computador somente por diversão ou para expor os erros de segurança da rede.
Diferentemente do cracker, o objetivo do hacker não é apagar ou danificar o sistema.
Hipermídia – Um documento hipermídia contém imagens, vídeos, áudios e textos. Além
disso, usa ligações de hipertextos para permitir que o usuário salte de um trecho para outro
do documento ou até mesmo para um documento diferente. O termo hipermídia também é
utilizado como sinônimo de multimídia.
Hipertexto – Texto que inclui links para outras páginas na Internet ou para regiões di fe-
rentes da mesma página. Clicando no link, o usuário pode “pular” facilmente de um site na
Internet para outro.
Hit – De acordo com a WWW, “hit” significa um pedido simples de um navegador para o
servidor. Assim, se o navegador pedir uma página com três imagens, ocorrerão quatro hits:
um pela página HTML e outros três pelas imagens. Os hits são usados, erroneamente, para
medir a audiência de um site.
Home page – A principal página de um site na Internet. Um site que contém somente uma
página, também é chamado de home page. É o ponto inicial para a navegação em um site.
Host – Também chamado de servidor, o “host” é um computador que está ligado à rede
permanent emente, armazenando arquivos e permitindo o acesso de usuários.
HTML (HyperText Mark-up Language) – Linguagem utilizada para criar docum entos na
Internet. O HTML permite a criação de documentos que podem ser lidos em praticamente
qualquer tipo de computador e transmitidos pela Internet até por correio eletrônico. Para
   
      

escrever documentos HTML não é necessário mais do que um editor de texto simples e
conhecimentos dos códigos que compõem a linguagem. Os códigos, conhecidos como
TAGs, servem para indicar a função de cada elemento da página na rede.
HTTP (HyperText Transfer Protocol) – Protocolo de comunicação de dados que permite
a transmissão de documentos de hipertexto por meio da rede. É neste protocolo que está
baseada a Web.
Hyperlink – Nome que se dá às imagens ou palavras que dão acesso a outros conteúdos em
um documento hipertexto. O hyperlink pode levar a outra parte do mesmo documento ou a
outros documentos.

I
Internet – Significa uma imensa rede de redes que se estende por todo o mundo. Para que
uma rede ou computador se conect e à Internet, é necess ário o protocolo TCP/IP.
Intranet – Uma rede de computadores privada de determinada empresa, que usa o mesmo
protocolo que a Internet, mas só para uso interno (ou seja, a maioria dos usuários de Inter-
net não tem acesso).
IP (Internet Protocol) – Protocolo responsável pela identificação das máquinas e redes e
encaminham ento correto das mensagens entre elas.
IP address – Veja “ Endereços IP”.
IRC (Internet Relay Chat) – É um sistema que permite a interação de vários usuários ao
mesmo tempo, divididos por grupos de discussão. As conversas acontecem em tempo real.
ISDN (Integrated Services Digital Network) – É uma rede digital capaz de fornecer ser-
viços de voz, dados, imagens etc. No Brasil, a sigla usada é RDSI (Rede Digital de Serviços
Integrados ).

J
Java – Uma linguagem criada pela Sun Microsystems, que pessoas que montam páginas na
Internet utilizam para cri ar “ applets”. As páginas com Java podem incluir animações, cal-
culadoras, efeitos sonoros e jogos.
JavaScript – O JavaScript não está relacionado ao Java. É uma linguagem de programação
feita para complem entar as capacidades do HTML. O código de JavaScript é enviado ao
cliente como parte do código HTML de uma página, e pode ser utilizado para criar efeitos
especiais, como botões animados, sons etc.
JPEG – Sigla para Joint Photographic Experts Group. É um padrão de compressão de ima-
gens, normalmente utilizado para fotografias e aceito por todos os navegadores.
"  !             

L
LAN (Local Area Network) – Rede de computadores local; em geral limitada a um prédio
ou conjunto de prédios de uma instituição.
Link – Veja hyperlink.
Linux – Uma variante do sistema operacional Unix que está em constante evolução. O Li-
nux é de domínio público (gratuito).
Lista de distribuição – Permite a criação de grupos de discussão usando apenas correio
eletrônico. Funciona por meio de um servidor de listas, programa responsável por manter o
nome dos usuários que assinam o serviço. Os usuários utilizam o correio eletrônico para
mandar mensagens para o servidor de listas, que se encarrega de envi ar uma cópia para
cada um dos participantes.
Listserv – Software de lista de distribuição. O listserv opera via e-mail. Mandando uma
mensagem predefinida para o servidor da lista em questão, você pode facilmente se inscre-
ver ou pedir para sair de determinada lista.
Login – O nome da conta usada para acessar um sistema de computador e a senha, ou seja,
fazer a identi ficação perante um computador.

M
Mailing list – Veja lista de distribuição.
Mapa clicável – Imagem que contém vários hyperlinks, que levam a lugares diferentes.
Mime (Multipurpose Internet Mail Extensions) – Padrão genérico para envio de qual-
quer formato de arquivo por meio de correio eletrônico e pel a Web.
Modem – Aparelho utilizado para conectar dois computadores por meio da rede telefônica
existente. O modem transforma os sinais emitidos pelo computador em sinais que podem
ser transmitidos pela linha telefônica e vice-vers a. A velocidade do modem é medida em
bits por segundo (bps).
Mosaic – Primeiro navegador da Internet com habilidade para mostrar imagens. Foi criado
pelo National Center for Supercomputing Applications (NCSA), nos EUA, em 1993. Deu
origem ao Netscape.
MP3 – É um padrão de compressão de música praticamente sem perda de qualidade.
MUD (Multiple User Dungeon ou Multiple User Dimension) – Um jogo para vários
usuários da Internet, normalmente disponível em qualquer servidor da Web. As pessoas
podem passear por vários ambientes virtuais e conversar com outros usuários, que desem-
penham papéis imaginários, podendo simular uma variedade de cenários, incluindo fantasi -
as, experiências químicas e salas de bate-papo.
   
      

Multimídia – Documento com combinação de texto, áudio, imagens, vídeo e animação. É


importante que esses documentos sejam interativos, permitindo a participação do usuário.

N
Navegador – O mesmo que “browser”; programa utilizado para navegar na Internet.
Navegar – Entrar em diferentes sites na Internet, procurando informações.
Net – O mesmo que rede, também uma maneira abreviada de se referir à Internet.
Netiquette ou netiqueta – Código informal que dita as boas maneiras na Internet. É um
conjunto de regras e conselhos de como se comportar na rede, indicado principalmente para
os novatos.
Network – Sinônimo de rede; dois ou mais computadores conectados de modo que eles
possam trocar documentos.
Newbie – Um novato da Internet é chamado de newbie.
Newsgroup – Veja grupo de discussão.

O
Off line – Quando um usuário não está conectado a uma rede, ele está off line.
On line – Quando um usuário está conectado a uma rede, ele está on line.

P
Password – Quer dizer senha, um código secreto que você precisa digitar depois de colocar o
seu nome de usuário (username – nome de acesso à Internet), para poder se conectar à Web.
Pixel – É a menor área retangular de uma imagem. Cada pixel é uma cor diferente. A jun-
ção de pixels permite mostrar todas as cores.
Portal – Sites na Internet que servem como ponto de partida para outros sites ou páginas da
Web. Os portais normalmente oferecem serviços on line como e-mail, bate-papo, fórum e
conteúdo próprio.
Protocolo – Um conjunto de regras e convenções que descreve o comportamento que os
computadores precisam seguir para poder se comunicar entre si. Dois computadores devem
utilizar o mesmo protocolo para trocar inform ações. O protocolo usado na Internet é o
TCP/IP.
Provedor de acesso – Um provedor é uma empresa que oferece o serviço de acesso à In-
ternet. Em geral, os provedores também oferecem acesso ao correio eletrônico e servi ços de
publicação na Internet.
"  !             

R
RFC (Request For Comments) – Procedimento para estabelecer ou para propor novos
padrões para a Internet. O RFC guia o desenvolvimento da Web. As discussões são nor-
malmente de nível técnico.

S
Senha – Veja “ Password”.
Servidor – Um computador que está em conexão permanente com a Internet e cujo objeti-
vo é dar acesso aos arquivos na rede. Os sites ficam armazenados em um servidor da Web.
Shareware – Software disponível para download na Internet e que você pode testar antes
de comprar. Usuários que quiserem continuar a usar o program a precisam pagar uma taxa
de registro. Em troca dessa taxa, o usuário ganha um documento, suporte técnico e todas as
versões atualizadas.
Shockwave – É um componente da empresa de software Macromedia para profissionais
que desenvolvem elementos de mídia digital para a Web.
Site – Uma referência na Internet, normalmente uma coleção de várias páginas. Um site
oferece diversos servi ços e inform ações para os usuários.
Software – Programa de computador.

T
Tags – São códigos usados no formato HTML para a construção de páginas na Internet.
Geralment e têm este form ato: <nomedocomando>.
TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol ) – É o conjunto de protocolos
da Internet que define como se processam as comunicações entre di ferentes computadores,
ou seja, orienta o tráfego de informações e define o endereçamento e o envio de dados.
Telnet – É um protocolo de Internet que permite que você conecte o seu computador a
computadores remotos e execute aplicações como se estivesse trabalhando no mesmo ser-
vidor.

U
Unix – Sistema operacional com características de multitarefa, usado em redes de compu-
tadores. Atualmente, a grande maioria de servidores de Internet funciona com alguma vari-
ante do Unix.
   
      

Upload – Significa mandar arquivos do seu computador para outro computador via Inter-
net. Quando você monta uma página pessoal, você precisa fazer um upload dos arquivos
para o servidor de Internet que abriga o seu site.
URL (Uniform Resource Locator) – Endereço de qualquer site na Internet. Por exemplo:
http://www.servidor.com.br.
Usenet – Conjunto de grupos de discussão e computadores que os transferem. Nem todas as
máquinas de Usenet estão conect adas à Internet. O Usenet é uma aplicação de Internet que
permite a pessoas, com interesses similares, compartilhar informações por meio de listas de
discussão.
Username – O nome que você utiliza para se conect ar à Internet e para ter acesso a outros
serviços na rede. Normalmente, é a primeira part e de seu endereço eletrônico, antes do sím-
bolo @.

W
WAIS (Wide Area Information Server) – Uma aplicação de Internet que permite fazer
buscas em bases de dados por meio da Web.
WAN (Wide Area Network) – Qualquer rede que cubra uma área maior que um único
prédio. WAN é uma rede privada de computadores que utiliza linhas dedicadas para co-
nectar computadores que não se encontram perto fisicamente.
WAP – (Wireless Application Protocol) ou, em português, protocolo para aplicações sem
fio, é um protocolo (linguagem comum) mundial que torna possível o acesso à Internet por
meio de dispositivos móveis sem fio – como micros de mão e celulares. Com o WAP, é
possível acessar páginas (el as têm que estar no formato WML – Wireless Markup Langua-
ge – uma espécie de linguagem HTML) criadas para a tela do celular ou de um palmtop.
Essas páginas trazem links que levam a outras, exatamente como os sites da Internet, só que
com menos recursos, devido às limitações dos aparelhos. Isso por enquanto, já que no Japão
estão sendo desenvolvidos aparelhos WAP cada vez mais modernos, com telas coloridas,
etc., além de outros novos padrões de comunicação sem fio, que podem, em alguns anos,
deixar até mesmo o wap obsoleto. Atualmente, você pode ler notícias, saber o resultado do
jogo, lembrar de seus compromissos, enviar e receber e-mails pelos celulares que possuem
essa tecnologia.
WAV – Um formato de som desenvolvido pela Microsoft.
Webmaster – Pessoa responsável por um servidor de Internet ou pela manutenção de um
site.
WWW (World Wide Web) – Área da Internet que contém documentos em formato hi-
permídia, usando a linguagem HTML. A Web é tão popular que muita gente se refere a ela
como Internet, sem saber que a Web é somente uma das muitas aplicações da Internet.
SÚMARIO

Introdução......................................................................................................1
A Missão deste Livro..................................................................................... 1

1. Começando do Zero..................................................................................3
Por onde Iniciar............................................................................................. 3
Uma Introdução sobre HT ML, a Atual Linguagem da Internet ......................... 6
O Que é a Internet?........................................................................................ 7
Como Funciona a Web? ................................................................................. 8
Definições de Nomes na Internet .................................................................... 9
Como Criar uma Página Web em 15 Passos .................................................. 10

2. Aprendendo a Identificar os Recursos Disponíveis.............................27


Por que não Usar meu Computador como Servidor para meu Site? ................. 27
Lista de Recursos Disponíveis em Sites de Hospedagem ................................ 31
O que o BOL – VilaBOL nos Oferece........................................................... 38
O Que o TERRA – Planeta T erra nos Oferece............................................... 39
O Que o UOL nos Oferece........................................................................... 40
O Que o Yahoo! GeoCities nos Oferece........................................................ 41
Yahoo! GeoCities – http://www.yahoo.com.br/geocities................................. 41

3. Reserve seu Espaço na Internet Criando seu Site ...............................43


VilaBOL ..................................................................................................... 43
Planeta T erra............................................................................................... 79
UOL ........................................................................................................... 85
Yahoo! GeoCities...................................................................................... 101

4. Como Criar e Enviar Páginas Utilizando os Recursos Existentes


no S ite de Hospedagem ........................................................................107
VilaBOL ................................................................................................... 107
Construa sua página................................................................................... 109
Gerenciador de Arquivos ........................................................................... 112
Planeta T erra............................................................................................. 146
UOL ......................................................................................................... 157
Yahoo! GeoCities...................................................................................... 171
)   
      

5. Como Enviar seus Arquivos Utilizando FTP .....................................225


O Que é FTP ............................................................................................. 225
Como Efetuar o Download e Instalar Um Programa de FTP Gratuito ............ 227
Como Utilizar FTP no Yahoo! GeoCities.................................................... 236
Como Utilizar FTP no Planeta Terra........................................................... 237
Como transferir seus arquivos por FTP via DOS.......................................... 238
Comandos Básicos do FTP ........................................................................ 240
Dicas ........................................................................................................ 242

6. Coloquei meu Site no Ar e ele não está Funcionando Direito.


O que Aconteceu?.................................................................................244
Erros de Javascript .................................................................................... 244
Esquecer de Fechar as Aspas no seu Código HT ML .................................... 245
Colocar os Nomes dos Arquivos em Maiúsculas.......................................... 246
Colocar nos Nomes de Arquivos, Acentuação e Outros Símbolos ................. 246
Procurar Saber Qual É o Nome da Primeira Página...................................... 246
Esquecer de Citar o Diretório em Uma Referência....................................... 247
Fechar Uma Célula em Um Parágrafo Diferente.......................................... 247
Certo: ....................................................................................................... 247
Fechar Uma Referência em Um Parágrafo Diferente.................................... 247
Não Conseguir Enviar seus Arquivos para o Site ......................................... 248
Meu Formulário não está Funcionando. O Que Pode Ser? ............................ 248
E se Depois de T udo Isso o Meu Site não Funciona? Devo Chorar?.............. 249

7. Como Registrar um Domínio na Internet?........................................250


O Que é um Domínio? ............................................................................... 250
O Que é um Site Web?............................................................................... 250
O Que é FAPESP?..................................................................................... 251
O Que é Internic? ...................................................................................... 251
Como Posso Saber se Devo Solicitar um Domínio como Empresa, Pessoa Física
ou Profissional Liberal? ............................................................................. 251
Qual a Documentação Necessária para se Registrar um Domínio? ................ 253
Para Registrar um Domínio, é Preciso Possuir C.G.C.?................................. 254
Quanto T empo Demora para Registrar um Nome de Domínio? .................... 254
Quantos Domínios Posso T er?.................................................................... 254
Como Pode Ser o Nome do Domínio?......................................................... 255
Como Faço para Descobrir se o Nome que Desejo Usar está Disponível?...... 255
Outra Empresa já Registrou o Nome que eu quero. O Que eu Posso Fazer?... 255
Agora que já sei tudo isso, como Registrar meu Domínio? ........................... 255
 !   )

8. Onde encontrar as Ferramentas e as Dicas mais Úteis da Internet.257


Indicação de Sites...................................................................................... 257

9. Cadastrando seu Site em Mecanismos de Busca ...............................260


O Que é Mecanismo de Busca?................................................................... 261
Como Proceder para ser Incluído nos Mecanismos de Busca......................... 261
MET A-TAGS............................................................................................ 263
Quando, com Certeza, eu Devo Utilizar <MET A> T AGs?............................ 264
Quanto T empo um Mecanismo de Busca Demora para Listar meu Site?........ 264
Atitudes não muito Politicamente Corretas.................................................. 265

10. Evoluindo seu Site para um Site que Renda Dinheiro....................268


Business Plan ............................................................................................ 269
Incubadoras............................................................................................... 269
Análise Mercadológica .............................................................................. 271
Concorrentes............................................................................................. 271
Detalhamento do Projeto............................................................................ 271
Sua Equipe ................................................................................................ 272
Como vou dizer aos Investidores o quanto vale meu Projeto?....................... 273
Mas... e Depois? ........................................................................................ 273

Glossário de Termos Utilizados na Internet ..........................................275