Simuladoesa 03 Completo
Simuladoesa 03 Completo
ESA
MATEMÁTICA
14 – Questões – valor de 0,000 (zero) a 10,000 (dez)
01. (AFA) Entrevistando 100 oficiais da AFA, descobriu-se que 20 deles pilotam a
aeronave TUCANO, 40 pilotam o helicóptero ESQUILO e 50 não são pilotos. Dos
oficiais entrevistados, quantos pilotam o TUCANO e o ESQUILO?
A) 5
B) 10
C) 15
D) 20
E) 25
02. (EsPCEx) Uma função quadrática é tal que seu gráfico intercepta o eixo das
ordenadas no ponto de ordenada −35, suas raízes tem soma igual a 6 e produto
igual a 7. O valor máximo dessa função é:
A) 10
B) -5
C) 100
D) -35
E) 20
A) 3
B) 4
C) 5
D) 6
E) 8
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04. Seja f(x) = (3x-9)/2 uma função real, o valor de f-1(-6) é:
A) - 4,5
B) 3
C) 1
D) 4,5
E) -1
06. A equação geral de 1º grau é dada por: AX + B = 0. Para garantir que a equa-
ção seja de fato do primeiro grau o coeficiente (valor de A) deverá ser diferente
de:
A) 1.
B) 2.
C) 0.
D) 0,5.
E) 0,25
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D) 16 h 40 min E) 16 h 50 min
09. (EPCAR) A soma e o produto das raízes da função real f dada por f(x) = x 2 +
bx + c são, respectivamente, –2 e –3. O vértice do gráfico desta função é o par
ordenado
A) (1, –2).
B) (1, –4).
C) (–1, 1).
D) (–1, –4).
E) (0, -1)
A) 0,1
B) 1
C) 10
D) 100
E) 1000
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11. (EEAR) Considerando que o domínio de uma função é o maior subconjunto
de ℝ construído por todos os valores que podem ser atribuídos à variável inde-
pendente, o domínio da função ℎ(𝑥) = √𝑥 + 4 é
A) ℝ∗
B) ℝ − {4}
C) {𝑥 ∈ ℝ / 𝑥 < 4}
D) {𝑥 ∈ ℝ / 𝑥 ≥ −4}
E) Não existe
A) 3
B) 4
C) 300
D) 400
E) 500
13. Sejam f e g funções reais, tal que f(x) = √2𝑥 − 5 e f(g(x)) = 4x – 3, então g(–
3) é igual a:
A) 43
B) 115
C) – 29
D) – 101
E) – 105
14. (EEAR) Seja 𝑓(𝑥) = |𝑥 − 3| uma função. A soma dos valores de x para os
quais a função assume o valor 2 é
A) 3
B) 4
C) 6
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D) 7
E) 8
PORTUGUÊS
14 – Questões – valor de 0,000 (zero) a 10,000 (dez)
Idem para nossas exigências domésticas: as crianças parecem cada vez me-
nos compreender as razões que nos levam a sentar à mesa em horas fixas (isso
se chamava “comensalidade”), a mandá-las dormir cedo (era uma questão de hi-
giene de vida). Enfim, as crianças resistem às nossas tentativas de impor a elas
um ritmo de vida familiar que fazia parte da normalidade que limitava nossa pró-
pria infância; ritmos (e pais) um pouco tirânicos — falo dos anos 1960. [...]”
(https://artepensamento.com.br. Adaptado.)
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E) pelas quais somos levados.
A) Os nomes em –ão fazem o plural de diversas maneiras: órgão > órgãos, limão
> limões, alemão > alemães.
B) O plural dos adjetivos luso-brasileiro, verde-claro e médico-hospitalar é, res-
pectivamente, lusos-brasileiros, verdes-claros e médicos-hospitalares.
C) Os substantivos réptil, ardil, pôster e giz flexionam-se no plural, respectiva-
mente, nas seguintes formas: réptis, ardiis, pôsters e gizes.
D) Para fazer o plural de todos os nomes terminados em -l, basta acrescentar -es:
mal > males, cônsul > cônsules etc.
E) Não existe plural para casos como guarda-roupa e zé-ninguém.
18. Leia o início do conto “Músculos e nervos”, de Aluísio Azevedo, para respon-
der à questão.
“Terminava a primeira parte do espetáculo, quando D. Olímpia entrou no circo,
pelo braço do pai.
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Havia grande enchente. O público vibrava ainda sob a impressão do último tra-
balho exibido, que devia ter sido maravilhoso, porque o entusiasmo explodia por
toda a plateia e de todos os lados gritavam ferozmente: “Scott! À cena Scott!”
Dois sujeitos de libré azul com alamares dourados conduziam para o interior do
teatro um cavalo que acabava de servir. Muitos espectadores, de chapéu no alto
da cabeça, estavam de pé e batiam com a bengala nas costas das cadeiras; as
cocotes pareciam loucas e soltavam guinchos, que ninguém entendia; das gale-
rias trovejava um barulho infernal, e, por entre aquela descarga atroadora, só o
nome do idolatrado acrobata sobressaía, exclamado com delírio por mil vozes.
— Scott! Scott!
Olímpia sentiu-se aturdida; o pai, no íntimo, arrependia-se de lhe ter feito a
vontade, consentindo em levá-la ao circo, mas o médico recomendara tanto que
não a contrariassem... e ela havia mostrado tanto empenho no capricho de ir
aquela noite ao Politeama...
De repente, um grito uníssono partiu da multidão. Estalaram as palmas com
mais ímpetos; choveram chapéus; arremessaram-se leques e ramalhetes, Scott
havia reaparecido.
— Bravo! Bravo, Scott!
E os aplausos recrudesceram ainda.
O ginasta, que entrara de carreira, parou em meio da arena, aprumou o corpo,
sacudiu a cabeleira anelada, e, voltando-se para a direita e para a esquerda, ati-
rava beijos, sorrindo, no meio daquela tempestade gloriosa.”
(Demônios, 2007.)
“O público vibrava ainda sob a impressão do último trabalho exibido, que devia ter
sido maravilhoso, porque o entusiasmo explodia por toda a plateia e de todos os
lados gritavam ferozmente” (2° parágrafo)
A) consecutiva.
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B) explicativa.
C) condicional.
D) restritiva.
E) conclusiva.
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Em meio à perplexidade generalizada, várias tentativas de explicar o achado foram
propostas, inclusive uma por George Fitzgerald e Hendrik Lorentz que sugeria que
as hastes do aparato podiam encolher na direção do movimento. Esse encolhi-
mento de fato existe, mas não como proposto pelos dois.
Apenas em 1905 Einstein explicou a que estava acontecendo, com sua teoria da
relatividade especial: o éter não existe a velocidade da luz é sempre a mesma, uma
constante da natureza.
Observações recentes andam questionando a existência de um outro meio material
ainda não detectado, a matéria escura. Essa matéria supostamente feita de partí-
culas diferentes das que compõem o que conhecemos no Universo (ou seja, coisas
feitas de elétrons, prótons e nêutrons), deve ser seis vezes mais abundante que a
matéria comum e se aglomerar em torno de galáxias, inclusive a nossa.
As observações não detectaram a quantidade esperada de matéria escura. E
agora? A coisa é complicada porque existem outros métodos de detecção da ma-
téria escura que parecem bastante claros. Qualquer que seja a resolução do im-
passe atual, estou certo de que algo de novo e surpreendente está para acontecer.
Será interessante ver a reação da comunidade ao se deparar com o inesperado.
GLEISER, Marcelo. Um caminho tortuoso. Folha de São Paulo, 29 de abril de 2012. Com adaptações.
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duas palavras sublinhadas nos trechos a seguir.
A) “Isso pode ocorrer por razões como censura política [...] ou por ideologias na
classe cientifica [...]" preposição e conjunção, respectivamente.
B) “[...] como uma crença infalível da civilização esconde um de seus lados
[...]"advérbio e adjetivo, respectivamente.
C) “[...] outros métodos de detecção da matéria escura que parecem bastante cla-
ros” advérbio e
verbo, respectivamente.
D) “[...] deve ser seis vezes mais abundante que a matéria comum [...]” numeral e
substantivo, respectivamente.
E) “[...] o experimento não detectou diferenças na velocidade da luz em qualquer
direção." advérbio e substantivo, respectivamente.
A) [...] a maioria das pessoas acha que o conhecimento cientifico cresce linear-
mente [...]
B) "Por outro, ele pode revelar um conservadorismo que atravanca o avanço do
conhecimento."
C) "Apenas em 1905 Einstein explicou o que estava acontecendo, especial.”
D) "A coisa é complicada porque existem outros métodos de detecção da matéria
escura que parecem bastante claros."
E) "Essa matéria, supostamente feita de partículas diferentes das que compõem
o que conhecemos no Universo [...]”
22. A mãe da escritora, Stefania, era uma pessoa a quem muitas garotas recor-
riam para descobrir se poderiam ser consideradas moças bonitas.
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acima NÃO tenha se mantido com adequação à norma culta. Não leve em conta
alterações de sentido em relação ao período.
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I. “O” é um artigo definido e seu valor semântico é de notoriedade.
II. “O” é um artigo indefinido e seu valor semântico é de generalização.
III. “Ele” é um pronome e o termo “é” é um verbo não nocional.
IV. A expressão “cara” é característica da linguagem informal.
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uso de materiais descartáveis é inviável, tampouco os ambientalistas clamam por
isso. O desenvolvimento sustentável consiste em 3Rs: reduzir, reutilizar e reci-
clar. A indústria fica encarregada da terceira etapa. O processo de reciclagem
não só preserva o meio ambiente, mas também gera riquezas e reduz os custos
de produção das empresas que investem na prática, além de promover o marke-
ting social de "empresa eco-friendly" ou "empresa verde" (amigável ao meio ambi-
ente).
A) Modo
B) Afirmação
C) Interrogativo
D) Lugar
E) Intensidade
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27. “Uma abordagem acerca da literatura jesuítica deve, necessariamente, co-
meçar por uma reflexão a respeito do sentido e da importância da Companhia de
Jesus na colonização e na história da cultura do Brasil. A ação dos jesuítas entre
nós durante os séculos coloniais precisa ser encarada em dois planos: um refe-
rente ao expansionismo geográfico da Metrópole, outro referente à cultura que os
informava e que se propuseram disseminar nesta parte do mundo.”
História da Literatura Brasileira, Massaud Moisés. Adaptado.
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Em mar de contentamentos
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só para mim
Anda o mundo concertado.
(CAMÕES, Luís de Camões – Lítica. 5.ed. São Paulo: Cultrix, 1976. p.90)
A) Interpoladas.
B) Encadeadas.
C) Mistas.
D) Emparelhadas.
E) Alternadas.
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A) Movimento de massa / Erosão linear
B) Assoreamento de leito / Erosão linear
C) Sedimentação de bacia / Erosão marinha
D) Derramamento de lava / Abrasão marinha
E) Desmoronamento de blocos / Abrasão marinha
30. (Fgvrj 2020) Na noite do dia 8 de abril de 2019, a cidade do Rio de Janeiro
viveu um dramático evento meteorológico, recebendo um volume de chuva ex-
tremo. Mais uma vez, a capital fluminense ficou debaixo d'água. Em 4 horas, cho-
veu de 100 a 200mm em vários bairros, superando a média local para o mês de
abril. Esse episódio resultou de uma situação meteorológica básica, ilustrada no
mapa a seguir.
A) A passagem de uma frente fria deu origem a uma área de baixa pressão at-
mosférica entre o litoral de São Paulo e o do Rio de Janeiro, o que forçou a con-
centração de umidade e estimulou a formação de nuvens de chuva.
B) A água do mar entre o litoral de São Paulo e o do Rio de Janeiro apresentou
temperaturas acima do normal, o que aumentou a evaporação, e, assim, mais
umidade ficou disponível para a formação e manutenção das nuvens de chuva.
C) A circulação de ventos no sentido horário, formando um “cavado” a 5000m de
altitude, forçou a concentração de umidade ao longo do litoral do Rio de Janeiro,
o que aumentou a intensidade das chuvas.
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D) A presença da uma baixa pressão atmosférica deu origem aos ventos de su-
doeste e sul no litoral do Rio de Janeiro, que, ao se deslocarem, carregados de
umidade oceânica, foram barrados pelas encostas do Maciço da Tijuca.
E) A influência oceânica foi limitada pela ação do centro de baixa pressão, que,
ao diminuir a velocidade dos ventos e a umidade do ar, tornou possível a ocorrên-
cia de chuvas extremas.
A) estrutura edáfica
B) divisão geológica
C) bacias hidrográficas
D) florestas nativas
E) formações do relevo
32. (col. naval 2019) O espaço geográfico tem cada vez mais despertado inte-
resses de grupos, países e empresários pela disponibilidade dos recursos natu-
rais dispostos nos territórios. Essa cobiça exige dos parses detentores de gran-
des riquezas cada vez mais a implementação de políticas adequadas à proteção
da soberania nacional. No Brasil é crescente o debate sobre a importância da
Amazônia Azul, uma imensa área do litoral medindo quase 4,5 milhões de quilô-
metros quadrados, o que acrescentaria ao país uma área equivalente a mais de
50% de sua extensão territorial.
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Sobre as potencialidades e desafios marítimos do Brasil, assinale a opção cor-
reta.
A) O avanço do comércio exterior propiciou, nas últimas décadas, a diminuição
da vulnerabilidade do país, visto que os fretes marítimos são transportados majo-
ritariamente por navios de bandeira brasileira.
B) Embora as descobertas das reservas de petróleo no pré-sal nas Bacias de
Santos e Campos possibilitassem o aumento da extração pela via marítima, ainda
o Brasil depende quase que exclusivamente da exploração nas áreas continen-
tais.
C) A implantação de Unidades de Conservação Costeiras e Marinhas no litoral
brasileiro promoveu a conservação da biodiversidade e o aumento dos manejos
de áreas abertas, portanto suprimiu os conflitos de múltiplos usos.
D) A pesca artesanal esta localizada em sua maioria nas regiões Sudeste e Sul
do Brasil, enquanto a pesca industrial se deslocou preferencialmente para as re-
giões Norte e Nordeste, onde as precárias condições de fiscalização e controle
favorecem a exploração.
E) A degradação dos ecossistemas costeiros provocada pela especulação imobi-
liária e dejetos produzidos pela poluição urbana e industrial é responsável pelas
destruições dos manguezais e das dunas, acarretando o problema da erosão ma-
rinha.
33. (Uff 2012) No mapa, registra-se a localização dos principais projetos eólicos
outorgados o Brasil, em 2002.
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Acerca dos projetos eólicos e de sua localização, a forte concentração em um de-
terminado trecho do litoral nordestino está ligada à
A) dinâmica dos ventos alísios provindos das áreas de alta pressão subtropicais
ao norte do Equador.
B) alta pressão e aos ventos dominantes na zona intertropical de convergência,
localizada nessa latitude.
C) forte influência exercida pelos ventos contra-alísios provindos da região de alta
pressão subtropical.
D) atuação constante de massas de ar úmidas que predominam nas regiões de
alta pressão subpolar.
E) influência tanto de frentes frias quanto quentes provenientes de regiões atingi-
das pela corrente El Niño.
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O principal fator de formação das ondas e a causa específica do fenômeno apre-
sentado estão corretamente associados em:
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35. (Pucrj 2017) “Pernambucanos [...] o povo está contente, já não há distinção
entre brasileiros e europeus, todos se conhecem irmãos, descendentes da
mesma origem, habitantes do mesmo país, professos na mesma religião. Um go-
verno provisório iluminado, escolhido entre todas as ordens do Estado, preside a
vossa felicidade; confiai no seu zelo e no seu patriotismo. Vós vereis consolidar-
se a vossa fortuna, vós sereis livres do peso de enormes tributos que gravam so-
bre vós; o vosso, e nosso país subirá ao ponto de grandeza que há muito o es-
pera, e vós colhereis o fruto dos trabalhos e do zelo dos vossos cidadãos. [...] A
pátria é a nossa mãe comum; vós sois seus filhos, sois descendentes dos valoro-
sos lusos, sois portugueses, sois americanos, sois brasileiros, sois pernambuca-
nos”.
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A charge acima representa os primeiros anos logo após a chegada de Pedro Ál-
vares Cabral ao Brasil.
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C) a submissão do príncipe-regente às ordens vindas de Portugal, levando à for-
mação de um grupo de notáveis, sob a liderança de José Bonifácio, que se en-
carregariam de elaborar a nossa primeira constituição;
D) o apoio dos cafeicultores paulistas, que, apesar do início recente da exporta-
ção cafeeira, já constituíam o grupo econômico mais importante do período colo-
nial brasileiro;
E) a permanência de D. João VI em nosso território, desagradando os revolucio-
nários portugueses que participaram de um movimento na cidade do Porto que
exigia imediatamente a volta do monarca a Lisboa.
Nenhum documento permite afirmar que Pedro Álvares Cabral partira de Lisboa
com o propósito de descobrir novas terras. A intencionalidade da descoberta não
encontra fundamento em nenhuma das testemunhas, seja Pero Vaz de Caminha,
Mestre João ou o piloto anônimo. A armada partiu com destino à Índia, e foi só
isso.
(Joaquim Romero de Magalhães. “Quem descobriu o Brasil?”. In: Luciano Figuei-
redo. História do Brasil para ocupados, 2013.)
Texto 2
Quando Pedro Álvares Cabral e seus homens chegaram à costa da atual Bahia
em 1500, não havia, obviamente, nem Brasil nem brasileiros. Pode ser, como
querem muitos historiadores, que outros tenham andado por ali antes, mas disso
não ficou registro consistente, e foram Pero Vaz de Caminha e Mestre João os
autores das primeiras narrativas sobre a nova terra e seu céu.
(Laura de Mello e Souza. “O nome Brasil”. In: Luciano Figueiredo. História do Bra-
sil para ocupados, 2013.)
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39. (Fuvest 2021) “A base física do Brasil, ao principiar o século XVIII, era pro-
fundamente diversa daquela que, mesmo numa interpretação liberal do Tratada
de Tordesilhas, fora assentada no diploma de 1494. A expansão ao longo do lito-
ral levara ao Oiapoc, no norte, e ao Prata, no sul. O rush do ouro estava determi-
nando a ampliação da área oeste do mesmo modo por que a ‘droga do sertão’
explicava a façanha da incorporação do mundo amazônica. Toda uma geografia
nova, política, social e econômica se estava escrevendo na América portuguesa
[...].”
Arthur F. Reis. "Os tratados de limites". História geral da civilização brasileira, t.I,
v.1, p. 396.
40. (Fuvest 2015) Se o açúcar do Brasil o tem dado a conhecer a todos os rei-
nos e províncias da Europa, o tabaco o tem feito muito afamado em todas as qua-
tro partes do mundo, em as quais hoje tanto se deseja e com tantas diligências e
por qualquer via se procura. Há pouco mais de cem anos que esta folha se come-
çou a plantar e beneficiar na Bahia [...] e, desta sorte, uma folha antes despre-
zada e quase desconhecida tem dado e dá atualmente grandes cabedais aos mo-
radores do Brasil e incríveis emolumentos aos Erários dos príncipes.
ANTONIL André João. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas.
São Paulo: EDUSP, 2007. Adaptado.
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B) todo o rendimento do tabaco, a exemplo do que ocorria com outros produtos,
era direcionado à metrópole.
C) não se pode exagerar quanto à lucratividade propiciada pela cana-de-açúcar,
já que a do tabaco, desde seu início, era maior.
D) os europeus, naquele ano, já conheciam plenamente o potencial econômico
de suas colônias americanas.
E) a economia colonial foi marcada pela simultaneidade de produtos, cuja lucrati-
vidade se relacionava com sua inserção em mercados internacionais.
INGLÊS
10 – Questões – valor de 0,000 (zero) a 10,000 (dez)
42. 2) Assinale a alternativa em que todos os plurais dos substantivos estão cor-
retos:
A) geese – cows – calfs – oxen
B) chiefs – wolfes – loaves – knives
C) shelves – mice – patriarches – flies
D) teeth – halfs – selves – roofs
E) Americans – Englishmen – Germans – Romans
43. We still have ________ minutes before class. Let’s get ________ co ee, shall
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we?
A) a little – some
B) few – a
C) a few – some
D) much – very
E) a good deal of – some
44. I’m sure that _____ men and _____ women will always ght for _____ their
rights.
A) -/-/the
B) -/-/-
C) the/-/the
D) the/the/the
E) -/the/-
45.One of _____ most important causes of conflict is _____ way people see
_____ sides of _____ question.
A) the/the/a/the
B) the/-/the/a
C) -/the/the/a
D) the/the/the/a
E) -/-/the/a
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Jacobs believes some unexpected ways of using smart watches will emerge as
apps appear. “No one really imagined that doctors would use tablets as they made
their rounds,” says Jacobs. “The skeptics who say ‘no one would ever use that’
[about smart watches] are some of the same people who said THEY would never
use a laptop without a keyboard.”
47. Susan usually ________ to work by bus, but today she _________ because
she´s late.
A) Go; is driving
B) Gos; drives
C) Goes; drive
D) Goes; is driving
E) Is going; drive
49. My uncle was about to sit down when he had a surprise: a cat ________ in his
chair!
A) Is sleeping
B) Sleeps
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C) Slept
D) Was sleeping
E) Are sleeping
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