Projeto Pedagógico do curso de PEDAGOGIA

REDE DE ENSINO

2011

SUMÁRIO
1 Apresentação.............................................................................................................................. 2 O curso e a Necessidade Social ............................................................................................... 3 Objetivos do Curso .................................................................................................................... 3.1 Objetivo Geral ........................................................................................................................... 3.2 Objetivos Específicos ................................................................................................................ 4 Perfil Profissiográfico ................................................................................................................ 5 Campos de Atuação Profissional ............................................................................................. 6 Estrutura e Concepção Curricular............................................................................................ 6.1 Número de Vagas e Turmas ..................................................................................................... 6.2 Turno de Funcionamento .......................................................................................................... 6.3 Carga horária e Período de Integralização do curso ................................................................ 6.4 Organização Curricular ............................................................................................................. 6.5 Matriz Curricular ........................................................................................................................ 6.6 Ementário e Bibliografias das Disciplinas ................................................................................. 7 Concepção e Princípios Metodológicos .................................................................................. 7.1 Interação Teoria e Prática ......................................................................................................... 7.2 Atividades Complementares ..................................................................................................... 7.3 Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................................................. 7.4 Monitoria.................................................................................................................................... 7.5 Integração Ensino/Pesquisa/Extensão ..................................................................................... 7.6 ADE : Atividade Discente Extra Classe ............................................................................ 8 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem....................................................................... 8.1 Princípios Norteadores.............................................................................................................. 8.2 Critérios de Avaliação da Rede de Ensino FTC........................................................................ 8.2.1 Verificação Multidisciplinar V.M.D......................................................................................... 9 Administração Acadêmica do curso ........................................................................................ 9.1 Coordenador.............................................................................................................................. 9.2 Perfil do Corpo Docente ............................................................................................................ 9.3 Dados sobre o Corpo Docente.................................................................................................. 10 Avaliação e Acompanhamento do Desempenho do Curso ................................................. 11 Biblioteca .................................................................................................................................. 11.1 Acervo ..................................................................................................................................... 12 Infra-estrutura Física e Recursos Materiais .......................................................................... Referências .................................................................................................................................... Anexos............................................................................................................................................

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1 Apresentação
A proposta de ofertar a Graduação em .Pedagogia, Licenciatura, decorre da busca de uma consolidação da .Faculdade da Cidade do Salvador como uma Instituição formadora de profissionais competentes em áreas que se mostrem comprovadamente estratégicas para o desenvolvimento do Estado da Bahia. O presente Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, Licenciatura, foi concebido buscando atender os fundamentos legais: Deste modo, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, a seguir explicitadas, levam em conta proposições formalizadas, nos últimos 25 anos, em análises da realidade educacional brasileira, com a finalidade de diagnóstico e avaliação sobre a formação e atuação de professores, em especial na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino. Fundamental, assim como em cursos de Educação Profissional para o Magistério e para oexercício de atividades que exijam formação pedagógica e estudo de política e gestão educacionais. Levam também em conta, como não poderia deixar de ser, a legislação pertinente: • Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, art. 205; • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), arts. 3º, inciso • VII, 9º, 13, 43, 61, 62, 64, 65 e 67; • Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), especialmente em seu item IV, Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos e metas, relativas à formação profissional inicial para docentes da Educação Básica; • Parecer CNE/CP nº 9, de 5 de dezembro de 2007 Reorganização da carga horária mínima dos cursos de Formação de Professores, em nível superior, para a Educação Básica e Educação Profissional no nível da Educação Básica. • Parecer CNE/CP n.º 5, de 4 de abril de 2006 Aprecia Indicação CNE/CP nº 2/2002 sobre Diretrizes Curriculares Nacionais para Cursos de Formação de Professores para a Educação Básica. • Parecer CNE/CP n° 3, de 21 de fevereiro de 2006 Reexame do Parecer CNE/CP nº 5/2005, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. • Parecer CNE/CP nº 27, de 2 de outubro de 2001 Dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • Parecer CNE/CP nº 9, de 8 de maio de 2001 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • Resolução CNE/CP n.º 1, de 15 de maio de 2006 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. 3

este projeto representa um compromisso definido. A Faculdade da Cidade do Salvador concebe seus Projetos Pedagógicos como eixo norteador para compreensão da vida acadêmica como um tecido coeso e bem articulado. parte-se da concepção de que formar profissionais competentes significa habilitá-los a compreender e resolver situações complexas e interdependentes dentro de um contexto sócio-político-econômico no qual o Projeto Pedagógico do Curso. Torna-se. Desenvolvido por uma equipe específica em 2001. com a colaboração de coordenador e professores. além de ser uma exigência legal. é um documento norteador das referências para as práticas pedagógicas da instituição. que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica. evidenciando suas características. de 17 de novembro de 2005 Altera a Resolução CNE/CP nº 1/2002. capacidade de processar e selecionar informações. de 15 de maio de 2006 e visando atender a identidade atual da instituição a qual pertence. crítico e criativo. Não há na Rede. Em continuidade a esta unificação apresenta-se esta versão do documento. fornecendo as bases sobre as quais as ações acadêmicas deverão pautar-se.º 1. priorizando-se a formação de habilidades cognitivas e competências sociais a partir do conhecimento. estando sujeito às atualizações que o contexto interno e externo exigirem. Tendo em vista esta dinâmica incessante de construção e reconstrução do tecido social e institucional este projeto será sempre inconcluso. nuenhuma outra Unidade com o curso de Pedagogia. compromissado. unifica diretrizes e norteia as ações acadêmicas. criatividade e iniciativa – fatores indispensáveis para estes tempos de pós-modernidade. na medida em que está intimamente comprometido com a formação do professor que trabalhará a formação do cidadão e suas novas formas de exercício. Em 2006/2007 passa por uma reformulação para transformar-se em curso de Pedagogia obedecendo ao contido na Resolução nº 1. Neste sentido. época em que foi encaminhado àos órgãos responsáveis pela sua elaboração. articulando princípios teórico-práticos. Assim. O formador do formador define as ações educativas e as características necessárias ao desenvolvimento do cidadão participativo. Nessa perspectiva é também um projeto político. político-ideológicos e legais. Assim sendo. pois apresenta as especificidades dos diversos cursos.• Resolução CNE/CP n. sempre tendo em vista o fato de que a postura do Curso refletirá no profissional que ele formará. um Projeto Político-Pedagógico. o Projeto Pedagógico do Curso Normal Superior foi retomado em 2005 quando teve sua aprovação. Licenciatura ou outro curso na mesma área. 4 . curso de Licenciatura de graduação plena. projeta-se a organização dos trabalhos pedagógicos no curso de forma a vivenciar a superação das relações corporativas e autoritárias na construção coletiva. responsável. Em meados de 2007 passa novamente por uma adequação quando as matrizes curriculares da Rede FTC e Faculdade da Cidade do Salvador são unificadas. foram inseridas seis disciplinas universais e alguns compenentes curriculares foram modificados a fim de atualizar o curriculo do curso às demandas atuais. Trata-se de uma reflexão permanente. portanto. Na caminhada do processo democrático. em nível superior. vivenciando-se o rompimento com a fragmentação em todos os níveis. Este projeto pedagógico foi escrito com o objetivo de apresentar à comunidade uma visão global do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador.

333/0001-89 Praça da Inglaterra. conforme registro no Cartório do 2º Ofício de Registro de Pessoas Jurídicas sob o nº 16. no aspecto institucional. criado em 10 de setembro de 2001.edu.1. da ciência. de forma que contribua para a consolidação de sua identidade.1. rolo nº 523. no sentido de ampliar o leque de ofertas para o ensino de graduação. social. também. O IMES tem como finalidade a promoção e o desenvolvimento da educação.2 Identificação da Instituição Mantida NOME: CNPJ: ENDEREÇO: Faculdade da Cidade do Salvador 04. nº 2 . • Promover o controle da qualidade dos serviços que suas unidades prestam à sociedade.1. constituído como sociedade civil. com fins lucrativos. pesquisa e extensão. político e cultural do país.333/0001-89 Praça da Inglaterra. de forma que possa subsidiar suas unidades.Comércio 5 .670. 04. através de atividades no âmbito do ensino superior.br O IMES – INSTITUTO MANTENEDOR DE ENSINO SUPERIOR METROPOLITANO S/C LTDA. e conforme seu Estatuto é pessoa jurídica de direito privado. nº 2 . nas oportunidades que o mercado oferece.Comércio Salvador (71) 3254-6000 UF: FAX: BA CEP: 40. 1. das artes e da cultura. Seus objetivos são: • Prover do que é necessário a subsistência da mantida. • Apresentar levantamento de dados estatísticos focalizados nos cenários econômico. com a finalidade de criar e manter instituições de ensino e pesquisa. através de Avaliação Institucional.845.1. • Estabelecer diretrizes e políticas de funcionamento e de expansão de cada unidade. da tecnologia.670. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1.1 Identificação da Mantenedora NOME: CNPJ: ENDEREÇO: CIDADE: TELEFONE: E-MAIL: IMES – Instituto Mantenedor de Ensino Superior Metropolitano S/C Ltda. baseando-se.015-140 (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade.

br 1. 245/302 – Brotas Salvador (71) 9982-8700/3254-6017 UF: FAX: BA CEP: 40.edu.CIDADE: TELEFONE: E-MAIL: Salvador (71) 3254-6000 UF: FAX: BA CEP: 40.015-140 (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade.br 6 .3 Corpo Dirigente da Instituição Mantida DIRIGENTE PRINCIPAL 1 CARGO: NOME: Diretora Geral Kátia Camillo de Oliveira Rua Emília Couto.edu.1.285-030 ENDEREÇO: CIDADE: FONE: E-MAIL: (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade.

integra os diversos saberes que subsidiam o agir acadêmico na busca da interdisciplinaridade e do desenvolvimento do aprender a aprender. 1.2. • Todo conhecimento é local e total. pautando-se em princípios éticos e humanistas. • Todo conhecimento científico visa constituir-se em senso comum.2 Visão A Faculdade da Cidade do Salvador tem como visão o propósito de ser um centro de Educação Superior de excelência. culturais e políticas. criativo e coletivo. tendo como referência ação-reflexão-ação e a prática social. a Faculdade da Cidade do Salvador tem como missão Desenvolver a formação de profissionais criativos. responsabilidade ética e humanística. Este paradigma emergente estrutura-se nas seguintes teses: • Todo conhecimento científico-natural é científico-social.1 Missão De acordo com o disposto em seu PDI.2. 7 . 1. com base no rigor científico e intelectual.2.1.3 Princípios Institucionais O desenvolvimento das ações acadêmicas e de gestão da Faculdade da Cidade do Salvador orienta-se pelo paradigma da pós-modernidade que preconiza o trabalho crítico. Esta missão tem como eixo epistemológico a abordagem por competências que. de acordo com Perrenoud (1998). com a visão de inclusão social. • Todo conhecimento é auto-conhecimento.2 Da Faculdade da Cidade do Salvador 1. competitivos e empreendedores para atuar numa sociedade em ritmo acelerado de mudanças socioeconômicas. tendo o educando como sujeito do processo de ensino aprendizagem e o professor como sujeito facilitador desse processo. referência na formação de profissionais criativos e competentes.

desse modo. dentre outros de acordo com os projetos específicos: • estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo. desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive. para atingir os seguintes objetivos básicos. modalidades e graus. 8 . inclusive em regime de colaboração com a sociedade. A Faculdade da Cidade do Salvador. como instituição educacional. bem como o avanço de tecnologias de diferentes ordens. destina-se a promover a educação por suas múltiplas formas. • promover a divulgação e conhecimentos culturais.Apresentamos os eixos estruturais do trabalho pedagógico-acadêmico da Faculdade da Cidade do Salvador: INTERDISCIPLINARIDADE COMO ESSÊNCIA ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL INCLUSÃO SOCIAL 1.2.4 Finalidades A consolidação e cumprimento da Missão da Faculdade da Cidade do Salvador implicam um planejamento contínuo de ações que propiciem a otimização de suas atividades-fim: ensino. e colaborar na sua formação contínua. pesquisa e extensão. e. da publicação ou de outras formas de comunicação. • formar profissionais nas diferentes áreas de conhecimento. • incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica. aptos para a inserção em setores produtivos e para participação no desenvolvimento da sociedade brasileira. visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura. científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino. integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração. • suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização.

• estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente. aberta à participação da população. prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade. em particular os nacionais e regionais. de pesquisa e de capacitação tecnológicas. de caráter interdisciplinar e extensionista. • promover a extensão. voltados para a revitalização do Comércio e adjacências. científica. necessários ao desenvolvimento do sistema produtivo regional e nacional. • desenvolver projetos integrados de promoção humanística. visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. 9 .

ao registrar os gráficos de médias de desempenho de Língua Portuguesa e Matemática na 4ª série no Brasil. dessa forma. desde a década de 90. voltado para a revalorização da escola básica no que tange ao seu alcance como mecanismo fomentador da eqüidade sócio-cultural. como produtor de conhecimentos pedagógicos. O Plano Decenal de Educação para todos. em um contexto em permanente transformação.394/96. O processo de modernização do país. Isto. o Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador. sendo. tem como proposta. 2º e 13º. exigindo das instituições privadas o comprometimento com o bem coletivo. Pensar na formação deste pedagogo requer discutir os caminhos e descaminhos da educação em seu macro. coordenado e elaborado pelo Ministério da Educação (1993-2003) foi concebido como um conjunto de diretrizes políticas em contínuo processo de negociação. expressa a intenção de expandir o Ensino Fundamental e. democrático. o Censo Escolar (2003). são resultantes da percepção da complexidade dos problemas vividos no contexto com o qual o instituto interage.2 O curso e a Necessidade Social O Curso de Pedagogia. começa a ser discutida com mais vigor nas duas últimas décadas. as enormes proporções da pobreza tornam necessários projetos coletivos dotados de sustentação ética e racional. Assim é que a sua formação profissional. gerir e intervir em realidades escolar e não-escolar. portanto. Dessa forma. comunidade e equipe docente discutem resultados e consensos e. anuncia uma nova cultura profissional. mostrou que houve redução na média dos 10 . de fato. com o avanço da qualificação em tecnologia. tem convivido face a face com o aumento da complexidade das relações sociais. no que se refere à função social de seu desempenho em ensino. Esta vontade política. Essas incertezas merecem tanto mais atenção quanto mais tomamos consciência das responsabilidades diretas e indiretas associadas às tomadas de posições diante dos problemas com que nos defrontamos. em especial pelo que preconiza a Lei de Diretrizes e Bases 9. pesquisa e extensão. ao evidenciar que a atuação do professor ultrapassa o campo da docência. Desde a década de 1980. em seus artigos 1º. meso e micro-espaço dentro da sociedade local e regional. dados recentes do SAEB indicam que ainda há muito a empreender quanto à qualificação deste professor. em que o pedagogo é visto como pesquisador educacional. foi construído numa concepção dialógica em que educandos. muito se tem feito no âmbito da formação de professores para este nível. como responsável por manipular saberes que lhe permitam lecionar. alguns fatores vêm impelindo uma mudança histórica e significativa no processo de formação de professores da Educação Básica no Brasil. concebido à luz das mudanças nas concepções de formação do docente da educação básica. a possibilidade de consolidar suas atividades. Desigualdades e tensões têm caracterizado a sociedade brasileira. As incertezas que surgem. sublinhando a importância da avaliação dos sistemas escolares visando o seu contínuo aprimoramento. essencial para a operacionalização de mudanças no padrão da qualidade do ensino e do aprendizado dos educandos. flexível e aberto. Numa escala estatística comparativa entre os anos de 1995 e 2003. Contudo. quando são avaliadas estratégias para a superação da desumanidade historicamente estabelecida. tomada como parâmetro para avaliação das séries iniciais do Ensino Fundamental. enfim.

que traduz uma das medidas de melhoria desta situação. não restringimos a realidade ao domínio específico do mercado. ao entendermos a realidade como processo em constante mudança. o mercado de trabalho depende do fluxo de egressos do ensino superior. consciente das transformações da realidade.1]. O conhecimento não tem seu valor condicionado à idéia de que ele possa ser encarado como verdade irrefutável. bem como dos dirigentes e coordenadores das Instituições Superiores de Formação de Professores. As concepções de conhecimento que podem permitir à faculdade cumprir sua função social. no entanto. disso não resulta.4]. no que diz respeito à compreensão atual do que significa um trabalho educativo para educandos do ensino fundamental e médio.estudantes. Neste sentido. em larga medida. Visando enfrentar tal desafio a Faculdade da Cidade se dispõe à oferecer cursos de formação de professores. especialmente para profissionais que já se encontram em exercício do magistério e que apresentam grau de escolaridade mínima de grau médio. necessariamente. A possibilidade de convivência de posições diferentes. devemos encontrar métodos adequados para a produção de conhecimento. Seu valor depende de sua capacidade de dar conta da realidade. O questionamento que surge com a comparação entre diferentes posições é fecundo para a renovação de idéias e o aumento da clareza quanto aos potenciais inerentes a diferentes procedimentos de reflexão. houve redução na média: em 1995 foram atingidos [190. para a melhoria do desempenho do sistema de ensino brasileiro com reflexos no desenvolvimento socioeconômico especialmante da Cidade Baixa. que o instituto seja apenas uma prestadora de serviços para a cobertura de vagas. O gráfico de Língua Portuguesa revelou em 1995 uma média de [188. Para isso. Em Matemática os resultados não foram diferentes. entendendo estar contribuindo. Um conhecimento com pretensão de verdade absoluta deve resultar em distorção. É preciso enfatizar que. devem levar em conta a intenção de propor visões da realidade que não sejam unívocas ou unilaterais. o empreendimento da Faculdade da Cidade na formação de professores configura-se a partir do entendimento institucional de que há uma premência muito grande para este processo formativo tendo em vista a reestruturação por que passa a educação básica.6] pontos e em 2003 [177. Este índice deve ser motivo de preocupação para professores e gestores escolar. superando limitações e interiorizando novas exigências apresentadas pelo processo de mudanças da realidade. O projeto político-pedagógico da Faculdade da Cidade. propõe um encaminhamento para suas orientações 11 . perspectivas variadas é fundamental para a formação do conhecimento. impondo sobre a realidade modelos que autoritariamente se sobrepõem aos movimentos de mudança. de forma expressiva. em sua constante transformação. que levem em conta essa caracterização. como dogma.3] e em 2003 uma média de [169. organizando-o a partir das orientações expressas na legislação vigente. com ponderação e rigor. Se for verdade que. deve o próprio conhecimento ser transformado. se compreendermos a realidade como caracterizada pela constante transformação. pólo de atuacao da Faculdade. A imposição de verdades absolutas remove da produção de conhecimento seu caráter histórico e dinâmico. Estes índices sugerem a necessidade de continuidade no empreendimento de esforços para a formação superior de professores.

a participação de educandos em atividades de extensão pode constituir em situação essencial de formação. A valorização do egresso é importante para avaliar a consistência das ações da instituição. Propostas de ensino. Ciente desta questão. na medida do possível. bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.9394/96 e na Resolução CNE 01/99. A qualidade do ensino depende da competência em pesquisa. como é esperado de uma instituição capaz de interagir com o contexto que a mantém.acadêmicas. 12 . A segunda é o desenvolvimento de formação continuada. nessa articulação. na modalidade Normal. As atividades de extensão se articulam com as experiências de pesquisa e ensino. muito freqüentemente é necessário um trabalho de colaboração intelectual entre diferentes disciplinas. A fim de dar condições para a implementação de práticas acadêmicas que contribuam para o benefício social. a Faculdade quer. considerando a responsabilidade que lhe cabe. a Faculdade estaria se omitindo. pesquisa e extensão é básica para a sustentação do curso. Por defender a sustentação de suas ações em valores éticos. A consagrada articulação entre ensino. e de uma diminuição da desigualdade social. Caso não contribua para esse sentido dos acontecimentos. intervenções no processo histórico da formação de professores. de modo a realizar. Para a qualificação dos egressos. Para isso. em qualquer área de conhecimento. Importa ressaltar. Os programas de formação devem reconhecer suas limitações temporais. O caráter dinâmico da articulação permite que a qualificação em uma esfera possa representar superação de dificuldades nas demais. deve desenvolver um respeito a princípios de trabalho capazes de sustentar essa coerência e qualificar essa interação. constituindo transversalidade. em coerência com seus objetivos e em favor de sua interação com o contexto. projetos de pesquisa e experiências de extensão passam por transformações com o passar do tempo. acreditando na importância do oferecimento de uma formação de qualidade para os mesmos. Para compreender fenômenos e solucionar problemas. é necessário que a Faculdade se organize internamente. a Faculdade da Cidade do Salvador. Está destinado à formação inicial de profissionais para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. As transformações ocorridas em uma esfera repercutem nas outras. preparar para experiências de integração social. organizado com base na LDBEN . Essas intervenções devem acontecer de maneira que a realidade conduza suas mudanças no sentido de um aumento das condições de atendimento das demandas coletivas. seu caráter dinâmico. diante dos redirecionamentos legais para a formação pedagogos e. contra a omissão e contra o aumento dos problemas. nos cursos de Ensino Médio. é necessário adotar duas tendências: a primeira é a aprendizagem interdisciplinar. vem apresentar o seu Curso de Pedagogia. e dar condições para atualização constante. e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar. ou contribuindo para o incremento de problemas. Em diversos casos. A participação discente nos projetos e atividades de pesquisa e extensão proporciona formação integral ao estudante. firmar sua posição como responsável por benefícios à comunidade.

autonomia individual e o conhecimento de mundo. realizados em espaços escolares e não-escolares. em todas as modalidades de ensino.2. 9º . nos cursos de Ensino Médio. de 20 de dezembro de 1996. a saber: 3. seus objetivos. avaliação e gestão de programas e projetos educacionais. de forma integrada e multidisciplinar. • Formar profissionais capazes de articular o fazer e os pensares pedagógicos para intervir nos mais diversos contextos sócio-culturais e organizacionais que requeiram sua competência.024. 13 . de 25 de novembro de 1995. 3.3 Objetivos do Curso O curso de Pedagogia assume o compromisso de formar profissionais responsáveis pelo planejamento. bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. e com fundamento no Parecer CNE/CP nº 5/2005.131. a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional tendo em vista o disposto no art. respeitando a sua diversidade pessoal. delineia. orientação. e por fim a resolução Nº 1. Objetivo Geral Formar professores com formação inicial para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. através da prática de ensino. • Associar a teoria e prática. • Desenvolver projetos que permitam ao educando interagir com os diferentes conhecimentos. na modalidade Normal. baseadas em valores éticos. além de propiciar a construção da identidade. § 2º . social e cultural. 62 da Lei nº 9. Por meio de estratégias de ação desenvolvidas por sua direção e seu corpo docente. através de práticas educacionais. incluindo a emenda retificativa constante do Parecer CNE/CP nº 3/2006. durante todo processo de sua formação. • Desenvolver a competência profissional de zelar pela aprendizagem dos educandos.394. com a redação dada pela Lei nº 9. de 15 de maio de 2006. Objetivos Específicos • Formar profissionais para atuarem. alínea "e" da Lei nº 4. bem como no planejamento e na organização de projetos e processos pedagógicos de produção e socialização dos conhecimentos referentes ao ensino fundamental. morais e estéticos. na docência. no art. • Fornecer base teórico-prática e organizar conteúdos necessários ao desenvolvimento das competências exigidas para o exercício profissional nos anos iniciais do ensino fundamental. e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar. de 20 de dezembro de 1961.1.

• Preparar profissionais que conheçam e sejam capazes de organizar o trabalho pedagógico com os diversos campos de saber atinentes à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. inteirando-os quanto às tendências da contemporaneidade. bem como os estimulando à consolidação de práticas pedagógicas inovadoras. • Desenvolver atividades práticas que permitam ao educando utilizar diferentes recursos metodológicos e tecnológicos voltados para a prática docente. • Formar um profissional comprometido com seus processos de auto-educação e de formação continuada. educacionais e técnicas. visando à troca de informações e conhecimentos. 14 . históricos. • Atualizar o professor em relação a novas pesquisas e estudos relevantes para o conhecimento do desenvolvimento infantil. bem como as especificidades do ensino e da aprendizagem para crianças. jovens e adultos da Educação Básica. garantindo aos profissionais da educação uma formação pedagógica interdisciplinar capaz de produzir um processo contínuo de autoaprendizagem e emancipação humana. • Propiciar e estimular projetos educativos para a Educação Infantil e os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. • Promover intercâmbio com organizações culturais. com vistas a assegurar a aprendizagem dos educandos. • Desenvolver um trabalho de reflexão e ação sobre o espaço organizacional da escola. • Propiciar a compreensão da natureza da formação a que se insere. seu trabalho e. reflexiva e interativa. continuamente. bem como à Educação de Jovens e Adultos. • Propiciar situações de aprendizagem focadas em situações-problemas.• Desenvolver atividades que permitam despertar no educando o gosto pela pesquisa. psicológicos e sociológicos e políticos da educação. tendo em vista as novas habilidades cognitivas e o crescente grau de complexidade das competências necessárias ao profissional da educação. como uma atitude cotidiana de busca da compreensão dos processos de ensino e aprendizagem. com isso. • Possibilitar aos educandos uma sólida formação teórico-metodológica com base nos pressupostos antropológicos. • Familiarizar os profissionais de educação com o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação. capacitando-o para atuar em diferentes contextos e incentivando-o à formação continuada. tendo como referência os níveis de ensino onde atuará. assumirem novas posturas diante do conhecimento e da realidade. que implicam no exercício da docência mediada pelos novos recursos tecnológicos de forma crítica. qualificando professores e os desafiando para avaliarem. • Desenvolver uma sólida formação científica e técnica de modo a permitir o enfrentamento do exercício profissional e da produção do conhecimento. • Estimular a atuação crítica. reflexiva e criativa do profissional de educação em conformidade com os padrões éticos e humanísticos. compreendendo as especificidades dos diferentes momentos de aprendizagem e as características próprias de desenvolvimento do educando nessas etapas de estudos. filosóficos.

investigativo e contextualizado. acreditamos que se constitui como pessoa decisiva para a implementação de uma proposta curricular de qualidade. inovando nossa instituição educativa e situando a formação docente como um processo reflexivo. Pretendemos uma nova cultura de profissionalização do professor. desde cuidados básicos essenciais até conhecimentos específicos.4 Perfil Profissiográfico Pretendemos aqui a formação de um pedagogo que demonstre o perfil de um profissional habilitado para atuar na Educação Infantil. indo além de uma atitude técnica de simples transmissor de conhecimento. define-se como Perfil do Pedagogo que será o partícipe do desenho deste currículo. provenientes das diversas áreas de saber. Assim sendo. que significa abranger conteúdos de natureza distintas. bem como na produção e difusão do conhecimento. seja de pesquisa ou de extensão. um profissional: (1) com uma competência polivalente. na atual configuração que se anuncia para o desenvolvimento do trabalho educativo de crianças.conhecimento dos conteúdos da formação. (2) comprometido com a prática educacional. (3) um profissional mediador entre o conhecimento social e o educando. capaz de responder às demandas familiares e das crianças. no Ensino Fundamental. Ao traçar o perfil do pedagogo preocupamo-nos com sua formação docente orientada para a construção de competências profissionais e articulada às diretrizes curriculares que norteiam seu campo de atuação. em projetos educacionais. assim como às questões específicas relativas aos cuidados e aprendizagens infantis. procurando construir soluções adequadas para potencializar seu trabalho. resguardando a qualidade que pretendemos atingir. o que o credencia ao exercício das funções docentes. Com isto.refletir sobre a própria prática em função da teoria. que se posiciona como. SABER PENSAR . dinâmico. O egresso do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador deve estar apto a entender a especificidade do tipo de organização que é a escola. em espaços formais e não formais de educação. A proposta da Instituição para a formação de Pedagogos procura articular no seu desempenho os saberes que definem sua identidade profissional:   SABER . 15 . e investindo na identificação dos problemas que surgem na sua atividade. jovens e adultos.

IV . equânime. As habilidades decorrem das competências adquiridas e referem-se ao plano imediato do “saberfazer¨. na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano.reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas. de forma a contribuir. fenômenos e pessoas que desejamos conhecer.compreender. DE 15 DE MAIO DE 2006 e naquelas indicadas pelo documento Referenciais para Formação de Professores. intelectual. física.1. II . situações. publicado pelo Ministério da Educação. Adotamos a definição de competência constante no documento básico do Enem. social. possibilitando nova organização das competências. cognitivas. as habilidades aperfeiçoam-se e articulamse. além de assentarem-se especialmente em definições do Conselho Nacional de Educação expressas na Resolução do CNE. em espaços escolares e não-escolares. assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria. 16 . operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre os objetos. em diversos níveis e modalidades do processo educativo. SABER INTERVIR . igualitária.fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental. entre outras. III . Art.saber mudar/melhorar/transformar sua própria prática. cuidar e educar crianças de zero a cinco anos. V . para o seu desenvolvimento nas dimensões. ou melhor. Por meio das ações e operações. oriundas da análise da atuação profissional. afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas. Competências e Habilidades do Egresso Tendo como referência as orientações de MELLO (2000) organizamos o currículo em torno de Competências Nucleares na orientação de todo o curso. Nº 1. 5º O egresso do curso de Pedagogia deverá estar apto a: I .trabalhar.atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa. que diz: “competências são modalidades estruturais da inteligência. o conjunto de competências apresentado preocupa-se em pontuar demandas importantes.” Sem a pretensão de esgotar tudo que a escola de formação pode oferecer aos seus educandos. emocionais. 4. psicológica. ações.

Educação Física. Artes.promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa. culturais. implementação. nos processos didático-pedagógicos. e sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas. estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento.realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos. necessidades especiais. História. executando. sobre processos de ensinar e de aprender. XII . econômicas. XV . avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes. classes sociais. de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano. XI . religiões. acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa. étnico-racial. 17 . demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas. em diferentes meios ambiental-ecológicos.utilizar.desenvolver trabalho em equipe. de gêneros. sobre propostas curriculares. faixas geracionais. entre outros: sobre educandos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não-escolares. religiosas. coordenação.VI . instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos. integrativa e propositiva em face de realidades complexas.participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração. Geografia. Matemática. IX . políticas e outras.ensinar Língua Portuguesa. aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar. étnico-raciais. VIII . com propriedade. X . Ciências.relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação. VII . com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais. executar. a família e a comunidade. escolhas sexuais. acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais.demonstrar consciência da diversidade. XIII participar da gestão das instituições planejando. XIV . respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica. em ambientes escolares e não-escolares. entre outras. XVI .estudar.

18 . orientações filosóficas. políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto a quem atuam e os provenientes da sociedade majoritária. com vistas à valorização e o estudo de temas indígenas relevantes. sem excluir o acima explicitado.promover diálogo entre conhecimentos. modos de vida. Competências e Habilidades foram definidas em função da missão do curso e do perfil formativo que se quer consolidar. da Faculdade da Cidade do Salvador.atuar como agentes interculturais. Assim. no decorrer do processo formativo do Curso de Pedagogia. deverão: I . valores.§ 1º No caso dos professores indígenas e de professores que venham a atuar em escolas indígenas. dada a particularidade das populações com que trabalham e das situações em que atuam. conforme quadro abaixo. II . tendo por base o perfil profissiográfico expresso nas recomendações legais.

Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados. • Dominar os fundamentos filosóficos. em seus aspectos afetivo. • Intervir nas situações educativas com sensibilidade. históricos. com base em conhecimentos e situações contextualizadas. • Estabelecer relações de parcerias e colaboração com pais de educandos e comunidade. cognitivo e lingüístico. acolhimento e afirmação responsável. Competências referentes ao domínio do • Construir um vínculo com crianças de 0 a 10 anos. • Interagir com o educando a fim de promover a construção da identidade e desenvolvimento de sua autonomia. 19 . • Prover cuidados e educação de crianças de 0 a 10 anos de idade. • Dominar os conteúdos básicos relativos à sua prática docente. tanto em áreas especificas quanto no convívio escolar. conhecimento • Organizar situações de aprendizagem adequadas a crianças pedagógico considerando o desenvolvimento. • Trabalhar coletivamente. Competências referentes à compreensão do papel social da escola 3. físico. • Propor escolher. • Saber lidar e desenvolver crianças portadoras de necessidades especiais. de forma ativa e colaborativa. sociológicos e psicológicos necessários para a reflexão crítica dos diversos setores da educação. • Construir um vínculo positivo com crianças nesta faixa etária. de modo a compartilhar a responsabilidade pelo convívio escolar a partir da adoção de atitudes de acolhimento aos educandos e seus familiares. Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade democrática: estéticos. • Conceber. manejar estratégias de comunicação dos conteúdos e seqüências didáticas adequadas ao desenvolvimento e aprendizagem da criança. políticos e éticos HABILIDADES • Identificar. • Trabalhar temas que são transversais ao currículo. • Dialogar.COMPETÊNCIAS 1. • Participar. aos seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar 4. • Contribuir de forma pró-ativa para melhoria da realidade escolar. compreender e intervir em seu ambiente de trabalho de forma ética e estética. psico-social. interrogando-os e utilizando-os de acordo com as necessidades e problemas identificados no âmbito da educação básica. suas relações com a sociedade e com as comunidades que se inserem em particular. as contribuições da filosofia e o papel da infância e da família em cada momento histórico. • Conhecer e refletir sobre a importância e o papel da educação a partir de sua constituição histórica. da elaboração do Projeto Pedagógico da Escola. executar e avaliar projetos e ações didáticas interdisciplinares. 2.

refletindo sobre sua interferência na constituição de sua identidade docente. 6. 20 . • Construir situações didático-metodológica para o despertamento. incluindo conteúdos a serem socializados e os procedimentos metodológicos. • Selecionar e organizar conteúdos. articulando-os e aplicando-os em situações reais ou similares. • Integrar-se de modo ativo na sua categoria profissional. Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem ao aperfeiçoamento da prática • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma a aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. • Refletir sobre sua atuação docente.• Propor ações pedagógicas que favoreçam o despertamento. • Elaborar e analisar instrumentos de coleta de dados. 5. assegurando a aprendizagem pelos educandos. • Atuar sobre o processo de ensino e aprendizagem de forma interdisciplinar. culturais e econômicas. • Promover e acompanhar o processo de desenvolvimento e aprendizagem dos educandos. desenvolvimento e expansão bio-psico-social do educando considerando suas características sociais. • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma a aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. • Gerenciar a dinâmica da relação pedagógica. • Identificar dificuldades e competências e habilidades já consolidadas ao longo da sua vida escolar. • Compreender as relações entre professor-educando e saber a ser ensinado. Competência referente ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional • Elaborar e desenvolver projetos pessoais de pesquisa e trabalho. • Compreender as relações entre professores. desenvolvimento da consciência e da inteligência dos educandos. • Compreender à infância como a fase de aprender a se autocuidar. • Contribuir com construção e aquisição do saber e de informações. • Sistematizar e operacionalizar a reflexão sobre a prática docente e compreender o contexto de sua habilitação em um campo pedagógico mais amplo de atuação interdisciplinar. educando e saber a ser ensinado. • Analisar as produções dos educandos e interpretar o seu significado.

• Diagnosticar situações reais do contexto educativo. 21 . coletar e analisar dados sobre a atuação dos educandos e do seu trabalho pedagógico. de forma integrada e transversal no desenvolvimento de todo o desenho curricular. • Elaborar. Importa salientar que estas competências e habilidades são desenvolvidas no decorrer do curso.

supervisor escolar ou orientador educacional. pautando sua conduta em princípios éticos. acompanhamento e execução de projetos para implementação as políticas educacionais em espaços escolares e nos órgãos dos sistemas de ensino. coordenador pedagógico. órgãos públicos e organizações não- governamentais. execução. • Gestor de escola. acompanhamento e avaliação de projetos educativos em espaços escolares e não-escolares.5 Campos de Atuação Profissional Tendo em vista os princípios e concepções articuladoras deste projeto. gestão. articuladas ao contexto social. econômicos e sociais. • Docência das disciplinas pedagógicas nos Cursos Normais (magistério) de nível médio (Formação de Professores). Produção e difusão o conhecimento científico e tecnológico do campo da educação. o campo de atuação do profissional formado no Curso de Pedagogia delineia-se por meio das seguintes possibilidades: • • • Docência na educação infantil (creches e pré-escolas). • Assessoria para desenvolver atividades pedagógicas nas ambiências educativas de empresas. • Desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa. • Assessoria. • Coordenação. coordenação no planejamento. Docência nas séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série). políticos. 22 .

(3) de estudos integradores. . perfazendo um total de 3. com o desenvolvimento de componentes curriculares variados (disciplinas teóricas-práticas. prevê a estrutura do Curso constituído de núcleos: (1) de estudos básicos. o sábado será utilizado para atividades extracurriculares ou avaliações.360 horas de disciplinas universais. de segunda a sexta-feira e. em seu artigo 6º.6 Estrutura e Concepção Curricular 6. atendendo aos pressupostos destes núcleos.3 Carga horária e Período de Integralização O curso organiza-se em 08 (oito) semestres letivos.360 horas de disciplinas específicas. 6. 6.200 horas. 6. de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. (2) de aprofundamento e diversificação de estudos.200 horas.1 Número de Vagas e Turmas 300 vagas anuais. com a integralização em no mínimo 04 (quatro) anos e no máximo 05 (cinco) anos. Tendo em vista a necessária articulação teoria-prática e com base Resolução CNE/CP nº 1. Adiante. A organização da matriz Curricular.4 Organização Curricular 23 . constituídas da seguinte forma: . com duas entradas anuais em possibilidade de formação de 03 turmas. .2. .2 Turno de Funcionamento Diurno e noturno.300 horas de Estágio Supervisionado. atividades complementares e estágios) obrigatórios. totalizando 3. garantirá a formação do Pedagogo.80 horas de Trabalho de Conclusão de Curso. . licenciatura. quando necessário. desdobraremos a esta discussão detalhando cada núcleo com as finalidades e possibilidades de estruturação.100 horas de Atividades Complementares.

sentir e ser.. o qual deve se revelar na relação estabelecida entre professor. caminhando numa direção que envolve a intuição. incluindo as aprendizagens para além do conhecer. Enquanto conceito de currículo abraça a adoção da Faculdade da Cidade. gráficas. conhecimento sistematizado. saber. “além do ego”. no trabalho. do viver juntos. na convivência humana. Para tal concretização. coadunamos com o Artigo 1o Lei de Diretrizes e Bases nº 9. Este currículo. o aluno deverá sempre ser reconhecido como um construtor de conhecimento e os significados que vier a construir no decurso das atividades escolares deverão ser conteúdos de natureza cultural. O termo Transpessoal significa “além do pessoal”. por sua vez. plásticas. equanimimamente. a integridade. assim definido por Nogueira (2001. do fazer. saber popular e senso comum. Adotamos também saberes universais que nascem dos pressupostos contidos no Relatório da UNESCO (1999) que se categorizam como: saber – conhecimento dos conteúdos da formação. etc. fundamenta-se na teoria construtivista sóciointeracionista. Nesse contexto. da instrumentalidade. nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.394/96. assentamos as reflexões sobre o desenho curricular do curso e sua operacionalização na perspectiva de que a Educação compreende uma dimensão que vai além do imediatismo. a tolerância. através do estudo das matérias do currículo escolar. entendendo como caráter as virtudes potenciais agregadas ao ser humano. pois precisamos. de referenciais de mundo. objeto do conhecimento e demais pessoas envolvidas no espaço escolar. em que os sujeitos. saber pensar – refletir sobre a própria prática em função da teoria. a dimensão transpessoal. presentes no mundo que o 24 . a compaixão. que diz “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar. imagéticas. p.. constroem e reconstroem a si mesmos”. como a paciência. integrado por linguagens verbais. Precisa ser considerada em toda sua plenitude. saber intervir – saber mudar/ melhorar/ transformar sua própria prática.20) “um sistema multireferencial.Conforme as Diretrizes estabelecidas no Projeto da Faculdade da Cidade. A finalidade da educação é vista na perspectiva da formação do caráter e não simplesmente o conhecimento livresco. míticas. buscando a formação do ser humano na sua totalidade. a humildade. aluno. nas instituições de ensino e pesquisa. em interação. Neste sentido. “além da personalidade”. o conhecimento socializado deve extrapolar o desenvolvimento das estruturas intelectivas dos educandos.

de 25 de novembro de 1995. 9º . com a redação dada pela Lei nº 9. do pensador e do cidadão comprometido com a finalidade de seu trabalho e com o processo de 25 .cerca. O aprofundamento desta escolha conceitual detalha-se no Projeto do ISECidade. num ambiente de múltiplas relações e de comunicação interpessoal. em nosso curso. E qual o papel do professor? Entendemos que terá dupla função. procurando-se ter como foco a construção do professor. orientada a compartilhar significados e sentidos. a construção do conhecimento se processará. as normas e orientações da Secretaria de Educação do Estado da Bahia. tais como a própria experiência adquirida na execução de sua prática pedagógica. 62 da Lei nº 9. alínea "e" da Lei nº 4. oferecendo bons modelos de ação. incluindo a emenda retificativa constante do Parecer CNE/CP nº 3/2006. de 20 de dezembro de 1961. o Curso de Pedagogia. apesar de contemplar mecanismos e processos biológicos. a partir do trabalho com as diferentes disciplinas: guia dos alunos e mediador dos processos psicosocio-culturais. Ele deverá ser o responsável por orientar o aluno na direção dos objetivos propostos pela Escola.394. em consonância com as necessidades e características dos alunos. de 15 de maio de 2006. Desse modo. nas suas vertentes . da Faculdade da Cidade do Salvador. formulando indicações e sugestões para abordar tarefas novas e lançando desafios constantes. Assim é que. levando em consideração a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional tendo em vista o disposto no art.conceituais.024. permitindo que seus avanços sejam cada vez mais significativos em relação aos conteúdos propostos. procedimentais e atitudinais. os saberes a serem socializados e o professor. no mínimo. que se apresentam como resultado de uma série de interações incluindo. e com fundamento no Parecer CNE/CP nº 5/2005. Perpassar nossa construção curricular por uma concepção educacional construtivainteracionista implica compreender que a aprendizagem. através de um conjunto de atividades sistemáticas mediante as quais professor e aluno dividem parcelas progressivamente mais amplas de significados em relação aos conteúdos escolares. bem como as conseqüentes demandas apontadas pelos alunos no decorrer da formação. utilizando as informações devidamente estruturadas e organizadas. pretende formar profissionais. também é uma construção social que implica o estabelecimento de vínculos afetivos. e por fim a resolução Nº 1. § 2º .131. de 20 de dezembro de 1996. no art. três elementos: o próprio aluno.

aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação nacional. com a constante ressignificação de seu fazer (ação-reflexãoação). Um primeiro eixo está associado às relações semânticas entre o Ensino. pesquisa. atividades de comunicação e expressão cultural.desenvolvimento. Portanto. a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. atividades práticas. que a Pesquisa circunscreve-se. assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos. de modo a propiciar vivências. dentre outros aspectos: a aplicação de princípios referentes ao campo da Pedagogia bem como da gestão democrática em espaços escolares e não-escolares. o presente projeto manterá sua unidade e identidade através de dois grandes eixos norteadores. 1 de 2006 que recomenda a formação de núcleos de estudos básicos que. por meio do estudo e reflexão e ações críticas. estudo das relações entre educação e trabalho. sustentabilidade. experiências e utilização de recursos pedagógicos. aplicação. E por fim o núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular e compreendendo participação em: seminários e estudos curriculares. nas diversas dimensões. de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças. Essas relações devem ser construídas de forma indissociável. porém. entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea. 6º. estudo. da Resolução no. ao desenvolvimento de práticas investigativas e projetos de iniciação científica. cidadania. 6. A mesma Resolução ainda sugere a organização de núcleos de aprofundamento e diversificação de estudos que possibilite: a realização de investigações sobre processos educativos e gestoriais. sem esquecer. 26 . a Pesquisa e a Extensão. articule. este primeiro momento. monitoria e extensão. diversidade cultural. jovens e adultos. adolescentes. de maneira que a atividade-fim (ensino. Estas recomendações levaram a Faculdade da Cidade a definir para o Curso de Pedagogia eixos norteadores do trabalho pedagógico. estudo. num tripé de sustentação que provê a identidade do curso (no sentido restrito).5 O Desenho Curricular O art. análise e avaliação de teorias da educação. extensão) seja realizada com competência. diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação superior. nas mais diferentes áreas do campo educacional. em projetos de iniciação científica. utilização de conhecimento multidimensional.

pressupondo-se o estabelecimento de relações de interdependência entre elas. Vale dizer. importância ou subordinação em relação às demais. Para atingir esse objetivo. adequação. tendo em vista a interação de disciplinas. ensino e avaliação. agentes educativos e comunidade acadêmica envolvidos com o Curso. sem perder o rumo da iniciativa. na associação dialética entre as dimensões de ponta. meios e fins. ação e reflexão. procurar-se-á. sobretudo. conteúdo e processo. indivíduo e sociedade. O processo de discussão e inovações propostas na elaboração do presente projeto permite avançar em direção ao segundo eixo norteador: a questão da interdisciplinaridade que é nuclear nos Princípios Pedagógicos da Faculdade da Cidade do Salvador. generalização e especialização. Adotamos com conceito de interdisciplinaridade aquele já apresentado nos demais documentos institucionais por considerar que a Interdisciplinaridade é percebida. de interferências que possam acrescentar. Para a efetividade da presente proposta. Para que o princípio da indissociabilidade entre ensino. a operacionalização dos planos de ensino de forma a possibilitar que as diferentes áreas do conhecimento se interpenetrem e se relacionem. A interdisciplinaridade deverá consistir em um trabalho conjunto. responsabilidade e em constante processo de atualização e aperfeiçoamento. em que se espera a adesão através de ações conjuntas. 27 . dados. sempre.eficiência. pesquisa e extensão se torne efetivo é preciso assumir que nenhuma dessas três funções tenha precedência. seus conceitos básicos. como teoria e prática. metodologia. é imprescindível o engajamento de todos os setores. que esta é uma proposta de trabalho integrado. na medida do possível e com o respeito à estrutura epistemológica de cada disciplina. com base na organização cooperativa e coordenada do ensino.

Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Educação Infantil: Natureza em construção Ensino Fundamental: Natureza em construção Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos 2º 3º 2º ano 4º 5º 3º ano 6º 4º ano 7º A PRÁTICA EDUCATIVA 1º ano 28 . construídos/desenvolvidos ao longo de todos semestres. Aqui apresentamos os eixos referentes às respectivas Matrizes organizadas: 2007. gradativamente. Espaços Escolares: Diversidade na Organização do Trabalho Pedagógico A Prática Inclusiva no Espaço Escolar Formal e NãoFormal Cultura. O gráfico a seguir expressa estes eixos e a sua dinâmica de constituição neste curso: Competências referentes à compreensão do papel social da escola Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados.2 ANO SEMESTRE 1º EIXOS TEMÁTICOS Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação. articulando-se em torno de seis eixos identitários que serão.1 EIXOS REFERENTES À MATRIZ_2007. aos seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade democrática: estéticos. políticos e éticos Competência referente ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática Competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico Para cada semestre foram definidos eixos temáticos que oferecem possibilidades para o exercício da transversalidade entre os objetivos políticos institucionais e os diversos componentes curriculares.Este curso de formação estrutura-se como um todo organicamente constituído.2 e 2008.

efetivamente. por disciplina. bem como dos diferentes âmbitos do desenvolvimento e da autonomia intelectual e profissional. em todos os semestres. integral. Assim. sob orientação e condução do professor. partindo dos referenciais da disciplina. A Prática Inclusiva no Espaço Escolar Formal e NãoFormal Cultura. Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Educação Infantil: Natureza em construção Ensino Fundamental: Natureza em construção Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos Construção do conhecimento: saberes a socializar Estes eixos temáticos perpassam as disciplinas e. Pretendemos realizar.PPI) consideramos a dimensão prática 29 . Avaliação e Tecnologias na Organização do Trabalho Pedagógico.1 ANO SEMESTRE 1º 1º ano EIXOS TEMÁTICOS Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação. de interdisciplinaridade. da formação comum e específica. ao mesmo tempo. na verdade. Como forma de sistematizar a compreensão do assunto em cada semestre ocorrem atividades de prática pedagógica para representar a integração necessária entre as diferentes disciplinas que. grupos de estudos quinzenais. A PRÁTICA EDUCATIVA 2º 3º 2º ano 4º 5º 3º ano 6º 7º 4º ano 8º Espaços Escolares: Didática.8º construção do conhecimento: saberes a socializar EIXOS REFERENTES À MATRIZ_2008. articulando os eixos norteadores apresentados. como meio de discutir os núcleos temáticos. se constituem linhas unificadoras de uma formação acadêmica que necessita ser gradual e. compõem uma totalidade única. nos componentes curriculares denominados Trabalho Interdisciplinar Dirigido _ TID (Prática Pedagógica Interdisciplinar . dos conhecimentos a serem ensinados com os conhecimentos que fundamentam a ação pedagógica. Seja nas suas dimensões teóricas e práticas.

as horas destinadas à prática pedagógica serão desenvolvidas atreladas ao planejamento dos componentes curriculares de cada semestre que tenham maior relevância e peso no curso. Além destes. exigir dos futuros professores atuações diferenciadas. Para tal estruturou-se todo o curricular – conforme apresentado anteriormente – a partir de competências previamente delineadas. de atividades culturais são exemplos possíveis. conforme explicitado. Nela poderemos. 30 . envolvendo um trabalho integrado entre as diversas pessoas. teremos a organização de oficinas. atividades de extensão. prioritariamente. a programação de exposições e debates de trabalhos realizados. de cumprimento formal da prática de ensino. ao longo do curso no cerne das disciplinas e nas práticas. Desempenho e Ambientação. nos primeiros semestre. possibilitando o exercício das diferentes competências a serem desenvolvidas. Espaço destinado à iniciação da articulação teoria-prática. no desenvolvimento profissional do aprendiz de professor o contato com espaços educativos é imprescindível. Por acreditarmos que. seminários. o que não garante uma reflexão aprofundada sobre o vivido. a realização de seminários "longitudinais" e interdisciplinares sobre temas educacionais e profissionais. entre outros com intuito de promover e. A concretização de uma prática interdisciplinar será assegurada a partir do exercício permanente de aprofundar conhecimentos disciplinares e ao mesmo tempo indagar a esses conhecimentos sua relevância e pertinência dentro destas diversas atividades. grupos de trabalho supervisionado.de todas as disciplinas. descartando de nossos cursos aqueles contatos artificiais. pretendemos fugir da tradicional falta de um vínculo mais efetivo dos educandos com esta realidade. Este exercício situa-se. tutorias e eventos. no cerne de todas as disciplinas e busca concretizar a identidade do curso e do professor ao longo de todo o seu processo de formação. percursos de aprendizagens variados. Neste referido curso da Faculdade da Cidade do Salvador. a Prática Pedagógica deste curso. a constituição de grupos de estudo. em termos de atividades específicas a serem desenvolvidas em um tempo e espaço curricular especificamente delineado para isto. pois é dessa realidade que as propostas de ensino devem emergir. fomentar. diferentes modos de organização do trabalho. tendo núcleos temáticos em cada semestre. ao mesmo tempo. Cabe ressaltar a proposta das horas destinadas às Práticas Pedagógicas. assenta-se em três pilares: Atividade. Por este veio.

Desempenho pedagógico implica duas vertentes. (b) encontros para narrativas das vivências em campo profissional.Atividades deverão ser programadas pelo professor do componente curricular que contemple Prática Pedagógica no semestre articulando a teoria à prática. (f) encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). conhecer-se e perceber-se capaz de desempenhar as atividades que lhes serão conferidas ao longo do exercício da profissão. especialmente em relação direta com o TID _ componente curricular que permite o exercício prático acerca do olhar interdisciplinar do educando. com uso ou não de tecnologia. quer formais ou não formais. prevendo. Ambientação consiste efetivamente em criar um ambiente em que o educando possa desde cedo. em contribuir para que o educando possa vivenciar. a Prática Pedagógica. apresentamos a o projeto da Prática pedagógicas e seus respectivos desdobramentos. por meio destas atividades programadas situações reais de desempenho nas mais diversas situações. Estas atividades serão individuais e previstas no início do semestre para que o educando possa organizar-se com antecedência e desenvolver a contento. em verificar o desempenho pessoal do pedagogo para que possa perceber o seu perfil pessoal e aliar ao profissional. a partir dos eixos temáticos do semestre. Inserida nos componentes curriculares. orientações e encaminhamentos. sob a orientação do professor. (e) realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. (d) desenvolvimento e apresentação de projetos feitos pelos aprendizes. desde espaço e tempo para (a) organização de grupos de estudos. O acompanhamento do desempenho dos estudantes e do desenvolvimento da proposta é fundamental para que se alcance o nível de formação pretendido. Ao final deste documento. e das competências que se quer desenvolver há de se pensar sua articulação com os saberes produzidos nos diversos campos. Assim. (c) salas de leitura. Outro elemento importante da prática pedagógica é o Estágio. Para 31 . A segunda. Este está desmembrado em número de 04 (quatro) e serão feitos do 4º ao 7º semestre se constituindo num conjunto de experiências diversificadas desenvolvidas em diferentes instituições ou serviços educacionais. na forma de desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Assim. dentre outros. ambientar-se com as relações que se estabelecem nas instituições de ensino. abraça a operacionalização de desenvolvimento de atividades ao longo de todo o curso. A primeira. que se operacionalizam em conjunto com os demais componente curriculares do semestre.

II. O currículo proposto busca valorizar estudos independentes desenvolvidos pelos alunos em outros contextos de aprendizagem. de maneira a levar o aluno a desenvolver sua capacidade de lidar com problemas. A idéia de “grade curricular” é ultrapassada pela concepção de matriz.35). políticos. isola as disciplinas em arquipélagos distantes. junto à comissão específica. assim. o aprender” (RIVIÈRE. que podem ter sido realizadas em qualquer período do curso. na origem. III. Em relação à organização da matriz curricular vale ressaltar que a simbologia romana I. Mas também matriz pelo que pode reeditar-se. seu ajuste às mudanças ocorridas no mundo do trabalho. em todos os semestres do curso o aluno deve validar estas atividades. Todas elas são componentes curriculares que se relacionam dialeticamente e de forma integrada. Assim. 1991 p.). E com isto aludimos a seu caráter fundante. um currículo interdisciplinar deve ser pensado por áreas do conhecimento que formam matrizes e dão origem aos núcleos. O acompanhamento acadêmico envolverá o acompanhamento da trajetória curricular do estudante. Matriz como estruturação é o lugar ou a forma na qual se gera a particularidade que tem em cada um de nós o vincular-se. Diz Pichon Rivière: “Tomamos a palavra grega meter. Observa variedade na oferta dos tipos de atividades para integralização curricular. é exigida a elaboração de um trabalho de conclusão de curso sob a orientação de professor qualificado. econômicos e culturais. congressos etc. fica evidente que este projeto curricular contempla a flexibilidade. totalizando. E por fim. IV. o que está na gênese. Por estas e outras práticas. iniciação científica. Esta atividade está detalhada no Regulamento do TCC. é necessário que todos os responsáveis/participantes do curso trabalhem em sintonia. reproduzir-se.tal. garantindo assim. buscando soluções. 32 . Trabalhar a visão humanística considerando os aspectos biopsicossociais filosóficos. como por exemplo: monitoria. Grade é o que aprisiona. Com efeito. extensão e outras (seminários. não representa o sistema de pré-requisito entre as disciplinas. tenta despertar a consciência de valorização do professor e de sua responsabilidade social. Matriz é o que une. que não a clássica disciplina em sala de aula. Para o trabalho de conclusão do Curso de Pedagogia. o conhecimento.

MATRIZ 2008.5 Matriz Curricular MATRIZ 2007.6 Ementário e Bibliografias das Disciplinas As ementas e bibliografias básicas e complementares das disciplinas.6. 33 .1 Encontra-se em arquivo anexo 6. elencadas na matriz curricular se encontram no Anexo I.2 Encontra-se em arquivo anexo.

justiça. é preciso pensar como deve ser uma prática educativa que favoreça o exercício dos princípios democráticos. Nesta perspectiva há que se buscar subsídios nos pressupostos emancipatórios da Pedagogia Crítica. no sentido de uma educação para a compreensão do mundo. como ponto de partida que estabelecer a relação estreita e coerente entre a proposta. permeada por temas emergentes.7 Concepção e Princípios Metodológicos Conforme princípios estabelecidos no Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade da Cidade. Para tanto. incorporação de competências e habilidades múltiplas. articulando teoria-prática. suas instituições. Face a isto. iniciativa. Esta caminhada deverá oportunizar além do exercício e incorporação dos valores anteriormente referidos. do outro. as quais passam pela reconstrução de saberes e cognição. ao refletir-se sobre forma metodológica a ser adotada na experiência educativo-pedagógica que se pretende para uma Instituição reflete-se o profissional que se pretende formar. características e uma forma adequada e coerente de operacionalizá-la. cooperação solidariedade. ações coletivas na escola. levando o ser que se educa – jovem. 34 . que possibilite atitude de auto-determinação. Tem-se. Tais princípios se expressam no Projeto Político Pedagógico Institucional da Faculdade da Cidade do Salvador. éticos. tendo como objetivo precípuo o desmonte do pensar. ser e conhecer fragmentados. respeito ao outro. acrescidas da capacidade de apresentar soluções e antecipar-se aos problemas dentre outros requisitos. de si mesmo. são as novas exigências em relação à educação do trabalhador. conectados interdisciplinarmente. conhecer integrado e integrador. de contextualização. adulto. possibilitará aos formandos uma caminhada de aprendizagem mediada. Sabe-se que um dos grandes desafios da instituição escolar na contemporaneidade. total. o corpo docente será incentivado a optar por procedimentos metodológicos baseados na reconstrução de saberes múltiplos no desenvolvimento de habilidades e competências básicas. concepção. onde exercícios democráticos. conduzidas por uma postura reflexiva e dialógica por parte dos formadores. ênfase para condições favoráveis ao afloramento e mediação dos sentimentos e emoções em busca de uma cidadania consciente e ativa. sistêmico. inteiro. gestão participativa. portanto. por meio de exercícios constantes do pensar. ser.

entendemos que isto não significa tornar as situações de aprendizagem dos cursos de formação análogas às aprendizagens típicas de crianças e jovens. Implantação de uma cultura de avaliação contínua e qualitativa. Mas sim compreender que as concepções e as práticas vivenciadas de ensino. Em tal contexto prevemos: • • • • • • • Manter a articulação entre ensino e pesquisa. libertar-se inclusive da dependência e submissão geradas pelo autoritarismo da Pedagogia Tradicional que se instalou entre nós desde os jesuítas. Considerando que nosso educando/professor atuará nos anos iniciais e classes diversificadas. de avaliação. que permite promover uma relação com o conhecimento. dedicação de um olhar afetivo para aquele 35 . Contextualização dos conhecimentos. Utilização da flexibilidade curricular. aulas lúdicas. conforme expressamos em nossas concepções pedagógicas. Articula-se a tais princípios o entendimento de que o êxito deste tipo de proposta educativa para formação de professores depende consideravelmente da metodologia utilizada. educação de jovens e adultos. a emancipar-se. Manter o eixo epistemológico do curso. Então. de contextualização de saberes. com os valores e consoante com a construção da competência profissional. a condução metodológica do professor formador deve desenvolver-se em função dos mesmos princípios atinentes a um bom desenvolvimento metodológico no Ensino Fundamental: uma concepção de aprendizagem construtiva e significativa. que viabilizem a compreensão do “sentido do que se estuda”. dentre outros. pois se sabe dos estreitos vínculos entre o que se aprende e “como” se aprende. Articulação da formação pedagógica com o campo de estágio. marcarão sua vida profissional. posicionamento mediativo e construtivo junto ao aluno. aqui entendida como modo de organizar as situações didáticas e de orientar a aprendizagem. ênfase na resolução de problemas. educação infantil. ensino fundamental. Desenvolvimento de uma metodologia de trabalho interdisciplinar. É a metodologia. Em nossa proposta metodológica utilizaremos a Prática Pedagógica como eixo articulador do currículo. criativas.idoso -.

Isto implica na tomada de consciência por parte de nosso corpo docente de que. referências “do que é ser professor/educador”. obrigatórios ou não.494/77. estruturados a partir de normas e objetivos claros. onde estão envolvidos os aspectos técnicos. promovendo atividades contínuas de interação. ambos alterados pela Lei Nº 8. De acordo com esses documentos. Consideramos aqui a singularidade de nossa profissão: ela é a única onde se aprende o ofício na convivência cotidiana com os fazeres deste ofício. É tarefa de nossa instituição. de comunicação e de cooperação entre os professores do curso e deles com os alunos em formação. além de conhecimentos do campo teórico-prático. modos de organização dos conteúdos.497/82. no processo de formação de professores. as atitudes. durante todo o processo de formação. de análise de práticas. também. constitui-se em componente curricular obrigatório que visa a aplicação dos conhecimentos estudados na realidade cotidiana. executados. 7. de debates e de outros intercâmbios possíveis. proporcionaremos a este futuro professor a oportunidade de experienciar. como aluno. os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e devem ser planejados. estão fornecendo. E a aprendizagem de “como ser professor” perpassa. estão regulamentados pela Lei No 6. realizando a transposição de conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação acadêmica. e em qualquer área profissional no Brasil. científicos.859/94. Por configurar um serviço profissional. acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos e programas. Assim concretizamos um dos princípios das orientações curriculares para a formação de professores: a simetria invertida. e considerando que o educando ainda não possui habilitação legal nem técnica para 36 . caracterizada pelo estágio supervisionado. sociais e humanos da profissão Os estágios de qualquer natureza. Em síntese. tempo e espaço que se pretende vir a ser desempenhada em sua prática pedagógica.1 Interação Teoria e Prática A interação entre a teoria e a prática. Seja em atividades de pesquisa. a responsabilidade pela criação de uma cultura de trabalho em colaboração.que estuda/ aprende como ser professor. de elaboração de trabalhos escritos. possibilitando o desenvolvimento da prática profissional. pelo Decreto No 87. pela internalização dos “modelos” docentes que passaram por nossa vida.

análise e intervenção na realidade profissional específica III. Os estágios supervisionados configuram um conjunto de atividades executadas pelo educando em situações reais de vida e de trabalho. propagando o desenvolvimento da sociedade e das organizações. Nesse intuito. Esse processo visa garantir que o estágio esteja de fato a favor da aprendizagem. liderança. consideramos que deve haver uma permanente reflexão sobre seus pressupostos e atividades. 37 . tanto para aprendizagem do exercício profissional quanto para levantamento de questões importantes para a atuação e pesquisa. motivação. que será o responsável técnico. avaliando sua qualidade e eficiência. a integração dos conhecimentos teórico-práticos. visão de empreendimento.prestar esse serviço. tomada de decisão. estabelecemos os seguintes objetivos para o estágio supervisionado: I. III. expressando-se de forma prática. sobretudo. II. Técnicos-científicos: referem-se às áreas de atuação profissional. capacidade de convivência com o poder e o risco. incluindo a comunicação pessoal. Humanos referem-se a sua criatividade. como complemento prático da sua formação. todo estágio pressupõe o envolvimento de um profissional supervisor. legal e ético pelo serviço. Capacitar o estagiário para atividades de investigação. Para organizarmos uma prática adequada de estágio. aliados à experiência pessoal pelo processo contínuo de ação-reflexão-ação. iniciativa. pela livre iniciativa e livre empresa. II. com o objetivo de aprendizagem profissional e sócio-cultural. o estágio deve funcionar como problematizador da realidade. Possuindo interface com atividade acadêmica e profissional. sua conduta e relacionamento interpessoal no contexto social em que se insere. São aspectos de desenvolvimento da prática profissional: I. junto a pessoas jurídicas ou à comunidade em geral. seu respeito pelo desenvolvimento da qualidade de vida. da experiência e do desenvolvimento profissional do educando. sendo espaço privilegiado. Sociais: referem-se ao equilíbrio das atitudes do estagiário frente às questões sociais no âmbito profissional. planejamento. Propiciar ao educando uma visão global da instituição pública ou privada. Oportunizar ao discente a vivência de situações reais da vida profissional que permitam. capacidade de negociação e adaptação a novas situações no contexto social.

como forma de retroalimentação de informações. conforme explicito nos seguintes artigos: 38 . docência supervisionada. Possibilitar ao discente a construção de suas próprias condutas (emocionais. investigação da realidade. Capacitar o discente a ter uma visão generalista. deve articular-se com as demais atividades acadêmicas conforme indica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). criativo e empreendedor. IX. de aprofundamentos das disciplinas por meio de observação. proporcionando ao discente oportunidade de rever posições teóricas quanto à prática profissional em sua relação com a sociedade. 9394. frente a um futuro desempenho profissional VIII.IV. orientação paralela e avaliação das atividades realizadas sob a responsabilidade do supervisor de estágio e do professor da disciplina. Segmento da Educação de Jovens e Adultos e nos espaços não formais educativos da sociedade. VI. VII. Esta prática se constitui obrigatória para obtenção da licença para o exercício de magistério no contexto da Educação Básica: Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental e para tanto. cognitivas e técnicas) a partir da situação em que se encontra. É caracterizado e compreendido como um conjunto de atividades práticas profissionais exercidas em situações reais de trabalho. Estabelecer um canal de articulação contínuo entre a FTC e a comunidade. V. reflexão. O estágio Curricular Supervisionado a ser desenvolvido a partir do quarto semestre no Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador integra a dimensão interdisciplinar teórico e práticas do referencial curricular de maneira articulada aos conteúdos: dos núcleos de Estudos dirigidos. Favorecer ao discente a capacidade de desenvolvimento do espírito crítico. de 29 de dezembro de 1996. tem a abrangência na docência da Educação Infantil. Assim sendo. Viabilizar ao discente sua auto-afirmação diante da possibilidade de identificarse profissionalmente e de pré-avaliar a sua capacidade profissional. sem vínculo empregatício. A carga horária destinada às atividades do estágio supervisionado incluirá as horas destinadas ao planejamento. de atividades práticas e de projetos. Viabilizar a realimentação do ensino. anos iniciais do Ensino Fundamental.

. Desenvolver a capacidade de observação. •.. reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.. Observar e registrar a própria prática educativa. a concepção que dá suporte ao Estágio Supervisionado fundamentase nos princípios da ação-reflexão-ação que tem como finalidade nortear o projeto pedagógico. poderá ser objeto de avaliação. 39 ... Art. Planejar.. o processo educativo. Nesse sentido. Realizar intervenções pedagógicas com educandos que possuem dificuldades de aprendizagem. pais e/ou responsáveis.Art..40º.. em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. Elaborar instrumentos e novos dispositivos para realização avaliação processual e/ou diagnóstica. Entender o fazer pedagógico como exercício de pesquisa. •. •. executar e avaliar suas ações pedagógicas cotidianamente. •. A Educação Profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada. •. •. Fazer intervenções pedagógicas que garantam o aprendizado dos educandos. inclusive no trabalho. o que exigirá do estagiário. •. em todas as áreas do conhecimento. Desenvolver a capacidade para o trabalho interdisciplinar. O conhecimento adquirido da Educação Profissional. Compreender e intervir no processo de alfabetização e letramento. Apropriar-se dos conceitos essenciais/conteúdos a serem trabalhados com educandos. funcionários. para atingir o perfil do licenciado em Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador expresso o projeto político pedagógico. •. Conduzir reuniões com professores. Assim sendo.. 41º. refletir e exercitar o fazer pedagógico a partir deste fundamento epistemológico. o aluno deverá desenvolver habilidades e competências para: •. •. Construir e implementar o Projeto Pedagógico da instituição como norteador do processo educativo. •... •. observar criticamente o entorno..

As atividades de estágio serão desenvolvidas em escolas da rede pública ou privadas. No segmento da Educação Infantil. Ensino Médio ou Gestão em Espaço Escolar e não Escolar. De acordo com a Resolução CNE/CP nº1 de 15/05/2006 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Pedagogia. VII. para gestão de processos educativos em espaços formais e nãoformais e apresenta uma carga horária de Estágio Curricular Supervisionado de 300 horas. as atividades de Estágio devem ocorrer em classes de 1º ao 4º ano ou 5º se for o caso. As atividades do Estágio Supervisionado devem ser cumpridas dentro dos períodos letivos regulares. que normatiza tais Diretrizes. quando tiver mais de um ano de atividade no respectivo campo de trabalho. .1.1.A realização do estágio em época diferenciada pode ser aprovada de acordo com as necessidades do plano de estágio proposto. desde que autorizadas pelos órgãos competentes. terá redução de carga horária prevista no Estágio Supervisionado. licenciatura. a saber: crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 5 ou 6 anos de idade. V. VI.Encontra-se anexo o Plano de Estágio. III. a organização curricular do curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador contempla a licenciatura para docência na Educação Infantil. 7. II. a juízo da Coordenação de Estágios de Formação de Professores da Faculdade da Cidade ouvido o Colegiado do Curso. No Ensino Fundamental. e a Deliberação CEE 60/2006 homologada pela Resolução SEE de 20. Condições e Desenvolvimento do Estágio I. IV. O discente que exerce atividade docente regular na Educação Básica: Educação Infantil ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental I e II. PUBLICADA EM 22/09/2006. 40 . as atividades de Estágio deverão ser desenvolvidas em turmas de diferentes fixas etárias. nos anos iniciais do Ensino Fundamental. regulamento e proposta de ementas.

VIII.

Na realização de Estágio, um mínimo de 2 horas e um máximo de 6

horas diárias devem ser cumpridas. As exceções devem ser justificadas a coordenação da Central de Estágios pelo professor supervisor, e por elas autorizada.

7.2 Atividades Complementares As atividades complementares caracterizam-se como um componente curricular obrigatório que visam estimular a formação do educando autônomo, que busca novas oportunidades de aprendizagem além dos componentes da estrutura curricular estabelecidos pelo curso. É um mecanismo de aproveitamento de estudos e experiências realizadas pelo acadêmico, complementares à integralização curricular, que deverá ser realizado ao longo do curso, desde que obedecidas as normas e prazos da instituição para o cumprimento de tal atividade. Deve-se prever a inclusão de atividades de caráter científico, cultural e acadêmica, articulando-se com e enriquecendo o processo formativo do educando como um todo, prevendo a ampliação do universo cultural dos educandos e diversificando os espaços educacionais, tais como: seminários, apresentações, exposições,

participações em eventos científicos, estudo de caso, ações de caráter científico, técnico, cultural e comunicativo, produções coletivas, monitorias, resolução de situação-problema, e projetos de ensino. A carga horária das atividades complementares de acordo com as Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia o total de 300 horas e categorizam-se em dois tipos: Atividades Complementares Dirigidas, aquelas definidas pelo Colegiado do Curso e promovidas pela Rede de Ensino FTC, e Atividades Complementares Abertas, aquelas que o educando desenvolve independente da instituição, e categorizam-se em 3 (três) grupos: Grupo 1 - Atividades de Ensino; Grupo 2 Atividades de Pesquisa; e Grupo 3 - Atividades de Extensão. São objetivos das Atividades Complementares: I. II. preparar e integrar o discente na prática profissional; comprometer o estudante no desenvolvimento de um processo de auto-gestão em diferentes setores de atuação, a partir do saber acadêmico adquirido; III. ampliar a visão acadêmico-científico-cultural do discente, visando à formação de um profissional atento às transformações da sociedade; 41

IV.

proporcionar ao estudante espaços diferenciados para a aquisição do saber, estabelecendo relações com a atuação profissional;

V.

levar o estudante à reflexão, considerando o saber acadêmico e as implicações com os princípios éticos e de cidadania;

VI.

inserir o estudante na pesquisa, visando à autonomia do sujeito na construção do saber;

VII. formar profissionais qualificados para atuar com flexibilidade, adequação e criatividade na prática profissional. VIII. flexibilizar o currículo pleno do curso; IX. proporcionar instrumental. As atividades complementares previstas para o estudante de Pedagogia bem como horas de aproveitamento estão descritas no regulamento de Atividades ao estudante aperfeiçoamento crítico-teórico e técnico-

complementares em anexo.

7.3 Trabalho de Conclusão de Curso

A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC será resultado de um processo gradativo de construção de conhecimento e valorização do trabalho em pesquisa desenvolvido durante todo o curso, promovendo a capacidade de identificação de temáticas, a formulação de problemas, a elaboração de projetos, a identificação de métodos e de técnicas, e o controle de planejamento dos educandos. O TCC de caracteriza como um trabalho obrigatório individual ou em grupo, de caráter teórico e/ou prático, configurando-se num momento de reflexão critica e investigativa, de consolidação do percurso da graduação, onde o futuro profissional tem a possibilidade de experienciar, com autonomia, um aprofundamento de seus conhecimentos em tema específico, mediante orientação de um professor que componha o quadro de professores-orientadores da Faculdade da Cidade do Salvador e FTC e estabelecido pelo Colegiado do Curso. O TCC deverá ser desenvolvido a partir de uma problemática que esteja em consonância com as linhas temáticas de cada curso da instituição e a realidade regional de cada unidade, através da elaboração de um trabalho acadêmico, a saber: Monografia; Artigo Científico; Plano de Negócios - envolve a elaboração de 42

um projeto de empresa- Escola, desde sua concepção filosófica até sua estrutura legal e operacional; Projeto de intervenção - envolve a elaboração de um projeto com linhas de ação devidamente fundamentadas, buscando atender aos problemas detectados em uma dada realidade e as suas demandas; ou Protótipos e instrumentos desenvolvidos, ferramentas audiovisuais, metodologias criadas ou desenvolvidas. São objetivos da elaboração do TCC: I. avaliar as condições de qualificação do formando para acesso ao exercício profissional; II. possibilitar ao educando o desenvolvimento de suas capacidades científicas e criativas na sua área de formação; III. correlacionar teoria e prática do curso; IV. propiciar aos graduandos condições necessárias à elaboração de um estudo teórico e/ou trabalho de campo de acordo com as normas técnicas que configuram a pesquisa científica; e V. incentivar o desenvolvimento de projetos de responsabilidade social. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, o Trabalho de Conclusão de Curso de Pedagogia - TCC é um trabalho monográfico que deverá ter caráter científico e/ou filosófico, em conformidade com os princípios gerais de um trabalho de pesquisa científica no campo da Educação, constituindo-se de pesquisa teórica ou teórico-empírica. Deverá focalizar um tema ligado aos conteúdos do curso e em consonância com os objetivos do mesmo. Tem-se como objetivos: I. Possibilitar o aprofundamento de temas abordados durante o curso, integrando os conteúdos e atividades desenvolvidas nas diversas disciplinas; II. Aprimorar as habilidades acadêmicas trabalhadas e desenvolvidas pelo estudante no decorrer do curso; III. Proporcionar ao estudante uma perspectiva de trabalho em uma linha de pesquisa com critérios qualificadores que possibilitem a formação de um futuro pesquisador; IV. Viabilizar o exercício da elaboração escrita e apresentação oral do trabalho monográfico. Maiores detalhamentos estão contidos no Regulamento de TCC. 43

criar condições para a iniciação da prática da docência por meio de atividades de caráter pedagógico diferenciadas e do desenvolvimento de habilidades relacionadas a estas atividades. de modo a superar problemas de repetência. promovendo a cooperação acadêmica entre discentes e docentes. evasão e falta de motivação.7. contribuir para a formação do educando-monitor. por permitir a vivência pedagógica.4 Monitoria A Monitoria visa proporcionar aos discentes dos cursos de graduação da Rede de Ensino FTC a oportunidade de engajar-se em um plano de atividades de ensino. 44 . III. São objetivos das atividades de Monitoria: I. visando à docência no ensino superior. fortalecendo a articulação teoria/prática e a integração curricular em seus diferentes aspectos. V. de modo a intensificar o relacionamento entre educandos e professores. A orientação e o acompanhamento pedagógico do monitor estarão a cargo do professor responsável pela disciplina e da coordenação do curso a que estiver vinculada a mesma. IV. favorecer o desenvolvimento de atividades de nivelamento escolar. que buscarão criar condições para que o discente possa desenvolver o pensamento e o comportamento necessários para a realização do trabalho científico independente. propor formas de acompanhamento de educandos que apresentem dificuldades. possibilitando o aprofundamento do conhecimento em determinada área específica e o desenvolvimento de atitudes e habilidades favoráveis à sua formação acadêmica profissional. Caberá ao professor responsável pela disciplina o estabelecimento de novas práticas e experiências pedagógicas. a partir do planejamento do professor responsável pela disciplina. II. VI. desenvolver projetos de pesquisa e/ou de extensão relativos à disciplina. pesquisar metodologias de ensino adequadas ao ensino da disciplina em questão. ampliar a participação de educandos de graduação no processo educacional e nas atividades relativas ao ensino. VII.

e aquelas consideradas de conteúdo mais aplicado/prático. tem a possibilidade de investir em sua própria formação.5 Integração Ensino/Pesquisa/Extensão A Rede de Ensino FTC entende que unir ensino. Uma outra modalidade de integração das atividades de graduação às atividades acadêmicas é a Monitoria. Além disso. como Monitor este aluno –futuro docente. envolvendo docentes e 45 . assim como da relação professor/aluno. Além disso. que necessitam da orientação extraclasse através de um Monitor. com este programa pretende reduzir problemas como a reprovação e abandono de disciplinas. Esta orientação pode resultar na motivação do aluno e no aproveitamento do conteúdo das disciplinas. inclusive. didáticas e científicas de determinada disciplina. seminários. o projeto contempla disciplinas que exigem uma intensa carga de leitura. criar condições para que os membros do corpo discente do Instituto possam desenvolver pensamento e comportamento para o trabalho científico independente. O programa de monitoria Acadêmica representa uma importante iniciativa para a melhoria da qualidade do ensino e dos conteúdos ministrados nas disciplinas. Além disso. Especificamente no Curso de Pedagogia. que exigem do aluno orientação em pesquisas. Desse modo promove-se a cooperação acadêmica entre alunos e professores. O sistema de monitoria do Curso de Pedagogia é normatizado pelo Regulamento Institucional de Monitoria da Faculdade da Cidade. pesquisa e extensão significa caminhar para que a educação seja realmente integrada.A Monitoria tem por objetivo proporcionar ao estudante de graduação do Curso de Pedagogia oportunidade de engajar-se em um plano de atividades de ensino que possibilite o aprofundamento dos conhecimentos em determinada área específica e o desenvolvimento de atitudes e habilidades favoráveis à sua formação acadêmica profissional. 7. face o grande número de alunos matriculados e à necessidade de um maior acompanhamento didático. ciclos de estudos e aplicação de exercícios. a medida que experiência técnicas. integra-se ainda aos pares da Instituição e à comunidade em geral. A Monitoria constitui-se essencial.

desenvolve atividades de extensão nos seus diferentes ângulos: para o desenvolvimento comunitário e a formação da consciência social. que contribuem para o amadurecimento intelectual e profissional dos educadores e. É através de um trabalho coletivo e participativo de toda a comunidade acadêmica. Isto certamente favorecerá a construção da cientificidade do processo de ensinar e aprender que envolve. com intuito de que a realidade seja apreendida e não somente reproduzida. com responsabilidade e comprometimento. permitindo que as mesmas sejam realmente relevantes a esta sociedade. bem como promovendo o fortalecimento do ensino através de um processo de ação/reflexão/ação. são ações socialmente construídas. do envolvimento de todos os segmentos na execução. A Rede de Ensino FTC trabalha o processo ensino-aprendizagem como elemento estrutural fundamental na qualidade do ensino. entendem-se que o ensino está vinculado de forma intrínseca à aprendizagem e ambos. re-elaboração e encaminhamento das ações educativas que se pretende desenvolver a consciência de cada um frente ao processo de ensinar e aprender. como ação cultural. os docentes.discentes numa criação e re-elaboração do conhecimento. A Rede de Ensino FTC compreende que é fundamental a continuidade do desenvolvimento dos conhecimentos e. apesar de envolverem mecanismos biológicos. favorecendo o surgimento de linhas de pesquisa. como educação continuada. a instituição busca vincular. 46 . Desta forma. que inclui a formação de grupos de estudos nos cursos de graduação. pois compreende que a relação entre o ensino e a aprendizagem não é mecânica. para tal. Pesquisa e Extensão da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. avaliação. assumindo. a pesquisa e a extensão. conseqüentemente. cada vez mais. e como prestação de serviço. Conforme a Política de Ensino. o seu papel dentro do grupo. mediadores do processo ensinar e aprender. viabilizando a participação dos educandos no desenvolvimento da iniciação científica. em uma perspectiva construtiva e dialética configurando-se. indissociavelmente. suas ações às necessidades da comunidade. além do ensino. A instituição tem como base de sua proposta pedagógica a melhoria qualitativa do ensino superior. não é simples transmissão do professor que ensina para o educando que aprende. ao contrário. é uma relação recíproca na qual se destacam o papel orientador do professor e as atividades dos discentes.

à atividades de iniciação científica e ao desenvolvimento de práticas investigativas. visando à aplicação das abordagens acadêmicocientíficas e tecnológicas às necessidades sociais. neste período inicial. conforme a Política própria da IES. envolvendo docentes e discentes numa criação e reelaboração do conhecimento. E a extensão. com responsabilidade e comprometimento. articulados com o ensino e a pesquisa. comunitárias. permitindo que as mesmas sejam realmente relevantes a esta sociedade. desenvolverá ações nos seus diferentes ângulos: extensão com o 47 . aliadas ao ensino de graduação e pós-graduação. reelaboração e encaminhamento das ações educativas que se pretende desenvolver a consciência de cada um frente à sua liberdade de ensinar e aprender. Conforme seu regimento interno. serão realizados cursos de extensão e atualização. Desta forma. com intuito de que a realidade seja apreendida e não somente reproduzida. bem como promovendo o fortalecimento do ensino através de um processo de ação/reflexão/ação. locais ou regionais. de servir à comunidade local e regional e de fomento ao desenvolvimento e geração de tecnologias. suas ações às necessidades da comunidade. sobretudo com a participação discente. É através de um trabalho coletivo e participativo de toda a comunidade acadêmica. cada vez mais. significa caminhar para que a educação seja realmente integrada. especialmente como função indissociável do ensino e da extensão e com o fim de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados em cursos. na forma dos projetos aprovados pelo Conselho Superior Acadêmico.Conforme os documentos supra-citados. sob a forma de atividades permanentes ou temporárias. pesquisa e extensão. avaliação. assumindo. Assim. desenvolvendo projetos de extensão. O Curso de Pedagogia entende que unir ensino. voltados para o trabalho da escola. o Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador propõe ser um órgão promotor e incentivador de extensões e. nesse sentido. a Pesquisa circunscreve-se. E favorecendo continuidade ao desenvolvimento dos conhecimentos. à medida que se consolida. Essa política permite a formação e a consolidação da atitude científica que se reflete no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os novos desafios. além das atividades de pesquisa. a Instituição busca vincular. a IES propõe desenvolver projetos de pesquisa em diferentes modalidades e áreas. o seu papel dentro do grupo. do envolvimento de todos os segmentos na execução. família e comunidade.

7. empreenderemos em planejar propostas de ação que podem significar desde cursos de formação continuada. pelo art. da inovação da ciência e da tecnologia e da criação de metodologias mais adequadas. As atividades acadêmicas quer de extensão ou iniciação científica. circunscrevese.1. da Lei nº 4. homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação. de 24 de novembro de 1995. de acordo com as exigências do padrão de qualidade. devendo os Colegiados de Cursos fomentar a sua execução como forma de avaliação de desempenho dos alunos e de reprogramação de atividades curriculares. inicialmente. publicado no DOU de 25 de junho de 2007 sobre os procedimentos a serem adotados para operacionalização da hora-aula de 60 min. feiras. a partir do semestre 2010. de forma articulada às disciplinas de Pesquisa e Prática Pedagógica. do § 1º. da Lei nº 9. 7º. A Pesquisa realizada no âmbito do curso note-se iniciação à pesquisa. será utilizado um Novo Formulário para o Plano de Ensino das Disciplinas. priorizando o olhar para aqueles que necessitem de intervenções pedagógicas específicas.131.desenvolvimento comunitário e a formação da consciência social. como elaboração de material didático. Em uma primeira etapa os alunos irão realizar um diagnóstico em escolas e espaços não formais da Cidade Baixa e do Comércio. como atividades associada ao ensino. agora incorporando as Atividades Discentes Extra-Classe – ADE. 48 .394. com as alterações da Lei nº9. e do Decreto nº 5. extensão como educação continuada. De modo articulado. o Colegiado do Curso desenvolverá ações interdisciplinares para a realização de projetos de pesquisa que possam subsidiar a orientação e a atualização do ensino em diferentes cursos considerando-se o caráter multidisciplinar de sua oferta.024. 9º. de 20 de dezembro de1996. bem como o disposto no Parecer CNE/CES nº 261/2006. caput. extensão como prestação de serviço e extensão como formação de opinião pública. de 20 de dezembro de 1961.773. extensão como ação cultural. Fortalecidos os vínculos. estarão sempre vinculadas ao ensino. do art. Desta maneira a Faculdade da Cidade atendendo a esta resolução dispõe que. Curso e Escolas.6 ADE : Atividade Discente Extra Classe Em atendimento a Resolução CNE/CES nº 3 de 2 de julho de 2007. etc até propostas de intervenção. de 9 de maio de 2006.

trabalhos individuais e em grupo.Segundo a legislação em vigor. listas de exercício. fornecer instruções de como realizá-la e avalia os resultados apresentados pelos alunos. práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. tais como: laboratórios. o professor solicita aos alunos uma determinada tarefa extra-classe. para o cumprimento desta carga horária poderão ser consideradas as atividades acadêmicas de trabalho discente efetivo que compreendem por exemplo: atividades práticas supervisionadas. iniciação científica. A quantidade de horas de ADE é proporcional a carga horária da disciplina . Para a aplicação dessa metodologia orientada. Vejamos o quadro abaixo: Carga Horária disciplina 40 60 80 da Carga Horária – ADE 08 12 16 49 . pesquisa bibliográfica e outros). atividades em biblioteca (estudo específico.

A contínua e profunda reflexão sobre as práticas pedagógicas se faz necessária na implementação de qualquer projeto pedagógico de curso de graduação. com capacidade de tomar decisões. políticas e éticas em torno um projeto de curso necessitam ser constantes. norteando as ações docentes e discentes. Ao centrar as atenções no processo de ensino-aprendizagem. da problematização. A prática da avaliação a partir de uma concepção pedagógica consistente e dinâmica faz-se presente no dia-a-dia da sala de aula. da leitura crítica das práticas sociais vigentes. A formação desse perfil implica em práticas educativas integrativas. comprometendo-se com seu desempenho e processo de construção do saber. organizadas em torno da pesquisa. Educandos e professores estão permanentemente avaliando a tudo e a todos e são os produtos da prática permanente da reflexão que geram as atitudes de colaboração. a regulamentação desse processo. Assim. da significação dos conhecimentos acumulados pela humanidade. ou arrisca-se a fragmentação dos próprios projetos.8 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem 8. da indagação. independente dos aspectos concernentes à mensuração do rendimento escolar.1 Princípios Norteadores A Rede de Ensino FTC vem desafiando-se na construção de um processo de ensino e de aprendizagem que tem como horizonte a formação de perfis humanos que estejam comprometidos com os aspectos profissionais e humanos. buscou-se a construção de concepções de avaliação de aprendizagem e. de liderança. a avaliação adquire características que evidenciam o projeto político pedagógico da instituição. bem como a concepção que os professores têm do ato educativo. 50 . planejamento e educação permanente. administração. posteriormente. teóricas. Não pode estar a serviço de uma prática que centraliza suas atenções somente em provas ou exames e a partir de médias numéricas que não conseguem representar o verdadeiro nível de aprendizagem do educando. O debate de concepções e opções metodológicas. mas ganha dimensões ainda mais acentuadas quando se trata de uma proposta de currículo integrativo. A avaliação precisa estar centrada na aprendizagem do educando.

é entendida como processual. conseqüentemente. envolvendo as atitudes do professor. etc. até à atribuição de valores a aspectos da conduta do educando frente a situações especificas de aprendizagem. a compreensão e o desenvolvimento da capacidade do educando para resolver problemas referentes aos assuntos. relacionamento com colegas em um trabalho de grupo. que tem como eixo 51 . sendo realizada cotidianamente com vistas à identificação constante da aquisição e/ou (re)construção de conhecimento e dificuldades que se instaurem no percurso do processo ensino-aprendizagem. Desta forma ela permite e exige o redirecionamento. após ser analisada qualitativamente é mensurada. De acordo com a Lei 9394/96. das ações dos estudantes em seu processo de aprendizado. E aqui se refere a diferentes modalidades de avaliação. dizem respeito a diferentes propósitos do Projeto Político Pedagógico. pode ser compreendida a partir de três vertentes básicas: diagnóstica. tal como desempenho em classe. a reorientação do planejamento e. os valores e condutas dos educandos. como aspectos qualitativos da avaliação. que tem um caráter investigativo e processual. tipologicamente. suas concepções e conhecimentos. apesar de intrinsecamente ligados no trabalho pedagógico. que. refere-se a sua função ontológica e constitutiva. Na medida em que se quantificarem os resultados da aprendizagem. A característica somativa da avaliação nos incita a trazer à tona uma discussão polêmica sobre os seus aspectos qualitativos e quantitativos. A partir da colaboração de Luckesi (1995) alguns pontos importantes podem ser considerados no desvendamendo das funções da avaliação. contínua e articulada. com o fim de elaborar uma ação pedagógica mais próxima das reais necessidades destes sujeitos. Em sua interface formativa. fazer um estudo inicial e continuado sobre a realidade dos educandos. Caracteriza-se aqui a ação de mapear. estar-se-á procedendo à avaliação quantitativa. a partir da determinação de valores específicos. A dinâmica da avaliação. definiram-se. A avaliação da aprendizagem de conceitos e conhecimentos diversos situa-se no âmbito da qualidade/quantidade. No seu aspecto diagnóstico. formativa e somativa.O objetivo da avaliação do ensino deve estar voltado para a construção do conhecimento. fórmulas e métodos que lhe foram efetivamente ensinados. desde o instrumento mais usual que é a prova que.

 Fornecer bases para o planejamento. o aprofundamento da mesma. como é o caso deste documento. o dos professores e o dos educandos. 52 . buscando um clima favorável à construção e participação de todos. guiado pela perspectiva do seu crescimento e superação dos obstáculos que porventura se apresentem. tomando decisões quanto ao prosseguimento do processo ensino-aprendizagem.central a criação de base para tomadas de decisão. que se ajustem desde as políticas e práticas curriculares e o fazer pedagógico do professor na sala de aula. Ressalta-se que é nas relações cotidianas entre professor e estudante. também. Para esse autor. tanto do educando quanto do educador. permitindo. configurando-se nas decisões que devem ser tomadas e na reorientação do processo ensinoaprendizagem. que tenham pleno conhecimento do como serão avaliados. viabilizam-se a construção de outros saberes por parte do sujeito aprendente. na medida em que. Isso implica em refletir: de que forma se entende o erro. de ambos as partes. atento às necessidades dos educandos. Auxiliam. a avaliação tem as seguintes características  Propiciar a autocompreensão. mas possibilitam. da qualidade possível da aprendizagem. Dessa interação vão surgir condições mais efetivas para que ambos possam ser capazes de avaliar a si mesmos e as aprendizagens em questão. inclusive. Inclusive. que vai se dar a aprendizagem. o professor precisa estar freqüentemente atento às alterações de comportamento dos estudantes. através de que instrumentos e a partir de que critérios. as atividades devem possibilitar a manifestação. bem como para as possibilidades dos educandos.  Auxiliar e aprofundar a aprendizagem: na prática da avaliação da aprendizagem. ao educador e ao próprio educando. onde estes não se sintam reprimidos e possam manifestar suas dúvidas. no processo de ensino-aprendizagem. Para que isso ocorra. limites e possibilidades são desvendados e pode-se permitir lançar um olhar mais acolhedor para as possibilidades de aprendizagem. na medida em que. ao mesmo tempo. inquietações e incompreensões quanto ao que está sendo aprendido. à medida em que se detectam suas potencialidades. A avaliação se insere nas relações dinâmicas de sala de aula.

etc. tanto individualmente (cada educando). registro de observações. se ocorrer de forma interativa. Essa avaliação precisa se alicerçar em objetivos e critérios claros. exercícios.. pois não se pode pretender que o educando manifeste uma aprendizagem que não foi proposta. Nesse sentido.  Compatibilizar os níveis de dificuldade do que está sendo avaliado. conteúdos. Ao se construírem os instrumentos de avaliação.) e os conteúdos envolvidos de forma interdisciplinar. trabalhos em grupo. Como processo. quando se fizer necessário. da instituição. por todos os educandos.) necessitase atentar para:  Estabelecer uma relação adequada entre o instrumento escolhido (provas. bem como atuação da instituição frente à operacionalização do seu projeto político-pedagógico. – é abrangente. no instrumento de avaliação. enquanto parceiros na dinâmica do ensino/ aprendizagem. deve ser conhecidos. sejam quais forem (provas. não trabalha apenas com aspectos do aprendizado do conteúdo cognitivo. etc. Assim. – é progressiva.Professores e estudantes. E devem ser discutidos e repensados. os resultados e sua análise. metodologia. com as habilidades desenvolvidas. a avaliação não deve ater-se apenas ao juízo que o professor estabelece do educando. coerente com a forma de ensinar. Nessa perspectiva. precisos. Nesse sentido é dinâmica. compatibilizando-se as habilidades exigidas. também. não só pelo professor mas. pois a avaliação. não devem estar em julgamento apenas o grau de aprendizagem alcançado pelo educando. Afinal. simples. incluindo o procedimental e atitudinal.. contínua e integrada. processual e diagnóstica. voltada para a aprendizagem. para cumprir sua finalidade de reorientação dos processos de aprendizagem. entre professor e educando. em especial do processo ensino-aprendizagem. como em grupo (toda a classe). seminários. muitos outros aspectos relacionados à atitude do professor. exercícios etc. devem participar de todo o processo de avaliação. com os níveis de dificuldade do que foi construído em relação aos objetivos propostos nos Programas de Aprendizagem. mas também. mas também da própria atividade do professor. a avaliação deve apresentar características de continuidade. o instrumento de avaliação deve ser 53 . que conduzam à melhoria da aprendizagem e do currículo. só é verdadeiramente eficiente. etc.

Número de avaliações no semestre: A critério de cada curso. do valor da nota em avaliação individual. sendo em cada unidade: • 80%. sendo: 54 . Para responder ao que é pedido. abrindo espaço para uma relação dialógica e construtiva.  Construir instrumentos que. presencial. critérios claros e precisos do que se quer avaliar. com o instrumento indicado pelo professor. ajudem na construção do conhecimento seja pela demonstração da essencialidade dos conteúdos e sua interrelação. realizado com o professor da disciplina. caso se faça necessário. usando uma linguagem clara e compreensível. com clareza e objetividade. o educando precisa saber com clareza o que está sendo solicitado. 8.2 Critérios de Avaliação da Rede de Ensino FTC A Avaliação. a fim de que compreendam o processo/estágio pessoal de construção dos conhecimentos.compatível. estabelecer. E o que fazer com os resultados? Este é o momento crucial para se desencadear uma série de reflexões junto aos pares (outros docentes e estudantes). para um possível redirecionamento do aprendizado. com o proposto pelo planejamento e mediado pelo docente. viabilizando e colocando-se à disposição do educando.  Quanto ao processo de correção. Número das unidades: Serão 2 (duas) unidades por disciplina (U1 e U2). do valor da nota em avaliação desenvolvida em grupo. É importante a devolução dos instrumentos de avaliação pelo professor. o instrumento de avaliação. seja pelos exercícios inteligentes. na Rede de Ensino FTC. se constitui processo essencial para o aprimoramento constante de toda a dinâmica institucional. antecipadamente.  Elaborar. • 20%. além de avaliarem. ou aprofundamentos cognitivos propostos. em termos de dificuldade.

VMD Criado pela rede de Ensino FTC/ Faculdade da Cidade.Avaliação em Grupo – Até 03 (três) avaliações por unidade. que tem como objetivo identificar o nível de aprendizagem dos estudantes no que concerne às competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares dos cursos..Avaliação Individual – mínimo de 01 (uma) e máximo de 03 (três) avaliações por unidade. A Faculdade da Cidade oferece constantemente aos seus professores oficinas e cursos que os levam na direção de um conhecimento mais aprimorado da ferramenta avaliação. 8. com 1 (uma) casa decimal. Após o período de avaliações da Unidade Letiva. no que se refere a estudos e avaliações pedagógicas. Ela é gerada em formato de caderno. Notas das avaliações: Todas as avaliações terão nota de 0 a 10. Diante de tal iniciativa. por conseguinte todos os alunos matriculados. muito mais numa perspectiva da “confiança na possibilidade do aluno construir as suas próprias verdades. Turismo. valoriza os procedimentos avaliativos. Direito. Contábeis. Os fundamentos estão direcionados muito mais numa perspectiva de “construção”. aferindo as competências e habilidades estabelecidas nas Diretrizes Curriculares dos Cursos e no ENADE. Psicologia e Pedagogia) que participam da avaliação. por disciplina. tem como objetivo identificar o nível da aprendizagem dos estudantes. São dez cursos (Administração. além de qualificar-se na criação de questões mais instigantes e elaboradas. Design Moda e Produto. Publicidade. O projeto VMD (Verificação Multidisciplinar). . O Projeto foi criado em 2009.4 VERIFICAÇÃO MULTIDISCIPLINAR . valorização de suas manifestações e interesses”. Jornalismo. com as questões objetivas das 55 . estabelecendo uma associação com os conteúdos essenciais constantes nas ementas. e já se configura em uma preponderante iniciativa da Instituição. os professores passaram a analisar cuidadosamente seus planejamentos. o aluno deverá responder a Verificação Multidisciplinar (VMD). por disciplina. conceito que segundo Hoffman (2009). O Projeto VMD envolve todos os cursos de graduação em funcionamento das Unidades de Ensino da Faculdade da Cidade e.

com a exceção das disciplinas: Trabalhos Interdisciplinares I. idéias e ementas. III e IV. Luckesi et al (2003). II. costurando pensamentos. formar o jovem e cultuar o passado. Não simplesmente avaliação de momentos. II III e IV. em perspectiva crítica e humana. estaríamos conduzindo com qualificação nosso corpo discente para o ENADE? . Lei 9394/1996. institucionalmente a avaliação tem realizados verdadeiros “rizomas” (DELLEUZE) nas Universidades. adquire seu formato atual.disciplinas cursadas pelo aluno. Cada professor elabora 10 questões da sua disciplina.2026/1996. Implantado através de Medida Provisória em 1995 (MP1018/1995). através do disposto no Dec. destaca uma preocupação sobre avaliação: que ela seja global e de processo. Por outro lado. p. A nota será de 0 a 10. do aprender.1. explicitado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O ensino superior vive um paradoxo ao mesmo tempo. A avaliação dos cursos de graduação é realizada anualmente através desse Exame Nacional de Cursos (ENADE). do fazer.3860/2001. De forma que. quando afirma : a “exigência da avaliação tem crescido na mesma proporção em que aumenta a crise das universidades. Estágio Supervisionado I. é a preocupação da Rede também. corroboramos com o pensamento de Dias Sobrinho (1995. complexo e contraditório. totalizando 40 questões escolhidas dentro do banco de questões. Viver este universo rico. do crescer como gente. Apenas na segunda unidade letiva as notas da Verificação serão computadas. na segunda unidade letiva de 2010. com 1 (uma) casa decimal. em grande parte em virtude das dificuldades orçamentárias e da sua crescente incapacidade de responder satisfatoriamente às múltiplas. 20% correspondente ao peso da Avaliação Individual será atribuído à VMD e os 80% restantes serão atribuídos à(s) avaliação (ões) individual (is) elaboradas pelo professor. preservar tradições e quebrar paradigmas. regulamentado pela Portaria 249/1996 e pelo Dec. manter distância para ver o todo e se aproximar à realidade imediata. tratar da técnica e pensar os limites éticos da tecnologia. Pesquisa e Pratica de Ensino I e II. Todas as disciplinas fazem parte do processo de Verificação Multidisciplinar. mantendo a integridade da instituição. tem que ser contemplativa e crítica. Conforme os Critérios de Avaliação da Rede FTC. complexas e até mesmo contraditórias demandas que lhe são postas”. 56 . E esta. Esta tentativa é envolver o aluno no processo do estudo. 31).

externamente. deixar de comparecer à prova. Ele é aplicado em todo país. O ENADE então faz parte segundo Soares (2009) do processo de Avaliação Institucional. a partir do Cadastro Permanente de Avaliadores Institucionais do Inep. pois.O Exame Nacional de Cursos (ENADE) tem como objetivo medir a aprendizagem realizada em cada curso pelos estudantes de último ano. Ele é obrigatório. todavia. no que concernem as competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares dos cursos. dos seus cursos de graduação e de pós-graduação. recrutados junto à comunidade acadêmica. e não o aluno.0 (dois) e comporá a Média Curricular (MC). realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). A Média da Unidade (MU)será calculada conforme a seguinte fórmula: MU = (8xMAI + 2xMAG) / 10 Sendo: MU = Média da Unidade 57 . da pesquisa e da extensão. esse modelo de avaliação. frente às exigências das diretrizes curriculares. Tal proposta incluiu uma nova avaliação com o objetivo de identificar o nível da aprendizagem dos estudantes. A Avaliação Institucional subsidia o Ministério da Educação (MEC) nas decisões sobre credenciamento e recredenciamento de IES e é iniciada quando as Instituições de Educação Superior dão entrada na SESU destes pedidos.Para cumprir com tal proposta. a organização institucional e as instalações físicas gerais e especiais. mas o aluno pode recusar-se a responder às questões. levando-se em conta três grandes dimensões: o corpo docente. em geral. È Dentro deste cenário nacional. Ela é realizada por uma comissão de professores qualificados e capacitados para esse fim. compreende a análise dos dados e informações prestados pelas Instituições de Ensino Superior (IES) no Formulário Eletrônico e a verificação. com ênfase na(s) biblioteca(s). vem avaliando nova carreira. in loco.2. não pode. como os laboratórios. da realidade institucional. que a rede de Ensino FTC e Faculdade da Cidade implantaram no semestre de 2011. no mês de junho. A Verificação Multidisciplinar terá peso 2. foi imprescindível que cada professor verificasse a necessidade de ajuste das ementas. com a finalidade de avaliar o curso. se isto acontecer. Gradativamente. não receberá seu diploma.

58 . A Avaliação Final (AF) constará de uma avaliação individual envolvendo todo o assunto da disciplina. Tendo realizado a Avaliação Final (AF) do semestre.0 (quatro) estará reprovado sem direito à realização da Avaliação Final (AF).0 (três) estará reprovado sem direito à realização da Verificação Final do Semestre. A Avaliação Final do Semestre (AFS) constará de uma avaliação individual envolvendo todo o assunto da disciplina. calculada conforme a seguinte fórmula: MC = (MU1 X peso 4.0 + MU2 X peso 4. o aluno será aprovado quando obtiver Média Final Curricular (MFC) igual ou superior a 5. conforme a seguinte fórmula: MFC = (MCx peso 6 + AFx peso 4) / 10 Sendo: MFC = Média Final Curricular MC = Média Curricular AF = Avaliação Final Da Aprovação com Verificação Final do Semestre: O educando que obtiver Média Curricular (MC) menor que 3.0 (cinco).0 + VMD X peso 2) / 10 Sendo: MC = Média Curricular MU1 = Média da Unidade Letiva1 MU2 = Média da Unidade Letiva2 Da Aprovação com Verificação Final do Semestre: O aluno que obtiver Média Curricular (MC) menor que 4.0 (sete).MAI = Média aritmética simples da(s) avaliação(ões) individual(is) realizada(s) na unidade MAG = Média aritmética simples da(s) avaliação(ões) em grupo realizada(s) na unidade Da Média Curricular (MC): O aluno será aprovado quando obtiver média curricular no semestre igual ou superior a 7.

8.3.1 Procedimentos de Avaliação Contínua do Processo Ensino- Aprendizagem As práticas de avaliação devem se pautar pelo compromisso. Ela só tem sentido quando se articula ao projeto pedagógico institucional. • alternativas de solução às intervenções inadequadas. Ela é importante para o professor à medida que serve como diagnóstico da situação e indica formas de intervenção no processo. à aprendizagem. com o desenvolvimento das competências que são objetivos na formação.3 Política de Avaliação em relação à Proposta do Curso O aproveitamento é avaliado por meio de avaliações contínuas mantendo o caráter da interdisciplinaridade que é eixo norteador do currículo na formação de professores. Descrevemos algumas formas para avaliar os alunos do Curso de Pedagogia: • identificação e análise de situações educativas e/ou problemas de uma dada realidade. com função de acompanhar o desenvolvimento das disciplinas de todos os cursos de graduação de Pedagogia. A avaliação contínua é Formativa. • elaboração de uma rotina de trabalho semanal a partir de indicadores oferecidos pelo aluno. A avaliação deve aparecer dentro da prática escolar como elemento que promove o conhecimento. de alunos e professores. expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez. • elaboração e execução de projetos e ações didáticas para resolução de problemas identificados num contexto observado. como exprime o regimento em vigor. dentro do processo educativo. visando à aquisição do conhecimento. 59 . mediante avaliações contínuas e interdisciplinares. diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em cada uma delas. O critério do rendimento escolar é feito por disciplina. à reflexão sobre a própria prática. em que se define o significado do ato avaliativo.8. é um elemento essencial na reordenação da prática pedagógica. • definição de intervenções adequadas. A avaliação contínua.

grupos de estudo. visando a identificação e analise de problemas. intercambio de informações.• planejamento de situações didáticas consoantes com um modelo teórico estudado (referencial). • identificação e análise dos diferentes materiais e recursos didáticos. através de exposição oral.. debates em mesa-redonda. • participação em atividades do processo de planejamento global da escola e atividades de ensino e aprendizagem. • participação e discussão de casos. análise e discussão do trabalho de outros professores {experiência) de modo a possibilitar que os alunos do Curso reelaborem o que já sabem e fazem. da sua relação com o aluno. • identificação das variáveis que interferem nas situações formais e não formais de ensino e aprendizagem. espaço e rotinas escolares. programas de radio. • programação de trabalhos em equipe e formação de grupos de estudo para atualização e aprofundamento de conhecimentos. • elaboração de relatórios sobre aspectos estudados. • organização do tempo. palestras. • participação em eventos: cursos. • compreensão do contexto educativo. encontros. jornais. • participação em reuniões avaliativas sobre o uso dos conhecimentos adquiridos na prática escolar. desenvolvendo a capacidade de análise da própria conduta {auto-avaliação). relatórios escritos. 60 . com indicação do aproveitamento obtido. bem como o encaminhamento de soluções. • programação de exposições e atividades culturais com a comunidade. da sua pratica docente. realização de pesquisas e participação em atividades de extensão. como condição para um exercício profissional responsável. vídeos. discutidos e /ou observados em situações de aprendizagem. • observação.. seminários. • elaboração e publicação de registros de experiências e reflexões sobre o trabalho pedagógico produzido pelos alunos em formação {em revistas.).

• programação de trabalhos em equipe e formação de grupos de estudo para atualização e aprofundamento de conhecimentos. 61 . • elaboração e publicação de registros de experiências e reflexões. encontros. • realização de pesquisas e participação em atividades de extensão. • participação em eventos: cursos. com indicação do aproveitamento obtido. palestras. • provas abrangendo questões interdisciplinares. relatórios escritos. bem como o encaminhamento de soluções. através de exposição oral. grupos de estudo. discutidos e/ou observados em situações de aprendizagem. • elaboração de relatórios sobre aspectos estudados. intercâmbio de informações. • auto-avaliação: assiduidade e participação como condição para um exercício profissional responsável. • participação e discussão de casos. debates em mesa-redonda. relatórios e outros instrumentos que possibilitem a investigação contínua e aprendizagens experiências. • pesquisas. seminários. visando a identificação e análise de problemas.

calendário escolar e de avaliação.estrutura necessária para garantir seu perfeito funcionamento. cronogramas. 9. Luiza Olívia Lacerda Ramos portadora de competências. com o compromisso social e político de formar o profissional para exercer a prática da docência competente do ponto de vista humanístico. alunos e funcionários técnicos-administrativos nas atividades de concepção. sistemática de avaliação.9 Administração Acadêmica do curso A Coordenação do Curso será instalada em sala própria. profissional com formação específica para tal. gerenciado pela coordenadora Pedagógica. bem como fomentar o planejamento e a prática interdisciplinar. científico e técnico para atender as necessidades sociais. são realizadas reuniões pedagógicas. Os encontros pedagógicos do curso favorecerão a organização e o pensar da proposta pedagógica de uma Instituição voltada para a formação do profissional e do cidadão do futuro. Como forma de concretizar um modo de ação colegiado. ementas. com os serviços oferecidos pela ASPED – Assessoria Pedagógica. A coordenação lidera a equipe de professores. interdisciplinaridade e acompanhamento do projeto pedagógico. O Coordenador conta. É uma perspectiva de abordagem e reflexão sobre a estrutura curricular. conteúdos programáticos. execução e avaliação da política do curso enquanto mediação para concretização da filosofia institucional e assim o coordenador assume papel fundamental para a concretização das ações acadêmicas.1 Coordenador A coordenação do curso é realizada por um profissional. com e a infra . Para coordenar o Curso de Pedagogia a administração da Faculdade da Cidade indica a Profª Ms. 62 . habilidades e atitudes inerentes à função e cuja síntese do Curriculum Vitae é apresentado em Anexo. dinâmica escolar. ainda. O objetivo das reuniões é integrar professores/alunos/coordenação nas ações para atender as necessidades da Graduação no Curso de Pedagogia. agendadas sistematicamente pelo coordenador do curso com os professores e/ou alunos do curso a cada mês. indicado pela administração e vinculado à Instituição.

de forma que organizar-se. replanejamentos. 9. 3. planejamentos. capacidade de diálogo. acertos. Incentivo à participação. Capacidade didática e flexibilidade. IN: D’ANTOLA. paixão pela ação docente”. Sabemos que uma rotina pedagógica implica em diversos fazeres. Arlette. na sistemática de avaliação adotada. Interesse. postula um espaço para trocas. A prática docente na Universidade. especialmente. deve ser possuidor das seguintes características: 1. O docente do ensino superior. Coerência entre discurso e ação.9. Clareza e objetividade na transmissão de informações. p. As necessidades humanas e o compromisso com a transformação social devem estar presentes na seleção dos conteúdos. tendo em vista a interdisciplinaridade dos conhecimentos teóricos e práticos e o profissional que se deseja formar. Marcos. 5.1 No início de Cada semestre os professes recebem um contrato pedagógico que visa estabelecer uma relação de compromisso firmado entre os atores que compõe o curso: professores. nesse sentido. 4. 7. 6. dinamismo. dedicação. na metodologia de trabalho e. Ensino – Aprendizagem no 3o grau. 8. 22. 2. bem como conhecer suas atribuições torna-se fundamental para um 1 MASSETTO. Preocupação com o educando e seus interesses. Competência.2 Perfil do Corpo Docente A formação de uma equipe de trabalho de professores é o alvo pretendido pelo Curso de Pedagogia e. pertencente ao Curso de Pedagogia. Relacionamento pessoal e amigo. estudantes e Coordenação. São Paulo: EPU. sessões de estudo. 63 . 1992. Segurança e abertura às sugestões e propostas dos educandos. Este contrato tem como objetivo maior em abrir diálogos freqüentes entre os pares que compõem o trabalho pedagógico para discutir o que é bom para todos. discussões. coordenação.

bom conviver no trabalho. 9. . Avaliação e Tecnologias na organização do Trabalho Pedagógico Jaqueline Andrade Tereza Oliveira Marilúcia Magalhães Marilúcia Magalhães José Carlos Rêgo Helyom Viana Teles Jailson Cunha Costa PROFESSOR 40h 40h 40 h 40h 40 h 20 h 30 h CH Especialista Doutora Mestre Mestre Mestre Doutor Especialista TITULAÇÃO Trabalho Interdisciplinar Dirigido II Linguagens e Produção de Texto Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem Avaliação da Aprendizagem Escolar Didática: currículo e planejamento educacional Tecnologias Aplicadas à Educação 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: Espaço escolar formal e não formal Tereza Oliveira Jaqueline Andrade Monica Medeiros Gidélia Alencar Tatiana Dória Tereza Oliveira PROFESSOR 20 h 40 h 40h 20h 40 h 20 h CH Doutora Especialista Especialista Mestre Especialista Doutor TITULAÇÃO Educação Inclusiva Estudo de Libras Educação Emocional Inteligenciologia Filosofia.1) 1º Semestre PROFESSOR Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação CH TITULAÇÃO Língua Portuguesa Metodologia do Trabalho Científico Trabalho Interdisciplinar Dirigido I Aspectos Epistemológicos da Psicologia Formação Pessoal e Social na Infância Fundamentos Sócio Antropológicos da Educação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Didática.3 Dados sobre o Corpo Docente (Matriz em exercício 2010. Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Carla Verônica Vivian Carolina Gilson Vieira Edilane Carvalho Teles Jailson Cunha Costa Mariana Santos PROFESSOR 20 h 08 h 20 h 30 h 30 h 30 h CH Mestre Especialista Mestre Mestre Especialista Mestre TITULAÇÃO Literatura e Prática Pedagógica Estágio Supervisionado I Fundamentos e Didática da Alfabetização Leitura e Produção de Textos Arte e Educação Trabalho Interdisciplinar Dirigido IV Meio Ambiente e sociedade Silvanne Ribeiro Helyom Viana Silvanne Ribeiro Jaqueline Andrade José Carlos Rêgo Silvanne Ribeiro Renato Guizzo 20 h 40 h 20 h 40 h 20 h 20 h 08 h Doutora Doutor Doutor Especialista Mestre Doutora Doutor 64 . No contrato pedagógico expressamos as recomendações adequadas de consagração das atribuições do educador. Ética e Desenvolvimento Humano Trabalho Interdisciplinar Dirigido III 4º Semestre Cultura.

5º Semestre Educação Infantil: Natureza em construção PROFESSOR CH TITULAÇÃO Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Matemática na Educação Infantil Estudos da Sociedade na Educação Infantil Estudos da Linguagem Oral e Escrita na Educação Infantil Estágio Supervisionado II Liderança e Empreendedorismo 6º Semestre Ensino Fundamental: Natureza em construção Silvanne Ribeiro Edilane Teles Cristiane S. Constituem-se elementos importantes do conjunto de objetivos da avaliação instituídos pelo SINAES. Santana Tatiana Doria Cristiane S. Santana José Carlos Rêgo Tatiana Doria Jailson C. Santana Mônica Medeiros PROFESSOR 30 h 30 h 20 h 40 h 30 h 40 h CH Mestra Mestre Doutor Especialista Mestre Especialista TITULAÇÃO Estágio Supervisionado III Ludologia História e Geografia: Conteúdo e Metodologia Língua Portuguesa: Conteúdo e Metodologia Matemática: Conteúdo e Metodologia Cidadania e Interculturalismo Ciências: Conteúdo e Metodologia 7º Semestre Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos Edilane Teles José Carlos Rêgo Cristiane S. Costa Tatiana Doria PROFESSOR 30 h 20 h 30 h 20 h 40 h 30 h 40 h CH Mestre Doutor Mestre Mestre Especialista Especialista Especialista TITULAÇÃO Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Estágio Supervisionado IV Educação em Espaços Não Formais Pedagogia Hospitalar Pesquisa e Prática da Educação I 8º Semestre Construção do conhecimento: saberes a socializar Mariana Santos Jailson Costa Gidélia Alencar Keiko Sasaki Marilúcia Magalhães PROFESSOR 40 h 30 h 20 h 40 h 40 h CH Especialista Especialista Mestre Mestre Mestre TITULAÇÃO Pesquisa e Prática da Educação II Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica Gestão de Instituições Marilúcia Magalhães Tatiana Doria Tatiana Doria Marilúcia Magalhães 40 h 40 h 40 h 40 h Mestre Especialista Especialista Mestre 10 Avaliação e Acompanhamento do Desempenho do Curso A Avaliação Institucional e a Avaliação de Cursos têm compromisso expresso com uma política de Educação Superior que se traduz de maneira sistêmica e holística por meio de instrumentos de avaliação que visam identificar as fragilidades e potencialidades dos cursos e. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. aprimorar a qualidade desses cursos oferecidos pelas Instituições de Ensino Superior. conseguinte. Na concepção do SINAES a 65 .

e o processo de auto-avaliação. incluindo o acesso de portadores de necessidades especiais. A auto-avaliação de cursos é premissa fundamental para o acompanhamento do desempenho dos cursos da instituição.INEP. Seu objetivo é “identificar o mérito e o valor das orientações de caráter estrutural. 2008. Corpo Discente e Corpo Técnico-administrativo e Instalações. programas. pós-graduação e extensão. a responsabilidade social da instituição. Na Avaliação das Condições de Ensino são avaliadas. Corpo Docente. p. a qualidade dos cursos de graduação é verificada por meio da Avaliação das Condições de Ensino. e que perpassam os cursos. a política para ensino. condutoras dos processos avaliativos das IES. a infra-estrutura. Portanto. projetos e departamentos da instituição” (SINAES. e a auto-avaliação institucional orientada. geral e amplo. 66 .Avaliação de Desempenho de Cursos significa construir parâmetros de comparação e questionamento sobre a realidade educacional dos cursos. realizada por comissão de especialistas. de forma crítica e dinâmica. Essas comissões trabalham com a finalidade de articular todos os segmentos acadêmicos e sociedade civil na elaboração e execução de um projeto de avaliação institucional capaz de definir o perfil da instituição de maneira transparente e democrática. Para cada uma das dimensões são atribuídos conceitos numéricos numa escala de um a cinco resultando em conceito único para a avaliação. principalmente. feita pelos próprios estabelecimentos de ensino. A avaliação das instituições de educação superior tem como base a avaliação externa. realizada mediante visitas de comissões de especialistas das respectivas áreas do conhecimento designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira .1). Essa concepção é referência para o desenvolvimento dos processos avaliativos. pesquisa. Órgão vinculado ao Ministério da Educação. regime de contratação e política de capacitação de docentes. A partir da Lei do SINAES (2004) as instituições públicas e privadas constituíram as Comissões Própria de Avaliação (CPAs). respeitando as especificidades das diferentes organizações acadêmicas. entre outros indicadores. três dimensões: Organização Didático-pedagógica. Na Avaliação Institucional são considerados aspectos como a missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).

um Programa de Avaliação Interna de Curso denominado MECidade. Os critérios relacionados à avaliação dos cursos são discutidos pelos diversos segmentos acadêmicos e os indicadores de desempenho devem ser significativos à comunidade acadêmica. Dentro de um contexto construído pela Rede de Ensino FTC e Faculdade da Cidade foi instituído um conjunto de instrumentos de avaliação que norteiam as ações dos diversos setores envolvidos na operacionalização do processo de avaliação dos cursos e o constante acompanhamento do desempenho de seus atores sociais. Além disso. O Projeto de Avaliação Institucional encontra-se à disposição para eventuais consultas. que desenvolve. onde os problemas são levantados e as soluções possíveis são apresentadas e. sistematicamente. para avaliação externa. o Curso contará com a Comissão Própria de Avaliação da IES que anualmente desenvolve o programa de Avaliação Institucional abrangendo a avaliação do docente e de toda a IES. ou seja. contribuindo para o desenvolvimento do País. 67 .1 Procedimentos de Auto-Avaliação do Curso A auto-avaliação do curso é realizada a cada reunião de colegiado. Esses últimos precisam conferir ao processo de avaliação de desempenho dos cursos um caráter utilitário. conseqüentemente. aperfeiçoando o desempenho da IES e. Do mesmo modo a CPA para relatórios circunstanciados sobre o andamento das avaliações. devem subsidiar a tomada de decisão e promoção de mudanças necessárias ao bom desempenho dos cursos ofertados. a Faculdade da Cidade do Salvador conta com o Núcleo Pedagógico. por consistir em uma simulação de visita de comissão Ah Doc. semestralmente.A implementação sistemática e contínua do processo de auto-avaliação torna possível a identificação de aspectos considerados insatisfatórios ou indesejados (segundo o ponto de vista dos docentes e dos educandos da IES) que deverão ser corrigidos ou eliminados. conforme determina o SINAES. 10. Esses instrumentos são desde consultas diretas a docentes e discentes em grupos focais até a utilização de sistemas eletrônicos combinados com outras ferramentas. Além disso. executadas sempre que possível.

pesquisas e orientações acadêmicas aos usuários de toda a comunidade da Rede de Ensino FTC. As Bibliotecas da Rede FTC e Faculdade da Cidade do Salvador são integrantes da Rede Pergamum de Bibliotecas. Possui política de formação do acervo que é analisada e atualizada semestralmente. Está dotada de sistema anti-furto de proteção ao acervo. O seu principal objetivo é a prestação de serviços na área da Informação Científica e Tecnológica. na organização e no partilhamento de conhecimentos. Fitas de Vídeo. tanto para o uso dos alunos quanto para os professores. disponibilizando informação e aproximando pessoas ou instituições envolvidas na geração. O acervo bibliográfico atualmente disponível atende às necessidades básicas e complementares dos cursos e abragem todas as áreas do conhecimento.COMUT. etc. Base de Dados. pesquisa e extensão perpetuadas na Instituição. A biblioteca do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador é entendida como uma rede de relações. reserva.11 Biblioteca As Bibliotecas da Rede de Ensino FTC Faculdade da Cidade do Salvador subsidiam as atividades de ensino. permitem acesso via internet aos serviços de renovação. Possui acervo 100% informatizado composto por Livros. horário de funcionamento sem intervalos inclusive aos sábados. Acervos 68 . Oferecem serviço de Comutação Bibliográfica . acesso à Base de Dados e conexão a internet Wi-Fi em todas as Bibliotecas. salas para estudo em grupo e cabines de estudo individual. Faculdade da Cidade do Salvador e comunidade externa. consulta ao acervo. Estrutura de atendimento 100% automatizada. Mapas. dentre outros itens que integram a sua coleção. Folhetos. DVD’s. O acervo da Biblioteca relativo ao Curso de Pedagogia tem como objetivo facilitar o ensino. TCC’s. fornecendo o material bibliográfico adequado. na produção. Todas as Bibliotecas possuem profissional Bibliotecário com formação acadêmica e colaboradores treinados que estão aptos a prestar suporte para levantamentos bibliográficos. Periódicos CD-ROM.

o acervo contará com títulos de obras de referência.O acervo específico do Curso está formado pelas bibliografias básicas e complementares estabelecidas juntamente com o ementário das disciplinas ofertadas pelo Curso de Pedagogia. e para bibliografia complementar 1 exemplar. a Instituição mantém acervo de livros relacionados às disciplinas dos outros semestres e áreas afins. Além destas. mais especificamente. o número de exemplares adotado para bibliografia básica equivale a 1 exemplar para cada grupo de 10 alunos. visto que a instituição possui pouco tempo de existência. Pretende aumentar seu acervo em média 30% ao ano ou à proporção que forem sendo implementados novos cursos. com fitas de vídeos. multimídia e periódicos voltados para a temática mais geral da educação e. da Docência na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. fundamentais para o referencial teórico. Ofertas do Acervo Em relação ao acervo de livros. Como política de aquisição. 69 . constituindo acervos atualizados. conforme descrito neste projeto. Além de contar com os livros indicados para as disciplinas do primeiro e segundo semestres do curso. Todo o acervo da biblioteca encontra-se em ótimo estado. proporcionando aos alunos materiais para que os mesmos possam desenvolver trabalhos de consultas bibliográficas. estarão disponíveis para o primeiro ano do curso os livros indicados na bibliografia básica e complementar das disciplinas que compõem o primeiro e segundo semestres da grade curricular.

frutas. tesoura. • Vídeo. • CD com música infantil.2. Tal espaço está disponibilizado pra os alunos nos turnos diurno e noturno. • Materiais de artes (tinta. à pesquisa acerca de atividades práticas referentes à doc6encia. dominós. • Fantasias e acessórios. a partir de 2007. CIÊNCIAS NATURAIS. meios de transporte. • Blocos lógicos coloridos. LÍNGUA PORTUGUESA) A construção da sala de atividades multidisciplinares tem como objetivo dar apoio ao Ensino e à Pesquisa. • Quebra cabeças. • Miniaturas plásticas de diferentes temas: bichos.lápis de cera etc) • Sucatas. • Massa de modelar. • Televisão. pessoas. animais. Materiais que compõem a brinquedoteca: • Jogos educativos de 1 a 12 anos: de encaixe (Lego). pincéis. cores. números. GEOGRAFIA. • Aparelho de som. lápis de cor. etc.12 Infra-estrutura Física e Recursos Materiais LUDOTECA A sala de ludoteca é um espaço que funciona em parceria com o curso de Psicologia e tem como objetivo dar apoio ao ensino. 70 .memória. HISTÓRIA. • Livros de história infantil de diversas faixas etárias. SALAS DE ATIVIDADES MULTIDISCIPLINARES (MATEMÁTICA. • Dentre outros. com palavras. • Fantoches. quebra-cabeça.

Como pode um peixe vivo viver fora d´agua fria: Formação de Professores para uma Prática Educativa Lúdica. Pelotas. p.) Formação Reflexiva de Professores: estratégias de supervisão. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 1992. Lisboa. GADOTTI. Belo Horizonte. Porto Alegre: Artes Médicas. Isabel. 2. (Org. BICUDO. (Org. ALARCÃO. 1997.. O currículo: Uma reflexão sobre a prática .L. ENCONTRO NACIONAL DA ANFOPE.A. Campinas. 1999. HUBERMAN. O. São Paulo: Cortez. Porto: Porto. Como se realizam as mudanças em educação. Salvador: PPGE-FACED-UFBA. Izabel (Org. SP. 1978. Porto: SPCE. Cadernos de Educação. ALARCÃO. A. São Paulo: Cortez. Belo Horizonte: ANFOPE.C. LEITE. RAMOS. 1991. Profissão professor. DF. In: SOCIEDADE PORTUGUESA DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO. Brasília. Rosemary. 2002. Porto Alegre: ARTMED. ano V. Campinas: Papirus. Rio de Janeiro: Revan. 1997. 1997. CARBONELL. 1983. 22. MASSETTO. Educação Brasileira. In:BRZEZINSKI.). CASTANHO. Ensino – Aprendizagem no 3o grau. 1973.M. 2002. História da educação no Brasil: 1930-1973. 1998. 11. 23. Arlette.E. 109-139. Decisões nas políticas e práticas educativas. Paris: UNESCO. 1999a. et alli. NÓVOA. 3a ed. João. n. O que há de novo na educação superior: do projeto pedagógico à prática transformadora.).br/anfope BENAVENTE. Portugal: Porto. Inovação na zona cinzenta da transição. jan.. A prática docente na Universidade. Revista Brasileira de Educação no 10. 4. jan. Goiânia: ENDIPE. A construção do projeto educativo de escola: estudos de caso no ensino básico. 159-190. O papel do supervisor no desenvolvimento do professor reflexivo: estratégias de supervisão.I./abr. Goiânia. Isabel (Org.fae. AMARAL. 89-122. J. et al. São Paulo: EPU. agosto 1999 http://lite. 2001. D. Para o estudo sócio-histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. 1996. Contribuição da didática para a formação de professores: reflexões sobre o seu ensino. ed. p. n. Teoria e Educação. 6.M. 2002. 2002. 11-22. In: ALARÇÃO. A. São Paulo: Ática. Selma G. Márcia A. Moacir. 1996.B. “Institutos superiores de educação na nova LDB”. n. v. São Paulo: Anped. v. 1991p 35 REIS SILVA Jr.C. Porto Alegre: Artmed. (Org./mar. As ciências da educação e a inovação das práticas educativas. GADOTTI. Formação reflexiva de professores. A. A. Avaliação da aprendizagem escolar. Maria João. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. M. Lisboa. A aventura de inovar: a mudança na escola. M.(org. SACRISTÁN. 1992. SGUISSARDI. 1985. CASTANHO. I. Coleção CIDINE. NÓVOA. (digit. CIONAL DE DIDATICA E PRATICA DE ENSINO. In: PIMENTA. 71 . 8. Marcos. Porto Alegre. 2003 Rivière. p. Reestruturação acadêmica e desenvolvimento regional.). Jorge. “Reconfiguração da educação superior no Brasil e redefinição das esferas pública e privada nos anos 90”.V. Os donos do saber: profissões e monopólios profissionais. 2001. nº 11. DINIZ. NOGUEIRA. ROMANELLI.Referências AGUIAR. Valdemar. A.). p. o século XXI. São Paulo: Cortez. jun. LDB interpretada: Diversos olhares se entrecruzam. 1996./fev. LUCKESI. Campinas: Papirus. Portugal: Porto. Tese de Doutorado.) COSTA./fev. M. 1997.G.. Boletim da ANFOPE. S.Educação e compromisso. MADEIRA. Concepção dialética da educação. Documento final: Formação de profissionais na educação: desafios para GADOTTI. 8. Petrópolis: Vozes. 2000. A. 1995. Currículo e identidade institucional. In: D’ANTOLA. 46. p. Moacir.unicamp. Cipriano Carlos. Pensamento pedagógico brasileiro. São Paulo: Cortez Editora. 1996. M.). ANFOPE. J.

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Conselho Pleno.______ . Parecer nº 492. de 02 de outubro de 2001. de 03 de abril de 2001. Parecer nº 28. ______ . 73 . Conselho Pleno. Conselho Nacional de Educação. Conselho Nacional de Educação.

Anexos 14.1 ANEXO A TÍTULO: Ementas e Bibliografias – Atual 14.7 ANEXO G TÍTULO: Regulamento de Estágio Supervisionado 74 .5 ANEXO E TÍTULO: Contrato Pedagógico 14.6 ANEXO F TÍTULO: Regulamento de TCC 14.4 ANEXO D TÍTULO: Regulamento de Atividade Complementar 14. 14.2 ANEXO B TÍTULO: Ementas e Bibliografias – Aprovadas pelo MEC 14.3 ANEXO C TÍTULO: Projeto de Prática Pedagógica.

Ementas e Bibliografias .Atual a EMENTÁRIO CURSO DE PEDAGOGIA REDE DE ENSINO 75 2008.14.1 ANEXO A TÍTULO.2 .

2002. São Paulo: Atlas. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. A. 2004. J. CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO EMENTA Estudo da criatividade e inovação como elementos fundamentais no processo de desenvolvimento social. PRIMACK. BARBIERE. Direito do Ambiente: doutrina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS. Análise das barreiras à criatividade e inovação e estratégias sistêmicas para sua superação.T. Uma incursão humanista na questão ambiental.). Victor.C. R. 76 . ed. e RODRIGUES.. J. C. Biologia da conservação. 2001. Coordenação-Geral: Ana Lúcia Tostes de Aquino Leite e Nana Mininni-Medina. O outro lado do meio ambiente. LIPPI. Inovações nas organizações empresariais. Criatividade: descobrindo e encorajando. (Org. história. Organizações inovadoras: estudos e casos brasileiros. Solange. MARBURG... Londrina: E. 2. problemas e alternativas. R.. 2003. Campinas: PSY. R. 2. Moysés. Álvares. As abordagens Teóricas e práticas sobre criatividade e inovação. São Paulo: Atlas S.. LUTZ. S. E. 2003. Rio de Janeiro. 2003.. Qualidade da criatividade. COIMBRA. 2001. 5v.. WECHSLER. GOLDMAN. F. 2002. São Paulo: DVS. C. São Paulo: Millennium.. L.A. E. jurisprudência. ed. glossário. 1998. 2006. A. Gestão ambiental empresarial: conceitos. MIRSHAWKA. Educação ambiental: curso básico à distância: questões ambientais: conceitos. SIMANTOB. TACHIZAWA. MEDINA-MININI. E.2ª MATRIZ_2008. L.A. São Paulo: Saraiva.1 1º SEMESTRE MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE EMENTA: A importância do desenvolvimento sustentável para as sociedades modernas e a necessidade de integração dos conceitos ambientais visando equacionar o binômio crescimento econômico x consolidação dos recursos naturais. LEITE. São Paulo: Globo. T. São Paulo: Cultrix. CAPRA. Rodrigues. Roberta. Guia Valor Econômico de inovação nas empresas. São Paulo: Revista dos Tribunais. A. prática. COMPLEMENTAR BARBIERI.T. 2. COMPLEMENTAR MILARÉ. profissional e pessoal. Brasília: MMA. 2007. 2001. A inovação nas organizações que aprendem. modelos e instrumentos. In: Barbieri. FGV Editora. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. Ecomanagement: gerenciamento ecológico. CALLENBACH. J. A. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIRSHAWKA Jr. J. Gestão da mudança. B. ed. C.

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Leitura ativa. Nelly. COMPLEMENTAR: BAGNO. São Paulo: Moderna. MACHADO. ed. 5. ZILBERMAN. Prática da literatura na escola. Gramática do Texto. Relação entre o ler. 90 . Escrever sem doer. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO. São Paulo: Loyola. CLAVER. 1995. São Paulo: Ática. José Luiz. Leitura na escola e na biblioteca. Novaes. 1988. Contar Histórias: uma arte sem idade. Problemas de Redação. 2000. Marcos. analítica e crítica de textos. Ana Maria. SILVA. 2002. LAJOLO. FIORIN. Papel da ilustração nos livros de literatura. 11. 1999. lingüísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARTHES. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EMENTA: Estratégias de leitura e escrita em diferentes tipos e gêneros textuais adequados às condições de produção e recepção. como se faz. Importância da literatura no processo de alfabetização. A Literatura Infantil na Escola. Betty. 2. CAMPEDELLI. São Paulo: Ática. Alcir. PÉCORA. 4. Belo Horizonte: UFMG. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. PALO. 5. 2002. São Paulo: Global. O prazer do texto. Oficina de Redação. R. São Paulo: Martins Fontes. Rio de Janeiro: Objetiva. 2004. 3. 1994. ed. Ronald.ed. OLIVEIRA. e ZILBERMAN. Preconceito lingüístico: como é. Elementos de estruturação de um texto. São Paulo: Ática. Coesão e coerência textual. 2003. Aspectos cognitivos. Linguagem e ideologia. São Paulo: Saraiva. Literatura Infantil: teoria. 2003. R. 2000. Maria José. Como e porque ler os clássicos universais desde cedo. Literatura infantil: voz de criança. Literatura infantil brasileira: história & histórias. 2000. Autores e obras representativos da literatura para crianças. A. semânticos e discursivos no processo de produção de sentido e no processo de produção de textos escritos. o pensar e o escrever. Roland. São Paulo: Scipione. análise. Maria Rosa Duarte. Campinas: Papirus. didática. ed.ed. Samira Youseff. 1998. I.LITERATURA E PRÁTICA PEDAGÓGICA EMENTA: Literatura e o significado social para infância: do imaginário ao real. MACHADO. São Paulo: Perspectiva. COMPLEMENTAR COELHO. jovens e adultos. Docente como mediador da leitura e do prazer de ler. M. texto da gramática. São Paulo: Ática. Ezequiel.ed. 1999.

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Atividades na pré-escola. históricos e culturais. ed. ed. São Paulo: Scipione. KATO. desenho animado. COMPLEMENTAR: ABRAMOVICK. 1999. Idalina Ladeira. 1988. Antônio. ed. E. São Paulo: Ática. Porto Alegre: Artes Médicas. refletindo sobre os objetivos. I. São Paulo: Ática. 1989. São Paulo: Scipione. 92 . PERREL Ó. Estratégias de leitura. orientações metodológicas e avaliação dos conhecimentos relacionados a esta área. São Paulo: Loyola. Mary Aizawa (Org. São Paulo: Ática. ed. CHALUB. Literatura Infantil. conteúdo. Sarah P. Valorização das várias formas de linguagem: os gestos. 17. GIL NETO. S. R. propondo atividades interdisciplinares. Porto Alegre: Artes Médicas. 3. I. ed. 1999. Literatura infantil brasileira: história & histórias. São Paulo: Saraiva. 1994. A produção de textos na escola: uma trajetória da palavra. MACHADO. Belo Horizonte: Imprensa Oficial. e ZILBERMAN. ESTUDOS DA SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Aponta a importância do estudo sobre a sociedade nas classes de educação infantil. Campinas: Pontes. F. FERREIRA. O aprendizado da leitura. Mary. L. orientação metodológica e avaliação do ensino na educação infantil. KATO. São Paulo: Scipione. Cidadania e competitividade da escola: desafios educacionais no terceiro milênio. Giomar Mello. gostosuras e bobices. 1998. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALKINS. 1998. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. LAJOLO.COMPLEMENTAR: NAMO. ed. sua importância. 4. 1. a oralidade e a escrita. Jorge Solivellas. 1988. fotografia e cinema enquanto diferentes gêneros e formas discursivas a serem exploradas pela criança. A arte de ensinar a escrever. M. ed. A concepção da escrita pela criança. São Paulo: Cortez. pintura. 1994. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. conteúdos. 1995. 1999. nfantil brasileira: história & histórias. 1998.). Souza. enfatizando os aspectos geográficos. São Paulo: Ática. 6. SOLÉ. CALDAS. objetivos. A. Funções da linguagem. 1998. I. 5º SEMESTRE ESTUDOS DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Estuda o desenvolvimento da linguagem oral e escrita na educação infantil: as concepções acerca de sua aquisição pelas crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos. A. MACHADO. 2002. 5. 4. Pedagogia do estágio: experiências de formação profissional.

Ciências na educação infantil. Algumas atividades. C. 1996. CAVALCANTE. Demetrio. Geografia. 1999. M. COMPLEMENTAR: CABRINI. São Paulo: Brasiliense. São Paulo: Cortez. et al. 1998. Escola e Construção de conhecimentos. Porto Alegre: Editora Mediação. Perceber a sala de aula como espaço de produção de conhecimentos sobre a natureza e a ciência e a problematização como estratégia de trabalho nas Ciências Naturais. PENTEADO. A.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRASIL. São Paulo: Contexto. CARLOS. 1995. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRASIL. (Org). Referenciais Curriculares Nacionais. DELIZOICOV. Ensino de ciências.).) Ciências nas salas de aula. KOFF. SILVA. São Paulo: Cortez. Daisy L. 2002. HARLAN. refletindo sobre os objetivos. O Ensino de história: revisão urgente. Campinas: Papirus. COMPLEMENTAR: CARVALHO. Antonio Carlos (Org. Brasília: MEC/SEF. D. Metodologia do ensino: geografia e história. 1999. São Paulo: Cortez. 93 . Ministério da Educação e Desportos. Repensando a História. NUNES. 2003. Ana Fani Alessandri (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no Cotidiano. GIL-PEREZ. Heloisa Dupas. ESTUDOS DA NATUREZA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Aponta a importância do estudo sobre a natureza nas classes de educação infantil. 1998. Brasília: MEC/SEF. conteúdos. Carlos Alberto. CASTROGIOVANNI. Porto Alegre: Mediação. Goiânia: UFG. Referenciais Curriculares Nacionais. Novos caminhos da geografia. A questão ambiental e o estudo de Ciências. Rio de Janeiro: Lê. Formação de professores de ciências. orientações metodológicas e avaliação dos conhecimentos relacionados a esta área. Porto Alegre: Artes Médicas. 1998. Anna Maria Pessoa de. Ministério da Educação e Desportos. (Org. 1996. Metodologia do ensino de história e geografia. Jean. Rio de Janeiro: Nobel. E. OLIVERIA. Daniel. 1997. Lana de Souza. 2000. 1995. 1998.

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Regulamentos da Metodologia Científica. 7º SEMESTRE PESQUISA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO_I EMENTA: Pesquisa em Educação: abordagens. educação permanente. 2001. ed. estudando o educando adulto em seus vários aspectos: biopsicológico. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. São Paulo: Papirus. PÁDUA. o estudante também desenvolverá o projeto de Estágio. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. LAKATOS. 1996. Elizabete. Projeto de pesquisa educacional. educação na terceira idade. ed. São Paulo: Atlas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRÉ. Metodologia da Pesquisa. CHIZZOTTI. Howard S. Concomitante. São Paulo: Trajetória Cultural. 2000. MARCONI. Porto Alegre: Artes Médicas. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. 1987. Técnicas de Pesquisa. A simbologia do movimento. 1991. 5. educação supletiva. COMPLEMENTAR BECKER. São Paulo: E. Menga. 1986. Eva Maria. São Paulo: Papirus. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas. Tradução Marco Estevão e Renato Aguiar. Pesquisa em Ciência humanas e sociais. Marli e LUDCKE. Jogos em grupo. 1995. Além desta atividade. J. INÁCIO FILHO. Belo Horizonte: Interlivros. a docência na classe observada e o relatório de Estágio. 1997. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA: Atividade de Docência Compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental: estudante co-participará e atuará como regente no cotidiano de uma instituição de Ensino Fundamental em turmas do 1º ao 5º ano. analisando as 98 . FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EMENTA: Educação de jovens e adultos em suas diferentes formas: educação popular. São Paulo: Hucitec. C. Educação psicomotora: a psicocinética na idade escolar. 4. LAPIERRE & AUCOUTURIER. Geraldo. 1996. A Monografia na Universidade. LE BOULCH. e DEVRIES. São Paulo: Cortez. SALOMON. 2002. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas.KAMII. Délcio Vieira..U. ed.P. R. Porto Alegre: Artes Médicas. Antonio. 3. político-social e cultural. Marina de Andrade.

Desafios da educação de jovens e adultos. Impactos sobre o associativismo do terceiro setor. Ronalda Barreto. Joffre. M.educacional. GADOTTI. São Paulo: Perspectiva. Rio de Janeiro: Paz e Terra. psicológicos e relacionais da criança e do adolescente hospitalizado. Educação Não Formal e Cultura Política. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBUQUERQUE. Stela C. S. G. Moacir. Eliana Borges de. Maria da Glória . 2001. COMPLEMENTAR GOHN. Alfabetização: leitura do mundo. COMPLEMENTAR FREIRE. 2003. ROMÃO. Telma Ferraz. O Jovem como sujeito de uma aprendizagem de sobrevivência numa sociedade letrada: a questão da auto – estima. IPF 1999. 2005. 1999 GADOTTI. Movimentos Sociais. São Paulo: Cortez. LEAL. ONGs e redes solidárias: projetos e ações. SILVA. Paulo. do preconceito e da discriminação. FERNANDES. Educação sócio. São Paulo: Cortez. Campinas. Educação escolar de jovens e adultos. Subsídios para a organização de serviços pedagógicos em ambiente hospitalar. Legislação (leis. SIMSON. Educação Comunitária Além do Estado e do Mercado? São Paulo. leitura da palavra. Educação Rural. PICONEZ. 2002. 2002. 1976. 2003. SP: Editora da Unicamp/Centro de Memória. Prática e Proposta. FREIRE. 2001. São Paulo: Papirus. Margareth Brandini. Cortez. Paulo. Gerontologia Educacional. Educação não – formal e cultura política . Rio de Janeiro: Paz e Terra. As principais Instituições que atuam na área da Educação não formal. 99 . Moacir. PARK. São Paulo: Autêntica. 1992. Donaldo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOHN. Moacir . DUMAZEDIER. decretos. Renata Sieiro (orgs) Educação Não-formal cenários da criação. São Paulo: Cortez. pareceres sobre as questões de internação hospitalar).progressista. Autores Associados 2003. resoluções. José Eustáquio. Olga Rodrigues de Moraes von. Aspectos afetivos. MACEDO. Pedagogia da esperança. EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS EMENTA: A Educação não Formal: conceito e função sócio. PEDAGOGIA HOSPITALAR EMENTA: Direitos educacionais do aluno em situação de internação hospitalar. Caminhos e significados da educação popular em diferentes Contextos. Educação de Jovens e Adultos: Teoria. portarias. Evolução histórica da Educação não formal: Educação popular. Educação indígena. Lazer e cultura popular. Escola Cidadã.perspectivas atuais e a alfabetização de jovens e adultos proposta por Paulo Freire: Antropologia e EJA. Paulo. GADOTTI. Bertholo.

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l Ementas e Bibliografias Curso de Pedagogia – Licenciatura em Educação Infantil e Ensino Fundamental SALVADOR .BAHIA .BRASIL MARÇO DE 2007 104 .

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L. 1990. A. 1993. F. São Paulo: Edusp. e GIL PÉRES. DAVIS. P. Metodologia do ensino de ciências. A geografia escolar: conteúdos e/ou objetivos? In: Caderno Prudentino de Geografia. MACHADO. BRASIL. Pensando o espaço do homem. A. 1979. A ciência através dos tempos. BIBLIOGRAFIA Básica ALMEIDA. 1992. M. 17. 1990. CHASSOT. DELIZOICOV. 1990. 1992. O ensino de ciências no 1º grau. et alii. 1989. Revista de Ensino de Ciências. Secretaria de educação fundamental. A redescoberta da natureza. 7 v. e PASSINI. 1988. HISTÓRIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Caracterização da área de História. FRACALANZA. COMPLEMENTAR: CHISTOFOFOCETTI. M. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. Ciências e valores humanos. O espaço geográfico e o conhecimento geográfico: sua importância social. Culturas do povo: sociedade e cultura no início da França moderna. E. Natalie Zenon. São Paulo: Difel. M. FIGUEIREDO. 1991. n. J. São Paulo: Contexto. Conteúdos de geografia: critérios de seleção e organização. D. Roger. In: Revista Geografia e Ensino. Belo Horizonte: Itatiaia. 1989. São Paulo: Atual. 1986. (org. Presidente Prudente: AGB. A avaliação no Ensino de História. São Paulo: Cortez. Conteúdos de história: critérios de seleção e organização. Ciência na história. Y. Espaço geográfico: ensino e representação. A avaliação no Ensino de Geografia. 1993. D. M. É importante ensinar ciências desde as primeiras séries. Estudo e valorização da cultura afro-brasileira nas escolas. Parâmetros curriculares Nacionais : ciências naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 BRONOWSKY.BIBLIOGRAFIA Básica BRASIL. São Paulo: Cortez. Aula inaugural da FFLCH/USP. métodos e recursos didáticos. Aprender e ensinar história no Ensino Fundamental. nov. Aspectos do desenvolvimento sustentável. J. O conhecimento histórico: concepções de tempo e de tempo histórico. São Paulo: Moderna. São Paulo: Contexto. CARVALHO. Complementar BERNAL. 1994. A. Funbec. Secretaria de educação fundamental. São Paulo: Hucitec. 1978. e ANGOTTI. O estudo da paisagem: uma abordagem perspectiva. SANTOS. T. C. MENDONÇA. (8):37-45. BIBLIOGRAFIA: Básica BRASIL. J. Lisboa e Rio de Janeiro: DIFEL e Bertrand. Parâmetros curriculares Nacionais : História/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 CHARTIER. Aprender e ensinar geografia no Ensino Fundamental. H. Perspectivas da geografia. GEOGRAFIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Caracterização da área de Geografia.). Geografia e meio ambiente. R. Parâmetros curriculares Nacionais : Geografia/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 PEREIRA. 115 . Rio de Janeiro: Paz e Terra. Métodos e recursos didáticos. __________. A. D. Secretaria de educação fundamental. 1995. A história cultural entre práticas e representações. Com base nos Parâmetros Curriculares. A. Lisboa: Horizonte. P. D. D. C.

histórico e modalidades da pedagogia de projetos. Complementar CARVALHO. a abordagem interdisciplinar como mudança de atitude. o diálogo entre os diferentes as diferentes áreas do saber. A formação do professor e a prática de ensino. A observação do trabalho didático desenvolvido em instituições nãoescolares. Porto: Edições 70. LAVILLE. edição. Planejamento e práxis profissional. v. BIBLIOGRAFIA Básica VASCONCELLOS. RIOS. 1990. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios.). São Paulo: Papirus. História e memória. A. Aplicações de princípios científicos no planejamento do processo ensinoaprendizagem. 2001. Determinação de objetivos. CABRINI. Planejamento . Rio de Janeiro. s/d.(Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).Complementar LE GOFF. Campinas: Ed. O ensino de história: revisão urgente. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA: O significado do estágio. 1998. Ilma Passos e FONSECA. ________. A pesquisa como eixo da abordagem de ensino por projetos. 2002. demandas legais para a construção do currículo. objetivos. Ética e Competência. Bertholo (Coord. MACHADO. São Paulo: Cortez. São Paulo. elementos estruturantes do currículo. edição. Selma G. Porto Alegre: Artes Médicas. VASCONCELLOS. Celso dos S. delineamento da ação didática e avaliação. Repensando a didática. Epistemologia e Didática. 116 .). Pioneira. Nilson J. 12a. NADAI. HELLER. edição. Campinas: Papirus. 2002. São Paulo: Cortez. Ilma P(org. Planejamento dialógico: como construir o projeto político pedagógico da escola. J. São Paulo: Libertad. Celso dos S. Terezinha Azerêdo. 1972. 2002. 1999. O planejamento como elemento potencializador e organizador do trabalho pedagógico: conteúdos. 1999. O cotidiano e a história. PIMENTA. C. Dimensões do planejamento. Complementar ALENCASTRO. Ed. métodos e técnicas de ensino e avaliação do processo ensinoaprendizagem. Coordenação do Trabalho Pedagógico . Reflexões sobre a história. 2a. 1996. 1986. Ana Maria Pessoa. Helena Costa de. UNICAMP. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 99-116. 2002. Rio de Janeiro: Paz e Terra. São Paulo: Papirus. Paulo Roberto. 1986. Christian.Do projeto políticopedagógico ao cotidiano da sala de aula.Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto PolíticoPedagógico. 11. p. São Paulo: Brasiliense. VEIGA. 2002. BIBLIOGRAFIA Básica FREITAS. Stela C. Marília (Orgs. E. São Paulo: Libertad. PADILHA. 5a. São Paulo: Cortez. 2002. dimensões do currículo. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. São Paulo: Cortez. As dimensões do projeto político pedagógico. escolha do conteúdo programático. Revista Brasileira de História.). Professor Reflexivo no Brasil. A escola pública contemporânea: propostas curriculares e ensino de história. São Paulo: Papirus. O projeto de estágio e os elementos constituintes da prática docente. PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO EMENTA: Concepção de currículo: histórico e perspectivas. DIDÁTICA: CURRÍCULO. et alii. PICONEZ. 2001.

leitura da palavra. 1998. político-social e cultural. 1988. Pedagogia da esperança. educação na terceira idade. Complementar COELHO. educação supletiva. Maria José. 2002. Sala de aula: que espaço é este? 17. 2003. 2003. 1995. estudando o educando adulto em seus vários aspectos: biopsicológico. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2005. São Paulo: Ática. Betty. BIBLIOGRAFIA Básica COELHO. São Paulo: Cortez. analisando as perspectivas atuais e a alfabetização de jovens e adultos proposta por Paulo Freire: Antropologia e EJA. GADOTTI. 5º SEMESTRE LITERATURA E PRÁTICA PEDAGÓGICA EMENTA: Literatura e o significado social para infância: do imaginário ao real. 2000. 11. SILVA. 1994. Novaes. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 117 . São Paulo: Ática. GADOTTI. PALO. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Paulo. Importância da literatura no processo de alfabetização. Moacir. Prática e Proposta. e ZILBERMAN. José Eustáquio. didática. FREIRE. Relação entre o ler. ed. São Paulo: Global. R. Complementar FREIRE. jovens e adultos. ZILBERMAN. A. R. Autores e obras representativos da literatura para crianças . Literatura Infantil: teoria. 5. São Paulo: Cortez. M. 1992. Desafios da educação de jovens e adultos. LAJOLO. São Paulo: Moderna. OLIVEIRA. São Paulo: Ática. Educação escolar de jovens e adultos. Básica ALBUQUERQUE. análise. Prática da literatura na escola. Paulo. São Paulo: Scipione. A Literatura Infantil na Escola. Contar Histórias: uma arte sem idade. Stela C. Telma Ferraz. Campinas: Papirus. 2003. São Paulo: Autêntica. Moacir. São Paulo: Papirus. Leitura na escola e na biblioteca. São Paulo: Papirus. MACHADO. Donaldo. Bertholo. MACEDO. Educação de Jovens e Adultos: Teoria. LEAL. 2002. educação permanente. Escola Cidadã. 2003. Docente como mediador da leitura e do prazer de ler. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. ed. ed. Alfabetização: leitura do mundo. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EMENTA: Educação de jovens e adultos em suas diferentes formas: educação popular. Nelly. ROMÃO. Regis. 2003. PICONEZ. Eliana Borges de. Ezequiel. Literatura infantil brasileira: história & histórias. Literatura infantil: voz de criança. o pensar e o escrever. Papel da ilustração nos livros de literatura. 4. Maria Rosa Duarte. I.MORAIS. ed.

v. S.. Artmed: Porto Alegre. Rumo a uma avaliação inclusiva.B..EMENTA: Aspectos gerais da inclusão. Adolescência: Problemas mais comuns In: DUNCAN. CARVALHO. Elaboração de propostas práticas para o ensino fundamental em consonância com as demais áreas do currículo e ou temas transversais. Estatuto da Criança e do Adolescente. o adolescente. M. São Paulo: Perspectiva. SCHIMIDT. R. Secretaria do Estado Social e do Desenvolvimento Social e da Família. terminologia e classificação das excepcionalidades.) Medicina Ambulatorial: Condutas de Atenção Primária Baseada em Evidências. Promoção e proteção da saúde da criança e do adolescente. O ensino da arte e sua história. 2004. A nova LDB e a educação especial. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. identificando os tipos de problemas educacionais existentes. Rio de Janeiro: VWA. desde as précientíficas às atuais. 1997. EDUCAÇÃO E SAÚDE Integralidade de atenção à Saúde. São Paulo: FEUSP. musical).. 3. Arte e conhecimento: ver. Concepções para o ensino de Arte no ensino fundamental.12. 2004 BIBLIOGRAFIA COPLEMENTAR FEIJO. 1983. Parâmetros curriculares Nacionais : Artes / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 BARBOSA. R. ARTEMD. E. E.J.. BIBLIOGRAFIA Básica BARBOSA. Secretaria de educação fundamental. SEMEGHINI. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. imaginar. São Paulo: MAC/USP. Conceito. 1999. 3ª edição. A. SCHIMIDT M. Luis de Miranda. pp: 328-339.C.R. Integrar/incluir: desafio para a escola atual. Edler.R. 2000. M. A. (Org. BIBLIOGRAFIA Básica COLL. 1998.. 1990.O. Participação em eventos culturais da comunidade local e ou outras. e SALES. fev/abr. teatral. 1997. Assistência integral à saúde da mulher e do adulto. Porto: Porto. C. Marcos J. ed. Javier Onrubia.“Construindo a garantia de direitos . as concepções de portadores de necessidades especiais. ano 3. M. COSTA. Arte e educação. Cap. J. BAUMEL. A. R. Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. 3. C.I. B. BRONOWSKI. Vivência do fazer. MARCHESI. criar. GONI. (Org). GIULIANI E. Porto Alegre: Artes Médicas. 1981. J. H. São Paulo: Martins Fontes. Avaliação em arte.” DUNCAN B. Especificidades do comportamento do portador de necessidades especiais na família e na sociedade e delineia o perfil do professor dessas crianças. apreciar e refletir arte nas diferentes linguagens (visual. BIBLIOGRAFIA: Básica Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA . Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseada em evidências.. 118 . o adulto e o idoso no contexto da família (MS 2000 – PSF) ARTE E EDUCAÇÃO: CONTEÚDO E METODOLOGIA EMENTA Histórico do ensino de arte. n.B.J.I. In: Revista Pátio.SC. BRASIL. CORREIA. Complementar ARIES. GIUGLIANI. educação e saúde. Abordagem da família: a criança.. (orgs. 2004. Arte-educação no Brasil.. São Paulo: PME. M. modelos de cuidados à saúde. P. M. Das origens ao modernismo. 2. Rio de Janeiro: Guanabara. Cidades saudáveis. Complementar MAZZOTTA. R.). História social da criança e da família. sugerindo técnicas de modificação do comportamento no ensino especial. Indicadores de qualidade de vida. PALACIOS.

A Prática dos Orientadores Educacionais. Rio de Janeiro: Globo. L. 1987. 1994. J. Celestino A. São Paulo: Companhia Editora Nacional. O. M. (org. M. São Paulo. P. Nove Olhares sobre a Supervisão. Planejamento Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto Educativo. 6º SEMESTRE 119 . Libertad. CALABRESE. Cortez. Vozes. BIBLIOGRAFIA Básica: ALVES.__________. Celso dos S. Campinas (SP) Papirus Editora. 1987. 1996 GRINSPUN. SIVA. 1998. Papirus Editora.. 1995. Complementar: APEOESP . J. através de regência em sala de aula de uma turma dos anos iniciais do Ensino o Fundamental. Petrópolis. São Paulo. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas. Princípios básicos de currículo e ensino. 1974. VASCONCELLOS.Z\\ COORDENAÇÃO DO TRABALHO ESCOLAR EMENTA: Coordenar o trabalho na unidade escolar e no sistema de ensino. 1985. Mary (orgs). OYAFUSO. e RANGEL. Eny. 1997 (Nº 05). Compreensão do papel social do currículo escolar na formação dos educandos. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA: Atividade de observação e docência compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e EJA – 1 ciclo.). São Paulo. Mudanças de Comportamentos e Atitudes: implicações para a prática escolar. Nilda (org. Diferenças e Preconceitos na Escola: alternativas teóricos-práticas. 1995. Projeto Político-Pedagógico da Escola uma construção possível. Akiko e MAIA. Princípios e os elementos constitutivos do trabalho de coordenação pedagógica e de orientação educacional. 1997. Cortez Ed. A linguagem da arte. AQUINO. O processo da educação. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores. 1994.). Coperatica Técnica Educacional. Psicopedagogia e Realidade Escolar: o problema escolar e de aprendizagem. Campinas (SP). 1996.) Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola. TYLER. VEIGA. o desenvolvimento do currículo e o atendimento às necessidades individuais dos alunos. Cortez/Autores Associados. B.caminho para autonomia. C. São Paulo. Plano Escolar . São Paulo. Lima P. SCOZ. São Paulo. S.As Inovações Introduzidas pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. tendo como eixos a construção partilhada do projeto educacional da escola. Porto Alegre. São Paulo. (org. São Paulo. R. S.Um Caminho Metodológico. Zippin. As origens do conhecimento e da imaginação. R. APEOESP . Summus.O Trabalho do Professor Coordenador Pedagógico . Coordenação do trabalho na unidade escolar e seus desdobramentos no plano de curso e no projeto pedagógico. 1984. 1998. BRUNER. SILVA JR. A. tendo o apoio de um professor orientador. Brasília: Editora da UNB.

PROFISSIONALISMO E ÉTICA NA DOCÊNCIA EMENTA: Conceitos e concepções de ética e profissionalismo. A conduta desenvolvida com profissionalismo. Trabalho docente e profissionalismo. Educação moral, limites e disciplina escolar. Autonomia moral. Ética e valores. Bullying ou crise de valores. BIBLIOGRAFIA Básica Appel, Karl Otto - Estudos de Moral Moderna. São Paulo. Ed.Vozes. 1994 Bach, J. Marcos - Consciência e Identidade Moral. São Paulo.Ed.Vozes.1985 Cabral, Roque - Temas de Ética. Braga.FFL-UC Durkheim, E.- Sociologia, Educação e Moral.Porto.Rés.1984. Duvignaud, Jean - A Solidariedade - Laços de Sangue e Laços de Razão. Lisboa. Instituto Piaget. Frankena, W.K.- Ética. Rio de Janeiro.Zahar.1981 Jones, Hans - O Princípio da Vida. Fundamentos. Petrópolis. Vozes. Tugendhat, Ernst. - Lições sobre Ética.Petropólis.Vozes.1997 Valls Alm - O Que é a Ética. SP. Brasilense. 1998

EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS FORMAIS/ NÃO-FORMAIS EMENTA: A Educação não Formal:conceito e função sócio- educacional. Evolução histórica da Educação não formal: Educação popular. Educação sócio- progressista. Educação indígena, Educação Rural ,Movimentos Sociais, ONGs e redes solidárias: projetos e ações. As principais Instituições que atuam na área da Educação não formal. O Jovem como sujeito de uma aprendizagem de sobrevivência numa sociedade letrada: a questão da auto – estima, do preconceito e da discriminação. BIBLIOGRAFIA Básica Gohn, Maria da Glória . Educação não – formal e cultura política . São Paulo: Cortez. 1999 Gadotti, Moacir . Caminhos e significados da educação popular em diferentes Contextos. IPF 1999. Silva. Ronalda Barreto. Educação Comunitária Além do Estado e do Mercado? São Paulo. Autores Associados 2003. Complementar
GOHN, M. G. Educação Não Formal e Cultura Política. Impactos sobre o associativismo do terceiro setor. S. Paulo, Cortez, 2001. DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. São Paulo: Perspectiva, 1976.

SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von, PARK, Margareth Brandini, FERNANDES, Renata Sieiro (orgs) Educaação Não-formal cenários da criação. Campinas, SP: Editora da Unicamp/Centro de Memória, 2001. GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO EMENTA: O cotidiano e a cultura da escola. A organização e o funcionamento da estrutura administrativa e pedagógica da escola. O registro, a memória escolar e sua cultura: os arquivos, os diários de classe, as fichas de observação, cadernos de planejamento, relatórios pedagógicos e administrativos, os planos de aula, de disciplina, de curso etc. Observação de classes de Educação Básica, analisando questões da prática docente, no que se refere à estrutura do projeto político-pedagógico, da proposta curricular e do planejamento e sua operacionalização. A elaboração de projetos para atender as demandas dos órgãos oficiais e não governamentais. modalidades de liderança; liderança e gerenciamento em espaços educativos; gerência como articulação de processos grupais gerenciamento: o exercício permanente da liderança. BIBLIOGRAFIA Básica

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COSTA, Vera L. C. (org) Gestão educacional e descentralização: novos padrões. São Paulo: Cortez, 1997. DIAS, José A . (adaptado). Gestão da escola fundamental. São Paulo: Cortez, 2001. LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2001 in: PADILHA, PAULO R. Planejamento dialógico: como construir um Projeto político pedagógico da escola. São Paulo: Cortez, 2001. PICHON-RIVIÈRE, E. Processo Grupal. São Paulo, Martins Fontes, 1980. Complementar COSTA, Jorge Adelino (1991). Gestão Escolar: Participação, Autonomia, Projecto Educativo da Escola. Lisboa: Texto Editora (4ª ed. 1996). COSTA, Jorge Adelino (1996). Imagens Organizacionais da Escola. Porto: ASA. LAFOND, M. André (1998). Autonomia, Gestão e Avaliação das Escolas. Porto: Edições ASA. NÓVOA, António (coord.) (1992). As Organizações Escolares em Análise. Lisboa: Quixote. UNESCO (2000). O Direito à Educação. Uma Educação para todos durante toda a vida. (Relatório Mundial sobre a Educação). Porto: Edições ASA. DAVIS, Keith, NEWSTROM, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicologica. São Paulo : Pioneira, 1992. KOOTTER, John P. O fator liderança. São Paulo : Makron, 1992 KRAUSZ, Rosa. Compartilhando o poder nas organizações. São Paulo : Nobel, 1993. LAPIERRE, Laurent (coord.) Imaginário e liderança : na sociedade, no governo, nas empresas e na mídia. São Paulo : Atlas, 1995. PESQUISA E PRÁTICA DE ENSINO I _ TCC EMENTA: Elaboração do projeto de pesquisa que consubstanciará a realização de seu trabalho de conclusão de curso, de acordo com o regulamento institucional para tal atividade e segundo as orientações da Metodologia Científica, especificamente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Bibliografia Básica ANDRÉ, Marli e LUDCKE, Menga. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1996. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciência humanas e sociais. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Complementar BECKER, Howard S. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. Tradução Marco Estevão e Renato Aguiar. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. INÁCIO FILHO, Geraldo. A Monografia na Universidade. São Paulo: Papirus, 1995. PÁDUA, Elizabete. Metodologia da Pesquisa. São Paulo: Papirus, 1996. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Interlivros, 2001. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA: Atividade de Docência Compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e de o Jovens e Adultos – 2 ciclo. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores, através de regência em sala de aula de uma turma dos anos finais do Ensino Fundamental, tendo o apoio de um professor orientador. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas.

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14.4 ANEXO C TITULO: PROJETO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

Curso de Pedagogia, Licenciatura

PRÁTICA PEDAGÓGICA
Atividade, Desempenho e Ambientação

Salvador – Bahia 2007.2

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Assim sendo. 2. OBJETIVOS • 2.1 GERAL Oportunizar a experiência com os diversos campos de atuação da Pedagogia. para tanto. Promover o contato do educando com o cotidiano pedagógico para vivenciar situações concretas e desafiadoras Desenvolver habilidades múltiplas para o bom exercício da profissão. apresente sem eu projeto uma proposta de estabelecer frequentemente uma articulação entre teoria e prática. requerem habilidades múltiplas dos educandos. Identificar e relacionar os conceitos estudados em sala de aula em ambientes profissionais articulando teoria com a prática. Desde então.APRESENTAÇÃO: O curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador iniciou seu trabalho em 2007.2. estimulará o futuro pedagogo a desenvolver reflexão sobre as teorias a que vem se expondo. desempenho e ambientação se propõe a delinear os caminhos a serem trilhados com vistas a desenvolver uma ação prática no Curso. Cientes dessa necessidade. 3. desvela situações concretas e desafiadoras. este projeto Prática Pedagógica: Atividade. Identificar as dificuldades enfrentadas nos diversos setores da educação em que o pedagogo atua. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • • • • • Desenvolver o gosto pela pesquisa formando educandos que saibam buscar informações. que precisam ser resolvidas e que. FUNDAMENTAÇÃO Entendemos que o contato do educando com o cotidiano pedagógico.2 com as adequações devidamente aprovadas para o exercício da licenciatura. OBJETO • Momento pedagógico de natureza teórica-prática que envolve trabalho de campo em diversos espaços formativos. Neste referido curso da Faculdade da Cidade do Salvador. a elaboração de uma proposta dando corporeidade às intenções presentes no documento fazse necessária para que todos os professores possam sintonizar a mesma idéia a fim de que o discurso alinhe-se ao proposto: uma forte relação entre o saber e o saber-fazer. O seu enfrentamento sob a supervisão da instituição formadora. como parte da sua formação acadêmica/profissional. ao mesmo tempo em que suscitará redirecionamentos ou reorganização da atividade pedagógica que vem efetivando. possibilitando articulação entre os conhecimentos abordados nos componentes curriculares do semestre o trabalho interdisciplinar e o cotidiano profissional. 2. a prática pedagógica será desenvolvida atrelada ao planejamento dos componentes curriculares de cada semestre que tenham maior . 1.

A segunda. conhecer-se e perceber-se capaz de desempenhar as atividades que lhes serão conferidas ao longo do exercício da profissão. teorizando-a assim como em espaços que são oportunidades de trabalho para este futuro profissional. prevendo. sob a orientação do professor. A primeira. Esta ação implica em desenvolver um trabalho de parceria com diversas instituições escolares ou não escolares. abraça a operacionalização de desenvolvimento de atividades ao longo de todo o curso. assenta-se em três pilares: Atividade. (f) encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). o que não garante uma reflexão aprofundada sobre o vivido. (c) salas de leitura. com uso ou não de tecnologia. de cumprimento formal da prática de ensino. pois é assim que as transformações no campo educacional são construídas: a partir das mudanças nas práticas dos professores e das escolas com um todo. dentre outros. por meio destas atividades programadas situações reais de desempenho dos para as mais diversas situações. na forma de desenvolvimento de projetos interdisciplinares. A operacionalização específica deste momento de aprendizagem será descrito em cada plano de disciplina do semestre que tiver presente a prática pedagógica. ambientar-se com as relações que se estabelecem nas instituições de ensino. desenvolvida por Schön (1992). Ambientação consiste efetivamente em criar um ambiente em que o educando possa desde cedo. e das competências que se quer desenvolver há de se pensar sua articulação com os saberes produzidos nos diversos campos. Assim. Para isto. pretendemos fugir da tradicional falta de um vínculo mais efetivo dos educandos com esta realidade. descartando de nossos cursos aqueles contatos artificiais. pois é dessa realidade que as propostas de ensino devem emergir. (e) realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. em contribuir para que o educando possa vivenciar. Por acreditarmos que. em verificar o desempenho pessoal do pedagogo para que possa perceber o seu perfil pessoal e aliar ao profissional. Assim. (b) encontros para narrativas das vivências em campo profissional. no desenvolvimento profissional do aprendiz de professor o contato com espaços educativos é imprescindível. em se tratando da formação de professores. a Prática Pedagógica. Estas atividades serão individuais e previstas no início do semestre para que o educando possa organizar-se com antecedência e desenvolver a contento. Aqui a noção da conversa reflexiva com a situação. especialmente em relação direta com o TID _ componente curricular que permite o exercício prático acerca do olhar interdisciplinar do educando.Faculdade da Cidade do Salvador relevância e peso no curso. a partir dos eixos temáticos do semestre. isso pressupõe um investimento positivo nas experiências inovadoras que já se fazem presentes neste meio. quer formais ou não formais. Inserida nos componentes curriculares. Atividades deverão ser programadas pelo professor do componente curricular que contemple Prática Pedagógica no semestre articulando a teoria à prática. Desempenho pedagógico implica duas vertentes. deve desenvolverse a partir de vivências pedagógicas no interior da escola. desde espaço e tempo para (a) organização de grupos de estudos. Desempenho e Ambientação. que se operacionalizam em conjunto com os demais componente curriculares do semestre. faz elemento e instrumento primeiro para o desenvolvimento de todas as atividades. 2 . a Prática Pedagógica deste curso. Como dito. (d) desenvolvimento e apresentação de projetos feitos pelos aprendizes.

preferencialmente. possibilitem a articulação entre os conhecimentos abordados nos componentes curriculares do semestre. Estas atividades deverão ser apresentadas no Plano de Ação da prática Pedagógica no início do semestre para que os educandos possam se organizar previamente. Entretanto. COMPONENTES CURRICULARES COM PRÁTICA PEDAGÓGICA Fonte: MATRIZ 2007. dentre outras relacionadas ao campo do saber em questão de cada componente curricular preferencialmente articulando ao trabalho interdisciplinar sempre de acordo com as recomendações do professor. os componentes curriculares relacionados a seguir terão. 5. Implantação de uma cultura de avaliação contínua e qualitativa. período. Os educandos poderão formar grupos para realizar a atividade. local e atividade desenvolvida pelo educando. entretanto as fichas de acompanhamento da Prática Pedagógica deverão ser individuais. pesquisa em espaços formais ou não formais de ensino. Nesta ficha. Utilização da flexibilidade curricular. O educando. conforme orientações do professor. montagem e articulação de oficinas (ou outro espaço pedagógico). Desenvolvimento de uma metodologia de trabalho interdisciplinar. realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. em sua carga horária. encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). Cada disciplina definirá no seu plano de ação a proposta de socialização e produção final. os educandos deverão semanalmente apresentar ao professor a ficha de acompanhamento das visitações onde estarão descritos: dia. Durante a realização da atividade de campo. um responsável local pela atividade assinará a presença do educando em tal atividade (este responsável local será designado pela escola e devidamente cadastrado pela Faculdade). OPERACIONALIZAÇÃO Semestralmente. Articulação da formação pedagógica com o campo de estágio. hora.2 1º Semestre PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE: o pedagogo em diversos campos de atuação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação Formação Pessoal e Social na Infância TOTAL 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Diversidade na Organização do Trabalho Pedagógico Didática: currículo e planejamento educacional Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem I TOTAL CH SEMESTRAL T 60 60 PP 20 20 40 CH SEMESTRAL T 60 60 PP 20 20 40 TOT 80 80 TOT 80 80 3 . 20 horas de prática pedagógica. Caso a atividade seja realizada em grupos poderá ser feito apenas um produto. cada educando deverá apresentar o formulário comprovando o cumprimento da carga horária total de cada componente curricular prevista na matriz do Curso. sob a orientação do professor deverá realizar atividades de campo que. Contextualização dos conhecimentos.Faculdade da Cidade do Salvador Em tal contexto deve-se prever: • • • • • • Manter a articulação entre ensino e pesquisa. Poderão ser computadas horas de prática pedagógica: organização de grupos de estudos. o trabalho interdisciplinar e o cotidiano profissional referentes a pesquisas com a finalidade de relacionar teoria e prática. 4.

Faculdade da Cidade do Salvador 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: espaços escolar formal e não formal T 60 60 CH SEMESTRAL PP 20 20 40 CH SEMESTRAL T 40 PP 20 20 CH SEMESTRAL T 40 PP 40 40 CH SEMESTRAL T 20 PP 60 60 CH SEMESTRAL T 60 20 PP 20 60 80 CH SEMESTRAL T 60 60 PP 10 10 20 340 TOT 70 70 TOT 80 80 TOT 80 TOT 80 TOT 60 TOT 80 80 Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem II Educação e Saúde TOTAL 4º Semestre CULTURA DIVERSIDADE E IDENTIDADE: Matrizes da Linguagem Estágio Supervisionado I TOTAL 5º Semestre EDUCAÇÃO INFANTIL: Natureza e Construção Estágio Supervisionado II TOTAL 6º Semestre ENSINO FUNDAMENTAL: Natureza e Construção Estágio Supervisionado III TOTAL 7º Semestre PEDAGOGIA PARA ALÉM DA DOCÊNCIA: tempos.1 1º Semestre PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE: o pedagogo em diversos campos de atuação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem Formação Pessoal e Social na Infância TOTAL 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Didática. COMPONENTES CURRICULARES COM PRÁTICA PEDAGÓGICA Fonte: MATRIZ 2008. espaços e movimentos Ludologia Estágio Supervisionado IV TOTAL 8º Semestre CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: Saberes a socializar Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica TOTAL TOTAL CURSO 6. Avaliação e Tecnologias na organização do trabalho pedagógico Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Didática: currículo e planejamento educacional Psicologia e Educação: teorias psicológicas TOTAL 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: espaços escolar formal e não formal CH SEMESTRAL T 60 60 60 PP 20 20 20 60 TOT 80 80 80 240 CH SEMESTRAL T 60 60 60 PP 20 20 20 60 T 60 60 20 PP 20 TOT 80 80 80 240 TOT 80 80 160 CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL Inteligenciologia Educação Inclusiva TOTAL 4º Semestre 4 .

A avaliação contínua. dentro do processo educativo. o aproveitamento é avaliado por meio de avaliações contínuas mantendo o caráter da interdisciplinaridade que é eixo norteador do currículo na formação de professores.Faculdade da Cidade do Salvador CULTURA DIVERSIDADE E IDENTIDADE: Matrizes da Linguagem Estágio Supervisionado I TOTAL 5º Semestre MUNDO INFANTIL: Natureza e Construção Estudos da Linguagem Oral e Escrita na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Estágio Supervisionado II TOTAL 6º Semestre ENSINO FUNDAMENTAL: Natureza e Construção Língua Portuguesa: conteúdo e metodologia Matemática: conteúdo e metodologia Estágio Supervisionado III TOTAL 7º Semestre PEDAGOGIA PARA ALÉM DA DOCÊNCIA: tempos. à aprendizagem. Ela é importante para o professor à medida que serve como diagnóstico da situação e indica formas de intervenção no processo. diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em cada uma delas. com função de acompanhar o desenvolvimento das disciplinas de todos os cursos de graduação de Pedagogia. Daí o educando ter que apresentar sistematicamente o formulário de acompanhamento e procedimentos das atividades realizadas. corrigidas e analisadas durante o processo e não ao final. E considerando o teor prático que a Prática Pedagógica exige. é um elemento essencial na reordenação da prática pedagógica. 5 . visando à aquisição do conhecimento. A avaliação deve aparecer dentro da prática escolar como elemento que promove o conhecimento. espaços e movimentos Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Pedagogia Hospitalar Estágio Supervisionado IV TOTAL 8º Semestre CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: Saberes a socializar Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica Gestão de Instituições TOTAL TOTAL CURSO T 40 PP 20 20 T 60 60 40 PP 20 20 40 80 T 60 60 20 PP 20 20 60 100 T 60 40 20 PP 20 20 60 100 T 60 60 40 PP 20 20 20 60 500 TOT 60 60 TOT 80 80 80 240 TOT 80 80 80 240 TOT 80 60 80 220 TOT 80 80 60 CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL 7. A avaliação contínua é Formativa. à reflexão sobre a própria prática. PRÁTICA DA AVALIAÇÃO De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. cabe de fato considerar que a avaliação formativa tem suas nuances que devem ser verificadas.

Outros que considerar adequado e de acordo com a proposta pedagógica do curso TOTAL 10. Apresentação do Formulário de Acompanhamento devidamente preenchido Distribuir de acordo com 2. Articulação e Criatividade 5. Relação com o interdisciplinar 6. Análise crítica 4. Apresentações orais (se houver) e ASPECTOS SUBJETIVOS necessidade 1. Domínio de conteúdo 3. Objetividade/Clareza da disciplina 2. Trabalhos escritos (se houver ) a coerência 3.00 QUANTO AO VALOR AVALIAÇÃO O valor total da avaliação é de 10. 6 .0 (dez pontos) na disciplina e terá peso relacionado às atividades individuais.Faculdade da Cidade do Salvador QUANTO AOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nº CRITÉRIO VALOR ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS 1. Clareza.

T Dados Gerais Total de Carga Horária Data da entrega Assinatura do Aluno Assinatura do Professor 7 .S.H. LICENCIATURA PRÁTICA PEDAGÓGICA: Diário de atividades.C. C. H. Data H.Faculdade da Cidade do Salvador PEDAGOGIA. desempenho e ambientação Componente Curricular: Professor(a): Aluno(a): Semestre: Turma: Período: Dados Atividade desenvolvida da Instituição Nome Orientador Descrição No.

SUGESTÃO DE HABILIDADES: • • • • • • • Auto-aprendizado. AVALIAÇÃO Apresentar a proposta de avaliação coerente com o Plano de Disciplina. domínio e utilização de seus movimentos • • • 8 . a importância e necessidade da prática pedagógica. (segue sugestões ao final da proposta) DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE Descrever a proposta da atividade a ser desenvolvida pelo aluno com detalhamento das ações de forma que seja proporcional à carga horária prevista. Avaliação coerente do seu próprio trabalho e trabalho dos outros. sites. autonomia. INDICAÇÕES DE LEITURAS Sugerir livros. iniciativa. Habilidade de mobilização. UNIVERSO A SER VIVENCIADO Sugerir possíveis locais para a realização da prática pedagógica. enfrentamento de problemas e sociabilidade.Faculdade da Cidade do Salvador PLANO DE AÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Carga Horária CONTEXTO Breve texto com argumentações acerca da relação entre os conteúdos abordados. Realização de pesquisa. vídeos e outros. escrita e liderança. aplicação de conhecimentos teóricos multidisciplinares. Boa expressão oral. periódicos. apresentar a justificativa e os objetivos para tal. COMPETÊNCIAS. visão estratégica. Atuação e trabalhos de equipe. de formular uma hipótese. Articulação de pessoas e situações e visão sistêmica Utilização de novas tecnologias visando com criatividade novas aplicações. Visão crítica. HABILIDADES e ATITUDES A DESENVOLVER Citar as habilidades que se pretende desenvolver nesta prática pedagógica. Organização do seu próprio estudo.

empreendimento. acontecimento e teoria. Admitir trabalhar com incertezas. responsabilizar-se por seus erros e decisões. à profissão. dentre outros. Capacidade de iniciativa. ser seguro de si mesmo e postura ética profissional. políticas e estratégias do mercado de trabalho. valores que dá ao que conhece. 9 .Faculdade da Cidade do Salvador • Desenvolver/aperfeiçoar: curiosidade científica. os sentimentos que experimenta diante de fatos e idéias. promover clima de segurança e participação. perseverança em questionamento. • • • • Aceitar desafios com o auto-gerenciamento de sua formação. consciência crítica frente à realidade. Estar sintonizado com os objetivos. responsabilidade quanto à aprendizagem. aos fatos.

promover.Faculdade da Cidade do Salvador 14. II . IV . e outras atividades afins. nas ações de pesquisa e de ensino que associam teoria e prática e nas ações de extensão desenvolvidas juntamente à comunidade.manter. § 2º .As Atividades Complementares têm como principal objetivo estimular a participação dos alunos em experiências diversificadas que possam contribuir para a sua formação profissional. exigindo-se. junto a outros Cursos e órgãos da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. § 1º . TÍTULO II DO COLEGIADO DE CURSO Art. 10 . III .disponibilizar informações ao aluno de Pedagogia sobre as atividades complementares inclusive fora da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. opcionais. junto à Secretaria Geral. documentação apresentada e total de horas validadas e registradas no respectivo Histórico Escolar. aquelas adquiridas fora do âmbito da Faculdade da Cidade e Rede FTC. 1º . cursos. V . acesso a palestras. ao aluno do Curso Pedagogia. desde que devidamente comprovadas e observando-se as diretrizes deste Regulamento.As Atividades Complementares. serão planejadas de forma a propiciar que os alunos de graduação do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador as realizem no decorrer dos 04 (quatro) anos letivos. especialmente no tocante às relações profissionais. inclusive. cuja realização é indispensável à colação de grau. vídeos informativos. e interdisciplinares. com as atribuições de: I .As Atividades Complementares serão subordinadas ao Colegiado do Curso Pedagogia da Faculdade da Cidade.proporcionar. incluindo cursos. As cargas horárias obtidas pelos alunos devem ter relação direta com os princípios fundamentais do Curso e serão lançadas no Histórico Escolar do aluno.As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios que possibilitam o reconhecimento. por intermédio de avaliação do colegiado de Curso e da Coordenação. arquivo atualizado contendo a ficha de cada aluno.proporcionar ao aluno atividades no âmbito do Curso. 2º . a realização de atividades das quais o aluno do Curso Pedagogia possa beneficiar-se. seminários. transversais.4 ANEXO D TÍTULO: Regulamento de Atividade Complementar REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES DO CURSO DE PEDAGOGIA. compreendidas. estudos e atividades independentes. das habilidades. um total mínimo de 100 (cem) horas/aula. conhecimentos e competências do aluno.LICENCIATURA PLENA TÍTULO I DA NATUREZA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art.

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VI - estabelecer contato com outras coordenações e secretarias da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC visando criar, para os alunos do Curso, acesso à atividade do seu interesse; VII - estabelecer contato com órgãos dos Poderes Públicos, instituições públicas e privadas, entidades assistenciais e organismos não governamentais, entre outros, com o objetivo de proporcionar aos alunos do Curso Pedagogia a possibilidade de desenvolver atividades em parceria com estas instituições; VIII - apreciar os requerimentos de alunos e professores sobre questões pertinentes às atividades complementares; IX - fixar as regras de acesso dos alunos para cada uma das atividades, limite de aproveitamento de horas cumpridas bem como estabelecer o número de alunos por atividade, critério de seleção, carga horária e pré-requisitos, entre outros; X - apreciar e decidir sobre a validação das atividades realizadas pelos alunos para efeito de cumprimento das atividades complementares; XI - fiscalizar o arquivamento adequado dos certificados e demais informações sobre as atividades cumpridas pelos alunos; XII - fixar o limite de aproveitamento da carga horária cumprida pelo aluno em cada evento para o cômputo das Atividades Complementares, independentemente da carga horária total prevista na atividade. TÍTULO III DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SEU APROVEITAMENTO Art.3º - As Atividades Complementares desdobram-se em três níveis: ensino, pesquisa e extensão. Devem ser realizadas na própria Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC ou outras instituições de notória reputação, não podendo ser preenchidas por apenas uma espécie de atividade. Art.4º - Cabe ao aluno, encaminhar a documentação comprobatória, conforme previsto neste Regulamento, entregando-o à Coordenação de Curso, para lançamento da atividade e computação da respectiva carga horária. § 1º - Os comprovantes e formulários deverão ficar arquivados na Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC até a expedição do diploma de conclusão do Curso Pedagogia. § 2º - O aluno deve guardar uma via do comprovante da atividade realizada entregue à Coordenação até a obtenção do seu diploma de graduado em Pedagogia - Licenciatura plena. § 3º - Caso o aluno não esteja regularmente matriculado na Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC, não será possível o aproveitamento da atividade cumprida no mesmo ano, impondo-se sua matrícula do ano seguinte e adoção do procedimento de aproveitamento das atividades realizadas no período de afastamento.

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Art.5º - O aproveitamento das Atividades Complementares na integralização do currículo obedecerá ao sistema de pontuação de crédito-hora de atividade previsto no Regulamento geral da Faculdade da Cidade do Salvador. Art.6º - A Coordenação de Curso poderá exigir, a qualquer tempo, sempre que houver dúvida ou insuficiência da documentação apresentada na realização de atividade, independentemente dos requisitos fixados no artigo subseqüente, a apresentação de certificados de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária cumprida, relatório de desempenho, relatórios circunstanciados dos discentes e quaisquer outras provas ou documentos que permitam o efetivo acompanhamento e avaliação da respectiva atividade complementar. Art.7º - Ficam estabelecidas as seguintes exigências mínimas para o aproveitamento das atividades complementares e outorga de horas a serem creditadas ao aluno:

ATIVIDADES COMPLEMENTARES Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas. Cursos de extensão realizados guardando correlação com o programa do curso de Pedagogia. Disciplinas cursadas em outros cursos de graduação ou pós-graduação. Programas de monitorias. Participação em projeto de voluntariado.

REQUISITOS PARA A CONTABILIZAÇÃO CURRICULAR Certificado de participação (mínimo 4 horas) Certificado de participação (mínimo 20 horas) Histórico acadêmico, com respectiva carga horária e aprovação, ementa e programa da disciplina Relatório do professor orientador Relatório do professor orientador (mínimo de 8 horas). Atestado de realização do estágio e apresentação de relatório, devidamente vistado pela instituição da realização do estágio Material publicado Certificado de participação e trabalho apresentado Monografia elaborada e apresentação de certificado A serem fixados pela coordenação.

Realização de estágios extracurriculares.

Publicação de artigos relativos à área. Apresentação de trabalhos em eventos de iniciação à pesquisa científica. Participação em concursos de Monografia de áreas afins. Outras atividades

Art.8º - Antes de realizar qualquer atividade complementar que não tenha previsão ou pontuação horária pré-fixada na Tabela do ANEXO I deste Regulamento, o aluno deve,

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previamente, obter um parecer favorável da Coordenação, inclusive quanto à carga horária a ser considerada e registrada no histórico escolar. Art.9º - Certificados de cursos realizados pelo acadêmico com carga horária igual ou maior que 80 horas, será submetido a análise e contabilizado no máximo50% (cinqüenta por cento) do total de horas cursadas. Art.10 - Antes de realizar qualquer atividade complementar que não tenha previsão ou pontuação horária pré-fixada neste Regulamento, o aluno deve, previamente, obter um parecer favorável da Coordenação, inclusive quanto à carga horária a ser considerada e registrada no histórico escolar. Art.11 - Das decisões da Coordenação de Curso de negatórias do aproveitamento de qualquer atividade caberá recurso ao Colegiado do Curso de Pedagogia, no prazo de 5 (cinco) dias após a decisão. TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS Art. 12 - Os casos omissos serão resolvidos e decididos pela Coordenação do Curso Pedagogia e Colegiado do Curso. Art. 13 - Este Regulamento entra em vigor a partir de agosto de 2007.

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BRASIL JULHO DE 2007 14 .BAHIA .5 ANEXO E TÍTULO: Contrato Pedagógico CURSO DE PEDAGOGIA – Licenciatura CONTRATO PEDAGÓGICO Orientações para nosso bem-viver SALVADOR .Faculdade da Cidade do Salvador 14.

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Caro Professor,

Iniciar um semestre implica em abrir diálogos freqüentes entre os pares que compõem o trabalho pedagógico para discutir o que é bom para todos. Sabemos que uma rotina pedagógica implica em diversos fazeres, de forma que organizar-se, bem como conhecer suas atribuições torna-se fundamental para um bom conviver no trabalho. Este contrato pedagógico espelha as recomendações adequadas de consagração das atribuições do educador. Como em todo diálogo, esse também pressupõe a possibilidade de rever posições, se necessário. Assim, todos devem opinar pois ainda estamos em construção. Entretanto, ao assumi-lo as recomendações passam a ser normas a serem cumpridas por todos. Cordialmente, Luiza Ramos.

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1. DO PROJETO PEDAGÓGICO a. Conhecer, discutir e contribuir com a atualização do Projeto Político Pedagógico do curso. b. Articular-se com demais setores de colaboração do trabalho pedagógico: NASP, NAI, EXTENSAO, COORDENACAO DE ESTÁGIO, BIBLIOTECA. c. Empreender esforços para dar o diferencial na formação profissional: pedagogos são futuros professores, e com tais, terão como referência profissional ,especialmente, nossas ações, posturas, crenças e atitudes.

2. PLANEJAMENTO E CRONOGRAMA DE AULAS: Elaboração, entrega e execução a. Todo docente deverá preparar, antes do inicio das aulas, seu plano de disciplina e cronograma de aulas. b. As ementas e referências bibliográficas devem ser respeitadas na sua essência. Caso tenham alguma sugestão de ampliação deve-se discutir junto à Coordenação Pedagógica. c. O Plano de disciplina deverá ser entregue à Coordenação atendendo ao prazo previamente estabelecido para que se encaminhe aos membros do colegiado e se obtenha posterior aprovação. d. Cumprir com as avaliações que sinalizam no Plano. Deve haver coerência entre prática e planejamento. e. No plano de Disciplina deverá constar, ao final, seu contrato pedagógico com os educandos. Ao final, tem-se algumas recomendações: regra de convivência com o educando. f. Prever no cronograma encontros com os educandos para discutir o Interdisciplinar. Este deve fazer parte da pauta de todas as disciplinas.

g. Prever no cronograma visitas em bibliotecas, laboratório de informática e com os educandos para discutir o Interdisciplinar. Este deve fazer parte da pauta de todas as disciplinas.

3. REUNIÕES: a. PEDAGÓGICA – comprometer-se a participar, mensalmente, da reunião sugerindo ações e contribuindo para a objetividade do encontro. b. COLEGIADO DE CURSO – envolver-se com ações do Colegiado de forma a fortalecer as diretrizes do curso que ora se inicia.

4. LIDERES:

a. Mobilizar, junto à coordenação os educandos para que elejam o seu líder de
turma. b. Observar as demandas do líder e estar aberto para contribuir/encaminhar alternativas para resolução de possíveis problemas que possam ocorrer.

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5. DESENVOLVIMENTO DO SEMESTRE a. Apresentar semestralmente relatório da disciplina. b. Lançar as notas dos educandos no prazo estabelecido, para com isto evitar transtornos maiores. c. Avisar com antecedências eventuais ausências e marcar reposição. d. Em caso de substituição, apresentar, antecipadamente o professor para entrevista à coordenação. e. Desenvolver atividades didático-pedagógica em que possamos obter o mapeamento das escolas do entorno (municipais, estaduais, particulares e ONGs). f. Fomentar e estimular a atividade complementar.

g. Observar desde os primeiros dias de aula, os educandos com dificuldades de português para encaminhar às turmas de nivelamento (extra aula) h. Reservar com antecedência recursos audiovisuais para que sejam melhor otimizados.

6. SOBRE AVALIAÇÃO a. Observar o que dispõe a avaliação da Instituição e direcionar a disciplina para este fim. b. Diversificar os tipos de itens na prova: dissertativos, objetivos, interpretativos, pictóricos. c. Zelar pelo sigilo da prova e obedecer aos prazos para impressão. d. Ao elaborar as Provas, apresentar as chaves de respostas. e. Elaborar critérios/ barema de avaliação em caso de trabalhos de grupo, comunicando antecipadamente aos educandos. f. Entregar as avaliações no prazo previsto e com comentários para os alunos.

g. Estabelecer no calendário um dia de entrega da avaliação comentando as questões.

7.

ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL a. Preparar uma oficina de temática que tenha bom domínio, para ministrar aos colegas pedagogos outros docentes da casa que precisem ser capacitados naquela temática., semestralmente. b. Participar semestralmente de duas oficinas, no mínimo, um dos temas estabelecidos pela coordenação do curso e outro a escolha dele.

8. FECHAMENTO DE CADERNETA E LANÇAMENTO DE NOTAS a. Atualizar e atender ao prazo do fechamento da caderneta eletrônica e lançamento de notas, especialmente no final do semestre.

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O aluno que não responder. Evitar a Linguagem de Internet. Fluência/clareza de idéias – o texto deve fluir de forma agradável. Apresentação – uma prova é o espelho do aluno. portanto fuja da superficialidade da análise. Assim sendo. Os trabalhos deverão ser entregues de forma profissional: com capa. falar antes com o professor. sem erros de gramática. ficará com falta. ou voltar somente no final da aula. Se for necessária uma revisão de provas. Português – a linguagem pode ser simples. Casos excepcionais. Trabalhos copiados da Internet serão desconsiderados. Trabalhos e provas • Correções . mas correta. Deve propiciar leitura fácil e entendimento. É proibido a entrada de acompanhantes (filhos. O professor tem o direito de reter a prova de quem consultar qualquer material ou pedir ajuda para outro aluno. esta deverá ser marcada posteriormente com o professor. Prestar atenção à chamada que será feita no final da aula. identificação do aluno e de acordo com as recomendações do professor e da instituição. leve e solta. A Internet deve ser usada como fonte de pesquisa e não como cola. Celulares • Proibido durante a aula. em hipótese alguma. REGRAS DE CONVIVÊNCIA COM O EDUCANDO • • • • • • • • Presença em Sala O limite máximo para entrada em sala de aula é de até 15 minutos após o horário de início da aula. vocabulário e concordância.o professor não poderá. corrigir trabalhos. tais como doença em família. Se sair durante a aula e não voltar. Conversas paralelas somente quando se referirem ao que está sendo exposto. Colas . provas (regulares ou substitutivas) e exames na presença do aluno. a prova deve ser limpa e organizada. • • • • • • • • • 18 . Aprofundamento não é enrolação. Profundidade – as provas são analisadas comparativamente. maridos. Ao entrar atrasado. Não existe presença coletiva.as provas deverão ser feitas sem consulta e individualmente. A data combinada para entrega de trabalhos não será alterada. O aprofundamento da resposta só pode contribuir. faça em silêncio para não atrapalhar a aula. namorados etc) em sala de aula. será considerado faltante.Faculdade da Cidade do Salvador 9. Não se pode ler o que não se entende.

8 ANEXO F TÍTULO: Regulamento do TCC CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades referentes ao Trabalho de Conclusão do Curso. São objetivos da elaboração do TCC: I – possibilitar ao aluno o desenvolvimento de suas capacidades científicas e criativas na sua área de formação. de acordo com o que estabelecem as respectivas matrizes curriculares. sendo elaborado pelo aluno. mediante orientação de um professor por ele escolhido e que componha o quadro de docentes-orientadores. conforme estabelecido no Regimento Interno da Faculdade da Cidade do Salvador. e a resolução 008/2005 sobre Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso da Instituição. que versará sobre temas que estejam contemplados nas linhas de iniciação à pesquisa dos cursos. CAPÍTULO I DO CONCEITO Art. O Trabalho de Conclusão de Curso . III – propiciar aos graduandos condições necessárias à elaboração de um estudo teórico e/ou trabalho de campo de acordo com as normas técnicas que configuram a pesquisa científica.TCC. 2°. consiste em um trabalho científico de final de graduação. II – correlacionar teoria e prática do curso. 19 . 3°. O TCC dos cursos deverá estar vinculado às disciplinas destinadas à Pesquisa. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. CAPÍTULO III DA MATRÍCULA E DA FREQUÊNCIA Art. previsto na matriz curricular dos cursos. 1°.Faculdade da Cidade do Salvador 14.

junto ao Coordenador e Colegiado do Curso de Pedagogia. O controle de freqüência e o acompanhamento das construções teórico-práticas dos alunos ficarão sob a responsabilidade do professor/orientador. as atividades de Conclusão de Curso são coordenadas por um professor. CAPÍTULO IV DOS TIPOS DE TRABALHO Art. Conforme artigo 6o do regulamento institucional de TCC. na elaboração do trabalho. semestralmente. 6º. pelo menos. 008/2005. 9º. 2 (dois) anos. n. 8º. opção por um aporte teórico que fundamente sua pesquisa e definição de procedimentos técnicometodológicos. para coordenar as atividades de Conclusão de Curso. que busquem atender aos problemas detectados em uma dada realidade e as suas demandas. 5°. A matrícula no TCC. tendo como condição essencial a aprovação no componente curricular Pesquisa e Prática de Ensino I_TCC ou equivalente. devidamente fundamentadas. 20 . § 2º O Coordenador Geral (ou a Comissão Coordenadora) será nomeado(a) por Portaria do Diretor Acadêmico. Art. 4°. Art. Em conformidade com artigo 7o da Resolução FCS 008/2005. reuniões com os professores orientadores e alunos que estejam elaborando TCC. convocar. segundo estabelecido em cada curso. titulação mínima de mestre e experiência comprovada em pesquisa. 7º. CAPÍTULO V DA COORDENAÇÃO DE TCC Art. conforme orientação do professor/orientador: a) Monografia: consiste em um trabalho de natureza científica. O aluno. sempre que necessário. § 3º Podem candidatar-se à função professores que comprovem experiência no magistério superior no Curso de Pedagogia há. b) Projeto de Intervenção: consiste na identificação de uma problemática no campo da gestão e na elaboração de um projeto que proponha linhas de ação. utilizará uma das seguintes modalidades. conforme Resolução FCS 008/2005. Art. onde o aluno buscará aprofundar o conhecimento sobre uma dada parcela da realidade.Faculdade da Cidade do Salvador Art. sob a direção/supervisão do Coordenador e do Colegiado do de Pedagogia. atender aos professores orientadores e aos alunos matriculados em Trabalho de Conclusão de Curso. § 1º A escolha dar-se-á por meio de critérios estabelecidos pela Direção Acadêmica da Faculdade da Cidade do Salvador. compete ao Coordenador de TCC: elaborar. a partir da escolha de um tema que esteja de acordo com as linhas de pesquisa sugeridas por seu curso. o calendário de todas as atividades relativas as atividades de Conclusão de Curso.40 horas). está limitada ao cumprimento dos pré-requisitos. identificação de uma problemática de investigação. O Coordenador do Curso escolhe um professor em regime de dedicação TI (Tempo Integral . ou disciplina que equivalha.

II . CAPÍTULO VI DA ORIENTAÇÃO Art. organizar e manter atualizado em arquivo os Trabalhos de Conclusão de Curso dos alunos do Curso de Pedagogia. 12º – O Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolvido sob a orientação de um professor vinculado ao Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador. A Coordenação de TCC é avaliada pelo Coordenador e Colegiado do Curso de Pedagogia semestralmente. ministrar no mínimo 8 (oito) horas-aula no curso de graduação ou pós-graduação em Educação e orientar trabalhos de conclusão de curso.emitir parecer nos casos excepcionais de substituição de orientadores. cumprir e fazer cumprir este Regulamento. responsabilizar-se frente à Secretaria Acadêmica pela lista final de freqüência e notas de Trabalho de Conclusão de Curso a partir das informações enviadas pelos professores orientadores. 21 . acompanhar o processo de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Art. organizar. nos prazos adequados. elaborar um cadastro detalhado das áreas de pesquisa e respectivos professores do Curso de Pedagogia. por áreas e temas de pesquisa. podendo inclusive vir a compor a banca examinadora. possibilidades de bolsas de iniciação científica ou outras formas de financiamento à pesquisa. IV . todas as demais medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento. evitando a sobrecarga de aulas na grade curricular. para eventuais aquisições. designar. informar. tomar. 10º.delimitar as áreas de conhecimento do TCC.garantir ao acadêmico carga horária semanal disponível no ano de elaboração do TCC. para facilitar a escolha de orientadores pelos alunos. 11º Compete ao Colegiado de Curso: I . manter informado a Coordenação do Curso de Pedagogia sobre o andamento das atividades de trabalhos de conclusão de curso. a partir das indicações dos docentes orientadores e seus orientandos.emitir parecer sobre o regulamento específico do TCC. manter atualizado o livro de atas das reuniões das bancas examinadoras. no âmbito de sua competência. III . os plantões de atendimento das orientações e acompanhar seu cumprimento. entregando ao final de cada semestre um relatório de avaliação qualitativa das atividades desenvolvidas em cada fase.Faculdade da Cidade do Salvador indicar professores orientadores para os alunos que não os tiverem. levantar a bibliografia indicada pelos orientadores junto à Biblioteca da Faculdade. aos alunos e professores. Art. constituir e organizar as bancas examinadoras até a 10º semana de cada período letivo.

Parágrafo único – Preenchidas as dez vagas do orientador. bem como a distribuição eqüitativa de orientandos entre eles. no prazo fixado por esta Coordenação. na ordem de preferência do aluno. O professor orientador pode ter no máximo 10 (dez) orientandos e recebe meia hora/aula semanal. da Resolução FCS 008/2005 pode o aluno contar com a colaboração de outro professor que não o seu orientador ou de profissional que não faça parte do corpo docente dos Cursos de Graduação da Faculdade da Cidade do Salvador. 14º – Os professores orientadores serão escolhidos pelos alunos. segundo suas respectivas áreas de interesse. 22 . ainda. dentre os professores habilitados. 16 conforme artigo 10 . a distribuição de acordo com as áreas de interesse dos professores. onde deverá constar o nome de três professores. Parágrafo único. os especialistas que comprovem ter defendido monografia perante banca especial. atuando como co-orientador. na conclusão dos respectivos cursos de pósgraduação lato sensu. Parágrafo único: O Coordenador de TCC estabelecerá uma listagem dos professores orientadores. sucessivamente. 15º – O critério para designação do professor orientador obedecerá à ordem de escolha feita pelo aluno. 13º – Estão habilitados para orientação os professores mestres e/ou doutores e. 18 O Na situação em que o aluno não encontre nenhum professor que se disponha a assumir a sua orientação. Art. e à data de entrega do formulário. os demais alunos que tiverem escolhido o mesmo professor deverão preencher as vagas do orientador constante da segunda opção do formulário. a fim de estabelecer os vínculos entre orientador e aluno. sempre que possível. desde que obtenha a aprovação de seu orientador. O o Art. Na indicação de professores orientadores. Art. deve procurar o Coordenador de TCC a fim de que lhe indique um orientador. na sua categoria por tantos quantos forem seus orientandos. § 1º. 17 O nome do co-orientador deve constar dos documentos e relatórios entregues pelo aluno. O Art. através do preenchimento de um formulário que deverá ser entregue na Secretaria Acadêmica da Faculdade. e. o Coordenador de TCC deve levar em consideração. Art. assim.Faculdade da Cidade do Salvador Art.

o aluno poderá contar com a participação do seu professor/orientador. ao mesmo tempo. para efeito de esclarecimentos de tópicos e colocações. Cada TCC deverá ter um projeto de pesquisa. O Trabalho de Conclusão de Curso será apresentado pelo graduando. cabendo ao coordenador designar a Banca Examinadora para.Nenhum orientador poderá estar vinculado. num prazo mínimo de 10 (dez) ou máximo de 30 (trinta) dias. 24º. incluindo a resposta do examinado e os esclarecimentos do professor/orientador. 23°. em sessão aberta à Banca Examinadora.Faculdade da Cidade do Salvador CAPÍTULO VII DO ALUNO CAPÍTULO VIII DA ORGANIZAÇÃO Parágrafo Único . até 01 (uma) hora para colocações. bem como outras informações que julgar importantes. cabendo ao aluno apresentar defesa das colocações feitas no documento. que deverá estar presente ao ato da apresentação. 19°. pelo professor/orientador do aluno. de acordo com a estrutura previamente estabelecida pelo docente. semestralmente. reunir-se para avaliá-lo. Art. 20°. a mais de 15 (quinze) trabalhos. Art. O Trabalho de Conclusão de Curso será encaminhado pelo Coordenador do Curso a cada membro da Banca Examinadora com antecedência mínima de 05 (cinco) dias para a realização da Banca Examinadora. perante Banca Examinadora constituída de três professores. previamente acertado pelo aluno junto ao seu orientador. III – coordenar a apresentação do TCC. documento composto pelo cronograma de execução da matéria. relatório e defesa. o manual de TCC do curso. II – apresentar este Regulamento a toda a comunidade envolvida na atividade. Compete ao Coordenador do Curso: I – acompanhar a administração e supervisão do TCC feito pelo Coordenador de TCC de acordo com o presente Regulamento. 22°. junto com o Coordenador de TCC. Art. prazos de entrega do projeto. Art. questionamentos e esclarecimentos. 21°. Art. lista de orientadores e respectivas linhas de pesquisas. O Trabalho de Conclusão de Curso será encaminhado ao Coordenador do Curso. O tempo definido para apresentação do trabalho. CAPÍTULO IX DAS ATRIBUIÇÕES Art. com o seu deferimento. 23 . é de no máximo 02 (duas) hora. sendo: a) b) até 01 (uma) hora para exposição do trabalho pelo aluno examinado. Em caso de questionamentos postos pela Banca ou pelo examinador. IV – atualizar.

no menor espaço de tempo possível. com o orientando. as atividades acadêmicas a serem realizadas pelo estudante.preencher o Parecer da Banca Examinadora. hora e local determinados para apresentar e defender a monografia. em geral.avaliar e devolver.Faculdade da Cidade do Salvador Art.fixar um cronograma de trabalho e estabelecer os controles regulares. elaborar a versão final de sua monografia. 25º O compete ao orientador do TCC: I .contribuir para o aperfeiçoamento do TCC. caso não estejam previstas neste Regulamento. VII .participar das reuniões organizadas pela Coordenação do TCC e/ou Coordenação do Curso. entregar relatórios escritos ao orientador. cumprir o calendário divulgado pelo Coordenador de TCC para a entrega de projetos. até o final do primeiro mês letivo. II . VI . através de comunicação oficial ao Coordenador de TCC. dentro das normas definidas neste Regulamento. III . 26º Em caso de impedimento do orientador. Art.orientar e supervisionar nas dependências da Faculdade da Cidade do Salvador e fora (quando for o caso). Art. Art. 27º A responsabilidade pela elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é integralmente do aluno. deve substituí-lo um professor indicado pelo Coordenador de TCC. podendo até indicá-lo para fazer parte da Banca Examinadora. 29º Compete ao aluno: escolher o tema e o orientador. por ocasião das sessões de orientação. VIII . ao longo do desenvolvimento do TCC. em datas pré-fixadas. V . o que não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente. manter contatos semanais com o professor orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa. relatórios parciais e versão final do Trabalho. até a efetivação da matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I. apresentar-se ao seu orientador até a primeira semana letiva do semestre. comparecer em dia.resolver. os documentos entregues para avaliação e recomendações. aquele regularmente matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso. respondendo e devolvendo questionários de pesquisa. o nome de um professor para participar da avaliação do seu projeto. eventualmente aplicados pela Coordenação. IV . as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. rubricar a folha individual do Diário de Classe. e as de seus orientandos. O não cumprimento do disposto no artigo 16 deste Regulamento autoriza o professor a desligarse dos encargos de orientação. pertencente ao currículo pleno do Curso de Pedagogia. sugerindo melhorias nos instrumentos de coleta de materiais que avaliam os estudantes e o TCC. Parágrafo único. questões relacionadas ao TCC.reunir-se. apresentar ao orientador um cronograma de atividade para ser encaminhado à Coordenação de TCC. definir com o seu orientador. freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de TCC ou pelo seu orientador. os relatórios depois de avaliados e discutidos pelo orientador devem ser entregues à Coordenação de TCC. 24 . 28º Considera-se aluno em fase de realização das atividades de Conclusão de Curso. visando melhor acompanhamento do TCC. comunicando à Coordenação de Monografia. devendo justificar eventuais faltas. Art. semanalmente e/ou quinzenalmente. sob supervisão da Coordenação do TCC. de acordo com o presente Regulamento e as instruções de seu orientador e da Coordenação de TCC.

Art. formas de avaliação e acompanhamento. II . CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 31º. Parágrafo único. 30°. além de sua contribuição para a área. A estrutura do projeto e relatório do TCC deverá seguir as normas da ABNT. 25 .Faculdade da Cidade do Salvador cumprir e fazer cumprir este Regulamento. Na avaliação. bem como o calendário de atividades do TCC para o semestre corrente. não sendo exigido posicionamentos ou análises que o configurem como dissertação ou tese.0 (oito). 32º. através de um barema e um parecer técnico. respectivamente. anexo a este regulamente. deverão ter sua cópia encaminhada à Biblioteca da Faculdade da Cidade do Salvador. de acordo com as especificidades da área e campo de atuação profissional. o aluno deverá demonstrar conhecimento e domínio do assunto nele versado. Art. considerando as orientações metodológicas e as especificações para apresentação. Caberá a cada curso elaborar o seu próprio Manual de Orientações para TCC. logicidade e linguagem em que foi desenvolvida. divulgação do nome professores/orientadores do TCC. com a demonstração de domínio da matéria versada e a clareza do que for exposto. O TCC será apresentado publicamente. Parágrafo único. CAPÍTULO X DA AVALIAÇÃO DO TCC Art. A banca examinadora efetivará a avaliação de forma quantitativa e qualitativa. Os trabalhos que obtiverem nota igual ou superior a 8. No Trabalho de Conclusão de Curso.o conteúdo e a relevância do trabalho realizado. 33º. considerando-se a atualidade e importância do tema. 34º.as consistências metodológicas. Art. estas últimas que seguem anexas. apresentando os tipos de trabalhos que serão oferecidos. compreendendo estrutura.a apresentação do trabalho. III . a Banca Examinadora levará em consideração: I . as linhas de pesquisa.

2 ANEXO B TÍTULO: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÀO DO PROJETO DE PESQUISA 2.4 ANEXO D TÍTULO: BAREMA DE AVALIAÇÀO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 26 .3 ANEXO C TÍTULO: ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2.Faculdade da Cidade do Salvador 2 ANEXOS 2.1 ANEXO A TÍTULO: ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA 2.

Anexo A ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA Sumário 1 Apresentação 2 Objeto 2.4 Tipos de amostragem 6 Cronograma 7 Referências 8 Anexos .1 Objetivo geral 3.2 Objetivos Específicos 4 Justificativa / Fundamentação Teórica (Revisão Bibliográfica) 5 Metodologia 5.1 Tema e Delimitação do tema 2.2 Problema 2.3 Delimitação do universo 5.2 Técnicas e Instrumento(s) de Pesquisa 5.1 Método de abordagem e de procedimento 5.3 Hipótese básica 3 Objetivos 3.

02 Espaço entre as Linhas Fonte das letras do trabalho como um todo Tamanho das fontes da construção do trabalho como um todo Tamanho das margens 1.Anexo 01 Especificações Técnicas para Apresentação do Projeto de Pesquisa Item 01 • • • • 04 Descrição das especificações Formato de Apresentação Qtd.40 03 -----12 14 05 • 06 • Itens de tal apresentação • • -------• • • • • • • • • -------• • • • • • • • • 07 • Quantidade de páginas do relatório 2 .5 • • • • Times New Roman Arial Para o corpo do texto Para títulos Superior: 3 cm Inferior: 2 cm Esquerda: 3 cm Direita: 2 cm Capa Folha de rosto Mensagem Sumário Apresentação Objeto Objetivos Justificativa/Fundamentação Teórica Metodologia Cronograma Orçamento Bibliografia Anexos Capa de fundo Mínimo – 30 Máximo . -------• Observações Formato de papel tamanho A4 de cor branca.

Elementos pós-textuais e l e m en t o s p ó s-t e x t u a i s e le m e n to s te x tu a is capa (o ) g lo s s á rio (o ) a n e x o s (o ) a p ê n d ic e s re fe rê n c ia s e le m e n to s p r é -t e x t u a i s te x to (o ) lis ta s s u m á rio re s u m o lin g . a c a d ê m ic o s . t e s e s . (o ) d e d ic a tó ria p á g . re s u m o (o ) e p íg ra fe (o ) a g ra d . 2 3 p . fo lh a d e ro s to capa n u m e ra d a s e m a lg a ris m o s a rá b ic o s p á g in a s n ã o n u m e ra d a s (o ) o p c io n a is (fic h a d e c a ta lo g a ç ã o n o v e rs o ) F ig u r a 2 . C u r it ib a : E d it o r a U F P R . d is s e r t a ç õ e s t ea b a lh o s r . N o rm a s p a ra a p r e s e n t a ç ã o d e t r a b a lh o s .E s t r u t u r a d a d is s e r t a ç ã o o u t e s e F o n te : U N IV E R S ID A D E F E D E R A L D O P A R A N Á . 1 . d e a p ro v . Elementos textuais 3. 1 9 9 6 . e s t. p a r t e 2 . 6 . Elementos pré-textuais 2.Anexo C ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1. e d .

(para alunos de cursos de Aperfeiçoamento e Especialização. Úrsulal 1982 b) folha de rosto – elemento inicial indispensável. sendo que o primeiro. título em destaque. grau para o qual foi elaborado. Úrsulal 1982 c) dedicatória – folha em cuja parte final o autor dedica a sua obra. Sta. 4 . autor e imprensa (local. Curso e Unidade Universitária (Departamento e Centro). Sta. deve apresentar a seguinte seqüência: • título e subtítulo. editor e data).Continuação do Anexo C 1. Elementos pré-textuais a) capa – deverá conter apenas os dados indispensáveis à identificação do trabalho. Exemplo: Nome do autor Leda Maria Hühne Tema A especificidade do Conhecimento científico Local Data Univ. acrescentar sua qualificação acadêmica): natureza e destinação: classificação do trabalho. • • nome do(s) autor(es). Exemplo: Nome do autor Leda Maria Hühne Tema A especificidade do Conhecimento científico Local Data Univ. em caixa alta.

redigido em português e em uma língua estrangeira de larga difusão. pelo apoio . professores de Metodologia Científica.A Elisa. entidades). e) resumo – é uma apresentação concisa do assunto a ser tratado. pela ajuda datilográfica. pessoas. Exemplo: RESUMO (Abstract) RESUMO (Abstract) f) sumário – é a elaboração das principais divisões. Exemplo: AGRADECIMENTOS . seções e outras partes do 5 ...Aos colegas.Continuação do Anexo C Exemplo: Nome das pessoas Aos alunos de Metodologia Científica d) agradecimentos – folha dedicada aos agradecimentos daqueles que contribuíram para a realização do trabalho (orientadores.

2. 6 . c) notas – observações ou aditamentos do texto. quando então deverão aparecer nessa ordem numérica. e) referências – relação de autores consultados ou citados. ilustrações.Continuação do Anexo C documento. Deve confirmar o material apresentado nas duas primeiras partes do trabalho. indicação da metodologia adotada e referência aos trabalhos anteriores dedicados à questão a ser apresentada. b) adendos – dados que se acrescentam para complementação do trabalho. Elementos pós-textuais a) anexos – elementos que se acrescentam para demonstração. abreviaturas. Exemplo: SUMÁRIO SUMÁRIO 1 Introdução CAPÍTULO I 1 A especificidade da ciência 1. fase do desdobramento do assunto em suas partes constitutivas a fim de melhor explicitá-lo. siglas. exemplificação ou comprovação do texto. g) listas – de tabelas ou quadros.. símbolos etc.1 Confronto com. d) apêndices – elementos que se anexam para complementação do trabalho. 3. b) desenvolvimento – parte fundamental do trabalho. c) conclusão – é a síntese da argumentação. devendo obedecer à estruturação orgânica da obra seguindo a numeração progressiva.. em ordem alfabética da palavra de ordem. a menos que sejam numerados no texto. Elementos textuais a) introdução – definição do tema-problema e delimitação da pesquisa.

Citações oportunas e fiéis 3. O método é bem definido e justificado 6. Desenvolvimento lógico 5.1. Relevância contemporânea 1.2. Apresentação das três partes distintas (introdução.2. Formulação do problema e/ou hipótese 2. Estrutura do trabalho 3.3.2. É equilibrada em relação às demais partes 4.5. Introdução 4. Hipótese formulada de forma clara 2.1. Clareza no raciocínio 6. Resumos bem feitos para evitar freqüentes citações 4.1.3.1. Conceituações e definições 3. Organização lógica das partes 3. Especificação bem-feita 2. Existe introdução 4. Elaborada segundo os requisitos da Metodologia Científica 5.2. Relevância operativa 2. Método e técnicas empregadas 6. desenvolvimento e conclusão) 3.3.Anexo C BAREMA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 Itens Avaliação do trabalho escrito 1.1.2. É adequado para abordar o problema Pontos 5 4 3 2 1 0 2 Adaptações Salomon (2002) .1. Segurança nas explicações 5.2. Evita repetições e digressões desnecessárias 3.4. Escolha do assunto revela 1.

explicar. generalizar. Conclusões 7.1. Redação e apresentação do trabalho 9. Revela análise crítica do material documentado 9.2. inferir e concluir) 11.1. Usa argumentos para demonstrar em vez de persuadir 11.2.2.2 Itens Avaliação do trabalho escrito 7. Atualização 8. Fidedignidade 8. Observância das normas de modo geral 10.3.4.3. Linguagem objetiva 9. Relação entre conclusões e hipóteses 8. Método expositivo 11. Lógica na exposição (demonstrar. Proposições elaboradas de forma a revelar o que é “principal” do que é “detalhe importante” (provas. Observância das normas de citações e notas de rodapé 10.1.1. Linguagem clara 10. Observância das especificações técnicas para apresentação Pontos 5 4 3 2 1 0 Itens Avaliação da apresentação oral 11. Extensão 8.1. Observância das normas da ABNT 10.2.3. exemplos etc) TOTAL Pontos 5 4 3 2 1 0 Avaliação Geral: 145 a 155 pontos: Excelente 123 a 144 pontos: Satisfatório 91 a 122 pontos: Tolerável Abaixo de 91: Não satisfatória 2 . Pesquisa Bibliográfica 8.2. São apresentadas como parte final do trabalho e de modo sintético 7.

jul 2011 .7 ANEXO G TÍTULO: Regulamento de Estágio Supervisionado REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REDE DE ENSINO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 Salvador.3 14.

3 ESTAGIO SUPERVISIONADO III 9.2.5 ESPAÇOS NÃO FORMAIS 10.1 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I 9.6. CONDIÇÕES E DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO 6.1. DAS ATIVIDADES 11.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS 4. DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 12.5. CAMPOS DO ESTÁGIO 8. AVALIAÇÃO 14.2. PRÉ-REQUISITOS 7.2 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II 9.4. ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO 8. ESPECÍFICOS 3.1. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DIDÁTICO 8. ATRIBUIÇÕES DO ESTUDANTE ESTAGIÁRIO 9. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR DE ESTÁGIO 8. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO 8. DISCIPLINAS E EMENTÁRIO 9. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISONADO 8. DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO 10.4 1.1. QUESTÕES PRELIMINARES 2. OBJETIVOS 2. DA APRESENTAÇÃO FORMAL DO RELATÓRIO 11.3.4 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV 9. CARGA HORÁRIA 5. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO 8. ANEXOS 4 . GERAL 2.

A presença do aluno estagiário no cotidiano da escola proporciona o contato direto com a realidade do cotidiano escolar. de aprofundamentos das disciplinas por meio de observação. A carga horária referente às atividades do Estágio Curricular Supervisionado incluirá as horas destinadas ao planejamento. recebe uma conotação de atividade instrumentalizadora do trabalho de docência. reflexão. orientação paralela e 5 . tem a abrangência nos espaços educativos formais e não formais na sociedade atuando na: na docência da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. QUESTÕES PRELIMINARES O Estágio Curricular Supervisionado a ser desenvolvido a partir do quarto semestre do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador integra a dimensão interdisciplinar teórica-prática do referencial curricular de maneira articulada aos conteúdos: dos núcleos de estudos dirigidos. de atividades práticas e de projetos. docência supervisionada. ocorrendo assim a interação entre os cursos de formação e o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas.5 1. No curso de formação de professores. 1. investigação da realidade. Tal prática possibilita a reelaboração de saberes adquiridos no processo de formação acadêmica em confronto com as experiências vivenciadas nos contextos escolares. ampliando sua visão acerca da vida e do trabalho do professor na sociedade. o estágio é concebido como campo de conhecimentos e eixo curricular central que possibilita o desenvolvimento de aspectos indispensáveis para a construção de identidades. Assim sendo. sem vínculo empregatício. na medida em que transforma-se numa prática de reflexão e compreensão a partir da realidade vivenciada pelo estudante estagiário. coordenação. saberes e posturas específicas ao exercício profissional docente. orientação e gestão de instituições. INTRODUÇÃO A realização do estágio supervisionado traduz-se num espaço de superação de perspectivas. Segmento da Educação de Jovens e Adultos. pois para além de uma visão meramente prática do curso. O Estágio Curricular Supervisionado fica caracterizado como um conjunto de atividades de práticas profissionais exercidas em situações reais de trabalho.

40º. No. refletir e exercitar o fazer pedagógico a partir do fundamento epistemológico no processo educativo. conforme explicitado nos seguintes artigos: Art. a concepção que dá suporte ao Estágio Curricular Supervisionado fundamenta-se nos princípios da ação-reflexão-ação que tem como finalidade nortear o Projeto Político Pedagógico do curso de Pedagogia Licenciatura. poderá ser objeto de avaliação. Art. em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. capaz de produzir a reflexão na sua prática nas intervenções que repensem seu trabalho e estimulem o desenvolvimento do pensamento criativo em seu processo formativo de professores/pesquisadores. promovendo a articulação entre teoria-prática na busca de soluções para as situações problemas características do cotidiano escolar. deve articular-se com as demais atividades acadêmicas conforme indica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). OBJETIVOS 2. inclusive no trabalho. 41º.6 avaliação das atividades realizadas sob a responsabilidade do supervisor de Estágio e do professor da disciplina. observar criticamente o entorno. de maneira contextualizada. 2. De acordo com o Regulamento de Estágio Supervisionado nº 029/2007 da Faculdade da Cidade do Salvador. de 26 de dezembro de 1996. reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. GERAL Proporcionar vivências em diferentes dimensões da atuação profissional.1. Esta prática se constitui obrigatória para obtenção da licença para o exercício da docência no contexto da Educação Básica: Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental e para tanto. 6 . Assim sendo. o que exigirá do estagiário. crítica e atualizada. A Educação Profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada. o conhecimento adquirido da Educação Profissional. 9394.

Aprimorar a capacidade do trabalho interdisciplinar. coordenação. Apropriar-se dos conceitos essenciais/conteúdos a serem trabalhados com os estudantes. Fazer intervenções pedagógicas que garantam o aprendizado dos estudantes. ESPECÍFICOS • Acompanhar e refletir a partir de observações de aspectos e/ou concepções presentes no cotidiano da gestão educativa em todas as dimensões do fazer pedagógico. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS O estagiário deve ter clareza de que o pedagogo. assim como gerenciar processos educativos. orientação e gestão escolar bem como nos espaços não formais da Educação. no Segmento da Educação de Jovens e Adultos. Observar e registrar a própria prática educativa. Compreender e intervir no processo de alfabetização e letramento. para isto. Planejar. • Observar e exercer co-participativamente as competências exigidas na prática profissional relativas ao contexto da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. 3. Neste sentido. expresso no Projeto Político Pedagógico. para atingir o perfil do Pedagogo da Faculdade da Cidade do Salvador. em todas as áreas do conhecimento. necessita desenvolver ações e atividades docentes. contribui em seu processo formativo e. no Estágio Curricular Supervisionado. o estudante terá oportunidade de desenvolver habilidades e competências para: • • • • • • • • Entender o fazer pedagógico como exercício de pesquisa. • Exercer a docência e outras atividades pedagógicas correlatas no campo de atuação de Estágio previamente definidas no Projeto Político Pedagógico do curso.1. 7 . principalmente o constante exercício de teorização da prática educativa.7 2. executar e avaliar suas ações pedagógicas cotidianamente. Desenvolver a capacidade de observação.

SUPERV. observa-se que. funcionários. CARGA HORÁRIA O Estágio Curricular Supervisionado prevê a carga horária total de 300 horas a partir do quarto semestre do curso de Pedagogia. a juízo da Coordenação do 8 . distribuídas em quatro disciplinas: C. SUPERV. pais e/ou responsáveis.8 • • • • Conhecer. I EST.As atividades do Estágio Curricular Supervisionado devem ser cumpridas dentro do período letivo a partir do 4º semestre. Elaborar instrumentos e novos dispositivos para realização de avaliação processual. 5. formativa e/ou diagnóstica. SUPERV. H. IV Total de Horas a integralizar Atividade Eixo ESPAÇOS EDUCATIVOS ORIENTAÇ ÃO C. III EST. PRÁTICA C. poderá ser dispensado das responsabilidades de Estágio de acordo com as especificações contidas neste documento.SEJA 40h 40h 40h 40h 20h 40h 40h 40h 60h 80h 80h 80h 300h De acordo com o Regulamento do Estágio Supervisionado. SUPERV. H. analisar e contribuir com o Projeto Político Pedagógico da instituição. H. TT Observação e Coparticipação Docência Docência Docência Escolas regulares: Educação Infantil e Ensino Fundamental I Escolas regulares: Educação infantil Escolas regulares: Ensino Fundamental I Segmento de Educação de Jovens e Adultos .A realização do Estágio em época diferenciada pode ser aprovada de acordo com as necessidades do plano de Estágio proposto. Realizar intervenções pedagógicas com estudantes que possuem dificuldades de aprendizagem. CONDIÇÕES E DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO 5. 5. II EST. Participar de reuniões com professores. ESTÁGIOS EST.1. 4.2. o discente com experiência profissional.

e a Deliberação CEE 60/2006 homologada pela Resolução SEE de 20.7 .3. As exceções devem ser 9 . 5.9 Curso de Pedagogia Licenciatura da Faculdade da Cidade ouvido o Colegiado do Curso. se for o caso. quando tiver mais de um ano de atividade instituições escolares.As atividades de Estágio serão desenvolvidas em escolas da rede pública ou privada. Educação de Jovens e Adultos . 5.5 – De acordo com a Resolução CNE/CP nº1 de 15/05/2006 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Pedagogia. desde que conveniadas com a Faculdade da Cidade do Salvador.No Ensino Fundamental. específica em 5. as atividades de Estágio poderão ocorrer em classes de 1º ao 4º ano ou 5º. excetuando-se o período de Docência. 5.8 – Na realização do Estágio. nos anos iniciais do Ensino Fundamental e gestão de processos educativos em espaços formais e não-formais e apresenta uma carga horária de Estágio Curricular Supervisionado de 300 horas.6 – No segmento da Educação Infantil. que normatiza tais Diretrizes. o discente que exerce atividade docente regular na Educação Básica: Educação Infantil ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental I e II. para a etapa referente a observação e coparticipação um mínimo de 2 horas e um máximo de 4 horas diárias devem ser cumpridas.4 . terá redução de duas horas aula em sua carga horária prevista no Estágio Curricular Supervisionado. licenciatura.SEJA ou Gestão em Espaço Escolar formal e não formal. 5. 5. a organização curricular do curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador contempla a licenciatura para docência na Educação Infantil. a saber: crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 5 anos de idade.Em conformidade com o Regulamento de Estágio Supervisionado nº 029/2007 desta instituição. publicada em 22/09/2006. as atividades de Estágio poderão ser desenvolvidas em turmas de diferentes faixas etárias.

Didática. Avaliação da Aprendizagem Escolar. é o representante docente do Curso designado pela coordenação para estruturar. Didática. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO Fazem parte do processo de acompanhamento e avaliação do Estágio Curricular Supervisionado os seguintes atores:  O Coordenador do Curso de Pedagogia: acompanha as ações de modo geral tomando como princípio o cumprimento dos dispositivos estabelecidos no Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia Licenciatura e interage com o coordenador do curso. Currículo e Planejamento Escolar. • Estágio Curricular Supervisionado IV: Fundamentos e Didática da Alfabetização. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Assim sendo. seguem a seguinte ordem: • • Estágio Curricular Supervisionado I: Didática. • Estágio Curricular Supervisionado III: Fundamentos e Didática da Alfabetização. PRÉ-REQUISITOS As diversas disciplinas organizadas nos três primeiros períodos da formação do pedagogo integram-se como pré-requisitos para o desenvolvimento de competências e habilidades previstas no Projeto Político Pedagógico do referido curso que serão necessárias ao discente para avançar no seu processo de formação. Currículo e Planejamento Escolar. Currículo e Planejamento Escolar. 7. Currículo e Planejamento Escolar. 6. Estágio Curricular Supervisionado II: Estágio Curricular Supervisionado I. Fundamentos da Educação de Jovens e adultos.10 justificadas à coordenação do curso de Pedagogia Licenciatura pelo professor supervisor.  O Professor Coordenador de Estágio: em conformidade com o Regulamento de Estágio Supervisionado da Faculdade da Cidade do Salvador. e por ela autorizada. Avaliação da Aprendizagem Escolar. acompanhar e orientar o desenvolvimento de todas as 10 . Didática.

A seguir tem-se a estrutura organizacional representada através de um organograma.  O Diretor/Representante do Campo de Estágio: representante legal da Instituição Cedente.  O Professor de Campo de Estágio: é um representante docente da Instituição Cedente Educativa.11 atividades específicas e inerentes aos Estágios curriculares supervisionados.  O Estudante Estagiário: estudante do curso de Pedagogia. regularmente matriculado em uma das disciplinas de Estágio. Este professor assumirá no mínimo uma turma de Estágio.  Os estudantes da escola: estudantes da Instituição Cedente escolhida para realização de Estágio. responsável pelo acompanhamento direto das ações didático pedagógicas dos estagiários.  O Professor da Disciplina do Estágio que Curricular assume a Supervisionado: disciplina e seu representante docente Curso desenvolvimento. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO DO ESTÁGIO 11 . Coordenador do Curso e Colegiado Professor Coordenador de Estágio Professor da Disciplina Estágio Curricular Supervisionado O Professor de Campo de Estágio O Diretor/representante do Campo de Estágio O Estudante Estagiário O Estudante da Escola 8.

As instituições de ensino acolhedoras dos Estágios serão cadastradas pela coordenação de Estágios e receberão periodicamente contatos (via endereço eletrônico e telefônico) do coordenador de Estágio para compartilhar idéias e verificar o atendimento soa objetivos do Estágio. Para fins legais de realização do Estágio. professor e supervisor de Estágio. A equipe de professores supervisores de Estágio também é definida pela coordenação do Curso. assim como o contato direto com o coordenador. que contemplará todas as informações necessárias para a estruturação do Estágio. sob a orientação dos setores competentes da Faculdade da Cidade de Salvador. 12 . caracterizando-se em um Espaço Virtual de Aprendizagem (EVA). os estudantes-estagiários terão à sua disposição acesso ao laboratório e a um endereço eletrônico coletivo. estabelecendo os compromissos mútuos em acordo com as normas gerais conferidas por lei. Campos do Estágio A escolha e definição da instituição de ensino (a cada dois anos) onde o estudante realizará suas atividades de Estágio são de responsabilidade da Faculdade da Cidade do Salvador.1. controle e avaliação do Estágio Curricular Supervisionado são organizadas pela Coordenação de Curso de Pedagogia Licenciatura. 8. cabendo ao coordenador do curso de Pedagogia Licenciatura orientá-lo. desde que seja aprovado pelo Coordenador do curso e seja firmado um contrato entre a escola e o estagiário. o estudante deve estar regularmente matriculado nas disciplinas e preencher os demais requisitos elencados pela instituição. poderá fazê-lo. Caso o estudante queira estagiar na instituição onde trabalha. Objetivando-se facilitar o fluxo de informação.12 As atividades relacionadas ao processo de acompanhamento.

• • • • • Desenvolver com ética e responsabilidade. Os dois manterão contato constante por meio dos recursos e ferramentas virtuais disponibilizados pela Faculdade da Cidade do Salvador. Respeitar as diretrizes do Projeto Político Pedagógico das Instituições de Ensino que o acolhem como estagiário. 8. 13 . de maneira prévia e organizada. em parceria com representantes do campo de Estágio. sob a orientação direta do professor da disciplina Estágio Supervisionado. respeitando o Regimento Geral da Faculdade da Cidade do Salvador e a resolução de avaliação específica do Curso de Pedagogia. sendo que ambos devem cumprir todas as atribuições que lhes cabe previstas neste regulamento. descritas por meio de relatórios parciais e finais e demais instrumentos3 de acompanhamento. telefone ou e-mail. Providenciar o preenchimento de todos os formulários solicitados pelo professor supervisor e coordenador de Estágio. 3 Os modelos dos instrumentos de avaliação e acompanhamento serão disponibilizados pela coordenação do Curso. cumprindo assim a carga horária pré-estabelecida. A avaliação final deste processo será expressa em nota emitida pelo supervisor de Estágio. Comparecer no local de Estágio pontualmente nos dias e horários estipulados. Orientação e Avaliação O processo de orientação e avaliação do Estágio está alicerçado num compromisso mútuo entre o professor supervisor e o estagiário. com vistas a garantir o alcance dos objetivos delineados para atividade do Estágio Curricular Supervisionado. a partir do desempenho global do estagiário. baseando-se em todas as atividades desenvolvidas através de sua atuação profissional e por meio dos documentos/documentos/planejamento/relatórios/portfólios que apresentar inclusive relatório descritivo da instituição onde realizou Estágio. Elaborar relatórios parciais e finais de Estágio e enviá-los ao professor da disciplina Estágio Supervisionado nas datas previstas. Atribuições do Estagiário • Elaborar Plano de Estágio detalhado.13 8. todas as atividades previstas no plano de Estágio.3.2.

14 • Comunicar ao professor da disciplina Estágio Supervisionado todos os eventuais imprevistos ou intercorrências que possam gerar re- planejamento de ações específicas do Estágio. inclusive com a instituição de campo de Estágio. a 14 . Zelar pelo nome da Faculdade da Cidade. Aceitar sugestões pertinentes oriundas dos professores e dirigentes da instituição do campo de Estágio.4. de todas as atividades do 8.  Orientar estagiário na elaboração do seu plano de Estágio. Atribuições do Professor Coordenador de Estágio É de responsabilidade do Professor Coordenador de Estágio:  Utilizar e alimentar a ferramenta EVA. 8. da Instituição de Ensino que o acolhe como estagiário. • • • Solicitar orientação professor da disciplina Estágio Supervisionado para resolução de problemas ou dúvidas surgidas no decorrer do Estágio.  Preencher todos os formulários de acompanhamento solicitados pela coordenação do Curso e de Estágio. envolvendo a comunidade acadêmica. devidamente auditado entre a Instituição Cedente e a Faculdade da Cidade do Salvador. assim como sua imagem como estudante.  Orientar o estagiário na elaboração dos relatórios de Estágio e na resolução de problemas que por ventura possam surgir no decorrer deste processo.5.  Acompanhar o andamento dos Estágios dos estudantes por meio de relatórios e contatos virtuais. Atribuições do Responsável de Campo de Estágio Espera-se que através de um convênio prévio de Estágio obrigatório.  Avaliar o Estágio e encaminhar os resultados finais para a coordenação do Curso.  Supervisionar e acompanhar o desenvolvimento estagiário definidas no plano de Estágio.  Organizar socialização das experiências dos estagiários (expo pedagogia) por meio de apresentação oral.

 Emitir parecer sobre o desempenho do estagiário. possa cooperar com o Professor da disciplina Estágio Supervisionado ou à Coordenação do curso com informações necessárias para as intervenções de aperfeiçoamento concernentes à aprendizagem do estagiário. 8.15 interlocução entre as partes.  Revisar e aprovar o plano de Estágio elaborado pelo estagiário. Quando da ação de Estágio. no início do Estágio. 15 . participante das ações do estudanteestagiário na sua classe e. Assim haverá um diálogo constante entre a coordenação do Curso e da direção da escola. É-lhes atribuído:  Apresentar à coordenação do Curso. quando solicitado. o plano de ensino. através de relatos e/ou relatórios. em formulário próprio cedido pela Instituição formadora. de Estágio e aos estudantes.  Encaminhar o Termo de Convênio assinado à Faculdade da Cidade do Salvador (quando se aplicar). são atribuições do Professor da disciplina Estágio Supervisionado:  Conhecer o plano de Estágio apresentado pelo estagiário.  Responder aos contatos do professor da disciplina Estágio Supervisionado da Faculdade da Cidade.  Assinar os Planos de Estágio apresentados pelo estagiário.  Preencher e assinar os formulários de acompanhamento do estagiário. Atribuições do Professor de Campo A Coordenação do Curso de Pedagogia Licenciatura e o Professor da disciplina Estágio Supervisionado devem atuar junto à escola campo de Estágio. buscando uma efetiva parceria. Espera-se que a partir desta parceira o Professor da Escola de Campo de Estágio seja um observador in loco.  Conhecer e aprovar o Plano de Estágio elaborado pelo estagiário. Assim sendo.6. a direção da escola de campo deve indicar um professor para exercer o papel de observador in loco em pelo menos três momentos diferentes do Plano de Estágio. no sentido de garantir a perfeita sintonia entre todos os agentes envolvidos no Estágio curricular supervisionado.

16 . Além desta atividade. Além desta atividade. o estudante também desenvolverá o Plano de Estágio. por meio de observação e co-participação em uma classe específica. Concomitante. a docência na classe observada e o Relatório de Estágio. DISCIPLINAS QUE COMPOEM O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I No desenvolvimento desta disciplina o estudante-estagiário vivenciará o dia-a-dia de uma instituição de Educação Infantil e Ensino Fundamental I.16  Preencher e assinar os formulários de acompanhamento do estagiário.  Responder aos contatos do Coordenador do Curso de Pedagogia Licenciatura da Faculdade da Cidade quando solicitado.  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II Neste Estágio. Concomitante. através desta observação verificará o cotidiano da instituição aplicando também entrevistas aos docentes e demais elementos desta instituição. o estudante também desenvolverá o Plano de Estágio. em turmas do 1º ao 5º ano. Todas essas ações serão realizadas em conjunto com os estudos teóricos dirigidos à disciplina curricular.  Emitir parecer sobre o desempenho do estagiário em formulário próprio da Faculdade da Cidade. Assim. 9. o estudante co-participará e atuará em Docência na Educação Infantil. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. a docência na classe observada e o Relatório de Estágio. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações.  ESTAGIO SUPERVISIONADO III Neste Estágio. a exemplo coordenadores e diretores da Instituição Cedente. por meio do acompanhamento das aulas em turmas da Educação Infantil. o estudante co-participará e atuará como regente no cotidiano de uma Instituição de Ensino Fundamental.

o Relatório de Estágio nestas modalidades. O estudante deve apresentar o relato das atividades desenvolvidas. elaborar relatórios de análise crítica e relatos a partir do que foi acompanhado e observado em seu diário de campo. portanto. estudos teóricos dirigidos à disciplina.17  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV Neste Estágio. o estudante elabora o Plano de Estágio e assume a docência no Segmento da Educação de Jovens e Adultos (SEJA). Da apresentação Formal do Relatório • O referido documento será entregue após o encerramento de Estágio. Deverão. DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO O Estágio caracteriza-se como uma atividade obrigatória estritamente individual. ainda. 10. • Constituem exigências mínimas para apresentação do relatório: 17 . Aliado a estas ações. no prazo de quinze dias. O estudante deverá também. desenvolve. por isso. devendo este. Serão desenvolvidos como suporte ao processo deste Estágio. análise e acompanhamento de processos de gestão educativa em instituições de educação básica ou em um espaço de educação não formal associada à prática pedagógica da disciplina Gestão em Instituições.1. ser apresentado de acordo com as normas estabelecidas pela Faculdade Cidade e o Manual de Metodologia. realizar atividades de observação de práticas de gestão e entrevistas com os profissionais envolvidos neste processo. serão desenvolvidos estudos teóricos relacionados à disciplina. para análise e observação do professor supervisor.  ESPAÇOS NÃO FORMAIS O estudante realizará ações de caracterização. 10. o Relatório de suas atividades deve resultar de uma elaboração pessoal de cada estudante-estagiário.

 Anexos. participações. projetos desenvolvidos. constituída de impresso próprio fornecido pela Coordenação de Estágios. Caracterização da instituição de ensino cedente. impresso de acordo com as normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as orientações do Núcleo de Acompanhamento das Ações Acadêmicas (NAAC) e o Manual de Metodologia da Faculdade da Cidade.  Folha de Freqüência devidamente assinada pela autoridade responsável. • O Relatório deve ser organizado da seguinte forma:  Capa plástica transparente e verso nas cores azul ou preta. quando for o caso. ou seja. das experiências vividas. deve constituir-se em um documento a ser apresentado em uma única via original.  Página de Rosto. com carimbo da Faculdade da Cidade e da Instituição Cedente. professores. das aprendizagens construídas e das contribuições do Estágio para sua formação profissional. 3.  Folha de Aprovação das etapas do Relatório de Estágio cedida pelo Professor Supervisor.  Relatório: textos e documentos que sistematizam a experiência prática. desenvolvimento de projetos e investigações. 2. do Relatório de Estágio Curricular Supervisionado. Avaliação da própria ação como estagiário. • A apresentação formal da experiência da prática.18 1. enquanto comunidade educativa: elementos descritivos sobre a instituição e equipe de gestão. Plano de Gestão.  A Declaração de Estágio Realizado devidamente assinada pelo Diretor ou responsável e carimbada pela escola e entregue à Coordenação do Curso em duas vias. a parte. estudantes. bem como aquelas resultantes da própria experiência docente. 4. sem rasuras. do Relatório. Proposta Pedagógica e Regimento Escolar. dos encaminhamentos efetivados com análise crítica fundamentada em referenciais teóricos. 18 . Relato das observações. recursos e materiais pedagógicos.  Avaliação do Estágio realizada pelo estudante-estagiário. Apresentação de ações envolvendo a prática pedagógica: a docência supervisionada.

• O procedimento de observação se constitui em um dos mais importantes na experiência de Estágio na escola. participações e experiências vivenciadas no campo de Estágio. O registro sistemático de observações. horário de início ou término do período de observação e/ou participação. analisados e interpretados à luz de referenciais teóricos. • No segundo momento. fazendo constar neste instrumento: local (Escola ou sala de aula). Co-participação – em atividades da Escola ou de sala de aula  A co-participação do estudante-estagiário envolve a sua colaboração ativa no planejamento. participações e demais atividades desenvolvidas • Instrumento para a construção de conhecimentos pedagógicos e científicos. distanciado no tempo e no espaço em que as ações transcorreram. As atividades de Estágio requerem o uso do registro em dois momentos: • No primeiro momento. Os informes obtidos podem ser discutidos. realização ou avaliação dessas mesmas atividades. no ato de realização do Estágio. tais como: 19 . bem como uma importante ação da atividade docente. ou seja. é possível em Registro que envolve uma reflexão sobre a ação. a observação subsidia o registro apontando para os aspectos mais relevantes e significativos da realidade. 3. DAS ATIVIDADES 11. Observação em campo – da Escola e nas salas de aula da Educação Infantil ou dos anos iniciais do Ensino Fundamental I. a elaboração do Relatório do Estágio Curricular Supervisionado pelo estudante-estagiário.19 11. 2. Registro – de observações. dia. • Dessa forma o estudante-estagiário pode organizar e sistematizar seus registros de campo empregando o Diário de Bordo ou uma Ficha de Registro de Campo. constitui o recurso básico para sistematização da experiência prática. Das Atividades de Estágio Curricular Supervisionado 1.1.

em diferentes realidades e meios ecológicos. A pesquisa. objetiva investigações que apóiem práticas educativas em contextos escolares e não escolares. recreio dirigido. tais como: festas. etc. • • • Colaborar com o professor em qualquer outra atividade dentro ou fora da sala.pesquisas e estudos científico-tecnológicos: ♦ Envolve atividades de produção e difusão de conhecimentos do campo educacional em articulação com as práticas e de pesquisa. 4. entradas e saídas de estudantes. comunitários. Processos de formação e das lutas nas quais incluem a dos professores..20 • • • Auxiliar o professor na elaboração de atividades de ensino. passeios. excursões.  O Parecer CNE/CP05/2005 de 13 de dezembro de 2005. Participar de reuniões realizadas na escola: com professores na hora de Acompanhamento Pedagógico (AC). visitas externas. correção de atividades. rodinhas. Investigação na Realidade . quando solicitado. Práticas pedagógicas. Processos educativos e de gestão em diferentes situações institucionais: escolares. Prestar assistência individual ou a pequemos grupos de estudantes durante a realização de exercícios ou quando apresentarem dificuldades em relação ao entendimento dos conteúdos do ensino ou nas atividades. organização de filas. Auxiliar nas rotinas de classe: chamada. Colaborar com a direção e/ou professores na organização ou promoção de eventos escolares. empresariais. exercícios ou tarefas das diversas áreas do currículo escolar. neste caso. orienta que as investigações levem à produção e divulgação de conhecimento sobre: • • • • • • • Crianças. gincanas. entre outros. Processos de ensinagens e aprendências. de Conselho de Classe.. 20 . etc. jovens e adolescentes e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências. Propostas curriculares. assistenciais. etc. Organização do trabalho educativo.

21 . desenvolvimento de projetos ou programas. sob a coordenação do professor Supervisor de Estágio e a colaboração do professor de classe. Assim sendo. Ensino Fundamental I e II.na Educação Infantil. Docência . contudo.21 • Como as crianças aprendem e se desenvolvem nas diversas etapas de vida. atividades.. Ministrar aulas de reforço para recuperação de aprendizagens dos estudantes com a participação do professor e/ou dos estudantes. criar alguns espaços para o exercício da docência. • Auto-avaliação do estudante. 5. sob a assistência de professores experientes da Escola Campo de Estágio e sob a supervisão da Faculdade da Cidade. escola de formação. Segmento da Educação de Jovens e Adultos:  As oportunidades de ação pedagógica efetiva em sala de aula podem ser restritas para os estudantes-estagiários em algumas escolas. • • Elaborar projetos de produção de materiais didáticos ou institucionais como: jogos. AVALIAÇÃO A avaliação do estudante estagiário será realizado pelo Professor da disciplina de Estágio Supervisionado levando em consideração: • A avaliação do Supervisor de Estágio da Instituição de Campo. de sala de aula. em espaços diversos da família e instituições como orfanatos e creches. cartazes etc. de aulas. 12. • Avaliação pelo menos em um momento durante a realização de Estágio por meio da observação. o estudanteestagiário deve: • Planejar e desenvolver projetos interdisciplinares de atividades educacionais. por estudantes ou pelo docente da classe. textos. Trata-se da atividade de docência compartilhada. • Avaliação dos instrumentos: projeto de Estágio e relatório final. mas é possível. especialmente nas faixas de zero a seis anos. ou seja. sobre temas sugeridos pelo contexto da escola.

o apoio necessário ao(a) nosso(a) discente(a). matriculado (a) nesta Instituição de Ensino Superior. II. buscando viabilizar o Estágio _____________ (de observação/ co-participação / regência) em atividade de ensino desta conceituada instituição. no_______semestre do curso de Pedagogia. Atenciosamente. que está cursando a disciplina de Estágio Curricular Supervisionado _____ (I.edu. Solicitamos de V.Sa. Este Estágio deverá ter carga horária de ____ 20/40/80 (vinte. Coordenador do Curso de Pedagogia Profª Luiza Olivia Lacerda Ramos E-mail: lramos@faculdadedacidade.CARTA DE APRESENTAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA Carta de apresentação de Estágio Curricular Supervisionado Salvador ____________ de ____________ de __________ À Empresa____________________________________________________________ ___ A/C (a).br Tel. quarenta ou oitenta) horas semestrais e oportunizará a articulação entre teoria-prática. através de experiências concretas em atividades pertinentes a sua formação docente.: 3254-6913 Faculdade da Cidade do Salvador – Praça da Inglaterra s/n – Comércio – Salvador/ Bahia 22 . Vimos apresentar o (a) regularmente discente_____________________________________________._____________________________________________________________ Sr Prezados Senhores.22 ANEXO A . III OU IV).

9. 5. 4. TOTAL CARGA HORÁRIA C. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO VISTO DO SUPERVISOR LOCAL OBSERVAÇÕES DO ESTAGIÁRIO QUANTO ÀS ATIVIDADES: PARECER DO ORIENTADOR – APROVEITAMENTO DAS ATIVIDADES Data Assinatura do Estagiário Assinatura do Orientador 23 .H. 3. 8. 2. 6. 7.23 ANEXO B – REGISTRO DE FREQUÊNCIA E ATIVIDADES DE ESTÁGIO Registro de Freqüência e Atividades de Estágio CURSO DE PEDAGOGIA Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado________Semestre _________ Ano ______ Estagiário (a): Orientador(a): Instituição: Supervisor (a): DATAS E CARGA HORÁRIA NA INSTITUIÇÃO Nº Data Horário Horário Chegada Saída 1. 10.

Responsabilidade no desempenho das tarefas 5. Postura e apresentação 4. Progresso apresentado no decorrer do Estágio OBSERVAÇÕES DO SUPERVISOR Ótimo Regular Insuficient e Estágio Curricular Supervisionado________Semestre _________ Ano ______ Data Assinatura do Estagiário Assinatura do Orientador 24 . Assiduidade 2.24 ANEXO C – BOLETIM DE AVLIAÇÃO DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO BOLETIM DE AVLIAÇÃO DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO CURSO DE PEDAGOGIA Disciplina: Estagiário (a): Orientador(a): Instituição: Supervisor (a): CONCEITO ASPECTOS OBSERVADOS Bom 1. Pontualidade 3.

3 – Recursos materiais necessários para o Estágio 9. Objetivos (para quê?) 7. turmas e horários em que realizará o Estágio 7.3 – Série. Fundamentação Teórica e justificativa (por quê?) 6. Anexos (planejamento de ensino original das turmas em que realizará o Estágio) 25 . Sumário 4.1 – Características e método de desenvolvimento do Estágio 7.4 – Cronograma das atividades 8.25 CURSO DE PEDAGOGIA Modelo de Plano de Estágio TÓPICOS 1.2 – Escola onde será realizada o Estágio 7. Referências Bibliográficas 10. Recursos (com que e com quem) 8.1 – Nome e contatos (e-mail e telefone) do estagiário 8. Métodos ( Como? Onde? Quanto? Quando?) 7. Introdução 5. Capa 2.2 – Nome e contatos (e-mail e telefone) do Professor Supervisor 8. Contracapa 3.

Importância do estágio para sua vida profissional 10. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos 8. Folha de Rosto 3. Referências 12.CURSO DE PEDAGOGIA CURSO DE PEDAGOGIA 26 BAREMA DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO FATORESDE AVALIAÇÃO Ótimo 1. Capa 2. Conclusão e Recomendações 11. Apresentação dos resultados (apontando as dificuldades encontradas no desenvolvimento do trabalho) analise e interpretação 9. Sumário 4. Caracterização da organização e esquema do trabalho de investigação 6. Anexos CONCEITO Bom Regular Insuficiente OBSERVAÇÕES DO PROFESSOR-ORIENTADOR DATA Nome do Professor-Orientador Assinatura do professor 26 . Introdução 5. Fundamentação teórica 7.

gov.org. 36115979 E-mail esc-cidpassos@salvador. Telefone tel: 3314-2148/ (71) 312-6300 Diretora: Selma Vice Diretora: Jamira ESCOLA CENTRO MUNICIPAL DE EDUCACAO INFANTIL ARLETE MAGALHAES Endereço R Antonio Franco Brandao Bairro ROMA CEP Telefone(s) 31166392 E-mail cmei-arletemagalhaes@salvador. 90/ Rua Orois.ba. Bairro: Uruguai (fim de linha) CEP 40450-300. 32140450 E-mail esc-fazgrande@salvador.br Diretora: Cristina Barbosa Vice diretores: Matutino: Francinete Lima de Menezes Vespertino: Ana Cristina ESCOLA CENTRO MUNICIPAL DE EDUCACAO INFANTIL CID PASSOS Endereço RUA DA LAGOA.br Diretora: Denise Lima Ferreira Vice diretores: Matutino: Vespertino: ESCOLA COMUNITÁRIA LUIZA MAHIN Endereço: Conj.br Diretora: Patrícia Barral Vice diretores: Matutino: Vespertino: ESCOLA MUNICIPAL DA FAZENDA GRANDE Endereço PRAÇA PRAZERES CALMON.br ESCOLA MARIA DO ROSÁRIO Diretor: Telefone: 3306-3493 FICHA DE CADASTRO E DE LEMBRETES 27 . 18.gov. Monteiro.ba.gov. 68 Bairro CAMINHO DE AREIA CEP 40440-520 Telefone(s) 36116516. 19 Salvador-BA CEP: 40327-170 Telefone: (71) 3389-8232 iupe@iupe.br INSTITUTO UNIVÉRSICO DE PESQUISA E EDUCAÇÃO Diretor: Geisa Arlete do Carmo Santos e Roberto Emilio Bailly Andersen Cavalcanti Endereço: Av. 5.ba.ba. qd.CURSO DE PEDAGOGIA 27 RELAÇÃO DAS ESCOLAS DE CAMPO PARA ESTÁGIO Unidade Escolar: ESCOLA MUNICIPAL TIRADENTES Endereço RUA JARDIM CASTRO ALVES.gov. Santa Luzia. 333 Bairro COUTOS CEP 40760-020 Telefone(s) 36115978. 36116517 E-mail esc-tiradentes@salvador. s/n Bairro FAZENDA GRANDE DO RETIRO CEP 40353-440 Telefone(s) 32140109. Salvador. BA.

“Boa tarde Sr.28 SEMPRE VALE LEMBRAR QUE. Tente saber o nome das pessoas com as quais irá contatar. Muito obrigada por me receber hoje. para ver quanto tempo demora a chegar ao destino. preencha imediatamente a ficha de cadastro. ligue para a escola e avise o mais rápido possível. se porta e se dirige às pessoas. o meu nome é Maria Reis. Tenho uma entrevista marcada às 14 horas com Manuel Roriz”. SABER OS NOMES CERTOS Não há nada mais estranho do que ter pessoas a perguntarem-nos como estamos. Tenha atenção em saber o nome da pessoa pela qual será entrevistada(o). Se necessário experimente ir previamente ao local na mesma altura em que a visita irá decorrer. CHEGUE NA HORA Não existe qualquer tipo de exceção para esta regra. “Boa tarde. AGRADEÇA No fim da entrevista. Caso identifique-se com a carga horária e a escola. Lembre-se que é uma escola e. peça desculpas. explique e ofereça-se para remarcar a entrevista. estas devem ter as unhas limpas e aparadas.. Uma boa dica é vestir-se um pouco mais formal. agradeça pelo tempo dispensado consigo. Roriz. caso ainda não o saiba: coordenador/ diretor/ vice diretor/ professor. O cabelo deverá estar limpo e arrumado. Apresente-se ao coordenador/ diretor/ vice diretor e diga-lhe o seu nome. INVESTIGUE TUDO Existem várias razões para fazer uma visita a uma empresa antes de lá ir fazer uma entrevista. Chegar no horário marcado e apresentar-se expondo os motivos da visita: buscar espaços para realizar estágio curricular supervisionado (Co-participação / Regência) APRESENTAÇÃO Ter bom aspecto é tão importante como usar a roupa apropriada. Saberá como lá chegar e quanto tempo demora a faze-lo. Memorize o nome das pessoas. Se acontecer algum imprevisto. blusas decotadas ou com falta de botões. levante-se. o meu nome é Maria Reis.” SOLICITE O HORÁRIO Peça o horário das aulas.. e olhando-o nos olhos aperte-lhe a mão. Vista-se apropriadamente.. portanto os alunos os terão como referência. bem como as mãos. de como se veste. as roupas deverão estar limpas bem apresentadas. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA ESTÁGIO I: Co participação Confecção do relatório ESTÁGIO II: Regência Confecção dos planos e relatório de estágio 50 horas 10 horas 40 horas 04 horas 28 . Os sapatos deverão estar limpos. Nada de usar roupas curtas.

29 FICHA DE CADASTRO ALUNO ESCOLA SELECIONADA PROFESSOR REGENTE TELEFONES EMAIL TURNO DO ESTÁGIO SÉRIES TURMAS PREVISÃO DE INÍCIO PREVISÃO DE TÉRMINO (tire uma cópia para você e entregue a original e envie preenchido por e-mail à sua professora de estágio curricular supervisionado) 29 .

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