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Do

Infinitamente Grande

ao

infinitamente pequeno

Vamos fazer uma viagem, a alta velocidade, voando em

distâncias múltiplas de 10.

Começamos com 10 0 m (1 metro), aumentando em proporções múltiplas de 10 ou seja, 10 1 (10 metros), 10 2 (10x10 = 100 metros, 10 3 (10x10x10 = 1.000 metros), 10 4 (10x10x10x10 = 10.000 metros), sucessivamente, até ao

limite da nossa imaginação, na direcção do

macrocosmos.

Depois vamos regressar, mais rapidamente ainda, até o

ponto de partida e mergulhar numa viagem inversa, ou

seja, imergindo em proporções submúltiplas de 10, para dentro da matéria, o microcosmos.

Boa-viagem !

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 0 m 1 metro

Observando um ramo de folhas à distância de um braço esticado...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 1 m 10 metros

Começamos a nossa viagem

“para cima”

afastando-nos da origem ...

os arbustos

estão

em

baixo.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 2 m 100 metros

A esta distância definem-se os limites da floresta

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 3 m 1 quilómetro

Mudamos de

metro para km ...

Vamos saltar de pára-quedas ?

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 4 m 10 quilómetros

A cidade vista de cima.

Os quarteirões

mal se definem.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 5 m 100 quilómetros

A esta altura o estado da Flórida

(USA), pode ser

visto por completo ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 6 m 1.000 quilómetros

A nossa visão a partir de um

satélite.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 7 m 10.000 quilómetros

O Hemisfério

Norte da Terra.

O Hemisfério Sul espreita ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 8 m 100.000 Km

A Terra começa

a ficar pequena ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 9 m 1 milhão de quilómetros

Pode ser vista a órbita da Lua em torno da Terra.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 10 m 10 milhões de Km

Parte da órbita da Terra em azul

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 11 m 100 milhões

de Km

Órbitas de Vénus,

Terra e

Marte.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 12 m 1 bilião de Km

Órbitas de:

Mercúrio, Vénus, Terra, Marte e Júpiter.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 13 m 10 biliões de Km

A esta “altura”

da nossa viagem consegue-se observar todo o Sistema Solar e a órbita dos seus planetas.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 14 m 100 biliões de Km

O Sistema Solar

começa a esconder-se no universo ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 15 m 1 trilião de Km

O Sol é uma

pequena estrela no meio de milhares de outras ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 16 m 1 ano-luz

Aqui

mudamos

para outra medida ...

O “ano-luz”

O Sol é um pequeno ponto.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 17 m 10 anos-luz

Só há estrelas no infinito ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 18 m 100 anos-luz

“Nada” para além

de estrelas e

nebulosas

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 19 m 1.000 anos-luz

A esta distância as estrelas

parecem unir-se.

Estamos a viajar pela Via-Láctea, a nossa galáxia.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 20 m 10.000 anos-luz

Continuamos a nossa viagem pela Via Láctea.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 21 m 100.000 anos-luz

Chegámos à periferia da

nossa galáxia.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 22 m

1 milhão de anos-luz

A esta imensa distância,

podemos ver toda

a Via Láctea e também outras galáxias ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 23 m

10 milhões de anos-luz

Muito longe da origem, as galáxias tornam-se pequenos aglomerados e, entre elas, imensos

“espaços vazios”.

Com a nossa imaginação, poderíamos

continuar a viajar

“para cima” mas,

agora, vamos voltar

rapidamente “para casa” ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 9

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 8

Vamos diminuir a nossa

velocidade de

regresso. Podemos ver novamente a Terra.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 7

O planeta

azul ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 6

Por mais que fossemos

“para cima”,

tudo estava

igualmente regulado por leis idênticas

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 5

O planeta Terra nada mais é do que um pequeno grão na

imensidão

espacial ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 4

Indagações vêm à nossa mente ...

Qual é afinal a

nossa

dimensão?

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 3

O que

representamos no Universo?

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 2

Na viagem “para

cima” fomos à

vigésima terceira potência de 10.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

  • 10 1

Agora vamos mergulhar na matéria, numa

viagem

inversa ....

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 0 m 1 metro

Estamos no ponto inicial. Observamos o

mesmo ramo de

folhas à distância de braço esticado ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -1 m 1 decímetro

Ao mergulharmos para 1 dm podemos delinear uma folha do ramo.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -2 m 1 centímetro

A esta distância

é possível observar as primeiras estruturas da

folha.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -3 m 1 milímetro

As estruturas

celulares começam a aparecer ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 4 m 100 micrometros

Definem-se as células.

Pode ver-se a

ligação entre

elas.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -5 m 10 micrometros

Inicia-se a

viagem ao

interior da célula

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -6 m 1 micrometro

O núcleo da célula já é visível.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -7 m 1000 angstroms

A unidade de medida muda novamente, para se adaptar ao minúsculo tamanho.

Os cromossomas surgem.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -8 m 100 angstroms

Neste micro universo, a cadeia de DNA pode ser observada.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -9 m 10 angstroms

Os cromossomas podem ser

visualizados.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -10 m 1 angstrom

Surge a nuvem

de electrões do átomo de carbono.

Tudo o que é vida, tem isto.

Como parece ser semelhante o micro e o macrocosmos ...

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -11 m 10 picometros

Neste mundo em miniatura podemos observar a nuvem

electrónica do

átomo.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -12 m 1 picometro

O imenso espaço vazio

entre o núcleo

do

átomo e as órbitas dos

electrões.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -13 m 100 femtometros

A este incrível e minúsculo

tamanho começamos a visualizar o núcleo do átomo de carbono, ainda pequeno.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -14 m 10 femtometros

O núcleo do átomo de carbono bem à nossa frente.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -15 m 1 femtometro

No campo da imaginação científica ....

face a face com o Protão.

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

1x10 -16 m 1 attometro

As partículas „quark‟.

Não

mais

para

onde

ir

... Pelo menos com

o

conhecimento

actual

 

da

ciência.

 

É

o

limite

da

matéria ...

Afinal, não somos Infinitamente Grandes,

nem infinitamente pequenos.

Temos a nossa dimensão.

Na nossa dimensão, imaginamos, criamos, oferecemos, um mundo melhor.

FIM

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Sistema Internacional de Unidades

Factor

Prefixo

Símbolo

Leitura

 

Equivalente decimal

10

24

yotta

Y

Quadrilião

1

000 000 000 000 000 000

000

000

10

21

zetta

Z

Milhar de

1

000 000 000 000 000 000

trilião

000

10

18

exa

E

Trilião

  • 1 000 000 000 000 000 000

10

15

peta

P

Milhar de

  • 1 000 000 000 000 000

bilião

10

12

tera

T

Bilião

  • 1 000 000 000 000

10

9

giga

G

Milhar de

  • 1 000 000 000

milhão

10

6

mega

M

Milhão

  • 1 000 000

10

3

quilo

k

Milhar

 
  • 1 000

10

2

hecto

h

Centena

 

100

10

1

deca

da

Dezena

 

10

10

0

nenhum

nenhum

Unidade

1

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Sistema Internacional de Unidades

Factor

Prefixo

Símbolo

Leitura

 

Equivalente

decimal

10

0

nenhum

nenhum

Unidade

1

10

1

deci

d

Décimo

0,1

10

2

centi

c

Centésimo

0,01

10

3

mili

m

Milésimo

0,001

10

6

micro

µ

Milionésimo

0,000 001

10

9

nano

n

Milésimo de milionésimo

0,000 000 001

10

−12

pico

p

Bilionésimo

0,000 000 000 001

10

−15

femto

f

Milésimo de bilionésimo

0,000 000 000 000 001

10

−18

atto

 

Trilionésimo

0,000 000 000 000 000

a

001

10

−21

zepto

z

Milésimo de trilionésimo

0,000 000 000 000 000

 

000

001

10

−24

yocto

y

Quadrilionésimo

0,000 000 000 000 000

 

000

000 001

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia

Unidade astronómica

Unidade

Astronómica

(U.A.)

é

uma

unidade

de

comprimento utilizada em Astronomia e corrresponde à

distância média

entre

a

Terra

e

o

Sol,

valendo

aproximadamente

150

milhões

de

quilómetros

(149.597.870,691 km).

  • 1 U.A. = 149.597.870,691 km

1 U.A. 150 milhões de Km 1 U.A. 1,5x10 8 Km
1
U.A.
150 milhões de Km
1
U.A.
1,5x10 8 Km

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia

Ano-luz

Ano-luz (a.l.) é uma unidade de comprimento utilizada em Astronomia e corrresponde à distância percorrida

pela

luz

durante

aproximadamente

um

ano,

no

a

9,5

biliões

(9 460 536 207 068, 016 Km).

vácuo.

Equivale

de

quilómetros

  • 1 a.l. = 9 460 536 207 068, 016 Km

1 a.l. 9,5 biliões de Km 1 a.l. 9,5x10 12 Km
1
a.l.
9,5 biliões de Km
1
a.l.
9,5x10 12 Km

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia

Parsec

Parsec (pc) é uma unidade de comprimento utilizada em Astronomia e corrresponde à distância de um objecto cuja paralaxe anual média vale um segundo de arco (1").

Equivale aproximadamente a 9,5 biliões de quilómetros

(30 856 775 800 000 km ).

  • 1 pc = 30 856 775 800 000 km

1 pc 31 biliões de Km 1 pc 3,1x10 13 Km
1
pc
31 biliões de Km
1
pc
3,1x10 13 Km

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Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno

Conversão de Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia

Unidade astronómica

Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno Conversão de Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia Unidade astronómica

1

U.A.

1

U.A.

1

a.l.

1

a.l.

1 pc

1

pc

Parsec

150 milhões de Km

1,5x10 8

Km

Ano-luz

Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno Conversão de Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia Unidade astronómica

9,5 biliões de Km

9,5x10 12

Km

1a.l. = 63.241,07710 U.A.

Do infinitamente grande ao infinitamente pequeno Conversão de Medidas de comprimento utilizadas em Astronomia Unidade astronómica

31 biliões de Km

3,1x10 13

Km

  • 1 pc = 206264,8062 U.A.

  • 1 pc = 3,26156378 a.l.