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Degradação Ambiental

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP

) www.rc.unesp.br/igce/aplicada

Geologia Ambiental CONCEITOS
DEGRADAÇÃO "Conjunto de processos resultantes de danos no meio ambiente, pelos quais se perdem ou se reduzem algumas de suas propriedades, tais como, a qualidade ou capacidade produtiva dos recursos ambientais" (Decreto Federal 97.632/89). ÁREAS DEGRADADAS SÃO GERADAS POR INTERVENÇÕES SIGNIFICATIVAS NOS PROCESSOS DO MEIO FÍSICO DEGRADAÇÃO AMBIENTAL = IMPACTO AMBIENTAL NEGATIVO DEGRADAÇÃO DO SOLO "Alterações adversas das características do solo em relação aos seus diversos usos possíveis, tanto estabelecidos em planejamento quanto os potenciais" (ABNT 1989). RESTAURAÇÃO Reprodução das condições exatas do local, tais como eram antes de serem alteradas pela intervenção. RECUPERAÇÃO Local alterado é trabalhado de modo que as condições ambientais acabem se situando próximas às condições anteriores à intervenção; ou seja, trata-se de devolver ao local o equilíbrio e a estabilidade dos processos atuantes. REABILITAÇÃO Local alterado destinado a uma dada forma de uso de solo, de acordo com projeto prévio e em condições compatíveis com a ocupação circunvizinha, ou seja, trata-se de reaproveitar a área para outra finalidade. REMEDIAÇÃO Ações e tecnologias que visam eliminar, neutralizar ou transformar contaminantes presentes em subsuperfície (solo e águas subterrâneas). Refere-se a áreas contaminadas. (Box 1976 e ABNT 1989 apud Bitar & Braga 1995).

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada

(Modificado de Bitar & Braga 1995) PROCEDIMENTOS BÁSICOS "Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma de lei" (Constituição Brasileira 1988). "Aquele que explorar recursos naturais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, ..." (Constituição do Estado de São Paulo 1989). VÁRIOS ESTADOS E MUNICÍPIOS PASSARAM A INCORPORAR ESTAS NORMAS A Legislação Ambiental Brasileira é considerada uma das mais bem elaboradas do mundo, sendo seu texto bastante exigente no que se refere à recuperação de áreas degradadas. Como vimos no módulo anterior, os estados e muitos municípios apresentam procedimentos e legislações próprias para atividades potencialmente poluidoras. Para elaboração de programas de recuperação de áreas degradadas os empreendimentos devem ter licença própria do órgão responsável. Portanto, os profissionais devem conhecer as exigências (normas e dispositivos legais) que o estado e o município fazem para o licenciamento do empreendimento em questão. A seguir são apresentadas algumas medidas de recuperação do meio físico em diferentes tipos de empreendimentos (Bitar & Braga 1995).

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada PRINCIPAIS PROCESSOS DE DEGRADAÇÃO (MEIO FÍSICO) - Escoamento das águas superficiais; - Erosão por sulcos e ravinas; - Escorregamentos; - Deposição de sedimentos e partículas. ALGUMAS MEDIDAS CORRETIVAS (MEIO FÍSICO) - Revegetação; - Captação e condução das águas superficiais; - Estabilização de taludes e blocos. - Prospecção do depósito; - Remoção total ou parcial, transporte e disposição dos resíduos; - Tratamento "in situ" do solo; - Descontaminação ou remediação do solo. - Captação e condução das águas superficiais; - Estabilização da encosta (com ou sem estruturas de contenção); - Revegetação. - Controle do uso e ocupação; - Captação e condução das águas superficiais; - Drenagem das águas de subsuperfície/fundo; - Estabilização dos taludes da boçoroca ou aterramento. - Controle da irrigação; - Aragem profunda do solo; - Correção da acidez do solo. - Controle da erosão a montante; - Dragagem dos

TIPO DE ÁREA DEGRADADA

Mineração Abandonada em Regiões Urbanas

- Interações físico-químicas no solo (poluição do solo); Depósito de Resíduos - Escoamento das águas Industriais e superficiais; Urbanos - Movimentação das águas de subsuperfície.

Ocupação Habitacional de Encostas em Situações de Risco

- Escorregamentos; - Escoamento das águas em superfície.

Boçorocas Urbanas ou Rurais

- Erosão por boçorocas; - Movimentação das águas de subsuperfície.

Ocupação Agrícola Irrigada

- Adensamento e compactação do solo; - Acidificação do solo por lixiviação. - Deposição de sedimentos e partículas; - Enchentes e inundações.

Cursos e Corpos d´água Assoreados

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada sedimentos; - Obras hidráulicas. FUNDAMENTOS DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS OBJETIVO Estabilizar os processos do meio físico atuantes no meio ambiente degradado (ou processos de degradação). PAPEL DA GEOLOGIA Identificação e previsão do comportamento dos fenômenos atuantes no meio físico degradado; PROPOSIÇÃO de medidas para ações corretivas necessárias. TÉCNICAS DE RECUPERAÇÃO Revegetação: desde a fixação localizada de espécies vegetais (herbáceas ou arbóreas), até reflorestamentos extensivos; Tecnologias Geotécnicas: execução de obras de engenharia (com ou sem estruturas de contenção e retenção), incluindo as hidráulicas, que visam à estabilidade física do ambiente; Remediação: execução de métodos de tratamentos predominantemente químicos (ou biológicos) destinados a eliminar, neutralizar, imobilizar, confinar ou transformar elementos ou substâncias contaminantes presentes, atingindo a estabilidade química do ambiente. EXEMPLOS DE LOCAIS PROBLEMÁTICOS Mineração Disposição de resíduos Ocupação de encostas SOLOS DEGRADADOS Para a recuperação de solos degradados necessita-se: 1. Correção da degradação, no sentido de estabelecer o equilíbrio dos processos do meio físico; 2. Trabalhos de manutenção, de modo a evitar a reativação destes processos e a consequente anulação das medidas corretivas. Boçorocas urbanas e rurais Agricultura irrigada Cursos e corpos d’água assoreados

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada CARACTERÍSTICAS DE INDICADORES GEOLÓGICOGEOTÉCNICOS São indicadores quantificáveis; Traduzem o estágio ou grau de degradação; Permitem dimensionar os esforços (técnicos e econômicos) aplicados num trabalho de recuperação. EXEMPLOS DE INDICADORES GEOLÓGICO-GEOTÉCNICOS Feições erosivas de pequeno e grande portes; Feições de massa em movimentação; Posicionamento do nível freático; Dimensão do assoreamento; Alcance da poluição do solo; (Bitar & Braga 1995) RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR MINERAÇÃO Decreto Federal 97.632/89: Fixou prazo de 180 dias para minerações já existentes apresentarem um Plano de Recuperação de Área Degradada - PRAD; Para futuros empreendimentos minerários, exige a apresentação do PRAD juntamente com EIA/RIMA. Pressionados pelos órgãos fiscalizadores, os empreendimentos mineiros começaram a implementar os Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD). Neste contexto, o PRAD deve apresentar: caracterização e avaliação completas das atividades desenvolvidas ou a ser desenvolvidas pelo empreendimento, assim como da degradação ambiental; definição e análise das alternativas tecnológicas de recuperação; definição e implementação das medidas de recuperação; e proposições para monitoramento e manutenção das medidas corretivas implementadas (Bitar & Ortega 1998). A seguir são apresentadas algumas áreas de empreendimentos mineiros que devem ser tratadas no PRAD. ÁREA DE LAVRA Cavas (secas ou inundadas), frentes de lavra (bancadas ou taludes), trincheiras, galerias subterrâneas, superfícies decapeadas, etc (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). ÁREA DE INFRA-ESTRUTURA Evidências de colmatação do solo; Grau de compactação do solo; Grau de umidade do solo; Variações no pH da água

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada Áreas de funcionamento de unidades de beneficiamento, vias de circulação, etc (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). ÁREA DE DISPOSIÇÃO DE REJEITOS Pilhas ou corpos de bota-fora, solos superficiais, estéreis, bacias de decantação de rejeitos de beneficiamento (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AMBIENTAIS DECORRENTES DA MINERAÇÃO O profissional que vai realizar o projeto de recuperação deve estar atento para o conjunto de alterações que um empreendimento mineiro pode causar, sendo que cada empreendimento apresenta suas características próprias, dependendo da sua localização, do tipo de minério, do tipo de lavra, entre outros aspectos. A tabela a seguir apresenta as principais alterações ambientais decorrentes de mineração (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). Retirada etirada da cobertura vegetal; Alteração da superfície dos terrenos; Aceleração da erosão; Indução de escorregamentos; Alteração de cursos d'água; Produção de rejeitos; Assoreamento de cursos d'água; Potencialização de enchentes e inundações; RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR MINERAÇÃO Em minerações existem dois tipos de recuperação de áreas degradadas: a provisória e a definitiva. Logo abaixo são apresentados os referidos conceitos (Bitar & Braga 1995). POSSIBILIDADES DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR MINERAÇÃO RECUPERAÇÃO PROVISÓRIA Quando a área degradada ainda não tem seu uso final definido (o que inviabiliza Interceptação do lençol freático; Aumento da turbidez e de sólidos em suspensão nos corpos d'água receptores; Lançamento de fragmentos de rocha; Sobrepressão do ar; Propagação de vibrações no solo; Aumento de partículas em suspensão no ar; Aumento de ruídos, etc.

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada sua reabilitação no momento); ou Quando o uso final estiver planejado para longo prazo (as ações devem buscar a estabilização dos processos atuantes, ou seja, recuperação suficiente para o período em que a área esteja desocupada). RECUPERAÇÃO DEFINITIVA Quando o uso final do solo estiver definido, o que requer ações voltadas à estabilização da área, em conformidade com a nova utilização e, necessariamente, de acordo com o Plano Diretor do Município ou região. Neste caso evolui-se para o reaproveitamento da área degradada, ou seja, sua reabilitação. Esses conceitos trazem embutidos fatores que influenciam o desenvolvimento de uma mineração, e que por ventura podem influenciar a recuperação das áreas degradadas, tais como: fatores econômicos, tecnológicos, de planejamento, mudanças de legislação, entre outros. Deve-se ter em mente que, conforme esses fatores interagem com a mineração, uma área pode ter uma recuperação provisória ou definitiva. Em qualquer dos casos é essencial a elaboração de um plano de recuperação das áreas degradadas e sua aprovação pelos órgãos ambientais responsáveis. Tal plano pode sofrer mudanças ao longo do tempo, desde que aprovadas pelos referidos órgãos. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR MINERAÇÃO Atualmente, um dos grandes problemas ambientais são as áreas de mineração em regiões urbanas, estejam elas em funcionamento ou desativadas. Isso devido aos impactos ambientais estarem interagindo diretamente com uma população vizinha ao empreendimento. Na figura a seguir são apresentados etapas e procedimentos básicos para recuperação das referidas áreas (Bitar 1997).

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR MINERAÇÃO EM REGIÕES URBANAS ETAPAS E PROCEDIMENTOS BÁSICOS

(modificado de Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999)

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada EXEMPLOS DE ÁREAS RECUPERADAS Exemplos de grandes investimentos aplicados na recuperação de cavas abandonadas pela extração de areia na Região Metropolitana de São Paulo - RMSP: Parque Ibirapuera; O lago central do Parque Ibirapuera na cidade de São Paulo era uma antiga cava de areia que foi desativada e deu lugar ao cenário que podemos observar a seguir. Este é um exemplo muito claro de uma recuperação definitiva, com a reabilitação da área degradada e definição do uso do solo.

Raia Olímpica da Cidade Universitária (USP); A raia olímpica da Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP) na cidade de São Paulo, também era uma antiga cava de areia que foi desativada e deu lugar ao cenário que podemos observar na foto. Este é outro exemplo de uma recuperação definitiva, com a reabilitação da área degradada com outra finalidade que a dada para o Parque do Ibirapuera, como vimos anteriormente.

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Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE: DESAFIOS A recuperação de áreas degradadas por mineração geralmente envolve diversos agentes, tais como o minerador, o poder público, a comunidade e o proprietário do terreno. Geralmente, uma área de mineração apresenta impactos negativos que são permanentes, como no caso do relevo do terreno, que na grande maioria das vezes, não retorna à sua configuração original. Neste contexto, a reabilitação da área, dando um novo uso para ela, se torna necessária. Portanto, o planejamento ou programa prévio de recuperação é benéfico tanto para a comunidade, poder público e proprietário do terreno, como para o minerador, que conduzirá suas atividades e o desenvolvimento da lavra, de acordo com o previsto no programa de recuperação, economizando tempo e dinheiro. Surgem destas observações dois termos muito empregados na recuperação de áreas degradadas. REABILITAÇÃO ORIENTADA DE ACORDO COM PLANO PRÉVIO Com base em decisões expressas em documento previamente discutido, negociado e definido entre minerador, poder público e comunidade diretamente envolvida, incluindo o proprietário do solo (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). RECUPERAÇÃO SIMULTÂNEA À EXTRAÇÃO Corresponde à incorporação de técnicas disponíveis nas várias etapas que compõem a mineração. Objetiva aglutinar o conceito de recuperação ao cotidiano da mineração, não se limitando ao final da atividade de extração, o que geralmente dificulta - ou até inviabiliza - financeira e logisticamente a recuperação da área (Proin/Capes & Unesp/IGCE 1999). A recuperação simultânea à lavra é amplamente aplicada principalmente em minerações de grandes e médios portes, por facilitar o desenvolvimento da lavra, e principalmente por razões de ordem econômica e legal. Muitas minerações de pequeno porte realizam seus planos de recuperação somente no papel, porém, a falta de uma decisão de implantar realmente o plano, a ausência de profissionais qualificados no quadro de empregados da mineração, etc, muitas vezes prejudicam a recuperação simultânea, raramente sendo realizada. A figura a seguir apresenta as etapas básicas da recuperação simultânea à extração (modificado de Bitar & Braga 1995).

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Na recuperação simultânea à extração, tem-se que primeiramente definir o uso futuro que a área será destinada, que deve levar em conta o Plano Diretor Municipal, as intenções do proprietário do terreno e a viabilidade econômica do projeto. A comunidade interagirá na definição de uso futuro do solo quando da audiência pública, no caso de empreendimentos mineiros que tem exigência de elaboração de EIA/RIMA, sendo que o Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) deve ser englobado no EIA/RIMA. O minerador terá de adequar suas atividades e o desenvolvimento da mina de acordo com o programa de recuperação. Portanto, o PRAD deve ser inserido ao Plano de Lavra e no dia-a-dia da mineração. Neste contexto, a execução do projeto é simultânea à lavra, com todas as atividades integradas à recuperação, para que a reabilitação dessas áreas esteja praticamente pronta à medida que as frentes de lavra são desativadas. Tal procedimento assegura que o custo da recuperação seja diluído ao longo da atividade de extração. Se esse procedimento for adequadamente executado, ao final das atividades de extração (exaurida a jazida), a área estará totalmente reabilitada para o uso anteriormente definido. LEITURAS RECOMENDADAS LIVROS OLIVEIRA A.M.S. & BRITO, S.N.A. (Eds.). 1998. Geologia de Engenharia. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (ABGE). Capítulo 26 "Mineração", páginas 431 a 438. BITAR O.Y. (Coord.). 1990. O meio físico em estudos de impacto ambiental. Publicação Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), São Paulo, boletim 56. Capítulo II "Estudos de Impacto Ambiental - Algumas Reflexões sobre Metodologia para o Caso da Mineração", páginas 04 a 08. BITAR O.Y. (Coord.). 1995. Curso de geologia aplicada ao meio ambiente. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (ABGE) e Instituto de 11

Universidade Federal de Roraima Instituto de Geociências Departamento de Geologia Professora: Lorena Malta Feitoza Curso de Geologia Ambiental (UNESP) www.rc.unesp.br/igce/aplicada Pesquisas Tecnológicas (IPT). Capítulo 4.4.2 "O Meio Físico na Recuperação de Áreas Degradadas", páginas 165 a 179. MACHADO 1995. P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Malheiros Editores. Título VI, Capítulo X "Exploração Mineral", páginas 436 a 459. IBRAM (INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO). 1987. Mineração e meio ambiente: impactos previsíveis e formas de controle. Belo Horizonte: Comissão Técnica de Meio Ambiente, 59p.

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