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ESTUDOS DIRIGIDOS

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ESTUDO DIRIGIDO PARA DISCIPLINA DE AUTOMAÇÃO DE PRODUÇÃO

Neste módulo você aprendeu noções básicas fundamentais para o desenvolvimento e aprendizagem de Automação da Produção. Agora, chegou a hora de demonstrar seu conhecimento realizando as avaliações (objetiva e discursiva) pertinentes ao conteúdo. Para ajudá-lo, elaboramos este Estudo Dirigido como uma ferramenta para auxiliar no seu processo de aprendizagem. Nele você poderá rever aspectos importantes que possibilitarão o entendimento do conteúdo. Em meados do século XVIII – alavancada pela descoberta da máquina a vapor por James Watt – ocorreu a Revolução Industrial, que, evidentemente, foi o motivo maior para a mudança de um sistema produtivo baseado na manufatura para um processo mecânico – por meio da indústria mecânica, com a inserção de máquinas, que aumentavam o rendimento do trabalho e a produção. A primeira fase da Revolução Industrial ocorreu entre os anos de 1760 e 1860, onde se destacou a Inglaterra em função do acúmulo de capitais e de reservas de carvão, com força naval para o transporte e distribuição desses elementos. A segunda fase data de 1860 a 1900, já com a assimilação da industrialização em diversos países, entre eles: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Estados Unidos e Japão e isso causou o aumento da concorrência e a expansão da indústria de bens de produção. E a partir de 1900, inicia-se a terceira fase, a qual se caracteriza pelo surgimento de grandes indústrias, empresas multinacionais e transnacionais, alavancadas pela Automação da Produção. Qualquer tipo de atividade pode ser automatizada, porém existem três tipos de produção que muito interessam à Automação, são elas: Produção Job Shop, Produção em grupo/lote e Produção em massa/contínuo. Independente do tipo de produção a ser usada existe funções básicas que devem ser consideradas para se converter materiais em produtos acabados, essas funções se resumem em: Processamento, Montagem, Manuseio/movimentação, Inspeção/testes e Controle, porém de todas elas, apenas o Processamento e a Montagem, acrescentam/agregam valor ao produto. A seguir vamos descrever as características principais desses três tipos de produção: Produção Job Shop – característica principal de baixo volume, ou seja, os lotes industriais são pequenos, às vezes contendo apenas um produto. Produção em grupo/lotes – essa produção envolve a manufatura de quantidade média do mesmo artigo ou produto ordenado pelo cliente. Os lotes só podem ser produzidos uma vez ou devem ser produzidos em intervalos regulares.

Produção em massa/contínuo – é caracterizada pelo grande volume de produção, em que o equipamento é dedicado completamente à manufatura de um único produto, pois as taxas de demanda são muito altas para esse tipo de produto. Dependendo da natureza das operações de produção, as companhias podem ser divididas em dois tipos: indústrias de manufatura e indústrias de processo, onde as indústrias de manufatura fabricam artigos individualizados, tais como: carros, computadores, máquina ferramenta etc, já a indústria de processo é representada por indústrias de substâncias químicas, fabricação de plásticos, produtos de petróleo, comida processada, sabão, aço, cimento entre outros. As empresas, em função de suas características de produção, necessariamente não podem manter um único arranjo físico (leiaute) para seu funcionamento, uma vez que, para otimizar os recursos de produção e aumentar a produtividade elas devem aproveitar o potencial de organizar equipamentos e processos da forma mais adequada possível. Existem vários tipos de leiaute (arranjo físico), veremos a seguir alguns deles e suas características: Arranjo físico por processo (funcional) – todos os processos e equipamentos do mesmo tipo são desenvolvidos na mesma área, bem como as operações e as montagens semelhantes. Como características, destacam-se: - é flexível para atender às mudanças no mercado. - atende a produtos diversificados em quantidades variáveis ao longo do tempo. - apresenta grandes distâncias de fluxo dentro da fábrica. - serve para produções diversificadas em pequenas e médias quantidades. - as operações são executadas com relativa satisfação no trabalho. Arranjo físico em linha (por produto) – nesse tipo de leiaute, as máquinas/equipamentos/estações de trabalho são colocadas de acordo com as operações de elaboração do produto. As características são: - produção de poucos produtos ou produtos únicos, com velocidade de produção constante e com alta produtividade. - alto investimento em máquinas e equipamentos. - o operador não tem a visão geral do produto e há a tendência à desmotivação. - os produtos fabricados podem apresentar problemas de qualidade, uma vez que o processo só ode ser verificado após um grande período de execução de subprodutos. Arranjo físico por posição fixa (posicional) – nesse leiaute o material permanece fixo em determinada posição e as máquinas e os operadores se deslocam, executando as operações necessárias. Suas características são:

- resulta em um produto único e com características únicas. - apresenta quantidade de produção unitária ou pequena. - não é repetitivo. Arranjo físico por layout celular – esse modelo aproveita algumas das características do leiaute em linha, entretanto apresenta maior flexibilidade e deve ser estruturado num só local (célula). Tem como características: - adoção do conceito de família para produtos, entendendo por família de produtos aqueles similares em sua montagem ou elaboração. - flexibilidade quanto ao tamanho dos lotes por produto. - serve especificamente para uma família de produtos. - diminui o tempo com transporte de material. - diminui estoques em função da redução dos lotes. - centraliza a responsabilidade sobre o produto fabricado ao operador da célula. - enseja satisfação no trabalho, evitando o trabalho repetitivo; aqui o operador tem conhecimento total do produto que ele elabora ou monta. - permite elevados níveis de qualidade e produtividade.

As empresas na busca de maximização de lucros sempre devem aplicar as Estratégias de Automação, para melhorar a produtividade e a flexibilidade nas operações industriais. Citaremos a seguir algumas Estratégias de Automação e suas características: - Especialização de operações: essa estratégia envolve o uso de equipamento específico para determinada finalidade, projetado para executar uma operação com maior eficiência possível. - Operações combinadas: essa estratégia envolve a redução de máquinas diferentes de produção ou de estações de trabalho pelas quais o produto deve ser processado. - Operações simultâneas: a estratégia é executar, ao mesmo tempo, as operações combinadas em uma única estação de trabalho. Assim, dois ou mais processos são executados simultaneamente no mesmo subproduto, reduzindo o tempo do processo total. - Integração de operações: sua estratégia é unir várias estações de trabalho em um único mecanismo integrado, que utiliza o trabalho automatizado, com controle de dispositivos para transferir subprodutos entre estações. - Aumento da flexibilidade: tem como estratégia obter a máxima utilização do equipamento para job shop e situações de médio volume, usando o mesmo equipamento para uma variedade de produtos. - Melhoramento do manuseio, transporte e armazenamento do material: Inclui a redução do trabalho em processo, reduzindo os tempos industriais totais.

Manufatura integrada por computador: a estratégia é o controle das operações da planta em um nível mais elevado.Demanda Média: utilizada quando há pequena variação nos dados que traduzem o comportamento da demanda. montagem ou qualquer outra etapa. quando comparada com a demanda linear.Demanda com flutuação aleatória: sua característica é que NÃO é possível determinar seu comportamento. .Inspeções online: Ocorrem simultaneamente ao processo de fabricação. os modelos de previsão são matemáticos fundamentados em dados históricos utilizados na determinação da tendência . É muito importante conhecermos o tipo de demanda que os produtos devem atender. . a demanda pode nos dirigir na decisão de investir ou não na automatização. integração e rede de computadores de alto nível. a opinião dos executivos e a pesquisa de mercado. Para o cálculo (previsão) de demanda. .Demanda com tendência linear: utilizada quando os dados aumentam ou diminuem consistentemente na média da série ao longo do tempo de análise. montagem ou qualquer outra. Existem vários tipos de demandas e vamos apresentar as características de cada uma: .Controle das operações da planta: Envolve pessoas.. semanal. existem dois métodos que são utilizados: métodos qualitativos e os métodos quantitativos. .Demanda Sazonal: utilizada quando é possível identificar um padrão de repetição de aumento ou diminuição na demanda ao longo do período de análise. O método qualitativo é baseado em julgamento. em que há integração das operações da fábrica tanto no projeto de engenharia. seja diário. mensal ou até mesmo entre estações. No método quantitativo.Demanda com tendência não linear: é considerada quando é possível identificar um padrão crescente ou de diminuição mais acentuado no comportamento da demanda analisada. . As inspeções on-line ocorrem simultaneamente ao processo de fabricação. como no caso do lançamento de um produto novo ou quando os critérios de análise não permitem que os dados sejam expressos em termos quantitativos. pois para automatizarmos uma operação ou uma linha. . a estimativa da equipe de vendas. e reduzem os problemas com a falta de qualidade.Controle de processo e otimização: Inclui uma quantidade extensiva de esquemas de controle para operar os processos individuais e os equipamentos associados mais eficazmente. isso porque não podemos representar numericamente um modelo de previsão. Os instrumentos mais utilizados para a pesquisa qualitativa são: Método Delphi. quanto em muitas outras funções empresariais. é comum a utilização de métodos baseados em julgamento. .

São eles: . médio ou longo prazo. quando a mesma começar a funcionar a previsão feita tende a atender de melhor maneira. Laugeni. Conceituando-se produtividade temos diversas definições de acordo com cada autor. alguns deles dizem respeito à disponibilidade das informações e ao valor necessário para obtê-los. flexibilidade e custo).da demanda. em que a variável dependente Y representa a previsão da demanda e a variável independente X corresponde ao período de análise da demanda procurada.Qualidade dos dados. Existem diversos métodos quantitativos que se utilizam somente de variáveis dependentes para serem formulados (são os métodos que utilizam médias e ajustamento sazonal). refletindo o impacto do conjunto de todos os fatores de entrada na produção de saídas (Martins.Precisão e custo.Produtos e serviços. E se definirmos a produtividade total. . velocidade.374). deve sempre considerar um período de longo prazo. entre elas a produtividade. Ao se escolher um método de previsão de demanda para a automação. Esse método permite a obtenção de uma solução baseada no estabelecimento de uma equação. podemos dizer que é a relação entre as saídas totais e a soma de todos os fatores de entrada. No caso de um profissional ao projetar uma nova fábrica. não podemos nos esquecer dos seguintes: .Período de previsão. pois assim. O Método da regressão linear consiste no estabelecimento de uma determinada função Y = a + bX. p. para que reflita os dados mais recentes ou significativos. temos a composição de diversas medidas menores. temos o Método da média móvel – o qual faz a média dos dados de períodos sequenciais para a previsão do período seguinte e o Método da média ponderada – onde são atribuídos pesos aos dados. confiabilidade. 2000. A previsão da demanda é sempre importante e a mesma pode ser determinada considerando períodos de curto. Com base nos objetivos de desempenho (qualidade. Dentro do método da média. existem também métodos que consideram o uso de variáveis independentes para a previsão e a solução é baseada no estabelecimento de uma equação. . independente de se ter dados referente aos períodos intermediários (é o caso do método que usa a regressão linear). . porém para todos a base é a relação entre os out puts e os in puts do processo (soma de tudo que sai do processo / por tudo que entra no processo). Existem alguns conceitos que são fundamentais para a produção e que também devem ser considerados para a automação de forma distinta. independente de se ter dados referentes a períodos intermediários. Em relação aos itens a serem considerados na tomada de decisão. devese considerar diversos fatores.

Valor presente líquido e taxa interna de retorno. Para todo investimento. podemos então analisar os pontos: Avaliando custos – É a ferramenta de controle. a respeito de quando essa equipe conserta ou mantém o equipamento funcionando. . ou seja. Existe um sistema de custos. Essas análises servem para justificar ou não investimentos realizados pela empresa. considerando o retorno esperado pelos acionistas. Quando se fala em custos de produção. portanto identifica todos os custos gerados pela elaboração do produto. podendo ser obtido dividindo o investimento inicial pelas entradas de caixa em uma série de pagamentos uniformes ou. Os gestores devem ter sempre ao seu lado pessoas altamente qualificadas que auxiliem na implementação da automação do sistema produtivo. Quanto ao pay back. Disponibilidade e a utilização – são medidas úteis de desempenho de planta. o tempo de processamento. Altas taxas de produção e alta produtividade – são objetivos muito importantes em automação e se concretizam ao reduzirmos o tempo de manipulação. quando não uniformes. Ambiente econômico . Estabelece uma relação de custo-benefício do processo atual para a automação. as quais são as mais usuais atualmente. ao realizar deduções no período até a recuperação total do investimento. Estamos falando das técnicas: Período de pay back. temos condições de avaliar se o produto apresenta uma demanda inelástica a preço. Ao se analisar uma previsão de demanda. o gestor deve conhecer bem as metodologias produtivas com as quais esta trabalhando.Tempo de ciclo – indica parcialmente quanto tempo poderemos levar para entregar um produto ao cliente. é o período de tempo exato necessário para uma empresa recuperar seu investimento inicial em um projeto. Em relação aos custos na automação. conhecido com ABC (ActiveBased Costing). cujo custeio é baseado em atividades. podemos por meio do método ABC. pois assim facilita a análise dos custos. onde seu comportamento é inverso ao anterior. Avaliação financeira .Reconhece os aspectos do ambiente no qual a empresa está inserida. ou se o produto apresenta demanda elástica.É a análise de investimento para a justificativa financeira empregada na automação. existem três técnicas de análise. se a quantidade demandada varia numa proporção menor que o preço. tendo como parâmetros a utilização de geradores desses custos. A disponibilidade dá a indicação do desempenho da equipe de manutenção. o tempo de troca de ferramentas ou sua variabilidade e o tempo de organização. atribuir custos aos produtos.

é quando o VPL é igual a zero. Podem-se automatizar os sistemas produtivos de três formas: automação fixa. baixa taxa de produção comparada com a automação fixa. Essa tecnologia. automação programável e automação flexível.Folha de verificação para localização de defeitos. ou seja. Existem várias ferramentas de controle que são utilizadas pelas empresas. relativamente inflexível à produção diversificada e indicação de monotonia e estresse nos operadores. p.sistemas automáticos de armazenamento de material e manipulação. segundo Groover (1987. .Folha de verificação para item defeituoso. Suas características são: Investimento alto em equipamentos de serviços gerais. .sistemas automáticos de inspeção para controle de qualidade. servem para realizar as anotações de forma ordenada para a efetivação das análises..61) engloba: . . Como visto no decorrer das aulas. altas taxas de produção (com quantidade constante). as quais. nesse estudo vamos destacar as folhas de verificação.Folha de verificação para a distribuição do processo de produção. . . aliada à mecanização – juntamente com os sistemas eletrônicos e os sistemas baseados em computadores -. . A automação fixa é um sistema no qual a sequência do processamento das operações é definida pela configuração e características do equipamento e suas características principais são: Alto investimento em equipamentos.máquinas totalmente automáticas para produção. flexibilidade para utilizar o equipamento para novos produtos e maior satisfação ao trabalho dos operadores. . . que iguala o VPL das entradas de caixa ao investimento inicial. a automação da produção é uma tecnologia que. .controle de processos por computador. é utilizada para controlar e operar a produção. .sistemas de computador para planejamento. é definido como o valor presenta das entradas de caixa menos o investimento líquido (Ross et al. A automação programável é usada em produtos diversificados e o equipamento é projetado com a possibilidade de mudança na sequência das operações para produção e reprogramação na produção de novos produtos.O Valor presente líquido (VPL). 1995).Folha de verificação de causa de defeito. referente a um projeto. Já a Taxa interna de retorno (TIR). Podemos ter quatro tipos de folhas de verificação: .ferramentas automáticas para o processamento parcial de produtos.coleta de dados e tomada de decisão nos quais se apoiam as atividades industriais. é definida como a taxa de desconto.robôs industriais. .

produção contínua para produtos variados. esses sistemas foram construídos para receberem pedidos de material de qualquer parte de suas operações. onde os materiais podem ser processados de acordo com as características e em função a aplicação da tecnologia do processo. Existe ainda o processamento de Consumidores. a construção. Tem como características: alto investimento em sistemas especialmente projetados (exclusivos). significa Manufatura Integrada por Computador). Muito se fala nas empresas sobre o sistema CIM (traduzido do inglês. . p. máquinas que são previamente programadas. . taxas médias de produção e flexibilidade para produzir versões de um mesmo produto. na cor de bens físicos por meio de aplicação de técnicas de conformação. coletá-los de um armazém e entregá-los às estações de trabalho. . Existem também sistemas automatizados de armazenamento e recuperação. Mudança de localização – os bens físicos também podem ser objeto de sistemas produtivos que procedem à mudança de sua localização. alugando áreas para esse fim. conhecidos como ASRS. por diversos meios. podemos verificar que a automação se concentra nas atividades físicas da manufatura enquanto que os sistemas de produção automatizados são projetados para realizar o processo. ao considerar a diferença entre a automação e a CIM.Localização. Trata-se de um sistema capaz de produzir uma variedade de produtos (ou partes) sem praticamente nenhuma perda de tempo na troca entre um produto e outro. a . fica muito claro para os centros de distribuição (CD) que para a modelagem do sistema produtivo deve ser utilizada a armazenagem ou estocagem. onde as seguintes características são presentes: . Estocagem e armazenamento – com o desenvolvimento da logística.Já a automação flexível é uma evolução da automação programável.61) indica algumas delas: Transformação das propriedades físicas – mudança na forma. por ser programada por um computador central.Transformação das propriedades físicas. Groover (1987.Estoque ou acomodação. Existem algumas tecnologias de processamento e/ou transformação de materiais. ou seja. que se diferencia da CNC. tais como transportadoras e sistemas de correios.Estado fisiológico e/ou psicológico Dentro da tecnologia de automação industrial. encontramos as máquinas de controle numérico. Uma delas é a conhecida de CNC (Controle Numérico Computadorizado) que são programadas por meio de um computador individual e temos ainda as DNC (Controle Numérico Direto).

o qual foi criado dentro da indústria automobilística (General Motors). se utilizam de recursos computacionais para fornecer informações dentro de uma área específica da organização. O CNC é uma técnica que usa uma série de números.menor espaço ocupado. em que há integração das operações da fábrica tanto no projeto de engenharia quanto em muitas outras funções empresariais. e com o CLP isso passou a ser feito automaticamente. são sistemas que mudam a forma como a informação é apresentada. normalmente dentro da operação. letras ou símbolos que. Vamos falar agora sobre os sistemas de automação de informações e de consumidores. a extranet conecta organizações para a troca de operações e realização de negócios. é uma rede de comunicações que opera a uma distância limitada. serviu para facilitar as mudanças que ocorriam nas linhas de montagem. o qual se integrado ao CLP. Sistemas de Informação Gerencial (SIG). entre vários existentes destacamos o CNC (já visto) e o CLP (Controlador Lógico Programável).manipulação e a inspeção de materiais com pequena ou nenhuma participação humana. A CIM é uma estratégia de controle das operações da planta em um nível mais elevado. esses sistemas sendo bem empregados trazem ganhos significativos para as empresas: São eles: Redes locais (Local Area Network – LAN). pode potencializar seu uso e reduzir custos para a indústria. Mecanismos de controle. cujos processos são geograficamente muito distribuídos. atualmente são muito utilizados nas indústrias. Existe um elemento chamado de Fieldbus. Extranet – fundamentada na “www”. envolvendo uso extenso de aplicações de computador. Rede mundial de computadores que permite a conexão LAN e o acesso simultâneo a muitas mensagens. possibilitando a execução de diversas operações. conhecida também por MIS (Management Information Systems). quando codificados. Sistemas especialistas (Expert Systems – ES). os CLP ’s tem as seguintes vantagens: . Rede Word Wide Web ( www – internet). Outro sistema automatizado criado exclusivamente devido a necessidade de obtenção de dados meteorológicos em grande volume é o SCADA. . Em comparação com outros dispositivos de controle industrial. banco de dados e rede de computadores. Já o CLP. podem transmitir instruções para as máquinas que realizam as tarefas. uma vez que a cada mudança no processo deveriam ser alterados os painéis de comando e controle.

converte a perturbação em sinal elétrico compreensível. desde a detecção de posição e monitoração.utilizados em todos os setores industriais. Unidades de controle .dispositivos que realizam contagem. Sensores magnéticos – são utilizados para posicionamento de pistões em cilindros hidráulicos e/ou pneumáticos.possibilita a otimização da produção.. quando atravessado por elementos metálicos. aceleração e percurso. . Encoders . Sensores capacitivos – são utilizados para detecção de quaisquer materiais não metálicos. criando campo magnético que.menor potência elétrica requerida. sendo usado principalmente para controle de nível. Interface homem-máquina (IHM) .maior confiabilidade.projeto mais rápido. Servo mecanismo . velocidade.fácil manutenção.são dispositivos que convertem sinais elétricos em movimentos mecânicos.maior flexibilidade. tais como rotação. .permite interface por meio de rede de comunicação com outros CLP ’s e microcomputadores e. .dispositivos que realizam a conexão entre o homem e máquina para comunicação com os principais CLPs. . Sensores táteis .são dispositivos necessários em todas as aplicações que envolvem a determinação de valores. . presença de líquidos e materiais não ferrosos.reutilização. Sensores fotoelétricos . Veremos agora alguns acessórios utilizados na automação e suas funções: Sensores indutivos – emitem sinais. . auxiliando a montagem de diversas configurações em uma mesma linha. tais como tacômetro. .ser programável. Sistemas de identificação .São utilizados para determinar se existe o contato entre o sensor e o objeto. temporizadores etc. . até contagem de objetos.

veja a seguir alguns sinais usados na automação e suas características: Sinal analógico é um sinal ao qual pertencem.É um comando que trabalha sem sinal do ciclo. Algumas características diferenciam as operações de comando.É um comando no qual o procedimento de sinais realiza-se sincronicamente em relação a um sinal do ciclo Assíncrono . são eles: .Manipulação difícil. Exemplificaremos abaixo alguns dessas operações de comando: Síncrono . A diferenciação de acordo com o Tipo de Informação está relacionada com a forma como o comando realiza a “leitura” para o tratamento de sinais.Ciclo de trabalho repetitivo. levando em conta alguns fatores. ponto a ponto. . diferentes informações dentro de uma faixa contínua de valores.Operação de multishift. . É também definido como um sinal de duas informações. Sinal digital é um sinal cujo parâmetro de informações está dividido em subparâmetros de valores. dentro de determinados limites. De interligações . compondo o parâmetro de informações (Ip).Um sinal é a representação de informações em forma de um valor ou de uma curva de valores de uma grandeza física.É um comando com atividade compulsória passo a passo. .Ambiente de trabalho perigoso para humanos. Sequencial . trabalham com situações que tendem a promover a substituição de humanos por robôs. Sinal discreto são os sinais cujo parâmetro de informação (lp). Sinal binário é um sinal com apenas dois subparâmetros. .Posição e orientação são estabelecidas no local de trabalho. de uma forma geral. Os Sistemas Flexíveis de Manufatura (FMS) são grupos de máquinas de produção que se caracterizam por: . As indústrias. podem admitir uma quantidade finita de valores. .Serem organizadas em sequência e ligadas por máquinas automatizadas de manuseio e transferência de materiais.É um comando que associa às condições dos sinais de entrada certas condições dos sinais de saída.

Alto custo das matérias primas. Pessoal tudo o que foi visto nesse Estudo Dirigido é o resumo do que foi passado a vocês ao longo de seis aulas. Bom estudo e boa prova. O conteúdo desse Estudo Dirigido abrange mais de 90% do que será cobrado nas avaliações.Implantação de um novo departamento de tecnologia de produção. . Prof.Aumento da necessidade de trabalho para o setor de serviços. onde aborda termos. . Por isso que a implementação de grandes projetos de automação é muito mais difícil e complexa do que se pode imaginar.Elaboração de um plano mestre para a automação. Em relação aos cuidados necessários no instante da automação.Alto custo da mão de obra.Avaliação dos riscos da automação. . não podemos nos esquecer do seguinte: . Após visto todo o conteúdo acima. vem a pergunta: Quais as razões que nos levam a automatizar a produção? .Melhoria da qualidade do produto. .Terem como vantagem o tempo de processamento. . . pois com certeza o professor regente esclarece através de exemplos práticos cada ponto aqui mencionado.Aumento na produtividade. Douglas Agostinho . conceitos e situações importantíssimas sobre Automação da Produção. porém a leitura do livro e a revisão das aulas dadas são indispensáveis.. .Produzirem uma quantidade de componentes com pouca intervenção humana no processo.

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representado por entrega de ativos. sinistros. pagamento de salário. selecionamos alguns que são os mais usuais e gostaríamos que você também soubesse claramente suas definições: Gasto . Diante disso. conhecer bem seus termos. Perda – Bem ou serviço consumido de forma anormal e involuntária. São saídas em dinheiro ou cheque que ocorrem devido ao pagamento de uma aquisição efetuada à vista ou de uma obrigação assumida anteriormente. chegou a hora de demonstrar seu conhecimento realizando as avaliações (objetiva e discursiva) pertinentes ao conteúdo. Desembolso – Pagamento resultante da aquisição de bem ou serviço. material de expediente consumido no processo administrativo. obsoletismo de estoques. que gera sacrifício financeiro para a entidade. para fabricação de um produto ou execução de um serviço. em muitas oportunidades. é utilizada de forma equivocada e pode acarretar decisões precipitadas e/ou errôneas. que passa imediatamente para custo (por sua utilização) sem transitar pela fase de investimento. Exemplo: compra de máquinas Custo – Gasto relativo à bem ou serviço utilizado na produção de outros bens e serviços. Agora. Para ajudá-lo. materiais auxiliares. Exemplo: A energia elétrica é um gasto. compra de matéria prima a prazo. mão de obra produtiva. Exemplo: compra de mercadorias para estoque à vista. Exemplo: matéria prima consumida no processo produtivo. vazamento de materiais líquidos ou gasosos. É importante ao profissional da área de Custos. Nele você poderá rever aspectos importantes que possibilitarão o entendimento do conteúdo. Mark-up – É o índice que se utiliza para cálculo do preço de venda do produto. Exemplos: Incêndio.Compra de um produto ou serviço qualquer.ESTUDO DIRIGIDO – CUSTOS INDUSTRIAIS – MARÇO 2013 Neste módulo você aprendeu noções básicas fundamentais para o desenvolvimento e aprendizagem de Custos Industriais. assim como todas outras áreas possuem uma terminologia própria que. Investimento – Gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a futuro(s) período(s). Margem de contribuição – É a contribuição unitária do produto para pagar o montante da despesa fixa da empresa e o lucro da atividade. porém reconhecido como custo no momento da utilização dos fatores de produção. elaboramos este estudo dirigido como uma ferramenta para auxiliar no seu processo de aprendizagem. greves. no ato da aquisição. Exemplo: a comissão do vendedor. acrescido dos demais gastos incorridos na produção. A área de custos de uma empresa. Despesa – Bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a obtenção de receitas. Outros exemplos de Custo: matéria prima consumida. . Lembre que o Custo também é um gasto. Custo de produção – Inclui o custo de aquisição de materiais.

em que se desenvolvem atividades homogêneas. Centro de Custo – É a menor unidade de acumulação de custos. mas é capaz de controlar os gastos. EIPA – Estoque Inicial de Produtos Acabados. ver suas fórmulas e entender melhor cada caso: A . fixos e variáveis – são computados ao custo dos produtos. ou seja.Desperdícios – São os gastos incorridos nos processos produtivos ou de geração de receitas e que possam ser eliminados sem prejuízo da qualidade ou quantidade dos bens. Departamento – É a unidade mínima administrativa para a contabilidade de custo. serviços ou receitas geradas. B . indiretos.Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) CMV = EI + C – EF . EIPP – Estoque Inicial de Produtos em Processo. Exemplo: Retrabalho decorrente de defeitos de fabricação. C = compras e EF = estoque final. A seguir vamos conhecer um pouco mais como são calculados alguns tipos de custos. D . onde EI – Estoque Inicial. EFPP – Estoque Final de Produtos em Processo. Foi criado no século XX na Alemanha.Custo do Produto vendido (CPV) CPV = CP + EIPA – EFPA + EIPP – EFPP . o método pelo qual todos os custos de produção – diretos. C . . Custeio por absorção – É o método que atende aos princípios de contabilidade geralmente aceitos.Custo do Material Direto (MD) MD = EI + C – EF . C = Compras. onde CP – Custo de Produção. Custeio RKW – É uma variação do sistema de custeio por absorção integral. onde EI = estoque inicial. representada por pessoas e máquinas. estocagem e movimentação desnecessária de materiais e produtos. já que também as despesas são apropriadas ao custo do produto. EF – Estoque Final. EFPA – Estoque Final de Produtos Acabados. Trata-se de um centro de responsabilidade no qual o gestor não tem o controle sobre as receitas.Custo de Produção (CP) CP = soma dos materiais diretos + mão de obra direta + custos indiretos de fabricação. Custeio ABC – Custo baseado na atividade – é uma metodologia de apuração de custos desenvolvida na década de 80 e caracteriza-se principalmente por uma alocação mais precisa dos custos indiretos e uma organização.

Dentro dessa nova visão da contabilidade de custos. por meio das informações que disponibiliza para a administração do preço de venda e também dar condições para empresa optar pela realização da compra ou não. Entre vários princípios.” (Schier. Devido à globalização. O Plano de Contas deve ser elaborado levando-se em consideração o seguinte: Os princípios contábeis gerais para registros e demonstrações.. CPA = EIPP + CP – EFPP. onde EIPP – Estoque Inicial de Produtos em Processo.. com vistas a facilitar o entendimento e a análise de seus resultados para atingir a máxima eficiência e eficácia na gestão dos negócios. EFPP – Estoque Final de Produtos em Processo. onde nessa nova atividade exerce duas importantes funções. pedimos atenção a dois deles: 1º) O Princípio da Consistência ou Uniformidade. CP – Custo de Produção. determina a estrutura que um Plano de Contas (PC) deve apresentar.. relação entre grupos de contas e . função das contas. necessidade de controles e racionalização efetiva sobre custos. a contabilidade de custos. de controle e com a natureza da empresa. Uma das fases mais importantes da contabilidade de custos é o registro das operações de custos e despesas da empresa. A Lei 6. concorrência mais acirrada. igualmente válidos. toda a empresa tem que ser informada o porque.. segundo Princípios Fundamentais. Isso quer dizer toda a apropriação feita num determinado período deve ser sempre seguido e caso necessite ser modificado. de acordo com as necessidades de registro. 2º) Princípio do Conservadorismo ou Prudência. os quais foram estipulados pela Lei 6. de 15/12/76 e recomendamos ao pessoal que trabalha na área de custos que leiam e entendam bem esses princípios.Custo da Produção Acabada (CPA). no qual “ A contabilidade de uma Entidade deverá ser mantida de forma tal que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear a tendência da mesma com menor grau de dificuldade possível . sofreu algumas adaptações e passou a ser aproveitada como instrumento de gestão.2005). pela produção ou não de produtos. crescimento das empresas. de informações. que são: auxílio ao controle e à tomada de decisões.Auxiliar na confecção dos orçamentos e proporcionar o acompanhamento dos valores orçados com os efetivamente realizados Contribuir de forma efetiva. funcionamento das contas. que podem ser encontrados no capítulo 2 do livro indicado na disciplina. 2005).” (Schier. título das contas. algumas atividades foram incorporadas a essa área. a Contabilidade escolherá o que apresentar o menor valor atual para o ativo e o maior valor para as obrigações. apesar de ter sido criada para avaliação de estoques. tais como: Fornecer dados para o estabelecimento de padrões .404.E . classificação das contas. onde deve alocar na realização de ativos o valor menor e no cumprimento das obrigações o valor maior. Isso significa que na dúvida a Contabilidade deve optar pela forma mais conservadora de escrituração.404/76. no qual “Entre conjuntos alternativos de avaliação para o patrimônio.Afinal o PC deve ser entendido como sendo um conjunto de normas previamente estabelecido. Existem alguns princípios fundamentais de contabilidade de custos.

Exemplo: Salários administrativos. possibilitando a visualização da situação real da movimentação patrimonial das empresas. despesas financeiras etc. Material de expediente (escritório) etc. Correios. Exemplo: Salários das chefias. Depreciação dos equipamentos da fábrica. Despesas financeiras – as próprias. . critérios de avaliação e modelos de demonstração. Custos variáveis – São os custos que variam de acordo com a variação do volume de produção. sendo elas: custos e despesas fixos. Manutenção da fábrica etc. Salários do pessoal da fábrica. Energia elétrica da fábrica. Várias são as classificações desses gastos em relação às variações nos volumes de produção e de vendas. deve-se fazer o esquema básico de contabilidade de custos. Veja a seguir alguns exemplos por tipo de classificação: Custos fixos – São os custos que permanecem constantes dentro de determinada capacidade instalada. Exemplo: Depreciação. exemplos: Matéria prima consumida. Despesas fixas – São as despesas que permanecem constantes dentro de determinada faixa de atividades geradoras de receitas e independem do volume de vendas ou de prestação de serviços. onde teremos: Custos de Produção – Tudo o que é relacionado diretamente no produto ou na fábrica que produz o bem. custos e despesas semifixos e semivariáveis. Despesas comerciais – Comissão de vendas. Exemplo: Comissão sobre vendas. Salários da Administração.contas individuais. e para que esse esquema contábil básico seja elaborado. independente da natureza. deve-se fazer a separação entre custos e despesas. Na contabilização do custo industrial. Custos semifixos ou semivariáveis – Alguns gastos têm parte de sua natureza fixa e parte variável. fretes para entrega etc. seguros etc. derivações de contas. custos e despesas variáveis. aluguel. a separação dos gastos em custos e despesas é de fundamental importância para que se apurem o custo da produção e o resultado de um determinado período. regulamento para registro das contas. Exemplo: Água consumida na produção de bens. Como já dissemos. Com base nisso podemos dizer que o objetivo principal de um Plano de Contas é servir de meio orientativo para registro das operações contábeis. Despesas administrativas – Telefone. Água consumida na fábrica. análise e códigos de contas. Despesas variáveis – As despesas variáveis são as que se alteram proporcionalmente às variações no volume de receitas.

Os Lançamentos Contábeis da Apuração do Custo dos Produtos Vendidos. Despesas indiretas – São os gastos que não podem ser identificados. .Pela transferência dos produtos acabados na linha de processo: DEBITA estoque de produtos acabados e CREDITA estoque de produtos em elaboração. os gastos podem ser classificados em: custos diretos e indiretos e despesas diretas e indiretas. despesas financeiras etc. Exemplo: Recitas de vendas. a mão de obra e o material. f – Pela venda de produtos acabados. por não serem identificados de forma fácil. Custos indiretos – São os custos que. aluguel de fábrica etc). Custos diretos – São os custos que podem ser identificados e quantificados no produto ou serviço e valorizados com relativa facilidade. Exemplo: Mão de obra indireta.Apropriação da mão de obra direta aos produtos em elaboração: DEBITA estoque de produtos em elaboração (ou em processo) e CREDITA mão de obra direta.Aquisição de matéria-prima: DEBITA estoque de matéria-prima e CREDITA banco ou caixa (se a compra for à vista) ou fornecedor (se a compra for a prazo). irão constituir o produto fabricado. dois itens são de grande relevância. Exemplo: despesas administrativas. transferimos da conta estoque de produtos acabados para custo dos produtos vendidos: DEBITA custo dos produtos vendidos (CPV) e CREDITA estoque de produtos acabados. seguem as seguintes regras: a . depreciação de equipamentos.Agora em relação à forma de distribuição e apropriação dos produtos. transformadas. b . materiais indiretos etc. centros de custos e resultados. não podem ser apropriados de forma direta para as unidades específicas. Despesas diretas – As despesas diretas são as que podem ser facilmente quantificadas e apropriadas em relação às receitas de vendas e prestação de serviços. Na constituição do processo de Custo Industrial. com as receitas geradas.Requisição de matéria-prima para produção: DEBITA estoque de produtos em elaboração (ou em processo) e CREDITA estoque de matéria-prima. com precisão. Exemplo: Materiais diretos. impostos incidentes sobre o faturamento. c . despesas de frete etc. O material é o mais importante elemento do custo industrial porque é constituído pelas matérias-primas e secundárias que. d – Pela apropriação dos custos indiretos de fabricação aos produtos: DEBITA estoque de produtos em elaboração (ou em processo) e CREDITA – materiais indiretos consumidos (mão de obra indireta. e .

. . porém não entra em grandes proporções na fabricação e representa pequena parte do custo do material. Esses métodos servem para separar o custo dos materiais. o estoque é baixado à medida que ocorrem as vendas pelo custo que foi efetuado primeiro.Devem ser observadas as condições de acondicionamento quando o material entra no almoxarifado. Veja a seguir algumas das características/utilidades da Ordem de Produção (OP). Primeiro que Sai – Nesse método. mercadorias e produtos entre o que foi consumido ou vendido e os que permanecem em estoque. PEPS – Primeiro que Entra. . ou gestão do material é de suma importância devida seu impacto no custo final do produto. as baixas do estoque são dadas pelo custo mais antigo. enquanto a matéria secundária é o material aplicado diretamente no produto. sabe-se que a matéria-prima é o material que entra em maior porção na fabricação do produto. . com isso a organização deve se preocupar com os seguintes pontos: .O controle do custo do material inicia-se com a sua aquisição pelo Departamento de Compras.O preenchimento da OP é iniciado no momento em que se começa o processo de fabricação do produto. .O material é controlado também quando requisitado pelo Departamento de Produção. a mão de obra e os gastos gerais aplicados em um produto ou em uma série de produtos fabricados. conhecida nas empresas como OP. O Controle do Material.Os materiais destinados à produção permanecerão no almoxarifado até que sejam requisitados pelo Departamento de Produção. para que sejam evitados desperdícios. é um dos mais importantes formulários utilizados na apropriação do custo industrial.Na OP são anotados os materiais requisitados em cada seção por onde passa o produto nas diversas fases de fabricação.A alocação de mão de obra é feita com base no apontamento efetuado que se refere ao número de horas trabalhadas na fabricação de determinado produto. . mostrando seu custo unitário. . a saber: Custo médio ponderado (móvel e fixo) – A baixa é feita a cada venda ou comunicação de consumo. . ou seja. As empresas para cumprir com a legislação devem manter em suas organizações métodos de avaliação de estoque.A OP reúne os materiais.Ainda nesse campo de materiais. Existem diversos métodos de avaliação de estoque. os materiais consumidos são baixados pelo custo médio do final do mês. no caso de Custo médio ponderado móvel e no Custo médio ponderado fixo. uma vez que é a demonstração analítica da formação do custo industrial que acompanha o produto em todas as fases de sua fabricação. A Ordem de Produção.

Material de limpeza . exceto material e mão de obra. Temos ainda os gastos gerais fixos. onde os diretos são aqueles que incidem diretamente sobre os produtos fabricados ou podem ser apropriados diretamente ao custo de um produto ou de um setor de produção.É atribuído a cada unidade de acordo com as requisições. Primeiro que Sai. Energia elétrica – quando não se tem um medidor para cada área de trabalho. nesse caso. Método varejo – utilizado em empresas comerciais que trabalham com uma quantidade grande de itens em estoque e que efetuam compras geralmente em lotes.Normalmente. existente em cada unidade produtiva. com valor unitário pequeno de cada item. usa-se um rateio baseado na metragem quadrada de cada área utilizada. OBS: este método UEPS é o único que não é aceito pelo Fisco. Amortização e depreciação .Utiliza-se o rateio sobre a metragem quadrada de ocupação. sendo de difícil apropriação ao produto.Custo específico – é normalmente utilizado em empresas que têm poucos itens em estoque e que demandam um valor muito alto. é a medida mais justa. Aluguel e IPTU . pois na utilização desse método é pego o último preço de aquisição para fins de baixa de estoque.Deve ser apropriado de acordo com as ordens de serviço emitidas pelas unidades em separado. enquanto que os indiretos são os que incidem de forma indireta no produto ou seção produtiva. e com isso a apropriação dos custos fica mais confiável. o qual proporciona um valor maior de custo. reduzindo a base de cálculo do imposto de renda e consequentemente diminuindo a arrecadação. Esses gastos gerais devem ser rateados de acordo com sua natureza. os quais se repetem mensalmente (mesmo valor). independentemente de variação no volume de produção. que. Mão de obra de terceiros . são todas as despesas ocorridas em uma indústria decorrentes da produção. Normalmente são classificados de acordo com sua natureza em gastos gerais diretos e gastos gerais indiretos. ao contrário dos gastos gerais variáveis. bem como os materiais de consumo. Na contabilização dos gastos gerais. Se as despesas forem pagas à vista. as despesas de fabricação são debitadas diretamente nas contas próprias. que variam de acordo com o volume de produção. esse gasto é apropriado de acordo com o porcentual equivalente de cada ativo imobilizado com relação ao todo. para posterior rateio. debitamos despesa . veja os exemplos abaixo: Combustíveis e lubrificantes: rateados de acordo com o consumo de cada seção produtiva e é conhecido por meio das requisições. UEPS – Último que Entra. Falaremos agora sobre os gastos gerais de fabricação.

debitamos a despesa correspondente e creditamos contas a pagar (passivo). . esses tributos são: IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Os impostos IPI e ICMS são conhecidos como impostos recuperáveis e devido a isso. não deixe de reler o livro. de acordo com a legislação pertinente. Os custos controláveis são os que estão diretamente sob a responsabilidade de uma pessoa cujo desempenho se deseja controlar e analisar. rever os slides de aula. quando da aquisição de mercadorias. o empresário buscará cada vez mais lucratividade. Na elaboração e implantação do Custo Padrão. a priori. Nas empresas industriais. mudança na qualidade de materiais disponíveis para produção. nas restrições externas temos: política de preços.e creditamos caixa. Falando-se em custos. tomar conhecimento rápido das divergências e suas origens e tomar atitudes para sua correção. Nenhum sistema de custos. Considerando que a principal meta das organizações é obter lucro (ganhar dinheiro). observase que nunca haverá plena satisfação e. em função de determinadas expectativas quanto a prováveis alterações de alguns custos. o Custo Padrão é considerado o custo ideal de produção de um determinado bem ou serviço. são as restrições internas e as restrições externas. E se as despesas forem a prazo. conceitua-se o custo padrão como aquele determinado. compará-la com o que deveria ser. Portanto. inserção de novas tecnologias etc. alguns tributos indiretos pagos na aquisição de mercadorias e materiais representam. consequentemente. principalmente porque a fase mais importante do ciclo para essa finalidade é a tomada de decisões com respeito à correção de desvios. Controlar significa conhecer a realidade. intervenção governamental. devem ser levadas em consideração as metas de eficiência e eficácia da organização. limitações de equipamentos etc . concorrência etc. pela saída do dinheiro. Porém. Lembramos que esse estudo dirigido é um complemento de seus estudos. por mais completo e sofisticado que seja. créditos da empresa em relação ao governo e serão compensados com os mesmos impostos que serão devidos pela venda das mercadorias ou produtos. demanda. Lembramos que o ICMS é o principal imposto do país e constitui a maior fonte de arrecadação dos Estados e Distrito Federal. existem algumas restrições que podem dificultar o pleno êxito. Já os custos estimados. é suficiente para determinar que uma empresa tenha total controle sobre eles. Nas restrições internas podemos citar: falta de funcionários. No entanto. como sendo o custo normal de um produto ou serviço. apesar de serem pagos NÃO devem compor o custo de aquisição. são melhorias técnicas introduzidas nos custos médios passados. assistir as vídeoaulas.

Bons estudos e boa sorte! .Lembre-se que você conta com uma equipe sempre pronta para orientá-lo e ajudá-lo durante seu processo de aprendizagem.

Para um operador logístico ser reconhecido com tal. no Brasil. controle de estoque e armazenagem. chegou a hora de demonstrar seu conhecimento realizando as avaliações (objetiva e discursiva) pertinentes ao conteúdo. Você sabe quais são as funções principais de um Canal de Distribuição (CD)? São elas: . manusear e armazenar. Para ajudá-lo. o operador logístico é um prestador de serviços. rapidez e agilidade da operação. expande mercados. Um dos avanços na área logística foi a criação do operador logístico. Suas funções principais são: Processar pedido. deve desempenhar as seguintes atividades básicas: Transporte. as organizações começaram a compreender que o adequado gerenciamento logístico pode apresentar um impacto vital na obtenção de vantagens competitivas duradouras.Organizar os sistemas logísticos para garantir o fluxo de produtos. altamente especializado. transportar. no todo ou em parte. Uma empresa que visa atingir o status de organização Logística Flexível. surgiu a chamada “Visão da Nova Logística”. reduz custos nas compras de material. elaboramos este estudo dirigido como uma ferramenta para auxiliar no seu processo de aprendizagem. Com o que vimos acima. Nele você poderá rever aspectos importantes que possibilitarão o entendimento do conteúdo. realizam a maioria das atividades logísticas (primárias e operacionais) e realizam apenas situações de demanda específica do cliente. deve sempre analisar as seguintes vertentes: Estrutura de seus sistemas logísticos e os processos aplicados no sistema. Dentro dos recursos utilizados encontramos os operadores baseados em ativos que possuem estrutura de ativos próprios e detêm o conhecimento e se utilizam de estruturas de terceiros ou dos clientes. a qual.ESTUDO DIRIGIDO DE LOGÍSTICA EMPRESARIAL – MARÇO 2013 Neste módulo você aprendeu noções básicas fundamentais para o desenvolvimento e aprendizagem sobre Logística Empresarial. de forma didática. por meio da economia de escala e também concentra operações de fabricação e montagem onde for mais vantajoso para as empresas.Manter o fluxo de informações entre provedores e clientes. Você sabia que somente há bem pouco tempo. Após essa visão geral dos benefícios e vantagens que a logística pode trazer para as organizações. que na realidade é um elemento integrador e prestador de serviços logísticos. Agora. terceirizado. Já nos espectros de atuação. especialista no gerenciamento de sistemas logísticos. após os anos de 1990. . amplia os negócios da empresa. Essa forma de entender os operadores logísticos nos permite compreender seu papel e sua importância para os Canais de Distribuição (CD) em mercados globalizados. são classificados em função de dois aspectos importantes. . Os operadores logísticos. os de recursos utilizados e os de espectro de atuação. que visa agregar valor ao produto dos clientes que o contratam. altamente competitivos e voláteis. que contribui com a flexibilidade.

isso é dever da empresa que o contrata. é suportado pela logística. baseada na internet. nada mais é do que a conexão.. buscando-se conseguir redução de custos pela eliminação de atividades desnecessárias e evitando desperdícios. D – Efficient Consumer Response (ECR): O objetivo fundamental é melhorar o atendimento das demandas dos clientes. uma vez que a mesma deve considerar toda a cadeia produtiva. C – Vendor Managed Inventory (VMI): Transferir a autoridade sobre a gestão dos estoques dos varejistas aos seus fornecedores. o qual. com o intuito de compartilhar informações e coordenar operações conjuntas. entre os entes do Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos . Lembramos que um Canal de Distribuição NÃO tem a responsabilidade de controlar os estoques. . com base em níveis de estoque mínimo. e não mais apenas uma parte da cadeia. e a sua administração é um conceito ainda confuso para a maioria das pessoas ou empresas. As empresas hoje buscam atender seus clientes cada vez mais rápido e para isso tem à sua disposição ferramentas que se bem aplicadas lhes dão essa flexibilidade tão bem aceita pelos clientes. uma dessas técnicas mais usadas é o Follow sourcing. O SCM tem três objetivos principais. através de estratégias de redução de custos ou estratégias de diferenciação. B – Reposição Contínua (CR): As informações relativas aos níveis de estoques e consumos dos clientes são gerenciadas pela organização. por meio de um sistema de reposição automática do estoque nos pontos de venda. buscando um padrão para a determinação de reposições adequadas ao cliente. veja a seguir algumas dessas ferramentas de reposição rápida: A – Postergar: Adiar atividades produtivas ou de distribuição até o efetivo recebimento de pedidos.SCM.Proporcionar agregação de valor aos produtos. é possível obter importantes diferenciais competitivos. é uma postura organizacional e por fim é uma metodologia com visão sistêmica. um deles é o Planejamento Colaborativo (CPFR). A administração da Cadeia de Suprimentos (SCM) exige que a cadeia produtiva seja simplificada e otimizada pela utilização de algumas táticas que são essenciais para melhorar os processos logísticos. O Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos é o conhecido nas empresas como SCM. o primeiro é a redução de custos – pela melhor gerência da cadeia logística como um todo. Dentro da área de logística existem diversos termos e devem ser de conhecimento dos gestores de hoje em dia. pode minimizar a necessidade de estoque. reduzindo riscos de erros. O que precisamos saber é que a SCM envolve a logística. também visa agregar valor – pela maior qualidade nos processos logísticos ou pela disponibilização mais rápida do produto a estes (no lugar e na hora certa) e por último a vantagem estratégica – com uma visão integrada da cadeia produtiva.

Tempo de reação: Diz respeito ao tempo que a empresa leva para ajustar sua produção. flexível e lucrativa. Sabemos que diversos fatores são determinantes para o sucesso de um projeto logístico. Para a logística. ao mesmo tempo. Os europeus procuram criar localizações logísticas com o objetivo de melhorar o nível de serviços aos clientes e. essa é uma ferramenta que tem como objetivo reduzir custos de transporte a partir da movimentação de grandes volumes de cargas consolidadas. obtendo economias de escala. De acordo com Ballou (1993). traduzi-la em produto ou serviço e lança-la no mercado. O JIT é a principal filosofia a se utilizar deste conceito. registrar um pedido e entregar um produto. Sob a ótica do tempo. temos três importantes fatores a serem analisados: Sistemas puxados: Sistemas de gestão da produção e da logística baseados no disparo das atividades em função da existência de uma demanda. Velocidade: Duas perspectivas: Clientes: espera pelo atendimento. ou local delimitado dentro de uma plataforma para um único operador logístico. Segundo Christopher (1999. São elas: A – Sítios logísticos: Espaços fisicamente bem delimitados nos quais atua um único operador. nas maiores distâncias possíveis. transportando cargas grandes. para que a organização seja mais efetiva. três aspectos da concorrência com base no tempo são importantes e devem ser gerenciados com eficiência e eficácia. são elas: atividades básicas e demais atividades. p. Collin (1996) classifica em três tipos de localização logística. Compressão do tempo: Gerenciar as atividades de modo a obter a redução do tempo de operação (lead time). existem duas classes distintas de atividades logísticas em relação ao nível de serviço. devido a demandas voláteis. O surgimento e a manutenção de sistemas logísticos flexíveis e com resposta rápida se devem às ferramentas de tecnologia de informação e também aos bons projetos para os sistemas logísticos. satisfazendo às necessidades de seu cliente. racionalizar custos. São eles: Tempo de comercialização: trata-se do tempo que a organização leva para reconhecer uma oportunidade de mercado.Outro termo muito usado e importante é Consolidar. porém a Associação Brasileiras de Movimentação e Logística (1999) sugere duas categorias de atividades. 136). Operação: espera pelos recursos até a disponibilização no estoque de produtos acabados. Tempo de serviço: refere-se ao tempo que uma empresa leva para receber. são elas: As atividades primárias – Transporte / Processamento de pedidos e as atividades operacionais – Embalagem de proteção e programação de pedido. Ainda falando em logística de resposta rápida. representa o tempo consumido pelo pedido para chegar ao cliente. . O sistema logístico de resposta rápida propicia à empresa a redução de recursos financeiros para o desempenho das atividades logísticas. dentro do sistema Just In Time o modal rodoviário é o mais indicado e trás os melhores resultados para as empresas.

ou é um espaço dentro da plataforma logística delimitado para diversos operadores. nessa disciplina usaremos como definição a escrita por Duarte (1999). destinado à multimodalidade. é convencionado chamá-lo de plataforma logística. onde são oferecidos serviços e facilidades de multimodalidade a diversos operadores. você sabe o que são? Para que servem? Enfim. uma vez que tem a intenção de abranger imensas áreas geográficas. A implantação de Plataformas Logísticas. C – Polos logísticos: Amplos espaços delimitados. o tipo de atuação e outras características significativas. para intervir nos processos comerciais internacionais. geralmente dimensões continentais. os tempos de ciclo dos processos logísticos. Considerando-se as finalidades. com a diferença de localizar-se sempre no interior do continente. Portos: áreas que permitem a prática do transporte hidroviário e contam com área para armazenagem. Porto seco: tem a mesma finalidade dos portos. com isso. integra a região por meio da prática de transportes intermodais e cria condições de instalação de empresas comerciais no seu entorno. com a diferença de poder receber cargas sem necessidade de nacionalização nos portos ou nos aeroportos.B – Zonas logísticas: Espaços físicos bem delineados. Possibilita a prática do transporte rodoviário e/ou ferroviário. ou o local onde reúne zonas logísticas e sítios logísticos. nos quais existe alta concentração de atividades logísticas. as atividades oferecidas nas plataformas logísticas estão intimamente relacionadas com as atividades primárias que são processamento de pedidos e transporte e também com as atividades secundárias. Eadi e global transpark. trazem muitos impactos positivos para a região na qual a mesma se encontra. Duarte(1999) apresenta diferentes possibilidades para a existência de plataformas logísticas com diferentes vocações. o ideal é ter dentro da plataforma logística um órgão público. As plataformas logísticas existem para facilitar e/ou agilizar os processos logísticos das empresas. assim. consolidação e distribuição de cargas dentro da zona portuária. continue lendo esse estudo dirigido e todas as suas dúvidas serão sanadas: Muitas são as definições de Plataforma Logística. veja alguns desses impactos: Gera empregos. reduzindo. uma vez que o desembaraço aduaneiro ocorre nas suas dependências. . Falando em Plataforma Logística. As plataformas logísticas colaboram muito para a administração da logística de uma empresa e para que esse trabalho seja eficiente. Global transpark: podemos considera-la como megaplataforma logística. porto seco. Segundo Ballou (1993). cria condições de instalação de empresas industriais. elas podem ser classificadas em quatro tipos diferentes: portos. Estação Aduaneira Interior (Eadi) : são estações aduaneiras no interior que apresentam as mesmas características de um porto seco. como a Receita Federal. programação de produtos e manutenção de informação. que é: “Um local que reúne facilidades que permitem melhorar a eficiência logística”.

despacho.. entre outros. é a definição de Fluxos Logísticos: “[. E falando em fluxos. já há algum tempo que se tem conhecimento de três fluxos essenciais. ao mesmo tempo.. do ponto de origem ao ponto de consumo ou de destinação final de resíduos [. ou seja. onde os processos decorrem de fluxos que perpassam a organização como um todo. 165). e não podemos confundi-lo com global sourcing. A gestão das operações e logística global depende do perfeito entrosamento entre três princípios básicos. ou seja. enquanto que out sourcing é comprar um produto pronto.. também tornar-se um fornecedor global. são as organizações empresariais que crescem em importância. Um dos principais desafios nos processos logísticos de Global Sourcing. Segundo Boudoin (1996). p. ou ainda a atividade de buscar fontes de suprimentos em diferentes partes do mundo e. integração funcional e integração setorial.]” (RAZZOLINI FILHO. é conseguir a necessária rentabilidade para que o negócio seja viável e competitivo. segundo Christopher (1997. produtos acabados. que são: integração geográfica. Assim.. no processo logístico e que precisam sem bem compreendidos para que possam ser administrados de maneira correta. onde o primeiro está relacionado ao fato da perda de importância das fronteiras geográficas. é necessário integrar tais fluxos para que o processo logístico ocorra naturalmente e por último o princípio da integração setorial. pois Global sourcing é a operação de comprar e vender no mercado mundial. produtos em processos. básicos.. o segundo é o fluxo de informações – responsável pelo início do processo logístico.As plataformas logísticas devem oferecer condições para que suas atividades sejam desenvolvidas com a máxima eficiência possível. o qual é o responsável pela remuneração dos recursos utilizados na cadeia logística. trazer pronto para dentro da empresa. cada elo da cadeia atua de forma a otimizar seus próprios sistemas logísticos. devem possibilitar “a integração dos serviços de mais de um modal de transporte”. onde usualmente. À medida que o mundo se globaliza. o termo Global Sourcing correto? Você sabe a definição desse termo? Global Sourcing é a prática que possibilita reduzir o número de fornecedores mediante a manutenção de parceiros na cadeia de suprimentos que oferecem atuação globalizada. vejam elas: A – Área para serviços gerais: Destina-se ao homem. pois passam a atuar de forma autônoma e independente. B – Área para transporte: As plataformas logísticas devem ser multimodais. uma plataforma logística conta com três áreas específicas e com funções próprias.] é o movimento ou trânsito de matérias-primas. o segundo princípio. C – Área para os operadores logísticos: São áreas adjacentes às áreas públicas para o adequado suporte aos processos logísticos. Você já deve ter ouvido falar na sua empresa e com certeza durante as aulas de Logística Empresarial. o primeiro deles é o fluxo físico – responsável pela movimentação de materiais e produtos ao longo da cadeia de valor. Um conceito importante e de fundamental importância para a compreensão do papel da logística nas operações globais. 2007). por colocar em movimentação a cadeia logística e por último o fluxo financeiro. como serviços de corretagem. nas cadeias logísticas tradicionais. informações e recursos financeiros ao longo da cadeia logística. às máquinas e à empresa. Existe outro termo usado na logística que é o out sourcing. . integração funcional.

às vezes. intercontinentais. exige do gerente técnicas de gerenciamento de redes e de otimização. e quando mudamos o foco de Transações para Relacionamentos. os paradigmas foram alterados. o mais significativo é o incremento nos custos de transporte. não deixe de reler o livro. medir e gerenciar as necessidades de serviço por segmento de mercado. imagine então quando falamos em mudança de paradigmas. no lucro. Portanto. E os gerentes de logística tiveram que se adaptar a novas visões e tiveram que adquirir novas habilidades. Lembramos que esse estudo dirigido é um complemento de seus estudos. Com a economia cada vez mais globalizada e altamente competitiva. produtos e o novo paradigma. pois hoje essa gestão deve ser mais eficiente e eficaz do que antigamente.Quando adotamos operações globais. rever os slides de aula e assistir as vídeoaulas! Lembre-se que você conta com uma equipe sempre pronta para orientá-lo e ajudá-lo durante seu processo de aprendizagem. que era usado antes da globalização tinha o foco nas funções. Sabemos também que estratégias operacionais baseadas apenas no custo tendem a fracassar em horizontes de tempo mais longos. tem que ter a habilidade de definir. O paradigma atual. ou paradigma proposto pós-globalização já foca mais nos processos. Essa mudança de gestão exigiu novos enfoques e novas formas de administrar. exatamente porque as distâncias a serem percorridas são. os custos de produção e de estoques tendem a cair. ou seja. isso exige um trabalho e um esforço grande por parte das pessoas envolvidas. se o foco muda de Produtos para Clientes. Bons estudos e boa sorte! . nas informações. nos relacionamentos e nos clientes. Porém. por exemplo: Quando muda-se o foco de Lucro para Lucratividade. nos estoques. ou seja. É sabido que toda mudança é problemática. na lucratividade. enquanto os custos de materiais (MP e insumos) se elevam. Exatamente nesse momento é que temos a existência de um trade-off significativo a ser considerado nas decisões relacionadas com as práticas logísticas globais. o gerente deve ter técnicas de contabilidade e controle financeiro. as empresas tiveram que mudar a forma de gerir sua organização.

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Agora. relacionando o preço.Não leva em conta a importância relativa dos itens. Como se trata de uso da matemática. porém apresenta as seguintes limitações: .ESTUDO DIRIGIDO PARA DISCIPLINA DE MÉTODOS QUANTITATIVOS Neste módulo você aprendeu noções básicas fundamentais para o desenvolvimento e aprendizagem da aplicação de Métodos Quantitativos. e é definido como sendo a relação entre os somatórios dos valores de um conjunto de variáveis em duas datas diferentes – a data-base e a considerada. pois são extraídos de fórmulas complexas. normalmente os índices são fornecidos em forma percentual (ou porcentual). diferente dos cálculos dos exercícios do capítulo sobre Correlação e regressão linear múltipla. Nele você poderá rever aspectos importantes que possibilitarão o entendimento do conteúdo. Vamos falar sobre índices agregativos simples. o índice é qualificado como índice elementar ou simples. muitos cálculos de índices são extensos e de difícil assimilação sem seu uso contínuo. um dos índices mais utilizados é o índice de Dutot. Relativo é um número índice mias simples. só teoria. Lembre que valor é o preço do produto vezes a sua quantidade. Esse índice é de fácil aplicação. Os números índices. . ou seja. são medidas estatísticas frequentemente usadas para comparar grupos de variáveis relacionadas entre si e para obter um quadro simples e resumido das mudanças significativas ocorridas ao longo do tempo. Esses cálculos básicos até médios. as quais estão ou estarão disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem (AVA) no link aulas interativas. de onde serão cobrados os conceitos. Para calcularmos o relativo de preço. Quando lidamos com grandezas simples (um único item ou variável). devemos dividir o preço na época atual (preço considerado) pelo preço na época base (preço base) e multiplicar por 100. ou simplesmente índices. denominamos de “Índice sintético ou composto”. desde os básicos até o cálculos médios foram desenvolvidos com você nas duas aulas práticas. elaboramos este Estudo Dirigido como uma ferramenta para auxiliar no seu processo de aprendizagem. quando lidamos com grandezas complexas (aquelas expressas por muitos valores). É importante ressaltar que os números índices são destituídos de qualquer significado se não forem especificadas as datas a que se referem. por outro lado. os quais foram parte integrante das atividades pedagógicas poderão ser cobrados em avaliações futuras. a quantidade e o valor de um produto numa data considerada (dc) com uma data base (db). por isso a maioria dos cálculos. Para ajudá-lo. por ser medida estatística. esse índice foi estabelecido em 1738. O mesmo se faz ao se calcular o relativo de quantidade (usando a quantidade) e o relativo de valor também. chegou a hora de demonstrar seu conhecimento realizando as avaliações (objetiva e discursiva) pertinentes ao conteúdo.

a data atual (a data considerada). como data de referência. O outro índice que falamos é o índice de Paasche. Em 1871. A necessidade desse peso é devido ao fato de termos em uma cesta de produtos itens com pouca influência e outros com grande influência no cálculo dos índices. ou seja. que fosse adotada.. passando então a se calcular por média harmônica ponderada de relativos. Entendendo esse índice: o mesmo leva em conta a importância entre os produtos de uma cesta. a diferença sobre o índice simples. ser definido como a média aritmética ponderada dos relativos. dúzia etc. O segundo é o índice geométrico de Sauerbeck. Ao contrário do índice de Dutot. como data de referência para as ponderações. o qual sugere que seja feito uma média dos respectivos relativos e com isso mudanças nas unidades não mais alterariam os índices. em que pesos são determinados com base nos preços e nas quantidades dos itens na data atual. o qual é dado pela média geométrica dos relativos e o terceiro é índice harmônico de Sauerbeck. sejam eles de preço. O índice de Sauerbeck tem três variações. o qual é dado pela média aritmética dos relativos. usa o método de ponderação para poder diferenciar importâncias distintas. podemos ter quilos. Isso quer dizer que para calcular esse índice. Esse índice de Laspeyres pode. nessa disciplina estudamos os índices de Laspeyres e Paasche. em que o fator de ponderação é igual à participação relativa de cada item diante do valor total dos itens adquiridos na data-base. que utiliza a média dos respectivos relativos. Agora vamos falar sobre os índices agregativos ponderados. Outro índice agregativo simples é o índice de Sauerbeck. que é dado pela média harmônica dos relativos. . Por causa disso esse índice é denominado de Método da Época Atual. litros. a data-base e por isso esse índice é também denominado de Método da Época Básica. o qual propõe ao contrário de Laspeyres. As localidades sob análise devem ter características semelhantes. tendo em vista a importância relativa de alguns itens. assim. ou seja. Ernst Louis Etiene Laspeyres propôs que fosse adotada. é que para a ponderação é dado pesos a todos os produtos considerados. Segue algumas considerações e restrições aos índices de Laspeyres e de Paasche: Ambos os índices somente podem ser usados para datas próximas. Vários métodos são propostos para a determinação de um índice ponderado.Não há homogeneidade entre as unidades dos diversos bens. não importa a diferença de preços entre itens bens distintos (preço do feijão contra preço da lagosta) e também não importa a unidade utilizada. a primeira é o índice aritmético de Sauerbeck. quantidade ou valor.

isso é devido à desvalorização permanente de nossa moeda. . Os números índices vistos até o momento servem para comparar duas datas distintas (data 1 e data 2).a seleção da data-base. IPA e a TR. neste caso. A base móvel encadeada somente pode ser usada se o critério de cálculo satisfizer a propriedade cíclica (ou circular). para que possamos dispor de dados atualizados e mais significativos. Cabe ressaltar que os índices de Laspeyres e Paasche não atendem à propriedade cíclica. por redução. se modificar o índice de Laspeyres. Já Deflator é qualquer índice de preços utilizado para equiparar. Para a construção de uma série de números índices devemos considerar alguns parâmetros: .a periodicidade dos dados. que aplicado sobre os índices anteriores farão acerto da união de séries (veja exemplo página 55 do livro edição 1 ou página 59 do livro edição 2). INPC. e isso ocorre.o método de construção das séries. Dentro dos diversos . ou pela introdução/exclusão de itens em determinada cesta de produtos. Na prática. vemos que o índice de Laspeyres tende a superestimar o índice de valor. Entretanto. valores monetários de diversas épocas ao valor monetário de uma determinada época tomada como base. a mudança de base de uma série de números índices é feita sendo dividido cada índice da série original pelo número índice correspondente à nova data-base (veja exemplo página 53 do livro edição 1 ou página 57 do livro edição 2). A série de números índices deve ser construída com dados que se encontram no centro de um momento de grande estabilidade. ICV. IPC. No Brasil os deflatores mais usados são: IGP. porém algumas vezes é necessário que se mude a base. pois um número índice pode sofrer alterações ou pela mudança da data-base. assim achamos o fator de multiplicação. as vezes. comparar a data presente (dc) a uma database (db). dividimos o novo número índice pelo número índice antigo nessa mesma data. torna-se necessária a comparação de três ou mais variáveis ao longo do tempo e para isso são utilizados a série de números índices. enquanto o índice de Paasche tende a subestimá-lo. . Temos ainda a união de duas séries de números índices. Para se fazer essa união. em que consiste em aplicar uma base fixa de ponderação aos relativos dos itens considerados no cálculo índice. Falaremos agora sobre Deflacionamento: Deflacionar significa eliminar dos valores monetários nominais o efeito da inflação. ou seja. O Brasil é um país com uma quantidade enorme número de índices.Devido a base da média utilizada nos cálculos.

É o índice de lucratividade média das ações mais negociadas nos pregões da bolsa de valores. em um total de 116 cidades. 50. É comum ouvirmos falar em taxa aparente. entre outros. a extensão refere-se ao público-alvo.é um índice restrito. em determinado intervalo de tempo. 2005).esse índice considera pouco mais de 400 produtos comercializados no mercado atacadista. Com isso entendemos que a taxa aparente. taxa real e como distinguilas? A taxa aparente é a taxa utilizada sem levar em conta a inflação do período.000 preços levantados por mês. IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo . Nesse índice nacional é considerado perto de 400 produtos. até mesmo ser negativa (Castanheira. Só considera as famílias de assalariados com renda entre um e oito salários mínimos.é uma variante do INPC. IBV . sejam eles agrícolas ou industriais. produzidos no país ou importados. TR – Taxa Referencial de Juros – é uma taxa divulgada mensalmente pelo banco Central e é utilizada como indexador de débitos fiscais. todo cuidado é pouco quando se fala em taxa de juros. o que representa mais de 90% da população brasileira. Passamos agora a falar sobre Correlação e regressão linear simples: . O IPCA mede a inflação de quem ganha de um até 40 salários mínimos.índices vamos destacar nesse estudo apenas seis deles. e leva em conta cerca de 350 produtos.Serenato.é um índice particular que busca medir o movimento dos preços de um conjunto de bens e serviços nos seus segmentos finais de comercialização. contratos privados. IPA – Índice de Preços no Atacado . No caso. INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor . Em períodos de inflação. pois só considera os preços das 11 maiores regiões metropolitanas do país. O termo “amplo” significa a extensão de alguma condição anteriormente restrita. enquanto que na taxa real leva-se em consideração os efeitos inflacionário do período. para os quais daremos as características principais: IPC – Índice de Preços ao Consumidor .Índice da Bolsa de Valores . pode. para determinar a inflação mensal de famílias com renda até 33 salários mínimos.

vamos encontrar pontos perto da reta imaginária. quando o ajustamento é feito por uma função de grau maior que um. veja gráfico (página 85 do livro edição 1 ou página 91 do livro edição 2). mais de duas variáveis aleatórias estão envolvidas no mesmo problema. a tendência é de os pontos estarem próximos uns aos outros. A correlação entre variáveis pode ser classificada segundo o número de variáveis envolvidas e segundo a complexidade das funções ajustantes. Três pontos importantes devem ser considerados na análise de um Diagrama de Dispersão: O primeiro é o cálculo do coeficiente angular M. na tendência de uma reta (reta de regressão). uma independente e outra dependente. Quando investigamos duas variáveis. na tentativa de saber se existe entre elas uma relação. Entretanto. e interessa saber como elas estão inter-relacionadas. a correlação é dita “simples” quando for considerada uma única variável independente e dita “múltipla” quando considerada mais de uma variável independente. uma dependente e outra independente é chamado de REGRESSÃO. o segundo é a determinação do valor do intercepto y (chamado ponto B) e por último o cálculo do coeficiente de correlação de Pearson. e observe que nem todos os pontos estão exatamente sobre essa reta. Se observamos um diagrama de dispersão. O método de análise da relação entre duas variáveis. após isso plota-se esse pontos num gráfico e se analisa seu resultado. O coeficiente de correlação de Pearson é dado pela letra “r” e os seu valor sempre estará entre +1 e -1 e com esse resultado podemos saber que tipo de relação temos. e a essa grau de relacionamento dá-se o nome de Correlação. usualmente começamos com uma tentativa de descobrir a forma aproximada dessa relação. que representada graficamente nos planos x. o qual é o chamado de Diagrama de Dispersão.É normal estudarmos duas variáveis aleatórias. Antes de montarmos um Diagrama de Dispersão devemos primeiro encontrar a variável independente (x) e a variável dependente (y). a correlação é dita “linear”. Já em termos de complexidade das funções. algumas vezes. a regressão é linear quando estamos lidando com função de primeiro grau. obtemos um gráfico. e chamada de simples. Como se trata de uma regressão linear simples. quando o ajustamento é feito por uma função do primeiro grau e “não linear”. veja a tabela a seguir e observe que tipo de correlação se tem dependo do valor “r”: Valor de “r” Tipo de correlação: . o nome dado a esse diferença entre o ponto real e a reta imaginária é ERRO ou RESÍDUO. e o ajustamento desses pontos é feito por meio de cálculos estatísticos que não vem ao caso nesse momento. Em termos de número de variáveis envolvidas. pois temos apenas uma variável independente.y.

tais como Natal. Forte correlação positiva. Flutuações cíclicas (C) – é a parte da série temporal que apresenta certo grau de regularidade nas variações ao longo do tempo. com os extremos indicando um ajuste perfeito dos dados e o centro. no máximo. tais como: períodos de chuva. Nesse tipo de Correlação e regressão linear múltipla.se assemelham aos fenômenos cíclicos. Fraca correlação negativa. Séries Temporais. Podemos classificar as Séries Temporais em quatro tipos: Tendência secular (T) .é o componente que indica a tendência do movimento dos dados em um grande período de tempo e tem como característica ser um movimento regular e suave ao longo do tempo. dizemos que é uma regressão linear.r=1 r > 0 (próximo a 1) r>0 r < 0 (próximo a -1) r<0 r = -1 r=0 Correlação linear perfeita (positiva). o coeficiente de Pearson também varia entre + 1 e -1. um conjunto cronológico de observações. comportamento na conservação de recursos hídricos etc. para períodos maiores que um ano. ou seja. teremos uma Regressão e a Correlação.. se refere ao tempo. . Trabalharemos agora com Correlação e regressão linear múltipla: Existem fenômenos que somente são razoavelmente bem explicados por mais de uma variável independente e nesses casos usamos a Regressão e Correlação Múltiplas. taxa de desemprego. Encontramos esses padrões cíclicos em diversos casos. Forte correlação negativa. São encontrados em ocasiões distintas. como o nome já diz. porém somente nos casos em que os dados são registrados em curto prazo: diariamente. mas se necessitar de uma equação de grau maior que um. Podem estar influenciadas por fatores como crescimento populacional. porém NÃO linear. demanda de certos produtos agrícolas. Páscoa. Não Lineares. Correlação linear perfeita (negativa) Ausência de correlação linear – existe sim uma correlação. semanalmente. Se a equação de primeiro grau explica bem o fenômeno. para intervalo de tempo de.mostrando que a função é incompatível com os dados. quinzenalmente. Produtos consumidos no frio etc. r = 0 . Logo uma série temporal é um conjunto de valores observados em momentos distintos e sequencialmente ordenados no tempo. fenômenos associados a estações do ano etc. um ano. Fraca correlação positiva. Variações sazonais (S) . mensalmente etc.

Douglas Agostinho . Pessoal tudo o que foi visto nesse Estudo Dirigido é o resumo do que foi passado a vocês de teoria ao longo de seis aulas. O conteúdo desse Estudo Dirigido mais os exercícios desenvolvidos nas duas aulas práticas abrangem mais de 90% do que será cobrado nas avaliações.acontecem quando alguns fenômenos socioeconômicos variam de forma aleatória e referem-se aos efeitos causados por greves. porém a leitura do livro e a revisão das aulas dadas são indispensáveis. guerras. secas etc. secas e demais fatorem que ocorrem com regularidade. onde aborda termos. enchentes. Prof.Variações aleatórias ou irregulares (I) . pois com certeza o professor regente esclarece por meio de exemplos práticos cada ponto aqui mencionado. Referem-se a efeitos causados por greves. enchentes. Bom estudo e boa prova. conceitos e situações de aplicação etc.

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