RAMATIS

A VIDA NO PLANETA MARTE
Obra psicografada por HERCILIO MAES

1

OBRAS DE RAMATIS .
1. 2. !. $. 5. A vida no planeta marte Hercílio Mães Mensagens do astral Hercílio Mães A vida alem da sep"lt"ra Hercílio Mães A so%reviv&ncia do 'spírito Hercílio Mães Fisiologia da alma Hercílio Mães Medi"nismo Hercílio Mães Medi"nidade de c"ra Hercílio Mães * s"%lime peregrino Hercílio Mães 'l"cida+,es do al-m Hercílio Mães A missão do espiritismo Hercílio Mães Magia da reden+ão Hercílio Mães A vida "mana e o espírito imortalHercílio Mães * evangel o a l". do cosmo Hercílio Mães /o% a l". do espiritismo Hercílio Mães 1955 1956 195# 195( 1959 196) 196! 196$ 196$ 196# 196# 19#) 19#$ 1999 Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis etc Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Freitas Bastos Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Con ecimento Freitas Bastos Freitas Bastos Freitas Bastos Hol"s Freitas Bastos Freitas Bastos Freitas Bastos Con ecimento Con ecimento Freitas Bastos Con ecimento /-rie 'l"cida+,es Con ecimento

6.
#. (. 9. 1). 11.

12.
1!. 1$.

15. Mensagens do grande cora+ão 16. 'vangel o 3 psicologia 3 ioga 1#. 4es"s e a 4er"sal-m renovada 1(. Brasil 3 terra de promissão 19. 5iagem em torno do '"
0"%lica+,es 2). 21. 22. 2!. 2$. 25. 26. Momentos de re6le7ão vol 1 Momentos de re6le7ão vol 2 Momentos de re6le7ão vol ! * omem e a planeta terra * despertar da consci&ncia 4ornada de 8". 'm %"sca da 8". 9nterior

America 0aoliello Mar1"es 2 America 0aoliello Mar1"es 2 America 0aoliello Mar1"es 2 America 0aoliello Mar1"es 2 America 0aoliello Mar1"es 2 Maria Margarida 8ig"ori 199) Maria Margarida 8ig"ori 199! Maria Margarida 8ig"ori 1995 Maria Margarida 8ig"ori 1999 Maria Margarida 8ig"ori 2))) Maria Margarida 8ig"ori 2))1 Maria Margarida 8ig"ori 2))1 Beatri. Bergamo 1996 Marcio :odin o 2)))

2#. :otas de 8". 2(. As 6lores do oriente

29. * Astro 9ntr"so
!). !1. !2. !!. !$. !5. C ama Crística /amad i 'vol"+ão no 0laneta A."l 4ardim *ri7>s 5o.es de Ar"anda A missão da "m%anda ?m%anda 0- no c ão

H"r ; an <e / id a 2))9 =or%erto 0ei7oto 2))) =or%erto 0ei7oto 2))2 =or%erto 0ei7oto 2))! =or%erto 0ei7oto 2))$ =or%erto 0ei7oto 2))5 =or%erto 0ei7oto 2))6 =or%erto 0ei7oto 2))9

Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis Ramatis

9nternet Con Con Con Con Con Con Con ecimento ecimento ecimento ecimento ecimento ecimento ecimento

!6.

2

Sumário
Respostas aos leitores Esclarecimentos necessários Planeta Marte 4 5 9

1. 2. !. $. 5. 6. #. (. 9. 1). 11. 12. 1!. 1$. 15. 16. 1#. 1(. 19. 2). 21. 22. 2!. 2$. 25. 26. 2#. 2(. 29.

Aspectos gerais marcianos Aspectos "manos Casamento Família 9n6@ncia 'd"ca+ão e escolas 9dioma3 c"lt"ra e tradi+,es Religião Medicina Alimenta+ão 'sportes e divertimentos MAsica Canto3 dan+a e teatro 0int"ra As aves As 6lores Fr"tic"lt"ra ;ra%al o 9ndAstria Com-rcio 'di6ica+,es e resid&ncias 'nergia motri. :overno Fac"ldades psí1"icas Reencarna+ão e desencarna+ão Aeronaves3 espa+onavesB discosCvoadores 5iagens interplanet>rias Astroso6ia Filoso6ia espirit"al marciana

1) 1( 2# !( $5 56 #) #9 (5 95 1)2 1)9 12$ 1!1 1!9 1$5 15$ 16) 1#) 1#6 1($ 19$ 2)) 2)( 21$ 225 2!6 2$5 25!

!

Resposta aos eitores.
;endo rece%ido cartas de alg"ns con6rades espíritas3 1"e tomando por %ase a considera+ão de Allan Dardec3 no 8ivro dos 'spíritos3 perg"nta 1(( do capit"lo E<a 0l"ralidade das '7ist&nciasE3 a6irmam 1"e o codi6icador do 'spiritismo considera a vida no planeta Marte %astante in6erior F e7ist&ncia na ;erra3 opondoCse como "m desmentido ao conteAdo da presente o%ra 1"e psicogra6ei de Ramatis3 sintoCme no dever de atender as solicita+,es desses leitores e evitar 1"al1"er descortesia 6raterna. Assim3 pois3 ac ei de mel or alvitre e7por o caso ao prGprio Ramatis3 1"anto F dAvida levantada3 c"Ho espírito dito" a seg"inte respostaI RAMATIS! E'ntre o 1"e disse o eminente codi6icador do 'spiritismo3 com rela+ão ao verdadeiro gra" evol"tivo do planeta Marte e a o%ra presente 1"e ditamos3 ainda não se evidencia nen "ma discrep@ncia de6initiva. Allan Dardec 6oi %astante pr"dente em s"a considera+ão ao te7to da perg"nta nJ 1(( do 8ivro dos 'spíritos3 pois pre6eri" dei7>Cla so% "ma concl"são mais impessoal3 sem de6inir categoricamente 1"anto F in6erioridade o" s"perioridade de Marte so%re a ;erra. =at"ralmente recon ece" tratarCse de detal es premat"ros para a -poca3 1"e poderiam provocar disc"ss,es est-reis e incomprov>veis no se" tempo. /e assim não 6ora3 ele então teria ela%orado alg"mas perg"ntas especí6icas aos espíritos3 a 6im de consagr>Clas so% a -gide do 'spiritismo. Comprovando nossas asser+,es3 podeis veri6icar 1"e Allan Dardec assim se re6ere em s"a conceit"a+ãoI E/eg"ndo os 'spíritos3 de todos os m"ndos 1"e comp,em o nosso sistema planet>rio3 a ;erra - dos de a%itantes menos adiantados 6ísica e moralmente. Marte l e estaria a%ai7o3 sendoCl e 4Apiter s"perior de m"ito3 a todos os respeitosE. K 6ora de dAvida 1"e Dardec emiti" a s"a opinião na 6orma ver%al imper6eita do condicional3 isto -3 Marte estaria ainda a%ai7o da ;erraB e ainda torno" essa s"a re6er&ncia mais el>stica3 e7pondoCa Eseg"ndo a opinião dos 'spíritosE3 1"e tam%-m não personali.o". =ão registro" a6irmativa imperiosa3 por-m condiciono" o 6ato de Marte estar a%ai7o da ;erra3 seg"ndo estivessem certos os espíritos 1"e o ventilaram. 'm 6ace do avan+o cientí6ico de vossos dias3 no campo da astron>"tica3 e3 tam%-m3 das rela+,es interplanet>rias delineandoCse para este s-c"lo3 não tardam as comprova+,es de 1"e Marte - m"ndo a%itado e s"perior F ;erra3 com "m índice cientí6ico3 social3 moral e espirit"al primoroso. =o entanto3 Dardec não ser> desmentido em s"a opinião acima3 por1"anto ele tam%-m 6irmo" a concl"são na premissa condicional da com"nica+ão impessoal dos espíritos3 em ve. de a6irmativa a%sol"ta e de6initivaE.

$

Esc areci"e#tos #ecess$rios.
Me"s irmãos. 0ondo em vossas mãos esta o%ra3 A 5ida no 0laneta Marte3 de RAMA;9/3 devo esclarecerCvos 1"anto F nat"re.a do ass"nto por1"e3 a m"itos3 parecer> estran o e a o"tros3 talve.3 6antasioso. =o entanto3 para a1"eles 1"e H> con ecem os 6enLmenos mediAnicos3 não l es ca"sar> espanto 1"e a criat"ra do m"ndo 6ísico possa ser "m canal o" antena viva apta a rece%er os pensamentos dos 1"e H> partiram deste m"ndo. Ali>s3 o aspecto insGlito do caso consiste3 apenas3 em 1"e "ma das entidades se encontra 6ora do plano dos c amados EvivosEB pois o 6enLmeno3 em s"a realidade a%strata3 nada mais - do 1"e o da transmissão de pensamento3 H> e7a"stivamente comprovado3 e 1"e - classi6icado so% o nome de telepatia. '3 visto 1"e e" 6ig"ro nesta o%ra com a 6"n+ão de Em-di"mE3 o" seHa3 como intermedi>rio entre o Al-m e a ;erra3 decerto são oport"nos os esclarecimentos 1"e passo a e7porI M"ando e" atingi a idade de tr&s anos3 de"Cse comigo "m 6ato e7cepcional 1"e3 m"itas ve.es3 6ora considerado por min a progenitora. Certa man ã3 na co.in a de nossa resid&ncia3 em C"riti%a3 s"rgi" em min a 6rente a 6ig"ra maHestosa de "ma entidade 1"e3 agora3 posso determinar ser "m espírito 1"e se apresentava recortado no meio de intensa massa de l". re6"lgente3 c"Ha a"ra3 de "m amareloCclaro3 p"ro3 com n"an+as do"radas3 era circ"ndada por "ma 6ranHa de 6iligranas em a."lCceleste3 levemente tonali.ada em carmesim. /e" traHe3 "m tanto e7Gtico3 comp"n aCse de ampla capa descida at- aos p-s e 1"e l e co%ria a tAnica de mangas3 aH"stada por "m largo cinto esmeraldino. As cal+as eram apertadas nos torno.elos3 como "sam os es1"iadores. A tessit"ra de toda a veste era de seda %ranca3 imac"lada e %ril ante3 lem%rando "m maravil oso lírio translAcidoB e os sapatos3 de cetim a."lC esverdeado3 eram amarrados por cord,es do"rados 1"e se enla+avam atr>s3 acima do calcan ar3 F moda dos antigos gregos 6irmarem s"as sand>lias. Co%riaCl e a ca%e+a "m sing"lar t"r%ante de m"itas pregas o" re6egos3 encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cord,es 6inos3 de diversas cores3 caídos so%re os om%ros. F"ga.mente3 p"de entreverCl e as mec as de ca%elos3 pretos como a.evic e. /o%re o peito3 "ma corrente 6ormada de pe1"eninos elos de 6ina o"rivesaria3 da 1"al pendia "m tri@ng"lo de s"ave lil>s l"minoso3 1"e emold"rava "ma delicada cr". ala%astrina. ;al ind"ment>ria não den"nciava "ma e7pressão de6inida3 mas s"geria algo de inici>ticoI "m misto de traHes orientais. <epois3 vim a sa%er 1"e se tratava de "m vest">rio ind"Cc in&s3 mas "m tanto raro por1"e era "m modelo sacerdotal3 antigo3 m"ito "sado nos sant">rios da desaparecida Atl@ntida. <esl"m%rado pela intensa a"ra de l". 1"e invadia todo o aposento3 e"3 apontando a magni6icente personagem3 di.ia F min a mãe3 s"rpresa3 1"e estava ali o E0apai do C-"EN =at"ralmente3 como crian+a tenra3 c"Ho espírito ainda se encontrava li%erto das conting&ncias opressivas da mat-ria3 e" certi6icava com os ol os do espírito a1"ilo 1"e min a mãe não conseg"ia ver com a visão 6ísica. A 6isionomia insin"ante da entidade retin a min a aten+ão. /e"s ol os avel"dados3 castan oCesc"ros3 il"minados de tern"ra3 dominavamCme com se" %ril o 1"e trad".ia %ondade e vontade poderosa. * espírito 6ito"Cme amorosamente e3 na pro6"nde.a do se" ol ar impressionante3 sentiCl e o a6eto e 1"ase a lem%ran+a de "m passado longín1"o3 1"e me segredava con ec&Clo na intimidade da alma. ' 1"ando3 em 5

Al-m disso3 a dor3 com todos os se"s rec"rsos impiedosos3 assalto"Cme por largo tempoB doente3 6"i s"%metido a 1"atro opera+. 'ntão3 no sil&ncio das noites insones3 meditando pro6"ndamente3 conseg"i enco"ra+arC me da1"ela resigna+ão intr-pida 1"e decide o omem a aceitar todos os espin os3 desde 1"e seHa a servi+o do <ivino Mestre. 'sse 6oi o me" primeiro contato com RAMA. OOO Ao completar trinta anos de idade3 "m dia3 apGs %reve leit"ra3 1"ando repo"sava no leito3 eis 1"e3 inesperadamente3 a s"a imagem ress"rge na tela do me" pensamento3 em%ora sem a precisão dos detal es 1"e p"dera notarCl e na min a in6@ncia. 'm seg"ida3 es6"mo"Cse rapidamente3 dei7andoCme na retina espirit"al a s"a imagem gravada para sempre. <aí a min a at"al despreoc"pa+ão 1"anto F crítica 6avor>vel o" contr>ria aos com"nicados 1"e rece%o de RAMA.os econLmicos3 6ec aramCme na1"ela sit"a+ão acer%a em 1"e a alma se v& 6or+ada a ol ar as pro6"ndidades de si mesma em %"sca de "m m"ndo e7traterreno3 li%erto das ansiedades mes1"in as e de car>ter transitGrio. no sil&ncio e na intimidade da min a alma3 como a lem%rarCme de certo compromisso de tra%al o em rela+ão a "m o%Hetivo ideal. <evoteiCme3 então3 a "ma leit"ra intensa do setor espirit"alista. ' min a alma o"vi" o c@ntico s"%lime da1"ele amor 1"e nos leva a compreender 1"e somos "ma "nidade cooperadora do e1"ilí%rio do ?niverso Moral3 servindo a <e"s e ao prG7imo. Feli.mente3 "m amigo s"geri"Cme 1"e e" devia EdesenvolverCme n"m centro espiritistaE.a EviaCcr"cisE da maioria dos m-di"ns em aprendi.es tão c eias de encantamento 1"e3 ao despertar3 e" tin a os ol os em l>grimasB e3 no recesso da min a alma3 sentiaCme3 e6etivamente3 ligado a "ma promessa de ordem sacri6icial3 desinteressada e reali.ang-lico apr"mo3 ele 6e. =essa -poca3 e" tentava o desenvolvimento mediAnico3 pois o e7cesso de 6l"idos3 1"e vi%ravam em mim3 trans6ormo"Cse n"m 6enLmeno de opressão e ansiedade3 1"e me levo" aos cons"ltGrios m-dicos3 ingressando3 então3 na terapia de sedativos e tratamentos de ne"rose e de sang"e3 sem 1"e3 no entanto3 conseg"issem identi6icar a verdadeira ca"sa do me" estado3 o 1"al era todo de ordem psí1"ica. men+ão de a6astarCse3 perce%iCl e3 dos lG%"los centrais da 6ronte3 dois s"lcos l"minosos3 1"e 6"lg"ravam para o Alto.odavia3 não conseg"i livrarCme da comple7a con6"são anímica3 1"e .es emocionais. .>vel3 em%ora entre as opini. =o me" desl"m%ramento de neG6ito3 alvoroceiCme no anseio de o%ter o" desenvolver3 o mais depressa possível3 a medi"nidade sonam%Alica3 pois ainda ignorava 1"e as 6ac"ldades psí1"icas e7igem e7a"stivo es6or+o ascensional e 1"e a disciplina3 o est"do3 a paci&ncia e o crit-rio cristão são os alicerces 6"ndamentais do %om &7ito.9/3 certo de 1"e sG o decorrer do tempo comprovar> as realidades do 1"e ele tem en"nciado por me" interm-dio.es cirArgicasB so6rimentos morais3 a"mentados ainda por preH"í. Aceitei a s"gestão e3 e6etivamente3 em menos de trinta dias3 rec"perei min a saAde3 1"anto a esse estado a6litivo e anormal de pert"r%a+. 6 .es mais contraditGrias.ado. =esse a1"ietamento de espírito3 imagens e 6ragmentos de paisagens egípcias3 c inesas3 ind"s3 gregas e o"tras3 des6ilavam na min a mente como "m 6ilme cinematogr>6ico3 ca"sandoCme emo+.9/. '3 atrav-s do 6enLmeno da Ea"di+ão mentalE3 pressentiaCl e a vo.

'3 se na mente do intr-pido Eson adorE o" vision>rio3 não se apagava a l". amiga e con6ortadora de RAMA. '3 então3 a min a medi"nidade come+o" a 6lorescer como a 6lor c"Ha rai.ApGs ter imposto esse tra+ado a mim mesmo3 "m dia3 esc"tei a vo. As con6ig"ra+..empos depois3 acomodeiCme3 por ser tão impossível 6a..er comCprender os esplendores crom>ticos da a"rora %oreal.9/3 a1"ela 6ig"ra resplandecente 1"e e" vira na in6@ncia3 podendo3 agora3 rece%er se"s com"nicados so%re ass"ntos e pro%lemas s"%stanciais como os desta o%ra.empos depois3 comecei a escrever3 ativado por "ma int"i+ão viva e notando 1"e as id-ias3 por ve.es3 1"e me 6ec aram n"m m"tismo constrangido. maravil osa3 me vin a avivando e ordenando 1"e e" prosseg"isse e3 ainda sem cessar "m momento3 contin"a a inspirarCme com ent"siasmo3 consolandoCme com a leit"ra da /agrada 'scrit"ra3 nos livros do 5el o e do =ovo . OOO . # .es3 me s"rgiam r>pidas3 tão aceleradamente 1"e não me davam tempo de 6i7>C las em sinais gr>6icos3 nem poder atender Fs regras da ling"agem e ao aH"ste coerente do voca%"l>rio. OOO .es limitadas das coisas materiais es6"mavamCse na min a mente3 e e" me sentia integrado no todo cGsmico. <iante de ol ares espantados e de críticas s"per6iciais3 so6ri grandes decep+.es e incompreensão3 min a ac"idade receptiva 6oiCse ap"rando at.erraB mas semel ante concep+ão %astante prec>ria3 pois se o crit-rio de CristGvão Colom%o 6osse id&ntico3 ele não se teria arroHado F pat-tica avent"ra de desco%rir a Am-rica. encontro" "m solo rico de energias vivi6icantes.es. Ho"ve momentos em 1"e H"lg"ei o"vir o EcicioEP da irriga+ão da seiva no cerne da >rvore e nas vergLnteas e ramos da roseira.estamento3 com as epístolas dos %emCavent"rados apGstolos2. ' por isso3 como todas as do mesmo teor3 6oi tam%-m inspirada e concreti. Cont"do3 apesar desse am%iente de dAvidas3 decep+.9/ para g"iarCme. Alg"ns con6rades não escondiam o temor de min as palavrasB o"tros citavam o e7otismo das min as div"lga+.1"e3 6inalmente3 6oi possível colocarCme em plena a6inidade com RAMA. 0"ro engano. .ada mediante a artic"la+ão dos dois planos3 o plano invisível e o nosso3 tendo sido o signat>rio destes esclarecimentos apenas "m veíc"lo o" instr"mento "mano para d>Cla a con ecer ao nosso m"ndo. da miragem 1"e o incendiava3 6oi por1"e3 con6orme ele dei7o" anotado na o%ra 1"e escreve" so% o tít"lo 8i%ro de las 0ro6ecias Qre6erindoCse F e7ist&ncia de o"tro continenteR3 sentia "ma 6or+a o" int"i+ão viva 1"e o levo" a desa%a6ar assimI EM"em d"vida 1"e esta inspira+ão não me 6oi dada pelo 'spírito /anto 1"e3 com se"s raios de l".alve. 'm%ora escrevendo so% o imp-rio da min a vontade3 era intenso o Horro de pensamentos 1"e ligavam3 1"e e7plicavam e coordenavam o ass"nto em 6oco3 avan+ando al-m da min a capacidade datilogr>6ica.E Assim3 g"ardada a dist@ncia 1"e possam atri%"ir a esta o%ra so%re a vida no planeta Marte3 como de valor sec"nd>rio3 ela não escaparia F lei regente da evol"+ão social. seHa desinteressante "ma o%ra 1"e se oc"pa da vida no planeta Marte3 1"ando3 a6inal3 ainda não sa%emos orientar nossos destinos na . 'ntão3 6"i tomado pela e"6oria de 1"erer transmitir a todos essa sensa+ão trans%ordante de HA%ilo espirit"al. <esl"m%ramentos sA%itos3 motivos cGsmicos se delineavam inesperadamente3 e e" 1"ase perdia o contato com o m"ndo de 6ormas.erCme entender 1"anto a "m cego de nascen+a 6a.

* tri@ng"lo com "ma cr".a s"a insígnia de integrante da Fraternidade da Cr".9/ vem operando3 do plano astral3 > m"ito tempoB pois3 con ecendo o tra%al o sideral da "manidade terrena3 ele se es6or+a para cooperar na s"a evol"+ão.9/ H> nos assinalo" v>rios de se"s antigos discíp"los3 reencarnados no Brasil3 os 1"ais3 e6etivamente3 estão cooperando com ent"siasmo nas tare6as da1"eles 1"e o con eceram na 9ndoc ina3 na Undia3 no 'gito o" na :r-ciaB e os mais a6ins viveram com ele na Atl@ntida e 8emAria. 1"e l e pende so%re o peito .es a se" respeito3 mesmo por1"e ele as considera inoport"nas. H'RCU89* MA'/ ( . 'm tra%al o íntimo3 RAMA. =ão temos a"tori.OOO RAMA.ri@ng"lo3 ordem descon ecida para nGs. 'm re"ni.es3 menciona os inAmeros iniciados 1"e passaram pelo nosso m"ndo pregando a 5erdade em todas as latit"des do nosso or%e e acent"a 1"e E4es"s de =a.9/ in6orma 1"e s"a Altima encarna+ão na .ar. 0or ve.es privativas3 temos sa%ido 1"e RAMA. e do .a+ão para maiores in6orma+.erra 6oi no s-c"lo S3 tenso o se" traspasse ocorrido no ano 99!3 na 9ndoc ina3 apGs ter 6"ndado e dirigido "m templo inici>tico3 1"e era 6re1Tentado por de.enas de discíp"los.6oi o mais 6iel int-rprete da Mente <ivinaE.

'm seg"ida3 a6asto"Cse novamente3 atingindo em maio de 1955 "ma dist@ncia de cerca de $)) mil .erra. *casionalmente3 o%servamCse n"vens. Q4oão3 16I1!R )ES&S 9 ."m planeta como a . =os anos de 1((2 at.* <A 5'R<A<'3 '8' 5*/ '=/9=ARW .A/ C EM?9.erra3 Marte 6ico" 6ronteiro ao /ol3 visível no c-" d"rante.1(((3 o astrLnomo italiano /c iaparelli averig"o" d"plica+ão de alg"ns canais.erra.erra3 sendo a dist@ncia entre am%os os planetas de 6$ mil .es de 1"ilLmetros. 'm 2$ de H"n o de 195$3 o planeta Marte esteve em oposi+ão ao /ol3 isto -3 visto da .P a#eta Marte.*<A A 5'R<A<'3 0*RM?' =Y* FA8ARW 0*R /9 M'/M*3 MA/ <9RW * M?' *?59R3 ' 5*/ '=/9=ARW A/ C*9/A/ M?' 59RY*E. Marte . Com %ons telescGpios podeCse ver s"a s"per6ície e veri6icar 1"e "m dia em Marte tem 1"ase a mesma d"ra+ão 1"e "m dia na . 5&emCse manc as claras e esc"ras3 avendo lin as de com"nica+ão entre as >reas esc"ras3 os c amados canais. /e" di@metro3 de 6. A d"plica+ão de "m canal d>Cse m"ito depressa3 dentro de alg"ns dias3 d"rando por toda "ma esta+ão do ano. %ril ante3 avermel ada.erra.recon ecível pela s"a l". =o decorrer de "m ano de Marte3 podeCse averig"ar modi6ica+ão da cor3 nas partes de terra3 o 1"e indica vegeta+ão3 matas3 etc.es %rancas 3 1"e d"rante o verão rec"am3 o 1"e leva a concl"ir 1"e > gelo e degelo. Marte .es de 1"ilLmetros.a noite toda. 'm 2 de H"l o se apro7imo" da . M?A=<* 59'R AM?'8' '/09R9.erraP.AR A:*RA.()) Vm3 . :ira em torno do /ol n"m c"rso 1"e 6ica 6ora do da . Concl"iCse 1"e os l"gares esc"ros são mares3 ligados entre si atrav-s da terra por meio de rios o" canais.a em movimentos vivos e ritmo periGdico na s"per6ície de Marte.erra. =A CA/A <' M*RA<A/E Q4oão. =os dois pGlos3 aparecem3 d"rante o inverno de Marte3 regi. O %&E A CI'NCIA ASTRON(MICA DA TERRA SABE A SE& RESPEITO. A d"plica+ão não era3 por-m3 visível cada ano3 ao mesmo tempo3 em todos os canais. 0odeCse veri6icar ainda 1"e Marte tem atmos6era de composi+ão 1"ase id&ntica F da . K evidente 1"e esse planeta vive e cria3 em o%ras semel antes Fs da .por conseg"inte 1"ase e7atamente ig"al F e7tensão da costa %rasileira. =esse dia s"a dist@ncia da .es de 1"ilLmetros.erra era de 65 mil . =ão persistem dAvidas 1"anto a tra%al arem as 6or+as elementares da nat"re.A/ C*9/A/ A9=<A .'=H* A 5*/ <9X'R3 MA/ =Y* A/ 0*<'9/ /?0*R. 1$I2R M'? 0A9 HW M?9.

PERGUNTAI 0oderia darCnos id-ia mais nítida desse adiantamento3 em rela+ão ao nosso gra" evol"tivo2 RAMATISI /em a pres"n+ão de "m c>lc"lo e7ato3 tomando por %ase a cronologia do vosso provisGrio calend>rio terrestre3 press"pomos 1"e os marcianos3 em rela+ão a vGs3 esteHam adiantados moralmente "m mil&nioB e mais o" menos cinco s-c"los3 no campo cientí6ico. =a .erra3 Marte e MercArioB pois na s"a eterna p"lsa+ão de vida e ansiedade3 a cadeia de or%es 1"e se prendem ao invisível colar cGsmico3 6orma a alta e imens"r>vel escada de 4acG 1"e o omem ter> de s"%ir para alcan+ar a 5erdade espirit"al 1"e l e 6ac"ltar> a con1"ista da 6elicidade celestial a%sol"ta. PERGUNTA! Marte . e para o Bem em todos os recantos do ?niverso.es in6eriores 1"e ainda imperam na . 5ive l> "ma "manidade mais evol"ída do 1"e a terrestre3 em%ora g"ardando certa semel an+a 6ísica.a%itado2 RAMATIS! K "m dos m"ndos en"nciados por 4es"s 1"ando 'le disseI EH> m"itas moradas na casa de me" 0aiE.erra2 RAMATISI /imB pois H> são isentos dos imp"lsos da viol&ncia e das deprim&ncias o" vícios das pai7.maior a disparidade de evol"+ão2 RAMATISI 'm 1"ase todas as ci&ncias 1"e dependem de Eenergia motri. de "ma vida serena e e1"ili%rada no campo emotivo3 m"ito contri%"indo para esse am%iente as instit"i+.* Aspectos gerais "arcia#os. 1) . Marte . da EtAnica n"pcialE a envolver vossa alma criada para a 8"."m gra" sideral F vossa vang"arda e -3 tam%-m3 a vossa 6"t"ra realidade espirit"alB por-m3 tal ascensão não se processa aos saltos nem so% regime de cr"el constrangimento o" de privil-gios inadmissíveis no c"rso 1"e a 8ei /"prema estat"i" para a evol"+ão planet>ria. 'les demonstram "s"6r"ir a pa. ' assim virão a ser a .erra estais s"%ordinados3 especialmente3 F eletricidadeB por-m3 no planeta Marte3 gra+as F engen osa desco%erta e aproveitamento da 6or+a magn-tica3 c"Ha ess&ncia íntima est> pro6"ndamente relacionada ao con ecimento do plano et-rico3 os marcianos lograram progressos ainda inconce%íveis para o vosso m"ndo.es s>%ias 1"e os dirigem3 orientadas por espíritos de pro6"nda compreensão e e1Tidade.mente3 ainda pre6eris a ganga in6erior em ve. PERGUNTAI =a es6era cientí6ica3 1"ais os setores em 1"e .erra. 4es"s tra+o" o roteiro de6initivo para vos li%ertardes das reencarna+.3 per6"me e sons3 constit"em3 todos3 vossas 6"t"ras moradas.es e7piatGriasB por-m3 in6eli.melodia celestial e os seres vivos se assemel am a 6ocos de l"."m todo sin6Lnico de l".E. 9nAmeros planetas em 1"e a %risa . policrLmica3 em 1"e a "manidade . PERGUNTA! *s a%itantes de Marte são m"ito mais adiantados do 1"e os da .

Ao contr>rio3 vGs seríeis "m tanto a6etados em vossa 6"n+ão respiratGria por não poderdes s"%stit"ir o" compensar Evol"me por 1"alidadeE.a mais delicada de se"s a%itantes.mais ade1"ado aos p"lm.erra3 1"e mais se apro7imam das reali. PERGUNTAI =a %ot@nica e na 1"ímica3 distanciamCse m"ito de nGs2 RAMATISI =esses dois setores os marcianos conseg"iram "m avan+o verdadeiramente genial3 do 1"al a vossa ci&ncia ainda est> m"ito distanciada. PERGUNTAI ' nGs tam%-m poderíamos adaptarCnos F atmos6era marciana2 RAMATIS! H> a considerar 1"e a atmos6era de Marte .a+. * mo%ili>rio residencial e s"a decora+ão apresenta alg"ma e1"ival&ncia3 dandoCse o mesmo com os edi6icios pA%licos. '7iste3 ig"almente3 semel an+a nos tra+os e aspectos das vossas modernas e largas rodovias e avenidas.as.es são mais longas e sem as violentas m"ta+. Alegam os vossos cientistas 1"e a atmos6era marciana . PERGUNTAI *s marcianos poderiam s"portar a nossa atmos6era2 RAMATIS! Mediante adapta+ão gradativa e metGdica3 poderiam s"portar o vosso meio3 por1"anto não e7istem a%sol"tas di6eren+as %iolGgicas. PERGUNTAI =o entanto3 os nossos astrLnomos alegam a impossi%ilidade de vida "mana em Marte3 devido F consider>vel 6alta de o7ig&nio.es3 1"e são ade1"ados ao o7ig&nio contaminado de imp"re.es ipertro6iados dos %atr>1"ios3 do 1"e prGprio para os seres "manos. PERGUNTAI A d"ra+ão do dia3 em Marte3 coincide e7atamente com a prevista pelos nossos astrLnomos2 RAMATIS! /imB . As esta+. =o 1"e respeita F %ot@nica3 por e7emplo3 precedemCvos de d".entos anos 1"anto ao E1"imismoE vegetalB pois alcan+aram prodígios 1"e3 sem e7agero3 são os 1"e re6erem os vossos contos de 6adas.a3 o considerassem at. M"e l e parece2 RAMATISI <esse ponto de vista3 demasiadamente e7agerado3 os marcianos tam%-m poderiam alegar a impratica%ilidade de vida na .es da atmos6era terrestre.po%re de o7ig&nio3 mas nGs indagamosI em rela+ão a 11 .erra3 em 6ace de e7istir e7cesso de o7ig&nio.de vinte e 1"atro oras e 1"arenta min"tos3 mais o" menos3 somando "m total de 6(( dias o ano marciano.elemento vital.erra3 ern%ora mais rare6eita por estar em sintonia com a nat"re. PERGUNTA: A atmostera de Marte . 'les poderiam adaptarCse mais 6acilmente ao vosso meio3 devido a poderem a%sorver o magnetismo am%iente 1"e l es .es marcianas2 RAMATIS! Ac amos certas semel an+as nos vest">rios3 em%ora ainda ignoreis o tecido magn-tico e de a+ão terap&"tica.realmente como a6irmam os nossos cientistas2 RAMATIS! K semel ante F da . '3 talve.PERGUNTAI M"ais as características cientí6icas e t-cnicas da .%astante t&n"e para os vossos p"lm.3 devido F s"a imp"re.essencial pela 1"alidade. ' en1"anto a vossa respira+ão depende3 especialmente3 de 1"antidade3 a dos marcianos .entos a tre.

C>"ricaE transparente e visível F menor o%sc"ridade3 lem%rando os noctívagos vagaCl"mes. 0or-m3 o se" e1"ilí%rio org@nico3 1"anto F saAde3 res"lta3 essencialmente3 do se" sistema diet-tico3 pois eles t&m repAdio a%sol"to pela ingestão de 1"al1"er alimento o" prod"to de origem animalB não cometem e7cessos de mesa e t&m3 ig"almente3 nat"ral aversão aos vícios do 6"mo e do >lcool.es magn-ticasE do ar 1"e respiram. *s marcianos são3 pois3 admiravelmente receptivos Fs Eemana+.as dos desgastes planet>rios3 ocasionados pelas 6aíscas 12 .1"e padrão2 Ao vosso m"ndo2 0orvent"ra3 esses cientistas t&m alg"ma %ase o" 6"ndamento racional e acat>vel3 1"e os ind".es da vida no"tros or%es3 e7cl"sivamente %aseada no Emod"s vivendiE dos terrícolas.es se 6irmam3 no entanto3 em investiga+. PER+&NTA! .erCnos 1"al a nat"re.ais concl"s. =ão l e parece2 RAMATISI * de6eito prover%ial da ci&ncia terrena .es mentais3 doen+as prod". ' os animais antedil"vianos poss"íram p"lm. 'ntretanto3 podemos a6irmar 1"e em inAmeros planos de vida > organismos "manos3 F %ase de silício3 al"mínio3 6erro e o"tros elementos3 em%ora so% constit"i+ão E6isio1"ímicaE distante de vossas compreens. A respira+ão peri6-rica torno"Cse mais Epro6"ndaE3 mais et-rica. =ão podeis 6irmar conceitos %asilares3 atendoCvos ao am%iente cGsmico e restrito de vossa morada 0lanet>ria3 H"lgando Ee7 a%r"ptoE a constit"i+ão dos o"tros or%es 1"e se encontram espal ados pelo 9n6inito.conceit"ar sit"a+.9/I Mas os vossos cientistas tam%-m sa%em 1"e os espa+os estão in"ndados de poeiras cGsmicas3 cin. Acresce3 ainda3 1"e a prote+ão 6isiolGgica alcan+ada pela s"a genial medicina3 dispensaCos da terap&"tica de corrosivos o" alcalGides.es. M"ndos >3 de ordem 6ísica3 em 1"e a predomin@ncia de idrog&nio e -lio3 nos seres3 criaCl es admir>vel El". Haver> erro nesses c>lc"los2 RAMA.es r"des3 semel antes a monstr"osos 6oles de co"roCcr"3 por terem de a%sorver "m ar atmos6-rico sat"rado dos gases delet-rios de "m m"ndo em 6orma+ão.es o" con6litos emotivos.es de car>ter cientí6ico3 apoiadas em res"ltados de matem>tica astronLmica. <escon ecem3 tam%-m3 os 1"adros a6litivos das mAltiplas en6ermidades terrenas3 tais como o isterismo3 a sí6ilis3 as aliena+.idas por e7ist&ncia dese1"ili%rada e pelas constantes e7alta+.es. PERGUNTAI *s nossos cientistas o%stinamCse em a6irmar 1"e a temperat"ra de Marte3 d"rante o dia3 atinge "m gra" de calor tão elevado 1"e os terrícolas não poderiam s"port>CloB acontecendo o mesmo d"rante a noite3 pois o 6rio e7cede m"ito as temperat"ras mais %ai7as do nosso or%e. Finalmente3 portadores de "ma tessit"ra GrganoC6"ncional e7celente3 em 1"e prevalece a circ"la+ão arterial so%re "m pe1"eno campo de rede venosa3 o se" e1"ilí%rio vital não e7ige grandes 1"otas de o7ig&nio para atender o se" delicado meta%olismo respiratGrio.a das mol-stias graves 1"e a6etam a saAde dos marcianosB e3 tam%-m3 1"al a s"a longevidade3 tomando por %ase o tempo 1"e atri%"ímos ao nosso ano terrestre2 RAMATISI =o capít"lo EA Medicina em MarteE3 a%ordaremos3 detal adamente3 os diversos aspectos re6erentes a essas indaga+.es do am%iente.a a 6i7ar a vida cosmolGgica do vosso planeta como o padrão a%sol"to para a6erir os valores Ea1"-mE o" Eal-mE no ?niverso2 PERGUNTA: M"ais os re1"isitos 1"e 6avorecem os marcianos3 nessa respira+ão 1"alitativa3 1"e en"nciais2 RAMATISI /"pervisionado pela prGpria lei reg"ladora da vida3 grande parte desse meta%olismo proveio da necessidade de adapta+ão grad"al Fs modi6ica+. PERGUNTA: 'ntão3 poder> di. * mesmo 6enLmeno se veri6ica3 at"almente3 em rela+ão ao p"lmão "mano3 terrestre3 comparandoCo com o mesmo Grgão dos omens 1"e e7istiram nas -pocas primitivas. 0or conseg"inte3 n"m am%iente de tais e7tremos3 a vida dos terrícolas seria a%sol"tamente impossível.

es anteriores3 tidas como de6initivas.es ainda mais claras3 nesse ass"nto3 com rela+ão F Erelatividade cGsmicaE2 RAMATISI A6irmaCvos a ci&ncia 1"e "m planeta3 1"anto mais distante do /ol3 mais vel o em s"a massa planet>ria.Eeletromagn-ticasE dos movimentos e oscila+. PERGUNTAI 0oderíamos o%ter ila+. PERGUNTAI * /ol3 em Marte3 não . H> a considerar3 tam%-m3 1"e as atmos6eras 1"e circ"ndam cada or%e3 se tornam lentes gasosas de6orm>veis aos raios l"minososB res"ltando3 por isso3 certa percentagem de erro na vossa visão astroC nLmica3 e3 tam%-m3 na prGpria o%serva+ão espectral 1"e res"lta da decomposi+ão prism>tica3 A ci&ncia terrestre não descon ece esses percal+osB e como em ci&ncia não > pontos 6inais3 ela3 atrav-s do tempo3 vai e7pondo novas teorias e impondo corrigendas 1"e importam em 6ormais desmentidos a concep+. PERGUNTAI M"al a temperat"ra nat"ral de Marte3 %aseandoCnos em nossas conven+. Conse1Tentemente3 planeta como MercArio3 mais prG7imo do /ol3 . Relativamente a essa lei3 /at"rno3 l> no e7tremo3 onde o /ol se l e a6ig"ra modesta laranHa empalidecida3 rece%e 1! . C ove raramenteB e3 devido Fs 1"edas %r"scas3 F noite são com"ns as geadasB mas isto não tra.es3 vegeta+ão e o"tros imprevistos incompatíveis com a vida "mana. As prGprias lin as de 6or+as magn-ticas 1"e s"stentam e aH"stam sat-lites aos nAcleos solares3 pert"r%am e inter6erem nos raios l"minosos 1"e viaHam em dire+ão ao vosso m"ndo.a e sa%er agir em oposi+ão aos dese1"ilí%rios atmos6-ricos.es aos a%itantes3 devido F ci&ncia marciana dominar as 6or+as da nat"re.a a intensidade do /ol mais prG7imo.a3 compensando a maior dist@ncia3 por1"e tam%-m encontram menor o%st>c"lo na atmos6era mais rare6eita.es termom-tricas2 RAMATIS! =as regi.m"ndo novo3 e7alando cortinas de gases provenientes dos depGsitos de minerais s"%terr@neos3 gases 1"e se ac"m"lam na atmos6era3 6ormando3 a dist@ncia consider>vel do solo3 "m verdadeiro %iom%o 1"e impede a penetra+ão direta dos raios solares3 demasiadamente c>"sticos. ' F noite o calor irradiado do solo tam%-m . preoc"pa+.porvent"ra menos intenso do 1"e so%re o nosso m"ndo2 ' essa maior dist@ncia não di6ic"lta a vida3 em 6ace de menor a1"ecimento2 RAMATISI <e"s 1"e gero" e e1"ili%ro" os m"ndos3 no Cosmos3 depois de criado o mais di6ícil e comple7o3 não poderia incorrer em erros tão crassos3 desorientandoCse na 1"estão de climas3 press.es e1"atoriais a temperat"ra oscila de 25 a !) gra"s3 a 1"al agrada%ilíssima ao sistema %iolGgico marciano.ão simples de 1"e esses raios solares penetram mais pro6"ndamente3 em atrito com os len+Gis magn-ticos dos minerais s"%terr@neos. 'sse %iom%o de gases3 1"e 6orma o"tra es6era em torno de MercArio3 aten"a e s"avi. =ão comportam estas p>ginas singelas "m tratado de Ecosmog&nesisE3 mas lem%ramosCvos 1"e as leis da relatividade cGsmica são %em mais lGgicas e e7atas do 1"e a ci&ncia "mana. <e =eZton a 'instein3 1"antas ve.es dos sistemas solares.es a ci&ncia astronLmica teve 1"e rati6icar as premissas e o c"rso de s"as o%serva+. *s raios solares penetram na atmos6era de Marte com mais vigor e p"re.compensativo3 pela ra.esN Como e7emplo3 citaremos o 1"e acontece" 1"anto F concep+ão cientí6ica 1"e proclamo" o sistema geoc&ntrico como verdade incontest>velB por-m3 mais tarde3 6oi demonstrado3 H"stamente3 o contr>rio3 o" seHa3 a realidade do sistema elioc&ntrico.

am so%re o solo3 1"e poss"i 6le7i%ilidade semel ante F da esp"ma de %orrac a. /er> assim2 RAMATIS! Folgamos na distin+ão [ homem terreno. . 'm movimento3 lem%ram 6lGc"los de l". 'ntão3 os EroletesE3 girando em intensa velocidade3 a6ig"ramCse a manc as coloridas. PERGUNTA: M"al . PERGUNTAI M"anto ao tr>6ego mais intenso3 nas estradas e nas rodovias3 não > perigo de a%alroamentos2 RAMATIS! . <esli.es policrLmicas3 1"e3 a dist@ncia3 assemel amCse a irisadas manc as de claridade po-tica. 'm seg"ida3 al+amCse a maior alt"ra3 at. H>3 ainda3 esp-cies de a"tomGveis artísticos3 c"Has 6ormas imitam a sil "eta do cavaloCmarin oB mas a con6ig"ra+ão geral dos veíc"los tende3 sempre3 a copiar a imagem dos p>ssaros o" a estr"t"ra delicada de "m inseto. 5ariam em se"s 6eitios capric ososI alg"ns recordam a con6ig"ra+ão das conc as do mar3 recortadas de vol"tas e 6risos cintilantesB o"tros lem%ram escrínios de HGias3 6orrados de vel"do transparente3 1"e ressalta nos se"s assentos s"spensos o" 6l"t"antes. PERGUNTA: M"ais os tipos dos veíc"los rodovi>rios2 RAMATISI 'm geral3 são amplos3 constr"ídos de mat-ria semel ante ao tipo pl>stico3 do vosso m"ndo3 por-m m"itíssimo mais resistente.o sistema de s"a prop"lsão2 RAMATISI Comple7a %ateria de condensadores capta a energia magn-tica do am%iente e a re6ina e trans6ere para os ac"m"ladores 1"e se cali%ram na prGpria radioatividade dispersa.ada. Adiante3 e7plicaremos como a medicina marciana conseg"i" prodigiosa s"%stit"i+ão na corrente sangTínea3 eliminando a 1"ota de minerais demasiadamente atraídos pela lei de gravidade.irem m"itas toneladas de mercadorias e centenas de passageiros. PERGUNTAI 0oder> darCnos alg"ns esclarecimentos a respeito do tr>6ego3 locomo+ão e tr@nsito nas cidades marcianas2 RAMATIS! .ando alg"ns centímetros acima do solo3 lem%ram as vossas aeronaves 1"ando decolam dos campos de po"so. M"anto ao marciano3 c"Ha vida . * tr>6ego so%re o solo e o tr@nsito pedestre3 no circ"ito das cidades e nas rodovias3 constit"i3 apenas3 "ma 1"arta parte do movimento glo%al.acent"adamente a-rea3 em poderosas aeronaves movidas pela 6or+a magn-tica3 H> vos noti6icamos 1"e se"s organismos não se imantam 6ortemente F lei de gravidade3 a 1"al tam%-m podem controlar satis6atoriamente. M"anto ao se" movimento3 tais veíc"los são constr"ídos so%re3 EroletesE de mat-ria 6le7ível3 1"e giram em torno de ei7os mGveis e minAsc"los rolamentos 1"e cent"plicam os imp"lsos iniciais.odos os veíc"los são revestidos de "m campo magn-ticoCradioativo3 1"e 1$ .ais veíc"los desli.r&s 1"artas partes do movimento 6ica pelo ar3 mediante aeronaves de a%sol"ta seg"ran+a3 c"Ha capacidade possi%ilita cond".1"e 6irmam a velocidade em vLo gracioso.os raios solares a%sol"tamente diretos3 pois3 sendo planeta envel ecido3 não op. /"as cores são claras3 translAcidas e radioativas F noite.tão %ai7a3 1"e "m omem terreno l> não viveria3 salvo com vestimenta press"ri.e o%st>c"lo de gases H> e7tintos e dispersos no Cosmos. PERGUNTAI A6irmaCse 1"e a prGpria pressão atmos6-rica3 em Marte3 .

es 1"e dei7amos de en"merar.onas desertas2 RAMATIS! A s"per6ície lí1"ida . Conseg"em3 mesmo3 desloc>Clos de s"a lin a sem l es ca"sar danos. Acresce3 ainda3 1"e toda travessia se processa atrav-s de a%ert"ras em 6orma de arcos graciosos cavados nas rodovias. ' os imensos cint"r.rataCse de e7tenso sistema de canais nat"rais3 integrantes da prGpria nat"re.os na estr"t"ra 6ísica dos veíc"los. PERGUNTAI Cont"do3 apesar de tais preca"+.m"ito menor do 1"e a sGlida3 e s"as >g"as se in6iltram %astante no solo. =ão se con ece 1"al1"er desastre 6"nesto3 no tr>6ego3 pois e7istem ainda o"tros rec"rsos o" preca"+.es de %ot@nica dirigida3 pomares3 campos e lavo"ras3 são irrigados convenientemente. Haveria certa compressão dos campos radioativos3 sem preH"í.onas e7istem campos de c"lt"ra3 os %os1"es e e7"%erante vegeta+ão 1"e se estende F margem dos canais s"plementares o" arti6iciais.erra 6oram constr"ídos pelo omem marciano2 RAMATIS! .a centenas de 1"ilLmetros de dist@ncia. PERGUNTAI H> o degelo 1"e a nossa ci&ncia constata atrav-s de se"s telescGpios2 15 . PERGUNTAI H> m"itos oceanos3 ig"ais aos nossos3 e e7istem . *s veíc"los marcianos3 1"ais verdadeiras aves mec@nicas3 retratam3 em s"as 6ig"ras graciosas3 a docilidade dos pom%os e o encanto din@mico do %eiHaC6lor.a edi6ico"3 os %os1"es3 par1"esCmodelos de e7perimenta+.calmo3 pois a "manidade marciana EviveE mas não se Ea6ligeE.erra3 1"ais %ordados de verd"ra 6orrando as .es 1"e o%servais3 da . *s mares são po"co pro6"ndos e os continentes são m"ito recortados3 e7istindo enseadas e gol6os em 1"antidade. M"anto ao tr>6ego no centro das metrGpoles3 . =ormalmente3 o marciano dei7a se"s veíc"los F margem das cidades3 locomovendoCse3 depois3 6acilmente3 mediante o rec"rso de s"as mem%ranas intercostais e pelo radar. :ra+as a essa rede de canais menores3 ligados aos principais 1"e a nat"re.a topogr>6ica do planeta.es3 essas %Glides vertiginosas3 F 6lor do solo3 não o6erecem perigo ao tr@nsito dos pedestres2 RAMATISI *s campos magn-ticos dos veíc"los repelem3 antes do c o1"e3 1"al1"er ser o" corpo postado em s"a dire+ão3 mesmo a "ma centena de metros. Al-m disso3 na topogra6ia do or%e predominam as planícies3 possi%ilitando visão ampla.odas as viat"ras podem operar F 6ei+ão de elicGpteros3 pela simples grad"a+ão dos campos de gravidade em oposi+ão o" cone7ão com o e7terior. M"anto Fs >reas desertas3 e7istem alg"mas3 de areia 6"lvaB mas no"tras .a%range "ma >rea tripla do prGprio veíc"loB e poss"em3 tam%-m3 "m sistema de EradarE 1"e opera diretamente no E-ter cGsmicoEP3 dando sim"lt@nea visão e no+ão antecipada de 1"al1"er corpo 1"e se encontre at. . PERGUNTAI *s 6amosos canais entrevistos da . Mesmo 1"anto ao risco de "m possível a%alroamento3 o atrito seria apenas entre os se"s campos magn-ticos de re6ra+ão e7terna. 8igam os mares mediterr@neos aos pGlos e alimentam a rede de canais s"plementares3 menores3 1"e a engen aria marciana constr"i" a 6im de impedir a e7cessiva in6iltra+ão de >g"as no solo e3 tam%-m3 alimentar as regi.es >ridas 1"e t&m de6ici&ncia do lí1"ido precioso.onas ri%eirin as dos canais3 são constit"ídos de "%-rrima vegeta+ão so% controle cientí6ico. *s cond"tores estão3 ig"almente3 livres de 1"ais1"er perigos por1"e viaHam resg"ardados por campos magn-ticos com gravidade prGpria3 a%ilmente controlada pela radioatividade do am%iente.

RAMATIS! /im3 e Fs ve.es algo violento3 principalmente por1"e a s"per6ície marciana - 1"ase plana3 com raras eleva+,es. Mas o Criador3 1"e - Magn@nimo e />%io3 provendo se"s 6il os con6orme s"as necessidades evol"tivas3 1"ando plasmo" em s"a Mente <ivina a con6ig"ra+ão de Marte3 modelo" tam%-m a rede desses canais 1"e3 em capric osos s"lcos3 captam e distri%"em armoniosamente os e7cessos do gelo nos pGlos. ' o omem3 1"e 6oi 6eito F semel an+a de <e"s3 completo" a *%ra <ivina3 com o o"tro sistema menor3 de canais s"plementares3 1"e n"trem as .onas de vegeta+ão e a vida animal. PERGUNTAI A vegeta+ão - realmente avermel ada2 ' > "ma sG tonalidade nossa cor22 RAMATIS! K ligeiramente avermel ada3 no sentido gen-rico3 mas de colorido mais vivo3 translAcido e penetrante3 em rela+ão F vegeta+ão cloro6ilada de vosso m"ndo. '7istem o"tras n"an+as3 mesmo em tons esverdeados e esmeraldinos3 1"e são3 na realidade3 o"tra vegeta+ão símile da classe das con ecidas m"scíneas terrenas. Co%rem grande parte do solo roc oso de alg"mas regi,es relativamente Amidas3 estendendoCse em avel"dados tapetes de encantadora perspectiva. A vegeta+ão com"m e predominante no planeta3 1"ando tenra3 apresenta mati.es de verdeCa."lado3 com%inado com grada+,es da cor alaranHada e sinais prim>rios do vermel o3 lem%rando a tonalidade pec"liar das 6ol as novas das roseiras. ;rataCse de vegeta+ão n"trida e seivosa3 magni6icamente aproveitada para 6ins ind"striais. 'm 6ins da -poca semel ante ao o"tono terrestre3 atinge a colora+ão do castan oCavermel ado. PERGUNTAI /erCnosCia possível con ecer os motivos por 1"e em Marte a vegeta+ão - avermel ada3 en1"anto em nosso glo%o predomina o verde2 RAMATIS! K de 6ísica prim>ria 1"e a l". %ranca se decomp,e em sete cores espectrais3 re6rangíveis. * /ol 1"e vos envolve com o calor a6etivo e vos proporciona s"ave magnetismo so% o prisma da 8"a3 lan+aCvos os se"s raios %ril antes3 os 1"ais3 originariamente3 são %rancos. Atravessando a vossa atmos6era3 1"e se trans6orma3 realmente3 n"m imenso reservatGrio de l".3 essa l". %ranca3 1"e sa%eis não ser simples3 vaiCse prismando so%re todas as coisas e o%Hetos3 1"e se envolvem nessa claridade. As cores espectrais 1"e comp,em o raio solar3 %ranco3 vão sendo a%sorvidas3 gradativamente3 em in6initos mati.es e re6letem o"tras cores correspondentes. * colorido3 pois3 depende sempre da estr"t"ra molec"lar do o%Heto o" ser3 con6orme a s"a capacidade e disposi+ão para a%sorver e re6letir a cor sintLnica F vi%ra+ão 6"ndamental. Conse1Tentemente3 a disposi+ão molec"lar da ;erra se aH"sta3 vi%ratoriamente3 ao nível da cor verde3 a de Marte ao avermel ado e a de /at"rno ao a."l s"ave. Re"nindo todos os m"ndos 1"e rece%em3 a%sorvem e re6letem3 coloridamente3 a l". solar3 terieis3 por síntese3 novamente3 o raio %ranco do /ol. =os vossos tratados de astronomia %em podeis veri6icar os relatos de m"ndos cor de top>.io3 r"%i3 ametista3 esmeraldinos e citrinosB o"tros3 de "m rosaClil>s3 vão Fs e7travagantes com%ina+,es de violeta3 o"ro3 verdeCmalva e opala. M"ais lenteHo"las 6aiscantes3 depend"radas na a%G%ada celeste3 %ordam3 em 6ranHas coloridas e translAcidas3 a cortina imensa do Cosmos indevass>vel.

PERGUNTAI A >g"a de Marte - ig"al F nossa2 RAMATIS! É algo semel ante3 em%ora m"itíssimo mais leve. Cremos 1"e os

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vossos astrLnomos3 em recente an>lise espectral3 devem ter veri6icado 1"e as neves e n"vens3 em Marte3 são compostas 1"imicamente de H 2 )3 variando3 no entanto3 1"anto F especi6icidade e peso. /o% rea+,es cientí6icas3 pode ser ig"alada F da ;erraB por-m o marciano pre6ere para se" "so "m tipo água pesada, grandemente radioativa e 1"e mel or l e n"tre o sistema Eorganomagn-ticoE. PERGUNTA: A claridade - semel ante F terrestre2 RAMATISI K de "m %ril o mais s"ave3 sedativo3 menos e7citante3 pendendo para a cor %ranca3 so% c"Ha vi%ra+ão os contornos de o%Hetos e cores se tornam mais nítidos3 lem%rando em torno "ma t&n"e polari.a+ão l"minosa3 sensível F maioria dos marcianos3 1"e t&m vista et-rica. A prodigalidade de l".es 1"e se com%inam nas alvoradas3 so%releva m"ito3 em %ele.a3 as a"roras %oreais da ;erra. A descida s"ave do /ol3 no poente3 c"Has cores 6"ndamentais3 re6letindo na tela nívea a l". am%iental3 provocam centenas de mati.es e7Gticos3 lem%ra o pGrtico de "m paraíso. PERGUNTAI A composi+ão das calotas polares -3 realmente3 prod"to de gelo ac"m"lado3 F semel an+a de nossos pGlos2 RAMATIS! =isso a ci&ncia terrena não se e1"ivoco"3 incl"sive na anota+ão das n"vens a."ladas3 1"e registro" em s"as o%serva+,es. * 1"e por ve.es nos s"rpreende - 1"e a mesma ci&ncia3 negando o7ig&nio s"6iciente em Marte3 anota calotas polares e n"vens a."ladas 1"e res"ltam sempre de idrog&nio e o7ig&nio3 na 6Grm"la com"m. 'ssas n"vens 6"ndemCse3 na primavera3 em cada emis6-rio e renovamCse no o"tonoB algo semel ante ao 1"e ocorre no vosso glo%o. ?ma parte de >g"a 1"e se evaporaB o"tra 1"e seg"e o c"rso nat"ral dos canais topogr>6icos e "ma Altima parte in6iltraCse3 6ortemente3 pelo solo3 escapando F circ"la+ão. 'm 6ace de a atmos6era marciana ser mais t&n"e e translAcida3 acent"aCse a vossos ol os a %ril ante alv"ra das calotas3 em contraste com 1"al1"er o"tra cor3 por mais s"ave 1"e seHa. PERGUNTA: 'ssas n"vens a."ladas são e7cl"sivamente res"ltantes das evapora+,es dos gelos polares2 RAMATIS! A maior percentagem prov-m do agr"pamento de vapores de >g"a3 e7pelidos por enormes conH"ntos de m>1"inas possantes3 1"e 6a.em parte das instala+,es gigantescas3 prod"toras de c "vas e de rec"rsos para atenderem F 6alta de >g"a e de lí1"idos 1"ímicos nas regi,es distantes da rede de canais. F"ncionam contin"amente com enrgia e7traída da prGpria atmos6era e poss"em admir>vel capacidade de arma.enar3 novamente revitali.adas3 as energias cons"midas. PERGUNTA: 0odemos con ecer a estr"t"ra dessas m>1"inas e o se" 6"ncionamento3 especi>lmente3 a respeito da prod"+ão de c "vas2 ' essas m>1"inas atendem tam%-m a o"tras necessidades pA%licas2 RAMATIS! =o capít"lo re6erente Fs indAstrias marcianas3 a%ordaremos esses detal es. Antecipamos3 entretanto3 1"e os a%itantes de Marte dominam 1"ase todas as 6or+as oc"ltas da nat"re.a e po"cos são os pro%lemas de ordem 6ísica 1"e não encontram sol"+ão.

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Aspectos -."a#os.
PERGUNTAI 'm Marte e7iste "m sG tipo racial o" são diversos2!R RAMATIS! *s marcianos originaramCse de v>rias ra+as3 mas at"almente apresentam dois tipos 6"ndamentais o" predominantes 1"e so%rep"Ham os gr"pos remanescentes de o"tros troncos e de características mais eterog&neas. 'm .onas an>logas F vossa '"ropa3 disting"eCse o tipo alo"rado3 de ca%elos sedosos3 de cor semel ante F da areia praieira e 1"e alg"ns "sam compridos3 caídos poeticamente3 at- os om%ros. A s"a pele - delicada3 n"m tom rosado3 e a 6isionomia tran1Tila. *s ol os variam entre o cin.entoCesverdeado e o a."lCclaro3 límpidos3 translAcidos e impregnados da1"ela tern"ra 1"e re6lete a pa. da alma. 'sse tipo3 1"e - de aspecto 6eminil3 de movimentos po-ticos e s"aves3 em%ora cere%ralmente acima dos terresC tres3 revela a e7pressão 6amiliar das crian+as calmas3 ed"cadas e de car>ter ino6ensivo. =o"tra região3 g"ardando características semel antes Fs dos 1"e a%itam nos vossos climas mais a1"ecidos3 prG7imos do e1"ador3 > o"tro tipo de menor estat"ra3 variando entre "m metro e meio a "m metro e sessenta de alt"ra3 atarracado3 de pele morena3 m"ito lisa e l".idia3 sem r"gas3 sinais o" manc as. ;em ca%elos c"rto3 renteB se"s movimentos são vivos3 en-rgicos e decididos3 e7s"dando m"ita vitalidade e7pressiva da s"a con6ig"ra+ão mais masc"lina. ;ipo de ca%elo preto3 ol os esc"ros3 castan os3 avel"dados3 1"e re6letem "m misto de energia e %rand"ra. =otaCse3 em s"as e7press,es gerais3 o domínio da mente so%re a es6era emotiva3 den"nciando "m tipo mais pr>tico do 1"e o alo"rado. PERGUNTAI H> m"itos tipos intermedi>rios2 RAMATIS! /imB e tam%-m com e7press,es pec"liares3 con6orme os tendes na ;erra. Alg"ns "ltrapassam a estat"ra com"m e o"tros 6icam a1"-m do normal3 em%ora isso ocorra em menor percentagem do 1"e no vosso m"ndo3 por1"e os etnologistas marcianos H> corrigiram as características som>ticas3 irreg"lares3 dos tipos in6eriores3 mediante "m processo cientí6ico 1"e l es permite at"ar com &7ito no 6enLmeno gen-tico3 intervindo nos elementos eredit>rios e agindo na prGpria cromatina da vesíc"la seminal. <esse modo3 orientam3 grad"al e progressivamente3 os ascendentes %iolGgicos no crescimento e na 6orma+ão dos sistemas respons>veis pelas modi6ica+,es organog&nicas. 'm%ora3 como nat"ral3 tam%-m se de6rontem com as in6l"&ncias mesolGgicas3 1"e caldeiam tipos e7c&ntricos3 na con6ormidade de cada região3 H> se den"ncia "m novo padrão geral3 "m terceiro tipo condicionado a princípios e"g&nicos mais adiantados. A restante minoria comp,eCse de tipos mais eterog&neos3 remanescentes das tri%os primitivas 1"e a%itaram as .onas r"rais3 mas 1"e tam%-m H> se reprod".em so% diretri.es de controle cientí6ico. PERGUNTA: 0oderia indicar alg"ma ra+a3 do nosso m"ndo 1"e mel or se apro7ime do padrão com"m no planeta Marte2 RAMATIS! * tipo claro3 alo"rado3 de 6isionomia algo transparente3 apro7imaCse dos vossos tipos nGrdicos3 por-m de esteCsia mais per6eita. * amorenado3 %ai7o3 de aspecto 6orte e n"trido3 mais nervos e 6i%ras3 em ve. de ar ser>6ico3 com"mente o encontrais nos latinos p"ros3 de ca%elos negros3 rostos c eios3 movimentos vivos e din@micos. PERGUNTAI M"ais as características 1"e mais os destacam da semel an+a geral

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conosco2 RAMATIS! * se" meta%olismo Epsico6ísicoE o%edece Fs mesmas leis 6"ndamentais de vossa constit"i+ão org@nicaB e as lin as 6isionLmicas3 em%ora da mesma con6ig"ra+ão3 são destit"ídas de r"gas precoces e dos estigmas de vossas a6li+,es3 decorrentes de "ma e7ist&ncia descontrolada. * sem%lante "mano3 1"e revela sempre o estado de alma da criat"ra3 neles límpido e serenoB inspira con6ian+a e - convite F a6ei+ão p"ra. *s se"s ol os cristalinos3 e7pressivos de tern"ra3 lem%ram a1"ele conteAdo 6ormoso e ang-lico 1"e il"minava contin"amente o sem%lante de 4es"s. 0rincipalmente a tonalidade da pele - o 1"e mais os destaca dos terrícolas3 pois - lisa3 avel"dada e l".idia como a pele das crian+asB parece esticada so%re os ossos e não tem 1"ais1"er sinais desagrad>veis. Mesmo 1"ando atingem a vel ice3 em%ora ela perca a e7"%er@ncia da H"vent"de3 conserva o tom rosaCa.eitonadoB e s"as 6isionomias asc-ticas3 de per6is santi6icados3 são isentas das r"gas do ancião terreno. *s vel os 1"e identi6icamos na pop"la+ão marciana re6letem a 6ig"ra veneranda de apGstolos3 sadios3 sem os ac a1"es 1"e provocam movimentos tardios e 6atigados. =ão se l es notam vestígios dos tra+os violentos 1"e golpeiam certas 6isionomias terrenasB nem as e7press,es den"nciadoras de 1"ais1"er sentimentos o" recal1"es de emo+,es agressivas o" deprimentes. * omem amad"recido3 da ;erra3 e1"iparado ao vel o marciano3 - "m ancião decr-pito e vencido. PERGUNTAI M"ais as ca"sas 1"e dão origem a esse tipo de 6isionomias avel"dadas3 graciosas3 de e7pressão 1"ase in6antil2 RAMATIS! /ão prod"to de "ma alimenta+ão p"ríssima3 F %ase de s"cos e ess&ncias vegetais e 6r"tí6erasB e o clima p"ro e sadio tam%-m contri%"i para isso. As to7inas3 1"e com"mente desarmoni.am a irriga+ão sadia da pele e dos mAsc"los3 6oram eliminadas do sistema circ"latGrio dos marcianos. Al-m disso3 a medicina H> adapto" os seres ao meio correspondente3 tendo3 ainda3 sol"cionado completamente o pro%lema das car&ncias vitamínicas3 calGricas o" de minerais. 9g"almente3 a s"avidade do sol elimino" os tipos p>lidosB e a a"s&ncia o" controle do 6rio e7cessivo dimin"i os tipos de 6aces congestas3 res"ltantes do a6l"7o sangTíneo demasiado. /ão tipos rosados e lo"+ãosB o sang"e correCl es nas veias de modo s"ave3 so% o ritmo inalter>vel de "m cora+ão e1"ili%rado3 virgem dos e7ageros n"tritivos e dos estim"lantes perniciososB e isento3 tam%-m3 das preH"diciais e7alta+,es emotivas 1"e irritam os sistemas simp>tico o" parassimp>tico. A cor rosada3 translAcida3 dos marcianos - devida3 ig"almente3 ao sang"e destit"ído de gord"ras da alimenta+ão carnívora3 o 1"al3 pela s"a 6l"ide.3 transparece so% a pele3 F EmeiaCl".E3 emprestando ao sem%lante "ns re6le7os de s"ave colorido rosaClo"ro. 9m"nes Fs ne"rastenias incontrol>veis e cGm"ns dos terrícolas3 os se"s modos e7i%em certo donaireB e s"as palestras agrad>veis3 emold"radas de gestos e7pressivos3 trad".em o encanto da gra+a espirit"ali.ada. PERGUNTA! =ão > certa monotonia nessas características 6ísicas o" estados emotivos com"ns a todos2 RAMATIS! 'ssa monotonia - aparente3 pois dei7ais de considerar os valores espirit"ais 1"e são pro6"ndamente opostos nos seres "manos. * m"ndo terreno H> vos tem apresentado criat"ras 7i6Gpagas e 1"ínt"plos g&meos3 c"Ho temperamento3 intelecto e car>ter divergem %astante entre si3 comprovandoCse a e7ist&ncia de personalidades di6erentes e separadas por princípios o" id-ias contr>rias. /em em%argo da armonia 6ísica3 a identidade geral dos marcianos no campo s"%Hetivo criaCl es estados 1"e vos parecem monGtonos3 mas3 na realidade3 eles vivem "m m"ndo mais vi%r>til3 mais intenso e rico de emo+,es3 1"e vGs

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não podeis avaliar tomando como padrão as vossas pai7,es terrenas. =eles3 as gamas de emotividade espirit"al s"perior m"ltiplicamCse3 a6inamCl es os rec"rsos do intelecto e ampliamCl es todas as concep+,es cGsmicas3 tornandoCos contemplativos e s"persensíveis Fs emo+,es est-ticas. /e"s estados psí1"icos mais pro6"ndos encontram campo mais vasto para a receptividade de emo+,es s"periores3 descon ecidas para vGs e 1"e os tornam3 individ"almente3 mais em intimidade com <e"s. A monotonia emotiva a 1"e vos re6eris - "ma ded"+ão a6im Fs esp-cies in6eriores e não aos conH"ntos o" "manidades evolvidas3 como acontece em Marte. /e > "m sG instinto o" emotividade nos card"mes o" nas alcat-ias3 por1"e pei7es e lo%os são esp-cies e7cl"sivamente instintivas3 H> entre os cães3 1"e são "m gr"po em tr@nsito das 6ronteiras do instinto a%sol"to para as da sensi%ilidade psí1"ica3 veri6icais 1"e come+am a individ"ali.arC se3 pois H> sa%em amar e morrer eroicamente na de6esa de se" dono. Assim3 comparativamente3 os rec"rsos emotivos e est-ticos são mais ap"rados em Marte3 e mais materiali.ados na ;erra3 por1"e estais mais prG7imos da inconsci&ncia animal3 dominados pelas pai7,es in6eriores 1"e con6"ndem gr"pos e ra+as. PERGUNTA: *s marcianos são dotados de ca%eleira e capilaridade id&ntica Fs dos a%itantes da ;erra2 RAMATIS! 0odeis o%ter ila+,es 6>ceis so%re esses detal es3 %aseandoCvos na prGpria mor6ologia terrena3 pois sa%eis 1"e o EprimataE3 o irs"to a%itante das cavernas3 6oi o ancestral pel"do 1"e de" origem aos tipos "manos da at"alidade. <epois3 F medida 1"e esse %r"to veio se re6inando nas s"cessivas gera+,es at- F vossa civili.a+ão odierna3 ele 6oi perdendo o se" aspecto3 todo eri+ado de p&los. 0or s"a ve.3 a m"l er3 1"e evolve" em sentimento mais rapidamente do 1"e o omem3 red".i" ainda mais cedo o se" invGl"cro capilar3 devido3 H"stamente3 F s"a maior pro7imidade da 6ig"ra o" imagem angelical do 6"t"ro. =at"ralmente 1"e as modi6ica+,es do meio3 tornando a ;erra menos inGspita e de atmos6era mais saneada3 tam%-m in6l"íram na 1"ase e7tin+ão do espesso manto pel"do. 9g"almente3 os vest">rios3 a alimenta+ão mais d-%il3 a red"+ão %iolGgica da s"praCrenal 1"e n"tre os capilares3 atro6iaram ainda mais o crescimento dos p&los no corpo. 0or conseg"inte3 - evidente 1"e3 F medida 1"e o espírito da civili.a+ão avan+a3 os corpos se ap"ram em %ele.a e3 nat"ralmente3 a ind"ment>ria ca%el"da dos seres tende a e7ting"irCse. K 6>cil3 então3 compreender por 1"e os marcianos são destit"ídos de e7cresc&ncias capilares e dotados de corpos c"Ha pele rivali.a com o avel"dado das p-talas de rosas. /eg"indo3 pois3 a lei da gen-tica espirit"al3 em 1"e a 6ig"ra admir>vel do anHo3 com se"s ca%elos soltos3 po-ticos e resplendentes3 trad". %ele.a e encanto sideral3 tam%-m os marcianos c"ltivam a ca%eleira como "m ornamento de estesia ang-lica. ' sendo pro6"ndos con ecedores do meta%olismo magn-tico 1"e reg"la o campo E1"imio6ísicoE do sistema endocrínico3 isentaram se" organismo das gord"ras 1"e so%recarregam a circ"la+ão sangTínea dos terrícolas3 provocandoCl es os estados en6ermi+os de se%orr-ia 1"e l es d> ca%o dos ca%elos. A ri1"e.a vital do sang"e e a a"s&ncia de ing"rgitamentos se%>ceos no co"ro ca%el"do3 tornaram os marcianos de tipo lo"ro poss"idores de ca%elos semel antes a 6ios de seda do"rada3 translAcidaB en1"anto os amorenados apresentam cativantes adornos de nat"re.a avel"dada. As e7press,es 6ísicas dos marcianos H> estereotipam e den"nciam os primeiros tra+os do 6"t"ro anHo das es6eras ed&nicas. 'm s"as 6isionomias mani6estamCse as primeiras e7press,es da Ecrian+a divinaEB e nos gestos os primeiros movimentos acol edores dos Eg&nios celestiaisE. * %inLmio Era.ãoCsentimentoE H> se revela em e1"ili%rada sintonia espirit"al.

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M"e di.esseis metros de dist@ncia3 em saltos vigorosos. =ão e7iste a de6orma+ão 6acial pec"liar aos terrestres3 pois a s"a alimenta+ão não l es e7ige es6or+os3 nem os movimentos irreg"lares do ma7ilar in6erior.es 6isiolGgicas e est-ticas 1"e se operam no corpo.em lem%rar a pose do p>ssaro no se" vLo est>tica$ PERGUNTAI 'ssas prot"%er@ncias dei7amCnos "m tanto con6"sos3 devido F nossa con6ig"ra+ão3 1"e3 normalmente3 ac amos ser "m padrão est-tico3 6"ndamental3 da esp-cie "mana. <esde 1"e p"d-sseis demorar3 a%randar esses saltos3 algo de Ec@mara lentaE3 teríeis conHet"rado o 1"e os marcianos reali. /G nas esp-cies s"periores .er na gl"tonaria "m E6aciesE o" estigma Epsico6ísicoE "m tanto animali.PERGUNTA! *s marcianos são dotados de dentes ao nosso modo2 RAMATISI K o 1"e poss"em de mais per6eito. =esta esp-cie de vLos desli.2 RAMATISI =o vosso m"ndo e7istem atletas 1"e alcan+am al-m de de. <e espess"ra delicada e com "m aspecto %ril ante de porcelana transparente3 a arcada dent>ria s"rgeCl es como "m po-tico adorno na 6isionomia atraente. =ão > e7otismo nessa locomo+ãoI lem%raiCvos de 1"e no reino das tartar"gas ning"-m 21 .antesE.antes3 para se e1"ili%rarem3 erg"em os %ra+os e3 ar1"eando os om%ros em cone7ão com as omoplatas3 6ormaCseCl es nessa parte "ma esp-cie de prot"%er@ncia3 algo parecida com "ma mem%rana m"sc"lar3 1"e l es d> mais e1"ilí%rio e seg"ran+a. ' 1"ase não podemos compreender em nossas condi+. A n"tri+ão 6orma os dentes3 pois os paleontGlogos con ecem a esp-cie de alimento pre6erido pelo animal morto3 ao simples e7ame de s"a dentad"ra3 conseg"indo identi6icar os arrancadores e mastigadores de 6ol as3 os roedores de cascas o" os carniceiros.1"e principiam a dimin"ir as m"das e o nAmero de dentes3 incl"sive as red"+. 0or-m3 devido F densidade atmos6-rica ser %em mais t&n"e do 1"e a vossa3 so6rem menor pressão3 podendo3 sem es6or+o pron"nciado3 saltar al-m de cin1Tenta metros o"3 se apressados3 desli. K de senso cientí6ico 1"e3 nos verte%rados in6eriores3 os dentes aparecem em massa e3 1"ando m"ito crescidos3 tam%-m caem aos p"n ados.es terrenas as 6ig"ras Edesses omens marcianos desli. FinalmenteI a evol"+ão3 o" re6inamento dos sentidos do espírito3 reperc"te nas modi6ica+. PERGUNTA! *s marcianos camin am a p-3 nas mesmas condi+. * taman o das mandí%"las de alg"mas ra+as terrestres .em os terrestres2 RAMATISI 'les3 como vGs3 andam3 correm o" 6irmamCse de p-3 se assim o deseHarem.ado.es em 1"e o 6a.es 1"e modi6icam a con6ig"ra+ão de acordo com o tipo de alimenta+ão predominante. Fa. A6eitos a se alimentarem de s"cos3 pastas3 Eta%lettesE3 6il Gs o" Gleos arom>ticos3 vegetais tenros e 6r"tas gelatinosas3 os marcianos não poss"em dentes caninos e incisivos3 predominando os pr-Cmolares e os molares 1"ase id&nticos entre si. Assemel amCse a colares da mais admir>vel simetria.res"ltante dos movimentos dispersivos e largos 1"e os se"s ma7ilares 6a. * omem terreno3 na pre6er&ncia alimentar mista3 de carne e vegetais3 apresenta "m conH"nto de dentes apropriados F mastiga+ão de alimentos eterog&neos. Conse1Tentemente3 a 6r"galidade dos marcianos dispensaCos de es6or+os trit"rativos e contri%"i para 1"e eles poss"am dentes semel antes a "m magní6ico colar de p-rolas níveas e sim-tricas3 1"e dei7am %em distantes os remendos prec>rios da odontologia terrena.ar3 ligeiros3 so%re a grama avel"dada o" nos camin os 6orrados de s"%st@ncia 6le7ível.em na mastiga+ão3 dando a esses tipos 1"e sentem vol"pt"oso pra.am normalmente e sem espanto.

*"tro3 de características apreci>veis3 .ar F s"per6ície do solo.es do e7terior3 com %olsos internos 6acilmente acion>veis.em "m Etele6onevisãoE port>til e "m registrador an>logo ao dita6one terrestre3 onde são gravados por proHe+ão todos os ass"ntos deseH>veis.ados3 a 6im de ne"trali.es radioativas e mal-6icas do solo3 o" os impactos vi%ratGrios do meio am%iente astrolGgico.o traHe com"m de tra%al o.acredita no salto da le%re. 22 .ado3 não opressivosB pois os marcianos não t&m o a%dome ipertro6iado como os terrícolas. 0oss"i not>vel campo magn-tico circ"nstante3 6ormando "ma esp-cie de invGl"cro atmos6-rico 1"e3 envolvendo o ser3 protegeCo contra o atrito das rea+. Com"mente3 os traHes são de "ma sG pe+a3 6irmados por cintos largos3 de metal ioni.o 1"e serve para as viagens interplanet>rias.es r>pidas de altit"de3 m"ito com"ns na vida marciana3 1"e -3 pre6erencialmente3 a-rea. *s sapatos são de material transparente3 6le7ível3 e adapt>veis e7atamente aos movimentos anatLmicos dos p-s3 1"e são delicados3 sem as calosidades o" e7cresc&ncias dos p-s terrenosB pois3 em vista de os rec"rsos diet-ticos H> averem eliminado os e7cessos de minerais circ"lantes mais a6ins F gravidade do or%e3 a pressão do corpo marciano so%re o solo .o 1"e "sam para se deslocarem em viagens de t"rismo o" de est"dos pro6issionais3 o 1"al3 al-m de a"7iliar o e1"ilí%rio termo%arom-trico em rela+ão ao meio3 poss"i minAsc"lo aparel o no cinto largo3 1"e3 por e6lAvios símiles do radar3 ac"sa as di6erencia+. PERGUNTAI M"ais as características dos vest">rios marcianos2 RAMATIS! ?sam traHes apropriados Fs atividades3 6eitos de tecidos parecidos com o En\lonE3 mas 1"e t&m a propriedade de ser magneti. PERGUNTAI M"al a 6orma e con6ec+ão dessas vestes2 RAMATIS! /ão ro"pas radioativas3 con6eccionadas sem %ot.es %arom-tricas e termom-tricas do meio am%iente.idas em massa3 n"m processo al eio Fs vossas concep+. 'sse .es do e7terior.es. 'n"nciamos3 ainda3 1"e o traHe mais importante3 6r"to de de.es3 cost"ras o" e7cresc&ncias3 prod". 'n6iamCnas pela ca%e+a3 adaptandoCse ermeticamente ao corpo e poss"indo a sing"lar 6ac"ldade de a"7iliarem a reg"lagem da pressão e da temperat"ra interna do corpo3 em 6ace das modi6ica+.es energ-ticas s"scetíveis de a6etar os se"s portadores. K 6le7ível3 de r>pida adapta+ão aos movimentos3 m"ito resistente Fs rea+.es in6r"tí6eras3 . 'm virt"de de os glG%"los vermel os a"mentarem con6orme a altit"de3 esse traHe radioativo tem3 ainda3 a propriedade de at"ar no campo magn-ticoC vital 1"e circ"nda a med"la Gssea3 estim"lando esta a prod". Como vedes3 t"do relativo e na con6ormidade necess>ria ao meio e F adapta+ão F 6orma.enas de pes1"isas e e7perimenta+.s"ave. =esse mesmo cinto cond". PERGUNTA! ?sam3 então3 po"cos modelos o" tipos de vest">rio2 RAMATIS! /ão v>rios os traHes3 mas > "m vest">rio Anico3 predominante3 de tecido ig"al e con6ec+ão id&ntica3 1"e .es3 por ve. H> o"tros tipos de vest">rio3 de Ha1"eta e cal+as F parte3 tam%-m 6irmado pelo cinto o" 6ai7a interm-dia3 na 1"al se encontra o centro de controle do magnetismo circ"lante no traHe.o vest">rio especial 1"e res"me3 em si3 todos os rec"rsos de la%oratGrio3 de6esa3 controle de seg"ran+a 6isiolGgica interplanet>ria3 contra os imprevistos do e7terior ostil. ' por analogia3 em vosso m"ndo3 citaremos tam%-m3 em%ora de plano in6erior3 o salto retardado do cang"r" e a agilidade dos 6elinos 1"e parecem desli.ar as emana+.ir maior o" menor 1"ota de glG%"los vermel os para atender as altera+. /e os marcianos H> não vos con ecessem pela EtelevisãoCinterplanet>riaE e pela tele6otovisão3 tam%-m d"vidariam de vossas realidades "manas.

M"ase sempre > "m pe1"eno em%lema3 "m ara%esco singelo3 colorido e po-tico 1"e disting"e a 6ig"ra 6eminina.contr>ria F %ele.a nat"ral3 essa estesia tam%-m se mani6esta pela m"l er de E%ele. A m"l er marciana participa3 integralmente3 de todas as atividades com"ns o" e7cepcionais do or%e com as mesmas prerrogativas masc"linas. A 6isionomia pintada . pela arte do se" arti6icialismoB e3 no o"tro3 a 6ig"ra oposta3 sem Ema1"illageE3 a%atida3 p>lida3 r"gosa e "mil ada por1"e esta Altima .erra3 a respeito de se7oB e3 por isso3 não e7istem 1"ais1"er c"riosidades ostensivas 1"anto a essas identi6ica+.a mais nat"ralE. de s"perar a realidade3 al-m de s"a d"ra+ão e6&mera. =o entanto3 entre as 1"e se apresentam na s"a %ele.a 6eminina3 por1"e é esteCsia de "m m"ndo de %onecas e não de seres "manos. PERGUNTAI As m"l eres marcianas preoc"pamCse com o Ema1"illageE2 RAMATISI 'las condenam todo arti6icialismo por ser incapa.a com a %ele.PERGUNTA: As vestes 6emininas são m"ito di6erentes das masc"linas2 RAMATIS! As m"l eres marcianas vestemCse da mesma 6orma 1"e os omens3 em%ora ol os arg"tos possam notar graciosos to1"es o" indícios 1"e as identi6icam. 'ntre as m"l eres pintadas3 do vosso m"ndo3 a %ele.erra.a 1"e res"lta da m"l er Emais %em pintadaE.es e7teriores3 pois o e1"ilí%rio emotivo repo"sa nas a6inidades eletivas de espírito para espírito3 o" seHa3 nos a6etos d"rado"ros 1"e visam aos planos divinos e eternos e não em 1"ais1"er s"per6icialismos de car>ter transitGrio.es e capric os e7Gticos3 a m"l er3 1"e o atrai e7cl"sivamente pelos rec"rsos arti6iciais da pint"ra3 arrisca "m tanto a s"a vent"ra 2! .a a m"l er2 RAMAT*S! <e maneira alg"ma3 não vão a esse e7tremo.es prec>rias3 m"ito com"ns na . =este ponto3 > 1"e levar em conta a dist@ncia espirit"al 1"e Marte evidencia so%re a .decepcionante por1"e apresenta dois contrastes ostensivos e discordantesI n"m lado3 a m"l er pintada3 1"e atrai e sed". ' o vosso m"ndo tam%-m3 "m dia3 alcan+ar> o mesmo e1"ilí%rio social e espirit"al3 assim 1"e a m"l er p"der galgar os postos de comando mais essenciaisB pois3 então3 ela com o se" sentimento delicado e terno3 conseg"ir> in6l"enciar o car>ter do omem no roteiro da onestidade impol"ta e do entendimento "mano3 operando "ma completa re6orma na estr"t"ra+ão moral da consci&ncia coletiva.a verdadeiraB e3 por isso3 tem de viver o triste comple7o de ser apenas a som%ra da Eo"traE. Cont"do3 o desinteresse 1"e a m"l er marciana tem pela pint"ra 6isionLmica prendeCse F lGgica do se" raciocínio sensatoB e3 tam%-m3 por1"e a s"a atra+ão a6etiva se e7erce mais pelas a6inidades espirit"ais do 1"e3 realmente3 pelos encantos 6ísicos. 0or-m3 em Marte3 os a6etos espirit"ais e 6raternos so%rep.a est-tica .a agreste da rosa verdadeira.emCse a certas disposi+. PERGUNTA: *s marcianos cr&em3 então3 1"e a pint"ra o" Ema1"illageE in6eriori. <o mesmo modo3 a 6lor de papel3 por mais per6eita 1"e seHa3 não s"%stit"i nem rivali. * arti6icialismo da pint"ra 6eminina3 al-m de transitGria3 .1"e . PERGUNTAI ' como interpretam o 6ato de a m"l er terrena se pintar3 movida pela 6aceirice de se tornar mais atraente2 RAMATIS! 0ara o omem terreno3 >vido de emo+.

apan>gio das almas H> a6eitas ao Ereino silencioso do CristoE. PERGUNTAI K desairoso3 porvent"ra3 o "so de "m cronLmetro no p"lso3 a 6im de se verem as oras 1"e marcam a disciplina cotidiana2 RAMATIS! Folgamos em 1"e ten ais determinadoI Ea 6im de se verem as oras 1"e marcam a disciplina cotidianaEB pois con6"ndis a 6"n+ão intrínseca do relGgio "mano com a s"a virt"al apar&ncia de en6eite3 o 1"e vos leva ao "so de c"stosos e ricos cronLmetros3 mais 2$ .es in6eriores di6icilmente se acomoda Fs decep+.íntima3 pois3 mais tarde3 na s"a vida conH"gal3 ela ter> de mostrarCse na s"a e7pressão verdadeiraB e3 então3 a decep+ão emotiva do omem ser> mais intensa por1"e a 6ig"ra real 1"e se l e apresenta3 na v"lgaridade do lar3 diverge completamente da EPo"traE3 repleta de garridice e cores sed"toras. 9sto vos comprova 1"e os desco%ridores dos teso"ros 1"e Ea tra+a não rGi e a 6err"gem não comeEP não colocam a s"a vent"ra na transitoriedade dos s"per6icialismos terrenos3 1"e se 6indam F %eira do tAm"lo. * verdadeiro desapego ao m"ndo il"sGrio das 6ormas s"gestivas . =ão ac a2 RAMATIS! 'm%ora seHam en6eites de sa6iras3 t"rmalinas3 diamantes3 top>. Ali>s3 no vosso m"ndo3 H> conceit"ais 1"e os omens s>%ios são modestos e avessos a HGias o" %ens materiais. PERGUNTA: *s marcianos "sam HGias3 distintivos3 ornamentos o" en6eites2 As m"l eres marcianas apreciam colares3 p"lseiras o" decora+.erra não dei7am de revelar essa delicada estesia a 1"e o irmão al"de com re6er&ncia a Marte3 pois são con6eccionados nas mais sed"toras o"rivesarias.a dos o%Hetos. 5ivendo ardentemente o conceito de Eser Atil e verdadeiroE3 evitam motivos o" rec"rsos 1"e as valori. A di6eren+a consiste3 apenas3 na 1"alidade o" nat"re.a de s"a sensi%ilidade sideral. ' como a esc"ridão m"ito 6orte3 1"e se 6a.a+ão o" nos 6olg"edos de carnaval.es3 tão ao gosto terreno3 lem%ram ainda o deleite primitivo dos silvícolas3 enlevados nas s"as 1"in1"il arias e pend"rical os e7teriores.a moral3 pela renAncia de almas 6emininas e7celsas3 a atmos6era dom-stica ser> destit"ída de encantos para o omem egotistaB pois o arti6icialismo 1"e ateia 6ogo o" p. =as estatísticas de ascensão espirit"al3 o%servaCse 1"e3 F medida 1"e a alma se vai li%ertando das conting&ncias das 6ormas3 vai revelando3 tam%-m3 1"e se apossa de "ma concep+ão de %ele. PERGUNTA: Mas os en6eites "manos da .e em alvoro+o as pai7.a real e s"perior. 'les pre6erem revestir o solo3 os "m%rais e os pisos dos edi6ícios e dos lagos3 com l@minas de metais preciosos3 a retal >Clas para os en6eites do corpo perecível.es 6ortes de tal realidade. * estado espirit"al dos marcianos3 de maior gra" evol"tivo do 1"e vGs3 a6astaCos de e7terioridades e7i%icionistas3 tal ."l"s das contas de vidro o" dos paH-s com os se"s pend"rical os de ossos.ios o" r"%is3 engasgados em rendil ados de o"ro o" de prata3 o" pendentes de ricos colares o"3 ainda3 em p"lseiras re6"lgentes [ na realidade3 . m"ito intensa. 'les compensam a a"s&ncia de raciocínio espirit"al3 com os entretenimentos e e7terioridades in6antis3 assim como alg"mas seitas religiosas compensam a vac"idade espirit"al das massas na ostensividade das cerimLnias idGlatras e nas lit"rgias de colorido 6ascinante.em arti6icialmente.es2 RAMATIS! 9sso seria incompatível com o gra" de espirit"alidade 1"e H> alcan+aram. As pint"ras %errantes3 os en6eites e7cessivos na 6orma de %erlo1"es3 %rincos o" condecora+. As pint"ras ostensivas e %errantes3 nas m>scaras dos selvagens3 ainda encontram o se" re6le7o no Ema1"illageE da civili.t"do a ing&n"a s"%lima+ão dos . apGs a l". A não ser 1"ando esses contrastes il"sGrios são s"pridos pela %ele.a ri1"e.

es de cGlera3 25 .erra 6a. polari. 1"e se revela nas ativiC dades marcianas3 na 6ei+ão da citada El". parte de "m sistema id&ntico3 por-m macrocGsmico3 1"e .minAsc"lo sistema de planetasCeletrLnicos3 em torno de "m nAcleo EmicrossolarE3 dotado de energia ainda 6ísica e tam%-m de "ma a"ra radioativa3 a . polari. et-rica ac"m"ladaE tam%-m se vai polari.Eenergia condensadaE3 tam%-m podeis conce%er "ma El".odo or%e 1"e tra6ega no 9n6inito3 al-m de s"a l". corC material 1"e l e é prGpria3 poss"i o"tra l". =o conceito cientí6ico de 1"e mat-ria .com"m agravardes os vossos or+amentos dom-sticos3 no sacri6ício do Eessencial AtilE3 como é "m cronLmetro para marcar as oras3 pelos espal a6atosos en6eites3 1"e são ainda "m eco longín1"o do %"gre ornamentado de lenteHo"las e7Gticas.ando em torno3 visível H> aos clarividentes e Fs criat"ras 1"e at"am psi1"icamente al-m das 6ronteiras com"ns do plano 6ísico. do Criador.regido pelo /ol.adaE das coisas marcianas2 RAMATIS! 'ssa l"minosidade 1"e palpita por tr>s das 6ormas materiais transitGrias3 tão intensa e p"ra 1"anto mais intimamente se possa penetrar da ess&ncia do espírito3 vaiCse tornando mais visível o" identi6ic>vel3 em concomit@ncia com o progresso espirit"al das criat"ras. PERGUNTA: =otamos 1"e o irmão3 1"ando se re6ere Fs coisas e seres marcianos3 al"de a aspectos translAcidos3 dei7andoCnos a impressão de 1"e se re6ere a "ma l"minosidade Ee7traterrenaE. ' essa l". A propor+ão 1"e as coisas e os seres se p"ri6icam intimamente3 os E>tomosC l"minososCet-ricosE vão predominando e so%repondoCse na massa compacta 1"e conceit"ais de Emat-riaE.es. Como poderemos assimilar a id-ia desses aspectos translAcidos a 1"e vos tendes re6erido diversas ve. Como o >tomo tam%-m é l"minoso3 de re6"lg&ncia sG perceptível no campo et-rico o" astral da visão interna3 todos os seres ou coisas do vosso m"ndo são portadores de Ea"ras radioativasE3 1"e se comp.erra3 Marte o" /at"rno3 apesar de s"a massa densa e o%sc"ra -3 tam%-m3 energia l"minosa e translAcida3 1"e se condensa e e7travasa em radia+ão c amada Ea"raE.adaE3 por1"e se trata de "m m"ndo límpido3 sem as som%ras de 1"ais1"er pai7. RAMATISI Cada planeta3 seHa a . .a e intensidade F propor+ão 1"e vos li%ertais das pai7.ostensivos como Eornamentos de p"lsoE do 1"e3 propriamente3 pela s"a "tilidade pr>tica. do dia3 lem%ra o espírito 6atigado3 1"e peregrina atrav-s das con6ig"ra+.e os seres e as coisas3 se vai re6inando3 despoHandoCse dos invGl"cros densos e o%str"entes3 essa El". Mais pro6"ndamente3 tereis 1"e proc"r>Cla3 e a encontrareis3 %"scando maior intimidade com <e"s3 no ideal crístico 1"e trans6orma o animal em anHo.es 6ísicas3 para3 en6im3 lo%rigar a 8".em da soma de todos os >tomos radioativos 1"e palpitam na intimidade da s"%st@ncia.erra3 conse1Tentemente3 poss"i a s"a gigantesca a"ra radioaC tiva3 1"e l e "ltrapassa a con6ig"ra+ão 6ísica e a prGpria atmos6era de ar3 a a"ra 1"e é a soma de todas as a"ras microscGpicas e radiantes dos >tomos e7istentes nas mAltiplas 6ormas da mat-ria.3 mais atest>vel so% a visão psí1"iC ca3 a"menta de p"re. Assim como o >tomo .o microcosmoE. =o entanto3 . <aí a pron"nciada ascend&ncia de l". Assim 1"e a s"%st@ncia3 1"e comp. 1"e se e7pande de s"a intimidade3 a 1"al é perceptível sG aos clarividentes reencarnados o" aos espíritos de maior sensi%ilidade cGsmica. PERGUNTA! K esse o motivo por 1"e mencionais m"ito a El".o macrocosmo3 assim . * omem 1"e em vosso m"ndo camin a e7a"stivamente no seio da 6loresta3 a%rindo e7tenso cipoal para encontrar a l". A . aprisionadaE o" El". 9sto H"sti6ica o conceito de 1"e Eo 1"e est> em cima est> em%ai7oE e o Eassim . 4es"s lem%ro"Cvos signi6icativamenteI E* reino de <e"s est> em vGsE.es in6eriores. et-rica condensadaE3 de 6re1T&ncia vi%ratGria al-m de vossos sentidos com"ns3 e 1"e se constit"i pelos E>tomosCet-ricosE 1"e comp"n am a energia em li%erdade.

0odeis perce%er essas 6or+as de tend&ncia e7pansiva3 no prGprio 6enLmeno corri1"eiro de la%oratGrio3 em 1"e os cientistas trans6ormam a mat-ria sGlida em estado gasoso.l".ciAme3 Gdio3 l"7Aria o" perversidadeB pois tais deprim&ncias %ai7am o teor vi%ratGrio do magnetismo divino 1"e interpenetra todos os seres3 dando l"gar Fs som%ras espessas 1"e a6astam a alma da Fonte Re6"lgente do 0ai. 'is por 1"e se perce%e nas coisas marcianas "ma s"ave transpar&ncia psí1"ica3 "ma t&n"e re6"lg&ncia 1"e d> a t"do o aspecto de El".* /*8AR. CGsmica da intimidade de <e"s.es semel antes Fs n"vens densas em dias ensolarados e 1"e ro"%am o" a%sorvem os raios vitali.a+.antes do /ol.H> "m prisma receptivo da 8".ada3 1"ando so% o calor das virt"des celestiais e da temperat"ra divina do 0ai3 alcan+a o prodigioso estado arcang-lico.o corpo di>6ano do CR9/. 'ssa opera+ão la%oratorial microcGsmica tem o se" e1"ivalente na maravil osa s"%lima+ão da alma grosseira3 r"de3 animali. As desarmonias mentais o" psí1"icas são emana+.es est-ticas no reino das 6lores3 da mAsica e da pint"ra. 26 .ado por 4es"s3 o mais c"rto e seg"ro roteiro para irdes F intimidade do CR9/. /e ainda viveis s"%mersos nas som%ras dos 6l"idos imp"ros 1"e at"am em 6ai7as in6eriores3 se apenas vos contentais com a l". do /ol se vai tornando perceptível F medida 1"e as n"vens densas e impenetr>veis se des6iam3 a6inam e adelga+am3 mostrandoCo3 depois3 em toda a op"l&ncia de s"as re6"lg&ncias irisadas e desl"m%rantes. algo visível no campo magn-tico marciano3 H> p"ri6icado3 assim como a l". Crística /olar3 da a%sor+ão do 6"lgente alimento 1"e vos citamos. =a realidade3 . K o camin o silencioso do cora+ão3 tão preconi.*.adaE. * vosso glo%o ignora 1"e navega n"m oceano de 8". PERGUNTA: 'ssa E6or+a de tend&ncia e7pansivaE . 1"e e7iste na intimidade das coisas e seres 1"e mencionais2 RAMATIS! / a prGpria a"ra do CR9/. *s m"ndos 1"e 6ormam os colares rodopiantes dos sistemas solares estão todos impregnados desses espíritos planet>rios3 inconce%íveis condensadores da 8?X C]/M9CA.E e Emais amorE geram sempre "ma claridade eletiva para atrair a 8". /o% a temperat"ra e7citante do calor3 6ormas densas3 ine7pressivas e let>rgicas3 s"%limamCse em energia radiante3 e7pansiva e de conteAdo p"ri6icado e l"minoso. Resplandecente3 1"e . p>lida do /ol Físico3 . A a"ra et-rica e astral de Marte rece%e3 contin"amente3 o >lito per6"mado da espirit"alidade dos se"s moradoresB o se" ar magn-tico .1"e vos impele3 contin"amente3 para o Emais AltoE. A persist&ncia s"%lime de EdeseHos ascensionaisE e a proc"ra constante de Emais l".* /*8AR 1"e passa a ser sentida3 a%sorvida e perceptível3 assim 1"e vos integrais em estados de alma %em mais p"ros.erra tam%-m alcan+ar> os desideratos marcianos2 RAMATIS! Certamente3 pois as 6or+as criadoras de tais e6eitos o" res"ltados permanecem latentes na intimidade de toda s"%st@ncia do vosso m"ndo.a 8". * Alento <ivino3 1"e se condensa por 8ei CGsmica3 com mais Epro7imidadeE nos sistemas de gal>7ias e mais perto de vossas almas3 nos sistemas solares3 .pleno de e6lAvios p"ros3 ansiedades ang-licas e HA%ilos a6etivos3 1"e e7s"dam dos conclaves de religiosidade p"ra3 dos interc@m%ios a6et"osos e das reali.por1"e ainda não vos es6or+ais para assimilar o conteAdo evang-lico descido do /ol 'spirit"al3 1"e comanda e rege os destinos do vosso m"ndo. PERGUNTA! A . Cr stica do sistema solar3 1"e se 6a. polari. =o entanto3 Marte3 irmão mais vel o e mais e1"ili%rado3 .

As desil"s."ma pragm>tica3 "ma e7ig&ncia3 o" regra cost"meira2 RAMATIS! .com"m entre todos os 6"t"ros cLnH"ges3 dentro do conceito com"mI Eser Atil e verdadeiroEN K "m mAt"o est"do em 1"e se proc"ram analisar3 sem constrangimento o" seg"ndas inten+.rataCse de "ma disposi+ão espont@nea3 1"e .erra3 os noivos marcianos e7"mam de s"a intimidade t"do o 1"e pode criar con6litos 6"t"ros3 e se e7p.em m"t"amente3 analisando e6eitos e conse1T&ncias. de corresponderem aos ideais o" proHetos deseHados3 contradi.1"e se compreende a li+ão triste das cicatri. A constit"i+ão do lar dom-stico despertaCl es imensos c"idados3 mais 6"ndamentalmente 1"anto ao &7ito de EascensãoE espirit"al3 do 1"e Fs possi%ilidades de Esensa+ãoE advinda do acerto conH"gal. PERGUNTA: H> em Marte "m período de noivado3 e3 em seg"ida3 o casamento3 F semel an+a do 1"e se passa na .e7ercício de "niversali.erra3 em 1"e > imensa preoc"pa+ão de se valori. =a regra diretora de seg"ran+a econLmica de vosso m"ndo em 1"e3 dando3 empo%recemos3 e rece%endo3 enri1"ecemos3 o casamento tam%-m raramente vai al-m de "m mAt"o negGcio3 onde as pai7.elos tolos 1"e l e a%reviaram a vida p"ngente3 . PERGUNTA: 'ssa con6issão . 'sse noivado .es preH"diciais com"ns do prelAdio conH"gal3 na . * casamento terrestre3 na 6ei+ão com"m de acordo %>sico so%re a transitoriedade dos corpos 6ísicos3 trans6ormaCse em arena de con6litos emotivos3 assim 1"e cessa o elo vigoroso da pai7ão satis6eita.a con6"são do Eamor espirit"alE com o Eamor carnalE.6ase de sincera con6issão espirit"al e e7ercício preliminar para o mel or encontro na intimidade do cora+ão3 m"ito antes de prepara+ão Fs rela+.es prod".idas pela a"s&ncia do amor verdadeiro e altr"ístico3 do espírito eterno.es são prod"tos de acontecimentos inesperados3 1"e em ve. /omente no declinar da e7ist&ncia3 1"ando a mente rememora os e7cessos instintivos e . =a realidade3 G noivado terrestre ainda .erra2 RAMATIS! 'ntre vGs3 com"mente3 a 6ase de noivado . Contrariando a dissim"la+ão instintiva dos noivados nos m"ndos3 símiles da .ar3 reciprocamente3 virt"des 1"e ainda não 6loriram na intimidade do espírito. 'm Marte3 no entanto3 os mo+os t&m a p"ra no+ão do verdadeiro amor3 1"e prov-m da realidade espirit"al e da responsa%ilidade de 1"e a atmos6era do lar . PERGUNTA: =ão > pro%a%ilidade de tam%-m 6alsearem os 6"t"ros cLnH"ges marcianos3 em%ora se s"%metam F rigorosa preliminar de a"sc"ltamento espirit"al2 RAMATIS! =ão cremos 1"e seHam prov>veis tais acontecimentos decepcionantes3 apGs o enlace matrimonial3 pela simples ra.es de necessidade %iolGgica no campo gen-tico. 'm virt"de de os marcianos se "nirem sG apGs o a%sol"to con ecimento de todas 2# .de e7agerado sentimentalismo3 em 1"e o omem e a m"l er trocam H"ras ardentes3 na es6era das pai7.es3 comparandoCse3 entre si3 as condi+.es e6&meras o" da poesia insincera3 para depois instit"írem "m p"rgatGrio na 6ig"ra de lar dom-stico. M"ase sempre3 a proc"ra recíproca mais de e1"ilí%rio 6isiolGgico3 do 1"e amparo espirit"al e entendimento divino.es emotivas e psicolGgicas3 onestas e e7atas3 1"e podem a"7iliar o" in6l"ir na vent"ra da "nião conH"gal.em estes e ca"sam amarg"ras.a+ão.ão de 1"e a "nião repo"sa so%re as %ases de "ma realidade H> con ecida. <istanciamCse acent"adamente das disposi+.es signi6icam a mercadoria em tr@nsito.0 Casa"e#to.

Con ecendo pro6"ndamente as leis do mentalismo3 os marcianos es6or+amCse para desatar3 ainda no plano astral3 os elementos 1"e na EMente <ivinaE podem tecer com p"re. 9mportaCl es3 em ess&ncia3 o con ecimento recíproco das 1"alidades espirit"ais 1"e são d"rado"ras3 1"e so%revivem F de6orma+ão dos corpos e se a1"ecem contin"amente so% o contato di>rio.as virt"des e de6eitos recíprocos3 em 1"al1"er mani6esta+ão emotiva o" espirit"al3 não pode aver decep+. =ão avendo3 como condi+ão primordial3 a atra+ão pelo corpo3 mas sim3 o reencontro de almas a6ins para a eternidade3 o lar marciano apresenta o delicado aspecto de "ma escola de %oaCvontadeN PERGUNTA: M"ais as primeiras características do casamento2 RAMATIS! ApGs o %enepl>cito o6icial3 isento das 6estividades r"idosas com 1"e3 na .es sens"aisB e a m"l er não con6ia a s"a 6elicidade F circ"nsC t@ncia de casarCse com "m EgalãE cinematogr>6ico. ConservandoCse vol"ntariamente acima das conting&ncias carnais3 %aseando a vent"ra conH"gal no interc@m%io 6ormoso das rela+.a a estesia do organismo em gesta+ão. PERGUNTA! H> sempre necessidade dessa 1"arentena mental2 RAMATIS! 'la tem por essencial o%Hetivo disciplinar o ritmo das 6or+as criadoras3 para 1"e o corpo do 6"t"ro 6il o seHa da con6orma+ão do tipo %iolGgico marciano3 sadio e mentalmente e1"ili%rado.consagrada em admir>vel re"nião espirit"al3 com a presen+a do Eg"ia da 6amíliaE3 vindo do 'spa+o3 o 1"al tra+a as diretri. ApGs a concep+ão3 os cLnH"ges proc"ram3 então3 plasmar3 no plano Eastroet-reoE3 a con6ig"ra+ão da1"ele 1"e vir> a%itar o se" lar. ' o orientador desencarnado3 de com"m acordo com o Em-dicoCclarividenteE3 1"e o visitador periGdico da gestante3 anota os progressos da con6ig"ra+ão mental dos pais e do reencarnante e7pondo as corrigendas necess>rias e s"gerindo os rec"rsos mais apropriados para o s"cesso deseHado.es3 por1"e não ocorrerão 6atos imprevistos3 nem contrariedades descon ecidas. * espírito reencarnante3 em%ora ainda no 'spa+o3 H> con ece os ascendentes %iolGgicos e eredit>rios 1"e ir> desenvolver no organismo materno3 a 2( .e os planos da Econcentra+ão pr-CgestativaE3 1"e3 F míng"a de voc>%"los especí6icos3 c amaremos de E1"arentena mentalEN PERGUNTAI Como poderíamos conce%er a id-ia dessa E1"arentena mentalE2 RAMATIS! *s Hovens rec-mCcasados iniciam "ma 6ase de concentra+ão mental3 com intervalos periGdicos3 1"e c"lmina em "ma esp-cie de Eretiro mentalE3 a%sol"to3 como preparo de s"as almas para essa missão s"%limada. M"ando3 6"t"ramente3 o casal aceita a inc"m%&ncia de admitir3 no se" lar3 "ma alma 1"e deseHa reencarnar3 o mentor espirit"al e7p.6eita3 tam%-m3 com a contri%"i+ão do prGprio espírito reencarnante3 1"e "ne s"as 6or+as psí1"icas aos demais3 a 6im de atingir o mel or desiderato na con6ig"ra+ão do molde perispirit"al de se" 6"t"ro corpo.erra3 os mais 6avorecidos a6rontam os deserdados da sorte3 a "nião . At"am em "níssono com o poder mental do Eg"iaE dom-stico3 para 1"e se 6orme "m Ed"ploCet-ricoE da mais per6eita conte7t"ra e e1"ilí%rio anatLmico possível3 a"7iliando a alma 1"e vai reencarnar no corpo em gesta+ão.es espirit"ais3 isentamCse os esposos marcianos da prover%ial melancolia dos lares terrenos3 em 1"e3 tanto o omem como a m"l er3 1"e ardentemente se deseHaram pela 6ascina+ão do corpo3 declinam3 irremediavelmente3 para a indi6eren+a gradativa em propor+ão F vel ice. * mo+o marciano não 6irma a s"a vent"ra no Hogo transitGrio das con6ig"ra+.es psicolGgicas para os 6"t"ros eventos ascensionais dos espíritos 1"e se "niram para os deveres conH"gais. 'ssa EdescidaE para o plano 6ísico .

PERGUNTA! H> necessidade de o espírito reencarnante coparticipar dessa 1"arentena2 RAMATIS! K "m tra%al o 1"e com"mente classi6icais de Ee1"ipeE no vosso m"ndo. 9nAmeras mães 1"e ainda resgatam as s"as impr"d&ncias da -poca delicada da concep+ão3 vivem atri%"ladas com os descendentes ne"rGticos3 ang"stiados3 ipertireGidicos3 estigmati. Atrav-s de m"ndos como a .6im de a"7iliar a edi6ica+ão de s"a veste carnal3 nas mesmas disposi+.es imprevistas3 acidentes3 6atos rep"gnantes e revela+. Raramente a sa%edoria terrestre cerca a m"l er gestante dos rec"rsos necess>rios3 para 1"e se 6a+a "ma con6orma+ão EanatLmicoC "manaE compatível com a est-tica com"m do m"ndo. '3 tam%-mI ECada "m con6orme s"as o%rasE. * elo1Tente orador 1"e e7tasia o pA%lico ipnoti.arCse em rep"lsiva con6ig"ra+ão 29 .erra3 Marte e o"tros3 em romagens no vest">rio de carne3 o espírito desenvolve as maravil osas 6or+as cGsmicas 1"e l e dormitam na intimidade sideral3 a 6im de atingir a 6ase de6initiva do estado ang-lico.ados e de cacoetes3 1"e tra.necess>rio o domínio mental para atender aos imperativos de "ma vida mais EcriadoraE3 no 6"t"ro ainda inde6inido3 . A pro6ila7ia de geneticistas inteligentes3 1"e e7igem períodos de serenidade espirit"al e a"s&ncia de con6litos emotivos entre os 6amiliares a6astando noticias tr>gicas e mGr%idas3 emo+. 5>rias ve. K 4es"s ainda 1"em vos adverteI E' m"itos > 1"e t&m ol os e não v&emE.G%vio 1"e oHe o" mais tarde3 sempre tereis 1"e "m dia iniciar essa disciplina de dire+ão mental consciente.em a estr"t"ra dos anHos criadores de m"ndos. /e em Marte .es perniciosas3 para a -poca de gesta+ão3 demonstra con ecer m"ito %em o perigo dos imp"lsos desgovernados da mente materna.a das primeiras letras do al6a%eto e no sol6eHo das primeiras notas da pa"ta m"sical. * anHo planet>rio 1"e orienta e alenta a "manidade de "m m"ndo3 como o vosso3 c"Ha a"ra di>6ana vos interpenetra na divina 6"n+ão EcrísticaE3 tam%-m não se isento" do modesto c"rso dos comp&ndios do mentalismo inici>tico nos m"ndos de 6ormas.es3 o espírito desregrado 1"e deve reencarnar3 para tort"ra dos pais3 advers>rios no passado3 c"lmina encontrando s"%st@ncia mental dese1"ili%rada na es6era materna3 o 1"e o o%riga a materiali. Cientistas est"diosos e sensatos3 da .es de emigrar para m"ndos mais evolvidos.ado o" o artista 1"e in"nda o salão de sin6onias arre%atadoras t&m o se" c"rso na singele. =ão > privil-gios nem 6avores na escalada sideralB a alma . PERGUNTA: Como pode in6l"ir essa E1"arentena mentalE dos marcianos na 6orma+ão 6ísica do corpo2 RAMATISI 'm vosso m"ndo H> se torna con ecido o poder e7traordin>rio da mente "mana na 6ase de gestacão.erra3 recon ecem a%sol"tamente a in6l"&ncia da mente materna na constit"i+ão Epsico6ísicaE dos descendentes.a e ilimitada /a%edoria. As tr&s almas ligadas espirit"almente3 so% a dire+ão de amoroso mentor3 e7ercitamCse para a posse progressiva dos atri%"tos 1"e comp.a principal tecelã das s"as vent"ras gloriosas3 1"e a ag"ardam nos planos de inconce%ível Bele.em o selo inde6ectível do dese1"ilí%rio e desregramento mental da -poca gestativa. PERGUNTA: Conse1Tentemente3 essas o%ras esot-ricas 1"e e7istem em nosso m"ndo3 nas 1"ais se ensina o desenvolvimento mental e se 6ala m"ito em EmentalismoE3 representam es6or+os para a ascensão a m"ndos como Marte2 RAMATIS! /ois vGs os artistas de vossos destinos3 e3 1"anto mais vos entregardes ao desígnio de "m %om destino3 mais %reve estareis em condi+.es de garantia e per6ei+ão 1"e o Evirt"oseE e7ige para o instr"mento int-rprete de s"a vontade.

em aos terrícolas. * Ecompromisso mAt"oE entre os Hovens marcianos .entidade descontrolada em s"a composi+ão psí1"ica3 descendo ao campo de 6ormas na mais acer%a al"cina+ão espirit"al. 0or-m3 se ainda s"rgirem imp"lsos de o"tra mente desgovernada3 1"e .er gra+as 6esceninas n"m templo sagrado. Consideram o interc@m%io se7"al como sagrado enseHo criador3 em ve. PERGUNTA! As rela+.es se7"ais 1"e os marcianos mais se so%rep. A medicina com"m3 entontecida3 limitaC se a considerar os EgenesE e o c"rso 6ísico Eorganog&nicoE3 distante da realidade terrível3 1"e o prod"to de d"as mentes advers>rios e em atrito. =ão > o e7agero cost"meiro de m"itos enlaces terrenos3 em 1"e se proc"ra 6"ndamentalmente a 6esta convencional da sociedade3 em%ora seHam 6r>geis as %ases 1"e 6oram edi6icadas para a verdadeira 6elicidade da alma. =esse encontro criador3 os Ecentros de 6or+asE do omem e da m"l er3 na 6ig"ra dos Ec aVrasE 1"e se distri%"em F peri6eria do corpo et-rico3 revitali. <esnecess>rio vos recordar3 então3 o 6"ndamento da E1"arentena mentalE marciana3 d"rante a gesta+ão3 1"e esta%elece3 no campo ginecolGgico3 a seg"ran+a para "ma corpori6ica+ão 6"ndamentalmente "mana mas per6eita.es conH"gais se processam so% a mesma e7ig&ncia %iolGgica dos organismos terrenos2 RAMATIS! K H"stamente no plano das rela+.es s"periores3 o 1"al .poderosa antena viva de 6or+as3 6"ncionando como captadora do magnetismo descido das regi. RevelamCse pro6"ndamente con ecedores das leis espirit"ais 1"e regem o mecanismo da concep+ão e estão li%ertos das apregoadas conting&ncias de Enecessidade %iolGgicaE3 so% o imp-rio do se7o. de sensa+ão 6ísica prGpria dos m"ndos in6eriores.em o se" misterioso encontro na . <istante da preoc"pa+ão carnal3 so% os a"spícios da %ondade3 do amor 6raterno3 do altr"ísmo e mAt"a renAncia3 os cLnH"ges marcianos apenas atendem aos imperativos das leis "manas3 1"anto a cadastro3 registro e compromisso social3 por-m3 na mais singela cerimLnia de car>ter com"m.teratolGgica3 e 1"e a vossa ignor@ncia cost"ma atri%"ir aos desígnios de <e"s. ' atri%"em ao 6enLmeno gen-sico "ma esp-cie de Eproc"ra+ão divinaE3 em 1"e a criat"ra se trans6orma em "m Ede"sin oE capa.ado e corpori6icado na E oraCrelacionalE. <esde 1"e encontre "m conteAdo e1"ili%rado e armonioso no campo mental materno3 a 1"e se ac ega3 a s"a corpori6ica+ão se dar> dentro dos ditames c>rmicos esta%elecidos3 em%ora dolorosos. PERGUNTAI Apesar dessas concep+.amCse pelo magnetismo oposto 1"e os envolve como alimenta+ão energ-tica. =a realidade3 a m"l er e o omem3 con6ig"rando dois campos magn-ticos opostos3 na ora relacional se transm"tam energias vindas do Alto e 6or+as criadoras do m"ndo instintivo3 as 1"ais 6a.es se7"ais3 porvent"ra não se 6a.o e7ato limiar controlador dos a"tomatismos criadores.a 6"t"ra genitora3 tais dese1"ilí%rios mentais at"arão a esmo e discriminariamente3 esta%elecendo recal1"es gen-ticos in6eriores e c"lminando em gestar detest>vel 6ig"ra teratolGgica.%em a decisiva disposi+ão de E6arei a ti o 1"e deseHo 1"e me seHa 6eitoE. /G o descon ecimento integral da realidade divina 1"e palpita no interc@m%io gen-sico . M"ito acima de Eo%HetoCsensa+ãoE3 a m"l er . PERGUNTA! * casamento3 em Marte3 o%edece F mesma pragm>tica terrena2 RAMATIS! /o% a -gide com"m de Eser Atil e verdadeiroE3 o casamento marciano apenas a consagra+ão o6icial da1"ilo 1"e H> est> consagrado em espírito.es elevadas a respeito das rela+. necess>rio mant&Clas para o e1"ilí%rio EpsiconervosoE2 !) .ona do Eple7"s a%dominalE3 1"e . de at"ar no microcosmo e dar vida no campo 6ísico. K necess>rio compreenderdes 1"e a alma destinada a "m so6rimento estigm>tico no vosso m"ndo3 .vitali.1"e trans6orma o ser "mano F 6ei+ão do saltim%anco 1"e resolvesse 6a.

a de s"a o%ra3 os pais marcianos deli%eram servirCse de todos os rec"rsos divinos3 para 1"e o c amamento do Alto seHa c"mprido sem 6erir as diretri.o rec"rso Eang-licoC6"ncionalE disposto no m"ndo de 6ormas redentoras. 'spíritos de tal 1"ilate3 armLnicos e s"%limados3 F proc"ra constante da estesia divina3 estão livres dessas psicoses ang"stiosas 1"e a vossa ci&ncia classi6ica de isterias3 nin6omanias o" comple7os 6re"dianos.es est-ticas e sensatas da 8ei /"prema.ratandoCse de espíritos e1"ili%rados na es6era emotiva e mental3 governando per6eitamente toda s-rie de emo+. M"ando o deseHo se7"al se l es mani6esta como necessidade3 am%os pressentem3 o" Eesc"tamE na intimidade da alma3 a vo.es periGdicas conH"gais.es divinas3 o se7o masc"lino . 'n1"anto não evidenciardes a consci&ncia e7ata dos o%Hetivos sagrados e criadores do processo se7"alB en1"anto o respeito não vos g"iar evitando 1"e vos avilteis no nível in6raC "mano das rela+.es e imp"lsos instintivos3 a%sol"tamente voltados para as ascens. . * imperativo se7"al não . PERGUNTA! <evemos3 então3 ver como ato desairoso o imp"lso nat"ral do se7o3 1"e .F al"cina+ãoI mas vos e1"ivocais3 considerando 1"e o se7o seHa a%sol"ta distin+ão na estr"t"ra do corpo 6ísico3 o" apenas dois pGlos di6erenciadores denominados Emasc"linoE e E6emininoE. PERGUNTAI =a psicologia marciana3 1"al . 0erante as disposi+.es de ordem Ee7traterrenaE3 t&m s"as @nsias voltadas para campos vi%ratGrios mais s"tis e de vol"pt"osidade mais demorada3 por ser mais p"ra.es mais ativas3 en1"anto o se7o 6eminino corresponde Fs entidades predominantemente passivas. A s"a rede nervosa %asicamente vi%r>til aos estím"los de ordem espirit"al e a s"a mente a6astada vol"ntariamente das concep+.es nat"rais do 6enLmeno gen-sico e dos rec"rsos ar%itrados pela =at"re.RAMATIS! *s marcianos3 1"er mental o" 6isiologicamente3 não apresentam esse imperativo %iolGgico da Ecar&ncia se7"alE3 como elemento compensador das ansiedades EpsiconervosasE.es imp"ras de se7o dispensam os rec"rsos terap&"ticos das rela+.identi6ica+ão de alma com disposi+.condi+ão %>sica de nossa vida2 RAMATISI <e modo alg"m 1"eremos vos tol er nas 6"n+. 5Gs o encarais especialmente como "m motivo de sensa+ão vol"pt"osa e de 1"e a%"sais at.a.ao o%Hetivo sagrado na s"%lima+ão do Eamor divinoE3 o se7o representa o c"rso nat"ral e p"ro3 1"e3 grad"al e progressivamente3 cond". Como o oleiro tran1Tilo3 1"e se entrega F composi+ão de rico vaso3 1"al artista 1"e . =ão -3 pois3 o imp"lso Ese7oCorg@nicoE 1"e l es passa a dirigir o meta%olismo3 mas sim a mente s"%missa e e1"ili%rada 1"e principia a tecer os 6ios sagrados para compor e aH"star o mecanismo F necessidade do instante procriativo.es 6isiolGgicas o" procriativas da con6ig"ra+ão 6ísicoC "mana.inAtil a volApia a"tocontemplativa de vos considerardes s>%ios cientistas3 artistas o" sacerdotes3 na 6ace da .a no mecanismo do se7o. 5erdadeiro descenso El"minosoE ao cas"lo de carne3 para o retorno ascensional consciente3 o espírito serveCse desse mecanismo 1"e o omem terreno tanto avilta3 mas 1"e . criadora 1"e l es solicita o conc"rso para a descida de o"tra alma interessada na escola 6ísica.o sentido e7ato 1"e atri%"em ao se7o2 RAMATIS! ConsideramCno o rec"rso din@mico 1"e permite ao espírito sair do m"ndo imponder>vel para se ligar F 6ormaB o sagrado mecanismo das 6or+as invisíveis para a descida das almas ao campo material.a conte7t"ra !1 .escravo da %ele.erra3 pois se 6al ais na consci&ncia moral do EeloCse7"alE3 con6"ndindo o" pervertendo o o%Hetivo essencial do se7o3 não podereis vos considerar mais do 1"e escravos de "ma pai7ão in6erior.es da carne3 cremos 1"e .6enLmeno limitado Fs 6"nc.1"e o in6eriori. o omemCanimal at. <esde a posse instintiva a%sol"ta e nat"ral dos agr"pamentos primitivos3 at. Consideramos3 tãoCsomente3 a inversão dos valores 1"e atri%"ís ao processo e F sinal-tica se7"al3 tornandoCo a6rontoso3 por1"e o vosso m"ndo .

K 6>cil comprovar 1"e os omens s>%ios3 demasiadamente entretidos com o intelecto3 geralmente são a6eitos F contin&ncia se7"al.es interplanet>rias. 4amais podereis encontrar a1"ele Eamor idealE3 tão deseHado3 no íntimo da "manidade3 algo de santi6icante3 1"e transcende as 6ormas com"ns3 grosseiras3 da vida "mana3 atrav-s do e7cesso das a%erra+.e metade dos Consel os <iretores do governo marciano3 6a."m alo de l". K preceptora tão e6iciente 1"anto o se" compan eiro3 e comp.es contín"as na troca de sensa+. Criam3 nat"ralmente3 "ma seg"nda nat"re.es se7"ais. 0lena de atividade e vigor3 movendoCse com desem%ara+o e seg"ran+a no meio am%iente3 g"arda s"premo c"idado na s"a 6ig"ra3 a 1"al irradia sempre gra+a e %ele. 'm%ora nos agr"pamentos marcianos da ra+a lo"ra ela 1"ase se con6"nda com o tal e masc"lino3 mAltiplos movimentos e reali.endoCse notada na indAstria3 na administra+ão e nas prGprias com"nica+. =o entanto3 em%ora om%ro a om%ro com o omem nas atividades pA%licas o" privadas3 ela proc"ro" sempre manterCse na es6era do E6eminismo delicadoE3 acent"adamente passiva3 sem perder a divina 6"n+ão de Einspiradora e gra+a "manaE. e poesia3 ins"6lando tern"ra em se" compan eiro e rece%endo deste o alento de energia 1"e tam%-m precisa para at"ar com !2 .a em todos os setores o" am%ientes da vida "mana.es 1"e .erdes independer das rela+.a de comprimidos3 inHe+.c amada a e6et"ar traem3 H>3 a s"a presen+a po-tica e emotiva. 'la coopera e participa3 integralmente3 de todas as atividades "manas3 operando ao nível do omem3 na ci&ncia3 na arte3 na 6iloso6ia e na religiosidade.ado3 mani6esto e vivo3 so% a inspira+ão sadia da conC d"ta evang-lica3 conseg"ir> a terap&"tica tão deseHada no plano se7"al. com o elemento masc"lino3 no sentido de "ma perigosa e ridíc"la Emasc"lini.es o" tisanas de 1"al1"er esp-cieB sG o amor espirit"ali.de6initiva do anHo eterno.es se7"ais alcan+ar> s"plantar a terap&"tica com"m do m"ndo3 a6astando os pacientes dos rec"rsos prover%iais da Epsican>liseE e das ne"roses cl>ssicas dos estados se7oCpatolGgicosI 0or-m3 antes da preoc"pa+ão da gen-tica dirigida3 deve e7istir a disciplina emotiva das rela+.es grosseiras.es do omem.es grosseiras3 aviltamCse e de6in am3 se os tentais res"mir na precariedade de "ma sensa+ão ori"nda d"m %reve encontro carnal. * instinto satis6eito pode darCvos transitGria sensa+ão de pa. *s son os et-reos 1"e 6l"t"am em torno de vossos espíritos sedentos de a6eto e de compreensão3 impregnamCse de vi%ra+. 0roc"rar o e1"ilí%rio psí1"ico atrav-s do aH"ste se7"al3 -3 na realidade3 terap&"tica do vosso m"ndoB por-m3 no plano do espírito3 essa concep+ão . PERGUNTA! 'm nosso m"ndo e7istem m"itos casos de dese1"ilí%rios e7tremos3 1"e 6oram satis6atoriamente resolvidos com o aH"ste se7"al. =o campo da a6etividade recíproca3 a m"l er marciana . a este respeito2 RAMATIS! /omente a compreensão elevada das 6"n+.a 1"e l es coordena as 6or+as in6eriores e as s"%lima para os eventos %en-6icos e criadores no campo mental. A angAstia se7"al3 respons>vel pela m"ltiplicidade de aspectos patolGgicos de ordem ne"rGtica e emotiva3 não ser> sol"cionada so% a 6rie.es e6&meras da carne.a+.compar>vel ao rec"rso de il"dir o p>ssaro a6lito o" ansioso por li%erdade3 prendendoCo n"ma gaiola.es se7"ais3 no controle a%sol"to do instinto in6erior e da imposi+ão %r"ta do reino animal. Acima do se7o de6inido pela %iologia do vosso m"ndo3 palpita a alma eterna e repleta de ansiedades a6etivas e d"rado"ras3 c"Ha angAstia a"menta tanto 1"anto as 6r"stra+. M"e nos di. PERGUNTA! M"al a sit"a+ão primordial da m"l er3 em Marte3 com rela+ão ao casamento e F "nião se7"al2 RAMATIS! * omem a considera no%re compan eira3 o complemento e7ato de s"a ansiedade.a+ãoE virt"al3 1"e termina em grosseiro pl>gio das 6"n+. <esisti" de "ma competi+ão 6ero.3 na let>rgica condi+ão 1"e adv-m apGs as trocas gen-sicas3 mas o amor verdadeiro sG o conseg"ireis 1"ando o 6i.

/em a%dicar de s"a tern"ra3 avessa F competi+ão com o omem3 ela seg"i" ao encontro espirit"al do se" compan eiro3 ado+andoCl e o temperamento e 6irmandoCl e o car>ter.es an>logas Fs terrenas. terrena3 1"e apresentam certas part"rientes demasiadamente negligentes com se"s altos deveres de Em-di"mE da vidaN *s espíritos da a"ra marciana3 al-m da estr"t"ra do sistema org@nicoC6ísico3 t&m 1"e prover3 na 6orma3 o aH"ste dos se"s delicados veíc"los astrais3 m"ito mais re1"intados do 1"e os vossos no plano imponder>vel.ona psí1"ica de armonia e e1"ilí%rio para 1"e no astral o 6"t"ro 6il o at"e com serenidade no reingresso F 6orma 6ísica.ãoEB s"stent>c"lo glorioso de "ma vida 6eli. A permanente %oaCvontade 1"e e7iste entre o omem e a m"l er3 em Marte3 e7cl"i e elimina todos os perigos 1"e se geram em vosso m"ndo3 so% o g"ante som%rio do ciAme3 da cGlera o" amorCprGprio 6erido.ando os arti6icialismos 1"e a poderiam a6astar dessa divina 6"n+ão de ser o tempo sagrado do espírito reencarnado. Criam "ma .er no m"ndo de 6ormas. Con6orme H> esclarecemos3 tanto o pai 1"anto a mãe conservamCse em estreita cola%ora+ão de ordem mental3 controlando a emotividade e 6ornecendo ao reencarnante a mel or 1"ota de 6l"idos sal"tares. /o"%e evol"ir para os níveis de6initivos do intelecto e da ci&ncia marciana3 sem perder a tessit"ra sim%Glica do ente ang-licoB conseg"i" 6ormar com o omem o maravil oso %inLmio EsentimentoCra. /endo os marcianos entidades mais evol"ídas do 1"e os terrenos3 é G%vio 1"e a s"a gesta+ão se retarda "m po"co mais3 em 6ace de e7istir "ma 6ase Emais al-mE3 1"e deve reprod".a 6ísica3 não poderia se distanciar anormalmente das leis com"ns da evol"+ão3 no campo 6"ncional da gesta+ão e Ed-livranceE.mais c"rto do 1"e na .ando processos 1"e escapam ao vosso entendimento. PERGUNTA: A gesta+ão e a Ed-livranceE3 em Marte3 o%edecem Fs mesmas leis da gen-tica terrena2 RAMATISI Marte3 como or%e de nat"re.E3 o espírito reencarnante opera no cas"lo materno3 so% condi+. !! . A gesta+ão marciana .arCseE mesmo 6emininamente.erra2 RAMATISI /G em casos e7cepcionais3 1"ase F semel an+a dos premat"ros do vosso m"ndo3 pois3 em geral3 a 6ase gestativa marciana ."m po"co mais longa do 1"e a terrena3 em%ora sem o6erecer os 1"adros mGr%idos e opressivos da gravide.F ora do Evir F l". 'm%ora ocorra essa se1T&ncia gestativa mais longa do 1"e a terrestre3 H> vos dissemos 1"e os m-dicos marcianos podem retardar ainda mais3 o" acelerar as 6ases da gesta+ão3 "tili. 0roc"ro" s"a emancipa+ão e7terior3 despre. Compreendendo 1"e n"nca poderia a%dicar da 6"n+ão s"%lime e e7trema de ser mãe [ a Em-di"mE da vida [3 a m"l er marciana adoto" a inteligente atit"de de Egeniali. no E6aciesE o estigma do Eprimata das cavernasE3 1"e a 6ase 1"e precede a 6ig"ra at"al do vosso or%e.ir3 no Altimo m&s3 a con6ig"ra+ão do omem terrestre3 por-m3 aper6ei+oado.logicamente "m po"co mais demorada por1"e3 ao espírito reencarnante3 tam%-m .mais comple7a a liga+ão com a mat-ria3 devido F maior Edist@nciaE vi%ratGria entre o espírito e o plano em 1"e vai corpori6icarCse.. RessalvamCse3 no entanto3 as condi+. Acresce3 ainda3 1"e o período gestativo é tam%-m a reprod"+ão3 n"m res"mo %iolGgico3 de todas as 6ormas 1"e precederam a con6ig"ra+ão de6initiva do omem. <esde o mecanismo da sinal-tica se7"al at. * rec-mCnascido3 em Marte3 assim 1"e se desliga da placenta3 o!erece a 6ig"ra e7ata do ciclo completo do omem terreno3 assim como o Erec-mCnascidoE terrícola tra.es de ordem psí1"ica3 mental e espirit"al3 1"e é de imensa s"perioridade so%re as 1"e circ"ndam os cLnH"ges terrestres.e1"ilí%rio e pra. PERGUNTAI * período de gesta+ão .

a dos estím"los nervosos 1"e controlam toda a opera+ão da Ed-livranceE. * comandante a"g"sto e divino do sistema3 1"e .erra2 RAMATIS: =ormalmente3 1"ando o espírito se reencarna nos m"ndos 6ísicos3 e 1"e proc"ra red". 'm conse1T&ncia3 o período gestativo cria 6enomenologia de idenC ti6ica+ão com"m3 entre os esposos3 em%ora di6erenciados pela mat-ria. * c in&s3 o índio e certos povos e7Gticos3 pressentindo essa in6l"&ncia Epsicomagn-ticaE entre os esposos3 1"ando das -pocas gestativas3 6a. =ão importa se am%os estão separados3 em corpo 6ísico3 pela dist@ncia do m"ndo de 6ormas3 por1"anto não e7istem separa+. FormaCse3 então3 "ma ponte3 "m elo psíquico indestr"tível entre am%os3 e3 pela rigorosa lei de correspond&ncia magn-tica do Cosmos3 inAmeros estados emotivos e psí1"icos da m"l er proHetamCse no campo etereomagn-tico do omem. materna3 a con6ig"ra+ão do nascit"ro3 tam%-m alimenta e e7pande o campo magn-tico 1"e vive em si3 potencialmente3 como s"%st@ncia energ-tica masc"lina.iamCse coCparticipantes do período de gesta+ão3 c"lminando alg"ns no e7agero de 6icar de E1"arentenaE3 en1"anto a esposa não cessava as atividades com"ns.es vi%ratGrias do mesmo magnetismo3 1"e se possam interpor e interpenetrarCse3 mesmo a consider>veis dist@ncias. =ão somente gra+as aos rec"rsos da medicina espirit"ali. 0"demos o%servar o 1"anto pode o pensamento no%re e evang-lico a"7iliar a m"l er no delicado momento de ser o templo sagrado de o"tra vida. !$ .es3 at.ada3 de Marte3 como em 6ace da n"tri+ão sadia e energ-tica3 aliada F armonia emotiva e a"s&ncia de desregramentos3 a ora do parto é acontecimento despido de toda preoc"pa+ão3 reali. PERGUNTAI A Ed-livranceE3 em Marte3 é dolorosa como na . * espermato.PERGUNTAI H> certa correla+ão de 6enLmenos entre os esposos 1"ando da gesta+ão da esposa3 con6orme > 1"em a6irme e7istir na .6enLmenos o%Hetivos e de ordem en6ermi+a3 atest>vel nos 1"adros ginecolGgicos.ir o se" perispírito para atingir internamente os contornos da matri.erra3 essa armonia e ritmo Eetereo6ísicoE na ora grave da Ed-livranceE.o Ec aVraE coron>rio3 na mais 6asci nante p"lsa+ão rítmica3 emite do se" centro níveo e imac"lado os mais desl"m%rantes 6"lgores do"rados3 1"e partem em 6"n+ão com o variado colorido das %ordas e7teriores.a. * psi1"ismo do genitor3 1"e 6ica em estado de E ipersensi%ilidadeE magn-tica3 so6re a at"a+ão mais en-rgica e intensa do psi1"ismo da esposa em estado de gesta+ão e conse1Tentemente em íntima rela+ão com os planos imponder>veis.erra2 RAMATISI =ão se H"sti6icaria 1"e assim 6osse3 pois a m"l er marciana é espírito li%erto do carma3 símile da . A vossa ci&ncia H> deve ter veri6icado inAmeros casos de dispn-ia3 n>"seas e a6og"eamento a%dominais3 1"e por re6le7ão magn-tica t&m provocado 6enLmenos no esposo da gestante. 6eminina3 encontrar> mais 6acilidade para esse encai7e vi%ratGrioCet-rico3 se p"der recorrer tam%-m ao magnetismo 1"e e7s"da do 6"t"ro pai. <esencadeiamCl e3 por ve. =ão nos recordamos de aver encontrado3 na . 'm 6ace de "m sistema nervoso delicadíssimo e da maravil osa distri%"i+ão endocrínica no campo dos ormLnios3 o mais per6eito cronLmetro do vosso m"ndo perde para a delicade.Gide doado pelo omem3 F medida 1"e vai desatando3 na matri.erra3 g"ardando e1"ilí%rio e severa dignidade na es6era das atividades conH"gais.andoCse na mais impec>vel serenidade e ritmo 6"ncional so% o controle per6eito da =at"re. 0ara os nossos ol os espirit"ais3 na ora do parto marciano3 o sistema dos Ec aVrasE3 o" seHa3 os centros de 6or+as distri%"ídos F peri6eria do corpo et-rico3 lem%ramCnos a mais per6eita or1"estra+ão de cores cintilantes e de energias p"ras.

es3 espíritos endividados3 deseHando 6"gir F ca"sticidade da prGpria consci&ncia3 aceitam reencarne entre as s"as vítimas o" algo.F desencarna+ão na ora da Ed-livranceE. A preoc"pa+ão imensa de evitar a de6orma+ão do corpo perecível cost"ma criar sit"a+.es3 para "m entendimento e apro7ima+ão3 na escola do lar terreno.es de ordem psí1"ica3 gravamCse em torno do campo mental3 diretor da con6ig"ra+ão do corpo em gesta+ão3 com a mesma 6acilidade com 1"e as vo. A crian+a ingressa no campo 6ísico3 cond". disposi+ão de !5 . =essa in6eli.em3 traindo contratos espirit"ais3 . A alma 1"e ela desprende"3 comp"lsoriamente3 serCl eC> terrível 6antasma de todos os momentos de de%ilidade psí1"ica3 com a agravante de esper>Cla3 F %eira do tAm"lo3 para a des6orra de6initiva.es let>rgicas3 na con6ormidade do conteAdo 1"e 6oi dosado pela mente materna na gesta+ão.es e disposi+.erra so% compromisso 1"e a 6"t"ra mãe ass"mi" ainda no 'spa+o.possível ir at. "es"o2 #o per3odo gestati4o5 RAMATIS: F"ndamentalmente .es 1"e se s"cedem3 se in6eriores3 irritam as 6orma+. *"tras mães distanciamCse completamente no ato de doar o precioso li1"ido ao se" descendente3 transmitindo3 atrav-s do leite3 os pesares3 a melancolia e o desalento irremedi>vel. =o entanto3 assim 1"e a gestante sente o 6l"ido ostil da1"ele com 1"em ela ainda não se aH"sta e se disp. ' se3 e6etivamente3 o a%orto 6or cons"mado3 di6icilmente a a%ortante escapar>3 para o resto da e7ist&ncia 6ísica3 dos mais acer%os so6rimentos na es6era genital.a+ão3 1"ando a m"l er "m pomo de re%eldia e avessa F gesta+ão3 desempen ando essa no%re tare6a so% os imperativos corrosivos da mente revoltada.es e os sons m"sicais se 6i7am na cera dos discos gramo6Lnicos.e a romper o compromisso íntimo e sagrado3 recorrendo ao a%orto3 essa disposi+ão mental3 ao acent"arCse no pensamento materno3 vaiCse in6iltrando3 1"al veneno ag"+ado3 na intimidade do reencarnanteB e este3 m"itas ve. PERGUNTA: ' 1"ais os e6eitos da mente contrariada3 mesmo 1"e c"mpra o se" dever de gestar e ser mãe2 RAMATIS! * período da concep+ão . * temor de não nascer leva o espírito reencarnante a proteger o se" cas"lo de carne so% 1"al1"er condi+ão3 mesmo e7traindo completamente o EtLn"s vitalE da gestante3 6icando esta com menores pro%a%ilidades de &7ito na so%reviv&ncia apGs o parto.es de a%ortoE3 para 1"e esse alimento 6osse 6ornecido diariamente e em condimento e7citante.es 1"e3 em vosso m"ndo3 ainda trocam a comodidade da mat-ria pela ins@nia de destr"ir o corpo H> comprometido antes do reencarne3 se assim o 6a. ' se a gestante não modi6ica o se" pensamento danin o e adverso3 meditando sempre na e7p"lsão do intr"so 1"e l e povoa a mente3 .a mais delicada e sensível mani6esta+ão das 6or+as dos reinos imponder>veis.a a"s&ncia de evangeli. /e o 9n6erno de <ante precisasse de alimento contín"o3 para criar so6rimentos acer%os3 acreditamos 1"e seria s"6iciente manter na .PERGUNTA: M"ais são os motivos 1"e mais podem atri%"lar a m"l er terrena3 na ora da Ed-livrance12 o.es gen-ticas3 acent"ando a mani6esta+ão dos genes %elicosos o" deprimentes e concorrendo para 1"e o sistema EpsiconervosoE se constit"a so% tensão irreg"lar.erra as Einstit"i+. 9nAmeras ve. *s in6eli.a+ão3 não trepida em esgotar a 6"t"ra mãe3 a 6im de 6a.indo no comando do psi1"ismo diretor de s"a e7ist&ncia estím"los irritantes o" mani6esta+.es3 para garantir a s"a materiali. =ão vos deve ser estran o 1"e as crian+as m"itíssimo irrit>veis3 nos primeiros meses de vida3 são as amamentadas por mães o" amasCsecas irrit>veis3 ne"rGticas o" ipertireGidicas.er so%reviver o se" corpo. 0ensamentos3 emo+. As vi%ra+.es deprimentes para o espírito reencarnante3 o 1"al desce F .por1"e ignoram os pavores sat@nicos 1"e os esperam no EAl-mE3 1"ando as almas enlo"1"ecidas3 1"e não p"deram descer ao m"ndo 6ísico3 se l es aderirem vampirescamente e por tempo imprevisto.

processo aceit>vel. PERGUNTA: K possível conce%er a e7ist&ncia do divGrcio3 em Marte2 RAMATIS: * divGrcio3 na 6ei+ão com 1"e o imaginais3 . Apenas nas . =ão l es pode ocorrer inversão de valores3 1"ando esses valores são indestr"tíveis e inviol>veis3 1"ais seHam os %ens do espírito !6 .es conH"gais3 por1"e não se res"mem desil"s.a+ão da 6ig"C ra marciana3 para lin as ang-licas3 H> procede" a inAmeras modi6ica+.o motivo por 1"e as mães marcianas se mant&m vigilantes em todo o c"rso da gesta+ão3 e3 na 6ase rapidíssima de amamentar3 e7ercem a s"a 6"n+ão so% "m clima de e6"são e HA%ilo espirit"al.es 6raternas. <aí não aver instit"i+ão propriamente dita3 entre os marcianos3 para solver as dissens. 'm Marte3 a principal 6irme.es comp"lsGrias para a armonia da coletividade marciana3 "ma ve.P ec>rios dos m"ndos 6ísicos.o per6eito entendimento de rela+. .impossível encontrar "m sG cidadão em 6alta com o meio em 1"e vive. '7iste per6eita Eli%erdadeE no agir e decidir3 assim como al"nos de "ma instit"i+ão tradicionalmente impec>vel ass"mem a responsa%ilidade de se"s atos para consigo mesmos.acontecimento prGprio dos m"ndos contraditGrios3 das decep+.es na1"ilo 1"e H> est> a%sol"tamente previsto.o primeiro a c"mprir os se"s deveres para com o reg"lamento e estat"to da s"a academia3 o marciano . *s corpos 1"e se separam3 por lei3 apenas con6irmam a separa+ão 1"e H> e7istia entre as almas. 'sse .elas a%ilmente dissim"ladas entre si. Agem so% o imp-rio e7ato de "m crit-rio espirit"al s"perior3 sem malícia3 s"%ter6Agios o" interesses s"%alternos3 gra+as aos se"s sagrados o%Hetivos 1"e estão m"ito al-m dos teso"ros pl. Aceitando o no%re compromisso de se ampararem m"t"amente nas prGprias de%ilidades espirit"ais3 os Hovens marcianos eliminam o 6"ndamento espin oso das altera+.onas r"rais ainda apegadas ao tradicionalismo da 6orma3 em%ora e1"ili%radas3 a amamenta+ão . PERGUNTA: *s elos conH"gais marcianos são indissolAveis2 RAMATIS: H> completa li%erdade de dissol"+ão e reconstit"i+ão de "m novo lar3 o 1"e pode ser e6et"ado pelo simples acordo recíproco. * desinteresse do pra.es e s"rpresas entre a1"eles 1"e3 previamente3 p"seram a n" o teor de s"as Epiores possi%ilidadesE.a sol"+ão prec>ria para a "nião conH"gal3 1"e se e6et"a so% %ases transitGrias3 na origem do noivado de6eit"oso. K de norma com"m3 mesmo no vosso m"ndo3 1"e os direitos se s"cedam aos deveres reali.comC pletamente s"%stit"ído por ansiedades ardentes de Emais espirit"alidadeE3 e7ting"e a sol"+ão do divGrcio.er sens"al3 1"e . K certo 1"e a des"mani.a da a6inidade conH"gal reside na sadia atit"de dos noivos3 1"ando se a"topsiam no recLndito das almas3 sem receios o" 6alsas veleidades de amorCprGprio3 a 6im de esta%elecerem a seg"ran+a emotiva e o entendimento espirit"al.es e dos capric os insatis6eitos. A prGpria "nião conH"gal pode ser e6et"ada sem o %enepl>cito das a"toridades vigentes3 por1"e não o6erece esses aspectos de6ormados das rela+.es e desaH"stes imprevistos. =ão > necessidade de o%riga+.es nos processos de n"tri+ão3 estando o Erec-mCnascidoE isento das necessidades do lactente terrestre.es terrenas. =ão pode aver decep+.es dom-sticas são prod"tos nat"rais das contradi+.es psicolGgicas3 entre esposos3 1"e se "nem a6etando E armoniaE3 1"ando3 na realidade3 são portadores de ma.ins"6lar psi1"ismo mGr%ido3 no prGprio ser 1"e acalento" no ventre3 6avorece3 desde cedo3 o evento de mais "m ipocondríaco na . =o entanto3 assim como o est"dante criterioso .a%sol"tamente a6eito F ordem e ao e1"ilí%rio para o %em coletivo. 1"e . As desil"s.ratandoCse de espíritos emancipados3 de carma disciplinador3 H> no limiar da 6raternidade "niversal3 distantes da id-ia de EposseE m"ito ao gosto terreno3 o 1"e importa F "manidade marciana . * divGrcio3 com"mente3 .ados.erra.

. <esde 1"e entre os dois Hovens3 em mAt"o teste para casar3 se veri6i1"e desperdício de aprendi. * %em com"m so%rep. M"anto aos res"ltados emotivos3 incl"sive as tradicionais 6r"stra+.erra3 desaparecem pela contin"idade dos motivos 1"e geraram as "ni.es e os o%Hetivos s"periores2 RAMATIS! 'sse divGrcio sG poder> s"ceder pela de6initiva separa+ão de EcorposE3 do mesmo lar3 devido a trans6er&ncia espont@nea para o"tro local3 o"tra comarca de atividade3 1"ando conv-m a "m dos cLnH"ges 6i7arCse em nova . A separa+ão "nicamente visando F oport"nidade de se constit"írem dois novos lares3 para novas reencarna+.eterno.es conH"gais.agem conH"gal3 am%os3 leal e sinceramente3 desistem do proHeto em mente.em atrav-s de Ea6inidades eletivasE3 em 1"e a re"nião de dois seres3 no mesmo lar3 deve a"mentar as 1"otas de emotividade espirit"al.ão de o%Hetivos s"periores. 9nteressaCl es3 sempre3 o aproveitamento m>7imo da vida 6ísica3 para a mais %reve li%erta+ão das conting&ncias reencarnatGrias.es com"ns F .es se 6a. K a apro7ima+ão de d"as metades3 o mais a6ins possível3 para compor "ma "nidade tam%-m mais armoniosamente alcan+>vel.eCse ao %em do indivíd"o3 na mais nat"ral e alegre renAncia. =ão > indissol"%ilidade entre os elos conH"gais3 podendo se s"ceder a mais espont@nea e nat"ral separa+ão entre os cLnH"ges3 6ato raro e 1"e3 1"ando ocorre3 .es de almas amigas3 parecendoCl es egoísmo 1"e a separa+ão tão longa o" de6initiva elimine a oport"nidade de novas o6icinas dom-sticas de tra%al o reencarnatGrio. !# .por ra.ona de la%or. PERGUNTA: H> sempre &7ito e a%sol"ta a6inidade entre noivos3 c"lminando sempre em casamentos sem con6litos2 RAMATIS! As "ni.odos os atos dessa "manidade são de a%sol"ta a%dica+ão individ"al3 sempre em 6avor da coletividade.. PERGUNTA: /"pondo "m divGrcio Eespont@neoE entre os cLnH"ges marcianos3 1"ais seriam as ra. =ão avendo o interesse gerado pela pai7ão carnal3 %ase de 1"ase todas as trag-dias de vosso m"ndo3 os a6etos conservamCse íntegros3 im"nes de manc as dos m"ndos transitGrios.

es do ciAme e do amorCprGprio.6 7a"3 ia.admissivel3 pois os espíritos permanecem em 6"n+ão de EaH"steE consigo e com o prG7imo. =ão se entrec ocam interesses opostos3 por1"e os preceitos p"ros do espírito prevaC lecem acima da transitoriedade da carne.es de po"so ed"cativo em ve. A recorda+ão de o"tras vidas3 1"e ."m per6eito conH"nto de almas ligadas por vel os compromissos apenas di6erenciadas pelas condi+. M"ito acima da id-ia de EpropriedadeE so%re os 6il os3 prevalece o conceito de Eirmandade "niversalE3 em 1"e o organismo 6ísico3 sendo apenas "m veíc"lo transitGrio3 não deve so%reporCse Fs realidades morais3 evol"tivas3 do indivíd"o espirito eterno reencarnado.com"m entre os marcianos3 an"la 6ilosG6ica e espirit"almente os complicados la+os de ascendentes %iolGgicos 1"e comp.es de 6amília. PERGUNTAI Como se e7erce essa 6"n+ão preparatGria para a E6amília "niversalE2 RAMATIS! Atrav-s da consci&ncia de 1"e o gr"po dom-stico .H> a composi+ão da E6amília "niversalE. *s marcianos estão a%sol"tamente certos da necessidade desse aH"ste3 1"e os predisp.am3 intercam%iando 6or+as do magnetismo divino e a%sol"tamente desinteressados de manterem Epontos de vistaE pessoais.es ancestrais de sang"e e tradi+. =ão e7iste essa disposi+ão rígida e estreita de manter coeso o círc"lo restrito do lar3 %aseado e7cl"sivamente na descend&ncia da mesma ancestralidade.es para o mAt"o aper6ei+oamento3 assim como os escolares se amparam para o e7ito das li+. *s corpos 6ísicos 1"e servem de E a%itatE aos espíritos descidos do 'spa+o3 são considerados provisGrias e r>pidas esta+. dos interesses materiais e da carne3 onde !( . A convic+ão de 1"e a realidade espirit"al so%revive Fs condi+.es em com"n PERGUNTA: =ão poder> aver "m desaH"stamento3 em%ora so% aspectos di6erentes dos da 6amília terrena2 RAMATIS! 'm 1"al1"er plano 6ísico de ed"ca+ão espirit"al3 o desaH"ste . PERGUNTA: *s marcianos estão s"%metidos aos mesmos dispositivos da constit"i+ão de 6amília 1"e são adotados na .e F m>7ima E%oaC vontadeE3 visando ao per6eito e mAt"o entendimento 6raterno. de personais característicos de 6amília. =o vosso m"ndo3 os desaH"stes na 6amília sempre derivam do Hogo 6ero.organi.mente ao gr"po dom-stico3 considerando os o"tros gr"pos al eios como adversos o" estran os no campo dos 6avores "manos. * omem e a m"l er marcianos convivem e se con6raterni.em o 1"adro consangTíneo. A c-l"la dom-stica signi6icaCl es antes a preliminar do entendimento espirit"al3 so%repondoCse F instit"i+ão de deveres de parentela 6ísica.erra2 RAMATIS! As características 6"ndamentais são an>logas3 por-m a norma com"m em Marte . * agr"pamento dom-stico3 marciano3 assemel aCse F generosa ospedagem de E%oaCvontadeE3 em 1"e o omem e a m"l er aceitam a divina tare6a de preceptores de almas 1"e %"scam o aper6ei+oamento espirit"al.a+ão m"ito di6erente do vosso egocentrismo de E6amília por vínc"los sangTíneosE3 em 1"e vos devotais 6ero.es de cLnH"ges3 parentes3 pais o" 6il os. AmamCse e admiramCse3 aventando e7perimenta+. * lar .es 6ísicas3 desvanece as preoc"pa+. Consideram o lar como o6icina e escola de aper6ei+oamento espirit"al3 distante da Earena dom-sticaE em 1"e os terrícolas se digladiam nos con6litos gerados pelos sentimentos 6ero.

es animais. =as resid&ncias marcianas não e7iste a a. para o se" lar as ma. 0or-m3 in6eli. M"e ac a2 RAMATIS! 's1"eceis 1"e a maioria das 6amílias terrenas estão pro6"ndamente divididas na intimidade espirit"al. 0or-m3 na realidade3 a maioria dos lares terrestres não passam de melancGlicas ospedarias para o alimento e re"nião dos corpos cansados3 en1"anto as almas vivem 1"ase sempre distantes "mas das o"tras. A 6amília marciana sempre permanece em a%sol"ta armonia espirit"al3 mesmo 1"e seHam pro6"ndamente opostos os propGsitos emotivos no m"ndo e7terior. PERGUNTA: =ão > deveres conH"gais3 com responsa%ilidades de6inidas3 para esposo e esposa2 RAMATIS! Am%os go. e cost"meira do c e6e de 6amília3 1"e tra."m palco de desaven+as3 trans6ormando n"m am%iente de g"erra "ma re"nião 1"e3 por todos os motivos3 deve ser de %&n+ãos e de pa.aremC se contin"amente at.es . K a catad"ra 6ero. !9 .ades estran as por não compreenderem a grande.mente3 a maioria dos componentes da 6amília terrena3 desinteressados do pro%lema do indivíd"o como espírito eterno3 converte os lares em c>rceres de l"tas e discGrdias3 perdendo essa 6eli.ra%al am em com"m para o %em da coletividade.es conH"gais 1"e dei7am cicatri."do isto prova 1"e3 de%ai7o das ascend&ncias %iolGgicas e consangTíneas3 os lares terrenos a%rigam antigos espíritos advers>rios3 algo.o 6il o privilegiado3 1"e trans6orma o se" c"stoso a"tomGvel em tra+o de "nião entre o lar e o prostí%"loB a mo+a capric osa3 r"de no trato caseiro3 mas a6>vel e so6isticada no am%iente socialB a esposa encerrada na EtoiletteE3 preparandoCse para a e7posi+ão am%"lante de HGias e cosm-ticosB .es e vítimas do passado3 1"e <e"s3 pelo se" in6inito amor3 reAne3 a 6im de 1"e3 mediante "m es6or+o de %oaCvontade3 possam saldar mAt"os d-%itos do pret-rito. .ao omicídio entre parentes.es masc"linas o" 6emininas. * omem terreno dei7aCse cegar pela viol&ncia das pai7. =ão e7iste essa lin a divisGria terrena3 de o%riga+.elas dos prGprios desregramentosB são as cenas de ciAmes animali.es emotivas3 por1"e H> se li%erto" de deseHos o" imp"lsos veementes 1"anto ao se7o.>6ama c"lin>ria ca"sada pela alimenta+ão a E oras certasE3 1"e oc"pa a m"l er em e7a"stiva tare6a diante do calorento 6ogão terreno.es rígidas e transitGrias do parentesco da carne3 em detrimento da evol"+ão da almaB pois o se" anseio .assem para se congra+arem e "nirem so% essa 6raternidade espirit"al e eterna H> alcan+ada pelos marcianos3 c"Ha intelig&ncia e ac"idade não os escravi.espirit"ali. Com"mente os cLnH"ges mant&m "ma cond"ta arti6icial3 intercam%iando sorrisos convencionais como satis6a+ão e resg"ardo social. 'm Marte3 no entanto3 os desaH"stes dom-sticos sG ocorrem no plano intelect"al3 na pre6er&ncia religiosa o" artística3 1"e não implica em separatividade o" con6lito em com"m. ' devido a estas realidaC des deprimentes e dolorosas3 m"ltiplicaCse o nAmero dos 1"e c"ltivam ami. =ão se l e con ecem as 6r"stra+.em at.a moral e espirit"al do sentido e7ato da 6amília.o ciAme3 o Gdio e o capric o cond".o ca+"la e7igente e a"torit>rio3 trans6ormado3 por neglig&ncia e incompreensão paternal3 em ditador dentro do larB são os casos com"ns em 1"e a mesa dom-stica das re6ei+.es tradicionais de 6amília3 signi6icam mais amparo e "nidade coesiva.poderem al+arCse aos altos remígios do amor cGsmico e participarem das vent"ras celestiais da santidade.am das mesmas prerrogativas e integramCse nas mesmas responsa%ilidades. Cremos 1"e a lin a %iolGgica3 a ancestralidade e as mesmas disposi+.ados3 ateando inc&ndios de cGlera e %r"talidade 1"e c egam a degenerar em dramas e trag-dias irrepar>veisB .. PERGUNTA: Ac amos "m tanto dissociativa a indi6eren+a pela realidade consangTínea da 6amília. oport"nidade3 1"e l es seria a%en+oada3 se a "tili. .a Fs a6ei+.

mesmo 1"e isso importe em sacri6ício o" preH"í.es nervosas 1"e martiri. <i6ere3 no entanto3 o sistema de ed"ca+ão na tenra idade o" in6@ncia3 por1"anto l> se cogita3 a s-rio3 das conting&ncias e necessidades psí1"icas do reencarnado3 m"ito antes das e7alta+.es desaH"stes 6"t"ros dos mo+os e das mo+as3 desamparados e desprevenidos diante de "m m"ndo ostil e contraditGrio. * apego de sang"e na tradi+ão da 6amília terrena3 o . =ão podeis ignorar 1"e m"itas das mo+as vol"ntariosas e de capric os estran os e ins"%missos 1"e vão ao e7tremo da cGlera o" dos c oros e crises ist-ricas3 6oram a1"elas E%one1"in asE graciosas e 1"eridas da 6amília3 a 1"em os pais o"torgam poderes discricion>rios para 6a.elo especial3 F evol"+ão moral de se"s 6il os como entidadeCesp rito. /G o controle disciplinado3 inadi>vel e inteligente das e7atas 1"alidades do espírito reencarnado3 polindoCo $) .es e dos capric os do %e%& rec onc "do 1"e .Como o alimento . PERGUNTA: Cremos 1"e em nosso m"ndo os o%Hetivos ed"cacionais a respeito da crian+a atendem tam%-m F mel oria do espírito3 em%ora varie 1"anto F id-ia 1"e cada "m 6a.erem do lar "m campo de desatinos e ar%itrariedades3 levadas3 geralmente3 F conta de Egracin asE desc"lp>veis. os pais aos mais pro6"ndos erros ed"cativos3 con6"ndindo as necessidades da alma3 com o instinto prover%ial dos ascendentes eredit>rios. dessa entidade EespíritoE.am os terrícolas devido Fs desordenadas correrias a 1"e são o%rigados diariamente por ca"sa de se"s or>rios 6i7os na E ora do almo+oE e F tarde3 1"ando t&m de regressar ao lar. re6ei+. PERGUNTA: A 6amília marciana não 6a. * modo simples e restrito de alimenta+ão dispensa o" livra os marcianos dessas constantes a6li+.in oE 1"e solapa e s"%verte todos os princípios da disciplina dom-stica3 so% o ol ar dos pais em%evecidos3 o" da visão complacente dos avGs emotivos.es e tens. o pai marciano a c"idar e atender3 com .o dos interesses do Elar materialE.a alegria do lar. * descon ecimento da realidade espirit"alCreencarnatGria 1"e é com"m a todas as almas3 cond". Erei.es todos os dias2 RAMATIS! ?ma das principais características do estado evol"tivo de "m m"ndo semel ante a MarteE -3 H"stamente3 a s"a menor s"Hei+ão Fs necessidades o" e7ig&ncias de 6ei+ão material. Raros3 tam%-m3 são os lares terrenos3 onde o Eca+"laE não se trans6orma em 6ero.o mínimo e7igível para a vida 6ísica3 completandoCse o se" energismo na 1"ota do magnetismo atmos6-rico3 a temperan+a n"tritiva3 isenta das gl"tonices de vossos repastos3 permite F esposa cooperar e6icientemente com o compan eiro em todas as s"as atividades e7ternas3 a"mentando assim a a6inidade H> e7istente por elei+ão espirit"al.elo demasiado em torno dos descendentes 1"e o amorCprGprio do conH"nto dom-stico leva ao e7tremo de de6ender e H"sti6icar os erros dos 6il os3 contri%"em3 decisivamente3 para os in6eli. PERGUNTA: A 6amília marciana se constit"i F semel an+a terrena3 1"anto F associa+ão de pai3 mãe e 6il o2 RAMATIS! *s vínc"los consangTíneos são id&nticos e os 6il os atravessam o período in6antil3 de adapta+ão3 so% os c"idados protetores dos pais. A compreensão de 1"e3 acima do indivíd"oCcorpo3 encontraCse a alma em %"sca de aper6ei+oamento íntimo3 ind". =ão l e parece2 RAMATIS! =ão pomos isso em dAvidaB mas3 na verdade3 o es6or+o mais acent"ado dos pais terrenos concentraCse em preparar os 6il os para 1"e eles consigam &7ito 6"t"ro3 no 1"e concerne3 especialmente3 a se Einstalarem %em na vidaE3 e po"co atendendo Fs virt"des s"periores da alma3 as 1"ais e7igem "m c"rso moral e instr"tivo de maior pro6"ndidade.

A%atidos3 est"pe6atos e dolorosamente decepcionados com a resist&ncia encontrada aos se"s capric os3 at. K3 pois3 indispens>vel 1"e todas as emo+. ' neste sentido3 <e"s nos d> esta li+ão edi6icanteI A $1 . * vosso sentir paternal ainda é prod"to do egocentrismo de "m Eam%iente de sensa+. ' como o m"ndo . Condicionando rigorosamente a 6ase in6antil a "m ritmo de corre+ão intima3 sem os 6alsos sentimentalismos da 6ase >"rea da crian+a3 os marcianos esta%eleceram metGdica e e6iciente disciplina para o espírito reencarnado3 cond". <o"tro modo3 os imp"lsos in6eriores da mat-ria 1"e serve de corpo3 em com%ina+ão com o psi1"ismo indisciplinado3 criam "ma entidade Epsico6ísicaE descontrolada3 imp"lsiva3 ar%itr>ria e toler>vel sG F %ase de 6avores e inter6er&ncia al eias. =a realidade3 a ca"sa est> 6irmada l> na in6@ncia3 no conH"nto da 6amília3 onde os pais negligentes e os avGs e7tasiados concorreram para o 6lorescimento de "m conteAdo moral imprGprio das condi+.E3 6oi tol ido nos imp"lsos perniciosos.em s"as aspere. "mar os 6il os3 no sentido e#ato do termo3 importa3 acima de t"do3 em sa$er cond".as e recal1"es milen>rios estrati6icados em o"tras vidas3 .indoCo F 6ase ad"lta so% armoniosa p"lsa+ão de aH"ste espirit"al ao meio 6ísico.es in6eriores do m"ndo material3 1"ando s"%H"gadas pelo psi1"ismo s"perior3 transm"damCse em 6or+as constr"tivas e criadoras3 assim como a dinamite e7plosiva se torna energia dGcil e de "tilidade3 so% a dire+ão seg"ra e racional dos t-cnicos inteligentes. <esde 1"e o espírito reencarnado se dei7e dominar por essa energia agreste3 li%ertando tam%-m o recal1"e de s"as ma. A cGlera indisciplina 1"e .iC los visando3 não apenas3 o 6"t"ro omemCcorpo3 mas3 especialmente3 o omemCespírito. A s"%ida íngreme do estado de %e%& ao de cidadão de responsa%ilidade pA%lica3 em Marte3 . PERGUNTA: M"al o rec"rso seg"ro 1"e "tili.respons>vel por tantos c>rceres e ospitais3 1"ando p"ri6icada3 trans6ormaCse no espírito energ-tico dos erGis3 dos santos e dos pioneiros dos %ens "manos.es do meio agressivo 1"e . *s pais 1"e sa$em atender a este aspecto moral3 li%ertamCse dos sentimentalismos a6etivos 1"e degeneram em li%erdades nocivas.erra3 como escola disciplinadora e não como palco de e7pans.6eita so% a serenidade vigilante 1"e o a6asta das s"rpresas instintivas. /a%em os pais marcianos 1"e nos %astidores da1"ele corpo tenro3 gracioso e sed"tor3 at"a o acervo psí1"ico3 milen>rio3 repleto de idiossincrasias e capric os de ordem pr-CreencarnativaE3 o 1"al deve ser a%sol"taC mente controlado3 desde o primeiro instante de s"a mani6esta+ão3 a 6im de não pLr em perigo a prGpria vent"ra do reencarnado.entre os mais íntimos3 então3 alg"ns deles3 6eridos no amorCprGprio e "mil ados pelo a%andono e reprova+ão e7terior3 c"lminam o se" desespero no ato de revolta 1"e .esE. As pai7.1"e 6irmar> a crianC +a no r"mo certo de s"a seg"ran+a social e moral na 6ase ad"lta. Fig"rando o corpo 6ísico como o pec"liar Ecavalo selvagemE dos en7ertos do reino vegetal3 aveis de compreender 1"e a seiva %r"ta e agressiva da ereditariedade %iolGgica 1"e circ"la nesse organismo3 at"ar> vigorosamente so%re a alma reencarnada3 proc"rando impor s"a 6or+a selv>tica e se" domínio ostil.severa escola de ed"ca+ão espirit"al3 6"ncionando como departamento de corre+ão psí1"ica3 c ega o momento em 1"e o mo+o o" a mo+a vol"ntariosa são contra6eitos em s"as incontrol>veis atit"des preH"dicialmente a1"ecidos na 6amília condescendente.es3 incl"sive as mais no%res3 seHam s"%ordinadas ao controle do raciocínioB e o amor para com os 6il os não deve 6"gir a essa regra.s"icídio.es emotivas in6eriores3 contr>rias F vida am%iente.elas psí1"icas estr"t"radas nas vidas anteriores3 não tardarão os e6eitos nocivos 1"e tanto desaH"stam a armonia e7igida para a 6elicidade "mana.a .am os pais marcianos para o &7ito do mo+o 6"t"ro2 RAMATIS! A vigil@ncia e corre+ão precisa e imediata3 n"m sentido pací6ico e est-tico3 desde o primeiro imp"lso incontrol@tiel do Erec onc "do %e%&E3 1"e3 desde a Eprimeira ve.

<esaparecem o convencionalismo3 a 6rase 6eita3 as preven+.es de HA%ilo 1"e 6ormam a intimidade dos 1"e e7ting"em os pared.es são ass"ntos de alta signi6ica+ão3 criando compromissos recíprocos de visitas e divertimentos graciosos. * marciano .s"a %ondade3 em%ora in6inita3 não impedi" 1"e a s"a sa%edoria criasse a severidade dos m"ndos de corre+ão espirit"al3 destinados aos 1"e se a6astam da lin a reta esta%elecida pelas s"as leis3 pois não %asta sentir o amorB .es3 capric os e dissens.avesso F misantropia3 em%ora seHam d-%eis os la+os 1"e os "nem em 6amília 6ísica.es de 6amília adstritas a ascend&ncias %iolGgicas3 para e7istir somente o imp"lso 6raterno e a ami. ="nca dei7am de agir no espírito as tend&ncias eredit>rias organog&nicas3 ca%endo a este3 no entanto3 6a. *s Hardins in"ndados de l".es3 . K sedativo am%iente de pa.ade espirit"ali.er valer os se"s direitos e cost"mes.preciso sa$er e7erc&Clo de modo 1"e %ondade e sa%edoria 6ormem d"as lin as paralelas3 a 6im de 1"e se esta%ele+a o e1"ill%rio entre o sentir e o sa$er.o Eo>sisE 1"e 6a.elo3 na 6amília marciana3 para o %om &7ito do 6"t"ro cidadão3 1"ando H> se trata de espírito e1"ili%rado2 RAMATIS! Citamos as d"as in6l"&ncias 1"e podem re6ormar o reencarnado no m"ndo materialI a vigorosa at"a+ão dos instintos in6eriores e a %agagem psí1"ica ad1"irida no"tras vidas. PERGUNTA: A a"s&ncia de 6il os3 devida ao cost"me da Ecrian+a itineranteE3 não cria a solidão nos lares marcianos2 =ão se esta%elece3 assim3 semel an+a com os lares terrenos sem 6il os2 RAMATIS! /emel ante a"s&ncia .ada. *s lares3 notadamente F noite3 são am%ientes 6estivos3 com prodigalidade de l".es3 em contín"o interc@m%io 6raternoB essas re"ni. PERGUNTA: H>3 tam%-m3 mo+os marcianos 1"e contin"am a morar no mesmo lar2 RAMATIS! 0odeis conce%er3 sem receio3 o lar marciano símile ao da . Acresce3 tam%-m3 1"e o 6il o 1"e sai" a peregrinar pelo or%e3 sG em raros casos dei7a de retornar3 pois os la+os espirit"ais tam%-m são vínc"los de perman&ncia em 6amília consangTínea.3 de alegria e a6eto p"ro3 despidos de preconceitos isolacionistas. reviver3 nos se"s componentes3 as 6ascinantes tertAlias prGprias dos planos et-ricos.erra3 com as mani6esta+. * or%e marciano3 em%ora de am%iente aprimorado pela s"a "manidade evolvida3 não dei7a de ser constit"ído de s"%st@ncia material3 com s"a energia primitiva3 6"ndamentalmente ativa e com tend&ncia sempre para o domínio completo. * lar marC ciano3 completamente isento de disc"ss.es convencionais do m"ndo pro6ano.es eternas da alma. 'm%ora o espírito reencarnante3 em Marte3 H> apresente condi+. <aí o c"idado com 1"e os pais marcianos proc"ram e7ting"ir os re%entos instintivos3 1"e tentam at"ar na alma 1"ando ainda impotente para 6a. $2 .compensada pela presen+a e %"lício de o"tras crian+as itinerantes3 1"e cotidianamente estão em peregrina+ão pelos lares distantes de s"as comarcas. e as clareiras atapetadas de vel"do vegetal trans6ormamCse em verdaC deiros "m%rais de alta espirit"alidade3 onde os Hovens trocam as mais ternas H"ras de amor condicionado aos o%Hetivos da evol"+ão espirit"al.es s"periores no se" psi1"ismo3 ao ingressar em novo organismo3 6ica s"%metido Fs in6l"&ncias instintivas e eredit>rias da lin a mor6olGgica carnal. *s mo+os contin"am na com"nidade dom-stica3 considerada como nat"ral e Gtimo am%iente de con6a%"la%&es espirit"ais3 onde os la+os consangTíneos são postos a grande dist@ncia das preoc"pa+.er predominar os princípios s"periores. PERGUNTAI H> necessidade de tanto .

com 1"e se assemel em a crian+as 6eli. *s marcianos3 em%ora comparados aos terrícolas3 seHam verdadeiros s"perC omens3 1"ando se desa6ogam e se li%ertam das preoc"pa+.a santi6icante3 em 1"e o o%Hetivo essencial .es terrenas. do l"ar3 de tons rosados3 e o movimento 6estivo dos veíc"los coloridos3 lem%rando %rin1"edos pl>sticos 1"e desli.es agrad>veis3 1"er anivers>rio3 a partida de crian+a itinerante o" o se" regressoB os compromissos de noivado3 ospedagens3 t-rmino de compromissos o6iciais3 c"rsos acad&micos o" simples ideais concreti.es 6raternais do amor espirit"ali.es materiais3 não ret&m 1"ais1"er resíd"os mentais3 semel antes a esses recal1"es a6litivos3 1"e enc em de r"gas as vossas 6isionomias3 den"nciando3 m"itas ve.es a6etivas e descon ecidas no vosso m"ndo3 ainda dominado pelas competi+.es3 e7alando a1"ela gra+a e santidade sempre a%en+oadas por 4es"s.ados3 são motivos de alegria geral. /ão almas H> no limiar da Ea"ra crísticaE3 1"e aliam F s"a mente a"stera e s>%ia "m misto de encantamento tão irresistível3 1"e nos leva a de6iniC los como verdadeiras crian+as ad"ltas.am todos os prete7tos para trans6"são de alegrias e a6etos.es 6ero. *s noivados são c"rsos de %ele.am as comemora+. /em e7agerarmos3 podemos a6irmar 1"e os marcianos "tili. /o% noites da mais re6"lgente claridade3 provinda da il"mina+ão EaltaE3 como a designam os a%itantes3 as r"as3 os %os1"es e logrado"ros pA%licos são recantos %"li+osos. M"anto a datas 6estivas3 eles consideram a do nascimento por "m prisma de signi6ica+ão mais elevado do 1"e vGs o compreendeis3 pois não 6esteHam esse acontecimento adH"dicandoCo F entidade 6ísica3 mas sim ao advento da alma ao E a%itatE material3 como enseHo 6eli.ado e eterno3 dispostas a proporcionar a o"tros irmãos do plano astral a s"a descida e ingresso na escola ativa da reencarna+ão3 a 6im de poderem3 tam%-m3 ad1"irir a e7peri&ncia e os con ecimentos indispens>veis a novas tare6as na es6era da evol"+ão espirit"al. de maior aprimoramento espirit"al.es2 RAMATIS! =at"ralmente3 pois se trata de "manidade partic"larmente apegada a t"do o 1"e é H"%iloso e sadioB essas tertAlias de alegria3 por-m3 dispensam a ingestão de lí1"idos alcoGlicos3 1"e tanto deprimem e desmorali. *s conH"ntos instr"mentais são v"lgares nas 6estas íntimas o" pA%licas3 na mais in6inita variedade e modos e7c&ntricos de e7ec"+ão. PERGUNTA: * regresso dos a"sentes provoca motivo de HA%ilo ostensivo con6orme acontece entre nGs2 RAMATIS! M"ais1"er recorda+.es em datas 6estivas3 como seHam anivers>rios3 noivados e o"tras comemora+.ão3 não dispensam o conc"rso da mAsica3 ainda 1"e seHa o r"dimentar cantoc ão de ritmo monGtono e cansativo3 o" o %at"1"e implac>vel e sot"rno nas noites longas3 os marcianos não poderiam prescindir da divina ling"agem m"sical. PERGUNTA: =essas 6estas íntimas tomam parte conH"ntos m"sicais an>logos aos da .PERGUNTA: 'm Marte > re"ni.erra2 RAMATIS! /e as tri%os primitivas3 onde mal despontam os primeiros %r"7"leios da ra.es3 "ma vel ice precoce. 0or conseg"inte3 1"ando eles se congregam em re"ni.es de sons3 ainda inacessíveis aos o"vidos terrenos3 reperc"tem na $! . * trepidar s"ave das aeronaves imGveis3 no ar3 so% a l". H> imensa preoc"pa+ão de 1"e a alegria de "m seHa participada por toda a coletividade prG7ima.e tal rever&ncia e tal respeito3 1"e desarmaria o mais atrevido terrícola.es 6estivas3 o se" temperamento alegre e gracioso 6a.es no Hogo dos interesses materiais. 9ncríveis com%ina+.a "nião de d"as almas 1"e visam3 especialmente3 a 6ortalecer e ampliar as mani6esta+. =o entanto3 a s"a a"ra de tern"ra e a6eto imp.am so%re o solo3 criam disposi+.

es dos planos celestiais.a do Epo%reE o" o preconceito do EricoE3 despedemCse sons maviosos3 1"ais %andos de lenteHo"las cintilantes3 1"e parecem esvoa+ar pelo arvoredo maHestoso.CsomCcorEN PERGUNTA: A vel ice da 6amília marciana tam%-m di6ere3 em s"as características principais3 da dos terrícolas2 RAMATIS! Con6orme ireis veri6icar nas com"nica+.ar.es3 6a. sentenciosa dos EvovLsE3 1"e se"s espíritos parecem alcan+ar a mat"ridade espirit"al e se"s ol os den"nciam a triste.es3 em com%ina+ão com as melodias2 RAMATIS! ReservamoCnos para vos descrever3 no capít"lo da EMAsicaE3 essa 6ascinante propriedade dos instr"mentos m"sicais3 %em assim o Epl"ri6onoE3 a mais so%er%a e maHestosa cria+ão da t-cnica m"sical em Marte3 instr"mento 1"e "ltrapassa todas as possi%ilidades das mais adiantadas or1"estras sin6Lnicas terrenas3 pois 6"nciona so% o maravil oso trinLmio El". $$ .atmos6era límpida e cintilante de Marte3 em ond"la+.a da e7ist&ncia3 na vel ice3 1"ando em con6ronto com a %ele.es 1"e vos daremos so%re a desencarna+ão3 a vel ice3 em Marte3 .capa.as mais densas3 ante a contri+ão das avent"ras desairosas o" das irreg"laridades mentais. <as resid&ncias il"minadas desl"m%rantemente3 onde não se disting"e a simple.adamente os tipos desses instr"mentos e como se operam essas . 0odeis avaliar3 pela vo. de reali.es s"aves3 assim como a vo.es 1"e sG a inspira+ão s"perior . 'm%ora ocorram modi6ica+.es s"cedidos nas 6ases da mocidadeB trataCse de recapit"la+ão terap&"tica3 esp-cie de EcatarseE3 1"e vai despoHando o espírito de s"as imp"re. A cortina de magnetismo 1"e interpenetra mais vivamente a atmos6era marciana3 permite "ma resson@ncia m"sical de limpide. Maviosos conH"ntos mec@nicos3 6eitos de s"%st@ncia vítrea e 1"e 6"ncionam so% a energia Emagn-ticoCet-ricaE3 dirigidos por gr"pos de e7ec"tantes e7ímios nas mais incríveis improvisa+.s"ave3 sem 1"ais1"er re6le7os 1"e atinHam a alma3 pois esta contin"a intacta na s"a e7"%er@ncia de s"perioridade e compreensão moral. =o vosso m"ndo as EcãsE signi6icam os rec"rsos de 1"e a <ivindade lan+a mão3 a 6im de o omem terreno e6et"ar "m preparo consciencioso e mesmo pro6il>tico3 para o regresso ao se" verdadeiro lar3 1"e é o m"ndo espirit"al. dos sinos das catedrais po"sa3 s"avemente3 no dorso das colinas enl"aradas.es na apar&ncia 6isionLmica3 por se tratar de m"ndo de vida adstrita ao ciclo da 6orma3 o acontecimento .em pasmar3 por ve. 'm virt"de da e7c&ntrica 6ac"ldade desses instr"mentos3 1"e emitem e6lAvios de 6ai7as sonoras em 6re1T&ncias Ein6raE e E"ltraE Fs terrenas3 s"as 6rases ass"mem as mais %elas colora+.es de mati.es3 os prGprios circ"nstantes3 tais as in-ditas e7ec"+.ass"nto de po"ca monta3 em 6ace da partida do espírito para o 'spa+o3 antes de atingir o limite do ani1"ilamento vital.es meta%Glicas do corpo dependem pro6"ndamente3 na s"a estr"t"ra3 do e1"ilí%rio e otimismo da mente. A vel ice terrena é período comp"lsGrio de medita+ão e revisão dos 6eitos e desli. PERGUNTAI 0oderia o irmão nos descrever pormenori. e armonia inconce%ível para vGs.a da vida "mana. 6"lg"ra+. 'm 6ace da mani6esta+ão armLnica com os princípios s"periores da alta espirit"alidade3 a 6amília marciana atinge o "m%ral da Evel iceE3 revelando o mesmo HA%ilo3 e1"ilí%rio e vitalismo da mocidade3 pois as 6"n+.

A id-ia de propriedade de "ma prog&nie3 constit"ída F %ase de ascendentes %iolGgicos3 do vosso m"ndo3 ter> 1"e ser reaH"stada com toda a "rg&ncia3 em 6ace da implac>vel dissol"+ão 1"e o tAm"lo e7erce nos vest">rios de carne. PERGUNTAI <esaparece3 então3 a ascend&ncia o" a"toridade disciplinar entre pais e 6il os2 RAMATIS! '7ting"emCse os pared. *s 6il os signi6icam3 portanto3 verdadeiros Gspedes em visita de con6raterni. 0o"co a po"co3 a div"lga+ão da id-ia reencarnatGria vos d> a concep+ão e7ata de espíritos eternos e irmãos3 compreendendo 1"e a e7terioridade 6ísica . A preoc"pa+ão m>7ima de pais e 6il os3 esposos o" esposas3 .erra3 1"e as recorda+. 'm 1"ase todos os lares marcianos3 as recorda+.es de s"as e7ist&ncias anteriores3 em 1"e pais3 6il os3 esposos o" esposas envergaram traHes e condi+.es3 1"e se an"lam pela espontaneidade da consci&ncia emancipada.es convencionais da carne3 para s"rgirem as características do espírito eterno.es carnais opostos. =ão tardam em ser eliminados os la+os identi6icadores de Edescendentes da carneE3 para prevalecerem e7cl"sivamente as 1"alidades magní6icas do cidadão cGsmico3 irmão eterno.in o rancoroso3 6oram vossos amigos diletos no pret-rito3 aveis de e7ting"ir3 grad"almente3 os tolos preconceitos da separatividade pelo corpo 6ísico. =ão os preoc"pam as prerrogativas3 m"ito ao gosto terreno3 das E>rvores genealGgicasE e dos ancestrais 6amosos no melodrama terrestre.es.am por identidade 6isionLmica.considerado c"rso preparatGrio para o evento da 6amília "niversal3 o lar . Assim 1"e p"derdes comprovar 1"e os vossos at"ais progenitores H> 6oram vossos 6il os3 al "resB o" 1"e os 6il os detestados3 do vi.es eredit>rias.8 I#f9#cia. 4> podeis comprovar3 na . Consideram o corpo de carne ass"nto sec"nd>rio3 como instr"mento di6erenciador de tra%al o3 algo dos vest">rios "manos3 1"e com"mente valori.apenas acessGrio de transe. PERGUNTA: As crian+as3 por1"e se recon ecem espíritos reencarnados3 não ass"mem responsa%ilidades e deveres para com os pais2 RAMATIS! M"ando as almas estão completamente identi6icadas e integradas na responsa%ilidade 6raterna3 desaparece a necessidade de o%riga+. *s mem%ros componentes das novas 6amílias carnais sempre recordam3 H"%ilosos3 sem constrangimentos3 as v>rias sit"a+.local transitGrio3 destinado principalmente ao reencarne dos espíritos 1"e proc"ram novas e7peri&ncias no campo material3 para mel or entendimento cGsmico. PERGUNTAI M"ais os >%itos com"ns dos 6il os marcianos2 RAMATISI <esde 1"e o agr"pamento dom-stico3 em Marte3 . $5 .es de vidas anteriores3 1"e vos %r"7"leiam na mente3 estão desem%ara+ando preconceitos religiosos3 an"lando 6ronteiras de ra+as e eliminando as separatividades 1"e disC ting"em as 6amílias F %ase das con6ig"ra+.am o estilo o" o to1"e pec"liar de "ma al6aiataria.arem sempre o conteAdo do omem interno3 1"e e a alma3 a verdadeira E"nidade da 6amília cGsmica.es de vidas anteriores são per6eitamente identi6icadas3 mesmo independente dos ErelatGrios pr-C reencarnativosE o" dos Eelos psí1"icosE 1"e adiante con ecereis no ass"nto das reencarna+.a+ão espirit"al3 acima das características consangTíneas 1"e se partic"lari.a de valori.

tãoCsomente o palco provisGrio para o aprendi.es de amor o" a%randam inc&ndios de Gdio do passado.es aristocr>ticos3 o" o dos "m%rais g-lidos das igreHasB mas por 1"e averia preoc"pa+.es de aprendi. enHeitado e o Gr6ão dos casar.endo considera+. preoc"pa+. A re"nião de almas a%itando corpos a6ins e ligadas por imperativos de sang"e . 0areceCnos 1"e essa partida em tenra idade .ado do amor do espírito3 1"e é o amor verdadeiro.es com"ns de vosso m"ndo3 ainda agressivo e egoísta. PERGUNTA! 'sse senso direcional3 em tenra idade3 não tra. Mesmo 4es"s3 o /"%lime *rientador de vossos destinos espirit"ais3 1"ando vos adverti" Ea%andonai pai e mãe3 mas seg"iCmeE3 re6eriaCse F pro6"nda necessidade de li%erta+ão dos la+os consangTíneos da 6amília humana. /eria pro6"ndo e1"ívoco crer 1"e o agl"tinamento %iolGgico simp>tico deve sacri6icar a identidade real da alma. PERGUNTA: Mas o lar não deve 6"ncionar como "nião dos espíritos3 em%ora il"didos pela apar&ncia 6ísica2 RAMATIS! 'm%ora de 6ei+ão íntima e simpatia carnal3 parado7almente3 o lar aH"sta as almas para o entendimento recíproco e as separa propositadamente para novas a6ei+.PERGUNTAI *s 6il os são livres de logo ass"mirem o se" destino2 RAMATISI 'ncetam s"as peregrina+.o" e7tin+ão de deveres 6amiliares3 nem s"geri" a 6"ga das responsa%ilidades espirit"ais3 mas lem%ro"Cvos a incongr"&ncia da e7cl"sividade a6etiva nos agr"pamentos dom-sticos3 amandoCvos apenas pela identidade de sang"e e despre.a+ão e1"ili%rada3 onde o amor e a verdade são normas com"ns de vida. * sorriso de alegria e de compreensão3 aliado aos %ons deseHos para o amigo espirit"al3 1"e se despede F proc"ra de "m ideal para o %em com"m3 6orma o 1"adro emotivo da ora em 1"e a crian+a revela o se" senso direcional no m"ndo marciano.ando o Cristo [ 1"e .es aos pais3 1"anto F seg"ran+a do 6il o precocemente entreg"e ao t"r%il ão da vida pA%lica2 RAMATIS! Recon ecemos 1"e a preoc"pa+ão de vossa perg"nta se %aseia nas condi+.algo de premat"ro3 "m Edeserdamento de a6etividadeE.componente indissolAvel da "manidade "niversal. =o entanto3 estamos 6a.es so%re civili.es con6rangedoras dos sol"+os ang"stiados.es estran as. =ão preconi.rataC se de "ma se1T&ncia tão nat"ral e tradicional3 em Marte3 1"e não se s"cedem cenas dolorosas nos momentos de separa+ão a6etiva3 mas lem%ram a partida de Gspedes simp>ticos3 1"e devem atender a o%Hetivos diversos dos de se"s ospedeiros. para o mais %reve ingresso na !am lia universal e eterna. *s a6etos 1"e se processam e7cl"sivamente no espírito e na convic+ão da eterna indissol"%ilidade dos la+os de6initivos da alma eliminam as despedidas comp"ngentes e as sit"a+. A vossa necessidade de compor novos lares a6asta entre si os pais e 6il os3 para $6 . . do animal e7p"lso do aconc ego materno2 PERGUNTA: Cremos 1"e o 6ato de o lar marciano ser mais evolvido do 1"e o terreno importaria em maior assist&ncia aos 6il os.ado espirit"al m"ito cedo3 em tenra idade3 em%ora l es seHa 6ac"ltado contin"arem no lar o tempo 1"e l es convier. =o vosso m"ndo3 tão contraditGrio e repleto das mais dolorosas ciladas3 so%revivem o in6eli. As 6amílias "manas são %reves est>gios 6ísicos3 de po"so espirit"al3 onde as almas3 algemadas pelos la+os consangTíneos3 renovam li+. =ão ser>2 RAMATIS! =ão .?niversal.erra2 =ão é o menor a%andonado3 no vosso m"ndo3 tam%-m o tipo da Ecrian+a itineranteE3 marciana3 em%ora so% a condi+ão da 6ig"ra in6eli.es dos progenitores3 em Marte3 onde o servi+o 6raterno e a armonia de vida são mais dominantes 1"e a necessidade de vossa alimenta+ão na .a demora no aconc ego do lar "mano 1"e sol"ciona os pro%lemas eternos e íntimos de cada alma3 1"e .

novas deli%era+,es conH"gaisB as e7ig&ncias ed"cativas %em cedo treinam a 6amília nas oras dom-sticas da a"s&ncia dos 6il osB id-ias mais importantes3 por ve.es3 o%rigam os descendentes 1"eridos a longos est>gios e romagens 6ora das 6ronteiras dom-sticasB la%ores e7cessivos podem constranger o c e6e de 6amília a contín"as viagensB e3 6inalmente3 a en6ermidade divide a 6amília entre o ospital e o lar3 a morte entre este e o cemit-rio. 0ersiste a separa+ão da 6amília nas modi6ica+,es com"ns do crescimento dos 6il os3 nas di6eren+as dos patrimLnios intelect"ais o" artísticos3 religiosos3 políticos o" emotivos3 entre si. 'norme - a di6eren+a mental da crian+a %"li+osa para a avo.in a rememorando as il"s,es do m"ndoB a passividade da esposa pode distanciarCse enormemente do intelecto ativo do compan eiroB pois am%os proc"ram ideais de se7os opostosB os gostos3 as pro6iss,es e os c"rsos acad&micos a6astam3 isolam e criam con6litos mentais entre irmãos. A 6il a 1"e H> divide o se" a6eto com o noivo escol ido desprendeCse do antigo a6eto 1"e tin a aos pais3 c"lminando3 por ve.es3 em separa+,es 6ísicas de6initivas3 em 6ace das contradi+,es de capric os o" id-ias. =a realidade3 as lin as mor6olGgicas 1"e determinam a constit"i+ão dos corpos do agr"pamento dom-stico3 os prGprios interesses em com"m dentro do mesmo lar3 podem não apro7imar e "nir verdadeiramente os se"s componentes. * verdadeiro a6eto3 o amor real3 santo e indissolAvel3 revelaCse 1"ando os 6amiliares se encontram atraídos pelos elos eternos do espírito e so% a -gide s"%lime de 4es"s. As prerrogativas dos m"ndos de 6ormas separam3 com"mente3 os constit"intes da mesma c-l"la 6amiliar3 comprovandoCvos 1"e sG o a6eto cGsmico - o so%revivente no Hogo dos interesses "manos. PERGUNTAI Como se entende a Ecrian+a itineranteE a 1"e o irmão al"di" em el"cida+ão anterior2 RAMATIS! K a crian+a emancipada3 1"e se desvencil a dos la+os dom-sticos e cedo peregrina pelo m"ndo3 F proc"ra dos o%Hetivos íntimos 1"e deseHa concreti.ar. A Ecrian+a itineranteE reina de modo a%sol"to no local e am%iente em 1"e se apresenta3 alimentando "ma das tradi+,es mais H"%ilosas entre os marcianos. ;odas as portas l e são a%ertas e todos os gostos l e são satis6eitos3 avendo intensa preoc"pa+ão de alegr>Cla3 c egandoCse at- F competi+ão sadia de 6raternidade. As interpreta+,es3 o riso 6arto3 as narrativas e7c&ntricas dos camin os percorridos3 servem de motivos encantadores para os o"vintes3 1"e prodigali.am F crian+a 6eli.es momentos de tern"ra espirit"al. PERGUNTA: '7istem l"gares especiais para serem a%rigadas as Ecrian+as itinerantesE2 RAMATIS! 'm todos os lares > leito3 %i%lioteca3 e os Hogos e as distra+,es %aseadas no esclarecimento cienti6ico3 artístico o" religioso. A crian+a principia a s"a responsa%ilidade inerente ao 6"t"ro cidadão3 a%sorvendo3 atrav-s de s"aves li+,es repletas de s"cessos agrad>veis3 os elementos c"lt"rais e ed"cativos necess>rios F vida 6ísica. M"ando se apro7ima de agr"pamentos 6amiliares3 signi6ica a %&n+ão divina doada pelo 0ai3 pois compensa a a"s&ncia da descendente da1"ele lar3 1"e tam%-m sai" cedo na peregrina+ão de Ecrian+a itineranteE. PERGUNTA: M"ais os motivos 1"e incentivam todos a cooperar para o maior &7ito e vent"ra da Ecrian+a itineranteE2 RAMATIS! A consci&ncia da verdadeira vida do espírito eterno. A "manidade marciana proporciona F in6@ncia o m>7imo de vent"ras e esclarecimento3 por1"e o cidadão ad"lto3 1"e - a crian+a crescida3 %em sa%e 1"e est> doando ao pe1"eno peregrino3 e7atamente

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o" mais3 a1"ilo 1"e tam%-m rece%e" na s"a 6ase tradicional de Ecrian+a itineranteE. F"nciona3 ali3 sem so6ismas o" interesses3 a per6eita aplica+ão viva do E6a.ei aos o"tros o 1"e 1"ereis 1"e vos 6a+amE. *correCl e3 ainda3 1"e em novas romagens3 de retorno ao se" planeta3 > de envergar novamente o traHe da Ecrian+a itineranteE3 voltando a "s"6r"ir3 novamente3 os e6eitos do am%iente tradicional de amor e alegria 1"e alimenta ao premat"ro peregrino. 'n1"anto o omem marciano aprimora contin"amente o se" m"ndo 6ísico3 revivendo em novas reencarna+,es Econ6orme s"as o%rasE3 o cidadão terreno3 in6eli. e ignorante3 semeia a corr"p+ão3 a desordem3 o delito e o so6rimento3 para retornar em 6"t"ras romagens3 a 6im de a"6erir os res"ltados dantescos de s"as prGprias cria+,es in6ernais. PERGUNTA: =ão > perigos e acidentes para a Ecrian+a itineranteE2 RAMATISI A pro%a%ilidade de acidentes sempre e7iste nos m"ndos 6ísicos3 1"e são de s"%st@ncia rígida3 cont"ndente3 seHa na ;erra3 Marte3 5&n"s o" 4Apiter. =o entanto3 o acidente no meio marciano sG pode ocorrer mediante a soma de coincid&ncias imprevistas3 1"e "ltrapassem a tradicional vigil@ncia t-cnica e ao seg"ras previs,es cientí6icas. /alvo acontecimentos mais prGprios da nat"re.a3 como eros,es3 1"edas de roc as3 modi6ica+,es locais no solo s"%terr@neo o" rea+,es magn-ticas de planetas intr"sos3 não se cogita de acidentes graves. PERGUNTA: M"ando ela se desloca3 d"m local para o"tro3 não > pro%a%ilidades de acontecimentos de ordem mais emotiva o" moral2 RAMATIS! 'ssa Hornada - isenta de perigos3 1"er pela a"s&ncia de mal6eitores o" criat"ras alienadas3 em Marte3 onde a e7ist&ncia delit"osa seria acontecimento espantoso3 como por tratarCse de "m m"ndo isento das necessidades c>rmicas de p"ri6ica+ão comp"lsGria. PERGUNTAI =ão devemos press"por acidentes decorrentes do tr@nsito2 RAMATIS! * acidente de responsa%ilidade pessoal seria tam%-m ass"nto con6rangedor demais para "m cidadão marciano3 c"Ha vida espirit"al - o se" e7cl"sivo o%Hetivo no m"ndo de 6ormas. =ão mani6esta a volApia egoc&ntrica3 a insanidade moral3 a cGlera3 a ne"rastenia3 a vaidade e a grave irresponsa%ilidade espirit"al do cond"tor de veíc"los de vosso m"ndo3 1"e se assemel a mais a "m Ed"endeE o" Eal"cinadoE3 dei7ando3 Fs ve.es3 no rastro de s"a passagem motori.ada3 alg"mas vítimas de s"a impr"d&ncia o" impiedade. PERGUNTAI 0oderemos avaliar3 mais o" menos3 os motivos da a"s&ncia desse perigo de tr@nsito2 RAMATIS! =o capít"lo EAspectos :eraisE e7pomos detal es do Etr@nsito marcianoE3 1"e demonstram a impossi%ilidade dos a%alroamentos de veíc"los3 devido a leis s>%ias de magnetismo3 e pela disposi+ão no%re e cristã dos se"s cond"tores. Acresce3 ainda3 1"e a vida marciana é pre6erencialmente a-rea3 condicionandoCse o tr>6ego terrestre a "m 1"ase divertimento3 com despreoc"pa+ão da ang"stiosa Eperda de tempoE do a%itante terreno.

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PERGUNTAI K em tenra idade 1"e a crian+a marciana enceta o se" camin o pelo m"ndo2 0oderíamos con ecerCl e a idade apro7imada3 tomando por %ase a da crian+a terrena2 RAMATIS! Assim como con eceis3 em vosso m"ndo3 ad"ltos c"Ha mente se nivela F de "ma crian+a de 1) o" 12 anos3 podeis encontrar em Marte o oposto3 em 1"e3 na idade de # anos3 com"mente3 a crian+a poss"i mel or discernimento e senso de responsa%ilidade do 1"e oitenta por cento da "manidade terrena. <aí aver casos em 1"e a crian+a itinerante parte do lar na idade e1"ivalente aos tr&s anos terrestres3 Mas com "m senso diretivo m"ito s"perior ao da vossa capacidade 6ísica. PERGUNTAI =ão é "m tanto premat"ra essa partida para o m"ndo pro6ano3 aos tr&s anos de idade2 RAMATIS! =a prGpria ;erra 1"e vos serve de morada3 inAmeras almas t&mCse destacado em tenra idade3 revelando discernimento s"perior a m"itos ad"ltos. Citamos Mo.art3 na es6era da mAsica3 1"e aos cinco anos de idade H> regia concertos de s"a prGpria a"toria. PERGUNTA: M"ais as características 6ísicas da crian+a marciana2 RAMATIS! A 6isionomia é de 1"er"%im crescidoB ca%elos normalmente claros3 sedosos e transparentes3 emold"rando o rosto 1"e lem%ra a porcelana translAcida. *s ol os são límpidos como gotas de orval o de cor a."lCceleste escapando para "m verde 1"e lem%ra a pal a tenra. A atmos6era t&n"e de Marte cond". a longa dist@ncia o se" riso 6arto e a s"a vo. m"sical3 lem%rando os sons delicados de arpa a6inadíssima. As mãos são lisas3 de pele avel"dada como cetimB e os movimentos vivos3 com a palma das mãos sempre voltadas para cima3 dei7am a impressão constante de prodigalidade espirit"al. As meninas movem as mãos com a mesma gra+a das pom%as 1"ando po"sam3 c eias de garridice3 nos nin os macios. 'm%ora tentando 6"gir aos l"garesCcom"ns das vossas descri+,es romanceadas3 desprovidos de voc>%"los 1"e possam assinalar com e7atidão os tipos das crian+as marcianas3 lem%ramosCvos3 apenas3 1"e se assemel am per6eitamente a 6ascinantes 6ig"ras vivas3 1"e os vossos artistas se esmeram no pintar3 acima da vossa realidade3 nos cromos e il"stra+,es de o%ras l"7"osas. PERGUNTAI M"ais os se"s sentimentos emotivos o" psicolGgicos2 RAMATIS! /ão crian+as a%sol"tamente desprovidas de a6eta+,es3 so6ismas o" melancolias do so6rimento precoce. Alegres e simples3 e7teriori.ando o 1"e l es vai na alma sem 6r"stra+,es o" descontentamentoB são servi+ais3 ternas3 nat"ralmente respeitosas e com pro6"ndo senso espirit"al de a"toconsci&ncia em todas as s"as atit"des. =ing"-m as cens"ra3 por não merecerem reparos intempestivosB revelam a mesma disposi+ão do car>ter do ad"lto3 sendo Ateis e verdadeiras3 em per6eita armonia com 1"al1"er sit"a+ão no am%iente. Assim como a 6lor não sa%e o 1"e - a virt"de o" o pecado3 mas se mani6esta e cresce3 em%ele.ando e per6"mando o Hardim3 apenas no deseHo ardente de Emais solE3 a crian+a marciana - a 6lor viva e r"tilante3 1"e desa%roc a no cen>rio material3 regida pelo deseHo veC emente de Emais <e"sE.

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PERGUNTA: * premat"ro a%andono dos lares3 por parte dos 6il os3 não l es e7ting"e os la+os a6etivos 1"e constit"em certo pra.er da vida "mana2 RAMATIS! K conveniente não con6"ndir a a6etividade espirit"al com o sentimentalismo terrícola. A serenidade espirit"al3 sem os e7tremismos melodram>ticos o" emo+,es descontroladas - "ma das mais admir>veis características dos marcianos3 1"e vivem distantes do pieg"ismo e das e7ageradas emotividades dos pais3 1"e se 6anati.am F 6ig"ra provisGria do 6il o de s"a carne3 assim como o artista se o%seda pela s"a o%ra. ;am%-m não se descontrolam3 no o"tro e7tremo inconveniente3 na cGlera e viol&ncia3 em 1"e desa%roc am o se" org"l o e amorCprGprio 6eridos3 na %r"talidade dos castigos corporais aos 6il os deso%edientes o" capric osos. 9nAmeras criat"ras3 em vosso m"ndo3 1"e t&m devo+ão pelos 6il os F maneira de ídolos sagrados3 não se 6"rtam de odi>Clos3 6"riosamente3 1"ando eles se emancipam e contrariam os capric os das tradi+,es de 6amília. 0ermanecendo n"m senso de e1"ilí%rio a6etivo3 os marcianos não e7ting"em o amor no a6astamento premat"ro dos 6il os3 nem se mani6estam a6litos3 por considerarem a vida 6ísica apenas o interlAdio da verdadeira vida3 1"e - a espirit"al. 'sta - insepar>vel entre os 1"e se amam na p"re.a do a6eto cristão de irmãos eternos. A li%erdade concedida %em cedo3 aos 6il os do lar marciano3 - "ma conting&ncia o" atit"de tão nat"ral como a 1"e adotais com vossos 6il os 1"ando consentis 1"e eles se separem de vGs a 6im de atenderem aos se"s deveres escolares o" ed"cacionais3 indo3 Fs ve.es3 at- para l"gares distantes. PERGUNTA: 'ssa crian+a itinerante3 1"e peram%"la sempre3 não se pode de6ormar psicologicamente3 pela premat"ra emancipa+ão2 RAMATISI =ão deveis consider>Cla ao nível o" prG7ima da crian+a terrena3 pois não se trata de crian+a com recal1"es de capric os nocivos3 irrit>vel3 impr"dente e avessa Fs tare6as s-rias3 nem so% a in6l"&ncia dos vícios perniciosos de vossos ad"ltos dese1"ili%rados. 'st> %em longe da 6ig"ra desatinada do mole1"e da ;erra3 1"e - cínico3 insincero e r"de3 portador dessa ling"agem 6escenina 1"e mac"la a %ele.a da in6@ncia terrestre. A crian+a marciana - espírito e1"ili%rado no Amor e no Bem3 1"e retorno" ao vaso 6ísico3 apenas para em%ele.ar a alma H> de cond"ta santi6icada. ' os ad"ltos 1"e a cercam são criat"ras %oníssimas3 constr"tivas e p"ras de espírito3 1"e desde o %er+o at- F imac"lada vel ice3 dominam as aspere.as dos instintos in6eriores. Bem cedo3 a crian+a aprende 1"e o corpo - o traHe e6&mero da alma necessitada3 em ve. do 6ig"rino personalístico con6ig"rado pelo omem terreno. PERGUNTA: A crian+a marciana est> livre das en6ermidades nat"rais da in6@ncia terrena2 RAMATISI * so6rimento3 6"ncionando como processo comp"lsGrio de p"ri6ica+ão "mana3 nos m"ndos 6ísicos3 serve apenas para os espíritos distantes da consci&ncia espirit"al. *s rec"rsos patolGgicos são canais drenadores das Eto7inas psí1"icasE3 1"e ainda se incr"stam nos veíc"los s"tis da alma3 como seHam as imp"re.as prod".idas pelo Gdio3 ciAmes3 desatinos3 l"7Aria e o"tros desvios morais tão com"ns nas e7ist&ncias "manas desarmoni.adas. As c agas3 t"mores3 ne"roses3 ipertro6ias3 Alceras3 c@nceres3 etc.3 res"ltam da ca"sticidade 1"e o veneno psí1"ico prod". na intimidade e7tramaterial do corpo astral. A c"ra se processa na EdescidaE3 na Econgela+ãoE dessa carga pe+on enta3 drenandoCa para o campo material3 1"e - o se" verdadeiro correspondente vi%ratGrio. A mat-ria 6"nciona como E6ioCterraE e a%sorve3 na mani6esta+ão patolGgica3 o 1"imismo cr"ciante 1"e ainda oprime e a6og"eia o espírito a6lito. A lepra3 rep"lsiva e dantesca3 nada mais - 1"e a terapia espirit"al de

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"rg&ncia3 1"e a alma pecadora3 ansiosa por se rea%ilitar3 re1"ere" F dire+ão divina3 para e7p"rgar o tG7ico ani1"ilante 1"e l e penetra em todos os interstícios perispirit"ais. Al"cinada3 vagando em p"ngente angAstia no tr>6ego das es6eras invisíveis aos sentidos 6ísicos3 s"%mersa e oprimida n"m cas"lo de magnetismo imp"ro3 coercitivo e atro.3 %rada aos c-"s pelo socorro o" tratamento generoso da dor. /"plica3 en6im3 a oport"nidade salvadora da reencarna+ão3 1"e l e signi6ica o Anico rec"rso terap&"tico para aliviar se" so6rimento. <aí poderdes notar a con6orma+ão com"mente o%servada nos leprosos3 e tam%-m nos cegosB por1"e3 na s"%Hetividade de s"a consci&ncia espirit"al3 recon ecem a necessidade de processos de "rgente 6iltra+ão tG7ica3 atrav-s dos poros sensíveis da carne. 'm virt"de de os espíritos terrestres3 com raras e7ce+,es3 ainda conservarem na s"a intimidade grande percentagem do EtG7icoCpsí1"icoCmentalE tra.ido do"tras vidas3 a ;erra - a ElavanderiaE moral e espirit"al3 em 1"e a alma e7p"nge s"as nGdoas no rio cristalino das l>grimas p"ri6icadoras. K tão %en-6ico o so6rimento 1"e 4es"s3 o vosso Mentor 'spirit"al3 vos aconsel o" a m>7ima resigna+ão ante a dor3 para não perderdes os provemos sal"tares da e7p"rga+ão delet-ria da alma. ' para 1"e o espírito terrestre atinHa as oras do so6rimento mais acer%o3 sem a imp"lsiva Ea"todestr"i+ãoE provocada pela 6alta de preparo psí1"ico3 e7istem as en6ermidades cong&nitas3 da in6@ncia3 em vosso m"ndo3 1"e vão grad"ando as almas n"m ritmo inici>tico F dor3 para 1"e3 mais tarde3 possam atingir o Eclíma7E e7igível no e7p"rgo do conteAdo nocivo F s"a evol"+ão espirit"al. PERGUNTAI Conse1Tentemente3 a crian+a marciana est> isenta do so6rimento3 por1"e H> - espírito s"perior2 RAMATIS! ;ratandoCse de alma e1"ili%rada e emotivamente sadia3 dispensa essa rede de Ecanais drenadoresE do psi1"ismo desvirt"ado3 assim como a veste imac"lada prescinde de sa%ão c>"stico para a e7tin+ão das nGdoas. PERGUNTAI =a peregrina+ão 1"e 6a. a crian+a3 em Marte3 ela se interessa pela mAsica e aprende o maneHo de instr"mentos m"sicais2 RAMATIS! A aprendi.agem m"sical3 em Marte3 - ass"nto tão necess>rio e e7igível 1"anto o c"rso de al6a%eti.a+ão no vosso m"ndo. =ão - apenas condi+ão de c"lt"ra artística o" desta1"e na es6era com"m de vida 6ísica. Fa. parte da e7ist&ncia cotidiana3 pela mesma ra.ão 1"e o ar se 6a. preciso F vossa respira+ãoN ^ medida 1"e a alma alcan+a estados de s"%limidade emotiva3 %"sca a s"a En"tri+ãoE espirit"al como imperativo rítmico da correspond&ncia vi%ratGria do Cosmos. * selvagem do %at"1"e3 de ritmo monGtono3 cansativo3 g"arda imensa dist@ncia do apreciador de Bra ms3 Bac o" _agner3 assim como o alimento material do omem das cavernas signi6ica mont"ro detest>vel ao paladar de "m Francisco de Assis. A crian+a marciana3 espírito s"%lime reencarnado3 não sG se serve da arte m"sical como necessidade de E%iologia espirit"alCpsí1"icaE3 como ainda a trans6orma em vivo complemento do se" ling"aHar s"til e 6estivo. Ha%ilíssima em 1"al1"er e7ec"+ão instr"mental3 improvisando melodias e 6rases m"sicais com e7cessiva 6acilidade3 diverteCse em se com"nicar por "m voca%"l>rio sonoro3 entendível e 6esteHado pelos ad"ltos. *s in6antes marC cianos t&m se"s instr"mentos como prolongamento vivo de se"s espíritos alegres e sinceros. ?nem a palavra ao rec"rso telep>tico do pensamento e aH"stam "m e7c&ntrico 6"ndo m"sical com se"s instr"mentos port>teis3 compondo di>logos Es"igenerisE3 1"e 6a.em o encanto e a alegria da vida marciana. /ão composi+,es em 1"e se revela "m espírito de 6iligranas inteligentes3 6olga.ão3 6estivo e de "ma sagacidade impregnada de p"re.a sG compar>vel F das almas santi6icadas. 0odemos a6irmar 1"e3 em Marte3 H> se pratica o treino necess>rio para o entendimento da verdadeira e de6initiva ling"agem do espírito nas altas

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Fs com%ina+.es sonoras."m dos tra+os mais encantadores da vida marciana3 e 1"e tornam as crian+as itinerantes em motivos de HA%ilo3 arro"%os e ineditismos3 na 6ig"ra de "ma gra+a divina doada ao or%eI não vos podemos transmitir de 1"anta %ele. /ão pe1"enos aparel os de 6orma circ"lar3 como dois pratos de metal s"perpostos3 com ran "ras em toda a e7tensão3 e 1"e al-m de 6"ncionarem melodicamente com o mais s"til imp"lso de ar emitido pelos l>%ios3 poss"em delicado conH"nto interno3 de minAsc"las Econc asE de s"%st@ncia vítrea e coloridas3 receptíveis ao magnetismo "mano3 1"e giram e rodopiam velo. e som3 a maravil osa trindade das "manidades s"periores.es m"lticores do vosso m"ndo3 com a 6ascinante 6ac"ldade de serem reg"lados desde os sons ag"díssimos 1"e emitem3 F semel an+a dos p>ssaros estridentes3 at.es cristalinas.a e magnetismo divino se e7ornam nesses momentos3 em 1"e os espíritos marcianos an"lam as 6ronteiras da idade 6ísica3 para se "nirem3 "níssonos3 na intimiC 52 .erra notaria ser mAsica instr"mental3 acreditando em maviosos c@nticos da passarada 6estiva. PERGUNTAI 'sses instr"mentos "sados pela crian+a t&m 1"al1"er semel an+a com os da . .mente3 na mais 6ant>stica com%ina+ão de conson@ncia m"sical.es misteriosas do canto do Ep>ssaro espirit"alE.es de vo.toda acAstica3 mani6estandoCse a mais per6eita limpide. M"ando se reAnem os itinerantes3 1"e convergem de todos os @ng"los das cidades3 portadores dos instr"mentos mais variados3 cessa a atividade com"m e o povo coCparticipa dos maravil osos momentos de gra+a e espirit"alidade s"perior3 em 1"e os %andos g>rr"los de crian+as interpretam todas as vo.Fs mais deliciosas com%ina+. <aí tornarCse esta arte3 na crian+a marciana3 "m preceito 6"ndamental de mani6esta+ão incessante e des6r"t>vel so% as com%ina+.es da nat"re. Anotamos3 tam%-m3 certa es6era translAcida3 eri+ada de ag"l as cLnicas3 1"e as crian+as giram rapidamente3 como esses pi.es dos con6litos vi%ratGrios provindos da eterogeneidade do material empregado. PERGUNTA: K a Anica instr"menta+ão "sada pela crian+a itinerante2 RAMATISI /ão mAltiplas as 6ormas 1"e assinalamos de instr"mentos pre6eridos pelas crian+as3 mas 6ogem imensamente F tradicional mor6ologia dos 1"e "sais. /omos o%rigados a nos cingirmos Fs descri+.es6eras3 1"al seHa a mAsica. /o% os dedos de movimentos inconce%íveis e 1"e provocam e7Gticas com%ina+. de sons e armonias3 despida das prover%iais resson@ncias e distor+.es de cor3 l".ais armLnicas em 6orma de graciosas conc as rasas3 s"perpostas3 permitem o%ter os mais incríveis rec"rsos sin6Lnicos3 em 6ace de o"tros dispositivos3 de r>pida adapta+ão.erra. 'ste .erra2 RAMATIS! 5ariam3 alg"ns3 1"anto F con6ig"ra+ão e ao processo de e7ec"+ão3 em%ora ten amos notado inTmeros3 an>logos aos da .es melGdicas3 em conson@ncia com a velocidade rodopiante do instr"mento3 di6icilmente o omem da . <estacamCse3 entretanto3 pela con6ec+ão em material s"perior3 mais vi%r>til3 e "níssonos nas reperc"ss.es semel antes3 a 6im de poderdes compreender a capacidade t-cnica e real dessa instr"menta+ão3 1"e c ega a a%ranger as esp-cies de armLnicas3 6la"tas3 %andolins3 miniat"ras de arpas3 etc. 'm%ora g"ardemos detal es especí6icos para vos transmitir adiante3 no capít"lo re6erente F mAsica marciana3 esclarecemos 1"e os instr"mentos mais com"ns e pre6eridos pela crian+a marciana são algo parecidos com as armLnicasCdeC%oca 1"e se a6idalgam3 at"almente3 no vosso m"ndo3 e 1"e emitem prodígios sonoros nas mãos de apreciados Evirt"osesE.a3 desde os sons do regato re6rescante so%re as pedras polidas at. <evido ao con ecimento per6eito das leis vi%ratGrias em todos os campos da vida "mana3 a instr"menta+ão m"sical dos marcianos .

/e"s movimentos são e7pans.a tern"ra3 a mAsica3 a cor e a admir>vel 6onte de renova+ão magn-tica 1"e l es trans%orda como alimento energ-tico para os mais vel os.es de a6etividade incondicionalB s"a presen+a acende alegrias no cora+ão. *s m"ndos 6ísicos o" materiais não são vales de l>grimas3 penitenci>rias do 'spa+o o" celas planet>rias de e7pia+.indo em s"as romarias3 can+. 'm conse1T&ncia3 o ad"lto marciano .o reino dos c-"sE. /ão consideradas sempre t"ristas o" mensageiros da %oaC vontade3 c"Ha ling"agem mais com"m .a3 a melancolia e o e7cesso de sis"de.es e7terioresB na realidade3 . /o% a 6ig"ra alegre e e7pansiva do anHo maHestoso3 tam%-m palpita a sa%edoria cGsmica do g&nio divino.menos mat-ria e mais espírito3 revelaCse na mais a%sol"ta e espont@nea disposi+ão travessa3 6olga.ã3 na mais p"ra garotice 1"e .necess>rio ao %em com"mB mas a crian+a marciana alcan+a esse desiderato so% grad"al e inteligente c"rso preparatGrio3 espont@neo e imperceptível3 1"e l e d> a o%riga+ão la%oriosa como "m pra. A a%ilidade dos psicGlogos marcianos 6avorece"Cos na instit"i+ão de rec"rsos s"aves e progressivos3 nas e7ig&ncias do la%or cotidiano3 1"e p"deram eliminar todo o aspecto al-rgico3 desagrad>vel e monGtono das tare6as prosaicas.er sempre deseH>vel.a in6antil não l e ro"%a as características latentes do espírito evolvido3 de mente dominadora e m"ito al-m dos pr"ridos geniais do vosso m"ndo. *s pais estão distantes do 6also p"dor de serem con6iadas tare6as com"ns F crian+a mais 6avorecida no campo econLmicoB não privam s"a prole de desenvolver s"as energias em potencial3 1"e atrav-s do tra%al o "mano criam as condi+. A 6ig"ra de6initiva do anHo3 1"e paira acima dos entendimentos e interesses "manos3 não . ^ simples en"ncia+ão de Ecrian+as itinerantesE3 modi6icaCse a p"lsa+ão do ritmo da vida social e com"m3 por1"anto esses %andos de aves "manas 1"e peregrinam de cidade em cidade3 de comarca em comarca3 são como tra+osCdeC "nião entre todos3 cond".es din@micas do 6"t"ro anHo criador. são mais prGprios das almas pessimistas3 insatis6eitas3 demasiadamente dadas Fs sit"a+.esB na realidade3 signi6icam sempre3 e eternamente3 a%en+oadas escolas de rati6ica+ão espirit"al.es3 melodias3 cost"mes e ineditismos de o"tras regi. A triste. PERGUNTAI Havíamos conce%ido a id-ia de 1"e essa crian+a de emancipa+ão espirit"al 6osse sis"da3 avessa aos 6olg"edos e trotes com"ns da in6@ncia terrena.in6initametne />%io3 Bom e 4"sto3 não teve em mente criar departamentos corretivos3 mas3 sim3 instit"tos de aprimoramento sideral. PERGUNTA: A crian+a3 em Marte3 come+a a tra%al ar logo3 em tenra idade2 RAMATIS! '7iste3 sim3 a o%riga+ão de aprimoramento para os o%Hetivos sagrados do tra%al o3 1"e .toda ino6ensiva e atraenteN 'sse estado de p"re. * Criador3 1"e . =ão estran o2 RAMATIS! M"anto mais o espírito "mano se s"%lima em dire+ão aos m"ndos ed&nicos3 mais ele se apro7ima da1"ele conceito de 4es"sI E5inde a mim os pe1"eninos3 por1"e deles . ' este3 ainda mais vi%r>til no conteAdo espirit"al s"%limado3 por1"e .es espirit"ais3 na 6ei+ão com"m com 1"e con eceis essas de6ini+.6isionomia radiosa3 doce e terna como a crian+a desprevenida e inocente.es.es prosaicas da vida e6&mera. A disciplina de coopera+ão no plano 6ísico 6orma o c"rso preparatGrio para o desenvolvimento das 6or+as cGsmicas 1"e estão condensadas na intimidade da alma criada por <e"s.dade santa da mani6esta+ão EcrísticaE. A dor e o so6rimento são EprocessosE de aper6ei+oamento espirit"al3 F semel an+a da li7a 1"e %ene6icia e d> polimento F madeira3 do >cido 1"e asseia a vidra+a o" do cin.el 1"e des%asta o car%ono e o trans6orma em r"tilante preciosidade de o"rivesaria."ma Ecrian+a crescidaE3 1"e vi%ra incondicionalmente ante a contagiosa presen+a da alegria do itinerante.de catad"ra triste e penosa3 e7ageradamente preoc"pada com as opini. 5! .

K o tra%al o3 na realidade3 1"e desata o conteAdo do espírito candidato F angelit"de.o m"ndo ed&nico.1"e idade an>loga F terrestre a crian+a itinerante prosseg"e em s"a peregrina+ão vol"nt>ria2 RAMATIS! At.am o c"rso ed"cativo3 periGdico3 consec"tivamente aos l"gares 1"e 6re1Tentam na 5$ .e "ma tare6a de responsa%ilidade F seg"inte 1"e a s"%stit"ir>. =ormalmente3 o menino se trans6orma em cidadão ad"lto3 portador de "m conteAdo energ-tico la%orioso e s"6iciente3 1"e o predisp. A6ora isso3 a crian+a marciana3 1"e .eres. As crian+as marcianas vão agregando aos se"s divertimentos3 la. A concep+ão da 6isionomia triste do anHo desterrado tem se" 6"ndamento3 pois o meio ostil o%riga a entidade espirit"al a "m recol imento íntimo3 proc"rando compensa+ão F s"a mani6esta+ão s"%H"gado pelas 6or+as 1"e l e limitam a e7pansão sideral. Analogamente3 lem%ramos os aH"stes gradativos 1"e o acad&mico 6a.essa prepara+ão grad"al para o tra%al o3 1"e rece%e a crian+a marciana2 RAMATIS! K a adapta+ão crescente a "ma pro6issão o" la%or3 s"ave e imperceptível3 em ve. 'm%ora com todas as vontades e gostos 6avorecidos3 sempre l es são e7igidas tare6as3 aH"stes e coopera+. Mil ares de motivos grad"ais vão intensi6icando o potencial la%orioso3 criando "ma seg"nda nat"re.es. 1"e vive3 no @mago de s"a conte7t"ra espirit"al3 as vi%ra+.es para s"as prGprias solicita+.1"ator. 'm todos os lares de visita+.poss"ída de melancolia pela a"s&ncia do lar "mano3 "ma ve.enteiros3 otimistas e desa6ogados no tra%al o contin"o3 nas o%riga+.ao e1"ivalente 6ísico dos sete anos terrestres3 1"ando assim pre6erem3 o"3 então3 prosseg"em at. '7istem seres3 na .es materiais 1"e l es compensam o trans%ordamento de energias criadoras.es preliminares para os maneHos 6"ncionaisB o leito nos lares de ospedagem espera os c"idados da arr"ma+ão ade1"adaB o vest">rio e o asseio são tare6as 1"e devem ser e7ec"tadas pessoalmente3 em%ora so% orienta+. M"ando em tr@nsito3 nos veíc"los F s"a disposi+ão3 devem c"idar dos controles magn-ticos3 esp-cie de EradarE 1"e impede o c o1"e de contr>rios nas mesmas 6ai7as de tr>6egoB o alimento o%tido nas Ereservas n"tritivasE pA%licas pedeCl es as iniciativas de %"sca3 escol a e a"toCservi+oB o lí1"ido ag"ardaCl es as provid&ncias de dosagens radioativasB os instr"mentos pA%licos despertamC l es re6le7.a din@mica e disciplinada3 al-m dos rec"rsos de coopera+ão a 1"e se v& o%rigada a crian+a no conc"rso al eio3 despertando maiores enseHos de 6raternidade.es e7pansivas do Eamor 6raternoE3 "niversal.PERGUNTA: Como .es s"periores. no c"rso de Medicina3 e 1"e o %lindam nat"ralmente contra os e6eitos rep"lsivos da patologia3 possivelmente não s"portados se 6ossem apresentados Ee7 a%r"ptoE.e o" vinte e "m anos3 no vosso calend>rio3 por1"e reali.e ao la%or 6"t"ro na com"nidade.tam%-m "m espírito a camin o da angelit"de3 não .erra3 1"e3 ainda nos derradeiros dias de s"as vidas 6ísicas3 não s"portam a imo%ilidade ociosa3 vivendo in1"ietos e ativos3 sem poderem li%ertarCse da condi+ão din@mica 1"e se modelo" atrav-s de "ma in6@ncia >rd"a e la%oriosa. PERGUNTAI 'm 6ace da a"s&ncia premat"ra do lar3 a crian+a marciana não se sente nost>lgica3 a dist@ncia dos a6etos mais c egados2 RAMATIS! 'ssa nostalgia de 1"e 6alais .es3 a crian+a prop. de "ma o%riga+ão repentina e 1"e se torna desagrad>vel pela a"s&ncia de preparo psicolGgico. *s pedagogos tra+aram "m ritmo ed"cativo e comp"lsGrio em toda a peregrina+ão das crian+as itinerantes3 1"e as predisp.eres e iniciativas3 pe1"enos es6or+os 1"e as condicionam Fs responsa%ilidades de6inidas.com"m aos espíritos s"%limados3 por1"e re6lete a sa"dade do se" verdadeiro E a%itatE3 1"e . /entemCse pra. PERGUNTA: At.e Fs tare6as mais prosaicas e 6atigantes3 so% a mesma índole com 1"e se mant-m nos 6olg"edos e pra.

es3 o" mesmo de tra%al o3 em Marte permitem a cada "m viver3 tanto 1"anto deseHar3 nos o%Hetivos 1"e tra+a para s"a vent"ra íntima. 8em%ramosCvos 1"e a espontaneidade e livre escol a de est"dos o" pro6iss. 55 .peregrina+ão. *corre3 no entanto3 1"e3 em se tratando de almas m"ito evol"ídas3 ingressam normalmente no ciclo com"m da vida coletiva.

e7igível em Marte3 re6ereCse F necessidade de a alma se e7ercitar3 grad"almente3 nos campos de todas as atividades "manas3 a 6im de incorporar em si maior padrão de cores3 sons3 l".es e per6"mes3 a"mentando s"a %agagem sideral e apressando a s"a vent"ra eterna3 no aperce%imento vi%ratGrio das %ele. polari.ca. solar e a polari. PERGUNTA: '7igeCse3 tam%-m3 nas escolas3 a cor 6"ncional ao tipo de est"do2 RAMATISI 'ssa pec"liar disposi+ão de cor 6"ncional3 como .<o e esco as.enas de edi6ícios amplos3 de material vítreo3 translAcido3 alg"ns de 6orma retang"lar3 com o aspecto de enormes %locos de vidro terrestre3 inteiri+os3 de co%ert"ra planaB o"tros são ovGides3 de a%G%adas maci+as3 e cercam a edi6ica+ão principal3 assemel andoCse aos tan1"es gigantes das re6inarias de petrGleo3 caracteri.onas tropicais3 e calorí6icos nas regi.es re6rescantes3 nas .es polares.a de mati.idos pela %risa das colinas.ada3 entre vastos caramanc ."lCclaroB os es6or+os intelect"ais mais o%Hetivos3 o" de ordem mental criadora3 se reali.es de cristais s"avemente coloridos3 1"e a%sorvem a l". PERGUNTA: M"ais as cores pre6eridas para essas escolas2 RAMATIS! As cores internas o" e7ternas são as do prGprio material de 1"e são 6eitas as paredes3 F semel an+a das resid&ncias a 1"e H> nos re6erimos.es de re6"lgente carmimCrosado3 a cor do a6eto.es escolares do vosso m"ndo3 1"e H> se constroem em 6"n+ão da necessidade pedagGgica.corCmagnetismoE3 56 .: Ed.io. PERGUNTAI 'ssas cores apenas predisp. Formam conH"ntos e7tensos3 comportando de.es 6ilosG6icas se processam em am%iente de sedativo a.em emotividade o" tam%-m a"7iliam a maior percep+ão espirit"al2 RAMATIS! 'm virt"de da maravil osa com%ina+ão de El". PERGUNTA: Como são os edi6ícios escolares3 em Marte2 RAMATISI /ão algo semel antes Fs Altimas edi6ica+. amareloCdo"radaB as evoca+. 8em%ram imensos 6ocos de l".es co%ertos por trepadeiras sol6erinas e cipGs cor de top>. '7tensos canteiros de grama esmeraldina3 com re6le7os avermel ados3 servem de tapete nat"ral para os est"dos ao ar livre3 so% a dire+ão de a6et"osos preceptores.am para o interior3 em tons sedativos e po-ticos3 propiciando "ma ri1"e. =as %ases in6eriores3 viceHa prodigalidade de 6lores cor de r"%i e gemaCovo3 %rotando do seio de avel"dados cint"r. 'is por 1"e as salas reservadas aos est"dos cientí6icos o" pes1"isas são il"minadas com"mente por s"aves tons lilases Ee7traterrenosE3 s"gerindo cores al-m do violetaB as cogita+. As salas de est"do a6ig"ramC se espa+osos cai7.as cGsmicas.es istGricas3 como são de car>ter mais a6etivo3 s"cedemCse nos sal.am so% a l".em em com"nica+ão com o interior das salas vastíssimos Hardins e7ternos3 1"e as in"ndam de per6"mes ine%riantes3 tra.es de vegeta+ão lil>s3 de imac"lada %ranc"ra3 e 1"e constit"em 6ascinantes rodap-s de relevos vivos e rendil ados cintilantes. As paredes3 assentadas em compridas e transparentes corredi+as de metal polido3 podem ser deslocadas 6acilmente3 6ormando amplas a%ert"ras 1"e p.andoCse pelas s"as estr"t"ras agradavelmente coloridas e il"minadas.

'm%ora o c-re%ro apresente e6eitos o%Hetivos3 capa.ada não at"a diretamente nos centros sensoriais do c-re%ro3 mas no Ed"ploCet-rico e astralE3 1"e .es de assimila+ão pedagGgica3 devido a ipo6"n+ão endocrínica3 .desenvolver a imagina+ão da crian+a3 em per6eita sintonia com o m"ndo invisível.trans6erida para o salão vermel o3 no 1"al encontra e7cita+.pec"liar a toda atividade marciana3 o am%iente de cada sala de est"do . *s cientistas3 em Marte3 prod"."lCclaro3 podeCse tornar in1"ieto diante do verdeCsedaB o 1"e pre6ere esse verde como sedativo3 pode sentirCse incomodado em 6ace do a. de agir no sistema endocrínico e apressar a 6"n+ão da tireGide3 e3 conse1Tentemente3 do meta%olismo org@nico3 a crian+a 1"e3 em Marte3 .e7ercida 6"ndamental e diretamente no Ecampo astral o" et-ricoE3 atrav-s dos centros de 6or+as 1"e a medicina oc"ltista oriental denomina de Ec aVrasE3 o" EdiscosE na vossa ling"agem ocidental.o campo íntimo onde o espírito age diretamente e com mais e6ici&ncia. =o caso inverso3 do al"no ser "m ipertireGidico3 em 1"e o sistema nervoso apressa o raciocínio al-m do ritmo nat"ral e7igido pelo est"do3 o se" aprendi. 'nsinamCl es a delinear no campo imponder>vel da imagina+ão3 estrelas3 rosas3 o%Hetos o" 6ormas geom-tricas3 em 1"e a l".es de serem assinalados por aparel amento an>logo aos detectoresCdeCmentira o" eletroence6alGgra6os3 .1"e essa imagina+ão se 6a+a correta3 F l".let>rgica nas s"as 6"n+. PERGUNTA: A nat"re."l. e a cor devem predominar. PERGUNTA: ?m al"no 1"e pretende ser pintor3 rece%e o mesmo ensino preliminar 1"e "m mAsico2 RAMATIS! * al"no de predicados inatos para pint"ra3 al-m do c"rso prim>rio de adapta+ão mental3 %em mais adiantado do 1"e o de vossas academias3 ingressa n"m instit"to 5# .es ao gosto terreno3 vos advertimos 1"e essa at"a+ão da cor .e os al"nos F correspond&ncia com o ass"nto em cogita+ão3 1"er e7citando o" s"avi. 4> con eceis no vosso m"ndo a in6l"&ncia da cor na estr"t"ra psicolGgica de cada serB a1"ele 1"e se sente tran1Tilo so% o clima a.es para mel ores desideratos mentais.ado .em E6ai7as vi%ratGrias crom>ticasE3 em torno das crian+as3 predispondoCas psicologicamente F maior receptividade do est"do3 pela at"a+ão das cores e mati. e7aminadora dos pro6essores clarividentes.envolto por "m magnetismo l"minoso e colorido3 c"Ha acelera+ão o" red"+ão de 6re1T&ncia predisp.indo estados din@micos mentais3 o" F serena medita+ãoN =a realidade3 a cor magneti.cor e7citante e vital3 capa. /endo a vontade 6ator preponderante no e1"ilí%rio da vida "mana3 os mestres s"%metem os al"nos a e7ercícios grad"ais de imagina+ão3 6a.a com"m dos est"dos é mais progressiva do 1"e os nossos sistemas pedagGgicos2 RAMATIS! * principal 6"ndamento do ensino marciano .contin"ado em salas c"Ha cor at"e como 6renadora da gl@nd"la tireGideN 'm%ora 6a+amos compara+.ando o ritmo vi%ratGrio cere%ral3 o" prod".es prediletos aos estados emotivos e mentais. Con ecendo as cores %>sicas 1"e tam%-m predominam con6orme a es6era de est"dos3 cientí6ica3 6ilosG6ica o" artística3 conseg"em %ons prognGsticos so%re os3 al"nos3 o%servandoCl es a predile+ão por determinada cor e veri6icando 1"e esp-cie de atividade essa cor 6"ndamentaN PERGUNTA: M"ais essas cores %>sicas e como at"am2 RAMATIS: Considerando3 por e7emplo3 1"e o vermel o .o no campo ca"sa 1"e se e7erce a s"a mais en-rgica at"a+ão. Acent"amCl es o e7ercício at.endoCos evocar3 na mente3 o%Hetos 1"e 6oram previamente e7aminados.

H>3 entretanto3 a considerar 1"e o artista3 seHa ele pintor3 mAsico3 poeta o"3 tam%-m3 pro6itente de 1"al1"er ci&ncia3 para alcan+ar o auge da per6ei+ão possível no Ese" m"ndoE3 precisa 1"e se aper6ei+oe3 tam%-m3 na EarteE o" Eci&nciaE das virt"des s"periores da almaB pois3 sem este 6"ndamento3 a inspira+ão do artista não alcan+a a1"ela receptividade Eespirit"alE 1"e possi%ilita F alma captar as e7press.G%vio 1"e ele necessitar> repetir a Eli+ãoE3 at.a e dilig&ncia as tare6as 1"e vos são dadas para o vosso eterno Bem 'spirit"alN ' como não reali.es in6erioresN 'm Marte3 a repeti+ão das mesmas li+. <aí Ca necessidade de o 6"t"ro pintor3 em Marte3 precisar discernir a 6"n+ão EpsicoastralCet-ricaE de cada cor3 m"ito antes de ela representar aspectos do am%iente 6ísico.ais os vossos la%ores espirit"ais com o devido respeito e corre+ão Fs leis do Cosmos3 mas os s"%stit"ís pelos valores transitGrios dos m"ndos de 6ormas3 aveis de repetiClos at.es s"periores do EmotivoE 1"e a empolga. PERGUNTA: =ão >3 então3 conveni&ncia em o artista renovar s"as tentativas3 a 6im de aprimorar mel or a s"a primeira e7peri&ncia2 RAMATIS! M"ando se trate3 como di.es psicolGgicas e et-ricas das cores.a %ai7ar a temperat"ra %em vos comprova "ma energia o" 6or+a3 "m Eespírito consciencialE3 1"e at"a no campo magn-tico do m"ndo e conse1Tentemente no plano espirit"al de cada criat"ra.ado3 a 6im de aprender a lei de correspond&ncia das 6"n+.erra3 se em Marte isso não . PERGUNTA: 0or 1"e3 con6orme a6irmam os espíritos3 precisamos voltar a nos reencarnar na . =este caso3 .decorado3 o a.es 1"e H> estrati6ico" no s"%consciente3 como patrimLnio inalien>vel. :eralmente3 os vossos pintores 6i7am as cores em rigorosa con6ormidade com as 1"e l es apresenta a paisagem do m"ndo material3 ignorando3 a maioria3 1"e as n"an+as crom>ticas vão m"ito al-m do academismo 6otogr>6ico do or%e. 0ara vosso mel or entendimento3 diríamos 1"e o Em"ndo de 6adaE3 das cores3 é regido por um esp rito.eis3 de aprimorar a primeira e#peri(ncia. isso importa em recon ecer 1"e ele precisa repetir a li+ão anterior3 por não aver conseg"ido aprend&Cla per!eitamente. * 6ato de o vermel o e7citante provocar eleva+ão de calor no aposento em 1"e . M"ito Eal-mE da e7pressão o%Hetiva de EcorCs"%st@nciaE3 e7iste algo 1"e inter6ere na intimidade et-rica e astral de cada ser3 criando estados emotivos e psí1"icos3 1"e erradamente são atri%"ídos a acontecimentos morais o" patog&nicos.es para repetirdes as mesmas e7peri&ncias3 tantas ve. =ão averia sensate.es anteriores3 seria "m parado7o3 e1"ivalendo ao acad&mico3 do vosso m"ndo3 1"e resolvesse retomar ao c"rso prim>rio para %al%"ciar novamente o aC%CcN 'm 6ace das vossas contraditGrias romagens reencarnativas3 em 1"e EdesceisE F mat-ria e EregressaisE sempre com o desalento e a 1"ei7a pro6"nda em vossas almas3 tanto El>E como Ec>E3 cremos 1"e 5( .ir3 Eipsis literisE3 as mesmas reali.es rece%idas em reencarna+.condi+ão e7igível2 RAMAT9/I /e retornais a novas reencarna+. isto3 -3 por uma 'ualidade o" consci(ncia coordenadora 1"e entra em rela+ão direta e pro6"nda com o 6ragmento sideral 1"e é o espírito do omem.a+.especiali. espirit"al3 se a alma tivesse de voltar a reprod".e7a"rirCse a sed"+ão por pai7.por1"e não e7ec"tais com 6irme.1"e 6a+a H"s a passar para c"rso mais adiantado."l ser re6rescante e o %ranco o" cin. PERGUNTA: * al"no 1"e H> 6oi pintor em o"tra e7ist&ncia3 deve tornar a repetir essa arte3 apesar de H> ser "m e7ímio artista2 RAMATIS! =ão é aconsel >vel repetirCse as mesmas e7peri&ncias "manas3 se estas não o6erecem enseHos para novos progressos de aper6ei+oamento.es vividas3 .

/"as 6ol as e7alam3 m"itas ve.ardes a li%erdade de6initiva do Em"ndo de <e"sEN Alegais sempre a necessidade de e1"ilí%rio entre a mat-ria e o espírito3 dedil ando o conceito pop"lar de Enem tanto F terra3 nem tanto ao marE. =at"ralmente3 não vi%ro"3 no @mago do vosso espírito3 a Evo.deste m"ndoE3 nem vos importais com os Eteso"ros 1"e a tra+a não rGi e a 6err"gem não comeE. /ão c amados3 livros Ede6initivosE.es das esp-cies em est"doB "ma e7plica+ão t-cnica3 de enciclop-dia3 desprender> as caracter sticas odorantes dos ass"ntos em cogita+ão3 seHa "ma t-cnica de 6"ndi+ão o" a e7posi+ão cientí6ica na indAstria 1"ímica das tintas.es e sed"+.1"e ainda apreciais imensamente os m"ndos materiais com as s"as il"s. <esnecess>rio lem%rar a ri1"e. Ainda não vos preoc"pais em desatar os la+os do Em"ndo de C-sarE3 a 6im de go.a de motivos odorantes 1"e pode e7istir n"m tratado de 6lores3 ervas o" 6r"tosN PERGUNTA! 'ssas 6ol as impregnadas de per6"mes não se tornam est-reis com o "so constante2 RAMATISI * processo de impregna+ão de per6"mes3 nesses livros de6initivos3 est> m"ito al-m das vossas perspectivas mentais3 por1"e são o%tidos com os maravil osos rec"rsos do magnetismo3 1"e permite3 em t"do3 processos realmente de6initivos. PERGUNTA: Como poderíamos entender esses per6"mes em analogia com os ass"ntos2 RAMATISI 9maginai3 por e7emplo3 livros terrestres3 1"e3 descrevendo panoramas geogr>6icos da Undia3 e7s"dam per6"mes de s@ndalo3 nat"ral da1"ele paisB o"tros3 1"e3 descrevendo "ma 6loresta3 e7alam os odores agrestes da mata virgem e das parasitas o" das 6ol agens Amidas de%r"+adas so%re os regatos. As grav"ras parecem animadas3 c eias de vida. PERGUNTA! 0or 1"e Elivros de6initivosE2 RAMATIS! /ão os livros istGricos3 os dicion>rios e as enciclop-dias 1"e registram os ass"ntos H> de6initivos no campo a 1"e se reportam.oologia e7ala as emana+.longa ainda é a estrada de espin os para con ecerdes a 5erdade. A realidade3 entreC tanto3 . PERGUNTAI Como são os livros3 em Marte2 RAMATIS! /ão 6eitos de s"%st@ncias radiantes3 em cores verdeCseda3 o" a. o mist-rio santi6icado do Eme" reino não . silenciosa do '? /*?NE.es3 certos per6"mes correspondentes aos ass"ntos e7postos.es transitGriasB ainda vos atrai e 6ascina o deseHo e o man"seio de 1"in1"il arias terrestres3 na 6ei+ão de sedas e vel"dos3 sím%olos ier>r1"icos3 relevos personalísticosB en6eites e %ordados3 gloríolas e lati6Andios. sed"."m livro de narrativas istGricas3 evoca os odores das -pocas romanas3 egípcias o" os s"tis per6"mes da aristocracia 6rancesaB "m tratado de . PERGUNTA! K possível "m relato mais detal ado desses livros2 59 . Ainda não vo. A gama ol6ativa dos marcianos tam%-m é mais e7tensa e mais et-rica 1"e a dos terrícolas3 6ac"ltandoC l es viver mais pro6"ndamente no campo imponder>vel. /e ."lCclaro3 a 6im de não 6atigarem a vista.

Con6orme a 6re1T&ncia reg"lada no proHetor e em sintonia com a tela radiante3 os caracteres 1"e estão sendo proHetados podem ser s"%stit"ídos imediatamente pelas prGprias triagens e 1"adros vivos a 1"e se re6erem K s"6iciente "m s"ave movimento no %otão reg"lador de 6re1T&ncia3 para 1"e3 em ve. PERGUNTAI 'ssa leit"ra proHetada nos ret@ng"los radiantes não ser> "ma deriva+ão das reali.es e mAsica3 destacandoCas3 depois3 con6orme a 6re1T&ncia at"ada.es da proHe+ão.esB 6) .sem cone l"minoso3 mas atrav-s de Eraios invisíveisE3 esp-cie de E"ltravioletaE3 o" visíveis apenas 1"ando 6ormam as imagens no ret@ng"lo radiante.a+ão2 RAMATISI *s aparel os de proHe+ão são dimin"tos e desmont>veisB ca%em 6acilmente no %olso "sado pelo marciano.an>loga F terrenaB os caracteres se imprimem por proHe+ão3 nas p>ginas translAcidas e s"avemente coloridas. PERGUNTA! A6ora esses livros de6initivos > o"tro processo de leit"ra2 RAMATISI '7iste a proHe+ão em Eret@ng"los vítreosE3 transparentes3 de pe1"eno porte3 1"e 6avorecem a al6a%eti.a+.ada e3 a"tomaticamente3 sintoni.agem intelect"al e cientí6ica3 em Marte3 prov-m da 6ei+ão de espontaneidade e divertimento 1"e elimina a 6adiga e a monotonia do est"do. s"6iciente para a leit"ra agrad>vel. 0odeis tomar3 como e7emplo apro7imado3 a id-ia de 1"e as vossas 6itas de Egravadores de somE p"dessem gravar3 ao mesmo tempo3 vo. A impressão tipogr>6ica não . <i6ere3 em Marte3 por1"e a modi6ica+ão se processa no mesmo campo vi%ratGrio da imagem proHetada3 en1"anto no vosso caso m"da a 6re1T&ncia vi%ratGria de som para visão3 o" viceCversa.es cinematogr>6icas 1"e H> poss"ímos2 RAMATIS! 's6or+amoCnos para 1"e vos apro7imeis3 o mais precisamente possível3 da realidade cientí6ica marciana3 sem pretendermos vossa compreensão total das e7plica+. 5amos e7por3 no entanto3 o mais apro7imado possível3 "m relato em correspond&ncia com a vossa percep+ão mental. PERGUNTAI Ainda se pratica o es6or+o da memori.idas pela eletricidade3 tam%-m nGs deparamos com di6ic"ldades id&nticas para vos revelar as conC 1"istas avan+adas da ci&ncia em Marte. A memGria3 pois3 tam%-m assimila pela visão o 1"e a mente est> 6i7ando pela leit"ra. A imensa s"perioridade da aprendi.a+ão e as leit"ras transitGrias. K algo semel ante F vossa cinematogra6iaB por-m3 a telaCvítrea age3 tam%-m3 em a%sol"ta sincronia com todas as oscila+.es s"periores.a+. As cintas 1"e vi%ram nos EmicroproHetoresE são impressas para d"pla proHe+ão.a a cor %>sica3 o taman o ade1"ado dos caracteres e a 1"antidade de l".6>cil3 devido a não poss"irmos voc>%"los especí6icos para vos esclarecer o teor da energia magn-tica 1"e os marcianos empregam nas s"as reali. K magneti. <a mesma 6orma 1"e vos seria di6ícil e7plicar aos antigos romanos 1"e as imagens proHetadas n"ma tela cinematogr>6ica o" aparel o de televisão são prod". *s livros de6initivos3 compostos de 6ol as radiantes3 assemel amCse a lentes 6iníssimas3 ig"ais aos mais 6inos pap-is de seda3 1"e re6letem3 em terceira dimensão3 os caracteres impressos.RAMATISI =ão . da proHe+ão de letras3 se 6i7em as imagens o" cenas 1"e os mesmos caracteres estão e7pondo. A proHe+ão . PERGUNTA: 0oderia nos citar "m e7emplo com"m do nosso m"ndo3 1"e el"cide essa m"dan+a vi%ratGria3 de letras para imagens correspondentes2 RAMATISI Citamos o processo distinto 1"e vos d>3 separadamente o" ao mesmo tempo3 a radio6onia e a televisão.

a vossa telegra6ia3 teríeis 1"e a6irmarCl e tratarCse de "ma esp-cie de %at"1"e a dist@ncia3 prod".ar o 1"e . * .ido com pe1"enos peda+os de 6erro e martelados silenciosamente.em o psi1"ismo da crian+a para maior sensi%ilidade e percep+ão das r>pidas 6re1T&ncias vi%ratGrias no -ter marciano. PERGUNTAI M"al a nat"re.endoCse o"vir a 1"ilLmetros de dist@ncia."l" diante de vossa.adas com o desenvolvimento das 6ac"ldades psí1"icas s"periores das crian+as.odas as mani6esta+.3 o som e a poesia3 são sincroni. 5estimos "m aristocrata com ro"pas de po%re e vos pedimos 1"e imagineis "m príncipe."l" como . 61 .onas cere%rais3 ainda incom"ns na . PER+&NTA! 'sse se7to sentido tem alg"ma identi6ica+ão conosco2 RAMATIS! / o 1"e c amais de int"i+ão3 no vosso m"ndo3 e 1"e est> se desenvolvendo mais pron"nciadamente nas ra+as latinas3 onde se 6ormar> a sementeira para a se7ta ra+aCmãe.em em EmassaE3 como condi+ão com"m de s"a evol"+ão.erra. ?savamCna com &7ito3 na proc"ra de desaparecidos das aldeias o" no recon ecimento de posi+. 9nAmeras tri%os3 em vosso m"ndo3 poss"íam essa 6ac"ldade %em desenvolvida3 gra+as a "m e6eito prod".a do ensino escolar em Marte2 RAMATIS! 5ai m"ito al-m dos m-todos e7a"stivos e dos desperdícios pedagGgicos terrestres3 1"e nivelam no mesmo padrão vi%ratGrio tipos in6antis opostos e de cere%ra+ão diversa. *s preceptores criam atmos6eras com%inadas aos raios do astral s"perior3 1"e predisp. =a pedagogia marciana3 a crian+a desenvolve a int"i+ão so% "m ritmo disciplinado e progressivo3 n"m processo de Ea"sc"ltamento espirit"alE do m"ndo invisívelN * 1"e em vosso m"ndo3 alg"ns es6or+ados esot-ricos o" oc"ltistas t&m conseg"ido parcialmente3 os marcianos 6a. Cremos 1"e se de6ront>sseis certos aparel os cientí6icos3 "sados em Marte3 mani6estaríeis a mesma impressão de espanto 1"e teria o .Cse3 primeiramente3 a sele+ão em 1"e se comprova a tend&ncia receptiva da crian+a3 para depois despertarCl e certos centros sensoriais3 e a de desenvolver .es vis"ais3 a"ditivas3 ol6ativas3 t>teis3 g"stativas e em per6eiC ta correspond&ncia com as percep+.es e e7perimentos3 seHam a%rangidos os 6enLmenos em s"as mani6esta+. Fa.o tipo de energia magn-tica em "so.ido pela astralidade incom"m.es da nat"re."l" 6icaria s"rpreso3 imaginando pe1"eninos tam%ores do taman o de lim.Cse "m aceleramento nas percep+. =at"ralmente3 se deseH>sseis e7plicar a "m .es inimigas.es3 H> latentes do se7to sentido. televisão.es mentais in6antis3 1"e 6avorece o entendimento %reve e a identi6ica+ão na es6era psí1"ica. H> preoc"pa+ão 6"ndamental de 1"e nas li+. MencionandoCvos lentes3 pelíc"las3 ret@ng"los3 proHetores3 cintas3 p>ginas e 6re1T&ncias3 cingimoCnos3 o%rigatoriamente3 ao vosso campo mor6olGgico e 6amiliar3 a 6im de 1"e possais mentali.pois3 o m>7imo de vossa ci&ncia at"al3 em mAltiplos casos3 corresponde sG ao mínimo de MarteN H> certa semel an+a na con6ig"ra+ão e 6"ncionamento da aparel agem marciana com a terrestre3 no campo da ci&ncia e da t-cnica3 mas o 1"e constit"i a 6alta maior de analogia . PERGUNTA: M"ais os rec"rsos gerais "sados pelos pedagogos2 RAMATIS! .es3 6a.descon ecido conceit"almente do vosso intelecto. :ra+as aos rec"rsos da cromoso6ia il"minada e do EeletromagnetomentalE3 no campo et-rico3 prod".a3 como seHam a cor3 a l". A%sorvem3 assim3 maior 1"ota dos ensinamentos e compreendem mel or as ca"sas 1"e geram3 no invisível3 os e6eitos o%Hetivos na mat-ria. /"rge3 aos po"cos3 como imperceptível impressão vaga3 sem perce%erdes a origem3 e o atri%"ís a "ma esp-cie de E6aro espirit"alE3 por1"e associa remotos con ecimentos aos 6atos o%servados no momento.

odo CGsmicoN *s marcianos3 mais modestos 1"e os terrícolas3 em s"as concep+. /entir <e"s 6iltrandoCse pela parte3 1"e é o omem3 é mais e7ato e mais certo do 1"e sa%er <e"s a%rangido pelo espírito "manoN ' como esse Esentir <e"sE a"menta tanto 1"anto a"menta a consci&ncia da parte em dire+ão F consci&ncia cGsmica do .a3 em s"as mani6esta+.es am%ientes3 por1"e de6ine detal es entre as 6ronteiras do 1"e vai con ecendo. =a geogra6ia3 o sistema de Etele6otogra6iaE capta e proHeta todos os relevos e acidentes da nat"re.o . Mas sG a int"i+ão3 1"e é a prGpria mani6esta+ão cGsmica de <e"s3 pode compensar a impossi%ilidade de o intelecto de6inir o .e as telas. 1"e o in6inito3 o ilimitado3 o incriado é impossível de ser de6inido pela parte 1"e .ando e delimitando as s"as a+. K verdade 1"e a s"a ci&ncia l es completa o con ecimento no campo das 6ormas3 mas . PERGUNTAI Como se aH"stam e 6"ncionam essas telasCradiantes3 em sintonia com as proHe+.odo3 o Cosmos3 o 'spírito 9n6inito3 desde 1"e seHa intelect"ali.idoN 'ssa de6ini+ão não pode ser real3 "ma ve.er o se" intelecto3 6ormali.odo pela parte.6acilmente compreendido3 ante os rec"rsos admir>veis da cinematogra6ia adaptada a cada mat-ria em est"do.es3 veri6icareis 1"e3 por mais e7pansão 1"e o%tiver a consci&ncia "mana3 n"nca poder> alcan+ar os raios 1"e partem para o in6initoN <aí a impossi%ilidade de a parte "mana de6inir o .es espirit"ais3 dei7amCse EpenetrarE3 na 1"iet"de de s"as almas3 n"trindoCse com a verdadeira ci&ncia3 1"e é a eterna e ilimitada concedida por <e"s3 mas sem o meio arti6icial da instr"menta+ão "mana.devida ao progresso cientí6ico2 RAMATISI * verdadeiro sa%er "mano não se mani6esta pelo intelecto3 por-m3 pela int"i+ão. 62 .es atmos6-ricas do momento3 a"7iliando o levantamento Ea-reoCgr>6icoE do planeta.a invisíveis a ol o n".es2 RAMATISI Con6orme a espess"ra3 cor3 posi+ão e conteAdo vítreo3 essas telas podem acen"tar os altos e %ai7os relevos do solo3 contrastar partic"larmente as esp-cies vegetais e ampli>Clas dos Emapas proHetadosE3 para 6ins de estatísticas.ado pelo omem3 o" de6inido pela criat"ra3 teria de ser limitado3 circ"nscrito3 red".PERGUNTAI K o se7to sentido 1"e d> aos marcianos a s"a convic+ão de imortalidade3 o" essa convic+ão .a 9nt"i+ão 1"e l es permite a sa%edoria de <e"sN PERGUNTAI As mat-rias ensinadas correspondem3 por e7emplo3 aos nossos ensinamentos de matem>tica3 geogra6ia3 istGria o" líng"as2 RAMATISI '7istem mat-rias semel antes3 em%ora e7cl"sivamente ensinadas sG no se" conteAdo Atil e proveitoso3 1"e . <e"s3 1"e . Como esse Etele6otogeogr>6icoE procedido pelos rec"rsos magn-ticos das Elentes de pro6"ndidade et-ricaE3 a com%ina+ão EtelaCproHe+ãoE pode ressaltar e de6inir 1"ase todas as varia+. Analogamente aos rec"rsos 6otogr>6icos empregados na es6era astronLmica3 do vosso m"ndo3 os marcianos empregam o sistema de tele6oto e proHe+ão3 a 6im de est"darem os setores da nat"re.apenas criadaN =o campo cientí6ico o omem pode satis6a. As pelíc"las con6eccionadas de mat-ria vítrea3 6le7íveis e transparentes3 1"ando proHetadas3 revelam detal es na con6ormidade da s"%st@ncia 1"e comp.es nat"rais e em escalas relativas3 aH"stando milimetricamente as cores e7atas Fs imagens das EtelasCradiantesE.odo3 o intelecto n"nca poder> de6iniC8o3 por1"e não pode alcan+>8o dentro de "ma 6Grm"la 6i7a e matem>ticaN Considerando a consci&ncia "mana "ma circ"n6er&ncia3 1"e se dilata tanto 1"anto evol"i esse omem3 e <e"s "m conH"nto de raios 1"e partem do centro em todas as dire+.

*s al"nos não 6ossili.PERGUNTAI 'ssa denomina+ão de Etele6otogra6iaE não conviria mais ao ElongeE do 1"e Epenetrar no m"ndo invisívelE2 RAMATISI 'mpregando o termo Etele6otogeogr>6icoE3 ante a ins"6ici&ncia de voc>%"los precisos ao ass"nto3 deseHamos conceit"ar a id-ia de E6otogra6ia al-m do vosso m"ndo visívelE3 mais Edistante e longeE dos vossos ol os3 mas sem nos re6erirmos ao campo in6initesimal o" microscGpico.es3 tam%-m em sentido mais cGsmico. A simples evoca+ão de "ma palavra3 pelo se" signi6icado3 li%erta e p. A crian+a senteCse e"6Grica e ativada em se" senso de c"riosidade3 devido aos atrativos in-ditos 1"e s"rgem todos os dias3 e 1"e a encantam pelas originais e inesperadas composiC +.em F visão3 ao ol6ato e aos demais sentidosB então3 vos certi6icareis 1"e o al"no marciano3 so% o encantamento e a tern"ra dessas emo+.es em c"rso.erra3 não podem prescindir de rec"rsos algo semel antes e 1"e l es servem de apoio no m"ndo das 6ormas materiais. A escola assemel aC se a "ma or1"estra3 onde cada pe+a e o%Heto constit"em "ma nota componente do conH"nto.e em movimento nos se"s sentidos3 todo o corteHo das sensa+.am os ensinamentos no s"%consciente3 F maneira do vosso antigo mestreCescola3 mas vivem os acontecimentos. /"%Hetivai3 pois3 t"do isto3 e tereis "ma id-ia apro7imada dos processos e da con6ig"ra+ão dos est"dos n"ma a"la das escolas de Marte.es e melodias3 1"e ond"lam3 s"avemente3 em sintonia com as li+.es 1"e rece%eB e 1"ando a evoca3 associaCl e as id-ias a6ins3 estereotipadas no se" espírito3 devido3 H"stamente3 Fs doces emotividades 1"e l e 6oram s"scitadas nos se"s est"dos de 6"ndo ed"cacional e psicolGgico. 'm 6ace de a reencarna+ão ser cren+a geral e com"m3 em Marte3 os m-dicos recon ecem 1"e o mais 6! . 'le a%range todo o conteAdo das li+.es do se" am%iente de est"dos. H> sempre "ma liga+ão íntima de cores3 6ormas3 l".a as s"as a+. PERGUNTAI 0oder> e7porCnos "ma compara+ão mais acessível F nossa mente2 RAMATISI 9maginai "m salão destinado a est"dos de %ot@nica3 dentro do 1"al3 para sim"lar e se descrever com mais realismo3 a mat-ria da a"la 1"e est> sendo e7posta3 6l"t"am no ar am%iente3 os aromas e7Gticos das esp-cies silvestres e3 tam%-m3 os da mata virgem com s"as >rvores gigantescas3 em c"Ha ramaria a passarada irre1"ieta vi%ra c@nticos de s"avidades indescritíveis3 os 1"ais3 associados ao r"moreHo dos regatos3 criam no salão de est"do "m panorama de aspectos admir>veis e impressionantesB e at. É esse "m dos mais %elos característicos de Marte3 por1"e o se" a%itante3 em mais íntimo contato com <e"s3 o%serva e organi.ão da armonia do todo.a temperat"ra Qesta%elecida arti6icialmenteR . <i6erem3 no entanto3 esses rec"rsos3 pela composi+ão dos detal es da escola3 sempre em ra.a+ão com"m ao vosso m"ndo.erra2 RAMATISI 'm%ora seHam Grgãos ed"cativos de "m plano mais evolvido do 1"e a .6i7ada F semel an+a do clima re6rescante o" tímido da 6lorestaB e onde3 en6im3 semel antes rec"rsos3 aliados F in6l"&ncia dos mestres no psi1"ismo da crian+a3 satis6a. PERGUNTAI As escolas poss"em 1"adros3 mapas e %ancos3 an>logos aos da . PERGUNTA: *s al"nos são re"nidos em gr"pos3 F 6ei+ão com"m de nossos ed"cand>rios2 RAMATIS! /ão agr"pados apGs rigoroso e7ame e6et"ado pelos Em-dicos pedagGgicosE3 con6orme a síntese psicolGgica das tend&ncias de cada al"no.es3 aprende sem o sacri6ício o" es6or+o e7igido pela memori.es 1"e l e são adstritas.

/elecionamCnas e as agr"C pam3 con6orme maior o" menor disposi+ão para determinada arte3 ci&ncia3 6iloso6ia o" 6ac"ldades psí1"icas 1"e se apresentam em%rionariamente.er3 com relativa seg"ran+a de diagnGstico3 as 6"t"ras possi%ilidades da crian+a. impressa a verdadeira memGria de s"as vidas pregressas.odoN * omem a"menta a s"a compreensão e ap"ra o se" sentimento3 mas o e1"ívoco .a"sc"ltarCl e a almaB pois3 na s"a intimidade3 ela tra.es astrais predominantes.na es6era ed"cativa 1"e militam as s"midades mais e7pressivas de todas as atividades marcianas3 como seHam os t-cnicos3 6ilGso6os3 cientistas e artistas3 1"e se congregam para mel orar sempre o 6"t"ro cidadão. Mas . =os diversos planos em 1"e o espírito at"a3 > sempre algo 1"e a s"a intelig&ncia descon ece3 pois esta .erra.a+ãoE e alg"ns deles H> se encarnaram na . 0reliminarmente3 todos ed"cam e aper6ei+oam a s"a 6ac"ldade radiest-sica3 inata em todos os a%itantes3 e 1"e os 6avorece nos diagnGsticos pedagGgicos.sempre relativaB pois a per6ei+ão em s"a e7pressão integral o" a%sol"ta3 sG em <e"s e7iste.em c"rsos similares aos de medicina e aprendem a estr"t"ra %iolGgica dos seres3 concomitantemente com as 6ac"ldades psí1"icas3 1"e tam%-m desenvolvem no c"rso acad&mico.sempre s"%stit"ído por o"tro e1"ívoco mais s"til3 na con6ormidade do se" progresso e na mani6esta+ão mais alta3 por1"e o ilimitado sa%er sG a <e"s pertenceN Conse1Tentemente3 os m-dicos marcianos tam%-m incidem em e1"ívocos3 mas n"m plano m"ito al-m de vossos at"ais con ecimentos. *s mentores clarividentes norteiam os destinos decisivos do planeta e prev&em as necessidades da civili. * povo com"mente os con ece como os Epais da civili. PERGUNTAI '7iste sG "m tipo de Em-dicoCpedagGgicoE3 o" são v>rias as especialidades nesse sentido2 RAMATISI A es6era de medicina pedagGgica3 marciana3 compreende principalmente a classe dos Em-dicosCcromosG6icosE3 EpsicLmetrasE3 E1"irGlogosE o" E1"irGso6osEB e3 6inalC mente3 os Ementores clarividentesE. 'sses mentores ier>r1"icos3 1"e ass"mem tais resC ponsa%ilidades devido3 e7cl"sivamente3 ao con ecimento e capacidade3 e não ao prestígio político3 levam a %om termo3 com a%sol"ta dignidade3 as s"as tare6as edi6icantes. Atrav-s do d"ploC et-rico3 podem o%servar os centros de 6or+as mais desenvolvidos e predi. PERGUNTAI 'sses m-dicos pedagGgicos3 de 6ac"ldades s"periores F massa3 porvent"ra3 tam%-m não incidem em erros2 /er> Marte "m setor per6eito2 RAMATISI Marte ainda est> m"ito longe da per6ei+ão3 a 1"al3 ali>s3 .relativa e não pode conter o con ecimento completo do .importante na crian+a .erra3 na 6ig"ra de mission>rios e pro6etas 1"e agiram divinamente no vosso am%iente. K tam%-m m"ndo de transe3 "m %anco escolar na "niversidade do Cosmos3 em%ora mais evol"ído do 1"e a .a+ão3 F medida 1"e esta avan+a para o mais Alto. PERGUNTAI Como se processa essa 6ac"ldade de clarivid&ncia 1"e citais2 RAMATISI =o decorrer destas mensagens3 em 1"e H> nos comprometemos a a%ranger v>rios setores da vida marciana3 vos daremos detal es do ass"nto da perg"nta. Mediante sentidos desenvolvidos e 6ac"ldaC des ag"+adas pelo e7ercício3 esses m-dicos e6et"am o diagnGstico EpsicomentalE do al"no3 e e7aminamCl e no invGl"cro perispirit"al os mati. 6$ . PERGUNTAI M"ais as características desses Em-dicos pedagGgicosE2 RAMATISI /ão pro6essores 1"e 6a.

=ão essa t-cnica incompatível com o nível cientí6ico marciano2 RAMATIS! A m> inten+ão e o descr-dito lan+ados por alg"ns impostores não destroem a revela+ão divina acessível aos 1"e são iniciados3 assim como o vin o a.es e prognGsticos cla"dicantes3 são os pioneiros do 6"t"ro m-dico 1"irGlogo terrestre.o 1"e precede3 com"mente3 a todas as consagra+.a de detal es3 mas os 6"nC damentos são p"ramente cientí6icos. A EirisCdiagnosisE3 1"e H> 6oi panac-ia de respeito cientí6ico3 e3 posteriormente3 considerada c arlatanismo3 resta"raCse3 oHe3 so% a visão t-cnica e cientí6ica de s>%ios alemães.es são a%sol"tamente lGgicas3 respeitadas pelas tradi+. 0osteriormente3 em re"ni. 9nAmeros Em-di"ns espiritistasE3 1"e at"almente mani6estam pr"ridos anticientí6icos de 6ac"ldades psí1"icas3 incom"ns3 revelam as primeiras con6ig"ra+. *s prognGsticos psicolGgicos tam%-m podem variar3 con6orme a capacidade individ"al de an>lise3 de raciocínio e o%serva+ão do m-dico 1"irGlogo3 1"anto F -poca do acontecimento o" F ri1"e.es e os pensamentos instintivos. *s vossos at"ais 1"irGso6os3 em%ora de a6irma+.es de oHe. As maHestosas aeronaves 1"e oHe cr".a+.am os vossos c-"s prov&m das Eanticientí6icasE carang"eHolas de lona do início do s-c"loB a 6amigerada penicilina tem os se"s ancestrais anticientí6icos no mo6o3 1"e os Maias e os 9ncas H> preparavam > mais de 5)) anos3 como rec"rso terap&"tico.es são apenas transitGrias e não pontos 6inais de ascensão espirit"al3 não podeis admitir como a%sol"tamente cientí6icas o" e7atas as concl"s.es em conH"nto3 os e7aminadores apresentam os relatGrios individ"ais re6erentes ao setor da s"a atividade. =ão l e parece2 RAMATIS! Considerando 1"e o m"ndo em 1"e viveis .edo não invalida a e7ist&ncia de vin o sãoN 'sse aspecto Eanticienti6icoE 1"e lem%rais . A antiga medicina escatolGgica dos paH-s e c"randeiros de tri%os selv>ticasB os m-dicos %ar%eiros3 das sangrias e vesicatGriosB as panac-ias e teriagas3 1"e tiveram se" &7ito por mais anticientíticos 1"e os ac eis3 tam%-m 6"ndamentaram as cientí6icas reali.apenas "ma escola de ed"ca+ão cGsmica3 na 1"al todas as reali.es nos e7ames psí1"icos3 et-ricos e astrais3 incl"sive na . PERGUNTA! 0odíamos ter t"na no+ão do m-dico 1"irGlogo2 RAMATIS! K o 1"e est"da as 6ormas anatLmicas3 o tecido epid-rmico3 os s"lcos3 sinais3 movimentos e 6le7i%ilidade característicos das mãos das crian+as3 a 6im de con ecerC l es as emo+. PERGUNTA: Ac amos 1"e esse est"do de Es"lcos3 sinais e lin asE das mãos3 pareceCnos Eanticientí6icoE3 m"ito ao gosto dos Eledores de %"enaCdic aE3 na .erra.em virt"de de não e7istir 6"ndamento coerente3 lGgico e e7perimental nos 6atos 1"irosG6icos citados.a+.ona mental instintiva3 para e7trair a mel or síntese psico6ísica. =os m"ndos materiais e em evol"+ão como o vosso3 . Foi do aspecto antiC cientí6ico da anestesia cont"ndente e F %ase de r"m3 1"e atingistes os at"ais rec"rsos da anestesia gasosa e %revemente alcan+areis a E%ioel-tricaE.es cientí6icas3 1"e marcam o es6or+o "mano para o progresso nat"ral das coisas.s"6iciente "ma gera+ão para se veri6icar 1"ão 65 .es e con6irmadas pelas provas e7perimentais3 sempre em correspond&ncia com o evento de o"tras ci&ncias.es contin"amente s"%stit"ídas e 1"e denominais de Eleis regentesE.es dos 6"t"ros EpedagGgicosE3 F semel an+a de MarteN PERGUNTA! O Eanticientí6icoE com 1"e nos e7primimos3 .PERGUNTA: Como agem os Em-dicosCpedagGgicosE3 no e7ame da crian+a2 RAMATIS! Cada "m pes1"isa e e7perimenta con6orme a es6era de s"a especialidade3 6orm"lando concl"s. As s"as concl"s.

s>%ia do senso pop"lar3 o prGdigo .a c amada esta%ilidade o" verdade cientí6ica.es %>r%aras3 onde a clínica era miniat"ra de o6icina de 6erreiro com 6oles e assopradores improvisadosN * cliente tra. =a vo. 0or maiores 1"e seHam os vossos s"rtos de progresso3 sempre tereis 1"e corrigiClos e modi6ic>Clos3 decalcando os vossos passos so%re os con ecimentos anteriores3 em%ora a%andonados na camin ada "mana.prec>ria .es oc"ltas das energias et-ricas3 astrais e mentais do espírito.considerado "m EmãoCa%ertaE3 por1"e dei7a escapar t"do o 1"e apan aB e o seg"ndo3 avaro e egoc&ntrico3 é o EmãoC6ec adaE3 na 6ei+ão de pr"d&ncia e ca"tela. H> criat"ras de c"Has mãos 6l"i "m alento criador3 1"e aviva e renova o 1"e tocam3 consideradas Emãos %en-6icasE3 6avor>veis para o plantio3 post"ra de aves e poda vegetalB o"tras3 in6eli. H> consider>vel di6eren+a entre a post"ra da mão 1"e a%en+oa3 e a da1"ela 1"e maldi. A vossa ci&ncia m-dica3 odierna3 glosa a ingen"idade do s-c"lo S59993 e" 1"e predominava a medicina das Esang"ess"gasE3 dos vomitGrios e das ca"teri.adas de mãos r"insEN A cGlera contrai os dedos3 crispaCosB o HA%ilo3 a alegria os a6ro"7aB a medita+ão at"a inconscientemente nas mãos3 motivo pelo 1"al o pensador 6oi sempre estr"t"rado com a ca%e+a apoiada na mão cismadora. <aí a nossa H"sta dAvida em "ma ci&ncia 1"irosG6ica apregoada como e7ataN RAMATISI As mãos revelam3 em s"a estr"t"ra3 a plasticidade3 a temperat"ra e os movimentos identi6icadores dos estados 6ísicos3 nervosos e circ"latGrios3 em a%sol"ta correspond&ncia com as mani6esta+.ia3 nas 6aces3 a a6li+ão do animal 1"e vai ser marcado a 6erro em %rasaN =o entanto3 H> avaliastes o riso sadio dos 6"t"ros m-dicos psicoter>picos3 1"ando de6rontarem as estampas dos vossos at"ais tratados cientí6icos3 onde criat"ras p>lidas3 com ríct"s nervoso3 estendem os %ra+os para serem Eper6"radosE com arames polidos3 1"e l es penetram as carnes e as veias3 inHetandoCl es s"%st@ncias 1"ímicas3 violentas2 PER+&NTAI /empre consideramos os sinais das mãos destit"ídos de 1"al1"er pro6"ndidade psicolGgica. /"a 6"n+ão pedagGgica . mover os dedos incessantementeB as mãos são mansas e ternas como as pom%as3 1"ando acariciam com p"re. PER+&NTAI M"ais as características do m-dico cromosG6ico3 marciano2 RAMATISI .ar e avaliar as tend&ncias emotivas da crian+a3 atrav-s da o%serva+ão de o"tros mati. A sens"alidade e7cita a mão e a dei7a in1"ietaB a ansiedade 6a. Al-m de conceit"ar o conteAdo psicolGgico3 ca%eCl e3 tam%-m3 aH"i.rataCse de avan+ado cientista 1"e pode ler as cores e7atas da a"ra "mana3 com vid&ncia seg"ra desenvolvida por m-todos e7perimentais3 em per6eita sintonia de p"re.es3 e7s"dam 6l"ido doentio por onde passam3 6icando estigmati.es de cores acidentais 1"e s"rgem so%re o colorido 6"ndamental.e7aminar a cor %>sica da a"ra da crian+a3 identi6icando o tom 6"ndamental o" o colorido 1"e predomina de6initivamente em todas as s"as atividades psí1"icas.a+.idos pelos pensamentos raivosos e deprimentes. 66 .er %í%lico3 <e"s pLs o destino do omem em s"as mãos3 advertindo 1"e toda atividade emocional e psí1"ica dei7aria nesse ap&ndice "mano a s"a marca3 o se" selo de6initivoN Recol eiCvos "m instante e dei7aiCvos envolver pelo sil&ncio meditativo da almaB pensai em HA%ilo o" na cGleraB imaginai a%en+oar o" es%o6etear3 e então sentireis 6l"ir vigorosa e distintamente3 pela palma das mãos3 o 6l"ido amoroso como a %risa das colinasC o" os Hatos anaval antes prod".a espirit"alB são traidoras3 perigosas e coercitivas no crime3 o" 1"ando escondem a m> inten+ão da alma 1"e as moveN =o di.a espirit"al. o" 6ereB >3 tam%-m3 grande dispersão de energias 6l"ídicas da mão do prGdigo e vol"pt"oso3 como > a prover%ial reserva do egotista e do avaro.

PER+&NTAI Como poderíamos conce%er essa cor 6"ndamental e os mati. <esde 1"e esses mati. PER+&NTAI /e a cor límpida3 carmimCrosa3 representa na a"ra o amor p"ro e desinteressado3 1"al seria a cor de "m amor egoísta3 interesseiro e sens"al2 RAMATISI M"anto mais p"ro é o amor3 tanto mais %ril ante3 límpido e translAcido ser> o carmimCrosa 1"e o identi6ica.es místicas identi6icadas pelo a.es de lil>s vivo e cintilante re6"lgem so%re o carmimCrosado3 6ormando 6ranHas e rendil ados de so%er%a %ele.es a. ' se esse amor . de renAncias pelo prG7imo revelavaCse3 entretanto3 primitiva no campo artístico e ignorante nas ansiedades espirit"ais.es emotivas. Al-m desse a!eto p"ro3 .3 al-m da cor 6"ndamental3 esteHa en6eitada do"tras cores3 tam%-m > 1"e l e est"dar cada mati.es in6eriores.es de cores3 1"e normalmente se movem em todos os campos >"ricos "manos3 respons>veis pelas diversas o"tras e7press.es3 virt"des o" de6ici&ncias 1"e podem ser acessGrios a essa alma devocionalmente amorosa.H> "m sentimento e7tensivo a toda a "manidade3 então os mais 6ascinantes mati. *s 6"lgores de carmimCrosa esvoa+ando em n"an+as %ril antes e p"ras3 den"nciam 1"e o 6# . M"anto aos demais mati.es po-ticas o" artísticas3 aH"stado pelos tons do verdeCseda. H> 1"e considerar3 tam%-m3 os inAmeros o"tros mati. <esde 1"e essa a"ra amareloCdo"rada3 clara e de 6ascinante limpide. Con6orme as tonalidades e os tipos de cores 1"e re6"lgem3 o m-dico cromosG6ico vai anotando as diversas emo+.a reveladora de almas desinteressadas3 capa."is e 4erdes se demonstrassem s"Hos3 esc"ros e dis6ormes3 sa%erCseCia 1"e essa alma capa."is o" tra+os %ril antes de "m verdeCseda no invGl"cro >"rico3 comprovaCse "m espírito de amor e renAncia a%sol"ta. acidental. Mediante a cor %>sica3 predominante3 do carmimCrosado3 o m-dico cromosG6ico recon ece "m espírito de admir>vel renAncia por amor ao prG7imo3 pois essa cor . PER+&NTA! =o caso de a crian+a marciana revelar o espírito d"m cientista em potencial3 1"al seria a cor %>sica de s"a a"ra2 RAMATIS! * m-dicoCpedagGgico3 marciano3 recon ece o espírito altamente cientí6ico o" mentalmente evol"ído3 na crian+a3 pela predomin@ncia do amareloCdo"rado3 1"e é a cor reveladora de intelig&ncia desenvolvida pelos rec"rsos cientí6icos e intelect"ai.es do a6eto mais p"roN 9denti6icaCse por esse colorido rosaCcarmim3 translAcido e imac"lado3 "m car>ter espirit"al completamente devotado ao amor.es s"plementares 1"e s"rgem na a"ra das crian+as2 RAMATISI Considerai "ma crian+a3 c"Ha cor >"rica predominante seHa "m carmimC rosado3 p"ro3 %ril ante3 1"e a envolve completamente3 mas pintalgado de n"an+as3 pontos o" %ordas de o"tras cores.aN =o entanto3 o amor egoísta3 interesseiro e sens"al3 revelaCse3 tam%-m3 por "m carmim 6"ndamental3 mas de aspecto s"Ho3 oleoso e opaco3 manc ado de Eterra de /enaE 1"eimadaN PER+&NTAI ' 1"anto aos mati.es inconstantes3 1"e perpassam so%re o 6"ndo carmimCrosa3 revelam os estados de alma3 1"e acidental e emotivamente podem acionar o espírito.es acidentais 1"e 6l"t"am nessa a"ra3 como podem eles identi6icar o"tros estados de espí rito da crian+a2 RAMATISI As tonalidades claras demonstram sentimentos e virt"des s"perioresB as esc"ras3 som%rias3 viscosas o" espessas3 mani6estam pai7. =o caso de "ma crian+a portadora de a"ra carmimCrosa3 p"ro e elevado3 com manc as a.s."lC celeste3 límpido e de atra+.dominado por emo+.

e vel o3 a.es so%re a 6"n+ão da cor em correspond&ncia com o gra" espirit"al.em a"r-olas em torno da ca%e+a de criat"ras santi6icadas3 t&m 6"ndamento nas . /e o%servardes atenciosamente essas a"r-olas l"minosas3 veri6icareis determinados sinais coloridos3 1"e correspondem Fs nossas com"nica+. 'ssa a"ra ainda pode apresentarCse com os %ordos alaranHados3 espessos3 denotando sinais de org"l o e intransig&ncia3 o" então os re6le7os de rosaCsalmão3 s"Hos3 demonstrando o g&nio dominado pela sens"alidade desregrada. A s"a missão .es do Em-dico pedagGgico psicLmetraE2 RAMATIS! K o cientista de s"ma import@ncia no diagnGstico e selecionamento psicolGgico dos al"nos.a pela co%i+a ao vil metal3 em%ora s"a a"ra seHa de "m amareloCdo"rado3 1"e identi6ica o s>%io3 tem a cor do %ron."l p"ro3 celeste3 da alma devotaB na verdeCseda límpida3 a do poeta o" artista e7celsoB no amareloC do"rado3 %ril ante3 a do g&nio intelect"alB e os rel@mpagos de vermel oCencarnado o" setas vivas cor de 6ogo3 1"e se entrecr".s>%io est> a servi+o da "manidadeB o caso de adornos de "m a. PERGUNTA! 'ssas litograv"ras 1"e tra.di6ic"ltosa por1"e e7ige m"ita a%nega+ão3 vigílias e renAncias3 a 6im de manter ativa a 6ac"ldade psicom-trica. =os seres s"periores3 as cores da a"ra são 6"ndamentalmente l"minosas3 claras3 translAcidas3 límpidas e delicadas3 en1"anto 1"e as almas in6eriores apresentam mati.es predominantes. e som%raE3 em 1"e se %aseiam todos os movimentos ascensionais do espírito em dire+ão F intimidade cGsmica de <e"sN 'm todas as e7press.es esc"ros3 >speros3 dis6ormes e densosN * cientista3 genial e est"dioso3 mas 1"e mercadeHa as s"as cria+.cores >"ricas2 RAMATIS! '7atamente. C"mpreCl e a 6"n+ão principal de ElerE a a"ra do al"no e con ecerCl e as de6ormidades psí1"icas3 ori"ndas. Com"mente3 podereis encontrar so%re a a"ra a.es e se in6eriori. /e em vosso m"ndo3 Fre"d3 al-m de EpsicanalistaE3 6osse "m psicLmetra3 teria garantido a%sol"to &7ito F 0sican>lise3 em virt"de de sa%er e7"mar da intimidade do espírito os se"s pec"liares comple7os Epr-CreencarnativosEN PERGUNTAI Como se processa essa leit"ra de Ea"raE3 no processo de psicometria2 RAMATIS! Mediante "m o%Heto3 o" medal a c amada Etalismã pr-C 6( .am3 a esmo3 revelam 1"e essas almas se dei7am dominar pela cGlera3 raiva o" irrita+ão3 1"ando pro6"ndamente contrariadas.in avrado e empoeirado3 com todos os mati. *s verdadeiros pintores são inspirados3 por1"e vivem mais íntimos com as es6eras criadorasB se"s espíritos transcendem a 6orma com"m da mat-ria e pressentem os sinais identi6icadores da alta espirit"alidade dos se"s modelos e o%Hetivos escol idos.es s"cedidas em o"tros m"ndos in6eriores.a.es de %ai7a 6re1T&ncia."l transparente so%re o 6"ndo amareloCdo"rado3 6"ndamental3 denota o g&nio entreg"e a o%Hetivos espirit"aisB n"an+as de verdeCseda o" de esmeralda cristalina denotam 1"e3 al-m de cientista o" pro6"ndo intelecto3 e7iste3 tam%-m3 o espírito vers>til3 6ec"ndo e engen oso3 lem%rando a 6ertilidade da nat"re.es das emo+. PERGUNTA! 0oder> darCnos mais alg"ns esclarecimentos 1"anto Fs 6"n+. PER+&NTA! *%viamente3 se a crian+a marciana é "m espírito cientí6ico3 por-m3 a6eito ao egoísmo3 interesse e m> inten+ão3 essas cores todas tendem a esc"recer e manc ar2 RAMATISI =ão es1"e+ais o %inLmio El".es >"ricas3 os tons esc"ros3 s"Hos o" oleosos3 denotam vi%ra+.de e7ist&ncias anteriores3 seHa de vidas marcianas o" de reencarna+.

a+.apenas "m o%Heto material3 c"Ha a"ra EetereoastralE 6oi devidamente preparada para 6"ncionar como conC densador vi%ratGrio dos acontecimentos circ"nscritos Fs vidas contin"adas do espírito.o respons>vel pela istGria Epr-CreencarnativaE da crian+a3 contri%"indo3 valiosamente3 para 1"e se esta%ele+a o diagnGstico de6initivo procedido pela E4"nta de 9nvestiga+.es3 recal1"es e comple7os 1"e dominaram o psi1"ismo do e7aminado.es sec"nd>rios 1"e pert"r%am a mani6esta+ão %>sica colorida.es3 a 6im de cond".Fs imagens dos mais e7traordin>rios acontecimentos coletivos da "manidade. A prGpria . * m-dico 1"irGlogo3 no se" relatGrio 6irmado nas características das mãos3 e7p.irem mentalmente as almas para o%Hetivos s"periores. Finalmente3 o m-dico clarividente com%ina todos os dados rece%idos nos relatGrios3 aH"stando os 1"e se identi6icam3 sincrLnica e sintonicamente3 a 6im de concl"ir a Enota psí1"icaE de6initiva do al"no e indicarCl e as necessidades e selecionamento pedagGgico. * talismã .a desse Em-dico clarividenteE2 RAMATISI K a maior a"toridade cientí6ica3 em Marte3 re"nindo3 ao mesmo tempo3 a m>7ima +apacidade de a+ão no m"ndo 6ísico3 aos con ecimentos espirit"ais e poderes e7traordin>rios no plano psí1"ico. PERGUNTA I 'm 1"e se res"me o diagnGstico 6inal da E4"nta de 9nvestiga+. M"ando os terrícolas p"derem mani6estar os princípios s"periores dos marcianos3 os EmestresE reencarnados no or%e poderão s"rgir F l".es 0sí1"icasE2 RAMATISI K a concl"são de6initiva procedida pelos m-dicos pedagGgicos3 como ass"nto rotineiro dos períodos escolares. Ass"me a 6ig"ra de cidadão com"m3 e em%ora genial e santi6icado3 o m-dico clarividente . PERGUNTAI M"al a nat"re.es 0sí1"icasE dos esta%elecimentos escolares. PERGUNTA! 0odemos pres"mir a e7ist&ncia de cidadãos terrestres3 no nível do Em-dico clarividenteE de Marte2 RAMATIS! /im3 pois espíritos desse 1"ilate convivem em todas as civili.o 1"e mais tra%al a3 permanecendo contin"amente em contato mental com todos3 e e7a"rindoCse na preoc"pa+ão de aper6ei+oar o se" E a%itatE.es espirit"ais e reti6icadoras no campo psí1"icoB o cromosG6ico revela a cor 6"ndamental da a"ra3 1"e identi6ica o verdadeiro car>ter do al"no3 assim como esclarece os mati.mentalmente desenvolvido e de completo a"todomínio3 capa.es para modelar e6icientemente os 6"t"ros cidadãos marcianos.erra pode ser considerada "m o%Heto material3 circ"nscrito por "ma a"ra EetereoC astralE3 na 1"al se conservam 6i7adas desde as id-ias mais s"tis o" o singelo ond"lar d"ma 6ol a3 at. =o vosso m"ndo3 no entanto3 eles tra%al am ainda silenciosamente3 protegidos das vistas pro6anas 1"e os pert"r%ariam em se" sagrado servi+o de li%erta+ão espirit"al. do dia3 e sem o receio de 6an>ticos adoradores o" ridíc"los pro6anadoresN 69 . * m-dico psicLmetra . 'spírito eleito para o cargo3 1"ando ainda em li%erdade espirit"al3 antes do reencarne3 .e os estados emotivos e a sensi%ilidade a mani6estarCse de 6"t"roB o astroCet-reo e7plica o teor da a"ra e a in6l"&ncia do astro dominante3 aventando os imp"lsos desgovernados da crian+aB o psicLmetra reconstit"i o car>ter da vida anterior3 6orm"lando s"gest. de agir al-m das prGprias 6ronteiras mentais do plano em 1"e vive. Respons>vel pela Altima palavra no diagnGstico das crian+as3 en6ei7a em s"as mãos os relatGrios dos demais m-dicos e estr"t"ra as diretri.reencarnatGrioE3 o" seHa "m EeloCpsí1"icoE3 1"e pertence" F prGpria alma da crian+a em s"as vidas anteriores3 o psicLmetra a"sc"lta o passado e reconstit"i 6atos3 emo+.

es calamitosas reperc"tissem em todos os 1"adrantes do planeta. * conceito de Esa%er 6alarE .endo com 1"e a s"a mente seHa "ma esp-cie de espel o onde se reprod".1 PERGUNTAI 0or 1"e essa denomina+ão de idioma Emantr@nicoE2 RAMATISI 'm virt"de de EmantranE ser "ma palavra 1"e os povos orientais adotam para de6inir concentra+ão n"ma id-ia 1"e deve ser %em 6i7ada na mente. E0ensa antes de 6alarE3 1"er nos parecer "m conceito de indisc"tível origem marciana. 'm tais condi+. #) . t.em as palavras da ling"agem marciana2 RAMATIS! M"ando visitamos Marte3 em espírito3 notamos 1"e a letra EDE3 entrosada na letra EAE3 predominava constantemente na troca de palavras 6Lnicas.=es.3 6ielmente3 a EimagemE das palavras 1"e pron"nciam. PERGUNTAI 'm s"a vida de rela+ão3 os marcianos não se servem da palavra 6alada2 RAMATIS! ?samCna com certa parcimLnia3 na medida e7ata da necessidade na s"stenta+ão o%Hetiva do di>logo3 pois a%reviam o c"rso das id-ias com a receptividade int"itiva 6ortemente desenvolvida. A conversa o" perm"ta de id-ias entre os marcianos o%edece3 pois3 a "ma entrosagem entre a palavra 6alada e a transmissão de pensamento3 1"e -3 neles3 "ma 6ac"ldade cong&nita3 6a."ma das admir>veis virt"des dos marcianos3 pois são avessos aos circ"nlG1"ios3 Fs tessit"ras 6alsas e F prover%ial logorr-ia dos terrícolas."ma prova signi6icativa da alta evol"+ão da "manidade marcianaB pois se <e"s3 ainda 1"e por po"co tempo3 concedesse esse privil-gio aos a%itantes do vosso or%e3 as s"as conse1T&ncias morais e sociais seriam de tal modo catastrG6icas3 1"e prod". PERGUNTA! M"al o idioma 6alado em nosso m"ndo3 1"e mais se apro7ima do ling"aHar marciano2 RAMATISI /eria o tipo de ling"agem com rai. A ling"agem dos marcianos -3 pois3 "m tanto meditativa por1"e eles con ecem o poder e7traordin>rio do pensamento3 %em como os e6eitos o" perigos da palavra impr"dente. =o lar3 em 6ace da intimidade espirit"al mais acent"ada3 prevalece a telepatia e compreendemCse com 6acilidade nesse mecanismo mental.7 Idio"a2 c. ' na realidade3 semel ante atri%"to3 por ser "m rec"rso com"m a todos3 .iriam estra gos id&nticos aos ca"sados por "m terremoto c"Has propor+.es3 esses despistamentos da mentira e da ipocrisia3 m"ito com"ns entre os terrícolas3 não seriam possíveis entre eles3 devido3 H"stamente3 F s"a 6ac"ldade de poderem ler os pensamentos3 "ns dos o"tros. 0ron"nciavamCna a%erta3 mas alongando a s"a sonoridade. PERGUNTA! M"al a letra al6a%-tica de nosso m"ndo3 c"Ha 6ona+ão ten a maior similit"de com os sons 1"e comp. Atendem3 pro6"ndamente3 ao sentido psí1"ico3 intelect"al e espirit"al 1"e a palavra deve re6letir na mente de 1"em a o"ve.ra e tradi. nos c amados EmantransE inici>ticos do idioma Emantr@nicoE3 remanescente dos povos lem"rianos e atlantes.

"ma valiosa contri%"i+ão de síntese voca%"lar3 a 6im de 1"e a vossa "manidade possa entenderCse e con6raterni. Ali>s3 em vosso m"ndo at"al3 H> estais adotando "ma s-rie de legendas e denomina+.Cl es a necessidade de "m voca%"l>rio demasiado e7tenso.es associativas e se"s departamentos respons>veis3 tendo criado "m novo padrão ling"ístico composto de a%reviat"ras 1"e de6inem maior 1"antidade de id-ias.menos importante. .es cost"meiras.es mentais3 cada ve.emCvos ) a%revia+ão do 1"e . de acontecimentos3 ind". K o 1"e ocorre3 mais o" menos3 com os marcianosI "sam "ma simples palavra F semel an+a dos sinais gr>6icos daP ta1"igra6ia e 1"e representa "m gr"po de id-ias correlatas.es a"t>r1"icas pelos se"s nomes e7tensos e comple7os3 estais "sando apenas as iniciaisB e o mesmo 6a. de designardes as instit"i+. e do imper6eito para o mais per!eito. mais comple7as.eis 1"anto aos instit"tos de previd&ncia e aos departamentos do 'stado3 nomeandoCos a%reviadamente. PERGUNTA: Como compreender esse aH"ste da ling"agem Fs necessidades novas no parado7o de red"+ão voca%"lar2 RAMATIS! =a intimidade do espírito est> sempre operando a vontade e a sa%edoria do Criador3 no sentido de cond".ar mais 6acilmente. . Acresce3 ainda3 1"e a 6ac"ldade telep>tica red".PERGUNTA! 'ssa ling"agem . mais di6"ndido3 o 1"al3 na realidade3 H> .am%-m3 nos desportos3 a%reviais as longas denomina+.es rapidíssimas da vossa vida moderna.3 por sinais com%inados3 semel antes aos da ta1"igra6ia3 a 6im de poderem atender F m"ltiplicidade de pensamentos 1"e l es é com"m e dominante.al como aconteceria se o anti1"ado EcarroCdeC%oiE tivesse de atender Fs m"ta+. PERGUNTA: *s marcianos "sam escrita semel ante F nossa2 RAMATIS! 'screvem com m"ita rapide.es a%reviadas3 1"e signi6icam o" de6inem m"itas 6rases o" id-ias3 aliviando3 assim3 a mente do s-c"lo atLmico3 H> atravancada de e7cessos de memGria. 'ssa a%reviat"ra passa a 6a.ir t"do e todos sempre do pior para o melhor.es de atenderem Fs e7ig&ncias da ling"agem de "ma "manidade2 RAMATIS! Falam "m idioma c"Has palavras o" voc>%"los e7primem m"itas id-ias. PERGUNTA! Como compreendermos essa e7igTidade de palavras 1"e3 no entanto3 condensa longas 6rases o" m"itas id-ias2 RAMATIS! K "ma concisão voca%"lar decorrente do gra" de evol"+ão espirit"al e 1"e alcan+areis no 6"t"ro3 F propor+ão 1"e evol"irdesB pois3 F medida 1"e a alma se espirit"ali. CingindoCnos ao vosso modo de vida com"m e prosaica3 citaremos alg"ns e7emplos corri1"eirosI em ve. '3 a%it"almente3 gravam a ling"agem 6alada em minAsc"los aparel os3 F 6ei+ão #1 .er parte integrante e de6initiva da ling"agem sem 1"e percais a e7tensão da id-ia nas rela+. PERGUNTAI :ostaríamos de "m e7emplo simples3 com"m3 com 1"e p"d-ssemos avaliar a red"+ão de 6rases na ling"agem3 mas a%rangendo "ma id-ia ampla. ' tam%-m3 visando esse mesmo o%Hetivo3 H> tendes o E'sperantoE3 idioma de amplit"de internacional3 cada ve.rica de voc>%"los capa.a moralmente3 ela a%range maior >rea da vida cGsmica em todos os sentidosB e por isso3 a ling"agem vaiCse tornando ins"6iciente para atender F m"ltiplicidade de e7press. RAMATIS! As e7ig&ncias da vida at"al3 na s"a comple7idade e rapide.

#2 .es emitidas3 pela mente de 1"em pensaB e3 ao mesmo tempo3 proHeta sinais gr>6icos em telas apropriadas e 6acilmente recon ecíveis dentro do cGdigo preesta%elecido.ada3 os cientistas identi6icam com 6acilidade os sinais gr>6icos gerados pelas mais s"tis n"an+as do pensamento. H> imensa di6ic"ldade de interpretar3 n"m campo o%Hetivo3 o conteAdo e7ato e psicolGgico das cores captadas para o plano de 6ormas. Con6orme a nat"re. PERGUNTAI 0odem 6a. H> tons inimagin>veis3 movedi+os3 descon ecidos para os ol os mais s"tis. * simples vermel o3 no astral3 H"nto F crosta do vosso m"ndo3 pode apresentar 2## tons entre o esc"ro intenso e o o"tro e7tremo claro3 1"ase apagado.adas dos vossos gravadores de sons. PERGUNTA! M"ais os o%st>c"los maiores3 para 1"e as imagens dos pensamentos emitidos no astral possam ser proHetados nas EtelasCvítreasE2 RAMATIS! =o m"ndo astral as cores di6erem grandemente de s"as cong&neres no m"ndo material3 pois3 na realidade3 o m"ndo 6ísico .adas3 Emicro6otoC gr>6icasE3 1"e podem ser lidas a 1"al1"er momento3 nos proHetores de %olso. Acresce 1"e o m"ndo astral 1"e rodeia Marte3 por ser este "m or%e s"perior3 tam%-m . PERGUNTAI M"al o aparel o terreno 1"e nos p"desse aH"dar a compreender a verdadeira nat"re.a e disposi+ão desses pontos3 os o%servadores 6a.erCse corre+.mais s"til e rico de e7press. PERGUNTA: '7istem o"tras maneiras de escrit"rar se"s pensamentos2 RAMATISI *s escritores3 a"tores3 cientistas3 relatores o" t-cnicos 1"e desenvolvem la%ores intelect"ais de responsa%ilidade recorrem3 com"mente3 aos EetereoproHetoresEB maravil oso aparel o sem analogia no vosso m"ndo3 pois capta todas as ond"la+.es mentais.de dita6ones com"ns3 os 1"ais proHetam as palavras em pelíc"las magneti.es ass"mem as 6ormas mais e7Gticas e os pensamentos emitem cores so% con6ig"ra+. Hão de decorrer ainda m"itos anos3 at. Brevemente3 con6orme p"demos constatar3 a ci&ncia marciana concl"ir> a nova con6ig"ra+ão de EproHetoresCetereomentaisE3 1"e poderão desen ar na EtelaCvítreaE as 6ormas e7atas das concep+.es do pensamento em s"as cores 6"ndamentais. A visão marciana3 gra+as F disposi+ão de mo%ilidade Es"iCgenerisE3 da retina3 permite leit"ras EmicroscGpicasE nos al"didos proHetores port>teis.es inconce%íveis ao omem com"m. ' mediante "ma t-cnica especiali.es e7c&ntricas.ona vi%r>til do astral3 onde as emo+.es nessas cintas Emicro6otogr>6icasE2 RAMATIS! <a mesma 6orma como 6a.1"e a prGpria ci&ncia marciana consiga captar3 no astral3 as cores em s"a intimidade e7ata. 0reoc"pamCse3 no momento3 esses avan+ados t-cnicos marcianos3 em trans6erirem do m"ndo imponder>vel para o campo o%Hetivo da mat-ria as con6orma+.ona et-rica3 na . 'sta se processa pela proHe+ão de pontos 1"e terminam compondo imagens3 gra+as F disposi+ão pec"liar da visão "manaB no entanto3 os EcaptadoresCmentaisCet-reosE penetram na pro6"ndidade do -ter3 apan am as imagens em proHe+ão no campo astral e as dissociam em pontos 1"e se proHetam nas telas apropriadas."m aspecto e7terior do m"ndo interno astralino. 'sses EetereoproHetoresE at"am no campo et-rico3 na .em a leit"ra do pensamento prGprio3 o" de o"tros 1"e se s"%metem F e7perimenta+ão.a desses EetereoproHetoresE2 RAMATISI A televisão em sentido inverso.eis nas 6itas magneti.

PERGUNTA! 0ara nosso entendimento com"m3 gostaríamos de apan ar essa opera+ão de EimagensE do astral 1"e3 proHetadas no m"ndo material3 de6inissem "m modo de pensar. ' os aparel os 1"e re6eris H> constit"em "m es6or+o apreci>vel nesse setor.es os escritores e7ploram ass"ntas evocativos.radiante e se e7pande em l"minosidade para o Alto. PERGUNTA: '7istem escritores3 em Marte3 e7plorando ass"ntos semel antes aos 1"e3 com"mente3 são considerados na .erra2 RAMATIS! * sentido liter>rio marciano . PERGUNTA: 'm re6er&ncia F capta+ão de pensamentos no sentido de identi6icar a s"%st@ncia do se" teor moral3 entre nGs3 H> 6oi lan+ado "m aparel o destinado a essa 6"n+ão3 o 1"al temos visto citado como Eidenti6icador da verdade o" detectordeCmentiraE.aB n"m amareloCclaro3 do"rado3 aspira+. =at"ralmente3 apenas vos e7pomos "m e7emplo compatível com o vosso m"ndo."lCclara revela sempre "m sentimento espirit"alCreligioso3 sincero e casto.odas as con1"istas avan+adas da ci&ncia come+am por tentativas de res"ltados 1"ase sempre de6icientes. 0or-m3 no 6"t"ro3 conseg"ireis 6otogra6ar e de6inir as vi%ra+. * mesmo cone em "m vermel oCvivo3 a6og"eado3 revelaria ansiedades sens"aisB n"m verdeCseda3 aspira+. 'm 6ace da longa e7perimenta+ão dos cientistas no ass"nto3 assim 1"e o cone 6osse proHetado na EtelaCvítreaE3 material3 sa%eriam 1"e se tratava de "m pensamento devocional p"ro de ordem ascensional e repleto de ansiedade3 em 6ace da 6orma de "m cone se a6inando. <esde 1"e o ass"nto H> perde" s"a mensagem Atil ao am%iente at"al o" como roteiro 1"anto ao 6"t"ro3 dispensamCse de evoc>Clo. 'vocam o pret-rito3 tãoCsomente 1"anto aos 6atos essenciais ligados Fs reali.es pela nat"re. /er> possível darCnos "m e7emplo2 RAMATIS! /"ponde "m pensador marciano mediando so%re "m conceito devocional3 com con ecimento de ca"sa e elevada emo+ãoB em torno de s"a mente3 no astral3 6ormaCse "m delicado cone em cor a. /ão po"cos os 1"e a%rem as Hanelas do se" ga%inete para ol arem e sentirem na alma os dramas dos grandes a6litos 1"e vão passando l> em%ai7o. .es rom@nticas do pret-rito. 'sse cone irradiando l".es intelect"ais. 'ncaram a vida sempre em sentido din@mico3 criador e em dire+ão ao 6"t"ro 1"e . /emel ante con1"ista3 aliada F nova ci&ncia 1"e recon ecer> a telepatia e a psicometria como veíc"los de a%sol"ta con6ian+a3 constit"irão "m processo normal de %iotipologia criminal3 a servi+o dos departamentos da 4"sti+a. de cor a.es pensantes de mani6esta e6ervesc&ncia3 tais como o Gdio3 o remorso3 a c"lpa3 etc. A evoca+ão do passado signi6icaCl es "m sa"dosismo est>tico o" inAtilB são nat"ralmente avessos Fs pieg"ices das recorda+.essencialmente criadorB e sG em raras sit"a+.es isoladas. =o entanto3 perante #! ."lCclara3 c"Ho >pice . Ali>s H> tem sido "sado em investiga+.nova oport"nidade de renova+ão.do vosso gosto melodram>tico. ' neste sentido3 os 1"e poss"em talento dãoCnos id-ia de atletas vigorosos correndo F ca+a de %or%oletas. *s escritores pre6erem temas aH"stados Fs circ"nst@ncias do momento3 distanciandoCse da 6ic+ão o" arti6ício 1"e ainda .ais aparel os t&m alg"m m-rito 1"e impon a con6ian+a2 RAMATIS! . =a maioria3 os vossos escritores3 distanciados e al eios ao drama social3 pat-tico3 1"e os rodeia3 estão alvoro+ados pela e"6oria de escrever EpoemasE de circ"la+ão dom-stica o" o%ras de 6ic+ão3 sem s"%st@ncia o%Hetiva3 es1"ecidos das realidades amargas do vosso m"ndo at"al3 c"Hos males t&m s"a ca"sa na pro6"ndidade o" no cerne das consci&ncias.es do presente.a+.

0or isso3 aos escritores3 especialmente os 1"e se H"lgam poss"idores de atri%"tos 1"e os ind".es pGsteras3 a l".es com"ns da vidaB e o se" estro3 pelas e7press. 'ste3 al-m de s"a recon ecida onestidade pA%lica3 sG pode desempen ar essa 6"n+ão3 depois 1"e o%tiver promo+ão em rigoroso c"rso de psicometria.rigorosíssimo por1"e e7ige a%sol"ta e7atidão dos 6eitos en"nciados. =ão importam os moviC mentos e a psicologia pessoal dos personagens consagrados pela tradi+ão istGrica3 mas somente os o%Hetivos espirit"ais3 s"periores3 1"e advieram dos acontecimentos. *s sentimentos p"ros 1"e governam a "manidade marciana permitem 1"e as com"nidades siderais proHetem as s"as vi%ra+. <esprendendoCse da 6orma ang"stiante do or%e3 transcende as condi+. =ão > 6alseamento3 nem desaH"stes racistas3 a%ilmente 6ocali. Ali>s3 a tessit"ra da istGria marciana .es valiosas3 não3 apenas3 como literatos3 mas3 tam%-m3 como paladinos o" mission>rios dos ideais s"%limes e eternos 1"e apro7imam3 cada ve. de tais EastrosE 6a+a H"s Fs %&n+ãos de <e"s e não se apag"e da memGria dos omens por serem sím%olos o" e7press. * elevado teor moral de acontecimentos 1"e criam a vida espirit"ali.a+ão marciana . PERGUNTA! N<o se preoc"pam com os 6atos essenciais da istGria do se" m"ndo2 RAMATIS! O crit-rio na composi+ão dos 1"adros istGricos da civili.es s"%limes como aH"da aos es6or+os dos se"s vates.erra e o C-".es claras e "manas dos sentimentos 1"e e7prime3 6orma "m la+o de "nião entre a .ada não o6erece enseHos para desta1"es de con6litos o" encontros g"erreiros. * poeta marciano "m canal vivo de %ele.a espirit"al.es no vosso m"ndo3 onde erGis são glori6icados por1"e c"mpriram o%riga+. PERGUNTA! A poesia em Marte recorda o la%or de nossos poetas2 RAMATIS! K o"tro rec"rso admir>vel dos marcianos3 1"e trans6ormam palavras em graciosos ramal etes de sons emocionantes. *s dramas passionais3 as trag-dias repletas de Gdios e vingan+as não encontrariam eco no leitor marciano3 por serem ass"ntos ine7istentes no se" E a%itatE. 'm ve. As epop-ias erGicas3 1"e marcam momentos de e7alta+.es avent"rosas3 c"Ha 6"n+ão seHa no conceito com"m de Epassar o tempoE3 sem s"%st@ncia de "ma li+ão proveitosa o" constr"tiva.es de vida s"perior. PERGUNTAI M"ais os ass"ntos o" temas pre6eridos pelos escritores marcianos2 RAMATISI M"ando tecem istGrias o" contos3 sempre o 6a. *s a"tores es6or+amCse por compor ass"ntos agrad>veis e edi6icantes3 1"e girem em torno de novos con ecimentos o" concep+.em a pleitear assento no trono da imortalidade convencional e transitGria de vossas academias3 c"mpre o dever de porem o se" m-rito a servi+o da "manidade3 a 6im de 1"e3 na consci&ncia das gera+.es 1"e l es 6oram con6iadas3 tam%-m carecem de aten+ão o" c"riosidade3 em Marte3 por a"s&ncia de melodramas inesperados. mais3 a criat"ra ao se" Criador.em em sentido criador e endere+ados ao 6"t"ro. K poesia li%erta da rígida disciplina terrenaB não o%riga o poeta a controlar a inspira+ão3 na e7ig&ncia acad&mica do m"ndo3 mas atende sempre a 1"e a s"%st@ncia da id-ia res"lte nat"ral3 e assimil>vel. A preoc"pa+ão constante e geral3 de servir3 amar e ser verdadeiro3 elimina 1"al1"er oport"nidade dos 6anatismos %elicosos m"ito com"ns nos m"ndos in6eriores.<e"s3 as responsa%ilidades morais e sociais do indivíd"o para com o se" meio estão na ra. 'vitam narra+.ados pelo istoriador.de armonia e paci6ismo3 condicionada F ascensão espirit"al3 em 1"e os mais destacados erGis venceram pela renAncia3 pelo amor e dedica+ão.ão direta do se" con ecimento. do vosso poeta acad&mico 1"e adota estilo re%"scado e e7c&ntrico3 de #$ .

es de tradi+ão istGrica e religiosa 1"e sirvam ao omem moderno3 como "ma esp-cie de c"rso demonstrativo da evol"+ão social2 #5 .a3 as epop-ias erGicas o" os amores cl>ssicos da istGria "mana3 1"al o ass"nto o%Hetivo das poesias marcianas2 RAMATIS! 9nterpretam t"do 1"e se re6ere F peregrina+ão do espírito nos camin os 6"t"ros do Cosmos. K poesia do espírito3 centel a imortalB é l". /"a poesia .ias3 sem sentido assimil>vel3 1"e3 en6im3 6a. PERGUNTAI Recordando os nossos poetas 1"e cantam a nat"re. da poesia "ma esp-cie de notici>rio sim%Glico o" c aradístico.e7press. Assim como não seria possível vos descrever a plenit"de do sol3 comparandoCo F tosca l".ante e s"%limarCse na plenit"de do anHo. ?ltrapassaram o limiar dessas pieg"ices an&micas do *eu so!ro*."ma divina epop-ia 1"e transcende os limites acan ados do voca%"l>rio "mano. =ão se H"sti6icariam em Marte3 onde t"do .a da poesia.de lin a vertical3 para o C-"B e desprendida sempre dos imperativos do solo planet>rio. <enominamos Ementalismo de consci&ncia evang-licaE para vos advertir 1"e os poetas marcianos vivem a1"ilo 1"e com"nicam atrav-s da s"a virt"osidade po-tica. PERGUNTA! 'm Marte não > m"se"s o" instit"i+.din@mico e ascensional3 os arti6icialismos p"ngentes e com"ns de vossos Hovens poetas 1"e cantam dramas e pessimismos sem3 entretanto3 terem con ecido as amarg"ras da vida real. de "ma vela3 não podemos vos el"cidar 1"anto F peregrina+ão da alma eterna3 e" con6ronto com as limita+. K poesia dinamicamente espirit"al.iantes de imagens grotescas e ridíc"las3 1"e despertam aten+ão3 apenas3 pelo se" a%s"rdo. PERGUNTAI 0oderíamos avaliar os princípios do Ementalismo de consci&ncia evang-licaE a 1"e os poetas marcianos dão pre6er&ncia2 RAMATISI É a onestidade do espírito 1"e vive a1"ilo 1"e canta na %ele. do *eu te adoro+* e vivem os princípios sadios do Ementalismo de consci&ncia evang-licaE. * poeta marciano di6ere de inAmeros poetas terrenos 1"e3 6esteHando a vida com rimas desl"m%rantes3 in"ndam o am%iente com conceitos virt"osos3 de m"sicalidade atraente3 mas tão 6ora das realidades da vida 1"e m"itos deles não conseg"em aH"star o singelo mecanismo de "m lar.es va.es3 at. do voca%"l>rio "ma esp-cie de 6ogo de arti6ício3 o poeta marciano -3 acima de t"do3 "ma alma3 "m cora+ão 1"e3 sem red"nd@ncias3 trad".es da espirit"alidade. dos transitGrios episGdios da s"a e7ist&ncia terrena.aos es6or+os gigantescos 1"e o espírito empreende para desvestirCse da 6orma escravi. ' não se tornam aves de c@nticos ne6eli%atas3 es6". Cantam em s"%limes estro6es3 tão livres 1"anto as li%-l"las so% o irisado das 6lores3 desde o panorama celestial dos m"ndos 6eli. 'ssa escalada3 ainda incompreensível para a vossa mente s"%H"gada pela 6orma3 ass"nto de amplit"de eterna3 ."m retrato 6iel da s"a moral na vida pA%lica e partic"lar. /e" conteAdo endere+aCse ao 6"t"ro distante dos 6anatismos racistas e dos eroísmos p>trios3 e avesso3 ainda3 F vac"idade po-tica 1"e 6a.es dos am%ientes "manos. eterna 1"e se 6ragmenta de <e"s. /"a poesia . as e7celsas emo+. A mensagem silenciosa 1"e desce do Alto3 a s"a alma dGcil rece%eCa e3 so% o &7tase da inspira+ão3 ele a trans6orma no prolongamento vivo do 6ascínio 1"e se irradia dos EarcanHos da poesiaE. *s poetas marcianos cantam3 de pre6er&ncia3 os anseios da alma em ve.

il3 a %om%a3 a %aioneta não e7istem nos m"se"s marcianos por serem instr"mentos 1"e lem%ram os rios de sang"e derramado nas g"errasB pois3 na realidade3 os vossos campos de %atal a são verdadeiros matado"ros.erra.apenas li+ão ed"cativa espirit"al3 esp-cie de Eest>gio acad&micoE em região inGspita3 o marciano não se apega de6initivamente Fs tradi+. ' como os marcianos H> "ltrapassaram o limiar dessa compreensão sideral3 po"co l es interessa "m m"se" atravancado de retal os sim%Glicos de %andeiras3 traHes3 armamentos3 condecora+. Con ecendo pro6"ndamente 1"e a vida material .es e acessGrios 1"e atestam a %elicosidade de m"ndos como a . A6ora alg"ns elementos de rela+ão com o passado3 a%sol"tamente imprescindíveis3 cingeCse Fs realidades ar1"ivadas nos registros astrais3 rec"rso con ecido dos inici>ticos de vosso m"ndo3 como sendo os Eregistros aVas icosE3 c"Ho modo de operar 6oge ao ass"nto em apre+o.ando grande soma de coisas adstritas ao m"ndo de 6ormas. * omem marciano poss"i consci&ncia mais ampla do plano psí1"ico3 despre.es3 ancestralidade de %er+o o" preconceitos de ra+a.es istGricas o" compara+.ind".a %reve %i%lioteca 1"e poss"i3 com inteligente parcimLnia3 e7cl"sivamente a1"ilo 1"e a mente não pode g"ardar o" 1"e não conv-m memori.s"%stit"ída3 em Marte3 pela claridade di>6ana 1"e il"mina os atos no%res da vida3 1"e aponta os camin os pací6icos3 os es6or+os do amor 6raterno3 a espontaneidade da renAncia pelo %em al eio e o desprendimento tradicional desses E%ensE 1"e a Eal6@ndegaE do 'spa+o não dei7a passar e 1"e 6icam no vosso m"ndo F %eira do tAm"lo.es de g"ardardes provas de vidas transitGrias3 como são as 1"e viveis nos m"ndos planet>rios. A di6eren+a consiste apenas em 1"e3 n"ns3 as vítimas são %oisB e #6 . M"ando so"%erdes aviv>Cla convenientemente3 1"ando p"derdes "nir n"m sG 6io eterno todas as contas 1"e signi6icam cada e7ist&ncia 6ísica e 1"e3 então3 H> tiverdes o con ecimento e7ato 1"e "ltrapassa o sim%olismo do Etempo e do espa+oE3 aveis de prescindir3 completamente3 dos m"se"s e das preoc"pa+.a EmemGria sideralE3 pree7istente antes da reencarna+ão e 1"e so%revive sempre apGs o desenlace do corpo. Rasgando sempre novas estradas no campo in6inito da vida espirit"al3 a a"ra som%ria dos vossos m"se"s . 'm 6ace de tais possi%ilidades e gra+as F s"a mentalidade3 são mais idealistas do 1"e conservadores.ida pela vossa preoc"pa+ão condicionada F memGria 6ormada no m"ndo terreno3 por1"e descon eceis3 ainda3 a maravil osa d>diva do 0ai3 1"e . =ão > o%Hetos3 insígnias3 "tensílios o" o%ras raras3 1"e devam ser conservados para reti6ica+. Assemel aCse F criat"ra 1"e3 s"%indo a "m alto pico3 vai desvendando3 grad"almente3 maior e7tensão da paisagem e esta%elecendo con6rontos com o 1"e est> em%ai7o3 pois3 na %ase da pir@mide sG l e v& "m lado e anota as características da EmassaEB no entanto3 assim 1"e se coloca no >pice3 não somente v& a con6ig"ra+ão total da pir@mide3 como ainda l e anota as disposi+. PERGUNTAI * irmão 6ala em registros. * m"se" marciano . ' "ma ve.a+ão marciana conserva os relatos em dia3 os 1"ais3 aliados F psicometria3 mais o" menos con ecida de todos3 possi%ilita 6a. 1"e os marcianos vivem como verdadeiros irmãos so% os preceitos crísticosB e3 por conseg"inte3 não t&m advers>rios3 nem tra+am 6ronteiras racistas entre as s"as comarcas3 tam%-m não se H"sti6icaria entre eles a consagra+ão de erGis 1"e con1"istaram lo"ros em l"tas sangrentas. A ine7ist&ncia de 6ronteiras adstritas a nacionalismos territoriais e7termino" o s"per6icialismo de 1"ais1"er sím%olos3 representando peda+os de terra.RAMATIS! A clarivid&ncia dos mentores da civili.er reviver os diversos est>gios do passado3 n"ma tradi+ão ver%al.es ed"cativas2 RAMATIS! A perg"nta . /igni6ica o registro dos 6atos principais do passado3 c"Ha s"%st@ncia ainda tem liga+ão com a vida em c"rso. A civili.es relacioC nadas com o meio onde est> edi6icada. A espada3 o can ão3 o 6".a+ão marciana con ece todo o panorama e etapas de s"a evol"+ão progressiva por1"e s"a visão espirit"al a%range maiores perspectivas para Etr>s e para a 6renteE.ar.

a+ão2 RAMATIS! K de senso com"m 1"e as tare6as de responsa%ilidade são con6iadas sempre F1"ele 1"e se pres"me ser o mais credenciado para e7ec"t>Clas. ' por isso3 tendes diversos r-pro%os e intr"sos em cima do altar da imortalidade e descon eceis m"itos m>rtires e santos 1"e estão a%andonados no sep"lcro do ostracismo o" Hogados na vala do anonimato. PERGUNTA: =ão e7istem3 então3 1"ais1"er preoc"pa+.es atra%ili>rias prGprias do 6alível H"í.es3 das pai7.es3 conse1Tentes3 m"itas ve. PERGUNTAI 'm%ora contrariando o espírito pací6ico marciano3 cr& o irmão 1"e não devíamos consagrar os patriotas 1"e em l"tas3 mesmo sang"in>rias3 arriscaram s"a vida para 6a. <esde 1"e 6oi escol ido por ser o mais credenciado3 não mais se H"sti6icaria real+ar especialmente os se"s eroísmos. :eneral3 en6im3 tão s"%lime3 1"e al-m de vencer os e7-rcitos ingleses3 tem direito F venera+ão da consci&ncia da ## . 'ste3 simI por ser "m caso algo e7cepcional3 6aria H"s a "ma e7cepcional consagra+ão.na1"eles3 em ve.incapa.er valer princípios mel ores do 1"e os 1"e pert"r%am a pa. 'm nosso entendimento3 no caso em apre+o3 erGi merecedor de "ma est>t"a3 deveria ser3 por e7emplo3 o 6ato de "m padeiro o" sapateiro3 1"e vencesse "ma %atal a sem ser militar. do m"ndo2 RAMATIS! 'm Marte não seria considerado eroísmo o" motivo de consagra+ão o s"cesso3 por mais a%sol"to3 de "m comandante n"m campo de %atal a3 isto3 pela simples ra.o "mano. *s marcianos não comemoram %ar%aridades 6an>ticas 1"e são prGprias o" compatíveis com a est"pide. de %ois3 assassinais vossos prGprios irmãos. do omem das cavernas. 'ssas g"erras o" c acinas não se concreti.oHe3 em vosso m"ndo3 teve m-ritos e7traordin>rios e ímpares3 1"e 6a.endes c"lt"ado omens 1"e escalaram os mon"mentos da vossa venera+ão F c"sta do sacri6ício e da virt"de de m"itas almas 1"e no vosso m"ndo viveram ignoradas mas 1"e t"do l e deram3 incl"sive a prGpria vida. de 6alsear os princípios do EamaiCvos "ns aos o"trosE e do Enão 6a+as aos o"tros o 1"e não 1"eres 1"e te 6a+amE. 4oana dPArc -3 pois3 so% todos os tít"los3 o maior general 1"e tem avido no vosso m"ndo3 por1"e3 al-m da s"a ignor@ncia inerente F simplicidade da vida r"ral3 era m"l er e tin a apenas de.oito anosB e ainda por1"e a E omenagemE 1"e l e prestaram 6oi consentir 1"e essa eroína3 emiss>ria dos C-"s3 6osse torrada n"ma 6og"eira.am em Marte por1"e o cidadão marciano .ão de 1"e sG a "m general ca%e e7ec"tar tais tare6as. <esde 1"e se con6ia missão especial a alg"-m3 este H> est> consagrado pela con6ian+aB devendo3 pois3 dispensar os acr-scimos de lisonHas e vaidades3 pois estes s"per6icialismos são incompatíveis com as s"%limes virt"des de eroísmo o" a%nega+ão.es de tradi+ão3 nem mesmo 1"anto Fs 6ig"ras 1"e são tidas como paladinos do progresso da civili. A s"rpresa o" espanto seria o de alg"-m escol ido para "m la%or e7cepcional e 1"e o dei7asse de c"mprir por admitir 1"e3 apGs s"a tare6a3 não l e rendessem omenagens.em H"s a "ma imorredo"ra e imortal consagra+ão3 6oi essa "milde camponesa3 4oana dPArc3 1"e3 sendo anal6a%eta e a6eita somente ao tra%al o de apascentar ca%ras e ovel as3 instantaneamente se trans6ormo" n"m general s>%io3 atilado3 destemido e com "ma capacidade de comando tão sing"lar 1"e derroto" os e7-rcitos ingleses e salvo" a Fran+a de ser s"%metida a colLnia da 9nglaterra. Ali>s3 na istGria 1"e tendes escrito so%re o vosso m"ndo e 1"e3 ingen"amente classi6icais de E istGria "niversalE3 m"itos dos tiHolos de se"s alicerces estão 6irmados com a argamasa de palpites e errLneas ded"+. 0or conseg"inte3 em nosso conceito3 o general 1"e at. . do 1"e c"mprir o se" dever. Conse1Tentemente3 não se H"sti6ica 1"al1"er omenagem o" consagra+ão especial a 1"em agi" como l e c"mpriaB pois nada mais 6e.

a da s"a inoc&ncia e no e7emplo divino do perdão 1"e ela tam%-m imploro" para os se"s algo. e H> envolta em c amas3 e7al+o"Cse F santidade e grande.a do prGprio Cristo3 na p"re."manidade inteira por1"e3 do cimo da s"a cr".esN #( .

.am o" incorrem na nega+ão inconsciente.es EterraCaCterraE3 sistemati. <esaparece o con6lito religioso3 por1"e todos devocionam <e"s so% o mesmo aspecto do A%sol"to3 o 9ncriado o" *nipotente3 acima de 1"al1"er pretensão descritiva.> Re igi<o. Consideram a Mente /"prema como sempre e7istente3 sem princípio nem 6im [ a ca"sa sem ca"sa. PERGUNTAI /ervemCse de cerimLnias o" lit"rgias3 F parte3 em templos apropriados2 RAMATIS! CongregamCse em templos3 instit"i+."ma sGI o A%sol"to 9ncriado Criador. 'm todo o or%e marciano3 a concep+ão de <e"s .odas as con1"istas dos marcianos no campo cientí6ico são "níssonas no campo da F-. PERGUNTAI 0orvent"ra3 > em Marte cren+as diversas o" seitas religiosas3 como acontece na . A sa%edoria e o sentimento estão intimamente "nidos na mais lídima e7pressão de armonia espirit"al. *s s>%ios marcianos não investigam nem pes1"isam F semel an+a de alg"ns cientistas da . PERGUNTAI 'm 1"e sentido di6erem de nGs2 RAMATISI Apenas no processo devocional3 1"e reAne os gr"pos na con6ormidade de s"a estr"t"ra psicolGgica mental3 emocional o" espirit"al. PERGUNTAI 0oder> citar alg"ns e7emplos mais o%Hetivos3 compatíveis com a mor6ologia do nosso m"ndo2 RAMATISI =ão ocorrem di6eren+as do"trin>rias o" interpreta+. #9 .es o" com"nas religiosas3 distintas3 entre si3 1"anto F 6ei+ão devocional3 mas sempre c"lminando no mesmo o%Hetivo de alcance espirit"al. A Ci&ncia em Marte alenta todos os se"s proHetos e o%Hetivos com o calor inerente F s"a con6ian+a ilimitada nos poderes s"periores e diretores da vida cGsmica. .erra3 de6endendo post"lados do"trin>rios distintos o" divergentes entre si2 RAMATIS! /ão diversos os sistemas de devocionamento a <e"s3 em%ora todos convergindo para o mesmo o%Hetivo espirit"al.es antagLnicas3 da id-ia <ivina. 'm%ora se distingam certas pre6er&nciae de ordem mental3 psicolGgica3 est-tica3 clim>tica o" emotiva3 a preoc"pa+ão 6"ndamental entre todos .a preval&ncia de 6raternal "nidade na diversidade.es dogm>ticas de6endendo post"lados opostos3 em con6lito ideolGgico. PERGUNTAI M"al .a concep+ão a respeito de Religião em Marte2 RAMATIS! A ci&ncia est> a%sol"tamente conH"gado F F-. =ão e7istem instit"i+.odos os sistemas religiosos são reencarnacionistas3 admitem a pl"ralidade dos m"ndos e entram em contato com os espíritos desencarnados.erra 1"e3 proc"rando a origem das coisas divinas nas premedita+.

"m es6or+o 1"e a criat"ra empreende no sentido de EreligarCseE com a <ivindade.a e elasticidade3 destacandoCos m"itíssimo das catedrais petri6icadas e compactas 1"e con eceis. <i6erem do vosso m"ndo3 por1"e agr"pam os se"s adeptos pelas a6inidades mentais3 cientí6i+as3 artísticas o" emotivas3 em ve. M"ase sempre se constit"em de edi6ícios circ"lares3 ac aparrados3 estendidos so%re 6ascinantes tapetes de verd"ra3 pintalgados de 6lores.es em torno dos templos n"ma impressão graciosa de EcirandaE vegetal. de com"nidades divididas por "m psi1"ismo eterog&neo.a 1"e se evola de alg"ns deles depende e7cl"sivamente da est-tica das lin as ar1"itetLnicas3 lem%rando son os artísticos tal ados no cristal colorido.a s"%st@ncia vítrea3 1"e l es d> "m aspecto de leve. <ispensam3 no entanto3 a e7a"stiva o"rivesaria de pedra3 os %ordados e7cessivos nos granitos 1"e en6eitam os edi6ícios religiosos terr>1"eos.es ao ar livre3 sem a%G%adas o" cAp"las3 a%ertas ao in6l"7o direto do sol3 1"e atende ao gosto de inAmeros devotos3 1"e na . H>3 ainda3 "m o" dois tipos piramidais3 inteiramente de l@minas vítreas e alg"mas edi6ica+.es3 o conteAdo . *s templos 1"e se re6ererem mais F emotividade dos marcianos apresentam edi6ica+ão a%o%adada3 de cAp"las translAcidas e torres 1"e se erg"em para o c-"3 lem%rando antenas diamantí6eras a captar o magnetismo divino do Alto. PERGUNTAI ' não > contradi+ão 1"anto ao mesmo o%Hetivo religioso2 RAMATIS! 5ariam no Emodo devocionalE3 mas não 1"anto ao o%Hetivo Anico 1"e .es. As instit"i+. /eparamCse na pre6er&ncia dos camin os escol idos para o se" EreligareE ao 0ai3 mas o%Hetivam "m sG alvo a atingirI o aper6ei+oamento do espírito e a integra+ão consciente em "m sG <e"s.es devocionais3 onde os 6i-is se agr"pam atraídos pelas a6inidades mentais3 t&m apenas as cAp"las gigantescas3 sem as torres3 6ormando desl"m%rante co%ert"ra re6"lgente3 an>loga ao cristal a.erra2 RAMATIS! Apresenta pro6"nda analogia com a 1"e adotais3 e7ceto 1"anto ao material empregado3 1"e .de "ma sG Religião. A maHestosa %ele.es s"%limes por1"e .es psicolGgicas dos devotos. H>3 no entanto3 dois estilos 1"e m"ito se di6erenciam3 e 1"e ireis con ecer3 com detal es3 no decorrer destas com"nica+.ada e radioativa3 6ormam e7tensos cord. 'sses sant">rios3 templos e instit"i+. () .es são pre6eridos pelos marcianos3 con6orme as s"as atividades na vida pro6ana. PERGUNTAI Como se e7ercem essas di6eren+as devocionais3 6ormando "ma sG Religião2 RAMATIS! A Religião não prescinde do Amor3 nas s"as mani6esta+.a mesma id-ia de <e"s. PERGUNTA! M"ais as di6eren+as desses credos3 entre si3 1"e os impelem a diversos sistemas devocionais3 em%ora endere+ados ao mesmo o%Hetivo espirit"al2 RAMATISI /ão agr"pamentos simp>ticos e eletivos3 1"e atendem Fs v>rias disposi+. *s %os1"es límpidos3 re6rescantes e com 6ontes de >g"a magneti. =a ess&ncia de s"as venera+. ' os marcianos3 em%ora sigam estilos diversos3 entre si3 1"anto F devo+ão3 identi6icamCse a%sol"tamente pela mesma disposi+ão amorosa para com <e"s e o prG7imo.erra lem%rariam os antigos pitagGricos."lado3 verdeCseda3 amarelo o" lil>sC rosa.PERGUNTAI A estr"t"ra desses templos o" instit"i+.es religiosas assemel aCse F da .

<isting"emCse3 tam%-m3 os emotivos3 1"e 6ormam o"tro gr"po F parte3 pois se agr"pam 6raternalmente atrav-s de sentimentos especi6icamente a6etivos.9/I Alg"ns agr"pamentos reAnem os escritores3 a"tores3 pensadores o" 1"e mel or se a6ei+oam pelo intelectoB o"tros sant">rios a%rigam apenas os artistas3 os poetas3 mAsicos etc. 1"e revela "ma a"ra "mana3 1"ando dominada pelo mais p"ro a6eto.emplo do AmorE3 c"Hos adeptos distanciamCse grandemente das el"c"%ra+.es claras de "m dos agr"pamentos distintos3 no 1"al se reAnem a1"eles 1"e se H"ntam e7cl"sivamente pelos sentimentos emotivos do a6eto 6raterno. 'sse templo . * e6eito3 o%tido pelo EeterismoCcarmesimC rosadoE3 no E.emplo do AmorE3 ."m e6eito prod". PERGUNTAI /G a presen+a dessa cor carmesim . /ão os mentalistas 1"e operam em "níssono3 para o desenvolvimento espirit"al das coletividades menores do planeta.es do carmesimCrosa3 n"ma e7pressão de 6ascinante %ele.aB a tonalidade s"ave3 límpida3 6"lgente e amorosa di. e per6"me 6"ncionam como elementos energ-ticos3 m"ltiplicadores de 6re1T&ncias na intimidade divina (1 . Mas .s"6iciente para despertar os sentimentos a6etivos dos presentes2 RAMATISI A maravil osa in6l"&ncia das cores3 nos templos3 .PERGUNTAI M"ais são essas di6eren+as devocionais2 RAMA. K o E.3 6ascinado pela cor e avivado pelo per6"me sintLnico F emotividade3 termina ipnoti.ado pela mAsica e desprendeCse da con6ig"ra+ão carnal3 alcan+ando as s"tile. Finalmente3 como sGi acontecer em todos os m"ndos3 > ainda "m conH"nto eletivo3 integrado pelos mais desenvolvidos no campo mental e espirit"al3 de maior consci&ncia cGsmica no or%e3 1"e 6ormam a com"nidade avan+ada no campo religioso. *s marcianos con ecem essa realidade imodi6ic>vel e "tili. %em o sim%olismo de s"a cor3 1"e . 'mpregados em "níssono3 na mais per6eita cone7ão vi%r>til3 são rec"rsos en-rgicos e positivos 1"e elevam as 6re1T&ncias vi%ratGrias para planos s"periores. =os se"s es6or+os religiosos3 para a alma religarse ao 0ai3 o som3 cor3 l". =ão se trata de in6l"&ncias o%Hetivas3 1"e a cor provoca at"ando so%re o sistema nervoso3 assim como o vermel o e7cita3 o a.ada a tessit"ra et-rica da cor. e comove3 na sa%edoria cromosG6ica da ci&ncia marciana3 6oi o escol ido para "m e6eito inici>tico nos devotos emotivos3 ligandoCos pelos la+os invisíveis do Amor <ivino. A l".3 per6"me e sons.B > os 1"e são integrados sG pelos cientistas3 en1"anto determinados templos compreendem apenas os 6ilGso6os3 meta6ísicos e a1"eles 1"e propendem para as divaga+. * espírito e7citado pela l".e7ercida em inteligente com%ina+ão de l".decalcado do mesmo mati.odos os rec"rsos vi%ratGrios 1"e possam at"ar no psi1"ismo do espírito reencarnado são "tili.ido na intimidade et-rica do ser3 por1"e tam%-m é "tili. .es mentais3 cientí6icas o" concep+.es et-reas.a o" o verdeCs"ave desperta emo+. 'sse mati. PERGUNTAI 0oderíamos ter "ma no+ão mais o%Hetiva de cada g&nero devocional e das características de cada templo religioso2 RAMATIS I '7poremos no+. 1"e ao mesmo tempo sed".ados pelos cientistas marcianos3 a 6im de o%terem o m>7imo de e7alta+ão espirit"al entre os religiosos.es 6ilosG6icas3 para se "nirem so% os imperativos da emotividade espirit"al e despertarem s"as energias divinas.3 a cor3 o per6"me e o som tam%-m são dotados de verdadeiros Ed"plosCet-ricosE e Es"%st@ncia astralE3 tornandoCse os mais vigorosos Edespertadores et-ricoCastraisE no psi1"ismo "mano.decorado n"m dos indescritíveis mati. =ão > milagres3 privil-gios o" mist-rios na escalada sideralI a alma tece a s"a 6elicidade atrav-s de "m es6or+o disciplinado e ascensional."lCclaro s"avi.as dos planos ed&nicos.o amor.es pastorais. na ascensão espirit"al.amCse de todos os meios cientí6icos o" psicolGgicos3 para maior rapide.

K "ma sincroni.emplo da Filoso6ia <ivinaE são os 1"e integram os 1"adros dos orientadores3 despreoc"pados das conting&ncias da 6orma3 1"e vivem 1"ase em 6"n+ão de p"re.emplo da Filoso6ia <ivinaEN Magni6icamente decorado n"m a.es transparentes3 1"e so% o 6"ndo carmimCrosa 6ormam as mais 6ascinantes com%ina+. A medida 1"e ocorre esse s"cesso de ordem mais psí1"ica3 o am%iente vaiCse polari. /ervimoCnos da 6ig"ra de ascetismo3 como nos parecendo a mais aH"st>vel para de6inirCvos "m estado de a%sol"to desprendimento3 de plena renAncia3 em%ora sem o a6astamento das responsa%ilidades cotidianas. As novas cores 1"e s"rgem3 em maravil osas tonalidades astrais3 assemel amCse a s"aves cortinas de mati. *s rec"rsos da l". /"per6icialmente3 podemos vos noti6icar 1"e o &7ito depende das vi%ra+."m s"%lime Eo>sisE de interc@m%io com as altas es6eras3 onde at"am espíritos do Eraio <ivinoEN ReAnemCse3 nesse templo3 todos os marcianos 1"e se a6inam pela a%sol"ta medita+ão e contemplatividadeB discíp"los da indaga+ão mística e pre6erencialmente asc-ticos.a+ão das E6ormasCpensamentosE o" E6ig"rasCemo+ãoE3 assim como podeis apreciar as decora+. de se endere+arem F 6ig"ra provisGria do omem 6ísico3 dirigemC se F centel a imortal 1"e ."lCceleste3 c"Ha cAp"la vítrea .6"ndida so% "m processo inici>tico3 1"e não podemos vos revelar3 esse templo .a espirit"al. Ao mesmo tempo 1"e conHet"ram no campo cientí6ico da mat-ria3 vivem a e7ist&ncia contemplativa de 6ilGso6os transcendentais e intermedi>rios da E5erdade `nicaEN K o E. =ão mencionamos o voc>%"lo Easc-ticoE3 no sentido do irmão 1"e 6oge do m"ndo de <e"s3 para viver sem o m"ndo do 1"al não sai" <e"s. /ão verdadeiras antenas vivas3 sentinelas avan+adas3 1"e 6l"em para a vida "mana a ci&ncia de <e"s para o omem.em os adeptos ao &7tase tão deseHado.a e interpreta+ão dessas con6ig"ra+.o espírito. At"am na vida 6ísica marciana3 na 6"n+ão de preceptores e pensadores3 1"e lem%ram "m tanto os vossos EmestresE ocidentais o" os Eg"r"sE orientais.erdes com as tintas 6os6orescentes do vosso m"ndo. PERGUNTAI M"al a id-ia 1"e poderíamos 6a.es memor>veis3 em ve.o E. 'sses adeptos do E.es dos devotos3 em virt"de do am%iente de magnetismo concentrado3 proHetamCse nessa EtelaCenerg-ticaE e prod".ando de "ma l".er3 de "m cerimonial no templo do amor2 RAMATIS! =ão podemos vos transmitir a s-rie progressiva dos elementos 1"e cond".es em "níssono3 por parte dos presentes3 1"e devem congregar se"s pensamentos e ansiedades n"ma sG p"lsa+ão rítmica. * &7ito de tais agr"pamentos religiosos3 na clare.es 1"e 6i. *s templos religiosos em Marte3 so% esse diapasão elevado3 constit"emCse em verdadeiros templos3 c"Has li+.es e7pansivas.es mentais o" emotivas3 depende3 e7cl"sivamente3 da mais per6eita sintonia psí1"ica de todos.em inconce%íveis 6ig"ras 1"e se atraem3 repelem3 enla+amC se o" se desagregam em s"aves ond"la+.emplo da Filoso6ia <ivinaE3 no or%e marciano3 o de menor 6re1T&ncia devido ao (2 . *s pensamentos e as emo+.es policrLmicas. PERGUNTAI H> alg"m credo em Marte3 1"e se possa considerar propriamente EreligiosoE3 como devo+ão p"ra3 independente de pre6er&ncias est-ticas3 intelect"ais o" artísticas o" emotivas2 RAMATIS! * c"lto 1"e mais se apro7ima desse sentido religioso3 na acep+ão do termo 1"e indagais3 . imaterial3 dominando3 po"co a po"co3 o carmimCrosado 6"ndamental do templo.a+ão coletiva e so% crescente dinamismo psí1"ico3 1"e escapa ao vosso entendimento com"m3 e7ceto aos iniciados nos con ecimentos oc"ltos.do espírito.3 cores3 per6"mes e melodias 1"e se casam em per6eita sincronia3 o6erecem o campo vi%ratGrio para a materiali.

ado. .es 1"e reAnam3 ao mesmo tempo3 o desenvolvimento esot-rico e a 6ilantropia2 RAMATISI A 6ilantropia associada ao ermetismo3 símile da ma+onaria terrena3 dispens>vel em Marte3 em virt"de da a%sol"ta corre+ão do :overno3 1"e e7erce o se" mandato atendendo completamente todas as necessidades da pop"la+ão. 'm -pocas especiais3 mais con ecidas como E6estivas solarianasE3 eles reAnemCse no E/ant">rio FraternoE e o coCparticipam3 todos os c"ltos3 na mais desl"m%rante e elevada 6estividade de car>ter 6raterno e divinoN F"ndemCse todos os modos devocionais em "ma sG e7pressão de religiosidade3 na mais vigorosa e es6".se" alto índice espirit"al3 1"e poss"i a mais desl"m%rante e e7celsa com%ina+ão de cores3 l". 'terna. PERGUNTAI =ão > preoc"pa+. do diaB cada "m a%sorve e assimila o 1"e l e .es deli%eradamente inici>ticas por1"e os marcianos não "sariam para 6ins desregrados 1"al1"er con ecimento s"perior."lCceleste3 p"ro e inig"al>vel3 se processa o Eclíma7E espirit"al mais desl"m%rante.es "manas nos templos de Marte3 pois 6ormam a esteira de l". K o &7tase mais religioso3 em 1"e o ego "mano se 6"nde ao 'go /"perior3 vivendo3 em 6"n+ão. Fre1Tentam os templos como os al"nos comparecem F instit"i+ão escolar3 a 6im de desenvolverem s"as energias criadoras. de transe3 os re6le7os ilimitados da Mente CGsmica.possível3 sem necessidade de sim%olismos 1"e velem o 1"e3 sendo con ecido3 pode ser criminosamente "tili.no sant">rio da Filoso6ia <ivina 1"e o espírito mel or compreende o divino mist-rio do E'" /o"E3 vivendo a sa"dade cr"ciante da 8".es *c"ltas3 1"e preservam certos con ecimentos inoport"nos F massa2 RAMATISI =ão e7istem instit"i+. PERGUNTAI 'm Marte e7istem nAcleos de Fraternidades 9nici>ticas o" 9nstit"i+. Ca"saria imenso (! .se integra F Ci&ncia3 e 6ormam a seg"ran+a %iolGgica e psí1"ica do planeta.es de congregaremCse em associa+.es religiosas3 constit"ídas por di6erentes aspectos psicolGgicos3 poderiam se "nir3 n"m tra%al o "níssono3 sem con6lito do"trin>rio2 RAMATISI * nível de compreensão espirit"al dos marcia nos não permite a eclosão de con6litos o" di6eren+as em post"lados do m"ndo provisGrio3 por1"e estão identi6icados pela mesma "nidade de o%Hetivos. 0ara a1"eles 1"e nos l&em e compreendem nas entrelin as3 podemos asseg"rar 1"e . 5ivem em armonia constante com os valores esta%elecidos pela 9ntelig&ncia /"prema e não tra+am divis. =o se" am%iente a.. ?nidos pelo mesmo 9deal e vi%rando so% a mesma emo+ão espirit"al3 proHetam para a Fonte do Amor3 1"e é <e"s3 a mais s"%lime e índescritível prece coletiva3 onde a F.iante espirit"alidade.es 1"e são os c@nticos "niversaisN /G os a%sol"tos desprendimentos das con6ig"ra+. PERGUNTAI '7istem c@nticos3 inos o" preces sonoras nesses templos2 RAMATISI =ão conseg"iríamos descrever os e6eitos das vo.es de momentos religiosos no interior dos templos3 e momentos pro!anos na vida e7terior."do l es é o6erecido F l".es "manas3 em estados de &7tase divino3 podem vos delinear a maravil osa com%ina+ão dos sons da vo.es "níssonas3 sG podem ser con ecidos nos sant">rios inici>ticos do vosso m"ndo3 atrav-s dos EmantransE sincrLnicos e coletivos3 das osanas e evoca+.es3 pela 1"al descem as almas 1"e con6iam as mensagens do Amor <ivinoN *s res"ltados criadores 1"e modi6icam o am%iente3 na eclosão das vo.es3 per6"me e melodias. marciana3 com os desl"m%rantes mon"mentos de sons e coresN PERGUNTAI 'ssas instit"i+.

es de s"per6ície.%astante a capacidade de assimila+ão mental3 para se estar de posse do m>7imo possível ao gra" sideral do or%e.es e concep+.es concept"ais F parte. Cada instit"i+ão marciana se a6irma poss"ir "m Epo"co de 5erdadeE3 concl"indo 1"e toda essa 5erdade3 para ser comprovada3 ter> 1"e ser a soma de todas as concep+.devido ao terrícola ainda viver em contradi+ão com os valores s"%limes do Alto. Conse1Tentemente3 em Marte3 .es partic"lares3 6ilantrGpicas3 a 6im de atender o descaso o" a incompet&ncia do conH"nto governamental.es parciais o" de interpreta+. A /"prema ?nidade .raHe a RigorE3 1"e ainda poss"ís no vosso m"ndoN PERGUNTA: 0orvent"ra todos são oniscientes2 =ão e7istem mais avan+adas concep+. =ão podeis avaliar a lis"ra administrativa entre os marcianos3 sem 1"al1"er compara+ão com os salteadores de E.es de advers>rios o" a6inidades sectaristas. PERGUNTA I H> di6eren+as mentais3 nas interpreta+.a certas revela+. <esinteressamCse3 portanto3 de a6irma+.es da renAncia ao EdeseHoE de mando no m"ndo material. se decidísseis intervir ostensivamente nas coletividades advers>rias2 <aí3 os H"stos receios dos vossos Mentores 'spirit"ais3 1"e transmitem poderes e7cepcionais sG aos dotados de consci&ncia espirit"al desenvolvida3 capa. H> perigo para a vossa coletividade3 se o cidadão terres tre 6ica de posse de energias poderosas o" de con ecimentos e7cepcionais3 antes de s"a evangeli.es entre os adeptos dos v>rios templos religiosos2 RAMATISI 9negavelmente3 em todas as mani6esta+.es de vida cGsmica3 contin"am as di6eren+as mentais entre os seres. Assemel aCse ao in6ante terrível3 sem controle o" senso de responsa%ilidade3 m"nido de %om%as e7plosivas o" armas destr"idoras. Recon ecem 1"e sG > "ma Realidade <ivina3 inso6ism>vel e inde6inível pelo omem3 g"ardando o mAt"o respeito pelas opini. /e ainda não sa%eis "tili.espanto a necessidade "rgente de agremia+.a+ão integral.es premat"ras3 en1"anto o"tros3 menos agraciados3 sem intelecto 6icam apenas com as l".es al eias.res"ltante de inAmeros aspectos3 aparentemente contraditGrios3 1"e se "nem na mesma p"lsa+ão ascensional.es e7istentes no Cosmos. dos sím%olos inici>ticos3 os con ecimentos transcendentais ao omem com"m3 . ($ .es dos valores sec"nd>rios da Revela+ãoI mas não criam con6litos3 no+. =a verdade3 e7iste "m gr"po de eleitos em espírito3 1"e podem compreender com mais pro6"nde. *s marcianos tam%-m mani6estam di6eren+as nas interpreta+.ar3 so% crit-rio s"perior3 os rec"rsos da energia atLmica3 o 1"e não 6aríeis3 tomando con ecimento de segredos de certas causas. =en "m templo religioso se considera detentor de toda a 5erdade3 assim como viciais a 6"n+ão religiosa no vosso m"ndo.es de vida o" 6or+as perigosas3 1"e aconsel em sigilo para com os menos credenciados2 RAMATIS! 'ssa H"sti6ic>vel necessidade 1"e tendes3 no vosso m"ndo3 de velar a l".

C"idam3 tam%-m3 dos animais e os a"7iliam na s"a evol"+ão %iolGgica e no desenvolvimento do se" instinto diretor.? Medici#a.erra tra. Conse1Tentemente3 a alma terrena3 reencarnada em Marte3 antes de se aH"star ao novo am%iente3 o se" psi1"ismo condensa (5 . .a das en6ermidades 6ísicas 1"e podem ocorrer2 RAMATISI 'm%ora sem o dramatismo das doen+as e7istentes na . PERGUNTAI ' 1"ais os síndromas psí1"icos dissonantes do am%iente marciano3 tra.es.es et-ricas do Cosmos3 ele .a6etado especialmente nas s"as rea+. 'm certas conting&ncias do meio3 so6re sit"a+.ada3 o se" organismo não se adaptaria sem apresentar rea+. Mani6estaCse3 então3 "m desaH"ste psí1"ico3 semel ante ao 1"e demonstraria o campLnio r"de3 a6eito F alimenta+ão gastronLmica e 1"e3 de repente3 6osse s"%metido a alimenta+ão e7cl"siva de caldos n"tritivos3 com a 1"al3 em%ora mais vitamini.es incLmodas 1"e l e alteram "m tanto o ritmo da rede sensorialB mas tal 6enLmeno não se en1"adra no setor etiolGgico3 pois seria a%s"rdo 1"e consider>sseis caso patolGgico o cidadão 1"e se sente mal por1"e est> mol ado da c "va o" s"ando so% o sol ardente. PERGUNTAI ' nos centros metropolitanos não se mani6estam 1"ais1"er o"tras en6ermidades2 RAMATI/I K de senso com"m 1"e não e7iste a doen+a3 mas sim o doente.erra3 aparecem alg"ns casos de pert"r%a+. Mesmo a crian+a congenitamente aleiHada não passa de alma 1"e resgata3 em nova reencarna+ão3 os se"s dese1"ilí%rios do pret-rito.rataCse3 então3 de en6ermidade p"ramente psí1"ica2 RAMATISI 'm s"a verdadeira origem3 todas as en6ermidades prov&m de ca"sas psí1"icas. PERGUNTAI M"al a nat"re.es magn-ticas.idos pelas almas de planetas mais in6eriores2 RAMATISI =ormalmente3 os espíritos emigrados da .es r"rais onde se congregam os remanescentes de gera+.es 1"e se dedicam ao aman o da terra3 "sando m>1"inas ainda descon ecidas no vosso m"ndo. PERGUNTAI '7istem m"itas en6ermidades em Marte2P RAMATIS! /ão m"ito po"cas as de origem 6ísica e s"rgem sG nas regi.es circ"latGrias 1"e e7igem interven+.es psí1"icas3 o se" corpo apresenta certos dese1"ilí%rios. Assim tam%-m s"cede com o espírito rec-mCc egado da . /endo a%itante de "m m"ndo 1"e p"lsa mais intimamente com as vi%ra+.am%-m as almas emigradas do"tros or%es3 principalmente as do vosso m"ndo3 nas primeiras reencarna+. Alg"mas ve. PERGUNTA! .es %iolGgicas. ' o marciano3 na acep+ão e7ata da palavra3 não "m en6ermo.es no am%iente marciano3 devido F disson@ncia de s"as vi%ra+.erraB apesar de se encontrar n"m am%iente mais evol"ído3 a s"a vi%ra+ão3 ainda condicionada ao magnetismo terr>1"eo3 impedeCo de est>%elecer per6eita sintonia com o se" novo E a%itatE3 pois tal e1"ilí%rio processaCse gradativaCmente e não Ee7Ca%r"ptoE.em no se" perispírito os recal1"es astrais3 "m tanto r"des3 do am%iente terr>1"eo.es entre esses a%itantes mani6estamCse estados opressivos de origem diet-tica3 ca"sados pela alimenta+ão F %ase de 6r"tos ingeridos em se" estado nat"ral3 1"e eles pre6erem em l"gar das pastas3 Gleos arom>ticos3 comprimidos o" gelatinas com 1"e se alimentam os residentes nas metrGpoles.

es posteriores Fs de carrasco3 cont"do3 no se" s"%consciente ainda se agita a cens"ra ao verd"go do passado.e7cessivo magnetismo em torno da gl@nd"la ipo6is>ria3 res"ltando certo desaH"ste no sistema endocrínicoB e tais irmãos são 6acilmente identi6icados pelos espíritos do E a%itatE marciano3 devido aos EestigmasE in6eriores 1"e den"nciam s"a condi+ão de emigrantes planet>rios.erra3 por e7emplo3 mesmo 1"e poss"a sentimentos elevados3 não conseg"e dominar3 integralmente3 o egocentrismo 1"e l e caldeo" a personalidade d"rante mil&nios. A lei de a6inidade o" correspond&ncia vi%ratGria despertaCl e as id-ias acessGriasI o tronco onde o magare6e retal a os despoHos animais pode associarCl e o cepo sangrento da decapita+ãoB "m simples %raseiro de c "rrascaria evocaCl e a tort"ra do 6erro em %rasa.a+. * se" espírito3 H> "m po"co sensi%ili.es de adapta+ão meio social2 RAMATIS! Al-m da assist&ncia psí1"ica3 dispensamCl e a Eterap&"tica das contempori.es . 'ssa terap&"tica de contempori. PERGUNTAI ' 1"ais os meios "sados para c"rar esses en6ermos2 RAMATISI *s m-dicos marcianos aplicam a Epsicoterapia pr-CreencarnativaE. * se" psi1"ismo estran a o novo E a%itatE astralB e no se" intimo3 ele sente o constrangimento de 1"em se H"lga indigno do am%iente em 1"e se encontra3 res"ltando 6ec arCse n"ma retra+ão silenciosa. * espírito emigrado da . ' tais conting&ncias re6le7as3 de vidas anteriores3 ocorrem com m"itos espíritos procedentes da . *s m-dicosCclarividentes concedemCl e3 então3 repo"so n"m %"rgo r"ral onde se"s a%itantes e o am%iente são mais propícios ao reaH"stamento psí1"ico dos espíritos classi6icados como Edoentes psi1"icoCplanet>riosE.erra.ado3 pode ter mel orado em reencarna+. PERGUNTAI Como entender essa de6ini+ão2 RAMATISI K "ma esp-cie de psican>lise 6re"diana3 mas aplicada Ea1"-mE e Eal-mE de "ma e7ist&ncia "mana com"m.semel ante F 1"e adotais no vosso m"ndo nos casos de vícios deprimentes3 como os dos alcoGlatras3 mor6inLmanos3 cocainLmanos e o"tros3 permitindoCl es doses s"aves de alcalGides3 a 6im de aten"arCl es o Eclíma7E e as (6 . K o Ecomple7o de c"lpaE 1"e não pode ser identi6icado nem de6inido pela psicoterapia 1"e se restringe ao círc"lo de "ma vida Anica. ' nestes casos3 somente a psicoterapia Epr-CreencarnativaE conseg"e esta%elecer o e1"ilí%rio psí1"ico.esE3 a 1"al consiste em 6ac"ltar a essas almas reencarnadas no planeta "m desa6ogo nat"ral o" toler@ncia para 1"e não se cont"r%em mentalmente.es 6"t"ras3 ao de6rontar3 por e7emplo3 "m a+o"g"e3 o matado"ro o" os instr"mentos do a+o"g"eiro. PERGUNTAI =essa psicoterapia os m-dicos c"idam apenas do se" reaH"ste psí1"ico o" condicionamCl e3 tam%-m3 as rela+. PERGUNTA I 0oder> 6orm"lar "m e7emplo acessível F nossa mente3 a respeito de "m ser "mano com comple7os Epr-CreencarnatGriosE2 RAMATI/I * indivíd"o 1"e 6oi carrasco em vidas passadas estrati6ica no se" psi1"ismo a 6ig"ra dantesca do c"telo sangrento3 do cepo da g"il otina o" da sala de tort"rasB e pode mani6estar "m Ecomple7o de c"lpaE 6re"diano3 nas reencarna+. =a s"a intimidade espirit"al > ainda recal1"es de lisonHa3 de admira+ão e o"tras a6eta+.es a 1"e estava acost"mado no se" m"ndo EanteriorE. /e Fre"d o"vesse proc"rado identi6icar os con ecidos comple7os da Eli%idoE avan+ando n"ma psicoterapia Epr-CreencarnatGriaE3 o" seHa3 1"e a%rangesse a entidade psí1"ica ligada a o"tras vidas anteriores3 ele se teria apro7imado imensamente das verdadeiras ca"sas o" origens desses distAr%ios o" anomalias psicolGgicos.a+.

a a dor al eia como "m E%alcão de negGcioE3 trans6ormando "m s"rto de res6riado em %roncopne"monia3 a 6im de a"mentar o se" prestígio e tam%-m se"s onor>rios. (# .a+ão3 eles c egaram a modi6icar a estr"t"ra do tecido da con6ig"ra+ão "mana e o meta%olismo %>sico sem interven+. de diagnoses e e7ames sintomatolGgicos3 como ainda 6a. 'ssa sensi%ilidade radiest-sica3 alg"mas ve. Assim são os Grgãos "manosB irradiam a dist@ncia a s"a energia viva e positiva3 e dei7am no radiestesista >%il e pr>tico a sensa+ão vi%ratGria de vitalidade o" de anemia.es violentas o" dolorosas3 pois agem diretamente no psi1"ismo gen-tico da mat-ria3 corrigindo os Emoldes et-ricosE s"%sistentes.prGprio o" característico3 .os p>ssaros e as %or%oletas passam a dist@ncia dessa 6lor an&mica. *s medicamentos r"des3 rep"lsivos e c>"sticos3 1"e ainda "sais na 6armacologia alop>tica3 os m-dicos marcianos H> não os adotam > m"itos s-c"los3 pois deram pre6er&ncia F E omeopatiaE3 a 1"al conservaram demoradamenteB em seg"ida3 s"rgi" o advento da psicoterapiaB e3 6inalmente3 a cromoterapia magn-tica. a nossa clínica m-dica2 RAMATIS! *s m-dicos marcianos3 devido a serem radiestesistas cong&nitos3 dispensavam a apalpa+ão sintomatolGgica o" ded"tiva e sentiam3 por assim di. PERGUNTAI =ão "sam medicamentos F 6ei+ão da nossa 6armacologia terrena2 RAMATISI A origem e evol"+ão da Medicina g"arda certa semel an+a em todos os planetas 6ísicos.s"6iciente o radiestesista a"sc"ltar o se" psi1"ismo sensível3 e logo identi6ica as condi+.o int"itivo3 1"e desco%re a ca"sa patog&nica3 esc"tando a vo. PERGUNTAI . PERGUNTA: . K o m-dicoCsacerdoteB . * o"tro tipo de m-dico .s"pere7cita+. ?ma rosa sadia3 vi+osa3 atrav-s do se" per6"me3 vi%ra magnetismo positivo em correspond&ncia com esse se" estado vitalB ao contr>rio3 a rosa des6alecida3 m"rc a3 tem a a"ra red".am%-m eram avessos F demasiada instr"menta+ão 1"e se interp. .er3 no se" EsensGrio magn-ticoE3 as origens patog&nicas.o 1"e não converte o" "tili.a"7iliado pelos se"s Ee7colegasE3 desencarnados3 1"e o assistem nos casos comple7os de s"a pro6issão. 'sses podem ser considerados Em-di"nsE insC piradosB e3 geralmente3 são criat"ras dignas3 altr"ístas e con6iantes na inspira+ão divina.es positivas o" negativas 1"e predominam no Grgão. /o% essa e7cepcional 6ac"ldade3 1"e c amais de E6aroE nos cães3 de senso diretivo nas andorin as3 pom%osCcorreios e m"itas o"tras aves migratGriasB e ainda o misterioso EradarE 1"e serve de g"ia aos morcegos3 pois são cegos.e entre o m-dico e o doente3 na a"sc"lta+ão3 por1"e pre6eriam o contato magn-tico mais direto3 sem depender da inter6er&ncia material do instr"mento. silenciosa de s"a alma3 o" então3 .es delirantes.ida3 n"ma %ai7a 6re1T&ncia magn-tica3 1"e at. 5aria apenas 1"anto a ser mais o" menos dolorosa o" e6iciente3 pois corresponde ao gra" de espirit"alidade de cada "manidade.emos encontrado m-dicos 1"e nos dei7am a impressão de poss"írem "ma 6ac"ldade oc"lta3 pois acertam se"s diagnGsticos mediante "ma t-cnica di6erente dos princípios acad&micos. =esta Altima reali. Como o 6ígado3 rim o" cora+ão apresentam "m teor vi%ratGrio 1"e l es . /erão3 porvent"ra3 m-dicos radiestesistas2 RAMATIS! 'sses m-dicos podem ser considerados so% dois aspectosI "ns são radiestesistas inatos e s"a sensi%ilidade capta os 6l"idos magn-ticos 1"e ac"sam os estados sadio o" doente dos Grgãos.am%-m seg"iam a diretri.es3 captavamCna atrav-s da ponta dos dedos3 6ormando "m 6l"7o magn-tico 1"e a"sc"ltavam pela int"i+ão.

am%-m en6rentaram longamente intenso s"rto epid&mico de 6orma+ão de c>lc"los o" pedras na vesíc"la3 rins e na %e7iga. PERGUNTA! 'ssa cir"rgia e7igia os rec"rsos da anastesia com"m2 RAMATIS! H> mais de 1"atro s-c"los os m-dicos marcianos aplicavam a EmagnetoanestesiaE3 depois de H> terem tido grande s"cesso na EeletroanestesiaE3 1"e não prod". necess>ria nos casos de acidentes e de corre+.iam devido ao Emod"s operandiE da cir"rgia3 pois o socorro de "rg&ncia era empregado rapidamente e indolor3 mediante processos de Emagnetismo eletrLnicoE3 1"e "ltrapassam o vosso entendimento. M"anto Fs (( . =o 6"t"ro a vossa ci&ncia m-dica na es6era da EradioastroterapiaE vos noti6icar> de inAmeras se1T&ncias 1"e os marcianos o%servam no imponder>vel3 pois H> se den"ncia em vosso m"ndo a mentalidade progressiva de v>rios cientistas da medicina3 1"e penetram coraHosamente na 6enomenologia psí1"ica a 6im de lo%rigarem os comple7os 6enLmenos da vida "mana. 'ssa 6ase3 vivida > mais de cinco s-c"los3 6oi de%elada sem dramaticidade3 gra+as F coopera+ão direta dos mentores desenC carnados. As almas emigram de "m or%e para o"tro3 levando na s"a estr"t"ra perispirit"al os recal1"es do se" estado evol"tivo. * e1"ilí%rio gen-tico da %iologia marciana so6ria a compressão 1"e os moldes perispirit"ais dos reencarnados imp"n am3 pois > tanta ereditariedade nos imp"lsos 6ormativos da carne 1"anto nas constit"i+. 'ssa anastesia livrava os pacientes dos e6eitos 1"ímicos3 1"e at"am com"mente de $9 a 56 dias no campo Epsico6ísicoE e 1"e se reaH"sta E%iomagnetica menteE apGs esse ciclo seten>rio.es pregressas do perispírito.es nervosas apGs as opera+.es.iam estados parecidos ao de e7cessiva a.es de dores2 RAMATISI 'ssas conse1T&ncias não se prod". ' a n"tri+ão3 em%ora sempre ten a sido vegetariana3 apresento" estran as en6ermidades com"ns aos vossos 1"adros de alergia3 pois o sistema endocrínico entrava em c o1"e com o 1"imismo vegetal.PERGUNTAI 'm Marte n"nca se mani6estaram en6ermidades ig"ais Fs da .ados so% atmos6eras coercivas3 eram re6rat>rios a esses imp"lsos alados. *s 6enLmenos da digestão e prod"+ão de s"cos e ormLnios não se aH"stavam sincronicamente3 devido a certa er%>ceas minerali. PERGUNTAI Como sol"cionaram esses pro%lemas patolGgicos dos c>lc"los da vesíc"la e nos rins2 RAMATIS! A cir"rgia se 6e.es pl>sticas3 so%re as de6ormidades o" estigmas psí1"icos tra. H> m"itos s-c"los3 a medicina3 em Marte3 viaCse o%rigada a sol"cionar pro%lemas nevr>lgicos3 tais como a"7iliar o desenvolvimento das mem%ranas nas omoplatas da1"eles 1"e ali se reencarnavam3 c"Hos perispíritos3 estigmati. . 'les descon eciam3 ainda3 as s"as H"stas necessidades diet-ticas.ia as e7cita+.idos de planetas in6eriores.erra2 RAMATIS! . PERGUNTAI =os estados EpGsCcirArgicosE não ocorriam 6enLmenos inesperados3 incl"sive3 as mani6esta+. 'ram e6eitos da alimenta+ão contr>ria aos se"s tipos org@nicos comandados por "m psi1"ismo e1"ili%rado.es mentais3 inerentes F ordem o" teor c>rmico do vosso planetaB mas s"a medicina tam%-m de6ronto" pro%lemas severos na es6era patolGgica3 como síncopes de ordem nervosa3 devido a 6ortes at"a+.adas3 1"e prod".rataCse3 tam%-m3 de "m or%e 6ísico3 1"e evol"i" das mesmas %ases r"dimentares3 com"ns Fs demais massas planet>rias3 so6rendo as metamor6oses necess>rias para adapta+ão %iolGgica do omem ao se" meioB por-m3 não apresento" os 1"adros mGr%idos do c@ncer3 da mor6-ia o" o corteHo das aliena+.otemia.es radioativas na região dos Eple7"sE.

a+ão da l".da l". Conse1Tentemente3 a prGpria instr"menta+ão cirArgica E6isioet-ricaE3 da medicina do 6"t"ro3 ser> caldeada o" materiali. PERGUNTAI 0or 1"e esse ectoplasma não pode resistir F l". 'sse ectoplasma do Em-di"mE3 1"ando m"ito elementar3 algo r"de3 poss"i m"itas s"%st@ncias 1"e se assemel am F em"lsão das 6otogra6iasB essas s"%st@ncias não resistem F l".a+ão2 RAMATIS! A vossa medicina tam%-m alcan+ar> esse res"ltado3 assim 1"e so"%er operar no Ed"ploCet-ricoE3 o" seHa3 no EmoldeE3 na ca"sa das e7press. *s cientistas de Marte maneHam o ectoplasma sem tais preca"+.>Clo das rea+.es organog&nicas.a+.esE o" de Eopera+.adas pelos espíritos desencarnados3 .es de e7tirpa+ão de c>lc"los renais o" vesic"lares3 incl"sive e7cresc&ncias o" 1"istos se%>ceos3 6ocos o" proli6era+.erraE. 4es"s vos adverti" E1"e m"itas coisas vos seriam ditas e 1"e 'le não podia esclarecer na -poca 1"e desceria F .es anormais de tecido3 eram eliminados pelo processo Es"i generisE de desintegra+ão o" Edesmateriali. * pro%lema res"meCse em alcan+ar a rede et-rica3 atrav-s de instr"mentos especiais Eeletromagn-ticosE3 capa. PERGUNTAI 'm 1"e consiste esse processo de desmateriali.es da l".3 por ser impregna da de s"%st@ncias radioativas3 sat"radas de magnetismo denso3 por assim di. 'ssas coisas estran as o" insGlitas e 1"e a vossa ci&ncia o6icial se rec"sa a analisar e recoC n ecer3 H> são 6enLmenos o%soletos no planeta Marte..es semel antes Fs de vossas opera+. <enominamos esse processo de Ereperc"ssão vi%ratGriaE3 por1"e 1"al1"er incisão Ea1"iE3 no plano et-rico3 reperc"te EaíE3 no campo 6ísico.a+ão gravitacional3 .es por1"e nos se"s la%oratGrios H> conseg"iram im"ni.es de o%Hetos e mesmo de criat"ras "manas3 pois3 esta%elecida a ne"trali. de an"lar a Elei de gravidadeE por1"e3 at"ando no limiar dos dois planos3 positivo e negativo3 cria nos o%Hetos "m campo de gravidade prGpria3 6i7ada so% t-cnica transcendental dos 1"ímicos do setor astral.es cirArgicas3 podendo eliminar o" modi6icar 1"al1"er tessit"ra anormal o" preH"dicial.ada mediante a Eem"lsão do ectoplasmaE. =o entanto3 a%ilmente "tili. 'm virt"de do Emolde et-ricoE de cada ser "mano constit"ir o invGl"cro3 a tessiC t"ra original3 per6eitíssima3 de todo o cosmo cel"lar 1"e se estr"t"ra em cada e7ist&ncia e so%revive F decomposi+ão da carne3 toda a+ão nesse d"ploCet-rico reperc"te no 6ísico e viceC versa.em o 6enLmeno da revela+ão dos la%oratGrios 6otogr>6icos.es descendentes at. vermel a3 em grada+. <aí a possi%ilidade das levita+. %ranca3 não tardareis em o%ter os sing"lares E6enLmenos de materiali. ' entre vGs3 com a "tili.opera+. (9 .2 RAMATIS! K devido a 1"e a a+ão da l".es espiríticas3 > o m-di"m 1"e denominais de E6enLmenos o" e6eitos 6ísicosE3 o 1"al 6ornece a energia intermedi>ria3 denominada ectoplasma3 esp-cie de E6l"ido nervosoE 1"e tem a e7traordin>ria 6ac"ldade de at"ar entre os dois planosI o material e o espirit"al. <e posse dessa energia e7traordin>ria3 os Em-dicos desencarnadosE podem agir no Ed"ploC et-ricoE dos "manos e inter6erir nos mesmos em condi+.er3 mais 6ísico3 at"ando na s"a conte7t"ra3 E1"eimaE o" destrGi as propriedades especí6icas da em"lsão. solar nem F l".es invisíveisE so% a l". PERGUNTA! /er> possível darCnos "m e7emplo dessa Ereperc"ssão vi%ratGriaE2 RAMATIS I =as c amadas opera+.es de agirem no Ed"ploCet-ricoE por meio de reperc"ssão vi%ratGria. el-tricaB 1"eimamCse e prod".a+ãoE.6>cil aos cooperadores invisíveis imprimirem s"a vontade so%re os mesmos. nat"ral.energia capa.

Mas . K G%vio 1"e essa concep+ão de energia vos "ltrapassa o entendimento3 por1"e3 condicionados3 como estais3 Fs vossas e7peri&ncias passadas3 ainda vos .considerada "ma sG "nidade3 o" seHa3 "nicamente energia [ a ess&ncia do ?niverso.da letraE3 mas apenas como simples analogia. =o caso de "ma Eletargia psí1"icaE3 provocada por carga magn-tica opressiva3 a aplica+ão terap&"tica do verCmel oC6ogo3 c"Ho eterismo . PERGUNTAI Como se e6et"am os tratamentos de ordem nervosa o" circ"latGria2 RAMATISI 0resentemente .adosE3 1"e agiam nos moldes et-ricos das litíases o" c>lc"los. /o% a a+ão dos Eraios magn-ticoCet-ricosE3 a mat-ria dissolviaCse dentro dos moldes et-ricos3 voltando a ser p"ra energia3 en1"anto os m-dicos marcianos decomp"n am3 depois3 os pe1"eninos Emoldes o" d"plosCet-ricosE 1"e s"stin am a energia condensada e 6ormavam c>lc"los nas vias %iliares o" renais.a+ão procedida dentro dos mesmos princípios at"ais da concenp+ão cientí6ica3 1"e considera a mat-ria como Eenergia condensadaE o" ac"m"ladaB o" ainda3 no di. 9) .PER+&NTA! Como os m-dicos marcianos desintegravam os c>lc"los nas vesíc"las o" nos rins2 RAMATIS! 0or "m sistema o" processo semel ante F aplica+ão de Eondas "ltraC sLnicasE3 1"e H> citamosB o paciente era s"%metido F 6re1T&ncia de Eraios eteri.ia "nicamente nas 6orma+.es.adas pelo rosaC p"ro3 1"e inspira a alma ao amor e F 6ilantropiaB a melancolia3 a apatia3 so% a a+ão do amareloCclaro3 ind".es de repo"so. 'm Marte não se concepciona a distin+ão d"alista de Eenergia e mat-riaE3 pois . a "m estado parecido ao ipertireGidico3 seria aplicado o verdeCseda3 re6rescante3 o" o a.opera+ão e7ercida na s"%st@ncia Eastroet-reaE3 por1"e .er do cientista 'instein3 E6ro.m"ito empregado o processo da EcromoterapiaE3 o" seHa3 o tratamento so% a at"a+ãodas EcoresE no psi1"ismo do paciente. 'm caso inverso3 de s"pere7cita+ão3 1"e cond".es de c>lc"los o" areias renais o" %iliares. PERGUNTAI As en6ermidades circ"latGrias s"cedemCse 6re1Tentemente em Marte2 RAMATIS! =ão as considereis no sentido patolGgico do vosso m"ndoB assemel amCse ao estado de alg"-m 6atigado por longa camin ada. As e7alta+. * 1"e estamos e7pondo não pode ser considerado ao Ep. 'ssa 6adiga circ"latGria . K "m dese1"ilí%rio circ"latGrio3 res"ltante do dinamismo da vida marciana3 em 1"e o cidadão com"m3 devido ao permanente %emCestar3 s"perestima s"as 6or+as e3 sem pressentir3 cai em e7cessos.es egoc&ntricas seriam ne"trali.ratavaCse de desmateriali.arão no vosso meio3 no 6"t"ro3 entre 5 a 1) s-c"los.e7citante3 din@mico e criador3 a"7iliaria o meta%olismo endocrínico3 despertando3 atrav-s do mecanismo org@nico3 a rea+ão do psi1"ismo let>rgico.aplicada d"rante as esta+. .es nervosas. Como a 6re1T&ncia era reg"lada apenas para a densidade micrometricamente e7istente nas pedras3 a desintegra+ão se 6a.en energ\E3 o" seHa Eenergia congeladaE.o 6"ncionamento vi%ratGrio do colorido no -ter.o aproveitamento vi%ratGrio nat"ral da cor no Kter CGsmico. 'm%ora seg"indo a conven+ão emotiva da cromoterapia terrena3 na s"a atri%"i+ão cientí6ica ao valor das cores3 dei7amosCvos esse e7emplo longín1"o da realidade3 1"e ."lC s"ave3 sedativo3 1"e condiciona o paciente a reaH"starCse Fs ca"sas e7teriores 1"e l e provocam e7cita+. ao raciocínio s"perior."ma advert&ncia semel ante aos sintomas dolorosos 1"e apresentam o %a+o o" o 6ígado 1"ando so%recarregados em s"as 6"n+.di6ícil assimilar eventos 1"e somente se concreti. RecorreCse3 então3 F cromoterapia marciana3 a 1"al3 em tais casos3 .

em at. 9nAmeros compartimentos3 edi6icados com %locos de vidro colorido3 a%sorvem a l".erra3 1"e prod". Canteiros de erva tão macia 1"anto o vel"do ostentam 6lores de odor 6ragrante.ar a circ"la+ão.ada3 m"itíssimo al-m dGs modestos es6or+os da EradioterapiaE terrena3 resta%elece os iatos da circ"la+ão e reaH"sta o psi1"ismo in1"ieto. radiante3 1"e .es3 em certas aplica+. PERGUNTA: K "ma a+ão partic"larmente 6ísica 1"e se processa na aplica+ão dessas cores3 em%ora so% o Emagnetismoet-ricoEP2 RAMATISI /ão esp-cies de raios terap&"ticos3 de mati.ratandoCse de "m caso oposto3 o" seHa3 6alta de magnetismo na circ"la+ão3 os e6lAvios 6i7am as energias 1"e pairam no am%iente de repo"so. * magnetismo opressivo 1"e est> comprimindo essa a"ra rece%e desses raios "m impacto dissolvente. 'ssa l".es cromoter>picas3 1"e descem para o campo med"lar do paciente3 ."is3 verdes3 lilases o" amarelos3 e 1"e agem diretamente na a"ra dos pacientes. =o tratamento circ"latGrio3 a massa colorida3 et-rica3 na lei E%iopsí1"icaE3 converge diretamente para a col"na verte%ral e se distri%"i pela med"la Gssea3 onde se 6a%ricam os glG%"los vermel os. .PERGUNTAI Como são essas esta+. PERGUNTAI Mas a c"ra 1"e se 6a.es radioter>picas3 na ."m prolongamento nat"ral do campo EvitalCmagn-ticoE do prGprio organismo "mano.es de repo"so2 RAMATIS! ?m conH"nto de edi6ícios pe1"enos3 vítreos3 sit"ados F %eira de lagos paradisíacos3 rodeados por encantadores %os1"es revestidos de 6ol agem per6"mada. Assim como os glG%"los vermel os a"mentam na med"la Gssea3 1"ando a criat"ra so%e para atmos6eras mais po%res de o7ig&nio3 1"e provocam respira+ão mais apressada3 os m-dicos marcianos conseg"em alterar as di6eren+as no 6enLmeno da ematopoese. 'ssa EmassaE de l". /o% essa at"a+ão radioativa3 algo do eletronismo do vosso m"ndo3 modi6icamCse as 1"otas indispens>veis para normali.es di6erentes3 1"e diremos a. 91 . 9nAmeros processos 1"e sG conseg"is agindo e7ternamente o" diretamente no 6ísico3 os marcianos os conseg"em pela via ca"sal do E-terCcGsmicoE.proHetada e envolve a a"ra do paciente3 tornaCse em Eradia+.devidamente controlado por aparel amento parecido F radioscopia3 mas sem a s"a intermit&ncia e e6eito radioativo. polari.destr"i+ão de Grgãos delicados2 0or e7emploI "m e7cesso de radia+ão na med"la não ca"sa preH"í. Acresce3 ainda3 1"e o tra%al o das radia+.o3 tratandoCse de "m E1"ant"mE energ-tico 1"e mencionastes2 RAMATISI =ão s"cedem tais casos3 pois os m-dicos marcianos agem grad"al e seg"ramente3 de Edentro para 6oraE3 o" Ecentri6"gamenteE3 se assim 1"iserdes. PERGUNTAI =ão ocorrem erros nessa medicina3 como acontece3 Fs ve.depositada por proHetores cromoter>picos so%re o doente3 vaiCse condensando na a"ra3 por1"e esta . solar atrav-s das cAp"las sat"radas de e6lAvios magn-ticos3 proHetados de gigantescos Ean-is de 6or+aE 1"e as circ"ndam. na a"ra3 pode modi6icar os distAr%ios circ"latGrios do campo org@nico material2 RAMATISI * potencial de radia+ão da cor3 1"e .es densasE3 1"e %ai7am vi%ratoriamente o sistema 6ísico. *s 6enLmenos 1"e ocorrem na intimidade Eastroet-reaE dos pacientes3 são proHetados em telas especiais3 lem%rando 6ilmes tecnicolores.

F"giram mais3 por assim di. Como a mat-ria . A mat-ria ad1"ire maior energismo3 e3 conse1Tentemente3 maior penetra+ão no campo imponder>vel magn-tico. /"pondo 1"e a cor %>sica do 6ígado "mano3 em per6eita saAde3 seHa "m alaranHado límpido3 no estado en6ermo 6ica pontil ado de manc as marrons3 verdeCardGsia3 cin. * clima 6ísico H> não l es at"a tão intensamente3 por1"e o padrão vi%ratGrio de se" organismo .ão de energia dos seres. a Eatmos6era %ai7aE3 pren"nciando tempestade e 1"e se torna opressiva o" o 6enLmeno de Gtima disposi+ão 1"ando apGs "m dia triste3 denso3 Amido e enevoado.er3 do e7terior3 no se" a"mento vi%ratGrio. Criaram 1"adros de mati. 'sses 6oram os primeiros r"dimentos da at"al cromoCterapia.energia condensada3 dimin"indo a pressão em torno3 1"e se e7erce e reage3 >tomo por >tomo3 > maior va.es o" atro6ias com"ns. acariciante e o c-" se torna límpido. PERGUNTAI 0oder> citar "m e7emplo concreto3 mesmo %aseado em nossos parcos con ecimentos do ass"nto2 RAMATIS! M"ando os m-dicos desencarnados receitam pelos Em-di"nsE3 so%re as anomalias dos Grgãos 6ísicos3 %aseiamCse na cor dos mesmos3 pois cada Grgão tem a s"a vi%ra+ão especí6ica3 o 1"e realmente .onas atingidas."ma cor3 pois todo o aspecto vi%ratGrio acessível F visão psí1"ica o" 6ísica . 'ssa a"ra vital .es3 letargias3 ins"6ici&ncias3 congest. * 6l"ido vital 1"e impregna os Grgãos e 1"e os comp.es3 ipertro6ias o" apenas ins"6ici&ncias ag"das.1"e revelam as letargias3 congest.a %ranca. esc"recer a s"a corC6"ndamental3 por1"e tam%-m %ai7a a s"a 6ai7a vi%ratGriaB aparecem3 então3 .mais r>pido3 em rela+ão aos terrícolas.es claros e esc"ros3 para cada caso e em rela+ão aos v>rios sistemas org@nicos3 podendo assinalar os casos de e7cita+. /ol envia a s"a l". 'sses mati. Analogamente3 podeis lem%rar o e6eito 1"e em vGs prod".sempre de apar&ncia colorida.es .es do meio e Fs in6l"&ncias astrais.PERGUNTA I A medicina marciana desco%ri" essa c"ra pelas cores3 s"%itamente3 o" parti" de e7peri&ncias 1"e tam%-m poderemos seg"ir2 RAMATISI Aprenderam a con ecer a 6re1T&ncia magn-tica de cada Grgão pela s"a cor pec"liar. 8em%ra as cores do prisma3 1"e re"nidas 6ormam a corC"nidade3 1"e ."ma esp-cie de ovGide magn-tico a envolver todo o corpo "mano. *s se"s distAr%ios nervosos partem mais do interior3 devido F in6l"&ncia magn-tica inerente Fs condi+.onas esc"ras3 oleosas3 F s"a s"per6ície3 1"e denotam3 com precisão3 as . 92 .es3 1"e a"mentam o" dimin"em em cada Grgão. Comparativamente aos vossos a%itantes3 os marcianos estão mais EdentroE da energia livre3 por1"e se"s corpos tam%-m são menos s"%st@ncia e mais energia. ^ medida 1"e os planetas se a6astam do se" nAcleo solar3 modi6icam as s"as temperat"ras e pressão atmos6-ricas. PERGUNTAI ' 1"ais são as origens das en6ermidades nervosas 1"e atingem os marcianos2 RAMATISI /ão as modi6ica+. *s m-dicos marcianos3 apGs s"%meterem certas lentes coloridas a "m tratamento especí6ico3 vi%ratGrio3 viam3 atrav-s delas3 as manc as 1"e se 6ormavam F peri6eria de cada Grgão o" sistema a6etado.aCesc"ras o" castan oCespessas.es do meio magn-tico e 1"e devido a s"a sensi%ilidade mais ap"rada agem mais vivamente.e 6orma a a"ra vital n"ma cor %>sicaB essa corC 6"ndamental a"menta o" decresce em rela+ão com os mati. A en6ermidade de "m Grgão 6a.

as composi+.es en. Con6orme a 6re1T&ncia magn-tica3 o paciente 6ica entre o aparel o e a telaCvítrea3 o 1"al proHeta3 separadamente3 em cor especí6ica3 apenas o 1"e se pre6iraB seHa o sistema lin6>tico3 o Gsseo3 circ"latGrio3 nervoso o" gland"lar. 'm%ora não s"cedesse a gravidade patog&nica 1"e seria pec"liar no vosso m"ndo3 averia sempre "m dese1"ilí%rio Epsico6ísicoE3 "ma conse1T&ncia Emotiva+ãoC ep>ticaE3 com sinais de ipocondria. Assemel aCse3 no campo 6ísico3 ao preparo de l@minas para o microscGpio3 em 1"e determinados microrganismos sG reagem so% "ma cor o" 1"imismo especí6ico. =a es6era EastralE3 na lei vi%ratGria dos pGlos contr>rios o" semel antes3 cada gl@nd"la emite "m imp"lso 1"e .es entre a tireGide3 s"praCrenais3 %a+o3 6ígado3 p@ncreas3 ov>rios o" gl@nd"las se7"ais masc"linas.PERGUNTA: /"pondo 1"e a medicina não p"desse livrar esses estados opressivos e magn-ticos3 s"rgiriam mol-stias graves o" inc"r>veis2 RAMATIS! * a%a6amento magn-tico terminaria desarmoni.a 6"ncional depende do a%sol"to estado sadio da ipG6ise. PERGUNTAI .am ao tocarem as telas e revelam3 então3 o Grgão o" o sistema org@nico sintLnico ao magnetismo acionado. Fotogra6am os tecidos3 as massas org@nicas em cores convencionais3 1"e são proHetadas nas telas vítreas di6erenciais.es das gl@nd"las 9! .ados3 previamente3 so% "m tratamento magn-tico 1"e l es cria "m padrão vi%ratGrio apropriado F proHe+ão colorida. *s aparel os tam%-m proHetam as 6"n+.erra2 0or e7emploI os de radiogra6ia2 RAMATIS! Ainda e7iste aparel amento no g&nero3 mas sem as complica+. * dese1"ilí%rio se 6aria em todo o sistema gland"lar3 atingindo o meta%olismo 6"ncional e at.evento alcan+>vel. <i6ere3 no entanto3 do vosso tipo ancião3 por1"e o vel o de Marte3 na idade de cem anos3 . H>3 tam%-m3 proHe+ão apenas de Grgãos3 para servirem de est"dos F parte3 os 1"ais devem ser sensi%ili.ando o delicado tra%al o do conH"nto endocrínico3 pois a e7cessiva carga magn-tica concentrada em torno da ipG6ise trans6ormaria o se" comando 6ísico.ando com o terrícola de cin1Tenta anos de idade.es do Grgão proHetado3 o"tros permitem somente a visão dos contornos anatLmicos.es carC díacas3 as prod"+.omando por %ase a nossa longevidade3 1"al .a m-dia com"m de vida dos marcianos2 RAMATISI 'm 6ace de serem portadores de organismos sadios3 n"m per6eito e1"ilí%rio entre o espírito e o corpo3 podem atingir a meta dos cem anos3 n"ma vel ice agrad>vel.es de radioatividade preH"dicial aos tecidos org@nicos3 pois 6"ncionam com a energia ino6ensiva do Emagnetismo et-ricoE.contra%alan+ado por o"tra rea+ão de e1"ilí%rio3 c"Ha delicade.im>ticas3 os movimentos perist>lticos intestinais3 a 6a%rica+ão de s"cos g>stricos o" a a+ão da rede %roncop"lmonar no 6enLmeno da o7ida+ão respiratGria. PERGUNTA: *s m-dicos marcianos poss"em aparel amento semel ante aos 1"e "samos na . 'm virt"de de os m-dicos marcianos radiologistas con ecerem per6eitamente o 6"ndamento vi%ratGrio de cada divisão seten>ria do corpo "mano3 "sam a 6re1T&ncia identi6icadora da cor de cada sistema.es radiantes. 'm%ora tam%-m predominem3 nas estr"t"ras org@nicas3 as leis da ancestralidade %iolGgica3 derivadas de v>rios tipos primitivos 1"e revelam maior o" menor longevidade3 o marciano centen>rio .es ganglionares mostramCse como verdadeiras constela+. *s e6lAvios invisíveis3 proHetados3 sG se materiali.es o" letargia e "m descompasso nas rela+.es 1"ímicas dos ormLnios. /"rge3 então3 o sistema nervoso n"m verde 6os6orescente3 o endocrínico n"m lil>s transparente o" o circ"latGrio no vermel oCcintilanteB os Eple7"sE e as rami6ica+. H> cores especiais para esse preparo antecipado F proHecão3 pois en1"anto certos mati. Adviriam3 %reve3 estados desencontrados de e7cita+.es %iliares3 as p"lsa+.m"itíssimo s"perior no se" aspecto e vigor3 rivali. /o% "m engen o microet-rico o%servamCse3 tam%-m3 as inAmeras 6"n+.es 6acilitam o%servar as 6"n+.

*s m-dicos clarividentes3 1"e visl"m%ram no astral3 apreciam o tra%al o imponder>vel da prGpria gl@nd"la Eepí6iseE o" o meta%olismo dos Ec aVrasE3 1"e se espal am F peri6eria do Ed"ploCet-ricoE.atingir o Eclíma7E de 6"são no Ec aVraE coron>rio3 onde o espírito centrali. 9$ .es vitais pelo centro de 6or+a espl&nico e acompan am o c"rso disciplinado do 6l"ido pela rede Ec >VricaE3 at.endocrínicas e a 6a%rica+ão de se"s ormLnios3 e 1"e a ci&ncia terrestre ignora em parte. '7aminam as a%sor+.a o se" comando Epsico6ísicoE.

PERGUNTAI A alimenta+ão marciana é sint-tica2 RAMATIS! *s marcianos e7traem as ess&ncias dos vegetais e das 6r"tas para comporem as s"as principais re6ei+. Conting&ncia esta 1"e dep.onas r"rais3 mist"ram na alimenta+ão 6r"tos cr"s3 vegetais tenros e 6ol as de ortali+as3 col idos nas lavo"ras3 so% o regime de tratamento 1"ímico.es.ar Gtima saAde sem recorrerdes F alimenta+ão carnívora. As descri+.*@ A i"e#ta. 'staremos e1"ivocados2 RAMATIS! 'les con ecem e deploram o so6isma de Ecar&ncia proteínicaE3 1"e 6"ndamentais em transitGrias ila+.<o. Con ecem a in6l"&ncia positiva com 1"e os conteAdos vegetais at"am no psi1"ismo3 1"ando 6avorecem o" dimin"em a sensi%ilidade do espírito. 'm res"mo3 os marcianos3 em s"a alta intelig&ncia3 classi6icam o desvio Epsico6ísicoE 1"e orienta o modo da vossa alimenta+ão3 como perversão do gosto e do ol6atoB e tão r"de 1"e vos re%ai7a ao animalismo de s"gar o t"tano de ossos e de ingerir vísceras na 6ei+ão de sa%orosas ig"arias. Consolidaram s"a civili.es cientí6icas3 para H"sti6icardes a vossa alimenta+ão carnívora3 visto 1"e3 para provar o vosso e1"ívoco3 %astaria considerar a e7ist&ncia3 em vosso m"ndo3 de animais como o ele6ante3 o %oi3 o camelo3 o cavalo e m"itos o"tros3 %astante corp"lentos e vigorosos e 1"e3 entretanto3 são rigorosamente vegetarianos.es dos vossos matado"ros3 c ar1"eadas3 a+o"g"es e 6rigorí6icos enodoados com o sang"e dos animais e ainda o am%iente pat-tico de se"s cad>veres es1"arteHados3 t"do isso l es ca"sa a mesma rep"gn@ncia e orror 1"e vos dominaria diante de cr"entos 6estins de carne "mana.e contra o assassinato de animais ino6ensivos3 adotado por vGs como %ase da vossa alimenta+ão. PERGUNTAI A alimenta+ão dos marcianos assemel aCse F nossa3 no g&nero2 RAMATIS! /ão integralmente vegetarianos. Apenas os remanescentes de antigas tri%os3 1"e vivem a6eitos Fs .a+ão sempre distantes dos maca%ros %an1"etes de carnes e vísceras sangrentas3 1"e 6ormam a mGr%ida alimenta +ão terrestre dos "manos.incompreensível para o vosso senso.P PERGUNTAI 0rovavelmente se" meta%olismo 6isiolGgico dispensa alimenta+ão carnívora3 por-m3 acreditamos3 nGs somos organicamente necessitados de carne. Mesmo por1"e H> tendes provas irrec"s>veis de 1"e podeis viver e go. :ra+as aos rec"rsos avan+ados de s"a 1"ímica3 o%t&m e7traordin>rios compostos do reino vegetal e mineral3 com sa%ores e vitalidade psi1"icamente dirigidos3 o 1"e ainda .a esp-cie da alimenta+ão dos marcianos2 RAMATISI ="tremCse de pastas3 6il Gs e gel-ias arom>ticas3 impregnadas do magnetismo et-rico das 6loresB servemCse3 tam%-m3 de Gleos pesados3 ricos de vitaminas em s"spensão e ta$lettes de s"co concentrado de 6r"tos. PERGUNTAI ' 1"al . 95 .

otadas 1"e de%ilitam a conte7t"ra vital3 6"ncionam em 6ai7as vi%ratGrias de "m astral coercitivo. =ão vos deprimem3 mas ipersensi%ili.PERGUNTA I M"al "m e7emplo pr>tico desse aproveitamento do e7trato do vegetal3 para "ma rea+ão psí1"ica2 RAMATIS! =ão vos serve o 6"mo3 pateticamente3 para o%terdes il"s. comprimidos o" 6il Gs de s"cos e ess&ncias concentradas3 completaCse pela n"tri+ão energ-tica do magnetismo 1"e interpenetra a atmos6era de o7ig&nio p"ro.es3 ao cigarro3 de modo tal 1"e a s"a a"s&ncia vos provoca a6li+ão e di6ic"ldade de pensar2 <i6erem3 no entanto3 os marcianos3 pelo 6ato de não a"6erirem sensi%ilidades psí1"icas condicionais3 atrav-s de s"%st@ncias perniciosas3 como os alcalGides3 1"e deprimem as vossas energias vitais3 no 1"imismo da mor6ina3 mariH"ana3 cocaína3 macon a e o"tros %ar%itAricos3 1"e desatam 1"adros mGr%idos no &7tase opressivo dos opiLmanos. Ali>s3 podeis constatar3 no vosso m"ndo3 1"e inAmeras pessoas de porte ro%"sto e aparentemente sa"d>veis podem ser d-%eis e en6ermas3 incapa. PERGUNTA I :ostaríamos de "m e7emplo ade1"ado F nossa sensi%ilidade terrena3 para avaliarmos mentalmente esse processo marciano. H> odores 1"e acionam o mecanismo sens"al3 arrastando o espírito F reg&ncia da es6era animal3 e o"tros 1"e 6avorecem a alma na ascensão para es6eras de medita+. At"almente3 em vosso m"ndo3 H> se conce%e 1"e o corpo "mano .es de competir com tipos delgados3 magros3 mas vivos e resistentes.es e 6lores ed&nicas3 1"e decoram o verdadeiro E a%itatE das almas %emC6ormadas.es previamente com%inadas.es 6estivas o" re"ni. 0oder> atenderCnos2 RAMATIS! * incenso 1"e 1"eimais nas igreHas o" em la%ores espirit"alistas eleva o vosso pensamento para as cogita+. 'les aproveitam3 tãoCsomente3 o Ee7tract"s vegetalisE 1"e enri1"ece e não deprime o organismo psí1"icoCvital3 mas o predisp.es sa"dosas das paisagens de l".es s"%limes.am a alma. PERGUNTAI A alimenta+ão marciana tam%-m .es de calma3 inspira+ão e coordena+ão de raciocínio para o tra%al o2 =ão vos condicionais3 por ve."l e transparente3 despertamCvos recorda+. M"ando viaHam3 mesmo em s"as e7c"rs. de 1"antitativa3 pois al-m de ser em pastas3 ta$lettes.apenas "m aspecto 96 .es interplanet>rias3 podem levar3 nos %olsos3 alimenta+ão para m"itos dias. * per6"me dos pesseg"eiros 6loridos3 nos dias ensolarados da primavera3 1"ando as p-talas esvoa+am 1"ais lenteHo"las 6aiscantes contra o c-" a.es espirit"ais s"periores por1"e são ess&ncias de 6ragr@ncia p"ri6icadora do astral.e para raciocínios e1"ili%rados o" s"periores. A 6lor %ela e o se" per6"me ine%riante3 at"ando no vosso psi1"ismo3 a1"ietam o cora+ão e s"avi.amvos para as altas evoca+. /endo os marcianos espíritos H> li%ertos das conting&ncias in6eriores da mat-ria3 as trocas meta%Glicas e7ercemCse atrav-s de "ma rede arterial predominante3 1"e se impregna do magnetismo p"ro am%iental.s"%metida aos or>rios pec"liares 1"e nGs adotamos3 e em 1"antidade proporcional ao e1"ilí%rio org@nico2 RAMATISI 4> vos dissemos 1"e é alimenta+ão 1"alitativa3 em ve. ' não determinam oras 6i7as para a alimenta+ão3 salvo em ocasi. PERGUNTAI Mas os se"s organismos3 sendo3 tam%-m3 de ordem 6ísica3 não so6rem dimin"i+ão de Evol"meE3 não se de%ilitam em s"a conte7t"ra carnal3 em 6ace de s"a alimenta+ão parcimoniosa e sG F %ase de s"cos e ess&ncias2 RAMATIS! * 1"e perdem em 1"antidade3 gan am em 1"alidade3 con6orme H> vos dissemos al "res.es por1"e at"am so% 6re1T&ncia vi%ratGria do astral s"perior3 en1"anto os alcalGides3 como s"%st@ncias org@nicas a.

conse1T&ncia3 tam%-m3 da saAde da alma3 1"ando essa se mant-m distante de dese1"ilí%rios o" descontroles mentais. ="tris3 na realidade3 sG os espa+os va.ios e magn-ticos do corpo.ios3 da 1"al o corpo sG assimila o conteAdo energ-tico para o s"stento de s"a rede de magnetismo. ^ medida 1"e evolverdes para as e7press. plenamente o estLmago nas s"as características 6ísicas2 RAMATIS 'm 6ace de os marcianos teremCse a6astado da alimenta+ão espessa e vol"m-trica da carne3 por lei de %iologia evol"tiva3 o se" sistema digestivo 6oiCse atro6iando pela a"s&ncia de estím"los grosseiros das s"%st@ncias de demorada digestão.se tornar o 1"e em ci&ncia considerais de Epasta n"clearE3 o%tereis "ma pitada de pG microscGpico3 1"e .a Emassa realE e7istente. PERGUNTAI A digestão F %ase de 6r"tos3 gel-ias e ta$lettes satis6a. *s marcianos mani6estam per6eito e1"ilí%rio Epsico6ísicoE3 sem os estím"los anLmalos e os corrosivos com"ns F vossa e7cita+ão de apetites mGr%idos.es espasmGdicas 1"e vGs ainda não sa%eis compensar no campo energ-tico do magnetismo "mano. ' o omem 9# . <ai3 a e7ist&ncia do meta%olismo ap"rado dos marcianos3 1"e inalam os princípios vitais atrav-s da respira+ão3 na 6orma de elementos el-tricos e magn-ticos3 a"ridos do /ol e do meio am%iente3 e de "m o7ig&nio p"ro3 1"e seria ins"6iciente ao vosso sistema de respira+ão imp"ra. * omem .endoCvos com a n"tri+ão p"ra do magnetismo solar3 a camin o do entendimento de 1"e a verdadeira n"tri+ão3 al "res3 é a 1"e o%tereis no prGprio magnetismo do Amor <ivino. =ão tardo" 1"e o recinto g>strico 6osse dimin"indo a s"a >rea com"m e o trato intestinal perdesse grande percentagem das s"as 6"n+. 'ssa dimin"i+ão de opera+.es espirit"ais mais a6inadas3 ireis desenvolvendo o mecanismo mais delicado e 1"alitativo da alimenta+ão3 por c"Ho motivo ainda sereis &m"los dos marcianos3 satis6a. A mente torno"Cse dona de mecanismo límpido no setor das irriga+.de Emat-ria il"sGriaE3 predominando "m nAmero inconce%ível de espa+os va.ing&n"a il"são3 prod"to apenas das contra+.elas org@nicas2 RAMATISI =a realidade3 a alimenta+ão F %ase de 6r"tas e so% o domínio 1"ímico da seiva a dirigida3 concorre" grandemente para o mais %reve &7ito da saAde armoniosa3 em Marte3 como vereis em oport"nos tra%al os3 1"e na es6era da medicina vos iremos transmit$r.es %iliares3 o tra%al o de 6iltragem ep>tica e a se1Tente e7p"lsão de elementos delet-rios pelos rins.es intestinais3 pela red"+ão vol"m-trica dos alimentos3 po"po" mais energias para o campo cere%ral marciano3 permitindo 1"e ainda mel orasse consideravelmente o raciocínio e os processos do intelecto.mais nítido3 din@mico3 verdadeiro e potencial3 no se" verdadeiro E a%itatE espirit"al3 livre do pG enganador. Conse1Tentemente3 tereis de admitir 1"e o organismo "mano3 na realidade3 maravil osa rede de energia s"stentada por "m g&nio cGsmico. Mas é o e1"ilí%rio EespíritoCmat-riaE o principal respons>vel por esse &7ito org@nico3 pois a saAde do corpo . 9ngeris grande 1"antidade de massa material3 na 6orma de la"ta alimenta+ão3 mas apenas a%sorveis massa il"sGria3 per6"rada de espa+os va. Comprimindo todos os espa+os va. A necessidade de alimenta+ão sGlida3 6arta e consistente de 1"e 6alais3 .eres epic"ristas.indoCse 1"anto F e7tensão o" comprimento e ao cali%re e7igido anteriormente. /empre 6oi respeitada a verdadeira 6"n+ão do aparel o digestivo3 como "m meio de n"tri+ão prosaica e não elemento de pra.espírito aderido ao pG visível aos ol os de carne3 mas na realidade .idíssimo3 o intestino so% menor e7ig&ncia do meta%olismo n"tritivo aliviaram as 6"n+.ios3 EinteratLmiC cosE3 so%re "ma 1"antidade microscGpica de massa realmente a%sol"ta. PERGUNTAI K o tratamento 1"ímico dessas 6r"tas 1"e proporciona aos marcianos a a1"isi+ão de "m corpo sadio e distante das nossas ma.ios 1"e e7istem na intimidade do corpo 6ísico3 at.es cere%rais3 devido F a"s&ncia de to7inas 1"e o%sc"recem os campos sensoriais da alma.es perist>lticas3 red". * estLmago red".

ar so%re o solo. *s marcianos ad1"iriram3 pois3 grande capacidade de locomo+ão pedestre3 podendo al+arCse mais longe3 al-m da s"a H> nat"ral aptidão de imp"lsos %randos e longos3 1"e a atmos6era t&n"e e rare6eita l es permite no desli. A red"+ão dos minerais mais densos dimin"i" os atritos3 a dilata+ão espasmGdica dos vasos e a6ro"7o" os mAsc"los3 gan ando maior rendimento circ"latGrio e menor tensão3 em 6ace de a %om%a cardíaca 6"ncionar so% estím"los nervosos de ritmo mais calmo e "ni6orme3 merc& da carga sangTínea mais s"ave.indo e dimin"indo sempre a tensão e a estase especí6icas dos minerais 1"e se demoravam na circ"la+ão dos mem%ros in6eriores3 por o"tros 1"e alcancem mais 6acilmente o setor cardíaco. PERGUNTAI 0odia o irmão esclarecer mel or essa revela+ão2 RAMATISI 'm%ora tam%-m H"ngidos 6isicamente F lei de gravidade do se" planeta3 os marcianos p"deram livrarCse completamente das en6ermidades circ"latGrias.ais Fs m"l eres na -poca de gesta+ão3 a 6im de evitarem os estados de ne6rites3 cardiapatas o" epatocongestivos dos e7cessos al%"minGides e condimentos 6ortes. 9( . :ra+as Fs novas condi+.marciano 6oi gan ando3 então3 em E1"alidadeE3 o 1"e perdia grad"almente em E1"antidadeE3 so% o processo normal e %iolGgico de adapta+ão progressiva.es3 artritismos3 gota3 edemas e re"matismos3 1"e 6ormam o e7tenso 1"adro patolGgico dos mem%ros in6eriores3 em 6ace das cargas de to7inas e minerais 1"e se demoram3 por lei de especi6icidade sangTínea. *s marcianos estão %em distantes do conceito terreno de Eviver para comerE3 e3 gra+as aos rec"rsos de s"a ci&ncia e1"ili%rada3 eliminaram da alimenta+ão grande parte dos minerais a6ins F lei de gravidade do or%e.es in6eriores do organismo3 1"al a percentagem conseg"ida pelos m-dicos marcianos nessa s"%stit"i+ão de minerais2 RAMATISI Atingi" de $) a 5)b a red"+ão do campo mineralGgico sangTíneo3 1"e EdemoravaE nas regi. A medicina marciana tento"3 tam%-m3 a terap&"tica diet-tica3 principalmente an>loga F 1"e preconi. PERGUNTA: 'ssa alimenta+ão marciana . =ão o%stante res"ltados de6initivos na corre+ão dos e6eitos3 encontraram a sol"+ão3 s"%stit"indo3 grad"al e inteligentemente3 todos os minerais 1"e eram e7cessivamente a6ins F atra+ão gravitacional de Marte3 por o"tros3 ne"tros e mesmo al-rgicos F lei de gravidade. H> m"itos s-c"los3 so6riam3 tam%-m3 de en6ermidades an>logas Fs vossas vari.es in6eriores e pressionava a rede venosa. Ali>s3 seria pro6"ndo desmentido ao gra" evol"tivo da1"ela "manidade3 a 6orma desordenada com 1"e vos alimentais3 nos erros diet-ticos 1"e de6ormam a verdadeira estesia do corpo 6ísico.cienti6icamente dirigida2 RAMATISI /im. *s m-dicos marcianos conseg"iram3 pela cromoterapia e so% condi+. PERGUNTAI /"pondoCse cem por cento a antiga especi6icidade nas regi. *s res"ltados satis6atGrios dessa elimina+ão grad"al3 podereis avaliar pela terap&"tica aconsel ada pelos vossos m-dicos3 para as m"l eres edematosas e varicosas3 nas -pocas gestativas3 1"e devem conservar os mem%ros em posi+ão o%lí1"a3 ascensional3 a 6im de aliviar a circ"la+ão sangTínea dos vasos in6eriores.es ainda descon ecidas no vosso m"ndo3 modi6icar o meta%olismo endocrínico e3 conse1Tentemente3 alterar o 1"imismo ormonial3 acent"ando o teor dos elementos sangTíneos mais li%ertos da gravidade planet>ria e red".indo a a+ão dos contr>rios.es de composi+ão proporcionadas pela dosagem Es"i generisE dos ormLnios modi6icados3 6oramCse red".

/ão demasiadament. PERGUNTAI * modo de nos alimentarmos in6l"i3 então3 na ascensão espirit"al2 RAMATIS! Considerando 1"e o planeta Marte .s"%stit"ído em Marte pela sensa+ão de Ecar&ncia energ-ticaE. PERGUNTAI A >g"a de 1"e se servem . pelo convite sereno 1"e o cosmos energ-tico registra no campo do magnetismo espirit"al.es3 a 6im de atenderem Fs s"as condi+. 1"ase totalmente3 restando po"ca percentagem de detritos org@nicos 1"e devem ser e7onerados do sistema.es g>stricas3 1"e l e criam o estado de "rg&ncia de alimentoB o marciano o 6a.erra2 RAMATIS! 9ngerem >g"a radioativa3 algo parecida com a c amada E>g"a pesadaE do vosso m"ndo.es descontroladas propiciaram ao cidadão marciano a posse do corpo como servidor dGcil3 calmo e e7ato.es na delicade. * omem terreno3 ainda todo instinto e imp"lso animal3 atende Fs necessidades 6ísicas impelido incondicionalmente pela re1"isi+ão premente do corpoB o omem marciano3 emancipado e sereno3 c"ida do se" corpo divino no m"ndo 6ísico3 so% a condi+ão criadora do espíritoN ?m3 escravo3 as6i7iado pelo vigor do corpoC instintoB o"tro3 sen or3 dono do instr"mento de se" tra%al o sideral.erra3 ao 99 . ConsideramCvos Es"icidas latentesE3 1"e vos li1"idais a presta+.ão e da armonia cel"lar. PERGUNTAI A assimila+ão n"tritiva seg"e os mesmos princípios da 6isiologia do omem terreno2 RAMATIS: 8em%ramosCvos3 anteriormente3 1"e a a%sor+ão dos alimentos3 na incorpora+ão n"tritiva dos organismos marcianos3 se 6a. /G a%sorvem o 1"e esteHa em per6eita armonia com os se"s organismos3 sem provocarem 1"ais1"er modi6ica+.pec"liar aos terrícolas3 pela s"a maior pro7imidade do m"ndo instintivo animal3 . /ocorremCse3 pois3 dos elementos n"tritivos 1"e possam apresentar maior 1"ota de radia+.a das 6i%ras nervosas3 atro6iam as c-l"las ep>ticas e congestionam os %acinetes renais.es magn-ticas.do mesmo tipo e7istente na .o degra" s"perior ao da .a do meta%olismo org@nico.es3 e7ting"indo "m ter+o das vossas e7ist&ncias normais3 so% e7cessos alcoGlicos e gl"tLnicos3 semel antes a alienados 1"e perdem o senso diretivo da ra.inteligentes para evitarem a est"lta condi+ão de lan+arem3 goela a%ai7o3 copos de lí1"idos corrosivos3 a prete7to de aperitivos o" de ent"siasmos emotivos. 'm virt"de de serem criat"ras com organismos sensíveis na es6era magn-tica3 o" seHa3 no campo Eeletro%iolGgicoE3 carecem de s"%st@ncias radioativas3 a 6im de compensarem as energias 1"e se e7a"rem acent"adamente nos interc@m%ios com o meio.es o" depress.es3 e7cita+. PERGUNTAI =ão apreciam as ig"arias3 con6eites e %e%idas3 tal como nGs2 RAMATIS! =at"ralmente não os considerareis a6eitos Fs %e%idas alcoGlicas3 1"e e7citam e deprimem a delicade. * terrícola alimentaC se comp"lsoriamente pela inH"n+ão 6am-lica das contra+. 9ngerem em 1"antidade e 1"alidade3 1"ase o s"6iciente para manter íntegro e em crescimento o corpo na propor+ão de alimento e7ato para atender ao meta%olismo 6ísico. * 6enLmeno de E6ome devoradoraE 1"e . * e1"ilí%rio na EmesaE e o domínio no campo das emo+.PERGUNTAI /e"s corpos3 então3 são mais 6l"ídicos2 RAMATIS: /ão estr"t"rados de carne similar F vossa3 mas de 1"alidade mais delicada3 devido ao 1"e H> vos relatamos.

* vol"me digestivo3 m"ito ao gosto terrestre3 deve ser pa"latinamente s"%stit"ído pelo conteAdo 'ualidade.am contin"amente. K G%vio 1"e o campo perispirit"alC energ-tico3 1"e vos acompan a apGs o desencarne3 como invGl"cro con6ig"racional do espírito3 > de ser constit"ído das vi%ra+. /endo o vosso perispírito a 6orma 1"e so%revive e vos acompan a Eal-mC tAm"loE3 servindo de veste 1"e vos d> o todo 6isionLmico e vos disting"e como entidade mor6olGgica na es6era astral3 o se" tecido ser> tão s"til3 compacto o" opressivo3 con6orme a nat"re.erra. M"anto mais vos escravi. do vosso plano meteriaP mani6estaCse límpida e vigorosa3 con6orme o com%"stivel31"e "sais3 e se o vestuário de co"ro oprime3 o de lin o re6resca o vosso corpo.a da EenergiaCmagn-ticoCvitalE 1"e a%sorverdes na e7ist&ncia 6ísica.es 6"t"ras3 em o"tros m"ndos mel ores2 =ão > per6eita distin+ão entre os planos vi%ratGrios da mat-ria e do espírito2 RAMATIS! * vosso perispírito n"treCse com a energia astral 1"e circ"nda e interpenetra a .es ostis3 desarmoniosas e coercivas 1"e são prGC prias das pai7. A at"a+ão dos 6l"idos agressivos do vosso m"ndo3 so%re a delicade.erra est> interpenetrado com a energia 1"e se e7s"da do vosso m"ndo3 6ormando vigoroso interc@m%io de 6or+as 1"e se atraem o" se ostili. Assim3 1"ando vos li%ertais do corpo 6ísico3 contin"ais a so6rer a a+ão energ-tica do m"ndo 1"e dei7astes3 na con6ormidade e7ata do conteAdo de energia 1"e cond".a 1"ota de energia in6erior 1"e ele incorpora3 e3 conse1Tentemente3 maior campo energ-tico para ser acionado pela prGpria energia in6erior3 1"e se aprisiona nas 6ormas materiais.es compressoras da nat"re.ardes ao 1"e é incompatível com os marcianos3 mais distantes estareis do se" convívio s"perior. PERGUNTA: A desencarna+ão não deveria3 nos li%ertar de6initivamente da in6l"&ncia do alimento3 1"e .is em vossa intimidade. 9nsistindo3 pois3 na alimenta+ão imp"ra da carne3 estareis incorporando no vosso perispírito as mesmas energias astrais in6eriores 1"e são prGprias dos animais. As vi%ra+. * planoCastral 1"e circ"nda a . 8em%ramosCvos 1"e a prGpria l". <esde 1"e atrav-s de vida p"ra3 de alimenta+ão igieni. PERGUNTA: 0ode a alimenta+ão in6l"ir nas reencarna+. M"anto mais ín6ima é a vida do espírito nos m"ndos de 6ormas3 maior . m"ito da pre6er&ncia marciana. A energia 1"e se ac"m"la e constit"i o estadoCmat-ria e7travasa contin"amente do todo 1"e a comp.a da s"%st@ncia astral marciana3 1"e se > de com%inar para a 6orma+ão do novo perispírito3 assemel aCse ao vigor selv>tico dos re%entos vegetais3 1"e tentam e7terminar a energia aprimorada do en7erto s"perior.condi+ão do m"ndo 6ísico2 * espírito3 1"e at"a em 6ai7a tão s"til3 6ica ainda s"%H"gado pela mat-ria2 RAMATIS! =ão podereis tra+ar 6ronteiras a%sol"tas entre a Emat-riaE e a EenergiaE3 pois a primeira .ada e mente evang-lica3 a%sorveis tãoCsomente a energia de alto teor3 1"e transcende os estados in6eriores e desregrados3 o vosso perispírito ser> invGl"cro ade1"ado F 1)) .realmente EenergiaCcondensadaE.conveniente 1"e vos prepareis3 desde H>3 para esse desiderato in6alível. 'sse conH"nto vi%racional entrar> em con6lito com "m conteAdo tão sedativo3 armonioso e s"%lime3 como .1"al3 por lei ascensional3 tereis 1"e c egar3 . 0ara 1"e3 no 6"t"ro3 possais a%itar organismos delicados e vegetarianos3 sois o%rigados F alimenta+ão sadia e 1"alitativa3 e7ercitandoCvos3 presentemente3 na Emenor 1"antidadeE e na Emel or 1"alidadeE.e3 6ormando as a"ras radioativas 1"e são perceptíveis apenas no"tro campo vi%ratGrio.a a"ra astral de Marte.a instintiva e %r"ta dos animais dissolvemCse na a"ra do vosso perispírito e o tornam som%rio3 de %ai7a 6re1T&ncia vi%ratGria3 predispondoCvos sempre ao gosto primitivo.es dese1"ili%radas da .erra3 devendo grande parte de s"a l"minosidade astral F s"%st@ncia do -lio3 1"e o circ"la vigorosamente em todo o conH"nto.

PERGUNTA! M"al é "ma dessas gra+as 1"e os marcianos H> rece%eram do %enepl>cito divino3 por serem a%sol"tamente vegetarianos2 RAMATIS! A inspira+ão divina no campo da ci&ncia c"radora3 1"e os livro" de6initivamente das necessidades patolGgicas de reti6ica+ão astral. =a lei de correspond&ncia vi%ratGria do Cosmos3 1"er a%itando "m corpo 6ísico3 1"er desencarnados3 estareis sempre vi%rando em "níssono com as 6ai7as ao nível das energias astrais 1"e movimentardes. 8em%ro"Cvos3 apenas3 o 1"e não PperderieisE3 mas não al"di" ao 1"e dei7aríeis de Egan arE se não vos p"ri6ic>sseis na alimenta+ão.areno trinc ando vísceras animais. a 6ig"ra do Meigo =a. =en "ma tradi+ão cristã vos tra. PERGUNTA! Mas 4es"s não a6irmo" 1"e Eo omem não se perde pelo 1"e entra pela %oca3 mas pelo 1"e dela saiE2 RAMATIS! * Mestre 6oi %em e7plícito na s"a advert&ncia3 pois3 se a6irmo" 1"e não seríeis EperdidoE pelo 1"e entrasse em vossa %oca3 e sim pelo 1"e dela saísse3 de maneira alg"ma vos promete" gra+as o" merecimentos s"periores3 mesmo 1"e contin">sseis a comer carne. A desencarna+ão não vos li%erta3 Ee7Ca%r"ptoE3 das conting&ncias do m"ndo 6ísico3 assim como o p>ssaro3 no vLo alto3 não est> isento do com%"stível de s"a n"tri+ão. Assim como o deseHo do >lcool atrai os viciados para a ingestão de 6l"idos corrosivos 1"e l es mitig"em a sede dantesca3 o apetite3 não e7tinto pela carne do animal3 arrasta os mais d-%eis para a contin"idade de "ma digestão virt"al.a 6"n+ão comp"lsGria da dor e do so6rimento3 1"e atrav-s do mecanismo das Alceras do sistema digestivo3 das gastrites o" epatites3 colites o" ipertro6ias3 e7ercitaCa3 pa"latinamente3 para a contin&ncia da carne. PERGUNTAI ' por 1"e a alimenta+ão carnívora se trans6ormo" n"m >%ito generali. 'm 1"e consiste essa reti6ica+ão astral2 RAMATIS! * rec"rso mais e6iciente para a criat"ra "mana p"ri6icar o se" perispírito e ingressar em "manidades s"periores3 ainda .erra.vi%ratoriamente3 dei7andoCo s"%H"gado pelas energias agressivas do m"ndo 1"e dei7ais.es mentais3 1"e vos criam odores carnívoros e aspectos epic"ristas das mesas 6estivas da .reencarna+ão em or%es de elite espirit"al.a .ado entre nGs2 RAMATISI '7acer%ando o deseHo3 1"e passa a dirigirCvos e a 1"e a6litivamente sois e7citados nas evoca+. PERGUNTA. /e sois 6racos o" desa%"sados3 em %reve estareis circ"lando3 ang"stiadamente3 por entre os pratos 6"megantes das vísceras condimentadas dos 6estins "manos3 onde os despoHos animais são 1"eimados em ent"siastas 6estas campestres. 1)1 . Ao contr>rio3 a alimenta+ão F %ase de detritos e despoHos in6eriores adensa esse perispírito e o in6eriori.

=ão . /"a verdadeira ess&ncia3 tam%-m .enseHo ed"cativo doado pelo 0aiB e serve para aliar o espírito e1"ili%rado ao corpo sadio3 a 6im de 6ormar o armonioso %inLmioI Emente sã em corpo sãoE. /omente os indivíd"os pessimistas o" doentes são adversos a essas e7pans. A in6@ncia "mana3 e7pansiva e despreoc"pada de conven+.alegria e HA%ilo.ar a agressividade do omem3 desperta sentimentos 6raternais entre os contendores.** Esportes e di4erti"e#tos. 0odeis veri6icar 1"e as aves3 os animais e tam%-m as crian+as3 principalmente na in6@ncia3 são irre1"ietas e din@micasB %"scam e e7ec"tam movimentos 1"e l es a%sorvem o e7cesso de 6or+a EvitalCnervosaE prGpria dos organismos em desenvolvimento. não estão no Eg&nero do esporteE3 mas sim nas atit"des antiesportivas e ilegais dos prGprios competidores. PERGUNTAI *s marcianos tam%-m são a6eitos a esportes e divertimentos semel antes aos 1"e praticamos na . 'ste .es o" preconceitos3 não se s"%mete a arti6icialismos nem comprime os se"s deseHos veementes.endes os esportes Ateis e compreensíveis3 1"e em%ora e7iHam es6or+as en-rgicos do corpo3 vGs os de6ormais3 trans6ormandoCos em torneios de viol&ncia e agressividade sempre conden>veis. nos vossos esportes3 o pro%lema tem dois aspectos di6erentes3 1"e vamos de6inir. PERGUNTAI H>3 tam%-m3 os 1"e condenam alg"ns de nossos desportos por ac >Clos violentos3 es1"ecidos de 1"e o g&nero dos mesmos .sensato este raciocínio2 RAMATISI <e"s3 em. ' os vel os 1"e condenam os esportes por se desinteressarem do e1"ilí%rio Epsí1"icoC6ísicoE3 não estão sendo H"stos para com o am%iente em 1"e vivem e são 6alsos consigo mesmos3 pois3 geralmente3 em s"a H"vent"de3 pensavam ao contr>rio.e7ato2 RAMATIS! M"anto F viol&ncia o" r"de.odavia3 H> progredistes aceitando no setor esportivo a participa+ão incondicional da m"l er3 pois a 6ig"ra 6eminina3 pela s"a tern"ra e delicade.es ocorrem. PERGUNTAI '6etivamente3 na .preH"diciais F 6orma+ão da mentalidade da H"vent"de.erra3 os mais vel os c egam a condenar os esportes3 ac andoCos inAteis e at.assem so% o princípio sagrado do Enão 6a+ais aos o"tros o 1"e não 1"ereis 1"e vos 6a+amE3 desaC pareceriam a %r"talidade3 a inc"lt"ra e a incivilidade3 pois o esporte tam%-m .erra2 RAMATISI 'les servemCse do esporte como e1"ilí%rio entre o corpo e o espíritoB e do divertimento3 "m desa6ogo sadioB por-m3 em am%os os casos3 sem a inconveni&ncia dos e7ageros 1"e cond". /e tanto estes como os assistentes se con6raterni.a inatas3 al-m de a%randar o" ne"trali.o caso em 1"e a viol&ncia e a r"de."ma necessidade Fs atividades intensas nos m"ndos de 6ormas3 pois evita a sat"ra+ão mental. . 1)2 . =ão . . M"e l e parece2 RAMATISI * esporte .es integrantes do e1"ilí%rio da vida. PERGUNTAI 'm 6ace do elevado gra" espirit"al e intelect"al dos marcianos3 H"lg>vamoClos avessos F trivialidade de alg"ns esportes e divertimentos.em ao depa"peramento 6ísico e a6etam a saAde.1"e d> enseHo a certos acontecimentos "m tanto %r"tais3 1"e Fs ve.

/ão homens-tigres.Etro"pesE de m"l eres se apresentem em pA%lico a e7i%iremCse em em%ates 6ero.então ainda nen "ma l". * esporte e7ercido com %r"talidade e deslealdade . do C-" se apresentara F s"a consci&ncia.a devido F vossa concep+ão do esporte como l"ta contra Eadvers>riosE 1"e devem ser vencidos a todo c"sto. A %estialidade das g"erras de corpoCaCcorpo era o padrão por onde se a6inava o sentimento das massas3 as 1"ais3 como re%an os de carneiros3 acompan avam e participavam alegremente dos pra. *s omens da1"ele tempo eram "nidades de "m am%iente totalmente animali.es rigorosamente e7atas.ado e servil3 1"e tin a de %ater palmas Fs orgias sang"in>rias e carniceirasB eram as 6eras inconscientes3 o%edecendo ao imperativo da 6ome 1"e l es roía as entran asB e por 6im3 eram os criminosos e os m>rtires do cristianismo nascente3 1"e não podiam escaparCse de serem as vítimas pre6eridas para essas cr"eldades de orror e sang"eN =o entanto3 at"almente3 1"em nGs vemos nos rings não são dirigentes mentecaptos3 não são indivíd"os coagidos nem animais irracionais. <esse modo criais "m am%iente anti6raterno dando ca"sa a atos inamistosos 1"e3 Fs ve.es 6ero. tít"los aditivos 1"e3 ali>s3 eles aceitam por1"e na realidade constit"em de6ini+.eres selvagens de se"s imperadores.cordialidade3 evol"+ãoB sendo a%s"rdo remarcado de6inirdes esses torneios como EesporteEB c egando vossa incoer&ncia a atri%"irdes F selvageria do %o7e a denomina+ão de Eno%re arteEN <a mesma categoria %>r%ara são os em%ates de El"taClivreEB e em am%os os casos reviveis as emo+.es da vida3 pois tais divertimentos3 em s"a 6ei+ão intrínseca3 são Ateis ao corpo e ao espírito.a moral 1"e e7iste nesses desportos criados para a EmassaE.es 1"e H> alimentastes em reencarna+. ' como se isto ainda seHa po"co3 o vosso am$iente H> consenti" 1"e3 não apenas os omens3 mas at. H> vinte s-c"los a consci&ncia coletiva ainda não estava amad"recida no mesmo senso de responsa%ilidade 1"e l e imp.PERGUNTAI =o entanto3 acent"amos aver esportes em 1"e a viol&ncia "m tanto %r"tal se H"sti6ica3 devido3 H"stamente3 F nat"re. =o 6"t"ro recon ecereis a %ele. H> dois mil anos3 nos circos de Roma avia3 .e oHe dois mil anos de progresso e "m novo acervo de con ecimentos em todos os setores do pensamento "mano.certo3 cenas de maior %ar%ariaB por-m3 atentas as circ"nt@ncias3 de m"ito menor responsa%ilidade perante <e"s3 pois temos de levar em conta a -poca em 1"e tais 6atos se passaram. PERGUNTA: *s marcianos praticam esportes no g&nero de nosso E%ase%olE3 E%as1"eteE o" semel antes ao nosso tradicional E6"te%olE2 RAMATIS! *s esportes marcianos são di6erentes e atendem ao e1"ilí%rio 1"e deve aver em todas as mani6esta+. M"al a vossa opinião2 RAMATISI 'sse seg"ndo plano do vosso setor esportivo merece3 so% todos os aspectos3 a mais 6ormal rep"lsa3 pois o esporte3 em s"a e7pressão verdadeira3 .ado por1"e at. As matan+as nos circos de Roma res"ltavam de diversos 6atores am%ientesI era "m =ero o" "m Calíg"la3 tarados psicopatas3 s"Heitos aos dese1"ilí%rios de tais nevrosesB era o povo %r"tali.1"e se torna conden>vel e de conse1T&ncias preH"diciais.es de El"taClivreE3 como índice do aviltamento de "ma "manidade 1"e3 e6etivamente3 somente será despertada para os ideais do espírito3 mediante a viol&ncia patética das tremendas dores coletivas en"nciadas pelo /alvador <ivino.es3 dei7am resíd"os tG7icos de Gdio3 rancor e anseios de des6orra so% 1)! .a dos mesmos3 estando neste caso o nosso %o7e e os assaltos de El"taClivreE. são omensCpanteras3 são homens-máscaras-negras.es passadas3 1"ando nos circos romanos grit>veis por Esang"e e morteEN M"daramCse os cen>rios e as vestes de carne3 mas são ainda os gladiadores dessa -poca3 e tam%-m a mesma coletividade "l"lante3 agitada pelo instinto in6erior3 den"nciando os gritos apopl-ticos 1"e estr"giam nos colise"s sang"in>rios da antiga Roma 9mperial. At"almente3 ainda sacri6icais essa %ele.

e de est>dios 1"e lem%ram recantos paradisíacos3 onde a %ele. *s %os1"es re6rescantes3 de ar%"stos vi+osos3 so% il"mina+ão indireta e impregnados de per6"mes das esp-cies raras3 são verdadeiros o>sis de reaH"stamento mental. ' at. *s lagos pe1"eninos e graciosos3 com os 6"ndos marc etados de l@minas preciosas de top>.1"anto aos EtorcedoresE3 não e7iste essa e7alta+ão desen6reada 1"e se mani6esta em vossos encontros3 incorrendo3 Fs ve. PERGUNTA: 0oderia citar "m Hogo de o"tro g&nero3 1"e p"d-ssemos compreender2 RAMATIS! A maioria dos Hogos são 1"ase todos acro%>ticosB e devido a atmos6era de Marte ser t&n"e e de menor densidade gravitacional3 a H"vent"de desportista e7ec"ta e7ercícios de maHestosa %ele.io3 ametista3 esmeralda e r"%i3 trans6ormam a s"a >g"a límpida e cristalina em 6"lg"ra+.es en-rgicas3 Hamais se desviarão da disciplina cristã onde essa l"ta 6ero. *s espectadores marcianos acompan am o desenvolvimento dos Hogos3 assim como os vossos admiradores do Hogo de 7adre.o 1"e3 cingindoCnos ao vosso voca%"l>rio3 denominaremos de Emagnetocromo%olE3 o 1"al consiste n"m Hogo de %olas coloridas e 1"e se movimentam no espa+o em incríveis volteios so% a a+ão de magnetismo et-rico controlado pelos se"s participantes. FaltamCnos3 por-m3 elementos an>logos em vosso m"ndo 1"e nos possi%ilitem e7por3 de modo compreensível3 o 6"ncionamento desse Hogo Es"i generis E.a veri6ica+ão de poss"írem "m raciocínio mais pronto e e6iciente.a e intelig&ncia onde os participantes e os espectadores não se colocam na sit"a+ão de advers>rios. pela EvitGria a todo o pre+oE ser> s"%stit"ída pela preoc"pa+ão de mais %ele. PERGUNTA: M"ais os Hogos praticados nesses est>dios2 RAMATIS! <iversos são os esportes praticados pelos marcianos e "m dos mais pre6eridos . Antevemos 1"e3 no 6"t"ro3 tereis apreci>veis conH"ntos3 os 1"ais3 em%ora se de6rontem em complica+.es de n"an+as irisadas3 contri%"indo t"do para 1"e os est>dios 6i1"em emold"rados n"m panorama desl"m%rante. *s traHes dos participantes são radioativos3 de cores %elas e 1)$ . * 1"e os impressiona . *s marcianos3 devido a s"a mente espirit"ali.a3 a%ilidade3 intelig&ncia e con6raterni.a+ão.a po-tica da vegeta+ão e a policromia das 6lores "ltrapassam a mais ardente imagina+ão terrícola.emCno sem 1"ais1"er malícias3 parecendo crian+as crescidas3 pois s"as atit"des não den"nciam premedita+.ada3 são isentos da %r"talidade com"m nos terrícolas. =ão .am%iente agressivo.a. PERGUNTA! M"al a nat"re.es em atit"des 1"e nivelam o acad&mico Fs tropelias do ignorante.es sec"nd>rias.es desportivas e a s"a alta espirit"alidade sG cogita de entretenimentos de 6ei+ão constr"tiva.a vitGria de "m omem contra o"tro omem o" de "m conH"nto contra o"tro conH"nto. PERGUNTA: 'm Marte3 os intelect"ais tam%-m participam dos esportes2 RAMATISI <iversos intelect"ais planeHam as mais %ril antes competi+. M"ando se e7pandem nos se"s Hogos3 6a. seg"em os se"s lances nevr>lgicos3 o" seHa3 o se" ent"siasmo3 em%ora sG%rio e calmo3 não dei7a de ser emocionante.a primordial dos se"s esportes2 0oss"em est>dios para encontros coletivos2 RAMATIS! * espírito emotivo3 e est-tico do marciano3 conH"gando o EAtil e o agrad>velE3 disp. 'm Marte3 os encontros esportivos são em%ates o" l"tas de %ele.

Cse então "m verdadeiro Eclíma7E celestial.ada. /e"s movimentos no espa+o3 1"ais 6ocos de l".acontecimento considerado como d>diva divinaB e a comarca escol ida para esse o%Hetivo assemel aCse a "ma nesga do c-" mostrada ao m"ndo 6ísico.ados ao anoitecer3 logo 1"e s"rge o crepAsc"lo. ?tili. /e s"%stit"ísseis as cartas por 6otogra6ias da parentela3 comp&ndios escolares coloridos3 %revi>rios o" %í%lias de v>rios taman os3 para marca+ão do Hogo3 estes meios 1)5 .am3 tam%-m3 alg"ma esp-cie de olimpíadas desportivas2 RAMATIS! /im.es "manas entoando osanas ao /en or dos M"ndos 6a. . H> momentos em 1"e n"m vLo inacredit>vel e inesperado3 o acro%ata completa "m lance 1"e l e asseg"ra a vitGria.es siderais so%re todos os presentes.es s"aves3 lem%ram criat"ras aladas3 em 6estivo tecnicolor n"ma proHe+ão cinematogr>6ica de Ec@mara lentaE3 pois a l". PERGUNTA: Reali.es de alta espirit"alidade. de re%atida3 ca+ada no ar e sG pode ser devolvida apGs diversos saltos e7tensos e graciosos3 dados pelo arremessador.erra e 1"e são encarados como perigoso enseHo de vicia+ão2 RAMATISI H> tanto vício pres"mido n"m p"n ado de EcartasE3 1"anto nos livros de ora+.es coloridas3 lem%ram po-ticas 6ig"ras de p>ssaros "manos.a e est-tica 1"e propiciam emo+. e a cor estão conH"gados a todos os divertimentos marcianos. polari.a e encantoN *s mentores clarividentes3 1"e assistem a essas 6estividades coletivas3 a6irmam 1"e do 9nvisível despeHam n"vens de p-talas per6"madas e Horram 6ei7es de l". /ão vestes 1"e trans6ormam os participantes em vivas esmeraldas3 r"%is3 t"rmalinas3 opalas e top>. prGpria3 translAcida e de v>rias cores e3 logo 1"e eles se movimentam3 s"a l"minosidade se dil"i em torno como poeira l"minosa. PERGUNTA: 0odia darCnos "ma id-ia da con6ig"ra+ão e do ass"nto o" enredo desses Hogos acro%>ticos2 RAMATIS! * tema atende a mani6esta+.es em grad"a+. 0ara essas almas li%ertas das a6li+.em do panorama adHacente a mais rica mold"ra viva3 onde at. A mAsica envolve a todos em catad"pas de sons arg&nteos e as vo.es terrenas3 o encerramento das olimpíadas . Alg"ns saltos são vLos espetac"lares e temerosos3 a 6im de apan ar a %ola 1"e revol"teia no espa+o em movimentos imprevistos3 devido aos impactos magn-ticos dos Hogadores.adas3 e7ec"tam3 tam%-m3 "m Hogo coreogr>6ico semel ando o vosso Et&nisEB por-m3 em ve.es de %ele.em maravil osas a"ras de l".os p>ssaros se a1"ietam3 como desl"m%rados por tão grandiosa %ele. *s traHes dos componentes irradiam l". ' despertam e7traordin>rio interesse3 pois as comarcas selecionam os mel ores acro%atas e Hogadores3 com representantes de am%os os se7osB e na competi+ão 6inal3 em 1"e se congregam os es6or+os de todos os gr"pos3 prod". /e o terrícola comparasse o se" corpo pesado3 colado ao solo o" se"s saltos grotescos3 com os vLos aero%>ticos3 lentos e e7tensos do Hovem marciano3 6icaria aca%r"n adoB pois as prot"%er@ncias o" pe1"enas mem%ranas 1"e o marciano poss"i3 do om%ro ao cotovelo3 6ac"ltamCl e3 na descida dos saltos3 po"sar no solo como a p-tala de "ma 6lor descendo n"m vento %rando.ais Hogos3 para mel or e6eito dos vest">rios l"minosos3 são 1"ase sempre reali. PERGUNTA! H>3 tam%-m3 Hogos símiles aos de cartas3 como os 1"e se "sam na . de ra1"etas3 "sam "ma esp-cie de cesto3 pois a %ola3 em ve. <evido F menor gravidade do planeta3 esse Et&nis acro%>ticoE proporciona poses a-reas tão s"%limes e encantadoras3 1"e c egamos a antever as lin as 6ormosas do 6"t"ro anHo.ando %olas magneti.es.iosB e se"s saltos 6ormosos3 de l".transparentes3 prod".

erra2 RAMATIS I * cinema .o sentido desregrado 1"e ela atri%"i ao 1"e . PERGUNTAI * irmão poderia nos descrever alg"ns detal es desses Hogos de salão2 RAMATISI H> "m Hogo de cartas coloridas3 transparentes3 1"e irradiam magnetismo em certa 6re1T&ncia3 acessível3 a dist@ncia3 para os competidores %emCtreinados.rataCse de "m mesmo tipo de 6itil os magneti.a de con ecimentos em 1"ase todos os @ng"los de vida. =ão cremos3 por isso3 1"e a "manidade deva cortar as mãos o" evitarCl es o "so por serem viciosas. Con6orme os movimentos 1"e o Hogador 6a. As 6ilmagens o%edecem a "m processo ainda ignorado na .es das esta+.a prontamente3 lem%rando o processo com"m de revela+ão de 6otogra6ias no vosso m"ndo.o mesmo g&nero de proHe+ão por cintas de cel"lGide e so%re telas ig"ais Fs nossas2 RAMATISI 0ode ser proHetado F l".ados3 lem%rando as 6itas dos gravadores de sons3 no 1"al são s"perpostas inAmeras se1T&ncias 6ilmadas em v>rias 6re1T&ncias magn-ticas.proHetado o" trans6erido at. do diaB a proHe+ão . *s seres mais evol"ídos cost"mam Hogar o E7adre. H> omens3 na .es co%i+osas3 são motivos 6raternos de encontro a6etivo.Atil o" ino6ensivo. de apostas de competi+. Consiste em adivin ar 1"al a com%ina+ão de cartas 1"e se ac a em poder do competidor.erra3 1"e HogamB e tam%-m > os 1"e3 viciandoCse3 são EHogadosEN * divertimento atrav-s do interc@m%io de Ecartas de HogarE3 em Marte3 .rataCse de "m torneio mental e psí1"ico m"ito comple7o para tentarmos a s"a descri+ão3 devido a s"a demasiada s"tile. .a+ão3 enormes edi6ícios são adaptados para a cinematogra6ia coletiva. com s"as cartas3 emite "ma onda de 6re1T&ncia 1"e pode ser captada pelo advers>rio o" viceCversa. * Hogo . 'm casos e7cepcionais3 1"er como rec"rso ed"cativo em conH"nto o" prete7tos de con6raterni. PERGUNTAI M"anto ao tipo da cinematogra6ia .Cpsicom-tricoE3 de grande e7ig&ncia mental e pro6"nde. * prGprio magnetismo dos participantes prod".erraB grosseiramente3 lem%ramos 1"e pode ser comparado F televisão invertida3 isto -I as imagens são trans6ormadas em EpontosE e em seg"ida3 estes pontos são novamente convertidos em imagens nas EtelasCvítreasE.am 6estivas competi+. . * vicio3 realmente3 est> na mente "manaB .aos lares3 atrav-s de aparel os especí6icos 1"e captam as irradia+.deveriam ser prescritos como viciosos2 A de%ilidade o" o vício encontraCse na disposi+ão mental dos Hogadores.es onde a gra+a e a intelig&ncia3 em ve.tão ino6ensivo e elevado3 1"anto as vossas post"ras nos templos religiosos. 1)6 .es3 a 1"e sG a 6amiliaridade o6erece 6acilidade de sol"+ão %reve. As imagensC sG são perce%idas 1"ando esses raios se c ocam com a telaB esta os materiali.sem cone l"minoso e 6eita atrav-s de Eraios invisíveisE3 esp-cies de Ein6ravermel oE em avan+ada conte7t"ra magn-tica. Con ecemos determinados povos penins"lares3 do vosso m"ndo3 c"Hos instr"mentos de Hogatina são as prGprias mãos.Cpsicom-tricoE comprovaCse pela s"a penetra+ão o" identi6ica+ão dos acontecimentos istGricos ligados Fs pe+as em Hogo. PERGUNTA: '7iste cinematogra6ia mais o" menos semel ante F da . modi6ica+.a e a+ão de inter6er&ncia no campo et-rico.es proHetoras. 'les reali.%aseado no con ecimento da atmos6era Eastroet-reaE3 1"e circ"nda e impregna todos os o%HetosB desenvolveCse atrav-s de pe+as istGricas3 con6eccionadas com retal os de o%Hetos o" coisas anti1Tíssimas3 1"e ten am estado so% in6l"&ncia de acontecimentos importantes. A capacidade do Hogador desse E7adre.

centímetros.em e espal am tam%-m os per6"mes nat"rais das cenas o" am%ientes 1"e esteHam sendo 6ilmados."lCel-tricoE. PERGUNTA: A cinematogra6ia marciana apresenta o"tras 1"alidades de car>ter e7cepcional em rela+ão ao nosso adiantamento nesse setor2 RAMATISI Como as imagens não são proHetadas em s"as con6ig"ra+."m imenso %loco de vidro cristalino3 6"ndido3 e de cor 1"e podeis considerar E"m a. 0or conseg"inte3 se 6or "ma cena marítima3 os espectadores sentirão o odor salitroso do mar.ida gradativamente at.)))3 o 1"e e1"ivale3 a cada centímetro da espess"ra3 corresponder a "m 1"ilLmetro de pro6"ndidade da cena nat"ral.es e e6lAvios proHetados em E1"ant"s vi%ratGriosE3 1"e al-m de prod".1"e d> Fs lentes e cristais re6letores a s"a prover%ial Epro6"ndidade et-ricaE. 'ste processo Es"i generisE3 em Marte3 . 0oder> esclarecerCnos2 RAMATIS! .se en1"adrar nos de.ratandoCse de am%iente campestre3 den"nciaCse logo o c eiro sa"d>vel dos aromas vegetais 1"e l e são prGprios.es de imagens. 1"ilLmetros red".PERGUNTA: ' 1"anto aos rec"rsos 1"e poss"i essa cinematogra6ia3 no plano dos EcinemascopeE3 EcineramasE o" EterceirasCdimens. . 'ssa cena nat"ral de de. =essa tela3 os ass"ntos 6ilmados se re6letem em red"+ão por escala3 apro7imada de 1 por 1)). centímetros do ret@ng"lo vítreo cinematogr>6ico3 prod". A terceiraCdimensão algo mais pro6"ndo no campo et-rico3 pois depende3 6"ndamentalmente3 da nat"re.esE2 RAMATISI 8ograram a terceiraCdimensão so% condi+.indo3 então3 a terceiraCdimensão em agrad>vel disposi+ão para os ol os. Cada 1"ilLmetro de pro6"ndidade oc"paria e7atamente "m centímetro3 grad"almente3 sendo 1"e a colina3 o paredão3 o" a cena do Altimo plano oc"paria e7atamente o Altimo milímetro da tela em pro6"ndidade. As cenas proHetadas revelam as paisagens em s"a e7ata pro6"ndidade miniat"ral. * %loco cristalino pode ser considerado como tendo de.onas 1)# . PERGUNTAI M"al seria "m e7emplo com"m F nossa cinematogra6ia2 RAMATIS! Considerando 1"e "m operador do vosso m"ndo 6ilmasse "ma paisagem com de. 1"ilLmetros de pro6"ndidade3 isto -3 1"e a Altima cena3 o 6"ndo3 o Altimo plano3 6osse "m paredão o" colina divisGria3 essa 6ilmagem com de.entaremos "ma descri+ão por analogia aos vossos rec"rsos terrenos3 mas não deveis aceit>Cla Eipsis literisE. ' atrav-s de o"tros rec"rsos prodigiosos e incompreensíveis para vGs3 os espectadores tam%-m sentem as temperat"ras dos locais das cenas3 1"er seHam as das .a intrínseca da tela re6letora de imagens3 1"e3 ao ser con6eccionada3 rece%e "m tratamento especial para o sistema EtridimensionalE.es normais3 sem os arti6icialismos de6ormativos o" os rec"rsos de s"perposi+. PERGUNTA! Recon ecemos a di6ic"ldade de apan ar mentalmente a1"ilo 1"e est> cinco s-c"los adiante de nGs3 como a6irmais3 mas agradeceríamos 1"al1"er pe1"ena id-ia so%re o ass"nto. centímetros de espess"ra e "ns tr&s por 1"atro metros de s"per6ície. K H"stamente na espess"ra do %loco 1"e est> o segredo vi%ratGrio da pro6"ndidade EtridimensionalE3 pois as cenas proHetadas não se 6i7am apenas na s"per6ície3 mas penetram gradativamente e se contrastam milímetro por milímetro.irem sonoridade e imagens prod".es o" contornos3 por-m3 em Epontos vi%ratGriosE 1"e sG se perce%em 1"ando tocam a tela3 esta poss"i aparel amento ane7o 1"e trans6orma as emiss. 1"ilLmetros se proHetaria na tela com "ma pro6"ndidade e7ata de de. A tela cinematogr>6ica .

K o se" riso 6arto3 o se" "morismo sadio3 1"e torna os marcianos isentos das r"gas a6litivas de vossa "manidade. ' os mais agraciados3 devido a la%ores e7cepcionais 1"e prestaram F coletividade3 rece%em as %&n+ãos 6raternas de viagens interplanet>rias em visita a o"tros or%es. PERGUNTA: *s ass"ntos da cinematogra6ia marciana são parecidos o" e1"ivalentes aos 1"e nGs pre6erimos2 RAMATIS! * adiantamento espirit"al dos marcianos não comporta novelas o" istGrias melodram>ticas e sentimentalistas com se"s enredos tecidos de arti6ícios.G%vio 1"e os motivos para o se" enredo cinematogr>6ico são apenas de ordem constr"tiva e espirit"al.de ordem m"ito s"til e versa3 principalmente3 so%re as complicac.a am%iente3 não e7istem essas l"tas com episGdios de avent"ras 1"e3 a%it"almente3 servem de motivo aos vossos 6ilmes. As e7c"rs.es propiciadas pelo :overno3 con6orme s"cede entre vGs3 são motivos de imensa alegria por1"e os %ene6iciados3 al-m do desa6ogo mental3 ad1"irem novos con ecimentos e aprimoram s"as 6ac"ldades psí1"icas no contato com o"tros modos de vida e de con ecimentos. <ispondo ainda de "ma ci&ncia 1"e controla 1"ase todos os 6enLmenos da nat"re. PERGUNTAI M"al o meio de mais HA%ilo para o marciano 1"anto F 6orma de divertirC se o" descansar das preoc"pa+.nat"ralmente divertido.es das almas desaH"stadas nos m"ndos materiais. A cinematogra6ia marciana .es de nacionalismos racistas 1"e arrastam a con6litos agressivos3 .es mentais2 RAMATISI . =ão avendo em Marte os pro%lemas do 6"rto e da mendic@nciaB nem os recal1"es da am%i+ão3 da cGlera3 ciAmes o" org"l os ancestraisB e distantes3 tam%-m3 das preven+. Re6ereCse Fs viagens interplanet>rias3 Fs con1"istas recentes nos setores da mAsica3 da cor3 do psi1"ismo e so%re os eventos reencarnacionistas3 no 1"al es%o+a a disciplina e7igida3 os cosC t"mes3 os pensamentos e reali.6rígidas o" as e1"atoriais. Assim como não poderíeis compreender a pil -ria do asi>tico o" dos es1"imGs3 vos ser> di6icílimo entender o "morismo marciano3 nos 6ilmes de enredos cLmicos3 devido a não con ecerdes o se" am%iente psicolGgico.es do omem de aman ã3 conH"gados ao %em e F sa%edoria. PERGUNTA! ' não e7i%em 6ilmes de ass"ntos cLmicos3 1"e provo1"em ilaridade2 RAMATISI Certamente. 1)( . * povo marciano . A comicidade cinematogr>6ica .a+.condicionada ao 6"t"ro3 visando 6inalidades espirit"ais. /emel antes prodígios3 na realidade3 podem ser classi6icados com "ma 1"arta dimensão.odos os 1"e a"6erem no tra%al o as E orasCs"perioresE pre6erem as maravil osas viagens de t"rismo aos mais e7c&ntricos e longín1"os l"gares do or%e.

Mas não se interessam nem vi%ram3 em a%sol"to3 com o g&nero ainda com"m e pre6erido no vosso m"ndo3 incl"sive no c amado setor da mAsica seleta.aB plena de 6or+as criadoras3 contendo em si a Bele.erra. A mAsica em 1"al1"er latit"de ling"agem "niversalB . MAsica.erra. 1)9 .a arte de Eraciocinar em sonsE. A s"a mensagem . Corresponde3 ermeticamente3 ao nível H> alcan+ado pelo marciano na s"a espirit"alidade e e1"ilí%rio mental. * %at"1"e en6adon o penetra3 implacavelmente3 na psi1"e dos mais desprevenidos e3 Fs ve.es elevadas dos nossos g&nios cl>ssicos2 RAMATIS! =ão as despre.o entendimento m"sical em Marte. A mAsica3 em Marte3 para vosso entendimento crítico . em s"a intimidade a palpita+ão da prGpria =at"re.es cost"meiras do vosso m"ndo. de palavras. PERGUNTAI Como poderíamos compreender esse Eraciocinar em sonsE2 RAMATIS! =ão podendo vos transmitir "m tratado de mAsica marciana3 nos cingiremos3 apenas3 a %reves e7plica+.am as composi+. <a mesma 6orma 1"e não vi%rareis Fs cl>ssicas e e7ageradas trag-dias gregas do passado3 tam%-m os marcianos não se amoldam Fs composi+.es de conteAdos sin6Lnicos decalcados nos dramas a%it"ais da . =o entanto3 1"ando o prGprio silvícola se impregna do calor e da energia criadora da mAsica3 o se" ritmo let>rgico e indi6erente cria vida e alento.es s"periores 1"e os isentam de trag-dias3 eroísmos3 epop-ias melodram>ticas3 son os o" devaneios amorosos3 tornamCnos insensíveis F e7pressão m"sical 1"e trad"."ma d>diva 1"e <e"s concede ao espírito para a s"a vent"ra eterna.ado. 'm%ora aHa alg"mas pre6er&ncias semel antes ao crit-rio terreno3 não prescindem3 tam%-m3 da mani6esta+ão sonora p"ramente est>tica 1"e eleva a alma aos p>ramos ed&nicos3 inacessíveis F compreensão "mana. os estados psicolGgicos do omem terreno. K a 6"n+ão verdadeira da mAsica na alma3 em 1"al1"er estado espirit"al e sit"a+ão geogr>6ica do m"ndo. K poesia cGsmica e7pressa em sons3 em ve. Mani6estaCse so% os desígnios amorosos do 0ai 'terno3 a todos os se"s 6il os. PERGUNTAI M"al a concep+ão da mAsica em Marte2 RAMATIS! A mesma 1"e tendes na . As s"as condi+.a3 a 0oesia3 a 9nspira+ão e o c7tase.amB mas 6altaCl es am%iente psicolGgico e mental 1"e os a%ilitem a assimilar as vi%ra+. PER+&NTA! 0orvent"ra despre.es do 1"e . <e"s prov& o anHo no se" cGsmico entendiC mento3 dandoCl e o &7tase atrav-s da mAsica das es6eras3 mas envia tam%-m3 ao se" 6il o 1"e mal inicia os r"dimentos de ling"agem no seio da 6loresta3 a mensagem viva dos sons 1"e l e a1"ecem os son os primitivos e l e amansam a alma em%r"tecida. K a composi+ão sonora 1"e vi%ra pelo in6inito3 so% a %at"ta do Regente <ivinoB tra.sentida mesmo atrav-s da emotividade r"de e prim>ria do selvagem3 em%ora seHa mAsica monGtona3 c"Ho ritmo cansa e desagrada ao civili.*.es3 o transe ipnGtico comprova a 6or+a 1"e > na ling"aC gem dos sons3 em%ora primitivos.

es cl>ssicas3 pondo em c o1"e o vosso padrão tradicional.a ag"da de .nat"ral3 seHam consagrados na .in a de vossas at"ais concep+.em o ang"stioso grito da s"a mocidade a es6acelarCse na t"%erc"lose3 em%ora3 como . *s primeiros acordes da mAsica algo compatível com a aprecia+ão dos marcianos3 con1"anto ainda de6ormados3 H> se 6a.c aiVovsV\ e o temperamento t"m"lt"oso de 8is. /er> e7agero de nossa parte2 RAMATISI Recon ecemos a genialidade dos criadores da vossa mAsica e3 tam%-m3 a vossa incompreensão de 1"ase toda a mensagem sonora dos mesmos. sons amorosos de terno convite aos sentimentos no%res.a3 timide.es cotidianas2 PERGUNTAI ' 1"anto a o"tros compositores3 1"ais seriam as impress. 'm conse1T&ncia3 como poderia o vosso genial /c "%ert impressionar a "manidade marciana3 1"e descon ece as ang"stias das pai7.em s"cesso desde s-c"losB mas H> estais captando os r"dimentos3 em%ora grosseiros3 de o"tra mensagem m"sical3 1"e se avi. .es e estados de espírito dos vossos compositores3 1"e na . Mesmo em vosso E a%itatE encontrareis composi+. =ão cens"ramos a mAsica terrena3 na s"a 6ei+ão sin6Lnica o" de %ele. A 6ei+ão emocional de Mendelsso n3 a 6r"stra+ão mental de /c "mann3 a triste. PERGUNTA: 0oder> e7porCnos considera+.a cl>ssicaB a s"a at"al mani6esta+ão .s"perior3 em Marte ser> ass"nto trivial.a em.es sonoras.PERGUNTA: Cremos 1"e ainda não esgotamos o conteAdo m"sical de nossos mel ores compositores e3 de m"itos3 nem c egamos a compreenderCl es a totalidade de se"s sentimentos e motivos sin6Lnicos.rataCse de la%or divino3 de alta signi6ica+ão na escalada sideral3 e 1"e sG pode ser apreciado satis6atoriamente pelas almas de grande envergad"ra. e "mildade3 retratando se"s pensamentos na ling"agem comovente de melodias delicadas3 convertia em mAsica as s"as angAstias. <eterminadas emo+.erra. no amor3 repleto de timide.es terrenas2 ' 1"e tam%-m não lo"va a "manidade3 a no%re.t3 1"e deram motivo 11) .es 1"e3 se agradam a "m povo3 entediam a o"tros.erra3 di6icilmente seriam assimilados pelos o"vintes marcianos3 devido ao se" descon ecimento a respeito dessas en6ermidades 6ísicas. K G%vio3 no entanto3 1"e a s"a e7alta+ão se 6"ndamenta principalmente na raridade desses sentimentos dentro da coletividade terrena.es mais o%Hetivas do ass"nto2 RAMATISI /c "%ert3 in6eli. PERGUNTA: 0or 1"e não encontrariam os nossos compositores eco no meio marciano2 RAMATISI A1"ilo 1"e para vGs . H> cinco s-c"los passados3 os marcianos tam%-m revelavam o se" teor emocional atrav-s de composi+.es2 RAMATIS! A impet"osidade amorosa e a sensi%ilidade incom"m de C opin3 os sons melancGlicos e lancinantes 1"e reprod".em a"díveis no vosso m"ndo3 em gritante contraste com as composi+. o" renAncia3 por1"e essas virt"des são tão com"ns aos a%itantes de Marte3 1"anto as vossas sa"da+. 0or-m3 at"almente3 a vossa mAsica não est> em conson@ncia com os sentimentos da "manidade marciana3 a 1"al3 em rela+ão F vossa -poca3 est> avan+ada em mais de 1"in entos anos. /"a mAsica .es símiles Fs da .erra se tornam Evirt"des lo"vadas incondicionalmenteE3 podem signi6icar para a pop"la+ão de Marte motivos simplesmente v"lgares e desinteressantes."m desa6ogo de cristalina %ele."m gra" e7ato do c"rso nat"ral das "manidades. Realmente3 ainda precisais de mais contato com as o%ras m"sicais 1"e 6a.

A ipGtese de "ma tempestade Zagneriana3 como sim%olismo da viol&ncia das pai7.es na mAsica de .am%-m se tornaria algo irrisGrio "ma epop-ia m"sical terrena3 1"e tentasse con1"istar a admira+ão pA%lica3 no retratar 6enLmenos telAricos 1"e a ci&ncia de Marte cria arti6icialmente3 como seHa3 o raio3 o trovão e a c "va3 atrav-s dos Ecentros pl"viaisE. PERGUNTAI Mas seriam avessos F religiosidade de Bac 2 RAMATIS! 0ode aver certa identi6ica+ão com a maHestosa serenidade 1"e lem%ra as es6eras paradisíacas3 na e7ec"+ão %ac iana3 mas assim mesmo .a apreci>veis composi+.composi+ão acan ada para a mente e7pansiva dos marcianos3 1"e est> m"ito acima das 6ormas dos m"ndos materiais. 0ensam3 re6letem e sentem a s"a mAsica como o matem>tico 1"e raciocina nas e1"a+.a sin6Lnica de _agner3 tam%-m não encontra eco nos cora+.c aiVovsV\3 as vossas angAstias 111 . /e a mAsica .ada mensagem 1"e poss"i alg"ma sintonia com os anseios da1"ela "manidade. .es e7atas. Cont"do3 a s"nt"osidade sonora pec"liar a Bac H> .mGr%ida3 de temas introspectivos e tr>gicos3 como ocorre Fs ve.o" a s"a mente3 ao tentar capt>C las3 terminando em lament>vel dem&ncia. /c "mann3 o"vindo melodias 1"e seriam com"ns aos marcianos3 mas o%sc"ras aos sentidos terrenos3 desarmoni. PERGUNTA! Como nos ser> possível avaliar3 comparativamente3 essa disposi+ão de Eraciocinar em sonsE3 dos marcianos2 RAMATIS! M"ando vos entregais F mAsica rom@ntica e 6amiliar3 por e6eito s"%Hetivo e psicolGgico3 o vosso espírito s"%H"gado pela s"a vol"pt"osidade3 o"ve mAsica Esem raciocinarE por1"e essa mAsica3 pelo se" sim%olismo rom@ntico3 vos despertando devaneios3 nostalgia e sa"dosismos primaveris3 vai direta ao cora+ão. Assim como para vGs . PERGUNTA! E a grande.es telAricas imprevistas3 a mAsica imponente de _agner passaria desperce%ida3 como cria+ão grandiosa.es "manas3 não encontraria eco na paisagem emotiva3 pací6ica e tran1Tila da alma marciana. =o entanto3 aveis de convir 1"e os &m"los de Bac 3 em Marte3 conseg"em maior alcance no E a%itatE celestial. Mesmo 1"e atri%"íssem os eventos m"sicais Zagnerianos F concep+ão de mAsica descritiva3 ainda não l e ac ariam %ase emotiva para vi%rarem em "níssono com a mesma.es marcianos2 RAMATIS! 'm%ora _agner ainda vos impressione por mais alg"m tempo3 com s"a 6or+a esot-rica3 se" sim%olismo inici>tico3 e a s"a mensagem telArica vos prenda a aten+ão pelo se" vigor m"sical e epop-ia transcendental3 os marcianos não l e encontrariam a6inidade com o se" estado psicolGgico.incompreensível e desagrad>vel a melodia marciana3 tam%-m a vossa composi+ão m"sical não encontra eco na1"ele or%e. =o sistema de vida marciano3 destit"ído de melodramas cl>ssicos e sem agita+.es de alento3 alegria e &7tase para o espírito terr>1"eo3 não t&m a6inidades com a emotividade marciana. PERGUNTAI *s marcianos o"vem a mAsica com certo enlevo espirit"al o" a consideram e H"lgam por "m prisma estritamente intelect"al2 RAMATIS! * se" dinamismo criador e a s"a pro7imidade da verdade cGsmica3 di6icilmente os condicionam F letargia contemplativa no m"ndo material.es alg-%ricas3 %"scando as sol"+.espirit"ali. 9nteressaria tãoCsomente 1"anto ao es6or+o e7igível do o"vinte em ter de Epensar3 %"scando sentiClaE3 o 1"e H"sti6ica a disposi+ão marciana de Eraciocinar em sonsE.

é "m Emeditar em sonsE essencialmente criador.er.es marcianas3 o se" c"rso 1"e lem%ra a miniat"ra de inAmeros processos cGsmicos3 a s"a mani6esta+ão li%erta da pa"ta e 1"e desperta no o"vinte raciocínios %ril antes3 vos dei7ariam tão ap>ticos como os .es3 cenas o" sit"a+. * marciano3 no entanto3 pre6erindo raciocinar so%re todos os 6enLmenos do presente3 .mensagem de car>ter gen-rico3 isenta das emo+.er espirit"al na mAsica3 6"ndamentado na emo+ão "mana.er espirit"al ainda .es dolorosas do passado tomam conta da vossa alma3 a%sorvendoCvos por completo3 sem 1"al1"er inter6er&ncia mental.e o"tras emo+.er varia na con6ormidade psicolGgica de cada "m. 'n1"anto =ero vivia re1"intes de volApia na degrada+ão e perversidade "mana3 4es"s trans6ig"ravaCse em &7tase3 no sacri6ício pela salva+ão do omem.es individ"alistas e passionais pre6eridas pelos vossos compositores. PERGUNTA! Como entenderíamos mais o%Hetivamente esse ass"nto2 RAMATIS! * plano da composi+ão m"sical .o%viamente mentalB os sons se aH"stam3 6ormam 6rases e melodias no sil&ncio da alma do compositor3 assim como as id-ias s"rgem no engen eiro3 1"ando pensa na grandiosidade ar1"itetLnica do 6"t"ro. *s se"s compositores não evocam3 eles pensam. A E=ona /in6oniaE de Bet oven3 e7ec"tada diante de "ma tri%o de .am o mel or 1"e podem e sa%em3 visando ao %em e F alegria do conH"nto3 sem interposi+ão de se"s dramas íntimos.es m"sicais3 mas as entregam ao pA%lico li%ertas de s"as emo+.sempre "ma e7pressão progressista no camin o ed"cativo da 6orma.para o omem marciano "m conteAdo prGdigo de indescritível pra. A s"a mAsica .avesso ao retorno do passado3 mesmo atrav-s da evoca+ão m"sical.es H> vividasB a s"a mensagem sonora . <eveis convir 1"e o pra.eres na a"di+ão de mAsica sem a1"ele ritmo implac>vel e 6amiliar. PERGUNTA: 'm 6ace da di6ic"ldade de avaliarmos o e6eito o" a mensagem 1"e > nessa id-ia de EmAsica mentalE3 poder> e7por alg"mas considera+.es sensíveis 1"e desperta a mAsica mentalista entre eles. K "m tra%al o "nicamente e" 6"n+ão do pra."l"s ante a sin6onia %eet oveniana. A mAsica pode ser materiali. * místico "s"6r"i delicias paradisíacas em 112 . *s vossos compositores rom@nticos ela%oram mentalmente o proHeto m"sical e 1"ando o transmitem para o m"ndo3 imprimemCl e a s"a sensi%ilidade EpsicoemotivaEB no entanto3 os a"tores marcianos tam%-m EpensamE em s"as composi+. PERGUNTAI 0orvent"ra se trata de mAsica an>loga a "m tratado mec@nico3 sonoro3 mas destit"ído de inspira+ão2 RAMATIS! =at"ralmente al"dis3 como a"s&ncia de inspira+ão3 F 6alta do pra.am%-m a impossi%ilidade de atingirdes a intimidade Emental criadoraE das composi+. .es e idiossincrasias.mais dadivoso nessa mAsica mental de Marte.ada3 em seg"ida3 na com%ina+ão 6ísica dos sons3 impregnada da emo+ão3 da sensi%ilidade o" int"i+ão do compositor3 mas o se" primeiro con ecimento > de ser no campo invisível do pensamento. Reali. A impossi%ilidade de aH"starem os se"s movimentos m"sc"lares e gritos ao conteAdo sin6Lnico3 torn>ClosCia desorientados e s"rpresos3 na est"lta dAvida de vossas reais 6ac"ldades. Conse1Tentemente3 esse pra. * 1"e para vGs pode signi6icar "m Etratado mec@nico sonoroE3 .adas2 RAMATISI Recon ecemos a vossa dAvida3 por1"e ainda não podeis compreender a gama de emo+.er e ed"ca+ão al eia3 semel ando o o"rives terrestre 1"e con6ecciona c"stoso adere+o para o cliente descon ecido.es mais pormenori."l"s3 os dei7aria completamente ap>ticos e 6atigados. *s %"gres3 em se" en6adon o %at"1"e de noites seg"idas3 so% gritos e treHeitos conv"lsos3 se espantariam dos vossos pra. <esinteressaCse de recompor li+.

K mAsica de vigília mental3 contr>ria ao Ea"toCes1"ecimentoE3 F evoca+ão e devaneio sa"dosistas. B"scam dar 6orma a essa id-ia m"sical 1"e l es canta no @mago do espírito.es eredit>riasB deseHam compor 11! . * se" nível mental e7ige emo+.art2 RAMATISI K tessit"ra m"sical 1"e e7ige o c-re%ro desperto3 a mente em estado din@mico e o raciocínio atento no desdo%rar da composi+ão. =at"ralmente vos constrangem certas disposi+.endoCos pre6erir a mAsica 1"e planeHa3 edi6ica3 coordena e eleva3 em ve.a l"ta para vencer o recal1"e emotivo das tradi+.es progressivas e não regressivas3 6a. As sin6onias marcianas3 o"vidas com o c-re%ro e ignoradas pelo cora+ão3 cent"plicam as emo+. PERGUNTA: A mAsica marciana não se assemel a porvent"ra F 1"e oHe se denomina EmAsica modernaE2 RAMATISI Moderno . *s se"s a"tores EsentemE na intimidade da alma o verdadeiro sentido da mAsica 6"t"ra3 para 1"ando o omem terr>1"eo poss"ir o e1"ilí%rio intelect"al e o sentimento completamente aprimorado. 'm%ora ainda detestada pela maioria dos admiradores cl>ssicos3 na intimidade pro6"nda dessa mAsica Ecere%ralE e inGspita3 %r"7"leiam contornos da mensagem sin6Gnica e mentalista do terceiro mil&nio.6ec"ndo o" inventivoB ra.de contín"a atividadeB > "m gosto acent"ado para t"do o 1"e . PERGUNTA: /omos avessos a essas composi+.es caco6Lnicas dessa mAsica contempor@nea3 e 1"e soa completamente di6erente das melodias tradicionais.es3 delicados EtricotsE de sons melGdicos e saltitantes.apenas "m sim%olismo3 por1"e a arte .contato com as e7press. C"mpreCl e a edi6icante 6"n+ão de desenvolver a ra.ão por 1"e em todas as s"as e7press.ão "mana para o mais %reve desprendimento da escravidão material.es modernas e 6"t"ristas3 na -poca em 1"e predominava a mAsica ond"lada e as sin6onias dos sal.ocata e F"gaE de Bac o"3 ainda3 ante "ma composi+ão de Mo. E* anHo não dormeNE [ di.es tão contraditGrias.a de pensar antes de sentir.es p"ras da alma3 em%ora se 6a+am entendíveis na 6rie. Re6ereCse e7cl"sivamente ao espírito eterno e criadorB di. respeito F con6ig"ra+ão 6"t"ra do anHo3 aprimorando a re6le7ão para "m sentido cGsmico.er tão H"%iloso3 1"ando o"vem a s"a mAsica mental3 con6orme nGs vi%ramos diante da E=ona /in6oniaE de Beet oven o" de "ma E. A tend&ncia da "manidade de Marte . 'n1"anto o omem terreno aprecia o doce devaneio da mAsica po-tica no m"ndo de 6ormas transitGrias3 o marciano pre6ere a mensagem sonora da realidade espirit"al3 1"e so%revive F mat-ria. PERGUNTA: *s marcianos sentem pra.aram os se"s contempor@neos e conservadores3 com s"as composi+. AH"staCse3 sempre3 mesmo atrav-s da mAsica3 aos ideais 6"t"rososB es1"eceCse3 o mais 1"e se pode3 o passado irreal.es gritantes e eterog&neas 1"e dei7am o o"vido desamparado3 6ora da armonia melGdica. 'ssa E6ala sonoraE3 vigorosa3 din@mica e criadora3 .es de religiosidade e7traterrena3 en1"anto o matem>tico in"nda os ol os de l>grimas H"%ilosas3 ao conseg"ir a sol"+ão do pro%lema em 1"e se empen o" inconC dicionalmente.es artísticas e7iste "m teor din@mico e criador. "m conceito marciano.at"alista e sempre corresponde ao estado artístico e7igível no momento. /a%eis3 no entanto3 1"e Beet oven e _agner escandali. da melodia c orosa3 rom@nticoCmGr%ida o" melodram>tica3 1"e o%riga a alma a estacionar na s"%ida F proc"ra de s"a consci&ncia espirit"al. K possível tratarCse de mensagem tão s"perior3 c"Ho sentido ignoramos e por isso a detestamos2 RAMATIS: K mensagem avan+ada3 mas 6al a ainda 1"anto F s"a e7ata e7posi+ão3 pelo 1"e provoca opini.

A velocidade3 a cor3 a armonia nas discord@ncias e a elasticidade na ar1"itet"ra de certos trec os3 e7igem 1"e a sensi%ilidade do o"vinte esteHa plenamente so% o controle da mente vigilante.es in6eriores3 ainda indomin>veis. 'm%ora ainda e7travagante e detest>vel para os o"vidos condicionados aos longos 6ei7es de melodias 6l"t"antes3 cond". 11$ . FesteHam3 ig"almente3 os acontecimentos com"ns de noivados3 anivers>rios e casamentos.es3 g"ardam na s"tile.sacri6icado ao espírito. As mela dias3 por ve. 'm%ora mAsica pop"lar3 destit"ída do conteAdo de re6er&ncias o" al"s.es. dos devaneios emotivos3 re1"er o raciocínio alerta ante as imprevistas li%erdades de cada instr"mento.es dessa mAsica3 1"e nos identi6i1"em com os r"dimentos da 6"t"ra mAsica mentalista2 RAMATIS: F"ndamentalmente3 H> podeis veri6icar a s"a 6or+a li%ertadora dos c@nones tradicionais e sec"ndariamente3 pelo dinamismo instr"mental 1"e e7ige armonias discordantes3 re%eldes e c o1"es melGdicos. '7ige do o"vinte mais aten+ão para ser EcompreendidaE3 do 1"e realmente para ser go.a e o"tras deprim&ncias.o>vel 1"e ainda vos sintais ap>ticos3 o" at"rdidos3 pois > s"pressão do lirismo tradicional e tam%-m deli%erada a"s&ncia do 6ator "mano.es sons marcianos. =essa mAsica3 realmente3 o cora+ão .es psicolGgicas e temperamentos da regiãoB -3 na realidade3 a s"a mAsica emotiva. K mensagem s"perior e mal perce%eis os se"s 6ragmentos3 devido F inter6er&ncia o" re6le7os de vossas emo+. É mAsica 1"e não se prende e7cl"sivamente ao te7to 1"e descreveB imp.idos por conH"ntos de violinos e violoncelos3 > certa poesia do movimento3 1"e lem%ra 6"ga. 'm ve.ada.eCse pela ling"agem viva e cintilante em 1"e os sons t&m vida prGpria.es 6esceninas de malícia3 e desp"dor de 1"e os compositores terrícolas3 inescr"p"losos3 t&m por >%ito impregnar as s"as prod"+. PERGUNTAI /"as características se assemel am ao padrão terreno2 RAMATIS I 'stão em certa analogia com as do vosso m"ndoB re6letem os anelos3 as disposi+.es emotivas3 os HA%ilos e os sentimentos artísticos 1"e identi6icam a 6isionomia de cada am%iente.ão e "morístico3 c"Has 6iligranas delicadas não podereis conHet"rar. PERGUNTAI M"ais os motivos %>sicos 1"e os marcianos "sam para a mAsica pop"lar2 RAMATISI /ervemCl es as tradi+. PERGUNTAI '7iste a mAsica 6olclGrica em Marte2 RAMATIS! /im3 e de acordo tam%-m com os cost"mes3 condi+.e7cl"sivamente pelo raciocínio e não so% o domínio emocional do cora+ão. K ra. Mas .es inerentes F mentalidade o" am%iente de cada comarcaB os períodos 6estivos3 comemorativos das -pocas das 6lores3 6r"tos3 e tam%-m as melodias e c@nticos dos p>ssaros. PERGUNTA: M"ais as e7press.ass"nto sadio3 prGprio de "m povo li%erto de ciAmes3 vaidades3 org"l os3 avare.a da 6rase sonora3 "m espírito 6olga.

es racistas o" 6ronteiri+as3 nem cantam eroísmos e s"cessos %elicosos.a do ass"nto pre6erido. =a "manidade marciana3 Ecada "m deve 6a. *s est"dantes 6ormam a memGria m"sical so% "m sentido ed"cativo e de per6eita associa+ão com as id-ias elevadas e conceitos espirit"ais3 sentindo em si mesmos a mensagem Ee7ataE do som. /G nos m"ndos onde o c"mprimento do dever .em o 1"e tin am o%riga+ão de 6a.PERGUNTA! 0oss"em eles inos de e7pressão pA%lica2 RAMATIS! *s se"s inos são de maravil osa disposi+ão 6raterna3 e7ec"tados so% t>cita com%ina+ão coral3 imprevista3 inconce%ível aos mais adiantados conH"ntos das vossas evolvidas agremia+.er.es se H"ntem a esse tema3 desde a vo. /e" adiantamento espirit"al tornaCos a6eitos F proc"ra constante de alimento divino. A p>tria signi6icaCl es todo o ?niverso e consideram todas as almas como componentes da mesma 6amília espirit"al."m 6ato de e7ce+ão3 se ende"sa o" se prestam omenagens F1"eles 1"e 6a. *s inos3 c@nticos o" melodias re6eremCse apenas aos encantos do se" am%iente3 ao g&nero de vida e acontecimentos cost"meiros. PERGUNTA! ' 1"ais os ass"ntos pre6eridos para os inos escolares2 RAMATIS! *s temas 6"ndamentais são os convites 6raternos para o %om entendimento entre os est"dantesB o apelo de amor aos p>ssaros3 o c"idado para com a 6lor e o 6r"to3 incl"sive o respeito pA%lico e a coopera+ão espont@nea para o %em al eio. *s inos p>trios3 de motivos nacionalistas3 serC l esCiam e7cresc&ncias dispens>veis na vida do planeta. /ão c@nticos de serena %ele.ado dos valores intrínsecos do som3 pois em Marte se con ece o e6eito e a signi6ica+ão de cada nota m"sical3 incl"sive a s"a varia+ão na escala de 115 . grave e pro6"nda dos omens. terna da m"l er e o coro cristalino das crian+as itinerantes3 at. PERGUNTAI ' nos ed"cand>rios não se c"lt"am inos escolares2 RAMATISI K G%vio 1"e sim3 mas di6erem dos vossos3 pela nat"re. PERGUNTA: =ão conservam inos p>trios o" comemorativos de nacionalidade2 RAMATISI Como não > separatividade de ra+as3 na+. =ão tarda3 em seg"ida3 1"e o"tras vo.er o mel or 1"e pode3 dentro do 1"e sa%eE3 so% a disposi+ão com"m de ser Atil e verdadeiro3 sem visar a lo"vores o" agradecimentos.es religiosas. dispersa inicia a melodia 6"ndamental3 n"m c@ntico de sa"dade sid-rea. /ão verdadeiras estro6es de ed"ca+ão moral e cívicaB e tam%-m operam no sentido de compreensão espirit"al da vida 6ísica3 como enseHo de aper6ei+oamento da alma imortal. * conteAdo se encorpa3 cresce e avol"maCse3 para se desdo%rar 1"al manto sonoro so%re a cidade il"minada.a. Com"mente3 nos dias 6estivos3 "ma vo. =ão al"dem a ideologias políticas3 tradi+. =ão se conce%em Eatos e7cepcionaisE na coletividadeB a reali. PERGUNTA: M"e signi6ica essa mensagem Ee7ataE do som2 RAMATIS! K o aprendi.a3 em 1"e toda a pop"la+ão toma parte3 nas -pocas de nostalgia espirit"al e 1"e a impelem a "m contato sonoro de maior intimidade com o 0ai. =ão > inos de lo"vores aos patriotas e7altados3 %andeirantes3 g"erreiros3 administradores pA%licos3 governadores3 6"ndadores de cidades3 igienistas3 artistas3 6ilGso6os3 poetas3 ed"cadores o" líderes religiosos.F vo.es o" gr"pos3 esses inos sG poderiam ser c amados de E inos de comarcasE.a+ão mais e7traordin>ria3 consideramCna como prod"to nat"ral da capacidade de 1"em reali.

PERGUNTA: /er> possível "ma demonstra+ão mais o%Hetiva3 a 6im de podermos entender essa variedade de som em diversos campos vi%ratGrios2 RAMATISI *s clarividentes do vosso m"ndo devem compreender 1"e3 6"ndamentalmente3 as sete notas m"sicais correspondem a sete sons e sete cores di6erentes e ig"al a mesmo nAmero de per6"mes3 temperat"ras astrais3 densidades e at.es geniais na es6era da mAsica3 apenas por1"e est"dam a mAsica. o dom inato para a mAsica2 RAMATIS! * est"do da mAsica3 em Marte3 é tão imprescindível como a al6a%eti. 5emoCnos compelidos a vos e7por o teor marciano so% di6ic"ltosa analogia terr>1"ea3 e é o 1"e ora 6a.es morais3 de ed"ca+ão3 no tema Eamor aos p>ssarosE3 seHam pro6eridas so% "m 6"ndo m"sical em Emi menorE.a. e7ce+ão F crian+a 1"e tra.F cor de sang"e esc"roB predomina ao ol6ato clarividente a tonalidade de "m per6"me en-rgico3 parecido ao cravoB a tessit"ra astral é compacta no vol"me3 >spera no tato e %em a1"ecida F recep+ão et-rica.vol"mes assinal>veis no -ter. PERGUNTAI <e 1"e modo a mAsica pode 6ormar "m condicionamento ed"cativo na crian+a2 RAMATISI As nossas com"nica+. 1"e a crian+a o"ve melodias em *mi menorE3 o se" s"%consciente despertaCl e a a6etividade espont@nea pelos p>ssaros. As incont>veis com%ina+.emos com rela+ão F ed"ca+ão da crian+a so% a a+ão da mAsica. .oda ve.am3 na . K mais "m convite F do+"ra e F poesia3 en1"anto a tonalidade *d/ maiorE e7pressa acent"ada 6or+a algo 6ísica.erra3 se tornam escritores3 oradores o" ed"cadores e7cepcionais. A com%ina+ão de cores3 sons3 per6"mes e l".es não devem ser aceitas Eipsis literisE3 mas apro7imadas da realidade marciana3 pois e7aminamos ass"ntos comple7os e m"ito al-m do vosso entendimento. A mAsica atinge a todos os sentidos "manos3 %astando 1"e seHam eles desenvolvidos so% a 6-rrea disciplina inici>tica 1"e aprimora o omem interior. =o entanto3 a composi+ão em *!á menorE3 al-m de s"a s"avidade no campo 6ísico para o o"vinte3 no plano EetereoastralE mani6esta sedativa e tran1Tila mensagem pastoral3 lem%rando o per6"me das rosas3 as cores das campinas verdeHantes e "ma temperat"ra re6rescante.a terr>1"eaB o *si* .am%-m nem todas as crian+as marcianas e6et"am reali.a+. A composi+ão m"sical em EdG maiorE apresenta "m 6"ndo constante de 5ermel o3 1"e oscila entre o c ameHante3 claro3 at. /o% tais aspectos3 a mAsica so% a reg&ncia de *d/ maiorE se mani6esta para os espíritos primitivos do vosso m"ndo3 livres no astral3 como e7pressão sonora en-rgica e mais o" menos 6ísica. .es nos esta%elecimentos escolares marcianos tem por escopo desenvolver a ac"idade psí1"ica da crian+a e 6acilitarCse o acesso mais %reve aos valores s"tis das es6eras espirit"ais.es. *s EclarividentesE marcianos podem o"vir a nota m"sical3 verCl e a cor3 sentirCl e o per6"me3 notarCl e a disposi+ão t>til3 o peso e a temperat"ra no campo et-rico. PERGUNTAI 'm Marte3 não se 6a.intensidade sonora3 em per6eita correspond&ncia com a mani6esta+ão psí1"ica "mana. * *d/* é vermel oC6ogo e corresponde F vi%ra+ão 6ísica do m"ndo materialB o *!á* é de "m verdeCseda e desperta o sentiment.a+ão no vosso m"ndo.em n"ma or1"estra+ão sin6Lnica3 proporcionam aos ol os crarividentes verdadeiros espet>c"los 6e-ricos de l". =o entanto3 nem todos os 1"e se al6a%eti. /"ponde 1"e todas as li+. 116 .o po-tico pela nat"re.es melGdicas 1"e se prod".es3 cores e per6"mes3 em 6ace de os sons corresponderem a inAmeras o"tras vi%ra+."lCceleste e se re6ere ao &7tase3 F emo+ão espirit"al.

'le a entrega em sons3 depois de aver assimilado o 11# . 'vitamCseCl e os motivos de sentimentalismo e os de nat"re. Mas esse insigne artista marciano . PERGUNTAI 'sse artista pareceCnos algo mec@nico3 "m transmissor no%re e e7cepcional3 sem dAvida3 mas lem%raCnos o carteiro terrestre 1"e entrega a mensagem al eia sem dela tomar con ecimento.es e operando em todas as e7press.6iltro 1"e mel ora sensivelmente no contín"o interc@m%io com as melodias s"periores. A maioria de vossos compositores3 em%ora se a6irmem criadores o" inspirados3 ainda não podem ir al-m de acan ados EarranC Hos m"sicaisE da realidade divina. Captam as armonias celestiais e as trans6erem pela instr"menta+ão3 mati. <amosCvos "ma p>lida id-ia das conting&ncias ed"cativas3 acent"ando 1"e sG depois 1"e a crian+a ad1"iri" pleno e1"ilí%rio e a%sol"ta 6amiliaridade com todas as possi%ilidades criadoras da mente3 é 1"e passa a agir na instr"menta+ão o%Hetiva dos sons.es geniais o" ridíc"las. A melodia tomaCo como "m canal vivo e po"sa3 e7ata3 no instr"mento s"peror1"estral 1"e serve para os grandes momentos sin6Lnicos.eres "manos3 mesmo em Marte.adas de s"as emo+. M"anto mais l e 6l"i a mAsica do imponder>vel3 na consci&ncia per6eita de ser instr"mento transmissor da p"re.As 1"e mani6estam dom inato são s"%metidas a testes evol"tivos3 a 6im de ser identi6icada a disposi+ão mental predominante de o"tras vidas. PERGUNTA: M"al o tipo mais evolvido e 1"e atrai maior admira+ão2 RAMATISI K a1"ele 1"e se considera "m simples instr"mento vivo3 capa. 'staremos e7agerando2 RAMATIS I * carteiro terrestre entrega a s"a mensagem sem tomar con ecimento do se" conteAdo3 .a cGsmicaB .indoCas3 no or%e3 em%ora palidaC mente3 mas destit"ídas de 1"al1"er e7pressão individ"al. '7istem de todos os mati.a psicolGgica do artista marciano3 no campo m"sical2 Como se considera ele2 ?m criador3 "m improvisador o" imitador2 RAMATIS I =ão > "m tipo Anico e especi6ico3 pois isto seria nivelar os pra. * e7celso artista marciano 1"e atinge a maravil osa 6"n+ão de Em-di"mE p"ro da %ele. *s Edons inatosE3 na realidade3 em 1"ais1"er latit"des3 são apenas con1"istas de e7ist&ncias anteriores.a sonora dos m"ndos s"periores3 atingi" "m gra" de sensi%ilidade impossível na vossa concep+ão.es m"sicais. de rece%er pela via da int"i+ão p"ra as melodias das altas es6eras3 trad". A s"a alma tem a transpar&ncia do cristal per6eito e a%dico" de 1"al1"erPemo+ão pessoal. PERGUNTA: M"al a nat"re.es e >%itos psí1"icos.es m"sicais. * virt"ose marciano ."ma e7ist&ncia de a%sol"to 6ranciscanismo F Harmonia 0aradisíacaN Hipersensível3 pl>stico3 cristalino e p"ro3 conseg"e sintoni.a pat-tica com"ns aos terrícolas nas s"as prod"+. H> 1"e desenvolver 6ortemente a vontade n"m c"rso de adestramento psí1"ico3 a 6im de desenvolver a vid&ncia astral."m prolongamento vivo da prGpria melodia 1"e l e 6l"i pela mente. 5ive3 Anica e e7cl"sivamente3 para esses momentos santi6icados de %ele.a sonora3 mais treinado se encontra para o 6"t"ro.arCse com a Mente <ivina3 perdendo o contato 6ísico da 6orma3 dil"indoCse na mensagem et-rea de sons3 para revelar3 em a%sol"to EtranseE ang-lico3 a mensagem e7celsa das es6eras s"perioresN PERGUNTA! =ão seria "m inspirado improvisador2 RAMATISI * improvisador o" mesmo o compositor tem os se"s dias decepcionantes3 as s"as prod"+.verdade.

es e nem as "s"6r"em mais intensamente3 por1"e a mAsica3 1"ase sempre3 l es .a espirit"al dos marcianos.conteAdo mental. *s instr"mentos são de mat-ria vítrea3 con6eccionada com l@minas transparentes e tão vi%r>teis3 1"e soam F simples m"dan+a de altit"de o" deslocamento de ar.er espirit"al do artista 1"e se esgota no instr"mento3 com a casa va."ma o6ensa F s"a arteB so6re a cantora consagrada3 1"ando a vel ice H> l e cansa a laringeB 6alta o 6ogo sagrado do ent"siasmo ao solista 1"e repete pela mil-sima ve.em pensamento espirit"al mais elevado e de maior e7tensão emotiva. /ão po"cos os instr"mentos para e7ec"+ão privadaB as prGprias crian+as pre6erem e7ec"+. Aprecia3 especialmente3 a mAsica de teor espirit"al3 de instr"menta+ão mais divina3 menos "mana.es sin6Lnicas de violinos3 violas3 violoncelos3 6agotes3 trompas3 o%o-s3 clarinetas e pianos trad".e7ec"tada de modo Es"i generisE2 RAMATISI /ão an>logas Fs do vosso m"ndo3 em%ora a predomin@ncia seHa para a mAsica Emec@nicaE3 1"e e7ige menor interven+ão direta dos mAsicos. PERGUNTA! M"ais os tipos dos instr"mentos e 1"al o material de 1"e são 6eitos2 RAMATIS! *s instr"mentos são 6eitos de materiais apropriados3 1"e os t-cnicos s"%metem a tratamento especí6ico3 de acordo com a 6"n+ão m"sical a 1"e os mesmos se destinam.es de t-dio e insatis6a+ão dos se"s e7ec"tores. *s mais 6amosos artistas terrenos não sentem maiores emo+. /e a arte terrena H> 6osse realmente "m estado permanente de volApia e &7tase espirit"ais3 revelando nas criat"ras sentimentos e pre6er&ncias Ee7traterrenasE3 tantos artistas não a%andonariam os palcos e os se"s instr"mentos3 em troca das v"lgaridades do com-rcio e da indAstria.es artísticas e aparentemente pra. A s"a instr"menta+ão3 devido ao nível espirit"al do am%iente3 tam%-m . PERGUNTA: '7istem or1"estras sin6Lnicas3 conH"ntos m"sicais F semel an+a dos nossos2 *" a mAsica . =o vosso m"ndo3 desaparece o pra. =ão "sam 6i%ras animais nos instr"mentos de corda nem peles da mesma proced&ncia 1"anto a instr"mentos c"Ha 6"n+ão sonora seHa a de prod".er e a volApia artística da pianista ovacionada pelo pA%lico3 mas 1"e toco" 6reneticamente3 atacada por violenta cGlica digestiva. * pA%lico marciano pro6"ndamente analítico e evita a instr"menta+ão antiest-tica. A sensi%ilidade desses instr"mentos3 como certos t"%os de mat-ria radioativa3 vi%ram F simples passagem da %risa do ar3 lem%rando as est>t"as dos antigos de"ses egípcios3 1"e ao nascer o /ol e pelo a1"ecimento do ar emitiam sons g"t"rais e sonoros3 1"e serviam 11( . PERGUNTAI Como entenderemos essa E1"alidade aprimoradaE2 RAMATISI Cada mAsico toca o instr"mento 1"e est> em e1"ilí%rio com a s"a sensi%ilidade artística."m acessGrio3 en1"anto o int-rprete marciano vive realmente sG em 6"n+ão da mAsica.mais aprimorada na 1"alidade e na e7ec"+ão instr"mental.ia3 sentindo at. 'ssas sit"a+.ir sons id&nticos aos vossos %om%os o" tam%ores. A maioria dos vossos talentos artísticos são apenas prod"tos de ercAleos es6or+os de disciplina3 perseveran+a3 @nimo e incentivos de glGrias3 en1"anto o virt"ose marciano EmAsica vivaE em toda a s"a plenit"de "mana. /ão mais delicados e artísticos do 1"e os "sados no vosso meio.enteiras podem ser apenas sit"a+. a mesma melodiaB inverteCse o pra. *s c ocal os3 as marim%as e os EtantãsE são pre6eridos pelos 1"e apreciam a mAsica aliada aos treHeitos do corpoB en1"anto as com%ina+.es em conH"nto e as itinerantes 6ormam graciosas or1"estras com instr"mentos de sopro 1"ase magn-tico e de maneHo delicado3 em con6ormidade com o gosto e s"tile.

/o% a mesma disposi+ão > s-rie de clarins3 trom%etas3 o%o-s3 6la"tas3 etc. ?m dos sing"lares rec"rsos 1"e os t-cnicos aplicam nesses instr"mentos é a modi6ica+ão sonora 1"e podem o%ter com a simples m"dan+a da temperat"ra e so% a a+ão de e6lAvios magn-ticos proHetados so%re os mesmos.ida por incont>vel 1"antidade de instr"mentos em s-ries3 c"Hos sons se artic"lam so% controle do e7ec"tante em opera+. PERGUNTAI M"al o instr"mento mais impressionante3 em Marte2 RAMATISI K o Epl"ri6onoE3 e assim o denominamos para vossa mel or compreensão.es e7igíveis na pa"ta m"sical. Conse1Tentemente3 tanto os sons graves como os ag"dos res"ltam das de6orma+. A composi+ão sonora é prod". vi%rar os vossos Grgãos terrestres. Assemel aCse a gigantesco Grgão de catedral. /"%stit"i3 6>cil e gal ardamente3 "ma sin6onia terrestre de mais de 1"in entos mAsicos em per6eita cone7ão de armonia.a alt"ra de 1"in.es t-cnicas 1"e não podereis compreender. H>3 pois3 desde a EmicroclarinetaE3 1"e atende F mais ag"da e sensível nota m"sical emitida por "m clarinetista e7ímio3 at. da lin a reta de vossos pianos.ada e so% pressão Emagnetoet-ricaE3 1"e torna os campos eletrLnicos mais sensíveis e energ-ticos em s"as Gr%itas com"ns3 prod". PERGUNTA! =ão e7istem tipos de violinos3 violas o" violoncelos2 RAMATIS! *s 1"e eles "tili. As teclas são l"minosas e cada 6ileira .para atemori. *s 1"e 6"ncionam nos departamentos de mAsica para o povo atingem at.ido por "ma clarinetaCgigante. PERGUNTAI 'sses aparel os 6"ncionam por sopros3 perc"ssão o" dedil amento2 RAMATIS! * se" mecanismo interno corresponde a todos os modos de e7ec"+ão3 desde o sopro3 6ric+ão3 dedil amento o" perc"ssão3 atrav-s de "m teclado anatLmico3 transparente3 1"e se divide em sete semicírc"los em torno do e7ec"tante3 em ve.em atrav-s de Hatos magn-ticos e não mediante o sopro de ar 1"e 6a.constr"ído de metal no%re3 n"m dos mais geniais rec"rsos de acAstica3 sem a mínima resson@ncia.ar e impressionar os 6i-is.ir n"m sG tipo3 menor o" maior3 de cada instr"mento. F"ncionam com a 6or+aCmotri.e a vinte metros e todos poss"em maHestosa telaCvítrea3 resplandecente e prateada 1"e l es 6orma a 6ronte s"nt"osa.indoCse mel or diapasão vi%ratGrio no metal. PERGUNTAI M"al "ma id-ia mais nítida dessa instr"menta+ão em s-rie2 RAMATISI Citaremos "m e7emploI o clarinetista das vossas or1"estras é o%rigado a "ma s-rie de es6or+os na grad"a+ão do sopro no se" instr"mento3 a 6im de o%ter as diversas notas e mod"la+.es entre a pressão e a 1"antidade de ar soprado na clarinetaB o Epl"ri6onoE3 entretanto3 poss"i a s-rie completa de todos os sons nat"rais da clarineta3 assim como os de 1"al1"er o"tro instr"mento3 atrav-s do sing"lar engen o de cada nota m"sical se reprod".3 incl"sive a s-rie de arpas desde o tipo delicadíssimo3 1"al cintilante teia de aran a3 1"e emite sons mediante o simples >%ito "mano3 at.decorada n"ma corB as sete cores 1"e 6ormam o teclado assemel amCse Fs cores do espectro solar3 em%ora pro6"ndamente 119 .ao som mais grave 1"e . *s gr"pos de t"%os sonoros 1"e representam as partes dos sons de Grgãos parecem papel de seda polido3 transparenteB os sons se prod".F arpaCgigante3 c"Hos sons lem%ram a maHestade dos sinos 6estivos das grandes catedrais.am são 6"ndidos e con6eccionados com s"%st@ncia vítrea3 magneti. aproveitada por magnetismo et-rico e se" mecanismo .então reprod".

translAcidas e mais p"ras. =ão > di6ic"ldade o" e7a"stão para o e7ec"tante3 n"m EcrescendoE o" vigoroso EallegroE3 por1"e as teclas não precisam ser comprimidasB elas se movem F simples apro7ima+ão dos dedos do artista3 atrav-s do se" prGprio magnetismo. /A%ito3 n"ma s"rpreendente metamor6ose de alta 12) . *s Epl"ri6onosECgigantes 6"ncionam em edi6ícios de constr"+ão especial3 compostos de "m Anico salão. A mente tem 1"e estar espirit"almente ligada ao Alto. na tela a cor correspondente3 a 1"al se encorpa o" dil"i3 se alarga o" esvoa+aB ascensiona e3 por ve. PERGUNTAI 0or 1"e o Epl"ri6onoE e7ige o con ecimento da cor2 RAMATIS I 0or1"e na imensa Etela radioativaE 1"e se encontra na parte s"perior do Epl"ri6onoE proHetamCse cores ermeticamente associadas aos sons prod". * instr"mento imponente3 merg"l ado n"m cen>rio de l". As rea+. H> 1"e compreender 1"e o Esom tem corE e a Ecor tem somE.a e na ipnose dos sons divinos 1"e3 como lenteHo"las cintilantes3 esvoa+am em torno3 espal ando odores de 6ragr@ncia celestial e transmitindo as emo+.es indescritíveis 1"e vão s"rgindo de n-voas crom>ticas3 o descerrando panoramas de %ele. /ão necess>rias certas 6ac"ldades 1"e sG "m clarividente as poss"i no gra" de poder aplic>Clas3 atendendo e sentindo o tra+ado das melodias 1"e vi%ram nos planos et-ricos.io.am3 6l"t"am e l es acariciam o espírito3 propiciando emo+.adasE e renAncia a%sol"ta a 1"al1"er pr"rido de vida material.erra e o C-"3 trans6"ndeCse na %ele. * mon"mental instr"mento3 de aspecto s"%lime3 6ica no centro desse imponente salão. * e7celso artista3 como elo vivo entre a .es ca"sadas pelo som e pela cor em vi%ra+ão "níssona. PERGUNTA: * e7ec"tante seg"e "m tema de6inido3 o" seHa3 mAsica escrita2 RAMATIS I /G conseg"em e7ec"+.a sonora das armonias celestiais.idosB e o mais s"til apalpar das teclas do instr"mento prod"."is3 esmeraldinos e de top>. A e7ec"+ão do Epl"ri6onoE3 al-m de pro6"ndo Esentido m"sicalE3 e7ige vontade disciplinada3 con ecimento e7ato das Ecores sonori.ados de n"an+as coloridas de tons lilases3 a.es no Epl"ri6onoE os g&nios da mAsica marcianaB pois > 1"e poss"ir o EdomE aprimorado em vidas anteriores.es indescritíveis ao vosso entendimento.endo 1"e a alma consiga o"vir e aperce%erCse de alg"mas resson@ncias armoniosas da s"%lime sin6onia cGsmica. 'le seg"e "m roteiro a%strato3 mas compreensível3 captando nos m"ndos imponder>veis a %ele.es psicolGgicas dos o"vintes demonstram 1"e eles participam e sentem tam%-m as emo+.es3 desen a ara%escos 6ascinantes3 de mati. * Epl"ri6onistaE não improvisa nem seg"e 1"al1"er pa"ta.a desl"m%rante3 mati.es e cores resplandecentesB e o e7ec"tante tangendo as teclas sem movimentos 6ren-ticos3 desdo%ra sonoridades 1"e parecem 6l"ir de "ma antec@mara celestial. 'ssa mAsica3 al-m de terap&"tica3 a s"a espirit"alidade se re6lete pro6"ndamente no psi1"ismo "mano3 6a. K "ma edi6ica+ão es6-rica3 toda vítrea3 inteiri+a3 de "ma sG pe+aB assemel aCse a imensa %ola de cristal 6osco3 ligeiramente ac atada na parte 1"e 6ica em contato com o soloB os assistentes entram por diversos pGrticos 1"e se a%rem em volta3 na s"a parte in6erior. A impressão3 F primeira vista3 é a de "m imenso ma7ilar com sete 6ileiras de dentes l"minosos.a e s"%limidade 1"e os o"vintes3 e7tasiados3 c egam a perder a sensa+ão 6ísica do se" cond"to a"ditivoB pois os sons desli. As paredes3 constr"ídas so% processos de 6ísica transcendental3 re6letem3 docemente3 todas as notas vi%radas pelo Epl"ri6onoE3 c"Has armonias são de tal p"re. *s o"vintes se acomodam em macias poltronas de material ne"tro3 1"e não reperc"te nem vi%ra com as ondas sonoras emitidas.es do &7tase espirit"al.

c aiVovsV\ vos mostraria "m amarelo patolGgico3 pre6erencial de "m 5an :og . . 'm ve. Assim como as cerimLnias rit"alistas impressionam pelas s"as pompas e7teriores3 a mAsica empolga a alma pela s"%limidade de s"as vi%ra+.es sonoras.es 1"e p"dessem trad".aB a mAsica mGr%ida de .er espirit"al integrante da prGpria vida de se"s a%itantes.es e inspira+. 'ntão3 o"vindo as amorosas composi+.ar o omemCanimalB e despertando nele o omemCespírito3 p. A mensagem s"%lime da E=ona /in6oniaE se apresentar> em cam%iantes de a.concep+ão espirit"al 1"e arre%ata a alma3 o artista Edesen a a mAsicaE em novas cores3 em novas 6rases e acordes melodiosos 1"e trad".eCl e a 121 .am%-m3 "m simples tele6onema F ECasa da MAsicaE e3 logo3 no prGprio lar3 podem captar e gravar a Altima composi+ão o" sin6onia e7ec"tada nos Epl"ri6onosE pelos artistas insignes. M"ando as vossas 6ac"ldades psí1"icas alcan+arem a gama vi%ratGria dos marcianos3 indescritíveis sensa+.es novas vos proporcionar> a a"di+ão da mAsica. *s EmantransE c"rativos3 na evoca+ão do Eego s"periorE3 1"e ainda "sais em certas instit"i+.ir o se" pensamento de amarg"ras trans6ormadas em amor. A E.es s"periores2 RAMATISI 'm -pocas passadas3 "saramCna m"itíssimo3 conH"gada F cor3 como terap&"tica m"sical3 a 6im de resta%elecer a armonia entre as energias da alma e a emotividade do sistema nervoso. A mAsica poss"i a virt"de de 6ormar verdadeiros Ecanais cGsmicos sonorosE3 das 6or+as c"rativas do espíritoB e os livros 6"ndamentais de todas as do"trinas espirit"alistas estão repletos de episGdios em 1"e a mAsica .em o sentido espirit"al da partit"ra em toda s"a plenit"deN PERGUNTA: * povo marciano aprecia concertos e a"di+."lCceleste re6ranHadas de 6iligranas do"radas.es verdeCseda.am o" e7pressem3 com vigor3 o sentimento o" a id-ia 1"e o se" a"tor l es trans6"ndi"2 RAMATIS! 'm E/onata ao 8"arE3 de Beet oven3 a nostalgia misteriosa do raio de l"ar se trad".es s"%limadas.es de /c "%ert3 esc"tareis não apenas a do+"ra sonora3 mas sentireis o s"ave per6"me dos lírios3 o c eiro 6ragrante das 6lores 1"e se de%r"+am so%re os rios e"rope"s3 por1"e o tímido compositor sG tecia s"as p>ginas com a mente envolta nas e7press. 'm Marte3 os sacerdotes dirigentes dos Etemplos espirit"alistasE sa%em ligarCse3 diretamente3 ao 1"e vGs c amaríeis os EArcanHos da MAsicaE3 o" a 6onte espirit"al da mAsica. vermel o3 a6og"eadoB a s"a E/e7ta 0astoralE daria os mati. A mAsica3 pelo mist-rio 1"e poss"i3 conseg"e ipnoti. ' _agner vos 6ar> retornar aos mil&nios passados mediante a visão psí1"ica de pressentirdes a 6orma+ão telArica do vosso m"ndoB aves gigantescas e vegeta+ão agreste3 tempestades e pavorB os de"ses movem as 6or+as criadoras3 1"e se atritam n"m espet>c"lo de grandiosidade aterradora.erceira /in6oniaE de Beet oven3 na s"a 6ei+ão en-rgica3 deve 6irmar o mati.es pA%licas2 RAMATIS! Certamente3 pois a mAsica3 em Marte3 .es inici>ticas e 1"e é tradicional entre os orientais3 constit"em e7celente terap&"tica m"sical con ecida desde a 8emAria3 tam%-m na Atl@ntida3 e e7ercida 6ortemente no 'gito. PERGUNTA: M"ais as cores 1"e proHetariam alg"mas das mAsicas do nosso planeta3 c"Has m"dan+as crom>ticas trad".iria na cor de s"ave prateado3 envolvendo s"avemente os contornos silenciosos da nat"re.parte integrante das emo+. das cores claras3 s"aves e límpidas3 do roseiral 6lorido o" dos Hasmins ine%riantes3 os tons esc"ros3 riscados de 6ogo e de rel@mpagos e de odores s"6ocantes da vegeta+ão %>r%araN PERGUNTAI M"al "m dos sentidos mais Ateis3 da mAsica3 em Marte3 al-m de emo+."m pra.

es terap&"ticas.ir e6eitos e7citantes3 vigorososB no entanto3 o cansa+o mental encontra "m %>lsamo s"avi. 'sse tratamento pela Em"sicoterapiaE prod".a dolorosa3 apresenta diversas prod"+.ante nos se"s E=ot"rnosEB os E'st"dosE convidam F medita+ão e as 5alsas o" Ma.art3 C opin o" .es de tratamento mental3 nervoso3 circ"latGrio o" gland"lar3 pedindoCl es "m Emedicamento m"sicalE correspondente F doen+a.ão e a emo+ão3 o instinto e a alma3 o indivíd"o e a massa3 o selvagem e o g&nioN PERGUNTAI /er> a mAsica3 tam%-m3 na . PERGUNTAI 0odemos admitir a possi%ilidade de o compositor marciano criar mAsicas apropriadas a in6l"ir em diversos estados opressivos o" doen+as da alma2 RAMATIS! 9negavelmenteI os cientistas m-dicos marcianos assim o 6i.art3 na s"a p"re.es3 em nosso m"ndo3 se tom>ssemos3 por e7emplo3 as composi+.o" e crio" mAsica de "ma ag"de.a espirit"al3 com s"a mAsica %ordando as n"vens claras dos m"ndos celestiais3 a6asta o egocentrismo "mano e o dil"i na 6orma alada de a6ei+ão "mana. H> 1"e disting"ir3 entretanto3 a sele+ão 1"e deve ser 6eita3 pois cada compositor varia m"itíssimo na s"a gama emotiva3 prod".endo o irmão citado certa 6"n+ão terap&"tica na mAsica marciana3 1"ais seriam essas condi+."rcas aligeiradas proporcionam "m a6astamento da triste.a+. K necess>rio 1"e os vossos psicGlogos3 compositores e cientistas se interessem pela propaga+ão da mAsica criadora de sentimentos 122 .c aiVovsV\ e7ige maior sele+ão terap&"tica3 pois o e6eito mGr%ido de "ma Epat-ticaE seria de agravo ao doente mental3 introspectivo e emotivamente pessimista3 por1"e essas sin6onias são "m %rado desesperado de dor psí1"ica introvertidaB Beet oven3 no se" "niversalismo e mensagem coletiva de li%erta+ão F 6orma e aos preconceitos3 . Mo.es entre siB nas s"as E0olonaisesE3 de 6ei+ão patriGtica3 tena.es criadoras de o%Hetivos s"periores.es de Beet oven3 Mo.es do psi1"ismo otimista e sereno. PERGUNTA: ."m grande EmedicamentoE para contrastar os Ea"toglori6icadosE3 os m"ito apegados ao Ee"E "mano. Favorecia3 incl"sive3 a recomposi+ão sadia das c-l"las e o tra%al o endocrínico3 devido Fs rea+. :rande parte das reali. A mAsica3 em se" mist-rio de espirit"alidade3 pode agir em am%os os campos Epsico6ísicosE3 atendendo a 6orma e o son o3 a ra.eram em -pocas remotas3 1"ando encomendavam aos compositores mAsica destinada a certas instit"i+.consci&ncia em sintonia com os 0oderes <ivinos. e decidida3 terape"ticamente deve prod".c aiVovsV\2 RAMATISI 'm%ora de menor pro6"ndidade psí1"ica3 pela a"s&ncia dos 6atores et-ricos 1"e mencionamos3 essas composi+. Atrav-s dos sons e7celsos3 ap"ro"Cse a sensi%ilidade do espírito e este se desvencil o"3 mais cedo3 da EgangaE da mAsica sens"al3 mGr%ida o" maliciosa3 1"e re%ai7a a alma.aB são "ma esp-cie de recomposi+ão mental condicionada a novo gosto pela vida.indo3 com"mente3 mAsica para v>rios estados psicolGgicos o" %iolGgicos.erra3 motivo de 6"t"ro mel oramento da consci&ncia coletiva2 RAMATIS! Assim dever> ser3 como H> tem acontecido no"tros or%es3 pois a mAsica age no 6ísico3 emocional3 espirit"al e mental. . C opin3 em%ora seHa psicologicamente "m prod"to do so6rimento contín"o3 1"e o ipersensi%ili.es no plano da int"i+ão3 em Marte3 se devem F in6l"&ncia 1"e a mAsica e7erce na alma.i" &7ito e7traordin>rio3 pois conseg"ia ativar certos estados patolGgicos3 let>rgicos3 o" acalmava os de e7trema e7cita+ão.es m"sicais tam%-m podem ca"sar modi6ica+. /elecionando melodias para os o"vintes3 os marcianos conseg"iram despertar emo+.

de se" am%ienteB mas não 1"anto ao civili. grave e amea+adora da tempestade3 1"e é o violoncelo. rece%endoCa por viaCespirit"alN H> os 1"e a deseHam em 6orma a%strata3 no devaneio aos m"ndos meta6ísicosB e o"tros 1"e se reH"%ilam pela 6orma descritiva3 anotando a p"lsa+ão sonora do regato na 6loresta atrav-s do 6io ag"do e s"ave da 6la"ta3 o" então3 as amea+as da nat"re.a 5isão 1"e a alma pode ter na consec"+ão 6inal do se" 9deal d a Angelit"de 'ternaN 12! .anto 1"anto o omem ascensiona para o Alto3 mais ele se apro7ima da mensagem da mAsica3 como alta mani6esta+ão da =at"re. ver maHestosas catedrais proHetando na a%G%ada celeste os sons dram>ticos e pro6"ndos de se"s Grgãos solenes e a"sterosN 'sse desiderato aveis de alcan+ar3 pois a mAsica "ne e con6raterni.a <ivinaN PERGUNTAI Alcan+aremos o desiderato da mAsica marciana2 RAMATISI 4> tendes3 tam%-m3 no vosso m"ndo3 alg"ns e7poentes de Marte3 aí reencarnados3 1"e vos darão os roteiros dessa mAsica li%ertadora3 racional e distante dos pieg"ismos sentimentalistas. 0ara os mais religiosos3 Bac nos 6a. A MAsica3 essa vo.a3 na vo. sonora de <e"s d ess&ncia predo minante em todo o Cosmos3 .e a alma e a6aste as insin"a+. <esenvolve as 6ac"ldades s"tis da alma e aH"sta o ritmo do corpo.a os omens3 6a.a. 5ariam3 tam%-m3 no vosso m"ndo3 os modos de o"virB > os 1"e pre6erem sG a %ele.es torpes. * deseHo de mais %reve angelit"de e7ige3 tam%-m3 maior 6amiliaridade F mAsica 1"e tra. 'm%ora se mani6este3 tam%-m3 alentando emo+. K ling"agem alta3 divina3 1"e não deve ser convertida em ritmos lascivos3 o" insin"antes F malícia3 aos crimes de lesaC%ele. de conH"nto de melodias estim"lantes de recal1"es li%idinosos. K admissível o ritmo inocente e %r"tal do selvagem3 pois est> em conson@ncia com a r"de. 'la é imp"lso de vida3 din@mica e criadoraB serve para o modelamento armLnico da alma e do corpo.a E6ísicaE do somB o"tros reagem pela emo+ão3 alg"ns pelo intelecto p"ro e o"tros como ouvintes ps 'uicos.ado3 1"e H> sa%e disting"ir a di6eren+a entre a melodia s"perior e a 6escenina. o %rado emotivo e a ansiedade de p>ssaros cativos3 como 6oram os vossos esclarecidos compositores da mAsica divinaN .a e inspira+ão so%revive ao tempo e an"la o espa+o.C se entendível em 1"al1"er @ng"lo do or%eB s"a %ele.es regionais e os anseios locais3 na 6ei+ão de mAsica pop"lar3 > 1"e ser cordial e limpida3 1"e sensi%ili.elevados3 em ve. 0o"co a po"co os se"s admiradores s"rgirão entendendo a sing"lar mensagem renovadora dos sons.

em 12$ .*0 Ca#to2 da#.a e teatro. com 1"e eles "tili. Assim3 em Marte3 acima do omem com"m 1"e3 apesar disso3 revela 1"alidades s"periores aos dos vossos e7cepcionais virt"oses do canto3 e7istem tam%-m telentos privilegiados 1"e constit"em o setor dos respons>veis pela %ele. PERGUNTA: *s marcianos t&m pelo canto a mesma alegria e satis6a+ão 1"e l e dispensamos na . sonora da prGpria vo.a espirit"al nas mensagens do c@ntico "mano.intrad".es vocais.com"m s"rgirem entre o povo3 cantores 1"e 6ariam empalidecer Car"so3 :igli3 /c ipa3 Martinelli o" as vossos consagradas sopramos como :alliC"rci3 Cl>"dia M". *s omens3 salvo raras e7ce+.somente o ritmo armonioso do se" sistema respiratGrio3 1"e correspondem com a%sol"ta sincronia Fs mod"la+. Al-m disso3 o se" sa"d>vel e per6eito conH"nto endocrínico3 aliado a "m sistema nervoso ipersensível3 1"e o%edece Fs mais delicadas emo+. As mesmas 6ac"ldades3 poss"ídas por todos3 li1"idaria o es6or+o de alg"ns vang"ardeiros 1"e tra+am os camin os do 6"t"ro.a dos cond"tos vocaisB e nos marcianos t&m "ma con6orma+ão anatLmica mais sensível e vi%r>tilB e3 ainda3 da 6"n+ão sincrLnica do sistema respiratGrio.erra organismos sensíveis 1"e possam servir de compara+ão F nat"re.es da vida "mana seria ani1"ilamento aos estím"los e ansiedades 1"e se so%rep.erra2 RAMATISI =ão pretendemos descrever com e7atidão a maviosidade dos c@nticos marcianos. PERGUNTAI M"er o irmão di.a sadia3 pois a limpide. PERGUNTA: 'm%ora as 6ac"ldades s"periores para o canto seHam com"ns3 não e7istem os 1"e as poss"em n"m padrão 1"e os consagra como artistas m"ito acima da generalidade2 RAMATIS! 'm 1"al1"er sit"a+ão da vida espirit"al3 seHa nos m"ndos planet>rios o" nas es6eras celestiaHs3 > sempre almas 1"e se disting"em nas coletividades.es org@nicas3 1"anto ao se" e1"ilí%rio de saAde per6eita3 ao ritmo irrepreensível no mecanismo da respira+ão e do cora+ãoI e F malea%ilidade dos se"s delicados Grgãos vocaisB pois3 gra+as a esses re1"isitos3 .em essas maravil osas 6ac"ldades para se desa6ogarem em 6ascinantes melodias.es do espírito3 6a. <i. marciana3 nem .io3 :ina Cigna3 etc. * nivelamento a%sol"to nas e7press. do cisne3 no se" c@ntico de ade"s F vida 6ísica3 t"do isto não passa de 6racas analogias. H> 1"e considerar tam%-m a resson@ncia 1"e os c@nticos prod".ível pela ling"agem com"m.apenas a nat"re.es3 são cantores inatos e as m"l eres são sopranos e contraltos de rec"rsos artísticos admir>veis.em F rotina com"m.er 1"e o omem com"m3 de Marte3 s"plante com 6acilidade os nossos mel ores cantores e cantoras2 RAMATIS! Con6irmamos 1"e3 entre a massa pop"lar3 e7istem m"itos desses insignes ro"7inGis "manos3 em virt"de do se" psi1"ismo s"perior e da s"a nat"re. depende3 essencialmente3 da p"re. .ermos 1"e o c@ntico marciano s"pera o encanto e a armonia do vosso ro"7inol o" 1"e evoca a misteriosa limpide. ' ainda não poss"is na . H> 1"e atender Fs s"as disposi+.a p"ríssima da vo.a admir>vel desses artistas de Marte.eríamos 1"e recorrer aos vossos dicion>rios re%"scando voc>%"los mais primorosos3 a 6im de de6inirmos o 1"e . =ão .

es g"t"rais do omem das cavernas. 8i%ertos de conven+. *s temas das 6estividades o" representa+. 'sses artistas signi6icam os acenos3 os convites permanentes Fs massas3 a 6im de 1"e se es6orcem no sentido de s"a ascensão espirit"al."sado3 apenas3 nas representa+.as ins"per>veis da alma3 no servi+o 6raterno de assist&ncia aos 1"e estão na retag"arda.am em Marte3 para temas de se"s c@nticos2 RAMATISI *s omens marcianos são criat"ras 1"e vivem al-m das lin as divisGrias 1"e separam a mat-ria e o espírito. As s"as mani6esta+.es da evol"+ão do espírito3 desde os EtantãsE e %at"1"es dos selvagens at.es dom-sticas da mAsica do am%iente3 .enteiro e a6eito ao c@ntico3 pois3 para ele3 a vida3 em si3 e t"do 1"e o rodeia -3 tam%-m3 "m c@ntico do <ivino Ar1"iteto. * canto e a mAsica são3 pois3 e7press.a de s"a origem divina. /e" cora+ão3 s"a alma re6letem a p"re.erra t"do tem sentido s"perior. * c@ntico signi6icaCl es o elo vi%r>til da criat"ra F armonia das es6eras.es emotivas vi%ram na op"l&ncia de id-ias e ansiedades 1"e "ltrapassam o limiar com"m desses dois m"ndos. 0s ve.es e 6estividades coletivas3 o" o cidadão marciano3 em geral3 é apreciador dessa e7pressão artística2 RAMATIS! 4> vos dissemos 1"e nos m"ndos mais adiantados do 1"e a .es celestiais. "mana tocada de espirit"alidade nas s"as 125 . 0or conseg"inte3 se em vosso m"ndo3 as almas se mani6estam e desa%a6am em can+. *s passaros e os prGprios animais 1"edamCse como 1"em esc"ta e a"sc"lta essas vi%ra+.es e e7Gticas com%ina+.es 6l"em nat"ralmente3 singelas o" emotivas3 alegres o" son adoC ras3 nas mais 6eli. PERGUNTAI M"ais os motivos principais 1"e os artistas "tili.ao c@ntico e F mAsica das mans.es. /e"s es6or+os3 como sentinelas avan+adas3 devotamCse Fs %ele. /e"s pensamentos voam3 sempre3 em dire+ão Fs 6ontes de %ele. nas artic"la+. M"ando os se"s tenores e os se"s contraltos se reAnem para o canto coletivoB cessa toda a admira+ão do omem pelos prodígios da s"a ci&ncia3 em 6ace desse o"tro prodígio mais s"%lime 1"e é a vo.es3 as 1"ais3 por cont>gio de emotividade3 percorrem os %airros3 trans6eremCse aos campos e ainda reperc"tem3 sonoras3 at.Fs regi.a eterna 1"e 6l"i do 'spírito <ivino. *s artistas3 portanto3 em 1"al1"er circ"nst@ncia3 a6ei+oamC se aos temas de ordem p"ramen te es pirit" al.iHos canoros dos marcianosB pois3 nesses momentos3 o ami%iente parece trans6ig"rarCse n"m sant">rio de osanas ao Criador3 como se os grandes g&nios int-rpretes da MAsica participem em espírito desses inos 1"e elevam a alma F s"a origem divina.es e preconceitos3 as s"as can+.es r"rais3 por motivo de a6inidade emocional..es dos rego.es irreprimíveis da alma3 1"e se mani6estam o" irrompem em todas as grada+. Assim3 o c@ntico s"%lime das altas es6eras teve s"a rai. <istanciados3 mentalmente3 dos propGsitos com"ns da e7ist&ncia 6ísica3 são veíc"los a%ertos o" ligados aos m"ndos s"periores. PERGUNTAI * c@ntico em Marte . *s marcianos não t&m comple7os de in6erioridade nem timide.nat"ral 1"e o cidadão marciano3 1"e vive pleno de alegria3 seHa pra. 0or-m3 essa s"perioridade3 nada mais é do 1"e "m dos degra"s da evol"+ão do espírito atrav-s da escala do tempo.es artísticas são sempre de ordem ed"cativa3 pois não l es interessa reviver os melodramas comp"ngentes3 nem mesmo as epop-Has estrepitosas o" os 6eitos transitGrios do omem dos m"ndos in6eriores.es3 "m simples c@ntico isolado3 l> n"m recanto3 é "ma esp-cie de prGlogo o" motivo para 1"e3 aos po"cos3 comecem a 6l"t"ar no ar o"tras can+.na atmos6era magn-tica e t&n"e do planeta3 especialmente 1"ando evocam mensagens de conteAdo espirit"al.

em as mais e7Gticas e inesperadas metamor6oses de cores re6"lgentes3 6ormando 1"adros de 126 . PERGUNTAI =ão ocorre com o espírito terrestre essa sa"dade a 1"e vos re6eris2 RAMATISI /im3 mas com"mente a con6"ndis com a lem%ran+a de l"gares pitorescos em 1"e H> vivestesB alg"mas ve.es de cores3 6"lg"ra+.al sa"dade espirit"al3 m"itos a sentem no vosso m"ndo3 mas %em po"cos a identi6icam como sinal de liga+ão F ?nidade <ivina.es e rec"rsos magn-ticos3 1"e se armoni.es ang-licas da in6@ncia3 emold"radas no canto vi%rante da H"vent"de e pelo c@ntico sonoro e paternal dos vel os3 os 1"ais não escondem s"a íntima alegria3 ante a perspectiva de s"a prG7ima li%erta+ão carnal.es sa"dosistas limitadas F in6@ncia e F mocidade.a+ão3 transcendem do solo3 n"m verticalismo espirit"al3 avendo momentos em 1"e os cora+.es3 a mist"rais com evoca+.es EF 6lor da peleE3 nos movimentos graciosos e desprovidos de malícia3 a emotividade sadia 1"e l es vai na alma torC naCse contagiante. PERGUNTA: M"al o sentido 6"ndamental de s"as can+.ados3 especiais para as dan+as coletivas. PERGUNTAI Como entenderemos algo de s"as dan+as em se" sentido est-tico2 RAMATIS! H> "ma intermin>vel s"cessão de com%ina+. . K "ma sincroni. PERGUNTAI =os se"s 6olg"edos e 6estas residenciais3 os marcianos tam%-m apreciam a dan+a com"m3 1"e tanto nos agrada na .rad".a crística do *Eu sou uma das almas3 "ma das consci&ncias imortais a 1"em o /en or do ?niverso o6erece o "s"6r"to eterno de tantas maravil asEN '3 então3 o povo marciano c"Ha evol"+ão H> l e 6ac"lta3 com as s"as aeronaves interplanet>rias3 viaHar aos o"tros or%es3 c"rvaCse F misericGrdia in6inita da Mente <ivina.es2 RAMATISI .es de alegria e %omC "morB e vos ca"saria espanto 1"e esses seres verdadeiramente EmentalistasE3 esp-cie de Ecrian+as geniaisE3 1"e disp.es de vos paralisar a alg"ns 1"ilLmetros de dist@ncia3 se desa6og"em em 6olg"edos e alegrias tão simples3 1"e lem%ram os estados ing&C n"os e emotivos da in6@ncia %emC6ormada.am com os traHes magneti. Revelando todas as inten+.a+ão provoca as mais inesperadas sit"a+. /ão coros de misteriosa tonalidade criadora3 c"Ha resson@ncia so%e aos edi6ícios translAcidos e coloridos3 a derramarCse3 tam%-m3 pelas colinas e planíceis adHacentes.a+ão ainda descon ecida em vosso m"ndo3 pois o espírito3 como 1"e vi%rando na ?nidade <ivina3 senteCse ligado aos m"ndos s"periores.erra2 RAMATIS! K "m dos se"s motivos de HA%ilo e tam%-m de atraente "morismo. * conteAdo E6olclGricoE3 a composi+ão local3 e a melodia pop"lar3 1"ando en"nciados em 6estividades de con6raterni. =esses c@nticos marcianos3 as melodias so%em F atmos6era do or%e3 como 6locos de armin os de magnetismo divino3 prod".em de 6ac"ldades capa.es se impregnam de doce melancolia e tern"ra3 como se atendessem F %at"ta de invisível maestro.es angelicais.em sempre "ma ansiedade de ascensão espirit"al.idas pelas vo.esB é o re6le7o desl"m%rante das realidades cGsmicas3 ligadas3 todas3 F grande. Assemel aCse3 ainda3 a imponente sin6onia pat-tica3 c"Hos acordes3 ora melodiosos e termos3 ora graves e pro6"ndos3 ass"mem a maHestade de "ma apoteose de gratidão eterna ao <ivino Criador. Assim como as vossas antigas E1"adril asE3 6estivas e e7c&ntricas nas marca+. presente nos se"s corac.es de l".e7press.es3 arrancariam risos aos presentes3 tam%-m os marcianos poss"em "m g&nero de dan+a3 em conH"nto3 c"Ha reali. K "m &7tase em 1"e a sa"dade espirit"al se 6a. .odos os movimentos 1"e os dan+arinos e7ec"tam prod".

arras e artísticas3 decalcadas em graciosa s"tile.os vossos dias3 ão desaparecido so% a viol&ncia impiedosa dos elementos da nat"re.a3 onde tomam parte seres alados de gra+a ang-lica3 re6leteCse no am%iente marciano3 principalmente na 6ascina+ão 1"e a dan+a e7erce nesses espíritos amorosos. * panorama celestial de misteriosa %ele.3 per6"me e som3 a "m divertimento sadio3 de sit"a+.e7cl"sivamente pelo g&nero dan+a Ede parE2 RAMATISI =ão deveis sistemati.a en6"recidaB pois3 a prGpria nat"re.es. PERGUNTA: A pre6er&ncia da sociedade marciana3 em dan+a3 . 'm%ora recon e+amos 1"e ainda 6areis ress"rgir a E1"adril aE3 so% nova ro"pagem emotiva e descritiva3 asseg"ramosCvos 1"e essa dan+a marciana est> m"ito acima de vossas concep+. AliamCse os rec"rsos t-cnicos da cor3 l". 'specialmente entre os Hovens3 pois3 em geral3 são emotivos e desavisados 1"anto ao perigo das pai7.es ca"sadas pelas melodias.a e a %ondade 6i.es 1"e3 desde a 8emAria at.indício de s"perioridade artística o" espirit"al nesse divertimento2 RAMATISI =em a 1"adril a3 nem a dan+a Ede parE podem revelar3 s"%stancialmente3 estados espirit"ais s"periores3 mas a dan+a . 8em%ramos a antiga E1"adril aE apenas para 1"e p"d-sseis 6irmar o pensamento em "ma dan+a algo semel ante F marciana3 pois não seria lGgico 1"e ainda estivessem "s"6r"indo divertimentos 6estivos3 1"e H> são o%soletos na prGpria .delicada 6iligrana emotiva em 1"e o magnetismo divino se mani6esta atrav-s do %ailado processado nos movimentos a6et"osos3 de %ele.a+.es policrLmicas 1"e trad". * pra. /G "m m"ndo de 6adas e g&nios %ons3 onde a %ele. 0ara o espírito malicioso do terrícola3 essa dan+a Ede parE signi6icaria "m passadismo c eio de ing&n"a emo+ãoB para os marcianos .es do mais sadio "morismo.es %i.eram moradia3 pode ser comparado a essas 6estividades. A dan+a Ede parE tam%-m praticada pelos mo+os marcianos3 mas .er da dan+a3 1"ase ipnGtico3 aliado F mAsica emotiva3 desperta disposi+.a%sorvente e ac"m"lador de 6l"idos da Emassa pensanteE em voli+ãoB e 1"ando a sat"ra+ão de 6l"idos de magnetismo tG7ico se eleva ao potencial de "ma carga desagregadora da coesão molec"lar3 a mat-ria3 1"al dinamite so% o atrito3 e7plode em conv"ls.em com a%sol"ta 6idelidade as emo+.erra.es lA%ricas do vosso m"ndo.ar3 mas s"%limar.mani6esta+ão prGpria de s"a aversão Fs torpe.a e tern"ra. =esses interc@m%ios 6estivos3 de alegria p"ra e entendimento 6raterno3 m"ito com"m os clarividentes anotarem 6ascinantes 6ac os de l".as do instinto in6erior.cativante %ele. 'sses estados emocionais3 elevados o" in6eriores3 dependem e7cl"sivamente da maior o" menor resist&ncia so%re a mat-ria. Fa.es m"lticores 1"e Horram dos Eple7"s cordiaisE3 dos Hovens3 6ormando "ma recíproca n"tri+ão de magnetismo s"%lime.es menos dignas. =as 6estividades intimas3 maravil osos instr"mentos denominados Ecromorradio6LnicosE3 in"ndam o am%iente de l".es in6eriores 1"e a dan+a provoca 12# .a e poesia.propícia a oport"nidades para os desc"idos instintivos.es instintivas a6ins F poesia3 F alegria3 F sens"alidade o" F malícia3 consoante o car>ter dos %ailarinos.a .es grosseiras 1"e alimentam o reinado das pai7.es do instinto animal3 em Marte3 no contato com"m da dan+a3 ante os pensamentos de castidade a"stera dos Hovens marcianos3 sentirCseCiam incapa. PERGUNTA: 'ssa pre6er&ncia dos marcianos pela dan+a ig"al Fs antigas 1"adril as3 .3 onde cada desc"ido3 ine7atidão o" em%ara+o provoca sit"a+.Cse "m verdadeiro contato espirit"al3 de renova+ão magn-tica3 m"i distante das s"gest.es geolGgicas demolidoras.a mental. 0rocessaCse3 tam%-m3 "ma se1T&ncia 1"e lem%ra "m Hogo espirit"oso de 7adre. *s terrícolas3 tão a6eitos F malícia e Fs sensa+. Ali>s3 a neglig&ncia espirit"al ante os imp"lsos licenciosos do se7o3 selaram os destinos 6atais e tr>gicos de 0omp-ia3 Herc"lano3 /odoma e o"tras civili.es de 1"ais1"er li%erdades o" e7pans.

es3 de mAsica e7tensa e 6estiva3 correspondia mais F H"%ilosa oport"nidade de congra+amento social3 ao desa6ogo das 6amílias3 do 1"e aos anseios sens"ais.simples representa+ão de imagens3 sem ne7o3 o" 1"adros imGveis sem sentido correlato2 RAMATIS! K de acordo com o estado espirit"al dos marcianos3 vi%rando em "níssono com as s"as ansiedades. 12( . * omem at"al da .es acima de s"a capacidade espirit"al. K "m campo mais amplo e elevado3 mais em sintonia com o estado evol"tivo do marciano. =o vosso m"ndo3 o teatro ainda gira em torno das trivialidades rasteiras dos interesses "tilitaristas3 na con1"ista de teso"ros 1"e a Etra+a rGi e a 6err"gem comeE.1"ando regida por mAsica sens"al.es2 RAMATIS! Considerai3 por e7emplo3 "ma pe+a teatral em 1"e o primeiro ato se re6ere F istGria de "ma alma 1"e vive n"m planeta in6erior3 semel ante F . 'm Marte o teatro a%range ass"ntos re6erentes aos valores 6i7os da alma em %"sca da vent"ra eterna.condicionada a ed"ca+ão espirit"alista so% moldes crísticos3 descortinando os panoramas celestiais e aH"stando a engrenagem psicolGgica do povo.am o drama das migra+.con ecer a pro6"ndidade e os diversos @ng"los espirit"ais de tais perspectivas.em na a+ão %"riladora de s"%lima+ão da alma em 1"estão.es no m"ndo provisGrio da mat-ria3 os teatrGlogos marcianos re6eremCse ao interc@m%io espirit"al entre os m"ndos.es artísticas3 como o teatro3 por e7emplo2 RAMATIS! 'm Marte e7iste a arte teatral3 mas a s"a 6"n+ão . A 1"adril a dos vossos antigos sal. PERGUNTAI 0oder> citar "ma e7empli6ica+ão o%Hetiva3 1"anto F nat"re.erra provavelmente > de classi6icar a E1"adril aE como divertimento ing&n"o e envel ecido3 mas es1"ece 1"e3 na con6ormidade da psicologia "mana3 essa dan+a revelava "m estado de rever&ncia e de respeito social3 sem incentivos 6escerinos m"ito com"ns at"almente na mocidade terrícola.erra3 envidando ercAleos es6or+os para se li%ertar das conting&ncias desse m"ndoB o seg"ndo ato demonstra o ingresso e as s"rpresas 1"e ela encontra ao reencarnar n"m or%e s"perior3 seHa MarteB no terceiro ato3 no epílogo3 o pA%lico assiste Fs cenas dos o%st>c"los psicolGgicos 1"e se l e interp.a+. PERGUNTAI Mas não > "m desenvolvimento encadeado em acontecimentos o" istGrias 1"e evidenciem conceitos morais o" 6ilosG6icos2 'sse teatro .EpGsCreencarnatGriosE3 onde 6ocali. Mesmo 1"e o 6inal seHa algo cinematogr>6ico3 como sGi acontecer no vosso m"ndo3 onde a -tica pA%lica e7ige acertos apressados entre os int-rpretes dos melodramas terr>1"eos3 o 1"e importa aos marcianos . K teatro algo dram>tico3 por-m3 real+ando o Edrama cGsmicoE3 o es6orco sideral do espírito em %"sca de s"a 6elicidade eterna atrav-s das romagens pelos m"ndos materiais.es de espíritos entre os or%es a%itados3 os 6racassos de almas premat"ramente admitidas em civili.a dessas representa+. 'n1"anto os mais geniais es6or+os do teatro terreno o%Hetivam a mel oria das rela+. * teatro dram>tico do vosso m"ndo corresponde3 em Marte3 F representa+ão de motivos Epr-E . PERGUNTAI *s marcianos apreciam as representa+.

Finalmente3 o teatro de revistas tam%-m .a 6ísica da m"l er aos desvãos dos e7citamentos lA%ricos. Recon ecemos como mensagem Atil as vossas Gperas por constit"írem "ma esp-cie de trampolim entre as vo.es com"ns do povo3 mani6estando a gra+a p"ra e a alegria elevada.erra .es sociais3 morais3 intelect"ais e artísticas do planeta3 em correspond&ncia com o progresso espirit"al."m mon"mento m"sical tecido 1"ase sempre em torno de "ma istorieta 6"nesta3 não encontraria am%iente 6avor>vel em Marte3 em virt"de de esse planeta estar isento de acontecimentos lAg"%res o" calamitosos.es sin6Lnicas3 ed"cando os o"vintes a recon ecerem a ling"agem s"%lime dos sons. 'ntre os artistas . Mas n"m or%e li%erto de Gdios3 indi6erente aos preconceitos raciais e Fs tradi+.c"lt"ado em Marte3 F semel an+a de 1"ando os gregos3 em vosso m"ndo3 se cingiam F disciplina sal"tar de Emente sã em corpo sãoE. * es6or+o dos a"tores3 compositores e artistas participantes da o%ra m"sical3 consiste em e7citar e desenvolver a capacidade de raciocínio para as se1T&ncias 6"t"ras.erra3 devido a ser isenta de malícia o" indelicade.es "manas e as composi+. PERGUNTAI M"al o ass"nto de "ma representa+ão semel ante F nossa Gpera2 RAMATISI ' sempre "m tema de car>ter premonitGrio3 isto -3 antevisão de acontecimentos reais do 6"t"ro3 1"anto Fs modi6ica+.ais Gperas t&m por o%Hetivo3 al-m de conH"gar a vo. "mana F melodia dos instr"mentos3 despertar nos espectadores novas disposi+. A"7iliam as coletividades a se desa6ogarem na alegria coletiva3 mas sem recorrerem Fs inconveni&ncias dos ass"ntos lascivos3 em 1"e os a"tores terrenos são prGdigos3 re%ai7ando a s"%limidade3 a est-tica da %ele. Conse1Tentemente3 em Marte e7iste a representa+ão e1"ivalente F Gpera3 mas são s"%limes espet>c"los sonoros3 em 1"e a vo.es3 constit"em contra os princípios s"periores da vida.es divinas. K diversão leve3 s"til3 estr"t"rada so% o gosto acent"ado pelas 6iligranas de "ma gra+a incompreensível na .PERGUNTA: ' não e7i%em espet>c"los3 tam%-m3 no g&nero do nosso teatro de revistas3 Gperas o" operetas2 RAMATIS! A Gpera tr>gica3 1"e em vosso m"ndo .a mensageira terna das inspira+.3 o som3 o per6"me e a cor encontram o se" apoge" sem 1"ais1"er cenas de teor deprimente3 pois o corpo "mano .es aristocr>ticasB avesso aos 6eitos erGicos dos g"erreirosB isento das pai7.es sociais3 a Gpera3 com o se" corteHo sinistro de sons e melodias tristes e 6Ane%res3 se tornaria ass"nto ridíc"lo.es emotivas e mentais3 a 6im de 1"e apressem o" ativem o meta%olismo ascensional do espírito.sat"rada e pol"ída pela malícia e pelas li%erdades da n"de. "mana3 aliada F maHestade da mAsica3 conseg"e e7primir a glGria do espírito e não as deprim&ncias mGr%idas dos instintos. . A prGpria opereta3 1"e na . M"anto F opereta marciana3 . K3 6inalmente3 "m teatro s-rio3 1"e al-m de divertir3 ed"ca a alma3 condicionandoC a Fs realidades espirit"ais do 6"t"ro3 atrav-s da eternidade.es e1"ívocas da m"l er. Mesmo os espet>c"los mais livres3 algo do vosso teatro ligeiro3 6"ndamentamCse nas mensagens de cores3 l".a3 ritmo e coreogra6ia3 onde a l". 6eminina3 dei7a de interessar ao povo marciano3 pelo desrespeito 1"e esses espet>c"los3 m"itas ve.es m"sicais das comarcas. =ing"-m conseg"iria evidenciar espírito artístico3 tomando por %ase certas sit"a+.es de respeitoso teor3 são as 6ontes criadoras das can+.a 129 . A 6ig"ra 6eminina3 em Marte3 .considerada o sagrado templo da vida 6ísica.o6"scante de %ele. Ricas de melodias H"%ilosas e saltitantes composi+. 'm virt"de da avan+ada 6ac"ldade de int"i+ão 1"e poss"em3 são po"cos os se"s e1"ívocos 1"ando c egam F realidade.es pop"lares.espet>c"lo 1"e sG e7i%e cenas delicadíssimas3 %aseadas nas contradi+.es 1"e geram omicídiosB distante dos antagonismos conH"gais e dos desacertos nas rela+.es e melodias3 1"e revelam as ansiedades3 o progresso artístico3 e as composi+.

a mental terr>1"ea3 1"e cria sit"a+. PERGUNTA I ' 1"ais os motivos da vida marciana 1"e podem servir de "morismo em s"as operetas2 RAMATIS! '7iste entre os terrícolas e a gra+a marciana a mesma di6eren+a mental 1"e > entre a vossa civili. * "morismo marciano .es teatrais3 mas veri6icamos 1"e a veia "morística do terrícola ainda pede esse condimente pitoresco.por e7emplo3 o "morismo latino 1"e raramente é compreendido pelo asi>tico3 o" o ocidental 1"e estran a o pitoresco do oriental. 'm Marte3 na s"a vida cotidiana e pA%lica3 e7istem mAltiplas sit"a+.ia na empresa mAt"a de 1"e%rar ossos e 6a.3 conH"gada aos sing"lares rec"rsos da telepatia. * se" am%iente sadio3 condicionado aos valores gen"ínos da alma3 na proc"ra incessante de Emais l". Mas3 em síntese3 o teatro marciano distanciaCse da po%re. e mais verdadeE3 s"%H"ga e e7ting"e os imp"lsos menos dignos3 em 1"al1"er es6era de atividade marciana3 provando 1"e a verdadeira vida da alma é repleta de HA%ilo e encanto3 pois <e"s não é a1"ele 4eov> doentio e ne"rast&nico dos tempos %í%licos3 vigiando sadicamente as s"as criat"ras3 e Ematando o tempoE no Hogo cr"el de lotar o in6erno de "m lado3 e recompensar se"s adoradores privilegiados com "m c-" de ociosidade eternaN 1!) . 'm Marte não e7iste "m pA%lico desregrado 1"e3 F semel an+a dos terrícolas3 seHa capa.es pitorescas e inesperadas do espírito "mano3 mas distante dos aviltamentos morais do espírito.er caretas.as parado7ais 1"e p"l"lam em vossa literat"ra3 teatro3 vida social o" política3 1"e vos 6a.es e e1"ívocos "manos3 por parte de t"ristas de o"tras comarcas e espíritos desaH"stados emigrados do"tros or%es3 1"e vos 6ariam rir desregradamente3 se p"d-sseis assimilar a psicologia "morística da1"ela "manidade. de alimentar a indig&ncia moral e intelect"al de teatrGlogos 6esceninos. =ão l e parece2 RAMATIS! A gra+a 1"e e7ige licenciosidade para despertar interesse revela sempre mediocridade dos se"s a"tores.erE.PERGUNTAI Como pode a opereta darCl es "m sentido "morístico e gr>cial3 sem decair para representa+ão in6antil2 =ão somos pela malícia nas representa+. * Hogo de palavras3 o trocadil o3 os epigramas e as s"tile. K di6ícil vos transmitir a no+ão e7ata do "morismo entre os marcianos por1"e nos 6altam analogias para 6i7ar a delicade. FaltaCvos3 no entanto3 a compreensão psicolGgica do am%iente marciano. Concl"indo3 diremosI a prodigalidade de rec"rsos 1"e o espírito do marciano sa%e movimentar para s"a alegria e aper6ei+oamento não ca%e na e7igTidade deste tra%al o mediAnico3 por 6"gir F necessidade essencial da revela+ão permitida.em rir Fs gargal adas3 não seriam compreendidos pelo selvagem3 c"Ho "morismo se 6a.erra3 de senso s"%Hetivo semel ante entre as ra+as 1"e a povoam3 tam%-m se torna sem sa%or "ma gra+a especí6ica de o"tro povo3 como3 .ada pela vo.a s"til 1"e se evola de s"a ling"agem sint-tica3 aliada ao Hogo >%il de Epensar e di.es licenciosas a 6im de o%ter "morismo mediante o aviltamento dos atri%"tos sagrados da procria+ão. =a . A comicidade limpa dos rec"rsos desp"dorados impede o espírito de re%ai7arCse ao nível dos instintos in6eriores 1"e tanto retardam o progresso ascensional para as es6eras paradisíacas.a+ão e os %"gres 1"e povoaram as 6lorestas onde erigis at"almente as vossas cidades.decalcado em sit"a+. 0or conseg"inte3 tereis 1"e vos con6ormar 1"anto F dist@ncia psicolGgica em 1"e ainda vos encontrais para compreender a comicidade marciana e7teriori.

Agem mais intimamente na s"a s"%st@ncia3 do 1"e no colorido das imagens.*6 Pi#t. PERGUNTAI ' como poderíamos entender o aspecto dessa l"minosidade na cor3 1"e não .a real2 RAMA. et-rica.a 6ascinante. 'm Marte3 o artista . 1"e prov-m do eterismo imanente na cor.6os6orescente3 nem depende de rec"rsos 1"ímicos2 RAMATISI 9maginai 1"e os pintores marcianos3 em ve.prod"to dos c amados Esaltos eletrLnicosE3 nas Gr%itas interatLmicas.dotado de visão psí1"ica incom"mB penetra no m"ndo EetereoastralE e conseg"e captar n"an+as 6ascinantes 1"e parecem re6letir a magia de invisível proHe+ão de l". PERGUNTAI M"al . 0'R:?=. de "sarem telas opacas3 espal em s"as tintas so%re l@minas de cristal l"minoso3 1"e poss"i l".a real da cor.ra. =o entanto3 a ci&ncia terrestre sa%e 1"e a cor . *s pintores marcianos3 al-m de artistas3 são cientí6icos altamente mentaisB e conseg"em controlar o campo et-rico3 invisível3 onde se processam os Esaltos dos el-ctronsE 6ormadores da cor..o sentido da pint"ra3 em Marte2 RAMATIS! K na con6ormidade do gra" evol"tivo do se" povoB os pintores at"am mais prG7imos da p"re. PERGUNTAI .. PERGUNTAI M"ais os rec"rsos 1"e permitem aos marcianos a percep+ão l"minosa da cor2 RAMATISI A atmos6era de Marte3 mais t&n"e e repleta de magnetismo sadio3 possi%ilita maior irradia+ão de l".o e6eito dessa pint"ra aos 1"e a admiram2 RAMATIS! K pint"ra 1"e proHeta re6"lg&ncias do E-terCcGsmicoE3 as 1"ais3 entrando em rela+ão com a prGpria a"ra dos espectadores3 esta%elecem correntes magn-ticas de 1!1 . ^ medida 1"e o pintor vai espal ando as s"as tintas so%re esse cristal de l". prGpria3 estas tam%-m se tornam l"minosas e cristalinas3 n"m gra" de p"re.AI Como entender essa pint"ra de p"re.a proporcionada pela 6i7a+ão do colorido animado de certa 6l"ide.rataCse de pint"ra 6os6orescente2 RAMATISI A pint"ra 6os6orescente prov-m da mist"ra de "m elemento estran o F cor3 criandoCl e l"minosidade arti6icial. nat"ral. K "m p>lido e7emplo para 1"e possais avaliar a l". PERGUNTA: M"al . Con ecida a lei 1"e os governa3 dis pensam rec"rsos 1"ímicos para a o%ten+ão da l"minosidade nat"ral na cor.9/I K a %ele. PERGUNTA! Como compreender3 cienti6icamente3 essa possi%ilidade do artista marciano na pint"ra2 RAMATISI =ão conseg"iríamos darCvos o processo3 1"e e7ige "m con ecimento e e7peri&ncia Es"percientí6icaE para o vosso at"al estado evol"tivo.

PERGUNTAI 'ntão os artistas marcianos não pintam apenas em 6"n+ão da arte tradicional da pint"ra2 /eg"em3 ainda3 o"tros o%Hetivos al-m da simples mani6esta+ão emotiva do Belo2 RAMATIS! * pintor marciano3 acima de t"do3 .erra sa%em 1"e todos os seres "manos são revestidos de a"ras3 c"Ha intensidade e cores3 claras o" esc"ras3 dependem 6"ndamentalmente do se" gra" espirit"al. ?ma tela marciana3 etericamente l"minosa3 n"m mati.es emotivas do apreciadorB especialmente3 1"ando > sintonia per6eita e intensa entre a a"ra do mesmo e o mati.es 1"e correspondem aos v>rios temperamentos espirit"ais e7istentes.a%or3 'le torno" visível a 8". =o entanto3 a presen+a da alma no%re3 a6eita ao %em3 vos con1"ista simpatia e agrado.em a realidade e7ata.es e estím"los elevados na alma dos se"s apreciadores.ado com os EelectronismosE do se" or%e. . ' as cores criam emo+. 'm rela+ão F pint"ra marciana3 o 6enLmeno .a %ase em 1"e os artistas3 em Marte3 6irmam os la%ores pictGricos3 ed"cando a mente do povo3 tam%-m mediante a in6l"&ncia psí1"ica das cores. PERGUNTA: Como se esta%elecem as correntes magn-ticas das pint"ras l"minosas3 de Marte3 com as a"ras das criat"ras2 RAMATISI =a . PERGUNTAI Como . *s esoteristas terrenos c"ltivam3 com perseveran+a3 as id-ias de Eamor3 verdade e armoniaE3 certos de 1"e esses pensamentos en-rgicos predisp.as nat"rais. colorido 1"e ele v&.o mesmo3 pois o 1"adro mani6esta a alma do se" a"tor. "m padrão vi%ratGrio3 1"e 6orma a cor %ase3 recon ecida 6acilmente pelos clarividentes. A cor 6"ndamental da a"ra "mana3 vi%rando so% a in6l"&ncia et-rica do colorido predominante na pint"ra3 desperta as disposi+. =at"ralmente não deveis considerar ao Ep. * omem devotado e7cl"sivamente ao Gdio e F vingan+a3 poss"i "ma a"ra negra3 1"e o circ"nda como "m manto de trevasB en1"anto almas do 1"ilate de "m 4es"s apresentam "ma a"ra %ranca3 lirial e imac"lada.odo o sentimento 1"e predomina e caldeia o psi1"ismo "mano prod". 'm s"a arte não > apenas disciplina emotivaB >3 essencialmente3 ci&ncia ed"cativa de o%Hetivos did>ticos. K "ma n"vem l"minosa3 ovGide3 1"e envolve e interpenetra o omem.essa cor 6"ndamental da a"ra "mana2 RAMATISI *s clarividentes da . M"ando 4es"s se trans6ig"ro" no monte . 'ssa . 1!2 .em a alma aos interc@m%ios das vi%ra+."m cientista 6amiliari.a6inidade entre as cores irradiantes e o psi1"ismo "mano. imens"r>vel e desl"m%rante de /"a a"ra.es acidentais mas 1"e não 6ormam o temperamento invari>vel o" característico do indivíd"o.idos pelas emo+.erra podeis recon ecer 1"ando "m omem de a"ra pesada3 constritiva e s"Ha se apro7ima de vGs3 pois sentis certa sensa+ão rep"lsiva.es 1"e podem aparecer e desaparecer3 acidentalmente3 prod".da letraE os nossos e7emplos3 pois não trad"."m %>lsamo na ora som%ria do omem a6lito3 "ma pint"ra 1"e irradia a mesma emotividade ca"sar> tam%-m "m e6eito sedativo no o%servador marciano. Assim como a a"ra de "m omem religiosamente crístico . 'ntre esses dois e7tremos > "ma in6inidade de mati.a cor principal da a"ra3 pois e7istem o"tros mati. 'sta%eleceCse3 então3 "ma corrente de a6inidade vi%ratGria entre a emotividade do espectaC dor e a tela pintada.es s"periores. 'ssa . amarelo 6"ndamental3 tende a impressionar o intelecto desenvolvido3 por1"e a a"ra deste -3 H"stamente3 da1"ela corB o rosaClímpido provoca a emotividade do omem essencialmente amorosoB o verdeCseda vi%r>r> com o artista3 devoto 6iel das %ele.

<epois3 a nova constr"+ão s"rgir> em s"a %ele.>Clas ante 1!! . *s verdadeiros artistas sentem essa verdadeB as s"as pes1"isas e7igem angAstia espirit"al.es ind-%itas.es da pint"ra escovada e 6ormal do passado. Mas . 'les sentem 1"e a El". PERGUNTA! 0ara o nosso entendimento v"lgar3 1"al .artista3 como espírito provindo de es6eras mais delicadas3 sente 1"e a p"re. PERGUNTAI K algo parecido o" da escola 1"e3 na . no local onde se processa a demoli+ão de pr-dios vel os3 a 6im de ser constr"ído "m edi6ício com todos os re1"isitos das constr"+.EespíritoE e não deve limitarCse Fs con6ig"ra+.es teratolGgicas criadas por alg"ns pintores2 RAMATIS! K a 6ase em 1"e a e7centricidade toma v"lto3 tornandoCse di6ícil disting"ir os artistas e os c arlatães o" os simples c"riosos.PERGUNTAI ' 1"ais são os motivos mais pre6eridos nas pint"ras2 RAMATIS! .a mensagem real 1"e se esconde nessa proc"ra2 M"e %"sca o pintor moderno3 c"Has o%ras3 Fs ve.ornaCse di6ícil retrat>Clos com precisão por não dispormos de voc>%"los especí6icos 1"e de6inam3 com clare.es pessoais de 6Grm"las empíricas3 pois a tare6a ainda .emCse a demolir os te7tos e os medal . e a corE estão intimamente associadasB e a s"a l"ta mental .es de arte constr"tiva3 certas prod"+.es e7ternas.es eterog&neas. K certo 1"e ainda não conseg"iram alcan+ar a mensagem e7ata do artista marcianoB nessa a6litiva proc"ra3 p. =ão > escola critica de6inida o" conceito 1"e possam 6i7ar3 a contento e decisivamente 3 essa 6ase con6"sionista B são in"teis as ver%orragias encomi>sticas da imprensa o" as concep+.conseg"ir e7teriori.demolir o Evel o para a novaE vitGria da cor. *s vossos pintores at"ais3 entediados dos 6ormalismos 6otogr>6icos3 resolveram integrarCse nos eventos din@micos e cientí6icos da -poca. A EcorE poss"i ess&ncia vi%ratGria3 cienti6ica e matem>tica3 1"e opera no psi1"ismo "mano sem 1"ais1"er rec"rsos arti6iciais o" 6Grm"las sim%Glicas. PERGUNTA: A pint"ra moderna 1"e re6erimos3 e ainda inaceit>vel o" incompreensível F maioria3 ser> prenAncio de evol"+ão 6"t"ra2 0oderemos aceitar como e7press.a intrínseca da cor .a nova e compreensível.es modernas. K a con6"são id&ntica F 1"e se prod".a+ão pictGrica 1"e atenda os imperativos do s-c"lo3 não c egarão a vos dar o roteiro 1"e permita avaliar o" de6inir a arte dos pintores marcianos. /e o artista ainda não alcan+a a 6"n+ão psí1"ica do colorido3 .premat"ro tentar e6eitos psicolGgicos na composi+ão pictGrica.erra3 classi6icam de Epint"ra modernaE2 RAMATIS! 'ssa pint"ra3 por en1"anto3 não e7prime a verdadeira mensagem da cor con ecida pelos marcianos3 pois ainda não p"destes sair do período da Econ6"sãoE3 1"e precede sempre a demoli+ão das 6Grm"las arcaicas e o%soletas. As concep+. *s maiores es6or+os 1"e 6i.a íntima e at.es 1"e s"rgirem so% "m Esno%ismoE artístico podem provocar estados de admira+ão3 convencional o" arti6icial3 mas 1"e não 6alam F alma devido ao con6lito das s"as e7press. /omente 1"ando completardes essas d"as 6ases [ con6"são e demoli+ão3 [ podereis iniciar a re6orma constr"tiva.a3 os ass"ntos imponder>veis 1"e integram a s"a pint"ra.rica3 na 1"al se esconde a gen"ína arte da pint"ra.es3 decepcionam3 tanto aos espectadores3 como a m"itos dos 1"e e7ercem a mesma arte2 RAMATIS! B"scam o ermetismo da corB a s"a verdadeira nat"re.es e interven+.o camin o certoB derr"%ar3 desatravancar e s"%stit"ir tam%-m o mo%ili>rio Eantiest-ticoE. ' o pintor terrestre 1"e .erdes para "ma reali. *s oper>rios não sa%em por onde devem come+ar o tra%al o gerandoCse a con6"são de movimentos3 s"gest.

'm correspond&ncia com as leis cientí6icas3 1"e regem a vi%ra+ão da cor3 tam%-m em correla+ão com o psi1"ismo "mano3 essa pint"ra dever> ser estr"t"rada3 6"ndamentalmente3 n"m rosaClímpido3 virgem3 em%ora desde o mati.es3 1"e amad"recem3 dia a dia3 em%ora seHam decididamente demolidoras. PERGUNTA: 'm%ora ainda esteHamos na EdescidaE3 ser> 1"e H> se encontram entre nGs alg"ns verdadeiros mensageiros da pint"ra dominante no terceiro mil&nio2 RAMATIS! 9nAmeros espíritos 1"e no passado sempre estiveram F testa das renova+. <iante de s"as composi+.o mole1"e 1"e Einvadi" a o%raE.odos os demais coloridos da pint"ra devem se s"%ordinar sempre ao tom %>sico3 1!$ .endoCvos3 em%ora com imensa di6ic"ldade3 a mensagem gloriosa da pint"ra marcianaN ' na cinematogra6ia do vosso m"ndo3 mist"rando cores e revelando m"ndos de 6ada3 eles tam%-m estão convosco3 no tra%al o santo e divino da Bele.ados pelo espectador %ovino3 H> estão convosco3 tra+ando r"mos de6initivos3 ensaiando movimentos e e7pondo diretri. .de tal ímpeto 1"e3 no H"ntar das pedras3 ning"-m disting"e 1"em .entaremos esse esclarecimento. de "m g&nio em 6orma+ão. /omente na ora da reconstr"+ão 1"e a sa%edoria "mana disting"e o" identi6ica a asa do g&nio e a mão pesada do c arlatão. A tentativa e7Gtica e a"daciosa3 do medíocre EtrocaCtintasE3 pode con6"ndir o es6or+o pertina.o engen eiro e 1"em . 0odeis perce%&Clos na disciplina e ent"siasmo e"6Grico com 1"e pes1"isam e se aplicam Fs s"as composi+. A EdescidaE vi%ratGria de toda a mensagem espirit"al3 atse revelar ao m"ndo 6ísico3 est> s"Heita ao caos de t"do 1"e 1"er erg"erCse sem %ases sGlidas de con ecimento. 'm tal 6ase3 os verdadeiros artistas o" virt"oses são 6acilmente o%sc"recidos pelos improvisadores e7c&ntricos3 1"e podem lograr 6ama e &7ito3 não pelo talento3 mas pela a"d>cia3 avent"ra e oport"nismoI e o pA%lico3 6altandoCl e capacidade de a6eri+ão ante os novos eventos3 vacila entre o artista e o intr"Hão.ridic"lari.es avan+adas3 e 6oram at.a+ão per6eita do Eamor p"roE3 pois 1"ando a pinto"3 em transe3 estava repleto de amor pela "manidade. PERGUNTA: =ão se pode recon ecer3 nesta con6"são3 os verdadeiros artistas 1"e3 de alg"m modo3 H> se apro7imam da mensagem 6"t"ra2 RAMATIS! Certamente3 mas o omem com"m di6icilmente os recon ecer>. rosado3 p>lido3 at. 9maginai "ma tela pintada por genial artista terrestre e 1"e ele considera a sim%oli.F 6ronteira do carmesim3 pois este revela a 6or+a do a6eto.es claros3 esvoa+antes3 revelam a"ras al-m dos ol os 6ísicos e misteriosa re6le7ão se 6a. * 1"e s"cede em política3 religião o" no campo cientí6ico ocorre nos setores da mAsica3 da pint"ra o" da poesia.es 6"ndamentais. <esaparecem as 6ormas 1"e são s"stent>c"los da cor3 para se evidenciar3 na impondera%ilidade da alma3 a1"ela re6"lg&ncia estran a 1"e di. =esse des%astar e r"ir de 6ormas vel as3 o arrasamento .es3 1"e s"%H"gam pelo psi1"ismo 1"e 6l"i de s"a l"minosidadeB os mati. *s es6or+os 6atigantes dos at"ais c"ltores da pint"ra moderna3 mesmo 1"e se credenciem com o diploma de "m novo Eta%" acad&micoE3 isso não prova 1"e H> esteHam de posse dos segredos pictGricos do terceiro mil&nio. no vosso espírito.emos o EeterismoE da corN M"itos desses pintores são os vossos irmãos 6raternos3 descidos de Marte3 tra.a 1"e se emana dos AnHos da CorN PERGUNTA! M"al seria "m e7emplo mais vivo3 para "m ligeiro entendimento da in6l"&ncia da pint"ra marciana2 RAMATIS! .a visão "mana.es e7c&ntricas3 vi%ra a ling"agem a"stera de novas e7press.

para o idealista3 1"e ."do evol"i3 mel ora3 cresce e ascensionaB t"do .principal3 6i7o e implac>vel da cor rosa p"ro.ar as emo+.es dos se"s apreciadores3 torn>Clos "m prolongamento vivo3 6a.aCse nesse omem3 alvoro+andoCl e a intimidade do amor 6raterno por todas as criat"ras. de sintoni.endoCos vi%rar na mesma emotividade amorosa 1"e identi6ica a cor. 'm%ora religioso ardente3 respeita os o"tros credos3 sem aceit>Clos. A cor rosa tornaCo e"6Grico3 mentali.erra3 tam%-m disting"is os pintores 1"e parecem simples contadores de istGrias3 narrativos o" descritivos3 e 1"e repetem sempre a mesma realidade3 em%ora so% aspectos di6erentes3 tam%-m con eceis inAmeros o"tros3 1"e e7ercitam a imagina+ão3 ideali.erra3 predominam em Marte3 p"lsando em sintonia com as cores em vi%ra+ão imodi6ic>vel no E-terCcGsmicoE.então "m omem "niversalista3 de consci&ncia e7pansiva3 li%erto das 6ormas do m"ndo e repleto de ansiedade crística."l 1"e e7prime o sentimento religioso3 o%edecem F mesma conting&ncia vi%ratGria. Conse1Tentemente3 a in6l"&ncia da cor3 na pint"ra marciana3 .a planos de servi+o ao prG7imo e de assist&ncia aos necessitadosB lem%raCse das promessas 1"e emiti" a 6avor de alg"nsB identi6icaCse por "m Eamor coletivoEB . Mas não ."m omem r"de3 irrit>vel3 instintivo e egoc&ntricoB diante do rosa et-rico3 sente "ma disposi+ão emotiva de a6etividade para com os se"s 6il os3 animais dom-sticos e para as coisas 1"e admira e poss"i. considerada como EimpressionismoE3 em 1"e os 1!5 ."m ser a6etivo3 simp>tico Fs rela+.capa. Assim como na .am o se" per6"me.es sociais e amistosasB ama s"a 6amília3 se"s animais3 parentes3 amigos e todos os 1"e se a6ei+oam Fs s"as id-ias e gostos. * seg"ndo apreciador . * terceiro . de reprod"tor de 6Grm"las o" princípios consagrados3 mas envel ecidos.ados3 pelas s"as mensagens e7c&ntricas de "m Em"ndo descon ecidoEN 'stes3 1"e são raros na .pint"ra sim%Glica o" alegGricaB > 1"e consider>Cla cienti6icamente3 "ma energia vi%ratGria3 capa.am e criam "m novo padrão pictGrico. PERGUNTA: M"al a esp-cie de artista3 na pint"ra3 1"e mais se pre6ere em Marte2 K a do EconservadorE o" a do EidealistaE2 RAMATIS! 9negavelmente3 essa pre6er&ncia . .ignor@ncia e o crime .en6ermidade espirit"al3 1"e deve ser tratada. Considera todos3 se"s irmãosB o mal . de dar o 1"e poss"i n"m momento de &7tase espirit"al3 em%ora depois se arrependa. PERGUNTA: 'm nossa terminologia cl>ssica3 como seria considerada a pint"ra marciana2 RAMATIS! 0oderia ser talve. Consideremos3 então3 tr&s apreciadores dessa pint"raB o primeiro .de p>lida emo+ão3 distante do &7tase 1"e sentir> "m Francisco de Assis3 c"Ha vida H> 6oi de e7celso amor F "manidade.%elo e ning"-m se perde no seio eterno de <e"sN 'sse terceiro ser . 'n1"anto o cidadão egoc&ntrico3 so% o in6l"7o energ-tico da cor rosa3 sG alimenta a6etos pessoais3 o divino Francisco revelar> mais ansiedade EcrísticaE. =esse e7emplo r"dimentar3 tam%-m podeis compreender 1"e o amarelo p"ro3 1"e identi6ica a intelect"alidade3 o a. ' tam%-m3 como o grande navegador3 são cens"rados3 incompreendidos e ostili.de con6ormidade com a rea+ão psicolGgica e o estado espirit"al do apreciador. =at"ralmente separais os Ee7trovertidosE3 1"e pintam apenas em 6"n+ão do e7terior3 e os introvertidos3 1"e no sil&ncio da alma trans6ormamCse em novos Colom%os da pint"ra terrena.sempre "m novo criador3 em ve. K claro 1"e diante de "ma tela 1"e identi6ica a vi%ra+ão colorida do Eamor imac"ladoE3 a rea+ão de "m omem com"m . A pint"ra e7pandeCse e eteri.de Eamor incondicionalE e de a6eto realmente p"roB "m verdadeiro cristãoN <iante da cor de rosa do amor p"ro3 s"a alma esta%elece íntimo contato com os anHos3 assim como d"as 6lores ig"ais cr".

es do se" Ee"E2 RAMATISI *s impressionistas terrenos impregnam s"as o%ras de s"as emo+. /G no se" original et-rico3 n"m E a%itatE tão s"til 1"e . FirmaCse na posi+ão de Em-di"m da corE3 considerando esta "ma entidade vi%rante de 6ascina+ão e divindade. PERGUNTAI 0or 1"e di.artistas pintam os seres e as coisas como 1"eriam 1"e elas 6ossem3 em ve. e7ato 1"e vi%ra no -ter3 e não concepcionada pela visão "mana3 1"e .o mati."lCclara.a virgem. 'ntretanto3 essa pretensa cor a.erra3 para a"7iliar a mensagem verdadeira da cor. M"anto mais cristalino se mani6esta o colorido na composi+ão3 tam%-m se prod". 9ncont>veis m"ndos %alo"+amCse a dist@ncia do vosso or%e3 c"Ho aparel amento astronLmico os assinala em cores de top>.es das cores prismadas do raio solar3 são ainda elementos 1"e dei7am dAvidas na realidade e7ata da cor."l . =o entanto3 ning"-m vos poder> a6irmar 1"e a cor e#ata desses or%es seHa a1"ela 1"e a dist@ncia3 o re6le7o solar e a radia+ão 1!6 . em 1"ando3 cr".o res"ltado das massas atmos6-ricas3 il"minadas pelo sol e so%re o 6"ndo negro do espa+o in6inito. de como elas são. o irmão 1"e tais pintores evitam as emo+. Ecor et-ricaE.andoCse contra essa idiossincrasia3 1"e oprime a impressão p"ra do m"ndo divino da cor3 6l"em para o m"ndo 6ísico a cor real 1 para não vos di.io3 ametista3 r"%i3 esmeralda3 t"rmalinaB alg"ns são lilases3 verdeCmalva o" de "m amarelo gemaCdeCovo.am "m atal o certo3 visl"m%ram "ma clareira 6ascinanteB 6"lge3 então3 o %ril o da1"ilo 1"e l es at"a no s"%conscienteB principalmente se o artista coincide em ser "m marciano reencarnado na . <iante de "m la%irinto ine7tric>vel3 pes1"isam3 e7perimentam e investigam3 con6"sos. As poeiras cGsmicas o" radioativasB os re6le7os solares e magn-ticosB a disposi+ão vari>vel dos 6enLmenos l"minosos na c@mara oc"lar e as oscila+. 'vita as emo+.ermos para [ o Eespírito da corEN PERGUNTA! M"al é a característica3 em Marte3 1"e mais di6erencia "m artista genial de o"tro menos talentoso2 RAMATISI K a maior capacidade em poder trans6erir para o m"ndo 6ísico maior 1"ota de l".1"e a cor poder> ser perce%ida em s"a %ele. A mensagem impressionista varia tanto 1"anto seHa a gama emocional do se" int-rprete. <e ve. Mas o pintor marciano revela essa e7pressão so% capacidade m"itíssimo e7tensaB a s"a visão especialmente Epsí1"icaE e penetrante no m"ndo EetereoastralE. e %ele.es do se" Ee"E. *s c ineses3 > mil anos3 pintavam as s"as telas com o c-" todo amarelo3 pois assim . *s marcianos3 im"ni.es mais s"tis.1"e o perce%iam na s"a visão r"dimentarB sG mais tarde é 1"e alcan+aram a cor a.es prGprias.%em prec>ria. H> inAmeras cores classi6icadas pela sensi%ilidade "mana3 1"e na realidade intrínseca são %em di6erentes3 em virt"de da de6ici&ncia dos vossos Grgãos vis"ais3 1"e ainda não alcan+am as vi%ra+. 'le tem consci&ncia e7ata da es6era onde at"a. "m e6eito mais intenso na alma do espectador.a policrLmica.imperme>vel a 1"ais1"er in6l"&ncias e7teriores3 . PERGUNTAI 0ode aver alg"ma identi6ica+ão com a pint"ra marciana3 nesses e7otismos 1"e apreciamos3 at"almente3 como "m mar vermel o3 l"a sol6erina3 6aces ro7as3 mãos lilases o" pom%as verdes2 RAMATIS I K a %"sca ang"stiosa dos pintores 1"e adivin am esse EalgoE 1"e os marcianos3 os sat"rninos3 a%itantes de Cir"s e de o"tros or%es H> man"seiam na cor. PERGUNTAI Como somos pro6anos no ass"nto3 poder> aH"darCnos a compreender a id-ia nítida dessa mensagem e7ata da cor2 RAMATISI 'ssa verdadeira cor . *s artistas 1"e integram a es6era dos Evirt"oses da corE3 conseg"em verdadeiros espet>c"los de l".

es rotineiras da mat-ria3 %"scando3 atrav-s desse impressionismo colorido3 dar "m sentido din@mico3 de estim"lo3 @nimo e mesmo de "mani. PERGUNTAI *s pintores "sam pinc-is o" instr"mentos parecidos aos 1"e são adotados na .3 a 6re1T&ncia e7ata e imodi6ic>vel3 1"e não l e associa as con6ig"ra+.a 6ísica. PERGUNTAI 'm%ora o ass"nto seHa "m tanto comple7o para o nosso entendimento3 poder> darCnos alg"ma o"tra el"cida+ão2 RAMATISI K mister3 no entanto3 1"e pelo menos sai%ais disting"ir o artista e o c arlatão3 pois o progresso contín"o da .erra e7igeCvos3 tam%-m3 no 6"t"ro3 per6eita compreensão da cor.a+ão Fs 6ormas inertes.a6etado pelo classicismo emotivo 1"e > tantos s-c"los atri%"ís F cor. =o entanto3 o e6eito da cor em s"a l".indoCo3 so% o didatismo da cor3 a estados espirit"ais s"periores. =a pint"ra 6otogr>6ica as cores atraem e impressionam em 6"n+ão 6ísicaB vos associam o pensamento para as e7press.de associa+ão ao m"ndo 6ísico3 nem se destina a animar as 6ormas inertesB c"mpreCl e a 6"n+ão íntima de acelerar o meta%olismo psí1"ico do ser "mano3 cond".s"gestão de pa. * terrestre3 diante do verde3 lem%ra a Eesperan+a de viverE3 por1"e esse verde associa a id-ia de campinas3 planícies o" o dorso esverdeado do oceano3 1"e são 6ig"ras 6ísicas de grande. e serenidade espirit"alB o amarelo3 mati."m e6eito provocado mais e7teriormente3 1"e associa o mati. prG7imo da l". 6ascinante da 6ace H"venil3 est> sempre presente nos vossos pensamentos amorosos e de a6etividade "mana.de reali.es3 raios EinvisíveisE3 m"ltiplicadores de 6re1"&ncias da corI lida com "m m"ndo e7c&ntrico de prodígios3 so% c"Has mãos3 de incrível magia3 %rotam as 1!# .a+ão 1"ase cientí6icaB o pintor maneHa com proHe+.es 6ísiC cas3 mas despertaCl e "m estado criador energ-tico3 din@mico e positivo.a3 poder3 amplidão e vida em maior li%erdade. Marte camin a F vossa 6rente3 na pint"ra3 mais de meio s-c"loB a con6ec+ão das telas . 9negavelmente3 o vosso meta%olismo psicolGgico .er3 movimento e 6or+aB o a. Mas . Comparativamente3 as demais cores tam%-m e7ercem as s"as in6l"&ncias e provocam o"tros estados espirit"ais. Mas o espectador marciano3 diante desse mesmo verde3 rece%e a s"a vi%ra+ãoCmati.erra2 RAMATISI 5emoCnos em di6ic"ldade para de6inir os apetrec os de pint"ra marciana3 por1"e lemos em vossa mente3 latas3 paletas e telas ao gosto terreno. et-rica3 no omem marciano3 despertaCl e diretamente no espírito "ma disposi+ão íntima de ordem p"ramente espirit"al. PERGUNTAI Como ainda poderíamos ter "ma id-ia p>lida desse e6eito de acelera+ão no meta%olismo psí1"ico dos marcianos3 tomando por %ase e7emplos da aplica+ão da cor con6orme nossa psicologia2 RAMATIS! Al-m de "m e6eito propriamente E6ísicoE da cor3 em vGs3 > o"tro e6eito mais EpsicolGgicoE e consagrado pela tradi+ão. As 6aces ro7as3 as pom%as verdes e as mãos lilases3 criadas pelos pinc-is dos impressionistas terrenos3 se ainda não identi6icam a realidade et-rica em cone7ão ao sim%olismo da 6orma3 revelam3 H>3 o es6or+o de li%erta+ão do artista3 marc ando ao encontro da nova mensagem."lC s"ave3 do c-"3 . * preto vos desperta "m sentido mGr%ido3 negativista3 por c"Ho motivo o associais ao l"to e ao lAg"%reB o vermel oCvivo3 a6og"eado3 1"e lem%ra a carne e s"a sensa+ão3 vos associa F id-ia de pra. colorido a acontecimentos 1"e se aliam F nat"re. =o entanto3 a mensagem marciana3 em%ora a possais admitir como EimpressionistaE3 nem .cGsmica mostram aos vossos ol os. solar3 s"gereCvos a vontade de viverB o verde3 cor intermedi>ria3 medianeira3 recordaCvos a poesia3 a adapta%ilidade e a simpatiaB o rosa das 6lores com"ns da primavera3 lem%rando o mati.

"m cientista3 c"Has 6ac"ldades psí1"icas 6ormam o elo per6eito entre os dois m"ndos.es e re1"intada delicade. PERGUNTAI As cores perceptíveis pelos marcianos3 seriam inde6iníveis para nGs2 RAMATISI <e"s coordena os se"s ciclos criadores pela mani6esta+ão seten>riaB seHa o movimento atLmico atrav-s dos sete ciclos cGsmicos o" seHa "m movimento planet>rio3 em s"as sete cadeias planet>rias.cria+. 'le penetra no Em"ndo interiorE da es6era Eastroet-reaE3 e tra. 4> vos dissemosI o pintor marciano3 acima de t"do3 .es mais 6ascinantes3 1"e sG podem e7istir n"m E a%itatE de l".a. <esde a e7pressão mais s"til de onda3 at. 'ssas cores sec"nd>rias se com%inam3 adelga+am o" 6ormam novos mati.o pintor marciano3 sa%e man"sear e e7trair nas mensagens 1"e não encontram eco na vossa imagina+ão.iram energiasB mas os cientistas dos templos %í%licos 6icariam s"rpresos3 se l es diss-sseis 1"e os 6ísicos do s-c"lo SS seriam mais penetrantesB iriam %"scar a mat-ria no se" verdadeiro E a%itatE3 na s"a Eintimidade eletrLnicaE3 como realmente oHe o 6a. <entro de 1"atro o" cinco s-c"los3 tam%-m alcan+areis essa penetra+ão et-rica da corB então veri6icareis 1"e o domínio da mat-ria depende3 essencialmente3 de maior penetra+ão nos m"ndos EetereoastraisEN 1!( .es do s-c"lo3 os marcianos acionam a cor no se" Ecampo eletrLnicoEN H> 1"e re6letirdes3 1"e os omens sempre lidaram com a mat-ria e prod".em no man"seio das 6or+as atLmicas. =ão poderíamos e7por a comple7idade3 1"e sG "m g&nio3 em tão alta sensi%ilidade3 como . 'm Marte3 "m vermel o3 "m verde o" amarelo são 6"ndamentalmente ig"ais aos 1"e con eceis na .EN 'm ling"agem compatível Fs vossas at"ais concep+. A cor o" a mAsica3 em 1"al1"er latit"de cGsmica3 tam%-m se s"%ordinam a essa diretri. seten>ria3 apresentando os sete raios coloridos3 6"ndamentais3 1"e são prismados do Eraio %rancoE.erraB por-m3 lidais na EcascaE3 na s"per6ície da cor3 en1"anto os marcianos pes1"isam na s"a intimidade e H> l e con ecem as disposi+.es vi%ratGrias de per6"me3 som e principalmente El". para o Em"ndo e7teriorE as maravil osas ca"sas da vida "mana.macrocosmos3 o" deste para o microcosmo3 no íntimo da ess&ncia divina3 patenteiaCse perpet"amente o ritmo seten>rio como %ase criadora de Harmonia e 'vol"+ão.es e tons claros o" esc"ros3 na con6ormidade das disposi+.es vi%ratGrias do E-terE.

as 1"e cantais em estro6es melodiosas3 por 1"e em Marte3 onde o amor e a poesia são ritmo predominante da vida3 não averia a d>diva s"%lime das aves2 /e o omem terreno3 atido ainda a pai7.erra. =o am%iente ino6ensivo e pací6ico de Marte3 as aves são intensamente 6estivas3 H"%ilosas e irre1"ietas. /e em vosso m"ndo som%rio3 onde a dor e a angAstia 6i.itas m"lticores3 1"e en6eitam os Hardins e entoam c@nticos maviosos3 nas man ãs H"%ilosas3 em 1"e o solo Amido rece%e os raios do /ol3 por 1"e o marciano3 cidadão de porte celestial3 seria privado do encantamento proporcionado pelas aves2 *s marcianos consideram a e7ist&ncia das aves3 no se" am%iente3 como "ma %&n+ão do 0ai e as protegem com as maiores demonstra+.es3 entram e adeHam3 s"avemente3 no interior dos lares. Arr"l am em %andos3 semel ando Econ6etesE vivos e coloridos3 esvoa+ando em torno das cAp"las l"minosas dos edi6ícios3 dos templos e resid&nciasB e3 por ve. Certas melodias recortadas de 6iligranas sonoras3 imprevistas3 pren"nciam as modi6ica+. 'sses c@nticos3 1"e alcan+am maviosidades semel antes F vossa armLnica3 revelam sempre a gra+a delicada3 pec"liar da alma dos marcianos.ando a amplidão3 %ele.es3 tessit"ras3 pl"magens e cores3 incl"sive o vLo anatLmico3 lem%ram m"itos p>ssaros do vosso m"ndo. 'sse tipo de ave pode manterCse dias sem aliC mento3 gra+as F s"a disposi+ão anatLmica de %olsasCreservatGrios. PERGUNTAI M"ais as características canoras das aves prGprias de Marte2 RAMATISI /e" canto .es de amor.es clim>ticas. PERGUNTAI '7istem esp-cies aladas em Marte2 RAMATIS! /eria 6ormal desmentido F poesia e %ele. M"ando a sensi%ilidade dessas aves mani6esta certa a6li+ão melancGlica nos se"s poemas canoros3 sa%eCse 1"e invisíveis Elen+Gis magn-ticosE3 1!9 .es in6eriores3 vi%ra3 e7tasiado3 diante dos %andos de ave. As 6lorestas3 os %os1"es3 Hardins e par1"es pA%licos3 F apro7ima+ão da a"rora3 tornamCse >lacres3 com c@nticos e melodias ine%riantes3 onde a %ele. =ão > em vosso m"ndo espet>c"lo compar>vel F sed"+ão 1"e se evola desses concertos de alegria e tern"ra3 or1"estrados em sin6onias canoras.a divina se e7pressa na ling"agem po-tica e maviosa dos gorHeios da passarada.a 1"e atri%"ímos a <e"s3 a ine7ist&ncia de aves nos planos mais evolvidos do 1"e a .in os.melGdico e com e7tensa 6rase m"sicalB não tem os longos iatos dos c@nticos com"ns dos vossos p>ssaros. H>3 no entanto3 diversos o"tros e7emplares 1"e são di6erentes3 tanto na 6orma e no porte como na conte7t"ra3 lem%rando alg"ns deles "ma esp-cie de EarraiasCvoadorasE3 com o corpo revestido de escamas e estr"gindo gritos ag"dos e longos3 1"ais sonidos de %arras de 6erro vi%rando no ar. As s"as con6ig"ra+.eram morada3 o omem 6oi agraciado com a presen+a do %eiHaC6lor3 no se" vLo irisado de 6iligranas coloridas e3 tam%-m3 com o encanto da maHestade 1"e 6"lge no condor cr". 'st> sendo domesticada e adaptada ao clima de Marte3 pois trataCse de esp-cime gigantesco3 c"Ha capacidade de vLo l e permite vir de sat-lites vi. =ão se a6astam dos agr"pamentos "manos3 nem temem alg"-m.*8 As a4es. PERGUNTAI 0oderia descrever as características dessas aves2 RAMATISI Con6orme acontece no setor das 6lores3 tam%-m m"itas aves de Marte apresentam acent"adas semel an+as com a maioria da s"a esp-cie terrena.

es melGdicas3 as imitam 6ielmente3 porvent"ra3 não demonstram a mesma capacidade dos p>ssaros marcianos2 RAMATISI * papagaio3 e6etivamente3 emite alg"ns motivos ver%ais dos terrícolas.a e melancolia no cora+ão 6estivo do omem marciano. A s"a so%reviv&ncia ."m 6loco vivo de mati. Ac amoClo divinamente %elo3 dandoCnos a id-ia e7Gtica de "m cristal vivo e policromo3 a des6erir melodias vi%rantes de pro6"ndo sentimento e amor.1"e c ego" o momento em 1"e a Eave sagradaE assinala o se" Ecanto de cisneE.e sil&ncio e devo+ão F1"eles 1"e o esc"tam3 desl"m%rados. PERGUNTA: 5ive m"ito tempo esse Ero"7inolE marciano2 RAMATIS! A delicade.es emotivas3 despertandoCvos sentimentos po-ticos e evoca+.es3 nos dois planos 6ronteirosI o 6ísico e o astral.es espirit"ais3 veri6icamos 1"e esse p>ssaro3 de aspecto ang-lico e misterioso3 c"Ha pl"magem . PERGUNTA! As a4es terrenas3 como o papagaio3 1"e imita a palavra dos "manosB e o"tras 1"e3 F 6or+a de esc"tarem certas vi%ra+. PERGUNTA: * nosso ro"7inol3 tão 6esteHado pelos poetas e pelos grandesiamorosos3 não o6erece canto digno de ser lisonHeado pelos marcianos2 RAMATISI * símile de vosso ro"7inol em Marte é a 6amosa ave do Ec@ntico espirit"alE.a de s"a conte7t"ra3 1"e den"ncia ser ade1"ada3 especialmente3 F 6"n+ão de Einstr"mento canoro da %ele.es no . e3 então3 eiCla concentrando as s"as Altimas energias em Ea6inarE o se" canto3 para3 no 1$) . 'la e7ec"ta sentida p>gina m"sical3 de sonoridade algo religiosa.es tradicionais do c@ntico desses p$ssaros. K a Anica ave 1"e conseg"e despertar alg"ma triste.es l"minosos3 canta em "m estado de verdadeiro EtranseE ipnGtico. H>3 por-m3 "m mist-rio nesta ave sing"larI M"ando3 em certo dia3 se" canto se transm"da3 inesperadamente3 em maravil oso poema armLnico3 em 1"e os EaltosCrelevosE do se" ino são notas dram>ticas3 vi%rantes de pro6"ndo lamento e sa"dade3 .es amorosas dos "manos3 6a. * 7tase 1"e ele provoca nos seres "manos3 .a am%iente. 'ntretanto3 a ave marciana é en6eite colorido e vivo3 po"sando em mãos cariciosas e 1"e3 atendendo Fs vo. * p>ssaro marciano se identi6ica com os a%itantes e o se" c@ntico H"%iloso . alegria3 %emCestar e a6eto. 'm nossas o%serva+. /ão 6rases tecidas de sons graves e solenes3 lem%rando a nostalgia do espírito desterrado do se" E a%itatE celestial.3 sempre ang"stiada e 6"gitiva por ca"sa das gaiolas dom-sticas e do c "m%o mortí6ero atirado pelos ca+adores impiedosos. K "ma esp-cie de Eave sagradaE3 1"e os cientistas a6irmam poder sentir o prGprio magnetismo divino3 irradiado pelo an2o planetário 1"e alimenta e controla a atmos6era de Marte. As prGprias conH"n+. Os cientistas p"deram H> comprovar 1"e as aves marcianas at"am3 por ve. 'la previ" o seu !im.ora+ão m"sical 1"e trad".de "n+ão verdad3 ramente celestial.odíaco3 reperc"tindo pela atmos6era et-rica3 modi6icam os padr. parte da vida e da %ele.a divinaE3 não l e permite e7ist&ncia prolongada.in6eriores3 estão se apro7imando do or%e. '7istem no vosso m"ndo alg"mas aves canoras 1"e se s"%limam em can+. =o entanto3 é simples repetente3 sem a ac"idade psí1"ica das esp-cies aladas de Marte3 as 1"ais revelam EalgoE mais do 1"e a singela e instintiva 6ac"ldade de imita+ão inconsciente. =otamos 1"e esse p>ssaro se entrega ao oloca"sto da armonia3 em poemas de virt"osidade espirit"al tão s"%limes3 1"e imp.prod"to do mais c"idadoso desvelo e aliC menta+ão especial3 F %ase de n-ctares concentrados de 6lores.es sa"dosasB mas esses p>ssaros vivem EinteriormenteE a nostalgia de s"a sit"a+ão in1"ieta e desprotegida3 como ave triste e in6eli.

PERGUNTAI *s marcianos v&em as aves apenas na s"a con6ig"ra+ão com"m3 o" perce%emCnas em s"a sil "eta et-rica2 RAMATIS! A visão com"m dos marcianos3 1"ando assim deseHem3 podem eles sintoni.em os se"s movimentos2 1$1 .derradeiro momento de s"a e7ist&ncia3 dar o se" EAltimo ade"sE atrav-s das armonias mais s"%limes 1"e a s"a alma de cantora de e7press. PERGUNTAI 'm Marte não "tili. '3 F medida 1"e a ave imergia no se" EtranseE melGdico3 o círc"lo de s"a a"ra3 retic"lado de 6ios %ril antes3 ampliavaCse3 re6letindo em nossas vestes espirit"ais os mais so%er%os mati.es policrLmicas envolvia o am%iente astral em 1"e nos encontr>vamos. 8ogo 1"e a s"a garganta cristalina vi%ro" as primeiras notas m"sicais3 maravil osa a"ra de lil>s p"ro3 entremeado de raios sol6erinos3 come+o" a circ"nd>C laB mais "m po"co3 e o se" contorno 6oi sendo polari.a+ão magn-tica3 emanada dos a%itantes 1"e as o%servam3 trans6ormamCnas em HGias vivas adornando a nat"re. de des6erir e interpretar.o" a Altima estro6e do se" c@ntico angelical3 a nossa visão o6"sco"Cse ante "m Horro intenso de irradia+. ' 1"ando elas descem e po"sam so%re a vegeta+ão c"ltivada3 os se"s adeHos delicados e graciosos3 ante a polari. PERGUNTAI 0orvent"ra3 o irmão H> assisti" a "m desses momentos s"premos dessa ave paradisíaca2 RAMATIS! Assistimos. <epois3 1"ando ela atingi" o a"ge da s"a sin6onia3 imensa es6era de l".>Cla F vid&ncia et-rica. p>lida3 6l"t"ando e descrevendo no espa+o ond"la+. =o cen>rio e7terior3 a m"ltidão 1"e assistia ao Altimo c@ntico do p>ssaro Eespirit"alE3 tin a os ol os cintilantes de l>grimas.es estelares 1"e3 6ormando "ma seta 6"lg"rante3 s"%i" ao alto3 e se desprende" em dire+ão ao Kden sideral do 0A9.a. a. PERGUNTAI As nossas cr"-is disposi+. 0or isso3 no vosso m"ndo3 constatamos este sing"lar parado7oI en1"anto os p>ssaros3 despreoc"pados3 c egam a po"sar3 sem 1"al1"er receio3 so%re o dorso do %oi e do tigre o" da pantera3 eles 6ogem3 a6litos3 1"ando notam a presen+a do omem.es de cores3 descon ecidas ao ol o "mano. ' no EpLrdoCsolE3 principalmente3 eles gostam de apreciar as a"ras radiantes das aves3 c"Ho vLo se assemel a a 6ocos de l".es divinas é capa.es para com as aves impedirão 1"e ten amos a d>diva de "m Ero"7inolE marciano2 RAMATIS! 0ara %em avaliardes 1"anto ainda estais longe de merecer 1"e des+am so%re a ."lCceleste3 translAcido3 a espargiremCse na tessit"ra avel"dada do 6"ndo lil>s3 agora3 todo recamado de 6ios do"rados. É 1"e essa d>diva canora .ilardes sem dG3 a tít"lo de provar 1"e sois e7ímios EassassinosE de aves ino6ensivas e inde6esas.am os p>ssaros como ornamento vivo3 nas resid&ncias3 em viveiros amplos3 1"e não red".es coloridas.ado de 6ocos de l"."m dos veíc"los mais propícios e s"%limes para a trans6"são do magnetismo divino aos m"ndos em 1"e as almas H> t&m Eo"vidos de o"virE as sonoridades ang-licas do plano astral. ' de repente3 1"ando a Eave sagradaE sonori.erra tais d>divas do C-"3 meditai "m po"co so%re essa %ar%aridade e7trema [ o tiro aos pom%os [ classi6icada de EesporteE3 1"e vos leva a engaiolar essas aves graciosas3 e3 depois3 de arma em p"n o3 ag"ardar 1"e as soltem n"ma li%erdade sim"lada3 para as 6".

a H"sta do 0ai. <iariamente3 em vosso m"ndo3 sa%eis de inAmeras criat"ras3 Fs 1"ais "m destino cr"el convoca para os desastres de armas de 6ogo. A lei divina é H"sta e3 no caso3 ela visa a rati6icar os imp"lsos danin os do ser "mano3 e7ercendo s"a a+ão p"ri6icadora por meio de reencarna+.es e atrav-s de acidentes imprevistos e tr>gicos3 e1"ivalentes Fs características impiedosas dos se"s a"tores no passado.a e mant-m a esp-cieB e con6orme leis im"t>veis3 ter> 1"e e7p"rgar de se" e" moral o recal1"e mal-6ico 1"e incr"sto" no se" espírito. Alg"mas ve.sempre o Ee7Cca+adorE Qdesta o" de o"tra e7ist&nciaR3 1"e e7pia o tri%"to de sang"e 1"e ele mesmo provoco" inH"stamente.erra3 constit"indo 6amílias compostas de antigos e inveterados destr"idores de aves. PERGUNTA! Como de6inirmos essa vossa advert&ncia2 RAMATISI *s 1"e ca+am o" destroem por ra.ado3 1"e não se escoa por meios s"asGrios.mente3 ainda est> gerando ang"stioso EcarmaE para as reencarna+.a mGr%ida3 1"e vos 6a.es 6"t"ras3 em 6ace da s"a impr"d&ncia 1"anto F destr"i+ão de p>ssaros. e" s"as rea+.im"ne ao elogio o" F o6ensaB mas pert"r%a o" 6ere o direito inviol>vel de "ma esp-cie 1"e tam%-m 6a.ori"ndo3 em vossa prGpria nomenclat"ra lingTística3 do ver%o latino EcastigareE3 composto de d"as palavras latinas3 *castum* e *agere*. *ra3 no se" ato violento3 o ca+ador desartic"la o e1"ilí%rio moral do campo magn-tico 1"e vitali. K a lei de causa e e!eito.incompatível com a nat"re. ' esse e7p"rgo e7ige id&ntico processo de viol&ncia3 por tratarCse de "m imp"lso prim>rio3 de car>ter agressivo o" animali.ar a melancolia do m"ndo material.es esportivas o" para alimenta+ão desnat"rada3 geram o carma terrível de perderem se"s entes 1"eridos em desastres3 acidentes o" e7plos. . A id-ia de castigar3 como des6orra3 . * ca+ador 1"e destrGi não o6ende a <e"s3 1"e . o" seHa3 tornar casto3 o" ainda3 puri!icar.es din@micas3 a 1"al3 como a dinamite3 6erida pelo atrito3 ning"-m mais controla. =a realidade3 em tais casos3 . PERGUNTA! Acaso3 para 1"e o ca+ador so6ra o e6eito da lei 1"e violo"3 > de constit"ir 6amília e os 6il os s"portarem s"as c"lpas3 em acidentes reparadores2 RAMATIS I 'm todas as leis derivadas da /"prema 8ei <ivina3 Hamais e7iste 1"al1"er visl"m%re de inH"sti+a. em%alsamar e colecionar insetos e animais venenosos3 1"anto mais tol erem a li%erdade da esp-cie alada3 1"e eles c"lt"am como 6lores vivas 1"e <e"s l es o6erece para s"avi.RAMATI/I 'ncarcerar as aves seria "ma nega+ão do gra" evol"tivo do marcianoB pois se eles nem se interessam por essa ino6ensiva arte de %ele.es e de eles prGprios terminarem3 ig"almente3 so% o cano 6"megante de "ma arma omicida.. =ão ser> assim2 RAMATIS! * voc>%"lo EcastigarE .rataCse3 pois3 de rati6icar a a+ão m>3 o recal'ue perverso 1"e retarda a alma em s"a evol"+ão espirit"al. 0eriodicamente3 os Mestres C>rmicos reAnem "m p"n ado de ca+adores e os reencarnam na . * omem terreno3 in6eli. PERGUNTAI Concl"ímos3 então3 1"e essa determina+ão para a trag-dia3 em%ora por e6eito de "ma lei cGsmica3 constit"i "ma p"ni+ão3 "m verdadeiro castigo. as 1"ais3 conH"gadas3 de6inem a id-ia de castigar. ' esse d-%ito de reaH"ste moral 6ica vi%rando na alma do ca+ador desde o momento em 1"e ele in6ringi" a lei3 e elevaCse F conting&ncia de "m 1$2 .es3 o ca+ador so6re o Ec o1"e de retornoE ainda na mesma e7ist&ncia em 1"e e7or%ita das leis cGsmicas da vida3 1"er acidentandoCse com s"a prGpria arma3 1"er so6rendo o e6eito de "m estran o disparo impr"dente. H"s F vida e 1"e 6oi criada para 6inalidades sagradas o" s"periores.

ar "ma ca+ada 6estiva para o %an1"ete doming"eiro. de ser EmentorE de ca+a3 tornaCse simples mentor do lar constit"ído por e7Cca+adores. ' não e7iste3 tam%-m3 a mãe 1"e presenteia se"s 6il os com artística e e6iciente espingarda para 1"e eles3 como Edistra+ãoE3 e7terminem3 F vontade3 as ino6ensivas ave.itas2 *ra3 se em vossas leis prec>rias e ilGgicas estip"lais penalidades para os delitos de EcoCparticipa+. As pris.G%vio 1"e isso 1$! .es e mandat>riosE3 por 1"e <e"s3 a 8ei />%ia e 4"sta3 cometeria a discrep@ncia de responsa%ili. <ecerto não ignorais e7istir3 em vosso m"ndo3 a esposa insensível3 1"e s"gere ao compan eiro ocioso reali. PERGUNTAI =o caso da mãe 1"e v& se" 6il o Qe7Cca+adorR tom%ar tragicamente3 por acidente de armas3 não >3 tam%-m3 certa ini1Tidade2 RAMATI/I 'm regra3 essa mãe est> so6rendo tal prova por1"e ela prGpria tem responsa%ilidades nesse setor3 ass"midas no passadoB e3 então3 enverga o traHe carnal 6eminino. 1"e s"rHa em s"a mente a id-ia de a%ater "m p>ssaro.es para vGs3 não as consente para as aves3 1"e nasceram para a li%erdade alada. A visão amarga3 cont"ndente3 do ser 1"erido 1"e se a%ate3 ensopado no prGprio sang"e3 é "m estigma o" advert&ncia 1"e reperc"te nas s"as e7ist&ncias 6"t"ras3 cada ve.ar3 no caso em apre+o3 apenas o agente e7ec"tor2 PERGUNTAI =otamos 1"e os p>ssaros nascidos em viveiros e gaiolas terrestres3 1"ando se li%ertam3 perecem por 6alta de orienta+ão na %"sca de alimento.es de aves3 c"Hos descendentes perdem a no+ão instintiva do vLo e da s"%sist&ncia3 res"lta da vossa incAria em não l es proporcionar o am%iente de li%erdade e vida 1"e l es . /er>3 então3 ig"almente3 "m delito o gesto de %ondade 1"e nos leva a li%erar o p>ssaro cativo2 RAMATISI A prisão do p>ssaro3 em 1"al1"er circ"nst@ncia3 é sempre "m delito espirit"al3 por1"anto3 se o 0ai não estat"i" pris. PERGUNTAI ' 1"al é o res"ltado ed"cativo3 para o ca+ador3 ao contemplar se"s 6il os Qe7Cca+adoresR3 6eridos por acidentes o" desencarnando tragicamente2 RAMATIS! 5Gs ainda descon eceis o poder assom%roso da retentiva o" memGria espirit"al.os nos Hardins e nos pomares2 RAMATIS! /e os vossos p>ssaros3 nascidos em gaiolas o" viveiros3 perecem3 1"ando em li%erdade3 retornando F prisão para não s"c"m%irem de 6ome3 . PERGUNTA: As aves3 em Marte3 em 6ace da li%erdade 1"e des6r"tam3 não depredam as lavo"ras e não ca"sam preH"í. /e c"id>sseis de a"7li>Clos em s"as post"ras3 proteg&Clos nos se"s ensaios volitivos e ampar>Clos nas -pocas críticas3 viveriam eles em torno de vossos lares3 en6eitando o vosso am%iente e o m"ndo3 com se"s c@nticos 6estivos e animandoCvos com s"a gra+a po-tica e delicada3 sem precisardes de conserv>Clos entre grades.determinismo 1"e3 tarde o" cedo3 de6lagrar> a rea+ão e1"ili%rante3 pelo mesmo processo violento e doloroso. Ali>s3 inAmeras criat"ras descontroladas em se"s instintos in6eriores3 depois de tort"radas o" oprimidas pela desgra+a r"de 1"e se a%ate" em se" lar3 a%randam se"s recal1"es o" imp"lsos negativos3 tornandoCse3 depois ino6ensivas e avessas a atit"des violentas3 gra+as F 6"n+ão reti6icadora do so6rimento 1"e l es atingi"3 em pro6"ndidade3 a consci&ncia espirit"al. * c o1"e emotivo da1"ele 1"e v& se" ente 1"erido tom%ar3 inesperadamente3 so% impiedosa arma omicida3 criaCl e na intimidade da consci&ncia 6orte rep"lsa F 6ig"ra de "m ca+ador de aves. Apenas3 em ve.prGprio e indispens>vel.

/e 6ossem alimentados3 como em Marte3 na adHac&ncia de todos os lares e sem 1"ais1"er receios3 tornarCseCiam ino6ensivos Fs lavo"ras e Hardins3 pela simples circ"nst@ncia de ag"ardarem do omem a s"a n"tri+ão. 'm cada lar marciano e7iste "m recanto do solo onde .acontece devido ao a%andono em 1"e 6icam. 1$$ . * psi1"ismo diretor 1"e impera no planeta Marte e 1"e comanda3 tam%-m3 a esp-cie alada3 gra+as F mentalidade s"perior dos marcianos3 pode operar e ins"6lar nas aves o sentido de o%edi&ncia para não depredarem.plantada3 com"mente3 a 6r"ta3 o vegetal o" a ortali+a destinada aos p>ssarosB e eles %"scam o alimento nesses locais previamente determinados. * imp"lso 1"e denominais instinto e 1"e coordena os movimentos das esp-cies in6eriores tam%-m pode ser in6l"enciado o" dirigido.

3 em s"a ess&ncia criadora e prodigionsa3 vi%ra oc"lta3 ag"ardando o momento de ser desco%erta pelos 1"e Et&m ol osE de v&C9a.erra2 RAMATIS! A 1"ímica e a %ot@nica marciana operam em "níssono3 reali.se trans6ormarem em verdadeiras l@mpadas vivas.sempre "m re6le7o o" mensagem de mani6esta+ão da alma3 s"%ordinada3 por-m3 F s"a evol"+ão espirit"al.es de propaganda comercial3 em Marte se concreti. vegetalE3 a 1"al é prod". A l"minosidade e a transpar&ncia3 no sentido de l". Flores semel antes Fs vossas a+"cenas3 Hasmins3 coposCdeCleite3 ort&nsias e rosas m"lticores poss"em a 6ac"ldade de a%sorverem a l". vegetalE .3 at. M"ando o vosso planeta3 por e6eito da cristiani. PERGUNTA: 'ssa l"minosidade das 6lores persiste3 por m"ito tempo3 F noite3 o" 1$5 .endo 1"e3 elas mesmas3 nos Hardins3 F medida 1"e o l"scoC6"sco crep"sc"lar an"ncia a noite3 comecem3 gradativamente3 a Ee7s"darE l".a em toda a nat"re. PERGUNTA! As 6lores3 em Marte3 apresentam disposi+. Conseg"iram3 no ser da %ot@nica3 a El". 'ssa l".es in6eriores.*: As f ores.ada e 1"e encanta nos Hardins pA%licos proporciona n"an+as de "m colorido sedativo e avel"dado3 lem%rando cen>rios de "m conto de 6adas. PERGUNTAI A . viva3 1"e se polari.es materiais3 6ísicas e morais do m"ndo terreno a l".%astante l"minosa e visível a todos2 RAMATIS! K intensamente visível para os Eol os marcianosE3 os 1"ais3 como H> vos noti6icamos3 t&m certa penetra+ão na atmos6era et-rica3 1"e .a marciana3 tam%-m e7iste em vosso m"ndo3 em%ora mais opaca3 por1"e ainda viveis pro6"ndamente dominados pelas pai7.es. *s par1"es marcianos lem%ram maravil oso lampad>rio irisado de cores vivas e 1"e se casam com os mais e7Gticos per6"mes cienti6icamente com%inados aos diversos tipos vegetaisP PERGUNTA: 'ssa El".algo como a vid&ncia da 6enomenologia espiritista. vegetal e 1"e se e7i%em aos marcianos3 1"ais lampad>rios vivos3 aos ol os densos dos terrícolas3 se mostrariam 1"ais l".ando tare6as maravil osas e impressionantes aos sentidos "manos.erra ainda o6erecer> essas condi+.ida pelas 6lores3 6a. A atmos6era mais t&n"e3 de Marte3 6avorece3 tam%-m3 maior predomin@ncia da atmos6era et-rica3 e3 conse1Tentemente3 maior e7pansão radioativa. 'm todas as mani6esta+.erra não o6erece condi+.a+ão de se"s a%itantes3 tiver se" magnetismo mais p"ri6icado3 tam%-m s"a a"ra et-rica ser> mais visível e tornarCseC> veíc"lo 6avor>vel Fs con1"istas da 1"ímica e da %ot@nica no campo da l".am no 1"imismo do vegetal. 'ssa 6ac"ldade .es de velas morti+as.es 6avor>veis3 pois a l".3 em 1"al1"er e7pressão o" plano de vida3 . polari. *s e6eitos 1"e a vossa 1"ímica o%teve no setor das tintas 6os6orescentes e 1"e il"minam os carta. vegetalE2 *" essa maravil a sG pode ser conseg"ida em m"ndos ig"ais a Marte2 RAMATISI A .a ca"sa principal das radia+. vegetal.es similares o" ig"ais Fs da . solar d"rante o diaB e3 F noite3 com a modi6ica+ão da temperat"ra 1"e l es contrai as tessit"ras íntimas3 e7s"dam3 em s"ave l"minosidade3 todo o conteAdo s"gado dos raios solares.es 6avor>veis para se o%ter a El". 'sses Hardins policrLmicos e l"minosos3 de l".

6enLmeno de po"ca d"ra+ão2 RAMATIS! <epende da 1"alidade e da 6amília o" esp-cie 6loral a 1"e pertencemB pois não são todas as 6lores 1"e se prestam F 6"n+ão de El@mpadas vivasE. a%sorvida do /olB o"tras3 de sistema vegetal mais receptivo3 de seiva e magnetismo mais vigorosos3 podem il"minar os par1"es3 Hardins o" "m%rais dos edi6ícios3 d"rante cinco o" mais oras consec"tivas. e todas as outras coisas vos ser4o dadas de acréscimo*. Acaso3 pela vossa 1"ímica3 H> não tendes trans6ormado na"seantes mont"ros em s"%st@ncias arom>ticas3 mat-rias grosseiras em p-rolas arti6iciais2 Modi6icando a constit"i+ão dos prGtons3 do nAcleo de mercArio3 não o%tivestes3 em la%oratGrios3 o tão am%icionado Eo"roE2 /e3 atrav-s de e7Gticos casamentos E%iovegetaisE3 tendes conseg"ido modi6icar as cores3 as estat"ras e a prGpria seiva dos vegetais3 assim 1"e penetrardes mais intimamente na conte7t"ra E6isioet-ricaE3 conseg"ireis3 tam%-m3 prod".erra3 1"e nos p"desse avivar a mente para compreendermos a nossa possi%ilidade da El". PERGUNTA! 0orvent"ra a ci&ncia terrestre tam%-m conseg"ir>3 em %reve3 a reali. PERGUNTA! M"al o mecanismo o" processo e7istente na .o prGprio mineral Eaper6ei+oadoE3 g"arda em si3 tam%-m3 a 1"alidade %>sica do reino de 1"e se origino". *s agr"pamentos molec"lares mais rígidos3 6i7os e constantes do mineral3 ad1"irem3 ig"almente3 mais li%erdade radioativa e mais e7pansividade eletrLnica3 1"ando trans6eridos para o reino vegetal3 assim como o vapor de >g"a . solar3 1"e clareia os desvãos som%rios dos Hardins3 c"Ha l". C"mpremCse3 assim3 em Marte3 os conceitos s"%limes de 4es"s3 1"ando vos adverti"I E* reino de 3eus está em v/s*. ^ medida 1"e ele reali. H> 6lores 1"e e7ting"em em po"cos min"tos a l". vegetalE dos marcianos2 RAMATISI * mecanismo . 0oder> esclarecerCnos2 RAMATIS! /a%eis 1"e o vegetal3 6le7ível e receptivo3 . * vegetal3 portanto3 1"e . vegetalE2 RAMATIS! 'm 1"al1"er latit"de cGsmica3 são sempre os mesmos princípios criadores o" rea+. vegetal estão os primitivos componentes do reino 1$6 .es o" magnetismo. =a intimidade seivosa do.odos os derivados dos minerais poss"em em s"a intimidade as 1"alidades intrínsecas no mineral primitivo3 de onde provieram3 como seHam d"ctilidade3 malea%ilidade3 rigide.ir a 6ormosa El".. engendrar a El".a a s"a ascensão espirit"al3 apro6"nda mais intimamente os re6ol os do Cosmos e aprende3 tam%-m3 na s"a ci&ncia relativa3 a man"sear as leis 1"e regem os movimentos do aper6ei+oamento eterno. PERGUNTA: Apreciaríamos3 em%ora r"dimentarmente3 alg"mas no+.es 1"e regem as leis da 1"ímica.es do 6"ndamento cientí6ico 1"e 6a. vegetalE das 6lores marcianas. . arti6icial conseg"e a"mentar3 de%ilmente3 por mais alg"ns momentos3 a 6"n+ão e7c&ntrica dos lampad>rios vivos.a+ão de algo parecido com essa El". H>3 tam%-m3 nos logrado"ros pA%licos3 "m sistema de il"mina+ão F semel an+a da l".mais energ-tico do 1"e o gelo3 em%ora am%os seHam >g"a. vegetalE.3 radia+.o representante do reino mineral em metamor6ose mais avan+ada e s"%stancialmente Emais vivoE3 no campo da %iologia terrena.an>logo ao maravil oso processo com 1"e <e"s [ o <ivino M"ímico [ trans6orma o ad"%o3 o cisco e o li7o em rosas e cravos ine%riantesB pois o omem3 6eito F imagem do Criador3 poss"i3 em miniat"ra3 a 6ac"ldade de penetrar e desvendar os mist-rios do macrocosmo. *Procurai primeiro o reino de 3eus e sua retid4o.

em o vosso sistema solar3 Marte conserva as mesmas condi+.. M"anto F nat"re. 1$# .mineral3 de onde provieram3 apresentando3 no entanto3 Emel or 1"alidadeE din@mica3 pela maior li%erdade de s"as Gr%itas eletrLnicas. vi%rante 6avorece "m desenvolvimento 6loral de maior p"re.erra. =a concep+ão da Pvossa ci&ncia3 de 1"e a mat-ria energia condensada. 8em%randoCvos 1"e a l". K sempre a mesma lei 1"e rege a temperat"ra o" pressão3 o nascer3 crescer e morrer3 em 1"al1"er sit"a+ão do Cosmos3 em%ora se"s e6eitos se mani6estem em correspond&ncia com os planos e conting&ncias onde at"am.a %ot@nica3 apresentando esp-cimes imac"lados3 em 1"e as cores parecem po"sar3 delicadamente3 como "ma carícia de mão de 6ada.em as tintas 6os6orescentes3 ded".prod"to de aper6ei+oamento em todos os campos da mani6esta+ão cGsmica3 e sendo o vegetal o mineral aper6ei+oado3 se"s >tomos são mais energ-ticos e aceleradamente vi%r>teis3 proporcionando a"mento de l". =o conceito cGsmico de 1"e E<e"s est> no íntimo do espírito do omemE e3 tam%-m3 em toda a /"a Cria+ão3 c"mpre F criat"ra rati6icar3 desenvolver e aprimorar os setores da vida3 para "m sentido de "tilidade com"m.iram 1"e os vegetais3 poss"indo os mesmos componentes minerais3 mais p"ri6icados3 tam%-m poderiam ser a%sorventes e disseminadores de l". PERGUNTA! As 6lores3 conse1Tentemente3 t&m a con6orma+ão pec"liar das terrestres2 RAMATIS! Catalogando todas as esp-cies 6lorais do vosso planeta3 encontrareis in"mer>veis esp-cies ig"ais Fs marcianas.es 6"ndamentais e predominantes de todo o sistema. vegetalE 1"e en"nciamos3 > ainda "m tra%al o de e1"ipe3 intervindo na tessit"ra da vegeta+ão3 aprimorandoCl e a cor e a 6orma3 a s"per6ície t>ctil e o per6"me.es prim>rias da . compreendereis 1"e o vegetal3 sendo Emenos mat-riaE 1"e o mineral3 > de apresentar mel or conteAdo de energia em li%erdade3 para ser trans6ormada em l". A6ora o rec"rso da El".a elementar geo6ísica3 do or%e3 > m"ita semel an+a com as condi+.Eenergia ac"m"ladaE. 0artido do e7terior para a intimidade da mat-ria é G%vio 1"e sempre encontrareis mel or ess&ncia energ-tica3 ante o conceito de 1"e mat-ria . <aí os motivos por 1"e a vegeta+ão marciana3 6"ndamentalmente3 tam%-m apresenta características terrenas. An>logo aos demais glo%os 1"e comp. no campo vis"al. vegetalE.a+ão das 6or+as oc"ltas 1"e os terrícolas ainda descon ecem. *s 1"ímicos e %ot@nicos marcianos3 e7aminando as 1"alidades a%sorventes dos minerais 1"e comp. 'm Marte3 a atmos6era t&n"e e de l". PERGUNTAI As esp-cies vegetais3 em Marte3 são semel antes Fs nossas2 RAMATIS! As características Es"i generisE 1"e Marte o6erece so%re o padrão terreno decorrem mais da interven+ão 1"e o marciano e7erce no panorama do se" prGprio E a%itatE3 gra+as F "tili.. =o entanto3 tam%-m podereis encontrar no vosso m"ndo m"itos e7emplares dessas 6lores límpidas 1"e atapetam o solo marciano3 se as proc"rardes no cimo dos montes altíssimos3 em atmos6eras rare6eitas3 algo marcianas3 como e7istem na crista do Himalaia3 Alpes o" nos Andes. *perando3 pois3 6isio1"imicamente3 tanto no em%rião do vegetal3 1"anto no terreno de c"lt"ra3 conseg"iram o admir>vel e6eito da El". . PERGUNTA: M"al é a predomin@ncia dessas 6lores so%re as s"as cong&neres terrenas2 RAMATIS! K "ma distin+ão proveniente da interven+ão dos %ot@nicos3 1"ímicos e demais cientistas respons>veis pelo aprimoramento 6loral.

'm gigantescos Epar1"esCpadr.es e cria+.es no seio da terra3 os cientistas marcianos conseg"em centenas de modi6ica+. PERGUNTA ! :ostaríamos de compreender essa 6"n+ão mais o%Hetivamente3 comparandoCa com os processos do nosso m"ndo vegetal. * EcrescenteE desenvolve a parte da planta 1"e se encontra F s"per6ície3 sendo o indicado para as ortali+as e leg"mes3 c"Has 6ol as o" talos seHam comestíveis3 en1"anto o Eming"anteE .es 6ísicas3 1"ímicas e radioativas. 'n1"anto a 8"a sG vos apresenta d"as alternativas3 desenvolvendo as 6ol as F s"per6ície do solo3 o" encorpando as raí.es e estr"t"ra da esp-cie.em o meta%olismo magn-tico 1"e palpita tam%-m no interior das plantas.es 1"ímicas3 as 1"ais modi6icam3 no crescimento da esp-cie 6loral3 as composi+.es 1"e 6icam red".am3 e7perimentam e rati6icam o c"rso germinativo o" o ciclo 6lorescente3 agindo com precisão no conteAdo da seiva e no 1"imismo peri6-rico da planta.endoCas crescer em detriC mento das raí.esE3 so% o controle de "m departamento 6loral s"pervisionado pela 9nstit"i+ão Bot@nica da Comarca local.adas no prGprio E a%itatE da 6lor2 RAMATIS! As e7perimenta+.a dos tipos n"tritivos3 con6orme as 6ases l"nares.es3 1"e se especiali.ido pela a+ão vigorosa da 8"a3 os cientistas marcianos3 como verdadeiros magos3 agem no conteAdo magn-tico dos vegetais3 modi6icanC do3 ig"almente3 as disposi+.es3 atrav-s do magnetismo gravitacional3 permitindoCvos a nat"re. 0ro6"ndamente con ecedores da ess&ncia magn-tica 1"e palpita na intimidade do Cosmos3 aceleram o" red".em no seio da terra. 0oder> atenderCnos2 RAMATIS! /a%eis 1"e a 8"a reg"la o desenvolvimento e a vitalidade das vossas planta+. e encorpamento da seiva3 esses cientistas tam%-m at"am no reino vegetal3 criando e modi6icando. PERGUNTAI Como se operam essas metamor6oses no 1"imismo das 6lores2 RAMATISI 8em%randoCvos a 6"n+ão 1"e a 8"a e7erce na vegeta+ão terrestre3 1"ando reg"la a ascensão3 descida3 6l"ide. PERGUNTA: 'ssas e7perimenta+. A 6or+a magn-tica3 atrativa3 da 8"a compele a seiva da planta a s"%ir e a se derramar pelas 6ol as3 6a. *perando na col"na verte%ral et-rica das plantas3 modi6icamC l es as cores3 per6"mes3 seiva e a con6ig"ra+ão 6ísica3 lem%rando processos e rec"rsos tecnicolores da cinematogra6ia terrestre. A terra3 o clima3 a radia+ão magn-tica e o Ecampo et-ricoE 1$( .es 6lorais s"%dividemCse em inAmeras se+.em em conH"nto pela soma de pe+as advindas de v>rios setores especiali.es das 6ol as3 raí. Conseg"em prever e reg"lar v>rias com%ina+.es de novos tipos são e6et"adas em gigantescos Epar1"esCpadr.es são reali. 8em%ram algo das vossas prod"+. Analogamente a esse mecanismo prod".idas.es a se desenvolverem no interior da terra3 criandoCse3 então3 os n"tritivos t"%-rc"los de vossas mesas. . 'sses grandes esta%elecimentos de pes1"isas e modi6ica+.a nas 6lores.ados.rataCse de processo cientí6ico s"perior F a+ão l"nar do vosso m"ndo3 coordenado pela intelig&ncia e dirigido pela vontade3 criando3 comp"lsoriamente3 os tipos mais 6ascinantes na estesia 6loral. 'n6ra1"ecendoCse esse magnetismo l"nar3 no ming"ante3 domina então o magnetismo terrestre3 1"e o%riga as raí.escol ido para 1"e se desenvolvam os t"%-rc"los e polpas 1"e se reprod".es a%it"ais da seiva e o comportamento 6lorescente.es ind"striais3 em massa3 1"e prod".am3 e7cl"sivamente3 em "ma partic"laridade especí6ica do vegetal.esE3 inAmeros cientistas devotamCse a conseg"ir maior estesia e delicade. RevelandoCse prodigiosos magos3 ideali.

e7perimental3 desses par1"es3 o6erecem as mesmas condi+,es am%ientais o" latit"des geogr>6icas a 1"e se destinam as 6lores. PERGUNTAI A preoc"pa+ão tão e7a"stiva na es6era das 6lores re6ereCse apenas a 6ins decorativos o" a o%Hetivos ind"striais2 RAMATISI 'm 6ace de a "manidade marciana sol"cionar genialmente os se"s pro%lemas de tra%al o e man"ten+ão3 como adiante vereis3 6icaCl e disponível e7tenso período de inatividade3 o 1"al emprega no aper6ei+oamento de todos os 6enLmenos 1"e a nat"re.a pode o6erecer atrav-s do magnetismo divino da vida. Mais ac egados F realidade espirit"al e a6eitos F Econtemplatividade criadoraE3 os marcianos enri1"ecem o campo de s"a visão 6ísica3 criando panoramas de 6ascinante %ele.a e em sintonia com o espírito3 1"ase li%erto das conting&ncias dos m"ndos materiais. As 6lores signi6icamCl es "m dos rec"rsos emotivos de satis6a+ão F ansiedade espirit"al3 em ve. da preoc"pa+ão "tilitarista o" ind"strial 1"e ainda - a %ase 6"ndamental de vossa e7ist&ncia. B"scam intrínseca e essencialmente a %ele.a da 6lor3 como "m re6le7o de Bele.a <ivina. Aten"ando a aride. do m"ndo de 6ormas3 integrados plenamente no conceito de 1"e o Ereino de <e"s est> na intimidade do omemE3 eles organi.am3 edi6icam e decoram os detal es do se" E a%itatE3 compondo encantadora preliminar do EC-"E. 9n6eli.mente3 en1"anto em Marte se criam os motivos elevados para o pra.er paradisíaco3 o omem terreno se serve das mesmas energias criadoras para de6ormar e destr"ir3 s"%stit"indo o am%iente apra.ível da nat"re.a pelas condi+,es dantescas do 9n6erno. PERGUNTAI /"pondo 1"e os cientistas marcianos o%tivessem e7emplares de rosas terrestres3 na s"a 6orma e per6"me at"al3 1"ais seriam as virt"des o" 1"alidades 1"e poderiam desenvolver nessas rosas2 RAMATIS! 9nterviriam na ess&ncia et-rica da planta3 e conseg"iriam prod".ir mAltiplos tipos de cores e per6"mes e7Gticos3 di6erentes dos da s"a e7pressão com"m. 'ssas rosas da ;erra não tardariam a se m"ltiplicar3 enri1"ecidas por 6ina o"rivesaria vegetal3 em c"Has p-talas se desen ariam os mais ricos e 6ascinantes %ordados de 6iligranas rendil adas como as asas das %or%oletas. 9maginai3 pois3 a rosaC%ordea" de vossos Hardins3 com p-talas avel"dadas3 mas revestida por 6iníssima rede de 6ios de top>.io re6"lgente3 pendendo em 6orma de delicadas 6ranHas do"radas pelas 6ím%rias da 6lor. 9maginai3 ainda3 a rosaCgemaC o"ro3 de aroma ine%riante3 emergindo de "m nin o de armin o translAcido e policromo e tendo no centro da corola "ma gota de r"%i acesa de re6"lg&ncias sol6erinasB 6itai a mais aristocr>tica rosa de "m vergel 6loridoB cent"plicaiCl e a %ele.a e o per6"me3 a tern"ra de s"a 6orma de li%-l"la esvoa+ante3 e ainda não tereis imaginado os primorosos adornos 1"e os cientistas marcianos 6ariam com as vossas rosas. PERGUNTAI Como agem os cientistas3 1"ando as mesmas 6lores se destinam a climas diversos2 RAMATIS! 5itali.am as .onas de maior v"lnera%ilidade da 6lor so% temperat"ra o" pressão3 em per6eita sintonia com o magnetismo do meio3 1"er seHa tropical3 polar o" e1"atorial. ;eríamos 1"e vos demonstrar e7a"stivo tratado de %ot@nica marciana3 se pretend&ssemos citar os mAltiplos detal es 1"e coordenam essas opera+,es de am%ienta+ão clim>tica. M"ando o am%iente - de atmos6era s"ave3 c"ltivam as 6lores com as p-talas armin adas3 rendil adas de 6ranHas l"minosas3 6ormando graciosas conc as de pGs carmesim3 do"rados3 prateados o" lil>s.

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'ssas mesmas 6lores3 no entanto3 se 6orem destinadas aos climas agressivos e vari>veis3 rece%erão tratamento compatível com o se" am%iente3 prod".indoCse3 então3 corolas cerradas3 com p-talas >speras de cores vivas. ' o se" prGprio aroma3 en-rgico e agreste3 sG se li%erta completamente depois 1"e elas se emancipam do c>lice da 6lor. PERGUNTA! 'ntão3 operam centenas de cientistas para conseg"ir3 Fs ve.es3 "ma sG esp-cie 6loral2 RAMATISI =a realidade3 a 6lor sG - entreg"e F germina+ão em am%iente nat"ral3 depois 1"e a esp-cie 6oi s"%metida a centenas de e7peri&ncias para lograr o &7ito prognosticado. /G a divisão encarregada de est"dar e prod".ir a impressão t>ctil deseHada para a 6lor 6a. ac"rados est"dos preliminares. =a investiga+ão em %"sca desse tato 6loral3 os 6ísicos e7perimentam impress,es no campo sensorialI 1"ímicos pes1"isam a seiva ade1"adaB decoradores tra+am a 6orma das p-talas apropriadasB e o"tros t-cnicos e7aminam porosidades e impermea%ili.a+,es de s"%st@ncias aptas a "ma sensa+ão s"gestiva e7terior. Ainda3 especialistas cromosG6icos s"gerem as cores 1"e podem s"avi.ar o" acent"ar a sensi%ilidade t>ctil3 en1"anto magnecistas in6ormam o teor a%sorvente do per6"me aH"stado ao meioC et-rico. :eo6ísicos demonstram o clima3 prod".em temperat"ras arti6iciais an>logas ao novo E a%itatE da esp-cie em est"do e disc"tem com os psicGlogos os e6eitos psí1"icos e emotivos3 1"e serão despertados nos a%itantes da cidade o" 6re1Tentadores de templos3 aos 1"ais serão doadas as 6lores. PERGUNTAI =a sinceridade de nossas opini,es3 ac amos "m tanto e7a"stiva e dispendiosa essa preoc"pa+ão demasiadamente cientí6ica3 dos marcianos3 com a est-tica das 6lores3 so% "ma 6ei+ão tão contemplativa. M"e l e parece2 RAMATISI Realmente3 do ponto de vista terreno3 tendes ra.ão. 'ssa grande soma de tempo gasta no mel oramento 6loral3 em Marte3 cremos 1"e3 na ;erra3 seria "tili.ada edi6icando ospitais3 asilos3 penitenci>rias e a%rigos de a%andonadosB prod".iríeis vest">rios para os desn"dos3 alimentos para os es6omeados e incentivaríeis as pes1"isas na es6era do c@ncer3 t"%erc"lose3 lepra e sí6ilis. Admitimos3 ainda3 1"e o"tros pro%lemas3 para vGs m"ito importantes3 seriam en6rentados3 como acelerar o 6a%rico de %om%as atLmicas para event"ais g"erras3 c"Ho poder destr"tivo poder>3 ig"almente3 destr"ir la%oriosas coletiC vidades e assassinar m"ltid,es ino6ensivas. 0or-m3 como em Marte não e7istem esses pro%lemas3 - nat"ral 1"e a mente da s"a "manidade se 6i7e em o%Hetivos de o"tra esp-cieB e3 então3 aprecie e ac e %astante Atil a s"a ci&ncia oc"parCse3 tam%-m3 de estili.ar os encantos das 6lores3 aper6ei+oar os 6r"tos3 divini.ar a mAsica3 e de t"do 1"e l es propicie as emo+,es s"periores do espírito3 na s"a alegria ativa de viver e amar ilimitadamente as o%ras do 0ai. ;rataCse de "ma atit"de irreprimível3 de almas c"Ha sensi%ilidade l es 6a. reverenciar a <e"s3 mani6estado em todas as o%ras da Cria+ão. 'n1"anto os marcianos contemplam a apoteose do c-" estrelado3 tomados de "m &7tase religioso3 vGs sois re6rat>rios a esse desl"m%ramento por1"e não vos es6or+ais por sentir a EalmaE das maravil as 1"e vos cercam. =o entanto3 - com"m 6icardes em%evecidos ante as reprod"+,es mortas dos 1"adros da nat"re.a 6i7ados n"m peda+o de tela pelos vossas artistas pintores. Reprod"+,es 1"e3 por mais %elas3 não passam de e7press,es est>ticas o" inertes3 pois 6altaCl es a1"ela seiva3 a1"ela s"%st@ncia da vida 1"e palpita3 e7"%erante3 em todas as o%ras plasmadas pelas mãos prodigiosas do Mago <ivino 1"e3 n"m instante3 acende "m pLrCdoCsol com tintas vivas3 de re6"lg&ncias et-ricas3 incompar>veis3 Hamais saídas das mãos dos omens3 ainda 1"e se c amem 5el>s1"e.3 Mig"el engelo3 ;intoretto o" Ra6ael.

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Mago <ivino 1"e não sG instila per6"mes capitosos nas p-talas das 6lores3 como s"stenta em e1"ilí%rio matem>tico3 %ili,es de m"ndos3 valsando e rodopiando no -ter do 9n6inito3 em ritmos de amor3 %ele.a e armonia so% a reg&ncia do se" 5er%o CriadorN PERGUNTAI M"ais os incentivos de interesse geral3 para 1"e os cientistas da 6loric"lt"ra manten am aceso esse ent"siasmo tão acent"ado pela estili.a+ão das esp-cies 6lorais2 RAMATIS! 8em%rando as vossas 6eiras de prod"tos ind"striais o" e7i%i+,es de pint"ras e 6lores3 > as e7posi+,es periGdicas3 em 1"e a ci&ncia marciana e7p,e as s"as maravil osas composi+,es %ot@nicas3 como 6estividades ainda inacessíveis F compreensão dos terrícolas. Mesmo por1"e - di6ícil vos descrever a magni6ic&ncia de cores e per6"mes 1"e s"rgem3 in-ditos3 nas mais 6ant>sticas s"rpresas3 1"ando os E6isio1"ímicosE %rindam a pop"la+ão com novos prod"tos s"rgidos de se"s la%oratGrios. <e todos os pontos do planeta3 transladamCse m"ltid,es 6estivas3 convergindo para os locais das 6ascinantes e7posi+,es de 6lores3 1"e se tornam motivos de HA%ilo espirit"al coletivo3 por se tratar de mais 6avores est-ticos para o em%ele.amento panor@mico do or%e em 1"e vivem. ;ranscende a 1"al1"er poder descritivo3 de nossa parte3 o encanto3 a p"re.a divina 1"e transpira das e7i%i+,es de novos esp-cimes 6lorais3 destinados ao adorno de todos os am%ientes. Assemel aCse a maHestoso cerimonial de recon ecimento da criat"ra ao se" Criador3 reverenciado no oceano de per6"mes em%riagadores de l".es vivas3 coloridas3 de magia desl"m%rante. PERGUNTAI 0oder>3 todavia3 darCnos "ma id-ia apro7imada do aspecto dessas e7posi+,es 6lorais2 RAMATIS! /ão reali.adas em comarcas respons>veis pelo evento 6loral e se reali.am em períodos determinados3 con6orme o clima regente local. * Eclima regenteE da comarca3 sit"ada em .ona tropical3 polar o" e1"atorial3 - 1"e determina o e7otismo de esp-cies di6erentes. Conse1Tentemente3 as 6lores destinadas aos trGpicos3 Fs regi,es 6rígidas o" e1"atoriais3 di6erem de tipos3 entre si. 0or isso3 cada comarca apresenta as 6lores prGprias do se" clima. A tradicional e7posi+ão E%isan"alE3 de "ma comarca do e1"ador3 com se"s esp-cimes de 6lores translAcidas3 de p-talas acetinadas3 e7s"dando per6"me l@ng"ido e s"til3 disting"eCse completamente da dos tipos das regi,es 6rias3 1"e são de esp-cies ac aparradas3 rígidas e carn"das3 de cores 6irmes3 com odores 6ortes. 0or s"gestão do :overno local3 os cientistas tra%al am g"ardando sigilo de s"as e7peri&ncias3 a 6im de proporcionarem ao povo emo+,es inesperadas3 1"e contri%"am para o esplendor das ina"g"ra+,es 6estivas. Assim3 retirados os gigantescos tap"mes 1"e escondem o plantio e o c"ltivo das novas esp-cies3 os visitantes go.am momentos de e7tasiante HA%ilo espirit"al3 ante a ri1"e.a3 sempre renovada3 de cores3 per6"mes e 6ormas prodigiosas3 1"e recordam as paisagens ed&nicas son adas pelos eleitos de <e"s. =en "m poeta o" g&nio do vosso m"ndo seria capa. de descrever o divino sortil-gio de "ma ci&ncia cristã3 onde a pes1"isa e a sa%edoria são instr"mentos s"%alternos da F-. PERGUNTAI ^ noite3 nessas e7posi+,es3 todas as 6lores emitem e resplandecem na s"a l". vegetal2 RAMATIS! /G irradiam l"minosidade as esp-cies de seiva receptiva e tecnicamente c"ltivadas para a a%sorv&ncia de l". e 1"e se destinam a ser intercaladas entre os tipos

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com"ns3 6ormando gr"pos de s"ave claridade policrLmica a envolver todo o recinto da e7posi+ão3 1"e3 vista a dist@ncia3 d> id-ia de "m imenso %ando de enormes aves de l". polari.ada3 1"e o"vessem po"sado em colinas paradisíacas3 de cintila+,es irisadas. PER+&NTA! H> mais de "m departamento respons>vel pela cria+ão e desenvolvimento das 6lores2 RAMATIS! H> "m ECentro FloralE3 respons>vel e coordenador das disposi+,es t-cnicas e características de prod"+ão e 1"e - dirigido pelas maiores cere%ra+,es marcianas3 incl"indo "m Consel o detentor das 6ac"ldades de clarivid&ncia. =o entanto3 o c"ltivo e a pes1"isa de novas esp-cies 6lorais são e7ercidos em todas as comarcas de Marte e3 tam%-m3 no se" sat-lite a%itado. 0rocessaCse3 então3 "ma 6raternal concorr&ncia artística3 no sentido de desco%rir novos padr,es est-ticos de cor3 l". e per6"me. PERGUNTA: M"al seria a impressão geral de "m omem terreno3 de6rontando3 s"%itamente3 "m roseiral marciano3 impregnado de estran os per6"mes e engalanado de El". polari.adaE2 RAMATISI * magnetismo límpido e sedativo 1"e impregna o per6"me das plantas marcianas3 at"aria nele como Ed"c a et-ricaE3 terap&"tica3 p"ri6icadora da s"a a"ra o%sc"ra3 com"mente sat"rada das imp"re.as provenientes de s"as emo+,es in6eriores. /"a mente rece%eria o impacto vitali.ante e pro6il>tico do aroma roseiral3 sat"rado do magnetismo sa"d>vel 1"e se evola da1"ela "manidade espirit"ali.ada. Assim como a atmos6era mGr%ida de "m matado"ro a%ate e con6range a alma delicada e o am%iente calmo e recon6ortante de "m templo religioso desperta emo+,es elevadas3 tam%-m a a"ra am%iental do or%e marciano - %ene6icamente sal"tar aos 1"e rece%em a s"a in6l"&ncia. A impressão s"%stancial do omem terreno3 diante dos ed&nicos roseirais marcianos3 seria a de intenso anseio de p"ri6ica+ão da s"a alma para alcan+ar a %eatit"de angelical. PERGUNTAI 'm Marte tam%-m se dep,em 6lores nos templos religiosos3 por espírito devocional2 RAMATIS! ;am%-mB mas não em vasos o" decepadas das astes3 con6orme 6a.eis a%it"almenteB pois os marcianos3 a c"Ho Eto1"eE pessoal as coisas parecem reviver e se p"ri6icar3 são adversos F a+ão de destr"ir3 irremediavelmente3 1"al1"er e7pressão de %ele.a nat"ral. =os templos e7istem delicadas 6ai7as de c ão desco%erto3 rentes Fs paredes3 1"e alimentam maravil osas trepadeiras e cipGs de aspecto vitri6icado3 6ormando po-ticas vol"tas coloridas3 1"e se tornam translAcidas3 so% a l". das a%G%adas transparentes3 devido a serem esp-cimes c"ltivados em E>g"as radioativasE. A s"a com%ina+ão armoniosa com o"tros tipos de trepadeiras a."is3 lilases3 rosadas e amareloCdo"radas3 recamadas de 6lores policrLmicas3 completam a decora+ão viva e desl"m%rante 1"e enternece a alma na ora do interc@m%io espirit"al da criat"ra com o se" Criador. PERGUNTAI As resid&ncias o" os templos marcianos são en6eitados3 tam%-m3 com 6lores arti6iciais2 RAMATIS! * N não3 me"s irmãosN 'sse arti6icialismo estaria em contradi+ão com as concep+,es espirit"ais do cidadão marciano3 no sentido de Eservir e ser AtilE mas3 sempre3 com e7press,es da 5erdade.

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PERGUNTA: A tend&ncia moderna3 na ;erra3 de se en6eitar as resid&ncias e edi6ícios com plantas vivas3 tais como c>ct"s3 or1"ídeas e miniat"ras de 6ol agens do"tros climas3 a6astaCse o" apro7imaCse dos cost"mes marcianos2 RAMATIS! As delicadas plantas 1"e3 odiernamente3 en6eitam vossos lares e constit"em miniat"ras de Hardins3 nas >reas e entradas das moradias coletivas3 H> mani6estam "m sentido est-tico e decorativo mais ao gosto marciano. As 6lores e vegetais c"ltivados sem e7ageros devem participar da vossa vida íntima3 pois são portadores de magnetismo vitali.ante 1"e ainda não sa%eis a%sorver do am%iente. As esp-cies provindas de o"tros climas e latit"des geogr>6icas tra.emCvos "m po"co do magnetismo de o"tros povos3 6ormando elos de simpatia e 6raternidade. Atrav-s dos con ecimentos 6"t"ros3 da EradiestesiaE3 a vossa ci&ncia sa%er> selecionar as esp-cies3 psí1"ica e magneticamente apropriadas a cada região3 assim como se processa em Marte. 9g"almente3 F medida 1"e os vossos espíritos ascensionarem para e7press,es mais s"%limes3 demonstrareis em torno de vossos passos "m senso de estesia s"perior nas reali.a+,es materiaisB pois o teor moral do espírito re6leteCse o" mani6estaCse no m"ndo de 6ormas3 consoante o gra" da s"a evol"+ão3 podendo conH"gar a emotividade das coisas mais simples F %ele.a s"perior das 6ormas comple7as. PERGUNTA: As 6ai7as de terra recortadas nas resid&ncias o" templos marcianos3 1"e alimentam as esp-cies decorativas3 são 1"imicamente preparadas2 RAMATIS! A E1"alidadeE 1"ímica - 6i7ada e dosada so% processos de sele+ão %acteriana3 em ve. de esterili.a+ão microg&nica3 adotada nos am%ientes 6ec ados. *s vegetais marcianos3 em 6"n+ão parecida F 6otossíntese de vossas plantas3 a%sorvem elementos 1"e3 apGs trans6orma+ão em se" seio3 se enri1"ecem de certa emana+ão magn-tica da atmos6era3 m"ito con ecida dos orientais so% o nome de EpranaE. 'ssa sat"ra+ão revitali.adora e 6avorece a germina+ão das plantas3 constit"indo "ma Ea"toCregenera+ãoE 1"e se opera em sintonia com o preparo da terra so% processos de vitaminoterapia vegetal. ?m p"n ado de terra marciana poderia n"trir >rvores de grande porte no vosso m"ndo. ' gra+as a essa 6ac"ldade a%sorvente do EpranaE3 as trepadeiras e cipGs 1"e serpenteiam nas a%G%adas dos templos religiosos3 a%sorvem3 na ora do (#tase, o magnetismo dos 6i-is3 tornandoCse ainda mais coloridos e l".entes. ;al 6enLmeno da sensi%ilidade receptora dessas plantas3 demonstra como - importante o estado de espírito dos seres no am%iente 1"e os cerca3 pois3 se as emo+,es elevadas alentam3 em%ele.am e elevam o teor magn-tico das prGprias esp-cies in6eriores3 - evidente 1"e as e7alta+,es mentais da cGlera3 raiva3 ciAmes o" ins"ltos dom-sticos impregnamCse3 tam%-m3 nos vegetais e nos demais o%Hetos circ"nstantes3 criando "m am%iente sat"rado de certo magnetismo tG7ico e contagiante3 1"e3 al-m de a6etar a saAde dos 1"e o emitem3 possi%ilita aos estran os sentirem a a"ra %en-6ica o" incLmoda 1"e vi%ra nas pessoas e nos am%ientes com 1"e os mesmos se p,em em contacto. Assim3 este 6enLmeno e7plica por 1"e as aves e a vegeta+ão3 em Marte3 revelam "m estado e"6Grico de vivacidade e con6ian+a3 1"e trad". Ealegria de viverE.

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PERGUNTA! 'm 6ace de a alimenta+ão dos marcianos ser 6eita3 em grande parte3 F %ase de 6r"tas3 poderia in6ormarCnos 1"ais as 6r"tas pec"liares a Marte2 '3 tam%-m3 1"ais os rec"rsos %ot@nicos o" t-cnicos adotados nas planta+.onas3 na 6orma de ne%linas e 6l"idos de radia+. <aí3 as epidemias de etiologia descon ecida 1"e se estão mani6estando em certas . PERGUNTAI M"ais os o%Hetivos mais essenciais nesse c"ltivo de 6r"tas2 RAMATISI /endo a alimenta+ão marciana 6"ndamentalmente %aseada em s"co de 6r"tas e ess&ncias vegetais 1"e devem a%sorver certa percentagem do magnetismo am%iente3 > metic"losa preoc"pa+ão dos cientistas em ap"rarem a 1"alidade da seiva3 tornandoCa cada ve.irão sintomas estran os no meta%olismo org@nico dos 1"e os ingerirem.erCnos alg"ma coisa 1"anto aos e6eitos desse magnetismo so%re as 6r"tas e vegetais2 RAMATIS! 'm 6ace de a a"ra terrestre estar so%recarregada de Eto7inas psí1"icasE3 geradas e emitidas pelo am%iente moral do vosso m"ndo3 dentro em %reve3 notareis 1"e m"itas 6r"tas e vegetais3 in6eccionados por esses 6l"idos delet-rios3 se desenvolverão3 apresentando ma" aspectoB e3 al-m disso3 prod".de teor in6eccioso o" nocivoB e3 como decorr&ncia3 s"as radia+.*B.es mentais da consci&ncia do indivíd"o e da coletividade3 no vosso m"ndo at"al3 essa massa o" len+ol de 6l"idos . /e a alimenta+ão deve ser a mais energ-tica possível3 com "m conteAdo de 6orte radia+ão EvitalCet-ricaE3 > necessidade a%sol"ta de imensos c"idados 1"anto F impregna+ão das 6r"teiras com o magnetismo atmos6-rico. * 6enLmeno res"lta da compressão Emental e magn-ticaE 1"e a a"ra re6letora do vosso or%e devolve para o solo. 0oder> di. 7r. ' esses impactos incessantes dos pensamentos de %ai7a 6re1T&ncia vi%ratGria3 emitidos pela mente do omem3 re6letemCse na vegeta+ão3 inoc"landoCl e to7inas 1"e são preH"diciais aos seres "manos.tic.estes re6er&ncia F impregna+ão de magnetismo atmos6-rico nas 6r"teiras.es magn-ticas são a%sorvidas tam%-m pelos vegetais e 6r"tasB especialmente3 pelos 1"e estão plantados perto das cidades 6ervil antes de movimento.es nocivas.ra. mais compatível com o e1"ilí%rio meta%Glico e psí1"ico dos marcianos. PERGUNTA: 0oderia darCnos maiores esclarecimentos a respeito desse 6enLmeno2 RAMATISI /endo a atmos6era "ma esp-cie de condensador onde se ac"m"lam e agitam as e7press.es no 15$ . PERGUNTA: M"ais são os tipos de 6r"tas marcianas2 RAMATISI A 1"ímica marciana3 m"ito antes de a medicina desco%rir sol"+. t.es 6r"tí6eras2 RAMATIS! A ci&ncia marciana e7erce a%sol"to domínio no campo da 6r"tic"lt"ra3 criando3 mediante processos de 1"ímica sint-tica3 tipos especí6icos para cada e7ig&ncia e região. :igantescos pomares e7perimentais3 so% admir>vel dire+ão t-cnica e preventiva3 mel oram3 s"cessivamente3 a 1"alidade de todos os g&neros de 6r"tas. PERGUNTA! Fi.

*s ind"s3 em medita+ão3 cost"mam recorrer F ingestão de a.a 6ama de conter vitaminas essenciais F dentad"ra "mana.a dos 6r"tos terap&"ticos marcianos3 lem%ramosCvos certos rec"rsos "sados em alg"mas regi. Assim como a esp-cie vegetal 1"e d> o 1"inino nasce3 prodigamente3 nas .o mel or alimento para a s"a cong&nere "mana.Gides de%ilitados pelos e7cessos de anti%iGticos3 revigorandoCos para a s"a 6"n+ão gen-tica. PERGUNTA: ' 1"anto Fs esp-cies vegetais3 como pe1"enos ar%"stos3 poderíamos 155 . Mel oram3 então3 o e1"ilí%rio org@nico e o ritmo no meta%olismo3 esta%elecendo como crit-rio o" sistema serviremCse de 6r"tas em correspond&ncia com a nat"re. '7istem mil ares de esp-cies vegetais criadas pela %ondade de <e"s3 para 1"e a ci&ncia "mana as desc"%ra e "tili.erra3 pelo c"randeirismo sertaneHo3 1"e sa%e disting"ir com e7atidão e "tili.es temperamentais "manas.campo terap&"tico3 H> con ecia as propriedades %en-6icas e c"radoras de certos 6r"tos3 e7aminandoCl es as características e7teriores em rela+ão ao teor 1"ímico da seiva.indicada como Gtimo rem-dio e 6orti6icante da es6era cardíacaB do a%aca7i3 com a s"a con6ig"ra+ão lem%rando o p@ncreas3 o caldo .e em %ene6icio dos en6ermos.es da . PERGUNTAI Como con ecermos essas se1T&ncias3 em analogia com a nossa constit"i+ão 6isiolGgica2 RAMATISI 'm%ora de po"co aH"ste F verdadeira nat"re. ' não vão tardar os ciclos de pes1"isas em 1"e os vossos cientistas encontrarão pe1"enas gl@nd"las vegetais 1"e atendem3 per6eita e 6isiologicamente3 Fs ins"6ici&ncias ipo6is>rias3 aos iper o" ipotireoidismos3 Fs anomalias do timo3 aos con6litos EtireGidicosCovarianosE3 Fs e7a"st.eitonasB e os >ra%es3 Fs t@maras3 certos de 1"e essas 6r"tas são per6eitos Eg@ngliosE vegetais3 1"e l es 6ornecem o magnetismo deseHado para as s"as concentra+.onas litor@neas mais atacadas pela mal>ria3 imensa 1"antidade de 6r"tas3 vegetais e 6lores t&m s"a correspond&ncia astrolGgica e vi%ratGria com Grgãos3 gl@nd"las3 tecidos e disposi+. *s estigmas do mil o desimpedem os %acinetes dos rins3 em per6eita sintonia capilarB a melancia3 na s"a 6ei+ão de enormes gengivas vermel as a s"stentar dentes na 6orma de sementes3 go. As sementes de a%G%ora3 parecidíssimas aos 6ragmentos e7pelidos da con ecida solit>ria o" t&nia intestinal3 são "m poderoso medicamento para a e7p"lsão desse parasitaB a c amada ervaCpiol eira3 especi6ica na omeopatia como Eesta6is>griaE3 evidencia a propriedade de alimentar o" n"trir os espermato.es ipod-rmicas3 1"e desaH"stam o cosmoCcel"lar e irritam as coletividades micro%ianas de s"stenta+ão no e1"ilí%rio 6isiolGgico. *s marcianos 1"e3 desde > m"ito3 lo%rigaram essas verdades p"deram atingir "m estado de saAde incompar>vel3 m"ito s"perior F terap&"tica violentíssima das inHe+.es esot-ricas."sado como e6iciente para conservar a carne tenra3 em analogia o" e1"ival&ncia com a propriedade do s"co pancre>ticoB a %erinHela3 na s"a cor e 6orma renal3 tem apresentado &7ito terap&"tico em mol-stias dos rinsB o pe1"eno estLmago vegetal 1"e são o a%acate e o mamão3 tam%-m semel antes3 com maior vol"me3 são indicados na terap&"tica m-dica como a"7iliares das dietas digestivas de ordem g>stricaB as no.es da s"praCrenal e a o"tras demais ins"6ici&ncias do sistema 6ísico do omem. Alg"mas tri%os de índios %rasileiros con eciam o poder do aipo para enriHecer as 6i%ras m"sc"lares3 1"e3 ali>s3 tam%-m se l e assemel amB os sertaneHos litor@neos a6irmam 1"e a canaCdeCacAcar3 na s"a 6ei+ão e7Gtica de col"na verte%ral3 . Assim3 a manga cora+ãoCdeC%oi .es3 1"e imitam3 sing"larmente3 "m c-re%ro em miniat"ra3 são de comprovada 1"alidade para recompor os desgastes cere%rais.a dos Grgãos en6ermos.arCse das 1"alidades c"rativas de alg"mas 6r"tas com"ns.

0odeis avaliar3 portanto3 a verdadeira terap&"tica com 1"e a <ivindade socorre os se"s 6il os3 nas s"as en6ermidades3 sem a viol&ncia das s"%st@ncias eterog&neas e mineralogicamente radioativas3 1"e alteram com"mente o la%or endocrínico do corpo "mano.con ecer alg"m tipo 1"e nos 6irmasse a certe. <esde 1"e os cientistas terrenos lo%rigassem a verdadeira nat"re. M"ando o%servais no campo 6ísico a desarmonia org@nica3 H>3 de > m"ito3 esse dese1"ilí%rio vemCse operando no campo invisível do magnetismo %iolGgico.ar os e6eitos perniciosos do astral in6erior.es nocivas.ado no campo invisível da energia magn-tica3 1"e se de%ilito"3 é a compensa+ão com "m conteAdo id&ntico e compatível3 para atender aos gastos energ-ticos al-m do normal. PERGUNTA: 0oder> nos dar mais esclarecimentos3 para não con6"ndirmos o ass"nto2 RAMATIS! Fi.es re6erentes aos 6r"tos terrestresB mas3 para 1"e possais assimilar o &7ito terap&"tico dos marcianos3 nesse campo a%en+oado da 5ida3 156 . Conse1Tentemente3 o 1"e primeiro deve ser reali. * sintoma visível3 diagnostic>vel o" passível de "ma descri+ão etiolGgica3 é H> a 6ase derradeira da ca"sa de%ilitada na es6era imponder>vel.es 6l"ídicas em torno3 mesmo as "manas.iriam verdadeiros milagres no campo pro6il>tico3 preventivo e mesmo terap&"tico. *s estados patolGgicos são 6ases de desperdício energ-tico3 o" m> com%ina+ão de 6l"idos do magnetismo necess>rio ao Grgão doente. ' 1"anto a "ma o"tra esp-cie e7Gtica3 a Eg"in-CpipiE3 apresenta a delicada 6"n+ão de ser trans6ormador am%iental3 a%sorvendo os 6l"idos delet-rios e e7alandoCos3 depois3 H> dep"rados das sat"ra+.er a co$ertura magn-tica do Grgão en6ra1"ecido3 at"ando pelo se" divino 1"imismo inacessível aos instr"mentos grosseiros do m"ndo material.emos alg"mas compara+.a são a%en+oados por <e"s3 na tare6a de socorro F criat"ra en6ra1"ecida3 no campo espirit"al3 mas necess>rio 1"e esse socorro encontre a disposi+ão decidida de "ma co%ert"ra a%sol"tamente evang-lica3 para ne"trali.a terap&"tica Fs 6r"tas 1"e mencionastes3 da .sensível F presen+a de 6l"idos no am%iente3 revelandoCos sadios3 1"ando ela se mant-m ereta e viva.3 o" anotandoCos como delet-rios3 coercitivos e imp"ros3 se ela se a%ate e se e7ting"e3 devido F dissocia+ão 1"e so6re no se" campo vital3 so% a proHe+ão de vi%ra+.ando3 so%re si3 energias variadas e na con6ormidade dos se"s estados mentais e espirit"ais. .a dessa a+ão concomitante F es6era psí1"ica2 RAMATIS! A arr"da . ConcomitanteCmente a essa 6"n+ão 1"e o omem e7erce3 de condensador vivo de energias magn-ticas invisíveis3 as 6r"tas tam%-m são condensadores3 em%ora menores e de o"tra esp-cie3 captando3 dosando e encorpando 1"otas de energias3 na 6orma de Grgãos vegetais emancipados3 1"e operam em Eca"sa prGpriaE. Cada Grgão 1"e comp.ornamos a repetirCvos3 no entanto3 1"e assim como a simples presen+a de vegetais como a arr"da não pode servirCvos de prote+ão e de6ensiva3 a Eg"in-CpipiE3 mesmo 1"e a planteis Fs centenas3 em tomo de vGs3 não conseg"ir> p"ri6icar o am%iente desde 1"e o vosso governo mental esteHa a6astado do Cristo.a con6ig"racional e E1"ímicoCmagn-ticaE das 6r"tas3 1"e agem em correspond&ncia com as de%ilidades E%iomagn-ticasE de cada Grgão do corpo "mano3 prod". BastarCl esCia indicarem esp-cies 6r"tí6eras c"ltivadas so% disciplina astrolGgica e em per6eita rela+ão com o nascimento tamC %-m astrolGgico de cada doente. PERGUNTAI 0odíamos3 realmente3 atri%"ir nat"re. A 6r"ta teria por 6"n+ão 6a.erra3 em correspond&ncia com os Grgãos a 1"e tam%-m al"distes2 RAMATIS! * omem .es c>"sticas do am%iente. na realidade3 "ma esp-cie de %arLmetro vegetal 1"e identi6ica todas as emana+."m condensador em miniat"ra no oceano do magnetismo cGsmico3 centrali.odos os rec"rsos da nat"re.e o se" cosmos cel"lar3 a%sorve e rec"peraCse com energia correspondente F s"a 6"n+ão e necessidade3 especi6icamente F s"a 6orma e F s"a tessit"ra. . É.

odas as >rvores 6r"tí6eras prov&m de m"das c"ltivadas em gigantescos par1"es padr.diremos 1"e esse E1"imismoCvitalCmagn-ticoE3 a 1"e al"dimos3 nas 6r"tas e em correspond&ncia com os prGprios Grgãos "manos3 a ci&ncia marciana logra acionar F vontade3 maneHandoCo com a%sol"ta seg"ran+a. . PER+&NTA! M"ais as 1"alidades 1"e mel or disting"em os 6r"tos marcianos dos de nosso m"ndo 6r"tic"ltor2 RAMATIS! . *s 6r"tos3 posteriormente3 se desenvolvem em concomit@ncia com o magnetismo 1"e tam%-m circ"la nos Grgãos "manos3 pois os 6r"tic"ltores conseg"em armoni. /"pondo3 no vosso m"ndo3 1"e a manga Ecora+ãoCdeC%oiE seHa e6iciente para as en6ermidades cardíacas3 por1"e a s"a 6orma e o se" conteAdo traem algo da1"ele Grgão cordial3 . Mas não podemos dei7ar de vos anotar 1"e são os omeopatas3 na s"a terap&"tica din@mica3 in6initesimal3 1"e mel or penetram nesse E1"imismoCetereomagn-ticoE das 6r"tas. Mencionamos os 6atos do m"ndo imponder>vel3 invisível F instr"menta+ão de la%oratGrios e acessível sG ao raciocínio o" F 6enomenologia ectoplasm>tica do campo mediAnico.1"e permitir> con ecer a %ase 6"ndamental para a recomposi+ão da de6ici&ncia magn-tica.er a terap&"tica aplic>vel3 no momento3 pois "ma %ra1"icardia e "ma ta1"icardia são estados completamente opostos.ar o teor e7ato de cada 6r"ta a "m 1"imismo magn-tico de cada Grgão "mano. PER+&NTA! M"ais os rec"rsos o" tratamentos 1"e os marcianos dão aos 6r"tos3 para maior &7ito nos rec"rsos terap&"ticas2 RAMATIS! *s cientistas marcianos coordenam tanto a germina+ão como o desenvolvimento das >rvores 6r"tí6eras3 em 6ace de operarem no Ed"ploCet-ricoE das mesmas.es desses 6l"idos e7citativos o" let>rgicos e podem dirigir com &7ito a ascensão e distri%"i+ão da seiva vegetal.m"itíssimo di6erente da vossa 6armacologia com"m.es 6armacolGgicas.a 1"anto Fs 1"alidades 1"ímicas medicamentosas dos vegetais e 6r"tas3 a%ilmente aplic>veis aos casos patolGgicos3 1"er na alopatia 1"er na omeopatia. Conv-m distinC g"irdes a imensa dist@ncia 1"e e7iste entre as propriedades terap&"ticas de 6r"tas e as dos vegetais3 c"Ha a+ão na es6era imponder>vel do magnetismo cGsmico .mister veri6icar a 1"e estado patolGgico corresponde3 para não contradi.es transcendentais3 despertam descon6ian+a ao mecanismo de apalpa+ão dos la%oratGrios.es an>logas3 1"e ainda oHe3 pelas s"as no+. /G o con ecimento íntimo e pro6"ndo do 1"imismo do vegetal3 na s"a mani6esta+ão EastroCet-reaE3 .simples indica+ão de poss"ir 1"alidades terap&"ticas ade1"adas F1"ele tipo de Grgão3 sem 1"e3 no entanto3 essa indica+ão esclare+a a 1"e estado patolGgico corresponde. <esco%ri" as 1"alidades intrínsecas das 6r"tas em 6"n+ão das c"ras "manas e sa%e3 metic"losamente3 o teor e a 6"n+ão de cada Grgão. H>3 nos 6r"tos3 e nos Gifos "manos3 "ma per6eita correspond&ncia entre as mani6esta+.es3 onde se o%t&m 6r"tas isentas de sementes3 de "m 1"imismo pro6il>tico3 livres 15# . =ão pomos dAvidas so%re o "so sadio e racional 1"e a medicina preconi. Aproveitam3 inteligentemente3 todas as in6l"&ncias de astros circ"nvi.es de EradiopatiaE3 EastropatiaE e EmagnetorradiopatiaE o" coordena+.es tri6>sicas do m"ndo mineral3 vegetal e animal3 so% a reg&ncia da /"prema 8ei <ivina. =o 6"t"ro3 vos serão 6amiliares as no+. =o entanto3 a con6ig"ra+ão da 6r"ta3 semel ante a "m Grgão "mano3 . A a+ão imponder>vel na 6"n+ão e7citadora o" adstringente di6ere m"ito dos processos do plano 6ísico3 o%Hetivo3 1"e se %aseia na e7perimenta+ão e em sol"+. A impondera%ilidade da omeopatia permite agir na intimidade eletrLnica dos tecidos3 at"ando mais a contento e com e6ici&ncia nas ca"sas3 sem violentar os Grgãos doentes.in os3 1"e at"am no campo et-ricoCastral das plantasB controlam as a+.rataCse de "m verdadeiro processo 6armacolGgicoCpreventivo3 em 1"e H> 6icam estereotipadas as esp-cies de 6r"tas3 como indica+ão terap&"tica aos casos patog&nicos 1"e s"rgirem.

0oderíeis ingerir laranHas com odores de cravo3 violeta3 rosa o" Hasmim3 sem 1"e3 por isso3 desaparecesse o odor 6"ndamental3 laranHa3 e tam%-m a s"%st@ncia pec"liar dessa 6r"ta.es e7atas do conteAdo seivoso3 con6orme a temperat"ra3 pressão e magnetismo et-rico do meio onde a planta vai a%itar.onas antípodas. * desenvolvimento se 6a. Assim3 con6orme H> vos descrevemos3 a mesma esp-cie de rosa pode apresentar inAmeros tipos odorantesB tam%-m nos 6r"tos3 os cientistas conseg"em o mesmo.es3 podeis conHet"rar o"tras esp-cies de 6r"tas como a%aca7is3 ma+ãs3 "vas o" peras. Como entendermos essa especi6ica+ão2 RAMATIS! .as o" microrganismos destr"idores. Conseg"iram adaptar nos tipos especiais3 temperat"ras internas3 mais o" menos d"r>veis3 con6orme o tempo de mat"ridade do 6r"to. PERGUNTA! 0oder> citar "m e7emplo desses per6"mes diversos3 comparados com "m tipo de 6r"ta terrena2 RAMATIS! 9maginai3 em E6ilaE3 "m cento de laranHas sem sementes o" 6i%ras c"Hos gomos são pe1"eninos reservatGrios de caldo am%rosíaco. <aí a a%ilidosa cone7ão Epsico6ísicaE 1"e os marcianos reali. * sistema endocrínico3 prod"tor dos ormLnios gland"lares no omem3 tam%-m atinge "ma 6ase de sat"ra+ãoCpsí1"ica o" enHLo3 dimin"indo a prod"+ão de s"cos g>stricos3 ante a persist&ncia demasiada de "ma sG 6orma digestiva.a do paladar marciano a sensa+ão de penetrante magnetismo e"6Grico. As >rvores 6r"tí6eras destinadas Fs . ="m crescente s"cessivo3 essa 6ila apresenta Ecem odoresE di6erentes3 mas todos traindo o aroma central3 indestr"tível3 o" seHa3 o 6"ndo odorante3 especí6ico3 do verdadeiro gosto da laranHa nat"ral. atrav-s de planos cienti6icamente desdo%rados3 com as previs. H> os tipos gelatinosos3 sem 6i%ras o" sementes3 destit"ídos de pelíc"las o" c-l"las e 1"e3 apGs a degl"ti+ão3 dei7am na p"re.al como ocorre na es6era das 6lores3 a 1"ímica e a %ot@nica tam%-m operam H"ntas no desenvolvimento e aper6ei+oamento de v>rios odores na mesma esp-cie de 6r"tas.am no 1"imismo das 6r"tas3 em 1"e a mesma esp-cie necess>ria ao meta%olismo org@nico3 em%ora ingerida contin"amente3 apresenta odores di6erentes3 1"e mant&m desperto o mecanismo endocrínico.aos reg"ladores das 6"n+. =as mesmas disposi+. PERGUNTA: * irmão menciona En"tritiva e odoranteE. PERGUNTA: 'ssas 6r"tas são s"%stancialmente id&nticas Fs da . * solo preparado3 tam%-m3 em correspond&ncia com o terreno da 6"t"ra moradia da >rvore 6r"tí6era. PERGUNTAI '7iste3 ainda3 mais alg"ma distin+ão nesses 6r"tos em rela+ão aos nossos2 RAMATIS! 0rincipalmente 1"anto F temperat"ra vari>vel3 1"e a ci&ncia marciana o%t-m nas esp-cies de 6r"tas destinadas Fs .onas e1"atoriais prod".onas sensoriais do c-re%ro at.es %iliares3 g>stricas o" respons>veis pela at"a+ão da secretina pancre>tica. /e d"rante trinta anos terrenos ingerirdes3 diariamente3 a%acate o" laranHa3 os estím"los nervosos e7citativos aH"stamCse a esse g&nero de alimenta+ão3 6"ncionando correlatamente com as .erra2 RAMATIS! *s tipos mais preciosos são verdadeiros EinvGl"crosE de caldo sa%oroso3 semel antes a Ecompotas vivasE3 de avel"dada carne vegetal3 concentrada3 n"tritiva3 odorante.de imp"re.em 6r"tos de caldo 15( . 6enLmeno3 evitando a monotonia de "m mesmo aroma3 a 6im de não decair a prod"+ão de s"cos e ormLnios da digestão.

es eletrLnicas3 para 1"e ocorram tam%-m modi6ica+. =ão conseg"is3 no vosso m"ndo3 com a mesma energia el-trica3 prod". *peram de dentro para 6ora3 com mais &7ito e d"ra%ilidade3 1"er reali. PERGUNTAI As 6r"tas são isentas de microrganismos destr"idores2 RAMATIS I A%sol"tamente livres dos apodrecimentos com"ns das 6r"tas terrenas3 por1"anto seg"em3 paralelamente3 as mesmas disposi+.es3 > "m tratamento pro6il>tico 1"e permite F seiva das 6r"tas conter 6or+as de6ensivas contra pro%a%ilidades de proli6era+ão de germes danin os.a1"ecido3 morno3 em acent"ado contraste com a temperat"ra am%iente. /e a1"ecerdes 6r"tos com "m com%"stível e7terior3 tornais e7pansivas as Gr%itas dos eletrLnios no interior da seiva 6r"tí6era3 o" se os gelais3 prod". *s processos 1"e e7ec"tais Epor 6oraE na prote+ão dos 6r"tos o" da lavo"ra3 servindoCvos de s"%st@ncias 1"ímicas para e7tin+ão dos microrganismos preH"diciais3 a ci&ncia marciana3 sempre de sentido pro6il>tico3 opera na intimidade da s"%st@ncia energ-tica das 6r"tas e conseg"e o &7ito deseHado. 159 . vegetalE3 nas 6lores3 1"er variando as temperat"ras das esp-cies 6r"tí6eras.a %ase de todas as vossas at"ais reali.es logicamente previstas.es.criadora3 apenas conseg"e s"cesso em aparel amento material3 os cientistas marcianos operam com o magnetismo na intimidade atLmica3 conseg"indo modi6icar3 sem viol&ncia3 as %ases dos padr.is o 6enLmeno oposto. em sentido oposto3 esta%elecer a temperat"ra g-lida dos re6rigeradores3 sorveterias o" 6rigorí6icos2 'n1"anto a vossa ci&ncia3 em todos os campos de vida3 distante de F.re6rescante3 1"e minora a temperat"ra do meioB as esp-cies destinadas )s .es eletrLnicas3 atrav-s desse prGprio magnetismoC et-rico3 1"e orienta e reg"la3 acelera e retarda os sistemas atLmicos 1"e 6ormam a conte7t"ra material.es íntimas das constela+.a+ão devido F maravil osa condi+ão do se" magnetismoCet-rico3 %ase de toda a s"a vida3 assim como a eletricidade . *s marcianos podem modi6icar3 com 6acilidade3 a temperat"ra dos 6r"tos3 por1"e operam diretamente na e7pansividade o" contra+.a+.onas g-lidas co%remCse de 6r"tos c"Ho interior .es3 gelide.ando a magia da El".es com"ns.es3 imanta+.es3 a1"ecedores3 o" est"6as3 e.es da saAde impec>vel dos marcianos. o" a1"ecimento3 %astando alterar as disposi+. =o c"ltivo 6eito nos par1"esCpadr. PERGUNTA I /erCvosCia possível "ma e7plana+ão mais ampla2 RAMATIS! *s marcianos conseg"iram essa reali.ir calor em 6og. A seiva do vegetal o" do 6r"to não passa de "m elemento EminerovegetalE3 com o se" conteAdo acessível a radia+.

2 16) .sempre a 6avor do conH"nto disciplinado pelo 'stado.ado3 1"e prod"."ma necessidade para a so%reviv&ncia "mana3 o" rec"rso positivo para a li%erta+ão econLmica3 criamCvos a no+ão 6alsa de 1"e deveis l"tar3 6"riosa e ardentemente3 para mais %reve vos livrardes do tra%al o.es vegetais3 semel antes a seda l"minosa3 esp-cies de or1"id>rios terrestres3 1"e in"ndam a atmos6era de per6"me s"ave e sadio.sempre "ma opera+ão din@mica3 1"e desenvolve no espírito as s"as reais 1"alidades de 6"t"ro EanHoCcriadorE. PER+&NTAI Acredit>vamos 1"e a espirit"alidade s"%limada devesse ser o o%Hetivo potencial de nossa passagem pela vida "mana3 em%ora o tra%al o nos crie H"stas e7ig&ncias. PERGUNTAI M"al o am%iente interno dos setores o" agr"pamentos de tra%al o2 RAMATIS! /ão verdadeiros templos de la%or 6raternal e santi6icante3 de aspecto 6lorido e po-tico3 com%inados F l". PERGUNTA I M"al o g&nero de tra%al o mais v"lgari.odo es6or+o individ"al . A concep+ão de tra%al o como Eo%riga+ão incLmodaE 1"e 6a.erra3 . H> intensa preoc"pa+ão do :overno em proporcionar am%iente agrad>vel e estim"lante de 0a. *s marcianos3 ao inv-s de aceitarem a 6"nC +ãoCtra%al o como rec"rso "tilitarista3 consideramCno maravil oso rec"rso de ap"ramento ang-lico3 necess>rio para despertar o dinamismo 1"e3 na alma "mana3 .reprod"+ão microcGsmica dos poderes macrocGsmicos do 0ai.ado em Marte2 RAMATISI . t"do 1"anto . =o entanto3 o la%or "mano3 so% 1"al1"er e7pressão "milde o" r"de3 em 1"al1"er sit"a+ão planet>ria do Cosmos3 . PERGUNTAI M"ais as 6inalidades 6"ndamentais do tra%al o marciano2 RAMATIS! =ão se tra%al a so% o regime de e7a"stiva competi+ão para maiores l"cros em %alan+o 6inal. A id-ia 1"e vos condiciona3 desde a in6@ncia3 de 1"e o tra%al o . =ão > preoc"paCcão de Emaior 1"antidadeE com o sacri6ício da E1"alidadeE3 so% min"ciosos c>lc"los 1"e asseg"rem l"cros individ"ais. A 6inalidade do la%or3 em Marte3 visa F ri1"e. M"e nos di.rataCse de planeta essencialmente ind"striali. e Alegria3 1"e são 6"ndamentos gerais da vida marciana. =ão > e7perimentos3 avent"ras3 iniciativas o" constit"i+.a coletiva3 n"m ritmo e p"lsa+ão em 1"e cada indivíd"o constit"i valiosa pe+a da ma1"inaria armoniosa do Bem Com"m. . *s setores de tra%al o são decorados com trepadeiras de cord.3 para 1"e a alma incipiente oHe3 sai%a3 aman ã3 operar com &7ito e seg"ran+a nos m"ndos Ee7tramateriaisE.necess>rio ao s"stento da s"a "manidade3 atrav-s dos mais avan+ados processos3 em gigantescos par1"es ind"striais.es F parte com 6ins l"crativos pessoais3 1"e ven am a 6ormar 1"istos de interesses privilegiados na com"nidade. emotiva e psicolGgica do g&nero de la%or. K "m e7ercício gradativo3 o" preparo certo e e6ica.%em distinta deP Etra%al oCmissãoE3 con6orme o aceitam os marcianos. .em por 6"n+ão precíp"a3 o tra%al o do omem3 ativar o potencial divino 1"e est> adormecido na s"a intimidade espirit"al.eis3 na .*> Traba -o. <ois ter+os de s"a pop"la+ão participam desses empreendimentos.

<e"s pensa e cria o CosmosB o anHo tra%al a e cria o microcosmo. * tra%al o3 em 1"al1"er sit"a+ão3 por mais r"de e "mil ante3 e7a"stivo e comp"lsGrio3 a1"ece as energias divinas 1"e Ha. * ind"strial 1"e dirige portentosa empresa de responsa%ilidade coletiva .6"n+ão %>sica dessa 6"t"ra consci&ncia espirit"ali. * crit-rio 1"e l es dirige o pensamento .em latentes no 6"ndo de toda alma "mana3 apressando a concreti. <esde os el-ctrons em torno dos nAcleos atLmicos3 no microcosmo3 at.a+ão das 6ig"ras de novos sat-lites criadores3 a servi+o do 0ai.tão valioso3 perante o Criador3 o ser 1"e esgaravata os esgotos da cidade3 para manter sadia a pop"la+ão com o se" Etra%al oE3 como o administrador pA%lico 1"e ideali.em certos es6or+os para 1"e o tra%al o terrestre se torne mais agrad>vel. A e7a"stiva const@ncia de "m organismo em contín"o Etra%al oE so%re o piano3 de"C vos "m gigante c amado Beet ovenB a persist&ncia no maneHo das tintas e na rigide. 's6or+amoCnos3 contin"amente3 para "m %reve repo"so3 c"Ho o%Hetivo .ão da perman&ncia do oper>rio3 e3 tam%-m3 a de proporcionarCl e mAsica3 agremia+ão esportiva e tertAlias de car>ter social.todo pessoalI desenvolver as s"as prGprias energias criadoras. 'sta orienta+ão est> certa2 RAMATIS! *s c e6es ind"striais 1"e assim procedem são almas H> aprimoradas3 alg"mas ve.os astros em torno dos sGis3 no macrocosmo3 t"do demonstra 1"e o Etra%al oE .es3 são prod"tos de "m la%or íntimo3 inici>tico3 de "m Erit"alismoE interno3 divino3 1"e l es disciplino" os movimentos n"m c"rso 1"e deveis aceitar como Etra%al oE. PERGUNTA: Cont"do3 em nosso m"ndo3 H> se 6a.ada3 mas pro6"ndamente criadora. 'di6icam indAstrias3 mo"reHam 161 .er o se" tra%al o o mais %em 6eito possível3 por1"e o caso .em essa %olota crescer no 6"ndo da terra e atingir a magnit"de de >rvore 1"e se trans6orma em 6onte criadora de som%ra3 len o3 calor e "tilidades. /G a Eespirit"alidadeCcriadoraE .a os planos de alimenta+ão o" de ed"ca+ão coletiva.es planet>rias.a+. A nossa3 tend&ncia inata ."m proHeto de E6"t"roCanHoE3 em tra%al o de crescimento nos m"ndos planet>rios3 assim como o servente3 no 6"ndo da vala3 H"ntando pedras e argamassa de cimento3 tam%-m edi6ica em si mesmo o arca%o"+o valioso de o"tra alma ang-lica. =o seio da %olota est> a gigantesca >rvore do carval oB mas C o tra%al o e7a"stivo3 a renAncia a%sol"ta3 a a%dica+ão de 1"al1"er provento e7tempor@neo3 1"e 6a.mente ainda não nos integramos tão conscientemente nessa concep+ão de Etra%al oE. das pedras3 6i7o" no m"ndo das 6ormas o admir>vel Mig"el engeloB a camin ada 6atigante3 o movimento contín"o em dire+ão ao desgra+ado3 estereotiparam a 6ig"ra santi6icada de Francisco de Assis.1"e poderia edi6icar a maravil osa ma1"inaria 1"e demonstram as reali. *s santos3 os artistas3 os g&nios e os cond"tores de m"ltid.o de 6a. 'm m"itas 6>%ricas e indAstrias3 H> se mani6esta a tend&ncia de decor>Clas especialmente3 atendendo F ra. * minAsc"lo 6io de regato3 1"e desce das encostas distanC tes3 sG ad1"ire as prerrogativas de maHestoso rio depois 1"e se entrego" ao espont@neo la%or de desenvolver e ac"m"lar as s"as prGprias energias latentes3 misteriosamente adormecidas na1"ele primeiro imp"lso de simples gotas de >g"a. RAMATIS! * marciano compreende 1"e .conseg"ir mais r>pida li%erta+ão das conting&ncias econLmicas. PER+&NTA! 9n6eli.es espíritos de Marte e de o"tros or%es mais evolvidos3 1"e descem ao vosso m"ndo para aH"star os setores de tra%al o a "m nível s"perior.Evencer o tra%al oE o mais %reve possível.RAMATIS: K G%vio 1"e se <e"s 6osse a Eespirit"alidadeCest>ticaE3 apenas "m estado de in-rcia3 não veríeis os colares de es6eras rodopiantes na tela astronLmica do Cosmos.

'sses3 <e"s os premia com maravil osas sit"a+. 4> vos dissemos 1"e o marciano poder> transitar por toda a e7ist&ncia 6ísica3 a%sol"tamente ocioso3 sem ass"mir 1"al1"er responsa%ilidadeB e o 'stado3 1"anto Fs necessidades 6"ndamentais o" imprescindíveis 1"e a vida e7ige o" imp.ornam o tra%al o "mano agrad>vel3 ameno e deseH>velB eliminam a concep+ão de atividade escrava3 prGpria das almas egoc&ntricas3 interesseiras e avaras3 1"e passam pelo vosso m"ndo como aves de rapina3 ac"m"lando e7cessos de ri1"e.o marciano.a+ão pA%lica3 1"er e7ercendo tare6as de maior sacri6ício3 compet&ncia e responsa%ilidade.dia e noite para o progresso econLmico3 desenvolvem contin"amente novos @ng"los de servi+o e la%or coletivo3 mas3 em todos os se"s atos3 dei7am a marca incon6"ndível do Eservidor cristãoE3 1"e3 a par de progresso e l"cros3 sente3 tam%-m3 as emo+.ados na es6era de o6iciali.es comp"lsGrias. 'ntretanto3 1"al1"er oper>rio pode candidatarCse a provemos de E orasCs"perioresE3 1"er seHa empreendendo c"rsos especiali.menos valiosa 1"e a E oraC engen eiroE3 em 6ace dos H"stos direitos no setor das responsaC %ilidades.es e consel os de controle3 na 6ei+ão dos demais departamentos s"%ordinados ao Grgão central.adora3 no sentido de aH"ste la%orioso o" e7igente de o%riga+.6eito so% a mais a6et"osa espontaneidade3 não e7istindo3 em Marte3 nen "ma instit"i+ão corretiva3 6iscali. PERGUNTA: Como poderíamos desenvolver "m conceito mais no%re do tra%al o3 em nosso m"ndo3 a 6im de 1"e dimin"a essa prover%ial aversão a "m es6or+o da o%riga+ão "mana2 RAMATISI /G o con ecimento dos o%Hetivos sagrados3 1"e dirigem a alma para a s"a 6"t"ra con6ig"ra+ão ang-lica3 pode tornar o terrícola tão devotado ao tra%al o como H> .er3 1"al virt"ose 1"e se e7tasia ao dedil ar o se" instr"mento. o regato a percorrer mil ares de 1"ilLmetros ao encontro do oceanoB a 6or+a criadora 1"e dirige a semente3 no 6"ndo do lodo3 para desa%roc ar em lírio sat"rado de per6"me3 movem3 tam%-m3 na consci&ncia do omem marciano3 os elementos 1"e o tornam consagr>vel ao tra%al o3 sensível ao la%or3 p"ro e ent"siasta nesse pra.3 assim como o al"no acad&mico esgotaCse na ansiedade de o%ter as prerrogativas da pro6issão li%eral. K necess>rio3 no entanto3 compreenderdes 1"e t"do . . *s dividendos dessa sociedade são distri%"ídos3 milimetricamente3 Fs responsa%ilidades de E orasCdeCtra%al oE de cada cidadão.es e as ansiedades dos s"%alternos. * deseHo ardente com 1"e a 6lor proc"ra %e%er o raio de sol3 para desa%roc ar3 em 6ascinante ta+a 6loral de per6"me e7tasianteB o mist-rio insond>vel3 1"e cond". ' estes 6atores ditam o valor intrínseco dessas oras de traC %al o3 como estím"los para 1"e os menos credenciados proc"rem enseHos compatíveis com estados espirit"ais mais elevados.a e rec"sando oport"nidades de crescimento espirit"al aos se"s cooperadores. H> 1"e disting"ir3 no entanto3 1"e a E oraCoper>rioE . 'ste3 em 6ace da convic+ão a%sol"ta de 1"e est> %"rilando3 em si mesmo3 a imagem do anHo eterno3 cooperador 6"t"ro do /en or na cria+ão dos m"ndos e das coisas3 %"sca o tra%al o com a m>7ima avide.es em m"ndos mel ores3 por1"e so"%eram sentir a dor e a necessidade do prG7imo.e3 não dei7ar> de 162 . PERGUNTA: M"al "ma id-ia apro7imada3 para nosso entendimento3 1"e nos de6ina mais o" menos o sistema de s"stento econLmico de Marte2 RAMATIS! <ispensandoCnos de ditar "m tratado do"trin>rio3 ao modo terrícola3 envidaremos o possível para res"mirmos esse sistema n"ma 6ei+ão com"mI Considerai a "manidade marciana "ma sociedade anLnima3 ind"strial3 regida por "ma diretoria c amada :overno3 com as s"as comiss.

PERGUNTA! *s 1"e 6ogem ao tra%al o com"m3 não podem go.))) oras3 a 6im de poder o%ter E orasCs"perioresE.aE3 .es comp"lsGrias. As mani6esta+.em e7ig&ncias a%sol"tas e se +riam o%riga+. /o% tal sistema de la%or3 os ociosos e re6rat>rios Fs o%riga+.ar de condescend&ncias especiais de parentes o" amigos2 16! . H>3 pois3 o Edireito de %er+oE3 como incondicional o%riga+ão do 'stado para prover a1"ele 1"e nasce em se" or%e3 do alimento3 do vest">rio3 do lar e de todas as necessidades com"ns aos demais. 'm%ora todo o Edireito de %er+oE instit"a3 tam%-m3 a Eo%riga+ão de %er+oE3 o" seHa3 o compromisso t>cito de contri%"ir com "m nAmero de E orasCservi+oE para a com"nidade3 tal o%riga+ão 6ica adstrita F vontade do cidadão. PERGUNTA: ' não acontece3 então3 1"e alg"ns cidadãos resolvam viver e7cl"sivamente F c"sta do 'stado2 RAMATIS! ^s ve.ado "m mínimo de 1).es de %er+o 6icam circ"nscritos aos %ens com"ns do or%e3 dei7ando de "s"6r"ir as maravil osas oport"nidades t"rísticas e artísticas 1"e são 6ac"ltadas aos 1"e c"mprem integralmente o se" dever para com a com"nidade.es3 e6etivamente3 alg"ns resolvem li%ertarCse dos encargos e7igíveis pela com"nidade3 pre6erindo a vida nLmade e aproveitando todos os rec"rsos do Edireito de %er+oE3 como .))) E orasCservi+oE3 com"ns3 .es de rec"sa ao tra%al o contín"o3 1"e alg"ns revelam3 são casos e7cepcionais e3 como a6irmamos3 prov&m mais de almas imigradas de o"tros m"ndos3 onde a 6"n+ão de tra%al o r"de .com"mente de6inida a o%riga+ão estatal para com o cidadão. =o entanto3 geralmente3 tempos depois3 vem o reaH"ste3 a re6le7ão3 por tratarCse de almas onestasB e3 então3 tais ociosos3 reconsiderando 1"e s"a atit"de est> em desacordo com o sistema normal de vida3 resolvem compensar a coletividade entregandoCse a6anosamente a tare6as de sacri6ício a 6im de repararem e co%rirem o Etempo perdidoE.1"e se 6a.necess>rio ter reali. A "manidade marciana3 mais prG7ima da realidade espirit"al3 -3 tam%-m3 mais prGdiga no Eservir e amarE3 instit"indo deveres na com"nidade3 mas dei7ando a decisão espont@nea de os c"mprirem. PERGUNTA: ' o 1"e não c"mpre a Eo%riga+ão de %er+oE pode o%ter em servi+os especiais as al"didas E orasCs"perioresE3 1"e l e permitirão 6a. PERGUNTA I M"ando o irmão se re6eri" ao Edireito de %er+oE3 1"eria nos in6ormar 1"e esse direito -3 incondicionalmente3 de todos3 mesmo dos 1"e se neg"em ao tra%al o com"m2 RAMATISI K mister 1"e compreendais3 %em claro3 1"e F medida 1"e o espírito ascende para estados mais elevados3 a"menta sempre a s"a capacidade de amor e de renAncia. po%re.considerada algo desairosa a certas mentalidades3 con6orme ocorre m"itas ve.))) orasCcom"ns e6etivadas.er a1"isi+. * espírito integralmente marciano3 isto -3 provindo de ree#carna+.es e direitos dispensados aos mais la%oriosos. /G no vosso m"ndo3 onde a id-ia egoc&ntrica de 1"e Edar tra.es do mesmo or%e3 não mais vacila na s"a post"ra moral e consciente de darCse em %ene6ício do prG7imo. 'stas oras são permitidas3 n"ma ta7a proporcional de 2)b so%re cada 1).es em vosso or%e.ampar>Clo nas mesmas condi+.es de coisas s"plementares2 RAMATIS! /"pondo 1"e a Eo%riga+ão de %er+oE e7iHa do cidadão "ma contri%"i+ão de 6).

a marciana3 sentindo no cora+ão a cr"el di6eren+a entre "ma coletividade 1"e é amor desinteressado e a terrícola3 c"Ho a6eto3 1"ase sempre3 é cortina de negGcios egoc&ntricos3 vGs os podeis con ecer na 6ig"ra des ses omens a6litos pela li%erta+ão espirit"al3 ang"stiados para mel orar o se" or%e3 16$ .livre de agir con6orme ditar o se" sentimento3 desde 1"e não prod". PERGUNTA: 0odemos considerar3 na .es se" se aH"starem F disciplina e responsa%ilidade da vida marciana3 são endere+ados a planetas Ea1"-m de MarteE3 onde se recomp.preceito de vida cGsmica. *s espíritos 1"e permanecessem irred"tíveis no Edolce 6arnienteE3 na vida 6ísica marciana3 em%ora s"stentados 1"anto o mais la%orioso cidadão3 ao desencarnar seriam dissociados para o"tras "manidades compatíveis com o se" psi1"ismo indolente. * se" sentido de vida3 H> e1"ili%rado e sintoni.erra.erra3 alg"ns espíritos marcianos a1"i reencarnados3 para o reaH"ste la%orioso da vida de Marte2 RAMATISI 9nAmeros deles peram%"lam pelo vosso m"ndo em v>rias tare6as de reaH"ste3 revelando acent"ada di6eren+a do espírito com"m da . :"ardando no s"%consciente a lem%ran+a da armonia e da %ele.em no seio de o"tra "manidade irred"tível nas s"as e7ig&ncias la%oriosas. <esenvolvem3 na miniat"ra espirit"al de s"as organi.emC se a 6avor do prG7imo3 incondicional e ardentemente. ApGs viverem n"ma e7ist&ncia3 e3 por ve. PERGUNTA: Cont"do3 permitaCnos conHet"rarI admitindo 1"e certos espíritos3 mais negligentes3 aproveitandoCse dos 6avorecimentos grat"itos do :overno3 permanecessem na ociosidade d"rante toda s"a e7ist&ncia 6ísica3 1"e medidas seriam tomadas para com esses Ein6ratoresE o" displicentes2 RAMATIS! EA cada "m con6orme as s"as o%rasE . PERGUNTA: Ho"ve 6atos assim3 em Marte2 RAMATIS! 9nAmeras ve.es3 gra+as F compai7ão de mentores tolerantes3 repetirem mais d"as o" tr&s reencarna+. =ão carecem de a"toCes6or+o de EcaridadeE3 so% programa determinado o" apelos veementesB agem em dire+ão ao maior %em al eio3 e7p.RAMATISI <entro dos princípios maravil osos da vida espirit"al3 em 1"e Ese deve 6a.es no m"ndo de 6ormas3 a tessit"ra de 8". K "m gesto nat"ral3 espont@neo3 "ma p"lsa+ão rítmica 1"e parte integrante de se" organismo espirit"al. Crística 1"e %an a toda a vida cGsmica do se" planeta3 1"e l es signi6ica a escola planet>ria da eterna 6elicidade.er doa+ão de oras de servi+o com"m e de o%riga+ão pessoal3 como 6avorecimento al eio3 mas .a transtornos F coletividade.er aos o"tros a1"ilo 1"e 1"eremos 1"e nos 6a+amE3 princípio cGsmico em Marte3 cada "m tam%-m . <e cada gr"po de almas 1"e emigram do"tros or%es menos evolvidos para Marte3 > sempre "ma percentagem 1"e não se adapta3 integralmente3 ao ritmo e1"ili%rado do conH"nto. 'sp-cie de Epe1"enos anHos decaídosE3 tra%al am a6anosamente para ad1"irirem as prerrogativas perdidas no am%iente s"perior. =ão se permite 6a. Conse1Tentemente3 inspirados em conceitos an>logos ao 'vangel o de 4es"s3 em vosso m"ndo3 os marcianos tam%-m operam no sentido crístico de Eservir e amarE3 independente de interesses3 considera+.a+.es o" direitos al eios.es internas do Cristo planet>rio3 pode lev>Clos F mais completa renAncia por alg"-m3 com o HA%ilo e a nat"ralidade com 1"e vGs sa%oreais os mais deliciosos con6eitos.6ac"ltado trans6erir os direitos de E orasC s"perioresE3 o%tidas em servi+os e7cepcionais3 por1"e se trata de "m %em 1"e não se re6ere F primeira necessidade.es ocorreram 6atos semel antes3 e cremos 1"e ainda ão de s"ceder3 em 6ace das correntes migratGrias 1"e são contin"amente intercam%iadas de m"ndo para m"ndo.ando com as emana+.

es perdidas em m"ndos semel antes a Marte3 como tam%-m3 na lei de correspond&ncia vi%ratGria do amor cGsmico3 são aproveitados para mel orar o padrão Eanti6raternoE do vosso m"ndo.constit"ído so% a mais inteligente e seg"ra plani6ica+ão3 1"e prev& os mínimos detal es na consec"+ão pr>tica. 165 . em Marte são conceitos de vida com"m. 0oderíamos con ecer alg"ns detal es do sistema adotado pelos marcianos2 RAMATIS! . /o% "m plano grad"al e desdo%rativo3 o 'stado 6a%rica e con6ecciona todas as g primeiras necessidadesE n"m ritmo de6initivo. 'm%ora desaH"st>veis em Marte3 no vosso m"ndo são delicadas 6iligranas de Eamor espirit"alE3 capa. PERGUNTA: Retornando ao ass"nto Etra%al oE3 em Marte3 recordamos 1"e o irmão cito"3 em resposta anterior3 1"e o tra%al o marciano não se processa so% o regime an"al de prod"+ão.es de a%ilidade e rec"rsos de ordem emotiva e artística. PERGUNTAI H> l"cro de6inido no conH"nto ind"strial respons>vel por determinado compromisso com o 'stado2 RAMATISI H> o l"cro sim%Glico de cada conH"nto de tra%al o3 apenas para3 e6eito de capacidade prod"tiva e3 para se con ecerem os rec"rsos internos na concep+ão dos 6"t"ros planos de responsa%ilidade para com o corpo. ^s ve.preH"dicados na vida pr>tica3 pelo e7cesso de transcendentalismo3 desapegandoCse contin"amente do m"ndo material3 avessos ao s"per6icialismo dos valores transitGrios.na s"a ardente s"%missão aos valores en"nciados por 4es"s.o possível3 Fs demais comarcas re1"erentes no planoCan"al.erra2 RAMATIS! *s preceitos evang-licos de 4es"s3 1"e para o vosso m"ndo3 in6eli.es pessoaisB com"mente não se o6endem3 para não terem ocasião de EperdoarE. 'stão espal ados por todo o vosso or%e3 não apenas recompondo posi+. Assim3 a comarca respons>vel pelos vest">rios de Etodo o planetaE proc"ra entreg>Clos3 no menor pra.es tão ao gosto do terrícola diplomado.odo o mecanismo de la%or3 economia e interc@m%io artístico o" necessidade ed"cativa3 em Marte3 . Conse1Tentemente3 onde mais identi6icareis esses Ee7CmarcianosE . H> certa simplicidade e despreoc"pa+ão no se" traHar3 e3 1"ando ostentam diplomas do vosso academismo3 então mel or recon ecereis a s"a índole marciana3 em virt"de do a%andono dos preconceitos e conven+. PERGUNTA: 'm%ora de "m planeta di6erente da .mente3 ainda são *e#cepcionais*.es vão ao e7tremo dos es6or+os destit"ídos de l"cros o" considera+.ar-3 mas não o mesmo3 esses Ee7Ctra%al adores degredadosE de Marte se adaptam ao ensinamento e7ato desse /"%lime Ra%i 1"e veio F .es de sacri6ícios imprevistos3 dados F renAncia com"m3 ag"ardando 6avores no E6im da 6ilaE3 de sorriso contín"o nos l>%ios de ol ar a6etivo3 interessandoCse pela dor do prG7imo e pela desdita al eia.erra3 no 1"al cremos 1"e o"ve o"tro legislador parecido a 4es"s de =a. * tra%al ador especí6ico de vest">rios poder>3 então3 ac"m"lar as Eca"telasCservi+osE em o"tras tare6as di6erentes3 aceitando servi+os e7cepcionais e concorrendo para a mel oria da coletividade en1"anto tam%-m mel ora as s"as condi+. <eso%rigada do compromisso an"al3 essa comarca 1"e é respons>vel pelo 6eitio da veste para todo o or%e3 dispensa a atividade dos se"s tra%al adores3 6icando o restante do ano disponível para o c"ltivo artístico3 o" para a prover%ial atividade t"rística 1"e é 6-rtil entre os marcianos.

es são denominadas comarcas3 o" seHa departamentos do :overno Central3 1"e . *"tro 6"ndamento . =ão l e interessa a o%ra apenas como elemento na troca dos proventos de 1"e necessitaB mas a ela se dedica com amor e onestidade3 dentro do t>cito princípio de 1"e deve 6a.a+ão3 e o 1"e é o%rigado a permanecer dias dentro de acan ado c"%íc"lo. 'ssas press"postas nac. . 8em%ramosCvos3 ainda3 1"e essas E orasC s"perioresE são concedidas tãoCsomente apGs o c"mprimento integral das oras de servi+o com"m de responsa%ilidade para com o 'stado.es políticas F parte.er o mel or possível o se" tra%al o.es eteroC g&neas3 mas necess>rias F armonia do conH"nto3 so% a dire+ão inteligente e coordenadora do c-re%ro 1"e .PERGUNTAI M"al é o 6ator 1"e predisp.al disposi+ão governamental predisp.e o tra%al ador marciano a e7ercer a s"a tare6a3 com ent"siasmo id&ntico ao do Evirt"oseE 1"e interpreta "ma p>gina artística2 RAMATIS! '6etivamente3 o tra%al ador marciano reali. 'm conse1T&ncia3 cada comarca prod".o menor do 1"e o previsto2 RAMATIS! A indAstria coletiva de tecidos respons>vel pelo vest">rio em todo o 166 . Cada comarca3 na 6ei+ão de "ma se+ão cooperadora e controladora do conC H"nto total3 . 'ssa sensa+ão de li%erdade íntima3 a convic+ão de poder agir a se" E%elC pra.e de na+.endo sol"cionado todos os pro%lemas de ordem econLmica3 e3 tam%-m3 integrado na a"ra de 0a.arem maior 1"ota de tempo para a e7ec"+ão de se"s ideais e planos de o%ten+ão de E orasCs"perioresE. Acresce3 ainda3 1"e a simples id-ia de 1"e o se" tra%al o ."m Grgão 1"e ass"me certa responsa%ilidade para manter em e1"ilí%rio o c-re%ro 1"e dirige e alimenta tcdo o organismo. PERGUNTAI Como .a o se" la%or com a mesma disposi+ão H"%ilosa do artista e7ec"tando "ma %ela composi+ão.es com sím%olos3 id-ias3 do"trinas e concep+.3 com e7cl"sividade3 as necessidades prim>rias o" sec"nd>rias para todo o conH"nto3 con6orme a s"a disposi+ão geogr>6ica3 sit"a+ão ind"strial3 con ecimento psicolGgico do ass"nto o" 6avorecimento na mat-riaCprima.essa disciplina de prod"+ão especí6ica3 de cada comarca2 RAMATIS! Marte é "m m"ndo onde não e7istem essas 6ronteiras tristes 1"e 6omentam a separatividade terrenaB não se comp.o c-re%ro reg"lador de toda a atividade do or%e. Ass"me verdadeiro compromisso moral para com a coletividade e sentirCseCia indigno de participar dela3 se o%tivesse mais do 1"e conscienciosamente deve rece%er em troca do 1"e prod". <entro do planoCtotal3 tra+ado com"mente para "m ano3 em 6ace do sentido m"ito r>pido da evol"+ão marciana3 o 1"e interessa ao 'stado .esC pont@neo3 tornaCo s"ave3 na sensa+ão e"6Grica de li%erdade so% o comando de s"a prGpria vontade. e Fraternidade 1"e predomina no or%e3 entregaCse ao se" la%or com energia3 perseveran+a e amor3 na consci&ncia e7ata de 1"e o se" E%em pessoalE deve ser estendido ao E%em coletivoE. * corpo "mano em s"as mAltiplas 6"n+. PERGUNTA: 0oderia nos dar "ma id-ia mais pr>tica da prod"+ão de "ma comarca e a s"a conse1Tente entrega em pra..o controlador e acionador do espírito3 o6erece "m maravil oso padrão do modo de vida em Marte.e a "ma identidade de pensamento entre as indAstrias e se"s tra%al adores3 1"e3 espont@nea e criteriosamente3 resolvem despender todos os es6or+os para o t-rmino mais %reve do compromisso ass"mido3 a 6im de go.o c"mprimento e7ato3 na 1"antidade e 1"alidade do 1"e 6oi ass"mido.a tran1Tilidade do tra%al ador3 1"e est> a%sol"tamente protegido na es!era do lar3 com vestes e alimento3 mesmo 1"e resolvesse adotar a%sol"ta ociosidade para o restante da e7ist&ncia.erE3 criam sempre Gtima disposi+ão de tra%al o3 pois é grande a di6eren+a entre a1"ele 1"e vol"ntariamente se encarcera n"ma gr"ta3 como anacoreta 6"gido F civili. .

=a comple7idade das 6"n+.a+. <esde 1"e o conH"nto ind"strial desses tecidos resolva redo%rar s"as oras de tra%al o o" a%dicar do H"sto descanso dos dias tradicionais3 talve.idas na s-rie de concreti. =esse metaC %olismo eterog&neo e 1"e a medicina ainda não logro" atingir3 apreendendo o 6"ndamento dos planos 1"e reg"lam o se" c"rso evol"tivo3 est> o segredo s"%lime da armonia e e1"ilíC %rio de toda vida "mana. * espa+o de tempo restante os tra%al adores da indAstria de tecidos podem "s>Clo do modo 1"e mel or l es convier3 enri1"ecendo s"as possi%ilidades artísticas3 e7ercendo 6"n+.es diversas e at. no entanto3 as disposi+.ados2 RAMATISI K "m senso nat"ral e 1"e condi. Atendendo3 tam%-m3 F reserva de 5 a 1) por cento3 para as event"alidades3 essa comarca entrega #. Cada conH"nto ind"strial3 dentro de "ma comarca3 tem se" 1"adro especí6ico de tra%al adores3 1"e devem atingir o nAmero de oras de o%riga+ão individ"al para com o 'stado. consiga terminar a prod"+ão em apenas ! meses marcianos.ir com e7cl"sividade prod"tos especiali. 16# .5)). 0ress"pondo 1 %il ão de criat"ras compondo o conH"nto da "manidade marciana3 serão necess>rios # %il . de n"trir os casos de car&ncia de com%"stível. Baseados nas 6"n+. K de senso com"m 1"e o pavil ão a"ric"lar "mano corresponde per6eitamente aos detal es e7igíveis para a prod"+ão de som nos am%ientes materiaisB a t-cnica 6otogr>6ica tem s"a correspond&ncia na estr"t"ra do ol o "manoB inAmeras o"tras 6"n+. 5eri6icaram3 atentamente3 1"e a nat"re. 5ariam3.es dessa prod"+ão3 pois > artigos e aparel amentos 1"e devem ser 6a%ricados no princípio do ano3 o"tros no meio e alg"ns apenas no 6inal.ir3 ass"mindo essa responsa%ilidade especí6ica por1"e não podem 6icar a cargo de o"tros departamentos o" comarcas. Apreciando sempre o meta%olismo admir>vel do corpo "mano3 eles terminaram por compreender 1"e nesse ma1"inismo maravil oso est> sinteti. Al-m do per6eito entendimento entre o comando cere%ral e as atividades dispersas nos v>rios setores org@nicos do corpo3 > rigoroso sentido de economia e per6eita reserva capa.es e7cepcionais com o acAm"lo de E orasCs"perioresE3 1"e l es permite mel oria residencial o" a1"isi+ão de aparel amentos de "tilidade pra. PERGUNTA! M"al a norma diretiva a 1"e o%edece esse sistema de cada comarca prod". K permitido3 tam%-m3 1"e oper>rios e cooperaCdores de "ma indAstria3 na mesma comarca o" trans6eridos para o"tra3 possam tra%al ar em setores di6erentes dos de s"as especialidades3 e essas oras3 então3 são consideradas E orasC e7cepcionaisE3 desde 1"e aHam completado as E orasCcom"nsE devidas ao 'stado.es organog&nicas3 os marcianos 6oram tra+ando "m modo de a+ão 1"e lem%rasse a armonia com 1"e se processam as trocas e a n"tri+ão do omem.es.es de traHes3 para compromisso do ano3 dentro do plano ass"mido perante o 'stado.or%e3 1"e .ente convosco no 6"t"ro.o previsto de meio ano marciano.es do organismo 6ísico estão per6eitamente reprod".maravil oso la%oratGrio 1"ímico atendendo Fs necessidades do conH"nto.o 6"ndamento de tra%al o e atividade de "ma importante comarca marciana3 deve atender F m-dia de 6 a # traHes3 an"ais3 para cada pessoa.a+. PERGUNTA! Cada comarca 6ar> "ma sG especialidade3 d"rante o ano2 RAMATISI Cada comarca 6ica respons>vel por tantos prod"tos 1"antos p"der prod".ada a norma de a+ão e a mensagem criadora para todas as iniciativas e reali.enteira.es cientí6icas3 t-cnicas e normas de tra%al o no m"ndo.a de cada Grgão corresponde especi6icamente a "ma 6"n+ão e responsa%ilidade3 sem a interven+ão ind-%ita na 6"n+ão de o"tro3 e 1"e a sa%edoria diretora do mecanismo corporal dispensa d"plicidade de 6"n+.))) traHes3 mais o" menos3 n"m pra. com o estado evol"tivo dos marcianos3 assim como ser> condi.contraditGrias3 o corpo do omem o%edece a "m plano inteligente e coeso3 onde cada Grgão .es "manas.

am tecidos ig"ais3 como a seda3 desde 1"e esses países 6ossem apenas comarcas so% o controle central de "m :overno M"ndial3 este determinaria 1"e o país o" a comarca capa. =os vossos prGprios estados3 1"e comp.es desempen am as 6"n+.onas tropicais disseminamCse as o%riga+.es do cora+ão3 nem este decide modi6icar a composi+ão da %ile prod".em o conH"nto 6ederativo3 trocais3 por cima das 6ronteiras3 prod"tos ig"ais3 do mesmo sa%or3 con6ig"ra+ão e s"%st@ncia3 gerandoCse as competi+. e progresso espirit"al.es disseminadas pelo or%e.e3 a mais s"til neglig&ncia3 podem gerar transtornos perigosos ao e1"ilí%rio e F armonia do cosmos cel"lar3 1"e . 'm Marte3 con6orme o plano de6initivo do Ec-re%roCdiretorE3 cada Grgão o" comarca alimenta o conH"nto com o%riga+. *s menores estím"los de vida social3 econLmica o" moral3 são da al+ada do comando central3 devendo passar pela s"a visão coordenadora e disciplinadora. .es 1"e e7a"rem o %olso pop"lar.amCse nas estradas veíc"los transportando prod"tos id&nticos3 na e7Gtica tare6a de recomporem3 reciprocamente3 os des6al1"es de mercadorias semel antes.es atinentes F tireGide o" F ipG6ise. os 6ermentos de pra7eB cada Grgão3 disciplinado em se" la%or3 entrega a s"a 1"ota de o%riga+ão ass"mida no todo org@nico. PER+&NTA! M"al "m e7emplo com"m para apreciarmos as no+. ^ semel an+a de "m corpo "mano em estado ípico3 o organismo social3 econLmico e 6ísico de Marte 6"nciona em per6eito ritmo de pa. 9nAmeras ve.ados para a comarca prod"tora da seda. K de senso com"m o prov-r%io de vosso m"ndo 1"e di. Breve3 os sen.es políticas de "m m"ndo con6"so3 como o vosso3 desapareceriam ante a seg"ran+a de serem Grgãos emancipados3 tão potentes e respeitados como "m Grgão "mano.es vitais da a%sor+ão e transm"ta+ão do o7ig&nio3 sem Epretender disc"tirE3 intervir o" d"plicar o tra%al o sG ca%ível ao intestinoB o estLmago at"a sem a e7ig&ncia de l e ser 6ac"ltada a composi+ão de s"co pancre>tico3 assim como as gl@nd"las salivares não pretendem desempen ar 6"n+.=ão > interven+ão do 6ígado nas 6"n+.es do sistema2 RAMATISI /"pondo 1"e3 em vosso m"ndo3 países como a Fran+a3 a C ina o" o 4apão prod".es e as decorr&ncias com"ns das indAstrias 1"e depen dem de "ma n"tri+ão e6iciente3 1"e so6rem impactos inesperados ante as oscila+.I Em"itos regatos disseminados pelo campo não valem o 1"e move a roda do moin oE.o conH"nto de mani6esta+ão 6ísica do espírito descido F mat-ria.ida na vesíc"laB o %a+o p"ri6ica o E1"ant"mE sangTíneo3 os rins drenam as s"%st@ncias tG7icas3 o p@ncreas prod".es 6inanceiras e modi6ica+.es3 cr".ir a mel or seda devesse ass"mir o compromisso de6initivo de 6ornecer a todo o or%e a1"ele prod"to. =ão > "m sG movimento3 por mais s"til 1"e seHa3 1"e deva 6icar so% o descon ecimento diretorB não > interven+ão ind-%ita de "ma comarca so%re o"tra3 o" mesmo 1"al1"er s"gestão in6l"enciadora aceit>vel antes do %enepl>cito s"perior.respons>vel apenas pelo vest">rio3 cal+ados3 ro"pagem de leitoB o"tro atende sG a indAstria de ma1"inaria para lavo"ra3 aparel os cientí6icos o" instr"mentos e7trativosB nas .es em con6ormidade 16( . de prod".ona de s"a o%rigaC +ão3 sem in6l"enciar o" modi6icar os demais campos de a+ão dos se"s EirmãosE ganglion>rios. *s p"lm.odos os rec"rsos t-cnicos3 sele+ão de tra%al adores especí6icos no prod"to3 a"mento de energia3 converg&ncia de mat-riaCprima necess>ria F prod"+ão an"al3 seriam mo%ili.a soma de todas as vontades menores3 representando o se" :overno o comando diretor de todas as 6"n+. * mínimo desli.es especi6icas ig"ais F 6"n+ão dos Grgãos do corpo "mano 1"e mencionamosB > a1"ele 1"e . A "manidade marciana3 dei7andoCse inspirar pela sa%edoria divina 1"e so"%e criar conH"ntos tão per6eitos3 no m"ndo de 6ormas3 delineo"3 tam%-m3 compor "m organismo F semel an+a desse maravil oso organismo 6ísico3 constit"indo "m centro diretor c"Ha vontade maior . Cada Eple7"sE em s"a região 6amiliar3 distri%"i os estím"los nervosos F .

aB .odoB 1"e sinta a vent"ra pessoal3 dependente o" adstrita F vent"ra coletivaB 1"e l e rep"gne F consci&ncia a 6"n+ão triste de salteador dos %ens al eios3 cremos 1"e ão de 6al ar todos os Eplanos %i o" 1Tin1TenaisE e vos serão sempre inAteis todos os rGt"los de sistemas do"trin>rios3 políticos o" 6ilosG6icos3 en1"anto os vossos movimentos conservarem a vossa alma distante dos calores evang-licos.enas de s-c"los se revela como a mais per6eita insígnia de todas as aspira+.a corre+ão3 a onestidade e o desinteresse pelos teso"ros 1"e se 6indam F %eira do tAm"lo3 o 1"e torna 6eli.onas 6rias 6icam especi6icadas as comarcas respons>veis pelo maior &7ito da prod"+ão dos cereais prGprios do clima. At.a+ão do omem3 em Marte3 1"e dei7a "m s"lco l"minoso em t"do o 1"e ele reali.ado3 o s"cesso . de distor+ão3 re%eldias o" EgrevesE imprevistas.com"m a todos os componentes da "manidade marcianaB o sentimento religioso como elemento de liga+ão a <e"s3 e não como 6"ndamento de tricas sectaristasB a a"s&ncia a%sol"ta e inconce%ível de revoltas3 g"erras o" con6litos de preconceitos racistasB a li%erta+ão da comple7idade cam%ial 1"e lan+a a vossa indAstria em apressadas sol"+.ada3 incapa.1"e possais Ecristiani. *s planos são ela%orados so% a tradi+ão pr>tica de inAmeros s-c"losB a mat-riaCprima ."m sistema com disciplina previamente estat"ída por líderes "manos.erra2 RAMATIS! =ão ocorre tal acontecimento no or%e marciano3 pois o mecanismo do se" tra%al o se alicer+a per6eitamente em elementos de6initivos3 como seHam o clima controlado3 a EmãoCdeCo%raE e1"ili%rada3 coesa3 espirit"ali. A esta%ilidade política 1"e . PER+&NTA! Nesse plano an"al de prod"+ão e o%riga+ão3 por comarca3 não podem s"rgir imprevistos e preH"í.os3 como sGi acontecer em m"itos planos tipos E1Tin1TenaisE o" E%isan"aisE3 H> e7perimentados3 sem m"ito &7ito3 na . * estado EcrísticoE vos dispensar> de 1"al1"er preoc"pa+ão 6ormalística e7terior.es "manasN 169 .arE o vosso m"ndoB 1"e o cidadão terreno se compenetre da realidade eterna da vida espirit"alB 1"e compreenda ser ín6ima c-l"la 1"e deve integrar a armonia do . * ECristoE .com o meioB nas .6omecida por "m conH"nto especiali.ado3 1"e tam%-m conta com mecanismo per6eito3 indene de s"rpresas. * 'vangel o ainda . <epois do omem cristiani.es3 aliada ainda F concep+ão de "m l"cro e7cl"sivamente F %ase de Eservi+oC oraE3 criam per6eita seg"ran+a na consec"+ão de todos os planos ela%orados para a n"tri+ão da vida em Marte. o marciano so% 1"al1"er sistema o" regime político.>vel3 de todas as prod"+. K a espirit"ali. E'" so" o Camin o3 a 5erdade e a 5idaE o lema 1"e > de.a%sol"to em todos os movimentos idealísticos "manos.es de EAltimaC oraEB a a1"isi+ão e7ata3 6"ndamentalmente prevista e "tili.o regime ins"%stit"ível3 o alimento p"ro3 o com%"stível divino3 s"perenerg-tico3 para movimentar o ma1"inismo dos m"ndos de 6ormas.a s"a disciplina EmoralCindivíd"oEB .

e magnetismo3 revelando propriedades e7cepcionais na a%sorv&ncia e condensa+ão do meio am%iente. 9nAmeros e6lAvios especí6icos 1"e são aplicados contra esse metal a"mentamCl e o" modi6icamCl e a estr"t"ra íntima3 1"er dei7andoCo translAcido3 em colora+. PERGUNTAI .endo o irmão nos a6irmado 1"e Marte .es.essencialmente ind"striali.e7traído do seio da terra3 se" aspecto 1#) .es admir>veis e de 6ascinante aproveitamento.a+.a+ão e ind"striali. H> imensa atividade e planos de renova+ão total na 6ace estr"t"ral do or%e3 a 6im de ser modi6icada a con6ig"ra+ão antiga3 1"ase toda F %ase de "m elemento da 6amília do al"mínio3 mas 1"e ser> s"%stit"ído pelo novo metal 1"e se tornar> com"m a todas as constr"+.o min-rio %r"to3 no se" teor primitivo3 1"e apresenta todas essas 1"alidades Ee7traterrenasE3 mas o torna acessível a inAmeras e7press."m dos metais respons>veis pela a%sorv&ncia da energiaCmagn-tica3 1"e os marcianos aproveitam como 6or+aCmotri. para s"as atividades em geral.ado3 1"al o g&nero ind"strial 1"e predomina3 no momento2 RAMATISI A maior preoc"pa+ão ind"strial 1"e presentemente se evidencia na1"ele planeta . K opaco3 denso3 rígido ao e7tremo3 con6orme o tratamento ind"strial 1"e rece%erB mas so% a a+ão de certos raios energ-ticos3 1"e os marcianos empregam como m"ltiplicadores de 6re1T&ncia3 tornaCse a%sol"tamente transparente3 podendo rivali. PERGUNTAI =ão poss"ímos min-rio semel ante3 em nosso m"ndo2 RAMATISI H> a disting"ir 1"e não .a 1"e gira em torno da Es"%st@nciaCvítreaE3 c"Ho material se presta Fs mais inconce%íveis reali.a+ão desse metalCvítreo3 pode ser considerada como sit"ada na Eera do vidroE. PERGUNTAI 0oderíamos rece%er "ma no+ão mais e7ata e assimil>vel da nat"re.endoCo conservar por longo tempo a l"minosidade 1"e l e .proHetada. A 6alta de analogia mais compreensível para vGs3 diremos 1"e a civili. 0oss"i3 ainda3 o"tras not>veis 1"alidades3 podendo li1"e6a. K o elemento de maior cond"ti%ilidade de l".a+ão marciana3 em 6ace do domínio 1"e o%teve na "tili. At"ando nos EcamposC>"ricosC radiativosE de o"tras s"%st@ncias3 no meio atmos6-rico3 .))) gra"s sem 1"al1"er sinal de 6"são.a da Es"%st@nciaCvítreaE3 a 1"e o irmão al"de constantemente2 RAMATIS! K "m metal leve como o vosso al"mínio3 1"ase na cor deste mineral3 podendo ser polido o" 6osco3 mas tão d"ro 1"e pode resistir a temperat"ra s"perior a 6.erCse so% o in6l"7o de raios ade1"ados3 ad1"irindo estado an>logo ao vosso mercArio3 o"3 s"%metido a processos de Eacelera+ão magn-ticaE3 s"%limarCse na 6orma de Et&n"e radia+ãoEB e pode retornar F 6orma primitiva3 em%ora descontado parcialmente no se" vol"me.es s"aves3 claras3 o" então 6a.es t-cnicas e cientí6icas. M"ando .ar com o vidro mais cristalino do vosso or%e.es a alg"ns 1"ilLmetros de pro6"ndidade3 por processos mec@nicos a"tom>ticos3 6acilmente controlados a dist@ncia3 por e6icientes aparel os Eeletromagn-ticoCet-ricosE3 c"Ha con6ig"ra+ão nos seria impossível descreverCvos.*? I#dAstria. PERGUNTA: K encontrado livre o" em com%ina+ão com o"tros min-rios2 RAMATISI '7traemCno do s"%solo3 por ve.

es3 assim corno 6"ndis o 6erro o" o trans6ormais no a+o para e7ig&ncias mais importantes.ar coisas tão admir>veis como as 1"e os marcianos lograram o%ter na con6ec+ão hla Es"%st@ncia vítreaE. 0osteriormente3 so% a a+ão de aparel os comple7os3 silenciosos3 as c apas são des6iadas rapidamente3 e os 6ios3 F semel an+a de teias de aran a3 são recol idos velo.))) gra"s sem altera+.a+ão dos len+Gis de lavas s"%terr@C neas para as .es 1#1 . 'sses 6ios 6ormam o Altimo prod"to apGs as 6ases de 6"ndi+ão e compressãoB e destinamCse F operaC +ão de Ecer.es e aos processos vigorosos de capta+ão magn-tica das "sinas de 6or+a3 aos Ecentros pl"viaisCa"tLmatosEB e tam%-m F canali.s"%st@ncia com"m3 aplic>vel na 6ei+ão do "so cost"meiro do 6erro no vosso m"ndo3 e7ceto nas co%ert"ras de edi6ícios o" cAp"las dos templos. PERGUNTA! M"ais os aspectos com"ns das sider"rgias marcianas2 RAMATIS! * estilo ar1"itetLnico .imentoE3 a 1"al consiste n"m processo especial de t-cnica tão s"til e comple7a3 1"e seria inacessível F vossa an>lise e F vossa compreensão.>vel3 por1"e . * cer. 'ssa s"%st@ncia in6erior tam%-m > aproveitada no revestimento de liga+ão dos invGl"cros das aeronaves interplanet>rias3 a 6im de prod".es3 /o% esse tratamento cientí6ico e al-m das possi%ilidades terrenas3 destinaCse3 então3 Fs aeronaves interplanet>rias3 de alta velocidade3 Fs constr"+.a 6ísicaB em conse1T&ncia3 a s"a massa planet>ria3 ori"nda do mesmo nAcleo3 o /ol 1"e origino" a . PERGUNTA: 0or 1"e o cer. . <epois de e7traído das entran as do solo3 esse min-rio .ado para gigantescas 6ormas3 1"e t&m a e7c&ntrica possi%ilidade de at"ar na s"%st@ncia ainda li1"e6eita3 com a mesma a+ão de vigorosa prensaC idr>"lica3 trans6ormandoCa em c apas de v>rias espess"ras3 c"Ha conte7t"ra3 ermeticamente alcan+ada3 c ega a insin"ar "m estado símile da Epasta n"clearE. H> no seio na .canali.mente em grandes carret-is cLnicos.semel ante ao do vosso al"mínio3 revestido tam%-m de "ma ganga protetora.onas 6rígidas. ApGs a 6"são .1"ase sempre o de "ma gigantesca siderArgica terrenaI no centro a 6"ndi+ão como imenso garra6ão %oH"do3 vítreo3 de e7terior gl>"cico3 rodeado por "m conH"nto de pavil .conting&ncia normal de todo or%e em ascensão espirit"al.s"%metido F 6"são Ea HactoE3 so% a a+ão da energiaCmagn-tica3 em 6ornos mGveis3 espiralados3 6eitos de t"%os 1"e giram a alta velocidade3 e c"Ha con6ig"ra+ão especí6ica não podemos conseg"ir descreverCvos.de nat"re."lCvítreoE3 at"antes H> na es6era do magnetismoCet-rico3 no campo íntimo e vi%ratorial do EKter CGsmicoE.erra mineral 1"e vos permitir>3 no 6"t"ro3 reali.erra3 cont-m s"%st@ncia id&ntica3 variando tãoCsomente 1"anto ao tratamento ind"strial mais avan+ado e so% energia 1"e at"a mais pro6"ndamente na intimidade dessa s"%st@ncia. PERGUNTA: '7istem o"tros materiais "sados em com"m2 RAMATIS: Marte .ir "m Ecampo magn-ticoE3 1"e se responsa%ili.es termo%arom-tricas. A6ora isso .imento não sG a"menta a resist&ncia3 malea%ilidade3 transpar&ncia magn-tica3 receptividade Fs ondas l"minosas3 como ainda mel ora a s"a capacidade intrínseca3 Fs altas temperat"ras3 podendo resistir a 6. 'm%ora ainda vos separem 5 o" mais /-c"los para esse desiderato3 sa%emoClo reali.es cor de al"mínio claro3 semel ante F de vossos avi. * o"ro tam%-m vos serve em moedas3 6ios3 %locos o" l@minas.a pelo atrito e modi6ica+.imento do metal2 RAMATISI 0ara a"mentarCl e consideravelmente a resist&ncia3 prestandoCse a mAltiplas aplica+.ais 6ios são visíveis so% lentes de "m Ea.

PERGUNTA: M"ais os la%ores 6"ndamentais dessas "sinas2 Apenas 6"ndir e modi6icar o estado 6ísico dos materiais2 RAMATIS! Correspondem Fs necessidade id&nticas para 1"e tam%-m 6oram constr"ídas as vossas 6"ndi+. 'm ve. 8em%ram3 mais 6ielmente3 e7Gtico recanto de descanso3 algo dos edi6ícios das Eesta+. as leis com"ns de d"ra%ilidade2 ' essa li%erta+ão de energia3 de 6orma grad"al3 pode o6erecer a mesma pot&ncia din@mica do processo com 1"e os nossos cientistas at"am no 6a%rico da %om%a atLmica2 RAMATIS! 9nsistimos em vos lem%rarI estamos nos es6or+ando para vos apresentar e7emplos apro7imados3 os 1"ais3 no entanto3 estão ainda longe da realidade marciana. '3 s"cessivamente3 F medida 1"e a"mentardes a dispersão por seg"ndo3 red".es decorrentes do E-terCcGsmicoE. Assim como podeis apressar a vida de "ma pera o" ma+ã3 colocandoCas em est"6as para mais %reve amad"recimento3 e > criat"ras 1"e apressam a s"a 1"ota de vida3 envel ecendo mais rapidamente3 em virt"de da e7a"stão premat"ra de s"as 6or+as devido a vicissit"des morais3 no reino mineral3 todas as pert"r%a+. de 1) partíc"l>s por seg"ndo3 conseg"irdes 2) por seg"ndo3 tereis3 logicamente3 apenas 5)) anos para 1"e se e7tinga o miligrama de Er>di"mE.endo essa acelera+ão progressiva3 sem os e6eitos radioativos e e7a"stivos das vossas %om%as atLmicas. A energia 1"e est> ac"m"lada no seio da mat-ria3 1"e cost"ma e7s"darCse lenta e nat"ralmente3 .erra3 1"e permitem e7traordin>rios res"ltados. PERGUNTA: Mas esse apressamento3 n"ma s"%st@ncia mineral3 não contradi.a e sensate. 'n1"anto não dominardes essa energia e7traordin>ria 1"e nGs denominamos magnetismoC et-ricoE Qapenas para di6erencia+ão do 1"e na . Apresentam "m ar Ee7traterrenoE3 como organismos vivos3 1"e 6"ncionam maravil osamente per6eitos3 cercadas de %os1"es e Hardins 6loridos.ireis o tempo de vida da s"%st@ncia. PERGUNTA! K possível darCnos "m e7emplo mais o%Hetivo a 6im de alcan+armos mel or essa realidade do processo marciano2 RAMATIS! Considerai 1"e "m miligrama de Er>di"mE precisa mil anos para e7ting"irCse por completo no meio am%iente3 e c"Has partíc"las se dispersam F ra. /o% "m processo s"perior3 agem na intimidade da mat-ria e modi6icam3 grad"almente3 o estado 6ísico da s"%st@ncia em manip"la+ão.ão sim%Glica de 1) em cada seg"ndo.erra c amais magnetismoR não podereis a1"ilatar com clare. As "sinas não prod". Aceleram a nat"re.es 1"e at"am na 1#2 .es3 mas são dotadas de rec"rsos ainda descon ecidos na .em pG3 6"ma+a o" elementos gra7osos3 por1"e são movidas por E6or+amagn-ticoCet-ricaE e p"lsam3 silenciosamente3 n"m disciplinado ritmo de la%or interno.comerciais.a microcGsmica das s"%st@ncias escol idas para esse 6im3 e o%rigamCnas a "m desgaste precoce3 verdadeiro envel ecimento antecipado. /e p"derdes encontrar "m processo de acelerar essa 6Grm"la3 e2 e" ve. /G podemos vos a6irmar 1"e os cientistas marcianos conseg"em e7terminar "ma s"%st@ncia radioativa3 em po"cas oras3 1"ando assim deseHam3 6a.acelerada nessa li%erta+ão3 vendoCse o%rigada a apressarCse nos se"s ciclos de vida.es de veraneioE. os acontecimentos 1"e estão m"ito al-m das vossas Altimas con1"istas cientí6icas. de processos de %om%ardeamento atLmico3 no rompimento do nAcleo e li%erta+ão eletrLnica3 os t-cnicos "sineiros operam por modo mais E1"alitativoE e omog&neo3 n"m ritmo de rigorosa previsão e concl"são E6isio1"ímicaE. K "m processo rotineiro3 com"m e compreensível pelo mais leigo marcianoB en1"adraCse nos princípios da prGpria vida cGsmica e nas mAltiplas oscila+.

es tão preH"diciais no campo ind"strial do vosso m"ndo3 onde a 6e%re de l"cros irreg"lares leva o omem terreno Fs mais disparatadas e indignas reali.endo 1#! . PERGUNTAI As "sinas marcianas movimentamCse com essa 6or+a 1"e . PERGUNTA! M"al .em os cientistas marcianos.a%astecido pela indAstria a%sol"ta de artigos de cristal. =ormalmente3 as indAstrias 6"ncionam com a E6or+aC motri.erra3 e7iste entre o sistema de tra%al o marciano.6ornecida pela "sina captadora da energia atmos6-rica3 con6orme vos e7plicaremos adiante. * peda+o de metal 1"e comp.li%ertada grad"almente da s"%st@ncia2 RAMATISI 0odem aproveit>Cla3 se assim 1"iserem3 mas pre6erem "s>Cla no"tros setores 1"e seria 6astidioso en"merar. A ca"da3 permanentemente s"%metida Fs vi%ra+.es.ir3 por e7emplo3 "tensílios dom-sticos de pG de pedra3 1"e tanto semeiam a irrita+ão nas m"cosas Pdelicadas do vosso aparel o digestivo.a+.es eletrLnicas3 como a 6ada prod". /e p"d-sseis apan ar essa 1"ota de energia 1"e se li%erta nat"ral e grad"almente pelo metal em desgaste mais acelerado3 ela serviria para reali. /"peramCvos3 no entanto3 por1"e são destinadas F prod"+ão de rec"rsos para "ma "manidade s"perior3 operando no plano da 1"alidade e entregando F pop"la+ão o 1"e de mais sadio3 %elo e Atil. .esE3 1"e percorrem o corpo do aparel o e se escoam na lei de E6"ga vi%ratGriaE. A do positivo e negativo 1"e se atraem em 6orma de coesão o" se repelem no campo materialB o 6eminino e o masc"lino 1"e se "nem pela mesma lei3 na pai7ão3 entre as criat"ras no m"ndo3 e3 na 6ei+ão de Eamor divinoE3 entre os espíritos.ar alg"m tra%al o Atil.a. =ão mais encontrareis as distor+. 1"e o cristal p"ríssimo .E 1"e l es .intimidade eletrLnica3 mesmo sem o impacto de %om%ardeamento n"clear3 tam%-m apressam o desgaste3 e3 conse1Tentemente3 envel ecem a s"%st@ncia.a mat-riaCprima de mel or 1"alidade para a con6ec+ão de o%Hetos e coisas de "so dom-stico3 não se 6a%ricam mais "tensílios de s"%st@ncia in6eriorB e todo o or%e . maravil as com s"a varin a de condão.es dos vLos contín"os3 tem acelerado o desgaste do material pelo en6ei7amento das Etrepida+. PERGUNTAI '7iste em Marte a variedade de indAstrias 1"e > na .erra2 RAMATIS! 9nd"%itavelmente. 'm conse1T&ncia3 o calor apressa a li%erta+ão de enerC gias nos 6r"tosB as como+. <e maneira alg"ma a preoc"pa+ão de l"cro 1"e dita os estados de vossa consci&ncia3 na .es morais desgastam o omem e a Etensão magn-ticoCet-ricaE acelera os movimentos eletrLnicos na intimidade da mat-ria3 e7s"dando maior 1"antidade de energias3 1"e podem ser aproveitadas como 6a. '7empli6i1"emosI "ma ve.a mel or s"%st@ncia para a 6a%rica+ão de todos os o%Hetos "tili. 0ode nos dar "m e7emplo dessa prod"+ão e7cl"siva de 1"alidade2 RAMATIS! * 'stado marciano atingi" o ponto de selecionaCmento a%sol"to no m>7imo rec"rso doado pela nat"re. '3 se con ec&sseis a maravil osa capacidade do Emagnetismo et-ricoE3 1"e permite agir na intimidade eletrLnica de todas as s"%st@ncias3 pois .>veis na alimenta+ão3 não se H"sti6icaria3 entre seres tão a6eitos F Everdade e ao %em coletivoE3 1"e ainda contin"assem a prod".o se" prGprio E a%itatE3 veri6icaríeis 1"e os marcianos podem at"ar com 6acilidade nas constela+. /e o cristal . PERGUNTA.e a ca"da de "m avião EmorreE m"ito antes do retal o 1"e 6ico" a%andonado na 6>%rica de aeronaves.a lei 1"e rege a acelera+ão na intimidade da mat-ria2 RAMATIS! A lei do amor no Cosmos.

es 1"e con eceis como o calor3 eletricidade3 l".es 1"e vos apro7imem da realidade desses conH"ntos assom%rosos para o vosso entendimento.conseg"ido o mais per6eito e Atil vest">rio F %ase de s"%st@ncia radioativa3 1"e permite certa p"ri6ica+ão na a"raCvital "mana3 imediatamente trans6ormaram toda a indAstria de tecidos para o 6a%rico e7cl"sivo do novo traHeCs"perior3 destinado a toda a coletividade.3 magnetismo3 som3 etc.es3 incl"sive o controle da lei de gravidade para o gra" 1"e mel or l es interessa. 1"e H> estamos nos 6amiliari.o Ec-re%roCmagn-ticoCet-ricoE.e7atamente isso o 1"e representa a realidade E6ísicoC1"ímicaE. =ão temos a pretensão de vos compor "m 1"adro acessível apenas ao cientista o" darCvos roteiro lGgico e 6iel aos princípios matem>ticos da vossa ci&ncia. 0"deram coordenar inAmeros e6eitos Eeletromagn-ticosE3 1"e se derivam das oscila+. . A 6"n+ão cost"meira dos tra%al adores3 t-cnicos3 6iscais o" engen eiros especialistas restringeCse ao e7ame intermitente do 6"ncionamento da aparel agem3 1"e se movimenta silenciosa3 disciplinada e so% a a+ão da maior reali. A a"s&ncia de concorr&ncia disparatada e 1"e gera a deslealdade "mana3 com"m entre os terrícolas3 permite aos marcianos o a"mento contín"o de Emais 1"alidadeE em todas as s"as con1"istas cientí6icas3 sociais o" artísticas.a+. =o entanto3 diremos 1"e esses e6eitos Eeletromagn-ticosE3 con6orme demonstraremos em capít"lo especial3 são 6or+as de poderosa in6l"&ncia e levadas em apre+o no campo da navega+ão interplanet>ria.es prGprias do g&nero 1"e comanda. ?samos a nomenclaC t"ra de Ec-re%roCmagn-ticoCet-ricoE3 como ponto de apoio para nossas com"nica+.es no ass"nto3 mas não .ememos3 pois3 1"e a nossa el"cida+ão se vos a6ig"re "m e7Gtico Econto de 6adasE3 mas devemos vos com"nicar 1"e esses Ec-re%rosCmagn-ticoet-ricosE podem ser acionados3 a dist@ncia3 atrav-s da telepatia dos engen eiros3 1"e at"am nas 6re1T&ncias vi%ratGrias previamente reg"ladas F 1#$ .es cGsmicas3 apreciando a 6or+a e7pansiva e a condensa+ão dos 6l"idos et-ricos e as s"as recíprocas rea+. 'm%ora não possais ver o" medir esse -ter 1"e in"nda o 'spa+o3 sem "m sG interstício de a"s&ncia3 os marcianos p"deram lo%rigarCl e certas leis diretoras3 so%re as 1"ais 6irmam as s"as maravil osas reali.a+ão marciana3 1"e . PERGUNTAI /erCvosCia di6ícil darCnos "ma id-ia apro7imada desse aparel amentoC diretor3 "ma ve. PERGUNTAI 0oderia darCnos 1"al1"er el"cida+ão a respeito desses Ec-re%rosC magn-ticoCet-ricosE2 RAMATIS! Cremos 1"e a il"mina+ão a dist@ncia3 1"e Marconi e6et"ava3 com 6acilidade3 de se" %arco E'lectraE3 6aria cair de %r"+os os . 'm%ora citeis Ec-re%ros eletrLnicosE ainda não estais 6amiliari.ando com os c amados Ec-re%rosCeletrLnicosE do nosso m"ndo2 =ão terão estes a mesma %ase e princípio cientí6ico dos Ec-re%rosC magn-ticoCet-ricosE2 RAMATIS! =ão encontramos voc>%"los3 6ig"ras o" compara+. PERGUNTA! =o par1"e ind"strial marciano3 moveCse a mesma m"ltidão de omens empregados na indAstria terrena2 RAMATIS! .es nesse 6enLmeno Ee7pansãoCconC densa+ãoE."l"s 1"e a apreciassem.es et-ricas e3 dominando per6eitamente as lin as de 6or+a 1"e se derivam dos campos gravitacionais3 conseg"iram a6erir as ond"la+.ados com a id-ia de 1"e o prGprio Eel-ctronE tem a s"a origem et-rica3 por c"Ho motivo o 6"ndamento da s"%st@ncia material e 6l"ídica do ?niverso est> implicitamente contida no E-terCcGsmicoE3 respons>vel por todas as vi%ra+.odo o comando central de 1"al1"er indAstria marciana derivaCse 6"ndamentalmente do Ec-re%roCmagn-ticoet-ricoE3 1"e controla3 por sistema remoto3 a comple7idade das opera+.

A eletricidade 1"e maneHais3 em rela+ão F energia em Marte3 poderia ser considerada com a mesma propor+ão com 1"e o casal C"rie3 no vosso m"ndo3 carecia de pec %lenda para o%ter "m grama de r>di"m. 0ara vosso entendimento3 conHet"rai 1"e se processa "m 6"ncionamento F %ase da mesma lei de intercepta+ão de l".es cientí6icas da . 9maginai3 pois3 1"e o Ec-re%roCmagn-ticoC et-ricoE seHa "ma EtelaCreceptoraE3 1"e sG reage so% a a+ão dos raios Ein6raE o" E"ltramentaisE do omem3 na emissão de s"as EondasCcere%raisE.issem imagens 1"ando se c ocassem com o ret@ng"lo3 poderiam apro7imar o e7emplo.a+. <eveis ainda s"por 1"e essa proHe+ão mental dos t-cnicos so%re a EtelaCreceptoraE pode ser controlada por esta3 de tal modo3 1"e toda 6re1T&ncia vi%ratGria 1"e "ltrapassa o" não alcan+a a E6ai7a cronometradaE se torne inGc"a3 resg"ardando o mecanismo de 1"al1"er event"alidade Ee7traCo6icialE. a este respeito2 RAMATISI Ainda o 6a. * magnetismoCet-rico a 1"e al"dimos sempre3 sem pretensão de vos darmos s"a estr"t"ra e7ata3 sG o alcan+areis dentro de $)) o" 5)) anos3 mais o" menos.emissão das EondasC"ltrac"rtas cere%raisE.eis so% a a+ão da EeletricidadeE3 c"Ha energia para o marciano signi6ica a mesma dist@ncia entre a vossa antiga rodaCdP>g"a e a at"al 6or+a el-trica.3 1"e rege a a+ão da Ec-l"la 6otoel-tricaE3 desatando Hogo de alavancas3 c aves o" 6ec ando circ"itos predeterminados.esCmentais 1"e 6oram aH"stados na EtelaC receptivaE3 captadora3 ipersensível3 c"Ha oscila+ão vi%ratGria desata movimentos a"tom>ticos e reg"ladores de 6"n+. PERGUNTAI <eseHosos de e7perimentar a nossa capacidade mental de recep+ão das vossas com"nica+.erra3 pareceCnos 1"e e7iste algo de EmagnetismoCeletrLnicoE3 1"e opera so% processo parecido em certos Ec-re%ros eletrLnicosE. 1#5 .es3 indagamosI [1"al a imagem mais prG7ima 1"e nos 6ar> conce%er a a+ão mental dos t-cnicos so%re os Ec-re%rosCmagn-ticoCet-ricosE2 RAMATIS! Consideramos 1"e os 6ei7es l"minosos 1"e os aparel os cinematogr>6icos proHetam nas telas prateadas dos cinemas terrenos3 se 6ossem invisíveis3 esp-cie de raios E"ltravioletasE3 1"e sG reprod". *s t-cnicos3 cientistas e especialistas encarregados de s"perintender as gigantescas indAstrias at"am nos campos Eeletromagn-ticoCet-ricosE desses aparel os3 emitindo atrav-s do -ter3 em 6ai7a vi%ratGria "níssona3 os padr. ?sando de "m e7emplo grosseiro3 diríamosI vossa eletricidade precisa de 1"atro s-c"los de re6ina+ão contín"a3 para c"lminar no teor maravil oso do EmagnetismoCet-ricoE3 1"e sG encontrareis vi%rando em misteriosa 6ai7a de 6re1T&ncia descon ecida3 l> no se" E a%itatE [ o EKterC CGsmicoE. Considerai 1"e essas EondasCcere%raisE3 de certa cor especial3 ao c ocaremCse com a EtelaCreceptoraE do Ec-re%roCmagn-ticoCet-ricoE torC namCse visíveis3 criando "ma rea+ão vi%ratGria no ret@ng"lo da tela3 con6orme a densidade da cor proHetada.es mec@nicas disciplinadas. M"e nos di. PERGUNTA: 'm%ora não esteHamos esclarecidos 1"anto Fs Altimas reali.

endo mais 6art"ra e mais %ene6ícios de ordem geral..cr"el l>tego 6"stigando os 6lancos dos seres desesperados.es e7tras e dão certas prerrogativas de ordem t"rística3 aprimoramentos e7cepcionais no plano da arte3 da ci&ncia3 e no desenvolvimento psí1"ico3 so% a dire+ão de mentores geniais3 por1"e se trata de "m valor tam%-m e7cepcional. * 'stado . .es com"ns para o 'stado. PERGUNTA: M"al a moeda o" padrão 1"e reg"lamenta essa entrega de mercadorias da parte do :overno2 RAMATIS! * 'stado .@ Co"Crcio.es terrenas3 onde o EtempoE .em a co%ert"ra das despesas concernentes F mat-riaCprima o" 6a%rica+ão.9/I =ão > com-rcio F %ase de l"cros individ"ais o" de 6irmas partic"lares3 por1"anto todas as atividades relacionadas com o povo3 nesse g&nero3 pertencem e7cl"sivamente ao 'stado.erra3 com esse interc@m%io de com-rcio p"ramente o6icial2 RAMATISI Mani6estam o aspecto sadio de metrGpoles e1"ili%radas3 distantes das a6li+. PERGUNTA: As cidades marcianas apresentam o aspecto de atividade3 cost"meira da . 0rov-m de servi+osCe7tras 1"e implicam maior desenvolvimento cientí6ico3 artístico e econLmico3 al-m das previs.es o" das comarcas principais.desa6ogado pela e1Tidade a%sol"ta na distri%"i+ão de todas as necessidades3 as criat"ras mant&mCse em 1#6 .a%sol"tamente respons>vel pela man"ten+ão e ed"ca+ão de todosB a crian+a3 ao nascer3 .rataCse de departamentos o6iciais3 com tare6as de6inidas na entrega periGdica das necessidades da pop"la+ão3 em%ora apresentando aspectos de alg"mas atividades comerciais terrenas.inscrita para e6eito de assist&ncia completa nos planos da alimenta+ão3 vest">rio3 ed"ca+ão3 arte e tra%al o. PERGUNTA: 0odemos imaginar3 em Marte3 casas comerciais3 com movimentos e EnegGciosE F semel an+a das 1"e e7istem na .compensado com o servi+o coletivo de todos os a%itantes3 c"Hos la%ores otimamente distri%"ídos e aceitos como verdadeiros compromissos espirit"ais3 6a. Con6orme detal es 1"e vos damos com re6er&ncia F indAstria e ao tra%al o marcianos3 essas ca"telas são res"ltantes de "m servi+oCe7tra3 1"e são e7ercidos al-m das o%riga+.erra2 RAMA. 0ermitem a1"isi+. PERGUNTAI =ão > possi%ilidade de a1"isi+ão a mais do o6icialmente determinado3 o"3 mesmo3 de o"tras mercadorias3 o%Hetos o" coisas 1"e possam atender aos gostos variados2 RAMATISI 9nAmeras o"tras coisas podem ser ad1"iridas atrav-s das Eca"telasC servi+oE3 1"e 6"ncionam como "m valor a1"isitivo no patrimLnio com"m.es e dos planos com"ns3 tra. *s 6ornecimentos de Eprimeira necessidadeE3 portanto3 são e6et"ados mediante simples inscri+ão nos departamentos locais das regi.es e @nsias das m"ltid. =ão avendo a preoc"pa+ão egotista de Emais l"croE3 nem o desespero contín"o de Ec egar primeiroE3 pois o ritmo de vida marciana . 'ssa o%riga+ão recíproca3 1"e se re6ere ao essencial preciso a "ma e7ist&ncia con6ort>vel3 tran1Tila e est-tica3 dispensa moedaCpadrão3 aH"standoCse n"m crit-rio e pagamento compensado so% servi+o coletivo de car>ter m"t"alista.

es nas es6eras artísticas da pint"ra3 mAsica3 decora+ão3 mo%ili>rio e das con1"istas cientí6icas.a deposit>ria da e7ata percentagem de sacri6ício3 o" seHa3 os de.es3 conservaCse permanentemente F disposi+ão da região o" da comarca3 "ma EloHaCreservaE3 1"e . As estatísticas per6eitas3 e7atas3 e so% mecanismo 1"e 6ac"lta a6eri+. 0ara o marciano3 o a6eto espirit"al est> acima de 1"al1"er conting&ncia de vest">rio3 alimento o" valores materiais. Apresentam sempre o aspecto dos dias de 6olga terrenos e o ar encantador dos domingos %onitos3 em vista da a%sol"ta tran1Tilidade com 1"e o marciano se move3 despreoc"pado de preH"í.a+. A a"s&ncia do espírito de l"cro e de "rg&ncia nas competi+. As r"as são movimentadas3 so% o sol radioso 1"e %an a o or%e em s"a atmos6era t&n"e como delicado Ecelo6aneE. PERGUNTAI =ão > possi%ilidade de ocorrer mais 6avorecimentos a "ns do 1"e a 1## . <este modo3 encerrado o período de 6ornecimento a todos os a%itantes3 de alimento3 vestes3 o%Hetos prosaicos dom-sticos o" de "so pessoal3 de igiene o" decora+. *rdeiros e disciplinados3 os cidadãos marcianos ag"ardam as -pocas previstas nos planeHamentos o6iciais3 para se movimentarem F 6ei+ão dos negGcios3 1"e no vosso m"ndo se s"%metem ao determinismo das esta+.adas. Res"miremos3 para vosso entendimento3 o sistema 1"e .3 o e7ato para atender an"almente toda a pop"la+ão de se" or%e. As a1"isi+. PERGUNTAI 'ssa atividade EcomercialCo6icialE mant-mCse d"rante todo o ano de Marte3 em condi+. =o entanto3 prevendo sempre 1"al1"er anormalidade no decorrer do ano3 a prod"+ão 6a%ril .es id&nticas Fs do movimento de nossos esta%elecimentos3 na lei da proc"ra e da o6erta2 RAMATIS! 0odeis conHet"rar "ma atividade an"al3 dentro de certa analogia com as disposi+.adotado em MarteI os dois primeiros meses constit"em a -poca tradicional da entrega de vest">rios3 alimentos3 o%Hetos decorativos e de "so pessoal o" dom-sticoB no seg"ndo %imestre t&m l"gar as maravil osas e7posi+.acrescida de "ma 1"ota de sacri6ício de 5 a 1) por cento3 con6orme os prod"tos3 1"e atende per6eitamente Fs event"alidades imprevistas.os o" preteri+.es de conterr@neos ast"ciosos.am%iente de pa.es3 nessa reserva3 são e6et"adas mediante a troca do o%Heto3 vest">rio o" s"%st@ncias alimentícias por o"tras não "tili.em inAmeras oport"nidades desse com-rcioCo6icial3 para a1"isi+ão das Altimas reali. H> imenso c"idado e preoc"pa+ão em se con1"istar novas a6ei+.es e não destroem os 6"ndamentos p"ros da contempla+ão espirit"al. PERGUNTAI /"pondo 1"e esteHam encerradas as -pocas de 6ornecimento de alimentos3 vest">rios o" g&neros de primeira necessidade3 > 1"e esperar pelo ano seg"inte3 a 6im de serem 6eitas a1"isi+.es do com-rcio terreno3 mas > 1"e disting"ir a pro6"nda di6eren+a na 1"estão dos o%Hetivos 1"e m"dam periodicamente.es no período o6icial2 RAMATIS! 8em%rando certos planos E%isan"aisE o" E1Tin1TenaisE de vosso m"ndo3 o 'stado Marciano prev& e prod". o" cinco por cento de acr-sciC mo com"m a toda prod"+ão an"al.es di>rias3 permitem "m controle a%sol"to para não ocorrerem e7cessos de prod"tos de "m tipo3 so%re car&ncia o" de6ici&ncia de o"tros. e serenidade3 valori.es3 dos climas o" das EmodasE tradicionais.ando os encontros a6etivos e desenvolvendo sempre os valores sa"d>veis da 6raternidade.es e aH"star novos compan eiros para a Hornada eterna do espírito imortal.es de 6lores3 em determinadas comarcas3 em sintonia com o clima reinanteB os demais meses são rece%idos com e7"lta+ão e HA%ilo3 por1"anto tra.es comerciais cria estados li%ertos de despreoc"pa+.

o"tros3 nessas a1"isi+.es in"ndados de l". de saciarCse com as reservas 1"e so%eHam3 e6et"ando solicita+. PERGUNTAI 0odia nos descrever alg"ns tipos de esta%elecimentos 1"e reali. K G%vio 1"e3 sendo com"m essa disposi+ão de Eservir e ren"nciarE3 não se podendo apontar "m sG cidadão 1"e desminta tal conceito3 desaparece3 completamente3 a mani6esta+ão da co%i+a3 inveHa3 astAcia3 avare.e os prod"tos e os traHesCo6iciais3 de padrão3 tecido e con6ec+ão EstandardE3 mas evidenciando as delicadas n"an+as de cores capa. A mais a6idalgada e disciplinada disposi+ão3 em se+.es de contentar os mais e7iC gentes deseHos. do sol3 1"e se polari. * maravil oso car>ter impol"to do marciano3 1"e l e coordena as a+. A pro6"nda no+ão de sacri6ício individ"al para o %ene6ício coletivo3 leva o cidadão marciano a c"mprir3 com a%sol"ta 6idelidade3 a lei do EamaiCvos "ns aos o"trosE 1"e l> .6"ndamento cl>ssico da vida em com"m. /o% o senso de onestidade tão nat"ral como o riso espont@neo de "ma crian+a3 Eos clientes do 'stadoE e7aminam e escol em os prod"tos 1"e estão e7postos3 colocando a s"a eti1"eta de identi6ica+ão no o%Heto3 traHe o" conH"nto alimentício pre6erido.am esse Ecom-rcioCo6icialE marciano2 RAMATISI *s edi6ícios de a%astecimento de vest">rios3 alimentos e coisas dom-sticas o" pessoais são vastíssimos pavil .indo o esto1"e e %ai7ando3 do 1"adro de compromissos3 o nome do 1"e 6oi servido por livre deli%era+ão. 'le a%sol"tamente convicto da reencarna+ão3 pro6"ndamente interessado na s"a decisiva li%erta+ão dos m"ndos materiaisB reHeita os %ens provisGrios da mat-ria planet>ria3 ante a certe. e6eito oposto ao 1"e H"lgais3 pois em ve.es 1"e seriam atendidas3 a pop"la+ão envida todos os es6or+os para e7ting"ir a prGpria ta7a de sacri6ício dos 5 o" 1) por cento previstos.ainda mais longo 1"e o terrestre2 RAMATIS! 4> vos recordamos 1"e intensa percentagem da alimenta+ão dos 1#( . PERGUNTA: * alimento não se deteriora3 ante essa a1"isi+ão 6eita no principio do ano marciano3 1"e . As paredes 6iltram3 na cor EverdeCsedacin.es em papelCvítreo3 1"e se movem3 r>pidas3 em comple7as m>1"inas3 ded". PERGUNTA: =ão > 6"ncion>rios atendendo aos interessados2 RAMATISI A6ora os 1"e devem controlar as 6ic as e %ai7ar os 6ornecimentos nos registros o6iciais3 o resto . de s"aves mati.aE3 a sedativa l". 0osteriormente3 os veíc"los da Administra+ão 0A%lica dei7am em cada resid&ncia o conH"nto escol ido. 'sses vest">rios emitem re6le7os3 como armin o l"minoso3 na con6ormidade da corCpadrão3 envolvidos por "ma a"raCmagn-tica 1"e deve corresponder F necessidade %iolGgica de adapta+ão ao meio marciano. 'm seg"ida3 acionam as listas de per6"ra+.a+.a dos valores eternos 1"e a Etra+a não rGi e a 6err"gem não comeE e desinteressaCse do l"cro a"6erido no Hogo dos 6avores "manos.disciplinadamente reali.es pitorescas 1"e parecem Hardins de metal prateado3 6osco3 e7p.ado em o"tras reali.irCse ainda mais as 1"otas de sacri6ício3 para 1"e o tempo empregado na prod"+ão de reservas seHa "tili.es das reservas2 RAMATIS! Compreendemos a vossa indaga+ão so% o nível3 com"m do omem terreno3 normalmente F proc"ra de 1"al1"er oport"nidade para insaci>veis proventos egoístas3 mesmo em detrimento da coletividade. 'm conse1T&ncia3 H> se cogita3 novamente3 de red".es3 coada pelos tel ados de materiaCvítrea.a no interior nos tons de pal a tenra de mil o novo.a3 ciAmes3 desonestidade o" planos de enri1"ecimento com os %ens al eios o" patrimLnio o6icial.ado pelos prGprios interessados.es de mel oria pA%lica.es cotidianas3 prod".

es em nossos esta%elecimentos especiali.ratandoCse de comprimidos3 ta$lettes. Atendem a imperativo da necessidade n"tritiva e não Fs e7ig&ncias epic"ristas do instinto insatis6eito3 1"e não permite o descanso endocrínico e digestivo.es digestivas3 1"e disp. * 6ornecimento . PER+&NTAI Cr& o irmão 1"e aHa mal nessa ino6ensiva pre6er&ncia aos doces e Fs re"ni.ados3 so% proHe+ão magn-tica3 e ela%orados so% processo Es"i generisE3 são resistentes a 1"ais1"er rea+.am%-m > previsão de 25 por cento a mais3 na con6ec+ão do mo%ili>rio3 a 6im de serem s"%stit"ídos o" trocados os mGveis de resid&ncias mais antigas. K "ma das -pocas de maior deslocamento entre as comarcas do or%e3 em pitoresco t"rismo3 1"ando a pop"la+ão local rece%e as 1"otas previstas pelo 'stado3 no setor desse en6eite divino 1"e é a 6lor doada por <e"s ao omem. PERGUNTA ! M"ais os o"tros departamentos de 6ornecimento o6icial3 nos v>rios períodos do ano2 RAMATISI =os períodos tradicionais das e7posi+. 'stes3 com a devida antecipa+ão3 com"nicam F administra+ão ind"strial o se" compromisso de prG7imo aH"ste conH"gal3 para serem inscritos como candidatos ao mo%ili>rio de pra7e. '3 conse1Tentemente3 não e7istem as indAstrias de doces nem as de E%om%onsE. *s rec"rsos da 1"ímica marciana conseg"iram proteger o conteAdo n"tritivo3 com algo parecido Fs dr>geas E1"eratini.adas em con6ormidade com o clima e esta+ão local3 são 6ornecidas as sementes3 m"das e esp-cimes 6lorais3 1"e representam as Altimas reali.a sec"nd>ria.es do mo%ili>rio a ser entreg"e aos noivos re1"erentes. * alimento Emassa n"tritivaE .es de ordem ind"strial.a+. .adasE de vossa medicina3 c"Ha pelíc"la e7terior3 na1"eles alimentos3 dissolveCse "nicamente ao contato dos s"cos salivares.e7traída da s"%st@ncia n"tritiva 1"e permanece na atmos6era3 na intimidade da conte7t"ra do E-terCcGsmicoE.6eito em "m EconH"nto alimentícioE3 so% invGl"cros pro6il>ticos3 capa. 6il Gs3 s"cos3 Gleos3 gel-ias arom>ticas e lí1"idos espessos3 radioativos3 vitamini. *s mGveis destinados aos 6"t"ros esposos3 em%ora seHam estr"t"ralmente 6a%ricados so% padrão o6icial3 al-m de e7ec"+ão em cores variadas3 1"e lem%ram tecido de seda l"minosa3 podem so6rer modi6ica+.marcianos .es e7teriores. a "m or%e H> consciente da Everdadeira vidaE3 1"e é a do espírito eterno3 pelo 1"e os marcianos se preoc"pam 6"ndamentalmente em dominar todos os imp"lsos instintivos da mat-ria3 a 6im 1#9 . K mister considerardes 1"e estamos nos re6erindo a Marte3 isto é. PER+&NTAI =ão > esta%elecimentos an>logos Fs nossas con6eitarias o" E%on%onniiresE2 RAMATIS: A alimenta+ão especí6ica marciana .es de 6lores reali. .de nat"re.a3 da cor e do per6"me no -ter. de manterCse indene "m l"stro3 sem 1"ais1"er transtornos. 'm gigantescos par1"esC padr.e a criat"ra terrena F alimenta+ão desordenada.es e"6Gricas para a degl"ti+ão permanente3 nem o descontrole dos centros reg"ladores das 6"n+. /o% o crit-rio s"perior de contín"a ascensão espirit"al3 e conse1Tente mani6esta+ão est-tica no m"ndo material3 o marciano o%t-m constantemente os mais e7celsos padr. 1"e l> não se vive em !un%4o de comer.emCse as e7posi+. não > predisposi+.ados2 R"M"567. =o"tros setores ind"striais3 em -pocas determinadas3 6a.H> "ma esp-cie de Eg"lodiceE3 rica de sa%or agrad>vel3 arom>tico3 e li%ertando "m conteAdo de energismo vigoroso3 1"e alenta3 revigora e reH"%ila o ser. ?ma ve.es e desdo%rarCse no"tras pe+as em armonia com o conH"nto.es3 os cidadãos podem apreciar3 praticamente3 as maravil osas esp-cies 1"e irão c"ltivar em se"s lares o" nos %os1"es adHacentes.es no campo da %ele.

se en6"recem3 so% os imp"lsos in6eriores3 diante das sed"toras li1"ida+.3 al-m do 1"e ele sa%e conscientemente ser o se" direito. K mesmo "ma simples promessa ver%al3 com dignidade e 6or+a mais e6iciente do 1"e os mais seg"ros contratos da vossa es6era H"rídica. M"anto ao modo de atender ao pA%lico3 na a"s&ncia de "m interesse comercial3 não .es delicadas com 1"e as m"l eres servem em nosso com-rcio.es o6iciais terrenas3 inAmeros seres a6et"osos3 a6idalgados3 1"e F testa de o%riga+. palpitam ciAmes3 imp"lsos de vaidade3 competi+.es prosaicas3 são 1() . RAMATIS! =a e7terioridade das ca"sas 1"e movimentam o" caracteri. /e no vosso m"ndo não é est"ltice a pre6er&ncia aos pra.erraB e tam%-m3 devem 6altarCl es a1"elas aten+. * e6eito moral 1"e em vGs prod".a de vosso com-rcio. . K s"6iciente 1"e o%serveis como inAmeras 6ig"ras 6emininas do vosso m"ndo se digladiam e at.es grosseiras e co%i+a3 so% a 6ascina+ão da HGia transitGria3 do vel"do o" da seda.eres atrav-s do 6enLmeno EdigestãoE . As ansiedades espirit"ais dos marcianos red". A demasiada preoc"pa+ão de pra.es3 1"e alg"ns seres terrícolas demonstram nas cat>stro6es3 na"6r>gios o" encontros %-licos3 1"ando pre6erem a%dicar da vida em 6avor de o"trem.di6ícil encontrardes3 mesmo nas 6"n+.am o com-rcio terreno3 na maioria dos seres.odas as instit"i+.eres do paladar3 o"tra3 no entanto3 é a visão da coletividade marciana por1"e3 no a6ã de mais %reve se integrar no meta%olismoCang-lico do espírito imortal3 pre6ere e7ting"ir t"do o 1"e não seHa intrinsecamente necess>rio F n"tri+ão corpoal3 e6et"ando3 nesse sentido3 gradativos treinos para a morte dos deseHos veementes do instinto "mano.sinal de retardamento mental para os m"ndos et-reos.a do espírito. A disposi+ão de servir e a renAncia a 6avor do prG7imo3 1"e palpitam incessantemente na alma do cidadão marciano3 sG é compar>vel aos raros gestos de eroísmos e a%nega+. =ão ser>2 RAMATISI K "m sistema de compensa+ãoB os indivíd"os t&m poderes para retirar dos esta%elecimentos pA%licos todo o s"stento e demais necessidades3 no limite da s"a Einscri+ãoCnecessidadeE so% o visto da Administra+ão. a E6al&ncia 6ra"d"lentaE dos ma"s comerciantes menos intenso do 1"e ocorreria3 se "m cidadão marciano o%tivesse concess.iram ao mínimo possível o contato com o mecanismo digestivo3 por estarem certos de 1"e nos m"ndos s"periores sG o%t-m e1"ilí%rio e moradia a alma li%erta de deseHos materiais. PERGUNTA! 'stran amos3 a nosso modo3 essa esp-cie de com-rcio3 em Marte3 1"e nos dei7a a sensacão de algo "tGpico3 sem 6or+a positiva de vida "tilit>ria mesmo ao 'stado. * cidadão ass"me o compromisso de compensar3 em servi+o de s"a capacidade e índole psicolGgica3 os provemos o%tidos do 'stado.sempre "m elemento material3 1"e a"menta o Evol"meE especí6ico 6ísico3 em detrimento do dinamismo espirit"al. * marciano não trepidaria no a"toCsacri6ício3 se alg"-m l e provasse a incorre+ão no "so dos %ens coletivos.es de Altima ora3 1"e são prod"tos da esperte.es e esta%elecimentos são do :overno local3 1"e tem a iniciativa e o impol"to crit-rio de asseg"rar o E%em coletivoE3 con6orme as %ases estat"ídas na intimidade de todos os cidadãos.es artísticas3 %ens3 alimentos3 a"7ílios3 etc.de conseg"irem mais %reve li%erta+ão do c>rcere 6ísico. PERGUNTA: Cremos 1"e3 nos 6"ncion>rios marcianos3 não > essa disposi+ão nat"ral de E%em servir para vender3E 1"e é com"m na . K de s"a índole a%sol"tamente incorr"ptível3 como parte de se" car>ter não "ltrapassar n"nca o limite das possi%ilidades 1"e pode ass"mir. 'n1"anto3 no vosso m"ndo3 ensaiais novos e7perimentos e cost"mes3 1"e ainda mais vos s"%H"gam F garra coerciva do instinto in6erior3 os marcianos esta%elecem e7ercícios de vontade e eliminam de6initivamente o 1"e . * alimento3 por mais delicado3 n"tritivo o" necess>rio3 .dispens>vel F verdadeira nat"re.

PERGUNTAI <evemos eliminar de nossa mente 1"al1"er concep+ão de "m com-rcio símile da .o Eamor divinoE. mais3 do verdadeiro alimento do espírito3 1"e . * servi+o de atender ao prG7imo3 em Marte3 .ão do estado de6initivo da alma3 1"e .em toda s-rie de elementos 1"e ed"cam3 divertem aprimoram e mel oram o con6orto pessoal.ados em 6"n+ão da maior dist@ncia dos condicionamentos 6ísicos.realmente o de Ea%sol"ta li%erta+ãoE das conting&ncias dos m"ndos materiais3 todos os se"s es6or+os são reali. As loHas comerciais de mAsica3 em Marte3 são s"%stit"ídas pelos imensos e 6loridos par1"es de maravil osa atividade cotidiana3 onde "m 6ormig"eiro de criat"ras a6et"osas e ordeiras 1(1 . A alimenta+ão p"ra3 6eita so% Enecessidade %iolGgicaE e não so% EdeseHos g"lososE e7ting"i"Cl es os resta"rantes3 $on$onni8res.am%-m se incl"em nesse com-rcio3 sG F %ase de Eca"telasCservi+oE3 os traHes coloridos3 de tecidos variados3 1"e estão 6ora da categoria de responsa%ilidade a%sol"ta do 'stado. 5ivendo mais em ra.o de alimenta+ão3 vest">rio e coisas imprescindíveisB por-m3 1"ando so%ram reservas3 estas são distri%"ídas proporcionalmente.es para a 6ermenta+ão de rep"lsivas %e%eragens prGprias dos %"gres antropG6agos3 os marcianos estão al-m dos vossos cost"mes EpitorescosE3 mais inAteis para a verdadeira mani6esta+ão do espírito. As maravil osas %i%liotecas com os proHetores de leit"ra3 1"e revelam os aspectos de toda a atividade marciana3 so% 6ascinante sistema decorativo e vivo3 dispensam os E1"ios1"esE de revistas do vosso m"ndo3 1"e 6ormam a classe la%oriosa dos vendedores am%"lantes. K necess>rio convir 1"e a a"s&ncia de l"cro pessoal3 com apenas o controle coletivo de %em com"m3 e7ting"e3 conse1Tentemente3 as iniciativas individ"ais F parte da pop"la+ão. pani6icadoras e as rep"gnantes Ec "rrascariasE terrestres.erra3 na 1"estão de 6lores3 revistas3 loHas de %iH"terias3 resta"rantes3 pani6icadoras3 o" essas agrad>veis loHas de artigos m"sicais3 com s"as pitorescas propagandas2 RAMATIS! <a mesma 6orma 1"e H> não 6icais de cGcoras3 mastigando raí. 'm 6ace de "ma n"tri+ão %aseada no magnetismo 1"e impregna toda a s"%st@ncia de vida3 apro7imamCse3 cada ve.onde mais vos certi6icareis da s"perioridade espirit"al do marciano.6eita mediante as Eca"telasCservi+oE3 o%tidas em la%ores e7cepcionais3 de maior responsa%ilidade o" de vol"nt>ria contri%"i+ão. PERGUNTAI A6ora o alimento3 vestes e o%Hetos dom-sticos 1"ais as o"tras a1"isi+. Como nessa man"6at"ra sec"nd>ria estão incl"ídos os acessGrios 1"e3 em%ora Ateis e deseH>veis3 podem ser dispensados3 nesta ipGtese3 s"a a1"isi+ão .es 1"e se podem 6a. .espíritos de nível marciano. PERGUNTAI M"ais os artigos 1"e estão incl"ídos nessa categoria de a1"isi+ão por Eca"telasCservi+oE2 RAMATIS I Compreendem toda s-rie de aparel amentos 1"e no vosso m"ndo podem ser incl"ídos na arte 6otogr>6icaB a literat"ra de devaneio3 como interlAdio na vida e7cessivamente ascensional na es6era do espíritoB determinados rec"rsos no campo da mAsica3 da arte e mesmo da ci&ncia3 1"e "ltrapassam 5osso entendimento3 e 1"e podem ag"ardar momentos propícios para serem intercam%iados. =o entanto3 as indAstrias o6iciais prod".er no com-rcioCo6icial marciano2 RAMATISI * compromisso 6"ndamental do 'stado para com o povo .

9/I K mais o prod"to de associa+.es parecem ca"sar espanto F prGpria =at"re.am em torno das edi6ica+. As e7tensas avenidas3 circ"ndadas de alamedas est"antes de 6lores e per6"mes3 cortam os maci+os de edi6ica+. Marte3 F noite3 . A dist@ncia3 o ol ar "mano v& a mais desl"m%rante Ea"raCdeCl".es 1"e espontaneamente s"rgem no seio da pop"la+ão3 visando sempre ao aprimoramento espirit"al3 em%ora "s"6r"indo os pra.es 1"e parecem tal adas em s"%st@ncia 6eita do vosso l"ar sereno3 lem%rando pontiag"dos castelos apontados para o c-".es em templos religiosos.es e melodias 6ascinantes.coordenada so% o controle do :overno Marciano2 RAMA.a s"perior3 em concord@ncia com as vi%ra+. ^ noite3 > re"ni.a 6eita para o %elo e para a verdade3 1"e dominam o espírito marciano3 casamCse per6eitamente com a serena claridade di>6ana 1"e palpita em toda a atmos6era do planeta.a.3 tam%-m3 o desinteresse pA%lico2 RAMATIS! .eres nat"rais e atinentes ao espírito na 6orma material."m dos mais ricos de motivos e de alegrias. * HA%ilo3 a pa.es e dos esportes3 6aremos descri+.es "manas3 em coros 1"e lem%ram es6eras celestiais3 in"ndara os recintos de encontro not"rno3 onde > mais sensi%ilidade e dignidade de pensamentos do 1"e na maioria das vossas re"ni. As vo. Cent"plicaCse o interc@m%io entre os a%itantes3 desa6ogados das o%riga+.es no plano da melodia e composi+ão sonora3 são o6erecidas em comple7os e assom%rosos conH"ntos instr"mentais3 c"Has vi%ra+.es 6"riosas so% o com%"stível do >lcool3 dos desvãos som%rios de Ee7plora+. * sistema de il"mina+ão destit"ído de 6ios3 atravancamentos e armad"ras prGprias ao vosso sistema de eletricidade3 é 6eito por proHe+ão nas paredes dos edi6ícios e 6ac"lta resplendores >"ricos 1"e se polari.E prateada3 com re6le7os lilases e s"avemente carminados3 1"e parece descer so%re a cidade3 recordando a 6ig"ra de "ma pom%a gigantesca3 maHestosamente po"sada n"m nin o de 6lores cintilantes3 na mais inconce%ível policromia terrena.es.er "mano.es em esp-cies de Ecl"%es terrestresE o" agremia+.m"ndo de son osB s"as metrGpoles são nin os de 6lores3 l". m"l er terrena é repasto sens"al e simples re%otal o do pra. PERGUNTAI <"rante a noite3 "ma cidade marciana não .amento dos par1"es pA%licos3 1"e 6ormam o encanto das noites límpidas e enl"aradas. As cidades destit"ídas do a6litivo com-rcio dos terrícolas3 criaram o"tros meios de interc@m%io e contato pop"lar3 atrav-s de maHestosos am%ientes de mAsica3 de arte elevada3 de diversão sadia3 sincera3 p"ra e li%erta da %r"tal e grosseira mani6esta+ão dos instintos in6eriores.es recíprocasE3 onde a imagem da in6eli.es cotidianas3 mas so% "m ritmo de encantamento espirit"al3 distante dos am%ientes s"6ocantes dos vícios perniciosos3 das competi+. =o capít"lo das divers.am%-m não > interesse l"crativo3 por parte das a"toridades diretoras de alg"ns países de vosso m"ndo3 1"anto F il"mina+ão3 ornamenta+ão e em%ele. PERGUNTAI 'ssa vida not"rna3 de diversão3 .es o" ess&ncia do 'spírito 1(2 .es3 nas 1"ais a H"vent"de encontra sempre "m am%iente 6estivo de nat"re."s"6r"em os mais %elos momentos de alegria3 pa.es pitorescas desse @ng"lo marciano3 1"e .3 a nat"re. As Altimas cria+.som%ria3 triste e desagrad>vel3 em 6ace da a"s&ncia de "m com-rcio3 1"e a ornamentaria com s"as vitrinas il"minadas na es6era da propaganda2 0orvent"ra3 a despreoc"pa+ão de l"cros não tra. e &7tase espirit"al. =o entanto3 vGs os poss"is Fs centenas3 esteticamente distri%"ídos pelos recantos das cidades3 6ormando Eo>sisE de vegeta+ão e "m deleite ao espírito 6atigado da lide cotidiana.

<ivino 1"e eleva a alma para <e"sB pois3 F medida 1"e o espírito evol"i para e7press.mente manterCse n"m estado de Ede6esa egoc&ntricaE3 6ec andoCse entre os pared. 1(! . *s seres retardados na escala evol"cional3 proc"ram ang"stiosa e 6ero.es mais ang-licas3 vai se li%ertando desses so6ismas3 preconceitos e conven+.es 1"e 6ormam a estr"t"ra das almas demasiadamente preoc"padas com a s"a personalidade "mana.es do convencionalismo protetor da personalidade3 recalcados e atentos3 red". *s marcianos3 no entanto3 devido ao se" con ecimento e sentimento3 participam e "s"6r"em de tanta 6elicidade3 1"e precisam repartiCla com o prG7imo3 assemel andoCse a crian+as despreoc"padas3 desprendidas do m"ndo e li%ertas de 1"al1"er preven+ão para com o e7teC rior. Cremos 1"e 4es"s3 1"ando advertia E<ei7ai vir a mim os pe1"eninos3 por1"e deles o reino dos c-"sE3 devia ter em mente a 6ig"ra delicada e encantadora dos marcianos.indo e protegendoCse ante a presen+a al eia.

es psicolGgicas dos moradores o" 6re1Tentadores do am%iente.emCse3 em import@ncia3 a todos os demais 6atores ar1"itetLnicos do edi6ício..para corresponder3 ermeticamente3 Fs e7ig&ncias t-cnicas do Consel o <iretor 'di6icativo3 por1"anto a cAp"la3 em s"a cor e irradia+ão3 prod". 'n1"anto na . PERGUNTA: 'm 6ace das disposi+. 1($ .es e demais características desses tel ados o" co%ert"ras2 RAMATIS! Come+aremos por salientar 1"e3 nos grandes edi6ícios3 tais como pal>cios3 templos e esta+. polari.es marcianas3 atende a o%Hetivos especí6icos3 de tal sing"laridade3 1"e os se"s re1"isitos so%rep.es3 1"ais as disparidades mais relevantes 1"e care+am ser apontadas nos edi6ícios marcianos2 RAMATIS! '7istem diversos aspectos dignos de serem anotados. modi6ica+.es a-reas o" não3 predominam as cAp"las translAcidas3 de material semel ante F porcelana terrestre3 1"e dei7a a l". arti6icial3 magn-tica3 il"minaCas 6ericamente3 lem%rando imensos Ea%atCHo"rsE re6"lgentes3 s"spensos so%re os edi6ícios.erra os tel ados o%edecem a lin as o" sistemas 1"ase "ni6ormes3 em Marte3 a 6"n+ão do edi6ício3 o am%iente a ser vivido3 .F estr"t"ra+ão da s"a montagem3 t"do3 nesse setor3 o%edece a certas regras de ci&ncia esot-rica3 devido F 6"n+ão radiante 1"e essas co%ert"ras o" a%G%adas e7ercem no am%iente interno do edi6ício3 como veíc"los transmissores de 6l"idos et-ricos3 propícios a &7tases devocionais da alma e Fs inspira+.1"e comanda especi6icamente a constr"+ão em todos os se"s mínimos detal es previamente esta%elecidos.es especí6icas ade1"adas Fs 6inalidades para 1"e 6oram constr"ídos os edi6íciosI para indAstria3 com-rcio3 arte3 ci&ncia3 escola3 devo+ão3 o%servatGrio astronLmico3 moradia coletiva o" departamento pA%lico. Alg"mas são cLnicas3 lem%rando s"aves colinasB o"tras3 ag"das3 piramidais3 o" rasas como pratos de vidro3 invertidosB e as 1"e co%rem os templos3 em geral3 são de 6ormas ovGides. . A cor3 l".arCse em n"an+as sedativas. PERGUNTA: 0oderia3 então3 esclarecerCnos amplamente so%re os diversos aspectos3 6"n+.a intrínseca de s"a s"%st@ncia at.a dos edi6ídos e são de cores claras3 em so%er%os mati. Re6erimoCnos aos tel ados o" co%ert"rasB pois desde a nat"re.* Edifica. H>3 por-m3 "m setor 1"e3 em%ora sendo parte integrante de toda constr"+ão3 em certas edi6ica+.es adotadas pela nossa ar1"itet"ra na constr"+ão das edi6ica+.=es e residD#cias. 'ssas cAp"las variam con6orme a nat"re.3 decora+ão e motivos de arte 6icam estritamente s"%ordinados ao teor dos sentimentos o" emo+. PER+&NTA! 0or 1"e variam os materiais con6orme o teor psicolGgico do am%iente2 RAMATIS: A variedade .es s"periores da intelig&ncia.es ainda descon ecidos ao ol ar terreno. <"rante o dia3 os raios do /ol 6iltramCse por elas3 em s"ave l"minosidadeB e3 F noite3 a l".odas são constit"ídas de "ma sG pe+a3 6"ndida em gigantescas "sinas e variando3 tam%-m3 na cor e no material3 con6orme o teor psicolGgico do am%iente a 1"e se destinam.

es espirit"alistas con6eccionada3 e7cl"sivamente3 para essas 6inalidades3 não podendo ser aplicada para 1"al1"er o"tro o%Hetivo.Cse necess>rio3 ainda3 1"e os raios l"minosos magn-ticos3 em momento e7ato3 se en6ei7em e se proHetem para "m sG ponto das correntes planet>rias3 na mais per6eita "nidade de 6or+a magn-tica em dire+ão ao /ol. PER+&NTA! 0or 1"e tal e7ig&ncia nos templos religosos2 RAMATISI *s adeptos religiosos3 1"ando se reAnem para as cerimLnias devocionais3 necessitam de certos 6l"idos Ep"rosE3 contidos nos raios solares e 1"e 6avorecem os momentos de E&7taseE3 permitindo mais íntima liga+ão com o EespíritoE solar.conseg"ido mediante a re"nião de diversas almas em per6eita sintonia de Ea6inidade eletivaE.a+. d E'" e Me" 0ai somos ?mE.a íntima dos raios solares3 o" mesmo da l". 'ssa impregna+ão Es"i generisE serve aos marcianos como ponte o" tra+oCdeC"nião com os planos s"periores3 na ora da sagrada Ereliga+ãoE com o Criador dos M"ndos.al conH"nto o" campo magn-tico "mano opera como ímã receptivo e condensador3 1"e a%sorve da mat-ria vítrea da cAp"la3 a1"ele EalgoE misterioso3 1"e não podemos esclarecer3 em%ora certos iniciaC dos do vosso m"ndo consigam pressentiClo atrav-s da nossa re6er&ncia.es3 as cores3 a mAsica e os per6"mes 1"e in"ndam o interior dos templos at"am ermeticamente no processo de Eal1"imia espirit"alE 1"e se trans6"nde por essas cAp"las misC teriosas. =o vosso m"ndo3 por en1"anto3 somente alg"mas almas descidas de planos s"periores e dedicadas aos est"dos das verdades esot-ricas para o %em com"m3 conseg"em penetrar e sentir esses mist-rios.a. arti6icial e magn-tica3 F noite. Fa.PER+&NTA! 0oderíamos con ecer pormenores mais o%Hetivos2 RAMATIS: As cAp"las dos templos religiosos são de material e cores especí6icos3 ade1"ados F psicologia devocional dos 6i-is de cada templo3 1"e deve ser co%erto de material 1"e não altere a nat"re. a estados emocionais ignorados pelo omem terreno. PER+&NTA! /em pretendermos romper o H"sto sigilo3 poderíamos sa%er se esse material com essa Eimpregna+ão sagradaE não o6ereceria a todos os 1"e o "sassem como co%ert"ra de se"s lares3 as mesmas condi+. As l". PERGUNTA! 0orvent"ra3 alcan+aremos3 "m dia3 essas reali. A s"%st@ncia "sada para a co%ert"ra dos templos o" instit"i+. M"ando o omem se apro7ima de tal Erealidade espirit"alE3 ele compreende3 então3 o Epor1"&E dos conceitos de 4es"s 1"ando 'le a6irmaI d E* reino de <e"s est> em vGsE. =a ora de se 6"ndir esse material3 e6et"aCse determinado processo de ordem inici>tica3 1"e não estamos a"tori.es propícias de espirit"alidade2 RAMATIS: 0ara 1"e essa E1"alidadeE vi%ratGria3 impregnada na intimidade da mat-ria3 prod". 0or-m3 em Marte3 a Ci&ncia "nida F F-3 conseg"e &7tases so% verdadeira disciplina cientí6ica.a os se"s e6eitos3 são precisos3 6"ndamentalmente3 o"tros elementos essenciaisB sendo o mais importante a 6orma+ão de "m Ecampo magn-tico "manoE3 mental e espirit"almente poderoso3 o 1"e3 mesmo em Marte3 sG . 1(5 .>Clos s"avemente sem l es alterar a ess&ncia da s"a p"re.ados a vos descrever. .es2 RAMATISI /ão 6enLmenos prontos a se mani6estarem em todos os or%es3 mas dependentes do gra" de evol"+ão dos mesmos. Conse1Tentemente3 as cAp"las de s"%st@ncia vítrea3 al-m do o%Hetivo de 6iltrar os raios l"minosos para o interior3 devem polari. Res"lta3 então3 "m &7tase de e7alta+ão divina3 1"e impregna todos os 6i-is e os cond".

es mais e7atas. =at"ralmente3 ainda não podeis o%ter os e6eitos energ-ticos e vitali.PERGUNTAI ' como são 6eitas as cAp"las o" a%G%adas vítreas destinadas a o"tros setores2 RAMATIS! /ão 6"ndidas3 tam%-m3 na cor e na espess"ra e7igidas pelas condi+."ma sat"ra+ão de ondas E"ltraCet-ricasE3 F semel an+a da 1"e de6ine o campo vi%ratGrio das Eondas "ltrac"rtasE o" E"ltraCsonsE. 'ssa cor predisp.arem em EmicrogermesE patolGgicos.es emocionais algo %en-6icas aos seres "manos. =ão associais o %ranco para as emo+. A cAp"la de "ma instit"i+ão de pes1"isa cientí6ica3 onde H> se est"da o meta%olismo eletrLnico no campo EetereoastralE3 c"mpre a 6"n+ão de 6l"ir "m lil>s3 com n"an+as de rosaC p>lido. . PERGUNTA! M"ais são essas 1"alidades cromoter>picas2 RAMATISI /ão constit"ídas pelo poder c"rativo das cores3 devido F a+ão 1"e estas e7ercem no campo nervoso e endocrínico do ser "mano.es 6estivas e o preto para os atos 6Ane%res2 A cor constritiva do ro7o não identi6ica os en6eites dolorosos das coroas e dos cai7.erra3 1"ando atendeis ao e6eito psicolGgico das cores3 na escol a das tintas para a pint"ra de ospitais3 resta"rantes3 aeronaves3 indAstrias3 igreHas3 escolas3 o" am%ientes esportivos. As cores 6"ncionam como EdespertadoresE et-ricos3 astrais o" mentais3 en1"anto em vosso m"ndo elas sG criam disposi+."lCceleste3 a melancGlica depressão da cor ro7a o" a e7cita+ão do vermel o. =a .a cor 6"ndamental do intelecto. M"e "tilidade o" conveni&ncia e7iste no 6ato de essas cAp"las l"minosas impressionarem a mente dos 1"e se encontram so% as mesmas2 RAMATISI *s motivos são an>logos aos 1"e H> e7istem na .es t-cnicas e psicolGgicas dos am%ientes a 1"e se destinam.em as cAp"las marcianasB pois3 al-m do e6eito terap&"tico 1"e os Eraios cromosG6icosE e7ercem na 6a"na microg&nica do astral3 as s"as cores prod".em rea+. ?ma escola o" instit"i+ão artística condiciona o se" tel ado transparente ao mati.CverdeCseda3 a cor propícia F emotividade dos artistas.es e desacertos3 devido3 tam%-m3 Fs cores agressivas estampadas nos aposentos dos se"s lares. /o% nosso ol ar espirit"al3 temos o%servado inAmeras 6amílias 1"e entre si intercam%iam contín"as irrita+.rataCse de "m setor descon ecido para o vosso entendimento at"al e não encontramos voc>%"los aH"stados a descri+.es mort">rios2 1(6 .erra con eceis o e6eito repo"sante do a.antes 1"e prod". Al-m dessas partic"laridades cromosG6icas3 os cientistas ainda conseg"em impregnar as cAp"las de 1"antidades cromoter>picas.es emotivas3 sa"d>veis o" patog&nicas3 sem inter6erirem diretamente no mecanismo E6isio1"ímicoE transcendental do ser "mano. ?m Centro intelect"al e7ige a co%ert"ra em amareloCclaro3 do"rado p"ro3 1"e . PERGUNTA! ' 1"ais são as cores 6"ndamentais das cAp"las destinadas F co%ert"ra dos templos2 RAMATISI <epende do o%Hetivo devocional do templo3 o 1"e3 mais adiante3 pretendemos vos e7por com minAcias mais completas e interessantes. PERGUNTA.e psicologicamente o cientista Fs pes1"isas na es6era EmicroastralE3 onde se agitam os %acilos psí1"icos3 na l"ta de se materiali. =ão podemos el"cidarCvos plenamente3 mas3 para e6eito de simples analogia3 vos diremos 1"e .

* con ecimento cromosG6ico .es dos 6ilmes3 en1"anto 1"e os marcianos os apreciam ao nat"ral3 atrav-s de s"as paredes. ?ma Ce7Gtica com%ina+ão de violeta e pArp"ra %ril antes3 em vossos aposentos dom-sticos3 dimin"i as de6esas ormoniais e 6avorece as en6ermidades prGprias dos 1"adros patolGgicos ipocondríacos. <os aspectos salientados pelos 6iltros3 sG vos podeis certi6icar apGs as revela+.es coloridos dos e6lAvios aplicados nesses pain-is3 eles 6a. A energia especí6ica 1"e l e é aplicada3 criaCl e a transpar&ncia3 1"e pode ser 6osca de "m lado3 F semel an+a dos vidros de Gtica 1"e H> "sais na . a cor sangTínea. Certos alimentos de cores agrad>veis at"am no mecanismo gland"lar e 6avorecem a prod"+ão de secre+. Con6orme a 1"alidade e os mati.es devocionaisB o verdeCclaro e esmaecido das campinas in"ndaCvos a alma de H"%ilosas emo+.es na alimenta+ão3 ainda m"ito ao gosto de certas ra+as do vosso m"ndo3 a"mentam o" red".a e7terior3 apresentandoCos n"m aspecto de maior viv&ncia e emotividade. <esnecess>rio 6alar do e6eito e7citante 1"e prod".es internas 1"e adotamos2 RAMATISI /ão constr"ídos de material 1"e passaremos a classi6icar de Emat-ria vítreaE3 por1"e .es de ormLnios e secre+. 0oderia el"cidarCnos ainda mais pro6"ndamente so%re a in6l"&ncia das cores3 1"anto aos se"s e6eitos na estr"t"racão mental dos am%ientes2 RAMATIS! 4> ."ma ci&ncia 1"e orienta o marciano a compor o se" agrad>vel e terap&"tico E a%itatE de perman&ncia no m"ndo 6ísico."m prod"to origin>rio do E1"imismo do vidroE.em ressaltar alg"ns @ng"los da nat"re.PERGUNTA .am os enHLos3 as n>"seas.a s"planta a do diamanteB poss"i3 ainda3 a e7traordin>ria 6ac"ldade de se tornar transparente e translAcido3 1"ando s"%metido aos e6lAvios de raios proHetados por aparel os especiais no campo do magnetismo EeletrLnicoCet-ricoE.do con ecimento de vossa ci&ncia 1"e as cores alaranHadas dão sensa+ão de calor3 en1"anto as cores gris>ceas acent"am a receptividade do am%iente para o 6rio. As paredes das resid&ncias com"ns lem%ram grandes pain-is o" %iom%os3 1"e pela vontade dos se"s moradores se tornam l"minosos. /o% processo algo parecido com a opera+ão de Ecer.em as prod"+. * a. PERGUNTA I 0oderíamos con ecer com mais detal es alg"ns desses aspectos2 RAMATIS! 8em%ramosCvos3 por analogia3 os 6iltros colocados nas lentes de m>1"inas 6otogr>6icas3 e 1"e ressaltam os relevos do solo3 das n"vens e determinados planos das paisagens.erra.irE3 de 1"e adiante vos 6alaremos3 essa s"%st@ncia se torna 6le7ível e ainda a"menta a s"a e7traordin>ria resist&ncia.es digestivas.es pastoraisB mas o verdeCs"Ho3 a cor de ardGsia3 dei7amCvos egoc&ntricos e a%atidos."l límpido e translAcido do c-" despertaCvos pensamentos de tern"ra e medita+. PERGUNTA: ' 1"al a di6eren+a o" gra" dessa viv&ncia proporcionada pelas paredes l"minosas2 RAMATIS! Consiste na e7"%er@ncia do se" realismo proveniente do avivamento das cores com"ns da nat"re.es a%"ndantesB o"tros rep"gnam F vesíc"la %iliar.a3 em 1"e ressaltam as n"an+as claras e po-ticas3 tal como acontece 1(# . As decora+. PERGUNTAI As resid&ncias marcianas são semel antes Fs nossas3 1"anto Fs disposi+. As vossas aeronaves comerciais eliminaram dos se"s interiores as cores amarelas e o tom castan o3 pre6erindo as de verdeCclaro3 sedativas3 1"e ne"trali. K impenetr>vel3 lem%rando o granito3 mas s"a d"re.

enas de modelos s"geridos pelos prospectos 1"e acompan am o conH"nto. e mans"et"de espirit"al.imodi6ic>vel nessa prod"+ão em massa3 por1"anto a co%ert"ra3 paredes3 alongamentos o" red"+.es da energia astral e os Ed"plos et-ricosE dos seres e das coisas. * conH"nto lem%ra "m cai7ão translAcido visto internamente e isento de emendas o" para6"sos. solar em mati.nos dias límpidos em 1"e a 6"lg&ncia do /ol torna a paisagem mais viva e encantadora. * soal o3 o 6orro e os lados são da mesma s"%st@ncia.proHetado em 6"n+ão do HA%ilo espirit"al 1"e deve prevalecer nos interc@m%ios sociais. As resid&ncias marcianas são edi6icadas distanciadamente "mas das o"tras3 no centro de ret@ng"los 6orrados de vegeta+ão e 6lores e7Gticas3 apresentando os mais s"%limes padr. e aca%amento est-tico são e7ec"tados em con6ormidade com o gosto pessoal dos moradores.erra2P RAMATISI * vosso padrão de constr"+. PERGUNTAI 0orvent"ra não e7istem 1"arteir. 'm alg"mas resid&ncias e7istem rendil ados e ornamentos nas paredes 1"e3 ante a l".es de o"rivesaria vegetal. Apenas a armad"ra .es s"aves3 proporcionando ao am%iente do lar "ma atmos6era de pa.es3 cores3 @ng"los de l". 'm torno3 os per6"mes envolvem as moradias3 trans6ormandoCas em sedativos Eo>sisE agrad>veis ao espírito contemplativo. PERGUNTA! A constr"+ão das casas de moradia o%edece F mesma t-cnica da . Finalmente3 a visão como at"ada por raios Ein6ravermel osE tornaCse penetrante no campo imponder>vel3 conseg"indo notar as rapidíssimas agita+.erra2 RAMATIS! As casas são padroni. A atmos6era t&n"e3 impregnada de s"ave %risa odorante3 em%alsama o cen>rio policrLmico 1"e 1(( . magn-tica3 e7i%em 6iligranas maravil osas e7ec"tadas por insignes artistas de t-cnica s"perterrestre. . * :overno de Marte não atende apenas ao e1"ilí%rio social econLmico o" ed"cativo do povoB antes de 1"al1"er proHeto de ordem administrativa3 c"idaCse3 essencialmente3 do %emCestar espirit"al dos cidadãos3 pois este re1"isito . =at"ralmente tendes di6ic"ldade em assimilar estas realidades3 pois ainda estais %em distantes destas con1"istas 1"e os marcianos H> alcan+aram atrav-s do magnetismo divino. As paredes e7teriores 6iltram a l". /ão 6ormadas de "ma sG pe+a inteiri+a. PERGUNTA: ' as paredes internas são da mesma s"%st@ncia vítrea2 RAMATIS! .considerado mais valioso do 1"e todos os demais.&m apar&ncia de mat-ria pl>stica terrena e do mineral 1"e denominais EcalcitaE. emendas3 c"rvas e s"portes3 podeis constr"ir de. Assim3 tam%-m3 as paredes vítreas3 s"%metidas a e6lAvios 1"e lem%rariam3 por analogia3 raios E"ltravioletaE3 permitem3 at-3 o%servar o s"%solo com se"s len+Gis re6"lgentes de material radioativo3 o" ainda3 o%servar a seiva na intimidade dos vegetais e os contornos anatLmicos dos seres.es o" %locos de resid&ncias semel antes aos 1"e constr"ímos na . 0ara vosso mel or entendimento3 diremos 1"e essas resid&ncias3 1"anto ao sistema da s"a montagem3 assemel amCse a esses vossos %rin1"edos de EarmarE3 em 1"e3 de posse de inAmeras pe+as de metal3 como seHam es!eras.adas mediante "m plano pr-vio3 determinado para "m ano marciano.es compactas3 algo semel antes a 6ormig"eiros3 distanciaCse do gosto marciano. Assim3 em cada %airro3 s"%Ar%io e cidade3 t"do . * vigamento3 o" seHa3 o es1"eleto met>lico3 leve e delicado é 1"e não pode ser alterado na s"a estr"t"ra. /ão conH"ntos graciosos entre %os1"es re6rescantes3 onde as >rvores idosas se de%r"+am3 tran1Tilas3 so%re 6ontes cristalinas3 marc etadas de cristais preciosos. 0odem ser montadas em 2$ oras terrestres e são 6acilmente s"%stit"íveis.

Apreciados de 1"al1"er emin&ncia3 os lares marcianos assemel amCse a delicados estoHos de HGias po"sados no c ão 6lorido.a do campo vi%ratGrio de Marte 1"e 6avorece o" possi%ilita esses res"ltados2 RAMATIS! K a constit"i+ão do aparel o da vista3 com a retina de 6i%ras mais 1(9 .em os aposentos a "m am%iente e"6Grico3 prod"to da a%ilidade dos t-cnicos psicGlogos e artistas 1"e reprod".6a. s"ave e macia dei7a "ma sensa+ão avel"dada na epiderme.am a impressão Es"i generisE de viverem no interior de cai7.al energia . <i6erem3 no entanto3 em s"a a+ão anti%iGtica 1"e e7erce a+ão no campo onde se agitam as coletividades micro%ianas invisíveis F instr"menta+ão com"m.distri%"ída por "sinas especiais3 1"e a canali. Camin os de areia do"rada3 como se fosse polida3 recortam os canteiros de grama3 circ"ndados de 6lore.apenas a nat"re. 'ssa l".es de cada aposento. PERGUNTAI K a disposi+ão anatLmica do Eol o marcianoE 1"e m"ltiplica a visão dos mati.es de vidro translAcido3 de s"ave colorido e l".es 1"e disp.em3 em%ora no plano material3 1"adros e paisagens dos m"ndos espirit"ais.de repo"so espirit"al3 pois não > campo vi%ratGrio in6erior3 criado pelos con6litos com"ns nas 6amílias terrenas3 onde a cGlera3 a raiva3 a irrita+ão e as lamenta+. <aí a 6"n+ão protetora e pro6il>tica dos alicerces de se"s lares e edi6ícios de tra%al o3 6eitos de "ma esp-cie de E%a1"elite terrestreE3 1"e isola as rea+.es do s"%solo3 poss"indo magneticamente algo da 6"n+ão %acteriost>tica dos anti%iGticos com"ns da . radia+.erra3 po"sando re6le7os de l".es coloridos3 o" . Finalmente3 os marcianos go.am aos condensadores-matri9es das resid&ncias. PERGUNTA: M"e mais nos impressionaria3 de interessante3 nessas paredes translAcidas2 RAMATIS! /e a vossa visão p"desse captar3 vi%ratoriamente Qo 1"e .ada e evol"ída no campo %iolGgico3 -3 conse1Tentemente3 ipersensível Fs emana+.es constantes 6ormam o am%iente dom-stico. . PERGUNTA: M"al a 6orma de il"mina+ão3 F noite3 nessas resid&ncias2 RAMATISI Atrav-s de energia magn-tica3 e7traída da atmos6era por processos inacessíveis ao vosso entendimento.a dos m"ndos celestiais. sedativa na areia do"rada3 com%inaCse F 6estiva tern"ra dos se"s moradores.3 al-m de s"a 6"n+ão il"minadora3 prod". =os lares marcianos3 os ornamentos3 as 6lores nat"rais e o mo%ili>rio 6le7ível3 com%inamCseP psicolGgica e emotivamente com as cores3 sintLnicas com as 6"n+.in as m"lticores em 1"e so%ressaem o r"%i3 a sa6ira e as t"rmalinas3 todas em cam%iantes de vida.am todos os raios magn-ticos nocivos3 origin>rios dos len+Gis de min-rio radioativoB e impedem3 tam%-m3 1"e as energias magn-ticas dos moradores seHam a%sorvidas pelo solo3 devido F atra+ão dos materiais imantadosB pois o marciano3 criat"ra mais espirit"ali. * am%iente íntimo desses lares .com"m ao ol o marcianoR3 seríeis empolgados pela maravil osa gama de cores re6"lgentes 1"e se evolam das paredes3 c"Ha l". PERGUNTA: Os alicerces das casas t&m as características terrenas2 RAMATIS! /ão de s"%st@ncia imperme>vel Fs emana+.erra. antever a s"prema %ele.es s"tis do magnetismo in6erior.es radioativas de teor elementar3 perniciosas.ada. * /ol3 mais s"ave do 1"e na . /emel antes alicerces ne"trali. polari.

a e de "m senso po-tico agrad>vel. . As mesas são de tampos coloridos3 vítreos3 6oscos3 19) .es de imagens e7teriores3 n"ma E"ltramicrotrepida+ãoE3 e sem es6or+o das 6ig"ras em tr@nsito.es diet-ticas red".es3 ao se a%rirem.vi%r>teis do 1"e a terrena e o nervo Gtico mais aper6ei+oado3 devido ao sistema %iolGgico estar li%erto de to7inas das imp"re.es F l".es s"tis do a. Almas a6eitas F l".es com"ns das portas e Hanelas das resid&ncias2 RAMATISI /ão 6ormadas de "ma sG pe+a e não t&m gon.es de de6esaB pois "m ladrão serCl esCia coisa tão insGlita como %rotarem leg"mes nas vossas r"as as6altadas.es evol"tivas e %iolGgicas dos sentidos são correlatas com o progresso "mano e as con1"istas cientí6icas no campo e7terior.es3 imponder>veis F visão com"m do omem terreno. PERGUNTA: 'sse sistema de portas não o6erece po"ca seg"ran+a2 RAMATISI Realmente3 a seg"ran+a é sacri6icado em 6avor da %ele. *s indivíd"os daltLnicos en7ergam diversamente dos ol os com"ns3 devido F e7centricidade vi%ratGria de s"a c@mara Gtica. Alg"ns mGveis são 6eitos de metalprG7imo do al"mínio3 predominando sempre a s"%st@ncia vítrea3 transparente3 de aspecto 6r>gil e cintilante.es 1"e nGs "samos2 RAMATIS! =a decora+ão e no mo%ili>rio3 > certa apro7ima+ão com a t-cnica terrena. e F alegria3 avessas F maldade3 %ondosas e Ateis at. ' a ipersensi%ilidade vis"al dos marcianos permiteCl es captar maior e7tensão vi%ratGria na 6ai7a de cores por1"e a s"a evol"+ão moral e espirit"al são correlatas3 tam%-m3 com o se" progresso %iolGgico.as n"tritivas3 pois as a%erra+.ais movimentos se e7ec"tam F simples apro7ima+ão da pessoa3 mediante pr-via reg"lagem no gradil emissor de energia. =o o"tro e7tremo da 6ai7a l"minosa3 e7istem insetos 1"e at"am no campo de visão E"ltravioletaE3 perce%endo raios al6a3 %eta3 o" mais radia+. *"tros3 como delicadas cadeiras e poltronas3 são 6a%ricados de material parecido com a esp"ma de %orrac a3 de 1"alidade 1"e permite ao mGvel adaptarCse milimetricamente a toda a s"per6ície do corpo3 na mais per6eita distri%"i+ão anatLmica. As resid&ncias marcianas são amplas e a%ertas de acordo com o se" espírito 6raternal. /G mais tarde3 o aper6ei+oamento do se" aparel o Gtico l es permiti" reprod". As disposi+.em3 tam%-m3 a capacidade sensorial3 como é com"m nos ep>ticos em vosso or%e."lCpr"ssiano e o celeste.em os Hardins3 as 6lores3 as aves e os regatos em com"nica+ão com o interior das moradas3 semel ando 6estivos pavil . *s c ineses e alguns povos asi>ticos3 primitivos3 pintavam o c-" em cor amarela3 com laivos do"rados3 demonstrando 1"e se"s ol os ainda não captavam as vi%ra+. PERGUNTA: As resid&ncias marcianas adotam mGveis dos padr.erra. /o% es6or+os e7cepcionais3 de s"a vontade o" re1"isi+ão mental3 eles podem apan ar mais de sessenta mati.os3 para6"sos3 emendas3 do%radi+as3 pois desli. do amor3 F pa. As paredes tam%-m podem ser a"tomaticamente a6astadas3 a%rindo vãos espa+osos3 1"e p.es3 cores e per6"mes3 estão em per6eita correspond&ncia com os se"s estados íntimos e com as s"as a+.irem a a%G%ada celeste em s"a cor pec"liar.ao es1"ecimento de si mesmas3 se"s lares 6loridos3 repletos de l"."lCceleste.es intermedi>rios3 somente3 entre o a. do dia. 9d&nticas Fs s"as almas areHadas3 s"as vivendas não t&m desvãos som%rios3 ornamentos grotescos o" preca"+. K G%vio 1"e não avendo em Marte mal6eitores o" ladr.am do interior das paredes3 1"ando 6ec amB e desaparecem3 velo.es residenciais3 cercados de %os1"es e alpendres ensolarados. PERGUNTA: M"ais as disposi+.es3 de modo alg"m se receiam os delitos com"ns F .esE3 em%ora o omem H> as considere trevas. Assim como para o gato3 1"e pode Ever no esc"roE3 as ondas l"minosas de %ai7a 6re1T&ncia ainda l e são El".mente3 em id&nticas condi+. * nervo Gtico dos marcianos o6erece mel or 6re1T&ncia vi%ratGria Fs transmiss.

Ao contr>rio3 nos lares terrenos3 os en6eites estão m"itas ve. =ão ac a2 RAMATISI RepetimosI .a contin"amente o organismo. PERGUNTAI H> nos lares o%Hetos de adorno3 tais como 1"adros3 vasos3 estat"etas o" o"rivesarias2 RAMATIS! '7istem3 sim3 adornos3 mas apenas o essencial est-tico3 agrad>vel ao espírito3 no m"ndo das 6ormas. PERGUNTAI *s marcianos3 porvent"ra3 tam%-m não apreciam os prod"tos est-ticos 191 .es inAteis e antiest-ticas. *s marcianos dormem po"co.esse precisar a incoer&ncia dos nossos adornos residenciais2 RAMATIS! Citaremos3 por e7emplo3 as ricas cai7as de tal eres preciosos 1"e "sais como en6eite3 1"ando s"as 6"n+. Anotamos3 ainda3 a vossa e"6oria pelo anel tradicional 1"e erdastes dos ancestrais e3 ig"almente3 as cai7in as de HGias 1"e vos comandam a dist@ncia3 o%rigandoC vos a escol er l"gares estrat-gicos como provid&ncia de seg"ran+a. * se" alimento3 1"e3 em ess&ncia3 prov-m do magnetismo do ar atmos6-rico3 tam%-m l es revitali. PER:.am%-m estão livres desse tormento e versatilidade a6litiva de EmodasE 1"e arti6iciali.es de inHArias3 maledic&ncia3 cGlera3 ciAme e o"tras deprim&ncias dos sentimentos in6eriores.<5"I 0oderia citar "m e7emplo 1"e nos 6i. *s leitos3 de mat-ria esp"mosa3 são do%rados em san6onas3 d"rante o diaB o"tros desaparecem da vista atrav-s de moldes correspondentes no assoal o.presos a "m varão de metal re6"lgente3 1"e -3 6i7o no 6orro3 dei7andoCas depend"radas nos momentos de "so3 o" montadas em varal 6irmado no assoal o3 podendo girar F vontade.no campo decorativo e no mo%ili>rio3 1"e os terrícolas mais se apro7imam dos marcianos3 e7istindo alg"mas pro6"ndas semel an+as. A s"a vida3 condicionada a 6"t"ras realidades espirit"ais3 conserva tãoCsomente os adornos de valor com"nicativo e os o%Hetos consagrados em encontros a6et"osos3 impregnados de 6l"idos sal"tares e edi6icantes3 pois a s"a visão alcan+a as a"ras magn-ticas o" et-ricas dos adornos e o%Hetos dos am%ientes.es envoltos em 6l"idos con6rangedores 1"e e7alam emana+.am a vossa vida3 o%rigandoCvos a a1"isi+. /e"s espíritos mais evolvidos e menos 6atigados no comando de "m corpo mais energ-tico3 e7igem menos repo"so para rec"pera+ão 6ísica. PERGUNTA: 'm alg"mas de nossas revistas ar1"itetLnicas e decorativas3 o%servamos magní6icos modelos s"gestivos de mGveis3 com apar&ncia delicadíssima e con6eccionados em metais no%res3 1"e nos parecem algo dignos do gosto marciano. * omem marciano é avesso a pend"rical os s"spensos pelo corpo o" 6"tilidades em s"as resid&ncias3 1"er seHam metais no%res o" HGias preciosas.es especí6icas são de "tilidade na alimenta+ãoB tam%-m3 os artísticos soal os de Epar1"etsE3 1"e depois de e7a"stiva escol a no padrão3 vGs co%ris com pesados tapetesB mo%ili>rios l"7"osos3 adornados de 6rascos alcoGlicosB a enormidade de conH"ntos lo"+ados3 1"e soterrais nos arm>rios3 passando de gera+ão para gera+ão sem o %ene6ício do "so com"m. =o entanto3 6altaC l es a1"ela l"minosidade 1"e a prGpria atmos6era marciana acent"a e aviva poeticamente. . ApGs servirem3 "mas e o"tras são recol idas o" engastadas em recortes de %ai7oCrelevo3 e7atamente ig"ais aos tampos3 6ormando o" dei7ando ver %elíssimos desen os decorativos e artísticos.

1"e são conseg"idos arti6icialmente2 RAMATISI <esde 1"e não possam o%ter esses prod"tos nat"rais e verdadeiros. 0or 1"e iriam prod".ir 6lores arti6iciais3 se podem c"ltiv>Clas em maravil osos ramal etes vivos3 no interior dos se"s lares e templos2 <e modo alg"m apreciam a estesia maca$ra 1"e vos domina nas 6estividades e7cepcionais e sociais3 1"ando adornais vossas mesas com sim%Glicos pavil ,es3 castelos3 1"ios1"es o" decora+,es F %ase de vit"al as e retal os de carnes de animais. /ão pro6"ndamente avessos aos pratos %oH"dos e Fs tigelas rot"ndas3 de ara%escos do"rados3 para servirem carnes e vísceras condimentadas com mol o e7citante3 1"e ateia o deseHo .oo6>gico dos convivas. PERGUNTAI H> tele6ones nas resid&ncias marcianas2 RAMATIS! C amaremos3 antes3 Etele6onevisãoE3 pois se trata de aparel amento regido pelos sing"lares rec"rsos do magnetismo3 li%erto das teias de 6ios do vosso sistema. Reprod". integral e corretamente todas as cenas distantes entre os interloc"tores e as vo.es do o"tro lado do glo%o3 dispensando E6onesE e o %ocal receptivo. A atmos6era t&n"e e límpida de Marte tornaCse magní6ico veíc"lo magn-tico para as com"nica+,es. H> certa semel an+a com a vossa EtelevisãoE3 sendo 1"e pode ampliar as diversas 6ai7as magn-ticas3 os sons mais deseH>veis no momento da com"nica+ão. * di>logo se 6a. atrav-s de pe1"ena tela radiante 1"e reprod". per6eitamente e sem inter6er&ncias as 6ig"ras e as cenas 6ocali.adas. PERGUNTAI '7iste em Marte alg"m sistema de >g"as e esgotos semel ante aos da ;erra2 RAMATISI H> "m sistema de >g"as ligado aos canais arti6iciais s"plementares3 1"e distri%"i pelas resid&ncias3 atrav-s de "ma rede de canos de mat-ria vítrea3 visíveis F 6lor do solo3 em ret@ng"los disseminados por .onas3 aos 1"ais os t-cnicos con6erem o teor radioativo. * li1"ido é s"%metido a "m processo de condensa+ão magn-tica3 em cada edi6ício o" resid&ncia3 a 6im de ser conseg"ida a E>g"a radioativaE3 prG7ima da >g"a pesada do vosso m"ndo3 1"e - "m dos principais alimentos energ-ticos dos marcianos. H> "ma opera+ão reagente 1"e trans6orma o lí1"ido em estado gasoso3 1"ase et-reo3 ao 1"al se incorpora acent"ada 1"ota de energismo magn-tico am%iental3 retornando F 6orma primitiva com "m aspecto 1"ase Eal%"minGideE. 'ssa >g"a radioativa - posteriortnente mist"rada a "ma s-rie de elementos n"tritivos. * departamento encarregado do 6ornecimento de >g"a poss"i mecanismo inconce%ível para vosso m"ndo3 c"Ha principal 6"n+ão - controlar e modi6icar o teor magn-tico vari>vel3 do li1"ido3 devido Fs in6l"&ncias 1"e pode a%sorver ao longo de se" perc"rso. 'n1"anto no vosso m"ndo vos preoc"pais especialmente com o vol"me de >g"a3 os t-cnicos marcianos preoc"pamCse com a nat"re.a Emagn-ticoCmentalE 1"e o lí1"ido cond". aos agr"pamentos "manos. 'm virt"de de a >g"a ser "m dos veíc"los de maior capacidade receptiva de elementos imponder>veis3 tornaCse necess>rio velar pela s"a integridade magn-tica3 incl"sive 1"ando da apro7ima+ão de o"tros planetas de magnetismo in6erior. A >g"a tam%-m varia 1"anto F 6"n+ão 1"e l e - atri%"ída3 podendo ser veíc"lo de %&n+ãos e 6or+as c"radoras3 o" corrente sat"rada de vi%ra+,es nocivas e tG7icas. M"anto a rede de esgotos3 os marcianos são criat"ras distantes das vossas at"ais necessidades 6isiolGgicas. 4> ingressaram na 6ase de Eespíritos a%sorventesE. *s se"s organismos3 de pron"nciado sistema arterial3 em 6ace da alimenta+ão sadia e 1"alitativa3 incorporam de6initivamente3 na circ"la+ão3 1"ase todo o alimento 1"e ingerem. A "manidade marciana dispensa a necessidade de redes de e7onera+,es3 devido a

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incorporar no sistema org@nico o conteAdo total do 1"e ingere3 como seHam pastas3 Gleos arom>ticos3 comprimidos o" dr>geas concentradas. ;odo o se" mecanismo digestivo 6ico" red".ido pela grad"al adapta+ão 6isiolGgica 1"e se processo" no decorrer dos templos3 a "ma alimenta+ão mais F %ase de energia. '1"ili%ram o saldo inAtil de resíd"os3 em processos Es"i generisE3 1"e mel or compreendereis3 admitindo "m 6enLmeno de Edesmateriali.a+ãoE. PERGUNTAI =ão devemos s"por 1"e os marcianos adotem3 tam%-m3 como >%ito3 os %an os com"ns aos terrícolas3 e3 por conseg"inte3 1"e seHa necess>rio eliminar a >g"a servida2 RAMATISI *s prGprios traHes 1"e eles "sam são pro6il>ticosB mas em certos períodos s"%metemCse ao %an o de >g"a radioativa3 o 1"al l es serve não sG de rec"rso igi&nico3 como3 ainda3 de n"tri+ão energ-tica e Atil F pele. M"anto F >g"a servida3 o organismo marciano tem grande a%sorv&ncia F >g"a radioativaB e al-m disso3 o solo marciano -3 ig"almente3 "m grande eliminador dos e7cessos lí1"idos3 1"e desaparecem por nat"ral in6iltra+ão. PERGUNTAI Al-m desse sistema incom"m de >g"as e esgotos3 l". e tele6one3 > alg"m o"tro inv"lgar para nGs3 a 6"ncionar em Marte2 RAMATISI /em dAvida. ?m e7emploI e7iste "ma instit"i+ão das mais sing"lares 1"e3 por "m sistema de condensa+ão em microtan1"esCatmos6-ricos3 colocados nas resid&ncias marcianas3 6ornece os mais variados per6"mes3 na 6orma de lí1"idos3 e7tratos o" conteAdos et-ricos. =ão > palavras no vosso dicion>rio 1"e possam dar a mais ligeira id-ia das 6"n+,es e princípios t-cnicos desses aparel os3 1"e lem%ram conc as transparentes3 colocadas em @ng"los estrat-gicos das moradias de Marte. 0or "m simples mecanismo de a+ão magn-tica3 as ess&ncias 6"ndamentais o" concentradas podem atingir o" prod".ir alg"mas centenas de com%ina+,es odorantes3 t"do m"ito al-m da vossa concep+ão. *s marcianos são nat"ralmente a%it"ados a t"do 1"e evo1"e a poesia3 a %ele.a3 o &7tase espirit"al. CercamCse a%it"almente de todos os rec"rsos de evoca+ão s"perior do 5erdadeiro e do Belo 1"e o 0ai l es concede.

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,, E#ergia "otriE.
PERGUNTA! M"al o sistema de E6or+aE 1"e atende Fs necessidades ind"striais e F il"mina+ão em geral3 no planeta Marte2 RAMATIS! K a EenergiaCmagn-ticoCet-ricaE o principal elemento de vida das atividades marcianas. Con6orme H> el"cidamos3 na marc a evol"tiva em 1"e se encontra o vosso planeta3 l e serão necess>rios de 1"atrocentos a 1"in entos anos para conseg"ir dominar essa energia Es"perdin@micaE3 em rela+ão F vossa eletricidade. PERGUNTA: As Altimas reali.a+,es na es6era atLmica3 1"e H> se operam na ;erra3 não são "ma lin a de acesso F con1"ista dessa energia2 RAMATISI =ãoB os cientistas terrenos3 em%ora ten am penetrado grandemente na intimidade estr"t"ral da mat-ria3 operando nas constit"i+,es dependentes do meta%olismo eleC trLnico3 estão m"ito a1"-m da realidade 1"e sG l es ser> desvendada 1"ando resolverem os pro%lemas da Eim"ni.a+ão gravitacionalE3 o" seHa3 p"derem dominar3 o 1"e diremos3 para e6eito de 6"ga. entendimento3 a energia cGsmica. *s cientistas marcianos con ecem o teor 6"ndamental e o controle do prGprio E-terCcGsmicoE3 1"e - a %ase de todos os 6enLmenos vi%ratGrios da vida planet>ria. *peram3 pois3 na ca"sa 1"e origina a s-rie de vi%ra+,es em todas as modalidades do ?niverso e 1"e se dinami.am dentro de maravil oso determinismo cGsmico. A mat-ria condensaCse partindo da %ase et-rica e - alimentada pela energia 1"e 6ica em li%erdadeB 1"ando se dissocia3 retorna F 6onte do -ter origin>rio3 no 6enLmeno da desmateriali.a+ão. 'ssa energia EintratLmicaE3 como - designada por m"itos dos vossos cientistas3 cont-m3 potencialmente3 as 6or+as cGsmicas 1"e escapam F a6eri+ão da vossa ci&ncia3 de c"Ha disposi+ão e dinamismo s"rgem as incont>veis 6ormas de energia e mat-ria. A vossa ci&ncia conseg"e li%ertar 1"antidades mínimas de corpAsc"los3 1"e partem das s"%st@ncias radioativas3 mas se p"desse e6et"ar essa li%erta+ão n"ma 1"antidade de alg"ns 1"ilos3 coordenando e dirigindo a energia emitida3 vGs teríeis resolvido o pro%lema de6initivo da E6or+aCmatri.E3 assim como o resolveram os marcianos. H> minerais no vosso m"ndo3 1"e com a desmateriali.a+ão de "m sG grama3 poderiam vos dar alg"ns %il ,es de H. 0.3 1"e moveriam ininterr"ptamente o par1"e ind"strial da vel a '"ropa. 'ssa - a energia H> conseg"ida pelos marcianos3 gra+as ao con ecimento verdadeiramente espirit"ali.ado3 1"e l es permite at"ar no campo do EmagnetismoCet-ricoE3 "sandoCo como elemento din@mico de todas as s"as maravil osas reali.a+,es. PERGUNTA: 'ssa E6or+aCmatri.E3 então3 - o%tida somente pela li%erta+ão da energiaCintratLmica3 em%ora so% processo mais avan+ado do 1"e o da nossa ci&ncia terrena2 RAMA;9/I Fa.emCno3 assim3 1"ando deseHam3 mas pre6erem o%t&Cla diretamente na s"a 6onte o" origem3 na s"a e7pressão de a%sol"ta li%erdadeCcGsmica. 'm ve. de dissociarem as s"%st@ncias3 o%rigamCnas ao aceleramento de desgaste e o%t&m3 assim3 a 6or+a poderosa para as s"as atividades cotidianas. At"am H> no Elen+olCcGsmicoE3 1"e por s"ave vi%ra+ão l es atinge o campo din@mico na 6ei+ão de EmagnetismoCet-ricoE.

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PERGUNTA: M"al o meio de 1"e se servem para essa "tili.a+ão direta2 RAMA;9/I =a atmos6eraB em torno do se" or%e. PERGUNTAI K "ma esp-cie de capta+ãoCel-trica da atmos6era3 c"Ha possi%ilidade os cientistas terrenos3 H>3 por ve.es3 t&m admitido2 RAMA;9/I =ão captam a eletricidade no sentido lato em 1"e perg"ntaisB captam a energia %r"ta3 esp-cie de 6or+a envolvida por "ma EgangaE e7terior. 5emoCnos o%rigados a "sar de compara+,es "m tanto materiais3 a 6im de poderdes compreender mel or o ass"nto 1"e escapa F mor6ologia da ;erra. 'sse EconteAdoC%r"toE3 captado3 - s"%metido a "ma s-rie de processos 1"e lem%ram as mAltiplas re6ina+,es e decanta+,es 1"e 6a.eis como os Gleos grosseiros3 a 6im de o%terdes prod"tos de 1"alidade ins"per>vel. ApGs tais opera+,es Es"l generisE3 estão de posse da inig"al>vel energia 1"e l es atende ao modo de vida consideravelmente al-m de vossas concep+,es. PERGUNTA! ;omando por %ase as "sinas da ;erra3 1"e sG prod".em a eletricidade3 depois de servidas3 inicialmente3 pelas t"r%inas decalcadas na 6or+aCmotri. da >g"a o" por conH"ntos de motores a Gleo o" gasolina3 1"ais são os rec"rsos "sados3 em Marte3 para a o%ten+ão do EmagnetismoCet-ricoE2 RAMATIS! As "sinas 6"ncionam com a prGpria energia captada e re6inada da atmos6era3 n"m per6eito sistema de EmotoCcontín"oE. PERGUNTA: MotoCcontín"o3 acessível F nossa compreensão2 RAMATISI =ão apenas acessível ao vosso entendimento3 como reali.>vel3 tam%-m3 no 6"t"ro3 1"ando alcan+ardes o mesmo progresso marciano. PERGUNTA: 0oderia esclarecerCnos mel or so%re essa reali.a+ão 1"e nos parece tão inseg"ra2 RAMATIS! 5amos descreverCvos3 racionalmente3 o sistema 1"e - "m per6eito EmotoC contín"oE na o%ten+ão perp-t"a da energiaCmagn-ticoCet-rica. As principais comarcas marcianas são circ"ndadas por "m canal s"plementar3 rico de >g"a radioativa3 o 1"al representa a Altima rami6ica+ão do conH"nto de canais arti6iciais3 1"e se ligam ao sistema dos canais nat"rais3 F parte integrante do planeta. 'm cada @ng"lo das metrGpoles principais3 o" seHa3 nos 1"atro cantos das mesmas3 e7istem gigantescas constr"+,es originais3 denominadas Ecasas das m>1"inasE3 c"Ha 6inalidade - prod".ir vapor de >g"a3 1"e se ac"m"la so%re os e7tremos metropolitanos e mais tarde se desloca para as regi,es mais po%res3 onde > 6alta do lí1"ido precioso. 9nAmeras aglomera+,es pop"losas3 1"e se sit"am a dist@ncia da rede dos canais3 são socorridas por essas massas de n"vens magneti.adas3 1"e des>g"am nas .onas necessitadas. 'ssas Ecasas das m>1"inasE 6"ncionam com a EenergiaCmagn-ticoCet-ricaE3 1"e elas mesmas captam3 em %r"to3 e depois a tornam Ep"ri6icadaE e poderosa. 0rocessaCse3 então3 o mecanismo do EmotoCcontín"oE3 n"m original círc"lo vicioso da energia 1"e se e7teriori.a e retorna ao ponto de partida3 atrav-s de meios a%ilmente dirigidos. PERGUNTA, M"al - esse círc"lo vicioso original2 RAMATIS! As m>1"inas e7traem >g"a do canal3 1"e l e atravessa a edi6ica+ão3 "m li1"ido mais denso 1"e a vossa >g"a pesada e tr&s ve.es mais radioativa. =a atmos6era t&n"e3

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pro6"ndamente magn-tica3 de Marte3 essas m>1"inas prod".em os aglomerados de n"vens3 1"e se assemel am a poderosos campos Eeletromagn-ticosE condensados nos 1"atro @ng"los das cidades. ^ l". do sol intenso3 elas emitem re6le7os e cintila+,es como as pontas diamantí6eras dos p>raCraios terrestres3 espal ando n"an+as a."ladas em torno. 'ssas n"vens são3 na iealidade3 o campo gasoso poderosíssimo3 1"e se 6orma de "m e7tratoCradioativo das >g"as s"gados do canal em torno da cidade. Atrav-s de processos inconce%íveis F vossa mente3 essas n"vens são endere+ados3 por "m controle 1"e l es at"a no conteAdo magneti.ado3 Fs regi,es carentes de >g"a3 onde "ns aparel amentos c amados E6a.edores de c "vasE 6ig"ram como EímãsCmagn-ticosE e provocam o c o1"e e o rompimento das n"vens. Assim 1"e a metrGpole onde 6"ncionam as Ecasas das m>1"inasE precisa de c "vas3 o" 1"ando essas m>1"inas tam%-m carecem de EenergiaCmagn-ticoCet-ricaE3 as n"vens são atraídas em diagonal3 dos 1"atro cantos da cidade3 c"lminando em se c ocarem so%re a .ona central e adHac&ncias. =esse c o1"e poderoso3 em 1"e os len+Gis >"ricos3 magn-ticos3 interpenetram as n"vens e estão so%recarregados de assom%rosa energia3 e7plodem 6or+as a%"ndantes3 em todas as dire+,es3 6a.endo a atmos6era tornarCse "m cen>rio de ass"stadora l".3 1"e resplandece e il"mina os mais recLnditos desvãos do solo. * am%iente se sat"ra de l". 6"lg"ranteB s"rge 6ascinador espet>c"lo e o ar se p"ri6ica3 tornandoCse cristalino e sonoro apGs as descargas magn-ticas. 'ntão3 ocorre o processo avan+ado da ci&ncia marciana3 artic"landoCse "m per6eito mecanismo de EmotoCcontín"oEN A mesma energia 1"e 6a. 6"ncionar as ma1"inas possantes3 para e7trair >g"a do canal e trans6ormar em n"vens so%recarregadas de EeletromagnetismoCet-ricoE3 tam%-m retorna3 com o mesmo vigor3 pelas descargas dos c o1"es entre as n"vens. As casas das m>1"inas3 nos e7tremos da cidade3 captam rapidamente3 atrav-s de inconce%íveis condenC sadores3 as cargas prod".idas pelos rel@mpagos do c o1"e entre as n"vens. PERGUNTA, Como retorna essa energia3 novamente3 para as mesmas m>1"inas 1"e a prod".iram2 RAMATISI As Ecasas das m>1"inasE prod".em n"vens radioativas3 trans6ormando a >g"a do canal em poderosa massa gasosa3 gra+as Fs 6or+as Eeletromagn-ticoCet-ricasE 1"e as acionam. M"ando essas n"vens são impelidas para o centro da cidade3 estão3 tam%-m3 ac"m"ladas das 6or+as 1"e rece%eram das m>1"inas prod"toras. =o c o1"e3 descarregam novamente a energia ac"m"lada3 devolvendoCa para o ponto de origem [ as casas das m>1"inas. K "m per6eito motoCcontín"o3 por1"e a mesma energia 1"e prod". n"vens sat"radas de 6orcas Eeletromagn-ticoCet-ricasE3 alimenta tam%-m o campo receptivo e condensador nas m>1"inas e ainda ac"m"la as descargas prod".idas no atrito atmos6-rico. PERGUNTA! M"al o meio 1"e 6a. com 1"e essas n"vens se encontrem3 depois de estarem aglomeradas nos 1"atro cantos da cidade2 RAMATIS! =o centro de cada metrGpole encontraCse o E9nstit"to 0l"vialE3 o" seHa3 a instit"i+ão com o aparel amento magn-ticoCreceptivo3 capa. de at"ar nos campos eletromagn-ticos das n"vens radioativas dispostas nos 1"atro pontos cardeais da cidade. Assim 1"e - acionado esse aparel amento3 criaCse "m campo magn-tico atrativo de 6orte receptividade3 1"e o%riga as massas de n"vens radioativadas a convergirem para o se" local3 acelerandoCas tanto 1"anto mais prG7imo se encontrem do E9nstit"to 0l"vialE. 'm velocidade crescente semel ante Fs vigorosas correntes atmos6-ricas 1"e se deslocam em vosso m"ndo3 na 6orma de tempestades3 d>Cse o encontro violento das massas gasosas3 Eeletromagneti.adasE3 Horrando a%"ndante carga de energia3 1"e - ac"m"lada pelas Ecasas das m>1"inasE3 alimentandoCas nesse pitoresco EmotoCcontín"oE.

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'm%ora vos pare+a variar os processos3 .ir n"vens para as regi.rataCse de acontecimento tão com"m3 para os marcianos3 como o 1"e prod". RAMATISI /e partirdes da modesta capacidade de "m ac"m"lador de a"tomGvel o" de indAstria3 1"e pode rece%er e g"ardar energia por determinado tempo3 atrav-s do conH"nto de placas receptoras3 compreendereis 1"e o EmagnetismoCet-ricoE3 mais pro6"ndo e 6i7>vel na intimidade eletrLnica da s"%st@ncia3 apresentaCse ainda mais passível de ser ac"m"lado. As c "vas são prod". PERGUNTA! M"al . 'is o processo Es"i generisE de "m per6eito EmotoC contín"oE.transmitida por "m sistema de ondas eletromagn-ticas3 1"e são proHetadas para o"tras E"sinasCmirinsE3 sit"adas nos s"%Ar%ios das cidades3 e 1"e poss"em a propriedade de trans6ormarem o teor da 6or+a para a voltagem das resid&ncias. A energiaC magn-ticoCet-rica . /ão dotados de aparel amento descon ecido da ci&ncia terrena3 1"anto F s"a 6inalidade. PERGUNTA! A Anica 6"n+ão dessas Ecasas das m>1"inasE .enam a energia 1"e necessitam para as atividaC des dom-sticas.ado3 1"e 6orma as n"vens para a prod"+ão de c "vas arti6iciais3 e3 tam%-m3 novas 1"otas de EmagnetismoCenerg-ticoE para o prGprio 6"ncionamento das mesmas."ma das 6"n+.a 6orma 3 desses Einstit"tos pl"viaisE 1"e atraem as n"vens para "m ponto de converg&ncia na cidade2 RAMATIS! Assemel amCse3 mais o" menos3 F armad"ra da Etorre 'i66elE3 em%ora constr"ídos de o"tra s"%st@ncia essencialmente EradioativaE.es e rel@mpagos da atmos6era terrena.erra2 RAMATIS! =ão > instala+. 'm conse1T&ncia3 e7traindo >g"a do canal3 essas m>1"inas possantes prod". PERGUNTA: 'ssa energiaCmagn-tica 1"e . a vossa eletricidade no tra%al o rotineiro dos dínamos acionados pelos Hatos das t"r%inas. . 'stas são ind"striali.a possi%ilidade de as m>1"inas conseg"irem captar as descargas3 1"e devem lem%rar os trov.es mais po%res de >g"a2 RAMATIS I 'ssa .&m por 6"n+ão atrair as n"vens3 grad"arCl es a velocidade e concentrarCl es as energias3 n"m campo magn-tico de s"stenta+ão3 para 1"e na ora nevr>lgica das descargas3 as Ecasas das m>1"inasE 6a+am a de6initiva capta+ão e reserva cost"meira.o%tida apGs a s"a capta+ão3 em grosso3 da atmos6era3 não e7ige rede de distri%"i+ão con6orme se adota na .es de 6ios nem ca%os como vGs adotais.mister re6letirdes 1"e determinadas s"%st@ncias se tornam imantadas por m"ito tempo3 mesmo 1"ando s"%metidas a cargas violentas.idas con6orme a necessidade de renovar as energias das Ecasas das m>1"inasE e a irriga+ão do solo. 'stas3 atrav-s de EcaptadoresE especiais3 arma. .adas em pastas3 gel-ias o" lí1"idos oleosos3 a 6im de serem adicionadas aos s"cos e demais alimentos 6eitos F %ase de 6r"tas. As >g"as 1"e são a%sorvidas do canalCmetropolitano3 isto -3 a1"ele 1"e circ"nda "ma cidade principal3 são ricas de radioatividade e de s"%st@ncias energ-ticas3 símiles de vossas vitaminas.es principais3 mas não a Anica.prod". Avan+ados departaC mentos diet-ticos rece%em os prod"tos das Ecasas das m>1"inasE3 e os mist"ram então Fs s"%st@ncias especí6icas da alimenta+ão marciana.PERGUNTA! * 1"e nos parece "m tanto inconce%ível . 19# .em vaporCmagneti.

am3 nos encontros %-licos3 para il"minar o campo g"erreiro advers>rio3 os marcianos os m"ltiplicam F vontade3 trans6ormando a s"per6ície not"rna de s"as cidades em maravil oso cen>rio tão resplandecente3 1"e dei7a mesmo longe a l". * material de 1"e são 6a%ricados tam%-m poss"i propriedades de a%sorv&ncia de l".anto os veíc"los do solo como as aeronaves e em%arca+.es de "m mel or E a%itatE para reencarna+.orres altíssimas3 lem%rando ag"l as de vidro3 acendemCse no cimo3 F noite3 il"minando completamente toda a con6orma+ão do solo3 edi6ícios e r"as.a+.es marítimas3 movemCse atrav-s do EmagnetismoE3 1"e prod".3 irradiando F noite3 pelas r"as silenciosas3 "m colorido s"ave3 como radia+.am3 s"avemente3 no mais irisado espet>c"lo de coresB os mais altos se trans6ormam em gigantescos prismas policrLmicos3 lem%rando "m paraíso. .C6e-rica3 1"e os terrícolas "tili.E para se movimentarem2 RAMATIS! .em por meio de comple7os geradores3 1"e podem reg"lar todos os gra"s e7istentes na lei de gravidade3 deslocando3 a%ilmente3 as lin as de 6or+as dos pGlos positivo e negativo. PERGUNTA! *s veíc"los se "tili. K "m tipo de El".es F 6lor do solo.es mais avan+adas3 as 1"ais3 ainda 1"e em seg"ndo plano da vida marciana t&m alg"ma "tilidade. 0rod".es alimentados a len a3 carvão3 g>s e o"tros com%"stíveis."m m"ndo 1"e prescinda3 completamente3 do conc"rso das vossas reali.m"ndo em evol"+ão3 tanto de ordem espirit"al como nas reali. PERGUNTAI 4"lg>vamos 1"e seria desnecess>ria a e7ist&ncia de o"tras energias al-m da do Emagnetismo et-ricoE 1"e .a+.onas r"rais. Con6orme as .PERGUNTAI M"al . nat"ral.em a s"a prGpria energia3 em%ora precisem3 periodicamente3 a%astecer os se"s Etan1"esCatmos6-ricosE3 e7press. PERGUNTA! * Emagnetismo et-ricoE .o sistema de il"mina+ão das cidades2 RAMATIS! 'm%ora de nat"re.ada na 9dadeCM-dia3 ainda "seis 6og. ' aos marcianos não dei7a de ca"sar certo espanto 1"e3 apGs o advento do veic"lo el-trico3 ainda s"Heis as vosas r"as com os resíd"os do Gleo 1"e se escapa dos motores 19( .es 6"t"ras.relativoI nos m"ndos in6eriores F .a Anica 6orma de energia "tili.a intensa3 re6"lgente3 a il"mina+ão não 6ere a visão "mana.onas mais ricas o" mais po%res3 no sentido de esta%ilidade econLmica e tra%al o3 a prGpria eletricidade3 tipo terrena3 encontra motivos de aplica+ão3 principalmente nas .tão e7traordin>rio.am o"tras energias2 RAMATIS! Marte ainda não .>vel em Marte2 RAMATIS! =o momento3 a coletividade marciana ainda não pode prescindir de o"tras energias s"plementares3 por1"anto tam%-m ."do .C>"ricaE3 1"e se dissolve na 6orma de %r"ma radiosa.energia s"perior F 1"e era "tili. *s rec"rsos de l".am dessa E6or+aCmotri. K "m espet>c"lo 6e-rico3 so%er%o3 sG compar>vel ao dos 6og"etes l"minosos do vosso m"ndo3 se p"dessem permanecer de6initivamente com as s"as l". *s marcianos3 em%ora constit"am "manidade mais evolvida do 1"e a vossa3 isenta das ecatom%es sociais provocadas pelas g"erras 6ratricidas e3 livres das s"rpresas das intemp-ries 1"e pert"r%am vosso E a%itatE3 ainda en6rentam pro%lemas de ordem econLmica. *s edi6ícios a%sorvem os raios l"minosos e os polari.erra tam%-m l es seria estran o 1"e depois de H> averdes desco%erto a eletricidade3 1"e . .es de 1"e "samos para vosso mel or entendimento. 0or 1"e "tili.es 6os6orescentes.

es cem por cento3 em%ora de posse da maravil a 1"e .a Gleo cr" e 1"e sat"reis o ar 1"e respirais3 com a 6"ma+a esc"ra e tG7ica 1"e os mesmos e7pelem.ais rec"rsos intermedi>rios3 1"e l e são in6eriores.o magnetismo et-rico3 assim como vGs3 apesar do domínio da eletricidade3 ainda "tili. K G%vio3 pois3 1"e os marcianos ainda não p"deram conseg"ir sol"+. 199 .

a todas as partes so% o controle de "m Grgão central so% a inspira+ão direta de <e"sN PERGUNTA! Mas não e7iste alg"m sistema político3 na . .erra3 1"e apresente 1"al1"er semel an+a com o governo marciano2 RAMATIS! =otamos a preoc"pa+ão dos EismosE tão com"ns no vosso m"ndo3 nessa prodigalidade de sistemas eterog&neos para alcan+ardes o e1"ilí%rio social e político. de Epoder m>7imoE3 gra+as F s"a consci&ncia espirit"al desenvolvida3 pre6ere a condi+ão de entidade o%ediente F necessidade coletiva.a "ma sG vontade psí1"ica3 so% "ma dire+ão espirit"al s"perior e coordenadora."m todo org@nico 1"e materiali. * cidadão marciano3 como c-l"la componente de "m organismo social de interesse em com"m3 H> 2)) . =ão descon ece a s"a missão de imensa responsa%ilidade perante <e"s3 a M"em ter> de prestar contas dos se"s atos e poderes o"torgados.0 +o4er#o. Acima de 1"ais1"er interesses pessoais3 "manos o" de parentela3 prepondera sempre o o%Hetivo moral3 condicionado sG ao 1"e no%re e divinoN PERGUNTA! =ão é "ma esp-cie de socialismo2 RAMATIS! As vossas concep+. Assemel aCse a "ma verdadeira lei de %iologia social3 1"e "ne e armoni. H> necessidade de e7istir "ma consci&ncia de almas3 coletiva3 íntegra e armLnica3 so% a dire+ão central3 1"e mant-m as partes s"%ordinadas ao e1"ilí%rio do conH"nto.ornarCseCia ilGgico 1"e o 6ígado3 por e7emplo3 resolvesse criar "m sistema %aseado em s"a prGpria 6"n+ão ep>tica3 pretendendo3 com esse E epatismoE3 governar as necessidades de todo o corpo.1"e esta%elece" a "nidade diretora3 con6orme acontece aos Grgãos do corpo "mano3 1"e para so%reviverem m"t"amente3 em e1"ilí%rio3 s"%metemCse F reg&ncia do c-re%ro3 1"e os comanda de acordo com as 6"n+. H> certa semel an+a entre o sistema de governo3 em Marte3 com alg"m de nosso m"ndo terreno2 RAMATIS: H> "m Anico governo central em todo o or%e3 1"e coordena a com"nidade marciana3 n"m sG organismo social. =ão encontramos 1"al1"er analogia terrestre para de6inirCvos o governo marciano3 1"e -3 realmente3 "m governo espirit"ali.es de cada "m. ?ma na+ão o" "m m"ndo3 na realidade3 .es terrestres3 ignorando a verdade simples do amor 6raterno3 não podem servir de compara+.. PERGUNTA. Criais sistemas e do"trinas políticas3 de gr"pos3 para governar "m todo3 na ing&n"a convic+ão de 1"e o conteAdo espirit"al3 de "ma "manidade3 pode ser governado por "m sistema e7terior3 assim como "sais modelos para 6a%ricar con6eitos.ado3 1"e H> elimino" os recal1"es do instinto in6erior de vossa concep+ão com"m. =ão 6oi o indivíd"o 1"e crio" o sistema para dirigir "m todo org@nico3 mas a e7ig&ncia vital do conH"nto .es F -tica do governo3 em Marte3 o 1"al dispensa os vossos mass"dos tratados diplom>ticos de res"ltados 1"ase sempre negativos. PERGUNTA! Mas > "m sG conH"nto dirigente3 sem inter6er&ncia opinativa de 1"ais1"er o"tros gr"pos2 RAMATIS! * governo marciano3 em ve.

o deseHo consciente de li%erta+ão da 6orma animal para atender ao imperativo divino do apelo ang-lico. 'm conse1T&ncia3 primeiramente trato" de aH"star a s"a cond"ta3 6orti6icar a s"a vontade3 o se" car>ter3 para3 depois3 ter direito a "m governo F s"a alt"ra. =ão .es ilícitas de ordem comercial3 política o" social. 0recipitamCse na v"lgaridade dos 6eitos com"ns3 as com"nidades terrestres 1"e olvidaram o cimento vivo do 'vangel oB 1"e o preteriram por sistemas e do"trinas e7Gticas3 na a%s"rda concep+ão de m"dar o conH"nto sem modi6icar o omem.compreende" 1"e a saAde das partes esta%elece a saAde do todo. As nossas el"cida+. * comando eleito por "ma vontade org@nica sadia n"nca mais poder> en6ermar na desonestidade o" corr"p+ão administrativa3 pois não encontra campo de a+ão onde operar. <ispensa os sistemas ideolGgicos3 grampeados a rit"alismos o" s"per6ícies. necess>ria não depende de templos3 seitas o" creC dos inici>ticosB . 'n1"anto os vossos legisladores e sociGlogos tentarem a recomposi+ão moral da "manidade terrestre3 mediante sistemas 1"e agem Edo e7terior para o interiorE3 atrav-s de gr"pos simp>ticos3 ão de 6racassar todos os es6or+os de e1"ilí%rio social.em Marte3 s"rgir> como prod"to moral3 intrínseco das Eleis da evol"+ãoE.p"ro e simples3 .permanente e nat"ral.a+ão completa do vosso or%e3 a s"%missão incondicional ao 'vangel o de 4es"s3 n"ma pr>tica cotidiana3 vos dar> a "nidade salvadora > tantos mil&nios proc"rada. do dia3 os res"ltados dos 6racassos políticos3 sociais e econLmicos. M"ando tiverdes sentido isto3 então3 o vosso governo3 assim como o .desa6ogado3 sadio e s"ave. 2)1 . * meta%olismo 6ascinante do corpo "mano pode o6erecerCvos o regimento per6eito e evol"tivo das no%res aspira+.a do vin o com"m. K indi6erente o rGt"lo 1"e derdes aos vossos sistemas políticosB seHa esse rGt"lo 6ascista3 com"nista3 totalit>rio o" democr>tico3 não vos livra das imp"re.orientado sG em Cristo3 despreoc"paC nos a terminologia %ril ante o" os e7otismos "tGpicos dos vossos gr"pos políticos. K o es6or+o individ"al a camin o da asceseB .as íntimas 1"e e7istem no corpo social a ser dirigido. /G a cristiani. =o entanto3 o governo é prod"to do pensamento e dos ideais coletivos3 os 1"ais3 sendo imorais e antievang-licos3 criam3 tam%-m3 "m conH"nto governamental imoral e antievang-licoB pois tais governos são 6r"tos da mesma >rvore social.es os terrícolas e7igem "m governo per6eito3 dentro de "m am%iente 1"e pratica o" consente rela+. M"ando os Grgãos 6"ncionam sadiamente 2 e" eF. PERGUNTA: M"al seria o sistema compatível com a nossa psicologia2 RAMATIS! 0ara nGs3 c"Ho es6or+o constr"tivo . * prov-r%io de 1"e Eo povo tem o governo 1"e mereceE de6ine %em o estado moral da vossa "manidade.es 1"e se processam at"almente3 no vosso m"ndo3 em 1"e desmoronam os alicerces de vel as civili. *s vol"mosos comp&ndios do"trin>rios3 1"e H"sti6icam inAmeras est>t"as dispersas nas pra+as pA%licas3 são e1"ivalentes o" semel antes a esses rGt"los %ril antes e coloridos3 1"e dis6ar+am3 nos vasil ames3 a po%re.i 3brio e armoniosa cone7ão3 o tra%al o coordenador do c-re%ro tam%-m .es so%re o regime administrativo e direcional dos marcianos não se enC 1"adram nas Epanac-iasE de6ormardes3 1"e ainda p"l"lam no vosso m"ndo3 imensamente distanciado da lei sadia do 'vangel o. ' a re6orma 1"e se 6a.es3 colocamCvos3 F l". 'm Marte3 a cristiani.a+ão consciente das partes 1"e 6ormam a s"a "manidade torna o tra%al o do comando governamental "ma tare6a de a%sol"to %ene6icio coletivo.a+.es sociais3 o" seHa3 de %iologia psí1"ica. M"itas ve.raro 1"e3 em 6estividades onde se H"ntam criat"ras para a %acanal dos sentidos3 criti1"eCse a imoralidade pA%licaB 1"e o negociante desonesto ac"se a administra+ão pA%lica3 no momento em 1"e ele 6"rta no pesoB 1"e o ind"strial ver%ere as a"toridades en1"anto ele sonega o 6isco3 trai contratos ver%ais e enri1"ece F c"sta de negGcios esc"sos. As terríveis modi6ica+.

PERGUNTA: Como se comp. mais vigorosa ao intelecto3 na Enatividade masc"linaE.conseg"ido na 6ig"ra de Em-di"m da vidaE3 como .PERGUNTA! Como . A m"l er marciana . .es disciplinadas dos estados íntimos das almas3 con6orme s"as e7peri&ncias milen>rias o" s"as necessidades de desenvolver mel or esse o" a1"ele @ng"lo psicolGgico. Con ecemos3 neste lado3 poderosos intelectos 1"e dominaram a ci&ncia3 a 6iloso6ia e a arte3 no vosso m"ndo3 e depois escol eram alg"mas e7ist&ncias so% o imperativo do Ese7o 6emininoE3 para ad1"irirem a tern"ra3 a mans"et"de e o espírito de renAncia3 1"e sG .es íntimas espirit"ais. A vontade individ"al não modi6ica nem 2)2 . <aí3 o se7o masc"lino o" 6eminino representarem3 sinaleticamente3 estados espirit"ais3 em ve.a pelas no+. =ão > con6litos3 desacertos o" con6"s. *s marcianos sa%em 1"e o Ese7oE3 na 6ace dos m"ndos 6ísicos3 são representa+. =ão > desdo"ro para a alma operar n"m organismo 6eminino o" masc"lino3 por1"e a realidade espirit"al não se caracteri. PERGUNTA: *peram tão em "níssono3 1"e dispensam "m Ec e6eE coordenador administrativo de todos2 RAMATIS! H>3 sim3 "m coordenador 1"e atende a vontade coletiva do conH"nto diretor3 sem intervir com a s"a vontade pessoal emancipada.es "tGpicas3 pela simples ra.a maior percentagem EativaE o" EpassivaE3 criadora o" de sentimento3 1"e se completa entre os seres a6ins3 1"e logra o &7ito da Felicidade 'terna nos m"ndos s"periores.considerada alma de tanta capacidade o" no+ão s"perior 1"anto o omem3 por ser a id-ia de Ese7oE a%sol"tamente sec"nd>riaB ela opera na administra+ão governamental com a%sol"ta emancipa+ão intelect"al e direcional. K vontade "níssona ao gr"po e não personalidade dotada de poderes e7tras para "ma a+ão divergente.es com 1"e o c-re%ro 6ísico a%dica de s"a comodidade3 descanso o" %ens3 para atender rapidamente "m Grgão lesado no conH"nto org@nico3 o comando diretor3 de Marte3 vigia e atende permanentemente a 1"al1"er anormalidade e necessidade do organismo coletivo dos marcianos.composto esse governo2 /ão v>rios indivíd"os 1"e governam o" e7iste "m c-re%ro diretor2 RAMATIS! H> "m conH"nto diretor3 composto de omens e m"l eres3 pois a m"l er marciana não so6re essa distin+ão social o" política3 por ca"sa de s"a di6erencia+ão %iolGgica.e o :overno2 RAMATIS! K "ma esp-cie de Consel o :overnamental composto de do.p"ra representa+ão de condi+. de propiciarem a separatividade nas 6"n+. =ão depende de elei+.de simples reg"lamento internoB cada "m dos consel eiros governamentais ass"me a dire+ão d"rante "m período3 atendendo apenas aos imperativos da ordem e disciplina de tra%al os. * sentimento mel or se desenvolve na Eintimidade 6emininaE3 assim mo a energia criadora se 6a.es especiais nem de escol as periGdicasB o crit-rio .ão de 1"e não e7istem interesses pessoais em Hogo e > "ma pro6"nda consci&ncia espirit"al do mando. <eseHandoCvos comprovar 1"e o Ese7oE não -3 realmente3 condi+ão 6"ndamental em s"a e7pressão di6erenciadora3 <e"s permite 1"e se reencarnem3 no vosso m"ndo3 criat"ras com certa con6ig"ra+ão anatLmica d"vidosa e 1"e3 so% >%il cir"rgia3 omens trans6ormamCse em m"l eres e estas em omens.e ministros3 entre omens e m"l eres. K apenas o elemento 1"e toma a dire+ão sem tomar atit"de prGpria para 1"al1"er evento.odos os es6or+os são conH"gados em 6avor da coletividadeB 1"al1"er ato 1"e visasse "m %em pessoal3 seria considerado doloroso acontecimento entre essa corte de espíritos s>%ios3 criteriosos e apostGlicos.a prova evidente de 1"e o Ese7oE . 'sta . =as mesmas disposi+.es de Ese7oE3 F %ase da nomenclat"ra 6ísicaB .es do m"ndo e7terior.a condi+ão materna.

PERGUNTA: Mesmo considerando "m organismo ordeiro e sadio3 deve prescindir do Ec-re%roE diretor3 de "ma "nidade 6inal coordenadora2 RAMATISI A verdadeira armonia administrativa3 social3 política o" mesmo religiosa de "m m"ndo3 sistema o" "nidade associativa3 deve o%edecer aos mesmos dispositivos das 6orma+.o prod"to s>%io da <ivindade3 em inconce%íveis opera+.erra3 por1"e os vossos ministros o" cooperaCdores representam a vontade de "m presidente o" de "m conH"nto ligislativo3 mas de interesses F parte3 en1"anto o governo marciano .es %iolGgicas no campo 6ísico. 'sse Ec e6eE 1"e indagais podereis consider>Clo como sendo todo o conH"nto3 assim como o prGprio c-re%ro "mano .es morais administrativas e F insanidade criminosa dos vossos dirigentes pA%licos3 1"e se loc"pletam dos patrimLnios da coletividade."m 6ato insGlito para a coletividade a%it"ada ao c"mprimento integral de s"as o%riga+. . 'sses desgra+ados ignoram a realidade espantosa3 apavorante3 1"e l es tomar> a alma apGs o desencarneN 0o"cos crimes so6rem tanta p"ni+ão3 no 'spa+o3 como o ro"%o dos %ens 2)! . Assim tam%-m s"cede com o governo marcianoB sempre atende primeiramente as Enecessidades 6"ndamentaisE. /ervis os EmortosE c"Ha 6"n+ão est> li1"idada e a%andonais os EvivosE c"Ha sit"a+ão .atendido con6orme o imperativo de s"as necessidades. *lvidam esses omens 1"e os se"s atos serão p"nidos pela /"prema 8ei3 1"e os lan+ar> nos a%ismos do lodo e dos c arcos imp"ros dos m"ndos in6erioresN /e os vossos imorais dirigentes pA%licos p"dessem antever "m d-cimo do 1"e os espera al-m do tAm"lo3 temos plena certe.cerceia a vontade coletivaB > pro6"ndas garantias de esta%ilidade no conH"nto3 1"e s"%ordinaC se e7cl"sivamente Fs leis %io6ísicas da necessidade do povo marciano.grave "rgenteN *s dirigentes de Marte consideramCse em severa missão perante a <ivindade e a seg"ran+a do povo reside nesse compromisso consciente ass"mido para com o Alto.com"m a administra+ão governativa constr"ir pal>cios3 est>t"as o" mon"mentos3 en1"anto ainda 6altam escolas3 ospitais o" or6anatosB c egam a transladar restos mortais de erGis o" servidores3 6a. 0or analogia3 o centro da arte3 da n"tri+ão o" locomo+ão do c-re%ro 6ísico corresponde ao Ec e6eE do departamento artístico3 ao econLmico o" do transporte no conH"nto cere%ral administrativo de Marte.es pl>sticas atrav-s dos mil&nios3 tem o se" 6"ncionamento armGnico e o se" e1"ilí%rio psí1"ico3 gra+as ao comando genial do c-re%ro. <i6ere da .endo despesas 1"e agravam o or+amento3 es1"ecidos dos EvivosE 1"e passam 6ome3 n"de. M"ando "m omem terr>1"eo so%e montan as3 o se" c-re%ro Eesta%elece provid&nciasE3 a"mentandoCl e a 1"ota de glG%"los vermel os3 a 6im de se evitar a anemia3 o" seHa3 providencia o 1"e .a de 1"e 6ariam a mais "rgente devol"+ão de todos os %ens de 1"e se apropriaram indevidamente.adas3 atendem Fs necessidades prGprias3 e3 por s>%ia disposi+ão divina3 em conH"n+ão com os demais Grgãos.es em 1"al1"er @ng"lo de vida.mais "rgente. * *rganismo "mano3 esse maravil oso ma1"in>rio 1"e .es individ"ali.ais acontecimentos não podeis 6ili>Clos Fs corr"p+. 'ntretanto3 no vosso m"ndo3 . As partes3 em%ora com 6"n+.constit"ído de v>rios centros sensoriais e 1"e atendem Fs diversidades do corpo. PERGUNTA: =ão ocorrem casos de irreg"laridades no governo marciano2 RAMATIS! M"ando s"rHam3 são de ordem emotiva3 de irrita+ão3 a%andono do cargo e a%dica+ão das responsa%ilidades ass"midasB "ma 6"ga deli%erada aos deveres aceitosB por-m3 Hamais casos de corr"p+ão administrativa o" esc@ndalo moral o" político3 apenas "ma a"s&ncia vol"ntariosa3 o 1"e H> .todo ele a vontade e7cl"siva do povo3 1"e . e en6ermidades. ' o c-re%ro3 em%ora seHa o Grgão regente dessa or1"estra+ão viva3 sG o%t-m &7ito 1"ando todos os elementos so% se" comando 6"ncionam em ritmo per6eito.

ar os anal6a%etos 1"e não t&m livros nem escolas. ' gra+as Fs s"as disposi+.a%sol"tamente certaI os omens podem enganarCse "ns aos o"trosB por-m3 a <e"s ning"-m engana3 nem s"%orna. 'les a%dicam dos se"s %ens com"ns3 em 6avor e7cl"sivo da missão coletivaB todos os se"s es6or+os3 a%nega+.erra3 o porte desses consel eiros governativos de Marte2 RAMATIS! 8em%randoCvos da1"eles 1"e viveram sempre a 6avor do %em coletivo3 em%ora em v>rios setores opostos3 os 1"ais poderão constit"ir "m consel o3 6ormando "ma consci&ncia e7cl"siva3 pací6ica e onesta.art e o"tros desse porte.os espíritos isentos do sentimentalismo "mano cost"mam con6rangerCse com o so6rimento orroroso 1"e sempre acomete os ma"s administradores pA%licosN K 1"e essas trai+.emCse como o leão no desertoI pela s"a lealdade e signi6icativa resist&ncia.es pací6icas e de servi+o para o %em "mano3 destit"ídos do espírito de 2)$ . . PERGUNTAI * consel o governativo é eleito consoante o nosso sistema2 RAMATISI É "m consel o eleito entre os mais credenciados em Marte3 independente da contagem das "rnasB . /ão eleitos devido F s"a magní6ica conte7t"ra espirit"al3 discernimento psí1"ico e e7peri&ncia milen>ria.em necess>rias a vestir os n"s 1"e não t&m ro"pa3 a alimentar os 6amintos 1"e não t&m pão3 a socorrer os doentes 1"e não t&m rem-dios e a al6a%eti.pA%licosN At.erra progrediria rapidamente3 pois a mat"ridade %iolGgica desses omens3 1"e revelaram genialidade e poderes e7cepcionais em v>rios @ng"los da vida "mana3 serviria para todas as necessidades do or%e.es e a6irma+.a e rigor implac>vel3 independente das cren+as o" opini. =ão importa 1"e as leis da vossa prec>ria H"sti+a não c ame F responsa%ilidade semel antes prevaricadores o" os a%solva3 pois "ma coisa . ' ante a /"a 4"sti+a inde6ectível tam%-m não prevalecem os despistamentos m>gicos3 advenientes das posi+.es dos omens.ornamCse c-re%ros da vida coletiva3 mas atendendo3 antes3 aos ditames da H"sti+a divina do 1"e F legalidade "mana. 'scol emCnos pela capacidade reali.es transitGrias em vosso m"ndo3 nem importa 1"e tais EinocentesE não acreditem na e7ist&ncia de <e"s nem em /"a 4"sti+a3 por1"anto as leis do ?niverso Moral e7ec"tamCse e c"mpremCse com certe.es3 levadas a e6eito no e7ercício de cargos de administra+ão3 pera a 4"sti+a <ivina não são H"lgadas nem a6eridas considerando a c"lpa restringida3 apenas3 F limita+ãoCindivíd"o3 pois a responsa%ilidade do 6altoso se amplia assom%rosamente em 6ace dos tremendos male6ícios 1"e l e estão adstritos3 levando em conta 1"e semel antes desvios contra o patrimLnio pA%lico constit"em sempre "m assalto Fs reservas sagradas3 1"e se 6a. PERGUNTAI M"al "m e7emplo mais o%Hetivo para nossa compreensão2 RAMATIS! 0oderíeis3 por e7emplo3 compLClo com as seg"intes 6ig"rasI Francisco de Assis3 0aste"r3 Henr\ Ford3 :and i3 0latão3 Marconi3 Bernard / aZ3 Florence =ig tinCgale3 Helen Deller3 4oão H"ss3 0adre <amião3 RocVe6eller3 'dison3 Mo.mais a conse1T&ncia de "m amad"recimento %iolGgico. 9negavelmente3 apesar da disparidade de a+ão e capacidade3 6ormaria esse consel o terr>1"eo "ma consci&ncia coletiva a%ilitada para as mais comple7as e "teis atividades. 'sses cond"tores marcianos são almas de mat"ridade espirit"al3 recon ecidos como sendo os mais capacitados3 dignos e certosB imp. <esde 1"e se integrasse n"ma sG vontade so% o crit-rio s"perior do Cristo3 a .adoraB não pelo advento político3 pela simpatia pop"lar o" interesses partidaristas. PERGUNTAI Como poderíamos a1"ilatar3 na .es convergem para o povo.

eres mais F mão.e ministros marcianos2 =ão poderia ocorrer "m conH"ro3 se não para loc"pletaremCse dos %ens pA%licos3 pelo menos para "m domínio mais pessoal so%re o povo3 "ma diretri. * governo .arE com "rg&ncia os pra.em valioso para s"as emo+. <aí3 os conl"ios3 as com%ina+.es instintivas. *s marcianos consideram os teso"ros do m"ndo como os EmeiosE de est"do e man"seio para os E6insE s"perioresB apGs a convic+ão indestr"tível de 1"e 2)5 .militarismo e de con1"istas est"ltas do m"ndo material3 cremos 1"e viveríeis tran1Tilos3 H"%ilosos e %emCorientados. H> 1"e disting"ir sempre 1"e o poder 1"e vem dos mais s"periores tem sempre "m conteAdo diverso do 1"e poss"em os omens medíocres3 saídos da t"r%a3 sem tare6as 1"e H> os ten am consagrado ao %em pA%lico.esse essencialmente o amorCprGprio2 RAMATISI Recon ecemos "ma remota possi%ilidade de E1"edaE3 mesmo n"ma event"al com%ina+ão coletiva.então "ma esp-cie de 'stado Anico2 RAMATIS! K "m todo org@nicoB 6"ndeCse n"m sG movimento coeso3 armLnico e progressivo.o momento3 de ocorr&ncias tais3 1"e o"vessem desarmoni. 0ara 1"e os governantes marcianos se dei7assem vencer pelo personalismo de domínio3 tam%-m teriam de m"dar a s"a estr"t"ra psicolGgica at"al. Con ecendo a vida verdadeira do espírito e sa%endo 1"ais os valores provisGrios de "m m"ndo material3 para deseHarem o domínio n"m m"ndo e6&mero3 teriam de EregredirE em consci&ncia de aperce%imento.a espirit"al3 proc"radores mais criteriosos da 5erdade e da 5ontade <ivinaN PERGUNTAI * or%e marciano . Assim como a s"%stit"i+ão grad"al de mel or alimento para o corpo tende a cond".a+ão. =ão o"ve acontecimento desairoso3 al-m de renAncias o" a"s&ncia aos deveres ass"midosB por-m3 repetimos3 casos raríssimos.ir este para "m porte mais est-tico e din@mico3 tam%-m a mel or n"tri+ão espirit"al do governo ao povo torno"Co mais aprimorado em espírito. 'ssa característica do omem terreno3 1"e ainda sacri6ica sit"a+.a seg"ran+a íntima do %em com"m.es e discrep@ncias entre os omens do vosso m"ndo3 1"e se atiram3 a6litos3 F con1"ista desregrada do 1"e s"p.mais "m g"ia espirit"al do povo. FormaCse per6eita "nião entre a ri1"e. * estado de renAncia e de preoc"pa+ão pela 6elicidade al eia3 1"e sempre o"ve nesses g"ias 1"e citamos3 6a. 1"e eles seHam "ma esp-cie de antenas vivas3 Em-di"nsEP da %ele. 'sse 'stado3 se assim 1"iserdes denomin>Clo3 est> m"ito acima das concep+. PERGUNTAI 0oderíamos admitir a%sol"ta integridade nos do.ado o sistema governamental marciano.eres3 amigos e mesmo o car>ter3 para "s"6r"ir a volApia e6&mera de "m cargo o" gloríola "mana3 vem da s"a incerte.es3 pra.a3 o tra%al o3 a arte3 a ci&ncia3 a religião3 ed"ca+ão e reali.a pela vida espirit"al. psicolGgica F parte3 1"e l es satis6i. <escon ecendo a realidade de %ens s"periores e de6initivos3 1"e estão F merc( da alma evol"ída3 proc"ra Ego.es agressivas de 6ronteiras3 por1"e se constit"i de comarcas 1"e 6ormam apenas departamentos de tra%al o. PERGUNTA: Como con ecermos essa alimenta+ão espirit"al de mel oria ao organismo coletivo2 RAMATIS! Assim como3 por e7ig&ncia %iolGgica3 o omem marciano elimino" de s"a circ"la+ão o alimento grosseiro3 corrosivo e desregrado3 a e7ig&ncia espirit"al mais elevada tam%-m e7tirpo"Cl e do espírito todas as tend&ncias de car>ter aviltante e deprimente. =ão tivemos notícias3 at. H>3 pois3 per6eita "nidade de tra%al o e rela+ão social3 mas atrav-s de "m entendimento crístico a%sol"to3 1"e .

Rep"gnaCl es 1"al1"er a6ei+ão 6alsa3 a promessa não c"mpridaB consideram despre.erra2 RAMATIS! * solo .6ec"ndo .sempre pre6erido pelo indivíd"o.iClo F maior compreensão da vida Ee7traterrenaE.a vida material é singelo %anco escolar na escadaria do 9n6inito3 o cidadão de Marte não vai F est"ltice de repelir o EverdadeiroE pelo E6alsoEN PERGUNTA: /erCvosCia di6ícil di.odo o programa a reali.desenvolver e6icientemente a consci&ncia espirit"al do se" povo3 cond". PERGUNTA: M"al a disposi+ão geral da "manidade marciana3 1"e mais 6avorece o tra%al o do governo2 RAMATIS! * povo .em mel or no campo mental. C"mpreCl e preparar3 principalmente3 o estado psí1"ico dos se"s sAditos3 a 6im de não se desampararem nas es6eras de Eal-mCtAm"loE3 onde cada "m rece%e de acordo com a s"a consci&ncia e entendimento.e %emCtratadoB os processos 1"ímicos seg"em as leis astrolGgicas3 as 1"ais n"trem magneticamente e a"mentam as possi%ilidades reprod"toras.))) e 1.pro6"ndamente avesso ao 1"e .rataCse de "m or%e menor do 1"e a .erra3 mas apresentando mel ores condi+.erCnos 1"ais os o%Hetivos mais importantes do governo marciano no campo material2 RAMATIS I =at"ralmente a maior responsa%ilidade do governo .sempre disciplinado nas leis s>%ias do paci6ismo e interesse coletivo. * senso de con6raterni. * governo sempre edi6ica os conH"ntos por adiantamentoB não s"rgem pro%lemas de a%ita+ão3 em 6ace de a necessidade s"rgir sempre depois da sol"+ão.es políticas3 da 6alsidade dos vossos proHetos para o %em pA%lico3 da ardilosa concep+ão H"rídica 1"e 6a. =o entanto3 cremos 1"e essa pop"laC +ão oscila entre 1. =ão adaptam Fs conveni&ncias pessoais os 6atores al eios.erra3 permite o c"ltivo de >reas menores3 so%eHando o"tras vastíssimas para as moradias e par1"es de divertimentos 1"e são prGdigos entre as vivendas de gr"pos. =o se" es6or+o de ordem mais material3 > 1"e desenvolver as ri1"e.))).es coletivas. . =ão visa interesses pessoais3 nem e7alta capric os o" anseia por glGrias estat">rias.))).es de vida3 mel or aproveitamento panor@miC co3 com e7celente distri%"i+ão demogr>6ica e a%sol"to controle natal.ível misti6ica+ão o%ter 6avores al eios e depois traíClosB sentirCseCiam e7ecrados ante a s"a prGpria consci&ncia3 se porvent"ra desmentissem praticamente a1"ilo 1"e s"gerem3 insin"am o" do"trinam.))). =ão mercadeHam3 não e7ploram nem di6ic"ltam a vida do prG7imoB a s"a moralidade representaCos diretamente 1"ando assim se 6a. 'spantarCseCiam das vossas coa+. A alimenta+ão3 de mel or E1"alidadeE do 1"e mais E1"antidadeE pec"liar F . PERGUNTAI /erCnosCia possível con ecer3 mais o" menos3 a pop"la+ão de Marte3 at"almente2 RAMATISI =ão estamos integrados a%sol"tamente no panorama 6ísico da1"ele or%e3 pois as nossas tare6as se 6a.6also3 inAtil3 incoerente3 e7Gtico o" improd"tivo.as ine7a"ríveis do or%e.a+ão .ar .5)). preciso3 por1"e o acordo 2)6 . Bos1"es3 regatos3 piscinas de >g"a radioativa e tapetes de vel"do vegetal são acontecimentos com"ns e intermedi>rios entre as a%ita+. .))) de a%itantes.inatoB o %em coletivo . PERGUNTA: =ão se apresentam ao governo pro%lemas inesperados de alimenta+ão o" desníveis econLmicos3 como sGi acontecer na . Assemel aCse a "m desses col-gios ed"cativos3 aprimorados3 1"e devido F sa%edoria do engen eiro3 F a%ilidade do constr"tor e F capacidade do decorador3 o6erecem maior a%ita%ilidade e mel or aspecto de viv&ncia.eis das leis com"ns3 1"ando deseHais s"%vert&C las para o &7ito pessoal.

eis3 para o%terdes a seg"ran+a econLmica.a de devolverem ao tAm"lo os %ens mais preciosos3 evitaCos de se e7a"rirem3 como 6a.ado3 podendo ser emprestada3 sem preoc"pa+. =ão conce%em a est"ltice do terrícola 1"e amontoa 6ort"nas para viver mil anos3 1"ando mal conseg"e alcan+ar a meta dos oitenta.atit"de de6initiva.ver%al . 2)# .com"m por1"e os valores materiais signi6icamCl es %reve instr"menta+ão de aprendi. * senso a%sol"to de serem espíritos reencarnados no or%e 6ísico e a certe.es3 ao 1"e mais a necessita. <ecorre3 pois3 dessa atit"de coletiva3 a armonia de conH"nto entre o povo e o governo. A renAncia em 6avor al eio .

odos disp.6 7ac.es ver%ais3 Fs ve. <ominam e dirigem3 com e6ici&ncia3 a 6or+a mental3 podendo3 6acilmente3 in6l"enciar as esp-cies in6eriores3 6avorecendoCas em s"a evol"+ão.es dos vossos animais dom-sticos3 1"e3 a se" modo3 sentem e demonstram gratidão e6"siva pela %ondade e carin o 1"e l es dispensais. PERGUNTA: M"ais os casos de interesse geral3 em 1"e a 6ac"ldade telep>tica possi%ilita res"ltados proveitosos2 RAMATISI M"ando alg"ns cientistas se tornam e7a"stos nas sol"+.. PERGUNTA: 'ssa trans6"são de energias criadoras para a"7iliar os 1"e t&m a se" cargo pro%lemas de responsa%ilidade3 e7erceCse "nicamente no campo cientí6ico2 RAMATISI K dispensada a diversos setores3 seHa artístico3 religioso o" intelect"al. PERGUNTAI *s marcianos poss"em 6ac"ldades psí1"icas incom"ns ao omem terreno2 RAMATISI .em apelo no sentido de ac"m"lar e trans6erir s"as 6or+as de n"tri+ão mental ao respons>vel pelo pro%lema.aplicado so%re os animais a 6im de a"7iliar a desenvolver o se" psi1"ismo instintivo o" nascente.com"m solicitarem o a"7ilio din@mico3 EtelepaticamenteC energ-ticoE dos demais cooperadores interessados no mesmo ass"nto.es cientí6icas o" desco%rimentos para o %em coletivo e 1"e a 6adiga mental l es impede de prosseg"ir nas s"as pes1"isas o" c>lc"los3 .6avorecido diretamente ao elemento principal e respons>vel pela sol"+ãoB mas deve ser doado pelo gr"po a6im ao se" tra%al oB pois o con ecimento e participa+ão no mesmo pro%lema em est"do a"menta as energias mentais da1"ele a 1"em est> a6eta essa 2)( .icas.er compreender mel or3 recorre a e7emplos o%Hetivos3 tam%-m3 em sit"a+. CongregamCse3 então3 n"m conH"nto simp>tico3 dinami. <a mesma 6orma 1"e3 em vossos di>logos e disc"ss.am as s"as energias em 6ai7as vi%ratGrias a6ins e3 colocandoCse em sintonia com a Mente <ivina3 6a. * a"7ílio mental .es id&nticas3 os marcianos se "tili.es o" pro%lemas de interesse geral.es emotivas dos marcianos3 nas mesmas condi+. dades ps3F. PERGUNTAI 0odem e7ercer domínio so%re as o"tras mentes3 mediante a telepatia2 RAMATISI 'm Marte3 esse domínio o" in6l"&ncia sG . PERGUNTAI 'm 1"e consiste o "so da telepatia so%re os animais2 RAMATISI 'm Marte > "m EespíritoE diretor 1"e comanda e rege o desenvolvimento das esp-cies ainda desprovidas do senso psí1"ico consciente3 pois todas as aves e os o"tros animais participam de certas disposi+.em das 6ac"ldades proporcionadas pela telepatia e pela psicometria. H> casos e7cepcionais de "rgente interc@m%io telep>tico3 entre os "manosB mas isso tem l"gar 1"ando estão em Hogo 1"est.am dessa 6ac"ldadeB por-m3 somente 1"ando o Eo"vinteE permite o" insin"a esse a"7ílioB pois o "so comp"lsGrio da 6or+a telep>tica sG .es3 "ma das partes3 para se 6a.e7ercido em certos casos como "m rec"rso3 no sentido de 6acilitar a assimila+ão das id-ias. 0oss"em3 tam%-m3 os poderes da radiestesia3 como atri%"to inato.

s"Heita a alternativas perigosas o" desagrad>veis3 devido a essas 6ontes de radia+."ma esp-cie de ímã. PERGUNTAI M"ais os 6atos o" 6enLmenos pro%antes de 1"e os marcianos são Eradiestesistas inatosE2 RAMATIS! A radiestesia ."ma 6ac"ldade sing"lar 1"e3 em s"a pro6"ndidade3 pode ser classi6icada o" de6inida como "m 6enLmeno de Eordem eletromagn-ticaE.es incLmodas3 mas são passageiras por1"e o se" Es"percere%ralismoE no campo cientí6ico de6endeCos de tais conting&ncias.es mentais trocadas entre os artistas o" devotos3 6l"em so% disposi+ão mais est>tica o" s"%Hetiva.es opressivas2 RAMATIS! A s"a ipersensi%ilidade ante o campo magn-tico do se" or%e l es cria3 e6etivamente3 sit"a+. nos marcianos2 RAMATIS! 'm%ora sendo consideravelmente livres da gravidade do solo3 1"ando passam so%re correntes s"%terr@neas3 delet-rias3 1"e emitem Eraios nocivosE3 sentemCse a6og"eados3 com retardamento na circ"la+ão sangTíneaB ao contr>rio3 em contato com 6ontes radioativas %en-6icas3 tais como >g"as terap&"ticas o" minerais sedativos3 tornamCse %emC dispostos3 vitali.ados e at.erra3 consiste em poderem 6a. ' a energia mental 1"e vai em a"7ilio do cientista3 doada pelos cooperadores3 .ados3 o se" planeta ainda não est> li%erto de minerais tG7icos.e"6Gricos.o 6"ndamento da sol"+ão3 en1"anto o seg"ndo %"sca a inspira+ão para materiali. A s"perioridade dos marcianos so%re as criat"ras radiestesistas da . =a es6era cientí6ica a coopera+ão telep>tica deve ser e7ercida por cientistas preoc"pados com as mesmas e1"a+. PERGUNTA! 0oderia darCnos mais detal es a respeito da sensa+ão 1"e essa 6ac"ldade Eradiest-sicaE prod".es magn-ticas 6avor>veis o" des6avor>veis3 conseg"indo 6i7ar 1"ais os l"gares isentos de emana+. 0erce%em e identi6icam3 mesmo a dist@ncia3 as radia+. =a arte o" na devo+ão3 o a"7ílio mental re1"er "m conH"nto de artistas o" devotos3 mais o" menos integrados3 no g&nero do o%Hetivo em vista.tare6a.ais sensitivos sentem imediatamente o circ"ito 6ec ado entre as correntes magn-ticas 1"e 6l"em do s"%solo e a s"a sensi%ilidade 6ísica. . PERGUNTA: 'ntão3 em virt"de dessa sensi%ilidade acent"ada3 a vida dos marcianos tam%-m . PERGUNTA: 0or 1"e essa distin+ão de socorro mental2 As energias mentais não são id&nticas o" energeticamente semel antes2 RAMATIS I <eveis convir 1"e os cientistas operam n"m plano criador %em di6erente do artistaB o primeiro tenta sol"+.es. <evido3 tam%-m3 2)9 .de ordem mais ativa3 din@mica e o%HetivaB e as vi%ra+.ar o som o" a cor.er "m diagnGstico radiest-sico3 simplesmente pela concentra+ão mental o" a"sc"lta+ão 6isiomagn-tica3 por interm-dio da ponta dos dedos3 a 1"al3 no caso3 .es danin as o" os 1"e são nocivos F saAde do corpo e F tran1Tilidade do espírito3 pois conv-m esclarecer 1"e3 em%ora os marcianos seHam espirit"ali.es em 1"e o raciocínio . 'ssas desco%ertas o" diagnoses são 6eitas atrav-s de varin as de pesseg"eiros o" aveleiras3 p&nd"los de metais o" de madeiras3 positivos o" ne"tras3 1"e captam as ondas magn-ticas emitidas pelos o%Hetos3 len+Gis de >g"a o" a"rí6eros. 'ntre vGs H> estão aparecendo m"itos omens 1"e desco%rem veios de >g"a3 len+Gis minerais3 in6l"&ncias magn-ticas3 locais %en-6icos para a planta+ão o" diagnGsticos so%re en6ermidades3 indicando3 tam%-m3 os medicamentos apropriados.

ado para o %em o" para o mal3 tam%-m e7iste condensado nos o%Hetos3 vegetais3 6r"tos3 6lores3 minerais3 e3 conse1Tentemente3 nos animaisB pois e7iste "ma a"ra radiante3 magn-tica3 imponder>vel aos vossos sentidos3 em torno de todas as coisas do m"ndo material.amCse de ervas odorantes3 de6"madores astrolGgicos e v>rios o"tros ingredientes de 6orte sat"ra+ão et-rica para p"ri6icar o am%iente.es nocivas.es de recon ecer a atmos6era d"m matado"ro o" o am%iente de "ma igreHa. PERGUNTA: ' os marcianos3 em !ace da ipersensi%ilidade desse Etatismo magn-ticoE3 conseg"em3 de maneira a%sol"ta3 im"ni. 'ssa 6ac"ldade de Etatismo magn-ticoE3 dos marcianos3 .es mentais3 pode ser dinami. PERGUNTA! 0oderíamos con ecer os elementos poss"ídos pelos o%Hetos o" seres e 1"e perceptíveis por esse tatismo magn-tico2 RAMATISI * magnetismo o" o 6l"ido vital do corpo "ma1"e3 por e6eito de rea+.arCse de todos os am%ientes delet-rios2 RAMATISI Como H> dissemos3 eles disp.er3 a temperat"ra magn-tica dos o%Hetos3 dos animais e vegetais3 c"Ho 6enLmeno dei7aCl es a impressão de Etatismo magn-ticoE3 con6orme re6erimos na el"cida+ão das 6ac"ldades radiest-sicas.antes3 de6endemCse dessas emana+.a+ão mentalE necess>ria3 os se"s e6eitos estão m"itíssimo longe dos res"ltados da Ep"ri6ica+ão magn-ticaE 1"e os marcianos conseg"emB pois3 mediante a a+ão de s"a vontade poderosa3 são verdadeiros desintegradores de ma"s 6l"idos3 podendo criar "m envoltGrio de magnetismo agrad>vel e protetor o" de6ensivo do am%iente. =o vosso m"ndo3 certos iniciados "tili. 5ossos sentidos mais grosseiros e a atmos6era mais densa do vosso m"ndo vos impedem de sentir as sensa+.es nocivas3 tanto dos o%Hetos3 como dos am%ientes 1"e 6re1Tentam. =a1"ele a a"ra em voli+ão é sat"rada de emana+. 0or-m3 em%ora isso e7er+a alg"ma in6l"&ncia %en-6ica3 desde 1"e o pensamento e a vontade processem a Edinami.es do campo et-rico e s"as 6re1T&ncias.es delicadíssimas 1"e ocorrem no campo sensorial do omem de Marte."m 6enLmeno decorrente de s"a ipersensi%ilidade psí1"ica3 raptadora do eterismo do meio planet>rio em 1"e at"am.eCse o magnetismo s"ave 1"e se evola do estado espirit"al dos presentes.aos se"s traHes Evítreos e pl>sticosE3 nos 1"ais circ"lam energias ne"trali.em de certos rec"rsos de pro6ila7ia magn-tica3 1"e l es permitem 6icarem im"nes Fs rea+. PERGUNTAI M"al a di6eren+a da visão marciana comparada com a nossa2 RAMATISI A retina oc"lar é de con6orma+ão especialB e gra+as a certa mo%ilidade 21) . H> omens sensíveis 1"e3 de ol os vendados3 são capa.es mGr%idas3 repletas de angAstia e do orror prGprios da matan+a impiedosa dos animaisB na igreHa3 local de ora+. PERGUNTAI M"e mais os disting"e no tato2 RAMATISI * tato l es d>3 por assim di. PERGUNTAI *s se"s sentidos com"ns são semel antes aos nossos e 6"ncionam com a mesma precisão2 RAMATISI 'm%ora seHa id&ntico o mecanismo 6isiolGgico do tato3 da visão3 paladar3 ol6ato e a"di+ão3 tais sentidos são mais desenvolvidos e s"pervi%r>teis Fs rea+.es3 lo"vores e gra+as3 mAsica e incenso3 imp.

"ma esp-cie de l".a nat"ral3 isenta de condimentos 6ortes e indigestos3 pre6erindo "ma alimenta+ão sG%ria e 6r"gal3 esses vossos sentidos seriam mais p"ros3 e6icientes e delicadosB por-m3 as gord"ras e a nicotina pervertem o vosso paladar e ol6ato.esse em s"a p"re.a inacessíveis aos terrícolas. PERGUNTA: 0oderia apontarCnos alg"mas ca"sas desses desvirt"amentos2 RAMATISI ?ma das principais .onas do magnetismoCet-rico3 no 1"al o omem da . 'm s"maI não ocorrem 6enLmenos de dese1"ilí%rios vis"ais3 astigmatismos3 etc.es do campo astral3 1"e são ainda descon ecidas do o"vido terr>1"eo. A visão dos marcianos H> 6"nciona no limiar do m"ndo astral3 por c"Ho motivo eles perce%em3 com 6acilidade3 as a"ras t&n"es o" radioativas dos o%Hetos3 dos vegetais e dos animais. 'n6imI o o"vido marciano é "m instr"mento de maior penetra+ão nas .os com"ns de vossa n"tri+ãoB pois3 in6eli. =o entanto3 apesar dessas disposi+.cLncava o" conve7a da mesma3 a ac"idade vis"al3 em con6ronto com a vossa3 tem a capacidade de "m telescGpio pe1"eno e as 6ac"ldades de "m microscGpio modesto.erra sG ingressar> apGs e7a"stivos es6or+os inici>ticos no domínio da Eclaria"di&nciaE. 0rincipalmente F noite3 o poder da s"a visão a"menta e apan a todos os mati.o vosso a%"so constante de alimentos e7citantes o" corrosivos.al mani6esta+ão .mente3 ainda ignorais as preciosidades desses sentidos3 os 1"ais3 nos marcianos3 agem so% a s"a Evi%ra+ãoCmaterE3 o" seHaI é a sensi%ilidade nat"ral %iolGgica3 sem as pervers.es internas3 nos cond"tos a"ditivos3 s"%metidos a >%il interven+ão anatLmica da ci&ncia marciana3 tornamCse ipersensíveis Fs prGprias vi%ra+. e p"re. PERGUNTA! =esse caso do despertamento dos centros de 6or+as et-ricos3 1"ais os rec"rsos de 1"e os Em-dicosCclarividentesE marcianos disp.a acAstica. polari.es 1"e terminam criando "m ol6ato e "m paladar corrompidos. *s sons3 vi%rando com mais limpide. A mem%rana do tímpano3 de 6i%ras mais 6inas e el>sticas do 1"e as do omem terreno3 6"nciona 1"al l@mina 6iníssima de grande sensi%ilidade3 trans6erindo os sons com s"a armonia original. As argamassas de vit"al as e7cessivamente temperadas3 os acepipes e7Gticos3 as %an as animais 1"e ca"sam e7cesso de "r-ia3 t"do isso se re6lete3 tanto no e1"ilí%rio da saAde org@nica como na prGpria sensi%ilidade psí1"ica. . =o omem terreno3 o sistema nervoso do ol6ato e do paladar3 logo3 na H"vent"de3 come+a a ser corrompido e arrasado por essa alimenta+ão inade1"ada e tam%-m pelo 6"mo e pelo >lcool.ada. na atmos6era p"ri6icado do planeta3 at"am na pro6"ndidade da rede nervosa e tornamCse a"díveis com "ma nitide. PERGUNTA! 0or 1"e os sentidos do ol6ato e do paladar são mais re1"intados do 1"e os dos terrestres2 RAMATISI Con6orme H> re6erimos3 poss"em maior re1"inte receptivo no ol6ato e no paladar3 gra+as F a"s&ncia dos preH"í. *s ossos e as press. /e3 desde o %er+o3 vossa n"tri+ão se 6i.es.es3 não > pert"r%a+. vegetal das 6lores. PERGUNTA: M"al a capacidade a"ditiva dos marcianos2 RAMATIS! :ra+as F disposi+ão anatLmica do aparel o a"ditivo3 toda a resson@ncia 6oi eliminada3 mani6estandoCse3 apenas3 a p"re.em para o desenvolvimento correto2 RAMATIS I 'scapaCnos a possi%ilidade de vos e7pormos esses c"rsos 211 .es l"minosos da l".es 1"anto a desig"aldade dos raios de c"rvat"ra nos Grgãos re6ringentes do ol o3 nas s"as di6erentes se+.

es3 escolas opostas3 1"anto ao sistema.onas condenadas.eis3 eles dei7am aos comple7os Ec-re%rosC magn-ticoCet-ricosE3 1"e s"peram as vossas m>1"inas de calc"lar3 as 6"n+.es geolGgicas3 ensino"Cl es essas diretri. A at"a+ão desses centros de 6or+as et-ricos3 em sintonia com a mais ardente ansiedade evol"tiva e a mais p"ra devo+ão ao prG7imo3 constit"i o divino canal 1"e 6iltra3 contin"amente3 a l".es consideradas de seg"C ran+a planet>ria. /er> assim2 RAMATIS! . PERGUNTA: 0ressentimos 1"e os marcianos3 na es6era matem>tica3 devem ser e7cepcionais3 em compara+ão com os nossos e7poentes nessa mat-ria.F capacidade dos mais distantes3 alcan+ando at. /elecionam3 então3 as mais aptas a 6im de s"%met&Clas a "m c"rso disciplinado para desenvolvimento. As cidades3 estradas3 planta+. Constit"em3 na realidade3 "ma poderosa e1"ipe o" gr"po de antenasCvivas3 em sintonia per6eita com o Alto3 na mais armoniosa "nião com os poderes s"periores. 0ress"pondoCse 1"e <e"s cont-m em /i o passado e o 6"t"ro3 sendo o 'terno 0resente3 F medida 1"e a alma se e7pande consciencialmente3 incorpora em si Emaior vol"meE da consci&ncia <ivina3 entrando em posse de maiores segredos do Cosmos.onte em todos os sentidos3 li%erto da 6orma e das condi+.es de a%sol"ta seg"ran+a3 1"anto aos acontecimentos 6"t"ros. criadora da angelit"de. ' todo a1"ele 1"e l"ta3 incondicionalmente3 pelos ideais cons"%stanciados no amor a <e"s e ao prG7imo con6orme estat"i" 4es"s3 irCseC>3 gradativamente3 assen oreando dos mist-rios do 212 . A e7peri&ncia do passado3 no 1"al sempre tiveram &7ito as premoni+.am%-m3 con6orme vGs 6a. Alg"mas modi6ica+.acontecimentos de ordem planet>ria.es 6oram constr"ídos so%re regi.ar o maior nAmero de crian+as com esses centros mais despertos. * dom da pro6ecia3 em Marte3 vai desde a 6orma r"dimentar de prever acontecimentos pessoais at. A"mentaCseCl e a sensa+ão de presen+a3 alargaCseCl e o ori. ' s"as energias mentais3 eles as reservam para 6ins s"periores. 'm%ora possam vencer 6acilmente todos os sistemas avan+ados dos vossos calc"ladores mec@nicos3 sG oc"pam s"a mente em c>lc"los comple7os de ci&ncia matem>tica 1"ando se trata de atender a 6inalidades Ateis F coletividade.es do psi1"ismo marciano3 1"anto Fs 6ac"ldades incom"ns2 RAMATISI /ão ainda portadores do dom da pro6ecia3 pois a 6acilidade com 1"e podem penetrar no imponder>vel3 permiteCl es a%ranger 6enLmenos al-m do EtempoE e Eespa+oE.es mais prosaicas e e7a"stivas. PERGUNTA: 0odíamos ainda con ecer mais alg"mas e7press.disciplinados3 os 1"ais seg"em3 por ve. <esse E9nstit"to de Clarivici&nciaE é 1"e s"rgem os verdadeiros mentores da vida marciana3 os 1"ais3 H"nto ao :overno esclarecido3 6ormam o 1"adro de consel eiros e planeHadores de todas as atividades artísticas3 sociais3 cientí6icas e religiosas. M"anto aos casos mais e7cepcioC nais3 de in6antes 1"e apresentam magní6ica l"minosidade e despertamento do Ec aVra coron>rioE3 estes são endere+ados ao E9nstit"to de Clarivid&nciaE3 onde se procede a "m dos mais avan+ados treinamentos de ordem mental3 artística e de domínio 6ísico.locali. =os eventos 6"t"ros do planeta3 estão marcados3 so% seg"ra estatística3 todos os acontecimentos de maior gravidade3 relativa F s"a con6ig"ra+ão 6ísica. A Mente <ivina poss"i todo o con ecimento cGsmico3 sem princípio e sem 6im.onas de t"rismo e par1"es de e7perimenta+.es s-rias 1"e se operaram na massa planet>ria de Marte 6oram e6icientemente controladas e evitadas na 1"estão de desencarnes em massa3 gra+as a essas 6ac"ldades 1"ase com"ns3 entre os marcianos3 1"e p"deram3 a tempo3 a%andonar as .es3 . 'sclarecemos3 por-m3 1"e a preoc"pa+ão dos clarividentes marcianos .es opressivas da memGria temporal e come+a a participar3 em maior amplit"de3 do campo e7istencial do A%sol"to.

es serão3 cada ve. Cont"do3 por mais assom%rosa e espirit"ali.0ensamento ?niversalB e s"as concl"s.ada 1"e seHa a sa%edoria e a evol"+ão da alma3 entre ela e o se" Criador pree7istir> sempre "ma dist@ncia 1"e se c ama [ o in!inito+ '3 ao contr>rio3 os es6or+os mentais dos omens3 mesmo os apontados como g&nios3 1"ando divorciados dos ideais s"%limes do espírito 1"e dão a il"mina+ão da F-3 os se"s raciocínios3 por mais R altaneiros e espetac"lares3 não passam de poeira a s"Har o espel o espirit"al da int"i+ão3 pois nesse espel o misterioso é 1"e se re6letem as verdades cGsmicas do /'=H*R dos M"ndos. 21! .3 mais il"minadas de sa%edoria por1"e são re6le7os o" raios diretos da Mente do A%sol"to3 col idos atrav-s da int"i+ão.

es dos mentores espirit"ais.es2 RAMATIS! / a possi%ilidade de reverem os locais onde viveram3 ligarem os acontecimentos passados3 investigarem as tradi+. * gra" de espirit"alidade 1"e H> atingiram elimino"Cl es as dAvidas da reencarna+ão. 21$ . *s marcianos admitem3 racional e normalmente3 1"e viveram o"tras vidas3 no"tros corpos3 em sit"a+. PERGUNTAI M"ais os 1"e preparam o relatGrio e escol em "m lar para reencarnar2 RAMATISI /ão os de mentalidade mais desenvolvida.8 Ree#car#a.es se processam m"ito prG7imas3 1"ando temos aprendido 1"e > longos intervalos entre elas2 RAMATIS I Alg"ns marcianos assim o 6a.em "m relatGrio completo da e7ist&ncia transcorrida3 6i7ando os acontecimentos 1"e possam 6ormar "m elo coerente no 6"t"ro. <esse relatGrio3 entregam cGpia para o E<epartamento de Controle ReencarnatGrioE e o"tra cGpia para a1"eles 1"e l e servirão de progenitores no %reve retorno. PERGUNTAI M"ais são essas correla+. PERGUNTA! =at"ralmente todos os marcianos admitem a reencarna+ão2 RAMATISI /eria "m erro parado7al se assim não 6osse3 pois a cren+a na reencarna+ão . =ão perdem o contato real com as vidas anterioresB revivemCnas3 sempre3 gra+as Fs correla+. Com"mente3 ainda encontram descendentes 1"e l es avivam a memGria e aH"stam os iatos es1"ecidos. PERGUNTAI ' 1"anto F reencarna+ão 6"t"ra3 a processarCse depois da at"al3 tomam con ecimento pr-vio de alg"m detal e o" circ"nst@ncia em rela+ão F mesma2 RAMATIS! Antes do desencarne3 os mais desenvolvidos cost"mam com%inar com os 6"t"ros pais a nova reencarna+ão em vista.prGpria dos espíritos H> evol"ídos. PERGUNTA I 'ntão3 essas reencarna+.ado espirit"alB ligeiro entreato da verdadeira vida do espírito.. Assim 1"e o corpo envel ece3 veri6icando 1"e H> não o6erece meios e6icientes de ed"ca+ão e ascensão espirit"al3 o marciano aH"sta nova e7ist&ncia a 6im de completar3 em novas atividades3 o 1"e não consolido" na vida anterior.es c egam a identi6icar tra%al os anteriores. K o conH"nto de mel or padrão mental3 portador de senso 6ilosG6ico mais apro6"ndado nos pro%lemas espirit"ais.es de decidir as s"as novas romagens3 con6iandoCas Fs decis.em3 em certos casos3 para avivar a memGria sem dei7ar longos iatos3 di6íceis de preenc er.es3 e Fs ve. Consideram a e7ist&ncia 6ísica "m %anco escolar de aprendi.<o e dese#car#a. Fa.es di6erentes.es 1"e podem e6etivar3 a 1"al1"er momento.<o. PERGUNTA I 0or 1"e e7iste esse E<epartamento de Controle ReencamatGrioE2 RAMATIS! =em todos os marcianos pretendem reencarnar imediatamente no mesmo or%eI alg"ns seg"em para m"ndos s"periores3 o"tros não estão em condi+.

emCno logo. com os Hovens noivos3 1"e H> ass"miram3 espiriC t"almente3 o compromisso de 6ormar "m lar.es3 esse acordo se 6a.antesB c"ida atenciosamente dos pormenores3 assim como o viaHante precavido c"ida todos os detal es de s"a viagem. <esde 1"e a verdadeira 6elicidade . Mas a maioria dos lares con ece e entra em contato com os se"s 6"t"ros Gspedes reencarnantes. 'ntão3 os 6"t"ros cLnH"ge se pronti6icam a aceitar a alma 1"e vai partir e 1"e deseHa se" 9r para o retorno. A maioria tra+a "m programa disciplinado3 cons"lta os se"s amigos e gr"pos simpati.erra como as de o"tros or%es3 são coordenadas pelos Mentores 'spirit"ais no m"ndo invisível.es do m"ndo e7terior. PERGUNTAI Como se procede F despedida da1"ele 1"e vai desencarnar e pretende retornar a "m lar H> escol ido2 RAMATIS! * 6"t"ro reencarnante3 ao despedirCse do m"ndo 6ísico3 convida 215 . PERGUNTA! 'ssas reencarna+.nos m"ndos espirit"ais e sa%endo 1"e o escopo principal da vida 6ísica . PERGUNTA: ' 1"al o sistema adotado para 1"e os 6"t"ros pais 6i1"em con ecendo as almas 1"e virão a%itar os se"s lares2 RAMATIS! =ormalmente se e6et"am com%ina+. /ão as almas contemplativas3 1"e estagiam no planeta para aprimoramento3 mas não interv&m praticamente nas sol"+. :eralmente a re"nião se processa entre todos os interessados3 com os g"ias espirit"ais 1"e podem se mani6estar visivelmente e os reencarnados em cogita+ão com"m. /ão espíritos pr>ticos3 1"e cost"mam sol"cionar se"s pro%lemas sem delongasB o 1"e deve ser 6eito3 6a. 'ntretanto3 e7istem3 tam%-m3 almas e7celsas e e1"ili%radas 1"e dei7am t"do ao sa%or das leis espirit"ais. PERGUNTA: ' os casais marcianos sempre con ecem3 previamente3 os espíritos 1"e virão reencarnar como se"s 6il os2 RAMATIS! Esse con ecimento .oda a desencarna+ão e reencarna+ão3 tanto as da . Antes de o espírito marciano rece%er o consentimento para a%itar certo lar3 > 1"e cons"ltar o se" mentor e os mentores do am%iente em 1"e pretende reencarnar.atingir os m"ndos das Eca"sasE3 nos 1"ais poder> agir3 criar e go.es são decididas ar%itrariamente3 pelas partes3 ainda no m"ndo 6ísico2 RAMATIS! .PERGUNTA: 'ntão > 6elicidade em voltar aos m"ndos 6ísicos2 RAMATISI A verdadeira 6elicidade do espírito est> nos m"ndos espirit"ais s"periores e o se" anseio .ass"nto com"mB po"cos lares e7istem 1"e ignorem os se"s 6"t"ros reencarnantes. * marciano desenvolvido3 consciente de s"as necessidades espirit"ais3 tem pressa de voltar ao m"ndo 6ísico3 para EaprenderEB e3 conse1Tentemente3 para Eli%ertarCseE.ar eternamente3 sem as vicissit"des da 6orma3 1"e são apenas rec"rso ed"cativo. PERGUNTA: M"al1"er "m pode escol er "m novo lar para o se" reencarne2 RAMATIS! /G não se interessam pelo ass"nto a1"elas almas 1"e H> vos noti6icamosB magn@nimas3 mas let>rgicas 1"anto ao dinamismo positivo de operar na 6orma.es pr-vias entre os esposos e a1"ele 1"e vai dei7ar o corpoB Fs ve.visando essa 6elicidade3 apressam o aprendi.ado o mais "rgente possível.

<aí3 os se"s períodos mais demorados para voltarem aos 6l"idos densos da carne.es de se apresentar em novo am%iente e prosseg"ir na s"a evol"+ão.esB o 6ato . Mas o elo psí1"ico não vale como e7ig&ncia imperativaB constit"i "ma tradi+ão 1"e pode ser dispensada3 em%ora se e7iHa mais es6or+o da memGria psí1"ica para 6i7ar os detal es das vidas anteriores.arso ag"ardam -pocas apropriadas aos se"s eventos apostolaresB determinadas 6ases psicolGgicas em 1"e os se"s es6or+os são mais Ateis F coletividade.es3 apGs o desencarne3 em 1"e a alma resolva não retornar ao or%e3 m"dando de id-ia2 RAMATISI * livreCar%ítrio3 entre os marcianos3 . =ão > cenas comp"ngentes nem apreens. 216 .esse Eelo psí1"icoE2 RAMATISI K "ma esp-cie de talismã 1"e a alma cond". M"da a personalidade "mana3 mas não > sol"+ão de contin"idade na entidade espirit"al. *s espíritos adiantados demoram em s"a reencarna+ão por1"e s"as vidas são mais em sentido de a"7ílio3 esclarecimento o" e7empli6ica+ão.Cse a entrega do relatGrio completo da vida do desencarnante3 com os registros dos acontecimentos mais importantes3 al-m do respectivo Eelo psí1"icoE de o"tras vidas3 desde 1"e se trate de alma %em consciente. /erve como "m Eclic &E 1"e possi%ilita a leit"ra psicom-trica das vidas anteriores.era ao desencarnar3 pode m"dar s"a decisão3 mediante consentimento dos pais com 1"em 6e.antes espirit"ais e promove tradicional 6estividade no lar em 1"e se reencamar>. K como o Gspede 1"e parte para %reve retorno. K G%vio 1"e almas do 1"ilate de B"da3 Crisna3 Hermes3 Francisco de Assis3 0a"lo de .admitida em Marte2 RAMATIS: . =o entanto3 se o espírito c ega ao 'spa+o e certi6icaCse de 1"e e7istem enseHos mel ores para se" progresso3 do 1"e a escol a 1"e 6i.tão com"m 1"anto o casamento no vosso m"ndo. 'ssa s"posi+ão não . PER+&NTAI 4"lgamos 1"e as almas3 1"anto mais evolvidas3 mais se demoram a reencarnar. * espírito a%andona o vel o vest">rio de carne3 para envergar o"tro3 em condi+."do depende do m"ndo material a 1"e vos re6eris. PER+&NTA! ' no caso de essa alma modi6icar a s"a decisão3 perde a1"ele elo psí1"ico 1"e 6ico" em poder do casal com 1"em aH"stara voltar2 RAMATIS: * EtalismãE . PER+&NTAI M"e . PER+&NTAI =ão pode aver modi6ica+.3 de e7ist&ncia em e7ist&nciaB "m tipo de medal ão 6eito de s"%st@ncia delicadíssima3 magn-tica e a%sorvente de 6l"idos am%ientais.todos os se"s 6amiliares3 amigos e simpati.entreg"e ao E<epartamento de Controle ReencarnatGrioE3 no or%e3 e o se" dono espirit"al3 6"t"ramente3 1"ando ac ar conveniente3 indicar> a 1"e lar deve o mesmo ser entreg"e3 na possi%ilidade de o"tro reencarne.es dos acontecimentos ocorridos em torno da alma.mais e1"ili%rado e veri6ic>vel do 1"e entre vGs3 pois são almas desvencil adas do instinto in6erior e de maior consci&ncia espirit"al. Assim como "m anel3 HGia o" 6ragmento de o%Hetos envel ecidos podem revelar algo de s"a istGria3 so% a visão dos clarividentes o" psicLmetras3 esse elo psíC 1"ico constit"i elemento 6otogr>6ico3 o" 6ic a 1"e cont-m no se" corpo et-rico as vi%ra+. =essa com"n ão 6raterna3 com a presen+a dos 6"t"ros pais3 6a. Ad1"irem3 pois3 direitos de decidir positivamente nos se"s destinos. o acordo para se" retorno.

Marte3 no entanto3 1"e H> se li%erto" das pai7.es e dos interesses vis dos m"ndos e6&meros3 . =o se" cienti6icismo genial3 os marcianos avaliam s"as necessidades reencarnatGrias3 no sentido de se li%ertarem dos or%es 6ísicosB importaCl es3 então3 e6et"ar Ea descargaE energ-tica o mais %reve possível3 para depois c"ltivarem os valores ed"cativos no espa+o3 sem mais so6rerem as periGdicas necessidades de retorno F 6orma3 ante o grito energ-tico da mat-ria. :eralmente3 são almas ainda em est>gio marciano3 provindos de o"tros m"ndos de menor envergad"ra espirit"al. .iveram e7ist&ncias sacri6iciais3 desenvolveram princípios elevados de renAncia e amor3 merecendo m"ndos elevados3 como Marte.6ac"ltado a todos3 indistintamente2 RAMATIS! Aos espíritos de menor discernimento não .esB seHa o 6ato mais intimo o" a conseC 1T&ncia mais insGlita3 > sempre "ma coordena+ão e "ma per6eita entrosagem ed"cativa."m campo a%erto para o Alto3 em permanente e sadio interc@m%io. PERGUNTAI * pr-vio con ecimento do lar em 1"e a alma ingressar> em s"a nova reencarna+ão .es gradativas para serem e7tintos. =ada ocorre no solo do vosso m"ndo3 1"e não ten a a1"i as s"as raí. 0ode aver incoer&ncia3 indisciplina3 teimosia3 est"ltice e tolas vaidades 1"e ad". * espírito encontra mAltiplos rec"rsos de aper6ei+oamento nos m"ndos invisíveis F mat-riaB mas não se livra de precisar EdescerE3 consec"tivamente3 para a%andonar no verdadeiro E a%itatE3 as s"%st@ncias energ-ticas 1"e l e modelaram o car>ter nos contatos 6ísicos milen>rios.a"7iliada na con1"ista dos mais r>pidos eventos ed"cativos.is aos vossos diplomas acad&micos e pr"ridos cientí6icosB mas3 no campo das atividades diretoras de vossa vida3 a armonia e a ordem são elementos permanentes. K H"stamente a inconsci&ncia com"m da "manidade terr>1"ea3 na s"a n-voa de magnetismo in6erior3 1"e l e impede maior o" mel or consci&ncia com o 9nvisível.es contin"as para mel or sistema de vida e .es consec"tivas adotadas pelos marcianos2 RAMATIS: /G mais tarde podereis compreender3 no sim%olismo da E1"eda dos anHosE3 1"e a descida vi%ratGria do espírito F 6orma e7igeCl e grad"al li%erta+ão da ganga in6erior 1"e ad1"iri". As energias prGprias dos m"ndos materiais3 em s"a 6or+a coerciva e no se" magnetismo oprimente3 são elos 1"e e7igem indescritíveis e in"mer>veis opera+. <aí o conceito com"m de 1"e Enão se move "ma pal a 1"e não seHa pela vontade de <e"sE. Mas 6altaCl es3 ainda3 o 21# .6ac"ltado esse con ecimento o" acordo3 por1"e eles ainda não desenvolveram %em a vontade para "m sentido de dire+ão prGpria3 mental.es. A s"a "manidade rece%e diretri. A evol"+ão espirit"al não d> saltos e7tempor@neos3 nem s"%verte os princípios cGsmicos da /"prema 8ei 1"e comanda a Harmonia e o '1"ilí%rio.es ed"cativas s"periores3 como compreender essas reencarna+. 'ngatin am espirit"almente3 no plano das decis.es mentaisI são como crian+as ed"cadas e disciplinadas mas sem iniciativas para as grandes sol"+. PERGUNTAI 'ntão3 em Marte > per6eito controle conH"gado com os preceptores do plano 9nvisível2 RAMATIS! Realmente assim ocorre3 pois F medida 1"e a "manidade evol"i e ad1"ire mais consci&ncia espirit"al3 tam%-m com"nga mais intimamente com os departamentos diretores no 9nvisível. Raras antenas vivas3 do vosso m"ndo3 acenam para c> em %"sca de roteiro e esclarecimentos. =as es6eras invisíveis estão as E6ic as c>rmicasE3 nas 1"ais os Mestres podem comp"lsar as vossas vidas espirit"ais3 desde 1"e se 6ormo" o primeiro %r"7"leio de vossa consci&ncia individ"al. * 6ato de a coletividade terrícola ignorar essa administra+ão invisível não elimina a s"a at"a+ão constante e disciplinada.PER+&NTA! Considerando3 tam%-m3 1"e nos m"ndos espirit"ais devem e7istir condi+.

es H> não deve criar pro%lemas no se" reencarne3 em Marte. pr-vio reaH"ste no campo astral3 verdadeira Edrena+ãoE da Es"%st@nciaE mental tra. =ão ac a2 21( . H> sempre alegria na s"a 6ig"ra "mana e imensa vontade de servir e so6rer pelo prG7imo.onados e delicados3 o" prevalece a energia selvagem e %rotam laranHas amargas e %ravias.erra.erra. Recon ecereis o 6"t"ro a%itante de Marte3 na 6ig"ra do omem pro%o3 H"sto3 servi+al e verdadeiroB es6or+aCse denodadamente para ser vegetariano p"ro3 li%ertaCse das ma.desenvolvimento vigoroso e criador da mente3 a 6im de decidirem se"s prGprios desideratos. * conteAdo psí1"ico 1"e predomina no se" perispírito3 em%ora vi%re s"perioridade espirit"al3 pode re6letir as tend&ncias eredit>rias no se" 6"t"ro organismo marciano. K alg"-m em condi+.er pressão no espírito 1"e l e toma a 6ormaB se os princípios espirit"ais do reencarnante ainda não são vigorosos3 passam a ser comandados implacavelmenteB e3 conse1Tentemente3 a impor a s"a tara in6erior.elas 1"e comandam o sistema nervoso3 e 1"e o tornam E6"madoE3 E%e%idoE3 EHogadoE o" EavitadoE.es de conviver em todos os credos3 sem con6litos 6raternos3 despreoc"pado de glGrias e prestígios terr>1"eos o" de posi+. K como a laranHeira c"ltivada3 de 1"alidade s"perior3 1"e3 en7ertada na esp-cie selvagem3 no c amado EcavaloC selvagemE3 se não imp"ser as s"as propriedades distintas3 ser> 6atalmente s"%H"gada pela seiva %r"ta e agressiva do tronco selv>tico. /er> assim2 RAMATIS I * espírito terr>1"eo ter> 1"e ag"ardar certo tempo nas .ida da .erra3 a 6im de 1"e3 ao reencarnar no planeta3 aHa a maior li%erta+ão possível das in6l"&ncias terr>1"eas.es sociais privilegiadas.onas astrais s"periores da .es 1"e permitem a "m terrícola ingressar no planeta Marte2 RAMATIS! F"ndamentalmente3 deve ser E"niversalistaE3 destit"ído do espírito sectarista religioso o" dogm>tico3 capa. *s instintos da carne contin"am a 6a. PERGUNTAI As almas 1"e prov&m de o"tros m"ndos reencarnamCse imediatamente em Marte2 /"pon amos3 por e7emplo3 "m espírito rec-mCc egado da . 'ntão3 se 6a.onas astrais in6eriores de Marte3 onde as vi%ra+.aB > de ser li%erto dos vícios deprimentes do se7o e distante das pai7. PERGUNTA! M"ais as condi+. =a s"a intimidade psí1"ica não devem e7istir os imp"lsos danin os da destr"i+ão do 1"e poss"i vida e %ele. * instinto da carne3 na s"a ereditariedade comprovada3 at"a vigorosamente no espírito3 lemC %rando essa 6or+a agreste dos troncos %ravios3 1"e servem de veic"lo intermedi>rio Fs esp-cies s"periores. =a primeira encarna+ão ser> di6icílimo vencer s"as tend&ncias eredit>rias com"ns. de pLrCse em a6inidade com todas as ra+as e 6iloso6ias.erra3 acionar as tend&ncias eredit>rias do organismo marciano2 Como at"am esses princípios espirit"ais2 RAMATISI As tend&ncias eredit>rias re6letemCse na alma reencarnada. * pro%lema al eio não l e é indi6erenteB consideraCo3 1"ase sempre3 mais importante do 1"e o se". *" a esp-cie s"perior domina e prod". 6r"tos sa. PERGUNTA: Cremos 1"e "m espírito nessas condi+.es in6eriores 1"e geram antipatias.es mel or se adaptam com as . PERGUNTA: M"al "m e7emplo comparativo3 para compreendermos a possi%ilidade do astral3 da .

es do vosso m"ndo. PERGUNTA! ' a pop"la+ão do planeta não disting"e esse desaH"stado2 RAMATIS! Recon ecemCno per6eitamente3 pois > m"itos terrícolas reencarnados em Marte.es milen>rias das vidas ang"stiadas3 desaH"stadas e das tropelias e viol&ncias prGprias do se" antigo E a%itatE.ratam 6raternalmente os 1"e pesam em s"a economia material o" criam desarmonias morais. FaltaCl e aH"ste completo ao novo corpoB senteCse como a crian+a tímida e inst>vel3 1"e teme agir e comandar3 recon ecendo certo desaH"ste em rela+ão ao meio am%iente.erra3 ele não conseg"e se livrar3 completamente3 das cicatri. <i6erem m"ito da maneira r"de com 1"e tratais os desaH"stados do vosso m"ndo.ido dos o"tros or%es3 em%ora não o eliminem Ee7 a%r"ptoE3 para não pert"r%arem o e1"ilí%rio energ-tico de s"stenta+ão do imigrado. <aí3 a1"ela necessidade 1"e en"nciamos de o emigrado terrestre 6a. =ão se recorda propriamente da .es pelos se"s atos3 os 1"ais3 em Marte3 n"nca despertam as admira+. PERGUNTAI * terrícola reencarnado em Marte3 como se mani6esta em s"a primeira e7ist&ncia2 RAMATIS! 'm 6ace das reminisc&ncias caldeadas na s"a n-voa astral tra. /"rgem3 então3 rea+. =a in6@ncia marciana3 o espírito provindo da . * omem 1"e traHa imac"lada veste %ranca pode a%sorver o pG das estradas por onde tra6egaB mas esse pG não dei7a de contaminar os 1"e l e tiverem contato.dGcil3 sedativo e armonioso. 'ssa . É aplicada a EcromoterapiaE3 o" seHa3 a terap&"tica das coresB atrav-s dos raios cromosG6icos em com%ina+.em a decanta+ão do astral in6erior tra. 'ntretanto3 os espíritos origin>rios do or%e "sam de toler@ncia e a"7iliam os pro%lemas dos Eimigrados espirit"aisE. oc"ltaE gritaCl e satis6a+.erra3 pois a predomin@ncia do astral marciano3 no se" perispírito3 eliminaC l e grande parte da memGria terr>1"ea3 mas e7c&ntrica Evo.es inesperadas3 ante as d"as energias em con6litoB o astral da .es e7tempor@neas e pede lisonHas3 apla"sos e compensa+.com"mente a sit"a+ão do espírito provindo da .RAMATISI H> 1"e considerar as in6l"&ncias e7teriores3 1"e ainda podem acordar nesse espírito.1"e solve a sit"a+ão.es com a energia Emagnetoet-ricaE.erra é cont"ndente3 ostil e imp"lsivoB o de Marte .es regressa Fs emo+.ida da . 9mita a 6ig"ra da pessoa rAstica e desaHeitada3 1"e se v& s"%itamente envergando traHes aristocr>ticos. 219 .erra3 em s"a primeira Hornada de am%ienta+ão ao Emod"s vivendiE marciano. . * espírito da . 'm%ora demonstre HA%ilo em s"a nova e7ist&ncia e s"a intimidade espirit"al vi%re de desC l"m%ramento3 não conseg"e vencer3 totalmente3 "ma certa EnostalgiaE misteriosa. no se" invGl"cro perispirit"al a s"%st@ncia Eastroet-reaE terr>1"ea3 1"e tende a intervir e at"ar no perispírito de se" corpo marciano. PERGUNTA ! /"pondo 1"e a cond"ta dos imigrantes de o"tros m"ndos entrem em con6lito perigoso com o meio sal"tar marciano3 1"ais seriam os rec"rsos "sados2 H> casas de corre+ão o" departamentos penais2 RAMATIS! A medicina3 com se"s rec"rsos poderosos e 6raternos3 . K "m marciano in1"ieto3 1"e nas s"as medita+.er primeiramente a Edrena+ãoE no astral do novo or%e 1"e vai a%itar.erra3 mesmo 1"ando é dos mel ores emigrados para Marte3 cond".es passadas.erra in6l"i mais com o se" conteAdo energ-tico na 6ase mais instintiva e menos controlada da vida com"m da crian+a. *s m-dicos 6a.

indo3 po"co a po"co3 a s"%st@ncia astral3 para proteg&Clo nas rea+. . * am%iente de l".sempre po%re de vitalidade magn-tica.s movimentos são "m po"co caricatos em rela+ão ao desem%ara+o e precisão com 1"e os marcianos se movem. *H se" perispírito ainda so6re o e6eito dos recal1"es terrestresB .onas altasE do espíritoB por-m os deseHos vos arrastam para as E.algo %ison o no comando do novo sistema nervosoB a%it"ado a "ma respira+ão %aseada na 'uantidade de ar. EdescerE e a porta do c-" se a%re para vosso retorno ao Ee1"ilí%rio emotivoE na mat-ria3 onde entretendes3 novamente3 as il"s.erra. Mesmo no m"ndo 6ísico3 s"%is intermitentemente Fs E. 'sse 6ato . PERGUNTA: Cremos 1"e em 6ace de "m planeta como o marciano3 onde poderemos "s"6r"ir toda a magnit"de de s"a armonia s"perior3 não se H"sti6ica "ma EdescidaE para m"ndos in6eriores3 pois a alma H> tem comprova+ão do Bem Maior. 'm%ora a carne seHa alimento in6erior para o espírito deseHoso de li%erta+ão3 elimin>Cla completamente do meta%olismo org@nico3 antes de a mente esclarecerCse3 .es de magnetismo algo r"de tra. PERGUNTAI Con6"ndeCse a id-ia de "m espírito 1"e em sit"a+ão s"perior precise o" deseHe voltar a "m panorama r"de e desagrad>vel3 como . Recon ecemos os temperamentos radicais3 1"e pre6erem s"portar a s-rie de 6enLmenos ardentes e 1"ase al"cinantes3 no a%andono %r"tal da carneB mas recomendamos a m"dan+a so% disciplina gradativa e perseverante. vivamente e inAmeras ve.provocar s-rios desaH"stes nas adapta+. =o entanto3 o grito da mat-ria in6erior se 6a.art3 1"e deleita a alma 22) . * ma1"in>rio "mano est> milenariamente condicionado a essa alimenta+ão3 e7igindo alg"ma contempori.com"m2 RAMATIS! 5ossos espíritos tam%-m não ignoram o panorama de %ele.onas Ee7traterrenasE3 em 1"e os vossos mentores 6ac"ltam visitas para estím"los. 'ntão o deseHo vos 6a.es do am%iente terreno.es proteínicas. 'nvel ece e se 6atiga mais cedoB o psi1"ismo terr>1"eo 1"e o comando" d"rante m"itos mil&nios3 marcaCo com o se" selo indel-vel. PERGUNTA: M"ais os indícios 6ísicos 1"e permitem aos marcianos recon ecer os desaH"stados provindos da . 'm alg"ns casos3 raros3 na impossi%ilidade de vencer completamente a Enostalgia psí1"icaE3 da .rocais3 pois3 tam%-m o am%iente interno de %ele.a espirit"al e os planos s"periores3 nas .o da .PERGUNTA: M"al "m e7emplo rotineiro3 para nGs entendermos o c"idado de não ca"sar o dese1"ilí%rio energ-tico3 no espírito desaH"stado2 RAMATIS! <o mesmo modo 1"e não vos é aconsel >vel a sA%ita e %r"tal m"dan+a da alimenta+ão carnívora para a vegetal. Mediante inter6er&ncia cientí6ica da medicina marciana no perispírito do desaH"stado3 os m-dicos vão red". =ão l e parece2 RAMATIS! <iante de "ma sin6onia de Beet oven o" de Mo.a espirit"al3 pelo panorama r"de e desagrad>vel do m"ndo e7terior.erra2 RAMATISI 'm%ora n"m corpo marciano3 o espírito do terrícola ass"me "ma con6ig"ra+ão 6ísica mais imper6eitaB sendo ro%"sto de corpo .es vos desaH"stais.erra3 os mentores espirit"ais recomendam "ni retorno a este planeta3 como terap&"tica para o e1"ilí%rio emotivo3 n"ma reencarna+ão intermedi>ria.onas %ai7asE do instinto in6erior.a+ão para modi6icar a s"a e6ici&ncia n"tritiva.ido dos mil&nios terr>1"eos.es3 per6"mes3 cores e melodias3 a conviv&ncia entre seres de propGsitos ang-licos3 H> os tendes preterido pelos gritos do se7o3 vit"al as sangrentas e acepipes grosseirosB pelo 6"mo3 alcoGlicos e desregramentos psí1"icos. sente di6ic"ldade psí1"ica na opera+ão em 1"e vale mais a 'ualidade do o7ig&nio. /e" aspecto 6ísico tem "m ar pesadãoB se.

5Gs os denominais de tarados3 es1"i."ma arma 1"e ca"sa mais vítimas e so6rimentos do 1"e "m revGlver na mão de "m omicida.es3 "ma grave cens"ra de ordem espirit"alN =otaCseCl es a a%sol"ta 6alta de aH"ste moral aos conceitos com"ns da vossa sociedadeB são desconcertantes3 por1"e não se cingem Fs vossas eti1"etas3 responsa%ilidades3 leis3 sistemas3 igiene e cost"mes. =ecessitados de prosseg"irem a s"a evol"+ão3 e 1"e 6oram violentados3 ligamCse3 por 8ei do Carma3 aos se"s antigos algo.o6r&nicos3 vaga%"ndos3 meliantes e alcoGlatras irrespons>veis. a 1"al3 em m"itos casos3 . K a mais patente inversão de valores aos princípios espirit"ais de responsa%ilidade c>rmica.iam a s"a evol"+ão tran1Tila e ignoradaB são os in6eli. do se" %at"1"e.ados.em o corteHo de s"as idiossincrasias e conse1Tentemente o se" desaH"ste ao am%iente.es e ca+adores. * condicionamento psí1"ico comanda os deseHos da alma3 1"ando a alma ainda não conseg"i" a s"a prGpria li%erta+ão das 6ormas3 e não atingi" a 6ase de6initiva do Ea"tocon ecimentoE. /e os in6eli. FitamCvos3 nas r"as3 com certa cGleraB postamCse F vossa 6rente e e7igem EdireitosE 1"e repelis at.es3 esp-cies de irrespons>veis sem eira nem %eiraB avessos ao tra%al o3 indisciplinados3 irrit>veis e desregrados. .do civili. na penitenci>ria e "m grande crime da argAcia vel aca3 passais ao se" a"tor o diploma de esperto e inteligente. PERGUNTAI Anteriormente in6ormastes 1"e todos os marcianos a"7iliam os espíritos desaH"stados.anto esses desaH"stados3 1"anto os 1"e procedem de m"ndos in6eriores3 encontram terríveis e imperdo>veis advers>rios nos 1"e H> o%tiveram maior e1"ilí%rio.es em discrep@ncia com o am%iente3 com"mente devido F c"lpa dos prGprios civili.a+ão dos 1"e os violentaram na ascensão normal da consci&ncia3 tra.es para socorro e rea%ilita+ão de vossos desaH"stados. PERGUNTAI M"ais são os tipos desses nossos desaH"stados2 RAMATISI Facilmente os encontrareis nos seres estropiados3 pedinc . *s meliantes com"ns ainda a6rontam perigosamente a 8ei3 e7pondoCse F e7ecra+ão pA%lica e arriscando a vida em troca de %ens mes1"in osB mas os prevaricadores o6iciais se aco%ertam F som%ra do poder e da a"toridade venal.es a6ricanos 1"e 6oram tr"cidados3 por imprest>veis F escravidão3 l> no seio da p>tria amiga3 o" 1"e apodreceram nos navios negreiros.am%iente constrangedor para o sertaneHo3 1"e receia o %an o e dorme na esteira.erra3 os desaH"stados de o"tros planetas2 RAMATIS! A maioria dos vossos desaH"stados prov&m do prGprio meio terr>1"eoB são prod"tos de reencarna+. Coa%itando na civili.e servir. Mas . 221 . 9nd"%itavelmente3 ainda não o6ereceis condi+.a carga de espíritos 1"e3 por c"lpa dos vossos e7cessos e indi6eren+a do passado3 tereis 1"e at"rar3 coCparticipar3 ed"car . A igiene3 a est-tica e o cienti6icismo moderno de l"7"oso otel .ado3 o %"gre dar> apenas pre6er&ncia F r"de. A sociedade e as leis terrenas3 como "m nin o de vespas3 atacam de tal modo esses desam%ientados3 1"e os privam de s"a recomposi+ão mental3 psicolGgica e moral.a 8ei <ivina 1"e est> 6"ncionandoB . /ão ainda as almas r"des dos selvagens 1"e 6oram e7p"lsos do se" E a%itatE3 onde 6a. apodrecer "m in6eli. * am%iente de inH"sti+a e corr"p+ão3 a comodidade de não pensar em ser Atil e servir3 vos leva a cometer os maiores desatinos3 em 1"e "m pe1"eno delito 6a.com viol&nciaB no íntimo de s"as almas >3 por ve. H> evidente dese1"ilí%rio no vosso m"ndo3 pois o ladrão de aves e o %atedor de carteiras são maiores criminosos do 1"e o %an1"eiro 6ra"d"lento3 o administrador corr"pto3 a a"toridade venal3 o governo dilapidador3 o representante pop"lar mentiroso o" o ministro oport"nista. Como identi6icarmos3 na .es desaH"stados do vosso m"ndo operam com o p"n al e a pistola3 os salteadores do patrimLnio pA%lico servemCse da caneta-tinteiro.

tolerante e protetora para os 1"e constit"em a EeliteE do crime. =o entanto3 a contradi+ão .a+ão. K a Edor de ca%e+aE dos pais ricosN Mas -3 tam%-m3 o negro tr"cidado na 6loresta a6ricana o" o silvícola assassinado pelo 6ero. 'n1"anto o"tros3 credenciados e protegidos pelo %enepl>cito o6icial3 são os Ego. <evido a inH"sti+as passadas e F viola+ão espirit"al de direitos3 os antigos pioneiros3 1"e rec a+aram esses selvagens3 estão o%rigados a rece%&Clos como cidadãos reencarnados no seio das metrGpoles pop"losas.H"stamente a a"s&ncia de apoio moral e de prote+ão social3 1"e leva esses seres ao arrasamento e os torna pro%lemas para a prGpria civili. A corre+ão so% o imp-rio a"g"sto do amor divino não somente vos li%ertaria desse passado inglGrio3 como ainda a"7iliaríeis os eventos espirit"ais das vítimas3 1"e oHe vos pert"r%am a civili. do amparo ed"cativo do amor 6raterno PERGUNTA: M"ais o"tros e7emplos de desaH"stados espirit"ais2 RAMATIS! *s EgangstersE 1"e constit"em delicado pro%lema da civili.es da 8eiN ?s"6r"i o m>7imo apetecível3 ameal a a6ort"na em c"rto pra.es3 acost"mada F plena li%erdade de se"s instintos e movimentos3 no ingresso Ee7 a%r"ptoE F civili.adoresE desse p"rgatGrio terr>1"eo3 o verdadeiro desaH"stado vos pert"r%a3 como desagravo o" protesto por não o averdes recol ido e ed"cado 1"ando3 na s"a in6@ncia3 ainda era possível salv>Clo. Com"mente3 so% o imperativo severo da 8ei C>rmica3 nascem nos vossos lares3 constit"indo a 6ig"ra da mo+a re%elde3 e7c&ntrica o" o 6il o %o&mio3 desregrado3 inimigo da -tica com"m de vida. * desaH"ste é patente3 pois a alma despida de preconceitos e conven+.ades para garantir as s"as 6alcatr"asB desartic"la a engrenagem H"dici>ria e inverte concep+.e a !or%a de s"as ami.PERGUNTA! .a+ão.odas essas almas de silvícolas e a6ricanos 1"e 6oram pert"r%ados no se" verdadeiro E a%itatE apresentamCse na civili.a+ão %"sco"Cos no seio da mata generosaB e3 agora3 os marcais com o 6errete aviltante do c>rcere3 em ve. no miser>vel 1"e est> 6aminto. <>Cse3 então3 o desaH"ste violentoB o antigo EpeleCvermel aE3 222 . *s pais3 irmãos e a parentela a6lita3 antigos ca+adores de negros o" silvícolas3 m"itos deles3 v&emCse o%rigados a s"stentar e a s"portar as tropelias da1"ele mesmo 1"e eliminaram3 no passado3 na movimenta+ão ne6anda da escravidãoN K a 8ei <ivina 6"ncionando íntegra e H"sta3 no carma indesvi>vel de Ea cada "m con6orme as s"as o%rasE. PERGUNTA: 0orvent"ra esses seres não devem ser p"nidos o" isolados da coletividade onde at"am perigosamente2 RAMATIS! K G%vio 1"e não é aconsel >vel a li%erdade da m> erva no Hardim de 6lores per6"madas3 assim como não se H"sti6icaria o apoio incondicional aos desaH"stados3 apenas por 1"e são re6le7os do passado. 'le dilapida esse patrimLnio3 comete inH"sti+as e %"rla as leis 1"e deve respeitarB escamoteia os direitos al6andeg>rios3 imp. capitãoC deCmatoB o" o descendente EnagLE 1"e apodrece" no 6"ndo do %arco o" 6oi atirado ao mar.a+ão americana do =orte são os espíritos dos antigos EpelesCvermel asE 1"e 6oram violenta e impiedosamente en7otados de s"as terras pelos avent"reiros inescr"p"losos.a+ão nesse aspecto comp"ngido e incoerente2 RAMATISI =ão > determinismo divino para tal condi+ãoB .a+ão3 trans6ormaC se no 6il o desnat"rado e de perigosos imp"lsos.oB apressa a morte dos t"%erc"losos 1"e não t&m ospitais e dos alienados sem asilosB 6avorece a corr"p+ão dos menores sem prote+ão3 e gera o desespero. '7atamente o criminoso >%il3 inteligente3 ed"cado em col-gios esmerados e m"nido de vistoso diploma acad&mico3 H> desem%ara+ado no convívio social3 vGs o colocais F testa do patrimLnio pA%lico.p"ngente no vosso m"ndo3 pois a cGlera da 8ei recai3 inapel>vel e opressiva3 nesses seres psi1"icamente transtornados3 en1"anto .es e o pA%lico. A vossa civili. 5ive no vosso am%iente "ma e7ist&ncia contraditGria3 pondo em polvorosa as a"toridades3 a imprensa3 os H"í.

o %r"to 1"e se senta na cadeiraCel-trica sem discernir o senso de H"sti+a do civili. /olicita os servi+os t-cnicos do E. K a lei do E1"em com 6erro 6ere com 6erro ser> 6eridoEB lei 1"e ."ma partida sA%ita3 em 1"e a mat-ria s"c"m%e2 RAMATIS! * marciano desintegra o se" organismo so% propensos cientí6icos incompreensíveis F vossa mentalidade.ao 6im2 0orvent"ra podem desencarnar antes da vel ice3 se assim 1"iserem2 RAMATIS! =ão antes da vel ice3 mas no período da vel ice3 a%andonam o corpo se assim H"lgarem conveniente3 na 6ase em 1"e este come+a a perder a s"a vitalidade. 'm Marte3 a desencarna+ão é n"m sentido apenas aparente e sim%GlicoB não > morte3 mas li%erta+ão de energia est>tica3 1"e retorna F EmassaE 22! .a+ão.c"Ha moral e leis eram %aseadas na l"ta3 na agressividade e na a%sol"ta li%erdade das imensas pradarias3 sem a t"tela de conven+.emplo da <esencarna+ãoE e apGs "ma opera+ão Emagn-ticoCet-ricaE em sala especial3 d>Cse a desintegra+ão per6eita3 n"m EmícronE de seg"ndo.ao 6im."ma simples Edesincorpora+ãoE F vontade3 o" ."m criminoso revoltante3 c"Ha li%erdade é perigosaB ele sG pode ser do%rado pela viol&ncia da lei draconianaI a cadeiraCel-trica3 a 6orca3 a c@mara de gases o" o 6".es sociais3 tenta a s"a li%erdade de modo %r"tal3 dentro da prGpria civili.es3 as a"toridades e se"s asseclas tom%am so% a metral a dos 1"e estão E6ora da leiE3 mas3 na realidade3 tais mortos são criminosos de ontem3 a%atidos pela vingan+a das s"as vítimas do pret-rito. 'm conse1T&ncia3 em Marte3 onde a saAde .adoE respondendo F dinamite3 F EZinc esterE o" ao can ão de o"tras -pocas3 1"ando ani1"ilavam ordas selv>ticas e destr"íam aldeias inoC 6ensivas.e o lar em alvoro+o.erra3 atingem sempre "ma vel ice acima do normal. Mas perante a 8ei <ivina3 no entanto3 o Ecrime o6iciali. Ress"rge a s"a índole destr"tiva3 por1"e não conce%ia ser crime o gesto de matarB para si3 no passado3 crime era a covardia3 a 6"ga3 a trai+ãoI e EmatarE era a glGria da tri%o. *s gritos de se"s recal1"es animalescos vi%ram ainda no se" psi1"ismo selv>ticoB a s"a 6lec a e o se" tacape de o"trora t&m os se"s s"%stit"tos no p"n al e na metral adora3 1"e espal a a morte nas r"as das cidadesN =ão > a"toridade o" leis 1"e os amedrontemB na s"a alma ainda estr"ge o %rado das inH"sti+as dos 1"e os en7otaram da s"a vida livre. K o Ecivili. ' o Ee7CpeleCvermel aE se torna o EgangsterE temido o" o assaltante com"m3 de r"as e de resid&ncias3 alimentando os c>rceres e as penitenci>riasB . PERGUNTAI *s marcianos sG desencarnam na vel ice2 RAMATIS! As esp-cies animais sadias3 na . PERGUNTA: 'sse a%andono do corpo .adoN K "m cínico3 "m ma"3 perverso e impiedosoB .ilamento. 9nAmeras ve. A mat-ria3 1"e ali>s é Eenergia condensadaE3 perde o se" apoio magn-tico3 desataCse a rede 1"e s"stin a os >tomos coesos3 em s"spensão 6ísicoCmagn-tica e o espírito3 li%erto3 regressa ao plano astral3 rece%endo a%ra+os e c"mprimentos pelo se" retorno.advert&ncia de ordem divina. <espedeCse dos se"s contempor@neos3 em cerimLnia 6estiva e sem comp"ngimento. PERGUNTAI At. /a%eis 1"e o peso real do corpo 6ísico não vai al-m de alg"ns gramas3 re6erindoCnos F Epasta n"clearE3 1"e restar> da apar&ncia 6ísica. K como a%andonar a veste rota3 imprGpria ao 6rio e F vida de rela+ão social.adoE ser> H"lgado mais severamente do 1"e o Ecrime do desesperadoE do delin1Tente3 1"e se desaH"sto" na lei reencarnatGria. =ão -3 pois3 o acontecimento dram>tico 1"e3 entre vGs3 p.pro%lema resolvido e a en6ermidade sG se apresenta nos dese1"ilí%rios magn-ticos3 o desencarne sG ocorre na vel ice3 desde 1"e o marciano deli%ere ir at.

erra est> repleta de s"icidas potenciais3 1"e3 neste lado3 respondem severamente pelas s"as impr"d&ncias gastronLmicas e a%"sos de %e%idas alcoGlicas e corrosivas.o"3 para "so provisGrio. =a . A vel ice marciana é a coroa+ão o" período >"reo do espírito reencarnadoB é a e7ist&ncia livre de 1"ais1"er o%riga+.es. de s"as 6"n+.er com os princípios criadores da e7ist&ncia divina. A alma parte cedo3 para3 cedo3 retornar ao servi+o ativo. PERGUNTA! 'm%ora recon e+amos as vossas ra.es de se EincorporarE novamente3 e 6lor. M"anto ao s"icídio3 de 6ato3 praticado no vosso m"ndo3 .. * dito 6enLmeno de desintegra+ão assemel aCse ao em"rc ecer das p-talas da 6lor3 en1"anto o se" EespíritoE per6"me o" a"raCet-rica se desprende3 íntegra3 em condi+. 22$ . /eria contradi+ão a s"a elimina+ão 1"ando o organismo ainda estivesse na in6@ncia o" mocidade3 em condi+.es de servir e ser Atil. PERGUNTA: Mas isso não .erra3 esse ato implica em grave penalidade contra a prGpria consci&ncia3 pois ainda estais pro6"ndamente ligados aos desatinos e inH"sti+as do pret-rito. de "s"6r"ir a recompensa integral 1"e l e ca%e por direito de e7ist&ncia vivida resolve desencarnar antecipadamente3 não .a de plenos direitos de li%erdade e sem impedimentos em 1"al1"er sit"a+ão."ma esp-cie de s"icídio perante a 8ei <ivina2 RAMATIS! * s"icídio em s"a 6ei+ão intrínseca é a 6"ga da vida3 1"er pelo desespero3 re%eldia3 neglig&ncia o" covardia.o re%elde 1"e 6oge F vida com"m3 por-m o ser 1"e a%dica de %ens sagrados3 a 6im de3 mais depressa3 retornar na 6ig"ra do"tra crian+a candidata a novas responsa%ilidades.es3 pareceCnos 1"e essa desintegra+ão premat"ra . *s marcianos3 em 6ace de se"s es6or+os3 H> se deso%rigaram dessas dívidas 1"e vGs ainda tendes 1"anto ao EpassadoE.de s"a a6inidade cGsmica. ' como o s"icídio consiste em antecipar a data marcada pela EleiE3 1"anto ao 6im o" morte do corpo 1"e ela tomo"3 o s"icídio3 em s"a e7tensão e responsa%ilidade moral3 não se restringe apenas ao ato de aca%ar com a vida n"m instante.1"e se o%litera3 tornandoCse incapa. =ão ser> assim2 RAMATIS! 8a%orais n"m grande e1"ívoco3 pois > 1"e atender a certas conting&ncias inerentes F vida em Marte.sempre "m ato de re%eldia o" 6"ga F vida 6ísica. * marciano devolve ao eio energ-tico a energia 1"e "tili.es como instr"mento material."m gesto conden>vel em a%sol"to3 pois o tempo de perman&ncia da alma reencarnada em vosso planeta o%edece a "m determinismo reg"lado por diversos imperativos3 inerentes ao se" passado e ao se" 6"t"ro. =ão .vossos derradeiros dias de vida "mana. 0or conseg"inte3 a . 'm conse1T&ncia3 o cidadão marciano3 1"e em ve. 'sse desencarne premat"ro .movido pelo espírito de servi+o contín"o3 m"ito pec"liar do marciano sempre a6eito ao %em al eio. /e"s deseHos3 son os e ansiedades são ordens 1"e se c"mprem integralmente. PERGUNTA: Mas isso é sempre "ma deli%erada e7tin+ão de vida prGpria3 o 1"e pode não condi. * vel o pode transladarC se para 1"al1"er latit"de geogr>6ica do or%eB go. 'n1"anto a in6@ncia3 apesar de atraente e repleta de acontecimentos deliciosos3 .assim2 RAMATIS! 4> vos noti6icamosI o marciano não e7ting"e a vida do corpoB este .es o" covardia em viverB e o"tros se s"icidam lentamente3 aos po"cos3 devido a se"s a%"sos de toda esp-cie.sempre "m pre@m%"lo das 6"t"ras responsa%ilidades do ad"lto3 a vel ice marciana é completa al6orria dos deveres e disciplinas. /emeastes dores e so6rimentos acer%os nas tropelias pregressasB sois o%rigados a resgatar esse d-%ito3 Eceitil por ceitilE3 at. <e modo 1"e "ns se s"icidam violentamente3 por desesperos3 pai7.

o#a4es2 discosG4oadores.es astronLmicas mais comple7as3 1"ando os astrLnomos deseHam evitar as de6orma+.es entre si.onas mais altas e a s"a circ"la+ão3 essencialmente arterial3 revitali. *s %ene6iciados reAnem s"as 6amílias e parentes e3 completamente livres das conting&ncias e o%riga+. por terra o" pelos mares repletos de com"nica+.ados somente na atmos6era dos planetas2 RAMATISI 5ariam 1"anto F con6orma+ão de s"a estr"t"raI "ns são ovGides3 o"tros es6-ricos3 ac atados nos toposB alg"ns semel am cAp"las3 capacetes e os mais "s"ais parecem pratos e7tensos o" %oH"dos. H> ainda os tipos agigantados3 parecidos com grandes sinos invertidos e com enorme plata6orma circ"lar3 onde se erg"em verdadeiras est@ncias a-reas3 destinadas a veraneios e repo"sante descanso espirit"al em diversas altit"des na atmos6era.er 1"e se des6r"ta nos vLos atmos6-ricos.es di>rias3 viaHam como n"m m"ndo F parte3 onde s"as almas se renovam no magnetismo amoroso da 6raternidade espirit"al. * mecanismo de prop"lsão 6icaCl es a%ai7o da plata6orma e voam s"avemente em lin a ori.. PERGUNTAI 'm Marte3 o tr>6ego a-reo .ontal3 n"m e1"ilí%rio seg"ro de s"stenta+ão magn-tica.am%-m servem para longas e7c"rs.es.essencialmente a-rea3 1"er pelo progresso e seg"ran+a 1"e H> o%tiveram nesse setor3 1"er pela tran1Tilidade e pra. 0odem atingir a lin a e7trema3 6ronteiri+a ao v>c"o em torno do planetaB servindo tam%-m para as o%serva+.: Aero#a4es2 espa. PERGUNTA.maior do 1"e o terrestre2 RAMATISI Apenas "m ter+o do tr>6ego marciano se 6a. PERGUNTA! M"ais os aspectos desses aparel os "tili. M"ais os g&neros de aeronaves3 em Marte2 RAMATISI 'm%ora e7istam de v>rias con6ig"ra+. A vida marciana . /ão constr"ídos para v>rios climas e press.es dentro do E a%itatE marciano.es3 son os e o%Hetivos ed"cacionais3 seHa a e7c"rsão aos pGlos3 aos trGpicos3 Fs . . *s grandes aparel os 1"e mencionamos servem partic"larmente ao :overno3 1"e os destina a 6-rias coletivas dos servidores 1"e deram E orasCe7trasE de tra%al o a 6avor da coletividade. Atrav-s da atmos6era t&n"e e serena3 os raios solares são a%sorvidos pelos e7c"rsionistas em .es 1"e mel or condigam Fs s"as emo+.aCse poderosamente3 F 6ei+ão dos vossos %an os de sol. *s viaHores escol em as regi. PERGUNTAI M"al a di6eren+a 6"ncional entre esses dois tipos2 RAMATISI As aeronaves3 o" os aparel os 1"e sG tra6egam na atmos6era dos planetas3 movemCse3 em parte3 pela energia magn-tica3 e tam%-m são a"7iliadas na movimenta+ão e s"stento no vLo3 pelos rec"rsos mec@nicos movimentados pelas reservas energ-ticas mantidas em ac"m"ladores especiais.onas e1"atoriais3 o" então 225 .es prod".idas pelas cortinas atmos6-ricas.es3 compreendem dois tipos distintosI os aparel os de vLo e7cl"sivo dentro da atmos6era de Marte o" de o"tros planetas3 e as espa+onaves 1"e servem especi6icamente para as viagens interplanet>rias.

"m per6eito la%oratGrio em miniat"ra3 de alta sensi%ilidade3 podendo ser controlado a dist@ncia do or%e. /"as medidas o%edecem a escolas em armonia com certas leis vi%ratGrias do -terCcGsmico.s&7t"plo de an-is 1"e se movem3 em oposi+ão recíproca3 1"er no decolar3 1"er no aterrissar. *s aparel os3 mesmo os de grande porte3 são 6"ndidos e estampados de "ma sG ve.es de reservas r"rais3 onde se adaptam e criam animais3 insetos3 plantas e 6lores tra.mantida pela s"stenta+ão do prGprio campo gravitacional. 'sses aparel os não t&m emendas3 para6"sos3 do%radi+as3 re%ites o" encai7es s"plementares e podem ser 6eitos em s-ries."m comprimento de sessenta metros3 nos transport>veis para 6ora da Gr%ita marC ciana. =o caso de serem movimentados sem serviremCse diretamente da 6or+a gravitacional3 então3 esses an-is3 postos em acelera+ão indescritível3 arrancam a aeronave de se" campo est>tico3 so% "ma velocidade centrí6"ga espantosa. 'sse rec"rso permite economia de mais de trinta por cento da 6or+a proHetada pelos transmissores terrenos. PERGUNTAI ' as aeronaves de tipos menores3 1"ais s"as medidas e aspectos internos2 RAMATIS! H> "m tipo EmirimE destinado a pes1"isas mais s"tis nas viagens interplanet>rias. PERGUNTAI M"al o taman o o" medidas desses aparel os de e7c"rs.a e an"la o centro e1"ili%rante 1"e s"stenta o aparel o em man"ten+ão est>tica3 entra n"m @ng"lo de 1() gra"s e3 disparando em 6"ga rapidíssima3 assemel aCse a "m rastil o l"minoso. ' desta medida at.idos de o"tros m"ndos. '1"ivale a certos dispositivos 1"e os vossos a"tomo%ilistas "tili. PERGUNTAI Como poderemos avaliar essas medidas condicionadas a certas leis vi%ratGrias2 RAMATISI =ão temos permissão para darCvos detal es completosB contentaiCvos em sa%er 1"e alg"ns aparel os são constr"ídos so%re a Evi%ra+ãoCmaterE do nAmero tr&s3 o"tros na do nAmero sete o" nove3 1"e os marcianos denominam de E6ig"ra potencial vi%ratGriaE. PERGUNTA! M"ais são os rec"rsos mec@nicos 1"e a"7iliam os aparel os no vLo dentro da atmos6era do planeta2 RAMATISI Cada aparel o poss"i "m conH"nto d"plo3 triplo e at. PERGUNTA: /"pondo esse aparel o po"sado no solo do nosso planeta3 1"al seria a s"a velocidade inicial para vencer o" s"perar a nossa lei de gravidade2 RAMATIS! Calc"lamos 1"e teria de partir do Eponto est>ticoE3 n"ma 226 . ' assim 1"e essa velocidade ne"trali.3 em prensas movidas pelo EmagnetismoCet-ricoE3 as 1"ais se assemel am a gigantescas catedrais edi6icadas no centro dos par1"es ind"striais. A s-rie de aparel os so% controle a dist@ncia vai desde "m metro a tr&s metros3 sem trip"lantes.es2 RAMATISI *s tipos mais agigantados atingem a 1"in entos metros de comprimento e podem manterCse imGveis no espa+o3 tanto tempo 1"antas reHam as pre6er&ncias3 pois a energia de s"a esta%ilidade .ir o gasto de com%"stível. =ão "ltrapassa "m metro de di@metro e .Fs regi. /"%metidos a "m controlador 1"e rege a 6orma+ão dos campos magn-ticos3 esses an-is a"7iliam o e1"ilí%rio est>tico de e1"ival&ncia entre as 6or+as magn-ticas de atra+ão e rep"lsão3 da prGpria lei da gravidade.am para red".

de aparel os voadores2 RAMATISI Mas não vos es1"e+ais de esclarecerI EdiscosCvoadores marcianosE3 pois3 como dissemos3 alg"ns3 de o"tros or%es3 tam%-m H> vos t&m visitado.))).io3 %ril ante3 e .erra2 RAMATISI <epende da dist@ncia entre o vosso planeta e MarteI 1"ando este se encontra a 65. 'sses eventos prosseg"irão at.captada atrav-s da cAp"la s"perior.es do solo o" das aeronaves de maior capacidade 1"e estacionam3 em pose est>tica3 no mesmo campo do or%e.es de 1"ilLmetros entre Marte e a .o ponto convergente e captador das emiss.esR de 1"ilLmetros3 os vLos diretos3 sem po"so nos sat-lites arti6iciais3 podem ser vencidos em po"cos dias.erra2 RAMATISI 4"stamenteI são esses os EdiscosCvoadoresE 1"e tendes visto em vossa atmos6era3 ora3 completamente imGveis3 ora3 desaparecendo de vossas vistas em velocidades incontrol>veisB pois3 e6etivamente3 os marcianos estão operando no vosso or%e > m"ito tempo3 6ormando "m conH"nto de o%servadores com 6inalidades pací6icas3 em%ora3 pr"dentemente3 em de6ensiva. PERGUNTA! 0oderíamos con ecer3 mais o" menos3 o sistema como . 'ssas cAp"las3 devido a tratamento especí6ico a 1"e são s"%metidas em s"a 6a%rica+ão3 t&m propriedade a%sorvente e energ-tica3 tornandoCas a parte mais sensível do aparel o. ' 1"ando a dist@ncia or+a em 1"atrocentos mil .es no vosso campo atmos6-rico3 e mesmo3 esta%elecido contato com o vosso solo.erra3 em certos casos3 no regresso3 ag"ardam 1"e o se" planeta3 no c"rso de s"a Gr%ita nat"ral3 l es 6i1"e mais perto3 6acilitando "m salto de menor dist@nciaB por-m3 na dis t@ncia de $)) mil .proHetada essa energia 1"e alimenta e mant-m em vLo os EdiscosCvoadores marcianosE2 22# .a E ora pro6-ticaE do encontro determinado pelo 0ai3 1"e é a liga+ão o" contato entre os or%es ainda materiais e os de seres o" almas mais evol"ídas. Aparel os de o"tros planetas tam%-m t&m 6eito inc"rs. *s Hogos de an-is 1"e eles poss"em são movimentados pela energia concentrada no pGlo magn-tico e7istente so%re o ei7o central 1"e3 em alg"ns EdiscosE3 tem a con6orma+ão de "ma es6era cor de top>.es de 1"ilLmetros3 as ditas viagens são menos 6re1Tentes. ' agora H> não podeis d"vidar de 1"e3 con6orme en"ncio" 4es"s3 na ora dos Etempos c egadosE3 Eestran os sinaisE se 6arão visíveis no c-".Ea"toprop"lsãoCcentrí6"gaE3 com a velocidade inicial de 2).))) Qsessenta e cinco mil .ar o mesmo 6ato so% menor velocidade. PERGUNTA ! 'm 1"e tempo os marcianos podem vir F .))) Qvinte milR 1"ilLmetros or>rios3 em%ora em Marte possa reali. PERGUNTAI Como 6"ncionam esses aparel os o" discosCvoadores2 RAMATIS! F"ncionam com o aproveitamento da 6or+a magn-tica3 na lei de atra+ão e rep"lsão dos pGlosB e essa energia o" com%"stível imponder>vel .es de 6l"idos magn-ticos transmitidos das esta+. PERGUNTAI 'sses aparel os marcianos serão os c amados E<iscosC5oadoresE 1"e tanta cele"ma t&m provocado na . PERGUNTA! 0oderemos3 então3 denomin>Clos EdiscosCvoadoresE em ve.

'sclarecendoI antes3 era "m campo magn-tico em oposi+ão ao or%e terr>1"eoB depois3 . PERGUNTAI =essas arrancadas %r"scas e violentas3 a lei de in-rcia não rompe os tecidos dos oc"pantes2 RAMATISI 9sso não pode acontecer por1"e os trip"lantes estão resg"ardados o" protegidos por campos magn-ticos em tornoB e3 assim3 a mesma 6or+a 1"e acelera o aparel o at"a em t"do e todos 1"e se encontram no se" interiorB não avendo3 pois3 deslocamento violento do aparel o 1"ando ele se desliga do ponto est>tico 1"e o retin a3 o 1"al - 22( .ireis3 então3 no aparel o3 "m campo gravitacionalCmagn-tico3 tam%-m positivo e em e1"ilí%rio com a vi%ra+ão magn-tica da .erra3 res"ltando3 assim3 "m pGlo negativo."m pGlo positivoI se atrav-s dos an-is de 6or+a desenvolverdes maior capacidade de amplit"de F massa eletrLnica prod".indo campos de energia poderosa3 so% a lei com"m da rea+ão e coesão3 atra+ão e rep"lsão.ida3 criareis no aparel o "m campo magn-tico contr>rio ao teor magn-tico positivo da .RAMATISI As Eemiss.erra3 "ma ve.erra . Conse1TenteC mente3 em tal caso3 a tend&ncia do aparel o . 'ssa massa magn-tica do ac"m"lador di6erencial3 criada no aparel o3 em oposi+ão o" em conH"n+ão com o campo magn-tico 1"e esteHa percorrendo3 pela lei dos pGlos contr>rios3 atrai o aparel o em dire+ão ao planeta 1"e at"aB o" na mesma lei magn-tica 1"e rege os pGlos semel antes3 .repelido pelo campo ig"al 1"e est> em conH"n+ão com a gravidade do aparel o.))) a 2)."m campo magn-tico em per6eita conH"n+ão. 0or conseg"inte3 1"ando o aparel o3 com o rec"rso dos an-is mec@nicos em alta velocidade3 conseg"e desligarCse de s"a man"ten+ão est>tica3 passando F acão din@mica3 ele se precipita n"ma 6"ga o" corrida3 F ra.ão de 1(. de vencer a 6or+a de atra+ão da gravidade do vosso m"ndo. PERGUNTAI Como podem criar se"s prGprios Ecampos de gravidadeE2 RAMATIS! =a parte s"perior do aparel o e7istem dois an-is de 6or+a3 atrav-s dos 1"ais 6l"em determinadas correntes eletrLnicas3 prod". Atrav-s de controle e7ercido pelos trip"lantes o" a dist@ncia3 a massa eletrLnica3 magn-tica3 pode ser dirigida3 intensi6icada o" red".a principal respons>vel para 1"e eles possam criar se"s prGprios campos de gravidade e movimentaremCse a%rangendo grande amplit"de. 'ntão3 se o aparel o voador torno"Cse "m campo negativo de teor contr>rio ao conteAdo magn-tico terrestre3 pela lei da atra+ão dos pGlos contr>rios3 o aparel o moveCse para o solo. 'ntretanto3 modi6icando a opera+ão pelos controles internos3 no sentido de dardes o"tra dire+ão aos el-ctrons 1"e 6l"em pelos an-is de 6or+a3 prod".o pGlo magn-tico 6i7ado so%re o ei7o central da aeronave.es magn-ticasE são proHetadas das esta+. As correntes de el-ctrons geramCse no ac"m"lador di6erencial3 1"e .ida so% os an-is de 6or+a3 esta%elecendoCse campos magn-ticos em oposi+ão o" em cone7ão aos demais campos magn-ticos 1"e o aparel o pretenda operar. rep"lsão.es geradoras3 na 6orma de lin as de 6or+a em 6l"7o de alimenta+ão contín"a3 pois esses aparel os não t&m reservas em ac"m"ladores por1"e isso l es ca"saria grande red"+ão em se" vLo e mo%ilidade.erra. 1"e poss"i em si "m campo de vi%ra+ão ig"al.))) 1"ilLmetros por ora3 pois esta -3 e7atamente3 a velocidade mínima capa. PERGUNTA! M"al "m e7emplo mais o%Hetivo3 assimil>vel F nossa compreensão2 RAMATIS! /"ponde 1"e a .a de 6"ga3 repelido pelo campo gravitacional da . A energia magn-tica 1"e rece%em3 não somente l es serve para movimentar os gr"pos de an-is mec@nicos3 como . /e a lei dos pGlos contr>rios e7erce atra+ão3 a lei dos pGlos semel antes prod".

/omente no caso de pressentir am%iente de agressividade3 "saria s"as armas magn-ticas3 as 1"ais podem imo%ili.ar a lei de gravidade3 con6orme o gra" deseHado3 sendo indi6erente 1"e o aparel o esteHa imGvel o" acelerado em alta velocidade. 'sse aparel o solve"Cse logo 1"e toco" o campo radioativo 1"e circ"nda o EdiscoE.>Clo. K apenas "ma a+ão de incid&ncia Emagn-ticoCparalisanteE proHetada contra o cere%elo "manoB por-m3 o e6eito desaparece sem vestígios3 assim 1"e se interrompe a corrente. PERGUNTAI Recon ecemos a comple7idade do ass"ntoB mas3 se possível3 deseHaríamos "m e7emplo mais o%Hetivo de como o aparel o se pode deslocar instantaneamente sem prod". /e isto .es emotivas3 .erra3 assinalando s"as %ases militares3 6ontes de prod"+ão. %-lica3 instit"i+. PERGUNTAI 0or 1"e os marcianos não entram em contato o6icial com a nossa "manidade3 desde 1"e são pací6icos2 RAMATIS! * contato ser> 6eito apGs eles e6et"arem o levantamento topogr>6ico da .necess>rio 1"e o primeiro interc@m%io e trocas 229 .real3 pois os pilotos marcianos ignoravam 1"e o material do aparel o terrestre 6osse de tão 6raca resist&ncia.ar o atacante a dois mil metros de dist@ncia sem3 no entanto3 in"tili.es de prod"+ão atLmica3 e3 tam%-m3 nAcleos de vida pací6ica.es e7a"stivas3 a 6im de 1"e o caso não se repita. Como não ignoram o espírito %elicoso do terrícola e s"as contradi+.verdade3 não desmente o espírito pací6ico dos marcianos o" de o"tros visitantes interplanet>rios2 RAMATIS! * acontecimento .e.es terrestresB o acidente os constrange" %astante3 de tal modo3 1"e3 agora3 ao apro7imaremCse da .erra3 desenvolvem o%serva+.es comerciais3 em pleno vLo na velocidade com"m de $)) 1"ilLmetros or>rios3 estiverem alg"mas moscas3 elas voam e se movem como se estivessem no se" am%iente normal3 em terraB e o mesmo acontece F 6"ma+a solta pelos 6"mantes3 a 1"al se evola3 serena3 como n"m aposento terr>1"eo.o m>7imo de do.mantido ainda3 en1"anto o aparel o mano%ra para partirB então3 a%re se" vLo serenamente3 visto poder controlar o" ne"trali. :eralmente3 viaHam Qem nAmero ig"alR3 omens e m"l eres3 pois os marcianos consideram a m"l er como o compan eiro espirit"al 1"e deve participar de todas as atividades masc"linas3 n"m sentido de coopera+ão 6raterna e indispens>vel. PERGUNTA: M"antas pessoas podem transportar esses aparel os marcianos3 1"e lem%ram a 6orma de EdiscosCvoadoresE2 RAMATISI <esde "ma at. At"almente e7iste maior preca"+ão da parte dos marcianos3 1"e não se apro7imam demasiadamente dos avi. PERGUNTAI 'm nosso or%e circ"lo" a notícia de 1"e "m avião militar 6oi desintegrado por "m EdiscoCvoadorE. PERGUNTA: =a ipGtese de o omem terreno se apro7imar de "ma aeronave marciana3 os se"s trip"lantes ass"miriam 1"ais1"er atit"des ostis para com o c"rioso2 RAMATIS! * omem marciano3 1"e não destrGi "m inseto3 não agrediria "m se" irmão de o"tro planeta.ir a%alo nos trip"lantes2 RAMATISI 0ara vossa mel or compreensão3 citaremos "m e7emplo do vosso prGprio am%ienteI /e3 dentro de "m dos vossos avi.

1"ase certo 1"e aper6ei+oaríeis ainda mais os processos no lan+amento de %om%as atLmicas e %alas dos can .. Al-m disso3 averia tam%-m a considerar o perigo de vos interessardes demasiadamente pelo 6"ncionamento mec@nico dos EdiscosE3 antes de vos integrardes no EmecanismoE dos 'vangel os de 4es"sB pois3 se vos inteir>sseis do pro%lema3 . <e modo alg"m3 os marcianos animamCse de ser respons>veis pelo ma" emprego 1"e 6i.es do m"ndo3 l es ser> mais 6>cil a con1"ista do C-".a6etivas seHam reali.onas desertas e completamente desa%itadas3 a 6im de não ca"sarem p@nico3 pois con ecendo vossas atit"de imp"lsivas e descontroladas3 sa%em 1"e isso l es criaria sit"a+.es o" interc@m%io convosco3 devido aos tristes acontecimentos 1"e tendes provocado com o advento dos avi. Ali>s3 "m caso dessa nat"re.erra. de se es6or+ar por Eser a imagem de <e"sE3 pre6ere ser a realidade do :&nio do Mal. Mas não deveis considerar esse pro%lema Eipsis literisE3 pois3 se os mentores marcianos t&m esse deseHo nat"ralmente3 os cond"tores espirit"ais do vosso planeta ainda consideram premat"ras essas rela+. 'ntretanto3 essa ave a%en+oada3 1"e apressaria o encontro dos cora+.a de o"tros m"ndos a%itados e ante a perspectiva de insGlitas avent"ras o" pela antevisão de Ep>ramos celestiaisE3 se precipitassem at.ados so% "m am%iente de pro6"nda compreensão de vossa parte e completo desinteresse da posse premat"ra de s"as con1"istas mais altas.eram em .es "manas. =o entanto3 1"ando mel orarem os estados de @nimo e as disposi+.es amistosas de vossa "manidade3 cremos 1"e eles 6arão contato mais direto com a . Conse1Tentemente3 os mentores espirit"ais 1"e regem os destinos do vosso planeta temem 1"e 6a+ais o mesmo com os EdiscosCvoadoresE e os trans6ormeis em nova m>1"ina destinada a despovoar o vosso or%e.erra2 RAMATIS! 4> o 6i.es para a vida s"perior poderão 6avorecer "m contato mais %reve e direto com os representantes de Marte. =ão seria de espantar 1"e alg"ns terrícolas mais a6oitos3 em 6ace da certe. PERGUNTA: 'les poderiam aterrissar na .ao assalto Fs aeronaves3 não compreendendo 1"e as Emoradas do 0aiE são a 'scada de 4acG 1"e sG pode ser s"%ida de degra" em degra"3 e não galgada em saltos 1"ilom-tricos."l"s. 2!) . /G as vossas %oas inten+.es a6et"osos3 o terr>1"eo a trans6ormo" no p>ssaro de 6erro a desovar ovos de 6ogo so%re a "manidade in6eli. PERGUNTA: .es.es di6íceis e em%ara+osas.emos o"vido re6er&ncia a previs. PERGUNTAI M"ais 6oram esses acontecimentos2 RAMATIS! *s acontecimentos provindos depois 1"e a a%nega+ão e magnanimidade de /antos <"mont e dos irmãos _rig t propiciaram essa con1"ista no sentido das rela+.es e leais disposi+.erra2 RAMATIS! * EConsel o 9nterplanet>rio de MarteE não deli%ero" invadir a .es de 1"e os marcianos pretendem invadir a .erdes dos se"s engeC n os pací6icos.a seria tão importante para eles como "ma invasão 1"e vGs decidísseis contra a :roenl@ndia o" as aldeias .es eletrLnicos3 demonstrando 1"e o omem em vosso or%e3 em ve.erra. 9ncompreensão 1"e3 ali>s3 tem levado m"itos terrícolas a 6ec aremCse n"m ascetismo de cla"s"ra e penit&ncias3 na il"são de 1"e3 mediante essa in-rcia de interesse personalista e isolados de tenta+.

iriam 1"ais1"er arran .constr"ído com a s"%st@ncia vítrea a 1"e H> nos re6erimos3 resistente a mais de 6.red". PERGUNTA: M"ais as condi+.capa.odo o aparel o . * aparel o marciano3 tipo com"m3 vos daria id-ia de "ma enorme calota3 de relevos salientes no ter+o s"perior3 circ"lada de escotil as de vidro a. As e7plos.o salmão e3 Fs ve. 1"e os EdiscosCvoadoresE não pos s"em reservas de energia e as a%sorvem das esta+.transmitido de "ma aeronaveCesta+ão3 1"e se mant-m na mesma >rea3 a alg"mas de. .ada 1"e vi%ram em torno. de desintegrar 1"al1"er veíc"lo o" aeronave terr>1"eaB pois3 desde 1"e os ac"m"ladores di6erenciais seHam elevados F s"a potencialidade m>7ima de irradia+ão magn-tica3 todo e 1"al1"er elemento do vosso m"ndo3 1"e permanecesse a dist@ncia ig"al a tr&s ve.ida para o mínimo radioativo3 tornandoCse3 então3 apenas "m campo 1"e repele contatos diretos.a%sol"tamente lisa e macia3 dando impressão de estar maravil osamente encerada. .sempre desintegradora3 mesmo so% %ai7a 6re1T&ncia2 RAMATISI =os vLos normais a 6re1T&ncia . PERGUNTAI A radia+ão . . PERGUNTA: ?ma ve. polari.es 1"e poderiam pLr em perigo a esta%ilidade dos EdiscosCvoadoresE3 em nossa atmos6era2 RAMATIS I 'sse perigo3 em%ora remoto3 reside em t"do a1"ilo 1"e p"desse operar violentamente nos campos magn-ticos do vosso or%e por1"e os vLos na atmos6era são %aseados no teor da 6or+a gravitacional e7istente.es o taman o do aparel o3 seria desintegrada instantaneamente. PERGUNTAI M"al a 6"n+ão desse campo radioativo desintegrador2 RAMATIS! /erve como e7terminador da 6a"na %acteriolGgica do plano 6ísico e dos %acilos psí1"icos no campo imponder>vel3 e 1"e a6etariam o organismo marciano nas atmos6eras estran as.entre o laranHaCrosa at. Forma tam%-m a co"ra+a magn-tica de6ensiva do aparel o3 ante as s"rpresas no"tros or%es descon ecidos.!) metros de alt"ra por 6) metros de di@metro3 poderíeis mov&Clos de lado3 atcerta alt"ra3 pois não po"sam de6initivamenteB eles 6l"t"am a "m o" dois metros3 em per6eito e1"ilí%rio no se" campo est>tico de gravidade3 con6orme 6a.es atLmicas3 inesperadas3 poderiam criarCl es dese1"ilí%rios na s"stenta+ão das 6or+as magn-ticas3 mas a espa+onaveC esta+ão tem rec"rsos para ativar o 6l"7o energ-tico mantenedor de esta%ilidade. A s"a apar&ncia3 1"anto ao material3 darCvosCia id-ia de al"mínio o" a+o polido3 pois a s"per6ície .))) gra"s de calorB e as vossas metral adoras3 por mais possantes3 não prod". * 1"e mais destaca os EdiscosE são as a"ras de l".PERGUNTAI M"al seria o aspecto e7ato 1"e nGs veríamos deparando com "m desses aparel os a po"ca dist@ncia2 RAMATIS! <ependeria3 nat"ralmente3 de 1"al planeta a 1"e o aparel o pertencesse3 pois H> vos dissemos 1"e e7istem grandes di6eren+as entre os mesmos3 incl"sive 1"anto ao sistema3 em%ora todos eles sG possam atingir o vosso m"ndo o" al-m3 aproveitando a energia da lei de gravidade.es na s"a co"ra+a.enas de 1"ilLmetros de alt"ra.es3 em Marte3 como podem eles se movimentar nas atmos6eras de o"tros planetas2 RAMATIS! 'sse E1"ant"m energ-ticoE .am%-m as 2!1 ."lado3 transparente.es3 o p"ro t"r1"esa.ais aparel os3 em%ora atinHam at. o vosso %eiHaC6lor3 essa HGia alada 1"e3 para s"gar o n-ctar das 6lores3 se mant-m em vLo est>tico. A s"a poderosa s"per6ície radioativa . A s"a cor "s"al .

tempestades magn-ticas no campo terrestre3 c"Ha intensidade e e6eitos não são per6eitamente con ecidos dos marcianos3 poderiam ca"sar descompensa+. A p"ri6ica+ão da >rea magn-tica dos planetas li%ertaCos3 gradativamente3 da in6l"&ncia magn-tica do campo solar. 0resentemente3 os cientistas marcianos H> identi6icaram certas 6ai7as de magnetismo m"ito a%sorvente alimentadas por agr"pamentos minerais radioativos e 1"e são verdadeiros canais magn-ticos capa.ir grandes 6ric+.3 maior dist@ncia. ' em%ora a nave principal3 pela televisãoCre6ratada3 p"desse o%servar o acontecimento e 6a.er aterrissar o aparel o so% controle3 a dist@ncia3 di6icilmente os trip"lantes se salvariam. * processo ascensional dos or%es .es e e7igir provid&ncias e7cepcionais por 0arte da naveCcomandante. A medida 1"e perdem a s"a densidade magn-tica3 na p"lsa+ão de vida cGsmica3 re6inamCse o" 6l"idi6icamCse pela esterili.id&ntico em 1"al1"er latit"de cGsmica.es opressivas. K a lei de correspond&ncia vi%ratGria3 at"ando com a%sol"ta e1Tidade3 tanto nos seres3 como nas massas planet>rias. ^ propor+ão 1"e as "manidades se espirit"ali. H> m"itos mil&nios3 a atmos6era terr>1"ea seria a%sol"tamente 6"nesta aos p"lm.es molec"lares do material3 podendo ocasionar "m desgaste premat"ro3 em%ora sem graves conse1T&ncias3 como seHa "ma condensa+ão a"mentativa na radioatividade e conse1Tente derretimento parcial da s"%st@ncia. PERGUNTAI =a s"posi+ão de 1"e "m EdiscoCvoadorE 6osse col ido na >rea de de6lagracão da %om%a atLmica3 1"e poderia acontecerCl e2 /eria desintegrado imediatamente2 RAMATISI * material de 1"e .erra c egar> "m dia F mesma 6l"ide.erra.constr"ído não seria a6etado3 pois o impacto atLmico não l e alcan+aria a intimidade eletrLnica3 devido F s"a poderosa cortina radioativaB por-m3 a viol&ncia seria capa.es no material das lin as magn-ticas de de6esa interna3 res"ltando3 certamente3 Eincandesc&nciaE na s"a atmos6era internaB algo semel ante ao 6enLmeno da l". /"a sensi%ilidade delicadíssima e7igeCl es grad"al adapta+ãoB assim como vos preparais para s"%mergir no 6"ndo do mar o" penetrar no interior das minas de carvão3 eles3 por re1"isi+ão mental3 a"mentam s"as de6esas org@nicas. PERGUNTA I M"al a sensa+ão 1"e os marcianos t&m da nossa atmos6era2 RAMATIS! 9g"al F 1"e vos toma 1"ando penetrais nas cavernas "medecidos e de emana+. o" p"re. PERGUNTA: M"al "m e7emplo dessa inter6er&ncia e se"s e6eitos2 RAMATIS! <"rante os vLos mais rasantes3 essas 6ai7as provocam determinada rea+ão nas agl"tina+.a et-rea da atmos6era de Marte2 RAMATIS! /em dAvida. *s planetas a6astamCse3 grad"almente3 do /ol.es da vossa "manidade at"al. Marte H> poss"i" teor atmos6-rico id&ntico ao 1"e tendes agoraB e o gra" H> conseg"ido por Marte3 na s"a ascensão 6ísica e espirit"al3 tam%-m ser> alcan+ado pela . * /ol v& se"s 6il os3 os sat-lites3 emancipandoCse gravitacional e magneticamente3 por irem gan ando3 cada ve. PERGUNTA: A atmos6era da .a+ão o" escoamento de se"s resíd"os e imp"re.am3 os planetas 1"e elas a%itam3 tam%-m se p"ri6icam em s"a Emassa 6ísicaE3 o" seHa3 a evol"+ão espirit"al de se"s a%itantes3 implica e ativa a evol"+ão 2!2 . el-trica3 na l@mpada incandescente de 'dison. 'm%ora remotíssimo de acontecer3 tam%-m a reperc"ssão de in6l"&ncias astronLmicas imprevistas3 por serem mais coercivas na vossa >rea magn-tica3 seria possível pert"r%arem a normalidade desses vLos. de prod".as radioativas.es de inter6erir "m tanto na estr"t"ra material dos aparel os.

PERGUNTA: M"al .as radioativasB e principalmente3 as emana+. 5eri6icam tam%-m as condi+. PERGUNTAI <iante dos terrícolas3 1"ais seriam as impress.erra na1"ela -poca.onas crep"sc"lares.ais em alg"ns dos vossos veíc"los.ar> tão cedo 1"anto seHam os vossos es6or+os no sentido de evol"+ão espirit"alB e pela mesma lei3 os marcianos estão El"tandoE para se apro7imarem dos maravil osos desideratos espirit"ais dos a%itantes de /at"rno.F lin a de vLo dos nossos avi.es dos Eple7"sE3 atrav-s de proHe+ão de 6or+as et-ricas descon ecidas de vossos cientistasB por-m3 s"a a+ão e7cl"sivamente magn-tica não dei7a e6eitos nocivos ao organismo.erra3 para con ecerem o teor magn-tico3 as 6a"nas micro%ianas3 miasmas e %act-riasB as poeiras telAricas e as cin.es de pro6ila7ia preventiva 1"anto aos tipos de antito7inas para s"a de6ensiva org@nica. PERGUNTA: ?m terrestre poderia ir at.a 6isiolGgica dos dinossa"ros antedil"vianos estava em e1"ilí%rio com a atmos6era de gases s"6ocantes da .a missão principal desses EdiscosCvoadoresE3 em nossa atmos6era2 RAMATIS! 0roc"ram e7trair atmos6era da .am para se de6ender3 preH"dicariam a saAde dos terrícolas3 dias apGs2 RAMATIS! 'les podem at"ar com vigor no cere%elo e nas regi. PERGUNTA! As espa+onaves interplanet>rias n"nca desceram at. e7peri&ncias em l"gares e il as nas .a3 para s"a prop"lsão3 o elemento 1"e re6eri"3 captado na atmos6era de Marte2 '3 em caso a6irmativo3 não > perigo de vir a 6altarC l e o dito elemento 1"ando essa aeronave se a6asta para a >rea de o"tros or%es2 RAMATIS: 9sso não acontece por1"e ele poss"i tan1"es com energia concentrada3 1"e l e alimentam os geradores3 e 1"e desempen am a mesma 6"n+ão dos ac"m"ladores 1"e "tili.Marte3 sem perigo de s"c"m%ir2 2!! .candidato ao teor magn-tico at"al de Marte3 c"Ho evento se reali.es ep>ticas o" an&micasB os se"s modos grotescos de andar e gestic"larB a s"a ader&ncia mais colada ao solo3 daria ao marciano a id-ia de estar em presen+a de "m silvícola dos m"ndos in6eriores.es e e6lAvios 1"e se evaporam do solo3 so% a a+ão E1"imio6ísicaE do /ol. =otariam nos terrícolas a a"s&ncia de prot"%er@ncias 1"e os marcianos t&m na alt"ra das omoplatasB e tam%-m l es c amaria a aten+ão a s"a pele enr"gada3 crivada de sinais3 manc as3 descolora+.es2 RAMATIS! * c amado E6"soCvoadorE H> 6e. PERGUNTA! Esse 6"soCvoador tam%-m "tili. A r"de. A mesma impressão 1"e os espan Gis tiveram dos primeiros selvagens apresentados por Colom%o3 na corte da Rain a 9sa%el3 seria a 1"e teriam os marcianos ante os se"s irmãos da . Conse1TenteCmente3 a atmos6era t&n"e e rare6eita de Marte est> em conson@ncia com a s"tilidade psí1"ica e espirit"al dos marcianosB e o vosso m"ndo tam%-m . PERGUNTA! *s raios 1"e eles "tili.es dos marcianos2 RAMATIS! =ão seria "m acontecimento incom"m3 pois H> estão mais o" menos a%it"ados a esses interc@m%ios interplanet>rios.erra.cGsmica de se" E a%itatE.

I E.er 1"e Eos animais corriam e se tornavam F semel an+a de rel@mpagosE. ' tin am mãos de omem de%ai7o das s"as asas.e1"iel3 na Bí%lia. PERGUNTAI H> 1"em re6ira3 na .ir o event"al t"rista3 1"er em estado de ipnose e o cora+ão em 6i%rila3 adaptandoCl e3 arti6icialmente3 "ma atmos6era terr>1"ea3 c"Ha di6ic"ldade seria3 apenas3 a de controlar os dois campos gravitacionais na mesma aeronaveB "m para os marcianos e o"tro para o terrestre.e7atamente a tonalidade desses a aparel os marcianos.RAMATIS! Con ecido o teor e7ato do sang"e terrícola3 s"as imp"re.ido3 Eipsis literisEI Ea energia magn-tica da aeronave principal estava nos discosEN H>3 mesmo3 certa clare. RAMATIS! Realmente3 o ass"nto est> e7posto so% 6orma sim%Glica3 por '.. e o aspecto das rodas era como cor de t"r1"esaE3 isto -3 cor de al"mínio3 a. E3 c"Ha descri+ão lem%raCnos3 m"ito %em3 as prot"%er@ncias 1"e os a%itantes 2!$ .e1"iel previ" com sagacidade3 pois no versíc"lo 21 do capít"lo 1J3 ele di.e1"iel3 1"ando de se" cativeiro F %eira do rio C e%ar.. PERGUNTA: Recon ecemos nessas descri+..ir o cidadão da .erra3 1"e o ass"nto das aeronaves interplanet>rias est> contido na pro6ecia de '...."lado3 com liga de co%re3 e 1"e por sing"lar coincid&ncia .as especí6icas3 tempo de coag"la+ão e viscosidade EintervasosE3 os cientistas marcianos poderiam cond". =o versíc"lo 123 a6irma 1"e as Erodas estavam c eias de ol osE3 con6irmando 1"e os EdiscosCvoadoresE não poss"em Hanelas com"ns3 por-m3 escotil as es6-ricas3 1"e lem%ram as a%ert"ras no caso dos transatl@nticos. A prGpria energia magn-tica 1"e a nave principal 6ornece para a prop"lsão dos EdiscosE3 sem a 1"al estes não se moveriam3 '. =o capít"lo 13 versíc"lo $3 '..adas nos EanimaisE3 transportavam os discos em se" interior3 levandoCos para onde iam.e1"iel noti6ica per6eitamente a id-ia de Ealta velocidadeE e dos Ecampos radioativosE das aeronaves3 1"ando di.erra.e1"iel re6or+a a s"a visão e con6irma as poderosas radia+.... =o versíc"lo 1!3 '. 'ntretanto3 como H> e7istem em Marte alg"ns pilotos veteranos3 com alg"ns anos de adapta+ão F vossa atmos6era3 esses seriam os mais indicados para cond".. =o versíc"lo 1$3 insiste3 ainda3 em di. e eis 1"atro rodas H"nto aos 1"er"%insE3 o" seHa3 1"atro discosC voadores H"nto de criat"ras do"tros or%es3 avendo3 na realidade3 m"ita semel an+a entre o 1"er"%im e "m marciano lo"ro3 com os se"s ca%elos compridos e as 6aces ternas de "ma crian+a. por1"e o espírito do animal estava nas rodasE3 podendo ser trad". =os versíc"los 113 16 e 1#3 do mesmo capít"lo 1)3 notaCse a preoc"pa+ão do vidente em com"nicar 1"e Eonde iam os animais iam as rodas tam%-mE3 revelando 1"e as naves interplanet>rias3 sim%oli..a em se identi6icar os marcianos na pro6ecia de '.. "m vento tempest"oso vin a do norte3 avia "ma grande n"vem3 "m 6ogo revolvendoCa e "m resplendor em torno delaE. era como %rasas3 de 6ogo ardente3 com "ma apar&ncia de l@mpadasB o 6ogo resplandecia e saíam rel@mpagosE. Ainda no versíc"lo 1)3 cita o pro6etaI E. ' maisI 1"e Eno meio da n"vem resplandecente saía "ma coisa como cor de @m%arEB e na vossa ling"agem at"al3 o @m%ar .e1"iel3 pois ele descreve o seg"inte3 no versíc"lo (3 do capit"lo 1I E.. *s pro6etas constit"em a vo. 1"e H> vos e7p"semos antes3 1"ando com"nicaI E.. as 1"atro rodas tin am "ma mesma semel an+aB como se estivera "ma roda dentro do"tra rodaE3 ca"sando espanto a s"a admir>vel previsão de sa%er3 1"e os EdiscosCvoadoresE poss"em an-is mec@nicos3 1"e os a"7iliam no vLo3 e 1"e são verdadeiras rodas dentro da roda principal3 girando em sentidos contr>rios. oc"lta e antecipada dos acontecimentos 6"t"rosB são os noticiaristas premat"ros. Mais al-m ele e7plicaI E.es.."m corpo amarelo3 semitransparente3 isto -3 na cor e7ata das naves marcianas.es o tipo das aeronaves interplanet>rias3 mas > 1"em a6irme 1"e tam%-m são descritos3 Eipsis literisE3 os EdiscosCvoadoresE2 RAMATIS! 9g"almente3 podereis assinal>Clos nos versíc"los 9 e 1) do capit"lo 1)3 1"ando o pro6eta en"nciaI E . na s"a visãoI E.

de Marte poss"em H"nto Fs omoplatas3 so%re os %ra+os. 2!5 .e1"iel noti6ica no versíc"lo 1!3 capit"lo 1)3 1"ando asseveraI E'3 1"anto Fs rodas3 a elas se l es c amo" a me"s o"vidos de :algalE3 de c"Ha palavra se 6e. PERGUNTA: /endo a ci&ncia dos marcianos tão adiantada3 como se e7plica descon ecerem a resist&ncia dos nossos metais3 a ponto de ignorarem as rea+.es e mo%ilidades 1"e espantam os terrícolasN =ão podemos prosseg"ir no ass"nto3 em 6ace da e7igTidade deste tra%al o mediAnico3 em%ora o o%servador atento possa encontrar3 na Bí%lia3 atrav-s de o"tras pro6ecias3 novas H"sti6ica+. =o entanto3 trataCse de "m 6enLmeno 1"e se desenvolve em torno do vosso prGprio E a%itatE.E3 o" seHa3 a representa+ão e7ata e din@mica dos movimentos 6acílimos3 1"e e7ec"tam os re6eridos discos3 nas s"as e7c"rs.es da ora severa e dolorosa 1"e atravessais3 %astante con ecida entre os marcianos."m al"no em aprendi.es prod".es desastrosas como essa 1"e ocorre"2 RAMATISI *nisciente sG <e"s. *s se"s con ecimentos cientí6icos são e7atos3 mas em rela+ão ao se" or%e.nat"ral 1"e ignore o teor da resist&ncia e v"lnera%ilidade das s"%st@ncias ori"ndas de o"tros planetas.mente3 saltar3 etc. * omem de Marte3 em%ora mais evol"ído do 1"e o cidadão terrícola3 tam%-m ainda . 0or conseg"inte3 . ' esse caso3 ac >CloCeis %astante verossímil se considerardes 1"e3 apesar do e7traordin>rio progresso o%tido pelos vossos cientistas na es6era do >tomo3 eles ainda ignoram os e6eitos o" rea+.idos pela radioatividade da poeira atLmica. a corr"ptela para o ver%o EgalgarE3 1"e se re6ere a EelevarCse3 s"%ir3 alin ar3 p"lar3 s"%ir repentinamente3 elevarCse velo. *"tro 6ato e7pressivo3 '.ado.

es e7teriores. e a armonia entre a vossa "manidadeI 'n1"anto pro%lemas graves e dispendiosos ainda e7igem toda a capacidade de rec"rsos terr>1"eos3 tornaCse improcedente e premat"ro 2!6 .e aparel os de vLo atmos6-ricoB e são estes3 realmente3 os respons>veis por todas as investiga+. Al-m disso3 possi%ilitam adapta+. /"as disposi+.ir at. RAMATIS! =ão desmentimos esse 6"t"ro advento de vossos cientistasB mas deploramos vossa pressa em dilatar 6ronteiras planet>rias3 1"ando ainda não conseg"istes a pa.B Viage#s i#terp a#et$rias.do gosto marcianoB as insígnias no dorso re6eremCse ao nAmero de miss.es e contato direto com os m"ndos visitados.em m"itos passageiros e trip"lantes2 RAMATIS! As mais modernas3 at"almente3 permitem cond". PERGUNTA: Cond". PERGUNTA: *s cientistas terrenos tam%-m estão proc"rando concreti. /ão pintadas em cores claras3 como .))) gra"s de calor e Fs press.es2 RAMATIS! H> certa semel an+a3 pois o c"rso longo de "m planeta a o"tro e7ige sempre "m aparel o c"Ha s"stenta+ão anatLmica se apro7ime ao vLo da ave gigante.es "rgentes em casos de gravidade inesperada 1"ando penetram em atmos6era de planetas descon ecidos.ar "m vLo em dire+ão F 8"a3 como se" primeiro o%Hetivo interplanet>rio. PERGUNTA: M"ais as 6ormas das espa+onaves de vLo interplanet>rio2 :"ardam semel an+as com os nossos avi. PERGUNTA: 'ntão3 esses aparel os3 EdiscosCvoadoresE3 são transportados em viagens interplanet>rias3 no interior dessas espa+onaves2 RAMATISI 'm 1"al1"er viagem3 são transportados3 sempre3 no mínimo3 do.es3 compartimentos de %agagem3 almo7ari6ado e material de vLo lem%ram os rec"rsos da engen aria terrestre3 em 1"e os @ng"los mais triviais estão en1"adrados na massa Atil.es internas nas acomoda+.. ' "ma nave de grande porte3 alongada3 constr"ída tam%-m de mat-ria vítrea e 1"e resiste a 6. =ão > compressão interna.ir no se" %oHo.es incríveis.cento e vinte pessoas3 em%ora com certo sacri6ício da carga de pe1"enos aparel os voadores3 1"e cost"mam cond". '7istem v>rios tipos3 mas não di6erem 1"anto Fs lin as %>sicas de navega+ão a-rea.es locais e a red"+ão de energia com os rec"rsos mec@nicos mais simples e pr>ticos na s"stenta+ão atmos6-rica contri%"em para 1"e esses aparel os3 EdiscosCvoadoresE3 seHam os pre6eridos para os vLos internos nos or%es. de partida do ponto est>tico para altas velocidadesB se" taman o ade1"ado para as inc"rs.es interplanet>rias e aos planetas H> visitados. A s"a movimenta+ão desem%ara+ada para 1"al1"er @ng"lo e a m"ta+ão rapidíssima de velocidadeB a rapide. PERGUNTA: /o% a nossa visão terrena3 1"al o aspecto mais con ecido a 1"e se assemel a essa espa+onave marciana2 RAMATIS! A s"a 6orma se identi6ica com "m E6"soCvoadorE =os se"s rapidíssimos vLos interplanet>rios3 o material poderoso3 mas algo 6le7ível e 1"e reveste todo o corpo3 amoldaCse "m tanto Fs press.

PERGUNTA: *s E6"sos voadoresE tam%-m se movem pela energia aproveitada da 6or+a o" da a+ão de gravidade a 1"e vos tendes reportado2 RAMATIS! =at"ralmente carecem de "ma energia e7terior para então criarem tam%-m os se"s prGprios campos de gravidade.ado3 1"ando Eso%eE . *%t&m essa energia diretamente das esta+. 2!# . Assim como os aparel os de vLo atmos6-rico a"mentam se" poder de prop"lsão3 atrav-s da a+ão dos velocíssimos an-is magn-ticos3 as aeronaves interplanet>rias e7pelem EHatos magn-ticosE 1"e l es transmitem imp"lsos aceleradores de velocidades 6ant>sticas3 al-m de todas vossas mais o"sadas conHet"ras e at"ais 6og"etes terrícolas. * marciano . K "ma calamidade de t"%erc"lose social 1"e avilta e re%ai7a a consci&ncia da prGpria H"manidadeN As vossas pretensas viagens F 8"a constit"em3 pois3 mais "ma discrep@ncia da vossa mentalidade3 da vossa insensi%ilidade em rela+ão aos pro%lemas 6"ndamentais da civili. M"ando empreendem se"s vLos interplanet>rios3 como medida de seg"ran+a3 cond".e3 apenas3 contra os governantes de cada país. 0or 1"e3 então3 cogitardes de ampliar o panorama da vossa visão cientí6ica no m"ndo material3 en1"anto ainda tendes "m deserto moral no cora+ão2.a+ão para in6l"enciar m"ndos mais atrasados.rataCse de "ma "manidade s"perior3 per6eitamente e1"ili%rada no %inLmio F...a+ão at"al e da 1"e se apro7ima.es em sol"cionar o drama social constit"ído por essas crian+as3 por esses meninos Gr6ãos de pais mortos e EvivosEB e 1"e3 6ormando legião imensa3 se encontram nas r"as e nos morros3 a%andonados como cães sem donoB pois3 semel ante espet>c"lo não dep.em 6or+a magn-tica.incongr"&ncia os marcianos se preoc"parem em atingir o nosso planeta2 RAMATIS! .em tan1"es so%ressalentes3 carregados de energia marciana Es"percomprimidaE. H"s ao pr&mio da inspira+ão elevada para sol"cionar o vLo interplanet>rio e3 tam%-m3 a"tori.cidadão altamente espirit"ali.resolver os 1"e3 de nen "m modo3 devem anteciparCse Fs vossas necessidades mais imperativas.es em e7peri&ncias e7tempor@neas com engen os interplanet>rios3 em ve.para destr"ir e semear discGrdias no se" camin oN PERGUNTA: As espa+onaves podem voar sem preca"+. /imI como se H"sti6icar 1"e dissipeis mil .es geradoras3 em Marte3 e a ac"m"lam em grandes reservatGriosB poss"indo3 ig"almente3 em se" interior3 pe1"enos gr"pos de geradores 1"e prod". de aplicardes essas ver%as 6a%"losas na e7tin+ão do anal6a%etismo no m"ndo inteiroB tam%-m3 em e7ting"ir essa e7posi+ão miser>vel e c ocante3 constit"ída pelos mendigos n"s e c agados instalados nas pra+as pA%licasB e3 acima de t"do3 destinardes esses mil . Mas no se" interior > completo desa6ogo3 devido a e7istir "ma gravidade prGpria.ado3 1"e EdesceE para servir e orientarB ao passo 1"e o terrícola3 %elicoso3 egoísta e materiali. PERGUNTAI ' por 1"e não . '3 por isso3 H> 6e.e Ci&ncia.es especiais3 nos vLos interplanet>rios2 RAMATIS! M"ando viaHam entre glo%os o" planetas distantes de camadas atmos6-ricas3 voam devidamente protegidas3 ermeticamente 6ec adas e livres das temperat"ras e7teriores.

ir manc as densas em torno da espa+onave. PERGUNTA: 'ntão3 o magnetismo 1"e e7iste na atmos6era terr>1"ea não pode ser e7traído pelos marcianos2 RAMATIS! 0ode ser e7traído e servir3 tam%-m3 satis6atoriamente na cria+ão dos campos gravitacionais prGprios das espa+onaves.es o delicado mecanismo eletrLnico e1"ili%rante dos campos gravitacionais.Cse necess>rio "m processo de adapta+ão3 o" > 1"e EtratarE o 1"erosene para re6inar a gasolina. H> 1"e considerar ainda o 6ator EidadeE de cada m"ndo3 1"e l es cria "m teor magn-tico especí6ico o" ade1"ado Fs s"as necessidades e F s"a conte7t"ra 6ísica. K G%vio 1"e os velc"los constr"ídos para o mecanismo a gasolina não podem "sar o 1"erosene3 em%ora este proven a da mesma 6onte o" origem. PERGUNTA: M"al o taman o dessas espa+onaves interplanet>rias e 1"al a s"a velocidade a%it"al nos se"s vLos de maior perc"rso2 2!( . PERGUNTA: Admitindo 1"e as aeronaves marcianas resolvessem "sar o magnetismo e7traído de nossa atmos6era3 1"ais seriam os res"ltados2 RAMATIS! Comparativamente3 as conse1T&ncias seriam as mesmas 1"e res"ltariam de colocardes Gleo grosso o" pesado em m>1"inas 1"e e7igem a. Mas teria de ser s"%metido a "ma esp-cie de Ec"raE o" re6ina+ão para o li%ertar das imp"re. * magnetismo terrestre est> impregnado contin"amente das vi%ra+. das aeronaves e espa+onaves de Marte. * Hato Emagn-ticoCet-reoE 1"e no magnetismo de conteAdo p"ro .eite re6inado. de a cond". *s prGprios avi.es do vosso m"ndo e7igem "m tipo de gasolina c amada EaviatGriaE3 c"Ha 1"alidade é m"itíssimo mais p"ri6icada do 1"e a "sada nos veíc"los terrestres. * mesmo s"cede com as naves interplanet>rias marcianasB em%ora a energia magn-tica da .erra proven a do mesmo campo de magnetismo solar3 nem por isso pode compensar3 integralmente3 o teor energ-tico da atmos6era de Marte.erra3 por e7emplo3 apresenta "m 1"ociente magn-tico considerado Em"ito imp"roE e imprGprio para ser "tili. A .adaB e a espa+onave marciana encontro" s-rias di6ic"ldades para aH"star Fs 6"n+. Fa. PERGUNTA: 0odeis 6ac"ltarCnos "m e7emplo mais acessível aos nossos con ecimentos2 RAMATIS! Considerai3 então3 1"e a gasolina3 o Gleo e o 1"erosene prov&m do petrGleoB no entanto3 são pro6"ndamente di6erentes em s"a s"%st@ncia e aproveitamento.es let>rgicas da s"a "manidade sem controle psí1"ico e mentalB e essa opera+ão de Ec"raE o" EtratamentoE preliminar sG pode ser o%tida no am%iente de Marte3 pois e7ige mecanismos comple7os3 impossíveis de transporte interplanet>rio e ainda incompreensíveis F vossa mente at"al.PERGUNTA: 0or 1"e não e7traem essa energia do"tras atmos6eras planet>rias3 em ve. Ali>s3 essa e7peri&ncia H> 6oi reali.as o" viscosidades 1"e prov&m da mente "mana.a%sol"taC mente invisível aos ol os 6ísicos3 c ego" a prod".irem em tan1"es especiais2 RAMATIS! K por1"e cada or%e poss"i atmos6era magn-tica de teor energ-tico di6erente em e1"ival&ncia F dist@ncia em 1"e se encontra do nAcleo do sistema marcianoB em rela+ão tam%-m3 ao se" taman o e3 ig"almente3 Fs incid&ncias gravitacionais de o"tros planetas.ado no sistema motri.

RAMATIS! * taman o o" envergad"ra das espa+onaves de longo perc"rso proporcionaCl es o comprimento de 1"in entos metros e a alt"ra de trinta metros.em os sistemas planet>rios %alo"+aremCse no espa+o3 esses dentistas H> conseg"iram medir as lin as de 6or+a de inAmeros sistemas 1"e cr".odos os pro%lemas e comple7idades dos mesmos3 os marcianos resolveram de6initivamente3 apGs o domínio da lei da gravidade.es cGsmicas 1"e 6a."m re6le7o vivo da /a%edoria <ivina3 o" seHa3 Eo omem 6oi 6eito F imagem de <e"sE e Eo reino de <e"s est> no omemE."m campo de tra%al o e de ascensão do ser "mano3 sem 1"ais1"er limita+.es3 regime de ascensão o" descida3 acrescido3 ainda3 da m"ltiplicidade de alavancas e manivelas de prop"lsão. . PERGUNTA: Realmente3 reservamoCnos o direito de não poder compreender tal a6irma+ão3 a 1"al 6oge ao nosso at"al entendimento com"m3 cientí6ico. PERGUNTA: * vLo interplanet>rio . 0or conseg"inte3 a eternidade . 0oder> esclarecerCnos2 RAMATIS! Ainda estais m"ito distanciados de inAmeros 6atores 1"e vos cond".s"pervisionado pelos trip"lantes3 reve. Con ecendo grande parte das oscila+. =ossa mente ainda não conseg"e conHet"rar semel ante velocidade. M"anto F s"a velocidade3 decerto vos ca"sar> assom%ro a nossa a6irma+ão3 mesmo 1"e tomeis por %ase as velocidades s"persLnicas3 pois as velocidades das aeronaves marcianas3 interplanet>rias3 podem atingir a "m mil ão de 1"ilLmetros or>rios. A id-ia 1"e 6a. Mas o 6i. 4> pensastes no crime 1"e comete" a criat"ra terrena3 perante <e"s e se"s emiss>rios3 1"ando3 rece%endo asas para competir com o p>ssaro3 6e.es terrestres2 RAMATIS! * aparel amento no interior para o controle de dire+ão de vLo simplíssimo e di6ere imensamente dos de vossos avi.eram sem a6li+ão e sem os o%Hetivos %elicosos 1"e são com"ns no vosso m"ndo.eis do EatritoE o" da E6ric+ãoE3 nos espa+os interplanet>rios3 ainda não "ltrapasso" o vosso campo das e7perimenta+.astes para o%Hetivos in6ernais de destr"i+ão3 orror e sang"e2. PERGUNTA: =essa prop"lsão atrav-s da 6or+a aproveitada da lei de gravidade3 os marcianos H> alcan+aram o m>7imo pos sível2 RAMATIS! =ão > lin a limitativa para os eventos "manos pela simples ra..es planet>rias al-m de Marte.am a >rea de in6l"&ncia de se" or%e.. PERGUNTAI ' 1"al 6oi o mais complicado pro%lema para os marcianos conseg"irem esse modo de prop"lsão a-rea2 RAMATIS! Foi o de controle da 6or+a magn-tica.adores de velocidade e de rota+.ão de 1"e o omem . As 2!9 . At"almente3 os cientistas marcianos est"dam o controle grad"al da atra+ão dos demais planetas e as v>rias grad"a+.es de cada m"ndo na s"a in6l"&ncia magn-tica so%re Marte. ' H> comentam3 então3 6"t"ras viagens interplanet>rias3 simplesmente F %ase de controle das atra+.es3 com o se" paredão de c aves3 relGgios3 %Assolas3 marcadores de pressão3 de Gleo3 gasolina3 temperat"ra3 nível3 @ng"los di6erenciais3 geradores3 sincroni.es comparativas3 em%ora sai%ais 1"e o o%st> c"lo Fs velocidades altas dimin"i3 grad"almente3 em propor+ão F alt"ra.irão aos res"ltados H> alcan+ados pelos marcianos.es est>ticas. da s"a ave mec@nica "m raio de morte so%re as cidades inde6esas2 0odereis porvent"ra imaginar a dor dos 1"e da1"i partiram3 para o vosso or%e3 como os irmãos _rig t e /antos <"mont3 para vos darem o Emais pesado do 1"e o ar* e o Esentido direcionalE3 ao veri6icarem3 depois3 1"e essa d>diva do 0ai3 vGs3 como vossa cr"eldade3 a "tili.andoC se nos controles3 con6orme se procede nos avi.

esB se" r"mo .es.erra3 na di6erencia+ão da lei de gravidade3 por c"Ho motivo não > desvios nem carece de "ma partida premat"ra para coincidir e7atamente no vosso or%e. * magnetismo cGsmico .onas de atra+ão o" in6l"&ncia magn-tica do perc"rso em 1"e estão viaHando. A veloC cidade e dire+ão são o%tidas atrav-s do princípio singelo de 6ísica na lei da atra+ão o" rep"lsão dos pGlos magn-ticos3 em rela+ão F densidade e F 6ase do campo de gravidade da aeronave. M"ando atenderdes F simplicidade das leis 1"e governam os movimentos planet>rios do espa+o cGsmico3 compreendereis 1"e a vossa comple7idade torno" mais di6ícil o" complico" a sol"+ão de certos pro%lemas. 2$) . RAMATIS! Realmente3 assim seria3 se as espa+onaves marcianas dependessem de com%"stíveis símiles aos da .erra3 necessita prever a desloca+ão do nosso planeta3 a 6im de não sair 6ora de s"a . PERGUNTA: <i. A s"a dire+ão não est> dependente de "m piloto3 como acontece com os vossos avi. 0oderCseCia di. Como a a+ão dessa gravidade se e7erce es6ericamente em lin as de 6or+as magn-ticas 1"e at"am concentricamente em todos os corpos3 o EtricontroleE atende F per6eita distri%"i+ão da energia gravitacional em torno da aeronave.ona de atra+ão2 RAMATISI 'ssa pro%a%ilidade3 de erro não tem ra.ão de ser por1"e a espa+onave em se" vLo est> s"%metida F Elin a de 6or+a magn-ticaE 1"e liga os dois planetas3 atingindo sempre o se" alvo.lei e 6or+a em vi%ra+ão constante no v>c"o e é este magnetismo energ-tico 1"e as naves interplanet>rias de Marte dominam a%sol"tamente. PERGUNTA: A 1"e se re6ere o irmão 1"anto aos Ee7ageros dos t-cnicos terrestresE2 RAMATIS! 'm 6ace do c"sto dispendioso 1"e 6a.s"%ordinado F lin a de atra+ão do campo magn-tico da . * pro%lema do Ev>c"oE para os vossos avi.aeronaves marcianas poss"em "m sistema de EtricontroleE a"tom>tico 1"e reg"la as 6ases negativas3 positivas e ne"tras da gravidade3 em conson@ncia com as . =ão vos es1"e+am de 1"e as naves de Marte operam n"m campo magn-tico3 c"Ha vi%ra+ão e7cl"i a inter6er&ncia de 1"ais1"er o"tros 6enLmenos 6ísicos.es de densidade gravitacional3 F medida 1"e as naves se apro7imam o" se a6astam de determinados campos de a+ão planet>ria. 'sse con ecimento e controle da gravidade evita aos cientistas marcianos os e7ageros dos t-cnicos da . 'sse controle aH"sta rapidamente todas as a+. PERGUNTA: M"ando "ma espa+onave parte de Marte3 em dire+ão F .es é de ordem mais 6ísica3 mais material3 en1"anto para os marcianos o pro%lema circ"nscreveCse ao campo magn-tico.em os cientistas 1"e o pro%lema mais complicado para atingirCse o"tros planetas re6ereCse F passagem do v>c"o.erra3 na a6li+ão do meio de prop"lsão de se"s avi.erra3 carecendo de imp"lsos violentos iniciais3 para travessia prov>vel do v>c"o.er 1"e a nave interplanet>ria perde o se" EpesoE3 em virt"de da genial distri%"i+ão das lin as de pressão em todos os se"s campos eletrLnicos.eis com cada "ma de vossas aeronaves mais modernas3 imaginai os rec"rsos 6a%"losos 1"e teríeis de despender 1"ando pretend&sseis constr"ir "ma nave interplanet>riaN A vossa instr"menta+ão e7ageradamente comple7a. de lan+arCvos al-m da cinta de v>c"o3 esse pro%lema .n"lo para as espa+onaves marcianas 1"e a atravessam EatraídasE pelos campos de gravidade de o"tros or%es3 onde o magnetismo planet>rio e a energia vi%r>til3 no E-terCcGsmicoE3 são 6atores %>sicos da prop"lsão. 'n1"anto necessitais de Eimp"lsosE de alto teor para gan ardes a velocidade capa.

e1"ivalente F massa interna3 a1"ecida3 o %alão permanecer> imGvel. de Eimp"lsionadasE contra "m campo de resist&ncia Emagn-ticogravitacionalE3 EdescolandoCseE de o"tra . =o passado3 1"ando os veíc"los terrenos conseg"iam3 com di6ic"ldade3 a m-dia de trinta 1"ilLmetros or>rios3 a medicina terrena3 ignorando as velocidades s"persLnicas at"ais3 asseg"ro" 1"e acima de tre.adas2 RAMATIS! 'les lamentam o imenso sacri6ício do piloto terr>1"eo3 1"e para voar alg"ns 1"ilLmetros acima do solo tem de envergar a opressiva vestimenta press"ri. M"al o 6ator principal 1"e evita tal e6eito2 RAMATIS! A s"%st@ncia vítrea 1"e 6orma o e7terior das naves tem a s"per6ície tão lisa como a porcelana encerada e resiste a 6. PERGUNTA: 5iaHam porvent"ra desprotegidos de traHes especiais2 RAMATIS! ?sam os vest">rios com"nsB mas protegemCse 1"anto ao clima dos planetas 1"e visitam3 adotando traHes ade1"ados para os casos em 1"e ten am de s"portar climas e press.ona de in6l"&ncia3 as espa+onaves seg"em matematicamente a lin a de 6or+a 1"e elas mesmas criam e deslocam."m E1"ant"mE em e1"ilí%rio com o E1"ant"mE livre no espa+o3 2$1 . PERGUNTAI M"al "m e7emplo com"m3 do nosso m"ndo3 1"e nos p"desse dar "ma id-ia dessa E. M"ando é 6"ndida3 nas gigantescas "sinas de Marte3 rece%e "m tratamento especí6ico3 magn-tico3 1"e l e at"a nas Gr%itas eletrLnicas e a dei7a menos 6riccion>vel no campo 6ísico e mais energ-tica na >rea magn-tica.ada. de Ear 1"enteE3 vi%re EmagnetismoE mais o" menos denso3 em corresC pond&ncia com o campo nat"ral e7terior.s"%irB mas se o es6riardes3 ele tende a descerB e 1"ando a pressão e7terna .PERGUNTA: As vestes 1"e os marcianos "sam nas viagens interplanet>rias tam%-m são press"ri. * se" prGprio campo de gravidade .entos 1"ilLmetros o organismo "mano dil"irCseCia completamente.em essas espa+onaves2 =a .1"e reg"la a s"a velocidadeB se o teor Earti6icialE3 1"e l e comp. *s 6enLmenos com"ns3 1"e s"rgem na passagem r>pida da est>tica para a din@mica3 são completamente eliminados pelo domínio da lei de gravidade.es com"ns de papel de seda3 1"e se elevam so% a a+ão do ar interno a1"ecido. /e a1"ecerdes mais o ar interior3 a tend&ncia do %alão . PERGUNTAI 'm 6ace da velocidade assom%rosa 1"e desenvolvem3 por 1"e não se desintegram os materiais 1"e comp. 'm ve. K "ma compensa+ão grad"al e 1"e sG no decorrer dos s-c"los 6"t"ros podereis compreender satis6atoriamente. Considerai3 então3 1"e a espa+onave3 em ve.erra t&mCse desintegrado avi.))) gra"s de calor. /"ponde 1"e est> a%sol"tamente imGvel3 no espa+o3 gra+as a "m per6eito e1"ilí%rio entre a pressão interna e a e7terna.es decresC centes.es di6erentes do se" meio de prote+ão.ona ne"traE e permanente nas espa+onaves2 RAMATIS! 9maginai "m desses %al. ^ medida 1"e se processa a E6ric+ãoE no e7terior3 esse material amplia a s"a radioatividade e coesão molec"lar3 eliminando a prGpria E6ric+ãoE3 compensandoCa em seg"ro e1"ilí%rio E6ísicoCmagn-ticoE. K levíssima e 6acilmente deslocada para as mais altas velocidades e poss"i a 6ac"ldade de tornarCse tão intensamente radioativa e desintegradora3 em torno3 tanto 1"anto seHa o a"mento de velocidade.e a atmos6era interna3 cali%rado com ar a1"ecido3 do %alão3 . 'm velocidades inconce%íveis aos c>lc"los mais o"sados das vossas conHet"ras3 as naves mant&mC se em campo ne"troB F medida 1"e elas avan+am para os pGlos positivos o" negativos3 1"e t&m em vista como o%Hetivo magn-tico3 dimin"i tam%-m a est>tica em propor+.es em menor velocidade.

de negativo2 RAMATIS! * 6enLmeno . PERGUNTA: 0oder> esclarecerCnos mel or 1"anto a esse movimento de atra+ão para "ma E>rea magn-tica mais poderosaE2 RAMA. *s EpGlos et-ricosE3 1"e ainda descon eceis3 s"perativados nesse len+ol radioativo3 identi6icam as diagonais de 6or+as planet>rias 1"e incidem na posi+ão da espa+onave em rela+ão aos o"tros or%es e sistemas.as cGsmicas o" poeiras siderais3 assemel andoCse a "ma co"ra+a protetora 1"e se dilata3 comprime o" se e7pande em volta da aeronave3 eliminando 1"al1"er in6l"&ncia e7terior 1"e se opon a o" o%str"a o perc"rso do vLo.erra e positiva para ser repetida.es o taman o da nave3 6ormando "m invGl"cro de atmos6era magn-tica3 desintegradora3 em torno da aeronave.grad"almente aten"ado pelas prGprias radia+.> per6eita imo%ilidadeB 1"al1"er altera+ão di6erencial 1"e se prod".contr>rio assim 1"e se move para E6oraE o" para EdentroE da .am a 6ric+ão3 isto não nos esclarece %em 1"anto Fs press.ona magn-tica dos planetas. :ra+as F prote+ão o%tida por essa >rea magn-tica desintegradora3 no e7terior3 os trip"lantes "s"6r"em a temperat"ra e a pressão 1"e mel or l es convier no interior da aeronave.9/I A espa+onave 6irmaCse nos campos magn-ticos planet>rios3 para 6ormar as s"as rea+.endo o irmão esclarecido 1"e o a"mento de 6ric+ão no corpo das aeronaves interplanet>rias . PERGUNTA I Como at"a esse Ecampo desintegradorE d"rante o vLo2 RAMATIS! M"ando a nave se proHeta em alta velocidade3 em se" redor se 6orma "m Etri@ng"lo radioativoE3 devido F compressão magn-tica da atmos6era e7terior3 lem%rando o s"lco de esp"ma 1"e a proa dos navios a%re no dorso do oceano.respons>vel por todos os atritos3 press. 2$2 .es e 1"ais1"er event"alidades como cin.sempre em e1"ilí%rio com a massa magn-tica e7terior3 1"ando deseHa a imo%ilidadeB e .es e7teriores. Considerando a . 9nterpenetra vigorosamente o e7terior e atinge3 por ve.erra como sendo "ma >rea magn-tica negativa3 desde 1"e o centro de gravidade seHa positivo3 ela tende a descer3 so% a lei dos pGlos contr>rios 1"e se atraem.es3 a >rea de de.erra .es 1"e ne"trali. PERGUNTAI ' s"pondo 1"e a .2 RAMATIS! 'm torno da aeronave interplanet>ria criaCse "m campo magn-tico 1"e a"menta em intensidade e radioatividade3 con6orme seHam as velocidades. A aeronave assemel aCse a "ma cai7a de metal3 voando no centro de "ma n"vem radioativa3 com o clima e pressão interna independente dos elementos e7ternos.inversoB a gravidade prGpria da nave deve ser negativa3 para ser atraída F .a de a+ão positiva o" negativa3 6ar> 1"e a aeronave se deslo1"e3 atraída para a >rea magn-tica mais poderosa. PERGUNTA! .es gravitacionaisB o se" campo prGprio de gravidade . A velocidade e a capacidade do vLo3 conse1Tentemente3 6icam circ"nscritas Fs di6erenciais dos campos de gravidade entre a espa+onave e as massas e7teriores por onde tra6ega. Atrav-s de s"a sensi%ilidade eletrLnica3 os trip"lantes podem a"sc"ltar3 a dist@ncia3 a e7ist&ncia de meteoC ros3 asterGides3 6ragmentos errantes e perigosos 1"e se encontram na rota da viagem."m pGlo positivo3 em ve. 'sse invGl"cro de atmos6era magn-tica radioativa . 'ntretanto3 s"6iciente m"dar a massa o" pressão gravitacional interna3 para 1"e a mesma 6ase negativa3 terr>1"ea3 se impon a e a nave seHa repelida3 na lei de 1"e os pGlos semel antes se repelem. M"e di. ve.

A s"%st@ncia radioativa 1"e constit"i o invGl"cro e 1"e penetra todos os campos eletrLnicos da espa+onave . PERGUNTA I ' no caso de a espa+onave estar po"sada3 1"ais seriam os e6eitos so%re o omem terr>1"eo3 se este permanecesse no se" raio de a+ão2 RAMATISI ?m contato demorado H"nto F e7pansão nat"ral e radioativa do aparel o criaria "ma a+ão antig&nica3 o" seHa3 o 1"e c amais anticorpos3 pois se processaria vigorosa de6esa no vosso sistema sang"íneo. * se" principal escopo . o" vinte ve.es. As 6orma+.indo algo parecido com "m canal t"%"lar.PERGUNTAI 'sse campo radioativo3 magn-tico3 poderia desintegrar os seres "manos3 se eles se apro7imassem2 RAMATIS! A >rea radioativa a"menta o" dimin"i con6orme a velocidade e3 no caso de po"so3 . 0or esse t"%o o" tAnel3 antecipadamente cavado pelo invGl"cro protetor3 a nave se proHeta em indescritível velocidade3 inconce%ível aos vossos padr.es processadas na intimidade 1"ase Eet-ricaE do material 1"e 6orma a aeronave.isolar o e7terior d"rante os vLos e proteger as naves em atmos6eras estran as3 onde se ignora o conteAdo energ-tico o" Fs s"%st@ncias perigosas F integridade do material. *s in6l"7os radioativos in6l"enciariam os processos da ematopoese no interior da med"la Gssea.mais ativa do 1"e o teor normal do Eice%ergE e podeCse incorporar3 a6"nilandoCse o" espalmandoCse3 con6orme as rea+. As %arreiras o" cortinas de magnetismo 6oram vencidas com pro6"ndas modi6ica+.))) gra"s de calor em 6"são.Cse necess>rio compor e envolver as aeronaves com "ma esp-cie de invGl"cro magn-tico3 penetrante e poderosamente desintegrador na 6ai7a vi%ratGria da %arreira3 c"Ha a+ão se antecipa de.es encontradas na traHetGria e a alimenta+ão energ-tica 1"e rece%e tam%-m da prGpria aeronave. 'ntretanto3 pode desintegrar os seres3 como tam%-m3 1"al1"er o%Heto3 c"Ho material não resista al-m de 6. PERGUNTAI Como l es 6oi possível sol"cionar esse pro%lema das %arreiras magn-ticas2 RAMATIS! A primeira sol"+ão s"rgi" assim 1"e 6oi possível dominar integralmente a prGpria energia magn-tica. 'm 6ace de "ma E iper6"n+ãoE ep>tica3 averia %reve e7a"stão org@nica e conse1Tente e7tin+ão da vida3 pois a irradia+ão atacaria3 tam%-m3 os ormLnios vitais e o meta%olismo endocrínico3 levando a "ma síncope tG7ica. 'm 6ace da estr"t"ra pro6"ndamente constritiva dessas massas imponder>veis3 6e.es e7teriores 1"e re6eristes3 podereis indicar alg"m 1"e ten a constit"ído pro%lema mais comple7o para sol"cionar as viagens interplanet>rias2 RAMATIS! Foram as %arreiras magn-ticas3 "ma esp-cie de Eice%ergE de magnetismo 1"e se interp.es3 o"tro tipo de %arreiras 1"e3 para vossa compreensão3 denominaremos de Ecortinas magn-ticasE.es mais vol"mosas3 densas e resistentes3 1"e assemel amos a Eice%ergsE deslocados no oceano in6inito do Cosmos3 e7igiram sol"+.a%sol"tamente controlado pelos trip"lantes.es ainda mais complicadas. 2$! . PERGUNTA! 'ntre esses violentos atritos o" press. Con6orme as lin as de vi%ra+ão magn-tica 1"e se estendem do nAcleo solar em rela+ão com os movimentos 1"e os sat-lites e7ec"tam em s"as Gr%itas3 criaCse3 por ve.e Fs velocidades altíssimas3 desenvolvidas pelas espa+onaves.es F prGpria aeronave3 con6ig"rando vigorosa a"ra magn-tica radioativa3 1"e modi6ica3 per6"ma e a%re "m s"lco na EmassaE do Eice%ergE3 prod".

a das ondas televisionadas3 o" se viaHam em lin a reta3 c"rva o" o%lí1"a. A e7pressão 6ísica o" %iolGgica da vossa moradia não deve servir de paradigma a%sol"to de o"tras vidas e climas3 pois isto .es receptoras sit"adas nos sat-lites arti6iciais 6ora da atmos6era de Marte.apenas incom"m3 mas não impossível.es de torrar "m ser "mano.es inconce%íveisB nos Eg&iseresE de >g"a 1"ente3 podeis encontrar in6"sGrios e certos organismos 1"e sG so%revivem na >g"a em e%"li+ãoN Alg"ns insetos resistem a temperat"ras a1"ecidas3 capa. =ão vos preoc"peis com a nat"re.ir plantas3 insetos3 aves o" mesmo animais de pe1"eno porte em s"as espa+onaves2 RAMATIS! * se" con ecimento genial no campo cientí6ico l es permitiria criar atmos6era símile F da .es3 e se proHetam atrav-s de "m campo cristalino.es.er3 at"a mais F s"per6ícieI Ede 6ora para dentroE.no campo atmos6-rico da . * vosso pro%lema de EtelevisãoE ."m veíc"lo amplo e sem distor+. Atrav-s das lentes de pro6"ndidade et-rica3 dessa Etelevisão retratadaE3 as imagens são apan adas nitidamente a dist@ncia e sem de6orma+. 'n1"anto o tat" permanece no seio da terra3 o "r"%" tem o se" campo de a+ão e7cl"sivo na atmos6eraB o leão do /aara ardente d"vida da e7ist&ncia do "rsoCpolar3 assim como a centopeia tem direito de e7por s"a descren+a F realidade dos seres %ípedesN Como convencer a roc a 1"e a tartar"ga .erra e para os marcianos se circ"nscreve F es6era Emagn-ticoCet-ricaE3 diretamente na >rea de coesão entre os planetas3 c"Hos E1"ant"ns ond"latGriosE portamCse admiravelmente dentro das mesmas leis de atra+ão e rep"lsão3 dos EpGlos et-ricosEB lem%ram an-is de 6or+as3 criando s"tilíssimos Ecampos de visãoE3 mas control>veis e dirigidos a contento pelos cientistas marcianos. PERGUNTAI ' esses animais3 insetos e aves3 conseg"iriam se adaptar ao E a%itatE marciano2 RAMATIS! =ão vos dei7eis dominar pelo e7tremismo das conting&ncias o" am%ientes opostos do vosso planeta em rela+ão a o"tros or%esB pois3 no 6"ndo dos vossos oceanos3 > esp-cies de pei7es 1"e s"portam press.PERGUNTA: * irmão al"di"3 al "res3 F EtelevisãoE interplanet>ria dos marcianos.erra3 dentro de s"as espa+onaves e mesmo no se" prGprio planeta3 se assim 1"isessem."m sei7o 1"e nada2 *" a6irmar a 4Alio C-sar 1"e o se" organismo era apenas "m comple7o E a%itatE de coletividades microg&nicas2 2$$ . /o%re esse campo s"tilíssimo imperme>vel ao aparel amento terr>1"eo3 processamCse todos os 6enLmenos da vida nos m"ndos de 6ormas. 0ode esclarecerCnos a respeito2 RAMATIS! *s cientistas marcianos operam na intimidade do E-terCcGsmicoE3 de "m modo positivo3 seg"ro e Ede dentro para 6oraE3 pois . A espa+onave principal poss"i o aparel amento de EtelevisãoE interplanet>riaB rece$e as imagens captadas pelos EdiscosE e as transmite para esta+. A ci&ncia terrena3 por assim di. PERGUNTA I *s marcianos poderiam cond". ' o transporte interplanet>rio se 6aria sem di6ic"ldade3 em 6ace de as naves poss"írem se"s prGprios campos de gravidade3 e7igindo apenas atmos6era conveniente ao tipo %iolGgico.

"lCel-tricoE3 1"e l es com"nica vi%ra+ão de pro6"ndidade el-trica3 valem mais pela 1"alidade do 1"e pela e7tensão diametral.> Astrosofia.ados3 e7aminam e o%t&m ila+. ' 6i7am3 tam%-m3 a a"ra psí1"ica de vosso or%e. PERGUNTA: M"ais as possi%ilidades cientí6icas desses EtelescGpios de pro6"ndidade et-ricaE3 1"ando em o%serva+ão F atmos6era do nosso glo%o2 RAMATIS! 9nstalados em poderosos aparel os Etele6otonagn-ticosE3 conseg"em 6otogra6ar per6eitamente a peri6eria da . '3 em la%oratGrios especiali. PERGUNTAI *s o%servatGrios e instr"mentos adotados em Marte assemel amCse aos nossos3 no campo astronLmico2 RAMATIS! 0rogrediram consideravelmente no campo da Gtica e da instr"menta+ão sensível 1"e .es3 acidentes e disposi+. PERGUNTAI *s marcianos t&m est"dado o nosso glo%o3 atrav-s de instr"mentos prGprios da ci&ncia astronLmica2 RAMATIS! Se a vossa ci&ncia pode e7aminar o planeta Marte3 com a s"a imagem a"mentada de mais o" menos do. Anotam matematicamente todas as 6ases l"nares e prev&em3 com 6acilidade3 as modi6ica+. * 1"e deseHamos acent"ar .es no campo astronLmico do vosso m"ndo3 con ecendo inAmeros 6enLmenos do vosso or%e e s"as conse1T&ncias3 mas 1"e ignorais a s"a origem e7ata.esN Contemplam per6eitamente todos os contornos3 acidentes geogr>6icos3 mares e recortes da costa oce@nica3 disting"indo claramente as tessit"ras das vegeta+.ido pela "manidade terrena.es3 os cientistas e astrLnomos marcianos3 atrav-s de se"s poderosos telescGpios Emagn-ticoCet-ricosE3 conseg"em apreciarCvos al-m de cem mil ve.es irrepreensíveis atrav-s dos detectores 1"e registram esses EespectrosCpsicomentaisE3 con ecendoCvos intimamente no campo psí1"ico3 mental e conse1Tentemente material.necess>ria para essa ci&ncia. PERGUNTAI 0oss"em eles aparel os 1"e3 de 6orma o%Hetiva3 l es permitam recon ecer e de6inir as nossas disposi+.es periGdicas o" estacion>rias3 os desertos3 vales3 crateras e picos montan osos.1"e3 en1"anto empreendeis ercAleos es6or+os no sentido de a"mentar a 'uantidade de desco%ertas cientí6icas3 os marcianos3 em ritmo lGgico e mais sensato3 proc"ram desco%rir sempre a 'ualidade 1"e vi%ra e palpita na intimidade de cada 6enLmeno da Cria+ão. /"as lentes3 menores do 1"e os vossos discos de 2)) polegadas3 com acent"ada n"an+a para "m Ea.es psí1"icas e desenvolvimento mental2 RAMATIS! Con6orme a reg"la+ão vi%ratGria dos campos magn-ticos receptivos da instr"menta+ão3 eles conseg"em selecionar o teor emotivo e mental especí6ico prod".es atmos6-ricas3 o 1"e seria3 realmente3 "m a"mento de E1"antidadeCvol"memat-riaE.e mil ve.. PERGUNTAI M"al a 6orma o%Hetiva 1"e l es permite recon ecer as nossas 2$5 .erra3 "ltrapassando3 no entanto3 o vosso processo de retratar apenas as con6ig"ra+.

disposi+. As id-ias irrit>veis3 col-ricas3 l"7"riosas e eivadas de Gdio o" avare.o vosso espectroscGpio tradicional3 mas de maravil oso e sensível captador3 1"e opera no campo EeletroCmagn-ticoet-ricoE3 assinalando3 o%Hetivamente3 oscila+.es mais c"rtas 1"e a l". * pensamento .ido por "m c-re%ro marciano o" terreno3 sempre > de ser identi6icado na mesma %ase inicial vi%ratGria.es psí1"icas e desenvolvimento mental2 RAMATIS: =at"ralmente não descon eceis as corri1"eiras e7perimenta+. 0ode ser mais o" menos intenso3 n"m o" no o"tro3 por-m3 para "m e7perimentado cientista erm-tico3 sempre e7istir> o sinal di6erenciador da nat"re.es 2). PERGUNTA: Como c egam F concl"são de nossas disposi+.es psí1"icas3 no e7ame do conteAdo astral 1"e 6otogra6am da . PERGUNTA: *s marcianos poss"em3 então3 verdadeiras ta%elas de a6eri+. /o% a a+ão de aparel os inconce%íveis F vossa compreensão at"al3 prismam o EconteAdoCastromentalE 1"e apan aram3 mais o" menos F semel an+a do 1"e 6a.ir sinais gr>6icos opostos aos 1"e identi6icarem as poses dos pensamentos e1"ili%rados e sãos. ?ma ve. na 6i7a+ão do espectroCsolar.sempre a mesma em 1"al1"er massa planet>ria.es ond"latGrias das ondas psí1"icas3 podendo identi6icar3 sem a menor di6ic"ldade o" e1"ívoco3 as mais s"tis n"an+as vi%ratGrias dos seres vivos.a3 ão de prod". *s marcianos3 "m mil&nio al-m de vGs3 tanto no sentimento3 1"anto no con ecimento esot-rico3 con ecem milimetricamente todas as e7press. =at"ralmente não se trata de "m aparel o composto de l"neta3 colimador e prisma3 como . ComprovamCvos tais 6enLmenos os Ee6lAviosCmentaisE gravados em c apas sensíveis3 de delicada em"lsão3 os delineamentos >"ricos e os 6l"idos Gdicos 1"e podem 6i7ar em pelíc"lasB as oscila+.a a6etiva o" odiosa do pensamento emitido. =ão precisam de ta%elas estatísticas para con6erirem o conteAdo mental 1"e se e7orna do c-re%ro "manoB recon ecem3 de imediato3 a nat"re.a intrínseca do psi1"ismo desarmoni.es e então a a6eri+ão H> se s"cede na intimidade das 6ai7as vi%ratGrias do campo astral3 mental e de nat"re.ado.3 e3 so% a a+ão energ-ticoCmental3 d"plicamCse as oscila+. * pensamento de amor o" de Gdio3 prod". *s pensamentos p"ros3 delicados e no%res3 vi%ram em 6ai7as elevadas3 n"ma 6re1T&ncia s"tilíssima3 e 1"e n"m e7ame Ementalogr>6icoE res"ltariam n"m padrão sinal-tico coeso e armLnico. Atrav-s de se"s aparel os Etele6otomagn-ticosE F 6lor do solo at.erra2 2$6 .es de o"tras mentes3 ad1"ire alento e prosseg"e3 1"al dardo implac>vel3 r"mo ao o%Hetivo ideado.Fs 6ím%rias do limite astral em torno do glo%o3 e7ec"taram3 n"m servi+o Etele6otom-tricoE3 o levantamento astral do vosso m"ndo3 1"e3 na visão clarividente dos dentistas marcianos3 assemel aCse a "ma es6eraCgasosa espessa3 gord"rosa3 envolvendo os contornos do or%e terr>1"eo.es dos raios ERoentgenE3 1"e penetram mat-rias leves como vestimentas3 madeiras e mesmo os tecidos do corpo "mano.em com o raio de l".a psí1"ica. As vossas m>1"inas de Edesco%rir mentirasE3 certos aparel os de diagnGsticos mentais3 F semel an+a dos Eeletroence6alGgra6osE3 são %aseados na e7ist&ncia concreta dessas ondas mentais emitidas pelo c-re%ro.a ond"latGria > de se portar dentro de limites caracteristicamente de acordo com o tipo da id-ia e7posta."m E1"ant"mE ond"latGrio3 1"e impregnaCse da energia am%iental3 encorpaCse ao encontro das vi%ra+.es mentais de nosso m"ndo2 RAMATIS! K mister compreenderdes 1"e a Elei de corresCpend&ncia vi%ratGriaE3 no Cosmos3 .es da ci&ncia terrestre3 1"e se e6et"am no campo das Eondas "ltramicroc"rtasE3 proHetadas pelo c-re%ro "mano. 1"e > algo 6i7>vel pela 6otogra6ia sensível3 6re1T&ncias de ondas 1"e s"rgem con6orme a gesta+ão dos pensamentos "manos3 a nat"re.))) ve.

es a%ortivas3 e7s"da+. PERGUNTA: 0orvent"ra vão F e7a"stão de e7aminarem os dois %il .es. Res"ltando3 então3 este parado7oI [ /e as vossas searas 6icam est"rricadas pelo sol ardente e os rios secam at.es mais grosseiras nos 1"adros Etele6otom-tricosE3 destacando as vossas pre6er&ncias mais grosseiras na es6era instintiva3 tais como a .em a nossa "manidade3 e con ecerem os estados emotivos de cada "m2 RAMATIS I As concl"s.es se re6erem ao total o%tido na soma de estados psí1"icos a6ins.ao ponto de os %ois e o"tros animais Ateis morrerem de 2$# . Registram o EteorCvaidadeE3 predominante na a"ra terr>1"ea3 na percentagem e7istente 1"e dista d"m estado espirit"al e1"ili%rado3 1"e seria E "mildadeE. Ac amCvos 6am-licos de sang"e e de >lcoolB 6ilGso6os 1"e pregam ideais3 mas 1"e contri%"em para o progresso dos a+o"g"es e matado"ros3 6artandoCse na ingestão de despoHos sangrentosB cientistas 1"e envel ecem em pes1"isas para engen os de morteB 1"ímicos 1"e se e7a"rem F som%ra das retortas para encontrar o tG7ico da morte. =essa an>lise inteligente3 terminam registrando3 tam%-m3 os estados acidentais como a col-ra3 a irrita+ão3 o ins"lto3 a e7plosão de Gdio moment@neo3 o rec"rso inesperado da astAcia o" a mentira irrespons>vel. 8amentamCvos a 6alta de int"i+ão p"ra no campo da F.oo6agia3 desvirt"amentos se7"ais3 gl"tonice3 alcoolismo3 vícios deprimentes3 taras3 nin6omanias3 en6ermidades ven-reas3 emana+.es preponderantes3 podendo concl"ir o estado emotivo e psí1"ico da vossa "manidade.a dos e7ames materiais para a delicade. PERGUNTA: M"al a impressão de6initiva 1"e g"ardam de nGs3 apGs a an>lise das emana+. /a%em3 pelos e7ames Etelepsicom-tricosE do vosso m"ndo3 o estado de angAstias e dese1"ilí%rios 1"e ainda viveis.RAMATIS: Recon ecem3 imediatamente3 a gama de vi%ra+. 6riaE3 o" o m"ndo c"Hos a%itantes 6a.es e 1"in entos mil . H> certo Emod"s operandiE 1"e seg"e "ma disciplina tradicional3 como seHa 6i7ar3 selecionar3 com%inar e comprovar rea+. /emel ante ins@nia3 ins"6lada pelo egoísmo sat@nico de gr"pos 1"e H> poss"em din eiro em a%"nd@ncia3 constit"i "m crime inomin>vel e "m ins"lto ao Criador de todas as searas.em do estLmago "m rep"lsivo cemit-rio de vit"al as animais. M"ando assinalam a vaidade3 por e7emplo3 especi6icam a percentagem 1"e ainda e7iste desse de6eito na vida dos terrícolas3 em con6ronto com o total da "manidade. H> certa correla+ão entre o se" modo de pes1"isaCpsí1"ica com o processo E6isio1"ímicoE dos vossos la%oratGrios3 desde 1"e transporteis a r"de.es mentais de aviltamento do se7oI sec"ndariamente3 so% novos processos grad"ativos nas rea+.a permaC nente3 a 6alsidade imperante3 o ciAme dominante o" o pessimismo incontrol>vel.es psí1"icas da nossa "manidade2 RAMATIS: Mani6estamCse comp"ngidos de vossa sit"a+ão de ignor@ncia espirit"al3 denominandoCvos o or%e da El".es das decis.a s"til da an>lise na s"%st@ncia EpsicomentalE.es de seres 1"e comp. =ão compreendem como os vossos templos religiosos viceHam3 g-lidos e estagnados3 em torno da mis-ria3 da 6ome e do crime3 c egando F indi6eren+a de permitirem e assistirem3 indi6erentes e impassíveis3 F destr"i+ão3 F 1"eima de prod"tos 1"e <e"s vos d> em 1"antidade s"pera%"ndante3 a 6im de 1"e todos vGs3 e não apenas "ma pe1"ena parte3 possam ser a1"in oados com "ma parcela dos mesmos para a s"a alimenta+ão. 'm certo Etempo psicoanalíticoE3 veri6icam as vi%ra+.es psí1"icas3 vão anotando as se1T&ncias vi%ratGrias3 1"e assinalam os estados demorados3 estrati6icados na mente terrícola3 tais como o org"l o3 a vaidade3 a cr"eldade inata3 a ipocrisia constante3 a avare.e as vossas l"tas sang"inolentas pela ignor@ncia dos aH"stes econLmicosB não vos entendem o ent"siasmo com 1"e marc ais3 e"6Gricos3 para glori6icar o" comemorar g"erras 6ratricidas.

3 esse vandalismo de 6ei+ão apocalíptica seria levado a e6eito.es3 a consci&ncia de se"s 6i-is3 no sentido de "m protesto pací6ico mas de reperc"ssão internacional3 então3 de nen "m modo3 em tempos de pa.erra3 os e7poentes das diversas igreHas 1"e ponti6icam no vosso m"ndo3 "nidos todos n"m protesto clamoroso e ret"m%ante3 despertassem os cora+. Cont"do3 como no círc"lo dos crimes em 1"e > mais de "m respons>vel3 a c"lpa de cada "m a"menta em rela+ão ao gra" de con ecimento dos se"s e6eitos nocivos3 a responsa%ilidade por esses inc&ndios premeditados e criminosos3 de a6ronta anti6raterna e anticristã3 ca%e3 tam%-m3 Fs organi.es insensi%ili.a+ão. 'starrecemCse3 ainda3 os marcianos3 ante a vossa impiedade e cr"el indi6eren+aB pois3 residindo3 Fs ve.es religiosas 1"e e7ercem domínio so%re a consci&ncia das massasB pois3 se3 em 6ace ao propGsito de "m governo levar a e6eito esse vandalismo contra os 6amintos da . Assemel aisCvos3 por ve.a+.e das montan as de o"tros prod"tos Ateis3 a des6a. ' vossos ol os e vossos cora+.es in6initas. =o entanto3 ao contr>rio3 se o <oador <ivino e /en or das >g"as e das searas 6a.N * estApido omem da caverna3 1"e tr"cidava com o tacape de pa" Ecivili.s"Heita a "m c o1"e de retorno3 1"e 6ica elevado F conting&ncia de "m 6atalismo3 tereis de col er o 1"e aveis plantado com os desatinos do vosso egoísmo e das vossas am%i+.ados por "m egoísmo dia%Glico3 não sentem nem v&em 1"e3 ali3 pela estrada3 %em H"nto das pir@mides de trigo e de ca6.o" o grego na era de 0latão encontraCse agora no g&nio do omem atLmico3 do s-c"lo vinte3 1"e assassina vel os3 crian+as e gestantes so%re "m canteiro de 6loresN =o entanto3 o ino das noites de l"ar ainda %an a de l".es3 nas adHac&ncias dos sanatGrios3 dos lepros>rios3 dos a%rigos de cancerosos3 6olgais em passeios pelas avenidas3 instalados em l"7"osos veíc"los almo6adados3 en1"anto a mis-ria3 o aleiHão3 a desgra+a e o %rado de angAstia se mist"ram ao odor do com%"stível. Monstr"osidade tão inadmissível 1"e3 at.o"CseE na pr>tica do mal por1"e agora mata com a pistola de a+o o" com a %om%a atLmicaN * estro 1"e divini. de id&nticas prociss.sede3 vGs logo vos a%ris em lamenta+. 1"e as vossas col eitas seHam 6artas3 então3 em ve.> po"co3 a istGria do vosso m"ndo sG assinalava essa dem&ncia no an6iteatro das g"erras3 1"ando os 1"ase vencidos3 antes de s"a retirada o" 6"ga3 decidiam destr"ir3 incendiar e arrasar t"do3 a 6im de 1"e o inimigo3 ao tomar posse do terreno con1"istado3 não encontrasse coisa alg"ma 1"e l e p"desse aproveitar.es ang"stiosas3 1"e c egam a dar motivo a lam"riantes prociss.es no sentido de 8 e agradecerdes essa d>diva s"%lime3 respondeisC8 e com a 6Aria iconoclasta de arrasamento pelo 6ogo3 do 1"e elassi6icais de e#cesso. 0or-m3 como toda viola+ão das leis do ?niverso Moral . cariciosa o assassino moderno3 1"e tr"cida o se" irmão so% a 6ronde do carval o silenciosoN * omem marciano sente o se" cora+ão %oníssimo con6rangerCse de angAstia 6raternal3 1"ando se de%r"+a F Hanela do vosso psi1"ismo e v& as monstr"osidades 1"e praticaisN PERGUNTA I *s marcianos t&m tentado com"nicarCse conosco atrav-s de 2$( .em apenas contra a consci&ncia deste o" da1"ele país3 por1"e3 na verdade3 re%ai7am e aviltam a consci&ncia da vossa prGpria civili.eremCse em 6"ma+a3 vai passando3 descal+a3 trLpega e 6aminta3 "ma legião imensa3 composta de omens3 m"l eres e crian+as tão míseros 1"e3 na realidade3 nem t&m onde cair mortosN *ra3 semel antes crimes não dep.es3 F coletividade ignara3 1"e dan+a3 ri e gargal a %em perto dos ospitais repletos de gemidos3 asilos de psicopatas3 c>rceres de desesperados3 casas de vícios e de cr"eldades. Cr"-is p>ssaros de a+o desovam ovos de 6ogo3 in6ernais monstros de 6erro3 tanto em terra como no mar3 vomitando %om%as e metral a3 e7a"rem o patrimLnio do tra%al o coletivo e destroem vidas 1"e são destinadas F vent"ra e F pa.es e a promessas ridíc"las a todos os santos e santas.

PERGUNTA: <iante do 1"e nos di. <e nossa parte3 espíritos deseHosos de 2$9 . <esde 1"e vos disp"s-sseis a "m est"do e e7perimenta+ão inteligente3 no plano da coopera+ão Eteleplanet>riaE3 cremos 1"e os marcianos es6or+arCseCiam por "sar aparel os r"dimentares de s"a instr"menta+ão3 a 6im de E%ai7arem vi%ratoriamenteE at. At"ando 6raternalmente a vosso 6avor3 esses espíritos %oníssimos estão recondicionando vel as carang"eHolas eletrLnicas3 a 6im de entrarem em contato mais e6iciente com a vossa EmoderC níssimaE aparel agem prGpria da -poca atLmicaN Breve3 so% vosso intrad".es3 como vereis 1"ando nos re6erirmos Fs s"as viagens interplanet>rias3 .ível espanto3 o"vireis inter6er&ncias Es"l geneCrisE3 estran as3 impondoCse energicamente so%re as 6ai7as de ondas de vosso aparel amento EmodernoEN 'ssa é a disposi+ão 6raterna e decisiva 1"e o cientista marciano deli%ero" tomar3 o" seHa3 E%ai7ar vi%ratoriamenteE at. ' a s"a ling"agem Eteleplanet>riaE é composta de ondas l"minosas3 com certas n"an+as para o verde3 a. 9nAmeras ve. =a realidade3 assim 1"e os cientistas marcianos readaptarem com e6ici&ncia os se"s aparel os arcaicos3 para sintoni.es dos sinais EtelecrLmicosE se os p"desses interpretar n"m c"rso especiali. PERGUNTA: M"e representa esse E%ai7ar vi%ratoriamenteE2 RAMATISI *s vossos s"cessos radio6Lnicos e desco%ertas televisionadas são reali. <as com%ina+.es cientí6icas3 1"e a ci&ncia de Marte "tili. Conse1Tentemente3 o Anico rec"rso de 1"e disp."l e vermel oCp>lido.a+.es dessa "manidade s"perior.mensagens interplanet>rias2 RAMATISI /im.a "tili.rataCse de aparel amento arcaico e em des"so3 a%sol"tamente E6ora de modaE3 na1"ele or%e.admir>vel progresso cientí6ico.a+ão de antigos rec"rsos no campo da radio6onia e telegra6ia3 o 1"e3 para vosso m"ndo3 .F vossa compreensão3 H> 1"e não podeis ascencionar at.eles.eis3 devemos s"por 1"e essa inter6er&ncia c ego" a operar nos aparel os de radiorrecep+ão3 o" mesmo3 nos de televisão2 RAMATIS! 'sse -3 de 6ato3 o proHeto em e7ec"+ão pelos mentores marcianos3 e 1"e nos parece comprovar m"ito %em a1"ela e7clama+ão pro6-tica da vossa Bí%lia3 onde o vidente al"de a E"m príncipe 1"e viria pelos camin os do c-" para salvar a .es o raio magn-tico proHetado pelos vossos instr"mentos de radar3 F proc"ra de "m ponto Emat-riaE3 para a re6le7ão positiva3 tem apan ado essa inc"rsão ond"latGria3 mas a con6"ndis com raios cGsmicos o" corpos 6l"t"antes nos espa+os atmos6-ricos. PERGUNTAI Cr& o irmão 1"e H> ten amos pressentido essas mensagens2 RAMATIS I 0res"mimos 1"e H> ten am sido anotadas em vosso m"ndo3 em%ora consideradas F conta de inter6er&ncias radio6Lnicas3 telegr>6icas e televisiLnicas.arem com a vossa moderna con1"ista eletrLnica3 então come+areis a esc"tar vo.ao nível de vosso aparel amento3 em%ora3 para eles3 esses aparel os H> seHam o%soletos.em e H> o e7perimentaram inAmeras ve. =o capít"lo das aeronaves interplanet>rias3 vos daremos detal es si%ilinos no ass"nto3 na con6ormidade do 1"e nos permite o e7celso *rientador 'spirit"al de Marte.am oHe estão demasiadamente al-m do vosso entendimento e recep+ão3 6"ncionando so% EenergiaCmagn-ticoCet-ricaE e operando em campo vi%ratGrio H> na 6ronteira do m"ndo astral3 interpenetrandoCse com o psi1"ismo "mano.es intr"sas3 as 1"ais t&m a 6"n+ão de c amarCvos F realidade espirit"alN É prov>vel 1"e inAmeras s"rpresas possam s"rgir na tela de vossos EsensacionaisE aparel os de televisão3 dei7andoCvos algo atrapal ados pelo e7otismo dos acontecimentos.ava > mais o" menos 1"atrocentos anosN .erraE. *s 1"e "tili.ado3 teríeis "ma das mais a6etivas sa"da+.

es 1"e trarão notícias diretas de "m m"ndo s"periorN ' H"stamente por1"e m"itos3 devido F s"a re%eldia3 não terão Eol os de verE3 nem Ecora+ão de sentirE . PERGUNTA: 'm nossas irradia+. 25) .3 e logo vos encontrareis em di6ic"ldades 1"anto ao vosso aH"ste de dias e anos.apenas "m prod"to da ignor@ncia crísticaN A sa%edoria terr>1"ea e o se" poder demasiadamente estimado3 descoC n ecem o e6eito paralisador e terri6icante 1"e promana de "m EcampoC>"ricoCespirit"alC planet>rioEN * sím%olo de 8Aci6er3 apavorado diante do ArcanHo MicVael3 não dei7a de ser m"ito %em aH"stado a certos momentos3 1"e temos apreciado3 no 'spa+o3 1"ando g&nios e poderosos da .erra da Gr%ita indecisa em 1"e ela se encontra3 entre som%ra e l".in a o propriet>rio preH"dicadoN Compreendem os marcianos 1"e o omem terreno não poss"i o @nimo capa.erra al"cinamCse3 amedrontados e arrependidos3 diante de "m d-%il raio de l".a3 com certa agressividade psí1"ica3 6acilitando a predomin@ncia de acontecimentos 6"nestos. H> "m momento 6i7ado para a interven+ão %en-6ica no campo espirit"al de vosso m"ndo3 assim o pretendem os marcianos e o"tros mais altos espíritos.1"e os tempos s4o chegados em 1"e a maior parte dos a%itantes de vosso or%e serão e7p"lsos3 comp"lsoriamente3 para m"ndos prim>rios3 c"Ho E a%itatE est> em per6eita conson@ncia com o teor moral3 in6erior3 do se" espírito. crísticaN * omem terreno ri3 dan+a e gargal a na ing&n"a posi+ão do menino irrespons>velB mas ignora3 na s"a in6elicidade "mana3 1"e a *hora dolorosa* c ego" para a li1"ida+ão dos casos de 6al&ncia espirit"alN Conse1Tentemente3 temos certe.es de il"mina+ão espirit"al3 alg"mas 1"e H> viveram comandando corpos 6ísicos em vosso m"ndo contraditGrio3 est"dam vossos pensamentos3 vossa ling"agem e cost"mes3 a 6im de 1"e não vos dei7eis dominar pelo p@nico3 F semel an+a do mole1"e 1"e%rador de vidra+as3 c"Ha coragem o a%andona 1"ando se avi. Alg"ns est"diosos do ass"nto a6irmam 1"e os nascidos em se" signo são ativos3 en-rgicos3 mas de aspecto algo r"de3 6acilmente irrit>veis e %elicosos.es da nat"re.es radio6Lnicas3 mas3 %em sa%emos e lamentamosI %em po"cos seg"irão essas vo. PERGUNTA: Como poderemos interpretar essas mensagens2 RAMATIS! Con6orme pres"mimos3 aveis de entend&Clas per6eitamente3 pois não se trata de seres impalp>veis3 de con6ig"ra+ão anatLmica oposta F mor6ologia do vosso m"ndo3 nem de Ed"endesE o" e7Gticos E%ic osCpap.esEN 9rmãos vossos3 almas sedentas de 6raternidade e compassivas em s"as mani6esta+. <eslocai a .es3 Marte 6ig"ra como "m planeta de a"ra mal-6ica3 e7citador de g"erras. de en6rentar a presen+a inesperada de "ma consci&ncia tangível e so%renat"ralB o se" terror seria incontrol>vel3 pois a vaidade terrícola .vosso Bem e integrados3 1"e estamos3 no la%or de vos despertar para o Camin o3 a 5erdade e a 5ida3 6orm"lamos votos ao 0ai3 para 1"e isso se reali. =o entanto3 não nos c"mpre classi6ic>C lo ermeticamente em data ao vosso gosto3 por1"e o calend>rio terrícola não se aH"sta ao EdiaCconstelatGrioE.a de 1"e m"itos compreenderão os apelos de EAltimaC oraE 1"e3 misteriosamente3 6arCseCão tangíveis nas recep+.e o mais %reve possível. ' tam%-m 1"e3 F simples apro7ima+ão de Marte3 recr"descem as irrita+. PERGUNTA: M"ando se dar> essa interven+ão3 c"Hos e6eitos3 prevemos 1"e3 de 6ato3 serão espetac"lares2 RAMATIS! =ão vos preoc"peis em nos aH"star ao vosso prec>rio calend>rio3 1"e vos d> no+ão de EtempoE e Eespa+oE3 pelo rodopiar do vosso glo%o no EescondeCescondeE em torno do /ol.

es emotivas no psi1"ismo "mano. K a .iria em torno da a"ra de Marte2 RAMATIS! A mesma conse1T&ncia de "ma gota de tinta atirada n"m vaso de >g"a límpidaN Haveria "ma r>pida m"dan+a do estado vi%ratGrio nat"ral3 res"ltando incLmoda sit"a+ão magn-tica em todo o planeta.es mentais deprimentes3 ainda mais irritadas3 em 6ace das rea+.es com"ns do vosso m"ndo desgovernado no reino do espírito3 tais como angAstias3 cGleras3 ciAmes3 cr"eldades3 matan+a animal3 agress. PERGUNTA: 0oderia3 então3 esclarecerI sendo Marte "m planeta m"ito mais espirit"ali. ConstataCse 1"e os prGprios animais3 por ve.erra. PERGUNTAI M"al seria a modi6ica+ão vi%ratGria 1"e3 por e7emplo3 a a"ra da . * vosso psi1"ismo se e7cita3 as pai7.erra prod". K "m magnetismo deteriorado 1"e provoca pert"r%a+.es de "m magnetismo nocivo e deprimente2 RAMATIS: =ão .in a da . As vi%ra+.erra 1"e rece%e3 de retorno3 todo o magnetismo delet-rio de s"as emana+. 1"e Marte se avi. =ão tardariam em precisar de socorros "rgentes na es6era m-dica3 para reativarem o se" psi1"ismo e Ed"ploCet-ricoE3 s"%metido F pressão nociva da a"ra da .erra3 por 1"e3 ao apro7imarCse do nosso or%e3 a s"a a"ra psicomagn-tica l e ca"sa essas rea+.erra não l es e7acer%aria os instintos in6eriores3 H> per6eitamente dominados3 o 1"e ocorre convosco3 1"ando da apro7ima+ão de o"tros planetas mais in6eriores.a nat"re.es poderosas dos Ere6ratores marcianosE.erra3 e7acer%aCse o teor magn-tico terrestre de nat"re.es3 tornamCse in1"ietos3 a"sc"ltam a atmos6era e como 1"e pressentem a Ecarga tG7ica psí1"icaE3 1"e se e7pande e se comprime contra o solo.es de minerais e vegetais primitivos3 integrados no solo pantanoso e pol"ído de germes inalcan+>veis pela vossa ci&ncia3 proHetarCseCiam como densos len+Gis magn-ticos3 incr"standoCse no meta%olismo delicado dos marcianos3 F semel an+a de gases oleosos em vossas vestes. PERGUNTA: M"ais seriam as conse1T&ncias so6ridas pelos marcianos3 1"ando da apro7ima+ão de nosso planeta3 se não p"dessem devolverCnos essa carga magn-tica2 RAMATIS: 'm 6ace de s"a grande seg"ran+a emotiva e e1"ilí%rio espirit"al3 G%vio 1"e o magnetismo e7citante da .ado do 1"e a .es imp"lsivas3 em 6ace desse invisível len+ol magn-tico3 1"e se adensa e co%re a s"per6ície terrena. Rece%eis3 de volta3 inapelavelmente3 o agressivo e %elicoso Epresente de gregoE 1"e pretendíeis o6erecer F "manidade marciana3 nessa ora de maior apro7ima+ão planet>ria.a de Marte 1"e ca"sa essas vi%ra+.es3 con6litos3 g"erras3 Gdios3 perversidade o" l"7Aria3 aliados ainda Fs emana+.a in6eriorB e a a"ra do vosso or%e se condensa em a6og"eada e%"li+ão astral.es mal-6icas3 pois o 6enLmeno .inverso. 0redominam as vi%ra+. <aí a grande coincid&ncia de sentirdes Em>s in6l"&nciasE3 1"ando Marte se vos avi.RAMATIS: Realmente3 toda ve.in a3 e de considerardes %elicosos e col-ricos os 1"e nascem so% o se" signo astrolGgico. =a realidade3 é a prGpria s"%st@ncia astral terrestre3 1"e estando comprimida so%re o prGprio glo%o terr>1"eo3 impregna o corpo et-rico dos nascidos nessa 6ase. PERGUNTA! Como 6"ncionam esses Ere6ratoresCmagn-ticosE3 1"e e7p"lsam a carga nociva dos m"ndos in6eriores2 251 .es in6eriores se e7altam o" alvoro+am e mani6estaCse maior nAmero de deprim&ncias res"ltantes dos imp"lsos "manos. A vossa a"ra psí1"ica coletiva ca"sarCl esCia imenso desassossego3 in1"ieta+ão3 6adiga magn-tica e "ma disposi+ão emotiva algo a6litiva.

sempre os mesmos e6eitos em 1"al1"er mani6esta+ão vi%ratGria do Cosmos. A ci&ncia marciana3 no entanto3 1"e opera na intimidade et-rica3 1"ase a%sol"ta3 em%ora seHa esta ainda "m E1"ant"mCs"%st@nciaE3 con ece o"tras disposi+.es3 veri6icam a necessidade de a+ão pelos Ere6ratoresCmagn-ticosE3 1"e devem repelir os len+Gis de magnetismo pernicioso3 o" então o emprego imediato dos EreceptoresCmagn-ticosE3 1"e atraem mais 6ortemente o magnetismo s"perior3 leve e sedativo de astros p"ri6icados 1"e se apro7imam.ona de tr>6ego sideral3 sa%endo 1"al o conteAdo astral 1"e ir> o6erecer3 na con6ormidade da síntese astrolGgica em rela+ão a o"tros astros circ"nvi.am so% a lei rigorosa 1"e controla as rea+. 0oss"i t>%"as astrolGgicas per6eitíssimas3 1"e l e dão o teor magn-tico de cada astro vi.es imponder>veis se reali.es mais vigorosas na lei da atra+ão dos pGlos energ-ticos.es eletivas espirit"ais3 prod".a s"tilidade das "ni. 'sclarecendo mel or este ponto3 diremosI os cientistas marcianos con ecem diariamente a dose 1"e res"lta do Eco1"etelE de a"reasCastrais dos planetas o" m"ndos 1"e se avi.es do pGlo positivo e do negativo.in o F s"a . 'ssa lei 1"e impera desde a coesão dos astros3 at.in os.RAMATIS I Agem so% a lei com"m de 6ísica3 em 1"e os pGlos ig"ais se repelem e os antagLnicos se atraem. *s vossos cientistas estão 6amiliari. Repetimos3 no entanto3 1"e em%ora so% "m processo al-m de vossas capacidades mentais3 essas opera+.es E%oasE o" Em>sE para com a "manidade do or%e. 'm ta%elasCmGveis3 1"e se modi6icam so% a in6l"&ncia das com%ina+.in am da atmos6era magn-tica de Marte. 252 .ados com ela nos 6enLmenos de ordem mais o%Hetiva3 na 6ísica compacta o" na moderna eletrLnica3 por-m3 sempre em torno dos campos gravitacionais sensíveis aos cinco sentidos "manos. <essas concl"s.es astrais e7istentes na pro7imidade3 são o%servadas as rea+.

mente3 ostili.a3 no m"ndo 6ísico3 apenas "m ter+o de s"a verdadeira missão.a o te" tra%al o com a m>7ima per6ei+ão3 para não teres 1"e repetiCloE.er3 comp"lsoriamente3 todas as opera+. A1"ilo 1"e o terrícola ainda considera "m son o vent"roso3 o marciano H> "s"6r"i na s"a e7ist&ncia de 0a.id&ntico e e7igível a toda alma3 em%ora varie 1"anto Fs li+. Cremos 1"e a 5ent"ra 'terna .es evol"cion>rias3 dispensa a pedagogia do so6rimento e aceita o tra%al o na 6orma de missão ed"cativa. Como ainda não aceita vol"ntariamente a disciplina da 8ei Ascensional3 > de so6rer o processo comp"lsGrio de s"a p"ri6ica+ão pela dor. e Alegria.6elicidade3 olvida 1"e o anHo .er .a "arcia#a. A1"ilo 1"e a alma negligencia o" regateia3 n"ma e7ist&ncia3 ter> 1"e repetir3 6"t"ramente3 em novas romagens e em condi+. * tra%al o é. PERGUNTAI 'stamos condicionados F id-ia de 1"e o tra%al o constit"i p"ni+ão3 rati6ica+ão o%rigatGria F nossa alma. 0or 1"e não ser assim2 RAMATISI /eria incompatível com a sa%edoria divina 1"e <e"s o"vesse constit"ído a 5ent"ra 'terna3 n"ma esp-cie de cinematGgra6o3 destinado F s"a plat-ia de anHos ociosos3 1"e de asas a%ertas3 no 'spa+o3 vivessem eternamente contemplando a proHe+ão dos m"ndos rodopiantes na tela do CosmosN ' nessa post"ra de in-rcia contemplativa atrav-s do tempo in6inito3 se res"miria a 6elicidade celestial.tare6a incLmoda e o pra.es mais severas3 a 6im de evitar a s"a estagna+ão improd"tiva. * c"rso para o espírito se desprender da Econsci&nciaCgr"palE e atingir a Econsci&ncia ang-licaE . 'ntão aplicamCse com a%sol"to rigor ao Eservi+oE3 na 6orma3 seHa 1"al 6or a s"a e7pressão trivial3 e7ec"tandoCo com e7atidão e onestidade.es ascensionais3 1"e não 6orem c"mpridas espontaneamente. A "manidade terr>1"ea3 in6eli.mais compreensível n"m estado de contemplatividade3 "m &7tase ed&nico.desenvolver as 6ac"ldades criadoras do espírito3 a 6im de "s"6r"ir a divina missão de proc"rador do 0ai. H> 1"e so6rer "ma s-rie de preliminares 6orti6icantes e condicionais F 6inalidade de3 pelo es6or+o prGprio3 25! . 'les sa%em 1"e terão de re6a..? 7i osofia espirit. *ra3 E* reino de <e"s est> em vGsE3 E'" e me" 0ai somos "m sGE3 E* omem 6oi 6eito F imagem de <e"sE3 são conceitos 1"e e7primem com %astante clare.a o mist-rio oc"lto da verdadeira vida do espírito. A coletividade marciana3 no entanto3 aH"stada aos preceitos de vida e1"ili%rada e consciente de todas as o%riga+. * se" ideal3 pois3 . Considerando3 erroneamente3 1"e o la%or . pois3 o 6"ndamento3 a lei atrav-s da 1"al se ap"ra3 re6ina e e7pande a consci&ncia do espíritoB movimento3 a+ão e dinamismo com sentido constr"tivo em todos os planos do ?niverso3 eis a vida+ PERGUNTAI Como os marcianos se identi6icam3 conscientemente3 com esse modo de aceitar as tare6as prosaicas do Etra%al oE2 RAMATIS! /"%Hetivamente atendem eles a este imperativo com"m a todosI Ereali.ando a 6"n+ão din@mica do tra%al o3 1"e opera na intimidade do espírito a s"a estr"t"ra ang-lica3 reali.es emotivas o" intelect"ais.a+ão3 movimento e eterna 6ac"ldade criadora. PERGUNTAI M"ais as di6eren+as entre os ideais terrenos e os marcianos2 RAMATIS! A "manidade terrena anseia pela li%erta+ão do so6rimento e do tra%al o o%rigatGrio3 1"e ainda tanto necessita3 a 6im de desenvolver as 6ac"ldades criadoras do 6"t"ro anHo.

A prece3 proporcionando essa 6"ga moment@nea3 a"7ilia o espírito a imergir na ess&ncia divina 1"e l e caldeia a estr"t"ra consciencial. *s terrícolas3 no entanto3 vivendo em con6"são3 na escol a de se"s ideais3 na terrível versatilidade da dAvida e da cren+a3 do certo e do errado3 do sadio e do en6ermo3 lan+amC se a esmo pelos camin os dolorosos do m"ndo3 vivendo pra.alcan+ar o" atingir a ierar1"ia angelical.es vivas3 concreti.es din@micas no interc@m%io coletivo. Ante a predomin@ncia dos estados in6eriores como seHam a maledic&ncia3 a calAnia3 a o%scenidade3 irrita+ão3 inveHa3 ciAmes3 vaidades3 indi6eren+a ao so6rimento al eio3 1"e são com"ns aos terrícolas3 6a.consciente da 6or+a poderosa e criadora do tra%al o 6eito com e7atidão e vigil@nciaI por isso3 a6ei+oaCse ao la%or3 assim como o religioso se devociona F preceN PERGUNTA: Como os marcianos vivem para esses ideais s"periores2 M"ais as disposi+.odos os se"s o%Hetivos3 nat"ralmente3 prendemCse F mais %reve EasceseE espirit"al.ar o mais %reve Fs emana+.es let>rgicas. * Eorai e vigiaiE3 na divina vo. e ipnoti.a3 no ciclo das vi%ra+. * omem de Marte . * prGprio 6acínora3 caído de Hoel os3 na ora+ão de ag"do arrependimento3 desprenC de 6aAl as santi6icantes do espírito3 e mais tarde3 a%rasado em inc&ndio de amor3 se trans6ormar> em anHo potencial3 por1"e se"s atos3 id-ias e cond"ta 6ormam "m estado 1"ase permanente de ora+ão. de 4es"s3 %em vos adverte da necessidade 1"e ainda tendes do e7ercício da prece3 1"e é gin>stica moral3 para desenvolver os EmAsc"losE do espíritoN A ora+ão apressa a EascensãoEB acelera a vi%ra+ão espirit"al e isola a alma do contato as6i7iante da 6orma.a+ão de se" ideais2 RAMATIS! .es de vida 1"e eles ass"mem para mais r>pida concreti.Amor3 .Cse necess>ria maior soma de preces3 para a alma reaH"starCse3 momentaneamente3 F vi%ra+ão s"perior.menos necess>rio ao cidadão marciano por1"e ele3 vivendo o%ediente F 8ei <ivina3 pode3 relativamente3 prescindir da advert&ncia do Eorai e vigiai para não cairdes em tenta+ãoE. '7ercitaCse momentaneamente3 proc"rando ampliar a estat"ra do espíritoB tenta a li%erta+ão transitGria da 6orma3 1"e a sed".adas nos prGprios atos da s"a vidaN 25$ . * 9deal /"perior3 constantemente vivido3 opera na intimidade do espírito marciano3 s"stentandoCo em nível ang-lico.6or+a criadora3 eles antego. .>veis.ado3 ante a 6ragr@ncia da l"minosidade 1"e emerge do íntimo de 1"em ora com 6-. ' como o ascetismo pede renAncia3 os marcianos e7ercitamCse para a renAncia3 mas sem 6"gir o" li%ertarCse ostensivamente do m"ndo material. * instinto agressivo e r"de da 6orma é vencido3 implacavelmente3 pelo estado permanente e nat"ral das ora+. =a realidade3 eles3 nessas atit"des3 são a Eprece vivaE.am sempre a s"a vitGria nos o%Hetivos s"periores3 por1"e os sa%em certos e reali.endo comprovado a misteriosa corrente do EamorE divino 1"e 6l"i do EaltoE para o E%ai7oE3 t"do 6a. PERGUNTA: *s marcianos prevalecemCse m"ito da prece3 para mais %reve encontro de se"s Eideais divinosE2 RAMATISI A prece3 em s"a verdadeira ess&ncia3 .ig"aCse3 enternece3 o instinto rec"a3 atemori.em para se armoni. 'sse a"7ilioB esse rec"rso o" socorro divino3 . sempre vencem os imp"lsos de6ormados do Em"ndo in6eriorE3 pois o Bem . Ren"nciam em si mesmos aos valores do m"ndo3 mas não a%dicam aos princípios ed"cativos da vida3 em s"as opera+.es atrativas do e6lAvio celestial. Ha%it"a3 po"co a po"co3 o omem3 para o 6"t"ro comportamento do anHoN * espírito apa."m es6or+o 1"e a alma empreende para elevarCse vi%ratoriamente Fs correntes s"periores.eres ín6imos por conta de "ma s"posta vent"ra. ' como <e"s e a 8".

a mais s"%lime e incon6"ndível mensagem do Criador dispensada F . 'le 6oi o mais íntegro dos medianeiros divinos entre todos os prec"rsores da 5erdade.o Criador3 pois 'le vi%ra e palpita na vossa int"i+ão psí1"ica. imaterial e silenciosa cresce3 "níssona3 tanto 1"anto vos li%ertais das conting&ncias o" recal1"es grosseiros dos m"ndos de 6ormas.otal e <e"s est>3 pois3 permanentemente vi%r>til na sensa+ão dessa alma.esE mais reais do 0ai. dPA1"ele 1"e 6oi o mais per6eito int-rprete e incon6"ndível portador dessa 8". =o entanto3 Crisna3 AntAlio3 Con6Acio3 Rama3 Hermes e principalmente B"da3 revelaram estados cr sticos.PERGUNTA: 0odemos conHet"rar3 em Marte3 a presen+a de "m 4es"s Cristo3 como ocorre" na . PERGUNTAI Foi 4es"s de =a. CGsmica do *nipotente. * a"sc"ltaCmento interior vos a"menta a sensacão do 'terno na consci&nciaB a%rangeCvos e trans%ordaB arrastaCvos para o mist-rio3 para o ignoto3 mas pressentis 1"e esse é o verdadeiro camin o para sentirdes o <ivinoN /e não 6ora a ipnose sed"tora da mat-ria3 sentiríeis 6acilmente a plenit"de da vo. Ao atingir a idade de trinta anos senti" em /i a pleniC t"de do espírito 1"e transcende a 6orma e se e7travasa em "m oceano de l".em id-ia de <e"s2 RAMATIS! E es não 6a. 0lena de <e"s2 RAMATISI /e assim 6ora3 o vosso m"ndo sG teria apresentado es6or+os santi6icados depois de 4es"s.ar-3 entre nGs3 o Anico intermedi>rio da 0a."ma p"lsa+ão da Alma . Cada alma . ' 4es"s3 a 1"em o 0A9 con6io" o governo do vosso planeta3 anHo planet>rio 1"e encarno" a 6ig"ra de 4es"s de =a. do E'" /o"EN ' <e"s vos seria mais compreensível3 independente das 6Grm"las dos credos3 255 . =a vossa consci&ncia sentis <e"sB a /"a 5o. K a e7peri&ncia íntima e pessoal3 1"e poder> darCvos maior Esensa+ãoE de <e"s3 assim como s"cede com os marcianos3 c"Ho sentir pro6"ndo os coloca "níssonos Fs Ep"lsa+. * 6inito não pode descrever o 9n6initoB as criat"ras são imanentes ao 0ai3 mas não * con ecem3 por1"e não podem a%rang&C8o em s"a mani6esta+ão 9n6inita. demonstrando3 no preparo do advento de 4es"s3 serem canais de 8". Revelam mais sensi%ilidade no se" psi1"ismo indagatiC vo3 o 1"e não podemos vos en"nciar pela via intelect"al.ar-3 6il o de 4os. e 1"e n"trem3 de mais perto3 os m"ndos materiais3 no sentido de s"a ascese espirit"al.em id-ia de <e"sB eles EsentemE mais e7pansividade divina do 1"e sentis na .encarnam o 5er%o <ivino3 tornamCse ?ngidos do 0A93 representando divinos Condensadores de 8". ManteveCse impol"to so% o mais intenso ass-dio das 6or+as das trevas3 as 1"ais tentaram pert"r%>Clo 1"ando3 no vosso meio3 ass"mi" a con6ig"ra+ão "mana.ar.orno"Cse3 pois3 o ?ngido na mais indescritível apoteose da 8".erraN <e"s é a eterna RealidadeB o A%sol"to Criador 9ncriado e 1"e não pode ser de6inido pelo omem3 1"e é apenas "m prod"to3 "m Enascido na Cria+ãoE. PERGUNTA: Como eles pressentem3 al-m de nGs3 a e7ist&ncia <ivina2 0orvent"ra são portadores de 6ac"ldades especiais3 1"e os terrícolas não poss"em2 RAMATIS! 5Gs sois almas imanentes na mesma ess&ncia 1"e . <ivinaN PERGUNTA! Como os marcianos 6a. .erra.. *s marcianos3 mais sensíveis F divindade3 sentemC=o em Emaior por+ãoE3 por1"e tam%-m penetram mais pro6"ndamente no m"ndo das ca"sas. =ão podereis con ecer o per6"me da rosa3 pela simples descri+ão intelect"alB mas o sa%ereis avaliar3 sG apGs a e7perimenta+ão pelo sentido ol6ativo.erra2 RAMATISI 'm todos os or%es3 em -pocas messi@nicas3 entidades como 4es"s de =a.e Maria3 .

PERGUNTA: =ão .aN PERGUNTA: *s marcianos conce%em a g&nesis do se" or%e3 nas mesmas condi+.dever da alma con ecer toda a estr"t"ra dos m"ndos 1"e a%ita2 0or 1"e > certo desinteresse em sa%erCse a Eg&nesisE do se. de 6or+a instintiva aprisionando o espírito. *s 1"e não sentiram o 0ai em si mesmos3 não vos poderão transmitir a e7peri&ncia 1"e não viveramN =o sil&ncio a"g"sto da alma3 no a%andono indagativo a essa sensa+ão de plenit"de 1"e vos toma a consci&ncia sensi%ili. 256 .es pela 6orma+ão da s"a morada 6ísica3 transitGria3 pre6erindo mel or compreend&Cla em li%erdade3 nos planos espirit"ais3 em 1"e . PERGUNTA: M"al o se" principal o%Hetivo na vida 6ísica2 RAMATIS! A posse da consci&ncia espirit"alB o es6or+o contín"o dentro do ECon eceCte a ti mesmo e con ecer>s <e"sEN *s marcianos vivem nos m"ndos materiais3 visando e7cl"sivamente encontrar a ra.ão da vida "niversal.es das teorias esposadas na . Consideram o se" or%e F 6ei+ão de "m %anco escolar3 no 1"al se e7ercitam para a al6a%eti. 9mportaCl es con ecer3 %em antes3 os o%Hetivos espirit"ais ela%orados pela Mente /"prema.ada3 podereis sentir esse EalgoE indescritível3 incon6ig"r>vel o" ilimitadoB por-m3 e7istente3 poderoso e potencialmente H"stoN =ão podereis mediC8o no espa+o e no tempo3 mas <e"s . 5ivem e" si mesmos a e7peri&ncia divinaB elevamCse ao 0ai pelos camin os silenciosos da proc"ra interna e sa%em 1"e 'le a"menta em pro6"ndidade e e7tensão3 na consci&ncia da criat"ra3 tanto 1"anto esta se e7ercita em ir ao /e" encontroN A "manidade de Marte pre6ere a seg"ran+a da 9nt"i+ão3 1"e . or%e3 se disto s"rge a verdade 6"t"ra2 RAMATIS! =ão > desinteresse a%sol"to dos marcianos pela EgenesisE do se" planeta o" sistema solarB mas evitam a6ligirCse3 por1"e con ecem os meios pelos 1"ais ão de con ecer a verdade e7ata.a origem e7ata dos 6atos.erra2 RAMATIS! 'les não alimentam m"itas preoc"pa+. das diretri. /ilenciosa do E'" /"periorEB dei7amCse levar por 'la aos recLnditos dos mist-rios 1"e "ltrapassam as 6ronteiras do sensorial po%re da carne.mais 6>cil a veri6ica+ão e7ata do istGrico dos m"ndos.e7pansiva3 penetrante e incondicional3 em ve.es concept"ais da ci&ncia "mana3 1"e pretende a"topsiar a <ivindade3 no m>rmore 6rio da dAvida e da incerte.es da alma.onadas. 9mensamente interessados na mais %reve li%erta+ão dos m"ndos de 6ormas3 consideram 1"estão de somenos import@ncia a tessit"ra material 1"e reveste as e7perimenta+. 0roc"rais a ca"sa operando nos e6eitos3 en1"anto eles est"dam a 8ei `nica 1"e . As crian+as impacientes3 no vosso m"ndo3 so6rem os e6eitos danin os das 6r"tas verdes3 1"e sa%oreiam premat"ramenteB as mais sensatas e s>%ias esperam o Emomento certoE3 em 1"e as 6r"tas estão mad"ras e sa.seitas3 do"trinas o" 6iloso6ias 1"e tentam e7plic>C8o por con6ig"ra+.a+ão celestial.es e7teriores. /a%em 1"e a resol"+ão do mist-rio divino est> oc"lta em s"as prGprias Eentran asE espirit"ais3 pois o omem 6oi 6eito F imagem de <e"sE e o Ereino de <e"s est> no omemEN *%Hetivam a li%erta+ão a%sol"ta dentro da mat-ria3 mas sem 6"gir da mat-riaB proc"ram compreend&Cla e domin>ClaB t&Cla como escrava e não sen oraB torn>Cla s"%st@ncia pl>stica F vontade do pensamento criador3 em ve.sempre contempor@neo convoscoN <ispensando os atri%"tos prec>rios da 6orma3 os marcianos entregamCse con6iantes a essa 5o.

erra . em campo vi%ratGrio mais alto.es do mais AltoN * advento de cada instr"tor3 em Marte3 "ni6ica ainda mais a s"a "manidade e a apro7ima a6et"osamente3 red".es graves contra os ditames da 8ei <ivina3 dispenso"3 tam%-m3 o oloca"sto de "m redentor para a s"a salva+ão espirit"al.ada em espírito3 . A prGpria vi%ra+ão dessa "manidade e1"ili%rada . Como a "manidade marciana evol"i" paci6icamente3 sem incorrer em in6ra+.AI 'm nosso m"ndo3 o principal 6"ndamento da passagem de 4es"s .indo os conceitos e as interpreta+.mente3 no vosso m"ndo3 ainda contin"ais a semear a divisão e o Gdio e" nome de 4es"s3 o magn@nimo *rientador e ?ni6icadorN 0'R:?=.3 1"e di6icilmente poderíeis entender3 a "manidade de Marte ad1"ire maior 1"ota de 5erdade. Mas não * ostili. * esponsalício divino3 então3 se 6a.am nem * ironi.amB aceitam a mensagem premat"ra3 com o respeito e a con6ian+a 1"e mani6estam a todas as revela+.9/I * 'vangel o da . de 6avorecer "ma trag-dia como a do :Glgota3 1"ando cr"ci6icaram o <ivino Cordeiro 0lanet>rioN * AnHo e7celso 1"e EdesceE F carne3 entre os marcianos3 tra."m EcanalE em a6inidade com o se" AnHo planet>rio3 o 1"al a ela se liga vi%ratoriamente3 na s"a descida a"7iliadora.PERGUNTA: Ho"ve3 tam%-m3 em Marte3 sacri6ício semel ante F cr"ci6ica+ão de 4es"s para a redencão do omem marciano2 RAMATIS! A reden+ão sG se 6a.a s"a mensagem espirit"al e como * interpretam2 RAMATIS! K G%vio 1"e em Marte n"nca se 6ormo" "m clima psicolGgico3 capa. necess>ria ao c amado EpecadorE3 pois a concl"são redentora .o 5er%o Crístico c"rando as c agas e redimindo a maldadeB em Marte3 .sempre posterior F condi+ão de EpecadoE. PERGUNTA: Considerando "m espírito símile de 4es"s3 1"e se mani6esta na 6orma "mana3 de Marte3 1"al . 9n6eli. =essa incorpora+ão de l".a mani6esta+ão da 0oesia do Cosmos3 1"e per6"ma e alentaN 25# .es religiosas F parte. sempre a s"%lime revela+ão da mAsica3 poesia o" pint"ra3 em%ora seHa mensagem avan+adíssima para a massa com"m.o 'stro CGsmico revelando a mAsica das es6erasN * primeiro .ido para as almas doentes3 prod"tos estiolados F 6lor da terra3 por 6alta de n"tri+ão espirit"alN A mensagem do Cristo para a "manidade marciana3 H> verticali.o EmedicamentoE tra.a revela+ão 1"e persiste dos se"s Messias2 RAMA.o se" amoroso 'vangel oB em Marte3 1"al .

erra3 -3 pois3 componente da sociedade dos m"ndos. o ? 1 E*s marcianos levam se"s est"dos de medicina a tal gra" de per6ei+ão3 1"e as doen+as 6oram eliminadas e mesmo os sinais de decrepit"de3 inerentes F vel ice3 são em grande parte evitados.rec o e7traído da revista E* 5eoso!ista*. de C ico Savier3 p>g. p>g. 1 /o% o ponto de vista 6ísico3 os marcianos não di6erem de nGs3 > os lo"ros e os morenos3 gostam de 6lores e as t&m em grande variedade.es pro6"ndamente an>logas Fs da .. 2)3 cap. Federa+ão 'spírita Brasileira. 2 E5i omens mais o" menos semel antes aos nossos irmãos terrícolas. 8ead%eater.avamCse pela s"a variedade de cores e per6"mes.ma Morta*. p>g.. P a#eta Marte 1 EA . Cap3t.E <o livro *Cartas de . H"l oCsetem%ro de 1955 [ A"tor C. Apenas a vegeta+ão era ligeiramente avermel ada3 mas as 6lores e os 6r"tos partic"lari.R Cap3t.are6a dos :"ias 'spirit"aisE3 2 edi+ão C 8iv..E <o livro Emmanuel. 12#3 edi+ão da 8AD'.ma Morta*.E <o livro *Cartas de .. 13 a"tor C. EA .E Q'7traído da revista *= 5eoso!ista*. Revista *= 5eoso!ista*. Cap3t..Notas.Eal-m dos %ra+os tin am ao longo das esp>d"as ligeiras prot"%er@ncias F g"isa de asa 1"e l es prodigali. H"l oCsetem%ro de 19553 p>g. 8ead%eater . o B 1 E?ma Anica líng"a est> em "so em todo o planeta... /"as casas são constr"ídas como cidadesCHardinsB as casas constr"ídas em torno de c"rsos de >g"aB e7teriormente elas parecem constr"ídas de vidro colorido.. 25( . o . 12#3 edi+ão 8AD'. H"l oCsetem%ro 19553 a"tor o clarividente C. Cap3t. 8ead%eater.es de s"as coletividades. Assim como Marte e /at"rno H> atingiram "m estado mais avan+ado em con ecimentos3 mel orando as condi+.E .E . o * 2 E5iCme F 6rente de "m lago maravil oso3 H"nto de "ma cidade 6ormada de edi6ica+.avam interessantes 6ac"ldades volitivas.erra.

erra3 s"perlotada de 6rigorí6icos e de matado"ros.E Q<a o%ra *<ovas Mensagens*. p>g. o *@ 1 E* pro%lema da alimenta+ão essencial atrav-s das 6or+as atmos6-ricas H> 6oi resolvido3 sendo dispens>vel aos se"s a%itantes 6eli. de (C(C 195#3 5J caderno3 se+ão de EAstro%ot@nicaE re6. o *: 1 E0ensa o mesmo H"tc inson 1"e as plantas Ede Marte3 se 6orem 6l"orescentes3 estarão ainda mais %em protegidas e g"arnecidasE.Cap3t.erra.R 259 .es eram 6"ndamentalmente an>logas Fs da .* 1 EAnte os me"s ol os atLnitos3 rasgavamCse avenidas e7tensas e amplas3 onde as constr"+. 5#3 de H"m%erto de Campos3 pelo m-di"m C ico Savier.es a ingestão de vísceras cadav-ricas dos se"s irmãos in6eriores3 como acontece na . p>g. o .iV ov. Q<o Hornal = Estado de 7. a opinião do nat"ralista H"tc inson e corro%orado pelo %iGlogo r"sso . 5#3 de H"m%erto de Campos3 pela psicogra6ia de C ico Savier.R Cap3t.E >*<ovas Mensagens*. Paulo.R Cap3t.

a3 a ar1"itet"ra e transportes3 o encanto transcendental dos cen>rios desse m"ndo3 com "m avan+ado sistema de governo. 0ermite ao nosso c"rioso ol ar penetrar o interior da vida em Marte3 com se"s "sos e cost"mes3 ed"ca+ão e la. Cond". Apenas dois sensitivos no Brasil3 at.A VIDA NO PLANETA MARTE E OS DISCOS VOADORES. RAMATHS j HERCHLIO MAES. s"peravan+ada 1"e movimenta a vida marciana3 as naves espaciais e viagens interplanet>rias.er3 esportes e estr"t"ra social. a vossa !utura realidade espiritual?. <escreve a energia motri. tam$ém. Ramatís vai al-m3 nesta o%ra revol"cion>riaI transporta o leitor para o 1"otidiano da civili.es id&nticas.Cnos F intimidade dos lares marcianos3 para desco%rir como se vestem e alimentam3 como se relacionam3 como vivem3 en6imB como são a medicina e as cren+as3 as 6lores e escolas3 a ci&ncia e as crian+as3 os ElivrosE3 6ilmes3 a mAsica.a+ão marcianaI Francisco C@ndido Savier e Hercilio Maes.oHe3 rece%eram o aval da 'spirit"alidade /"perior para transmitir mensagens so%re a verdadeira nat"re.anto Ramatís 1"anto a mãe de C ico Savier QECartas de "ma MortaER e 9rmão S QE=ovas MensagensER são portadores de notícias c ocantes para o ceticismo dos terr>1"eosI "ma avan+ada civili. . ' garanteI *Marte é um grau sideral ) vossa vanguarda e é. /ão in6orma+. 26) .a+ão marciana3 com s"as cidades de 6ant>stica %ele.a da civili. ' nos visita3 > d-cadas3 nos 6amosos E<iscos 5oadoresE d oHe *5=9s.a+ão3 espirit"al e materialmente considerada3 não sG a%ita o 0laneta Marte3 como nos con ece per6eitamente.