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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas – DECIV Patologia das Construções Patologia:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV

Patologia das Construções

FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas – DECIV Patologia das Construções Patologia: Impermeabilização X Umidade

Patologia:

Impermeabilização

X

Umidade

Impermeabilidade das construções

Impedir a passagem indesejável

água, fluído e vapores
água, fluído e vapores

Pode conter ou dirigir a água para

o local que se deseja.

Importância da impermeabilização

permitir a habitabilidade e funcionalidade da

construção civil.

proteger a edificação de inúmeros problemas

patológicos.

ÁGUA + O 2 + CO 2 + SO N + Cl -

de inúmeros problemas patológicos. ÁGUA + O 2 + CO 2 + SO N + Cl
de inúmeros problemas patológicos. ÁGUA + O 2 + CO 2 + SO N + Cl
de inúmeros problemas patológicos. ÁGUA + O 2 + CO 2 + SO N + Cl

DIFERENTES MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

a

uma série de consequências patológicas:

corrosão de armaduras,

eflorescência,

degradação do concreto e argamassa,

empolamento e bolhas em tintas,

Deterioração de madeiras,

Curtos circuitos.

de

infiltração

água

acarreta

empolamento e bolhas em tintas, • Deterioração de madeiras, • Curtos circuitos. de infiltração água acarreta

custo de uma impermeabilização na

construção civil

custo de uma impermeabilização na construção civil

custo de uma impermeabilização na

construção civil

custo de uma impermeabilização na construção civil quebras de piso cerâmico, granito, argamassas
custo de uma impermeabilização na construção civil quebras de piso cerâmico, granito, argamassas

quebras de

piso cerâmico, granito,

argamassas

custo de uma impermeabilização na

construção civil

custo de uma impermeabilização na construção civil depreciação de valor patrimonial
custo de uma impermeabilização na construção civil depreciação de valor patrimonial

depreciação de valor

patrimonial

custo de uma impermeabilização na

construção civil

A impermeabilização contribui para a saúde

pública:

pois torna os ambientes salubres e mais adequados à prevenção de doenças respiratórias.

para a saúde pública: – pois torna os ambientes salubres e mais adequados à prevenção de

aparecimento de :

eflorescências,

ferrugens,

mofo, bolores,

perda de pinturas, de rebocos

causa de acidentes estruturais.

• ferrugens, • mofo, bolores, • perda de pinturas, de rebocos • causa de acidentes estruturais.
• ferrugens, • mofo, bolores, • perda de pinturas, de rebocos • causa de acidentes estruturais.

Origem de falhas na impermeabilização

Falta de Projeto de Impermeabilização;

Mão-de-obra não qualificada;

Uso de materiais não normalizados;

Preparação inadequada do substrato;

Caimentos insuficientes;

Transito não previsto sobre a

impermeabilização ou revestimento

inadequado.

Pontos por onde a água entra

Telhados e coberturas planas;

Jardineiras de fachadas e jardins;

Calhas de escoamento de água pluvial;

Reservatórios de água, piscina e

tubulações;

Áreas molhadas (banheiro, cozinha);

Esquadrias (peitoril) e portas (soleiras);

Água do terreno.

UMIDADE

manifestação patológica mais

freqüentemente observada nas

edificações

representa 60% dos problemas dos

edifícios, durante sua vida útil (Oliveira e Azevedo (1994) apud Peres (2001)).

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de infiltração;

Umidade ascensional;

Umidade por condensação;

Umidade de obra;

Umidade acidental.

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

Umidade

ascensional;

Umidade por

condensação;

Umidade de obra;

Umidade acidental.

passa das áreas

externas às internas

por pequenas trincas;

alta capacidade dos

materiais absorverem

a umidade do ar;

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

falhas na interface entre elementos construtivos, como planos de parede e portas ou janelas. água da chuva .

 falhas na interface entre elementos construtivos, como planos de parede e portas ou janelas. 

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

Umidade

ascensional;

Umidade por

condensação;

Umidade de obra;

Umidade acidental.

fenômeno de

capilaridade.

Os vasos capilares

pequenos permitem a água subir até o equilíbrio

com a força da gravidade. água originada do solo;

ocorrência em paredes e

pisos;

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

Umidade

ascensional;

Umidade por

condensação;

Umidade de obra;

Umidade acidental.

grande umidade no ar

de obra; • Umidade acidental.  grande umidade no ar existência de superfícies que estejam com

existência de superfícies que estejam

com temperatura <

ponto de orvalho.

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

Umidade

ascensional;

Umidade por

condensação; Umidade de obra; Umidade acidental.

água necessária à

execução dos materiais; desaparece com o tempo

(cerca de seis meses).

encontram-se dentro dos poros dos materiais:

concretos e argamassas, pinturas,

tijolo.

causas da presença de umidade nas

edificações

Umidade de

infiltração;

Umidade ascensional;

Umidade por condensação;

Umidade de obra;

Umidade

acidental.

causada por falhas nos

sistemas de tubulações,

Água de chuva,

Água potável,

Água de esgoto.

NBR 9575 - “Elaboração de Projetos para

Impermeabilização”

a) desenhos:

Plantas de localização e identificação das impermeabilizações

locais de detalhamento

construtivo;

Detalhes genéricos e

específicos que descrevam

graficamente todas as soluções de

impermeabilização.

• Detalhes genéricos e específicos que descrevam graficamente todas as soluções de impermeabilização.

NBR 9575 - “Elaboração de Projetos para Impermeabilização”

b) textos:

Memorial descritivo de materiais e camadas de

impermeabilização;

Memorial descritivo de procedimentos de execução;

descritivo de materiais e camadas de impermeabilização; • Memorial descritivo de procedimentos de execução;

NBR 9575 - “Elaboração de Projetos para Impermeabilização”

b) textos:

Planilha de quantitativos de materiais e serviços;

Metodologia para controle e inspeção dos

serviços;

Cuidados sobre a manutenção da impermeabilização.

• Metodologia para controle e inspeção dos serviços; • Cuidados sobre a manutenção da impermeabilização.

NBR 9575 - “Elaboração de Projetos para Impermeabilização”

NBR 9575 - “Elaboração de Projetos para Impermeabilização”

Projeto

• falta de projeto específico de impermeabilização 42% dos problemas (Antonelli et al.
• falta
de
projeto
específico
de
impermeabilização
42%
dos
problemas (Antonelli
et
al.

(2002)).

Não possibilita o controle da

execução,

Não prevê detalhes construtivos

como arremates.

DETALHES - projeto

pontos onde ocorre a maioria dos problemas em impermeabilizações:

bordas, encontros com ralos, juntas, mudanças de plano, passagem de dutos.

dos problemas em impermeabilizações: – bordas, encontros com ralos, juntas, mudanças de plano, passagem de dutos.

DETALHES - projeto

DETALHES - projeto
DETALHES - projeto

DETALHES -

projeto

DETALHES - projeto
DETALHES - projeto

Umidade ou Infiltração no Telhado

Falhas nos telhados, calhas e tubos de queda;

vazamentos

manifestados

através de

manchas nos forros ou

paredões;

Falhas nos telhados, calhas e tubos de queda; • vazamentos manifestados através de manchas nos forros

Umidade ou Infiltração no Telhado

soldas

incompletas ou danificadas;

ferrugem de

pregos: causa

furos nas calhas;

Caimento

invertido ou

bacias de acumulação

ou danificadas; • ferrugem de pregos: causa furos nas calhas; • Caimento invertido ou bacias de

Umidade ou Infiltração no Telhado

Seção insuficiente: alto volume de chuva,

transbordo de

água;

Umidade ou Infiltração no Telhado • Seção insuficiente: alto volume de chuva, transbordo de água;

Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos e goteiras nos telhados
Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos e goteiras nos telhados

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

Vazamentos em lajes de cobertura - terraços
Vazamentos em lajes de cobertura - terraços

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

Vazamentos em lajes de cobertura - terraços

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

rodapé que estenda até 30cm ou 20cm acima do piso depois

de pronto
de pronto

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

fixação por chapas de fibro-cimento aparafusadas

Vazamentos em lajes de cobertura - terraços fixação por chapas de fibro-cimento aparafusadas

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

penetrar +-10cm para dentro e permanecer

fixada em todo o perímetro, sem arestas vivas

em lajes de cobertura - terraços penetrar +-10cm para dentro e permanecer fixada em todo o

Vazamentos em lajes de cobertura -

terraços

Vazamentos em lajes de cobertura - terraços

Vazamentos em pisos e paredes

pode se originar conforme esses três meios:

vazamentos pela ruptura de canalizações

de água fria, quente, esgoto pluvial, cloacal;

Pela penetração de água da chuva;

Pela percolação de água oriunda do solo,

por ascensão capilar

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes
Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos

em pisos e

paredes

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos

Vazamentos

Vazamentos em pisos e paredes

reboco poroso,

o reboco salpicado,

é capaz de reter água,

que irá atravessar a

parede.

Vazamentos em pisos e paredes

Vazamentos em pisos e paredes

umidade que sobe do solo por

capilaridade

Danos típicos provocados pela

umidade ascendente :

Manchas na base das

construções;

Destruição dos rebocos e da

argamassa de ligação, pela

formação de sulfatos e pela sua

consequente subida;

− Formação de bolores;

− Aumento da dispersão de

calor proveniente do interior do edifício;

subida; − Formação de bolores ; − Aumento da dispersão de calor proveniente do interior do

umidade que sobe do solo por

capilaridade

Danos típicos provocados pela

umidade ascendente :

− Alvenarias das paredes mais

frias onde se verificam com muita

facilidade fenômenos de condensação;

Ambiente insalubre;

− Destacamento das camadas

superficiais nalgumas pedras e no

tijolo, por efeito da

cristalização de sais.

insalubre ; − Destacamento das camadas superficiais nalgumas pedras e no tijolo, por efeito da cristalização

umidade que sobe do solo por

capilaridade

umidade que sobe do solo por capilaridade

Eflorescências

Fatores que contribuem:

Devem agir em conjunto:

teor de sais solúveis

pressão hidrostática para proporcionar a migração

para a superfície

presença de água

Fatores externos que contribuem:

quantidade de água

tempo de contato

elevação da temperatura

porosidade dos componentes

Eflorescências

Os casos mais

comuns são:

Escadas e piscinas,

fachadas ou

acabamentos verticais

de granito, cerâmicas,

pastilhas, etc.,

alvenarias aparentes,

e piscinas, • fachadas ou acabamentos verticais de granito, cerâmicas, pastilhas, etc., • alvenarias aparentes,
e piscinas, • fachadas ou acabamentos verticais de granito, cerâmicas, pastilhas, etc., • alvenarias aparentes,
Eflorescências Os casos mais comuns são: • pisos em contato com solos úmidos, • pingadeiras,
Eflorescências Os casos mais comuns são: • pisos em contato com solos úmidos, • pingadeiras,

Eflorescências

Os casos mais

comuns são:

pisos em contato com solos úmidos,

pingadeiras,

arremates de caixilhos,

trincas nas fachadas com pinturas,

Concreto aparente.

Expansão na superfície do tijolo

Expansão na superfície do tijolo

Expansão na superfície do tijolo

Expansão na superfície do tijolo

Bolor

Bolor

Eflorescencia em fachada cerâmica

Eflorescencia em fachada cerâmica

Bolor, mancha umidade

Bolor, mancha umidade

Fissuras causadas por movimentações

higroscópicas

mudanças higroscópicas

por movimentações higroscópicas mudanças higroscópicas modificações nas dimensões dos materiais porosos

modificações nas dimensões dos

materiais porosos

higroscópicas mudanças higroscópicas modificações nas dimensões dos materiais porosos componentes da construção.

componentes da construção.

Fissuras causadas por movimentações

higroscópicas

mudanças higroscópicas

por movimentações higroscópicas mudanças higroscópicas modificações nas dimensões dos expansão materiais

modificações nas dimensões dos

mudanças higroscópicas modificações nas dimensões dos expansão materiais porosos Restrição das movimentações

expansão

materiais porosos

higroscópicas modificações nas dimensões dos expansão materiais porosos Restrição das movimentações retração

Restrição das

movimentações

retração

higroscópicas modificações nas dimensões dos expansão materiais porosos Restrição das movimentações retração
higroscópicas modificações nas dimensões dos expansão materiais porosos Restrição das movimentações retração

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

trincas horizontais na alvenaria, provenientes

da expansão por umidade dos tijolos: o painel é

solicitado à compressão na direção horizontal.

provenientes da expansão por umidade dos tijolos: o painel é solicitado à compressão na direção horizontal.

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

Expansão dos tijolos por absorção de umidade

provoca o fissuramento vertical da alvenaria

higroscópicas • Expansão dos tijolos por absorção de umidade provoca o fissuramento vertical da alvenaria
higroscópicas • Expansão dos tijolos por absorção de umidade provoca o fissuramento vertical da alvenaria

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

trincas nas peças estruturais: a expansão da

alvenaria solicita o concreto à tração.

higroscópicas • trincas nas peças estruturais: a expansão da alvenaria solicita o concreto à tração.

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

trincas horizontais na base de paredes:

a alvenaria que está diretamente em contato com o solo absorve umidade e apresenta movimentações diferenciadas em relação às fiadas superiores.

em contato com o solo absorve umidade e apresenta movimentações diferenciadas em relação às fiadas superiores.

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

A argamassa do topo da parede absorve água

e movimenta-se diferencialmente ao corpo do muro, tendo como consequência o

destacamento do mesmo.

parede absorve água e movimenta-se diferencialmente ao corpo do muro, tendo como consequência o destacamento do

Trincas provocadas por

movimentações higroscópicas

Trincas provocadas por movimentações higroscópicas

Escolha da impermeabilização

Os principais fatores que devem ser levados em

consideração são:

pressão hidrostática,

frequência de umidade,

exposição ao sol,

exposição a cargas,

movimentação da base

e extensão da aplicação.

atuação da água

Água de percolação:

atua em terraços, coberturas e fachadas, livre escoamento, sem exercer pressão sobre os elementos da construção;

CHUVA

Água de condensação:

atua

quando

atmosférico;

ocorre

a

condensação

do

ar

atuação da água

Água com pressão: atua em subsolos, caixas

d'água, piscinas, exercendo força hidrostática sobre a impermeabilização.

Pode ser de dois tipos:

Água

sob

pressão

negativa:

exerce

pressão

hidrostática de forma inversa à impermeabilização;

Água

sob

pressão

positiva:

exerce

pressão

hidrostática de forma direta na impermeabilização.

Umidade por capilaridade: é a ação da

água sobre os elementos das construções que estão em contato com bases alagadas ou

solo úmido.

Sistemas Impermeabilizantes

Quanto à aderência ao substrato:

Aderido:

material substrato,

impermeabilizante

é

totalmente

fixado

ao

fusão

do

próprio

material

ou

por

colagem

com

adesivos, asfalto quente ou maçarico.

Semi-aderido:

aderência é parcial e localizada em alguns pontos, como

platibandas e ralos.

Flutuante:

a impermeabilização é totalmente desligada do substrato

é utilizada em estruturas de grande deformabilidade.

Sistemas Impermeabilizantes

Quanto à aderência ao substrato:

Aderido:

material substrato,

impermeabilizante

é

totalmente

fixado

ao

fusão

do

próprio

material

ou

por

colagem

com

adesivos, asfalto quente ou maçarico.

Semi-aderido:

aderência é parcial e localizada em alguns pontos, como

platibandas e ralos.

Flutuante:

a impermeabilização é totalmente desligada do substrato

é utilizada em estruturas de grande deformabilidade.

Sistemas Impermeabilizantes

  Aderido:  material substrato,  fusão do próprio
 Aderido:
 material
substrato,
 fusão
do
próprio

Quanto à aderência ao substrato:

impermeabilizante

é

totalmente

fixado

ao

ou

por

colagem

com

material

adesivos, asfalto quente ou maçarico.

Semi-aderido:

aderência é parcial e localizada em alguns pontos, como

platibandas e ralos.

Flutuante:

a impermeabilização é totalmente desligada do substrato

é utilizada em estruturas de grande deformabilidade.

Sistemas Impermeabilizantes

Quanto à aderência ao substrato:

Aderido:

material substrato,

impermeabilizante

é

totalmente

fixado

ao

fusão

do

próprio

material

ou

por

colagem

com

adesivos, asfalto quente ou maçarico.

Semi-aderido:

aderência é parcial e localizada em alguns pontos, como

platibandas e ralos.

Flutuante:

a impermeabilização é totalmente desligada do substrato

é utilizada em estruturas de grande deformabilidade.

Sistemas Impermeabilizantes

podem ser divididos em:

Rígidos

não trabalham junto com a estrutura

(substrato),

Não apropriado para áreas expostas a grandes variações de temperatura.

Flexíveis

conjunto de materiais ou produtos

aplicáveis nas partes construtivas sujeitas à fissuração.

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

a) Argamassa

impermeável

aditivo

com

hidrofugante

utilizadas para impermeabilizações de

g a n t e • utilizadas para impermeabilizações de elementos que não estejam sujeitos a

elementos que não estejam

sujeitos a movimentações estruturais = formação de

trincas e fissuras.

Pressão negativa.

Rígidos:

Rígidos:

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) Cimentos cristalizantes

impermeabilizantes rígidos, à base de cimentos especiais e

aditivos minerais,

possuem a propriedade de penetração nos capilares da

estrutura, formando um gel que

se cristaliza e impermeabiliza.

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) cristalizantes líquidos

à base de silicatos e resinas que são

injetados,

por efeito de cristalização,

preenchem a

porosidade das alvenarias de tijolos

maciços, bloqueando a umidade ascendente

O produto utiliza a própria água da estrutura para se cristalizar, isto elimina a necessidade

O produto utiliza a

própria água da

estrutura para se cristalizar, isto elimina a necessidade de

rebaixamento do lençol freático e não altera a potabilidade da água.

se cristalizar, isto elimina a necessidade de rebaixamento do lençol freático e não altera a potabilidade

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) Cimento impermeabilizante de pega ultra-

rápida

produto é usado como aditivo liquido de

pega ultra-rápida em pastas de cimento.

inicio de pega entre 10 e 15 segundos e fim entre 20 e 30 segundos,

possui

de

alta

aderência

grande

poder

e

tamponamento (SIKA, 2008).

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) Argamassa polimérica

cimentos especiais + látex de polímeros

aplicados

sob

forma

de pintura

a

sobre

o

substrato, formando uma película impermeável,

Excelente aderência,

impermeabilização para pressões d’água positivas e/ou negativas.

pode ser aplicado sobre superfícies de concreto,

alvenaria ou argamassa,

primeira demão: sobre o substrato úmido

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) Argamassa polimérica

Sistemas Impermeabilizantes  Rígidos: b) Argamassa polimérica

Sistemas Impermeabilizantes

Rígidos:

b) Argamassa polimérica

Sistemas Impermeabilizantes  Rígidos: b) Argamassa polimérica

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilização Flexível:

aplicáveis

sujeitas à fissuração podem ser de dois tipos:

nas

partes

construtivas

moldadas no local e chamadas de membranas

pré-fabricadas

de

e

chamadas

mantas.

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilização

Flexível:

Membrana acrílica

à

base

de

resinas

acrílicas dispersas,

Impermeabilização de

cobertura,

lajes

marquises, telhados.

de

acrílica  à base de resinas acrílicas dispersas,  Impermeabilização de cobertura, lajes marquises, telhados. de

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilização Flexível:

Membrana acrílica

Sistemas Impermeabilizantes  Impermeabilização Flexível:  Membrana acrílica

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilização

Flexível:

Membranas

asfálticas

CAP (Cimento

Asfáltico de

Petróleo) substrato seco

 Impermeabilização Flexível:  Membranas asfálticas  CAP (Cimento Asfáltico de Petróleo)  substrato seco

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilizaçã o Flexível:

Membranas

 Impermeabilizaçã o Flexível:  Membranas asfálticas  baldrames e fundações de concreto, 

asfálticas

baldrames e fundações

de concreto, bloqueador de umidade em contrapisos -pisos de madeira.

Sistemas Impermeabilizantes

Impermeabilização Flexível:

pré-fabricadas e chamadas de mantas Mantas asfálticas

Impermeabilizantes  Impermeabilização Flexível:  pré-fabricadas e chamadas de mantas  Mantas asfálticas

Patologias causadas pela má

impermeabilização ou falta da mesma

Patologias causadas pela má impermeabilização ou falta da mesma

principais causas de patologias em

impermeabilizações.

Baixa Qualidade dos materiais

impermeabilizantes;

Falta de impermeabilização;

Escolha de materiais inadequados;

Dimensionamento inadequado para o escoamento das águas pluviais;

A não consideração do efeito térmico sobre a

laje;

principais causas de patologias em

impermeabilizações.

Pouco caimento para o escoamento das

águas;

Execução inadequada da impermeabilização;

Má execução das juntas;

Rodapés mal executados;

Acabamento mal executado no entorno de ralos;

Acabamento mal executado em passagens de

tubulações pela laje;

principais causas de patologias em

impermeabilizações.

Rachaduras da platibanda;

Vazamento de tubulações furadas ou

rachadas;

Entupimento de ralos;

Ruptura da impermeabilização;

Ruptura de revestimentos cerâmicos;

ANÁLISE E SUGESTÕES DE

IMPERMEABILIZAÇÕES

ANÁLISE E SUGESTÕES DE IMPERMEABILIZAÇÕES

Solução através do lado externo da parede

Associado ao sistema impermeabilizante executar um

sistema de drenagem localizado entre o aterro e a impermeabilização

membranas acrílicas ou

argamassa

modificada com polímeros, mantas asfálticas

entre o aterro e a impermeabilização membranas acrílicas ou argamassa modificada com polímeros, mantas asfálticas

Solução através do lado interno da parede

a) Marcar uma faixa com um metro de altura acima do

nível da terra acostada em toda a extensão de parede em que aparece a umidade;

b) Nessa área demarcada deve-se remover todo o

revestimento superficial da parede expondo a alvenaria;

c) Fechar as irregularidades com uma argamassa bem

desempenada;

d)

Com a parede molhada, aplicar uma demão de argamassa polimérica.

e)

Após um intervalo de seis horas entre cada demão,

aplicar mais três demãos, totalizando quatro demãos.

f)

Depois de impermeabilizada a parede, executa-se

novamente o revestimento. Usar argamassa com

aditivo hidrófugo.

Fundações

Fundações

Fundações

Fundações

Fundações

Fundações

Fundações

Fundações

a)

Primeiramente deve-se delimitar a

área a ser tratada, marcando uma faixa desde o piso até a altura de 1 m;

b)

Retirar todo o reboco da área a

tratar;

c)

Executam-se duas linhas de furos

intercaladas entre si, a primeira a 10

cm do piso e a segunda a 20 cm. Os furos devem ser com uma inclinação de 45°;

d)

Saturar os furos com água para a aplicação do produto;

e)

Aplica-se o produto por gravidade, sem necessidade de pressão e, sim,

de saturação;

f)

Executa-se novamente o revestimento. Usar argamassa com aditivo hidrófugo no mesmo.

a) marcar uma faixa desde o piso até a altura de 1 m;

b) Retirar todo o reboco da área a tratar; c) Executam-se duas linhas de furos intercaladas

entre si, a primeira a 10 cm do piso e a segunda a

20 cm.

d) Os furos devem ser com uma inclinação de 45°

intercaladas entre si, a primeira a 10 cm do piso e a segunda a 20 cm.

Boxes de banheiros

Boxes de banheiros

Boxes de banheiros

Boxes de banheiros

Para qualquer tipo de sistema impermeabilizante

escolhido devem-se seguir as etapas:

a)

Remover o revestimento cerâmico do box;

b)

Remoção da impermeabilização antiga;

c)

Regularização e arremates necessários,

principalmente no ralo;

d)

Execução de nova impermeabilização;

e)

Execução de teste de estanqueidade;

f)

Execução de proteção mecânica;

g)

Execução de novo revestimento cerâmico;

h)

Recuperar o revestimento interno e externo danificado.

Lajes de cobertura

Lajes de cobertura

Lajes de cobertura

Lajes de cobertura