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Projeto de Eduação a Distância (EaD) Pós Graduação Unb CEAD Najh Yusuf Saleh Ahmad.

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Projeto de Aplicação em EaD - Utilização de uma Comunidade Virtual no Aprendizado do Componente Curricular Física no 3º Segmento da Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - UnB CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - CEAD NAJH YUSUF SALEH AHMAD

PROJETO DE APLICAÇÃO EM EAD UTILIZAÇÃO DE UMA COMUNIDADE VIRTUAL NO APRENDIZADO DO COMPONENTE CURRICULAR FÍSICA NO 3º SEGMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL

Brasília - DF MARÇO - 2008

NAJH YUSUF SALEH AHMAD

PROJETO DE APLICAÇÃO EM EAD UTILIZAÇÃO DE UMA COMUNIDADE VIRTUAL NO APRENDIZADO DO COMPONENTE CURRICULAR FÍSICA NO 3º SEGMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL

Monografia apresentada à Comissão Examinadora do Centro de Educação a Distância da Universidade de Brasília como exigência para a obtenção do título de especialista na área de Educação a Distância

Orientador: Dr. José Vieira de Sousa Co-Orientadora: MSc. Larissa Medeiros

Brasília - DF MARÇO – 2008 ii

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - UnB CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - CEAD

PROJETO DE APLICAÇÃO EM EAD UTILIZAÇÃO DE UMA COMUNIDADE VIRTUAL PARA O APRENDIZADO DO COMPONENTE CURRICULAR FÍSICA NO 3º SEGMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL

Este trabalho de monografia, quesito parcial para obtenção do título de especialista na Universidade de Brasília, área de Educação a distância, foi apreciado por uma Banca Examinadora constituída pelos professores:

___________________________________________________ Prof. Dr. José Vieira de Sousa – FE/UnB

___________________________________________________ Profª MSc Larissa Medeiros – CEAD/UnB

_____________________________________________________

Brasília - DF MARÇO – 2008 iii

Dedico este trabalho com grande alegria e carinho primeiramente a Deus por conceder o dom da vida e sempre guiar os meus caminhos; a minha mãe, pelo amor, paciência, compreensão, incentivos, compartilhamento de idéias e disposição para me ouvir e apoiar; aos meus irmãos pelo apoio constante e pela grande importância em minha vida.

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AGRADECIMENTOS

Aos meus irmãos e amigos em Cristo Jesus, e a todos que de forma direta ou indireta estiveram presentes em minha vida acadêmica e que participaram e contribuíram para o meu desempenho espiritual, moral, pessoal e profissional. Estendo em ato singelo o meu agradecimento ao empenho da Direção, Coordenação da CEAD/UNB, ao Orientador e a Co-Orientadora do presente trabalho Prof. Dr. José Vieira de Sousa e a Prof(a). MSc. Larissa Medeiros respectivamente. Com afeto e estima agradeço as maravilhosas Tutoras, pois, sem elas a Pós Graduação não alcançaria o sucesso. Elas, sem exceção, demonstraram competência, capacidade, destreza, conhecimento e, ainda, de forma vítrea formaram a ponte entre o mundo virtual e o real, foram sinônimos das palavras: Carinho, Respeito, Satisfação e Amor. Eu só posso dizer: Muito Obrigado! Ana Cristina Dusi, tutora em Fundamentos de Ead e Gestão de Programas de Educação a Distância. Regina Werneck, tutora em Abordagens Teóricas em EaD e Planejamento e Avaliação de Cursos a Distância. Maja Meira, tutora em Mediatização em EaD. Clara Alcione Martins, tutora em Implantação de Programas de Educação a Distância. Larissa Medeiros, tutora em Métodos e Técnicas de Pesquisa em Educação a Distância. Aos(As) colegas da Turma do Curso e especial a Marília de Melo e Silva que mostrou como as amizades podem ser cultivadas no mundo virtual. Aos amigos Egon Guilherme, Higor Filipe, Bruno Vendruscolo, Cinthya, Luciana, Rodrigo Miranda, Ozzy, Leandro, Thiago Santos e aos colegas da Tiger Zone.

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RESUMO

O presente projeto de aplicação em EAD visa utilizar as Novas Tecnologias da Informação e das Comunicações – NTIC existentes no mercado de forma simples e inovadora buscando solucionar os diversos problemas no ensino do componente curricular Física na esfera da Educação de Jovens e Adultos, seguindo as Diretrizes Curriculares Nacional do Ministério da Educação e as Normas do Conselho de Educação do Distrito Federal e aquelas emitidas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal cumprindo o legado da Constituição Federal do Brasil e a Lei de Diretrizes e Base da Educação Brasileira. Tendo como resultado esperado a) capacitar alunos(as) da EJA na modalidade a da Educação a Distância, no componente curricular Física no 3º (terceiro) segmento.; b) contribuir no ensinoaprendizagem capacitando os(as) alunos(as) participantes do curso a vencerem as dificuldades do componente curricular Física.;c) Desenvolver metodologias de ensino-aprendizagem focadas na vivência do aluno(a) em EaD. Almeja-se que por intermédio deste Projeto de Aplicação em EaD que surja uma Comunidade Virtual que suplante as dificuldades inerentes ao Componente Curricular com uma linguagem clara, direta e eficaz. O Projeto de Aplicação em EaD e a respectiva Comunidade Virtual foram projetados, montados no site: http://educar21.ensinar.org

Palavras Chaves: Projeto de Aplicação, Comunidade Virtual de Aprendizagem, Educação Jovens e Adultos, Componente Curricular, Física.

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ABSTRACT

The present project of application in EAD aims at to use the New Technologies of the Information and Communications - NTIC existing in the market of simple and innovative form being searched to solve the diverse problems in the edu­ cation of the curricular component Physical in the sphere of Adult the Young Education of and, following the Curricular Lines of direction National of the Ministry of the Education and the Norms of the Advice of Education of the Fed­ eral District and those emitted by the Secretariat of Education of the Federal District fulfilling to the legacy of the Federal Constitution of Brazil and the Law of Lines of direction and Base of the Education Brazilian. Having as resulted waited) in the distance to enable students of the EJA in the modality of the Ed­ ucation, in the Physical curricular component in 3º (third) segment; b) to con­ tribute in the teach-learning enabling the students participant of the course to win the difficulties of the curricular component physical;c) To develop method­ ologies of teach-learning in the experience of student in EaD. Is longed for that for intermediary of this Project of Application in EaD that appears a Virtual Community that supplants the inherent difficulties to the Curricular Component with a clear, direct and efficient language. The Project of Application in EaD and the respective Virtual Community had been projected, mounted in the site: http://educar21.ensinar.org

Keywords: Implementation Project, Virtual Community for Learning, Youth and Adult Education, Curriculum Component, Physics.

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SUMÁRIO DEDICATÓRIA AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT LISTA DE QUADROS E TABELAS LISTA DE FIGURA, ORGANOGRAMA E SIGLAS LISTA DOS ROTEIROS 1. INTRODUÇÃO 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO PROJETO 2.1 ACERVO JURÍDICO-NORMATIVO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL. 2.2. A UTILIZAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 2.3 TÍTULO 2.3.1 Curso 2.3.2 Área de Conhecimento: 2.3.3 O componente curricular Física 2.3.4 Regime: Modular. 2.3.5 Delimitação Modular para Estudo 2.3.6 Foco de Estudos: 2.3.7 Número de Vagas 2.4 – A UTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL 2.5 METODOLOGIA DA EJA 2.5.1. Recursos Instrucionais 2.5.2 Planejamento 2.5.3. A Educação no Brasil e em especial no Distrito Federal indicada pelos Números 2.6. COMUNIDADE VIRTUAL E A TRANSFORMAÇÃO DO ALUNO EM PESQUISADOR viii iv v vi vii xi xii xiii 14 20 21 23 25 25 25 25 25 25 25 25 25 26 27 28 28 33

3. OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL 3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 4. PÚBLICO-ALVO 5. A ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO EM EAD 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 7. METODOLOGIA 8. ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA E DIDÁTICA DO CURSO 8.1 SISTEMA DE TUTORIA 8.2 RESULTADOS ESPERADOS 8.3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 8.4 RECURSOS TECNOLÓGICOS DA PLATAFORMA ENSINAR 8.4.1 Gerenciamento de Cursos 8.4.2 Gerenciamento de Usuários 8.4.3 Pagamento da Plataforma 8.4.4 Plataforma Integrada de Serviços 8.4.5 Integram os recursos da Plataforma: 8.4.6 Outros Serviços da Plataforma Ensinar 9. ASPECTOS GERAIS DO PROJETO. 10. OS MATERIAIS DIDÁTICOS 11. AVALIAÇÃO DOS MATERIAIS 11.1 AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICA 12. ESQUEMA TÉCNICO DA COMUNIDADE VIRTUAL 12.1 DESENHO INSTRUCIONAL E AVALIAÇÃO DO CURSO A DISTÂNCIA E DA COMUNIDADE VIRTUAL 12.1.1 Objetivo Geral 12.1.2 Objetivo Específico 12.1.3 Mapa do Curso - Divisão 12.2 PRINCÍPIOS DA CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA

35 35 35 36 37 38 39 40 41 42 42 43 44 44 44 44 45 45 46 48 49 49 52 53 53 53 53 54

12.3 AMBIENTE ABERTO DE APRENDIZAGEM 13. CRONOGRAMA 14. PARCERIAS 15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO 16. SISTEMA DE DIVULGAÇÃO 17. ORÇAMENTO 18. CONCLUSÃO 19. REFERÊNCIAS ANEXO I – EMENTÁRIO ANEXO II - VISUALIZAÇÃO SITE: http://educar21.ensinar.org

57 58 60 61 62 63 64 65 68 70

ANEXO III - PROJETO PEDAGÓGICO E ESTRUTURAL DOS MÓDULOS ORGANOGRAMA – ROTEIRO DAS AULAS E O MAPA DO CURSO MOSTRA 74 A SEQÜÊNCIA DOS MÓDULOS

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LISTA DE QUADROS E TABELAS QUADROS QUADRO 1 - INDICE DE CRESCIMENTO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO ENTRE 2004 E 2005 QUADRO 2 - NÚMERO DE BRASILEIROS MATRICULADOS EM CURSOS DE EAD, EM 2004, EM INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS OFICIALMENTE E EM SEIS OUTRAS INSTITUIÇÕES. QUADRO 3 – CODEPLAN - POPULAÇÃO URBANA, SEGUNDO A ESCOLARIDADE NO DF – 2004 QUADRO 4 - REDE PÚBLICA - QUATITATIVO DE ALUNOS DE EJA DO 1º E 2º SEGMENTO QUADRO 5 - OFERTA DE TURMAS DE EJA PELO SISTEMA PÚBLICO POR SEGMENTOS/TURNO EM CADA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE ENSINO - 2006/2º SEMSTRE QUADRO 6 - INDICADORES EDUCACIONAIS 2000 A 2004 QUADRO 7 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO QUADRO 8 - PESOS DE AVALIAÇÃO QUADRO 9 - CRONOGRAMA GERAL DE APLICAÇÃO DO PROJETO E CURSO 20

21

31 31

32 32 38 43 59

TABELAS TABELA 1 - EVOLUÇÃO DA MATRÍCULA, AO LONGO DOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS (2004-2007) TABELA 2 - MATRÍCULAS ENTRE OS ANOS DE 2004 A 2007 TABELA 3 - TAXA DE ANALFABETISMO 29 30 32

TABELA 4 - DIFERENÇAS DAS TAXAS DE ANALFABETISMO FUNCIONAL 33 ENTRE AS GRANDES REGIÕES. TABELA 5 – PARALELO ENTRE A EDUCAÇÃO PRESENCIAL E A PRESENTICAL. TABELA 6 – ORÇAMENTO. 41 63

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LISTA DE FIGURA, ORGANOGRAMA E SIGLAS FIGURAS FIGURA 1 - PLATAFORMA ENSINAR -ESQUEMA FIGURA 2 - O PRESENTE PROJETO DE APLICAÇÃO EM EAD ESQUEMA 44 52

ORGANOGRAMA 1 ANEXO III

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SIGLAS ABRAEAD Art CD-ROM CEAD CEB CEDF CESAS CNE CV CVA D.O.U. DF EAD EJA FUNALFA IBGE INEP LDB MEC NEAD NTIC PCs PNE SEDF SEED SENAC – RJ
SENAI

TIC UAB UnB

Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância Artigo Compact Disc read-only memory / Traduz-se aproximadamente em língua portuguesa para Disco Compacto - Memória Apenas para Leitura Coordenadoria de Educação a Distância Câmara de Educação Básica Conselho de Educação do Distrito Federal Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul Conselho Nacional de Educação Comunidade Virtual Comunidade Virtual de Aprendizagem Diário Oficial da União Distrito Federal Educação a Distância Educação de Jovens e Adultos Fundo de Apoio ao Programa Permanente de Alfabetização e Educação Básica para jovens e Adultos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LEI 9.394/96 Ministério da Educação NEAD - Núcleo de Educação a Distância Novas Tecnologias de Informação e Comunicação Personal Computers/ Computadores Pessoais Plano Nacional de Educação Secretaria de Estado da Educação do Governo do Distrito Federal Secretaria de Educação a Distância do MEC Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Rio de Janeiro Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Tecnologias de Informação e Comunicação Universidade Aberta do Brasil Universidade de Brasília

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LISTA DOS ROTEIROS - ANEXO III

ROTEIRO 1 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO VI ROTEIRO 2 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO II ROTEIRO 3 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO III ROTEIRO 4 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO IV ROTEIRO 5 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO V ROTEIRO 6 - ROTEIRO DAS AULAS DO MÓDULO VI ROTEIRO 7 – CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO I ROTEIRO 8 – CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO II ROTEIRO 9 – CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO III ROTEIRO 10 – CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO IV ROTEIRO 11 - CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO V ROTEIRO 12 - CONTEÚDO DAS AULAS DO MÓDULO VI

75 75 75 76 76 76 77 79 80 82 83 85

xiii

1. INTRODUÇÃO Este projeto trata da concepção e organização do Projeto de Aplicação em Educação a Distância, tendo com foco o componente curricular Física para alunos (as) da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Distrito Federal, utilizando os meios de aprendizagem de uma Comunidade Virtual. O objetivo é contribuir no ensino-aprendizagem capacitando os (as) alunos (as) da EJA para vencerem as dificuldades do referido componente curricular evitando, assim, as evasões, reprovações às barreiras da aprendizagem. A educação a distância é uma modalidade de ensino-aprendizagem que rompe as barreiras do tempo e do espaço, promovendo diferentes formas de interação entre alunos e professores (UnB, 2006). A modalidade de educação à distância, ao utilizar a rede, recorre às tecnologias de comunicação e informação, criando as Comunidades Virtuais assim denominadas por Rheingold (1996, p.18):
[“...] comunidades virtuais são os agregados sociais surgidos na Rede, quando os intervenientes de um debate o levam por diante em número e sentimento suficientes para formarem teias de relações pessoais no ciberespaço”. (grifo nosso)

Sartori e Roesler (2006) esclarecem que em uma comunidade virtual as relações realizam-se mediadas pelo computador, o qual passa a ser um território da ação a distância das pessoas, pois ali se materializam as relações sociais, culturais e de conhecimento. Weber (1987, p.77) chama a atenção que uma comunidade tem a ação social e fundamentação em um laço emocional e afetivo:
Chamamos de comunidade a uma relação social na medida em que a orientação da ação social, na média ou no tipo ideal baseia-se em um sentido de solidariedade: o resultado de ligações emocionais ou tradicionais dos participantes (WEBER, 1987, p.77).

E que a noção de comunidade está ligada à noção de compartilhamento, de pertencimento a determinado lugar vivido como espaço de relações intersubjetivas que segundo Rousiley C. M. Maia (1999):
Ao longo da modernização das sociedades, as noções de solidez e homogeneidade, anteriormente relacionados à noção de comunidade, são substituídas pela noção de identidades situadas (de pessoas ou grupos) em locais que poderiam estar dispersos. (MAIA,1999, p.14)

Segundo Kenski (2001), uma das características predominantes das Comunidades Virtuais é o fator do entrosamento e, outrossim, o poder de evitar o

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isolamento nos centros urbanos com o uso das ferramentas comunicativas disponíveis na Internet – como o correio eletrônico, os chats (conversas) e fóruns de discussão – que garantem maior troca e diálogo entre professores e alunos, bem como alunos e alunos. Articuladas com as mais novas tecnologias – como a inserção de vídeos, a comunicação via voz, a visualização dos participantes em tempo real, ou seja, no momento que estão em aula, uso de simuladores tridimensionais etc. - as mídias digitais caminham para a integração de suas possibilidades, oferecendo condições que viabilizam o desenvolvimento de projetos educacionais para qualquer pessoa, a qualquer tempo e em qualquer lugar, desde que tenha acesso ao computador e à Internet. A comunidade virtual dedicada ao processo educativo é denominada de Comunidade Virtual de Aprendizagem (CVA). O sentido da existência de uma CVA é a ação coletiva dentro de uma situação gnosiológica. Neste sentido, as Comunidades Virtuais de Aprendizagem representam à possibilidade de uma troca de saberes, uma vez que a interlocução no grupo cria a possibilidade de uma identidade compartilhada, bem como novas possibilidades de construção do conhecimento. As Comunidades Virtuais de Aprendizagem promovem um novo modo do ser, de saber e de apreender, em que cada novo sistema de comunicação da informação cria novos desafios, que implicam novas competências e novas formas de construir conhecimento. É interessante ressaltar que essas novas formas de aprender, que estão surgindo, aproximam-se, cada vez mais, da maneira com que os seres humanos constroem naturalmente a sua inteligência. Por isso mesmo, talvez não sejam “novas formas” e sim um efetivo enriquecimento das formas naturais de aprender, uma vez que a inteligência se desenvolve sempre na e pela interação, fator não reconhecido ou considerado pelo ensino tradicional. (MAGDALENA E COSTA, 2003). Para Lévy (1999), os fatores preponderantes na personificação da identidade de uma comunidade são: a ação da circulação de objetos e pessoas e a globalização da nossa sociedade, que resultam e promovem o surgimento de novas formas de aglutinação e organização de pessoas, que se aproximam por meio de diversos meios de comunicação, onde, provocam o surgimento das comunidades virtuais. O presente projeto de aplicação em EAD visa a utilizar as Novas

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Tecnologias da Informação e das Comunicações – NTIC existentes no mercado de forma simples e inovadora buscando solucionar os diversos problemas no ensino. O projeto busca inserir as Novas Tecnologias da Informação e das Comunicações – NTIC a favor do ensino e aprendizagem do aluno da EJA na modalidade EaD no componente curricular Física e seguir as Diretrizes Curriculares Nacional do Ministério da Educação e as Normas do Conselho de Educação do Distrito Federal e as emitidas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. Almeida (2003) apresenta a EaD com altos índices de desistência, mas que a mesma está disseminada em todas as partes do mundo, devido à sua potencialidade de atender a crescente parcela da população que demanda pela formação (inicial ou continuada) a fim de adquirir condições de competir no mercado de trabalho. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) - LEI 9.394/96 em seu bojo apresenta uma nova forma de aprendizagem e com isso a educação brasileira está experimentando transformações diversas. Fato esse, que é observado devido à maior liberdade e autonomia tanto no ponto de vista pedagógico-administrativo como na financeira das instituições educacionais para elaborarem seus projetos pedagógicos. A Lei Federal n. 10.172/2001, que aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE) em 09/01/01, que ressalta a importância da educação à distância e define prazos para sua implantação e consolidação. O governo criou programas, projetos e ações que dêem conta da política de desenvolvimento da EAD no Brasil, por meio da Secretaria de Educação a Distância do MEC (SEED). A SEED foi criada em 1995, com a missão de atuar como agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e da educação à distância aos métodos didático-pedagógicos das escolas públicas (NEAD, 2007). A Educação a Distância foi encampada pela Educação de Jovens e Adultos pelo Parecer CNE/CEB n. 41/02 e Decreto n. 5.622/05. Aretio (2001) expõe que “a educação a distância se baseia em um diálogo didático mediado entre o professor (instituição) e o estudante que, localizado em espaço diferente daquele, aprende de forma independente (cooperativa)”. As características principais da modalidade são: a) a quase permanente

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separação do professor e aluno no espaço e no tempo; b) o estudo independente no qual o aluno controla o tempo, espaço, determinado ritmos de estudo e, em alguns casos, itinerários, atividades, tempo de avaliação, etc.; c) a comunicação mediada de via dupla entre professor e estudante; d) o suporte de uma instituição que planeja, projeta, produz materiais, avalia e realiza o seguimento e motivação do processo de aprendizagem através da tutoria. A EaD é um tipo de ensino que o foco está no aluno e não na turma. Este aluno deve ser considerado como um sujeito do seu aprendizado, desenvolvendo autonomia e independência em relação ao professor, que o orienta. A Educação a Distância vai mais além, pois, pode-se atender, em geral, a uma população estudantil dispersa geograficamente e, em particular, àquela que se encontra em zonas periféricas, que não dispõem das redes das instituições convencionais. A EaD ao administrar mecanismos de comunicação múltipla, apresenta a possibilidade de melhorar a qualidade da instrução ao atribuir a elaboração dos materiais didáticos aos melhores especialistas, além de estabelecer a possibilidade de personalizar o processo de aprendizagem. A EaD promove a formação de habilidades para o trabalho independente e para um esforço auto-responsável e formalizar vias de comunicação bidirecionais e freqüentes relações de mediação dinâmica e inovadora. A Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância (2007) apresentou a Teoria da Distância Transacional onde enfatiza que se tratando de educação a distância o ensino raramente é um ato individual, mas sim um processo colaborativo que reúne em equipes de planejamento e redes de distribuição a competência de um certo número de especialistas. O modelo típico é o da equipe pedagógica composta por especialistas em conteúdo, designers instrucionais e especialistas em meios, equipe esta que fornece materiais estruturados que são então usados como base para o diálogo entre alunos e professores especializados (freqüentemente chamados de tutores), onde se deve alicerçar a necessidade do aluno em adquirir prática, feedback e aconselhamento. E em conformidade com a Teoria da Distância Transacional as estruturações dos processos educacionais a distância seguem uma lógica, que oferece uma sustentação ao programa que são: 1. Apresentação – onde as informações de curta duração para o

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computador são preferíveis na forma impressa, pois é um meio rápido de atualização de informações e pode servir também como uma biblioteca eletrônica para pessoas que encontram dificuldade de acesso a bibliotecas de livros impressos; 2. Apoio à motivação do aluno - os designers instrucionais e os instrutores devem estimular, ou pelo menos manter, o interesse do aluno no que está sendo ensinado, motivar o aluno a aprender, aperfeiçoar e manter o interesse do aluno, incluindo sua automotivação. Isto é obtido por meio de diversas técnicas de incentivo, com filmes, gravações e texto, feedback dos tutores e diálogo professor-aluno pessoal, individual, não-estruturado; 3. Estímulo à análise e à crítica - estas são habilidades cognitivas de alto nível, com atitudes e valores associados, que se espera que os alunos desenvolvam em educação superior. Estruturar o desenvolvimento destas habilidades e atitudes a distância é bastante trabalhoso; 4. Aconselhamento e assistência - o programa educacional deve oferecer orientação sobre o uso do material didático, das técnicas para seu estudo e de algum tipo de referência para indivíduos que precisam de ajuda no desenvolvimento de suas habilidades de aprendizagem e no enfrentamento de problemas pedagógicos; 5. Organização de prática, aplicação, testagem e avaliação - um curso a distância bem estruturado oferece oportunidades para diálogo com um instrutor como um meio de ajudar o aluno neste processo de testagem real e de obtenção de feedback, o tutor é particularmente valioso na resposta às tentativas de aplicação do novo conhecimento por parte do aluno. Mesmo alunos altamente independentes ficam vulneráveis durante o processo de aplicação, uma vez que não conhecem o suficiente sobre o assunto para estarem certos de que o aplicam corretamente; 6. Organização para a construção do conhecimento por parte do aluno - este processo extremamente importante é certamente a principal contribuição do computador pessoal para a educação a distância nessa oportunidade os alunos se envolverem em suficiente diálogo, de modo a compartilhar com os professores o processo de construção do conhecimento até recentemente era negada aos alunos a distância. A solidificação da idéia do presente projeto de aplicação em Ead em

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utilizar uma Comunidade Virtual deve-se principalmente aos pressupostos básicos que norteiam uma "comunidade virtual", ou seja, que é um ambiente em que os usuários são pares entre si com uma meta em comum, ou seja, trocar experiências, informações e conhecimentos gerando um diálogo de forma colaborativa, utilizando as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Os resultados esperados serão diversos entre eles a solidificação da aprendizagem, a concepção e organização do componente curricular Física para alunos(as) da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Distrito Federal.

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2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO PROJETO No Brasil, as bases legais para a modalidade de educação a distância foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996), que foi regulamentada pelo Decreto n.º 5.622, publicado no D.O.U. de 20/12/05 (que revogou o Decreto n.º 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, e o Decreto n.º 2.561, de 27 de abril de 1998) com a normatização definida na Portaria Ministerial n.º 4.361, de 2004 (que revogou a Portaria Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 ). No que tange a educação a distância e a educação de jovens e adultos os principais instrumentos normativos vigentes publicados são a Lei nº 9.394/96, o Decreto Nº 5.622/05 e a Resolução CNE/CEB nº 01/00. O levantamento do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRAEAD 2004/2005) mostrou o crescimento do número de instituições autorizadas pelo Sistema de Ensino (CNE e CEE) como mostra o Quadro 1 e consequentemente o aumento do número de alunos a praticar EAD.
QUADRO 1 INDICE DE CRESCIMENTO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO ENTRE 2004 E 2005 2004 2005 Crescimento % Número de instituições autorizadas ou com cursos 166 217 30,7% credenciados Número de alunos nas instituições 309.957 504.204 62,6% Quadro 1 - Fonte: Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRAEAD 2006)

O Quadro 2 mostra os números da EAD no Brasil e a sua diversidade no setor, apresentado na ABRAEAD - 2005, no ano de 2004. Onde o Brasil obteve uma estimativa do número de brasileiros matriculados em cursos de EAD, em 2004, em instituições credenciadas oficialmente e em seis outras instituições que oferecem cursos deste tipo.

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QUADRO 2 NÚMERO DE BRASILEIROS MATRICULADOS EM CURSOS DE EAD, EM 2004, EM INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS OFICIALMENTE E EM SEIS OUTRAS INSTITUIÇÕES. Nº Fonte Projetos/ Cursos Alunos Instituições de Ensino EJA, Técnicos, Fundamental, Médio, Graduação, Pós 309.957 Credenciadas Oficialmente Graduação Análise e planejamento financeiro, Iniciando um Sebrae pequeno negócio, Aprender a aprender, Como vender 176.514 mais e melhor Telecurso 2000 (inclui projetos específicos como Tempo Fundação Roberto de Avançar, Tempo de Acelerar, Viva Educação, 393.442 Marinho* Avançar é preciso, Poronga e Telessalas) Senai Cursos profissionalizantes diversos 10.305 Ensino médio em rede. As coisas boas de nossa terra, Governo do Estado de São Imagem fotográfica em sala de aula, Educar na 132.223 Paulo** sociedade da informação, Interaction Students, Aluno monitor, Números em ação, Trilha de letras Telemar Educação, Comunidades Virtuais de Fundação Telemar 77.494 Aprendizagem TOTAL 1.137.908 Quadro 2 - Fonte: Sanchez, 2005, p. 18 * Média anual das fases do Telecurso 2000, até fevereiro de 2005 ** Número referente a programas não-cumulativos com o número do item “ Ensino credenciado oficialmente”

Nesse diapasão a análise mais simples do quadro é que há uma penetração em todo o sistema educacional pela EAD, tanto nas instituições credenciadas nos diversos níveis de ensino como nas iniciativas governamentais. Conforme Vasconcelos (2007) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD, 23/03/2007, SP), o IBGE apresentou dados de que, no Brasil, 12 em cada 100 brasileiros têm acesso à rede e 8% possuem computador. Ainda segundo essa pesquisa, o acesso à internet cresce entre os brasileiros com maior nível de escolaridade. Entre os que estudaram quinze anos ou mais, o acesso à Web chega a 76,2% dos entrevistados; já, no grupo de pessoas que estudou até quatro anos, esse índice cai para 2,5%. Enquanto isso, a realidade de nosso país aponta que 79% de nossa população nunca acessou a rede: apenas 32,1 milhões de brasileiros já tiveram a oportunidade de navegar na internet. Para 37,2% dos entrevistados, o motivo da falta de acesso é o alto custo dos PCs. 2.1 ACERVO JURÍDICO-NORMATIVO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL a) Lei Orgânica do Distrito Federal de 09/06/1993 em seu Art. 221 expressa que a Educação, direito de todos, dever do Estado e da família, nos termos da Constituição Federal, será promovida e incentivada com a colaboração da

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sociedade, fundada nos ideais democráticos de liberdade, igualdade, respeito aos direitos humanos e valorização da vida, e terá por fim a formação integral da pessoa humana, sua preparação para o exercício consciente da cidadania e sua qualificação para o trabalho. E nas disposições transitórias o Art. 45, e os incisos de I a V – reforçam que o Poder Público do Distrito Federal promoverá a formação de professores alfabetizadores de jovens e adultos, reconhecendo o aproveitamento de estudos as atividades de alfabetização de alunos de ensino médio. E os esforços para a erradicação do analfabetismo entre os servidores públicos do DF, incluindo a destinação de duas horas de suas jornadas de trabalho para esse fim e assegure nos meios de comunicação social pertencentes ao DF trinta minutos semanais para veiculação de mensagens de apoio ao programa de erradicação do analfabetismo no DF. b) Lei nº 849, de 8 de março de 1995: Cria o Programa Permanente de Alfabetização e Educação Básica para Jovens e Adultos no âmbito do Distrito Federal. c) Lei nº 1.008, de 10 de janeiro de 1996: Dispõe sobre o incentivo à capacitação e formação profissional para o magistério na rede pública do DF d) Decreto nº 17.505, de 10 de julho de 1996: Regulamenta a lei nº 1008/96 e) Lei nº 1.511, de 3 de julho de 1997: Cria o Fundo de Apoio ao Programa Permanente de Alfabetização e Educação Básica para jovens e Adultos (FUNALFA). f) Decreto nº 18.599, de 12 de setembro de 1997: Aprova o regulamento do FUNALFA. Decreto nº 19.215, de 7 de maio de 1998: Nomeia o Conselho de Administração do FUNALFA. g) Conselho de Educação do Distrito Federal g1) Resolução nº 1/2003-CEDF, estabelece normas para o Sistema de Ensino do Distrito Federal, em observância às disposições da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília 2003 g2) Resolução Nº 1/2001-CEDF, de 13 de junho de 2001, altera a redação dos artigos 31, 32 e 35 da Resolução n. º 2/98 - CEDF, de 6/7/98 e dispõe sobre a Educação de Jovens e Adultos no Sistema de Ensino do Distrito Federal. g3) Resolução Nº 1/2004-CEDF, DE 30 de março de 2004, altera dispositivos da Resolução nº 1/2003-CEDF, de 26/8/2003 e dá outra

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providência. g4) Resolução Nº 1/2005 - CEDF – estabelece normas para o Sistema de Ensino do Distrito Federal. g5) Parecer Nº 74/2005 – CEDF - Processo Nº 080.021908/2004, aprovado na CEB e em Plenário em 29/03/05, tendo como Interessado o Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul – CESAS/SEE-, e assim, ratificam a proposta de Educação de Jovens e Adultos a distância. A proposta de Educação de Jovens e Adultos do Governo do Distrito Federal foi divulgada em 10/02/2006, contendo justificativa, estrutura dos cursos de EJA com indicação de presencial para todos os 3 (três) segmentos e educação a distância para o 2º e 3º segmento. Não podemos deixar de fazer menção que a EaD no Brasil tomou um novo impulso desde a assinatura da Portaria Nº 2.253, de 18/10/2001, autorizou as instituições de ensino superior do País a oferecerem, na modalidade a distância, até 20% da carga horária total dos seus cursos de graduação presenciais, provocando uma maior integração entre as duas modalidades de ensino – presencial e a distância. Projetos inovadores com o Projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB) que foi aprovado em 2005 com o objetivo de articular e integrar um sistema nacional de educação superior a distância, para ampliar e interiorizar a oferta do ensino superior gratuito no Brasil. Pelo demonstrado até o presente momento e de forma primária podemos inferir que o cenário brasileiro mudou nos dez últimos anos, assim o atraso aparente que paralisava o desenvolvimento da Educação a Distância no País deu lugar para uma nova visão educacional e orientação política. Destaca-se que infelizmente no Brasil, ainda, perdura uma falta de política em Recursos Humanos que viabilize o uso das modernas técnicas de produção e utilização dos meios de ensino. 2.2. A UTILIZAÇÃO DAS COMUNICAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E

A sociedade é dinâmica e podemos dizer que inconformada com toda e qualquer visão passional. Os movimentos sociais buscam equacionar as relações

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inter-pessoais, utilizando todos os métodos e formas. A educação sempre foi o elo de ligação e termômetro para tais movimentos. A educação busca renovar-se sendo, impossível ignorar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC) na amplitude da vida e do ensino-aprendizagem, assim como é impossível deixar de apreciar a atuação da Educação a Distância na vida do estudante moderno e da nova postura do professor em sala de aula, onde Silva (2001), apresenta que
[...] A sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe a tradição do falar/ditar, deixando de identificar-se com o contador de histórias, e adota uma postura semelhante a do designer de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos e disponibiliza co-autoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno também faça por si mesmo.

Aguerrondo (2004), em entrevista à revista Nova Escola em março 2004, expôs que:
[...] Uma coisa é o artefato tecnológico: o computador, o vídeo, etc. A outra é o pensamento tecnológico, que requer o artefato, mas existe de modo independente. O pensamento tecnológico é a capacidade de pensar um problema, delineá-lo, armar um projeto para resolvê-lo, buscar os materiais necessários e conseguir solucioná-lo. O fundamental no sistema educativo é desenvolver o pensamento tecnológico, para aplicar o conhecimento na prática. Não é simplesmente por ter um computador que a escola e as aulas deixam de ser ultrapassadas.

Partindo do conceito de Comunidade Virtual (CV) como sendo uma associação de indivíduos (os membros da comunidade, participantes ou usuários) que compartilham entre si interesses conhecimento e objetivos em um domínio específico através da Internet. ( PRIMO,1997) Denota-se que as Comunidades Virtuais são comunidades construídas na Internet nas quais os sujeitos compartilham informações e estabelecem relações não presenciais síncronas ou assíncronas, onde as informações são compartilhadas através de recursos da Internet (e-mail, listas de discussão, fóruns, ftp, telnet, chat, mensagens, ferramentas de busca, web, icq e etc), onde as relações ocorrem na medida em que os sujeitos realizam atividades duráveis ao redor de um determinado objetivo.(MELO e MEIRA, 2000). Uma situação de desafio e superação é apresentada ao(a) aluno(a) em linguagem clara e construída dia-a-dia será o maior incentivador da busca pelo conhecimento, assim Valente(1999) anuncia que:
[...] a experiência de nossas vidas tem mostrado que, se mantivermos um ambiente rico, desafiador e estimulador qualquer indivíduo será capa de aprender sobre praticamente qualquer coisa. Esse deveria ser o objetivo

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principal da escola compatível com a sociedade de conhecimento.”

2.3 TÍTULO PROJETO DE APLICAÇÃO EM EAD - UTILIZAÇÃO DE UMA COMUNIDADE VIRTUAL NO APRENDIZADO DO COMPONENTE CURRICULAR FÍSICA NO 3º SEGMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL 2.3.1 Curso: Componente Curricular - Física da Educação de Jovens e Adultos a Distância no 3º Segmento do Distrito Federal 2.3.2 Área de Conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e as suas Tecnologias. 2.3.3 O componente curricular Física tem carga horária total de 120 horas, sendo distribuídas em 20 horas para cada módulo. 2.3.4 Regime: Modular. A idéia inicial é não delimitar o número de módulos, pois, com a necessidade e crescimento intelectual e de Aprendizagem da Comunidade Virtual a tendência é que o número de Módulos aumente. 2.3.5 Delimitação Modular para Estudo: Módulo I – O que é Física? Módulo II – Cinemática; Módulo III – Dinâmica; Módulo IV – Termologia; Módulo V – Eletricidade e Magnetismo; Módulo VI – Óptica 2.3.6 Foco de Estudos: Os conteúdos dos módulos ligados indireta ou diretamente ao 3º (Terceiro) Segmento EJA/EAD praticado no DF. 2.3.7 Número de vagas: Mínimo: 5(cinco) alunos e Máximo: 30 (trinta) alunos. 2.4 – A UTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL O curso a distância via internet de segundo e terceiro segmentos da Educação de Jovens e Adultos representa um desejo de mudança na oferta de

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escolarização àqueles que se encontram fora de ambientes escolares. A Secretaria de Educação do Distrito Federal SEDF, convencionou que o somente para efeito de desenvolvimento adaptado do Currículo de Educação Básica à Educação de Jovens e Adultos, deve ser observada a seguinte equivalência onde o 1º (primeiro) Segmento de EJA - Ensino Fundamental, equivale às 4 (quatro) séries iniciais do Ensino Fundamental, ou às antigas Fases I e II do Supletivo, 2º (segundo) Segmento de EJA – Ensino Fundamental, equivale às 4 (quatro) últimas séries do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série), ou à antiga Fase III do Supletivo e 3º (terceiro) Segmento de EJA – Ensino Médio, eqüivale às 3 (três) séries do Ensino Médio ou à antiga Fase IV do Supletivo.O curso conforme a página do está desenvolvida no ambiente virtual de aprendizagem “e-proinfo”, onde ocorreu o envolvimento da Secretaria de Educação a Distância – SEED, do Ministério da Educação – MEC e disponibilizado às secretarias de educação estaduais e municipais do país. A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal firmou convênio com o MEC que passou a utilizar os recursos do ambiente virtual. O endereço do ambiente virtual de aprendizagem é www.eproinfo.mec.gov.br. O endereço para as matrículas e exames presenciais finais é L2 Sul, Q. 602, CESAS, local onde também funciona a Coordenadoria de Educação a Distância – CEAD e encontram-se todos os professores-tutores do curso, a equipe de coordenação pedagógica e administrativa, e a secretaria. 2.5 METODOLOGIA DA EJA O ritmo de cada aluno, suas características pessoais e profissionais, sua experiência de vida, o contexto socioeconômico e cultural, e os seus interesses e expectativas são pilares da metodologia da Educação de Jovens e Adultos. A Educação de Jovens e Adultos deve considerar, ainda, os princípios da andragogia1, tomando os conteúdos significativos como meio para o melhoramento dos processos cognitivos, básicos para o desenvolvimento de habilidades necessárias ao domínio das competências requeridas, e privilegiando a capacidade de pensar e de processar, bem como a autonomia intelectiva, com destaque para o
1

É a arte ou ciência de orientar adultos a aprender (definição creditada a Malcolm Knowles, anos 1970). O termo remete a um conceito de educação voltado para o adulto, em contraposição à pedagogia, que se refere à educação de crianças (do grego paidós = criança). Para educadores como Pierre Fourter (1973), a andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. A UNESCO, por sua vez, já utilizou o termo para referir-se à educação continuada.

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fato de que jovens e adultos: • têm desejo de aprender; • aprendem somente o que sentem necessidade de aprender; • aprendem praticando, fazendo; • têm o aprendizado centralizado em problemas reais; • têm experiência de vida que afeta o aprendizado; • aprendem melhor em ambiente informal; • demonstram melhor aproveitamento quando são utilizados vários métodos, recursos e procedimentos de ensino; • querem oportunidade para descobrir e construir por si mesmos. A seleção e a organização das atividades ou experiências de aprendizagem pressupõem critérios que se relacionam com: • contexto do aluno; • nível de desenvolvimento dos alunos; • os objetivos pretendidos; • as normas e os valores que serão cultivados; • as competências, as habilidades e os procedimentos requeridos. Uma das grandes inovações adotadas pela Secretaria de Estado da Educação do Governo do Distrito Federal(2006) foi reconhecer que a EaD tem o poder de:
“flexibilizar o sistema de ensino, favorecer a autonomia do aluno para a construção do conhecimento, criar processos que ajudem a construir o caminho a ser trilhado pelos cidadãos nos próximos anos, e principalmente perceber o aluno como sujeito capaz de pensar com criatividade, que tenha auto-estima, que possa enfrentar mudanças profissionais e de valores, é reconhecer na educação a distância uma potencialidade concreta para desenvolver de forma inovadora a Educação de Jovens e Adultos”.

2.5.1. Recursos Instrucionais Será utilizado material didático adequado à estratégia de ensino e estudos orientados para o 3º Segmento da EJA/EAD DF, onde o reforço ao processo de ensino-aprendizagem trabalharam para o enriquecimento curricular. Espera-se que a Comunidade Virtual crie com o transcorrer uma característica própria e didática personalizada sedimentada com os estudos orientados e material viabilizador de estudo e um guia do desenvolvimento do ritmo próprio de cada aluno.

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2.5.2 Planejamento A atividade pedagógica é um processo de criação e de recriação de conhecimento que reduz a distância entre conceitos abstratos e a vida concreta. A maioria dos alunos jovens e adultos interage com uma grande diversidade de textos; portanto, o professor deve se utilizar dessas possibilidades de leitura e de escrita para motivar a aprendizagem. As interações em sala de aula devem considerar os diferentes ritmos, comportamentos, experiências pessoais, contextos familiares, valores e níveis de conhecimento que favorecem a troca de repertórios e de visão do mundo, com a conseqüente ampliação das capacidades individuais. O processo de aquisição do conhecimento pressupõe a elaboração de uma seqüência de atividades pelas quais se espera promover a aprendizagem, prevendo o tempo e os materiais necessários. É preciso prever, também, como deve ser feita a avaliação nas várias fases do processo e quais os indicadores que sinalizarão o grau de alcance das competências e das habilidades inerentes àquele semestre. 2.5.3. A Educação no Brasil e em especial no Distrito Federal indicada pelos Números Preliminarmente, compete apresentar os dados emanados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), conforme o consta no site: www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/escolar/news08_01.htm, onde a Assessoria de Imprensa apresenta que fora publicado em 10 de janeiro de 2007 no Diário Oficial da União o resultado do Censo Escolar da Educação Básica 2007. A pesquisa mostrou que, no Brasil, estão matriculados 52.969.456 (cinqüenta e dois milhões, novecentos e sessenta e nove mil, quatrocentos e cinqüenta e seis) estudantes na Educação Básica, sendo que 46.610.710 (quarenta e seis milhões, seiscentos e dez mil, setecentos e dez) alunos em escolas públicas e 6.358.746 (seis milhões, trezentos e cinqüenta e oito mil e setecentos e quarenta e seis) alunos em escolas privadas.

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As redes municipais abrigam a maior parte dos alunos, com 24.516.221 (vinte e quatro milhões, quinhentos e dezesseis mil, duzentos e vinte e um) alunos matriculados. O maior número de alunos matriculados encontra-se no estado de São Paulo possui, com mais de 10.629.102 (dez milhões seiscentos e vinte e nove mil e cento e doze) alunos na Educação Básica, porém, o estado de Roraima, conta com apenas 136.148 (cento e trinta e seis mil, cento e quarenta e oito) alunos matriculados. A Região Sudeste apresenta o maior número: 20.550.441 (vinte milhões, quinhentos e cinqüenta, quatrocentos e quarenta e um) e o Centro-Oeste, apresenta o menor número de alunos matriculados, ou seja, 3.675.676 (três milhões, seiscentos e setenta e cinco mil, seiscentos e setenta e seis). As TABELAS 1 e 2 demonstram o declínio nas matrículas entre os anos de 2004 e 2007, fato esse que vai contra os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) onde mostra que nos últimos sete anos, a população do Brasil cresceu 8,48%, a uma média anual de 1,21%. Os dados do IBGE revelam que em 2000, eram 169.799.170 habitantes, alcançando 183.987.291 habitantes em 2007.
TABELA 1 EVOLUÇÃO DA MATRÍCULA, AO LONGO DOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS (2004-2007) 2004 2005 2006 2007 Total Estadual Municipal Privada Federal Fonte: INEP 56.851.090 24.351.782 24.949.623 7.371.305 178.380 56.471.804 23.571.777 25.286.425 7.431.103 182.499 55.942.047 23.175.567 25.243.156 7.346.203 177.121 52.969.456 21.914.653 24.516.221 6.358.746 179.836

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Etapas/ Modalidades de Educação Básica Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio EJA Educação Especial Educação Profissional TOTAL Fonte: INEP

TABELA 2 MATRÍCULAS ENTRE OS ANOS DE 2004 A 2007 Matrículas nos anos 2004 2005 2006 2007 Diferença 2006-2007 6.903.763 34.012.43 4 9.169.357 5.718.061 371.382 676.093 56.851.09 0 7.205.039 33.534.70 0 9.031.302 5.615.426 378.074 707.263 56.471.80 4 7.016.095 33.282.66 3 8.906.820 5.616.291 375.488 744.690 55.942.04 7 6.494.616 32.086.18 8 8.360.664 4.980.827 336.702 688.648 52.947.64 5 -521.479 -1.196.475 -546.156 -635.464 -38.786 -56.042 -2.994.402

Variação % 2006-2007 -7,43 -3,59 -6,13 -11,31 -10,33 -7,53 -5,35

O IBGE aponta que o Distrito Federal abriga uma população estimada em 2006, de 2.383.784 de habitantes, tendo como área territorial total 5.822,1 km², o que representa em termos de densidade populacional de aproximadamente 400 hab./km² com população. O INEP avalia que 26,6% dos habitantes foram matriculados em 2007, que coaduna com o levantamento realizado pela Codeplan (Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central) nota-se que de uma população de 2.096.534 pessoas, há 54.247 não alfabetizadas, o que corresponde a 2,6% da população. Somando-se os dados, tem-se 688.273 pessoas a exigir ensino fundamental completo ou 32, 8% da população do DF.
QUADRO 3 CODEPLAN - POPULAÇÃO URBANA, SEGUNDO A ESCOLARIDADE NO DF – 2004 ESCOLARIDADE POPULAÇÃO PERCENTUAL Item 01 Analfabeto 02 Saber ler e escrever 03 Alfabetização de adultos 04 1º grau incompleto 05 Menor de 7 anos fora da escola 06 Total/População Fonte: CODEPLAN 2004 54.247 28.540 4.422 634.026 154.944 2.096.534 2,6% 1,4% 0,2% 30,2% 7,4%

Pensando nas 13 (treze) Regiões Administrativas do Distrito Federal, em 2004, do total de 105 (cento e cinco) escolas que ofertam EJA, apenas 66(sessenta e seis) possuem mais de 500 alunos contra 39 (trinta e nove) que atendem menos

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de 500 alunos. No Quadro 4, tem-se da rede pública, o quantitativo de alunos de EJA em 2006/2º semestre, apenas, no 1º e 2º segmento, faltando informações oficiais do 3º segmento, que impedem a totalização para possíveis comparações com anos anteriores.
QUADRO 4 REDE PÚBLICA - QUATITATIVO DE ALUNOS de EJA DO 1º E 2º SEGMENTO 1º SEGMENTO SEMESTRE TOTAL 1º 2º 3º 4º TOTAL 2.053 2.089 2.343 2.526 9.011 2º SEGMENTO SEMESTRE TOTAL 1º 2º 3º 4º TOTAL 7.666 7.881 8.432 8.313 32.292 TOTAL GERAL 1º E 2º 41.303 SEGMENTO Fonte: GDF/SEE/SUBSEP/DEJA,2006, 2º semestre.

No Quadro 5 observa-se que total de 122 escolas com matrículas para a EJA em 2006/2º semestre o que confirma a tendência decrescente de oferta pela diferença de 22,3% de escolas, tomando-se como referência a oferta de EJA em 157 escolas no ano de 2004, conforme aponta o Quadro 6. Obteve-se o quantitativo total de 1391 turmas, carecendo o número de matrículas por turma para melhor análise. De modo geral, há uma diversidade na relação entre número de escolas e turmas oferecidas em segmento e turnos. Evidencia-se uma maior concentração da oferta de escolas, por ordem decrescente, no Plano Piloto, Ceilândia e Núcleo Bandeirante e de turmas no Plano Piloto, Ceilândia e Taguatinga. O 1º segmento2 tem a maior oferta de escolas (54%) e o 2º segmento3 a maior oferta de turmas (39%), sendo bastante evidente a predominância da oferta de turmas no turno noturno.

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1o Segmento de EJA - Ensino Fundamental, equivale às 4 (quatro) séries iniciais do Ensino Fundamental 2o Segmento de EJA – Ensino Fundamental, equivale às 4 (quatro) últimas séries do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série)

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QUADRO 5 OFERTA DE TURMAS DE EJA PELO SISTEMA PÚBLICO POR SEGMENTOS/TURNO EM CADA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE ENSINO - 2006/2º semestre
REGIÃO BRAZLÂNDIA CEILÂNDIA GAMA GUARÁ NÚCLEO BANDEIRANTE PARANOÁ PLANALTINA PLANO PILOTO RECANTO DAS EMAS SAMAMBAIA SANTA MARIA SÃO SEBASTIÃO SOBRADINHO TAGUATINGA TOTAL DE TURMAS TOTAL DE ESCOLAS M T 1º segmento V T N 02 08 01 08 05 02 06 02 07 11 05 06 02 03 04 04 -66 T 08 36 17 10 20 13 28 50 21 27 19 18 19 26 312 -M T 2º segmento V T N 01 06 01 10 03 02 04 03 s.i 08 03 05 04 03 05 05 -56 T 02 78 36 20 36 30 s.i 64 28 48 59 25 41 63 540 -M T 3º segmento V T N 01 06 01 06 02 02 04 02 s.i 04 02 04 01 01 03 02 -34 T 12 66 34 24 38 13 s.i 54 26 44 12 14 28 44 409 -Total de escolas 03 14 09 06 11 04 08 22 07 10 06 04 10 08 --122 Total de turmas 32 200 87 54 94 56 28 262 75 119 90 57 88 149 1391 ---

03

14

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10

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02

17

02

17

02

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14 --

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18 --

-03

19 --

-03

23 --

-02

17 --

01 -04

16 39 --

Fonte: GDF/SEE/SUBSEP/DEJA,2006,2º semestre. s.i.– sem informação M- matutino V- vespertino N- noturno Tturma

QUADRO 6 INDICADORES EDUCACIONAIS 2000 A 2004 FONTE: GDF – Secretaria de Estado ANO da Educação INDICADORES/INSTITUIÇÕES 2000 2001 2002 Nº de matrículas 89.044 95.696 94.877 Nº de professores 2.689 2.763 2.638 Nº de escolas 182 176 174 Fonte: INEP

2003 96.766 2.386 171

2004 90.168 157

E ao analisar os dados, deparamos com a triste realidade que há 634.026 pessoas com ensino fundamental incompleto (no Brasil são 65 milhões) ou 30,2% de analfabetos funcionais, ou seja, a taxa de analfabetismo (Tabela 3) na última década do século XX - 1991/2000, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade caiu de 20,1% para 13,6 % .
TABELA 3 TAXA DE ANALFABETISMO Taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade Brasil 1970 33,60% 1980 25,50% 1991 20,10% 2000 13,60%
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2000

A queda foi mantida devidamente percebida ao longo dos primeiros anos do século XXI, chegando a 11,8% em 2002. No entanto, apesar dessa redução, o país ainda tem um total de 14,6 milhões de pessoas analfabetas.

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O analfabetismo funcional é definido como a pessoa que possui menos de quatro anos de estudos completos. Na América Latina, a UNESCO ressalta que o processo de alfabetização só se consolida de fato para as pessoas que completaram a 4ª série. Entre aquelas que não concluíram esse ciclo de ensino, se tem verificado elevadas taxas de volta ao analfabetismo (Boletim: Projecto Principal de Educação en America Latina e el Caribe, 1993). De acordo com essa definição, em 2002 o Brasil apresentava um total de 32,1 milhões de analfabetos funcionais, o que representava 26% da população de 15 anos ou mais de idade como se verifica.
TABELA 4 DIFERENÇAS DAS TAXAS DE ANALFABETISMO FUNCIONAL ENTRE AS GRANDES REGIÕES. Taxa de analfabetismo funcional das pessoas de 15 anos ou mais de idade, segundo as grandes regiões - 2002 1992 2002 Brasil 36,9% 26% Norte 33,2% 24,7% Nordeste 55,2% 40,8% Sudeste 29,4% 19,6% Sul 28,9% 19,7% Centro-Oeste 33,8% 23,8%

2.6. COMUNIDADE PESQUISADOR

VIRTUAL

E

A

TRANSFORMAÇÃO

DO

ALUNO

EM

O artigo de agosto, 2002, da Revista Nova Escola online, n. 154 traz em seu bojo com o título: Sobre possibilidades didáticas e modelos pedagógicos afirma que o currículo tradicional afasta as crianças, jovens e adultos do mundo real. Porém entre diversas propostas inovadoras temos a do professor Fernando Hernández que promove uma aproximação entre os conteúdos e aprendizagem. A proposta é polêmica na área educacional, onde, requer a reorganização o currículo tradicional por projetos, em vez das tradicionais disciplinas, em suma essa seria a principal proposta do educador espanhol Fernando Hernández. Ele se baseia nas idéias de John Dewey (1859-1952), filósofo e pedagogo norte-americano que defendia a relação da vida com a sociedade, dos meios com os fins e da teoria com a prática. O professor Fernando Hernández (1998) em seu trabalho “Transgressão e Mudança na Educação – Os Projetos de Trabalho”, põe em xeque a forma atual de

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ensinar, pois em seu modelo apresenta que o docente abandone o papel de “transmissor de conteúdos” para se transformar num pesquisador. O aluno, por sua vez, passaria de receptor passivo a sujeito do processo. Segundo Hernández (1998) primeiro passo é determinar um assunto — a escolha pode ser feita partindo de uma sugestão do professor ou por consenso entre os discentes. Hernández afirma categoricamente que todas as coisas podem ser ensinadas por meio de projetos, basta que se tenha uma dúvida inicial e que se comece a pesquisar e buscar evidências sobre o assunto. Por diversas vezes Hernández alerta que não basta o tema ser “do gosto” dos alunos, mas, se faz necessário despertar a curiosidade por novos conhecimentos. Como etapa primordial e importante enumera a de levantamento de dúvidas e definição de objetivos de aprendizagem. Nesse ponto, leciona o educador que para o projeto se tornar realidade e avançar em suas metas é primordial que à medida que as perguntas surjam, as mesmas sejam respondidas sendo ideal fazer anotações para comparar erros e acertos. Todo o trabalho deve estar alicerçado nos conteúdos pré-definidos pela escola e pode (ou não) ser interdisciplinar. A forma organizacional e didática deve ser para Hernández primordial, ou seja, definir os problemas a resolver e depois, escolher a(s) disciplina(s) no caso do Distrito Federal, escolher os componentes curriculares. Nunca o inverso. Uma Comunidade de Aprendizagem que presencial ou virtual pode e deve ser utilizada como uma das muitas maneiras de garantir o sucesso do discente. Hernández explica que se faz necessário que os estudantes tenham aulas expositivas (presenciais ou virtuais), participem de seminários ou fóruns, trabalhem em grupos e individualmente, ou seja, estudem em diferentes situações.

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3. OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL Desenvolver um programa de capacitação para alunos(as) de EJA do Distrito Federal na modalidade da Educação a Distância com uma perspectiva que priorize a socialização, respeitando a parametrização nacional em aspectos gerais atuando na peculiaridade regional bem como a especificidade do componente curricular.

3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Capacitar alunos(as) da EJA na modalidade a da Educação a Distância, abordando o planejamento e a implementação do componente curricular Física no 3º (terceiro) segmento. b) Desenvolver metodologias de ensino-aprendizagem focadas na vivência do aluno(a) em EaD. c) Contribuir e capacitar o aluno por meio das Novas Técnicas de Informação de Comunicação a vencerem as dificuldades do componente curricular Física. d) Facilitar e introduzir o aluno excluído ao mundo digital por intermédio das Novas Técnicas de Informação de Comunicação.

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4. PÚBLICO-ALVO Segundo a visão de Satori e Roesler (2005, p. 142) existe uma corrente entre o desenho pedagógico e a interação em um curso a distância com o públicoalvo, in verbis:
“O desenho pedagógico de um curso a distância é composto pela definição do público-alvo, dos objetivos educacionais, da organização curricular, da arquitetura de distribuição dos conteúdos, das mídias que irão proporcionar a interação e do sistema de avaliação da aprendizagem.”

E nesse diapasão, o presente projeto de aplicação em EAD é destinado aos estudantes devidamente matriculados(as) no 3º (terceiro) segmento4 da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade Educação a Distância (EAD) no Distrito Federal que estejam com dificuldades no aprendizado no componente curricular Física e complementando, que tenham acesso a Internet e não sejam portadores de necessidades especiais. Uma comunidade virtual terá no mínimo 5(cinco) alunos e no máximo 30(trinta) alunos.

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3o Segmento de EJA – Ensino Médio, eqüivale às 3 (três) séries do Ensino Médio ou à antiga Fase IV do Supletivo.

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5. A ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO EM EAD O curso será gratuito para os(as) alunos(as) matriculados(as) no sistema educacional brasileiro no que tange a Educação de Jovens e Adultos, isso, tanto no Distrito Federal como em qualquer unidade da Federação. As propostas do programa de aplicação em EaD em sua organização são: a) Propõe-se um tutor a distância por componente curricular para cada comunidade virtual de 5 a 30 alunos; b) Os tutores a distância serão selecionados e assumidos pela coordenação geral. c) O corpo docente do Programa será constituído por professores formadores, responsáveis pela organização do material didático, docência, palestras, seminários, videoconferências, videostreaming, oficinas, mediação on-line e avaliação da produção final e; por palestrantes convidados, e/ou especialistas em diferentes áreas (design gráfico, informaticistas, áudio-visual, design instrucional, Biblioteconomia, ciência da informação, pedagogia).

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6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO O Projeto de Aplicação do componente curricular Física será dividido em módulos conforme a explanação nos itens 2.3.5/2.3.7. Os módulos serão organizados na forma de temáticas com abordagem teórico-prático por meio de conferências, exposições dialogadas, (on-line) e oficinas de produção de exercícios. Os temas do Componente Curricular Física e as respectivas cargas horárias eleitos inicialmente para iniciar o projeto foram:
QUADRO 7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

Módulo I II III IV V VI Total

Tema O que é Física? Cinemática Mecânica Termologia Eletricidade e Magnetismo Óptica

Carga Horária 20 20 20 20 20 20 120

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7. METODOLOGIA A proposta será desenvolvida com base em uma metodologia teóricoprática-reflexiva, oportunizando aos participantes conhecer a modalidade a distância em seu sentido fundamental, superando barreiras geográficas e temporais. Os temas do componente curricular serão abordados de forma transversal, dialogadas. O Curso na modalidade a distância terá atividades presenciais no início e no fim de cada módulo. Os temas serão desenvolvidos por meio de um Ambiente Virtual de Aprendizagem, desenvolvido no site http://aprender21.ensinar.org O material didático será constituído por recursos previamente selecionados, tais como: livros, textos on-line, objetos de aprendizagem, bem como o material disponibilizado na Rede Internacional Virtual de Educação (RIVED), sites especializados em física, sites especializados em educação, guias impressos e outros. As atividades propostas pelos professores em cada tema contextualizarão os temas em função dos projetos de cada curso, de cada instituição e de cada participante por meio da elaboração de projetos, produção de materiais, discussões síncronas e assíncronas. O curso está organizado em módulos e temas, com uma ordem hierárquica no desenvolvimento das atividades, onde as mesmas serão desenvolvidas pedagogicamente em um movimento hipertextual. desenvolvendo-se em atividades de caráter teórico-prático, basicamente, sustentado em informações impressas e on-line, exposições

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8. ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA E DIDÁTICA DO CURSO A organização geral do curso compreende momentos presenciais e a produção de material visando a máxima utilização das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTIC). A preocupação com a educação é constante e desde a década de 70 onde a UNESCO tem mostrado o seu interesse como ressaltamos o que traçou em 1972, in verbis:
“a educação deve ter por finalidade não apenas formar as pessoas visando uma profissão determinada, mas sobre tudo colocá-las em condições de se adaptar a diferentes tarefas e de se aperfeiçoar continuamente, uma vez que as formas de produção e as condições de trabalho evoluem: ela deve tender, assim, a facilitar as reconversões profissionais” (UNESCO, 1972)

8.1 SISTEMA DE TUTORIA Em função dos princípios que norteiam esta proposta curricular, a tutoria adquire aqui uma importância fundamental, com a característica de orientação de estudos, de organização das atividades individuais e grupais, de incentivo ao prazer das descobertas. A Tabela 5 apresenta uma comparação entre a Educação Presencial e a Distância Neste contexto, pode-se redefinir o papel do professor: “mais do que ensinar, trata-se de fazer aprender (...), concentrando-se na criação, na gestão e na regulação das situações de aprendizagem” (PERRENOUD, 2000:139). O professortutor atua como mediador, facilitador, incentivador, investigador do conhecimento, da própria prática e da aprendizagem individual e grupal (ALMEIDA, 2001). O novo papel do professor-tutor precisa ser repensado para que não se reproduzam nos atuais ambientes de educação a distância concepções tradicionais das figuras do professor/aluno. É preciso superar a postura ainda existente do professor transmissor de conhecimentos. Passando, sim, a ser aquele que imprime a direção que leva à apropriação do conhecimento que se dá na interação. Interação entre aluno/aluno e aluno/professor, valorizando-se o trabalho de parceria cognitiva;..elaborando-se situações pedagógicas onde as diversas linguagens estejam presentes. O papel do professor como repassador de informações deu lugar a um agente organizador, dinamizador e orientador da construção do conhecimento do aluno e até da sua auto-aprendizagem. Sua importância é potencializada e sua

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responsabilidade social aumentada. “Seu lugar de saber seria o do saber humano e não o do saber informações” (ALVES; NOVA, 2003:19), sendo a comunicação mais importante do que a informação. Sua função não é passar conteúdo, mas orientar a construção do conhecimento pelo aluno.
TABELA 5 PARALELO ENTRE A EDUCAÇÃO PRESENCIAL E A PRESENTICAL EDUCAÇÃO PRESENCIAL Conduzida pelo Professor Predomínio de exposições o tempo inteiro Processo centrado no professor Processo como fonte central de informação Convivência, em um mesmo ambiente físico, de professores e alunos, o tempo inteiro Ritmo de processo ditado pelo professor Contato face a face entre professor e aluno Elaboração, controle e correção das avaliações pelo professor Atendimento, pelo professor, nos rígidos horários de orientação e sala de aula EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Acompanhada pelo tutor Atendimento ao aluno, em consultas individualizadas ou em grupo, em situações em que o tutor mais ouve do que fala Processo centrado no aluno Diversificadas fontes de informações (material impresso e multimeios) Interatividade entre aluno e tutor, sob outras formas, não descartada a ocasião para os “momentos presenciais” Ritmo determinado pelo aluno dentro de seus próprios parâmetros Múltiplas formas de contato, incluída a ocasional face a face Avaliação de acordo com parâmetros definidos, em comum acordo, pelo tutor e pelo aluno Atendimento pelo tutor, com flexíveis horários, lugares distintos e meios diversos

Fonte: Sá, Iranita. Educação a Distância: Processo Contínuo de Inclusão Social.Fortaleza,CEC, 1998:47

Mauri Collins e Zane Berge (1996, APUD PALLOFF; PRATT, 2002) classificaram as várias tarefas e papéis exigidos do professor online em quatro áreas: pedagógica, gerencial, técnica e social. a) Função pedagógica - diz respeito ao fomento de um ambiente social amigável, essencial à aprendizagem online. b) Função gerencial - envolve normas referentes ao agendamento do curso, ao seu ritmo, aos objetivos traçados, à elaboração de regras e à tomada de decisões. c) Função técnica - depende do domínio técnico do professor, sendo então capaz de transmitir tal domínio da tecnologia aos seus alunos.

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d) Função social - significa facilitação educacional. O professor é responsável por facilitar e dar espaço aos aspectos pessoais e sociais da comunidade online. 8.2 RESULTADOS ESPERADOS Espera-se como resultados deste projeto: a) capacitar alunos(as) da EJA na modalidade a da Educação a Distância, no componente curricular Física no 3º (terceiro) segmento. b) contribuir no ensino-aprendizagem capacitando os(as) alunos(as) participantes do curso a vencerem as dificuldades do componente curricular Física. c) Desenvolver metodologias de ensino-aprendizagem focadas na vivência do aluno(a) em EaD e dos problemas de aprendizagem encontrados. d) divulgar e disseminar ações inovadoras no uso de tecnologias digitais aplicadas à educação, ao crescimento intelectual e ao amadurecimento do aluno de EaD; e) buscar e promover o crescimento do fomento à produção de conhecimento científicos e tecnológicos voltadas para a educação tanto presencial quanto a distância nas diversas áreas do conhecimento; f) debater a necessidade do constante aprimoramento dos profissionais da educação, em especial aos ligados a modalidade à distância; g) verificar o comportamento dos alunos ante a modalidade da Educação a Distância; 8.3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM O processo de avaliação é aqui entendido como um processo de acompanhamento do aluno em seu aprendizado, muito mais que um método de aferir resultados, ainda mais por se tratar de uma Comunidade Virtual, a avaliação de aprendizagem será tomada como um parâmetro infra-didático. Assim, o processo de avaliação será desencadeado em vários momentos e não apenas ao final do

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período, e servirá para correções de rumos quanto ao momento e à adequação dos materiais fornecidos, ao desempenho da tutoria e das orientações acadêmicas, e quanto à necessidade ou não de materiais de reforço. Será uma avaliação processual, com vistas ao objetivo final que é o aprendizado do conteúdo por parte dos alunos e da própria comunidade virtual. O sistema de avaliação para o componente curricular, se fará nos seguintes níveis: α) Auto-avaliação, através de exercícios disponíveis ao final de cada unidade do programa, de modo que o próprio aluno tenha condições de saber do seu desempenho. β) Avaliação individual, conhecida como Auto-Avaliação, que tem como primazia fazer o aluno conhecer os seus pontos fortes e fracos no conteúdo curricular; χ) Avaliação individual feita pelo tutor, onde se observará o andamento do processo de aprendizagem, da motivação, do empenho do aluno, muito mais do que a aquisição de conteúdos. δ) Avaliação das atividades grupais feitas pelo tutor, onde se observará o funcionamento do grupo e dos indivíduos dentro do grupo, bem como o rendimento dos processos coletivos. ε) Avaliação presencial São indicados os seguintes pesos para a realização da avaliação:
QUADRO 8 PESOS DE AVALIAÇÃO

Itens de Avaliação Auto-avaliação Avaliação individual Avaliação individual feita pelo tutor Avaliação das atividades grupais feitas pelo tutor Avaliação Presencial Total 8.4 RECURSOS TECNOLÓGICOS DA PLATAFORMA ENSINAR

Pesos 20% 20% 20% 20% 20% 100%

O presente Projeto de Aplicação em EaD foi desenvolvido na Plataforma Ensinar, que é um site de treinamento é um ambiente completamente independente

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onde o gestor pode criar e gerenciar seus cursos e por possuir uma flexibilidade e recursos atuais, conforme consta no Anexo II. A flexibilidade e recursos disponíveis na plataforma são: 8.4.1 Gerenciamento de Cursos Assim que cria o site, o gerente/professor/tutor poderá propor quantos cursos desejar dentro do site. 8.4.2 Gerenciamento de Usuários O gerente/professor/tutor pode especificar as permissões de cada usuário no seu site, incluindo professores, alunos, pessoal de secretaria, tutores, etc. Poderá abrir as inscrições para os cursos e através de um sistema de aprovação selecionar quais alunos participarão do curso. 8.4.3 Pagamento da Plataforma O Site pode ser testado gratuitamente por 1 mês para qualquer um de nossos planos sem compromisso. Após esse período será enviado um boleto bancário por e-mail. 8.4.4 Plataforma Integrada de Serviços A plataforma integrada de serviços do Ensinar oferece uma completa estrutura para a implantação de sua estratégia de ensino utilizando a tecnologia própria como demonstra a Figura 1.

Figura 1 Fonte: www.ensinarnet.com.br Plataforma Ensinar -Esquema

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8.4.5 Integram os recursos da Plataforma: a) Boleto bancário; b) Progresso dos alunos; c) Videoconferência integrada; d) Grupos; e) Certificado digital;f) Cartão de crédito e Depósito online; g) Múltiplos cursos por site; h) Criação de aulas; i) Relatórios gerenciais; j) Apresentações multimídia; k) Sistema de mensagens interna; l) Acesso seguro SSL 128 bits; m) Construção de formulários; m) Auditoria de notas; o) Controle de freqüência; p) Comércio eletrônico; q) SCORM; r) Formulários de pesquisa; s) Criação de avaliações; t) Ferramentas de autoria; u) Construção de exercícios interativos; v) Personalizar cadastro dos usuários; 8.4.6 Outros Serviços da Plataforma Ensinar a) TV Ensinar; b) Certificação Digital para Conteúdos; c) Atendente Virtual; d) Fábrica de Conteúdos; e) Gerenciamento Financeiro; f) Entrega de Material Didático; g) Processo Seletivo Online; h) Treinamentos; i) Consultoria para Projetos.

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9. ASPECTOS GERAIS DO PROJETO. Segundo Maturana e Varella (1995), o conhecimento, seria a conduta adequada num contexto estabelecido, as repostas aos estímulos externos descritas por um observador. Toda conduta observada pode ser um ato cognitivo. A Cognição é a ação efetiva, é o processo de acoplamento estrutural no qual faz emergir as interações com o mundo interno e externo. Através da cognição é possível acompanhar as mudanças externas e estruturais visando manter e conservar sua organização viva. O que os observadores entendem por conhecimento é o que considera como ações (comportamentos, pensamentos, reflexões...) adequadas naquele contexto, domínio. E validadas de acordo com o critério de aceitabilidade. O processo de cognição consiste na criação de um campo de comportamentos através da conduta dentro do seu domínio de interações. O processo cognitivo humano difere dos outros seres devido ao tipo de interações que fazemos (linguagem, etc...) Assim, tendo como a definição de Processo Cognitivo como sendo a realização das funções estruturais da representação (idéia ou imagem que concebemos do mundo ou de alguma coisa) ligadas a um saber referente a um dado objeto. Constitui na execução em conjunto das unidades do saber da consciência, que foram baseados nos reflexos sensoriais, representações, pensamentos e lembranças, com o processo mental que consiste em escolher ou isolar um aspecto determinado de um estado de coisas relativamente complexo, a fim de simplificar a sua avaliação, classificação ou para permitir a comunicação do mesmo através da Abstração. Maturana e Varella (1995), expõem que aprender não é um processo de acumular representações do meio. Aprender é um continuo processo de transformação do comportamento. Os Objetivos Educacionais Cognitivos referem-se às atividades intelectuais ou a resolução de alguma tarefa intelectual, nesse diapasão, as interações entre seres humanos são essenciais para o processo cognitivo humano. Houve uma preocupação com a dinâmica da Comunidade Virtual e o próprio desenvolvimento do Projeto de Aplicação em EaD no Componente Curricular Física da EJA e para tal foi escolhido um outro ambiente, similar ao moodle e

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distante da visualização do sistema utilizado pelo e-proinfo. Buscou-se na Internet algo diferente, inovador, prático e compenetrado como um site de treinamento. E assim, nasceu a idéia de utilizar o site www.ensinarnet.com.br, Pernambuco. ambiente parceiro da Universidade Federal do

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10. OS MATERIAIS DIDÁTICOS Dentre os meios e recursos didáticos possíveis, se planeja utilizar basicamente:  Materiais impressos: guias de estudos, cadernos de exercícios, unidades didáticas, textos, livros, etc.  Materiais instrumentais: seja para utilização em aulas práticas de laboratório, seja para observações individuais domésticas a partir de elementos da própria realidade do aluno. Importante aqui é ressaltar a grande quantidade de objetos de aprendizagem já disponíveis nos diversos “sites” da Internet.  Materiais audiovisuais: fitas de áudio, vídeo, Web, Internet  Suporte informático: sistemas multimeios (CD-ROM), videoconferência.

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11. AVALIAÇÃO DOS MATERIAIS Todos os materiais produzidos serão previamente testados e avaliados por uma equipe competente. Para Neder (1996) o processo de avaliação pressupõe dimensões e níveis diferenciados, que se entrelaçam, se determinam, formando uma rede de significações necessárias para redefinição das ações propostas em nível do projeto político a que se vincula. A avaliação do material didático do curso só pode ser trabalhado em interface com outras dimensões e níveis do processo avaliativo. Há uma vinculação direta, em certos aspectos, com a questão da aprendizagem, que pode ser analisado em diferentes perspectivas: a) pelo aluno, no sentido de verificar em que medida os conteúdos selecionados e trabalhados são por ele compreendidos, possibilitando-lhes atitude crítica frente ao seu fazer pedagógico.; b) pelo orientador acadêmico, no sentido de analisar, pelo contato direto com os alunos, as dificuldades de compreensão do conteúdo e sua relação com sua prática profissional.; c) pelo autor, responsável pela elaboração do material didático, no sentido de verificar o significado dos conhecimentos selecionados e organizados por ele para a vida do acadêmico; d) Finalmente, a avaliação é feita pela equipe da Comunidade Virtual, responsável pela coordenação do curso, que, a partir das análises e das avaliações dos outros atores anteriormente citados, propõe ou não a revisão e/ou redefinição do material. 11.1 AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICA O trabalho de orientação acadêmica é um dos pontos nevrálgicos de sistemas de EAD. A professora Neder(2002) expõe que a avaliação deve seguir alguns requisitos a citar: a) Referentes à análise e avaliação do curso e da metodologia do EAD: a1) Apontar as falhas do sistema de orientação acadêmica; a2) Avaliar, com base nas dificuldades dos alunos, o material didático utilizado no curso;

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a3) Informar sobre a necessidade de apoios complementares não previstos pelo projeto; a4) Apontar problemas relativos à metodologia da educação à distância, a partir das observações e das críticas recebidas dos alunos; a5) Participar do processo de avaliação do curso. b) Referente à dimensão do acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem: b1)Participar dos cursos de aprofundamento teórico relativos aos cursos de diferentes áreas a serem trabalhadas no curso; b2) Familiarizar-se com a metodologia de EAD; b3) Conhecer e participar das discussões relativas à confecção e uso do material didático; b4) Suprir as possíveis deficiências do material didático; b5) Auxiliar o aluno na aquisição de conceitos e habilidades; b6) Motivar o aluno, auxiliando-o a compreender as relações do estudado com seus interesses particulares e profissionais; b7) Auxiliar o aluno a superar dificuldades, orientando-o individualmente ou em grupo; b8) Ajudar o aluno em suas dificuldades, motivando-o a buscar no material didático complementar respostas às suas dúvidas; b9) Detectar os principais problemas dos alunos, tentando, diagnosticar as causas para auxiliá-lo a solucioná-los; b10) Auxiliar o aluno em sua auto-avaliação; b11) Avaliar todos os fatores do processo ensino-aprendizagem; b12) Relacionar-se com os demais orientadores para avaliações durante e após o desenvolvimento do curso. A referida autora ainda expõe que em razão dessas exigências impostas ao trabalho de orientação, é preciso que as pessoas selecionadas para exercerem esta função tenham um período preparatório que lhes possibilite: (a) trabalhar referenciais teóricos sobre sistemas de EAD; (b) conhecer e discutir o projeto no qual se envolverá; (c) estudar a respeito de sistemas de orientação, muitas vezes denominados de tutoria.

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Além disso, é preciso que os orientadores acadêmicos tenham formação em áreas afins àquelas que serão trabalhadas no curso.

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12. ESQUEMA TÉCNICO DA COMUNIDADE VIRTUAL É importante que o professor detenha o conhecimento sobre as diversas abordagens teóricas para a melhoria da qualidade de ensino, bem como sobre utilização de métodos, técnicas e recursos de instrução. A educação continuada do professor é parte integrante no presente projeto. A expressão Educação à Distância cobre as diferentes formas de estudo em todos os níveis que não se encontram sob a contínua e imediata supervisão dos tutores, presentes com seus alunos na sala de aula, mas, não obstante, se beneficiam do planejamento, orientação e acompanhamento de uma organização tutorial. A característica geral mais importante do estudo à distância é que ele se baseia na comunicação não direta. O presente Projeto de Aplicação em EaD tem um esquema similar ao apresentado por Jayme Teixeira Filho – em seu livro "Comunidades Virtuais" (SENAC – RJ, 2002) com demonstra a Figura 2: 1. Planejar 7. Avaliar

2. Criar

6. Gerir

3. Povoar 4. Desenvolver

5. Medir

O presente Projeto de Aplicação em EaD Esquema - Figura 2 A uma forte tendência no presente Projeto para que o professor abandone o papel de “Transmissor de conteúdos” e assuma um novo papel, ou seja, de

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pesquisador e por intermédio da Comunidade Virtual de Aprendizagem ocorra uma transformação no Aluno Receptor Passivo em Aluno Sujeito do Processo. 12.1 DESENHO INSTRUCIONAL E AVALIAÇÃO DO CURSO A DISTÂNCIA E DA COMUNIDADE VIRTUAL 12.1.1 Objetivo Geral: Ao final do curso o(a) aluno(a) deverá estar apto a compreender, discutir e resolver os exercícios do Componente Curricular Física do 3º Segmento da Educação de Jovens e Adultos na modalidade EaD, de acordo com abordagens instrucionais, utilizando as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação 12.1.2 Objetivo Específico: Ao final do curso o(a) aluno(a) deverá estar apto a:

Entender os conceitos básicos e principais características da Física. Compreender as possíveis formas de utilização da Física no cotidiano. Utilizar recursos da informática como apoio ao campo da Física. Reconhecer as formas de utilização de microcomputador.

 

12.1.3 Mapa do Curso - Divisão: a) 6(seis) Módulos interdisciplinares, diretamente ligados ao conteúdo do Componente Curricular: (1) O que é Física?; (2) Cinemática; (3) Dinâmica; (4) Termologia; (5) Eletricidade e Magnetismo (6) Óptica b) Fórum; c) Chat; d) Bate-Papo; e) Glossário; f) Vídeos; g) Exercícios Resolvidos;

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h) Fale Com! i) Leitura interessante Para melhor visualizar o presente mapa,convido que verifique o Anexo III. 12.2 PRINCÍPIOS DA CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA a) O Curso é voltado para as necessidades do público alvo: Os elementos fundamentais da Comunidade Virtual e do Curso referem-se à exigência auxiliar aos alunos do Componente Curricular Física da Educação de Jovens e Adultos do 3º Segmento do Distrito Federal com base nos problemas de aprendizagem vivenciados pelos próprios alunos. A realidade do aluno é o primeiro passo para que o aluno vença as dificuldades disciplinares. b) Desenvolvimento equilibrado de competências: Um segundo elemento central da concepção pedagógica do curso é o desenvolvimento equilibrado de competências. c) Aquisição de conhecimentos: Ao mesmo tempo em que aprende as informações e atualizadas, o aluno aprender a aprender. d) Treinamento em habilidades: A Comunidade Virtual irá cultivar o lado das habilidades individuais, fazendo com que nenhum aluno fique só no mundo virtual, sendo acelerado com Fóruns, Chat, Bate-Papo, Fale Com!, e Teleconferência. O desenvolvimento de um outro conjunto de habilidades deve ser estimulado entre os estudantes inclusive as habilidades socioafetivas. e) Promoção de atitudes éticas: Um curso deve preocupar com as atitudes que cercam e caracterizam os seus alunos. É preciso, portanto, dar uma atenção especial ao desenvolvimento de atitudes, buscando que sejam coerentes com os valores éticos. Vale ressaltar que, em uma sociedade profundamente desigual como a brasileira, o compromisso com a transformação social é um dos valores éticos que devem ser fortalecidos.

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f)

Seleção de conhecimentos, habilidades e atitudes essenciais: A educação tradicional sobrecarrega os alunos com informações, sem permitir ao estudante distinguir o que é essencial do que é acessório. A disputa entre as disciplinas por maior Carga horária, tão comum nas escolas tradicionais, decorre dessa concepção equivocada de que o importante é a quantidade de informações transmitidas.

g)

Educação centrada no aluno: O estudante é estimulado a adotar uma postura ativa, dentro de um processo de criação de oportunidades de aprendizagem, que lhe permita aprender a usar o método científico, buscando e avaliando as informações disponíveis e desenvolvendo sua capacidade de análise.

h)

Educação integrada e integradora: A realidade não se apresenta às pessoas de forma fragmentada, como supõe o currículo baseado em disciplinas. Se a educação de forma geral deve servir para preparar o aluno para a vida profissional, deve ser capaz de integrar as disciplinas e fornecer o conjunto dos recursos cognitivos, afetivos e psicomotores necessários à solução de cada problema.

i)

Ênfase na avaliação formativa: A avaliação, dentro da nova concepção pedagógica, tem como objetivo ajudar o estudante a amadurecer e a melhorar seu desempenho. A aferição da aprendizagem deve representar um processo de compreensão dos avanços, limites e dificuldades que os alunos estão encontrando para atingir os objetivos propostos. Deve ser compreendida como um ato dinâmico que subsidie o redirecionamento da aprendizagem, possibilitando o alcance dos resultados desejados. A avaliação formativa visa, exatamente, o acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno. Possibilita, ao professor/tutor, conhecer as dificuldades dos alunos e, por conseguinte, identificar o tipo de ajuda mais adequada que pode ser dado ao mesmo para desenvolver suas potencialidades. A avaliação somativa, por sua

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vez, ajudará o professor/tutor a identificar a aprendizagem efetivamente ocorrida ao final dos módulos do curso. j) Individualização curricular: O modelo tradicional de ensino não permite que o estudante tenha seus próprios objetivos educacionais. O currículo é um só para todos. Ora, cada pessoa tem seu próprio estilo de aprendizagem. Impor um formato único a todos os alunos pode, assim, dificultar o desenvolvimento das competências de muitos. Uma estratégia para individualizar o currículo, ou seja, torná-lo o mais adequado possível para cada aluno, é dar amplo espaço às atividades eletivas. As eletivas permitem, ao estudante, reconhecer, dentro do contexto dos objetivos gerais estabelecidos pela escola, os seus próprios objetivos. Desse modo, possibilitam, respeitadas as necessidades coletivas, um esforço dirigido para as necessidades específicas de cada indivíduo. k) Uso de pequenos grupos: O trabalho em pequenos grupos é um elemento fundamental da concepção pedagógica do curso. Antes de tudo, permite a aprendizagem do trabalho em equipe, o que é fundamental para a socialização e para a prática profissional. Além disso, o uso de pequenos grupos facilita a interação, estreita as relações entre o professor e os alunos, abrem espaço para o estudante expressar suas l) idéias, viabiliza a avaliação formativa e favorece o desenvolvimento do pensamento crítico. Formação docente: A nova concepção pedagógica requer docentes que tenham uma visão global da profissão e não apenas das exigências de suas especialidades. É imperioso desenvolver programas de capacitação docente de modo permanente, em um amplo conjunto de competências: métodos educacionais, avaliação, pesquisa, gestão de projetos, administração. Vale lembrar que os atuais médicos não foram formados para ensinar.

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12.3 AMBIENTE ABERTO DE APRENDIZAGEM A Comunidade Virtual e o próprio Curso apresentam uma abordagem mista (objetivista e construtivista), pois utiliza situações-problema que ligam conteúdos a conceitos, estabelecem modelos de entendimento dos problemas e cria um ambiente aberto de aprendizagem. O ABRAEAD (2005) aponta que a Teoria de Desenho Instrucional utilizada valoriza a reflexão feita a partir de múltiplas perspectivas de análise e que exige o pensamento divergente para solucionar um problema, ou seja, não existe uma única resposta correta, mas múltiplos caminhos e respostas possíveis para solucionar o problema. Os valores adotados para o projeto em Ambiente Aberto de Aprendizagem são os seguintes: o Busca e reflexão pessoal; o Pensamento divergente; o Aprendizagem auto-dirigida e autonomia para o aprendiz, que deverá receber suporte metacognitivo; o Aprendizagem mediada por experiências e teorias pessoais do aprendiz; o Atividades que envolvem participação do aprendiz em situações e problemas concretos, relevantes e reais; o Fornecer ferramentas e recursos de apoio à aprendizagem. Para colocar em prática esses valores foram utilizados, ferramentas, recursos e guias de apoio à aprendizagem. O Ambiente Aberto de Aprendizagem é um desenho adequado para o público alvo do presente projeto em EAD, pois possibilita ao adulto, incluindo o jovem devidamente matriculado no 3º Segmento da Educação de Jovens e Adultos na modalidade EaD do Distrito Federal. O projeto conta com vários apoios à aprendizagem, facilitando autoinstrução, flexibilizando o estudo, diminuindo a distância transacional entre tutores e alunos, respeitando os conhecimentos, e experiências pessoais relevantes acumuladas pelo aluno (adulto típico de EAD), bem como disponibilizando ricos recursos adicionais de apoio ao estudo e ao aprofundamento da aprendizagem.

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13. CRONOGRAMA O Projeto de Aplicação em EaD nasceu na matrícula do Curso de Pós Graduação em EaD, que em primeiro momento apresentou uma declinação para a Universidade Corporativa, contudo, o foco do projeto em meio a realidade do Brasil transformou e potencializou o projeto em viagens realizadas para as Regiões Norte e Nordeste do nosso país, onde é vítreo a gigantesca carência de professores em diversas áreas e principalmente nas exatas, tendo a Física como um dos principais bloqueios na aprendizagem. Visualizando a EaD como um grande auxiliar ao combate das desigualdades pertinentes em nosso país surgiu o grande desejo em aprender a desenvolver um plano de ação digno dos mais carentes que auxiliem o discente no sentimento de liberdade e no desejo inefável do conhecimento. Com as Novas Técnicas de Informação e Comunicação (NTIC) podemos considera-las como uma linha de ligação entre os alvos e sentimentos de nossa nação, e assim, o cronograma foi teleologicamente desenvolvido ao longo do curso, no entanto, o cronograma de fato, aonde, veio se tornar um trabalho decisivo com uma abordagem didática e real ocorreu nos últimos meses. Nesse diapasão o presente Planejamento de Aplicação em EaD, foi criado para contribuir com a aprendizagem de no máximo 30 estudantes da Educação de Jovens e Adultos matriculados na modalidade EaD do 3º segmento no Distrito Federal, a comunidade virtual estará estudando o Componente Curricular Física.

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2008
Novembro Dezembro Setembro Fevereiro Fevereiro Outubro Janeiro Janeiro Agosto Junho Março Março Julho Maio Maio Abril Abril
Ano / Meses

2009
Novembro Dezembro Setembro Outubro Agosto Junho Julho

Período de Organização do Projeto Cadastro Treino Tutores Preparação Material, Divulgação inscrição Inicio Término Atividades Aulas 1ª e 2 Avaliação Semestral dos alunos 1ª e 2 Avaliação Semestral dos Tutores 1ª e 2 Avaliação Semestral do Material e de de e e das

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Quadro 9 - Cronograma Geral de Aplicação do Projeto e Curso

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14. PARCERIAS Um Projeto desta natureza e amplitude poderá ser viabilizado, não que seja necessário, mas, envolvendo a comunidade por meio de parcerias com as Secretaria de Educação do Distrito Federal.

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15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO A Instituição de Ensino irá criar a prática constante de avaliar cursos, departamentos, programas. Este Projeto não poderia estar divorciado desta diretriz que deve ser Institucional. Um dos principais parâmetros utilizados para a avaliação dos cursos de Educação de Jovens e Adultos é a sua taxa de sucesso, onde se observa o numero de alunos que ingressa, em relação ao número que conclui, buscando entender os fatores que interferiram em sua trajetória. Do ponto de vista do Projeto como um todo, há de se observar, sobretudo, quatro itens: a garantia da infra-estrutura necessária para o desempenho das atividades; a aplicabilidade e eficiência do projeto pedagógico; a adequação dos materiais didáticos elaborados e a atuação das tutorias. O Projeto deverá ser avaliado ao final de cada ano, tendo-se como parâmetros os itens definidos acima.

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16. SISTEMA DE DIVULGAÇÃO O Programa de Aplicação terá 2(duas) formas de divulgação, uma presencial com cartazes fixados nas dependências das Escolas do Distrito Federal que ministram a EJA na modalidade EaD e outra forma será efetivar o cadastrado nas principais ferramentas de busca que servirão para divulgar. Um Site de Busca é o meio muito fácil e rápido para um usuário da internet encontrar o que deseja. São muito simples de usar, basta digitar a palavra ou frase do assunto que deseja e apertar um botão, em sua tela aparecerão muitos sites sobre aquilo que você procura. Um Site de Busca de modo geral atrai visitas ao site. O projeto será divulgado na Rede em 63 Sites de Busca para divulgar o projeto e site gratuitamente. Dentre esses sites, citamos os seguintes: http://www.acbusca.com.br; http://www.achei.com.br; http://www.acheitudo.com; http://www.achaaqui.com; http://www.achem.com.br; http://www.achegratis.com; http://www.aldeota.com;

http://www.acheiaqui.com.br/www;

http://www.aonde.com; http://www.aonde.com.br etc.

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17. ORÇAMENTO Para a solidificação do presente projeto, que irá contribuir para gerar uma estabilidade educacional na Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal, o investimento é baixo, considerando os resultados que dele poderão advir. Será montado um grupo de pesquisa com uma rede local com no mínimo de dois servidores e doze estações de trabalho onde deverá atuar mais de vinte pesquisadores e estudantes bolsistas nas diversas áreas da educação e TI, e ainda, possuirá uma excelente equipe trabalhando site: http:// educar21.ensinar.org, que é um espaço do projeto desenvolvido pelo www.ensinarnet.com.br Para o sucesso do trabalho de desenvolvimento deve-se incluir o módulo de adaptação, o módulo de modelagem, e o módulo de interface. Projeta-se o orçamento incluindo a divulgação conforme a Tabela 6 de R$
TABELA 6 ORÇAMENTO Evento 1 2 3 Histórico Professor/Tutor Web Designer Divulgação Quantidade 2 1 2 Total Distribuição Durante o curso Durante o curso Início de Cada Semestre Valor em R$ R$ 2.000,00 R$ 800,00 R$ 10.000,00 Valor Total em R$ R$ 36.000,00 R$ 14.400,00 R$ 20.000,00 R$ 70.400,00

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18. CONCLUSÃO A sociedade, a educação e a pedagogia conseguiram grandes aliadas contra a exclusão social e econômica, ou seja, as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC), que estão mostrando a capacidade de oferecerem para a educação e ensino que aliadas ao interesse, empenho e capacidade humana criativa surgirá uma nova forma de aprender, ou melhor, algo a mais que as gerações passadas não conheceram. Atualmente, a comunicação entre continentes se dá em tempo real, e mais ainda, as escolas, faculdades e universidades por intermédio da rede mundial de computadores conseguem se integrar. As pessoas estão utilizando o computador para coisas simples, como ir ao supermercado, a farmácia, e até mesmo a reunião de pais e mestres de uma escola, como também, as mais complexas, como um médico dar um diagnóstico em tempo real, separadas por um continente. Sabemos que por intermédio das Novas Tecnologias o acesso a sala de aula, é possível e assim, democratizar a educação aniquilando o isolamento entre turmas e pessoas proporcionando a dignidade da pessoal humana como fator de comprometimento político. O presente projeto de aplicação proporcionará aos estudantes o algo a mais, pois de forma simplória em linguagem de fácil acesso as grandes verdades da serão trazidas à tona, os alunos descobrirão que as barreiras foram criadas para serem transpostas ou derrubas. E ao final os alunos descobriram que são humanos e com capacidade de comunicar de forma simples e segura. A pedagogia solidificará o segredo do aprender-aprender e o professor cumprirá o seu sacerdócio.

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19. REFERÊNCIA ABRAEAD, Anuário Brasileiro estatístico de Educação Aberta e a Distância, 2005. Disponível no site: http://aprender.UnB.br/file.php/1039/Livro__Educacao_a_Distancia_-_Primeira_Parte/Parte_1_-_capitulo_C__Abordagens_de_desenho_-_aplicacoes.doc. Acesso em 16 de janeiro de 2008 ABRAEAD, Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRAEAD). São Paulo: Instituto Monitor, 2006. Disponível em: http://www.abraead.com.br/anuario/anuario2006.pdf. Acesso em 02 nov. 2007. ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de, Educação a Distância na Internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem, Educação e Pesquisa, São Paulo, v.29, n 2, p. 327 – 340 jul./dez. 2003.

ALVES, Lynn; NOVA, Cristiane. Educação a Distância: Uma Nova Concepção de Aprendizagem e Interatividade. São Paulo, Futura, 2003.

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LÈVY, Pierre. Cibercultura. Editora 34. São Paulo, 1999. MAIA, Rousiley C. M. “Discursos práticos e a busca pela ética”. In: MARI, H. et al. Fundamentos e dimensões da análise do discurso. Belo Horizonte: Carol Borges – Núcleo de Análise do Discurso. Fale – UFMG. 1999, p. 73-85. MAGDALENA, Beatriz; COSTA, Íris E. Internet em sala de aula: com a palavra, os professores. Porto Alegre: Armat, 2003. MAGDALENA, Beatriz C. e COSTA Iris E. T. Novas formas de aprender: comunidades de aprendizagem. IN: SALTO PARA O FUTURO / TV ESCOLA Disponível em: http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2005/nfa/meio.htm. Acesso em: 30 nov. 2007. MATURANA, H., VARELA, F. De máquinas y seres vivos, autopoiesis: la organización de lo vivo. Santiago: Editorial Universitaria, 1995; MATURANA, H., VARELA, F. El árbol del conocimiento. Santiago: Editorial Universitaria, 1995. WINO­ GRAD, T. FLORES, F. Understanding computers and cognition: a new foundation for design. New Jersey: Ablex Publishing , 1986; PAPERT, S. A Máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. MELO, L. B.; MEIRA, L. R. L. , 2000,Comunidades Virtuais de Aprendizagem, Disponível em: http://www.lafa.pro.br/apresentacoes/postersbie2000-2.ppt, acesso em 21 nov. 2007 NEDER, Maria Lucia Cavalli. Avaliação na Educação a Distância: significados para definição de Percursos. In: PRETI, Oreste (org.). Educação a Distância: inícios e indícios de um percurso. Cuiabá: UFMT, 1996, disponível em http://209.85.165.104/search?q=cache:Vy_XFQBIs7oJ:www.nead.ufmt.br/documento s/AVALIArtf.rtf+AVALIA%C3%87%C3%83O+DE+MATERIAIS+DE+EAD&hl=ptBR&ct=clnk&cd=7&gl=br. Acesso em 20 de jan. 2008 NOVA ESCOLA, Transgressão e Mudança na Educação: publicado em agosto de 2002, disponível em: <http:www.novaescola.abril.com.br/ed/154_ago02/html/repcapa_qdo_hernandez.htm >, acesso em 02 dez. 2007 PRIMO, Alex Fernando Teixeira. A emergência das comunidades virtuais. In: Intercom 1997 - XX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 1997, Santos. Anais… Santos, 1997. Disponível em:<http://www.pesquisando.atravesda.net/comunidades_virtuais.pdf. Acesso em 20 de nov. 2007 Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta: Teorias: Aspectos Teóricos e Filosóficos: Teoria da Distância Transacional, publicado em 30/08/2002. Disponível:<http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=23&s id=69&UserActiveTemplate=3esp>. Acesso em 13 de nov.2007

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RHEINGOLD, H. A Comunidade Virtual. Editora Gradiva, Lisboa, 1996. RESOLUÇÃO CEB nº01/00 SÁ, Iranita M. A. Educação a Distância: Processo Contínuo de Inclusão Social. Fortaleza, C.E.C., 1998 SARTORI, A.; ROESLER, J., Educação Superior a Distância. Gestão da aprendizagem e da produção de materiais didáticos impressos e on-line. Tubarão: Editora Unisul, 2005. SARTORI, A. S.; ROESLER. J.; Narrativa e dialogicidade nas comunidades virtuais de aprendizagem, Revista da Associação Nacional dos Programas de PósGraduação em Comunicação, p.2-9, abril, 2006 SILVA, Marco. Sala de aula interativa, Quartet, RJ, 2001 UNESCO, 1972 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, Centro de Educação a Distância (CEAD), Disciplina: Fundamentos de EaD, Unidade 2, Bases Conceituais, Pluralidade de Definições, 2006, p. 9 VALENTE, José Armando, O computador na sociedade do conhecimento. Ed. Nied, 199. 156 p. Vasconcelos, P. A. C. de; França,G.; Santos L. 2007, EaD: uma Visão Global dos seus Contextos e Aplicações.Disponível em: http://www.adtevento.com.br/intercom/2007/resumos/R0552-1.pdf acesso em 21 de dez. 2007 WEBER, M. Conceitos Básicos de Sociologia. Editora Moraes. São Paulo, 1987 DECRETO Número 5.622, publicado no D.O.U. de 20/12/05 PORTARIA Ministerial Número 4.361, de 2004 Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRAEAD 2004/2005) www.se.df.gov.br, apresentação do curso acesso em 11 de dezembro de 2007. http://www.nead.ufpr.br/conteudo/artigos/experiencia_ead.pdf:, EXPERIÊNCIAS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL, Martins, Onilza Borges, 2001, Acesso em 12 de nov. 2007

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ANEXO I EMENTÁRIO
CINEMÁTICA Ementa: Cinemática do ponto. Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Programa: •Medidas Físicas; •Movimento Retílineo ; • Velocidade média ; •Cálculo Vetorial; •Movimento num Plano ; •Força e Movimento I ; *Força e Movimento II ; •Trabalho e Energia; • Lei da Conservação da Energia; • Sistemas de Partículas; •Colisões; •Movimento de Rotação ELETROSTÁTICA Ementa: Eletrostática: campo, divergência, rotacional, potencial, trabalho e energia, condutores. Programa: •Análise vetorial; • Eletrostática; Campo eletrostático na matéria; • Magnetostática;Campo magnetostático na matéria ELETROMAGNETISMO Ementa: Fenômenos elétricos e magnéticos. Conceitos de campos elétrico e magnético. Situações estacionárias e quase-estacionárias. Programa: • A Lei de Coulomb; • O Campo Elétrico; • A Lei de Gauss; • O Potencial Elétrico; • Capacitores e Dielétricos; • Corrente e Resistência; • Força Eletromotriz e Circuitos DC; • O Campo Magnético; • Fonte de Campo Magnético; • A Lei de Faraday; • Equações de Maxwell; •Energia do campo magnético; • Magnetismo em Meios Materiais; •Corrente Alternada HIDRODINÂMICA Ementa: Elementos de cálculo matricial, vetorial e tensorial. Análise tensorial. Cinemática dos fluidos. Estática dos fluidos. Programa: • Cálculo vetorial e tensorial; • Conceitos e princípios básicos

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HIDROSTÁTICA Ementa: Hidrostática; pressão. Hidrodinâmica; viscosidade. Movimento harmônico. Ondas mecânicas; interferências. Ondas sonoras e acústicas. Termologia. Temperatura. Termometria; dilatação térmica. Calor. Primeiro principio de termodinâmica. Segundo principio da termodinâmica. Programa: •Movimento periódico; •-Temperatura e calor; • Propriedades térmicas da matéria; • Primeira Lei da Termodinâmica; • Segunda Lei da Termodinâmica; • Som e audição. OSCILAÇÕES MODERNA Ementa: Oscilações eletromagnéticas. Ótica. Introdução à física moderna. Programa: • Equações de Maxwell e Ondas Eletromagnéticas; • Propriedades da Luz ELETROMAGNÉTICAS. ÓTICA. INTRODUÇÃO À FÍSICA

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ANEXO II VISUALIZAÇÃO SITE: http://educar21.ensinar.org

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GERENCIAMENTO DO SITE 1 - VISÃO GERAL

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ANEXO III PROJETO PEDAGÓGICO E ESTRUTURAL DOS MÓDULOS ORGANOGRAMA – ROTEIRO DAS AULAS E O MAPA DO CURSO MOSTRA A SEQÜÊNCIA DOS MÓDULOS.
Apresentação do organograma e Grade Curricular de cada Módulo será melhor visualizada, uma vez que é apresentado o site de forma simples e clara.

Planejamento e Avaliação
Módulo I Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10 Aula 11 Aula 12 Aula 13 Aula 14 Módulo II Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10 Aula 11 Aula 12 Aula 13 Aula 14 Módulo III Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10 Aula 11 Aula 12 Aula 13 Aula 14 Aula 15 Aula 16 Aula 17 Aula 18 Aula 19 Módulo IV Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10 Aula 11 Aula 12 Aula 13 Aula 14 Aula 15 Módulo V Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10 Módulo VI Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 9 Aula 10

Organograma 1 – Mapa do Curso

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1 - ROTEIROS DAS AULAS DOS MÓDULOS.
Módulo I – O que é Física? Aula 1 - O que faz a Física? Aula 2 - Quais as áreas da Física? Aula 3 - Qual é a Filosofia da Física? Aula 4 - Quais são as divisões da Física? Aula 5 – Fórum - Qual a sua visão da Física? Aula 6 - Conhecendo as Dimensões – Exercício – Prática Animada Aula 7 - Medidas e Grandezas Físicas – Exercício – Prática Animada Aula 8 - Aprenda a Medir Um Lago – Exercício – Prática Animada Aula 9 - "Raio da Terra"– Exercício – Prática Animada Aula 10 - As partículas e as forças fundamentais – Exercício – Prática Animada Aula 11 - Como Estudar Física Aula 12 - Fórum - Onde Encontramos a Física, Como Estudar Física e Como Resolver Problemas de Física? Aula 13 -Como Resolver Problemas de Física Aula 14 -Onde encontro a Física no Cotidiano?
ROTEIRO 1– Roteiro das Aulas do Módulo I

Módulo II – Cinemática
Aula 1 - Introdução aos Conceitos Físicos Aula 2 - Aceleração Escalar Aula 3 - Movimento Uniforme (M.U) Aula 4 - Movimento Uniformemente Variado (M.U.V) Aula 5 - Movimento Circular Aula 6 - Velocidade Média Escalar e Vetorial Aula 7 - Gravitação Universal Aula 8 - Movimento Circular Uniformemente Variado (MCUV) Aula 9 - Equação de Torricelli Aula 10 - Hidrostática Aula 11- Princípio de Pascal Aula 12 - Pressão Aula 13 - Vamos lançar um projétil em um Forte? Aula 14 - Exercícios Resolvidos de Cinemática
ROTEIRO 2 – Roteiro das Aulas do Módulo II

Módulo III – Dinâmica Aula 1 - Dinâmica Aula 2 - 2ª Lei de Newton Aula 3 - Princípio da Ação e Reação ou a 3ª Lei de Newton Aula 4 - Princípio da Inércia ou a 1ª Lei de Newton Aula 5 - Força Aula 6 - Empuxo Aula 7 - Impulso e Quantidade de Movimento Aula 8 - Potência e Rendimento Aula 9 - Trabalho de uma Força Aula 10 - Aprenda Brincando sobre Impulso Aula 11 - Aprenda Brincando sobre Molas Aula 12 - Aprenda Brincando sobre Roda Viva Aula 13 - Aprenda Brincando sobre Variação de Movimento Aula 14 - Vamos aprender a fazer uma Mudança?

76 Aula 15 - Aprenda Brincando sobre as Leis de Conservação Aula 16 - Aprenda Brincando sobre Conservação de Movimento Aula 17 - Aprenda o que é força na prática Aula 18 - Veja a atuação da Força em um Plano Inclinado Aula 19 - Força de Empuxo nos Líquidos
ROTEIRO

3 – Roteiro das Aulas do Módulo III
Módulo IV – Termologia

Aula 1 - Sensação Térmica Aula 2 - Temperatura e Calor Aula 3 - Termômetros e Escalas Termométricas Aula 4 - Dilatação Térmica e a Calorimetria Aula 5 - Dilatação Superficial Aula 6 - Dilatação Linear Aula 7 - Dilatação Volumétrica Aula 8 - Dilatação dos Líquidos Aula 9 – Troca e Propagação do Calor Aula 10 - Calor Latente Aula 11 - Estudo dos Gases Aula 12 - Termodinâmica Aula 13 - Energia Interna Aula 14 - Princípios da Termodinâmica Aula 15 - Dilatação térmica dos sólidos e líquido Fórum - O Calor e o Homem
ROTEIRO 4 – Roteiro das Aulas do Módulo IV

Módulo V - Eletricidade e Magnetismo Aula 1 – Eletromagnetismo I Aula 2 - Carga Elétrica Aula 3 – Condutores e Isolantes Aula 4 – Transferência de Carga Elétrica Aula 5 - Eletroscópio Aula 6 - Eletromagnetismo II Aula 7 – Conheça os Raios Catódicos Aula 8 – Arco Elétrico Aula 9 - Estática Aula 10 – Fórum – Imagine você ficando um mês sem eletricidade. O que mudaria em sua vida?
ROTEIRO 5 – Roteiro das Aulas do Módulo V

Módulo VI –Óptica Aula 1 - Óptica I Aula 2 - Funciomamento do Olho Humano Aula 3 - Óptica 2 Aula 4 - Teoria da Cores Aula 5 - Óptica 3 Aula 6 - Espelho Côncavo Aula 7 - Espelhos Esféricos Aula 8 - Entendendo os espelhos de Gauss Aula 9 – Atividade “ Cor e Luz”
ROTEIRO 6 – Roteiro das Aulas do Módulo VI

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2 - PROJETO PEDAGÓGICO E ESTRUTURAL DOS MÓDULOS: 1) ROTEIRO 7 – Conteúdo das Aulas do Módulo I
Módulo I Objetivo: Apresentar a física aos alunos que estão iniciando o estudo da ciência, destacando alguns de seus aspectos interessantes, quase sempre não abordados em cursos tradicionais. Título: O que é Física? Avaliação de Conteúdos Aprendizagem Objetivos Específicos: - Características da ciência; - Delimitação do estudo da ciência em comparação as demais: - Mostrar Física como ciência fundamental; - Relacionamento da Física com a Matemática;

Aula 1 – apresentar e comentar o lugar ocupado pela Física entre os demais ramos do conhecimento.

- Análise de exemplos de descrições de necessidades.

Aula 2 – Apresentar em forma de lista as áreas de atuação da Física Aula 3 – Apresentar em caráter despretensioso a Filosofia da Física. Apresentar as idéias sem qualquer preocupação com a memorização Aula 4 – Apresentar as divisões da Física a citar: A física teórica; A física experimental; A física aplicada; - Discorrer sobre a natureza e a sua complexidade

- Lista das áreas da Física

- Análise de exemplos de descrições de necessidades.

- Particularidades da Física; - Noções de Determinismo Científico; - Análise de exemplos - Apresentar superficialmente de descrições de as algumas Teorias Filosóficas necessidades da Física - Conceitos básicos das - Análise de exemplos divisões da Física; de descrições de - Apresentar propriedades mais necessidades. estudadas nos fenômenos. - Busca e reflexão pessoal;

Aula 5 – Fórum – Estimular aos alunos a participarem ativamente dos debates, levando-os a perceber o estreito relacionamento da ciência e da tecnologia com as nossas vidas e com a sociedade em geral.

- Pensamento divergente; - Aprendizagem auto-dirigida e autonomia para o aprendiz, com suporte metacognitivo; - Aprendizagem mediada por experiências e teorias pessoais do aluno; - Exemplos de Dimensões. - Apresentação das medidas e grandezas que é vivenciada todos os dias por todos. - Apresentação das medidas e grandezas que é vivenciada todos os dias por todos com

A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno..

Aula 6 – Apresentação de Exercícios Práticos mediada por Computador. Aula 7 – Apresentação de Exercícios Práticos mediada por Computador. Aula 8 – Apresentação de Exercícios Práticos mediada por Computador.

Análise de exemplos de descrições de necessidades Análise de exemplos de descrições de necessidades. Análise de exemplos de descrições de necessidades.

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78 situações que envolvem comparações ou estimativas de grandezas como comprimento, massa, tempo e velocidade,. - Apresentação das medidas e grandezas que é vivenciada todos os dias por todos com Análise de exemplos situações que envolvem de descrições de comparações ou estimativas de necessidades. grandezas como comprimento, massa, tempo e velocidade,. - Apresentação das medidas e grandezas que é vivenciada todos os dias por todos com Análise de exemplos situações que envolvem de descrições de comparações ou estimativas de necessidades. grandezas como comprimento, massa, tempo e velocidade. Texto adaptado por Alberto Ricardo Präss, do livro “Física Na Escola Secundária”, de Análise de exemplos Oswald H. Blackwood, Wilmer de descrições de B. Herron & William C. Kelly necessidades. Tradução de José Leite Lopes e Jayme Tiomno Editora Fundo de Cultura - Busca e reflexão pessoal; Aula 12 – Fórum – Estimular aos alunos a participarem ativamente dos debates, levando-os a perceber o estreito relacionamento da ciência e da tecnologia com as nossas vidas e com a sociedade em geral. - Pensamento divergente; - Aprendizagem auto-dirigida e autonomia para o aprendiz, com suporte metacognitivo; - Aprendizagem mediada por experiências e teorias pessoais do aluno; Texto adaptado por Alberto Ricardo Präss, do livro “Física Na Escola Secundária”, - Vídeo Tema do Ano Mundial da Física - 2005. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno..

Aula 9 – Apresentação de Exercícios Práticos mediada por Computador.

Aula 10 – Apresentação de Exercício Prático mediada por Computador

Aula 11 – Apresentar de forma simples os princípios básicos da Metodologia Científica para o Estudo.

Aula 13 – Apresentar de forma simples os princípios básicos da Metodologia Científica para o Estudo. Aula 14 – Apresentar por meio de Vídeo a Física na Natureza.

Análise de exemplos de descrições de necessidades. Análise de exemplos de descrições de necessidades.

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2) ROTEIRO 8 – Conteúdo das Aulas do Módulo II
Unidade II Objetivo: Ao final o aluno será capaz de realizar uma análise dentro da cinemática (sem se preocupar com as causas do movimento) e em que se refere o movimento ao longo de uma linha reta e conhecer o movimento unidimensional. Título: Cinemática Avaliação de Conteúdos Aprendizagem Objetivo Específico: A avaliação formativa com apreciação no Aula 1 – Introdução aos Conceitos Introdução aos Conceitos acompanhamento do Físicos Físicos processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do Aula 2 – Aceleração Escalar Aceleração Escalar processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no Aula 3 – Movimento Uniforme (M.U) Movimento Uniforme (M.U) acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no Aula 4 – Movimento Uniforme Variado Movimento Uniforme Variado acompanhamento do (M.U.V) (M.U.V) processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no Aula 5 – Movimento Circular Movimento Circular acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no Aula 6 – Velocidade Média Escalar e Velocidade Média Escalar e acompanhamento do Vetorial Vetorial processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no Aula 7 – Gravitação Universal Gravitação Universal acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa Movimento Circular com apreciação no Aula 8 – Movimento Circular Uniformemente acompanhamento do Uniformemente Variado(MCUV) Variado(MCUV) processo de aprendizagem do aluno.. Aula 9 – Equação de Torricelli Equação de Torricelli A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do

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Aula 10 – Hidrostática

Hidrostática

Aula 11 – Princípio de Pascal

Princípio de Pascal

Aula 12 – Pressão

Pressão

Aula 13 – Vamos lançar um projétil em um Forte?

Vamos lançar um projétil em um Forte?

Aula 14 – Exercícios Resolvidos

Exercícios Resolvidos

processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno.. A avaliação formativa com apreciação no acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno..

3) ROTEIRO 9 – Conteúdo das Aulas do Módulo III
Unidade III – Objetivo: Ao final o aluno será capaz de identificar situações dentro da mecânica, reconecer os fatos e resolver os diversos tipos de exercícios. Título: Dinâmica Conteúdos Avaliação de Aprendizagem Objetivo Específico: Aula 1 – Dinâmica Dinâmica Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Aula 2 – 2ª Lei de Newton 2ª Lei de Newton Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Aula 3 – 3ª Lei de Newton 3ª Lei de Newton Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Aula 4 – 1ª Lei de Newton 1ª Lei de Newton Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Aula 5 – Força Força Análise de exemplos de

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Aula 6 – Empuxo

Empuxo

Aula 7 – Impulso e Quantidade de Impulso e Quantidade de Movimento Movimento Aula 8 – Potência e Rendimento Potência e Rendimento

Aula 9 – Trabalho de uma Força

Trabalho de uma Força

Aula 10 – Aprenda Brincando sobre Aprenda Impulso Impulso Aula 11 - Aprenda Brincando sobre Aprenda Molas Molas

Brincando

sobre

Brincando

sobre

Aula 12 - Aprenda Brincando sobre Aprenda Brincando Roda Viva Roda Viva Aula 13 - Aprenda Brincando sobre Movimento

sobre

Aprenda Brincando sobre Movimento sobre

Aula 14 - Aprenda Brincando sobre Aprenda Brincando uma Mudança uma Mudança Aula 15 - Aprenda Brincando sobre Aprenda Brincando Leis de Conservação Leis de Conservação

sobre

Aula 16 - Aprenda Brincando sobre Aprenda Brincando sobre Conservação de Movimento Conservação de Movimento Aula 17 – Aprenda o que é força na Aprenda o que é força na prática prática Aula 18 – Veja a atuação da Força em Veja a atuação da Força em um Plano Inclinado um Plano Inclinado

descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de

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Aula 19 – Força de Empuxo nos Força de Líquidos Líquidos Aula 20 – Conhecendo a Hidrostática

Empuxo

nos

Conhecendo a Hidrostática

necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios

4) ROTEIRO 10 – Conteúdo das Aulas do Módulo IV Unidade IV Objetivo: Ao final o aluno será capaz de conhecer os fundamentos da Termodinâmcia, ser
capaz de definir Calor e Temperatura

Título: Termologia Objetivo Específico: Aula 1 – Sensação Térmica

Conteúdos Sensação Térmica

Avaliação de Aprendizagem
Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de

Aula 2 – Temperatura e Calor

Temperatura e Calor

Aula 3 – Termômetros e Escalas Termométricas Aula 4 – Dilatação Térmica e a Calorimetria Aula 5 – Dilatação Linear

Termômetros e Escalas Termométricas Dilatação Térmica e a Calorimetria Dilatação Linear

Aula 6 – Dilatação Linear

Dilatação Linear

Aula 7 – Dilatação Volumétrica

Dilatação Volumétrica

Aula 8 – Dilatação dos Líquidos

Dilatação dos Líquidos

Aula 9 – Troca e Propagação do Calor

Troca e Propagação do Calor

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Aula 10 - Calor Latente

Calor Latente

Aula 11 – Estudo dos Gases

Estudo dos Gases

Aula 12 – Termodinâmica

Termodinâmica

Aula 13 – Energia Interna

Energia Interna

Aula 14 – Princípios da Termodinâmica Aula 15 – Dilatação Térmica dos Sólidos e Líquidos Aula 16 – Fórum – O Calor e o Homem

Princípios da Termodinâmica Dilatação Térmica dos Sólidos e Líquidos Fórum

necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Verificação no Fórum

5) ROTEIRO 11 – Conteúdo das Aulas do Módulo V
Unidade V Objetivo: Ao final o aluno será capaz de conhecer os fundamentos da Eletricidade e do Magnetismo Título: Eletricidade & Magnetismo Avaliação de Conteúdos Aprendizagem Objetivo Específico: 1- Onde não está a eletricidade? 2 - Pondo ordem dentro e Análise de exemplos de fora de casa. descrições de 3 - Elementos dos Aula 1 – Eletromagnetismo I necessidades Circuitos Elétricos Resolução de 4 - Cuidado! É 110 ou Exercícios 220? 5 - A Conta de Luz 6 - Exercícios Análise de exemplos de descrições de Aula 2 – Carga Elétrica Carga Elétrica necessidades e resolução de exercícios Aula 3 – Condutores e Isolantes Condutores e Isolantes Análise de exemplos de

84 descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios

Aula 4 – Transferência de Carga Elétrica

Transferência de Carga Elétrica

Aula 5 – Eletroscópio

Eletroscópio 7. Chuveiros elétricos 8. Lâmpadas e fusíveis 9. A potência nos aparelhos resistivos 10. O controle da corrente elétrica 11. Ligações elétricas nas resistências 12. Circuitos elétricos e sua representa 13. Exercícios Raios Catódicos

Aula 6 – Eletromagnetismo 2

Análise de exemplos de descrições de necessidades Resolução de Exercícios

Aula 7 – Conheça os Raios Catódicos

Aula 8 – Arco Elétrico

Arco Elétrico

Aula 9 – Estática Aula 10 – Fórum - Imagine você ficando um mês sem eletricidade. O que mudaria em sua vida? Aula 11 – Conhecendo a Eletrização

Estática

Fórum

Eletrização

Aula 12 – Experimentando Resistência Elétrica

Experimentando Resistência Elétrica

Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios Análise de exemplos de descrições de necessidades e resolução de exercícios

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6) ROTEIRO 12 – Conteúdo das Aulas do Módulo VI
Unidade VI Objetivo: Ao final o aluno será capaz de identificar os diversos tipos de espelhos e conhecer a forma de funcionamento. Título:Óptica Conteúdos Avaliação de Aprendizagem Objetivo Específico: 1. A visão 2. Uma visão do curso 3. Recepção e registro de imagens Análise de exemplos de 4. A câmara escura descrições de Aula 1 – Óptica 1 5. Foto-grafar necessidades e resolução 6. Acertando câmara e filme de exercícios 7. A vídeo gravação ou a câmara de TV 8. De olho no olho 9. Duas ópticas Análise de exemplos de Funcionamento do Olho Aula 02 - Funcionamento do Olho Humano descrições de Humano necessidades Fontes de luz (e de calor) As cores da luz e a sua decomposição As cores e a sua composição Análise de exemplos de As cores e a sua complicação descrições de Aula 03 – Óptica 2 As cores da luz e a sua necessidades e resolução explicação de exercícios Imagem quântica A luz e a cor das Estrelas Laser Análise de exemplos de Aula 04 – Teoria das Cores Teoria das Cores descrições de necessidades Análise de exemplos de Espelhos planos, esféricos descrições de Aula 05 – Óptica 3 Defeitos da visão e as lentes necessidades e resolução esféricas de exercícios Análise de exemplos de Fundamentos Teóricos dos Aula 06 – Espelho Côncavo descrições de Espelhos Côncavos necessidades Fundamentos Teóricos da Análise de exemplos de Aula 07 – Espelhos Esféricos Reflexão em Espelhos descrições de Esféricos necessidades Identificar o Centro de Aula 08 – Entendendo os Espelhos de Experiência com os Espelhos Curvatura, Foco e Vértice Gauss de Gauss do Espelho Vamos realizar uma Identificação matemática Aula 09 – Atividade Cor e Luz experiência pela simulação por traz deste fenômeno de mistura de cores. físico Aula 10 – Fórum – O Homem e a Luz A matéira Estudada Verificação no Fórum

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