P. 1
IntegraisIndefinidas

IntegraisIndefinidas

|Views: 68|Likes:
Publicado porchineslm

More info:

Published by: chineslm on Jan 13, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/03/2012

pdf

text

original

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II

INTEGRAIS INDEFINIDAS
1

PUCRS - Faculdade de Matemática
Cálculo Diferencial e Integral II



Antiderivada
Dizemos que uma função ( ) x F é uma antiderivada de uma função ( ) x f em um dado intervalo
se ( ) ( ) x f x F
'
= para cada x do intervalo.

Exemplo: Seja a função ( ) 2x x f =
Existe alguma função cuja derivada seja igual a 2x ?

Sim, na verdade existem muitas funções, como por exemplo:

( )
( )
( )
( )
¦
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
¦
´
¦
+ =
÷ =
+ =
=

2
1
x x F
5 x x F
7 x x F
x x F
2
4
2
3
2
2
2
1

Podemos observar que todas estas funções possuem uma parte em comum ( )
2
x e outra diferente
formada por uma constante. Vamos então representar todos estes exemplos de forma genérica
por
( ) C x x F
2
+ =
sendo C : constante

As funções ( ) ( ) ( )  , x F , x F , x F
3 2 1
são chamadas de antiderivadas de ( ) x f .

O processo de encontrar antiderivadas é denominado antiderivação, antidiferenciação ou
ainda integração. Logo, integrando ou antiderivando a função ( ) x f obtemos uma antiderivada
da forma ( ) C x F + .

Representação: ( ) ( ) C x F dx x f + =
í




Interpretação geométrica da integral indefinida
Seja ( ) x f uma função contínua e ( ) C x F + sua primitiva ( ou integral ).
( ) C x F + representa uma família de funções pois para cada valor real de C teremos uma função
diferente.


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
2
Exemplo:
Sendo ( ) 2x x f = ➪ ( ) C x x F
2
+ =


















A integral indefinida corresponde geometricamente a um conjunto de curvas com a propriedade
de, em pontos de mesma abscissa, possuírem tangentes geométricas paralelas entre si.

✔ Exercício
Complete as colunas adequadamente.

FUNÇÃO DERIVADA CONCLUSÃO
2
x 2x
2
x é a antiderivada de 2x
3
x

4
x


Generalizando, se ( ) 1 p , x x f
p
÷ = = temos:

-1 p sendo , C
1 p
x
dx x
1 p
p
= +
+
=
+
í


O que acontece se aplicarmos esta regra de integração para p = -1 ?
Neste caso,
???
x
dx
dx x
1
= =
í í
÷

2 x
2
+
2
x
1 - x
2
1 x
2
+

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
3

Propriedades da integral indefinida

í í
= f(x)dx c f(x)dx c
, sendo “c” uma constante
í í í
± = ± g(x)dx f(x)dx g(x)]dx [f(x)


✔ Exercício
Calcule a integral indefinida das funções abaixo apresentadas.

INTEGRAL RESPOSTAS:

í
dx x
C
2
x
2
+

í
dx 2x
C x
2
+

í
dx x
C
3
x 2
3
+

í
dx
4
x
3
C
16
x
4
+

í 5
x
dx
C
4x
1
4
+ ÷
⑥ ( )
í
+ + dx 1 3x x
2

C x
2
3x
3
x
2 3
+ + +

í
÷ ÷
dx
x
2 x 2x
2
2 3

C
x
2
x x
2
+ + ÷

í
dx x . x
4 2

C
7
x
7
+

í
dx x x
C
5
x 2
5
+

í
dx
x
4

C x 8 +


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
4
Cálculo via Maple com tutorial:

Exemplo:
í
= |
.
|

\
|
+ + + ???? dx
x
1
x 5 3x
2


➩ Após inicializado o programa deve ser utilizado o seguinte comando:


> with(Student[Calculus1]):

> IntTutor(3*x^2+5+sqrt(x)+1/x,x);
= d
(
J
1
1
1
1
+ + + 3 x
2
5 x
1
x
x + + + x
3
5 x
2 x
( ) / 3 2
3
( ) ln x





CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
5
Cálculo via Maple
> int(x,x);
x
2
2

> int(2*x,x);
x
2

> int(sqrt(x),x);
2 x
( ) / 3 2
3

> int(x^3/4,x);
x
4
16

> int(1/x^5,x); ÷
1
4 x
4

> int(x^2+3*x+1,x); + +
1
3
x
3
3
2
x
2
x
> int((2*x^3-x^2-2)/x^2,x); ÷ + x
2
x
2
x

> int(x^2*x^4,x);
x
7
7

> int(x*sqrt(x),x);
2 x
( ) / 5 2
5

> int(4/sqrt(x),x);
8 x


✔ Aplicações
① A função velocidade de um certo movimento é dada por 36 20t 3t v(t)
2
+ ÷ = , com " t "
medido em segundos. Determine a função posição s(t) desse movimento, sabendo que no tempo
de 2 segundos o espaço percorrido é de 47 metros.
Resposta: ( ) 7 36t 10t t t s
2 3
+ + ÷ =

② Sabendo que o ponto ( ) 5 , 2 pertence a uma curva de equação ( ) x f y = e que a declividade
da reta tangente em cada ponto da mesma é dada por 3 2x ÷ , encontre a equação da curva.
Resposta: 7 3x x y
2
+ ÷ =

③ Uma partícula move-se de acordo com os dados que se seguem. Sendo ( ) t s a posição, ( ) t v a
velocidade e ( ) t a a aceleração da partícula no instante t, encontre a posição da partícula.
Respostas:
⒜ ( ) ( ) ( ) ( ) 0 0 s , t cos t sen t v = ÷ = ( ) ( ) ( ) t sen t cos 1 t s ÷ ÷ =
⒝ ( ) ( ) ( ) 3 0 v , 1 0 s , 2 t t a = = ÷ = ( ) 1 3t t
6
t
t s
2
3
+ + ÷ =
⒞ ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 12 2π s , 0 0 s , t 3cos t 10sen t a = = + = ( ) ( ) ( ) 3
π
6t
t 3cos t 10sen t s + + ÷ ÷ =

④ Uma bola é arremessada para cima com uma velocidade de 48 pés / s da margem de um
penhasco 432 pés acima do solo. Desprezando-se a resistência do ar, determine:
⒜ sua velocidade após t segundos

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
6
Resposta: ( ) 48 t 32 t v + ÷ =
⒝ após quanto tempo a bola atinge sua altura máxima.
Resposta: s 1,5 t =
⒞ sua altura após t segundos
Resposta: ( ) 432 48t 16t t s
2
+ + ÷ =
⒟ após quanto tempo a bola atinge o solo. ( Use g = 32pés/s
2
para a aceleração da gravidade )
Resposta: s ,9 6 t ~

⑤ Uma companhia estima que o custo marginal para produzir x itens de um determinado
produto é dado por ( ) 0,002x 1,92 x C
mg
÷ = . Se o custo para produzir um item é de R$ 562,00
encontre o custo para produzir 100 itens.
OBS: Sendo ( ) x C a função custo para produzir “x ” unidades de um certo produto, chama-se
função custo marginal à derivada da função custo em relação a x, que é representada por
( ) ( ) x C x C
'
mg
= .
Resposta: 742,08 R$

✔ Desafio
Determine o valor das integrais:
⒜ dx 1) (2x
í
+
Resposta: C x x
2
+ +
⒝ dx 1) (2x
2
í
+
Resposta:
( )
C
6
1 2x
3
+
+
⒞ dx 1) (2x
10
í
+
Resposta:
( )
C
22
1 2x
11
+
+


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
7
✔ Exercícios
Determine as seguintes integrais indefinidas:
INTEGRAL RESPOSTAS:
① ( ) dx 1 2x
3
í
÷
( )
C
8
1 2x
4
+
÷

② dx 8) x x
2
í
÷
( )
C
3
8 x
3
2
+
÷


( )
í
÷
3
6 5x
dx 2

( )
C
6 5x 5
1
2
+
÷
÷

í
+
dx e
1 3x

C
3
e
1 3x
+
+


í
÷3x 4
dx

( )
C
3
3x 4 ln
+
÷
÷
⑥ dx
4 5x
2
3
e
3x
í |
|
.
|

\
|
÷
+
( )
C
5
4 5x 2ln
9
e
3x
+
÷
+

( )
í
+ ÷
÷
3 8x x
dx 4 x 3
2

( )
C
2
3 8x x 3ln
2
+
+ ÷


í
+ + 16 8x x
dx 2
2
C
4 x
2
+
+
÷

í
+
4 2
8 3x
dx x

( )
C
9
8 3x 2
4
3
2
+
+


í
dx (5x) sec 6
2

( )
C
5
5x tg 6
+

í
|
.
|

\
|
dx
2
x
cos C
2
x
sen 2 + |
.
|

\
|

⑫ ( ) ( )
í
dx 4x tan . 4x 2sec
( )
C
2
4x sec
+

( )
( )
í
x cos
dx x sen
( ) ( ) C x cos ln + ÷

( )
í
7x csc
dx

( )
C
7
7x cos
+ ÷

í
+ 4 x
dx
2

C
2
2
x
tg arc
+
|
.
|

\
|

⑯ ( ) ( )
í
dx x cos x sen
3

( ) ( ) C x sen
7
2
x sen
3
2
7 3
+ ÷
⑰ ( ) ( )
í
dx 3x cotg 3x sen
( ) C 3x sen
3
1
+


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
8
Cálculo via Maple com tutorial:

( ) ( )
í
= ???? dx 3x cotg 3x sen


> with(Student[Calculus1]):

> IntTutor(sin(3*x)*cot(3*x),x);
= d
(
J
11
( ) sin 3 x ( ) cot 3 x x
1
3
( ) sin 3 x



CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
9
Cálculo via Maple

> int((2*x-1)^3,x);
( ) ÷ 2 x 1
4
8

> int(x*sqrt(x^2-8),x);
( ) ÷ x
2
8
( ) / 3 2
3

> int(2/(5*x-6)^3,x);
÷
1
5 ( ) ÷ 5 x 6
2

> int(exp(3*x+1),x);
1
3
e
( ) + 3 x 1

> int(1/(4-3*x),x); ÷
1
3
( ) ln ÷ 4 3 x
> int((exp(3*x)/3+2/(5*x-4)),x); +
1
9
e
( ) 3 x 2
5
( ) ln ÷ 5 x 4
> int(3*(x-4)/(x^2-8*x+3),x);
3
2
( ) ln ÷ + x
2
8 x 3
> int(2/(x^2+8*x+16),x); ÷
2
+ x 4

> int(x/(3*x^2+8)^(1/4),x);
2 ( ) + 3 x
2
8
( ) / 3 4
9

> int(6*(sec(5*x)^2),x);
6
5
( ) sin 5 x
( ) cos 5 x

> int(cos(x/2),x); 2
|
\

|
.
|
|
sin
x
2

> int(2*sec(4*x)*tan(4*x),x);
1
2
( ) sec 4 x
> int(sin(x)/cos(x),x);
÷ ( ) ln ( ) cos x

> int(1/csc(7*x),x); ÷
1
7
( ) cos 7 x
> int(1/(x^2+4),x);
1
2
|
\

|
.
|
|
arctan
x
2

> int(sqrt(sin(x))*(cos(x))^3,x);
÷ +
2
7
( ) sin x
( ) / 7 2 2
3
( ) sin x
( ) / 3 2

> int(sin(3*x)*cot(3*x),x);
1
3
( ) sin 3 x

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
10
Substituições com mudança de variável


Exemplos:

( )
C 1 x 2
3
1 2
1 x
dx x
3
+ + ÷
+
=
+
í
x


❷ ( )
( )
C
2
3 x 45
3 x 3
3 x
dx 5x
3
2
3
5
3
+
÷
+ ÷ =
÷
í



( ) ( )
C
3
2 x 4
5
2 x 2
dx 2 x x
3 5
+
+
÷
+
= +
í



( ) ( ) ( )
C
3 x 3
1
3 x 8
1
3 x
dx x
9 8 10
+
+
+
+
÷ =
+
í



✔ Exercícios

( ) ( ) ( )
C
3
4 x 16
5
4 x 8
7
4 x
2
dx 4 - x x
3 5 7
2
+
÷
+
÷
+
÷
=
í



( ) ( ) ( )
C
28
2x 3
10
2x 3 3
4
2x 3 3
dx x . 2x - 3
7 5 3
2
+
÷
÷
÷
+
÷
÷ =
í



( ) ( ) ( )
C
3
x 1 2
5
x 1 4
7
x 1 2
dx x 1 x
3 5 7
2
+
+
+
+
÷
+
= +
í


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
11
Integração por partes

Certas integrais não podem ser resolvidas diretamente ou por substituição de variáveis simples.
Nesses casos é necessário fazer uso de certas técnicas de integração, como é o caso da chamada
técnica de integração por partes.
Considerando-se a regra de derivação do produto entre duas funções, vem:
( ) ( ) | | ( ) ( ) ( ) ( ) x f . x g x g . x f x g . x f
' ' '
+ = ⇒ ( ) ( ) ( ) ( ) | | ( ) ( ) x f . x g - x g . x f x g . x f
' ' '
=
Integrando-se ainda ambos os lados desta equação obtemos:
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) dx x f . x g x g . x f dx x g . x f
' '
í í
÷ =
ou ainda
í í
÷ = du . v v . u dv . u
sendo
( ) ( )
( ) ( ) ¦
¹
¦
´
¦
= =
= =
dx x g dv e x g v
dx x f du e x f u
'
'


Exemplos:
Avaliar as integrais a seguir utilizando a técnica de integração por partes.

❶ ( ) C 1 x e dx e x
x x
+ ÷ =
í


❷ ( ) C 2 2x x e dx e x
2 x x 2
+ + ÷ =
í


❸ ( ) ( ) C x x ln x dx x ln + ÷ =
í


❹ ( ) ( ) C
4
x
x ln
2
x
dx x ln x
2 2
+ ÷ =
í


❺ ( ) ( ) C
9
x
x ln
3
x
dx x ln x
3 3
2
+ ÷ =
í


❻ ( ) ( ) ( )
í
+ + ÷ = C x sen x cos x dx x sen x

❼ ( ) ( ) ( ) ( )
í
+ ÷ = C x cos x sen
2
e
dx x sen e
x
x


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
12
Cálculo via Maple com tutorial:

( )
í
= ???? dx x sen e
x



> with(Student[Calculus1]):

> IntTutor(exp(x)*sin(x),x);
= d
(
J
1
1
e
x
( ) sin x x ÷ +
1
2
e
x
( ) cos x
1
2
e
x
( ) sin x



CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
13
✔ Exercícios
Avalie as integrais a seguir usando integração por partes.

❶ ( ) ( ) ( )
í
+ + = C x cos x sen x dx x cos x

❷ ( ) ( )
( )
í
+ + = C
9
3x cos
3x sen
3
x
dx 3x cos x

❸ ( ) ( ) C 3 x 9ln 3x
2
x
2
1
3 x ln
2
x
dx 3 x ln x
2 2
+
|
|
.
|

\
|
+ + ÷ ÷ + = +
í


➍ ( ) ( ) ( ) C 2 3x cos
9
1
2 3x sen x
3
1
dx 2 - 3x cos x + ÷ + ÷ =
í


➎ ( )
( ) ( )
í
+ + ÷ = C
2
x
2
x cos x sen
dx x sen
2


➏ ( )
( ) ( )
í
+ + = C
2
x
2
x cos x sen
dx x cos
2


➐ Mostre que 2 e x y
x
+ =
÷
é solução do problema
( )
( )
¹
´
¦
=
÷ =
÷
2 0 y
e x 1 y
x '




CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
14
Integração de funções racionais com frações parciais

Uma função racional é uma razão de dois polinômios. Assim, sendo ( )
( )
( ) x q
x p
x f = uma
função racional onde ( ) x p ( ) x q são funções polinomiais, é possível utilizarmos recursos
algébricos para determinarmos uma primitiva de ( ) x f em termos de funções elementares. A
idéia básica consiste em decompor o integrando ( ) x f numa soma de frações mais simples,
denominadas frações parciais, que podem ser integradas separadamente.

Exemplo:
??? dx
4 3x x
10 5x
2
=
÷ ÷
÷
í


Observe que
1 x
3
4 x
2
1) 4)(x (x
10 5x
4 3x x
10 5x
2
+
+
÷
=
+ ÷
÷
=
÷ ÷
÷


Determinação dos coeficientes 2 e 3:
1 x
B
4 x
A
1) 4)(x (x
10 5x
4 3x x
10 5x
2
+
+
÷
=
+ ÷
÷
=
÷ ÷
÷


Assim, o cálculo da integral é dado por:

C 1 x ln 3 4 x ln 2 dx
1 x
3
dx
4 x
2
dx
4 3x x
10 5x
2
+ + + ÷ =
+
+
÷
=
÷ ÷
÷
í í í


Vamos então analisar diferentes casos, supondo que
q(x)
p(x)
seja uma função racional própria, o
que significa que o grau do numerador é menor do que o grau do denominador.

Caso 1: O denominador apresenta somente fatores de 1º grau e sem
repetição.
Exemplo:
???
5 4x x
dx x
2
=
÷ +
í

( ) ( ) 5 x
B
1 x
A
5 x 1 x
x
5 4x x
x
2
+
+
÷
=
+ ÷
=
÷ +
sendo
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
=
6
5
B
6
1
A

Logo,
( ) ( )
C
6
5 x ln 5
6
1 x ln
5 x 6
dx 5
1 x 6
dx
5 4x x
dx x
2
+
+
+
÷
=
+
+
÷
=
÷ +
í í í


Cálculo via Maple
> convert(x/(x^2+4*x-5),parfrac);

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
15
+
5
6 ( ) + x 5
1
6 ( ) ÷ x 1

> int(x/(x^2+4*x-5),x);
+
1
6
( ) ln ÷ x 1
5
6
( ) ln + x 5
Caso 2: O denominador apresenta somente fatores de 1º grau, mas há fatores
que se repetem.
Exemplo:
( ) ( )
???
1 x 1 2x
dx 3x
2
=
÷ +
í

( ) ( ) ( )
1 x
C
1 x
B
1 2x
A
1 x 1 2x
3x
2 2
÷
+
÷
+
+
=
÷ +
sendo
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
=
÷ =
3
1
C
1 B
3
2
A

Logo,
( ) ( )
C
3
1 x ln
1 x
1
3
1 2x ln
1 x 1 2x
dx 3x
2
+
÷
+
÷
÷
+
÷ =
÷ +
í


Cálculo via Maple
> convert(3*x/((2*x+1)*(x-1)^2),parfrac);
+ ÷
1
3 ( ) ÷ x 1
1
( ) ÷ x 1
2
2
3 ( ) + 2 x 1

> int(3*x/((2*x+1)*(x-1)^2),x);
÷ ÷
1
3
( ) ln ÷ x 1
1
3
( ) ln + 2 x 1
1
÷ x 1


Caso 3: O denominador apresenta fatores do 2º grau, sem possibilidades de
decomposição e sem repetição.
Exemplo:
( ) ( )
???
1 x 4 - x
dx x
2
2
=
+
í

( ) ( ) ( ) 1 x
C Bx
4 - x
A
1 x 4 - x
x
2 2
2
+
+
+ =
+
sendo
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
´
¦
=
=
=
17
4
C
17
1
B
17
16
A

Logo,

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
16
( ) ( )
( )
C
17
x 4arctg
34
1 x ln
17
4 - x ln 16
1 x 4 - x
dx x
2
2
2
+ +
+
+ =
+
í


Cálculo via Maple
> convert(x^2/((x-4)*(x^2+1)),parfrac);
+
16
17 ( ) ÷ x 4
+ x 4
17 ( ) + x
2
1

> int(x^2/((x-4)*(x^2+1)),x);
+ +
1
34
( ) ln + x
2
1
4
17
( ) arctan x
16
17
( ) ln ÷ x 4


Caso 4: O denominador apresenta fatores do 2º grau, sem possibilidades de
decomposição e com repetição.
Exemplo:
( ) ( )
??? dx
3 x 2 x
9 20x 16x 4x 3x
2
2
2 3 4
=
+ +
+ + + +
í

( ) ( ) ( )
( ) 3 x
E Dx
3 x
C Bx
2 x
A
3 x 2 x
9 20x 16x 4x 3x
2 2
2
2
2
2 3 4
+
+
+
+
+
+
+
=
+ +
+ + + +
sendo
¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
´
¦
=
=
=
=
=
0 E
2 D
0 C
4 B
1 A

Logo,
( ) ( ) ( )
( )
C
3 x
2
3 x ln 2 x ln
dx
3 x
2x
dx
3 x
4x
dx
2 x
1
dx
3 x 2 x
9 20x 16x 4x 3x
2
2
2 2
2
2
2
2 3 4
+
+
÷ + + + =
+
+
+
+
+
=
+ +
+ + + +
í í í í

Cálculo via Maple
> convert((3*x^4+4*x^3+16*x^2+20*x+9)/((x+2)*(x^2+3)^2),parfrac);
+ +
4 x
( ) + x
2
3
2
2 x
+ x
2
3
1
+ x 2

> int((3*x^4+4*x^3+16*x^2+20*x+9)/((x+2)*(x^2+3)^2),x);
÷ + ( ) ln + x
2
3
2
+ x
2
3
( ) ln + x 2

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
17
✔ Exercícios
Utilize a técnica de frações parciais para comprovar as igualdades abaixo apresentadas.


( ) ( )
C
22
5 2x ln 17
11
3 - x ln 3
dx
5 2x 3 x
x 6
+
+
÷ =
+ ÷
÷
í

② C
5
x ln
-
5
5 - x ln
dx
5x x
1
2
+ =
÷
í


( ) ( )
C
7
3 x ln 11
14
1 2x ln
dx
3 x 1 2x
2 - 3x
+
+
+
÷
÷ =
+ ÷
í


( ) ( ) ( )
C
3
2 x ln 2
2
1 x ln
6
1 x ln
dx
2 x 1 x 1 x
x
+
÷
+
÷
÷
+
÷ =
÷ ÷ +
í


( )
C 1 x ln 3 x ln 3
x
3
x
1
dx
1 x x
2 x
2 3
+ ÷ + ÷ + =
÷
+
í

⑥ C
4
2 x ln
4
2 x ln
4 x
dx
2
+
+
÷
÷
=
÷
í

⑦ C
2
3 x ln 9
2
3 x ln 9
2
x
dx
9 x
x
2
2
3
+
+
+
÷
+ =
÷
í




CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
18
Integração por substituição trigonométrica

Método para o cálculo de integrais contendo um único radical que ocorre no integrando
da forma
2 2
x a ÷ ,
2 2
x a + ,
2 2
a x ÷ , com 0 a > , realizado através de substituições
envolvendo funções trigonométricas denominadas substituições trigonométricas.

Exemplos:
❶ ??? dx x 1
2
= ÷
í

Neste caso a forma genérica
2 2
x a ÷ é observada, sendo 1 a = .
Substituição a ser efetuada: ( ) t sen a x = ,

÷ e
2
π
;
2
π
t
Considerando-se a substituição necessária:
( )
( )
¹
´
¦
=
=
dt t cos dx
t sen x

Assim,
( ) ( )
C
2
t
2
t sen t cos
dx x 1
2
+ + = ÷
í

Retornando-se à variável original da integral, temos:
( )
( ) ¦
¹
¦
´
¦
÷ =
=
2
x 1 t cos
x sen arc t

Logo,
( )
C
2
x sen arc
2
x 1 x
dx x 1
2
2
+ +
÷
= ÷
í


❷ ??? dx 36 x
2
= +
í

Neste caso a forma genérica
2 2
x a + é observada, sendo 6 a = .
Substituição a ser efetuada: ( ) t tg a x = , |
.
|

\
|
÷ e
2
π
;
2
π
t
Considerando-se a substituição necessária:
( )
( )
¹
´
¦
=
=
dt t 6sec dx
t tg 6 x
2

Assim,
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) C t tg t sec ln t tg t sec 18 36 x
2
+ + + = +
í

Retornando-se à variável original da integral, temos:
( )
( )
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
+
=
=
6
36 x
t sec
6
x
t tg
2

Logo,
C
6
x 36 x
ln 18
2
36 x x
36 x
2 2
2
+
+ +
+
+
= +
í



CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
INTEGRAIS INDEFINIDAS
19
❸ ???
16 x
dx
2
=
÷
í

Neste caso a forma genérica
2 2
a x ÷ é observada, sendo 4 a = .
Substituição a ser efetuada: ( ) t sec a x = ,

\
|
|
.
|

e
2

; π ou
2
π
; 0 t
Considerando-se a substituição necessária:
( )
( ) ( )
¹
´
¦
=
=
dt t tg t sec 4 dx
t sec 4 x

Assim,
( ) ( ) C t tg t sec ln
16 x
dx
2
+ + =
÷
í

Retornando-se à variável original da integral, temos:
( )
( )
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
÷
=
=
4
16 x
t tg
a
x
t sec
2

Logo,
C
4
16 x x
ln
16 x
dx
2
2
+
÷ +
=
÷
í

✔ Exercícios
Utilize a técnica de substituição trigonométrica para verificar as igualdades abaixo.
① C
3
x
arcsen
x
x - 9
dx
x
x 9
2
2
2
+
|
.
|

\
|
÷ ÷ =
÷
í


② C
4x
x 4
x 4 x
dx
2
2 2
+
÷
÷ =
÷
í


③ C
5
x
5arcsec 25 - x dx
x
25 x
2
2
+ |
.
|

\
|
÷ =
÷
í

se f x   x p . dx 1  x dx   x  ??? CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . em pontos de mesma abscissa. sendo p  -1 p 1 O que acontece se aplicarmos esta regra de integração para p = -1 ? Neste caso. possuírem tangentes geométricas paralelas entre si. ✔ Exercício Complete as colunas adequadamente. FUNÇÃO DERIVADA CONCLUSÃO x2 x3 x4 Generalizando. p   1 temos: p  x dx  2x x 2 é a antiderivada de 2x x p 1  C .2 Exemplo: Sendo f x   2x ➪ Fx   x 2  C x2  2 x2 1 x2 x 2 -1 A integral indefinida corresponde geometricamente a um conjunto de curvas com a propriedade de.

INTEGRAL RESPOSTAS: x2 C 2 ① ② ③ ④  x dx   2x dx x dx x2  C 2 x3 C 3 x4 C 16 1  4 C 4x 3 x 3x 2  xC 3 2 2 x2  x   C x x7 C 7 2 x5 C 5 8 x C x3  4 dx dx ⑤  5 x ⑥ ⑦ ⑧ ⑨ ⑩  x 2  3x  1 dx  2x 3  x 2  2 dx  x2 x 2 . sendo “c” uma constante  [f(x)  g(x)]dx   f(x)dx   g(x)dx ✔ Exercício Calcule a integral indefinida das funções abaixo apresentadas.3 Propriedades da integral indefinida  c f(x)dx  c  f(x)dx . x 4 dx  x x dx  4 x dx CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .

( 3/2 )  2 3 x 5 x  1 dxx35 x 2 x ln( x )   x 3   CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .x).4 Cálculo via Maple com tutorial: Exemplo:    3x  2 5 x  1  dx  ???? x ➩ Após inicializado o programa deve ser utilizado o seguinte comando: > with(Student[Calculus1]): > IntTutor(3*x^2+5+sqrt(x)+1/x.

> int(sqrt(x). vt  a velocidade e a t  a aceleração da partícula no instante t. Resposta: y  x 2  3x  7 ③ Uma partícula move-se de acordo com os dados que se seguem. x2 2 x2 2x 3 4 x 16 1  4 x4 1 3 3 2 x  x x 3 2 2 x 2x x 7 x 7 ( 3/2 ) 2x 5 8 x ( 5/2 ) ✔ Aplicações ① A função velocidade de um certo movimento é dada por v(t)  3t 2  20t  36 .x). sabendo que no tempo de 2 segundos o espaço percorrido é de 47 metros.x).5 Cálculo via Maple > int(x.x). 5 pertence a uma curva de equação y  f x  e que a declividade da reta tangente em cada ponto da mesma é dada por 2x  3 . > int(2*x.x). > int(x^2*x^4. > int(x*sqrt(x). determine: ⒜ sua velocidade após t segundos CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . > int(x^2+3*x+1. > int(x^3/4.x). v0   3 ⒞ a t   10sen t   3cost  . Resposta: st   t 3  10t 2  36t  7 ② Sabendo que o ponto 2 .x). Desprezando-se a resistência do ar. s0   0 ⒝ a t   t  2 . encontre a posição da partícula.x). com " t " medido em segundos. s0   1 .x). s2π   12 Respostas: st   1  cost   sen t  t3  t 2  3t  1 6 6t st   10sen t   3cost    3 π st   ④ Uma bola é arremessada para cima com uma velocidade de 48 pés / s da margem de um penhasco 432 pés acima do solo. > int(1/x^5. s0   0 .x). Sendo st  a posição. ⒜ vt   sen t   cost  . > int((2*x^3-x^2-2)/x^2. encontre a equação da curva. Determine a função posição s(t) desse movimento. > int(4/sqrt(x).x).

08 ✔ ⒝ ⒞ Desafio Resposta: x 2  x  C Determine o valor das integrais: ⒜  (2x  1) dx 2  (2x  1) dx  (2x  1) 10 dx 6 2x  111  C Resposta: 22 Resposta: 2x  13  C CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . OBS: Sendo Cx  a função custo para produzir “x ” unidades de um certo produto. ( Use g = 32pés/s2 para a aceleração da gravidade ) Resposta: t  6. Resposta: t  1. Resposta: R$ 742.6 Resposta: vt   32t  48 ⒝ após quanto tempo a bola atinge sua altura máxima.9 s ⑤ Uma companhia estima que o custo marginal para produzir x itens de um determinado produto é dado por C mg x   1.92  0. chama-se função custo marginal à derivada da função custo em relação a x.5 s ⒞ sua altura após t segundos Resposta: st   16t 2  48t  432 ⒟ após quanto tempo a bola atinge o solo. Se o custo para produzir um item é de R$ 562.002x . que é representada por C mg x   C ' x  .00 encontre o custo para produzir 100 itens.

tan4x  dx  x sen x  dx cosx  dx ⑭  csc7x   ln cosx   C ⑮ ⑯ ⑰ x  2 dx 4 sen x  cos 3 x  dx  sen3x  cotg3x  dx cos7x  C 7 x arc tg  2 C 2 2 2 sen 7 x   C sen 3 x   7 3 1 sen 3x   C 3  CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .7 ✔ Exercícios RESPOSTAS: 2x  14  C 8 Determine as seguintes integrais indefinidas: INTEGRAL ① ② ③ ④ ⑤ ⑥  2x  1 dx 3 2  x x  8) dx  5x  6 3x 1  e dx 2 dx 3  8 C 3 1  C 2 5 5x  6  2 3 x  4  3x dx e 3x 1 C 3 ln 4  3x   C 3 e 3x 2ln5x  4  C 9 5 3lnx 2  8x  3 C 2 2  C x4 2 4 3x 2  8 C 9 6 tg 5x  C 5 x 2 sen   C 2 sec 4x  C 2 3  e 3x 2    3  5x  4  dx     3x  4 dx ⑦  2 x  8x  3 2 dx ⑧  2 x  8x  16 x dx ⑨ ⑩ ⑪ ⑫ ⑬  4 3x 2  8 2  6 sec (5x) dx  cos 2  dx    2sec4x  .

8 Cálculo via Maple com tutorial:  sen3x  cotg3x  dx  ???? > with(Student[Calculus1]): > IntTutor(sin(3*x)*cot(3*x). sin( 3 x ) cot( 3 x ) dx1 sin( 3 x )  3  CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .x).

> int((exp(3*x)/3+2/(5*x-4)).x).x).x). > int(1/(x^2+4). ( x 28 ) 3 1  5 ( 5 x6 ) 2 1 ( 3 x 1 ) e 3 1  ln( 43 x ) 3 1 (3 x ) 2 e  ln( 5 x4 ) 9 5 3 ln( x 28 x3 ) 2 2  x4 ( 3/2 ) > int(cos(x/2).9 Cálculo via Maple > int((2*x-1)^3.x). 2 ( 3 x 28 ) 9 6 sin( 5 x ) 5 cos( 5 x ) x 2 sin    2   1 sec ( 4 x ) 2 ln( cos( x ) ) 1  cos( 7 x ) 7 1 x arctan   2  2   ( 7/2 ) ( 3/2 ) 2 2  sin( x )  sin( x ) 7 3 1 sin( 3 x ) 3 ( 3/4 ) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . > int(x/(3*x^2+8)^(1/4).x).x). > int(exp(3*x+1). > int(3*(x-4)/(x^2-8*x+3). > int(2/(5*x-6)^3. > int(x*sqrt(x^2-8).x).x). > int(1/(4-3*x).x). ( 2 x1 ) 4 8 > int(2/(x^2+8*x+16). > int(sin(3*x)*cot(3*x). > int(sqrt(sin(x))*(cos(x))^3.x). > int(1/csc(7*x).x).x).x).x).x).x). > int(6*(sec(5*x)^2).x). > int(2*sec(4*x)*tan(4*x). > int(sin(x)/cos(x).

x 2 dx   3 3  2x  3 3  2x    4 10 3  2x 7 28 C ❸ x 2 1  x dx  2 1  x 7 7  4 1  x 5 5  2 1  x 3 3 C CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .2x .4 dx  2   x2 x  47 7 8 x  4  16 x  4    C 5 3 5 3 3 5 ❷ 3 .10 Substituições com mudança de variável Exemplos: ❶   3 x dx x 1 5x dx x 3  2 x  13 3  2 x 1  C 45 3 x  3  C 2 2 ❷ 3 3 x  3 2 5 ❸ ❹ x x  2 dx  x dx x  25 5 1   4 x  23 3 C C  x  3 10  8x  3 8 3x  3 1 9 ✔ ❶ Exercícios x .

vem: f x  . g ' x   f x  . ❶ ❷ ❸ ❹ ❺ ❻ ❼ x e x 2 x dx  e x x  1  C e x dx  e x x 2  2x  2  C    lnx  dx  x lnx   x  C  x lnx  dx  x2 x2 ln x   C 2 4 x3 x3 ln x   C 3 9 2  x lnx  dx   x senx  dx  x cosx   senx   C x  e senx  dx  ex 2  sen x   cos x    C CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . f x  dx ' ou ainda '   u  f x  e du  f x  dx   v  gx  e dv  g ' x  dx   u . como é o caso da chamada técnica de integração por partes. v   v .11 Integração por partes Certas integrais não podem ser resolvidas diretamente ou por substituição de variáveis simples. dv  u . gx   '  f x  . du sendo Exemplos: Avaliar as integrais a seguir utilizando a técnica de integração por partes. f ' x  ' Integrando-se ainda ambos os lados desta equação obtemos:  f x  .gx  . Nesses casos é necessário fazer uso de certas técnicas de integração. g ' x   gx  . gx    gx  . g x  dx  f x  . Considerando-se a regra de derivação do produto entre duas funções. gx   . f ' x  ⇒ ' f x  .

12 Cálculo via Maple com tutorial:  > with(Student[Calculus1]): e x sen x  dx  ???? > IntTutor(exp(x)*sin(x). e x sin( x ) dx1 e x cos( x )1 e x sin( x )  2 2  CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .x).

2 dx  3 x sen3x  2  9 cos3x  2  C sen x  cosx  x  C  sen x  dx   2 2 2 1 1 sen x  cosx  x  C  cos x  dx  2 2 2 ➐ Mostre que y  x e  x  2 é solução do problema   y '  1  x  e  x  y0   2 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .13 ✔ ❶ ❷ ❸ ➍ ➎ ➏ Exercícios Avalie as integrais a seguir usando integração por partes.  x cosx  dx  x senx   cosx   C  x cos3x  dx  3 sen3x   x  x lnx  3 dx  2 x cos3x  C 9   3x  9ln x  3   C  2 2   2 2 1 x ln x  3     x cos3x .

supondo que p(x) seja uma função racional própria. Caso 1: O denominador apresenta somente fatores de 1º grau e sem repetição. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .14 Integração de funções racionais com frações parciais p x  uma q x  função racional onde px  q x  são funções polinomiais. A idéia básica consiste em decompor o integrando f x  numa soma de frações mais simples. Uma função racional é uma razão de dois polinômios.parfrac). Assim. sendo f x   Exemplo: x 2 5x  10 dx  ???  3x  4 5x  10 5x  10 2 3    x  3x  4 (x  4)(x  1) x  4 x  1 2 Observe que Determinação dos coeficientes 2 e 3: 5x  10 5x  10 A B    2 x  3x  4 (x  4)(x  1) x  4 x  1 Assim. o cálculo da integral é dado por: x 2 5x  10 2 3 dx   dx   dx  2 ln x  4  3 ln x  1  C x4 x 1  3x  4 Vamos então analisar diferentes casos. o q(x) que significa que o grau do numerador é menor do que o grau do denominador. que podem ser integradas separadamente. é possível utilizarmos recursos algébricos para determinarmos uma primitiva de f x  em termos de funções elementares. denominadas frações parciais. ln x  1 5 ln x  5 x dx dx 5 dx  x 2  4x  5   6x  1   6x  5  6  6  C Cálculo via Maple > convert(x/(x^2+4*x-5). Exemplo: x dx  x 2  4x  5  ??? 1  A6 x x A B  sendo     2 x  4x  5 x  1 x  5 x  1 x  5  B 5  6  Logo.

x).4 x  1     16   A  17  1  sendo  B  17  4   C  17  Logo. 1 1 2   2 3 ( x1 ) ( x1 ) 3 ( 2 x1 ) > int(3*x/((2*x+1)*(x-1)^2).15 5 1  6 ( x5 ) 6 ( x1 ) > int(x/(x^2+4*x-5). Exemplo: 3x dx  2x  1 x  12  ??? 3x A B C   2 2x  1 x  1 x 1 2x  1 x  1 Logo. 1 5 ln( x1 ) ln( x5 ) 6 6 Caso 2: O denominador apresenta somente fatores de 1º grau. mas há fatores que se repetem. sem possibilidades de decomposição e sem repetição.x). 1 1 1 ln( x1 ) ln( 2 x1 ) 3 3 x1 Caso 3: O denominador apresenta fatores do 2º grau.4 x 2  1  ???   x2 A Bx  C   2 2 x .parfrac).4  x  1 x . CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . 2  2   A3  sendo  B  1  1 C 3   2x  1 x  1 3x dx 2  ln 2x  1 3  ln x  1 1  C x 1 3 Cálculo via Maple > convert(3*x/((2*x+1)*(x-1)^2). Exemplo: x 2 dx  x .

parfrac).4  x 2  1 17 34 17 2   Cálculo via Maple > convert(x^2/((x-4)*(x^2+1)). 1 4 16 ln( x 21 ) arctan ( x ) ln( x4 ) 34 17 17 Caso 4: O denominador apresenta fatores do 2º grau. 4x 2x 1  2  2 x 3 x2 ( x 23 ) 1 4x 2x dx   dx   2 dx 2 2 x2 x 3 x 3 2  ln x  2  ln x 2  3  2 C x 3     > int((3*x^4+4*x^3+16*x^2+20*x+9)/((x+2)*(x^2+3)^2). 2 ln( x 23 ) 2 ln( x2 ) x 3 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .  3x 4  4x 3  16x 2  20x  9 x  2 x 2 3  2 dx   Cálculo via Maple > convert((3*x^4+4*x^3+16*x^2+20*x+9)/((x+2)*(x^2+3)^2).4 ln x  1 4arctgx  x 2 dx    C  x . 16 x4  17 ( x4 ) 17 ( x 21 ) > int(x^2/((x-4)*(x^2+1)).x).16 16 ln x .parfrac).x). sem possibilidades de decomposição e com repetição. Exemplo: 3x 4  4x 3  16x 2  20x  9 dx  ???  x  2 x 2  32     sendo      A 1 B4 C0 D2 E0 3x 4  4x 3  16x 2  20x  9 x  2 x 2  32 A Bx  C Dx  E    2 2 x  2 x2  3 x 3     Logo.

5 ln x 1 dx  C 5 5  5x ln 2x  1 11 ln x  3 3x .2 ③  dx    C 2x  1 x  3 14 7 ④ ⑤ ⑥ ⑦  x  1 x  1 x  2 dx    x x  1 dx  x 3 x ln x  1 6  ln x  1 2  2 ln x  2 3 C x2 1 2  3  3 ln x  3 ln x  1  C x x  ln x  2 ln x  2 dx   C 4 4 4 x3 x 2 9 ln x  3 9 ln x  3 dx    C 2 2 2 x2  9 2 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS .  x  3 2x  5dx  x 2 6x 3 ln x .17 ✔ ① ② Exercícios Utilize a técnica de frações parciais para comprovar as igualdades abaixo apresentadas.3 11  17 ln 2x  5 22 C ln x .

 x 2  36  x x 2  36 2  18 ln x 2  36  x 6 C CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . sendo a  1 . sendo a  6 . realizado através de substituições envolvendo funções trigonométricas denominadas substituições trigonométricas. t   . t    .  x 2  36  18  sect  tg t   ln sect   tg t   C x   tg t   6  Retornando-se à variável original da integral. a 2  x 2 . x 2  a 2 . Neste caso a forma genérica  π π Substituição a ser efetuada: x  a tg t  . Neste caso a forma genérica  π π Substituição a ser efetuada: x  a sen t  . temos:  2  sect   x  36  6  Logo.   2 2  x  sen t  Considerando-se a substituição necessária:   dx  cost  dt Assim.  ❷ 1  x 2 dx  x 1  x 2 arc sen x   C 2 2  x 2  36 dx  ??? a 2  x 2 é observada. Exemplos: ❶  1  x 2 dx  ??? a 2  x 2 é observada. com a  0 . temos:   cost   1  x 2  Logo. cost  sen t  t 2  C  1  x dx  2 2  t  arc sen x   Retornando-se à variável original da integral.18 Integração por substituição trigonométrica Método para o cálculo de integrais contendo um único radical que ocorre no integrando da forma a 2  x 2 .   2 2  x  6 tg t  Considerando-se a substituição necessária:  2  dx  6sec t  dt Assim.

 dx x 2  16  ln x  x 2  16 C 4 ✔ ① Exercícios 9  x2 x2 dx   9 .  ou  π .19 ❸  dx x 2  16  ??? Neste caso a forma genérica x 2  a 2 é observada. dx  x 2  16  ln sect   tgt   C x   sect   a  Retornando-se à variável original da integral.x2 x  arcsen   C x 3 Utilize a técnica de substituição trigonométrica para verificar as igualdades abaixo.  3π   π Substituição a ser efetuada: x  a sect  .25  5arcsec   C 5 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II INTEGRAIS INDEFINIDAS . t  0 . temos:  2  tg t   x  16  4  Logo.  ② x  dx 2 4  x2  4  x2 C 4x ③ x 2  25 x x dx  x 2 .  2   2  x  4 sect  Considerando-se a substituição necessária:   dx  4 sect  tg t  dt Assim. sendo a  4 .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->