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Legislação Trabalhista e Previdenciaria - SST

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LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDÊNCIARIA RELATIVAS A SEGURANÇA DO TRABALHO

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a) Leis Constitucionais (CF-88) * Art. 7º - São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXII - redução dos riscos inerentes aos trabalhos, por meio de normas de saúde, higiene e segurança do trabalho; XXVIII - Seguro contra acidentes do trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado quando incorrer em dolo ou culpa

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b) Leis Ordinárias: Decreto Lei 5452 de 1º de maio de 1943 (Estado Novo 1930-1945) Capítulo V - DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO (Arts. 154 a 201) (16 Seções) Seção IV - DO EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL DO TRABALHO Lei 8.212/91 (Plano de Custeio da residência)
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c) Atos

do Poder Executivo - Portarias, Resoluções. Resoluções Portarias MT E nº 3.214 de 08/06/78 (NR¶s) e 3.067 de 12/04/88 (NRR¶s). NR 6 - Equipamento de Proteção Individual (EPI).

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1 a 12) 5 .CLT (Introdução caps.CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS .

. * A pessoa física ou jurídica que contrata mão de obra especializada para determinado serviço. 6 .Considera-se empregador ..Art 2º .

Art. 7 .. 3º .. A pessoa física ou jurídica especializada para execução dos serviços contratado.Considera-se empregado .

CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS .CLT Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) (Arts. 155 a 201) 8 .

155 Incube ao órgão de âmbito nacional (SSST/M T E ) competente em matéria de segurança e medicina do trabalho: 9 .Art.

em última instância.estabelecer normas .I .. das decisões proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho em matéria de segurança e medicina do trabalho. supervisionar a fiscalização.. controlar e III . dos recursos.. 10 ..conhecer.coordenar. orientar. voluntários ou de ofício. II .

Art.Cabe às empresas: 11 . 157 .

I .cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente.facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. III .Instruir os empregados. IV.. II .. 12 .

Art.Cabe aos empregados: 13 . 158.

. 14 . II .observar as normas de segurança e medicina ..I .colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo.

Parágrafo único: CONSTITUI ATO FALTOSO DO EMPREGADO A RECUSA INJUSTIFICADA: 15 .

16 .a) à observância das instruções expedidas pelo empregador na forma do item II anterior. b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa..

213/91 17 .FUNDAMENTOS DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Lei nº 8.

Art. 19 .Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ..213/91 18 . Lei nº 8..

213/91 19 . Lei nº 8.Parágrafo 1º .A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção a segurança e saúde do trabalhador.

punível com multa.213/91 20 .Parágrafo 2º constitui Contravenção Penal. Lei nº 8. deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho.

213/91 21 .Parágrafo 3º É dever da empresa prestar informações pormenorizadas sobre os riscos da operação a executar e do produto a manipular. Lei nº 8.

O Ministério do Trabalho e da Previdência Social fiscalizará e os sindicatos e entidades representativas de classe acompanharão o fiel cumprimento do disposto nos parágrafos anteriores. 22 . conforme dispuser o regulamento.

213/91 23 .FUNDAMENTOS DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Lei nº 8.

Equiparam-se também ao Acidente do Trabalho.Art. 21 .213/91 24 . para efeitos desta Lei: Lei nº 8.

I . embora não tenha sido causa única haja contribuído diretamente para a morte do segurado.213/91 25 .o acidente ligado ao trabalho que. Lei nº 8. para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação.

em conseqüência de: Lei nº 8.II .213/91 26 .o acidente sofrido pelo segurado no local e no horário de trabalho.

Lei nº 8. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho.a) ato de agressão. inclusive de terceiro. b) ofensa física intencional.213/91 27 .

inundação.c) ato de imprudência. d) ato de pessoa privada do uso da razão. e) desabamento. incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho. Lei nº 8.213/91 28 .

ainda que fora do local e horário de trabalho: Lei nº 8.213/91 29 .o acidente sofrido pelo segurado. IV .a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.III .

a) na execução de ordem ou realização de serviço sob a autoridade da empresa. b) na prestação espontânea de qualquer serviço a empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito.213/91 30 . Lei nº 8.

d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor capacitação da mão-de-obra.c) em viagem a serviço da empresa. qualquer que seja o meio de locomoção. inclusive veículo de propriedade do segurado. inclusive veículo de propriedade do segurado (Acidente de Trajeto ou In itinere) Lei nº 8. independente do meio de locomoção utilizado.213/91 31 .

Nos períodos destinados a refeição ou descanso.Parágrafo 1º . ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. o empregado é considerado no exercício do trabalho. no local de trabalho ou durante este. Lei nº 8.213/91 32 .

A empresa deverá comunicar o Acidente do Trabalho à Previdência Social até o 1º dia útil seguinte ao da ocorrência e. em caso de morte. sob pena de multa variável entre o limite mínimo e limite máximo do salário-decontribuição. de imediato a autoridade competente. sucessivamente aumentado nas reincidências. 22 .Art. aplicada e cobrada pela Previdência Social.213/91 33 . Lei nº 8.

Da comunicação a que se refere este artigo receberão cópia fiel o acidentado ou seus dependentes. 34 .Parágrafo 1º . bem como o sindicato a que se corresponda sua categoria.

seus dependentes. não prevalecendo nestes casos o prazo previsto neste artigo.Na falta de comunicação por parte da empresa. Lei nº 8. podem formaliza-lá o próprio acidentado. o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública. a entidade sindical competente.Parágrafo 2º .213/91 35 .

Parágrafo 3º . Lei nº 8.213/91 36 .a comunicação a que se refere o parágrafo 2º não exime a empresa pela falta do cumprimento do disposto neste artigo.

valendo para este efeito o que ocorrer primeiro. 23 .Lei nº 8.Considera-se como Dia do Acidente. ou o dia da segregação compulsória. ou o dia em que for realizado o diagnóstico. 37 . a data de início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual. no caso de doença profissional ou do trabalho.213/91 Art.

após a cessação do auxílio-doença acidentário. independentemente de percepção de auxílio-doença. 118 . 38 .O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida. pelo prazo mínimo de doze meses. a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa.Art.

Parágrafo único . referido no parágrafo 1º do artigo 86 desta Lei. 39 .O segurado reabilitado poderá ter remuneração menor do que na época do acidente. desde que compensada pelo valor do auxílio-acidente.

A contribuição a cargo da empresa.212/91 . além do disposto no artigo 23.Plano de Custeio da Previdência Social Art.Lei nº 8. é de: 40 . destinada à Seguridade Social. 22 .

aos empregados. empresários. no decorrer do mês. a qualquer título.20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas.I . trabalhadores avulsos e autônomos que lhe prestem serviços: 41 .

dos seguintes percentuais.II .para o financiamento da complementação das prestações por acidente do trabalho. incidentes sobre o total das remunerações pagas ou creditadas. aos segurados empregados e trabalhadores avulsos: . no decorrer do mês.

. b) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio.a) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve. c) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave.

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