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Depois de discutido os autos os desembargadores acordaram em


unanimidade em negar provimento ao apelo.

Participantes do julgamento: Presidente,p p p

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Emilia N.G promoveu uma ação de interdição contra a sua irmã Zalonea
P.N. Foi negado o seu pedido, porém ela foi nomeada curadora especial para
fins de representação da irmã nos atos que ela necessite como IPERGS e
instituições bancarias considerando a deficiência visual da mesma e as
exigências do órgão previdenciário.

A apelante julgou improcedente a sentença e pediu recurso de apelação


alegando que a irmã é incapaz para os atos da vida civil, incapacidade esta
comprovada por meio de perícia realizada pelo IPERGS. Afirma que a mesma
não possui autonomia necessitando de seu constante auxílio. Ressalta também
que somente com a interdição da irmã e com o termo de curatela poderá
continuar recebendo o benefício pago pelo INSS em decorrência do
falecimento de seu pai. Requer o provimento do apelo

Intimou-se o Ministério Público em primeiro grau manifestando-se pela


admissibilidade recursal. A procuradora de Justiça opinou em preliminar em
determinar a realização de uma perícia para avaliar  

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O apelo não deve obter provimento.

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Segundo os autos, a interditanda depois da morte de sua genitora
passou a residir com a irmã. Atualmente reside em um Lar de idosos afirma
que esta adaptada ao local.
    

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