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TCC Igor - Pronto 28-11

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA RELATÓRIO

DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE AGRONOMIA

FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PARA ALIMENTAÇÃO ANIMAL EM ESTABELECIMENTOS DA BAIXADA CUIABANA

Estagiário: Igor Brun Vendas Orientador: Prof. Victor Arlindo T. de Matos

Cuiabá/MT 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE AGRONOMIA

FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PARA ALIMENTAÇÃO ANIMAL EM ESTABELECIMENTOS DA BAIXADA CUIABANA

Igor Brun Vendas

Relatório de Estágio Profissionalizante apresentado à Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade Federal de Mato Grosso, como parte obrigatória do Curso de Agronomia para obtenção do Título de Engenheiro Agrônomo.

Cuiabá/MT 2011

Aos meus pais, minha irmã, amigos e familiares que tanto me apoiaram ao longo da vida.

Agradeço por fim à Deus. mesmo quando surgiram dificuldades e a quase desistência do curso. Agradeço aos professores e colaboradores que participaram da minha formação e trouxeram ensinamentos que levarei para o resto da minha vida. Quero agradecer também aos amigos e familiares que se orgulharam pela ingressão em uma faculdade federal e sempre me apoiaram nesta etapa. . que esteve comigo em todas as minhas escolhas e sabe o quanto é importante para mim mais uma etapa concluída.AGRADECIMENTOS Quero agradecer primeiramente aos meus pais que me incentivaram e somaram esforços para que eu pudesse Agronomia concluir na o curso de UFMT.

......... 18 4.......................1 Fluxograma da colheita de amostras e encaminhamento do resultado para análise ........... 16 3.... 28 ........... 26 6.................................... REVISÃO DE LITERATURA............ 26 6...................... 17 3...2............................................................................................3 Termo de colheita ....................................2...........3 Fiscalização de estabelecimentos...................................... 1 2..........................................1 Estudo da legislação................................................................................ 25 6...................................................................3 Relatório de produção ...............................................SEFIP .................................................................................................................................................... 3 2....................................................1 Serviço de Fiscalização de Insumos Pecuários ....2 Termo de fiscalização ......................................2..........................5 Processo administrativo.................................................2 Registro de Produtos........................................4 2.............................. 17 3............................................................................................................ 23 5............................2...................12 3................................................................................. INTRODUÇÃO ...........................3 2.....................3 2.........2 Atribuições do FISCINAN ........................................... REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................... CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................... ANEXOS........ 27 6.. vi 1............ ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ...... ......................................................................................4 Colheita de amostras para análise........................................2 Registro das empresas ....................................................................................................1 Registro de Estabelecimentos.................................................ÍNDICE Páginas RESUMO .........2.4 Ações de fiscalização .....6 2........................................................9 2......................................................................................................16 3...........5 2................................................................

O setor de fiscalização de insumos destinados à alimentação animal tem o objetivo de realizar o registro e a fiscalização das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos produtores.198. MAPA. Todas as ações de fiscalização e inspeção são regulamentadas por legislação específica. importadores e fracionadores. fabricantes. Palavras-chave: legislação. inspeção sanitária.FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PARA ALIMENTAÇÃO ANIMAL Estagiário: Igor Brun Vendas Orientador: Prof. do Ministério da Agricultura. com a verificação e acompanhamento da tecnologia de fabricação e condições higiênico-sanitárias de produção. pude perceber a importância do trabalho dos fiscais em manter a qualidade dos produtos e da produção. Pecuária e Abastecimento . Esse setor é vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária.296. . que são: análise documental e acompanhamento das fiscalizações nos estabelecimentos registrados. principalmente Cuiabá e Várzea Grande. Victor Arlindo T. Essas atividades permitiram conhecer o trabalho dos fiscais e entender como funciona o setor de alimentação animal dentro do estado do Mato Grosso.MAPA. de 26 de dezembro de 1974. de 11 de dezembro de 2007. Diante das informações obtidas. que regulamenta a Lei nº 6. sendo a base dessa atividade de fiscalização de insumos para alimentação animal o Decreto 6. permitindo o maior desenvolvimento da agropecuária nacional. onde foram realizadas duas atividades principais relacionadas ao trabalho do Fiscal Federal Agropecuário. O estágio foi realizado no MAPA/MT no período de janeiro a setembro de 2011. de Matos RESUMO.

Para a consecução de seus objetivos. responsáveis pelos diferentes setores do agronegócio nacional:  Secretaria de Defesa Agropecuária . o médio e o grande produtor rural e reúne atividades de fornecimento de bens e serviços à agricultura.1. vinte e sente superintendências estaduais e suas respectivas unidades. processamento. Pecuária e Abastecimento .MAPA é responsável pela gestão das políticas públicas de estímulo à agropecuária. que abrigam cerca de onze mil servidores espalhados por todo o Brasil. o MAPA conta com uma estrutura fixa de cinco secretarias.SRI  Secretaria de Produção e Agroenergia . transformação e distribuição de produtos de origem agropecuária até o consumidor final. O Ministério da Agricultura. uma rede de seis laboratórios. o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET. O estágio realizado no MAPA teve o objetivo de adquirir novos conhecimentos e vivenciar a experiência de trabalho junto aos Fiscais .SPA Através de todos os órgãos e secretarias. além de duas vinculadas.CEPLAC. e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira . Pecuária e Abastecimento é organizado em secretarias. o agronegócio contempla o pequeno. No Brasil.SDA  Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio . INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura. fortalecendo o setor produtivo nacional e favorecendo a inserção do Brasil no mercado internacional. pelo fomento do agronegócio e pela regulação e normatização de serviços vinculados ao setor. o MAPA visa a garantia da segurança alimentar da população brasileira e a produção de excedentes para exportação. produção agropecuária.SPAE  Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo -SDC  Secretaria de Política Agrícola .

FISCINAN. bem como desenvolver atividades que pudessem aprimorar formação profissional e descobrir novos mercados de atuação do engenheiro agrônomo. .2 Federais Agropecuários na área de Fiscalização de Insumos Destinados a Alimentação Animal .

SEFIP O SEFIP é o órgão responsável pela fiscalização de todos os estabelecimentos que comercializem ou fabriquem produtos que contenham insumos pecuários.1 Serviço de Fiscalização de Insumos Pecuários . com a verificação e acompanhamento da . REVISÃO DE LITERATURA Os estudos foram desenvolvidos a partir da legislação pertinente ao MAPA.  FISPROVET – Fiscalização de produtos veterinários – assegurar a oferta de produtos de uso veterinário. a fim de garantir aos criadores em geral níveis de segurança e qualidade compatíveis com as necessidades dos programas de sanidade animal e com os padrões e exigências internacionais. fabricantes. 2. em conformidade com as normas de sanidade. no Serviço de Fiscalização de Insumos Pecuários . com vistas ao aumento da produção e da produtividade da pecuária nacional. 2. importadores e fracionadores. através de Decretos.SEFIP. Instruções Normativas e manuais que norteiam os procedimentos de trabalho do Fiscal Federal Agropecuário – FFA.  FISCGENE – Fiscalização de material genético – melhorar a qualidade dos produtos e dos serviços de multiplicação animal ofertados aos produtores.3 2.2 Atribuições do FISCINAN O FISCINAN tem o objetivo de realizar o registro e a fiscalização das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos produtores. Esse serviço compreende três esferas:  FISCINAN – Fiscalização de insumos destinados à alimentação animal – assegurar à qualidade e a conformidade dos insumos destinados à alimentação animal. Portarias.

pareceres. de 11 de dezembro de 2007. importe e comercialize produto destinado à alimentação animal deve. instruído com os seguintes documentos. simpósios e congressos. com especificação das instalações e equipamentos. a capacidade da produção instalada e o fluxograma de produção de cada linha produtiva.4 tecnologia de fabricação e condições higiênico-sanitárias de produção. auditoria e das “Boas de Práticas de Fabricação”.memorial descritivo do estabelecimento. II . III . obrigatoriamente. V . Esse registro é efetuado por unidade fabril e deve ser requerido pela empresa em formulário próprio do Ministério.planta baixa das edificações em escala 1:100 (um por cem) com legenda indicando setores e instalações da indústria e disposição de . relacionados no § 1º do Artigo 7º do Decreto: I . capacitação de Fiscais Federais Agropecuários. fracione. manipule.cópia do cartão de inscrição estadual.cópia do cartão de inscrição do CNPJ. fabrique. estar registrado no MAPA.1 Registro de estabelecimentos De acordo com o Artigo 6º do Decreto 6. todo estabelecimento que produza. e participação em reuniões. informações relatoria processos administrativos.2. mencionando os detalhes de tipo e capacidade dos equipamentos principais das linhas de produção ou formas de obtenção.cópia do instrumento social e alterações contratuais devidamente registrados no órgão competente. IV . com indicação do endereço e de objetivo condizente com a atividade a ser exercida. 2. o órgão é responsável pelo registro e fiscalização da conformidade e inocuidade de produtos destinados à alimentação animal. Além disso.296.

na escala 1:1000 (um por mil). quando existir. VII .2.planta do terreno. com indicação da posição da construção em relação às vias públicas. com legenda e identificação das áreas. confrontantes. fluxo de pessoal. produzido no País ou importado. VIII . estar registrado no Ministério da Agricultura. IV .composição. II . 2. . VI . cursos naturais e alinhamento do terreno. que deverá estar acompanhado do relatório assinado pelo responsável técnico.5 equipamentos. V .forma física de apresentação. III .alvará de licença para localização. contendo: I .licença ambiental ou autorização emitida pelo órgão competente.anotação de responsabilidade técnica no respectivo conselho profissional. para ser comercializado deve. emitido pelo órgão municipal ou órgão equivalente do Distrito Federal. de matéria-prima e da produção. Pecuária e Abastecimento. O Artigo 16 do Decreto dispõe sobre o pedido de registro de produto pela empresa. em cor. obrigatoriamente. e IX .característica da embalagem e forma de acondicionamento.designação do produto por nome e marca comercial.2 Registro de Produtos Todo produto destinado à alimentação animal.níveis de garantia.

endereço e CNPJ do estabelecimento proprietário do produto.3 Fiscalização de Estabelecimentos No Manual de Procedimentos . XIII . e XIV . XI . o auxilio da força policial pública.descrição do processo de fabricação e do controle da matériaprima e do produto acabado. VII . quando necessário.condições de conservação. São deveres do FFA: a) Identificar-se perante os administrados e autoridades.nome.6 VI . b) Requisitar. endereço e CNPJ do estabelecimento importador. 2.conteúdo líquido expresso no sistema métrico decimal.restrições e outras recomendações.modo de usar. c) Dispor dos instrumentos indispensáveis ao exercício de suas atividades.prazo de validade. .nome. b) Agir de acordo com os princípios da administração pública. IX .indicações de uso e espécie animal a que se destina. X . VIII . quando se tratar de produto importado.2.Fiscalização de Estabelecimentos e Produtos Para Alimentação Animal tem-se os direitos e os deveres dos Fiscais Federais Agropecuários: São direitos do FFA: a) Ter livre acesso aos locais onde possam existir produtos e atividades agropecuárias. XII .

higiênico-sanitárias e operacionais adequadas indicadas pela fiscalização federal agropecuária.296. manipulação. A fiscalização compreende os procedimentos de análise documental.a embalagem e o rótulo. as informações requeridas pelo público em geral. sob condições técnicas. III as etapas de produção. com presteza. II . d) Cumprir as ordens superiores. recebimento. lealdade e boa fé. ressalvadas as protegidas por lei. de 11 de dezembro de 2007. bem como servir de guia às empresas do setor na elaboração e implementação do Manual de Boas Práticas de Fabricação com as informações necessárias à segurança e adequação dos alimentos para animais. e) Atender. exceto quando ilegais. preparação.7 c) Exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. f) Levar ao conhecimento das autoridades irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. físico-químicas e ensaios biológicos. IV . g) Agir com urbanidade. vistoria e inspeção física de mercadorias e é realizada em locais e horários previamente agendados. O Artigo 44 do Decreto 6. define as atribuições do FFA: .o funcionamento e a higiene geral dos estabelecimentos. fracionamento. As inspeções e fiscalizações abrangem: I .as análises microbiológicas. superiores as conservação.o sistema de gestão da qualidade e segurança. e V . acondicionamento. Destina-se ao FFA exercer as ações de inspeção e fiscalização dos estabelecimentos relacionados nos regulamentos. transporte e armazenagem.

lavrar auto de infração quando da violação das disposições estabelecidas neste Regulamento.proceder à interdição temporária de estabelecimento. embalagem ou outros materiais encontrados em inobservância a este Regulamento e lavratura do respectivo termo.efetuar ou supervisionar a colheita de amostras de produtos necessárias às análises de fiscalização. venda ou uso de produtos destinados à alimentação animal. a adoção de providências corretivas e a apresentação de documentos necessários à complementação dos processos de registros de estabelecimentos ou produtos ou de outros processos administrativos de fiscalização. armazenamento.emitir certificado de conformidade ou outros documentos equivalentes”. II . bem como aos documentos ou meios relacionados ao processo produtivo. VII . ingrediente. analisar e emitir pareceres em processos administrativos de fiscalização e de registro.instruir.solicitar. . VI . V . por intimação. e IX . no exercício da inspeção e da fiscalização de estabelecimentos e de produtos de que trata este Regulamento: I . VIII . 44.proceder à apreensão de matéria-prima.verificar a procedência e as condições dos produtos destinados à alimentação animal.8 “Art. transporte. rótulo.verificar os estabelecimentos abrangidos por este Regulamento ou outros locais de produção. III . produto. São atribuições do fiscal. obedecendo às normas estabelecidas e lavratura do respectivo termo. IV .

2. portos. Quando necessário. é colhida a amostra representativa da quantidade em estoque do produto analisado e dividida em três partes. pode ser realizada a colheita de amostras para análise.4 Colheita de amostras para análise Durante a fiscalização em qualquer dos estabelecimentos mencionados. postos de fronteiras e demais recintos alfandegados. juntamente com uma via do termo de colheita. do referido Decreto. varejistas. órgãos públicos. tratam dos locais de atuação do FFA. aeroportos. O Manual de Procedimentos instrui que a amostragem deve ser representativa devendo ser observado os seguintes critérios: . 2. em qualquer local em que se encontrem ou transitem produtos destinados à alimentação animal e nos produtos destinados à alimentação animal. com a finalidade de verificar o cumprimento dos requisitos estabelecidos no regulamento. e uma das partes previstas fica em poder do responsável pelo produto para servir de contraprova e as outras duas. nos meios de transporte. conforme procedimento padronizado. incluindo os dispensados de registro. o órgão de fiscalização informa ao interessado os resultados analíticos obtidos no laboratório e é lavrado auto de infração quando o resultado analítico demonstrar não-conformidade. são remetidas ao laboratório de controle oficial do MAPA. mediante a presença do detentor do produto ou do seu representante.9 Os incisos I e II do Artigo 42. atacadistas. bem como armazéns. Havendo conformidade do produto. dos produtos destinados à alimentação animal. distribuidores. pelo fiscal ou sob sua supervisão. Essas atividades de inspeção e fiscalização são realizadas nas fábricas.

repetir a operação até reduzi-lo a uma quantidade suficiente para compor 3 (na empresa fabricante) ou 4 sub-amostras (no estabelecimento não detentor do registro do produto). média e inferior da embalagem. Entretanto. f) Descartar a porção presente em uma das bandejas coletoras e a outra porção da segunda bandeja deverá passar novamente pelo quarteador. 8 vãos de separação. violadas. sem data de fabricação. aproximadamente de 1 kg. virando a bandeja. ou seja. colher no mínimo 4 kg de amostra. devendo o material ser recebido em recipiente adequado. e) Despejar a amostra no interior do quarteador tipo Johnes (que possui. sem registro ou armazenado de maneira inadequada. introduzindo-o no sentido diagonal. c) Utilizar calador. para produtos cuja homogeneidade pode comprometer o resultado analítico (rações e concentrados que contenham uréia. com largura mínima de 15 mm) da seguinte forma: distribuir o produto em uma das bandejas coletoras do quarteador. Amostra colhida em estabelecimento não detentor do registro será divida em 4 partes. h) Dividir a amostra quarteada presente nas bandejas coletoras em 3 amostras de aproximadamente 300 gramas cada uma. desprezar o produto de uma em cada 2 bandejas coletoras. com prazo de validade vencido. sem rótulo. b) Revolver a embalagem de maneira a homogeneizar o seu conteúdo. abrangendo as partes superior. amarrar e em seguida acondicionar em . Transferir para sacos plásticos resistentes.10 a) Não colher amostra de embalagens danificadas. de modo que fique nivelado. jogar o produto sobre o quarteador. no mínimo. d) Nesta operação. etc) a quantidade de amostra deverá ser superior a 2 kg. farelo de algodão. g) Repetir o procedimento descrito no item anterior até a obtenção da quantidade desejada.

11 caixas padronizadas. O MAPA deverá comunicar oficialmente ao estabelecimento fabricante do produto amostrado que se encontra à disposição uma via da amostra de contraprova devendo ser retirada em até 10 dias após o recebimento da comunicação. as outras duas partes serão encaminhadas ao laboratório juntamente com a 2ª via do Termo de Colheita de Amostra e ofício de encaminhamento de amostras. k) A amostra colhida em estabelecimento detentor do registro do produto será dividida em 3 partes. vedar e rubricar sobre a etiqueta de vedação e a caixa. químicas e organolépticas. l) Quando a colheita for efetuada em estabelecimento não detentor do registro do produto. uma parte ficará sob a guarda do Mapa responsável pela colheita. dos dois últimos algarismos do ano em curso. O responsável detentor do produto também deve rubricar. i) Identificar a caixa padronizada para amostra com o código da amostra correspondente ao Termo de Colheita de Amostra. de maneira a conservar in natura as características físicas. a amostra será dividida em 4 partes. etc) adotar frascos plásticos ou vidro com tampa. à disposição do estabelecimento detentor do registro para servir de contraprova. sendo que: uma das partes ficará com o detentor do produto juntamente com a 3ª via do Termo de Colheita de Amostra devidamente preenchida e orientá-lo para que guarde a amostra como contraprova. juntamente . As duas outras. Por exemplo: a vigésima quinta colheita de amostra realizada pelo FFA Rodrigo Graziani durante o ano de 2008 será identificada da seguinte forma: 025/08-RG. na parte inferior e superior da caixa. gordura. Para produtos líquidos (melaço. juntamente com a 3ª via do Termo de Colheita de Amostra. e das letras iniciais do nome e sobrenome do FFA responsável pela colheita. sendo que: uma parte ficará em poder do detentor do produto. previamente preenchidas. de primeiro uso ou devidamente higienizados. j) O código da amostra será composto por numeração seqüencial de amostras colhidas pelo FFA no ano.

VI .auto de infração. observados os prazos estabelecidos. de 11 de dezembro de 2007. IV . Os documentos de fiscalização referentes às atividades dos Fiscais Federais Agropecuários são relacionados no Artigo 100.5 Processo administrativo A Lei 9. VII . prevista no Capítulo XI do Decreto 6. esta será apurada através de um processo administrativo próprio. V . IX .termo de apreensão. Caso haja infração. do Decreto 6.termo de revelia. III . 2.2.296.termo de colheita de amostra. (ANEXO 6. II .termo de depositário.termo de fiscalização. VIII . .296.1 – Fluxograma da colheita de amostras e encaminhamento do resultado para análise). assim sequenciados: I .784/99 dispõe sobre as normas básicas para o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal direta e indireta.12 com a 2ª via do Termo de Colheita serão remetidas ao laboratório. Toda ação fiscal é regida por normas e procedimentos técnicos específicos. iniciado com lavratura de auto de infração. de 11 de dezembro de 2007.termo aditivo.auto de multa.termo de julgamento. com vistas à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da administração.

termo de inutilização. devendo ser preenchido em duas vias.termo de advertência. O termo de apreensão é o documento hábil para.termo de intimação. . será lavrado no local. O termo de depositário é o documento hábil que nomina e responsabiliza o detentor do produto. XII . rótulos ou outros materiais que estejam sendo produzidos. produto acabado.13 X . promover a apreensão de matéria-prima. e é lavrado pelo fiscal. nas hipóteses e na forma prevista neste Regulamento. O termo de colheita de amostras é o documento lavrado em três vias. e a segunda entregue contra recibo ao responsável pelo estabelecimento. sendo que duas vias ficarão com a fiscalização e uma entregue ao detentor do produto amostrado. rasuras. em três vias. O auto de infração é o documento hábil para o início do processo administrativo de apuração de infração previsto no Decreto. embalagem. comercializados ou usados em desacordo com a legislação.termo de suspensão. na sede da repartição ou no local em que for constatada a infração. com clareza e precisão. penal e administrativamente.termo de liberação. em três vias. sendo a primeira juntada ao processo ou arquivada. ficando uma via com o detentor e as demais com a fiscalização. sem entrelinhas. O termo de fiscalização é o documento lavrado sempre que for realizada visita de inspeção ou fiscalização nos estabelecimentos referidos no regulamento. XIV . pela sua guarda até ulterior deliberação.termo de doação. XIII . e XV . borrões. XI .

ressalvas ou emendas. O termo de liberação é o documento hábil para notificação do interessado da decisão de liberação de produto. quando em desacordo com as regras do Decreto e irrecuperável para uso ou consumo. rótulo ou embalagem. ficando a primeira nos autos. a segunda entregue ao . O auto de multa é o documento hábil para notificação do interessado da decisão de aplicação da penalidade de multa. O termo de julgamento é o documento lavrado com o objetivo de estabelecer as decisões administrativas definidas pelo Decreto. rasuras. O termo de revelia é o documento hábil destinado a comprovar a ausência da defesa no prazo legal. sendo uma via entregue ao autuado e as demais ficarão com o MAPA. O termo aditivo é o documento hábil destinado a corrigir eventuais impropriedades na emissão de documentos de fiscalização. matéria prima ou material apreendido.14 ressalvas ou emendas. proferida no processo administrativo após o julgamento. sem entrelinhas. lavrado em duas vias O termo de advertência é o documento hábil a ser lavrado para caracterização do julgamento proferido no processo de apuração de infração. borrões. quando houver aplicação da pena de advertência. O termo de doação é o documento hábil que permite a doação de produtos destinados à alimentação animal. devendo trazer as informações com clareza e precisão. lavrado em três vias. assim como para acrescentar informações omitidas. O termo de inutilização é o documento hábil para a notificação do interessado da decisão da autoridade competente em destruir produto. proferida no processo administrativo após o julgamento.

15 responsável pelo produto ou material e a terceira via entregue ao detentor do produto ou material. . quando este não for o responsável. O termo de suspensão é o documento hábil destinado a interromper. lavrado em duas vias. as atividades de um estabelecimento. parcial ou totalmente. O termo de intimação é o documento hábil para comunicar irregularidades verificadas e determinar a implementação de medidas de correções.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Durante o estágio foram acompanhados dois processos fundamentais na execução do trabalho do Fiscal Federal Agropecuário . A análise documental permitiu a visualização do desenvolvimento do trabalho dos fiscais. Com esses conhecimentos.16 3.1 Estudo da legislação Nos primeiros dias de estágio foram listadas e organizadas toda a legislação pertinente ao setor de trabalho. Paralelo a essas atividades. 3. bem como construir um catálogo para acesso rápido da legislação referida. sempre orientada por Engenheiros Agrônomos e Médicos Veterinários. com o intuito de instruir e estabelecer contato com as atividades desenvolvidas pelo órgão.FFA: análise documental e fiscalização dos estabelecimentos registrados. que deram o suporte e instrução referentes às funções do Fiscal Federal Agropecuário. foi possível analisar processos e entender quais os procedimentos necessários para instaurar um processo e também quais as etapas fundamentais para o desenvolvimento do trabalho dos fiscais. através dos processos administrativos dos arquivos e registros de documentos obrigatórios. . nenhuma será citada para evitar a quebra de sigilo das informações levantadas pelos processos administrativos e pelas ações de fiscalização. Por este trabalho levar em consideração os interesses particulares de diversas empresas. foi realizada a ação de fiscalização em diversos estabelecimentos da Grande Cuiabá.

as empresas tem prazos definidos para atualizar e regularizar sua documentação. Durante o estágio. fracionadores. dependendo do caso. através do termo de intimação. podendo sofrer processo de autuação caso algumas das exigências fossem descumpridas.3 Relatório de produção Os estabelecimentos fabricantes. podendo ser renovado pelo mesmo período. solicitando a regularização de seus registros. Essas intimações foram determinadas através de uma reunião entre os fiscais que decidiram fazer uma busca minuciosa entre os arquivos de registro. Com esse termo. manipuladores. e as empresas que não estão adequadas são intimadas a apresentar os documentos ausentes ou desatualizados.2 Registro das empresas Todos os estabelecimentos que elaboram e comercializam produtos e subprodutos destinados à alimentação animal são obrigados a se registrar junto ao MAPA e manter atualizados os documentos necessários para o registro. 3. a meta estabelecida foi entrar em contato com todas as empresas pendentes. para que fosse resolvida através do contato com a empresa e. importadores e exportadores de produtos destinados à alimentação animal devem apresentar relatório mensal informando a quantidade fabricada.17 3. . os fiscais iniciam um processo de registro de estabelecimento e quando todos os documentos forem analisados e a empresa fiscalizada é emitido o certificado de registro. As novas empresas enviam os documentos necessários para o setor. que encaminha para os fiscais analisarem e verificarem se todos os documentos estão presentes e apresentados de forma correta. Caso estejam em conformidade com a lei. As empresas que não responderam ou não se manifestaram foram autuadas. verificando qualquer irregularidade ou pendência. O registro tem validade de cinco anos.

No período . Devido à obrigatoriedade das empresas enviarem os relatórios. Com essa atividade nota-se a dificuldade em manter dados atualizados e a baixa confiabilidade em estatísticas da produção de alimentos para animais. termos de intimação eram feitos com o intuito de estimular a empresa em débito a enviar os relatórios atrasados. importada e exportada por meio de formulário aprovado pelo MAPA. pois a maioria das empresas registradas não enviavam o relatório com frequência. Por ser prioridade dos fiscais atualizar os dados e aumentar o nível de confiança das estatísticas.4 Ações de fiscalização Primeiramente foram executadas atividades burocráticas e de organização de arquivos. e todos os relatórios de produção recebidos tinham que ser conferidos e arquivados após análise dos dados. tais relatórios eram repassados para que pudessem ser analisados e os dados transpassados para planilhas específicas. apresentando inclusive várias que não o mandavam há mais de um ano. anexando documentos e compondo processos. Essa atividade era diária. mediante possibilidade de autuação caso fossem descumpridas as exigências. Após os primeiros 15 dias de estágio. Esses relatórios devem ser entregues até o décimo dia do mês subsequente e as informações dos relatórios serão consolidadas e publicadas pelo MAPA. Durante o período de estágio. foram realizados vários debates e reuniões dentro do setor para elaborar estratégias que visem aumentar o número e efeito destas intimações 3.18 manipulada. foi acompanhada a rotina de fiscalização nos estabelecimentos de Cuiabá e Várzea Grande. Esses relatórios continham a informação da quantidade (em toneladas) dos produtos fiscalizados pelo FISCINAN e produzidos pelos estabelecimentos registrados no MAPA.

todo estabelecimento registrado é fiscalizado pelo menos uma vez ao ano. por ordem de importância. Para os estagiários do MAPA não é permitido acompanhar as viagens fora de Cuiabá e Várzea Grande.2. quais sejam. Essas ações de fiscalização foram sempre acompanhadas por um ou mais responsáveis que respondiam pela empresa.19 de janeiro a março. validade dos estoques. pois o seguro não cobre o deslocamento. presença de animais. permitindo a entrada de animais. Durante as visitas. Geralmente. o . Engenheiro Agrônomo com oito anos de experiência no Ministério e do Fiscal Federal Mateus Carvalho Silva Araújo. As fiscalizações foram acompanhadas do Fiscal Federal Luiz Henrique Gonçalves Pires. são concentradas as ações de fiscalização nessa região. Os maiores problemas encontrados foram a falta de higiene do chão da fábrica e do maquinário utilizado. rotulagem inadequada. equipamentos de proteção individual. os fiscais caminhavam por todas as áreas das empresas verificando condições de higiene. As ações do fiscal e suas observações são registradas no Termo de Fiscalização (ANEXO 6. conforme as demandas regionais e diretrizes determinadas pela Coordenação de Fiscalização de Produtos para Alimentação Animal – CPAA. levando-se em consideração os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. produtos armazenados de forma incorreta. As fiscalizações são programadas mensalmente. quando necessário. presença de estoques com o lote vencido. principalmente aves. priorizando as ações de modo a otimizar custos e a eficácia das fiscalizações a campo. ocorre outra visita. após esse período as ações ocorrem nas cidades do interior de Mato Grosso. e. presença de aves e roedores e estruturas de armazenamento inadequadas ou com falta de reparos. obrigatoriedades da empresa e qualquer não conformidade percebida através da observação visual.). Quando necessário. Médico Veterinário e há três anos servindo o MAPA/MT. estrutura. e.

As amostras foram colhidas na presença do detentor do produto ou do seu representante. onde no ato colheita eram lavrados os Termos de Colheita de Amostra (ANEXO 6. Essa retirada acontecia no momento em que era feita a exigência. estando a empresa sujeita a ser autuada caso descumprisse a ordem. pois o profissional explicava o funcionamento das máquinas. A atividade mais relevante do trabalho de fiscalização foram as coletas das amostras dos produtos que seriam remetidos as análises dos laboratórios credenciados pelo MAPA. qualquer dúvida relacionada ao processo de produção era sanada e todos os responsáveis das empresas foram extremamente atenciosos e estavam dispostos a contribuir com o aprendizado.3. apurando-se fraudes ou falsificações e a presença de agentes físicos.). A colheita de amostras de produtos destinados à alimentação animal deve ser realizada para verificar a conformidade dos níveis de garantia de acordo com o registro do produto. Nessas situações. exigindo atenção para que as amostras tivessem padrão de confiabilidade.20 fiscal exigia a retirada de lotes vencidos ou de produtos e materiais proibidos de serem armazenados juntamente com os produtos destinados à alimentação animal. Essas coletas possuem procedimentos específicos e detalhados. o fiscal pedia ao representante que explicasse o funcionamento e as características da empresa. formas de armazenagem e funcionamento geral da empresa. químicos ou biológicos prejudiciais à saúde animal e humana. tipos de produtos. normalmente o fiscal instruía o responsável a tomar as medidas necessárias para atender as exigências do MAPA que seriam cobradas na próxima ação de fiscalização. . Durante essas atividades. para que fosse possível adquirir conhecimentos e entender o processo de produção de cada empresa. A presença do responsável pela empresa permitiu aprofundar o conhecimento das técnicas de produção. sequência de produção. Em poucos casos ocorreu tal fato.

canetas. Nas primeiras ações de fiscalização. Nesses casos. Em algumas empresas. rotulagem e propaganda de produtos destinados à alimentação animal. quarteadores. para que as mesmas tivessem informações necessárias para padronização e manutenção da qualidade dos produtos. registro da empresa e legislação impressa para consulta e prestar auxílio no caso de dúvidas e para instruir adequadamente o responsável pela empresa. que já tinha seus métodos e padrões específicos. caladores. Porém. Nesse material continham caixas e baldes de plástico. Um exemplo é o caso da rotulagem. o próprio setor de qualidade da empresa fazia colheitas rotineiras dos lotes produzidos. o fiscal escolhia os produtos a serem analisados e fazia a separação do material. o que inviabiliza a produção da empresa. O Art. Os fiscais sempre agem com bom senso e instruem os responsáveis pela empresa à se adequarem às novas exigências. nome do fiscal. embalagens para as amostras. termos de fiscalização anteriores. etiquetas de vedação. informando a quantidade do produto em estoque e a . estas normas podem sofrer mudanças. a tarefa passada era de preencher as informações relacionadas ao produto. pranchetas. motivo da análise e tipo de produto. Nesse momento.21 Antes da colheita. o quarteamento e a separação de cada amostra era feita pelo próprio setor da empresa. como código da amostra. quarteando as amostras e colocando nas embalagens correspondentes. data da colheita. sacos plásticos. pois muitos estoques já estavam embalados e rotulados de acordo com a legislação anterior. 1º da Instrução Normativa 22/2009 estabelece normas específicas sobre embalagem. era necessário preparar o material de trabalho. Durante as atividades também foi observada a dificuldade dos empresários e responsáveis técnicos em acompanhar a legislação que está sempre em mudança. organizando tudo em caixas de plástico e fazendo o checklist para conferência do material.

para serem enviadas à análise laboratorial. autuando apenas em última instância. os termos emitidos foram arquivados e relacionados nas estatísticas do FISCINAN. . As amostras colhidas foram armazenadas até atingir uma quantidade considerável. Após as fiscalizações.22 previsão para a total comercialização do lote.

substâncias ou contaminantes proibidos ou microrganismos patogênicos em produtos destinados à alimentação animal.23 4. o que é de grande valor para a produtividade pecuária. representam um elo relevante na cadeia produtiva. visto que os insumos em questão. Esta ação contribui para a melhoria da qualidade e da inocuidade de insumos destinados à alimentação animal. Alguns pontos podem ser considerados ineficientes ou inadequados. da conformidade e da qualidade e inocuidade dos produtos destinados a alimentação animal. Essa fiscalização contribui para a segurança alimentar dos consumidores de produtos de origem animal e para a competitividade do agronegócio brasileiro. sendo para isso. principalmente relacionado à legislação. particularmente no MAPA/MT. falta de autonomia dos fiscais e lentidão nos processos podem frear o avanço e execução das atividades. e pela importância do assunto. sobretudo a demora na tomada de decisão. para a segurança alimentar dos animais e dos consumidores de produtos de origem animal. Esses conhecimentos. possibilitando melhores índices zootécnicos e saúde dos animais de produção. Visto a importância da atividade dos fiscais no cenário do agronegócio nacional. Todos os processos burocráticos. esta abordagem deveria ser melhor explorada ao longo do curso. o que estagna o sistema e dificulta o desenvolvimento e aprimoramento das atividades. . necessárias ações de desburocratização. com o objetivo de torná-lo mais produtivo e eficaz. novos treinamentos e revisão do setor. todas as atividades que puderam ser acompanhadas durante o estágio foram muito importantes e trouxeram um conhecimento além do esperado no período. da presença de ingredientes. CONSIDERAÇÕES FINAIS A fiscalização dos estabelecimentos fabricantes de alimentos para animais possibilita a verificação das condições de produção. A colheita de amostras possibilita verificação da conformidade. são pouco abordados dentro do curso de Agronomia da UFMT.

. fiscalizar e assegurar as exigências e direitos dos consumidores e permitir que o setor de Alimentação Animal se desenvolva e traga maior desenvolvimento para o estado de Mato Grosso.24 Percebe-se também a importância do trabalho dos fiscais para manter a qualidade dos produtos. incentivar a produção responsável.

de 2 de junho de 2009 que regulamenta a embalagem. que dispõe sobre a inspeção e a fiscalização obrigatórias dos produtos à alimentação animal. rotulagem e propaganda dos produtos destinados à alimentação animal. Secretaria de Defesa Agropecuária.25 5. Instrução Normativa Nº 22. de 22 de abril de 2004.053. de 26 de dezembro de 1974.gov. que dispõe sobre a inspeção e a fiscalização obrigatórias dos produtos destinados à alimentação animal.198.do?method=exibirTela> Acessado em: 06/10/2011. e dá outras providências. 25 e 56 do Anexo ao Decreto nº 5. de 11 de dezembro de 2007 que regulamenta a Lei nº 6. dá nova redação aos arts. Disponível em: <http://www. de 26 de dezembro de 1974.agricultura.296. Portal Ministério da Agricultura – Alimentação Animal. .br/animal/alimentacao> 06/10/2011 Sislegis – Sistema de consulta à legislação.. 2008. Lei Nº 6.br/sislegis/loginAction. – Brasília: MAPA/SDA. e dá outras providências.198. Disponível em: < Acessado dia http://extranet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Manual de procedimentos – Fiscalização de estabelecimentos e produtos para alimentação animal/Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.gov. Decreto Nº 6.agricultura.

1 .26 6. Fluxograma da colheita de amostras e encaminhamento do resultado para análise . ANEXOS 6.

27 6.2 Termo de Fiscalização .

Termo de Colheita .28 6.3.

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