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HISTÓRIA DO PROTESTANTISMO BRASILEIRO - resumo

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HISTÓRIA DO PROTESTANTISMO BRASILEIRO RESUMO DO RESUMO Pastora Vilma Aluna: Menice Quintanilha de Souza 2.2.

A imigração Alemã A formação das primeiras comunidades protestantes no Brasil Imperial é relacionada com a entrada de imigrantes e, portanto, com as necessidades socioeconômicas do Império nos seus primeiros anos. A proteção que o governo central dispensava ao imigrante, e que provocava a oposição tanto dos latifundiários como do partido republicano, foi substituída desde 1834 pelos regulamentos específicos que os governos provinciais desejassem adotar. A imigração alemã, que é a que trouxe ao Brasil o maior número de protestantes, abrangiu umas 4.8000 pessoas até 1880. O fato de tantas colônias alemãs tomarem a iniciativa de organizar sua vida religiosa merece alguma admiração, em vista da reduzida bagagem cultural dos colonos e do escasso apoio que recebiam de suas igrejas de origem. Ministros ordenados havia poucos. Uma circunstância compreensível no contexto brasileiro, mas incompatível com a tradição do protestantismo alemão era a autonomia das igrejas locais. 2.3. O início das missões protestantes A propaganda explícita do protestantismo no Brasil começou em 1835, quando a Conferência Geral da Igreja Metodista dos Estados Unidos encarregou o jovem ministro Foutain Pitts de uma viagem a América do Sul, para verificar a possibilidade de um trabalho missionário. Animada pelos relatórios de Pitts, a Conferência não tardou a encomendar a Justin Sapulding um trabalho mais permanente no Rio de Janeiro. Sacerdotes e autoridades civis mostram-se compreensivos som respeito a missão de Kidder e oferecem sua colaboração para a Bíblia, até ao ponto de o missionário julgar que nenhum outro país católico existia onde fosse maior a tolerância ou a liberdade de sentimentos para com os protestantes . Ele promoveu a organização das Sociedades de Temprerança, para as quais buscou particularmente a adesão de marinheiros. Quando Kidder, profundamente abalado pela morte de sua esposa, voltou aos Estados Unidos (1840), a Conferência Geral se julgou obrigada a encerrar sua missão no Brasil por falta de verbas. 2.4. Resultados permanentes: o episódio de Kalley É mesmo de se estranhar que, depois da retração dos metodistas, passasse mais de um decêncio sem novos avances missionários. Apenas a Sociedade Bíblica América continuou, em escala muito modesta, a distribuição da Sagrada Escritura. O pastor presbiteriano Jame4s Fletcher, que além de agente da Sociedade Bíblica era também secretário da legação dos Estados Unidos e exercia funções pastorais para seus conter^neos no Brasil, buscou desde 1854 alguns ajudantes para lhe servir de colportores, , entrarão, para tal efeito, em correspondências com Robert Kalley era um médico escocês que, auxiliado pela Comissão colonial da Igreja Livre da Escócia, havia dirigido desde 1838 uma obra caritativa e evangelizadora na Ilha da Madeira. Ao receber o pedido de Fletcher de lhe mandar alguns ajudantes de fala portuguesa, decidiu partir para o Brasil em pessoa. Desembrarcou aqui em 1855.

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