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Meteorologia-1 Manual Metar

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MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

METEOROLOGIA
FCA 105-3

CÓDIGOS METEOROLÓGICOS METAR E SPECI

2004

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA Nº

/SDOP, DE

DE NOVEMBRO DE 2004.

Aprova a reedição do Folheto sobre os Códigos Meteorológicos METAR e SPECI.

O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 1°, inciso IV, da Portaria DECEA nº 12, de 9 de janeiro de 2004, RESOLVE: Art. 1° Aprovar a reedição do FCA 105-3 “Códigos Meteorológicos METAR e SPECI”, que com esta baixa. Art. 2° Este Folheto entra em vigor em de 1º de dezembro de 2004. Art. 3º Revoga-se a Portaria DECEA Nº 15/DGCEA, de 04 de abril de 2002, publicada no Boletim Interno do DECEA nº 62, de 03 de abril de 2002.

Brig Ar AILTON DOS SANTOS POHLMANN Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicada no Boletim Interno do DECEA nº

, de

de

de 2004)

... CONCEITUAÇÃO ...... VISIBILIDADE ...... VENTO À SUPERFÍCIE ...................... INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES ................................. ÂMBITO ..........2 1.................................................................................................................................3 2 2...................10 3 3.............................................................................................................................2 2.......................... SUBSTITUIÇÃO DE INFORMAÇÕES PELO TERMO CAVOK ...............1 3.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................1 2......................... FINALIDADE ......... 17 FORMA SIMBÓLICA ....... 24 REFERÊNCIAS .......................................................... CÓDIGOS METAR E SPECI ...Tabela 4678 ................................................................ TEMPERATURAS DO AR E DO PONTO DE ORVALHO ......9 2........3 2............ GRUPOS DE IDENTIFICAÇÃO ............................................. TEMPO PRESENTE ............................................................................................................8 2................................................................................................................................. 26 ..................................................................... 7 7 7 7 8 8 9 10 10 11 12 13 14 14 15 PREVISÃO TIPO TENDÊNCIA ................................................................................................... 17 DISPOSIÇÕES GERAIS ....................................................................... 23 DISPOSIÇÕES FINAIS .....................................7 2..................................................................................................................................................................... 17 INDICADOR DE MUDANÇA ................................................1 1.......................6 2............................................................................................................................................................................ PRESSÃO(QNH) ..................2 4 5 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...................................... NUVENS (OU VISIBILIDADE VERTICAL) ................................................................ 25 Anexo A ....................................................FCA 105-3 / 2004 SUMÁRIO 1 1.................. ALCANCE VISUAL NA PISTA ........................................4 2...............................................................................................................5 2....

2 ÂMBITO Este Folheto aplica-se no âmbito do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e entre os usuários da Meteorologia Aeronáutica. 1. 1. SPECI – Designador do código para informação meteorológica aeronáutica especial.3 CONCEITUAÇÃO METAR – Designador do código para informação meteorológica aeronáutica regular.1 FINALIDADE O presente Folheto tem por finalidade divulgar aos aeronavegantes as formas de codificação e interpretação dos Códigos Meteorológicos METAR e SPECI.FCA 105-3 / 2004 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. .

h) pressão (QNH). temperatura da superfície do mar e estado do mar. . e c) dia e horário da observação. Somente aplicável em horários que o aeródromo não estiver em funcionamento.1 GRUPOS DE IDENTIFICAÇÃO a) identificador do tipo de mensagem – METAR ou SPECI. NOTA 1: Numa seqüência onde o horário da observação de cada informe for o mesmo (dentro de 10 minutos). 2. c) visibilidade. f) nuvens (ou visibilidade vertical. o grupo data-hora (YYGGggZ) poderá ser omitido. SPECI – É o nome do código utilizado para a descrição completa das condições meteorológicas quando ocorrerem variações significativas entre os intervalos das observações regulares. principalmente para planejamento de vôo e difusão VOLMET e D-VOLMET. e que não serão divulgadas internacionalmente. b) indicador de localidade (OACI) – SBGL. e) tempo presente. se for o caso). NOTA 1: Ambas as informações destinam-se à divulgação para fora do aeródromo de origem. se for o caso. NOTA 2: A abreviatura RMK indica o início de uma seção contendo informações incluídas por decisão nacional. e i) informações suplementares inclusão condicional. em horas e minutos UTC.8 FCA 105-3 / 2004 2 CÓDIGOS METAR E SPECI METAR – É o nome do código utilizado para a descrição completa das condições meteorológicas observadas em um aeródromo. b) vento à superfície. Os códigos METAR e SPECI contêm as seguintes informações na seqüência: a) grupos de identificação. NOTA 2: Quando a palavra AUTO for inserida antes do grupo de vento indica que a mensagem METAR ou SPECI foi gerada por uma estação automática sem a intervenção humana. tempo recente. É reportado em intervalos regulares. cortante do vento. g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. seguido da letra indicadora Z – 131000Z. d) alcance visual na pista (quando houver).

3 Se durante os dez minutos precedentes à observação. Os três primeiros algarismos indicam a direção e os dois últimos.FCA 105-3 / 2004 9 2. as variações da direção do vento forem de 60º ou mais. e Exemplo: VRB02KT .2.1. o vento de rajadas exceder a velocidade média de 10 kt(18 Km/h) ou mais. Exemplo: VRB23KT c) vento de 100 kt ou mais – será informado como P99KT. . se durante os dez minutos precedentes à observação.4 O vento informado deverá ser a média dos dez minutos precedentes à hora da observação. os valores médios deverão ser medidos no período pós-descontinuidade.1.2.2.a variação da direção for de 180º ou mais com qualquer valor de velocidade. Se durante este período tiver ocorrido descontinuidade significativa de. com a letra V inserida entre as duas direções. velocidade maior que 99 KT). Exemplo: 00000KT b) vento variável – será informado como VRB quando. ddd será informado. Exemplo: 31015KT 2. Exemplo: 31015G27KT 2.1 Normalmente.5 CASOS ESPECIAIS a) vento calmo – será codificado 00000 seguido da unidade de velocidade. no mínimo. 2.1. esta rajada será reportada inserindo-se a letra G(gusts – rajadas).2 VENTO À SUPERFÍCIE Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 NOTA: A direção do vento à superfície será sempre informada em relação ao norte verdadeiro.a variação total da direção for de 60º ou mais. teremos um grupo de cinco algarismos indicando o vento médio dos dez minutos precedentes à observação. Exemplo: 31015G27KT 280V350 2. 2 minutos.2. . Exemplo: 240P99KT (direção 240º. porém menos de 180º com velocidade inferior a 3 kt. as duas direções extremas deverão ser informadas na ordem do sentido dos ponteiros do relógio.1. seguido da unidade usada (kt). e a velocidade média do vento for igual ou maior que 3 kt.2. seguida do valor da rajada. a velocidade.2.2 Adicionalmente. 2. porém menos que 180º.1 DESCODIFICAÇÃO 2.1.

000 m de predominante e 2.4 ALCANCE VISUAL NA PISTA (RVR) 2.4.2 Além da visibilidade predominante.1 Será sempre informada a visibilidade predominante.10 FCA 105-3 / 2004 2.1 Quando a visibilidade no aeródromo for menor que 2.3. maior que 2. NOTA 2: Quando a visibilidade for igual ou superior a 10 km.000 metros. menor que 50 metros) .3 O alcance visual na pista será informado em incrementos de 25 m até 400 m. será informado como P2000.2 Quando o RVR for menor que o mínimo valor que pode ser medido.4.4 CASOS ESPECIAIS 2.000 metros como o limite superior para as avaliações do alcance visual na pista. em incrementos de 50 m entre 400 e 800 m e em incrementos de 100 m acima de 800 m. ( 6000 2800NE ) NOTA 1: Quando for observada visibilidade mínima em mais de uma direção.4. unicamente. 2. Fora destes limites. NOTA: Visibilidade predominante é aquela que.000 metros e o valor do RVR for maior que o máximo que pode ser medido. Exemplo: R10/1100 (RVR na pista 10. como sendo o alcance visual na pista inferior a 50 metros ou superior a 2.000 metros) 2. ( 8000 1400S ) 6. em setores contíguos ou não.4. esta será informada como 9999. a metade do horizonte. Será notificada esta visibilidade e sua direção geral em relação ao aeródromo.400 m no setor sul. segundo critérios para definição de visibilidade. o grupo será formado pela letra R seguida do designador de pista e de uma barra (/) seguida do RVR em metros.4. deverá notificar a direção mais importante para as operações.3 VISIBILIDADE 2.3.500 metros ou inferior a 50% da predominante. cobrir pelo menos. Exemplos: 8. 2. as informações serão dadas.800 m no setor nordeste. será informada a visibilidade mínima quando esta for inferior a 1.4.2 O valor de 50 metros será considerado como o limite inferior e o valor de 2. indicando um dos pontos cardeais ou colaterais. 2.1 Quando o RVR puder ser determinado e for informado. Exemplo: R10/M0050 (RVR na pista 10.100 metros) 2.000 m de predominante e 1.4.4. Exemplo: 1900 R10/P2000 (RVR na pista 10. 1. Exemplo: 8000 (oito mil metros) 2. será informado como M0050.

... 2...4. será usado “N”........ RA + a codificação resulta em: ..1 DESCODIFICAÇÃO Quando existir um fenômeno a ser reportado. é forte ... como exemplo abaixo.. codifica-se: -DZ FG e b) precipitação: .... respectivamente. de 12 de agosto de 2005... ao invés da média dos 10 minutos...... codifica-se: SNRA.. Quando não se dispuser de informações relativas a tendências.2 Se forem observados mais que um fenômeno.. Exemplo: existe trovoada.5.. Se não houver qualquer tendência significativa.... devendo esta ser combinada num único grupo com o tipo de precipitação dominante reportado na frente..chuvisco leve e nevoeiro..... Exemplo: R12/1100U (RVR na pista 12. durante o período de dez minutos precedentes à hora da observação.... Exemplo: R10/1000V1500 2. codifica-se o tempo presente considerando-se cada coluna da Tabela 4678 (Anexo A).. Exemplos: a) mais que um fenômeno: .100 metros com tendência a aumentar) 2........5 TEMPO PRESENTE Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA (NR) . por “U” ou “D”.. não será incluída nenhuma das letras anteriores.. +TSRA (NR) ..... diferirem dos valores médios em mais de 50 metros ou em mais de 20%...4 Quando os valores do RVR de um minuto.Portaria nº 37/DECEA..FCA 105-3 / 2004 11 2.... 1. qualquer que seja o maior.. .. Caso as variações dos valores mostrem uma tendência ascendente ou descendente. serão codificados grupos separados...4...4. serão informadas as variações no período de dez minutos precedentes à observação.. 2... os valores (média mínima e média máxima) deverão ser reportados.chuva moderada e neve com predominância de neve.3 Quando existirem sistemas por instrumentos para a avaliação do alcance visual na pista. TS com precipitação.5.. exceto se existir mais que uma forma de precipitação.. esta será indicada em “i”...Portaria nº 37/DECEA.. de 12 de agosto de 2005. respectivamente.4..

6. c) nevoeiro (FG) será reportado quando a visibilidade for reduzida por gotículas d'água ou cristais de gelo. e d) 8 oitavos será informado como OVC (Overcast).1 Os três primeiros dígitos indicam a quantidade de nuvens: a) 1 a 2 oitavos serão informados como FEW (Few).6. para menos de 1. Exemplo: 3/8 de Stratocumulus com base a 1. . entre 1.12 FCA 105-3 / 2004 2.5. areia (SA) e poeira levantadas pelo vento (DU) (exceto poeira soprada) serão reportados somente quando a visibilidade se reduzir a 5.000 metros.2 Os três últimos dígitos indicam a altura da base da nuvem em unidades de 30 metros (100 pés). os grupos de nuvens são formados por 6 dígitos. b) 3 a 4 oitavos serão informados como SCT (Scattered). deverá ser utilizada a abreviatura TS. Granizo pequeno e/ou grão de neve (GS) será (ão) usado (s) nos outros casos.000 metros ou menos. neste caso para 1. 2.1 DESCODIFICAÇÃO Sob circunstâncias normais.6. fumaça (FU).6 NUVENS (OU VISIBILIDADE VERTICAL) Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 (NR) .Portaria nº 37/DECEA. e f) quando se ouvem trovões ou se detectam raios e relâmpagos no aeródromo durante o período de 10 minutos que precede a hora da observação. c) 5 a 7 oitavos serão informados como BKN (Broken).000 e 5. névoa seca (HZ). 2. b) névoa úmida (BR) será reportada quando a visibilidade for reduzida por gotículas d'água ou cristais de gelo.000 metros. d) granizo (GR) será usado somente quando o diâmetro das maiores pelotas observadas for de 5 mm ou mais. NOTA: No aeródromo – É a área compreendida em um raio de 8Km do ponto de referência do aeródromo. 2.1.1.800 pés. 2. e) VC (na vizinhança) indica uma situação ocorrida entre 8 km e 16 km do ponto de referência do aeródromo.3 ALGUMAS RESTRIÇÕES PARA OS FENÔMENOS: a) cristais de gelo (IC).850 pés será codificado como SCT018. mas não se observa precipitação no aeródromo. NOTA: A altura da base será arredondada para menos. de 12 de agosto de 2005.

exceto quando existirem nuvens convectivas significativas. mas com a visibilidade vertical disponível. indicado por CB. 2 oitavos de Cumulonimbus a 1. o grupo de nebulosidade será substituído por um grupo formado por 5 dígitos. Exemplo: VV003 (visibilidade vertical igual a 300 pés) 2. Exemplo: Existindo 1 oitavo de Stratus a 500 pés.6. Para a seleção das camadas será usado o seguinte critério: a) 1ª camada – a mais baixa independente da quantidade.6. exceto os das nuvens convectivas significativas. c) 3ª camada – a seguinte com 5 oitavos ou mais. 2. estes grupos serão omitidos. indicado por TCU.000 pés. Nuvens convectivas significativas são: a) cumulonimbus. as nuvens serão informadas da seguinte maneira: FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025.a próxima com 3 oitavos ou mais. não excederá a três. e d) adicionalmente. NOTA 1: Os grupos de nuvens serão reportados na ordem crescente de altura. nuvens convectivas significativas (CB ou TCU). NOTA 2: Não existindo nebulosidade. e b) cumulus de grande extensão vertical. sendo os dois primeiros "VV".4 VISIBILIDADE VERTICAL Quando o céu estiver obscurecido e os detalhes da nebulosidade não puderem ser observados.2 TIPO DE NUVEM Os tipos de nuvens não serão identificados.FCA 105-3 / 2004 13 2. Quando o céu estiver obscurecido e não for possível determinar a visibilidade vertical.500 pés. as seguintes condições: a) visibilidade: 10 Km ou mais. tempo presente e nuvens quando ocorrerem.800 pés e 5 oitavos de Stratocumulus a 2. no momento da observação. se já não tiverem sido informadas numa das três camadas acima.6. 2. simultaneamente. b) 2ª camada .3 GRUPOS DE NUVENS O grupo de nuvens poderá ser repetido para informar diferentes camadas ou massas de nebulosidade. 3 oitavos de Cumulus a 1. alcance visual na pista. .7 SUBSTITUIÇÃO DE INFORMAÇÕES PELO TERMO CAVOK O termo CAVOK substituirá as informações sobre visibilidade. normalmente. o grupo será codificado VV///. o número de grupos. seguidos da visibilidade vertical em unidades de 30 metros ou 100 pés.

. cada uma com dois algarismos... Exemplo: Temperatura do ar ......5°C Temperatura do Ponto de Orvalho .. e c) nenhuma condição meteorológica significativa para a aviação (ver Tabela 4678). 2..500 metros (5.1 O último grupo da parte principal indica o QNH arredondado para o hectopascal inteiro imediatamente abaixo...3°C Será informado como 10/03.Portaria nº 37/DECEA.... centrado em ponto com auxílio de rádio-navegação.. Exemplo: -9... destes valores o maior.14 FCA 105-3 / 2004 b) nenhuma nuvem abaixo de 1.000 pés) acima de todos os obstáculos localizados em uma área contida dentro de um setor circular de 46 km de raio.8 TEMPERATURAS DO AR E DO PONTO DE ORVALHO Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 (NR) . será usada a abreviatura SKC (sky clear). O grupo é formado pela letra Q seguida por quatro algarismos.. em graus Celsius.. 3... 2....1 As temperaturas do ar e do ponto de orvalho observadas. 2.9.. NOTA 1: Altitude mínima do setor é a mais baixa altitude que se pode utilizar e que permite manter uma margem vertical mínima de 300 metros (1.. Exemplo: Um QNH de 995... 2.8... NOTA 3: Quando os termos CAVOK e SKC não forem apropriados.... NOTA 2: Quando não houver nebulosidade e o termo CAVOK não for apropriado....2 Temperaturas negativas serão precedidas pela letra "M"..5°C será informada como M09.6 hPa será reportado como Q0995. será usada a abreviatura NSC (No Signicant Clouds).. nenhum Cumulonimbus... 9......... NOTA: Temperaturas do ar e do ponto de orvalho com valores de 0.. de 12 de agosto de 2005..8.5°C serão arredondadas para o inteiro superior.000 pés) ou abaixo da altitude mínima mais elevada do setor.. são arredondadas para os valores inteiros mais próximos. 2....9 PRESSÃO (QNH) Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 (NR) Portaria nº 37/DECEA. de 12 de agosto de 2005.. ..

Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ (NR) Portaria nº 37/DECEA. a letra indicadora será "A" no lugar de "Q".10. usa-se polegada de mercúrio como unidade do QNH. mas na hora da observação ocorre trovoada com chuva forte.Portaria nº 37/DECEA. até o período da próxima observação. Será usado um dos seguintes grupos: a) WS RWYDRDR ou b) WS ALL RWY.(NR) . b) precipitação moderada ou forte (inclusive pancadas).05 pol será informado como A3005. e) trovoada. Será codificado REDZ como tempo recente. e c) temperatura da superfície do mar e estado do mar.FCA 105-3 / 2004 15 NOTA: Em alguns países. de 12 de agosto de 2005.10 INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 2.10. Exemplo: Entre 0920Z e 0930Z. quando significativa para as operações de pouso e decolagem. Neste caso. Exemplo: QNH de 30. f) nuvem funil (tornado ou tromba d'água). ocorreu chuvisco moderado. e g) cinzas vulcânicas. b) informação de cortante do vento nas camadas inferiores. . 2. Os fenômenos são os seguintes: a) precipitação congelante. mas não na hora da observação (dez minutos precedentes).10. durante as fases de subida e aproximação para pouso. d) tempestade de poeira ou de areia.600 pés). esta seção será usada apenas para: a) tempo recente de significação operacional. precedidas pelas letras RE. 2.2 Cortante do Vento A cortante do vento.1.1. deverá ser informada sempre que reportada por aeronaves. de 12 de agosto de 2005.1 Destinada à divulgação internacional. 2.1 Tempo Recente O tempo recente será informado com as abreviaturas dos fenômenos que tiverem sido observados desde o último horário regular (inclusive). c) neve soprada moderada ou forte (inclusive tempestade de neve). NOTA: Não são informados os indicadores de intensidade ou característica da precipitação. na vertical entre a superfície e 500 metros (1.

1.1.3. 2. a profundidade do depósito eReR e o coeficiente de atrito/frenagem BRBR serão indicados conforme as Tabelas 0919. para apoio às operações de helicóptero.1. o indicador de extensão de pista coberta CR.5 a 4 metros de altura. conforme Acordo Regional de Navegação Aérea.1 Descodificação Temperatura da superfície do mar é de 15ºC (quinze graus Celsius) e o estado do mar é agitado com ondas que variam de 2. onde o coeficiente de frenagem da pista é bom. 0519.2 Quando o aeródromo estiver com as operações de pouso e decolagem suspensas devido a grande quantidade de neve depositada. não sendo adotado pelo Brasil.3 Temperatura da superfície do mar e estado do mar Informações sobre a temperatura da superfície do mar e sobre o estado do mar serão incluídas nos códigos METAR e SPECI.3 Se numa única pista ou em todas as pistas de um aeródromo. . Exemplo codificado: METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 (NR) . 2.1.10. respectivamente. Exemplo: 09421595 2. NOTA 2: O indicador de depósito na pista ER. de 12 de agosto de 2005. 2.10.10. existe de 11% a 25% da pista coberta por neve seca. estes serão reportados substituindo-se os últimos seis dígitos do grupo por “CLRD//”.10.4.4.1. conforme Acordo Regional de Navegação Aérea. NOTA 1: O designador da pista 09 será reportado de acordo com o Plano Regional de Navegação Aérea da OACI. 2. do MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”.10.1 Descodificação Na pista 09. 2. com 15 mm de profundidade do depósito. detritos tiverem deixado de existir.1.10. NOTA: O estado do mar será reportado de acordo com as descrições da Tabela 3700 do MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”.4 Estado da pista Informações sobre o estado da pista serão incluídas nos códigos METAR e SPECI.16 FCA 105-3 / 2004 Onde DRDR é o designador da pista. 1079 e 0366. o grupo do estado da pista será substituído pela abreviatura “SNOCLO”.Portaria nº 37/DECEA.4. das Estações Meteorológicas Aeronáuticas localizadas em plataformas marítimas.

1.2 INDICADOR DE MUDANÇA 3. incluindo as camadas onde não se prevêem mudanças.1. Devido à heterogeneidade da atmosfera. visibilidade. e que os valores são as melhores estimativas que o previsor tem para a provável ocorrência.2 Quando não se espera ocorrer mudanças significativas. NOTA 2: No caso de mudanças significativas na visibilidade. A TENDÊNCIA indica mudanças significativas em relação a um ou mais dos seguintes elementos: vento à superfície. ocorrem. 3. deverão ser indicados. NOTA 1: No caso de mudanças significativas na nebulosidade.4. anexada ao METAR ou SPECI. O período de validade da TENDÊNCIA é de duas horas a partir da hora do boletim e ele forma parte integrante da previsão.3 A hora prevista de ocorrência é o resultado da melhor estimativa do previsor.1 FORMA SIMBÓLICA (TTTTT ou NOSIG) TTGGgg dddffGfmfm KMH ou KT ou MPS VVVV ou CAVOK w'w' ou NSW NsNsNshshshs ou VVhshshs ou SKC ou NSC 3.1 Somente serão incluídos aqueles elementos cujas mudanças são esperadas.2 O primeiro e mais importante ponto a ser apreciado é que as informações contidas na TENDÊNCIA são uma previsão que cobre um período de duas horas. 3. tempo presente e nebulosidade.1. 3.1 FORMATO TTTTT TTGGgg ou NOSIG . será incluída a abreviatura “NOSIG" (No Significant Change). 3.1. imensas variações na visibilidade e na altura da nebulosidade.4. Diferentes pessoas são encarregadas da descodificação dessas previsões: pilotos.FCA 105-3 / 2004 17 3 PREVISÃO TIPO TENDÊNCIA 3. pressupondo-se que treinamentos e instruções estejam disponíveis para garantir que a codificação das previsões siga as práticas dos padrões internacionais.1.4 Uma TENDÊNCIA prevista consiste numa afirmativa concisa das mudanças significativas. naturalmente.1 Tendências anexadas ao METAR ou SPECI são preparadas pelos previsores. 3. 3. Estatisticamente. a partir da hora da observação. operadores dos serviços de Tráfego Aéreo. deverá ser informado também o fenômeno que provoca a sua alteração. a diferença entre a hora prevista e a hora real de ocorrência do fenômeno tem uma defasagem de 30 minutos em várias ocasiões.2.1. pessoal de operações e meteorologistas. todos os grupos.

1 O indicador de mudança BECMG será utilizado para descrever mudanças esperadas das condições meteorológicas que alcancem ou ultrapassem os limites especificados como critérios num regime regular ou irregular. TL ou AT. conforme o caso. 3.2. por um dos indicadores TT: FM (from .1.2.000 metros às 1100 UTC: BECMG TL1100 3000 BR 3.2.3.3. mas terminando antes do fim daquele período.hora precisa).2.2 Quando se prognostica o início da mudança coincidente com o começo do período.2.2 O período (ou horário) pelo qual a mudança é prevista ocorrer.2.2. o começo e o fim desta alteração serão informados por FM e TL respectivamente. conforme os casos que se seguem.1 Quando a mudança for prevista começar e terminar dentro do período da previsão.3.2 O grupo horário GGgg será usado precedido. sem espaço.1.até) ou AT (at .2. Exemplo: Visibilidade no horário da observação: 6 km Espera-se que diminua na próxima hora. será indicada pelas abreviaturas FM.2. será usado FM seguido do grupo horário associado para indicar o começo da mudança. será usado um dos seguintes indicadores para TTTTT: BECMG ou TEMPO. tempo presente.2. seguidos de seus grupos horários associados.3 Quando a mudança for prevista começar durante o período e se completar no fim do período. 3.2 Descodificado Transformando a partir das 1100 UTC NOTA: Quando uma mudança significativa for esperada num dos elementos observados (vento. somente será usado TL seguido do grupo horário associado para indicar o fim da mudança. devido à névoa úmida e que seja de 3.18 FCA 105-3 / 2004 3. 3.3.3 BECMG 3. nebulosidade ou visibilidade vertical). visibilidade. TL (until .a partir de).1 Codificado Exemplo: BECMG FM1100 3. Exemplo: BECMG FM1100 . Exemplo: TEMPO FM1030 3. Exemplo: Tendência prevista para o período das 1000 às 1200 UTC: BECMG FM1030 TL1130 3.2.3.2.

3. o horário será indicado por: a) 0000. quando associado a FM e AT e b) 2400. as abreviaturas FM.2.4.1 Quando o período das flutuações temporárias for previsto começar e terminar dentro do período de tendência.2. será usado AT seguido do grupo horário associado para indicar a hora da mudança.1.4. Exemplo: BECMG AT1100 3.1.2.1. será usado apenas o indicador TEMPO.1.4. conforme os casos que se seguem. será usado FM seguido do grupo horário associado para indicar o começo das flutuações.3.2. Exemplo: TEMPO TL1130 3. TL ou AT e seus grupos horários associados serão omitidos.2.5 Quando a mudança for prevista começar no início do período de tendência e completada no fim deste período ou quando for previsto ocorrer neste período. 3.2. 3. mas não se tem certeza do horário. 3.4 Quando a mudança for esperada ocorrer numa hora específica durante o tempo da tendência.5 NOSIG 3. Exemplo: Período de tendência das 1000 às 1200 UTC: TEMPO FM1030 TL1130 3. somente será usado TL seguido do grupo horário associado para indicar o fim das flutuações.3. Exemplo: TEMPO FM1030 3.4 TEMPO 3. e será apenas usado o grupo indicador de mudança BECMG.4 Quando o período de flutuações temporárias for previsto começar no início do período de tendência e continuar ao longo do período restante.2.2 Quando o período de flutuações temporárias for previsto começar no início do período de tendência.2.1 Quando não forem previstas mudanças significativas para o período de tendência.4.2.2. o começo e o fim do período serão indicados pelas abreviaturas FM e TL.5. quando associado a TL. os grupos indicadores de mudanças serão substituídos por "NOSIG".3.6 Quando as mudanças forem previstas acontecerem à meia-noite UTC.2. mas terminar antes do fim daquele período.2.3 Quando o período de flutuações temporárias for previsto começar durante o período de tendência e continuar ao longo do período restante.2.2.1 O indicador de mudança TEMPO será utilizado para descrever previsões de flutuações temporárias nas condições meteorológicas que atinjam ou ultrapassem valores específicos e permaneçam por um período menor que uma hora no total em cada situação e não podendo ultrapassar a metade do período durante o qual as flutuações são esperadas.FCA 105-3 / 2004 19 3.4. . respectivamente. O período será indicado pelas abreviaturas FM e/ou TL. com os seus grupos horários associados.

7. com velocidade média.2. 800. para 750 metros por nevoeiro. 3.2.000 metros poderá ser adicionado à lista.2.500 e 3. o valor de 5. 600.2 Após os grupos indicadores de mudanças. 3.2.2.2. incluindo as camadas onde não se prevêem mudanças. no caso de mudanças significativas na nebulosidade. transformando a partir das 1100 UTC.2.000 metros devem ser informadas.2 Codificado Exemplo: BECMG FM1100 25035G50KT 3.2.3 Descodificado Visibilidade transformando para 6.6.7.2 Codificado Exemplo: BECMG FM1100 25035G50KT 6000 3.6. somente serão incluídos os dados referentes aos elementos cujas mudanças são previstas. . antes ou depois da mudança. 1.2. de 10 kt (18 km/h) ou mais.4 Alterações na visibilidade que se espera atingir ou ultrapassar os valores de 150. esta será indicada por TEMPO 0700. todos os grupos. 3.6 VENTO À SUPERFÍCIE 3.1 Formato dddffGfmfm 3.5. dentro do período de previsão da tendência. Exemplo: Ocorrendo uma redução temporária da visibilidade.7. deverão ser indicados.7.2.20 FCA 105-3 / 2004 3. NOTA : A Previsão Tipo Tendência indica mudanças que envolvam: a) uma mudança de 60° ou mais na direção do vento. Estes valores são estabelecidos mediante Acordos Regionais de Navegação Aérea.6.000 metros a partir das 1100 UTC. b) uma mudança na velocidade média do vento de 10 kt (18 km/h) ou mais. Dependendo do número de vôos estabelecidos visualmente. e c) uma mudança de valores de significado operacional. 350. Entretanto.1 Formato VVVV 3.3 Descodificado Um aumento na velocidade do vento para 35 kt com rajadas máximas de 50 kt.7 VISIBILIDADE 3.

término ou mudança de intensidade dos seguintes fenômenos: a) precipitação congelante.9.1 Formato w'w' ou NSW 3.2.2.2. h) tempestade.8. no período de 0300 a 0500 UTC. Será restrito para o começo.8. c) precipitação moderada ou forte (inclusive pancadas).8.2. e j) outros fenômenos de tempo que causem mudança significativa na visibilidade. f) tempestade de poeira ou de areia.3 O tempo significativo previsto será informado com as abreviaturas dos fenômenos previstos.FCA 105-3 / 2004 21 3.2. i) nuvem funil (tornado ou tromba d'água).8 FENÔMENO DE TEMPO 3.4 Para indicar o término de ocorrência de um fenômeno significativo. areia ou neve sopradas (inclusive tempestade de neve).2 Codificado Exemplo: BECMG FM1100 25035G50KT 6000 NSW SKC .8.9. g) trovoada com ou sem precipitação. prevista acontecer entre 0300 e 0430 UTC: TEMPO TL0430 TSRA Com o término do tempo significativo às 1630 UTC: BECMG AT1630 NSW 3. NSW (No Significant Weather) será colocado no lugar de w'w'.2 Codificado Exemplo: BECMG FM1100 25035G50KT 6000 NSW 3. de trovoada com chuva.1 Formato NsNsNshshshs (ou VVhshshs) ou SKC ou NSC 3.9 NUVENS (OU VISIBILIDADE VERTICAL) 3. conforme indica a Tabela 4678.2. 3.2. areia ou neve levantadas pelo vento. d) poeira. b) nevoeiro congelante. Exemplos: Para uma previsão tipo tendência. e) poeira.2.

150 ou 300 metros (100. 300 e 450 metros (100.500 metros) e for prognosticado mudar para ou ultrapassar um ou mais dos seguintes valores: 30.9. 60.000 pés). 3.3 Serão mudanças significativas na nebulosidade quando: a) a altura da base da camada de BKN ou OVC for prevista ou estiver abaixo de 450 metros (1.de SKC.22 FCA 105-3 / 2004 3.4 Para informar uma mudança para céu claro será usada a abreviatura SKC (sky clear) no lugar dos grupos de nuvens ou da visibilidade vertical. FEW ou SCT para BKN ou OVC ou . e d) quando não se espera mudanças significativas na nebulosidade durante o período da TENDÊNCIA. FEW ou SCT. adicionais às instruções acima. . NOTA: A previsão tipo tendência será elaborada quando estabelecida por Acordo Regional de Navegação Aérea.de BKN ou OVC para SKC. 60. Exemplo: Uma previsão baixando a base da camada mais baixa para 500 pés às 1130 UTC será reportada como BECMG TL1130 OVC005.2. somente quando submetidos a acordos. 200. tendo-se dados para a visibilidade vertical de. 500 ou 1. não sendo adotada pelo Brasil. Exemplo: Uma previsão de um rápido aumento na camada de Stratus às 1130 UTC de SCT para OVC será reportada como BECMG AT 1130 OVC010. baseados nas operações mínimas locais.10 Critérios para indicar mudanças na TENDÊNCIA. 150. c) quando se espera que o céu permaneça ou se torne obscuro. 1. 500. 200.500 pés). ou ultrapassando um ou mais dos seguintes valores: 30. os grupos não serão repetidos e nem detalhes da nebulosidade serão dados.9.000 e 1.500 pés) e a quantidade for prevista mudar: . b) a altura da base da camada esteja abaixo ou se espera que desça para menos de 450 metros (1. 3.2.2.

a terminologia.FCA 105-3 / 2004 23 4 DISPOSIÇÕES GERAIS 4. . 4.2 Os códigos METAR e SPECI são difundidos conforme estabelecido na ICA 105-1 “Divulgação de Informações Meteorológicas” e no MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”. as unidades e as escalas usadas na confecção dos códigos METAR e SPECI estão detalhadas no MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”.1 A ordem dos elementos.

5. 3814-6557 e 2585-3202 Ramal 363 TELEFAX: (0 XX 21) 3814-6252 e 2585-3202 Ramal 363 .5 Esta publicação poderá ser adquirida através de solicitação ao: PARQUE DE MATERIAL DE ELETRÔNICA DA AERONÁUTICA SETOR DE ASSINATURAS Rua General Gurjão. Chefe do Subdepartamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo. 370 – 2º Andar Centro CEP 20021-130 .3 Os casos não previstos nesta Instrução serão submetidos ao Exmo.1 Este Folheto entrará em vigor a partir de 0000 UTC de 1º de dezembro de 2004. aprovado pela Portaria DECEA nº 62.4 As sugestões que visem o aperfeiçoamento deste Folheto deverão ser encaminhadas para: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DIVISÃO DE METEOROLOGIA AERONÁUTICA Av General Justo.RIO DE JANEIRO. RJ TEL: (0 XX 21) 3814-6252.2 Este Folheto substitui o FCA 105-3. 5.24 FCA 105-3 / 2004 5 DISPOSIÇÕES FINAIS 5. RJ TEL: (0 XX 21) 3814-6285 TELEFAX: (0 XX 21) 3814-6283 5. 4 – Caju CEP 20931-040 . de 1° de junho de 2002. 5. de 3 de abril de 2002.RIO DE JANEIRO. Sr.

FCA 105-3 / 2004 25 REFERÊNCIAS BRASIL. 15ª edição. 1998. Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo. . Anexo 3. 2001. Manual de Códigos Meteorológicos . Publicação nº9. CANADÁ. [Montreal]. OMM.MCA 105-10. Mensagens Meteorológicas das Estações de Observação. [Rio de Janeiro]. OACI. Volume A [Genebra]. Serviço Meteorológico para a Navegação Aérea Internacional. Normas e Métodos Recomendados Internacionais. 2004. Comando da Aeronáutica. SUÍÇA.

numa seqüência que contenha a intensidade seguida da descrição e do fenômeno de tempo. Exemplo: +SHRA (pancada de chuva forte) .26 FCA 105-3 / 2004 Anexo A – Tabela 4678 TABELA 4678 w’w’ – TEMPO SIGNIFICATIVO PRESENTE E PREVISTO QUALIFICADOR INTENSIDADE ou PROXIMIDADE (1) Leve DESCRITOR (2) MI Baixo DZ FENÔMENO DE TEMPO PRECIPITAÇÃO (3) Chuvisco BR OBSCURECEDOR (4) Névoa úmida PO OUTROS (5) Poeira/areia em redemoinhos Tempestade Nuvem(ns) funil (tornado ou tromba d’água) Tempestade de areia Tempestade de poeira Moderada (sem sinal) + Forte (“bem desenvolvido” para redemoinhos de poeira/areia e nuvens funil) Nas Vizinhanças BC PR Banco Parcial (cobrindo parte do aeródromo) Flutuante Soprada Pancada(s) Trovoada ou Raios e Relâmpagos Congelante RA SN Chuva Neve FG FU Nevoeiro Fumaça SQ FC VC DR BL SH TS SG IC PL GR Grãos de neve Cristais de gelo Pelotas de gelo Granizo VA DU SA HZ Cinzas vulcânicas Poeira extensa Areia Névoa seca SS DS FZ GS Granizo pequeno e/ou grãos de neve Os grupos w’w’ serão construídos considerando-se as colunas de 1 a 5 da Tabela acima.

BLSA e BLSN. SS.Os descritores MI. SA e SN. o observador não puder determinar se a neve também está caindo das nuvens.O qualificador de proximidade VC deverá ser usado somente em combinação com as abreviaturas TS.Atlas Internacional de Nuvens. BLDU. Quando devido à neve soprada forte. por exemplo: MIFG. precipitação associada com pancadas e/ou trovoadas. FM 16 SPECI do MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”. por exemplo: -FZDZ. o tipo dominante de precipitação será informado primeiro. FC. por exemplo: FZRA. por exemplo: -DZ FG. SH. 4 .Outros fenômenos. 8 . PO. 9 .A intensidade será indicada somente para precipitação. para indicar trovoadas com precipitação no aeródromo. além das combinações de precipitação registradas. 5 . isto é. 13 .O descritor SH deverá ser usado somente em combinação com uma ou mais das abreviaturas RA. SN BLSN.O descritor TS deverá ser usado somente em combinação com uma ou mais das abreviaturas RA. Quando usado isoladamente. então somente +BLSN deverá ser informado. BC e PR serão usados somente em combinações com a abreviatura FG. o descritor TS indicará a ocorrência de trovoada ou raios e relâmpagos no aeródromo. Os descritores DR e BL deverão ser usados somente em combinações com as abreviaturas DU. areia ou neve levantadas pelo vento. ambos os fenômenos deverão ser informados. SN. por exemplo: SHSN. GS e GR. por exemplo: +SNRA. O descritor BL (soprado) será usado para indicar poeira.Os fenômenos inseridos nesta Tabela de códigos são baseados nas descrições dos hidrometeoros e litometeoros encontrados na publicação n° 407 da OMM . DZ e RA. para indicar precipitação do tipo pancada na hora da observação.O descritor FZ deverá ser usado somente em combinação com as abreviaturas FG.FCA 105-3 / 2004 27 Continuação do Anexo A . 6 . PL. 12 . poderão ser informados.O descritor DR (flutuante baixo) será usado para poeira. .Mais de uma forma de precipitação poderá ser combinada. Redemoinhos de poeira/areia ou nuvem funil (tornados ou trombas d'água) deverão ser informados usando-se o indicador +. estendendo-se a uma altura de 2 (dois) metros ou mais do solo. Volume I (Manual de Observação de Nuvens e outros Meteoros).Não será incluído mais que um descritor no Grupo w'w'. PL. DS. areia ou neve levantadas pelo vento. 7 . GS e GR. FG.Aplicam-se as regras referentes ao Grupo w'w' do FM 15 METAR. sem que se observe algum tipo de precipitação. 10 . 2 . estendendo-se a menos de 2 (dois) metros do solo. por exemplo: BLSN. 3 . poeira. por exemplo: TSSNGS.Quando neve soprada for observada com queda de neve das nuvens. na ordem das colunas. por exemplo: +FC. SN. tempestade de poeira ou tempestade de areia. 11 . em grupos w'w' separados. areia ou neve soprada.Tabela 4678 1 .

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