Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública

Ofidismo Acidentes Crotálicos e Elapídicos
Grupo: Carla White Christine Carlman Luciana de Moura Gisele Olivieri Natalia Künzel Nielly Salomão

áreas secas. maracambóia) • Guizo ou chocalho na extremidade da cauda • Habitat: campos abertos. durissus (cascavél. arenosas e pedregosas • Distribuição: quase todo o Brasil. boicininga. exceto florestas.Acidente Crotálico • Gênero Crotalus – espécie C. faixa litorânea e Pantanal • Segundo maior responsável por acidentes ofídicos no país (7.5%) .

robustas e pouco ágeis • Coloração marrom-amarelado.6 metros . até 1.Características da espécie • • • • • Fosseta loreal Cabeça triangular Escamas carenadas (semelhante a quilha) Pupila elíptica Solenóglifas (dentes localizados anteriormente na maxila superior. se projetam ao picar) • Terrestres.

aparecem sintomas Após 6-12 horas – escurecimento da urina (falencia renal) • Pode causar insuficiência renal e coma • Picada pode se apresentar apenas como arranhão .Características do acidente • • • • Pouca reação no local Pequeno inchaço ao redor do ferimento Após 3 horas .

Características do acidente • Efeito neurotóxico. miotóxico e anticoagulante • Fasciculações musculares • Flacidez da musculatura facial – ptose palpebral • Sialorréia • Oftalmoplegia • Disfagia • Insuficiência respiratória agua – casos graves .

cobra coral. buracos. sob folhagens • Hábitos noturnos (caça) • Presente em todo o território brasileiro • Baixa ocorrência de acidentes (0.Acidente Elapídico • Gênero Micrurus – cerca de 27 espécies (coralverdadeira. boicorá) • Habitat: tocas.6%) • Peçonha muito tóxica .

Características da espécie • • • • • Ausência de fosseta loreal Cabeça arredondada Escamas lisas Pupila redonda Proteróglifas (dentes localizados anteriormente na maxila superior. pequenos e fixos) • Padrão coralino – anéis pretos. brancos/amarelos e vermelhos .

Características do acidente • • • • • Pouca dor local Ação rápida Picada se apresenta como furos Efeito neurotóxico importante Causa paralisia musculas por bloqueio mioneural • Risco de insuficiência respiratória aguda – casos graves .

Características do acidente • • • • • • • Parestesia Ptose palpebral Sialorréia Disfagia Afonia Miose puntiforme Pode ser feito o uso de anticolinesterásicos (neostigmina) – resposta rápida com melhora do quadro neurotóxico .

Prevenção • Usar calçados fechados e botas de cano alto • Evitar locais habitados por cobras quando possível • Utilizar luvas grossas quando manusear terra ou plantações • Não colocar as mãos em tocas e buracos na terra • Evitar manipular montes de folhas (usar enxada) .

gambá) e animais domésticos próximos às habitações . bananeiras. siriema. bambuzais e trepadeiras próximos à habitações • Controlar roedores (alimento para cobras) • Atenção a frestas em barrancos e pedras • Atenção ao amanhecer e entardecer • Manter predadores naturais (ema.Prevenção • Evitar acúmulo de entulhos e lixo proximo à habitações rurais • Evitar capim alto. gavião.

Em caso de acidente • • • • Não fazer torniquete Nao aplicar “remédios” caseiros Nao cortar local da picada para “vazar” veneno Manter repouso – retarda absorção e circulação da peçonha • Manter membros picados elevados • Lavar local da ferida • Tratamento o mais rápido possível .

Aspectos epidemiológicos • Variação significativa de casos por regiões (Nordeste e Centro-Oeste) • Aumento de casos em épocas de chuvas e calor (janeiro a abril) • Importante para estabelecer estratégias de controle e distribuiçao de soros específicos e fortalecer prevenção (educação em saúde) • Preparar serviços e profissionais de saúde para aumento esperado de casos .

Soro antiofídico • Substância que age contra a peçonha • Espécie específico – anticrotálico para cascavel e antielapídico para coral • Aplicar o mais rápido possível após acidente • Deve ser administrado em quantidade adequada • Importante identificar espécie envolvida para usar o soro adequado .

Soro antiofídico • Importante conhecer locais onde se pode tomar o soro • Ministério da Saúde estabelece obrigatoriedade às Secretarias Estaduais de Saúde de divulgar locais onde soro está disponível • Somente o soro é capaz de combater os efeitos da peçonha .

Produção do soro • Realizada com o próprio veneno • Após extração da serpente é processado e inoculado em cavalos (subcutâneo) • Realizada a sangria do animal para recuperação de plasma • Plasma é processado para a separação dos anticorpos • Anticorpos passam por testes de qualidade e são esterelizados .

Produção de soro • Laboratórios da rede pública que produzem soro antiofídico: – Instituto Vital Brazil (RJ) – Instituto Butantã (SP) – Fundação Ezequiel Dias (MG) .

ufc.cit.php?conteudo=397 • http://www.Referências • http://www.br/index.gov.br/modules/conteudo/print.guiabutanta.rj.br/pesmed/index.br/content/ABAAAA798AA/acidentesofidicos • http://bvsms.gov.gov.php?p=serpentes • http://www.htm • http://www.htm l • http://portal.php/repm/article/viewFile/ 183/185 • http://www.br/html/pt/dicas/104animais_peconhe.br/arquivos/File/zoonoses_intoxicacoes/S oroterapia_Antivenenos.com.com/butantan/vacinas. pdf • http://www.sc.saude.gov.eng.br/etapas_producao.gov.pdf • http://www.apes.br/portal/arquivos/pdf/gve_7ed_web_atual_aap.pr.ebah.php?conteudo=395 • http://www.gov.saude.html .saude.htm • http://www.saude.gov.pr.saude.ivb.br/modules/conteudo/print.br/engseg/06cobra.fisfar.pr.

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