Você está na página 1de 3

NAAFE

REGIME DE PROPRIEDADE E GESTÃO DOS RECURSOS PESQUEIROS


Victor Hugo Martinez Ballesteros

INTRODUÇÃO

Este trabalho admite que os recursos pesqueiros brasileiros ainda não dispõe
de um regime de propriedade que induza sua exploração de forma sustentável,
o que se deve ao fato que mesmo reconhecidamente escassos, não é
precificado, incentivando uma exploração insustentável e dissipadora de renda.
O objetivo é fornecer subsídios a formulação de uma política que evite tal
irracionalidade econômica, criando as condições a sua precificação e
desestimulando a concorrência dissipadora de renda. Com este propósito o
trabalho consta desta introdução mais duas partes e uma conclusão.

Na primeira parte discute-se o aparente paradoxo econômico subajecente na


economia pesqueira convencional, chamando atenção para a inexistência do
mercado para recursos reconhecidamente escassos, o que será justificado
por eles pelas características naturais de tais recursos.
Na segunda parte trata-se das formas de desmonatagem dos mecanismo de
dissipação de renda e, para tanto, apresenta-se os fundamentos institucionais
que fundamentão mecanismos, quer de forma direta, quer de forma indireta, e
sugere-se medidas políticas nesta direção, a exemplo da remoção dos
subsídios.
Na terceira apresenta-se os contornos de um modelo alternativo fundado, de
um lado, em mecanismos de extração de renda necessários ao financiamento
dos custos de gestão e, do outro, o estabelecimento dos direitos de
porpriedade por meio da quota de captura transverível, tendo sempre em
mente que a distribuição primária destes direitos implica numa redistribuição
potencial do fluxo de renda futuro.
Conclusão
Justifica-se que o fato se deve aos altos custos de construção e operação
deste mercado em função da natureza dos mesmos, a exemplo da sua
identificação (trabalhos dos biologico) e sua delimitação jurisdicional (juristas).
De forma que, enquanto o biologo acompanha o recurso ao longo do seu ciclo
de vida através de varias jurisdições, o legislador que estabelece o direito de
propriedade é obrigado a ficar restrito a sua jurisdições,
Na segunda parte, introduzimos o mercado como uma instituição que se tem
sua pedra angular nos direitos de propriedade, a partir do qual se pode
estabelecer o mercado; em seguida mostra-se as formas usuais de
estabelecimento não só deste direito mas também do seu mercado, chamando
atenção para as dificuldades naturais, econômicas e escala institucionais de
estabelecer estes direitos e estes mercado.

Um estudo de cso

1. CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS PESQUEIRO: Com Christh,


Além de Christy

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

Christy, F. 1973. Fisherman quotas: a tentative suggestion for domestic

management. Occasional Paper No. 19. Rhode Island: Law of the Sea

Institute.

— — — . 1978. "Ode to the Grotian ocean," Newsletter,

November/December 1978. Washington, D.C.: American Society of

International Law.
— — — . 1982. Territorial use rights in marine fisheries: definitions and

conditions. FAO Fisheries Technical Paper, No. 227. Rome: FAO.

— — — . 1987. "A re-evaluation of approaches to fisheries development:

the special characteristics of fisheries and the need for management," In

T. Davis and I. Schrimer (eds.), Sustainability Issues in Agricultural

______ 1997. “The Development and Management of Marine Fisheries in

Latin America and the Caribbean” No. ENV – 110, July 1997— Washington,

D.C.