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Coordenação:

Patrícia Fontinha
Jornal do Luísa Carvalho
Agrupamento de
Digitalização, concepção
Escolas de Murça gráfica e edição:
João Garcia
http://avmurca.org
Colaboradores:
Comunidade Escolar
EDIÇÃO 1
Impressão:
Dezembro 2007 Tipografia Viseense

1€ Tiragem:
Jornal Online em http://jornalavem.wordpress.com
300 exemplares

Cerimónia do Quadro de Valor e Mérito Editorial


Aproximamo-nos de mais uma época festiva, ten-
do no Dia de Natal e na Passagem de Ano a sua
expressão maior. É um ciclo que se repete, tal
como tantos outros a que estamos adaptados. É
também tempo e oportunidade de nos revermos
perante nós próprios e perante os outros, de efec-
tuarmos balanços e de desenharmos projectos para
o ano seguinte. Reconforta-nos esse facto: a possi-
bilidade de podermos partilhar, em conjunto com
os nossos familiares e amigos, os nossos sucessos,
os nossos fracassos e os caminhos que desejamos,
solidariamente, percorrer.
O ciclo escolar a que estamos veiculados obede-
ce a um relógio diferente, marcado pela sucessão
de períodos e de anos lectivos, arrumados no
calendário civil. Apesar disso, o termo do seu pri-
No dia 31 de Outubro de 2007 realizou-se na Escola EB 2/3 e Sec. meiro terço coincide com a época festiva que se
de Murça, a 2ª edição de entrega de certificados do Quadro de aproxima. Por isso, é também tempo de balanço.
Valor e Mérito aos alunos, relativa ao ano lectivo de 2006/07. Neste Despertar damos conta de uma pequena par-
Por volta das 12:45h, os pais e encarregados de educação foram te do trabalho realizado. É, pois, um contributo e
recebidos na escola, onde participaram numa visita guiada à nova uma mostra à comunidade educativa que connosco
biblioteca escolar, seguida de um almoço convívio na cantina ao interage.
qual se juntaram mais tarde os alunos pertencentes ao Quadro de Não obstante a natureza das diversas produções
Valor e Mérito. aqui expressas, o nosso balanço vai muito mais
Terminado o almoço, todos se dirigiram para o polivalente onde se além. Refiram-se, a título de exemplo, as dinâmicas
deu início à cerimónia de entrega dos certificados. desenvolvidas no Agrupamento, ao longo do pri-
Após o discurso do Presidente do Conselho Executivo, procedeu- meiro período, a nível dos diversos projectos de
se à entrega dos diplomas, começando pelas Menções Honrosas. De enriquecimento curricular que para além de meri-
seguida entregaram-se os certificados aos alunos do Quadro de tórios, são reveladores de um saber-fazer digno de
Honra, e por fim, foram contemplados os alunos do Quadro de Exce- registo. Acreditamos que estas dinâmicas, conjuga-
lência. das com outras medidas, possam trazer um contri-
Para além do certificado, cada aluno e encarregado de educação, teve uma simbólica recordação oferecida pela Asso- buto importante para a melhoria dos resultados
ciação de Pais. escolares, nosso objectivo primeiro. Cabe a todos
No final, discursaram o Presidente da Associação de Pais e a Presidente da Assembleia de Escola. nós perseguir este propósito, com clareza, persis-
A cerimónia foi encerrada com a actuação das crianças do Jardim de Infância de Murça pertencente ao Agrupamento tência e conjugação de esforços. Se assim for, será
Vertical de Escolas de Murça. mais fácil caminhar.
Votos de uma Quadra Festiva Positiva.
Ana Pereira, nº2, Joana Ribeiro, nº12, Joana da Silva, nº13,
Joana Cigarro, nº14 e Margarida Sampaio, nº19 Albertino Lousa
10.ºA Presidente do CE

ÍNDICE
Tomada de posse da Associação de Estudantes da EB 2,3/S de Murça
Biblioteca Escolar
Como Organizar A Formação…
No passado dia 26 de Novembro, pelas 10h00m, procedeu-se à cerimónia de tomada de posse
Crítica a um filme “Declaro-vos marido e…marido”
da Associação de Estudantes da EB 2,3/S de Murça, para o presente ano lectivo. Esta ocorreu na
Dia Mundial da Alimentação – 16 de Outubro 2
Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos e contou com a presença, para além dos
A Escola e a Comissão de Protecção de Crianças e
empossados, do presidente do concelho executivo, presidente da associação de pais, presiden-
Jovens em Perigo (CPCJ)
te da assembleia de escola, presidente cessante da associação de estudantes, membros da
mesa eleitoral, representante dos alunos no conselho pedagógico, Projecto eTwinning
delegados de turma, equipa da BE/CRE, alguns docentes e ele- Conjectura de Goldbach 3
mentos do pessoal não docente. CRUZADEX
O novo presidente da associação de estudantes, João André
Lopes Ferreira, fez um pequeno discurso, onde começou por Eleições para a nova Associação de Estudantes
agradecer a maneira “grandiosa” como decorreram as eleições. O Tempo dos Amores Perfeitos
Sugeriu que deveriam ser esquecidas algumas divergências ocorridas durante a campanha eleitoral, 4
Clube de Inglês
pois o grande objectivo desta associação representativa dos estudantes é trabalhar em função de uma Aliteração
escola melhor. Por isso, todos deveriam estar unidos e espalhar o sentimento de inter-ajuda de modo a
proporcionar a toda a comunidade escolar, um ambiente agradável num espaço que é de todos nós, Dia Internacional da Biblioteca Escolar
quer através da dinamização de actividades, quer na colaboração em actividades promovidas pela esco- O Nosso Sítio
5
la. No seu discurso mencionou ainda o facto de que somos uma escola , mas também somos uma família. Poesia Matemática
Os novos corpos sociais da Associação de Estudantes são constituídos: Passatempos Literários
Direcção da Associação de Estudantes:
Presidente, João André Lopes Ferreira (12ºA) Como não começar a Fumar
Vice-presidente, José Miguel Teixeira Ribeiro (9ºB) Apelo à Comunidade Escolar
Secretário, Pedro António Coelho Oliveira Aires (9ºB) Desmatematicando 6
Vogais, Ana Rita Teixeira Santos (11ºA) e Carla Patrícia Alves Gomes (11ºB) Os primeiros dias de aulas
Mesa da Assembleia-Geral da Associação de Estudantes: A violência entre os alunos
Presidente, Ana Margarida Teixeira Borges (12ºA)
Secretários, Eduardo José Val Lopes (11ºA) e Margarida Marques Sampaio Halloween
(10ºA) Polidesportivo de Candedo
Conselho Fiscal da Associação de Estudantes: S. Martinho
7
Presidente, Tiago Ribeiro Aires (12ºA) Magusto
Secretário, Filipe Rodrigues Fernandes (11ºA) Poemas
Relator, Diógenes Marcelo Esteves Teixeira (9ºC) Histórias
José Fernandes
Histórias
Vice-presidente do CE
Lendas 8
Desenhos
O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Biblioteca Escolar Como Organizar A Formação…


No dia vinte e dois de Outubro comemorou-se o A publicação do Decreto-Lei nº 249/92 definiu o Regime Jurídico da Formação Contí-
dia Internacional da Biblioteca Escolar. Este foi o nua (RJFC) e criou os Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE’s) como
momento escolhido pelo Conselho Executivo e pela entidades formadoras, fazendo dos anos 90 a década marcada pelo signo da formação
Equipa da Biblioteca para a apresentação deste contínua de professores. Este diploma definiu, no seu preâmbulo, como finalidade
novo espaço à comunidade escolar. fundamental da formação a melhoria da qualidade de ensino. Associou a formação à
Este projecto foi acolhido com grande entusiasmo progressão na carreira do pessoal docente com a previsão da avaliação dos forman-
por parte dos alunos, já que vêem nele a possibili- dos e a consequente atribuição de créditos. Os Centros de Formação de Associações
dade de realização de actividades com vista a de Escolas apareceram, assim, com um papel de relevo na organização da formação
desenvolver competências e adquirir conhecimen- contínua de professores, desde a sua criação, em 1992.
tos. É também um apoio educativo aos alunos, já Passados quinze anos da publicação do RJFC a organização logística tem vindo a
que podem realizar inúmeras actividades que vão de encontro aos seus interesses. alterar-se. Deixamos de ter planos de formação organizados descentralizadamente,
A biblioteca está disposta de uma forma diferente e mais atractiva do que a antiga para que cada CFAE tenha que se submeter às prioridades definidas pelas diferentes
mediateca. estruturas orgânicas do Ministério da Educação. A formação centrada no exercício
É de salientar que estão a ser desenvolvidas novas actividades, tais como o “Plano profissional de docentes e não docentes ou centrada na mudança de cada escola em
Nacional de Leitura”, que consiste num conjunto de livros recomendados pelo Ministé- particular deixou de ser uma prioridade para a formação que se desenvolve actual-
rio da Educação e “O Livro do Mês” implementado pela equipa da biblioteca. mente. A orientação actual parece ser a de centrar a formação nos conteúdos, ideali-
Podemos verificar a existência de mais computa- zando acções de formação superiormente e colocando-as no terreno localmente.
dores e de espaços multimédia assim como de Todos os formandos fazem o mesmo, só que a formação ainda é disponibilizada em
locais destinados ao estudo individual ou de grupo, cada escola, ou seja, teoricamente as acções levadas a cabo tem a ver com as necessi-
à leitura recreativa e informal. Existe agora uma dades sentidas no exercício profissional e nas mudanças que ocorrem localmente.
grande variedade de publicações, livros e enciclo- Porventura, nos últimos anos houve erros na definição e orientação da política de
pédias. formação contínua. É necessário que se faça uma correcção e um melhor aproveita-
Não podemos esquecer que o empenho dedicado mento dos recursos em termos de formação, mas não podemos passar a ter um mode-
à melhoria da biblioteca é contínuo, e temos a cer- lo de formação em que apenas as prioridades definidas superiormente é que interes-
teza que a equipa responsável continuará a fazer sam. As escolas têm que ter alguma autonomia, para que a formação que é realmente
um óptimo trabalho. A participação dos alunos é necessária possa ser desenvolvida com rigor e eficácia.
bastante importante, já que devem sempre apresentar uma postura de preservação do É difícil entender que nos finais de Novembro ainda não tenha sido possível elaborar
material, de modo a que este espaço possa funcionar sempre de uma forma harmonio- a candidatura de um plano de formação para o ano de 2008. Não existem prioridades
sa. definidas, não se sabe quais as áreas que poderão ser objecto de financiamento. Não
A nova biblioteca está a ser recebida pela comunidade escolar de uma forma muito se sabe sequer se vai haver alguma candidatura. Era importante que esta indefinição
positiva e entusiasta. pudesse dar lugar a alguma luz, para que a formação contínua possa vir a contribuir de
forma efectiva para a melhoria do desempenho profissional, quer do pessoal docente,
Carlos Martins, nº5, Joana da Silva, nº13, Joana Cigarro, nº14, 10.ºA quer do não docente. O CFAE de Murça continuará atento às novidades, ou à falta
delas, para que o pessoal docente e não docente das nossas escolas possam realizar
formação nas áreas em que sentem necessidade para melhorar as suas práticas profis-
sionais.
Crítica a um filme “Declaro-vos marido e… marido”
Humberto Óscar Parreira Nascimento
Quando o auditório municipal encheu numa fria noite de Sexta- Director do Centro de Formação de Murça
feira, apagaram-se as luzes e começou o tão badalado filme:
“Declaro-vos marido e…marido”, uma comédia hilariante que
prometia uma boa porção de gargalhadas aos espectadores.
Depois de perder a mulher, e tendo dois filhos para educar, um Dia Mundial da Alimentação – 16 de Outubro
dos protagonistas pede o seu melhor amigo em casamento a fim
de receber a herança da sua amada. No âmbito do Dia Mundial da Alimentação a equipa da bibliote-
A partir deste “episódio”, um lote de peripécias ir-se-á desen- ca, em parceria com o clube da Saúde, levou a cabo actividades
rolar, com os dois amigos sempre em apuros, nomeadamente a de sensibilização com vista à criação e promoção de hábitos ali-
luta contra o preconceito pela sua suposta orientação sexual. mentares saudáveis. Esta actividade contemplou a exposição de
No final, e depois de muitas dificuldades, conseguiram ultrapas- documentos informativos, a utilização de um
sar as condições adversas em que se encontravam, acabando as suas vidas por voltar cd-rom interactivo e a distribuição de maçãs
à normalidade, mas desta vez, como companheiros. pela comunidade educativa. Esta actividade
Então, acendem-se as luzes, e uma multidão bem-disposta abandona a sala, com decorreu com normalidade verificando-se
vontade de ver mais um pouco deste tão divertido filme. uma grande adesão por parte dos elementos envolvidos.
O slogan desta actividade foi: «Uma maçã por dia uma ida ao
Margarida Sampaio, Joana Ribeiro, Alexandre Moutinho, médico adia».
Ana Rita Pereira, João Pedro Sobrinho, 10ºA
Equipa da biblioteca

A Escola e a Comissão de Protecção de Um representante das associações ou outras organizações privadas que desenvol-
vam, na área de competência da comissão de protecção, actividades desportivas, cul-
Crianças e Jovens em Perigo (CPCJ) turais ou recreativas destinadas a crianças e jovens;
- Dra. Ana Cardoso
Um representante das associações de jovens existentes na área de competência da
“A criança deve ser protegida contra toda a forma de comissão de protecção ou um representante dos serviços de juventude;
negligência, de crueldade e de exploração” - Dr. Paulo Tomar (IPJ)
Um ou dois representantes das forças de segurança, conforme na área de competên-
cia territorial da comissão de protecção existam apenas a Guarda Nacional Republica-
na;
As comissões de protecção são instituições oficiais não judiciárias com autonomia - Comandante de Posto, Sarg. Manuel Rodrigues
funcional que visam promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr ter- Quatro pessoas designadas pela assembleia municipal, de entre cidadãos eleitores
mo a situações susceptíveis de afectar a sua segurança, saúde, formação educação ou preferencialmente com especiais conhecimentos ou capacidades para intervir na área
desenvolvimento integral (art. 12º, n.º 1). das crianças e jovens em perigo;
As comissões de protecção exercem a sua competência na área do município onde - Sr. Manuel Mendonça Sousa Ramos
têm sede (art. 15º, n.º1) e funciona em modalidade alargada ou restrita. - Dr. Filipe Monteiro Videira
Nos termos do art. 17º, a comissão alargada é composta por: - Prof. Paulo Jorge Silva Teixeira
Um representante do município, a indicar pela câmara municipal, ou das freguesias, - Prof. Lina Coelho Aires
a indicar por estas, no caso previsto no n.º 2 do artigo 15.º de entre pessoas com espe- Os técnicos que venham a ser cooptados pela comissão, com formação, designada-
cial interesse ou aptidão na área das crianças e jovens em perigo; mente, em serviço social, psicologia, saúde ou direito, ou cidadãos com especial inte-
– Prof. José Maria Garcia da Costa resse pelos problemas da infância e juventude.
Um representante da segurança social, de preferência designado de entre técnicos - Dra. Raquel Alves
com formação em serviço social, psicologia ou direito;
- Dra. Filipa Lapa Competência da Comissão Alargada
Um representante dos serviços do Ministério da Educação, de preferência professor  À comissão alargada compete desenvolver acções de promoção dos direitos e de
com especial interesse e conhecimentos na área das crianças e dos jovens em perigo; prevenção das situações de perigo para a criança ou jovem (art. 18º, n.º 1).
- Prof. Licínia Teixeira  Às Comissões, na modalidade alargada, compete, em articulação com a rede
Um médico, em representação dos serviços de saúde; social e outros projectos comunitários, o papel de promoção de uma política de
- Dr. Luís Abobeleira prevenção primária.
Um representante das instituições particulares de solidariedade social ou de outras
organizações não governamentais que desenvolvam, na área de competência territo- Funcionamento da Comissão Alargada
rial da comissão de protecção, actividades de carácter não institucional, em meio natu-  A comissão alargada funciona em plenário ou por grupos de trabalho para assun-
ral de vida, destinadas a crianças e jovens; tos específicos.
- Sr. Provedor Belmiro Vilela  O plenário da comissão reúne com a periodicidade exigida pelo cumprimento
Um representante das associações de pais existentes na área de competência da das suas funções, no mínimo de 2 em 2 meses.
comissão de protecção;
- Sr. Hélio Teixeira (Continua na página 3)

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Projecto eTwinning com uma Escola Grega Conjectura de Goldbach nome de hipóteses.
A conjectura de Goldbach, proposta
Christian Goldbach pelo matemático prussiano, diz que
Nós, os alunos do 9ºA, estamos a participar num
(Königsberg, Prússia, 18 todo número par maior que dois é a
projecto de geminação electrónica com uma escola
de Março de 1690 soma de dois primos.
da vila de Sfakia, na ilha de Creta, na Grécia. São
&mdash Moscou, 20 de Por exemplo: 4 = 2 + 2; 6 = 3 + 3; 8 =
alunos da nossa idade (15 anos) e queremos
Novembro de 1764) foi 5 + 3; 10 = 3 + 7 = 5 + 5; 12 = 5 + 7; etc.
conhecê-los melhor, saber como vivem, como é a
um matemático prussiano. Verificações por computador já con-
sua escola, a sua terra, etc. Vamos ver se dois paí-
Filho de um pastor, Gold- firmaram a conjectura de Goldbach
ses tão distan-
bach estudou leis e matemática. Viajou para vários números. No entanto, a
tes têm algo em
por toda a Europa e conheceu pessoal- efectiva demonstração matemática ain-
comum ou se
mente muitos matemáticos famosos, da não ocorreu.
são completa-
incluindo Leibniz, Leonhard Euler e A conjectura original de Goldbach,
mente diferentes. Para já, fizemos uma apresenta-
Nicolau I Bernoulli. Depois, foi traba- numa carta para Leonhard Euler, era de
ção PowerPoint com as nossas fotografias e os tex-
lhar para a recém-criada Academia de que todo inteiro maior que 2 pode ser
tos onde nos apresentamos, estamos a ultimá-los
Ciências de São Petersburgo e tornou- escrito como uma soma de 3 primos (e
para enviar por correio electrónico. Os nossos
se tutor daquele que mais tarde viria a ele incluía 1 como um número primo).
colegas gregos estão a fazer o mesmo. Brevemen-
ser o czar Pedro II. Essa conjectura também ainda não foi
te, vamos conhecê-los!
Goldbach realizou trabalho importan- provada.
te na matemática. Hoje, é a conjectura
9.ºA
de Goldbach que mais contribui para a Origem: Wikipédia
sua fama.
Uma conjectura é uma ideia, fórmula Ana Santos, Beatriz Sousa,
Projecto eTwinning ou frase, a qual não foi provada ser ver- Carla Martins, Cátia Batista,
dadeira, baseada em suposições ou Jessica Afonso, João Esteves,
Como já temos vindo a noti- ideias com fundamento não verificado. Milva Milhões, Patrícia Fernandes,
ciar em edições anteriores, Às conjecturas utilizadas como prova Patrícia Barros, 7.ºC
continuamos, na nossa escola, de resultados matemáticos dá-se no
com o projecto de geminação
electrónica eTwinning.
Este ano lectivo, duas turmas CRUZADEX
integram este projecto. O 11ºAno A e B de Francês-Continuação, com a parceria já
estabelecida com as escolas belga e romena (a escola Polaca está de momento de fora 1- Número que se obtém multiplicando um outro número por um número inteiro qual
pois a professora responsável está de licença de maternidade). E estabeleceu-se uma quer.
nova parceria com uma escola grega da ilha de Creta. Nesta última participam os alu- 2- Comparação de dois números ou de duas quantidades obtida pelo quociente entre
nos da turma A do 9º ano. Pretende-se assim, proporcionar esta experiência de inter- eles.
câmbio virtual a um maior número de alunos, por isso, cada ano lectivo, são escolhidas 3- Produto de factores iguais.
turmas diferentes. 4- Igualdade onde figuram uma ou mais letras.
5- Medida do comprimento de uma figura geométrica plana.
Docente responsável: Dina Gomes 6- Procedimento para escrever um valor aproximado de um número.
7- Figura geométrica com três lados.
8- Qualquer número inteiro que divida outro um número exacto de vezes.
9- Forma de apresentar a razão entre duas grandezas de modo que o denominador
Projecto eTwinning seja 100.
10- Medida da superfície de uma figura plana.
O projecto eTwinning é um projecto de germina-
ção electrónica com as escolas belga e romena em
que nós, os alunos das turmas A e B de Francês do
11º ano, estamos a participar.
O projecto consiste em “passar” uma mascote de 1 M
cada escola (belga, romena e portuguesa) às esco- 2 A
las parceiras, ou seja, a mascote portuguesa irá 3 T
para as escolas belga e romena, a mascote belga
irá para as escolas portuguesa e romena, finalmen- 4 E
te a mascote romena irá para as escolas portuguesa 5 M
e belga, onde permanecerá durante algum tempo. 5 A
Cada aluno ficará com a mascote alguns dias e
enviará regularmente as suas “vivências” permitin- 6 T
do assim que cada escola parceira fique a conhecer 7 I
um pouco mais o quotidiano, a escola, a vila e as 9 C
aldeias dos alunos envolvidos. A nossa mascote
está já com a “mala pronta” para partir para uma 10 A
primeira estadia na Bélgica. Resta depois ler as
suas mensagens que nos enviará por correio elec-
trónico.
Daniela Esteves, Daniela Alves, Raquel Teixeira, Emanuel Teixeira,
Kátia, 11º A Fred Teixeira, Hugo Ribeiro, José Carvalho, Filipe Moutinho, 7ºB

(Continuação da página 2) Como se processa a comunicação das situações de perigo à CPCJ?


 Qualquer pessoa que conheça situações de perigo pode comunicá-las às entida-
Comissão Restrita - Composição des competentes em matéria de infância e juventude, às entidades policiais, às
 A comissão restrita é composta sempre por um número ímpar, nunca inferior a CPCJ ou às autoridades judiciárias.
cinco membros que integram a comissão alargada (art. 20º, n.º 1).  As entidades com competência em matéria de infância e juventude
 A comissão deve ter uma composição interdisciplinar e interinstitucional, incluin- (nomeadamente, as autarquias locais, segurança social, escolas, serviços de saú-
do, sempre que possível, pessoas com formação nas Áreas de serviço social, psi- de, forças de segurança, associações desportivas culturais e recreativas) comuni-
cologia e direito, educação e saúde (art. 20º, n.º 4). cam às CPCJ as situações de perigo que conheçam no exercício das suas funções
sempre que não possam assegurar atempadamente a protecção que a circunstân-
A Comissão Restrita é composta pelos seguintes Membros: cia possa exigir.
 Presidente da CPCJ, Representante do Município
 Representante da Segurança Social Legitimidade da Intervenção
 Representante do Centro de Saúde “A intervenção para a promoção dos direitos e protecção da criança ou do jovem em
 Representante do Ministério da Educação perigo tem lugar quando os pais, representante legal ou quem tenha a guarda de facto
 Representante da Santa Casa da Misericórdia de Murça ponham em perigo a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento,
 Representante dos Cidadãos Eleitores ou quando este perigo resulte da acção ou omissão de terceiros ou da própria criança
 Técnica Cooptada a que aqueles não se oponham de modo adequado a removê-lo.” Art. 3º, n.º 1

A Comissão restrita funciona em permanência (art 22º, n.º 1). O n.º 2 do art. 3º enumera, a título exemplificativo, algumas situações que se
O plenário da comissão restrita reúne sempre que convocado pelo presidente, no enquadram no conceito de perigo:
mínimo com periodicidade quinzenal.  Abandonada ou vive entregue a si própria;
Os membros da comissão restrita exercem funções em regime de tempo completo ou  Maus-tratos físicos ou psíquicos;
parcial, a definir na respectiva portaria de instalação (art. 22º, n.º 3).  Vítima de abusos sexuais;
 Falta de cuidados ou a afeição;
Estatuto dos membros da Comissão de Protecção  Obrigada a actividades ou trabalhos excessivos/inadequados
Os membros da comissão de protecção representam e obrigam os serviços e as enti-  Está sujeita a comportamentos que afectem gravemente a sua segurança/
dades que os designam (art. 25º, n.º 1). equilíbrio emocional;
(Continua na página 4)

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Eleições para a nova Associação de Estudantes O Tempo dos Amores Perfeitos


No dia 9, 12 e 13 de Novembro realizou-se na Escola EB 2/3 com Secundária de Mur- O Tempo dos Amores Perfeitos é um romance totalmente ines-
ça, o processo de campanha eleitoral, efectuado pelas listas concorrentes. As listas quecível que Tiago Rebelo cria com brilhantismo, num misto de
eram quatro, A, B, C, D conforme a ordem de entrega das folhas de inscrição. veracidade histórica e de ficção, onde faz reviver personagens
Foram definidas algumas regras por parte do Conselho Executivo, para que a cam- únicas e memoráveis.
panha decorresse com civismo. Foram também definidas as horas e os dias em que Neste romance, o autor, leva-nos numa inesquecível viagem
cada lista teria acesso às televisões, ao material de som e ao material de projecção, ao “Continente Irmão”,
para que todas pudessem ter igual direito ao material disponível. África, numa época de guerra entre colónias, intrigas e, ao mes-
No dia 9 de Novembro iniciou-se o processo de campanha eleitoral, em que houve mo tempo de paixões verdadeiras, intensas e verdadeiramente
grande propaganda por parte das listas envolvidas, e foram afixados documentos com únicas. Leva-nos a sentir as dificuldades que os portugueses
informações relativas aos elementos e planos de acção elaborados por cada uma lidavam todos os dias, a toda a hora para sobreviver.
delas. Tendo como fonte de inspiração as memórias do Tenente Car-
Os dias 12 e 13 de Novembro foram igualmente dedicados à campanha eleitoral, a los Augusto de Noronha e Montanha (seu antepassado), o autor
propaganda continuou, sendo este último dia, aquele em que as listas mais apostaram. conta-nos a paixão verdadeiramente arrebatadora entre um
O dia 14 de Novembro foi dedicado à reflexão, por isso e de acordo com as regras jovem tenente do exército português, Carlos Montanha, destacado pelo rei para uma
nenhuma das listas se pôde manifestar. missão em África e Leonor, a filha do governador de Lunda. Estas duas personagens
No dia seguinte, realizou-se o acto eleitoral. Visto que nenhuma lista obteve maioria irão conhecer-se numa viagem de barco Lisboa/Luanda, onde se vêem totalmente
absoluta, procedeu-se, no dia 19 de Novembro, à segunda volta que teve como vence- invadidos por uma paixão intensa e arrebatadora. Após a chegada a Angola, os per-
dora a lista A. manentes conflitos de interesses e opiniões entre o jovem tenente e a família de Leo-
nor, vão provocar encontros e desencontros verdadeiramente emocionantes, forjados
Maria do Carmo, n.º20, Viviana Maria, n.º31, 10.ºA pelo destino, ameaçando, assim, a sua belíssima história de amor.
O Tempo dos Amores Perfeitos é um livro verdadeiramente apaixonante que, des-
perta no leitor uma mistura de sentimentos e emoções. Venha viver um verdadeiro
romance de época.
Clube de Inglês spring or summer or perhaps at Easter,
but this is actually a knockout choice to
Ana Margarida Teixeira Borges, n.º 2, 12.ºA
Olá Amigos! serve at a Christmas party.
Aqui está o Clube de Inglês com notí- 1 box white cake mix
cias “fresquinhas”. Sempre com projec- 1 box strawberry gelatine
tos interessantes, o nosso Clube desen- 3 tablespoons flour
volve actividades onde todos aprende- 1 cup vegetable oil
Aliteração
mos de uma forma mais descontraída. ½ cup water
Destacamos os trabalhos de decora- 4 eggs Numa das aulas de Língua Portuguesa aprendemos que a Aliteração é um recurso
ção da escola e preparação do Hallo- ½ cup slices strawberries, fresh or fro- expressivo que consiste na repetição dum mesmo som ou tipo de som.
ween, fichas de trabalho relacionadas zen Depois de lermos alguns exemplos, criámos também algumas frases para aplicarmos
com conteúdos do programa de Inglês a aliteração.
do 2º ciclo, pesquisa e selecção de Mix cake mix, gelatine and flour. Add
informação sobre o Natal e elaboração, oil, water and eggs; beat well. Beat in
com muito entusiasmo, de “Christmas strawberries and pour into greased and
Crackers” para vender na última sema- floured 8 inch round pans. Bake at 350°
na de aulas. 30 to 45 minutes until toothpick inserted
Já a “cheirar” a Natal aqui fica a in centre comes out clean.
sugestão para que possas fazer uma Icing Três tigres tontos tentaram trocar um tractor para tratar da terra.
surpresa lá em casa durante esta qua- 1 pound (+/- 0,45 kg) box powdered
dra natalícia - uma deliciosa receita de sugar André Afonso, n.º 4 , 5.º A
um Bolo de Morangos. ½ cup butter or margarine
Bom Apetite e Feliz Natal! 3 tablespoons strawberries and juice
1 teaspoon vanilla extract A Mariana é morena como a madeira de mogno e tem madeixas da cor dos moran-
gos e das amoras.
Slowly mix powdered sugar into softe-
ned butter and add strawberries to sof- João Plácido, n.º 18, 5.º A
ten. Mix in vanilla. Spread on comple-
tely cooled cake. Decorate with fresh
strawberries when available.
Merry Christmas and a Happy New A tartaruga tonta tocou na torneira torta que tinha tinta do tinteiro do tigre.
Year!
Daniel, n.º , 5.º A
A strawberry cake sounds like some-
thing you might want to serve in the The English Club

(Continuação da página 3) E-mail: cpcjmurca@mail.telepac.pt


GNR: 259 511 563
 Comportamentos/actividades/consumos que afectem a sua saúde, segurança,
formação, educação ou desenvolvimento. Conceito de Risco
Nas situações de risco, a legitimidade de intervenção circunscreve-se aos esforços
Princípios orientadores da intervenção para sua superação, de forma a evitar-se o eclodir do perigo, mediante políticas, estra-
A intervenção para a promoção dos direitos e protecção da criança e do jovem em tégias e acções integradas, a nível central e local, de prevenção primária, ou seja, ao
perigo obedece aos seguintes princípios: nível da escola no seu sentido mais amplo.
 Interesse superior da criança;
 Privacidade; Perigo
 Intervenção precoce; Ao nível da intervenção secundária e terciária, só existe legitimidade para intervir
 Intervenção mínima; nos termos da LPCJP quando o grau de risco é tão elevado que já constitui perigo para
a segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento da criança ou jovem, e
 Proporcionalidade e actualidade;
são os pais, representante legal ou quem tenha a guarda de facto que colocam a crian-
 Responsabilidade parental;
ça nessa situação, ou esta resulta de acção ou omissão de terceiros ou da própria crian-
 Prevalência da família;
ça e aqueles não se opõem a essa acção ou omissão de modo adequado a remover o
 Obrigatoriedade da informação; perigo o seu art. 3.º
 Audição obrigatória e participação;
 Subsidiariedade Maus-Tratos
“A Criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem necessidade
Medidas de promoção dos direitos e protecção de uma protecção e cuidados especiais, nomeadamente de protecção jurídica adequada,
As medidas de promoção e protecção são as seguintes: tanto antes como depois do nascimento”
 Apoio junto dos pais; Preâmbulo da Convenção sobre os Direitos da Criança
 Apoio junto de outro familiar; Tendo por base estes princípios
 Confiança a pessoa idónea; “toda a acção ou omissão praticados pela sociedade em geral, ou por indivíduos em
 Apoio para a autonomia de vida; particular, que prive as crianças destes cuidados, que não lhes garanta os seus direitos e
 Acolhimento familiar; liberdades, entrarão na categoria dos chamados maus-tratos”.
 Acolhimento em instituição; Barudy, 1998´
 Confiança a pessoa seleccionada para a adopção ou a instituição com vista a futu-
ra adopção (Lei nº 31/2003, de 22 de Agosto). Tipologia dos Maus-Tratos em Crianças e Jovens
 Negligência
Onde Funcionamos e onde se podem dirigir?  Maus-tratos Físicos
Câmara Municipal de Murça  Maus-tratos Psicológicos/ Emocionais
Gabinete da CPCJ (Junto aos Serviços de Acção Social)  Abuso Sexual
Praça 5 de Outubro  Abandono
5090 - 112 Murça
Telefone: 259 510 120/135 Fax: 259 510 129/135 Continua nos próximos números

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Dia Internacional da Biblioteca Escolar O Nosso Sítio como modo de aprender Matemática. A
ferramenta mais utilizada foi a platafor-
No âmbito da disciplina de Matemáti- ma Moodle da escola, experiência que
ca Aplicada às Ciências Sociais, a turma ajudou a desmistificar a ideia de que a
11ºB, sob a supervisão da professora Matemática é um “bicho de sete cabe-
Ana Barreira, decidiu criar uma página ças”.
web. Com o início do novo ano lectivo, e
estando agora esta turma a frequentar o
11º ano, decidiu-se que o próximo pas-
so seria criar uma página na Internet
com o intuito de divulgar os trabalhos
elaborados nas aulas da disciplina de
Matemática Aplicada às Ciências
Sociais nos 10º e 11ºanos.
A página está constantemente a ser
No dia 22 de Outubro, e como resposta ao repto lançado pela Rede de Bibliotecas actualizada e editada à medida que
Escolares (RBE) “APRENDER MAIS E MELHOR NA BIBLIOTECA ESCOLAR” rede da Visto que hoje em dia, as novas tecno- novos trabalhos vão sendo realizados.
qual agora faz parte também a nossa biblioteca, decidimos mostrar as novas instala- logias são muito importantes na socie- Por isso agora o que falta mesmo divul-
ções a alunos, professores e pessoal não docente do Agrupamento. Ao longo do dia, dade, reflectindo-se na educação, des- gar é o sítio na Internet: http://
os alunos tiveram oportunidade de conhecer o espaço e as suas novas potencialidades de o início do ano lectivo 2006/2007 murca.macs.0608.googlepages.com.
através de uma pequena visita guiada. Vieram também os alunos dos Jardins de Infân- que este grupo de trabalho (na altura
cia e das escolas do 1º ciclo do Agrupamento. Estes últimos aproveitaram o dia e o turma 10ºB) tem usado a Informática 11ºB
novo espaço para apresentarem a sua “Hora do Conto”. No final do dia foi o momento
para o pessoal docente e não docente da escola conhecer a “nova” biblioteca. A
docente Ana Arminda brindou-os com a declamação de um poema alusivo à escrita e à
leitura. Não se tratou da inauguração do espa- Poesia Matemática
ço mas apenas da sua apresentação à comuni-
dade educativa para um primeiro contacto Às folhas tantas do livro de matemática
com a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos um Quociente apaixonou-se
Educativos (BE/CRE) para verem os seus dife- um dia doidamente
rentes espaços e saberem como utilizá-los por uma Incógnita.
para melhor rentabilizar este novo projecto Olhou-a com seu olhar inumerável
ainda em fase de implementação. É de lamen- e viu-a do ápice à base
tar que o corpo docente da escola estivesse uma figura ímpar;
representado por tão poucos elementos, pois olhos rombóides, boca trapezóide,
a BE/CRE é um espaço de todos e para todos. corpo rectangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
Coordenadora da BE/CRE paralela à dela até que se encontraram
Dina Gomes no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Passatempos Literários Mas pode me chamar de Hipotenusa.
E de falarem descobriram que eram
1º Descobre as seguintes palavras de acordo com o alfabeto apresentado e por fim (o que em aritmética corresponde
encontra-as na sopa de letras. almas irmãs)
primos entre si.
12 1 19 5 12 1 19 9 3 1 E assim se amaram
2 1 18 5 ao quadrado da velocidade da luz
5 22 15 14 13 19 5 numa sexta potenciação
16 20 1 4 17 1 4 14 traçando ao sabor do momento e da paixão
13 20 12 5 17 14 18 rectas, curvas, círculos e linhas sinodais
15 14 19 5 13 3 9 1 nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas
e os exegetas do Universo Finito.
A B C D E F G H I J L M N Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
O P Q R S T U V X Z um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 o Poliedro e a Bissectriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
2º Calcula o valor das expressões numéricas e de seguida descobre os resultados na sonhando com uma felicidade
sopa de letras. integral e diferencial.
E casaram –se e tiveram uma secante e três cones
A) 5X(1+2+1)-3=? B) 5x9+6+2-40=? muito engraçadinhos.
C) 20-20+(40-40)=? D) 5x9-(3x3x3)=? E foram felizes
E) 4x5x(8+9)-240=? F) 429-100-(5-2)-320=? até aquele dia
em que tudo vira afinal monotonia.
Foi então que surgiu.
H T J O L G P P H F A N D R E S A H O Máximo Divisor Comum
Q L M X J U O C M F D Q U E R T I I frequentador de círculos concêntricos,
U Z O A T T A A A D F S E Z E R T P viciosos.
C X G R E H K I T X S D F H J C L D Ofereceu-lhe, a ela, uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
I A N N G J T O E O E T N E O P X E
Ele, Quociente, percebeu
J D C L N G G G M D C V X D G H P Z que com ela não formava mais um todo,
B I S C I E N A A B B S U B A R U O uma unidade.
A M A G Ç S F I T X N R S O Ç L F I Era o triângulo,
S A N S Z A M P I S J N U Q D J M T tanto chamado amoroso.
E M D T Ç Q X T C D Z U L M L G T O Desse problema ela era uma fracção,
R A S A G C U J A C P M C B Z D E B a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade e tudo que era espúrio passou a
I N G B Ç E O G S S I E S Ç X B U D
ser
E B G F M E C R I R Z R N D U N I O moralidade como aliás em qualquer sociedade.
R A N R M S M C L D C O C A C B O M
R V M F Z Q M S X H I S X Z Q C P O Millôr Fernandes
B A M N G T I G G L S G A T O N Z A
N O P S T X Z D E Z A S S E T E E A Michel Martins de Sousa, Pedro Miguel Miranda,
M L Q R U V H U A R L O G A M E R A Sandra de Sousa Santos, Valéria Oliveira, 7ºB
J K Q U A D R A D O J O N E B R O L

André Augusto da Silva, André de Jesus Bessa, António Manuel Sousa, Sítios da Escola
Carmelita Carvalho, Cátia Alexandra Silva, Cátia Fernandes Ribeiro,
http://avmurca.org
Daniel António, Nunes, Daniela Filipa Esteves
7.ºB
http://jornalavem.wordpress.com
http://nonio.ese.ipsantarem.pt/avemurca/

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Como não começar a Fumar ro, muitas vezes fumado em grupo, Soluções
pode ser perigoso.
O tabaco mata! O tabaco é responsá- O tabaco é uma porta aberta para 1 M Ú L T I P L O
vel, anualmente, por milhares de mor- outras dependências! Para aquelas pes- 2 R A Z Ã O
tes. Um em cada dez fumadores vê a soas que estão dependentes do álcool 3 P O T Ê N C I A
sua esperança de vida reduzida em ou de outras drogas, independente- 4 E Q U A Ç Ã O
E R Í M E T R O
cerca de 20 anos. Para além de alguns mente de serem leves (haxixe ou can- 6 A R R E D O N D A M E N T O
tipos de cancro, o tabaco também origi- nabis) ou duras, elas começaram, na 7 T R I Â N G U L O
na várias patologias. maior parte das vezes, por ficar depen- 8 D I V I S O R
O tabaco é caro! Independentemente dentes do tabaco. P E R C E N T A G E M
de serem adquiridos em maços ou O tabaco é prejudicial para quem se 10 A R E A
enrolados à mão, os cigarros podem encontra junto do fumador! Para além
1º MATEMÁTICA 2º A) DEZASSETE
fazer reduzir rapidamente um orçamen- dos incómodos suportados pelas famí-
BASE B) TREZE
to e endividar um jovem ou uma famí- lias dos fumadores, o fumo causa des-
EXPOÊNTE C) ZERO
lia. No que diz respeito às patologias conforto e doenças imediatas ou a lon-
QUADRADO D) DEZOITO
causadas pelo tabaco, elas implicam go prazo. As crianças, em particular,
NÚMERO E) CEM
enormes despesas de saúde para os são vulneráveis ao fumo das outras pes-
POTÊNCIA F) SEIS
contribuintes e sistemas de saúde soas.
públicos. Actualmente, o tabaco está fora de H T J O L G P P H F A N D R E S A H
O tabaco provoca alterações! Ele moda! Para os jovens, o tabaco é geral- Q L M X J U O C M F D Q U E R T I I
reduz o paladar e o olfacto. mente associado a uma intranquilidade
U Z O A T T A A A D F S E Z E R T P
O tabaco causa danos no corpo, tanto ou rebelião disfarçada contra a autori-
interiores como exteriores! O tabaco dade e a sociedade em geral. Em mui-
C X G R E H K I T X S D F H J C L D
causa problemas respiratórios e faz tos locais, como transportes e lugares I A N N G J T O E O E T N E O P X E
reduzir o desempenho desportivo e públicos, é geralmente proibido fumar. J D C L N G G G M D C V X D G H P Z
sexual, provoca a impotência masculina O acto de fumar tornou-se num gesto B I S C I E N A A B B S U B A R U O
e, no caso das mulheres, leva a gravi- levado a cabo secretamente, num local A M A G Ç S F I T X N R S O Ç L F I
dez ectópica, abortos espontâneos e isolado, ao mesmo tempo que se está S A N S Z A M P I S J N U Q D J M T
distúrbios no crescimento do bebé. cada vez mais ciente dos perigos que E M D T Ç Q X T C D Z U L M L G T O
Além disso, o tabaco enfraquece o ele representa. O fumador pode ser
cabelo e faz secar a pele, que se torna visto como uma pessoa irresponsável e
R A S A G C U J A C P M C B Z D E B
cinzenta. individualista, que não tem considera- I N G B Ç E O G S S I E S Ç X B U D
O tabaco é uma droga! Rapidamente, ção por si próprio nem pelos outros. E B G F M E C R I R Z R N D U N I O
o tabaco cria dependência da qual é R A N R M S M C L D C O C A C B O M
muito difícil escapar. O primeiro cigar- Substrutura de Educação Física R V M F Z Q M S X H I S X Z Q C P O
B A M N G T I G G L S G A T O N Z A
N O P S T X Z D E Z A S S E T E E A
M L Q R U V H U A R L O G A M E R A
Apelo à Comunidade Escolar J K Q U A D R A D O J O N E B R O L

No âmbito do projecto em desenvolvimento


na disciplina de Área de Projecto, do 12º ano, Desmatematicando se chamava “Desmatematicando”, foi
surgiu a necessidade da colaboração de toda dinamizada por dois elementos do Gru-
a comunidade escolar. Numa aula de Língua Portuguesa a po do Sótão, o Eduardo e o José.
Alguns alunos da turma do 12º ano estão professora propôs-nos uma actividade Começaram por nos ler os textos do
inscritos no concurso nacional “Cidades Cria- que se iria realizar a partir da leitura de livro acima referido de que nós já
tivas, Reflexão sobre o Futuro das Cidades alguns textos e poemas do livro conhecíamos a maior parte. Depois
Portuguesas”, que consiste na realização de “Pequeno Livro de Desmatemática” do dividiram-nos em dois grupos, um ficou
um projecto, tendo como objectivo o desen- escritor Manuel António Pina, incluído no palco, outro foi para a entrada do
volvimento da nossa vila a vários níveis, no Plano Nacional de Leitura. auditório. Foi muito divertido, fizemos
nomeadamente, ao nível económico, científi- A professora distribuiu um guião de jogos, tivemos que, através de mímica,
co, cultural, ou urbanístico, entre outros. leitura para, a partir dos poemas e representar as imagens do livro que
Este concurso é uma iniciativa da UA-Universidade de Aveiro e APPLA-Associação nos mostravam para os outros adivinha-
Portuguesa de Planeadores do Território, e o desenvolvimento do projecto divide-se rem de que se tratava.
em três fases: Depois de um pequeno intervalo reu-
nimo-nos novamente e agrupados em
 Diagnóstico da cidade/vila duas filas, respondemos a perguntas
 Estratégia para a cidade/vila relacionadas com matemática, para, se
 Propostas acertássemos, escolher uma palavra,
também da área da matemática, que o
Neste momento, estamos a desenvolver a primeira fase, a qual requer um diagnósti- José registava no respectivo grupo,
co da vila. num quadro dividido ao meio.
Por este motivo, solicitamos que nos transmitam as vossas opiniões, de acordo com o A seguir, a partir das palavras do
outros textos, lermos, interpretarmos e grande grupo de que fazíamos parte,
seguinte:
desenvolvermos outros exercícios escrevíamos rimas para, posteriormen-
engraçados. te, em trabalho de pares, inventarmos
 O que mais gostam no conselho/vila de Murça (o que vos levaria a construir o futuro Como se pode concluir pelo título do
em Murça?) poemas. Estes foram lidos pelos auto-
livro o assunto era a matemática mas res a todos os presentes, alguns apre-
 Do que sentem falta; o que leva as pessoas a irem para outros locais; tratada de uma maneira muito diferen-
 Sugestões para melhorar as condições de vida no futuro, no concelho/vila de Murça sentaram-nos à maneira dos rappers.
te: Encontrámos um zero que queria ser No final, distribuíram-nos ainda algu-
um oh!, uma conta de somar que se mas actividades com jogos e charadas
Informamos que se encontra junto à papelaria da escola uma caixa onde podem ser desorientou quando estava a contar as
colocadas as vossas opiniões. Como alternativa facultamos também o nosso e-mail: que não tivemos tempo de desenvol-
estrelas e viu uma estrela cadente, ver, mas que podem ser realizadas em
porca_parque@sapo.pt aprendemos a história do zero… casa e um diploma para assinalar a nos-
Tudo isto serviu para nos preparar- sa participação neste acontecimento.
Desde já agradecemos a colaboração de toda a comunidade escolar visto que a vos- mos para um encontro mais alargado
sa opinião nos é fundamental. Todos gostámos desta actividade que
com outros alunos das outras turmas do foi muito divertida e enriquecedora.
12.º A 6.º ano, no dia 31 de Outubro na Biblio-
teca Municipal, acompanhados pelas André Lousa, n.º2, Bárbara, n.º 4
professoras Ana Paula Vidinhas e Maria Diogo, n.º 8, José António, n.º 11,
Também nos metia alguma confusão do Céu Calvão. Aqui a actividade que Sara Borges, n.º18, 6.ºA
Os primeiros dias de aulas termos de mudar de umas salas para as
outras, pois não sabíamos onde ficavam
Os primeiros dias de aulas, nesta e podíamos chegar atrasados.
tra um poste, ou, em dias de chuva,
escola, para a maioria dos alunos do 5.º Para os alunos que se deslocam nos A violência entre os alunos colocá-lo a apanhar água debaixo do
ano, foram de grande entusiasmo, mas transportes escolares, nem tudo foi
para alguns foram difíceis. caleiro.
fácil. Muita balbúrdia para arranjar Infelizmente, nos dias de hoje, há
Estávamos ansiosos por conhecer os Para nós este ambiente não é nada
lugar, provocada, sobretudo, pelos muita violência entre os alunos, na
novos professores, os novos colegas, o agradável e seguro.
alunos maiores a que se juntava o medo escola. É costume os alunos agredirem-
funcionamento das aulas e o que iría- Devemos relacionar-nos com os cole-
de perder o autocarro. se verbal e fisicamente.
mos aprender nas diferentes discipli- gas duma forma amigável e harmonio-
Mas nem tudo foi assim tão mau. Des- Alguns envolvem-se numa guerra de
nas. sa.
cobrimos novos amigos, novos auxilia- palavras com insultos e palavrões pelo
O que mais nos preocupava era o Devemos pedir ajuda aos adultos
res e professores e novos espaços. meio. Outros lutam e batem-se. Vale
facto de haver muito mais alunos e para nos ajudarem a gerir os conflitos.
Estamos a gostar da nossa escola e tudo: murros, pontapés, arremesso de
todos muito mais velhos do que nós. Só depende de nós acabar com a vio-
esperamos crescer e aprender muitas pedras e outros objectos que ferem.
Tínhamos receio que os grandalhões lência.
coisas novas nesta nossa segunda casa. Também é frequente a “ida ao poste” e
gozassem e passassem à frente nas filas
ao “caleiro”. Isto consiste em pegar Composição colectiva
da papelaria, do bar e da cantina. Composição colectiva num aluno e atirá-lo violentamente con- 5.º A
5.º A

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

O Meu Magusto Ah!!! Já me ia esquecendo de dizer Poemas S. Martinho


que alguns meninos tinham cartuchos
O meu magusto realizou-se no dia 12 onde armazenavam algumas castanhas
Elaborados na actividade O magusto é dia nove
de Novembro de 2007, das 14.30 às para não se deslocarem sistematica-
“Desmatematicando” pelos alunos do As castanhas vou assar
15.30 horas, na EB 1 nº 2 de Murça. mente à fogueira. Cabiam nos cartu-
6.ºano No dia seguinte
No início do magusto jogámos à chos por volta de cinquenta castanhas!
Muito triste vou ficar
bola (3º ano De seguida, enfarruscamo-nos,
Encontrei um quociente
contra 4º ano). alguns meninos pareciam carvão!
Numa conta de dividir. É dia de S. Martinho
Mas, alguns Depois veio um bolo, depressa mar-
Queixava-se de um dente É dia de comemorar
meninos fica- chou!
Foi ao dentista para o subtrair. É dia de S. Martinho
ram a ver as Perto do fim brincamos um bocadi-
Vamos lá festejar
castanhas a nho.
Quando vou treinar
assar. No final, alguns meninos foram à
Faço jogadas em triângulo. Na minha escola
Depois de as fogueira buscar castanhas
Quando vou rematar O magusto vou fazer
castanhas esta- para levarem para casa.
Coloco a bola no ângulo. Eu e os meus amigos
rem assadas, Eu gostei muito do meu
As castanhas vamos comer
comemo-las magusto!!!
Quando tenho de dividir,
com grande
Só me apetece partir. A fogueira a arder
avidez e a Coca-Cola ainda mais! Diogo Emanuel Sampaio Nascimento
Mas quando estou a subtrair As castanhas a estalar
EB 1 nº 2 de Murça. 3º ano, nº 5
Não paro de sorrir. Com os meus amigos
Eu vou brincar

Halloween na escola Poemas


Castanhas assadas
Eu vou comer
No dia 31 de Outubro festejámos o Halloween na nossa escola, como vem sendo Com os meus amigos
A amizade é partilhar, Que bem vão saber
hábito. O ambiente de” terror” instalou-se na Biblioteca da escola, onde foram expos-
Rir, saltar e brincar.
tas as bruxinhas feitas pelos alunos do 2ºciclo. Realizou-se, também, um desfile de
Também é como uma flor, Castanhas quentinhas
bruxas no polivalente da escola, do qual iria sair um vencedor. Muitos alunos vestiram
Da qual faz parte o amor. No lume a estalar
-se a rigor para esse desfile recheado de assombrações e à espera de ganhar o pri-
meiro prémio. Nós vamos assá-las
Analiso, procuro, pesquiso, Até nos fartar
Alguns disfarçaram-se de bruxas, monstros e fantasmas! O
Mas não encontro nada
“medo” estava estampado no rosto dos que ousaram presen-
Igual a esse sentimento. Estou muito contente
ciar o acontecimento! Foi muuuuuuito divertido!!!.......
Zangada, só fico quando algum Com o magusto que vou ter
Finalmente o júri deu a conhecer o vencedor : Gabriela
Amigo se afasta. E as minhas professoras
Macedo, 6ºA.
Nunca se deve perder de vista Um beijinho meu vão receber
Quanto às bruxinhas, o 1º prémio foi atribuído ao aluno,
Esses amigos que nos rodeiam.
André Lousa, 6ºA, o 2º prémio à aluna, Sara Borges,6ºA e o 3º
prémio aos alunos, Inês Ribeiro,6ºC e Carlos Pinto, 5ºA. 6.ºC Alunos da EB1 de Sobreira
Espero bem que este evento se repita para o próximo ano
lectivo!
Amor e alegria para todos,
Mantendo e nunca esquecendo os amigos.
Sandra Marina, n.º20, 8ºA
Imaginar sempre muita felicidade.
Zelar por uma linda amizade e a
Alegria que nos rodeia
Rosa Mota inaugura Polidesportivo de Candedo Deriva dos nossos corações, temos de,
Evitar esquecer a amizade que nos dá tantas emoções.
No dia 10 de Novembro, a humilde aldeia de Candedo foi visitada por sua excelên-
cia o Secretário de Estado do desporto e pela bicampeã mundial de atletismo Rosa
Mota. Aí vem a chuva Conjunto de aves é um bando,
Esta visita decorreu no âmbito da inauguração do polidespor- Conjunto de ovelhas é um rebanho.
tivo de Candedo. Os meninos do Jardim de Infância - Agora já sabemos que os porcos
Estiveram presentes o senhor Presidente da Câmara de Mur- do Fiolhoso ouviram a história “Aí vem moram na pocilga, as ovelhas no curral
ça, o senhor Presidente da Junta de frdeguesia entre outras per- a chuva”. Esta história fala do gato que e as vacas podem morar no estábulo ou
sonalidades. não gosta de chuva. no curral.
Após um breve discurso das diversas entidades, realizou-se Com esta história aprendemos muitas - Sabemos que quando uma nuvem
um torneio de Futsal o qual foi iniciado com o pontapé da ilustre coisas. começa a ficar grande é sinal de que
Rosinha. - O gato – é um animal de 4 patas, tem vem a chover.
Seguiram-se os habituais autógrafos e fotografias. Rosa Mota e sua Excelência o pêlo, bigodes e não gosta de chuva - A chuva da nossa história era fresca,
Secretario de Estado despediram-se da população e partiram rumo à capital. (água). fazia cócegas, é limpa e encantadora.
A festa continuou pela noite dentro, no largo do jardim de Santa Maria Madalena, - Aprendemos alguns dos nomes - A palavra encantadora quer dizer
onde toda a freguesia se divertiu num alegre convívio com direito a porco assado no colectivos: que é maravilhoso e é linda.
espeto e muita música! Conjunto de porcos é uma vara, - Também aprendemos sinónimos:
Conjunto de vacas e bois é uma detesto é o sinónimo de adorar.
Inês e Goreti, 10.ºA manada, Detesto é não gostar. Adorar é gostar.

Na nossa escola, desde há alguns anos que esta data é comemorada, encontrando-se
Halloween actualmente institucionalizada nas actividades lectivas.
Os professores de Inglês, os alunos do Clube de Inglês e as professoras responsáveis
Há muitos, muitos anos, na região actual da pela Biblioteca espalharam o horror e o medo pela escola com uma decoração cheia
Irlanda, Reino Unido e França, os Celtas come- de fantasmas, bruxas e monstros horripilantes.
moravam o ano novo no dia 1 de Novembro. Como já vem sendo hábito, o Desfile dos alunos que se vestiram a preceito para o
Para eles era o fim do Verão, das colheitas e o Halloween, foi um sucesso. Bruxas e outras figuras fantasmagóricas vaguearam pela
início do Inverno, que trazia com ele a escuri- escola assustando os mais distraídos.
dão, o frio, as tempestades e, consequente- O sempre participado Concurso de Bruxinhas, dirigido aos alunos do 2ºciclo, que
mente, muitas mortes. Por essa razão, os decorreu na Biblioteca reuniu, como sempre,
sacerdotes Druidas instituíram o dia 31 de vários trabalhos de grande criatividade artísti-
Outubro como o “Samhain” ou “ Dia das ca para todos poderem apreciar.
Almas”, que celebrava a abertura da passa- Uns mais “assustados” que outros, certo é
gem entre a vida e a morte. De acordo com que ninguém ficou indiferente a mais um Hal-
uma crença da época, nessa noite todos os loween, que acima de tudo procura ensinar,
fantasmas andavam à solta na Terra, em busca de alimento, pelo que os Celtas faziam divertir e pôr à prova a capacidade criativa
fogueiras no alto das colinas para os afastar, uma vez que além de prejudicarem as dos alunos.
colheitas, estes fantasmas também “possuíam” as pessoas. Por isso, para não serem
reconhecidas, as pessoas começaram a vestir máscaras e a usar roupas que as fizes- Agradecemos a colaboração de todos.
sem parecer seres de outro mundo. Até para o ano…
Alguns séculos mais tarde, a influência do Cristianismo espalhou-se pelas terras Cel-
tas e, no início do século VII, o Papa Bonifácio IV designou o dia 1 de Novembro como
o “Dia de Todos os Santos” e consequentemente, a noite de 31 de Outubro passou a Vencedores do Desfile: Vencedores do Concurso das Bruxinhas:
ser chamada de “Noite de Todos os Santos” – “All Hallow’s Eve”, mais tarde abreviada 1º - Gabriela Macedo (6ºA) 1º - André Lousa (6ºA)
para “Halloween”. 2º - Ana Sofia Oliveira (5ºA) 2º - Sara Borges (6ºA)
O Halloween é, hoje em dia, uma das festas mais populares nos Estados Unidos da 3º - Rafaela Oliveira (5ºA) 3º - Inês Ribeiro (6ºC) e Carlos Pinto (5ºA)
América e do Reino Unido. Fantasiadas conforme manda o figurino fantasmagórico, as
crianças, jovens e adultos percorrem as casas vizinhas repetindo a frase: “Trick or Parabéns aos vencedores!
Treat?” – “Doces ou Diabruras?”, recebendo doces em troca de sossego dos donos da
casa, que geralmente se encontra decorada com as tradicionais abóboras “Jack -o- Substrutura de Inglês
Lantern” esculpidas e iluminadas.

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O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 - DEZEMBRO 2007

Jardim de Infância de Jou


Era uma vez um Círculo, muito redondinho e cora-
dinho, que resolveu dar um passeio pelo bosque.
Havia muitas árvores e erva verdinha. (Tiago) -
Estava um lindo dia de sol, o Círculo olhou lá para
cima para o céu e ficou espantado porque o sol era
também um Círculo. (Ana) - Na relva rebolava uma
bola com muitas cores e era também um Círculo,
pois, tinha visto muitas figuras geométricas iguais a si.
(Miguel) - De repente, o vento começou a soprar
trazendo um balão pelo ar, tão redondinho e verme-
lho como o Círculo. (Luís) - Lá continuou o seu
passeio pelo bosque mas, de repente viu uma figura
geométrica a andar, aproximou-se e viu que era o
Quadrado, tinha quatro lados todos iguais. (Rui
Pedro) - De tanto passearem ficaram cansados e
resolveram descansar, o Círculo sentou-se num
banco á sombra de uma árvore e o Quadrado de pé
ao seu lado. Enquanto descansavam foram conversan-
do. (Leandro) - Ouviram a cantar, olharam e viram
que era outra figura geométrica que se ia aproximan-
do muito contente. Era o convencido do Rectângulo,
tinha quatro lados mas, dois lados eram mais compri-
dos. (Rodrigo B e Gonçalo) - O Círculo e o Quadra-
do sentados no banco, perguntaram ao Rectângulo
porque estava tão feliz. (Diana R) - O Rectângulo
com os olhos muito redondinhos e bem abertos
respondeu todo vaidoso. - Eu sou a figura geométrica
mais importante porque sou mais comprida e mais
alta, a minha figura serve para muitas coisas, fazer
casas, camiões, comboios, barcos e muitas coisas
mais. (Ivo) - AH, AH, AH, essa agora é boa! - É mesmo
uma figura geométrica vaidosa. Disseram em conjunto
o Círculo e o Quadrado. (Bárbara) - Mas de repente
disse o Quadrado muito zangado. - Pois, pois, fica a
saber que para fazer uma casa também é preciso o
Triângulo. (Diana A) - E para fazer comboios,
camiões e barcos tem que ser as quatro figuras geo-
métricas. (Ana) - Pois é verdade, já me tinha esqueci-
do, têm razão. Disse baixinho o Rectângulo com uma
cara envergonhada. (Guilherme) - As quatro figuras
geométricas viram que as 4 eram muito importantes,
deram as mãos e foram contentes brincar pelo bos-
que. (José)

Ana Cardoso, 7.ºB

Jardim de Infância
de Murça

João Nuno Veloso, sala B


Ana Rita Taveira

Filipe Frederico

EB1 de Noura

Jardim de Infância de Fiolhoso

Cristiano
Beatriz