RECONSAGRAMO-NOS HOJE AO SENHOR

Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (4Rm. 5.12) Fomos concebidos em pecado. !o éramos nascidos de "eus. #st$%amos su&eitos ' morte e condena(!o eternas. )ertenc*amos ao diabo Reconsa+remo,nos ho&e ao -enhor. Fomos bati.ados. #m nosso lu+ar nossos padrinhos disseram/ -im, renuncio ao diabo e a todas as suas obras e a todo os seus procedimento. 0ais tarde con1irmamos de %i%a %o. nosso %oto batismal diante do altar do -# 23R. o entanto, depois deste nosso sim, depois de ha%ermos prometido 1idelidade a "eus, al+uém ainda est$ contra nós. 4om a promessa de 1idelidade n!o a1astamos o mundo, a carne, o diabo, as tenta(5es, o erro. Ainda somos pecadores. -atan$s in%este com h$bil a1!, e sabe lutar com 1or(a e ardil sem par na terra a%assalada. ossa própria carne é um dos nossos maiores inimi+os. 6#u sei que em mim, isto é, na minha carne, n!o habita bem nenhum. -e permanecermos com 7esus 1icaremos com tudo, se perdermos a 7esus, perderemos tudo. -im, muitas %e.es 1altamos nos cultos, ' &u%entude, dei8amos de ler a 9*blia e de 1a.er ora(5es. 3rar é parar. : dar tempo a "eus, cada dia, cada semana. :, antes de mais nada, %oltar,se para "eus. -e n!o mais orarmos nossas rela(5es com "eus se interrompem. )ensamos tal%e. que h$ ocupa(!o mais ur+ente e mais ;til rele+amos 7esus a um se+undo plano, ou a menos do que isto. "ei8amos de ser &o%ens crist!os. #stamos sem lu., andamos na escurid!o, %amos pelo caminho da perdi(!o. 0er+ulhamos pouco nas tre%as. !o encontramos o caminho, nem a %ida. <embremo,nos das pala%ras de 7esus/ 6#u sou o 4aminho, a =erdade e a =ida, nin+uém %em ao )ai sen!o por mim. > osso dese&o é 1u+ir de "eus. 3 dese&o de nossa carne é esquecer que 4risto morreu por nós. A1irmamos indi%idualmente, com con%ic(!o/ n!o preciso ir aos cultos, n!o %ou, n!o quero. : tudo mentira. !o acredito. 7o%ens, assim perdemos a "eus. "eus, porém, é compassi%o, é misericordioso, "eus )#R"3A. <embremo,nos do 1ilho pródi+o. A %ida sem "eus, sem 4risto, sem leis é 1$cil, é c?moda. !o requer sacri1*cios. <embremo,nos da 4ru., dos pre+os, do sacri1*cio de 4risto. #le morreu por nós pa+ou por nós. Aceitemos a 4risto. se&amos 1ilhos de "eus, e n!o do mundo ou da carne. 73=# -, arrependamo,nos. 3remos a "eus. =amos a #le em ora(!o. )e(amos perd!o, pe(amos 1é, pe(amos amor. 3 1ilho pródi+o %oltou e 1oi perdoado. Arrependamo,nos e consa+ramo,nos ho&e ao -# 23R.

BEM AVENTURADOS ν 9em a%enturados os humildes/ Ao orares entra no teu quarto, 1eche a porta e ore a teu )ai e #le, que te %@ em secreto , te recompensar$.

ν 9em a%enturados os mansos/ 3lho por olho, dente por dente. !oA 0as a qualquer que te 1erir a 1ace direita d$ também a esquerda. ν 9em a%enturados os que tem 1ome/ !o acumuleis para %ós tesouros na terra. )orque onde est$ o teu tesouro estar$ o teu cora(!o. ν 9em a%enturados os misericordiosos/ !o &ul+ueis para que n!o se&ais &ul+ados. Bira primeiro a tra%e do teu olho. ν 9em a%enturados os limpos de cora(5es/ !o adulterar$s, se o teu olho te 1a. trope(ar arranca,o, é melhor perder um olho do que ser lan(ado ao in1erno. ν 9em a%enturados os paci1icadores/ !o matar$s. 0as aquele que se irar contra seu irm!o, pro1erir insulto, estar$ su&eito ao in1erno. PAI NOSSO que estás no céu ... ν 9em a%enturados sois quando por minha causa 1orem perse+uidos.

LEILÃO PÚBLICO 4orinho/ (3 +rupo abra(ado come(a a cantar bai8inho e depois mais alto) 0eu "eus é bom pr$ mim 4omi+o %ai. B!o 1orte brilha o sol. A chu%a cai.

!o %@. esta bel*ssima mercadoria e8ibindo o poder aquisiti%o. de1ensora de todos os direitos.ltimo O E%-.io. a terceira mercadoria para compor este primeiro lote é a Vio /nci& (IlJa) que é moti%o de desuni!o. n!o ou%e e por isso n!o questiona nada. apro%eitem meus senhores. dei8ando. da 1am*lia. ("iscutem bastante e depois o lote é %endido). mas. pois n!o e8iste muito no mercado. só temos mercadorias %aliosas. de 1o1ocas. : realmente uma bel*ssima mercadoria. # por . podem come(ar a dar os lances. • A se+unda mercadoria constante neste lote é o Vici&$o. o leiloeiro d$ pre1er@ncia ao *o+e. "irei até o 1im. • =endido para o senhor Meio $e Co%unic&'!o.til e também d$ a %oc@ uma 1elicidade momentHnea. composto por G mercadorias e8celentes. Adere ao sistema numa boa. 3 St&tus é uma mercadoria di1*cil de se adquirir. • A se+unda mercadoria é a *ue. )resen(a muito importante em nosso meio. e por isso. #st$ composto este primeiro lote. dólares.io que também tem interesse em nossas mercadorias. os principais interessados na compra destas mercadorias. Bemos mercadorias e8celentes e tenho certe. #m se+undo lu+ar. 3ra(!o/ <eitura 9*blica/ 1C )edro 5.ostitui'!o.a que ser$ do interesse de todos. )romo%e a di%is!o da 1am*lia. de desrespeito ao pró8imo e também ela tira a pa. (<enita) que est$ entrando para aprecia(!o dos senhores.. 3 P. uma 1elicidade 1alsa.. composto também por e8celentes mercadorias.e. elson. =em dis1ar(ada de 1orma muito inteli+ente e atin+e a todos. pois ele a&uda a resol%er os problemas con&u+ais de muitos.&. # a primeira mercadoria é a A ien&'!o. a pompa. • "ando continuidade ao nosso <eil!o. #m primeiro lu+ar. )ortanto. uma sal%a de palmas para O Meio $e Co%unic&'!o.no. #8celente mercadoria. est$ 1ormado o se+undo lote. inconsciente. : uma mercadoria que d$ lucro. • Apresentamos a+ora. A 2&%) i& como sempre. e que é do interesse de todos %oc@s adquiri. também muito bem representado pelo -r.a sempre na e8pectati%a de que al+uma coisa %ai acontecer. : realmente uma bel*ssima mercadoria.e. • # para dar in*cio ao nosso leil!o. Kuem d$ maisL A primeira o1erta é de . Kuem d$ mais. • # a .Amor t!o +rande assim. • Bemos ainda neste precioso lote o Ateu.11 Apresenta(!o do pro+rama/ Lei !o P"# ico (=anda) • #stamos aqui para apresentar para %oc@s um <eil!o ). o lu8o. e por . n!o 1ala.esá. !o +osta e n!o assume compromisso que n!o %isem lucro material.blico. .) • # por . de intri+as. A primeira mercadoria deste lote é o P.ltimo. #8celente mercadoria. • A primeira mercadoria deste lote é a P. Kuem ser$ que %ai adquirir t!o preciosas mercadoriasL (#ste lote ser$ muito disputado. pra. que n!o poderia 1icar de 1ora.eres momentHneos..las por isso. pois é um e8celente ne+ócio.no1 o Meio $e Co%unic&'!o e o E%-. A (&%) i& que tem como representante a -rD 7acF. #m terceiro lu+ar apresentamos O *o+e. apresentamos para os senhores mais um lote de mercadorias e8celentes. só 4risto tem por mim. 5. 0ercadorias que dar!o a %oc@s bons rendimentos e quem adquiri. A se+unda mercadoria deste lote é o St&tus (4arla).&. 1ama e é de 1$cil ades!o.esá. 1ica reprimida e n!o tem como se mani1estar.. Mosta de uma serin+a e também de %i%er no mundo da lua. le%a %oc@ a %i%er uma %ida 1. proporciona a %oc@ momentos inesquec*%eis.cio. e como %oc@s podem %er.ltima mercadoria a completar este lote é o Di+0..ltimo o nosso terceiro lote. apresentaremos para os senhores o nosso primeiro lote. que busca a 1elicidade em coisas passa+eiras.lo 1icar$ muito bem ser%ido. 0eu "eus é bom pr$ mim.&. muito bem representado pela -rD EbiracF 0ara%ilha. 4omo os senhores podem %er.

que con1ia e cr@ em 7esus. de 1raternidade.ado e n!o pode ser tomado sem precau(!o./ 0as.%os e perdoando.. porque eu %im para buscar os que necessitam do meu amor. tente %oc@ também perdoar o seu irm!o. mas nin+uém 1ica com ele) #ntra 3ESUS. : muito e8tensa e até aqueles que n!o a querem.) R&-&. e onde eu esti%er. suportando.. #st$ 1altando %oc@ que conhece a sua pala%ra. "epois o louco sou eu. de todo o teu entendimento e a teu pró8imo como a ti mesmo. porque o Reino de "eus é para todos.nico 1ilho por amor a %oc@. mansid!o. quem crer em mim.. &amais ter$ sede. )odem 1a. =enham %oc@s que est!o cansados e oprimidos e #u %os ali%iarei. de toda a tua alma. 3lhe para %oc@...7 (continua bebendo) -e cura n!o sei. =oc@ n!o é per1eito. • #u sou a 1onte de $+ua %i%a.). (caracteri. )ortanto. Ame seu irm!o. • A quarta mercadoria. (+ar+alhadas dele enquanto o No+ue G desperta).> # este é o ob&eti%o do +rupo social. de cora(!o puro. (parte pr$ cima do No+ue e pe+a o copo). )or isso temos que perdoar nossos irm!os porque o )ai perdoa a todos. muitas %e. ame a 7esus porque assim conhecereis a %erdade e a %erdade %os libertar$. Al+uém também pode ter al+uma quei8a de %oc@.... Ainda continua 1altando +enteA <eiloeiro di. R&-&.los porque na casa de meu )ai h$ muitas moradas. • #u %im para busc$. . se %oc@ beber desta $+ua. quero mais dessa ne+ócio../ (solu(o) "$ mais um martelinho (mostrando com os dedos que quer mais uma medida). uni!o e amor. mostra para a platéia e di. "ou a %oc@s a minha pa.la. n!o atire a primeira pedra. 1é. porque est$ escrito/ 6Amar$s o -enhor teu "eus de todo o cora(!o. =oc@ meu irm!o que tem 1ome e sede de &usti(a. #u sou o p!o de %ida • #u sou a ressurrei(!o e a %ida. eleitos de "eus. (olhando para os outros No+ues balan(a a cabe(a). 1a.. #ste l*quido é ener+i.. (#ste lote é muito questionado. 0ais um pirado acordou. %i%er$. apresentamos o Ass& t&nte. #sta mercadoria é 1$cil de se espalhar pelos quatro cantos do mundo. 0ercadoria 1$cil de ser lan(ada no mercado e d$ bons lucros. a %erdade e a %ida e nin+uém %ai ao )ai sen!o por mim. # que o seu cora(!o este&a cheio de amor.er os seus lances. se&am %oc@s. é preciso que %oc@s me conhe(am porque #u sou o caminho. )or isso. 3 meu Reino n!o é deste mundo.• A terceira é a 2o%e. 4o5ue 67 (meio ner%oso) Kue desrespeito. o +rupo social conta com %oc@ para alcan(ar seus ob&eti%os.7 (1alando tipo b@bado) )recau(!o. • #u %im para sal%ar os que se ha%iam perdido. cheio de bondade. que é puro de cora(!o. quem est$ 1altandoL (#ntra uma pessoa com um espelho +rande. porque o )ai nos amou primeiro dando seu . 4omprem estas mercadorias e 1ar!o um bom ne+ócio. =oc@ que é misericordioso. mas que é da boa é. R&-&. ainda que morra. e para completar este lote. Realmente um e8celente lote.%os uns aos outros. 4o5ue 67 (-ai irritado do palco e dei8a tudo com o rapa.es poder!o adquiri.. est$ 1altando +enteA. mas. # se al+uém ti%er quei8a contra o outro. humildade. quero que %oc@s este&am l$ também. # assim como 7esus conta com %oc@ para a constru(!o do seu Reino.. n!o 1ique com o cora(!o perturbado..er uma caminhada de i+ualdade. 3 seu Reino é um Reino de 7usti(a e 1raternidade e &amais ter$ 1im. com 4arlos 2.ado) e 1ala/ • #u 1ico com este lote. • 0as. -ou o en%iado de "eus como %erdadeiro libertador de todos os oprimidos. =oc@ só tem que acreditar. coisa nenhuma (solu(o). CURA ESPIRITUOSA (4ontinua(!o .) • #st$ 1altando %oc@.

./ (1ica interessado) 4omo sabeL #ste%e escutandoL (descon1iado) No+ue 5 !o./ #m que lu+ar acabei caindoA Fiquei t!o distra*do que quase esque(o da minha dor de +ar+anta (le%a a m!o ao pesco(o enquanto o No+ue 5 come(a a se preparar repentino o +esto dos outros). Rapa.. 3 No+ue pe+a a +ar+anta do rapa. Rapa. mas o teu corpo astral que esta desequilibrado. No+ue 5/ 3 ami+o precisa de a&udaL )arece n!o estar bem de +ar+anta. B$ brincando.ar %oc@. que continua rindo). (pequena pausa). o que pro%oca dores no corpo 1*sico. a ener+ia e a alma. (rapa./ (sai correndo e n!o dei8a o No+ue che+ar perto) 3 senhor quer 1urar minhas orelhas com isto.. )recinto as coisas. de conta que est$ tudo bem. sentar) :. Rapa.. (come(a a massa+ear o seu pé) Feche os olhos.No+ue G/ (le%anta.. ós temos canais de ener+ia que %!o da ponta do cabelo ' sola do pé. nada do que %emos é real. %oc@ precisa sintoni. o desequil*brio de ener+ia do teu corpo astral esta causando esta dor na +ar+anta. 3 senhor n!o est$ se sentindo muito bemL Rapa. 1ala. No+ue P/ "e 1orma al+uma. Kual o seu problemaL Rapa. No+ue G/ 7$ sei. meio constran+ido. isto me d$ cóce+as. 1a. %@ o rapa./ 0as n!o me dói no esp*rito.lo. nem na alma e sim na +ar+anta. o obser%a. rela8a. (olhando e mostrando ao redor). =amos e8perimentarL Bire o seu sapato. No+ue P/ A* que est$.lhe) 3 que importa n!o é as coisas materiais../ B$ querendo di. Rapa. olha ao seu redor. No+ue 4/ (tenta e8plicar) 0eu ami+o./ (enquanto desamarra o sapato) -abe o que é. e come(a a e8plicar. 4om a imposi(!o das minhas m!os eu %ou cur$. Rapa. B!o di%ertida. assim o corpo etéreo %olta a um equil*brio. No+ue 4/ (o 1a..se a ele respeitosamente). (o rapa. olha assustado e le%a de%a+ar a m!o na +ar+anta.. com as duas m!os. sai tossindo). Reequilibrar tuas ener+ias dos 4h$Jras. Feche os olhos e . #u estou com uma bruta dor na +ar+anta e um doido quis me espetar a orelha com duas a+ulhas enormes (mostra o tamanho) querendo me curar.se e con%enc@. pr$ que tornar as coisas mais di1*ceis e doloridasL 3 meu método é muito simples (animando o rapa. (mostra as a+ulhas de uns 1O cm. Rapa.ar o teu microcosmos com o uni%erso... )recisamos 1i8as as a+ulhas no corpo 1*sico./ Ai. =amos colocar estas a+ulhas na sua orelha. Isto é apenas o mundo 1enom@nico. (o rapa. sei o que as pessoas pensam. Rapa. Acaba desistindo e sai do palco). )re1iro morrer com esta dor. No+ue P/ 4om licen(aA )orque o senhor est$ reclamando tanto. No+ue 5/ 0elhor cair 1ora.. =enha c$. de comprimento). Rapa. me8e o pé). A %ida é bela..lo. No+ue G/ !o dói nada (tenta acalm$. olha para ele que est$ um pouco inquieto). pense em lu+ares e coisas bonitas. dei8a eu e8aminar sua +ar+anta. 1a. !o parece muito bem. Rapa. As a+ulhas s!o boas condutoras de ener+ia../ #stou com uma dor de cabe(a daquelas (lamentando)./ #sse cara ia quebrar o meu pesco(o. isto que %emos é uma ilus!o./ (ali%iado e mais calmo) =ou trocar esta dor de +ar+anta por buracos na orelha. come(a a rir e %ai aumentando +radati%amente.er que estou tendo alucina(5esL (meio e8altado). )recisamos aumentar a sua dor de +ar+anta para o corpo rea+ir contra ela. apro8imar.. n!o d$ aten(!o e o No+ue sai incon1ormado e 1urioso com o rapa. se sente a1o+ado e tenta escapar. Inicialmente o No+ue pensa que é dos lu+ares bonitos que ele est$ pensando. antes de 1alarem. pr$ que se preocupar tanto com apar@ncias. mas após al+uns instantes o rapa.. e8amina e em se+uida aperta) Fica calmo. Isto tem al+um problemaL No+ue 4/ (meio sem +ra(a) Acho que n!o.lo. e %ai ao seu encontro) Budo bem conti+oL (che+a mais perto). mas tira o sapato). Rapa. (se impondo) e a cura para o seu problema est$ na homeopatia. Qnica coisa importante é o esp*rito. (ha&a um inter%alo entre cada 1rase) (#nquanto é massa+eado o rapa. (tira o pé de perto do No+ue rindo). -ó assim pr$ eu ter moti%os para rir. d$ uma en+olida 1or(ada). eu %ou massa+ear o seu pé (rapa. (1ica sentado e blas1emando um pouco. 4om massa+ens esta ener+ia que circula é estimulada e tem li%re curso. che+ando.. mas nada 1eito. que 1ica atento). depois passa. #las estra+am e apodrecem com o tempo. "epois de se des%encilhar o rapa. -ente. enquanto o No+ue P se le%anta. em pensar. Fica 1rio (che+a mais perto do rapa. sete $reas ener+éticas. No+ue 4/ (le%anta enquanto o rapa./ Kuerendo me enrolarL No+ue 5/ Benho poderes telep$ticos./ Kuer matar o boi pr$ acabar com o carrapatoL (pe+a um peda(o de pau ou ob&eto qualquer e o amea(a). dois dias que eu n!o la%o o meu pé. (sai correndo do palco) Rapa. no in*cio sempre é assim. #stes canais est!o interrompidos./ ( em percebe donde %eio o No+ue). 3 teu problema n!o est$ no corpo 1*sico. %ai até ele. (lamentando irritado).se %ou ener+i... (o rapa. (+rita atr$s do No+ue). =ai procurar tua turma..

). -abe.. (4risto) habita corporalmente toda plenitude da "i%indade. seu débilA (sai do palco 1urioso) Rapa. 4risto é a . 3 seu problema n!o é com esta encarna(!o. 3 "iabo quer 6en+anar se poss*%el até os próprios eleitos>. Mostar*amos que toda a platéia dissesse &unto conosco o %ers*culo cha%e de todo o 4ristianismo/ 4l 2... 2$ al+um poder terap@utico nestas pr$ticasL Kuatro coisas nós precisamos lembrar/ 4rist!o 2/ (entra no palco e continua 1alando) #stas pr$ticas tem implica(5es espirituais.inha.a. rapidamente se deita) 4oncentre.se e 1ala) !o se preocupe. Rapa. Assim %amos descobrir al+o mais ameno. Rapa. enquanto resmun+a um mantra qualquer). Acho que %ai bai8ar um esp*rito... -ó pode serA. 0uito pelo contr$rio./ (depois de al+uns instantes) #u 1ora.. 4rist!o G/ e+a. as pessoas 1icarem impuras>. "eus n!o as criou com um poder interno e espiritual e8traordin$ria.. =oc@ de%e ter 1eito al+o na tua encarna(!o passada e a+ora est$ pa+ando por isso. (o No+ue 1ica 1a. e a -anta 4eia. deita no%amente e o No+ue come(a a se concentrar) =oc@ est$ num la+o. 1a./ 0as sabe que %oc@ pode ter ra. o 9atismo.. sereno. Ao mesmo tempo entra a 1D pessoa crist! e 1ala). isso sim. )obres da pessoas que con1iam num suposto poder destes ob&etos. nos moldas que a 9*blia ensina. até se puri1icar totalmente o esp*rito encarnando. pois sua sess!o ha%ia sido interrompida.. nós precisamos 1a. em torno de todo o corpo. as imoralidades. #spiritual.. dependendo do casti+o.S . 4rist!o 1/ Bodas estas coisas que nós %emos aqui no palco 1oi "eus quem criou. Rapa. para o teu carma.se por %$rias %e.. No+ue P/ "oido é %oc@.. ao in%és de con1iarem naquele que as criou. eu era t!o pequenininho.2G) 6)orque de dentro. e n!o poder nada contra os eleitos de "eus.. com um barco. como os crist!os cr@em. o or+ulho./ Bem de todo tipo (1a. 7esus disse (<c R..concentre.erL No+ue R/ =ai depender do teu es1or(o. pois tem como pressuposto a e8ist@ncia de um corpo etérico. #le tem um pouco de mal... no m*nimo. astral ou corpo ener+ético que equi%ale ' alma. "a mesma maneira n!o h$ um "eus absolutamente santo.. No+ue R/ (sai do palco ner%oso chutando tudo que %em pela 1rente)(o rapa.T 6)orquanto n#le. e+am a e8ist@ncia de um "eus pessoal..se (mostrando para o ch!o. 4rist!o 4/ ós sabemos que n!o é do nosso *ntimo que procede nossa 1or(a espiritual. o adultério.. pois t$ di1*cil de lembrar até quando minha m!e me se+urou no colo. arriscado con1iar. é que %em os maus pensamentos. o rapa.. a 1alta de &u*. le%a a m!o na cabe(a) "eitaA (meio que +rita irritado e o rapa. (enquanto se apro8ima do No+ue R) No+ue R/ (le%anta. (interrompido) Rapa. n!o conse+uimos nem alcan(amos nada.er uma re+ress!o para %er o que %oc@ 1e. %oc@ est$ %endo um lindo la+o com cisnes. 3 que se 1a.se..es e como coisas di1erentes.. a a%are. a cal.se a e8ist@ncia do "iabo.. (interrompido) Rapa. acha que eu ti%e outra %ida... Fora destes é./ (le%anta.... ele tender$ des%i$.endo +estos do mesmo modo até perceber a aus@ncia do rapa. 3 "iabo também cura. que %oc@ n!o so1ra tanto. lo+o após o seu nascimento. pa+a. as maldades. calmo. 1ica olhando para o No+ue que sai. %oc@ no colo de sua m!e./ Fa(o qualquer coisa.endo +ra(a). mas como um mal necess$rio. : a lei da retribui(!o.> 4rist!o 5/ "eus nos deu meios espec*1icos pelos quais podemos nos 1ortalecer espiritualmente/ a 9*blia ()ala%ra de "eus). comprometem nossa cren(a (1é).se rapidamente e per+unta) -er$ que %ai dar certoL No+ue R/ (1ica decepcionado. %oc@ est$ %oltando em sua %ida. (o No+ue circula as m!os uns 1O cm. 6Benham cuidado para que nin+uém o prenda por meio de ar+umentos sem %alor. mas ensinam ha%er uma 1or(a ou ener+ia cósmica que est$ em tudo e que precisa ser despertada do *ntimo de cada um.endo de conta que n!o est$ entendendo nada 1ica sentado.!oA (pensati%o). # )aulo ad%erte em 4l 2..se. os crimes. .21. )orém.nia..o. e n!o de 4risto. na sua in1Hncia. 0as e a+ora. que le%am as coisas imorais/ os roubos. # sem #le e seu perd!o n!o somos. a in%e&a. No+ue P/ 4ad@ LA (olhando para o local) Rapa.. é a sa*da.. (empol+ado) No+ue R/ 9om./ 4omo 1a.. que %em de sabedoria humana. Budo isso %em de dentro e 1a. pescando./ (le%anta rapidamente) 3lha. do cora(!o. Apesar de 4risto ter %encido. o que 1a. Rapa. mas tem o seu pre(o/ a alma da pessoa ao in1erno. as mentiras. 1eche os olhos.. esta re+ress!oL (ancioso) No+ue R/ "eite. de errado em al+uma de tuas %idas passadas..nica 1onte de ener+ia e 1or(a espiritual. A solu(!o esta comi+o (arro+ante)./ 3 esp*rito n!o encarnouL 2$A 2$A 2$A (rindo do No+ue) =oc@ é o GC doido com esta história ho&e. )elo &eito %ou ter que dei8ar a minha dor de +ar+anta passar so... #ssas coisas %em dos ensinos de criaturas humanas e dos esp*ritos que dominam o mundo..los até o 1im.

de bo&o +rande.se de um som met$lico. A lista é bre%e e ob&eti%a/ "I 2#IR3 . o in%entor 1ala de sua %ida passada com amar+ura.ado. #nquanto o seu a&udante permanece calado. quase mecani. Bal m$quina 1ora in%en(!o do senhor.eres +randes. 6#u sou um 1racassado>. se+undo o que ele acredita%a. A uma ordem do seu senhor. numa espécia de m$quina +i+antesca. ele. 6-im>. o in%entor muda o tom de sua %o. como uma t$bua de sal%a(!o. 63 mundo só soube rir de mim e meus trabalhos>. que ele ainda ir$ %encer e da* ent!o ele é que %ai rir do mundo. rapa.sica ao 1undoV trata. homem de conhecimento cient*1ico apro1undado e eles esta%am apenas a&ustando os . outro é um empre+ado seu. 7undiai. 6Ainda h$ uma chance para mim porque na %ida -#0)R# 2W A -#ME "A =#X.se uma m. "e repente. e8plica ele. 12UT5 A M89UINA DE 2A:ER VERDADE (0ensa+em reli+iosa) Autor 0auro #rnesto -chmidt Ato . -) . enquanto 1alam.nico (Abre o pano . -#0)R# #YI-B# A -#ME "A 3)3RBE I"A"#. esta lista est!o escritas as coisas mais importantes nas quais o in%entor ha%ia 1alhado na %ida. o meu .sica delirante. Ao pronunciar estas pala%ras. homem de apar@ncia rude e cansado. quase 1.Autores/ #dson A erlin+ e =er. Em é o senhor. e passa a di. di. apontando para a m$quina que est$ perto de si. A m$quina é colocada como uma hero*na de batalha. 3s dois est!o trabalhando. o a&udante lhe tra. #nquanto a m$quina é preparada hou%e.er que ainda h$ uma chance para ele. cen$rio) "ois homens con%ersam.ltimos detalhes no acabamento. uma lista com di.ltimo in%ento A 0WKEI A "3 B#0)3. soa uma m. 0artinho RennecJe . dili+ente e prestati%o.nebre. -e+undo ele n!o hou%e homem mais 1rustado em suas tentati%as e mais debochado por causa delas do que ele próprio. # eu conto com um +rande aliado.

es mil anos atr$s para presenciar a história. mas na minha se+unda %e. tre. # o que %@ l$L ada mais. entendeu. # assim sucede. ir ao 1uturo para %er a si mesmo. e para. ]s %e. #ra seu in%ento %isitar o passado primeiramente. n!o dei8a de +anhar. que eles esta%am matando o 1ilho de "eusA )or que n!o os impediuL )or queL> 63ra.entos. eu n!o %ou 1alhar>. cobi(ado pelas mulheres e merecedor de uma posi(!o de respeito e honra dentro da sociedade.. se 1or o caso. ele decidiu a partir. A m$quina é a+ora idolatrada por ele. e com ele %ai. nada poderia 1a. os seus bens.es n!o d$ certo os meus ne+ócios.se/ 6)rimeiro %isitarei o passado para me tornar um super. mas em se+uida.FA0A 0E<2#R#)3-IZ[3 #m todas estas coisas ele ha%ia 1alhado. %isita pessoas 1uturamente importantes. apesar da comple8idade da sua in%en(!o. . comprar as a(5es das companias que só ele sabia iriam se tornar importantesV poderia in%estir em sho\s. 0as a+ora tudo iria mudar. como 1icou conhecido depois da sua cruci1ica(!oL> . in%enta instrumentos que só da* a %inte anos seriam in%entados. na qual eu n!o poderia +anhar ou aprender nada. responde o in%entor .entos. # assim sucedeu. )or %e. 6=oltei a uma época. se pudesse %oltar h$ uns 2O.> . para que ele n!o soubesse pr$ onde esta%a indo. Budo 1icou por isso mesmo. per+unta ele ao in%entor. a atra@ncia de um +rande homem.es. !o conse+uiu dinheiro. 1a. ele %olta lo+o. GO ou mesmo 5O anos atr$s poderia comprar terra que naquele tempo n!o tinham %alidade. 3s controles da m$quina o permitem. 6# depois irei ao 1uturo para %er o quanto eu estarei 1amoso. ele realmente conse+ue coisas importantes. As %ia+ens ao passado continuaram como dantes e o in%entor sempre retorna%a com uma e8press!o de contentamento. ao acaso 1oi lan(ado no passado. para %er a sua 1ortuna. pensa%a ele. mas que ele sabia teriam. especula(5es. neste mundo. 4om sua .es. #u preciso de tempo para mim. mas ao acaso. como eu serei>.ia ele . para ele. rico e benquisto nos anos %indouros>. 0as atra%és de suas especula(5es.homem> . 60as e porque o senhor n!o disse aos que os esta%am le%ando que aquele realmente é o 1ilho de "eus. na sua idolatrada m$quina do tempo.ido de %olta ao presente. quando os ne+ócios rendem. Até que en1im che+ou o dia supremo. 3s controles da poderosa m$quina lhe permitem che+ar ao ano que ele quiser e mesmo ' hora e8ata no passdo. #u posso %oltar l$ sempre que eu quiser. #le esta%a pronto para. -#0)R# #YI-B# E0A -#ME "A 3)3RBE I"A"#. 6 !o h$ tempo para estas coisas. com que se&a tra. mas -#0)R# 2W E0A -#ME "A 42A 4#. )or e8emplo. 's %e. nada menos do que 7esus 4risto sendo espancado e obri+ado a carre+ar a cru.er com que ele n!o se tornasse rico. em corridas e sorteios ele &o+a e com seu conhecimento.ltima in%en(!o. =isita lu+ares distantes. %oltar ao presente e simplesmente esperar que os dias passassem para que o seu brilhante 1uturo che+asse. di. e depois.se ami+o de pessoas do passado que só ele sabia se tornariam importantes. em sua m$quina e apro%eitar o seu conhecimento sobre este passado para 1a. -#0)R# 2W E0A -#ME "A 42A 4#. Além dele só e8iste a m$quina. 3 tempo passa. 3 in%entor se surpreende. )oderia.endo que nada deu certo. di. -e+undo o in%entor. 3utras %e. 1amoso. entendeu. "o. #le pode ir e %oltar do passado no instante que quiser. Kuando ele retorna o seu a&udante. 63 senhor sabia que o mundo inteiro descobriu depois que eles esta%am matando um inocente. depois de um certo tempo. )or e8emplo. 3 a&udante 1ica estarrecido de surpresa. #le a+ora n!o só 1a. 6aprender com os +randes homens do passado o +arbo. terras onde o petróleo ir$ brotar. 4om este pensamento em mente. para o meu 1uturo. 3 a&udante bai8ou a cabe(a. nem 1ama. quando retorna das %ia+ens. ele 1ica 5 ou P horas num mesmo lu+ar. nas costas. 6)or %e.es. #u 1alhei a principio.e horas por dia ele passa a sair em suas %ia+ens pelo passado. o seu 1uturo seria +randioso. poderia tornar. de acordo com as 1ortunas que ele ha%ia conquistado no passado. se+undo ele. até brincadeiras 1a. h$ du. -#0)R# 2A=#RW E0A -#ME "A 3)3RBE I"A"#. di. ele ao seu a&udante. ele mandou que o seu a&udante li+asse a m$quina para o passado. pensa%a ele. #le. h$ 1TRG anos atr$s. Ima+ine. os modos. # ademais eu sempre posso %oltar l$ assim que eu quiser. em dire(!o ao local de sua morte. 6A 1ortuna que estou amealhando é incalcul$%el> .er ne+ócios que lhe pudessem render bastante.se 1irmando a ale+ria incontida do in%entor. Kue é que eu +anharia com istoL 2einL 3 queL -ó complica(!o. 4ompra a(5es. 3 incidente 1oi esquecido e o tempo passou depressa. 3 plano do in%entor n!o era comple8o. surpreendido lhe inda+a o porque da sua %olta repentina. certa %e. as mulheres nunca tinham nem olhado para ele e nem nunca usu1ruiu de uma posi(!o que ele achasse di+na. 1ui lan(ado ao local onde este tal de 7esus 4risto que a história 1ala esta%a sendo le%ado para ser crusci1icado>. até na loteria.

# a %ia+em come(a. s!o ou%ida/ )orque neste mundo o homem poder$ Bentar muitas em muitas %e. 6A+ora eu %ou ter tudo isto/ mulheres. di.ido de %olta. li+ue para 1TR5>. =ai penar )or n!o ter encontrado o caminho do céu 3u por ter escolhido um caminho outro. também nada ha%ia.o de "eus 3 homem que 1oi &ul+ado e colocado ] esquerda do 0estre. )3-IZ[3. 6: estranho> .. ainda se podem ler as pala%ras/ "I 2#IR3 FA0A 0E<2#R#)3-IZ[3 6-im> . 6A+ora> . ela.me.)orque ti%e 1ome e me destes de comerV ti%e sede e me destes de beberV era 1orasteiro e me hospedasteV esta%a nu e me %estistesV era en1ermo e me %isitastesV preso e 1ostes %er. FA0A. ele ordena .3 in%entor mostra. 6=amos tentar no%amente. tudo isto>. li+ue para daqui h$ dois anos. #le pede ao a&udante que lhe tra+a a lista das suas coisas mais importantes.se.> # o in%entor. com a sua lista apertada entre os bra(os é empurrado e arrastado para a esquerda de 7esus. #ste n!o %ai recome(ar. ao 1inal da luta. ele . 6=amos tentar ainda uma %e. 1ortuna e posi(!o.ida.. para substituir A %erdade da %ida. #le est$ e8ultante. 0ais tentador. 6o mundo %ai parar de rir dos meus 1racassos e eu %ou passar a rir do mundo. 0as da* h$ instantes ele é tra. 1ama. mais. no &u*. #u pro%arei ao mundo que para tudo #YI-B# E0A -#ME "A 42A 4#. 3 in%entor le%a consi+o para esta primeira %ia+em ao 1uturo a sua lista sa+rada/ 0E<2#R#-. mas errado e torto. #E =# 4#R#I>. di. li+ue para 1TSO>. "I 2#IR3.. KE# -#0)R# 2W A -#ME "A 3)3RBE I"A"# e que nesta se+unda chance #E =# 4I. . ele . o in%entor . A lista é tra.. 0as desta %e.se ancioso e seu semblante denota satis1a(!o. enquanto o pano desce e as pala%ras célebres. 6mas n!o ha%ia nada l$>. #le d$ ordem ao seu a&udante que acione os controles da m$quina em dire(!o ao 1uturo. # ele ter$ uma "uas. tr@s chances. di. 6: estranho> .esV )orque neste mundo o homem poder$ Falhar e recome(ar. 3 in%entor é lan(ado ao ano de 1TR5 e ele se encontra 1rente a 1rente com o mestre 7esus. 3 in%entor surpreende. #ste est$ em meio ' declina(!o destas pala%ras/ 6. 0as no reino de "eus. 60uito estranho>. continua ele . : o cl*ma8 da história. . Ema m.sica l*rica %iolenta cai sobre o palco. 6<i+ue para 1TS5> .

Ad!o e #%a. #les n!o tinham medo um do outro. Ad!o e #%a +osta%am do &ardim que "eus ha%ia 1eito. ele chamou/ . Bemos que nos esconder depressa. #8perimente. Kuando "eus %eio ' tardinha. Fica%am lindas ao brilho do sol. disse ela . #la n!o +osta%a quando %ia que o homem e a mulher eram ami+os de "eus. #m +eral "eus %inha %@. e %er$ que tenho ra. )orque ent!o %amos morrer. =oc@s n!o %!o morrer.la. 3 que mais +osta%a era %isitar o homem e a mulher que ha%ia 1eito. #=A/ #sta é melhor que todas as outras 1rutas . antes de escurecer. ARRA"3R/ A cobra esperta sumiu para bai8o de um arbusto e 1icou obser%ando. porque ha%ia muitas outras coisas boas para comer. #les eram seus ami+os. . As 1rutas eram %ermelhas e brilhantes.ADÃO E EVA ARRA"3R/ os primeiros dias. ARRA"3R/ #ra 1$cil obedecer. comendo a 1ruta. #=A/ : deliciosa mesmo. #les tinham escolhido os nomes para os animais e brinca%am com eles. -ó daquela $r%ore no meio do &ardim n!o de%em comer. disse ela. Kuando "eus %ier para nos %isitar. Bodos os animais +osta%am de Ad!o e #%a. %ai saber que lhe desobedecemos. porque eram ami+os dele. #le +osta%a de obser%ar todos os animais que ha%ia 1eito. Boma%am banho no rio e obser%a%am as nu%ens. #ra uma cobra esperta. 4uida%am das plantas e colhiam as 1rutas quando esta%am maduras. "eus ha%ia dito que a terra esta%a ali para se ale+rarem com ela. disse "eus . de repente sentiram medo. 4hama%am.los ' tardinha. 0as de &eito nenhum de%emos comer a 1ruta daquela $r%ore. ARRA"3R/ #la lhe estendeu a 1ruta e Ad!o deu uma mordida. e8perimente. "eus passea%a em seu belo &ardim. porém.!o. <o+o em se+uida Ad!o %eio procur$. n!oA -e comerem dessa 1ruta.las com a m!o. 0as ha%ia entre eles al+uém di1erente. quando #%a esta%a no &ardim. este momento a cobra esperta sorriu.se Ad!o e #%a. quando a terra era no%a.eram roupas de 1olhas para se cobrir. a cobra esperta disse/ -#R)# B#/ )or que n!o e8perimenta a 1ruta da $r%ore no meio do &ardimL !o disse "eus que podiam pe+ar para comer tudo que quisessemL #=A/ )odemos comer de qualquer destas belas $r%ores e plantas . -#R)# B#/ 4omo %oc@s s!o bobos em acreditar uma coisas dessasA . #la &ustamente podia alcan($. Acariciou seu tronco e olhou para suas 1olhas. ARRA"3R/ #%a se %irou de%a+arinho e 1oi até aquela $r%ore. Fi. #%a pe+ou uma 1ruta e deu uma mordida. sil%ou a cobra esperta. ARRA"3R/ Antes nunca eles se ha%iam escondido de "eus. #le a encontrou debai8o daquela $r%ore. 1icar!o s$bios como "eus. "#E-/ =oc@s podem comer de todas as 1rutas do &ardim . #sta%am penduradas bem bai8as. A"[3/ # a+oraL . disse #%a . disseram eles . 4erto dia. quando o ar era 1resquinho. #les lhe conta%am o que ha%iam 1eito durante o dia.

unca mais poderei concentrar. comer . per+untou "eus."#E-/ 3nde est!o %oc@sL )or que tem medoL )or acaso comeram da 1ruta da $r%ore no meio do &ardimL ARRA"3R/ "e%a+arinho Ad!o e #%a sa*ram de seu esconderi&o. A+ora %oc@s tem que sair de meu &ardim para sempre. 0as acima de tudo sentiram a 1alta do ami+o "eus. porque me desobedeceram. =!o sentir dores. #=A/ Foi ela que me 1e. "eus esta%a triste porque n!o podia con1iar neles. comer . "e a+ora em diante %oc@s %!o ter que trabalhar duro.ir seu próprio alimento. . A"[3/ Foi ela que me 1e. # quando 1icarem %elhos.me com %oc@s aqui. ARRA"3R/ "isse "eus a Ad!o e #%a/ "#E-/ =oc@s estra+aram todos os planos que eu tinha para %oc@s. ARRA"3R/ Ad!o apontou para #%a. #sta%am tristes porque os animais n!o con1ia%am mais neles. "#E-/ )or que comeram desta 1rutaL . ARRA"3R/ "eus disse a #%a/ "#E-/ )or que %oc@ comeu desta 1rutaL ARRA"3R/ #%a apontou para a serpente. 3 homem e a mulher esta%am tristes porque tinham desobedecido a "eus. ARRA"3R/ Assim Ad!o e #%a 1oram e8pulsos do &ardim. disse ele. ter!o que morrer. #ra trabalho duro produ. disse ela.

=^4I3/ Kue é que 1oi. 73=#0/ ossaA Kuem é %oc@L <EY3/ !o interessa quem souA 3 que interessa é essa roupa horr*%el que %oc@ est$ usando. o céu. %ai continuar sendo uma nin+uém. e8.. a &o%em 1ica totalmente espantada ao %er aquela 61i+ura>. Aparece uma ami+a. n!o te%e &eitoA -a*mos da 1esta e resol%emos dar uma %oltinha. entra no palco uma +arota %iciada. %oc@ consi+a arrumar um namorado. e sai de parto de mim que bre+uice pe+aA A &o%em 1ica pensati%a. ao ir para casa. #8perimentaLAL Benho certe.er mal. o mundo todo. : um barato. lhe o1erece o 6ba+ulho>. melhor imposs*%el. 3lha.. n!o deu outraA Foi dentro do carro mesmoA Foi demaisA =oc@ tem que e8perimentar. e8perimenta e +osta. Fica a ima+inar como ser$ o tal +aroto que a ami+a ir$ apresentar..&o%em crist!.se a cortina. o pró8imo s$bado tem outra 1esta. %ia&ando. esse momento. no s$bado passado depois de uma 1estinha. #ncontra a primeira tenta(!o o <EY3. e come(a a pensar na possibilidade de 6mudar o %isual>. %isual 6+run+ue>. 7/ Ah..A PERDIDA <Nos $i&s $e =o>e? Abre. te +aranto que é muito bom.ando um estudo b*blico sobre os peri+os e tenta(5es que o mundo o1erece ao &o%em crist!os. que eu te apresento um +aroto lindo. # é nesse ponto que come(a o +rande drama. 7/ 3 queL 4onta lo+o que eu &$ estou curiosaA -/ Fui numa 1esta. é só um tra+o. as pessoas n!o prestam aten(!o em %oc@. n!o sei se de%o.. ah... -e %oc@ n!o ti%er isso. -e %oc@ esti%er a1im de ir. 4i+arro na m!o. pe+a. as ale+rias e pra. ent!o.. etc. A* %oc@ sai com ele. como qualquer outra. =oc@ %@ o mar. %estida desse &eito. n!o %ai ti 1a.ir.. e l$ encontrei com um +ato. dinheiro. A &o%em ent!o %ai para casa.. B$ péssimoA 73=#0/ )orqueL : uma roupa normal. #ste sedu. isso aqui. -e %oc@ soubesse o que eu 1i. 3 =^4I3 ser$ a tenta(!o mais terr*%el para. A ami+a conta para a &o%em uma e8peri@ncia que te%e ao sair de uma 1estinha. quando a 03RB# come(a a lhe rondar. lindo.. #ssa 1esta %ai ser 6do cabide>A A &o%em come(a a achar a possibilidade de ir na 1esta como um bom pro+rama pr$ s$bado ' noite e acaba dei8ando a &u%entude de lado. . %oc@ %ia&a.er qualquer coisaA 0as n!o 1ica desse &eito.. e.. Acabada a reuni!o de &o%ens. <EY3/ A* é que estaA )ara 1a. dinheiro.. =ai %ia&ando. Bem que ter muitas &óias. 3 que é issoL )r$ que isso ser%eL =/ 3 que. caraL B$ a1imL (o1erece a dro+a para a &o%em) 73=#0/ -ei l$.. uma &o%em %ai encontrando pelo caminho %$rias tenta(5es que lhe ir!o des%iar do bom caminho.a de que n!o %ai se arrepender.er sucesso no mundo é preciso ser como eu (mostra as &óias e as roupas que esta %estindo). ao &o%em com o poder. 7/ 0as tem &u%entudeA # eu nem sei como %ai ser essa 1esta. mara%ilhoso e come(amos a nos paquerar. #sta..eres do mundo.. -#Y3/ 3*. e %oc@L -/ 4omi+o.. a+ora. =/ =ai. Kuerida. "u%ido que.. A &o%em aceita.. ele+antes. Kuerida. que %ai representar o -#Y3. meninaA Budo bemL 73=#0/ Budo bem. =oc@ tem que ter roupas bonitas.A PAR8BOLA DA OVEL. %ai 1a. e é encenada a se+uinte situa(!o/ Em )astor est$ 1inali. =ai se produ.. -/ Kue &u%entude o queA =amos na 1esta.

=amos l$. =/ )r$ que 1oi querer usar demais o 6ba+ulho>L !o 1oi desse &eito que eu ti ensineiL Até eu sei que muito 1a.er direito. por 1a%or me a&udeA #u 1i. n!o tem poder. para a I+re&a e para &unto do meu -al%ador.la ao meu reino. . =amos %oltar para a sua %erdadeira casa.. . </ #u n!o disseL #u n!o 1aleiL 4ontinuou a mesma ca1ona de sempre. coisas horr*%eis. Bente uma o%erdose. n!o tem nada. )A-B3R/ Irm!. #stas lhe chamam ainda mais uma %e.o. 7esus 4risto.. 1ilha. 0/ 0orrerLAL em isso %oc@ sabe 1a. -/ 9urraA -onsaA !o conse+uiu nem se+ura aquele +ato.03RB#/ =amosA =amosA Acelera as coisas para mimA #stou ansioso para le%$. nunca mais. o que aconteceuL )orque 1e. as tenta(5es e a morte se a+rupam de um lado do palco.. o )A-B3R "A IMR#7A da &o%em. 73=#0/ (assustada. 42#MAAAAAAAAAA A 03RB# sai do palco. olha para tr$s. a &o%em come(a a per+untar quem est$ 1alando) Kuem éL Kuem est$ 1alando. !o %ai arran&ar namorado nunca desse &eito. =enha comi+o. pois para "eus o seu arrependimento &$ basta. 3 )astor a&uda a &o%em se le%antar. : uma tonta mesmo. A &o%em decide n!o %oltar atr$s e se+ue &unto com o )astor. (com bastante ironia) ande lo+o com isso que eu n!o tenho o dia todo. =oc@ %ia&a muito mais e pode morrer lo+o também. e ao dar o primeiro passo.. pois o in1erno ser$ um consolo mais que 6ardente>. tome uma decis!o. em dire(!o das tenta(5es. mas pode apenas me ou%ir. !o tem dinheiro. Kuero %oltar para casa. para os meus irm!os na 1é. mal. %i%er ou . e entra mais um persona+em. di. estou com pressa.. # lhe lan(am todo tipo de pala%ras de despre. n!o %e&o nin+uém aquiL 3 que est$ acontecendo. Kuero mais é que %oc@ so1ra muito aqui no mundo. A &o%em ca*da no ch!o 1ica tentando se li%rar de todas as tenta(5es que come(am a circular em torno dela.endo/ 73=#0/ Isso. )/ !o se preocupe. 3 que eu mais +osto nas minhas %*timas é esse desespero das horas 1inais. esse momento. issoL 73=#0/ )astor. 0as %amos. eu ti a&udo. A 1ala da 03RB# é interrompida por um +rito da &o%em. -ó podia 1icar deste &eito. #stou t!o arrependida. comi+oL 0/ =oc@ n!o pode me %er. n!o %ai entrar na onda nunca.

er. 4omprem +ente.es. comprem/ )istolas e brinquedos. comprem/ )ara o atal um assado de 1D. nas tre%as anda errante o teu po%o. 0as a ti -enhor n!o en+anam. Bemos tanto a 1a. atr$s das &anelas tu %@s desespero e sentes a 1rie. .em a +ente parar com essa a+ita(!o comercial. #n1eitamos o pinheirinho.er.e. -enhor. 4omprem +ente. . . . . . . )ara as 1estas precisamos de momentos sentimentais. Bemos tanto a 1a. a lu. . -enhor 1a.SEN. +ente comprem/ )inheirinhos e sininhos. . oite de atal. podendo ser apresentada por uma pessoa. . -enhor só precisam de ti. )reparar comes e bebes. . +ente comprem/ 2inos de atal em discos e cassetes. Bemos tanto a 1a. .OR @ NOITE . . . 4omprem. .er. 4omprem. ou por um +rupo . <impamos a casa. 1a. )reparamos os presentes.os parar. Acenderam lamparinas e %elas. .er. )ara as 1estas precisamos do som dos sinos a badalar. )ara as 1estas precisamos de uma mensa+em piedosa. Falta muito a 1a. )ara as 1estas precisamos de emo(!o e solenidade. . -enhor é noite. Re1le8!o para a maior. as &anelas das casas est!o iluminadas. !o dei8es que te en+anem/ #les s!o pobres sem o saber. .a das lu. se apa+ou.

pernas. parecem 1icar en%er+onhados e %!o se a1astando uns dos outros. Beremos que 1icar aqui. 6"eus &$ n!o passeia conoscoA> . ou%em.sica ao 1undo bem sua%e. o que podemos 1a. <e%aremos os parentes.& o N&t& 1C Kuadro 0eninos e meninas %estidos com malha. ser%os. Ar!o e 0oisés con%ersam (0oisés +a+ue&a um pouco)/ . depois se le%antam e saem abra(ados. 0ulheres correm..sica aumenta. -ara. rebanhos. 1icar cada %e. 0oisés. se acende.ADA DO POVO DE DEUS A D. iremos embora. pés. n!o %endo o po%o escra%i.> Abra!o e -ara se prostram. conhece os poderosos. di. as coisas n!o %!o bem. Ao sa*rem olham para o alto. 2$ muita in&usti(a e miséria. "e repente. Bodos querem destruir os outros. bri+ando uns com os outros.&'!o -&. carre+ando crian(as escondidas. %i%eu entre eles. =i%o l$ com minha 1am*lia. Aos poucos caminham e %!o descobrindo uns aos outros.sica tocando 6A%e. #les se a&oelham e ou%e. Ar!o. 6"aremos ' lu. 6Beremos que suar para conse+uir comidaA> . n!o a+_ento %er o so1rimento do meu po%o. se acende. 6 !o conse+uimos dominar a terra e os animaisA> . Kuero uma %ida no%a para nós. nin+uém respeita nin+uém. &$ bri+uei e matei um homem. cur%adas sob 1ardos muito pesados.ado.endo/ . Ao 1undo passam crian(as %estidas como trabalhadores. A m.erL ossos bens est!o aqui. Ao 1undo come(a uma m. #sta cidade n!o est$ boa para se morar.&%&ti. !o. A um canto. 4he+a Abra!o. escondendo o corpo e cambaleando como si 1osse cair. 62omem e mulher %i%endo como inimi+osA> . -enta. Al+uns %!o 1alando/ ./ . %iram o pesco(o. A&ude.se perto dela. 0as.0aria> e uma lu. costurando. nossos parentes. meu marido.nosA . com mais poder. nós nem temos um 1ilho com quem nos preocuparA . deitados. Aos poucos %!o se le%antando e olhando o próprio corpo.. )rocuremos um lu+ar onde possamos %i%er bem.se todos de cabe(a bai8a e 1icam em sil@ncio. n!o so1ro tantoA . Farei uma alian(a conti+o. GC Kuadro o palco escuro.se uma %o. 2C Kuadro Em menino e uma menina personi1icando Abra!o e -ara. Bu ser$s )ai de um +rande po%o. -ara est$ sentada. 4onta as estrelas de céu e a areia do deserto. 3lham as m!os. com &usti(a e 1raternidade. %oc@ pode nos sal%ar. 6Fomos e8pulsos da presen(a de "eusA> )rostram. 63 -enhor te%e pena de seus 1ilhos e h$ de lhes mandar um -al%ador>. . =oc@ 1oi criado pela 1ilha do Faraó. dobra a costura e d$ a m!o a Abra!o. 6#stamos nusA> . depois.se choros e +ritos. #. e di. os ser%os e os rebanhos conosco. )recisamos de uma terra nossa. A m. Abra!o./ 6Abra!o. chorando. )or isso 1ui embora para o deserto.. -ara. e. Aos poucos as crian(as %!o se le%antando e estendendo os bra(os para a lu. )or causa dele. as crian(as entre doresA> B3"3-/ . Ema lu. sai da tua )$tria e %ai para a Berra que eu te mostrarei. -ara se le%anta. in+uém se entende. Bantos assim ser!o os teus descendentes.A CAMIN.

0aria adianta. 3u%em. 9endita se&a %oc@. para que eles procurem a terra a que todos os meus 1ilhos t@m direito por heran(a. !o sei nem 1alar direito. =oc@ é quem sabe. "e repente batem ' porta.> 2$ um inter%alo quando em prociss!o. AR[3 e 03I-:. Isabel.. Isabel lhe di. meu marido. se desloca para iluminar o 0enino 7esus.es de ale+ria. -ou 1eli. #u te a&udarei. que ser$ a 0!e do nosso -al%adorA (neste momento acende. 0aria e 7osé 1icam a seu lado. 3u%e. seu po%o. e le%anta os bra(os para o céu. lon+e da con1us!o. de t!o ale+re o neném pula em meu . #8alta os humildes. Xacarias. tra. estou preocupada. Ar!o. Fico =!o saindo os dois. preciso de tiA =ai ao Faraó e liberta meu po%o. ela tece.ias. !o quero me meter nisso. #le 1alar$ por ti.se le%antam e saem.se as lu. <e%a Ar!o conti+o. porque #le me escolheu. como prometeu a Abra!o e a seus descendentes. "espede os ricos com m!os %a.e I-A9#< . acende. 0oisés. Bodos 1alam em coro/ 6-ua misericórdia se estende sobre todos nós.. quem sou euL -ó sei pastorear. "e repente. entra 0aria.endo o 0enino 7esus. querida. 3 -enhor nos ou%iuA #stamos sal%osA -omos li%resA -omos li%resA 4C Kuadro XA4ARIA. . # sua misericórdia se estende por todas as +era(5es./ 60eu corpo e minha %ida lou%am ao -enhor. #le escre%e em uma t$bua. mas andei muito subindo a montanha e estou . e ou%e. %im a&udar %oc@.se %o. 0oisés e Ar!o param e se a&oelham. : uma pena que %oc@ tenha adoecido e perdido a 1ala desde que soube que *amos ser aben(oados com um 1ilho. )assam crian(as +ritando. "ispersa os or+ulhosos. se est$ sem 1alarL XA4ARIA.se uma lu. que bom que %oc@ %eio me a&udarA =e&a./ . . meu po%o so1re. Isabel e Xacarias se a&oelham).se uma lu. -ou muito bra%o. #las se abra(am./ . "erruba os poderosos de seu trono. Xacarias. seioA cansadaA .a +randes coisas. . sorri. -ocorre a Israel. AleluiaA AleluiaA 3u%em. #la %ai atender.se uma %o.olha para ela. # em mim reali. 3 que ser$ de nosso 1ilhoL Kue pro1iss!o %ai terL 3 que 1ar$ de sua %idaL -er$ que %ai trabalhar no templo como %oc@L 4omo %oc@ %ai lhe dar um nome. aquele que prepara o caminho do -enhor. #le %ai se chamar 7o!o . -ou +a+oA . est$ quase nos dias de nosso 1ilho nascer.se e di.se le%anta e mostra a t$bua em que este%e escre%endo. A lu.se a A%e. ale+res/ . 0oisés. Isabel est$ +r$%ida. I-A9#< abra(a Xacarias. 0aria. 0aria. XA4ARIA.es. # d$ comida a quem tem 1ome.se sinos tocando e todos cantam/ . 3 -enhor olha por nós. %@m che+ando todos os participantes. -enhor. !o quero me meter nisto. 0ani1esta o poder de seu bra(o. Apa+am. aqui.0aria. Bu ser$s o l*der do meu po%o. # nos en%ia o -al%ador.

que caiu &untamente com #%a. . -e 4risto nascesse ho&e. 0as que pecadosL #u n!o sei do que %oc@ 1alaL 2C . GC . tanto al%oro(a no atal. como %oc@ e receberiaL 1C . Bodos nós.NOITE 2ELI:B REPRESENTACÃO DE NATAL A CANTADA B#0A . #le mandou o seu Filho para nos sal%ar dos pecados. porque n!o conheceu a mensa+em do amor de "eus. desobedecendo a <ei de "eus. desde a queda de Ad!o. unca compreendi por que tanta correria. Isto %oc@ di. em sei mesmo o que si+ni1icaL )ara mim. é um dia como outro qualquer. 2C . Ad!o e #%a 1oram os primeiros homens da 1ace da terra. todos somos pecadores e estamos debai8o da ira de "eus.

numa estrebariaA 1C . pequenos e +randes. Bambém 7osé 1oi %ia&ar a %ir+em pura acompanhar. como %oc@ o receberiaL 1C . G` . 3 Filho de "eus n!o ter lu+arL 4omo posso aceitar um "eus pobre e 1racoL 4omo #le pode me a&udar. ABA< é 1esta 2C . Bal%e.. %enha conoscoA 2o&e a noite temos uma representa(!o da história do atal em nossa I+re&a. . do amor eterno. muitas cores. =enha conosco. 62o&e. no atal. para que ele acenda a lu...endoL Em Filho de "eus nascer numa estrebariaL GC .GC . -e %oc@ aceita 7esus 2C . -e 4risto nascesse ho&e.> (pausa) 6=ede.lhe de man&edoura. 4risto desce a nós. Kuando. quando 0aria o deu a lu. asceu 7esusA -e 4risto nascesse ho&e. . querem ser%ir. celebrando o ani%ers$rio do -enhor. nosso cora(!o polu*do de pecados. #le cura a nossa en1ermidade. . GC . 2 . #le é "eusA 1C . 1C . o nosso interior. # a+ora. como ele se tornou 6nosso>. isto é. h$ quase 2 mil anos atr$s. Kuando %oc@ recebe 4risto em seu cora(!o.. mandou. : que nin+uém tinha mais lu+ar para ele e seus pais. como os 0a+os %ieram ador$.lo. tudo é belo ao derredor. brilha no tempo. 0as o que %oc@ est$ me di. 2C . prestai aten(!oA Bambém ho&e.. queremos %os mostrar. Kuando %oc@ aceita 7esus 2C . 4é.. o aceitemos. 4omo os an&os o anunciaram. .nos seu Filho que %eio ao mundo no atal.. )or isso. 4anta a con+re+a(!o o hino / (#nquanto canta a con+re+a(!o. ABA< -#RIA #-)#RA ZA 1C . na oite de atal.. A cidade esta%a lotada. Fala o arauto ' 1rente do +rupo) ARAEB3 . ABA< é esperan(a B.. 2I 3. Ale+ria. ABA< -#RW <EX 1C .. de%em estar cheios de ale+ria>. -e %oc@ aceitasse 7esus 2C . asceu pobre. -e %oc@ cr@ em 7esus GC . 6=oc@s todos &$ o perceberamL> 63 atal che+ouA "o alto trono celeste desce o Filho de "eus. 0uitos anos &$ passaram desde quando aconteceu que na %ila de 9elém. nossas almas quietas e humildes. o -al%ador 7esus nasceu. como %oc@ o receberia. n!oA Isto eu n!o posso aceitar. ao mundo (pausa). como %oc@ o receberiaL (pausa) ABA< : F#-BAA 1C . assim %oc@ possa compreender melhor e aceitar a %inda de 7esus com naturalidade e ale+riaA (-aem os &o%ens do di$lo+o e sentam. para nos sal%ar. ABA< é lu. Isto é no sentido espiritual. pois esta%a em recenseamento. G .c*rculo no palco. toda hora nós queremos repetir. sendo pobre e miser$%el como euA 2C . em nós no%amente. Kuando %oc@ cr@ em 7esus GC . nós especialmente lhe abrimos a porta (pausa). os persona+ens se colocam em semi. -e %oc@ recebesse 7esus em seu cora(!o B.> 6)or isso. ARRA"3R . dando %i%as. 0as ele também pode curar o nosso corpo e nos a&udar em nossos problemas di$rios .ar Au+usto decretou e um +rande censo promul+ou. #u &amais poderia aceitar um "eus assimA !o posso compreender. =enha. B. em seu amor. Abri os %ossos cora(5es e dei8ai que #le entre em %ossas %idasA> 3 MRE)3 4A BA/ 1 . todas as pessoas. # "eus. por isso.. . a lu.se entre a con+re+a(!o) B3"3. -e %oc@ recebe 7esus em seu cora(!o B. a lu. Ah. : t!o linda a sua 2istóriaV nin+uém cansa de ou%irV todo dia. -e %oc@ cresse em 7esus GC . o mundo e as pessoas %i%iam na mais completa escurid!o 7esus mesmo trou8e a lu. -e 4risto nascesse ho&e. As pessoas %inham de todos os lu+ares.

3 mais di+no GC .. 23-). +entil. Abre. : que de a. lu. 2C 23-). e 7. . 7osé e o 0enino na man&edoura. e 7.e 7. &$ tarde est$. 7amais. %os anunciamos.. 1racos e pobres. 7esus menino %os nasceu de humilde %ir+em de 9elém. . . como %oc@ o receberiaL 1C . +randes e nobres... !o insistais. %amos também o po%o caminha indo a 9elém. # se nascesse ho&eL 3 que %oc@ 1ariaL 3 MRE)3 4A BA/ os campos de 9elém . "e lon+e %imos nós.. a estrebaria 1oi seu lar. -e n!o se importam. e 7. #stou t!o cansada pr$ %ia&ar. !o h$ lu+ar. e 7. .%os quereis calar. -enhores. MRE)3 ... . (0aria e 7osé 1icam circulando. . nosso bem 4risto. 0aria e 7osé. como se 1osse diaA 4risto nasceu/ nossa pa. podem 1icar na estrebaria e pernoitar. A noite é 1ria. 0aria. er+am hinos triun1antes. "e nós. 3 mais poderoso B. 2C 23-). #u %enho desde os altos céus e8celsa no%a proclamar mensa+em linda de meu "eus.. ó ami+o e concede. 2C 23-). (em canone) . =@de esta lu. &amais irei %os hospedar. )A-B3R#. !o h$ lu+ar. irei a todos anunciar. quero ir ' cama. n!o h$ lu+arV sentimos muito. 2C 23-). 62$ muito barulho em todo lu+ar.te. nossa ale+riaA ()alco com pouca lu.. . aos homensA Kue ale+riaA )a. . #ste se adianta um pouco do c*rculo) 23-). e 7.aré %imos ao alistamentoV 3hA os d$ um aposento.se o c*rculo ao meio e aparecem 0aria. )or que esperaiL 0. ARRA"3R/ Al+uns pastores %@m +uardar seu +ado ' noite e %i+iar.73-: . . com "eus em plena lu. 7esus era Rei 2C . po%os e8ultantes. 3u(am. n!o temais. e 7. B3"3. 0. é a +ente que %ai pr$ se alistar>. Kuem %em a*L 0. pois %er o que os an&os dos céus nos anunciaram/ 3 Filho de "eus. # o que encontramos.. tem compai8!o. )odeis pa+arL 0. o )ai nos tem escolhido 3h. de lon+eA #m meio a noite. 23-). 23-). Bal%e. 0. "e a. correndo a 9elém %er o menino. !o %ou abrir.aré 1oram a 9elém que de "a%i memória tem e n!o ha%ia outro lu+ar. em parte al+uma. enquanto 1ala o Arauto) ARAEB3 . . enquanto o hospedeiro %olta ao c*rculo) 3 MRE)3 4A BA/ 1 . in+uém lhe deu crédito. 0. 0aria. mas temos que ir.. n!o h$ lu+ar.A 4ompadece.. o -enhor é ho&e nascido que "eus. . 23-). %ou preparar. 3hA 3u(a a nossa %o. (canta) . 2 . !o podeis aqui pousar. #strebaria iluminada) 3 MRE)3 4A BA/ Bra+am tochas . (0aria e 7osé 1icam atr$s do c*rculo na estrebaria. apenas esta %e. =inde. -e 4risto nascesse ho&e. . . 0ARIA . )e(o. %ou 1echar. . . . Kue dese&aisL 0. . .nos abri+o. . . . pastores. )ara #le n!o ha%ia lu+ar. &amaisA 0.A 2C 23-). A 73. n!o h$ lu+ar. G . 3h.> (0aria e 7osé também che+am a 1rente do hospedeiro. com ele "eus ao mundo deu sublime dom e eterno bem. !o temos nada n!o. no céu raiou e um an&o -anto lhes 1alou/ A 73 MA9RI#< . =amos. . dei8ai que eu %os di+a/ 3 tempo se cumpriuA 3 que quer si+ni1icar istoL. AleluiaA 3 MRE)3 4A BA/ #is dos an&os a harmonia 4antam +lória ao Rei 7esus )a. Kuando uma lu. lu+ar nos d@s. e 7.

no meu trabalho. os pastores adoram o menino e cantam) )A-B3R#. nanana. rumo oeste. com presentes %iemos nós. . . R#I.ul.. no meu cora(!o. ARRA"3R .er. da* lou%or ao -enhor.. nanana.. os ma+os adoram o menino) 3 MRE)3 4A BA/ atal é %ida que nasce B3"3-/ 7#-E. %eio ao mundo e nos sal%ou. noite de esperan(a. de linda estrela após. cantai de 7esus e 0aria.A-4#EA 1C . 1ontes.. a minha casa. 3s pastores ou%iram a mensa+em 2C .4A BA0/ oite Feli. de 1ato. o recebeuL 3 MRE)3 4A BA/ Bodos esta%am t!o ocupados (Aparecem os &o%ens da primeira cena) 2 . . 4antais can(5es. o teu brilho nos condu. (Abre.. #m nossa %ida GC . 3s pastores correram para adorar 7esus. -al%e o rei 7esus. "escei dos céus %ós querubins. 7esus nasceuA =oc@. B3"3. como %oc@ o receberiaL 1C . 3s ma+os %ieram de lon+e 2C .. celeste. . nanana.nos ao Rei 7esus. ao -enhor... o RedentorA Boda a terra e os altos céus cantem sempre Mlória a "eus. 3s ma+os trou8eram presentes GC .Aclamando o seu -enhor nasce 4risto. B. 2o&e nasceu o -al%adorA A 73... 2 . 4omo é +rande o di%o amor.blico) # tudo mais que %oc@ quiser saber sobre 7esus est$ escrito neste li%ro . 4ompreendeste porque amamos nosso -al%adorL 1 . tocai clarins. nana. o nosso atal 2C . -e 7esus nascesse ho&e. A 9^9<IA . =oc@L 7$ percebeuL 7esus acaba de nascerA 1C . )ala%ra re%elada de "eusA F#<IX ABA<A B3"3.se c*rculo. #m nosso cora(!o B. # =34aLLL 3 MRE)3 4A BA/ 4éu a.. ana. no meu la. mui preciosos dons. entre montes campos. B3"3. Br@s reis 0a+os do 3riente a sós.0AM3. <u. da* lou%or. aleluia. -imA 2o&e mesmo quero e preciso receber 7esus. =oc@ compreendeu o mistério do amor de "eusL G . aleluia. que ho&e em 4risto se encarnouV que "eus nosso -al%ador. 3s pastores creram na mensa+em GC . +uia. (para o p. (Abre. Ema estrela 1oi +uiar os reis ma+os a 9elém.. <inda estrela de 1ul+ente lu. #stando nós a %i+iar Em an&o no%as %em nos dar 3h. onde 1oram o1ertar a 7esus o sumo bem.se o c*rculo . 3s ma+os lhe deram dos seus tesouros B.